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O TEMPLO DE MICA


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mica

Por: Pr Armando Taranto Neto

Havia um homem chamado Mica, dos montes de Efraim,
que disse certa vez à sua mãe: “Os treze quilos de prata que lhe foram roubados e pelos quais eu a ouvi pronunciar uma maldição. Na verdade a prata está comigo; eu a peguei”. Disse-lhe sua mãe: “O Senhor o abençoe, meu filho! ” Quando ele devolveu os treze quilos de prata à mãe, ela disse: “Consagro solenemente a minha prata ao Senhor para que o meu filho faça uma imagem esculpida e um ídolo de metal. Eu a devolvo a você”.

Mas ele devolveu a prata à sua mãe, e ela separou dois quilos e quatrocentos gramas, e os deu a um ourives, que deles fez a imagem e o ídolo. E estes foram postos na casa de Mica.
Ora, esse homem, Mica, possuía um santuário, e fez um manto sacerdotal e alguns ídolos da família e pôs um dos seus filhos como seu sacerdote.
Naquela época não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo. ( Juízes 17.1-6)

Se existe uma atividade que deixa o Senhor irado é a idolatria.

A idolatria se conceitua em adoração a ídolos, ato de prestação de culto divino a criaturas, amor cego, paixão exagerada. A veneração também se classifica como idolatria, pois outro ser está ocupando um lugar que pertence única e exclusivamente a Deus.

Segundo a Bíblia Shedd, sobre Jz. 17:1. “Os capítulos 17-21 distinguem-se dos demais do livro de Juízes. Não obedecem qualquer sequência cronológica. Os acontecimentos não tem indícios de data. A seção é um apêndice do livro.”

O protagonista do capítulo 17 do livro de Juízes é Mica, cujo nome significa: “Quem é como Jeová” ou “Aquele que se parece com Jeová”, verdadeiramente um nome de peso. Infelizmente este personagem nos trará lições preciosas de como a idolatria pode cegar o homem no tocante a vida espiritual e também pode dar início a uma jornada de sincretismo religioso e doutrinas heréticas.

Pelo contexto entendemos que Mica e sua casa eram judeus, entretanto serviam aos falsos deuses e também ao Senhor. Era uma época sem liderança em Israel, “cada um fazia o que lhe parecia certo.” (v.6)

Mica havia roubado treze quilos de prata de sua mãe. Por isso dia e noite ele a ouvia amaldiçoando o ladrão em nome dos deuses cananeus. Amedrontado, ele, então, confessa o furto. Sua mãe, tentando neutralizar a mandinga, resolve, então, fazer uma imagem de fundição e uma esculpida dos ídolos que eram devotos. Tipo uma negociação para neutralizar as maldições que havia proferido.

Era comum entre os judeus desviados cultuarem a deuses domésticos chamados de “Terafins” ou “Baalins”. Estes podiam ter o tamanho de uma estatueta de uns dez centímetros até a medida de um ser humano natural.

Mica coloca as imagens em seu santuário particular, faz uma vestimenta imitando a dos sacerdotes do Senhor e consagra seu próprio filho como o sacerdote do “panteão” (Lugar onde antigamente os Gregos e Romanos depositavam seus deuses).

De acordo com os oráculos do Senhor, o sacerdote deveria ser um levita e passar por todo o ritual de consagração com água, óleo e sangue, para poder exercer sua função. Não vemos nada disso acontecer com o filho de Mica, foi consagrado simplesmente porque era seu filho.

Vergonhosamente assistimos esta mesma atitude quando, em algumas igrejas, ao substituírem pastores que estão jubilando, não se ora mais para o Espírito Santo dirigir na escolha do candidato, descaradamente aplicam o nepotismo e apadrinhamento colocando pessoas despreparadas e sem chamado ministerial para posições de destaque na igreja.

Quando olhamos para a origem de algumas igrejas denominadas :“Cristãs Evangélicas” e percebemos seus cultos completamente desfocados dos parâmetros Bíblicos, testificamos que este sacerdócio estabelecido por Mica ainda prevalece até hoje.

Seguindo o significado do próprio nome, Mica, “aquele que se parece com Jeová”, são movimentos que, à primeira vista, podem até ser classificados como “Igreja do Senhor”, mas quando observamos o cerne, concluímos que não passam de mais um antro herético de abominações, idolatrias e perversões, completamente desconectados das verdades do Evangelho de Jesus.

Algumas até com Templos suntuosos e onde procuram ressuscitar os cultos da época da Lei, os utensílios, vestimentas, e rituais que eram meros símbolos do que se cumpriu em Cristo Jesus. Não passando de um culto herético. Parecem ser de Deus mas não são.

O pior é quando igrejas históricas, que tinham um perfil doutrinário alinhado com as Santas Escrituras, que entraram no caminho de Mica, se transformam em mais uma agência do inferno.

Nada está tão ruim que não possa piorar mais um pouco. Na sequencia, nos é dito no texto que, do nada, aparece um levita vindo de Belém de Judá, seu nome era Jônatas, filho de Gerson e neto de Moisés, o rapaz tinha “Pedigree”. Mica lhe pergunta: “Donde vens? E ele lhe respondeu: ” -Sou levita de Belém de Judá, e vou peregrinar onde achar conveniente.”(v.9)

De vez em quando bate em nossa porta um “Levita” de “Pedigree”, procurando um lugar que lhe seja conveniente, que tenha sombra e água fresca, um lugar que tenha empresários novos convertidos que possa enganar com profetadas, irmãzinhas encalhadas e desconsoladas que ele possa trazer algum conforto lascivo, líderes que não conheçam Bíblia que ele possa enganar e crentes generosos que ele venha tirar proveito. São aqueles que dizem viver da fé, só que é da fé dos outros.

Acredito que o Senhor chame homens e mulheres para uma obra exclusiva sim, mas isto é para os poucos fiéis e não para vagabundos aventureiros.

Imagine o que se passou pela cabeça de Mica, ele já tinha um santuário particular, um sacerdote e agora sentia-se “abençoado” por um “Levita” original, neto do próprio Moisés ir bater em sua porta. Só pode ser Jeová neste negócio!

Não se engane!

Este “levita” não poderia ser consagrado, pois o texto diz que ele era muito novo, segundo Numeros 8.24 para oficiar diante do Senhor deveria ter mais de vinte cinco anos; não havia passado pelo processo de consagração pública, não poderia servir em um sistema sacerdotal separado; não pertencia à família de Arão e o Senhor não chama desocupados para a Sua Obra.

O fim da história de Mica é triste, como a história de muitos que se enveredaram pelo seu caminho. Mica perdeu o Sacerdote, lhe roubaram os ídolos e o manto. Na rapidez que começou seu ministério profano o viu terminar.

Que o Senhor nos guarde de entrar por esta vereda.

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Executivos da Odebrecht fecham delação e ‘maremoto’ se aproxima de Brasília


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pt-corrupcao-indecenciaAs delações premiadas mais aguardadas da Operação Lava Jato – e as potencialmente mais danosas para o Governo Michel Temer e para a elite política brasileira em geral – começaram a ser assinadas nesta quinta-feira. A construtora Odebrecht, a maior do setor na América Latina, firmou um acordo de leniência (ajuste de conduta) com o Ministério Público Federal.

Executivos da Odebrecht começam a assinar delação e ‘maremoto’ se aproxima de Brasília. Há meses a elite política brasileira teme a colaboração dos executivos da maior construtora do país

Fonte: http://brasil.elpais.com

Foi o primeiro passo para que dezenas de executivos e diretores da empreiteira, inclusive o ex-presidente Marcelo Odebrecht, pudessem finalmente também começar a assinar acordos de colaboração com a Justiça negociados há meses nesta quinta. Os termos do acordo de leniência preveem que a empresa pague uma multa de 6,7 bilhões de reais ao longo de 23 anos – a maior indenização paga por uma companhia brasileira por crimes de corrupção.

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Marcelo Odebrecht

Em valores corrigidos, o montante chegará a R$ 8,5 bilhões. Parte dos recursos será revertido para autoridades dos Estados Unidos e Suíça, mas a maioria irá para os cofres públicos brasileiros, de acordo com a Folha de S. Paulo. Em contrapartida, a Odebrecht poderá continuar firmando contratos com o poder público, algo visto como fundamental para que continue suas operações e não feche as portas.

O acordo de colaboração com a Justiça é monumental e pode fazer a Lava Jato, a já maior investigação da história brasileira, mudar de escala. Ao todo, 77 executivos e ex-executivos do grupo querem fazer delação premiada em troca de redução de pena, mas o acerto ainda precisa ser validado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato.

Antes de enviar o material ao STF _a corte é a responsável porque alguns dos políticos citados têm direito a foro privilegiado, os procuradores irão analisar se o conteúdo das delações feitas pelos funcionários e diretores são relevantes do ponto de vista da investigação, o que pode se estender até as vésperas do recesso do Judiciário, em 20 de dezembro. Da Arena Corinthians, em São Paulo, à usina hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira, no Pará, existe a suspeita de que dezenas de obras e contratos da empreiteira tenham envolvido formação de cartel ou pagamento de propinas. 

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“Desculpe, a Odebrecht errou”

As autoridades não confirmaram oficialmente os passos decisivos para a chamada delação do fim do mundo, mas a própria construtora daria um sinal da finalização do acordo. Em suas redes sociais, anunciou que publicará nesta sexta-feira nos principais jornais um anúncio chamado “Desculpe, a Odebrecht errou”. Nele, a empresa admite ter incorrido a “práticas impróprias” e promete não fazê-lo mais em sintonia com uma sociedade “que quer elevar a qualidade das relações entre o poder público e as empresas privadas.”

Foi a segunda nota pública da empresa admitindo diretamente participação em práticas corruptas. A primeira foi em março deste ano, quando começaram as negociações para a delação premiada _uma possibilidade até então veementemente rechaçada pela companhia. Naquele mês, a empresa disse participar de “um sistema ilegal e ilegítimo de financiamento do sistema partidário-eleitoral do país”. Foi a início da contagem regressiva para revelações, potencialmente sem cor partidária, capazes de provocar um maremoto político. O alerta de tsunami parece ter chegado após quase dois anos ininterruptos de crise política, com direito ao primeiro impeachmentde um presidente brasileiro em 20 anos.

A guinada a favor a delação aconteceu depois que, em uma das etapas da Lava Jato, foram encontradas na casa de Benedicto Barbosa Silva Junior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, planilhas da empreiteira com registros de doações para 240 políticos de 22 partidos. A expectativa dos procuradores da força-tarefa é que na delação dos funcionários fique claro quais repasses foram pagamentos de propina disfarçados de doação oficial. A construtora tinha um departamento exclusivo para pagamentos ilegais – batizado de Operações Estruturadas.

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Alguns dos possíveis implicados do Governo atual seriam o próprio presidente da República, Michel Temer, ministros como Eliseu Padilha, da Casa Civil, José Serra, das Relações Exteriores, e o ex-ministro Geddel Vieira Lima. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já envolvido em três processos, também pode ser mencionado. Mas mais de 130 deputados, senadores e ministros, além de 20 governadores e ex-governadores também podem entrar na mira da delação. Todos os citados nas planilhas afirmam que as doações foram legais e devidamente registradas na Justiça Eleitoral.

O herdeiro da empresa Marcelo Odebrecht está preso desde junho do ano passado. Condenado em março pelo juiz de primeira instância Sérgio Moro a 19 anos e quatro meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa, o empreiteiro fechou em novembro um acordo para cumprir pena de dez anos. Ele ainda ficará no regime fechado até o final do ano que vem, e depois irá progredir para os regimes semiaberto e aberto. A reportagem não conseguiu contato com os representantes da Odebrecht para comentar o caso.

A Deusa Ishtar, Rainha do Céu


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Pedro Guardião 

Amplamente cultuada na antiguidade, conhecida sob vários nomes e títulos em diferentes países, Ishtar era uma deusa lunar, uma das manifestações de Magna Dea, a Grande Mãe do Oriente e uma versão mais tardia e complexa da deusa suméria Inanna. Foi venerada como Astarte em Canaã, Star na Mesopotâmia, Astar e Star na Arábia, Estar na Abissínia, Stargatis na Síria, Astarte na Grécia. No Egito sua equivalente era Ísis, cujo culto espalhou-se até a Grécia e Roma, florescendo até os primeiros séculos da era cristã.

Ishtar personificava a força criadora e destruidora da vida, representada pelas fases da Lua, crescente e a cheia que favorecem o desenvolvimento e a expansão, a minguante e a negra que enfraquecem e finalizam os ciclos anteriores. Como Deusa da fertilidade ela dava o poder de reprodução e crescimento aos campos, aos animais e aos seres humanos. Foi nesta qualidade que se tornou a Deusa do Amor, que teria descido do planeta Vênus, acompanhada de seu séqüito de sacerdotisas Ishtaritu que ensinaram aos homens a sublime arte do êxtase: sensorial e espiritual. Como rainha do céu era a regente das estrelas, pois ela mesma tinha vindo de uma estrela que brilhava no amanhecer e no entardecer e era o ponto central de seu culto. As constelações zodiacais eram conhecidas pelos antigos como o “cinturão de Ishtar” e era ela quem percorria o céu todas as noites em uma carruagem puxada por leões, controlando o movimento dos astros e as mudanças do tempo. Muitos eram os títulos que lhe foram atribuídos – “Mãe dos Deuses, A Brilhante, Criadora da Vida, Condutora da Humanidade, Guardiã das Leis e da Ordem, Luz do Céu, Senhora da Luta e da Vitória, Produtora de Sementes, Senhora das

Montanhas, Rainha da Terra”.
As suas representações a mostram como a mãe que segura os seios fartos, a virgem guerreira, a insinuante sedutora, a sábia conselheira, a juíza imparcial. Mas Ishtar tinha também um aspecto escuro, que surgia quando ela descia ao mundo subterrâneo e uma época de terrível depressão e desespero caia sobre a terra. Na sua ausência, nada podia ser concebido, nenhum ser podia procriar, a Natureza inteira mergulhava na inércia e inação, chorando por sua volta. Era então chamada de “Mãe Terrível, Deusa da Tempestade e da Guerra, Destruidora da vida, Senhora dos Terrores Noturnos e dos Medos”. Porém, era nessa manifestação que ela podia ensinar os mistérios, revelar as coisas ocultas, propiciar presságios e sonhos, permitir o uso da magia, o alcance da sabedoria e a compreensão dos ciclos da vida e da natureza.

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Em suas formas variadas e mutantes Ishtar desempenha as múltiplas possibilidades da essência feminina, sendo a personificação do princípio feminino – seja o da natureza Yin, seja o da anima. Nas celebrações de lua cheia dedicada ao seu culto (chamadas Shapattu) as mulheres da Babilônia, Suméria, Anatólia, Mesopotâmia e Levante levavam oferendas de velas, flores, perfumes, mel e vinho para seus templos, cantavam-lhe hinos, dançavam em sua homenagem e invocavam suas bênçãos para suas vidas, suas famílias e sua comunidade.
Fonte: http://www.teiadethea.org

A deusa do Amor – Afrodite

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Afrodite emergindo do mar foi imortalizada durante a Renascença por Botticelli em “O nascimento da Vênus”. Esta pintura mostra uma mulher nua, delicada e graciosa, sobre uma concha, sendo levada para a praia pelos deuses do vento e uma chuva de rosas.

O nome da deusa do amor, Afrodite, significa “nascida da espuma” porque se dizia que ela surgira do mar. Essa lindíssima deusa podia ser cruel e caprichosa. Era casada com Hefaísto, mas sua beleza cativou tantos deuses quanto mortais. Teve casos amorosos com os deuses Ares, Hermes e Dionísio, e também com mortais como Adônis. Ente seus filhos estão os deuses Eros e Priapo e o herói Enéias.

A deusa do Amor

NASCIMENTO DE AFRODITE

De acordo com a TEOGONIA ( ), de Hesíodo:

Na rebelião dos deuses pelo poder, Cronos (Saturno), destronou o pai Urano (Céu), amputando-lhe os testículos. Lançados ao mar, os órgãos de Urano fecundaram mais uma vez, formando uma grande espuma. Dessa espuma, surgiu amparada numa grande concha de madrepérola, Afrodite (Vênus), a mais bela de todas as deusas.
Afrodite, a deusa do amor, é uma das mais poderosas divindades do Olimpo. Deuses e mortais estão a ela submetidos, pois todos são suscetíveis à paixão, e às armadilhas do desejo. Afrodite é a deusa da paixão, que pode amenizar o coração dos homens, ou fazê-los enlouquecer. É a sexualidade latente, deusa do sêmen que reproduz a vida, do prazer que envolve o ato, do torpor que une os corpos.
Sendo a deusa mais bela do Olimpo, atraiu para si o desejo e a paixão de todos os deuses, mas foi obrigada por Zeus (Júpiter), a desposar Hefestos (Vulcano), o deus feio e coxo da forja e do ferro. Inconformada com o casamento, a deusa não deixou de viver a voluptuosidade impetuosa do seu ser. Traiu Hefestos com os mais belos deuses, sendo a sua paixão com Ares (Marte), o deus da guerra, a mais famosa das suas lendas.
Afrodite é voluntariosa, amiga dos amantes, mas inimiga da sensatez. Representa a doçura dos apaixonados, a languidez dos desejos, o idílio da entrega dos corpos. Foi ela quem prometeu o amor da bela Helena ao príncipe Paris, sem se importar com uma sangrenta guerra que devastou Tróia para que os amantes vivessem a paixão prometida. O amor passional e a loucura estão muitas vezes unidos no mesmo cântico de louvor à deusa. Podem juntos, destruir ou construir o mundo.
Sendo a mais bela de todas as deusas, Afrodite foi representada em diversas obras de arte gregas. Ela era considerada o ideal da beleza feminina na Grécia antiga. Apolo representava o ideal de beleza masculino. Os artistas esculpiam a deusa com traços humanos perfeitos, distanciando-na cada vez mais de uma representação divina. Em Roma foi assimilada Vênus, mantendo as suas principais características: deusa do amor, do sexo e da paixão, sendo a mais bela de todas as divindades. Afrodite ou Vênus, a deusa teve o mito a inspirar artistas de todas as épocas, quer na poesia, na pintura ou na escultura. Ainda hoje, Afrodite desperta o fascínio das pessoas, suas lendas são as mais difundidas da mitologia greco-romana, seu mito um dos mais explorados nas artes.

A Origem do Culto à Deusa

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O culto a Afrodite tem as suas origens no oriente, entre as civilizações semíticas. Foi introduzida na Grécia pelos marinheiros e mercadores. No início ela era uma variação da deusa Astarte, divindade da Síria e da Fenícia; Ishtar, deusa da Mesopotâmia; e, Milila, da Babilônia. À entidade oriental, os gregos transferiram os caracteres de Atena Tritogenéia, primeira deusa do amor venerada por eles.Assim como a deusa oriental na qual foi inspirada, Afrodite era primitivamente a deusa do instinto sexual e da fecundidade, abrangendo não somente aos homens, mas a toda natureza. Era ela quem espalhava o elemento úmido, nos animais e humanos representados pelo sêmen, e nos vegetais a chuva, que disseminava as sementes. As flores, as árvores, os frutos, eram obras de Afrodite, que uniam Gaia (Terra) e Urano (Céu) na grande inspiração da fecundidade.

 

Mais tarde, Afrodite teve as suas funções ampliadas, passando a ser a deusa do amor, sendo no início protetora apenas do amor construtivo e honroso. A pureza dos sentimentos era muito preservada pelos gregos. O amor tinha que ser honroso, e Afrodite garantia a nobreza dos  sentimentos. Com a evolução do mito, ela passou a simbolizar o amor passional, a paixão desenfreada e nociva, a loucura dos sentimentos. Deixou de ser apenas venerada pelas jovens puras, para ser a deusa das meretrizes. Muitas foram as meretrizes profissionais que se tornaram sacerdotisas da deusa, erigindo-lhe santuários.
Várias foram as vertentes das lendas sobre a origem de Afrodite. Na época de Homero (século IX a.C.), era tida como filha de Zeus e Dione. A lenda sobre o seu nascimento através da espuma do mar fecundada pelos testículos de Urano, foi contada mais tarde, por Hesíodo (século VIII a.C.), em sua “Teogonia”, sendo a mais difundida e representada nas artes.
A lenda relata que depois do nascimento no mar, Afrodite foi soprada suavemente pelo vento Zéfiro, levada pelas ondas, desembarcando em sua concha na ilha de Citera, que atualmente corresponde ao rochedo vulcânico chamado Cérico. Pouco mais tarde, partiu para a ilha de Chipre, onde as Horas estavam à sua espera. Elas vestiram a deusa com um traje imortal, adornando-lhe os cabelos longos com vistosas violetas. Depois de adornada pelas Horas, a deusa foi conduzida para o Olimpo, sendo apresentada na assembléia dos deuses. Sua beleza impar foi aclamada pelos imortais, que jamais tinham visto tão sedutora formosura.

Os Vários Epítetos

O poder do amor, a paixão e o sexo, fazem parte da vida humana. Afrodite representa a própria vida, a sua beleza e o seu torpor. Protege os amantes, detendo a força de satisfazer ou provocar os desejos amorosos.
Nas atribuições à deusa, ela foi cultuada por diversos santuários com vários epítetos. Na Ática e na Argólida foram erigidos templos dedicados a Afrodite Urânia (celeste), que protegia ao amor puro e nobre. Afrodite Nínfia, era a protetora dos matrimônios, sendo mais tarde assimilada pelos romanos a Vênus Genitrix. Era sempre representada com pouca nudez.
Afrodite Pândemos (de todo o povo), venerada em toda a Ática, era a deusa do amor sensual e venal. Com o passar do tempo, passou a ser associada à prostituição. Afrodite Pândemos passou a ser chamada de Afrodite Pandemia, Hetaira e Porné (meretriz), sendo representada nas estátuas nua e em atitude luxuriosa. Seus templos em Corinto, Éfeso e Abido, tinham as prostitutas como sacerdotisas.

Um outro epíteto, Afrodite Pelagia ou Pontia (marinha), era atribuído à deusa, tida como a protetora dos marinheiros, sendo assim venerada em Ermion, porto da Argólida. Afrodite Euplóia, venerada em Cnidos, também era uma divindade que favorecia à navegação e aos marinheiros.

Cada cidade grega apresentava um determinado epíteto à deusa. Em Chipre, considerada oficialmente a ilha de nascimento da deusa, era chamada de Afrodite Ciprogenéia (nativa de Chipre); em Pafos era Afrodite Páfis; em Amatunte Afrodite Amatúsia; e, em Idálio Afrodite Idália.
Além das cidades citadas, vários outros templos famosos foram erigidos à deusa por toda a Grécia: na ilha de Cós, no monte Erice, na Sicília…

Os Amores de Afrodite

O mito de Afrodite é repleto de lendas que descrevem vários amores por ela vividos. Sendo a mais bela de todas as deusas, Afrodite suscitou as mais acirradas paixões entre os olímpicos. Atraiu para si o amor de Hefestos, deus da forja e do fogo. Hefestos era o mais feio dos deuses olímpicos, tão feio que quando nasceu, a mãe Hera (Juno), atirou-o do alto do Olimpo, na queda, ficaria com um defeito na perna que o deixaria coxo. Mais tarde, Hefestos vingou-se de Hera, presenteando-lhe com um trono de ouro. Ao se sentar no trono, Hera tornou-se dele prisioneira. Só foi libertada quando Zeus, senhor dos deuses e marido de Hera, a pedido de Hefestos, deu Afrodite como sua esposa. A deusa protestou, mas teve que acatar a ordem do rei do Olimpo.
Afrodite jamais honrou o marido. Passou a ter amantes constantes, entre eles Hermes (Mercúrio), o mensageiro do Olimpo, do qual teve Hermafrodito, que nasceu metade homem, metade mulher. Da paixão que viveu com Dioniso (Baco), o deus do vinho, gerou Príapo, protetor dos bosques, jardins e vinhas, conhecido por seu falo avantajado e grande pujança sexual.
Afrodite amou o mortal Anquises, o que era pouco permitido aos homens, deitar-se com uma deusa. Do amor proibido, surgiria Enéias, personagem

mitológico criado pelos romanos para justificar a origem divina de Roma. Enéias seria o único sobrevivente de Tróia, partindo para o Lácio, da sua descendência viria os gêmeos Rômulo e Remo, fundadores de Roma.
Uma das mais belas lendas do mito de Afrodite é a do seu amor pelo belo Adônis. O jovem teria sido criado pela deusa e por Perséfone (Prosérpina). Fascinadas com a beleza do mortal, as deusas disputaram o lugar em que ele viveria, no Hades, onde Perséfone era rainha, ou na terra. A disputa chegou a Zeus, que determinou a Adônis que passasse quatro meses no Hades com Perséfone, quatro meses com Afrodite e quatro meses onde bem o entendesse.
Adônis era o jovem mais belo de toda a Grécia. Aprendeu com Afrodite a arte do amor, os segredos do corpo e do prazer. Um dia, a deusa descansava à sombra de uma árvore, enquanto o amante caçava javalis. Atingiu um deles com uma flecha; mesmo ferido, o animal teve forças para atacar e abater mortalmente o belo caçador. Ao ouvir os gritos de Adônis, Afrodite correu ao seu socorro. Mas chegou tarde demais, encontrando- já sem vida. Abatida por uma dor infinita, a deusa recolheu algumas gotas do sangue do amado, regando com elas o chão. Do sangue de Adônis nasceu uma flor, a anêmona, de vida efêmera, sendo a primeira a florir na primavera, renascendo a cada ano, a relembrar o amor perdido da deusa do amor. A lenda de Adônis está ligada ao ciclo das estações. Representa a face primaveril da deusa, a importância da estação na fecundidade da vida.

A Paixão Avassaladora Entre Afrodite e Ares

Dos amores de Afrodite, a lenda mais famosa é do seu envolvimento com Ares, o deus da guerra. A lenda traz uma grande simbologia, o amor e a guerra juntos em um idílio; a paixão e o ódio; a beleza e a rudeza…
Ares é descrito como um deus impetuosamente viril, despertando o desejo nas mulheres e nas deusas. Mas a sua brutalidade é maior do que qualquer afeto, a mulher que se recusasse a deitar com o deus era por ele violada.
Apaixonado por Afrodite, o deus mudou o seu jeito brutal de amar. Aproximou-se da deusa com palavras ternas, ofereceu-lhe o corpo viril e perfeito. Cobriu-a dos mais belos ornamentos. Aos poucos, a amizade entre os deuses evoluiu em uma irresistível paixão. Cegos pelo desejo, tornaram-se amantes fervorosos.
Hefestos, o deus coxo, trabalhava a noite inteira na forja, para atender aos pedidos dos olímpicos e dos heróis gregos. Ares aproveitava-se daqueles momentos de labuta do irmão, para visitar a sua bela esposa, Afrodite. No leito sensual da deusa do amor, o senhor da guerra era despido da sua armadura, entregando-se ao desejo e à paixão. Enquanto Afrodite e Ares uniam os seus corpos, nenhuma guerra explodia pelo mundo, a paz reinava absoluta. Ao fim da noite, os amantes saciados, despediam-se, antes que Hefestos retornasse.
Por muito tempo, os deuses viveram aquela intensa paixão. Para que não fossem surpreendidos, Ares levava sempre aos encontros o jovem Alectrião, deixando-o de vigília enquanto amava a bela deusa do amor. Uma noite Alectrião deixou-se adormecer. Ares e Afrodite entregavam-se voluptuosamente, quando Hélios (Sol), despontou o dia, surpreendendo os amantes. Indignado, Hélios procurou Hefestos e contou-lhe da traição da mulher.
Na sua fúria de marido traído, Hefestos deixou-se abater pela tristeza. Já recuperado, traçou um plano de vingança. Confeccionou uma rede invisível com finíssimos fios de ouro, tão resistente que homem ou imortal não pudesse rompê-la. Sobre o leito da traição, o deus da forja armou a sua rede. Disse à esposa que se iria ausentar por alguns dias, partindo sem maiores explicações.
Pensando Hefestos ausente, os amantes encheram-se de felicidade. Viveriam uma noite de amor sem o medo da interrupção. Movidos pela paixão, deitaram-se felizes sobre o leito. Só deram pelo ardil minutos depois, quando se aperceberam prisioneiros da rede invisível. Naquele instante, Hefestos surgiu. Coberto pela cólera, o deus gritou com a voz da sua dor, fazendo-se ouvir em todo o Olimpo. Todos os deuses vieram a testemunhar os amantes presos na rede.

Hefestos estava disposto a deixar para sempre os amantes prisioneiros. Após longa diplomacia, foi convencido por Apolo a soltá-los. Livre e envergonhada, Afrodite partiu para Chipre, sua ilha predileta. Ares foi para os campos de batalha da Trácia, para esquecer na guerra, as dores do amor findado. Da paixão entre Ares e Afrodite nasceram quatro filhos: Cupido, entidade que personifica o desejo amoroso, sendo assimilado a Eros pelos romanos; Harmonia, a infeliz esposa de Cadmo; Deimos, o terror; e, Fobos, o medo. Os dois primeiros filhos simbolizam o elemento positivo no encontro entre o deus da guerra e a deusa do amor, sintetizada no mito de Afrodite; os outros dois relatam o elemento negativo do encontro, contido na impetuosidade brutal de Ares; Deimos é a força que aterroriza, e Fobos o medo vindo do terror, ambos são entidades malignas. Os filhos de Ares e Afrodite demonstram o equilíbrio entre a beleza construtiva da paixão e o aspecto violento da sua condução. Ares despe as armaduras e as armas ao deitar-se com Afrodite, mas a sua verdadeira natureza está momentaneamente entorpecida pelos sortilégios da deusa do amor. Não há vitoriosos no encontro, os filhos herdam as características verdadeiras dos progenitores.

Afrodite, Símbolos e Representação nas Artes

O mito de Afrodite representava para os gregos a consciência do poder da reprodução na perpetuação das espécies e dos seres humanos. Personificava o instinto natural do sexo e o sentido da fecundação. Era a deusa do amor no sentido mais extensivo da palavra. Na época homérica, o atrativo sexual incontrolável e sem limites era considerado pernicioso, aspecto refletido na lenda da paixão proibida entre Ares e Afrodite.
A honra, o lar, o amor puro, era símbolo da civilização homérica. Somente três deusas não se deixavam corromper pelo poder do amor, do desejo e da paixão incitados por Afrodite: Héstia (Vesta), deusa do lar; Atena (Minerva), deusa da sabedoria; e, Ártemis (Diana), deusa da caça. As três deusas trazem como característica principal a virgindade, a completa ausência dos desejos sexuais.
Na representação do mito, os seus principais símbolos são, entre os vegetais, o mirto, a maçã e a rosa; a pomba, o bode, a tartaruga, o pássaro e o delfim, entre os animais; além da concha, a de madrepérola que a transportou quando nasceu da espuma do mar, e as conchas de nácar, com as quais era feito o seu carro, puxado por pombas ou cisnes.
A deusa trazia em seu séquito a presença constante das Graças ou Carides; Eros, assimilado a Cupido, o deus do amor e do desejo; Peito, tida como filha da deusa, sendo com ela venerada em Atenas, era a deusa da persuasão; e Himeneu, divindade que conduzia o cortejo nupcial, sendo considerado filho de Apolo com uma Musa em algumas versões, e de Afrodite e Dioniso em outras. Himeneu era invocado nos casamentos, as lendas descrevem-no como um belo jovem, que fora amado por Apolo.
Nas artes, Afrodite, ou Vênus, inspirou vários artistas em diferentes épocas. Na escultura, chegou aos tempos atuais a famosa Vênus de Milo, descoberta na ilha de Melos, em 1820. Outras grandes estátuas foram perdidas.  A deusa passou a ser o ideal grego de beleza feminina, levando a ser representada em corpos perfeitos, que com o tempo perdeu a característica divina, assumindo a beleza humana em seu esplendor. Na pintura, “O Nascimento de Vênus”, de Sandro Botticelli (1444-1510), é a obra mais famosa do mito da deusa do amor. Também os seus amores com Ares e Adônis geraram belíssimas telas de grandes pintores como Ticiano (1490?-1576), Veronese (1528-1588), Rubens (1577-1640) e Botticelli.
Deusa do amor e da beleza, Afrodite é, ao lado de Apolo, o símbolo maior da eterna obsessão dos gregos de atingir a perfeição do belo. Representa a paixão e o desejo sexual, o ser humano em sua maior essência, responsável pela felicidade diante da fecundação e da perpetuação da vida.

 

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The Occult Simbolismo da Biblioteca Central Los Angeles


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Ao longo da história da civilização ocidental, as bibliotecas têm sido os repositórios de conhecimento acumulado das nações e os epicentros de sua cultura. bibliotecas centrais, mais do que ser grandes edifícios que contêm livros, são marcos importantes projetados com a arquitetura impressionante e cheio de arte simbólica. A Biblioteca Central Los Angeles é certamente nenhuma exceção. Um olhar em profundidade na arte encontrada na Biblioteca é bastante reveladora: Descreve a filosofia oculta de quem está no poder. Vamos olhar para a história da Biblioteca Central e o significado oculto de sua arquitetura.

Construído em 1926, a Biblioteca Central é um marco importante do centro de Los Angeles. Ele é a peça central de uma das maiores sistemas de bibliotecas com financiamento público no mundo, a Biblioteca Pública de Los Angeles (LAPL). A maioria dos folhetos turísticos descrever o design do edifício a ser inspirado pelo antigo arquitetura egípcia e mediterrânea Revival. Como veremos, essa escolha do design não é simplesmente uma estética, que em vez lembra os ensinamentos e o simbolismo das antigas escolas de mistério da antiguidade. De fato, após a decodificação muitos recursos esotéricos da biblioteca, podemos dizer com segurança que o edifício é inspirado principalmente pela maçonaria, que é, por sua vez, fortemente impregnada de antigos mistérios egípcios e mediterrânicos.
A Sala Egípcia de uma Loja Maçônica atestam a grande importância de mistérios egípcios na tradição maçônica.
pirâmide de azulejos da Biblioteca, duas esfinges, mosaicos celestes e outros detalhes transformar este espaço público em um verdadeiro templo oculto. Além disso, a biblioteca é definitivamente construído com um estado elitista da mente. O verdadeiro significado da arte em exposição parece ser destinados exclusivamente à iniciados de sociedades secretas e não as massas. Antes de examinarmos características mais importantes do edifício, vamos olhar para o plano de fundo de seus construtores.


Arquiteto Elite: Bertram Goodhue
Bertram Grosvenor Goodhue, arquiteto de numerosos edifícios de poder.
A Biblioteca Central LA foi projetado por Bertram Grosvenor Goodhue, um arquiteto proeminente que foi reconhecido e contratado por pessoas mais poderosas da América. Seus trabalhos incluem edifícios governamentais e militares, igrejas, bibliotecas e as casas particulares dos políticos.

Um dos edifícios mais reconhecidos elite projetados por Goodhue é a sede da Sociedade cabeça do lobo – uma sociedade secreta da Universidade de Yale. Junto com o notório Skull & Bones e Scroll & Key – as duas outras sociedades secretas encontradas em Yale – cabeça do lobo funções são bastante semelhantes à Maçonaria: É uma força discreta, porém importante influenciando uma das universidades mais de elite dos Estados Unidos. Ele ocupou em suas fileiras membros que passou a se tornar proeminentes políticos, diplomatas, advogados e atletas.
A insígnia da cabeça do lobo Sociedade de Yale.
Talvez projeto mais notável de Goodhue é o Rockefeller Memorial Chapel , da Universidade de Chicago. Encomendado pelo magnata mais poderoso dos Estados Unidos, John D. Rockefeller, a capela ecumênica é usado para várias celebrações religiosas. Rockefeller afirmou que a capela estava destinado a ser o “elemento central e dominante” campus “.
O Rockefeller Memorial Chapel.
A capela foi concebido em colaboração com Lee Lawrie, escultor arquitectónico mais importante da América. A dupla trabalhou em vários outros projetos importantes, como o Capitólio do estado de Nebraska e da Biblioteca Central Los Angeles, o tema deste artigo.
Escultura de Bertram Goodhue segurando a Capela Rockefeller pelo escultor favorito do Rockefeller, Lee Lawrie.
Escultor Elite: Lee Lawrie
Lee Lawrie
Nascido na Alemanha em 1877, Lawrie veio para os Estados Unidos com a idade de 5. Depois de aprender o ofício de alguns dos principais artistas da América, Lawrie colaborou com Goodhue em vários projetos e tornou-se escultor líder da América. Seu estilo único e seu conhecimento de simbolismo oculto, mistérios antigos e os princípios maçônicos, aparentemente, fez artista da elite. Algumas das suas comissões de alto nível incluem: os painéis do relevo alegóricas do Senado dos Estados Unidos, o Louisiana State Capitol, a estátua de George Washington na Catedral Nacional em Washington DC e da Torre Harkness, da Universidade de Yale.
A estátua de Lawrie de George Washington na Catedral Nacional. Observe o quadrado e compasso maçónicos atrás dele.
obras mais reconhecíveis de Lawrie são, porém, exibida no Rockefeller Center.
De Lawrie sabedoria , acima da entrada principal de 5, Rockefeller Center, Nova Iorque. A escultura, descreve um gnóstico demi-vontade que prende um compasso maçônico.
Conforme descrito em um artigo Vigilant Citizen anterior intitulado Sinister Sites: Rockefeller Center , o complexo construído por John D. Rockefeller está repleto de arte simbólica descrevendo a filosofia luciferiana da elite baseado na aquisição do conhecimento divino (mais sobre isso depois). Outra importante peça concebida por Lawrie no Rockefeller Center é a estátua de Atlas.
Atlas de Lee Lawrie no Rockefeller Center.
Atlas é utilizado pela classe dominante como uma metáfora “para as pessoas que produzem a maior parte na sociedade”, e, portanto, “segurando o mundo” em um sentido metafórico. Não surpreendentemente, a Atlas está associada com algumas das mais importantes obras de ficção descrevem o ponto de vista da elite.
De Fritz Lang Metropolis e de Ayn Rand Atlas Shrugged : duas obras clássicas de ficção descrevem a visão da elite oculta do mundo. Promocional recurso de material, tanto de trabalho Atlas, uma metáfora para a elite “defender o mundo”.
Sabendo que Goodhue e Lawrie produzida arquitetura simbólica para magnatas mais proeminentes, políticos e instituições da América, você estaria surpreso se a Biblioteca Central continha o mesmo?

A Biblioteca Central
Fachada da Biblioteca Central Los Angeles
A biblioteca foi construída originalmente em 1926 por Bertram Goodhue. De acordo com a documentação da Biblioteca, o tema central da arquitetura girava em torno de “iluminação através da luz da aprendizagem”. Devido a um incêndio criminoso em 1986, o edifício sofreu uma extensa remodelação e expansão – mas o tema central foi fielmente respeitado. conotações espirituais e esotéricos do artwork fazer todo o complexo um “templo da iluminação”. É repleto de profundo simbolismo místico, geometria sagrada, proporções e alusões a importantes obras ocultas. A Biblioteca Central de Los Angeles e do Rockefeller Center são muito semelhantes a este respeito – não é surpreendente, como Lee Lawrie comandou ambos os complexos. Como é o caso para o Rockefeller Center, a tocha da iluminação, o que representa o conhecimento divino, é o símbolo mais importante da Biblioteca.

A pirâmide de Iluminação
Pirâmide de iluminação na parte superior da Biblioteca
Sentado no topo da Biblioteca é provavelmente o complexo “característica mais marcante: Uma pirâmide de azulejos encimado por uma mão dourada segurando uma tocha. Além de ser bonito e decorativo, ápice da Biblioteca tem um significado oculto profunda, claramente inspirado pela Maçonaria.

Em primeiro lugar, na sabedoria oculta, a pirâmide é considerado o símbolo máximo dos Mistérios. Ela representa a transição do plano material para o mundo espiritual. A partir da base em forma de quadrado da pirâmide (que representa o mundo material) subir, na perfeição matemática, quatro triângulos (que representam a divindade). De acordo com muitos pesquisadores ocultas, as pirâmides do antigo Egito foram provavelmente utilizados para os fins de iniciação, onde os candidatos foram levados para o caminho da Iluminação.

“Quanto mais os grandes Hierofantes se esforçaram para esconder sua ciência absoluta, mais eles procuravam acrescentar a grandeza de e multiplicar seus símbolos. As grandes pirâmides, com os seus lados triangulares de elevação e bases quadradas, representado sua Metafísica, fundada sobre o conhecimento da Natureza. “
– Albert Pike, Morals and Dogma

Em cada lado da pirâmide é um símbolo do sol, a representação mais antigo visual da divindade.

“A adoração do sol era uma das formas mais antigas e mais naturais de expressão religiosa. Teologias modernas complexas são meramente envolvimentos e amplificações dessa crença indígena simples. A mente primitiva, reconhecendo o poder benéfico do orbe solar, adorado como o proxy da Divindade Suprema “.
– Manly P. Hall, Os Ensinamentos Secretos de Todas as Idades

Embora o sol (ou sunburst) é o símbolo ocultista mais comum para representar o divino, no entanto, é não diretamente adorado como um deus. É uma representação visual da divindade. Por esta razão, a Biblioteca Central está repleta de referências ao sol.

Em todas as histórias dos deuses e heróis leigos redigida e escondido detalhes astronômicos e a história das operações da Natureza visível; e aqueles, por sua vez, também eram símbolos de verdades mais elevadas e mais profundas. Nenhum, mas intelectos não cultivadas rudes poderia longo considerar o Sol e as estrelas e os poderes da natureza como um ser divino, ou como objetos de ajuste de Culto Humanos; e eles vão considerá-los por isso, enquanto durar o mundo; e sempre permanecer ignorante das grandes verdades espirituais dos quais estes são os hieróglifos e expressões.
– Albert Pike, Morals and Dogma

O Luciferiano Torch

Acima da pirâmide é mão dourada segurando uma tocha. Há uma razão para que este símbolo está sentado acima de todos os outros do edifício: É uma representação perfeita da filosofia do edifício, Luciferianismo.
A tocha original está em exposição no interior da Biblioteca. Lá, podemos ver mais de detalhe da tocha, incluindo a serpente do conhecimento entrelaçando sua base.
Em latim, a palavra “Lúcifer” significa “portador de luz”. No simbolismo oculto, luz e fogo representam esotericamente conhecimento e iluminação divina. Uma mão segurando uma tocha acesa, portanto, representa a ascensão do homem com a divindade através dos ensinamentos dos Mistérios. A interpretação gnóstica da história do Genesis considera a cobra (Lúcifer) como um valor positivo. Ele deu aos seres humanos as faculdades intelectuais de raciocinar e ascender à divindade por seus próprios meios.

“Luciferianismo representa a inversão final do bem e do mal. A fórmula para essa inversão é refletida pelo paradigma narrativa do mito gnóstico Hypostasis. Ao contrário de a versão bíblica original, a conta gnóstico representa uma “reavaliação da história hebraica da tentação do primeiro homem, o desejo de meros homens para ‘ser como Deus’, participando da árvore do” conhecimento do bem e do mal. “
– Carl A. Raschke, a interrupção da Eternidade: Gnosticismo moderno e as origens da consciência religiosa New

Em ensinamentos ocultos, Lúcifer não é um ser existente e não é igual a Satanás. Enquanto Satanás está esotericamente associado com a descida à materialidade, Lúcifer representa a ascensão à divindade usando os poderes cognitivos do homem. Com a aquisição do conhecimento dos mistérios, um iniciado tem a:

“Oportunidade para apagar a maldição da mortalidade por encontro direto com o patrono, ou em muitos casos por realmente passando por uma apoteose, uma transfiguração do ser humano em divino”.
– Ibid.

Os autores maçons, como Albert Pike e Albert G. Mackey ter referido o “caminho luciferian” e as “energias de Lucifer” para descrever a “busca de luz”. O termo “luciferian” é utilizado no sentido acadêmico de “trazer iluminação”. estudiosos maçônicos invocam frequentemente Prometeu, que roubou o fogo dos deuses para trazer ao homem, para descrever este conceito. Por esta razão, Prometeu é a figura central do Centro Rockefeller.
Prometeu, o equivalente Helénica de Lúcifer, trazendo conhecimento divino para a humanidade no Rockefeller Center.
As referências a Lucifer nesta biblioteca não param aqui.

O Ocidental Fachada – Phosphor e Hesper
fachada ocidental da Biblioteca
Concebido por Lee Lawrie, a fachada ocidental da Biblioteca é outro aceno para as Escolas de Mistérios. Duas figuras humanas são representadas com os nomes “Fósforo” e “Hesper” debaixo deles. Este detalhe aparentemente menor é talvez o mais significativo.

Phosphor (ou fósforo ) é a palavra latina para o planeta Vênus na parte da manhã, também conhecido como o “Morning Star” ou “portador da luz”. Esses termos são sinônimos de Lúcifer.

“Acreditar Venus a ser dois corpos, os antigos gregos chamavam a estrela da manhã Φωσφόρος, Phosphoros (latinizado fósforo), o” portador da luz “ou Ἐωσφόρος, Eosphoros (latinizado Eosphorus), o” Bringer of Dawn “. A estrela da noite eles chamaram Héspero (latinizado Hesperus) (Ἓσπερος, a “estrela da noite”). Por vezes helenísticas, o antigo Héspero seria traduzido para o latim como Vesper e Phosphoros como Lúcifer ( “Light portador”), um termo poético usado mais tarde para se referir ao elenco anjo caído do céu.
– William Sherwood Fox, The Mythology de todas as raças: grega e romana

Hesper (ou Vesperus) refere-se a Venus, à noite, a estrela da noite.

“Os discípulos de Pitágoras também altamente reverenciado o planeta Vênus, porque era o único planeta brilhante o suficiente para lançar uma sombra. Como a estrela da manhã, Vénus é visível antes do amanhecer, e, como a estrela da noite que brilha imediatamente após o por do sol. Devido a estas qualidades, uma série de nomes foram dados a ele pelos antigos. Ser visível no céu ao pôr do sol, ele foi chamado Vesper, e como ele surgiu antes que o sol, que foi chamado a luz falsa, a estrela da manhã, ou Lúcifer, que significa que o portador da luz “.
– Manly P. Hall, Os Ensinamentos Secretos de Todas as Idades

Então Phosphor e Hesper são duas palavras que significam a mesma entidade, Vênus, um corpo celeste ocultamente associado com Lúcifer, em diferentes estágios de evolução. A figura que representa Phosphor detém os nomes dos filósofos orientais como Moisés, Zoroastro e Buddah, enquanto Hesper contém o nome de pensadores ocidentais, como Sócrates, Francis Bacon e Immanuel Kant. Estas figuras históricas não foram escolhidos ao acaso: todos eles desempenham um papel importante nos ensinamentos das escolas de mistérios. Na verdade, Francis Bacon, René Descartes e Immanuel Kant são figuras centrais do renascimento do Rosicrucianism moderno e Maçonaria na civilização ocidental.

Na parte superior da parede é o ditado latino “et quasi cursores VITAI lampada tradunt” . Esta é uma citação do poema Roman De Rerum Natura (Sobre a natureza do Universo), escrito por Lucrécio e pode ser traduzido como ” E como os corredores passam a tocha da vida “. O “tocha da vida” pode ser equiparado aos mistérios ocultos, o conhecimento oculto transmitido de geração em geração através sociedades secretas. Entre Phosphor e Hesper, vemos um cavaleiro passando a “tocha da vida”, ou conhecimento oculto, para a próxima geração e do Oriente para o Ocidente.

A fachada ocidental da Biblioteca, que também serve como a entrada principal, é, portanto, uma parte muito significativa representando a existência duradoura de escolas de mistério através da filosofia luciferian. Tudo isso, e nós nem sequer entrou no edifício.

Iluminado Globo
candelabro globo 9-pés de largura
Situado sob a pirâmide no topo do edifício, este lustre mundo é composto de bronze fundido e, de acordo com a documentação da Biblioteca, pesa uma tonelada. Ele foi projetado por Goodhue associados e modelado por Lee Lawrie.

O globo está rodeado por um anel contendo os signos do zodíaco e é iluminado por 48 luzes. O anel está ligado a cadeias que conduzem à Sunburst no teto. Como visto anteriormente, o Sunburst é um símbolo antigo que representa a divindade. Este projeto é uma reminiscência de gravuras qabbalísticas que representam os 72 nomes de Deus.
Os setenta e dois nomes de Deus de Kircher Édipo aegyptiacus . Como candelabro globo da biblioteca, esta gravura Qabbalistic carrega os símbolos dos planetas e os signos do zodíaco.
Será que as luzes ao redor do globo representam o “círculo dos iluminados”, os governantes ocultos da terra, que estão ligados à divindade através Gnosis? Será que as 48 luzes, espelhando os 48 raios solares, representam o axioma hermético “As Above”?

“Apesar das declarações em contrário, a Maçonaria é uma religião procurando unir Deus eo homem, elevando seus iniciados a esse nível de consciência em que eles podem vê com visão esclareceu o funcionamento do Grande Arquiteto do Universo. De geração em geração a visão de uma civilização perfeita é preservada como o ideal para a humanidade. No meio dessa civilização subsistirá uma universidade poderosa em que ambas as ciências sagradas e profanas sobre os mistérios da vida serão ensinadas gratuitamente a todos que assumirá a vida filosófica. Aqui credo e dogma não terão lugar; o superficial irá ser removido e apenas o essencial ser preservada. O mundo será governado por suas mentes mais iluminadas , e cada um vai ocupar o cargo para o qual ele é mais admiravelmente montada. (…)

O governo perfeito da terra deve ser modelado eventualmente, depois que o governo divino pelo qual o universo é ordenado “.
– Manly P. Hall, Os Ensinamentos Secretos de Todas as Idades

A Estátua da Civilização

Em um recanto remoto no final de um piso-padrão da placa de verificador, a Estátua da Civilização está acima de uma escadaria ladeada por duas esfinges. De acordo com a documentação da biblioteca, a estátua do Lee Lawrie “simboliza tudo o que a biblioteca representa”. Sua mão esquerda segura uma tocha derrubado com uma chama e sua mão direita segura um livro com citações que são, aliás, muito importante na Maçonaria:

“No princípio era a palavra.” (Grego)
“O conhecimento se estende horizontes.” (Latim)
“Nobreza carrega obrigações.” (Francês)
“A sabedoria é na verdade.” (Alemão)
“A beleza é a verdade -. A beleza da verdade” (Inglês)

Na estátua é um painel esculpido contendo símbolos de civilizações antigas e modernas.
Painel sobre a Estátua do manto de Civilization
De baixo para cima:

– Vazio para idades desconhecidas do homem
– Pirâmides do Egito
– Navio para Phoenicia
– Touro Alado para Babilônia e Tablets para Judéia
– Portão Leão do Palácio de Ninos & Parthenon por civilizações minóica e gregos
– Lobo com Romulus e Remus em Roma
– Dragon para a China
– Siva para a Índia
– Notre Dame para a Europa cristã medieval
– Serpente Emplumada cabeça para Maya
– Buffalo, Carroça coberta, e Liberty Bell para Estados Unidos da América

Mais uma vez, estas civilizações foram escolhidos por sua importância na história maçônica como eles são conhecidos por terem transmitido mistérios ocultos. O espaço em branco na parte inferior, muito provavelmente, refere-se a Atlantis, a civilização perdida, o que, de acordo com os textos ocultos, esteve na origem do hermetismo. O edifício que representa Medieval Europa cristã, Notre Dame de Paris, foi construída pelos Templários, a ordem considerados os ancestrais dos maçons modernos.

Esfinges
Uma das Esfinges guardando a Estátua da Civilização
No simbolismo oculto, esfinges são os guardiões dos Mistérios, protegendo segredos esotéricos dos olhos do profano. O site oficial da Biblioteca descreve as esfinges:

“Em mármore belga unveined preto com cocares de bronze, as esfinges simbolizam os mistérios ocultos de conhecimento e guardar a abordagem para a Estátua da civilização.”
– Fonte

Cada esfinge carrega um livro contendo citações de Morais de Plutarco ( “On Isis e Osiris”)

Esquerda Sphinx – “. Eu sou tudo o que era e é e deve ser, e nenhum homem, levantou meu véu”

Sphinx direita – “Portanto, o desejo da verdade, especialmente daquilo que diz respeito aos deuses, é em si um anseio após a Divindade.”

A primeira citação é incrivelmente significativa na mistérios maçônicos como iluminação é metaforicamente equiparado ao “levantar do véu de Ísis”. Por esta razão, os maçons dub-se os “filhos da viúva”, a viúva sendo Isis, a deusa que perdeu o marido Osiris.

“Embora alguns já descoberto sua identidade, ela era Sophia, a Virgem de sabedoria, aos quais todos os filósofos do mundo têm cortejado. Isis representa o mistério da maternidade, que os antigos reconhecida como a mais evidente prova de sabedoria onisciente da natureza e poder ofuscando de Deus. Para o candidato a moderna que é o epítome do grande desconhecido, e somente aqueles que revelar sua será capaz de resolver os mistérios da vida, morte, geração e regeneração “.
– Manly P. Hall, Os Ensinamentos Secretos de Todas as Idades

A segunda citação resume todo o propósito de sociedades secretas ocultas: buscar a piedade através do conhecimento dos Mistérios.

O simbolismo destas esculturas é, portanto, extremamente poderoso e revelador: Civilização, a força por trás nações, política, cultura, economia e cidadania é vigiado pelo símbolo dos Mistérios. A estátua basicamente diz: As sociedades secretas têm guiado a evolução da civilização desde os tempos antigos e continuará a fazê-lo.

A estrela de Ishtar
Estrela de oito pontas na @ALCL
Embutida no chão, em um ponto central da Biblioteca, é uma estrela de oito pontas, um símbolo conhecido como a estrela de Ishtar.
Uma versão da antiga Mesopotâmia símbolo da estrela de oito pontas da deusa Ishtar (Inana / Inanna), representando o planeta Vênus como estrela de manhã ou à noite.
Ishtar é a deusa babilônica e assíria da fertilidade, do amor, guerra e sexualidade e é considerado pelos babilônios para ser “a personificação divina do planeta Vênus. A história de sua descida ao inferno em busca presumivelmente para o elixir sagrado que por si só poderia restaurar Tammuz à vida é a chave para o ritual de seus mistérios. Talvez por essa razão, o símbolo da estrela de Ishtar é frequentemente encontrada em níveis mais baixos de edifícios ocultas, como a construção de Manitoba Legislative (artigo completo sobre o assunto aqui: Sites Sinister – O Edifício Manitoba Legislative ). Será que este símbolo representa o submundo?
A estrela de Ishtar no Edifício Legislativo Manitoba
Em conclusão

Para a maioria das pessoas, a Biblioteca Pública de Los Angeles não é nada mais do que um edifício funcional, que passa a ser muito bem ornamentada. Quando se compreende o simbolismo oculto exibido ao redor do complexo, a Biblioteca se transforma em um templo de iluminação, dedicado a mistérios ocultos e princípios maçônicos. É uma celebração das realizações da elite luciferian e da predominante de sua filosofia oculta. O fato de que a biblioteca é dedicado a sociedades secretas, apesar do fato de que a LAPL é financiada publicamente, diz volumes sobre a verdadeira natureza do poder da América.

Depois de ler este artigo, alguns podem perguntar: “Se a busca do conhecimento é uma característica luciferiana, e se Lucifer é tradicionalmente associada com o mal, isso significa que a busca do conhecimento é errado?”. Claro que não. A busca do conhecimento nunca será errado e ser ignorante nunca vai estar certo. O conhecimento leva à sabedoria e discernimento, enquanto a ignorância leva à confusão e perplexidade. Além disso, é apenas por compreender plenamente as forças no trabalho no mundo que se torna em posição de realmente fazer o bem na sociedade. Por outro lado, uma pessoa ignorante pode facilmente ser manipulado por enganadores para se tornar seus cúmplices inconscientes. Não importa o termo é usado para descrever a busca da verdade, será sempre o mais nobre dos atos, independentemente de seu credo ou religião. As faculdades de aprendizagem e compreensão não é a exclusividade de um grupo de pessoas. Eles estão presentes dotados de todos os seres humanos e é nosso dever fazer a maioria deles. A coisa mais importante a considerar é a seguinte: Você usa o conhecimento para orientar, inspirar e iluminar ou você usá-lo para controlar, manipular e enganar? Temos visto em artigos anteriores como a elite usa seus conhecimentos para manipular as massas. O que vai fazer com o seu?

Graças a Egersis para as fotos!

Denver International Airport, uma enorme base subterrânea NWO?


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O Aeroporto Internacional de DENVER-DIA, seria mais uma enorme Base Subterrânea da Nova Ordem Mundial (NWO) como Pine Gap e outras

 Uma análise dos dados disponíveis nos faz chegar a pelo menos uma conclusão: essa estrutura gigante eventualmente no futuro se tornará muito mais do que um aeroporto comercial comum.

Ele tem capacidade para o trânsito de um grande montante de pessoas e veículos, levando os observadores a pensar que a estrutura possa ser usada como base militar e outras coisas até mesmo como campo de concentração civil em um futuro próximo…

Denver International Airport, uma enorme base subterrânea NWO?

Fonte: www.vigilantcitizen.com 

Foto abaixo: Fachada principal do DIA-Denver International Airport, e, DENVER, no estado do Colorado, EUA

Um cavalo apocalíptico com olhos vermelhos brilhantes dando as boas vindas aos visitantes ? Tem.

Murais com desenhos tirados de pesadelos apocalípticos ? Tem.

Palavras estranhas e símbolos embutidos no chão ? Tem.

Gárgulas sentados em malas ? Tem.

Pista em formato de suástica Nazista ? Tem.

Ok, esse lugar é do mal. Assim parece, mas …

Mas é sério, existem tantas “irregularidades” no D.I.A. (Aeroporto Internacional de Denver-Colorado), que um livro grande daria para ser escrito sobre o assunto.

As instalações, o projeto e a arte mostrada levam muitos observadores a acreditar que o DIA é muito mais que um aeroporto: é literalmente uma catedral New-Age, cheia de simbolismo oculto e referências à sociedades secretas (e muito fortemente ao NAZISMO).

A arte no DIA não é uma junção de escolhas estranhas feitas por pessoas com mau gosto, como muitas pessoas pensam. É uma coleção coesa de peças simbólicas que refletem a filosofia, as crenças e os objetivos de uma elite global. O DIA é o maior aeroporto dos Estados Unidos e custou mais de 4,8 bilhões de dólares.Tudo em relação à esse aeroporto foi meticulosamente planejado e tudo está lá por uma razão específica.

O Aeroporto

As próprias instalações do aeroporto levantaram um monte de perguntas em relação ao verdadeiro propósito da construção dessa mega-estrutura. Inúmeras teorias “criativas” flutuam ao redor do DIA em relação à bases militares subterrâneas, aliens e/ou criaturas reptilianas. Estou ciente de que tudo isso é possível, mas vamos nos manter aos fatos documentados.

O aeroporto começou a ser construído em 1995 em área de 143 km². Sua construção forçou o fechamento do Aeroporto Internacional de Stapleton, embora este usasse mais portões e pistas do que o DIA. O custo inicial da obra era de $ 1.7 bilhões de dólares mas o projeto final elevou a conta para 4.8 bilhões de dólares: $ 3.1 BILHÕES de dólares acima do orçamento. Inúmeras irregularidades foram relatadas em relação ao local de construção:

– Diferentes empresas foram contratads para diferentes partes do aeroporto. Todas foram demitidos imediatamente à conclusão de cada trabalho. Isso leva os observadores a acreditar que foi uma estratégia para se ter certeza de que ninguém tivesse um visual/compreensão completa de todo o projeto.

– 84 milhões m³ de terra foram removidos, muito mais do que o normal necessário. Isso levantou suspeitas de que a maior parte da construção ter sido feita seja subterrânea. Este gigantesco volume de terra daria para preencher cerca de (pasmem) 10 milhões de caminhões caçambas comum !!!

– 8.500 km de fibra ótica foram instalados para comunicações (para título de comparação, os EUA de costa a costa tem 4.800km).

– Sistema de abastecimento que pode injetar 4.500 litros de combustível por minuto. Esse montante é totalmente absurdo para um aeroporto comercial comum teoricamente não MILITAR.

– Granito importado do mundo todo, mesmo que o projeto já estivesse muito acima do orçamento.

– Construção de um imenso sistema de túneis (caminhões podem circular neles) e trens subterrâneos. Muitos destes não estão sendo usados no momento.

Uma análise dos dados disponíveis nos faz chegar a pelo menos uma conclusão: essa estrutura gigante eventualmente se tornará muito mais do que um aeroporto comercial comum. Ele tem capacidade para lidar com um grande montante de pessoas e veículos, levando os observadores a pensar que a estrutura possa ser usada como base militar e outras coisas até mesmo como campo de concentração civil em um futuro próximo. Não vou prosseguir nesse assunto já que não tenho provas disso. Entretanto eu entendo porque tais planos seriam ultra-secretos. Vamos dar uma olhada nos display de arte suaves para os viajantes-amigos do DIA.

1- O Cavalo do Apocalipse 

Então isto é o que da as boas vindas a você quando entra nos portões do inferno… desculpe, quis dizer portões do aeroporto. Um garanhão de fibra de vidro de 10 metros de altura com veias saltando de todo o corpo e olhos demoníacos que brilham vermelho. Lindo.
Ouvi dizer que as crianças adoram. Fato interessante: o cavalo matou seu criador, Luis Jimenez, enquanto ele estava trabalhando nele. Um pedaço da escultura se soltou e o esmagou, causando ferimentos fatais. Seus amigos agora dizem que o cavalo é amaldiçoado.
O que isso representa? A primeira coisa que veio à minha mente quando vi essa horrenda peça (para um aeroporto de qualquer tipo) foi: o Cavalo Baio (amarelo) do Apocalipse. É o quarto cavalo no livro da Revelação na Bíblia e é apropriadamente chamado de “Morte”.

“E olhei, e eis um cavalo amarelo; e o que estava montado nele chamava-se Morte; e o hades seguia com ele; e foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, e com a fome, e com a peste, e com as feras da terra”  – Apocalipse 6:8

Em outras palavras, o cavalo “Morte” trouxe a morte com armas, fome e doenças. Isso é bastante extremo e estranho para um aeroporto, não acham? Não parece que o cavalo deveria estar ali. Logo você vai perceber que ele se encaixa perfeitamente com o resto do DIA. Falando nisso, esse cavalo tem um traseiro bem pavoroso!

2- A Pedra Maçonica

Essa pedra esta situada no “Great Hall” do aeroporto (termo usado também pelos maçons para se referir ao hall de encontro). Vários símbolos maçons gravados na pedra e no “keypad” que parece ser escrito em braille.
Note a menção escrita na pedra “New World Airport Commission”.

Essa comissão não existe, parece que se refere à Nova Ordem Mundial (NWO). Também tem uma capsula do tempo enterrada abaixo da pedra para ser aberta em 2094. O “braço” angular é bastante enigmático e parece ter algum propósito sem ser decorativo. Consegue ver alguma coisa ? 

3- Murais com desenhos Proféticos

Divididos em quatro paredes, os murais pintados por Leo Tanguma supostamente representam paz, harmonia e natureza. Mas não estou recebendo essas mensagens deles. Quando você analizar o simbolismo nos murais, perceberá que eles contam uma história aterrorizante de eventos futuros, como algum tipo de profecia. Existem referências sociais e políticas específicas e outros detalhes ocultos que basicamente transformam essas pinturas em um manifesto da Nova Ordem Mundial-NWO. 

Tanguma confirmou que foi dado a ele algumas linhas guias para as pinturas e foi pago 100 mil dólares pelas primeiras. Mais tarde ele negou que foi dado instruções e se recusou a falar sobre qualquer significado oculto nas pinturas. As pinturas prévias de Leo Tanguma eram tipicamente arte Chicanas, carregadas politicamente e orientadas para a comunidade. Entretanto, seu trabalho no DIA dá uma “vibração” totalmente diferente, fazendo nos pensar que ele desenhou a visão de outra pessoa. Vamos olhar os painéis pintados um a um:

A) “Paz e Harmonia com a Natureza“ 

Então o site oficial do aeroporto diz que o nome do mural é chamado “Paz e Harmonia com a Natureza”. Sério ? No centro da pintura, crianças tristes com animais extintos e espécies de plantas.

No fundo, uma floresta pegando fogo e mais para trás, uma cidade também pegando fogo e em primeiro plano temos três pessoas mortas em três caixões, uma negra, uma indígena (raça vermelha, no centro) e uma menina loura!!! 

Um fato interessante sobre a cidade é que ela foi retocada e pintada muitas vezes durante os anos, como se representasse algo importante para os seus idealizadores/criadores. Ela parece rodeada por uma névoa com cores pálidas, como se fosse atacada por algum tipo de arma bioquímica.

 Uma das crianças segura um bloco Maia que mostra o fim da civilização.
Embaixo, dessa “pacífica pintura”, podemos ver três caixões abertos com garotas mortas de diferentes culturas. A esquerda esta uma mulher negra e no centro uma india-americana. Por que elas estão deitadas lá com outros animais ? Estamos prevendo a extinção destas raças ?

Este mural se encontra em uma área reservada dentro do DIA, e é muito intrigante, mostra um enorme olho, com a íris contendo uma caveira que no seu topo tem outro olho dentro de uma rosa negra, uma pesada e funesta simbologia ocultista…tudo cercado com vários personagens (até mesmo Cristo), muitas caveiras e um ser UM RÉPTIL…

Já sabemos que os militares dos EUA já desenvolveram armas químicas específicas para atingir raças específicas. Aqui o que o Project for New American Century (PNAC), define como estrangeiro e política de defesa dos EUA: 

“… a arte da guerra… será vastamente diferente do que é hoje…‘combate’ ocorrerá em novas dimensões… formas avançadas de guerra biológica que pode atacar genótipos específicos podem transformar a guerra biológica de reino de terror a ferramenta de uso político.” 

A garota da direita, deitada em um caixão segura uma Bíblia e uma estrela de Davi, usada pelos Nazistas para identificar judeus. Parece que simboliza a morte das crenças Judaico-Cristãs. A origem do grupo de pessoas idealizadoras do projeto do aeroporto e das imagens nele encontradas definitivamente não são cristãos ou judeus. 

As Sociedades Secretas tem seus próprios sistemas de crenças que são muito complexos para se explicar aqui. Posso entretanto dizer a vocês que caixões são partes importantes no simbolismo maçonico e como você pode ver na imagem abaixo, está como um dos símbolos principais da maçonaria. Tumbas também são importantes em rituais da Skull and Bones. 

Acima, a simbologia Maçônica

Crianças do Mundo dos Sonhos de Paz

O segundo mural é uma peça de duas partes. Nós lemos da esquerda para a direita, então analizarei-o da esquerda para a direita. Crianças de todas as cores, vestidas em fantasias folclóricas dão armas embrulhadas em bandeiras de seus países para um…. garoto Alemão ? Haein ? Sim, a indumentária clássica da Bavária (estado alemão onde surgiu o NAZISMO e os ILLUMINATI) não deixa dúvidas.

O garoto no centro da imagem, segurando um martelo e aparentemente construindo (parece malhando ferro em uma bigorna) algo é Alemão e da BAVÁRIA !!. Até mesmo a criança Americana (vestida como boyscout) parece ávida para dar suas armas e a bandeira para o garoto Alemão. Você está no maior aeroporto dos Estados Unidos, e este é o mural que lá colocam?

Os EUA alegremente se submetendo à Alemanha (ou ao Nazismo). É muito estranho para ser entendido. Isso obviamente representa países do mundo todo entregando seus militares e suas identidades nacionais ao “bem comum”. Outra referência à Nova Ordem Mundial, com um governo e um exército. Mas porque o garoto Alemão esta no centro de tudo ? Tem tantas alusões à Alemanha e ao Nazismo neste aeroporto, que NÃO HÁ modo de ser  “APENAS” coincidência (n.t. E realmente não é coincidência, mas essa já é outra história…). 

Não posso evitar de pensar na “Operação Paperclip“, que trouxe cientistas e pesquisadores Nazistas proeminentes aos EUA depois da W.W.II. Embaixo da pintura do mural esta uma figura caída segurando um rifle (representando a guerra) com 2 pombos sentados em cima dele (representando a paz). Aquece o coração. Agora siga o movimento do arco-íris que começa abaixo da estátua, indo ao redor das crianças e levando-nos à parte 2 do mural (que foi repintado recentemente).

Parte 2:  O monstro acordou ! Esta figura militar grande e agressiva está vestido com uniforme Nazista (note o símbolo no chapéu) com o rosto parecido com uma máscara de gás. Suas mãos estão segurando um rifle e uma cimitarra que esta “violentando” a paz do pombo. Na esquerda esta desenhado uma linha sem fim de mães chorando segurando seus filhos, bebês mortos e à direita cidades em escombros. Essa é verdadeiramente uma pintura abominável, sem mensagem alguma de moral ou redenção.

O fato de que ela esta sendo mostrada no portão principal do maior aeroporto dos EUA, durante a correção da era política (anos noventa) é totalmente aberrante. A figura militar é glorificada e toda poderosa, situada no centro da ação. Ela ganhou de volta seus poderes que parecia ter perdido com a WWII. Esta de volta e com força total e esta liderando o caminho a um novo holocausto. 

Veja mais de perto as pessoas à esquerda do desenho (DESTAQUE DA FOTO ANTERIOR AMPLIADA abaixo) e as crianças mortas dormindo em tijolos (ou em uma pira funerária com lenha). Não existem traços de violência nelas. Foram simplesmente desprovidas de vida, como se tivessem sido envenenadas por um gás mortal do arco-íris acima delas (alusão ao Chemtrail?).

Um imenso cortejo de pessoas esquálidas caminha à esquerda das crianças mortas, por último uma mulher desesperada chora com um filho (morto ou dormindo) em seus braços. O monstro, protegido pela mascara de gás, esta apontando a linha de vítimas em direção à UMA CARTA abaixo a direita.  

Essa carta o seu conteúdo é verdadeiro e foi escrita por Hama Herchenberg, de 14 anos de idade, que morreu no dia 18 de Dezebro de 1943 no Campo de Concentração de Auschwitz (como escrito no final da carta). Um pouco perturbador não acha ? Auschwitz foi infame por seu uso de gás tóxico. 

O comandante de campo, Rudolf Hess, testemunhou no Julgamento de Nuremberg que mais de 3 milhões de pessoas morreram em Auschwitz, sendo 90% delas judeus. A maior parte das vítimas foram mortas nas câmaras de gás de Auschwitz II, usando Zyklon B (fonte: Wikipedia)

A presença de um arco-íris e de um ursinho seguro pelas mãos da menina deitada sobre os tijolos e a lenha nessa imagem, que sinaliza à nossa mente instantaneamente uma associação com juventude e inocência, é totalmente doentia e distorcida. Uma última coisa sobre a cimitarra: é um símbolo costumeiramente usado em imagens da maçonaria e da cultura islâmica.

manipulação-ocidente

*C) Paz e Harmonia com a Natureza 

O que você faz quando já matou a maior parte da população do mundo com gás tóxico? Você festeja ao redor de uma planta brilhante geneticamente modificada, é claro ! Pessoas felizes de todo o mundo viradas irresistivelmente em direção à planta, algumas quase voando em direção à ela.

Bem acima da planta (que não existe na vida real) é uma figura de algum tipo de “enviado indígena” mas definitivamente não é um profeta.  Todas as espécies extintas no primeiro mural estão de volta à ação e você vê até mesmo um pequeno pombo aparecendo na planta. Que beleza.

Eles se sentem muito melhor agora que há muito menos pessoas na terra. Os animais também estão felizes e agradecem a você por morrer. As pessoas podem agora usar conhecimento científico de alto nível para viver em um estado de felicidade sintética provida por plantas geneticamente modificadas.

Bom para eles. A esquerda as baleias estão pulando no ar, batendo as mãos com humanos. Se você olhar mais de perto para os filhotes de tigre, verá que eles tem rostos de crianças humanas. É bastante bizarro. Toda essa obra fala sobre modificação genética e mágica.

Para resumir, esses murais claramente mostram objetivos admitidos que você pode ler em documentos chamando por uma Nova Ordem Mundial (NWO):

– Despopulação maciça da Terra
– Morte às crenças Judaico-Cristãs-Islâmicas (às religiões)
– Um governo Mundial
– Restauração da natureza

Se você leu um artigo sobre as Pedras Guia da Georgia, você irá notar que os temas são estritamente similares. Coincidência ? As Pedras Guia da Georgia também tem um espigão com uma cápsula do tempo enterrada sob ela. Não existe “teoria da conspiração” aqui, isso são fatos. Tudo esta escrito nas pedras para você ver.

As elites são donas do lugar e constroem monumentos para celebrar a cultura deles. O “conhecimento divino” deles é, entretanto, inacessível à você a menos que você seja um membro de alto ranking. Tem tantas interpretações para aqueles murais que estou convencido que deixei passar muitos detalhes (cores, formas, movimento, símbolos).

As pistas do aeroporto de Denver formam uma imensa suástica quando vistas de cima.

 3- Pistas na forma de uma enorme Suástica

Depois de ver tantas alusões à Alemanha Nazista, você se surpreenderia se as pistas tivessem o formato de uma suástica ? Aqui esta uma vista aérea das pistas e abaixo é como as pistas aparecem no Google Map. Tire suas próprias conclusões. Veja o Mapa Maior

Duvido que o cara que desenhou as pistas não notaram seu formato estranho. Quero dizer, alguem no processo de desenho e/ou construção tinha de dizer “Espere um pouco, isso meio que parece com um símbolo Nazista ! Talvez devêssemos mudá-lo ! Não queremos nosso novo aeroporto de 4 bilhões sendo ofensivo ou algo do tipo”. Mas isso não aconteceu por alguma razão.

4- Outras coisas estranhas

Como eu disse antes, um livro poderia ser escrito sobre o DIA, então deixarei para você algumas coisas estranhas que não entendemos e que se pode encontrar no DIA.

Gárgulas

O simbolismo dos gárgulas sempre foi um mistério, AINDA MAIS SE FOREM ENCONTRADOS EM AEROPORTOS, como no DIA. Ninguém pode realmente explicar a razão de suas presenças, mesmo e especificamente em prédios religiosos. Serão eles restos de antigas crenças que nunca se foram ? Será que representam algo para apenas as pessoas “illuminadas” saberem ?

“O que estes fantásticos monstros estão fazendo ali em cima sob os olhos dos irmãos enquanto eles lêem ? Qual o significado desses macacos sujos, estranhos leões selvagens e monstros ? Para que propóstico estas criaturas meio besta, meio homem estão aqui ?” – St Bernard of Clairvaux, 12th century

– Os desenhos do Piso !!! O Sol Negro dos Nazistas

Essas fotos são de um estranho grupo de símbolos que estão no chão indo da parte sul do Great Hall no nível 5 e que vai até o norte do Great Hall. Note o disco preto que é o sol na simbologia do ocultismo. Não há erro na arquitetura do piso mostrando o sol, e o disco preto começando a eclipsá-lo.

Quando chegamos ao lado norte do Great Hall, uma estátua de Jeppesen que esta cobrindo o sol. É uma referência ao sol NEGRO, como aquele adorado pelos Nazistas ? 

Sobre o Sol Negro – Swarze Sohne -S.S. nazista ver no link:http://thoth3126.com.br/nazismo-os-arquivos-secretos-da-waffen-ss/

Isso supostamente deveria ser uma representação “nativa” da Mãe terra ? Parece mais com um alien “pulverizando” vida na terra. O que são aqueles dois rostos/cabeças no topo da pintura ? Serão eles aliens nos observando do espaço ? Não sei, não consigo encontrar informação sobre essa pintura.

Me faz pensar sobre os Crop Circles da Inglaterra por algum motivo. Espero que voce tenha gostado deste passeio virtual pelo Aeroporto Internacional de Denver (DIA) e que tenha agora  um grande sinal de interrogação na sua cabeça. 

Adendo do tradutor: Este aeroporto e suas enormes instalações SUBTERRÂNEAS estão estrategicamente localizados em uma região com  1.600 METROS de ALTITUDE e no centro do mapa da América do Norte, bem longe das regiões costeiras. Recentemente (2011) o Governo Federal dos EUA começou a transferência para DENVER de alguns de seus órgãos mais importantes, como por exemplo a sede da C.I.A. (!!!) e a Biblioteca do Congresso. A atual capital dos EUA,Washington D.C. têm APENAS 4 METROS DE ALTITUDE MÉDIA E FICA A BEIRA DO OCEANO ATLÂNTICO. Sintomaticamente a família real britânica também comprou áreas de terras na região… 

Nesse link http://www.think-aboutit.com/aliens/ac.html é possível ler uma entrevista de um trabalhador que participou da construção do Aeroporto de Denver. (em Inglês)

A localização de DENVER como nova capital dos EUA (ou da NAU-North American Union-união entre EUA, México e Canadá como um país) seria compreensível devido a sua localização centralizada no continente norte americano e que fica sobre um imenso aquífero subterrâneo e bem longe das atuais zonas costeiras oceânicas !!!!.

A localização de DENVER: bem longe das costas oceânicas, em posição central próxima às Montanhas Rochosas e situada em elevada altitude de 1.600 metros.

Uma suspeita que esta tomando corpo entre os “teóricos da conspiração”, é a de que a cidade de DENVER, no Colorado, onde esta situado este estranho aeroporto/base subterrânea,  seria a futura capital da União Norte Americana-NAO (North American Union), um novo país que abrangeria toda a América do Norte, juntando Canadá e o México aos EUA, um dos projetos dos ILLUMINATI-Nova Ordem Mundial. Veremos… relativamente em breve, pois tudo esta se acelerando e se precipitando sobre nossas cabeças…

Os Sumérios e os Anunnaki


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ANUNNAKI

An = forma reduzida de “anachnu”, que significa NÓS

Nu = também significa “céu”

Naki = limpo, puro

Significado: “Nós somos puros”

Ki = Terra

A Suméria é a civilização mais antiga que se tem registro, estima-se que eles viveram a mais de 3.500 anos antes de Cristo. Muitos chegam a estimar que eles datam muito mais de 6 mil anos. Os sumérios foram os pais da escrita, chamada escrita cuneiforme e posteriormente também foi creditado a eles os títulos de pai da astronomia. criadores da roda, das carruagens e muito mais. Muitos confundem os Sumérios e os Acádios, mas na verdade o primeiro é muito mais antigo. Só depois é que eles foram invadidos pelos semitas, se tornando acádios.

Habitavam o sul da Mesopotâmia, entre o rio Tigre e Eufrates, lugar extremamente fértil que a Bíblia referencia como Terra Prometida e Hebrom. Possivelmente o berço da humanidade e é onde se encontrou as maiores e mais antigas descobertas da humanidade. Fósseis, artes e registros escritos datados de até 13 mil anos atrás.

Os Sumérios e os Anunnaki.
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Os sumérios foram uma civilização a frente da época que viviam. Eles chegaram a registrar informações que nossa civilização só foi (re)descobrir na idade moderna. São maquetes de abrigos anti-aéreos, livros sobre química, estudos aprofundados sobre o universo e seus corpos celestes, e cálculos matemáticos extremamente avançados para a época. A civilização grega (duas civilizações após a Suméria) no auge do seus conhecimentos, chegavam a calcular até o número 10.000. Após isso eles consideravam como infinito. Os sumérios faziam cálculos das distâncias entre os planetas de nosso Sistema Solar, inclusive quantos planetas existem, que o Sol é uma estrela e a órbita de cada um. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive (terra dos sumérios), foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas! Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o “infinito”.

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O curioso desse povo era a fonte de tais conhecimentos. Como uma civilização tão antiga já sabia que nossa Lua era feita de ferro? Chegavam até a chamar a Lua de “pote de ferro” – fato que só agora a NASA teve capacidade para confirmar. Como é que eles já sabiam que a Terra era redonda? Que ela não estava no centro do Universo e já sabiam da existência de Plutão (só fomos descobrir isso em 1930)? Na verdade eles afirmavam que Plutão era um satélite de Saturno que se desprendeu e tomou uma órbita própria. Mistérios que só (re)descobrimos muitos anos depois!

Os Sumérios e os Anunnaki.
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Alguns desses mistérios ainda nem temos tecnologia suficiente para confirmar. Um exemplo é a presença de um 10º planeta no Sistema Solar (eles contavam todos os corpos celestes, incluindo a lua e o sol, totalizando 12). Os Sumérios tinham convicção de que existe um planeta chamado Nibiru, que é dono de uma órbita totalmente diferente dos demais planetas do nosso Sistema Solar, e que faz um circuito tão grande, que dura 3.600 anos para completar a trajetória. Se eles acertaram quanto a existência desses planetas, do material que eles são feitos, da órbita de cada um, por que iriam errar quanto a existência de um planeta a mais? E se ele tem uma órbita tão grande assim, explica-se o fato de ainda não termos o encontrado.

Se você já acha isso estranho, prepare-se para o bizarro: Os sumérios não só sabiam da existência do tal planeta Nibiru, como desenhavam sua órbita, e eram categóricos ao dizer que neste planeta vivem os Anunnakis, seres altamente inteligentes e considerados deuses por este povo. Segundo eles, Nibiru “visita a Terra” a cada 3.600 anos, e quando isso acontece, ocorrem eventos cataclísmicos na Terra, e usaram como exemplo o dilúvio. Na verdade são deles o mais antigo registro do dilúvio!

“E depois veio o dilúvio e após o dilúvio a realeza tornou a descer mais uma vez do céu…” Escrito sumério cuneiforme.

Os Sumérios e os Anunnaki.
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É aí que eu digo que tudo se interliga. Os Maias tinham um calendário que se resumia em vários ciclos, e o seu maior era um ciclo de 3.600 anos. Os babilônios falavam de um planeta chamado de Marduck e os gnósticos acreditam num apocalipse causado por um planeta chamado Hercóbulos. Após toda essa polêmica, os cientistas tratam-no como um planeta ainda não confirmado, e o chamam de Planeta X. Este planeta receberá um post exclusivo posteriormente.

Então todo esse conhecimento avançado dos sumérios é entendido por alguns estudiosos como uma interferência extraterrestre. Pois não é concebível que uma sociedade tão antiga saiba de tanta coisa, nem que tenha feito tanta coisa. Algumas peças de arte sumérias foram encontradas espalhadas por todo o mundo. Como isso seria possível? Os sumérios faziam pequenas estátuas de possíveis astronautas, naves espaciais e foguetes. Como isso é possível?

Alguns conhecimentos sumérios que influenciaram a muitas outras civilizações posteriores:

• Técnicas de medicina, arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em matemática, química, física e astronomia. Seus conhecimentos astronômicos eram incrivelmente avançados: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais.

• Desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios;

• Sistema de leis baseados nos costumes;

• Habilidosas práticas comerciais;

• Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha;

• Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash;

• Sistema de hierarquias sacerdotais para organização religiosa;

• Fundaram as primeiras bibliotecas. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 tabletes de barro com inscrições cuneiformes sobre a origem da humanidade.

• Criaram os fenomenais projetos arquitetônicos denominados zigurates. Verdadeiros complexos piramidais que englobavam vários módulos de edifícios, abrigando desde templos religiosos até plenários políticos, construídos ao redor de um bloco-célula central e interligados por rampas espirais desde a base até o topo.

Alguém precisa de mais motivos para considerar os Sumérios um povo estranho e curioso?

Os Annunaki

Os Sumérios e os Anunnaki.
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A palavra Anunnaki vem da língua suméria e significa “aqueles que vieram do céu”. Segundo o historiador Zecharia Sitchin, os Anunnakis são extra-terrestres vindos do planeta Nibiru e que criaram a raça humana como ela é hoje. Eles também são os responsáveis por todo o conhecimento científico do povo Sumério. Conheça mais sobre esse povo extremamente curioso que habita um planeja mítico e que provavelmente vai nos visitar em 2012.

Alguns significados mais minuciosos da palavra Anunnaki só comprovam o quanto esses habitantes extraterrenos são tão curiosos:

Os Sumérios e os Anunnaki.
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ANUNNAKI

An = forma reduzida de “anachnu”, que significa NÓS

Nu = também significa “céu”

Naki = limpo, puro

Significado: “Nós somos puros”

Ki = Terra

Ampliando o significado para: “Nós do céu, na Terra”, ou ainda “Puros do Céu na Terra”.

(FONTE)

A estranheza desse povo não se restringe ao nome. Eles trazem uma história surpreendente sobre intervenções na nossa evolução, em nossa sociedade e em nossos conhecimentos científicos. E particularmente para quem leu nossos posts a respeito dos Sumérios, os Nephlins, Nibiru ou sobre o historiador Zecharia Sitchin já estava na torcida para um post só sobre o povo misterioso do Planeta X. Pois bem, vosso pedido é uma ordem.

Os Anunnakis visitaram a Terra primeiramente, durante nossa segunda Era Glacial. Uma vez que o planeta que eles viviam, Nibiru, estava prestes a ser extinto, eles vieram a Terra explorar minérios, pois só construindo uma camada de proteção de ouro em torno do seu planeta, é que eles poderiam evitar essa catástrofe.

Os Sumérios e os Anunnaki.
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Tida como divindade, essa raça superior que estava na Terra era liderada por Enki e seu meio-irmão Enlil (hoje conhecidos como os primeiros astronautas pesquisadores). Os dois meio-irmãos eram responsáveis pelas atividades exploratórias na Terra, e se reportavam a seu pai Anu – que continuava morando em Nibiru. Os dois viviam em pé de guerra e se viram em meio a uma rebelião quando os anunnakis se cansaram de tanto trabalhar na exploração de minérios. Essa rebelião ficou conhecida como “A Rebelião dos Anjos” e foi sanada com a brilhante idéia de Enki em chamar a deusa da medicina, Ninharsag para criar um ser que pudesse trabalhar no lugar deles, poupando assim os deuses Anunnakis de tal esforço. Mesmo com todos os protestos de Enlil, Anu (o pai dos dois) autorizou o procedimento e começaram os testes de mistura genética.

Primeiramente os testes foram feitos misturando-se diversas espécies de animais entre si. Entende-se que foi daí que vieram as histórias mitológicas sobre sereias, esfinges, centauros, cavalos alados entre outros seres híbridos. Com o insucesso dos testes, Enki decidiu fazer misturas genéticas entre o DNA anunnaki e o DNA dos seres vivos da Terra. Dentre alguns testes que não deram certo, acabaram por descobrir a espécie perfeita que, misturada com o DNA anunnaki, resultava em um híbrido extremamente funcional. Foi então que surgiu Adão.

Enki ficou muito famoso após a criação de Adão. Mas depois que foram sendo criadas mais espécimes humanas, começaram os problemas. Seres que muitas vezes se rebelavam contra as divindades anunnakis, ou mulheres engravidadas por anunnakis, dando a luz à “semi-deuses”, os chamados nephilins. Com isso Enlil teve mais que argumentos para com seu pai Anu, na tentativa de acabar de vez com essa raça híbrida criada. Como eles sabiam que com a aproximação de Nibiru, as calotas polares iriam se deslocar e mais uma vez alagar todas as extensões de Terra, foi feito um conselho com Anu, Enlil, Enki e outros “cabeças” e acordado que eles deixariam a raça humana morrer afogada e nunca mais iriam fazer experiências genéticas desse tipo.

Mesmo o conselho tendo decidido isso, essa não era a opinião de Enki. Ele tinha um amor muito grande pelo ser humano e não admitiu que tanto esforço para criar uma espécime perfeita fosse em vão. Como a ordem era que nenhum Anunnaki poderia alertar a nenhum humano sobre o fim eminente, Enki teve uma idéia genial. Ele escolheu um humano o qual ele simpatizava muito, Noé, visitou-o em sua casa, deu as costas a ele e se virou para ma parede e começou a dar instruções: “Parede, toda a Terra vai ser coberta por água em breve. Você deve construir uma arca e colocar um par de animais de cada espécie viva…” Noé escutando, entendeu o alerta e se previniu. Tendo feito toda uma manobra para poder preservar a raça humana e os animais terrestres, Enki conseguiu passar por cima da ordem do conselho sem ter que efetivamente ter desobedecido seu pai (ele falou com a parede, não com um humano).
Após as águas baixarem e os Anunnakis voltarem para ver o que tinha acontecido com a Terra, se surpreenderam com Noé, sua família e os animais ainda vivos. Mesmo com o ódio mortal que Enlil ficou do meio-irmão, Anu achou que foi uma coisa boa a se fazer, e decidiu não mais dizimar a raça humana. A partir daí os Anunnakis começaram a ensinar coisas mil aos descendentes de Noé, que posteriormente se tornaram os Sumérios.

Como já não havia mais necessidade de se explorar minérios da Terra, os Anunnakis foram embora. Eles tinham moradia tanto aqui quanto numa estação na Lua. Depois do ocorrido (dilúvio), saíram todos e voltaram para Nibiru. Mas como eles ainda tinham certa responsabilidade com o ser humano, de vez em quando eles apareciam na Terra para ver como as coisas estavam indo. Ensinavam astrologia, medicina, química e engenharia para essas pessoas. Alertavam sobre coisas futuras e outros mistérios que você pode conferir no post sobre os Sumérios.

Dessa forma, hoje estamos as portas de mais uma dessas visitas dos Anunnakis. Em 2012 a órbita de Nibiru vai se aproximar a da Terra e vamos receber novamente nossos “pais”. Será que eles vão ficar orgulhosos com o que nos tornamos? Será que eles não vão gostar e mandar mais um dilúvio? Que Enki nos proteja e Enlil não nos encontre.

Fonte: originais br
Editado por: Arquivo X do Brasil

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Força de Defesa das Colônias Humanas de MARTE (Randy Cramer), parte II


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marte-forca-defesa-randy-cramerEsta é a transcrição inicial do explosivo testemunho de Randy Cramer (aka Capitão Kaye) que afirma que ele serviu em forças militares especiais em Marte, como parte de uma força de elite militar (USCM-SS) na defesa da colônia humana existente secretamente no planeta MARTE, serviço que durou por pouco mais de 17 anos. O principal objetivo era proteger a “Mars Colony Corporation”, que tem cinco BASES civis em Marte de ataques de marcianos nativos.

Revelações de ex-super soldado do Governo Secreto da aliança Terra/Reptilianos-Draconianos e a Força de Defesa das Colônias Humanas de MARTE (Randy Cramer) parte I

POR DR. MICHAEL SALLA – Fonte: http://exopolitics.org

Nessa entrevista, Cramer descreve como ele viajou primeiro para uma base secreta existente na Lua para assinar documentos comprometendo-se a um passeio de 20 anos em serviço. Ele depois foi transportado para uma base militar em Marte, onde sua unidade se viu envolvida em batalhas territoriais com os nativos extraterrestres reptilianos e insetoides em Marte.

Esta foi a segunda entrevista de Cramer em uma série de cinco partes em que ele descreveu a sua formação como um super soldado em um programa conjunto da aliança Terra/Reptilianos e Draconianos, sendo abduzido por alienígenas desde criança (tão cedo como 4 anos) para servir como um membro de uma unidade de elite do Corpo dos Marines (USMC-SS) que fornece pessoal militar para um programa espacial secreto dos EUA com bases militares instaladas na Lua, Marte e outras partes do nosso sistema solar.

O áudio da entrevista via skype foi lançado em 8 de Abril de 2014, e foi a primeira vez que Cramer veio à publico com seu depoimento estilo “Total Recall” dos eventos que ocorreram durante o seu serviço militar especial de 20 anos, entre 1987 a 2007. Em uma entrevista anterior com Eva Lorgen em 2006, Cramer usou o pseudônimo “Zed”e descreveu o que ele lembrou no momento de suas experiências de contato com várias raças extraterrestres. Cramer afirma que, em 2014, ele foi autorizado a revelar o seu segredo sobre a existência do programa espacial secreto dos EUA através de seus superiores militares da USMC-SS (United States Marine Corps-Special Section).

O original da entrevista (vídeo abaixo) via Skype foi publicada através do ExoNews.TV em https://youtu.be/YCTYkYcYuI0

Abreviaturas: MS: Michael Salla – RC: Randy Cramer (Capitão, USMC-SS)

[0.00] – Tempo da gravação: refere-se ao tempo na entrevista

Nota. Randy Cramer usou o pseudônimo Captain Kaye na série de cinco partes de entrevistas publicadas em Abril de 2014. Os despedimentos linguísticos, tais como “você sabe”, “so”, “e”, “ah”, etc. foram removidos quando apropriado para a gramática correta e facilidade de leitura. As reticências … significará texto removido para corrigir a gramática ou eliminar redundâncias. O tempo de gravação irá permitir ao leitor localizar as passagens de áudio relevantes.

Formatação: Todas as perguntas estão destacadas em negrito, e o texto normal é a resposta dada por Randy Cramer (aka Capitão Kaye).

© Michael E. Salla, Ph.D.


 A TRANSCRIÇÃO DA ENTREVISTA REALIZADA VIA SKYPE

[0,24] Tempo gravação: MS: Estamos de volta com o Capitão Kaye (Randy Cramer) e vamos discutir, o que é a série de eventos que aconteceram depois de ele ter completado sua participação, em torno da idade de 17 anos, no Projeto Moonshadow, e quando foi prestar serviço com os Marine (Corps) Seção Especial dos EUA (USMC-SS). Randy por que você não nos conta o que aconteceu depois de concluído ou que voce se graduou no Projeto Moonshadow.

[0,53] RC: Claro, foi um curto espaço de tempo entre a conclusão do programa e, em seguida, eu diria que houve um período de 90 dias, onde uma grande parte do teste final, onde OK, nós passamos tanto tempo para gastar treinando essa coisa, e passou tanto tempo quanto nós  a concluímos, agora nós temos que realmente ver se vai funcionar  sob uma série de condições diferentes. Então, houve um período interessante de 90 dias de ir para um monte de lugares diferentes, tanto quanto ecozones, tanto quanto as zonas temperadas (tropicais), zonas ambientais ao redor do planeta, para ver como podemos operar sob diferentes condições e diferentes cenários. Às vezes, trabalhar com ou jogar jogos de guerra com outras unidades de forças especiais. Em alguns casos treinamento de fogo real, exercícios onde para nós é um exercício de teste, mas para a outra pessoa de outro país foi muito real e eles estão mortos por causa disso. Eles foram nosso exercício com fogo real em que tínhamos que ser testados. Mas certamente não é considerada uma força ameaçadora suficiente em que você está indo para enviar a sua máquina (de guerra) de alta tecnologia e podendo danifica-la ou algo assim. Você pode praticamente garantir que, se não estão quebrados, o adversário não vai ter nenhuma chance de ganhar.

[2,27] As Forças Armadas de todo o mundo têm lotes de AK-47 mas não tem botas. Esses caras não são muito equipados para enfrentar forças armadas qualificadas. Se você estiver em um cenário de teste, com certeza, por que não enviar cinco de seus supersoldados contra 50 daqueles caras e ver como eles agem. Porque você sabe que os seus caras estão indo para ganhar, mas você quer ver como eles são testados em condições reais de combate que é um teste mais seguro. Então, depois de 90 dias, em seguida, eu foi retirado da minha rotina regular e fui pego no meio da noite, e depois levado para o Comando de Operações Lunar (Lunar Operations Command), e colocado [em] uma pequena área de habitação que não é muito mais do que o tamanho de uma cela de prisão, mas que não é uma cela de prisão, quero dizer é muito mais civilizado do que isso. Não que faça você se sentir como um animal enjaulado, mas aproximadamente do mesmo tamanho … [com] uma pia e um banheiro ao lado, uma pequena mesa e uma cadeira. Um conjunto típico, como um dormitório da faculdade ou qualquer coisa igual. Estamos aguardando nesse local e nos disseram para esperarmos até que o som do sino no corredor nos chamasse, que seria o momento em que todos deveriam sair e ir para o corredor no final da porta.

[3,52] Antes disso, dois militares, mas novamente [usando] outro tipo de macacões LOC, cinzento encouraçado com algumas franjas douradas. Havia dois deles que pareciam seguranças talvez padrão, não muito mais do que isso ou qualquer outra coisa. Eles não estavam fortemente armados, mas eles tinham armas laterais. Eles escoltavam a nós, eu, um de cada vez, até onde pude observar vendo outras pessoas indo e vindo no mesmo corredor em que estamos sendo escoltados por mais dois desses indivíduos em seus ternos cinza com as franjas douradas, e fui levado para um grande área de espera fora do que era claramente uma grande sala preenchida por cubículos em que um monte de burocratas em vários uniformes militares estavam empurrando papelada. Um monte de pessoas estavam sentadas à espera que os seus nomes ou seus números fossem chamados, a ser sinalizado para vir e falar com essas pessoas. É uma área bastante grande e bem iluminada, onde tudo foi feito, em cores amarela ou dourada. Esse era o esquema de cores, nesse momento de qualquer maneira. Fashion ou qualquer outra coisa que poderia ter mudado, por agora, mas no momento era para ser do tipo sentir como um girassol amarelo brilhante. Como quando você está esperando para ser atendido pelo dentista ou algo assim, mas em uma sala muito grande.

[5,28] Após algum tempo de espera, você é chamado para ir e sentar-se em um cubículo e ter um oficial júnior em um uniforme que eu não reconhecia, mas ele se identificou [ele mesmo] como sendo um oficial da Força Aérea dos EUA. Este é um uniforme da Força Aérea com o qual eu não estou familiarizado, como sendo da parte regular da Força Aérea (dos EUA). Então, eu estou suspeitando que isso tinha algo a ver de novo, com um ramo da Força Aérea paralelo e que seus uniformes se pareciam, mas desde que eu não estou super familiarizado com eles, eu só estou supondo tudo isso.

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[6,02] Ele então pega uma pilha de papéis e diz, aqui está o seu contrato, eu tenho que analisá-los com você, e responder sobre quaisquer perguntas que você tenha, e levá-lo a rubricar e assinar nos lugares certos, e, em seguida, você se move ao longo da rotina. Houve algum tipo de discussão sobre o assunto, dizendo: OK, isto é o que você vai fazer, você está assinando para dar um passeio de 20 anos de serviço, mas novamente não se preocupe, voce vai ficar bem. Você vai estar pronto, nós vamos limpar todas aquelas memórias feias fora de sua cabeça que você não vai querer se lembrar de qualquer maneira, e então vamos interpor-lo de volta no caminho depois que tomou você e sua reversão de idade, e você vai ter de viver toda a sua vida tudo de novo, e vai ficar bem. Você não vai perder qualquer momento, você não perderá nenhum ano de sua experiência, e na verdade você vai voltar a um emprego confortável agradável. Nós vamos cuidar de você, você vai ficar bem. Muitas garantias de que isso não é grande coisa. Todo mundo faz isso todos os dias, é apenas a forma como fazemos as coisas agora. Uma certa quantidade de explicação sobre seu papel no trabalho, e o que está no contrato, e [é] apenas rubricar e assinar em todos os lugares certos.

[7,01] Depois de pouco debate ou discussão, eu tinha algumas perguntas a fazer e ele as respondeu e, eventualmente, eu percebi que ele estava explicando, “olha, você sabe, nós assinamos este documento e você pode sair daqui. Você pode sair daqui para fazer sua próxima coisa, ou podemos sentar aqui e falar um bom tempo sobre a papelada que você tem que, eventualmente, assinar de qualquer maneira. “Ele era um cara bom o suficiente, ele não estava sendo um idiota sobre o trabalho ou qualquer outra coisa. Mas ficou claro, isso tem que ser feito. A papelada tem de ser assinada, e se eu tiver alguma dúvida, pergunte, mas realmente não importa. Basta fazer login e vamos seguir em frente. E assim, depois que tudo foi feito (assinado), em seguida, eu fui escoltado de volta para os alojamentos temporários, para, mais tarde, ir em frente e fazer uma pausa. Novamente esperar por um sino, no corredor, e, em seguida, após cochilar, não tenho certeza por quanto tempo, ouvir a campainha no corredor e, em seguida, ir para fora, indo por um longo corredor, com uma porta no final deste corredor. Todos aqueles que estavam nestes quartos de moradia temporários estavam saindo para o corredor, e indo para baixo.

[8,07] Em seguida, abrem-se portas maiores, que então se abre para uma sala muito maior, um hangar essencialmente – nos situamos à direita dentro do hangar. Há um grande veículo, eu diria que é mais em formato de um delta ou um formato de asa de morcego, ao contrário da forma redonda ou em forma de disco. Mais como de um triângulo delta, mas talvez mais amplo. O que você chamaria de um formato tipo morcego, mas muito alto, tanto quanto da parte inferior para a parte superior do veículo, eu diria que tinha entre trinta, a trinta e cinco pés (entre 9,12 a 10,65 metros de altura). Parecia que tinha várias compartimento e níveis que parecia ser o caso quando estávamos lá dentro, e a envergadura era, provavelmente, difícil de julgar distâncias, como que, a partir desse nível, mas eu diria que facilmente entre quatrocentos e quinhentos pés de largura (121,6 a 152 metros), de envergadura, de ponta a ponta da asa. E do nariz à cauda, menos de 150 pés (45,6 metros de comprimento). A seção dianteira tinha um grande nariz arredondado sobre ele, e você podia ver que havia uma janela ligeiramente curvada, a superfície era curva, que parecia ser o lugar onde os pilotos se instalavam sentados operando. Era muito alto, tipo de como [do cockpit] em um Boeing 747 que é até maior do que a parte principal do veículo, tipo semelhante a isso, mas novamente com as dimensões mencionadas.

[10.00] Então eu cheguei lá, havia muitos assentos reclináveis, esse tipo de coisa com espuma. Você tipo que senta e afunda, você ouve o som do ar saindo que começa a se formar ao redor, tem uma boa aderência, aparentemente, em seu corpo. Há cintos de segurança, e após algum tempo de todo mundo brincar e se preparar, quando todo mundo esta seguro, há algumas pessoas que ajudam a todos a ficarem confortáveis se alguém está confuso. Então as luzes no veículo diminuem, e não ao contrário de um avião, você ouve o piloto no alto-falante dizendo: “Recebemos todas as pessoas à bordo e eu serei seu capitão para este vôo do shuttle do Comando de Operações Lunar para a sua próxima estação que vocês não estão autorizados a saber ate que lá cheguemos. Assim que chegarmos, vocês vão ter habilitação de segurança para saber onde é seu destino, mas até que nós estejamos lá, vocês não estão autorizados a saber. Antes de partirmos nós não estamos habilitados para saber onde é o nosso destino, mas no momento em que chegarmos ao nosso destino, então nós estaremos habilitados para saber onde estamos”. Eu acho que foi muito divertido, em minha própria opinião. Recebo divertidamente  a maneira como eles fazem a segurança e tornam esses níveis de sigilo e de segurança.

[11,22] Ele fez algo interessante, que eu não estava esperando. Ele disse: “nenhum de vocês vão voltar para casa por um tempo muito longo, vai demorar um pouco. E assim, antes de ir, vamos dar uma última olhada, e todo mundo vai dar uma última boa olhada em casa, e termos um momento para pensar sobre o porquê de você querer voltar, e por que você quer proteger as pessoas e sua família que estão lá, e por isso é algo que vale a pena lutar “, ou algo nesse sentido. Ele disse então, “vamos fazer uma pausa e dar uma boa e longa olhada por um minuto, e então nós vamos estar fora, e não retornaremos pelos próximos 20 anos.”

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Espaçonave secreta TR6-TELOS, provavelmente o veículo em que Cramer foi transportado até Marte.

[12,07] Curiosamente, o sentimento dentro do veículo quando ele decolou para fora do hangar do Comando de Operações Lunar e se posicionou a qualquer distância da Terra, seja qual for a distância perfeita que eles queriam para que o arranjo visual do nosso planeta acontecesse, e os limites máximos tornaram-se uma projeção do que estava à frente da espaçonave triangular. Você tinha uma vista, não como se estivesse em um planetário quando você está deitado em uma cadeira e você pode ter artificialmente o espaço projetado no teto, e então pode ter [a] sensação ou experiência de que você está no espaço, ou que o espaço esta em torno de você. Quando você está se movendo você atinge esse sentido de que você está tendo o movimento artificial ou algo parecido. Praticamente de forma semelhante por ter uma grande projeção, uma projeção muito clara na frente de você do que está acontecendo. Você realmente tinha a sensação (e visão) de que estávamos todos flutuando no espaço em nossos assentos, olhando para a Terra, fixando o nosso grande olhar pela última vez nos próximos 20 anos, e foi inspirador. Este evento absolutamente se destaca como um dos momentos mais surpreendentes em toda a minha vida.

No momento em que eu estava na posição perfeita, olhando para o planeta Terra distante e ser capaz de vê-lo em sua totalidade. E não era apenas uma imagem, ela estava lá, livre no espaço. Ela estava se movendo e as nuvens estavam se movendo, e as tempestades com raios piscavam e havia atividade que se movia muito lentamente ou muito ligeira nele tão longe que você não podia ver, mas você sabe que estava lá, e há uma capacidade de olhar que não é nada parecido como você pode sentir de outra maneira. Quero dizer como ver em uma imagem da Terra o que não é o mesmo, vendo uma imagem muito boa de alta definição em uma tela grande simplesmente não é o mesmo. Ter a sensação de estar tão grande que você está ali olhando para a Terra, vendo a imagem ser tão clara que parecia que você estava olhando para uma imagem e o teto não estava lá, mas estava lá, tenho certeza. Aquilo foi simplesmente fantástico.

[14.24] Você sabe que foi incrível de ver que havia toda essa coisa que (o planeta) está vivo, é muito claro olhar para a Terra a partir do espaço e saber que ela está viva. Isso não é só porque há vida na superfície dela, ou apenas porque vivemos lá. Há algo muito claro quando você vê essa bola gigante azul no espaço, e sente que ela está viva, e que há todos os tipos de pessoas lá. Você não vê fronteiras. É um mundo sem fronteiras quando você está olhando para a Terra a partir do espaço. Não há linhas que dividem os países. Então você não olha para ele e acha que existe a América, há os Estados Unidos. Que uma Alemanha. Você diz oh UAU!, isso é a América do Norte conectada a América do Sul, que é a Europa ligada à Ásia, e conectados à África. Você realmente só percebe que tudo está conectado e que não há linhas divisórias, e a partir dessa perspectiva, qualquer motivo que qualquer um poderia ter para brigar ou discutir sobre a superfície parece incrivelmente pequeno, literal e incrivelmente pequeno, e você começa sentindo isso num UAU!, eu realmente sou de um lugar especial.

Não apenas olhando para essa esfera azul, não apenas olhando para ela, mas eu estou em lugar especial pelo qual eu tenho que fazer algo por um lugar onde eu tudo (VIDA) recebo para ajudar a mantê-la segura, e todo mundo que mora lá seguro, e toda a vida que vive lá agora segura e, talvez, se eu tiver sorte, todas as pessoas que lá vão um dia viver, e toda a vida que vai viver lá segura no futuro por causa de algo que eu faça agora. Esse sentimento ficou comigo, e me surpreendeu. Eu tive um momento em que me senti amedrontado, inspirado, abismado e que independente disso, no entanto ia acabar, isto foi OK, e este momento foi especial e eu me senti bem sobre isso, e eu me sentia completamente bem com estar nessa posição especial. Eu estava bem com essa responsabilidade. Eu estava feliz com isso. Eu estava bem com tudo isso. Foi apenas uma experiência incrível.

planeta-terra

[16,22] MS: Você quer talvez explicar um pouco sobre o Comando de Operações Lunar. Eu quero saber se é no lado oculto da lua, se é uma instalação subterrânea, quão grande ela é?

[16,34] RC: Essa é uma boa pergunta para a qual eu não tenho todas as respostas, porque eu só tinha visto uma parte dela. O que eu vi chegando ao solo lunar foi uma  base (instalação) considerável na superfície lunar, em que há uma grande plataforma de pouso. É uma espécie de terraço acima da superfície lunar, e da plataforma, você poderia colocar três ou quatro destas coisas [grandes espaçonaves em forma triangular] em cima dela. Provavelmente era quase uma plataforma com uma milha (1.609 metros) quadrada onde pousam as naves e assim por diante, ou pelo menos a metade ou mais. Em seguida, havia alguns veículos menores, tipo alinhados em uma fileira. Alguns edifícios, quase no estilo para concertos, mas eles eram enormes, eles eram realmente grandes, eles tinham uma característica arredondada (domo). Um par de muito grandes edifícios retangulares e quadrados que não se parecem com nada de extraordinário ou incomum, e, em seguida, uma vez lá dentro, uma série de corredores, elevadores, que descem claramente para o subsolo, abaixo da superfície lunar. Eu tenho a impressão das vezes que eu la estive, que as áreas que eu vi, que o lugar (instalações) eram absolutamente enormes. Essa base em que eu estive era, pelo menos, do tamanho médio de uma cidade. Havia provavelmente mais do que um desses complexos do tamanho de uma cidade média no lado oculto da lua que nós (humanos) temos, e são controlados por humanos terrestres, mas há também, pelo que eu entendo, porque a parte oculta da lua tem sido usada por tanto tempo, por tantas outras espécies diferentes de alienígenas.

[18.44] É tipo como na Antárctica, tem essas diferentes áreas em que diferentes países e as pessoas podem dizer que temos uma base nesta área, e nós temos isso, e todo mundo respeita a área de todo mundo. Portanto, há uma série de áreas que eram habitadas por um número de diferentes raças de ETs que tiveram bases lá por um longo tempo, e eles não estão indo a lugar algum, aparentemente. Se as pessoas são amigáveis ou hostis, lá é uma espécie de território neutro, por isso há lugares onde aqueles que não se dão bem uns com os outros, não podem ir / ficam muito longe um do outro. Mas eles não atacam uns aos outros, eles respeitam o espaço neutro do outro lá na parte oculta da lua, por qualquer razão que os contratos, acordos diplomáticos que são feitos para isso.

[19.30] Eu acho que porque ele vai levar um tempo muito longo (de convicência) de tal forma que todo mundo respeita os acordos. Pelo que eu também entendo que houve algumas vezes quando a guerra eclodiu no lado oculto da lua e foi ruim o suficiente, de tal forma que todo mundo disse não, não, não aqui. Este é um espaço neutro para que todos possam fazer o que eles precisam fazer, mas não podemos lutar aqui ou então correremos o risco de perder a coisa toda para alguém ou algo. Acho que foi esse o negócio. Então eu acho que é uma mistura muito interessante de quem está lá, o que está lá, nós estamos lá. O que está distribuído ao longo de apenas o que eu vi e que foi discutido comigo. Claramente, sobre tudo o que está lá nem sempre é conhecido, mas tem parte do meu conhecimento, sobre do que eu fui informado. Isso é tudo quanto eu sei sobre a base de Comando de Operações Lunar.

[20.24] MS: A espaçonave Shuttle que estava levando-os para o seu destino em Marte, você sabe qual a sua capacidade de transporte?

[20,32] RC: Eu teria que adivinhar porque claramente tinha vários andares ou níveis no seu interior e onde eu estava era claramente uma área, e um andar com um interior, e se os níveis acima e abaixo eram os mesmos, ou se eles estavam ocupados por outra carga, armazenamento, máquinas ou tecnologia, eu não sei. Se eu fosse adivinhar eu teria que dizer que ele tinha um tamanho para transportar uma capacidade entre mil e dois mil soldados de cada vez. Talvez até mais.

[21.17] MS: OK, isso é bastante grande.

[21.20] RC: Foi definitivamente construído para mover tropas para toda parte. Mais uma vez eu só estou presumindo talvez algumas outras partes também eram carga. Mas foi definitivamente projetado para mover um monte de gente da forma como foi configurado.

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Uma nave mãe alienígena abandonada no lado oculto da Lua

[21.32] MS: Com os papéis que você assinou houve qualquer tipo de descrição a respeito de qual serviço que você se inscreveu para participar? Era uma entidade mais nebulosa? Que detalhes você lembra dos papéis que você assinou? Com quem você estava assinando um compromisso pelos próximos 20 anos?

[21,54] RC: eu estava assinando os próximos 20 anos de serviço com a Força de Defesa da Terra (Earth Defense Force), como um fuzileiro naval, da Marinha dos Estados Unidos. Essa é uma pergunta que eu fiz, por isso estou feliz que você tenha feito esta pergunta …. Eu estava tipo, “OK, quem sou eu trabalhando, para o que eu vou estar aqui, ajude a definir isso para mim.” Ele disse: “bem, você é um marine, certo,” e eu disse “sim”. Ele falou: “você ainda vai ser um marine, você será sempre um United States Marine Corps, que é sempre o que e quem você será.” Ele disse, “mas este é um contrato, estamos contratando você para a Força de Defesa da Terra. A Força de Defesa da Terra, uma vez que você é contratado por eles, terá a capacidade para você ser sub-contratado para uma das outras organizações que precisa de pessoal, ou destacá-lo para qualquer número de estações do FDT em todo o sistema solar. “Ele falou como, “ah, a maioria deles são chatos, você provavelmente não vai estar guardando, ou não vai ouvir nada, ou você pode começar um trabalho muito chato no solo em algum lugar.” Ele estava realmente jogando [muito] tudo o que iria acontecer para fora, ou onde quer que eu fosse, falando tudo. Que, sem saber onde outras pessoas acabam, eu não posso dizer se isso é parte da rotina dos recrutadores fazer, ou se ele estava apenas tentando ser honesto. Acho que ele estava mais apenas tentando me fazer feliz com o que quer que suas respostas fossem então eu iria rubricar e assinar para que ele pudesse passar para a próxima pessoa.

[23.17] Ele disse: “você está sendo um membro da FDT, e dependendo de onde eles lhe enviarem a partir desse ponto, vai depender do que uniforme voce veste, e que as pessoas chamam você e que posto e assim por diante que você espera. Mas você vai ser sempre um fuzileiro naval, e você pode ser outra coisa temporária ou você pode ter que fazer outra coisa temporariamente. Você vai saber logo que você chegar aonde você está recebendo sua designação. “Parte de sua explicação era:” olha, eu não posso te dizer o que voce estará fazendo lateralmente porque eu não estou liberado para falar sobre isso”.

[23.51] Ele disse: “tudo que eu sei é que quando você assinar estes documentos eles irão definir outras ações em movimento de modo que quando você estiver a bordo do shuttle que partirá, outro conjunto de documentos serão emitidos para você e que só vai ser aberto após a sua chegada ao seu destino. Essas serão as novas encomendas e sua nova atribuição, e tudo o que você precisa saber. Mas antes de sair, você não tem a necessidade de saber isso ainda. Vai ser em outro local e quando você chegar lá, é que será entregue a você, e você vai ter que saber onde você está, e alguém vai explicar isso para você”.

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Ilustração com base em testemunho ocular © Copyright 2015 TheObjectReport.com | Alta Resolução Imagem. O Almirante Roscoe Hillenkoetter foi o primeiro diretor da CIA, e foi também um membro de uma organização de pesquisa UFO, o Comitê Nacional de Investigações de Fenômenos Aéreos (NICAP). Em 1960, o New York Times relatou que Hillenkoetter tinha enviado uma carta ao Congresso que incluía a seguinte declaração: “Nos bastidores, oficiais de alta patente da Força Aérea estão sobriamente preocupados com fenômeno UFOs Mas através de segredo oficial e do ridículo, muitos cidadãos são levados a acreditar que os desconhecidos objetos voadores não fazem sentido“. Embora Hillenkoetter lutasse pelo fim do sigilo UFO, ele finalmente parou de comentar sobre o assunto. Alegados documentos secretos que vazaram para ufólogos listam Hillenkoetter como um membro do grupo Majestic 12, uma organização composta de altos oficiais militares das forças armadas e civis criado pelo presidente Truman para gerenciar inicialmente a questão UFO e nossas relações com extraterrestre. O MAJESTIC-12 foi o embrião do que mais tarde se tornou o GOVERNO (DE FATO) OCULTO DOS EUA.

[24,24] Assim, ele foi vago, mas tentou me tranquilizar o suficiente de que eu não iria perder a minha identidade, ou que eu estava indo para não ser um marine, ou me inscrever em alguma outra organização que pudesse comprometer meus valores ou ética como um fuzileiro. Ele queria que eu me sentisse confortável com isso, e apenas com a certeza de que fazemos isso todos os dias e que tudo vai estar normal e ficar bem, e é só ir para ficar bem que é o que ele queria que eu tivesse certeza. Mas ele foi vago o suficiente, porque eles não estavam informados para saber sobre a resposta ainda, então eu nada descobriria até que eu chegasse ao meu destino.

[25,07] MS: Então, naquele momento, o seu conhecimento da Força de Defesa da Terra (FDT) era de que era semelhante a algum tipo de agência secreta multinacional lidando com operações espaciais, tipo algo análogo as Nações Unidas, onde você pode ter diferentes ramos [militares] dos EUA servindo em diferentes capacidades, forças de paz, consultores e assim por diante. Em certo sentido, isso é o que estava acontecendo no espaço com a Força de Defesa da Terra.

[25.33] RC: Sim, correto. Meu conhecimento é que era basicamente correto e que novamente desde meu conhecimento real ou briefing sobre esta informação neste momento, naquele tempo, era limitado. Eu consegui um debriefing quando voltei 20 anos mais tarde quando houve um pouco mais de informação. Houve uma cerimônia de despedida, uma espécie de grande cerimônia. Lembro-me naquele tempo sendo um pouco mais do que um discurso sobre os objetivos e propósitos da Força de Defesa da Terra e por isso foi colocado em conjunto. Essencialmente, de um modo semelhante que estes organismos foram criados separados mas paralelos. A Força de Defesa da Terra era uma organização paralela ainda separada que foi criada principalmente fora dos corpos das Nações Unidas. Provavelmente centrado em torno do Conselho de Segurança (da ONU), porque eles são o Conselho de Segurança e eles cooptam qualquer coisa que tenha a ter com a defesa e segurança. Então, praticamente fora do Conselho de Segurança, os corpos que formam a FDT foram formadas juntos. Esta organização paralela foi formada e estacionada fora do Comando de Operações Lunar para que eles tivessem tão pouco contato possível com a superfície, de modo que não haveria tão pouco vazamento possível para a segurança. Seria essencialmente criar esta esfera (de segurança militar) em torno do planeta e fora do planeta para protegê-lo de todas as coisas que podem ser prejudiciais que tínhamos tomado conhecimento por aquele tempo. Havia algumas coisas que deveríamos estar preocupados e que apenas ficar em pé com os braços abertos não ia ser uma boa política. Devemos ter algum tipo de defesa do perímetro (da Terra) para o que está por vir, ou por qualquer nosso próximo passo que for dado rumo a irmandade intergaláctica. Você não necessariamente quer fazer isso sem um cão de guarda no seu quintal da frente.

UM UFO aterrissando em uma BASE DA USAF no NOVO MÉXICO:

[27.26] MS: OK, então qual era o destino final e o que foi revelado a você quando você lá chegou.

[27.33] RC: O destino era Marte, que era a sede da Mars Colony Corporation. Havia cinco assentamentos, o assentamento principal era chamado algo como Mars Prime; não não, era Aries Prime. Eles são criativos realmente. Em vez de chamá-lo Mars eles chamam de Áries. Então Aries Prime foi a instalação primária e o primeiro assentamento onde a sede da Mars Colony Corporation foi assentada. Em seguida, houve mais quatro assentamentos adicionais onde eu nunca pus os pés. De Aries Prime [onde] nós, pousamos, foi onde primeiramente eu pus os pés em Marte, em uma plataforma dentro de uma instalação muito grande em frente ao planalto aberto de Marte que é quente, e [com] uma brisa fria e ar rarefeito, mas respirável. A faixa de temperaturas é bastante ampla para que você realmente não fique todo o tempo no aberto deserto marciano sem uma roupa especial para o ambiente. Absolutamente não é possível, é bastante fatal fazê-lo. Eu acho que existe alguma proteção com blindagem na cúpula e fomos tipo para baixo em Aries Prime, para baixo em uma cratera. Há uma parede natural na garganta do tipo arredondada, ela é afundada em que o vento não bate muito duro. Foi naquele momento em particular que eu sai, era, parecia um dia quente, mas havia um vento muito frio que soprava e que voce sentia como se estivesse em 8.000 ou 9.000 pés (cerca de 2.400 a 2700 metros de altitude) ou algo parecido. O ar era muito fino, mas totalmente respirável. Eu estava realmente muito surpreso, para ser honesto, para simplesmente abrir a porta, sair e me dirigir para essa outra porta e andar para a direita e sair para fora, mas nós assim o fizemos.

[29,57] MS: O terreno marciano é como vemos nas fotos da NASA, com o céu vermelho, e o solo avermelhado?

[30.07] RC: Sim, absolutamente. É vermelho, vermelho, vermelho em todos os lugares, porque, certamente, tudo é o óxido de ferro que existe na superfície. Isso torna o reflexo vermelho a cor principal para todos os lugares que você olhar, e não ao contrário, eu estou tentando pensar agora. Sim, era areia vermelha, terreno rochoso, arenoso da areia de textura muito fina de rochas com grandes pedregulhos, e muito vermelho. A única exceção é o nascer e o pôr do sol, que por algum motivo estranho, eu não deveria talvez dizer uma estranha razão porque é a física suponho, há um período de tempo durante talvez 15 ou 20 minutos, dependendo da época quando o sol está caindo abaixo no horizonte e vai do vermelho ao roxo. Por cerca de 15 minutos tudo se transforma nesta máscara surpreendente de roxo. O pôr do sol marciano, por esse motivo, ele não é tão brilhante, porque o sol esta muito longe, mas também fiquei espantado com a quantidade de luz, sendo que longe, você ainda vê bem. Eu desconfio algumas das coisas que as pessoas dizem sobre a vida em outros planetas, habitando um e depois outro, você sabe que isso é pouco diferente do que eu pensava que seria e que as pessoas disseram que é. Sim que o sol é mais fraco quanto mais longe, mas ainda é incrível como [muito] a luz se projeta quando você esticar sua mão, ou quanta sombra está sendo criada quando você olha para ver atrás de você para ver como é a sombra do seu corpo. Ainda é bastante leve, mas aquela coisa roxa realmente ao pôr do sol e ao nascer do sol, é realmente incrível, é muito legal, e é de curta duração só começa a ver em uma hora do dia, mas é o tipo de crepúsculo roxo em toda parte.

[32,18] MS: Você pode nos contar sobre (a base) Aries Prime. Quando foi estabelecida pela primeira vez, quem são os colonos, e se funciona pelo controle de um determinado país como os EUA, ou era multinacional, ou foi uma entidade corporativa (privada) responsável.

[32.34] RC: O meu entendimento é que a Mars Colony Corporation, de novo, como todas as outras partes do FDT [Earth Defense Force-Força de Defesa da Terra] foi construída por partes, pessoal de serviços, cientistas, consultores, engenheiros, empresários, qualquer um que você deseja colocar no pool a ser utilizado, e daquele pool, os decisores retiravam nomes e fazem listas de pessoas que decidem fazer as coisas acontecerem. O meu entendimento é que a Mars Colony Corporation foi criada por interesses multinacionais, pois que todos estes diferentes países que participam se reuniram com suas várias parcelas de executivos, engenheiros, pessoas de mineração, conselheiros militares, pessoas dos serviços de inteligência, para se reunir porque precisavam para formar a Mars Colony Corporation para que possamos ir lá e torná-la rentável. Você sabe que não pode apenas gastar trilhões de dólares indo a Marte para fins de exploração sem encontrar maneiras de extrair recursos a partir do próprio empreendimento e ele se fazer pagar por si mesmo. Caso contrário, ele não vai acontecer. Por isso, foi criada em conjunto, todos esses vários indivíduos, eu não sei exatamente quem eles eram, ou quem os escolheu, ou no que esse processo é diferente de todos os processos individuais que esses países têm de colocar as pessoas no pool, e que essas comissões fora do Conselho [ONU] de Segurança, da FDT, do MAJESTIC-12 ou ACIO [Advanced Contact Intelligence Organization] vai ter de decidir, em seguida, quem faz o quê.

[34.18] The Mars Colony Corporation foi criada em cerca de 1974/1975. O meu entendimento é que chegamos em Marte pela primeira vez em torno de meados dos anos 60, mas realmente não tentamos fazer nada de grave, ou realmente nos preparamos para fazer qualquer coisa até os anos 1970. O meu entendimento é que a nossa primeira missão exploratória, que foi enviada para lá para ficar um período de tempo foi em torno de 1970. Em seguida, depois de alguns anos, foi decidido que estávamos prontos para ir em frente e estabelecer uma posição da (base) Mars Colony Corporation, e configurar alguns assentamentos e tentar fazer alguma mineração, e extrair alguns recursos para pagar o empreendimento por si mesmo. Aparentemente, isso foi em torno de 1975, quando a Mars Colony Corporation pôs os pés em Marte e iniciou a sua primeira operação de mineração. Isso foi 1975 para o meu entendimento, como foi informado. [35.21]

CONTINUA NA PARTE 2


“O medo é a emoção predominante das massas que ainda estão presas no turbilhão da negatividade da estrutura de crença da (in)consciência de massa. Medo do futuro, medo da escassez, do governo, das empresas, de outras crenças religiosas, das raças e culturas diferentes, e até mesmo medo da ira divina. Há aversão e medo daqueles que olham, pensam e agem de modo diferente (os que OUVEM e SEGUEM a sua voz interior), e acima de tudo, existe medo de MUDAR e da própria MUDANÇA.” –  Arcanjo Migue

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

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Brasileiros avançam em células solares inovadoras

Com informações da Unesp –  25/11/2016

Brasileiros avançam em células solares inovadoras

A incorporação de nióbio deu novo impulso às células solares brasileiras.

Células solares de perovskita

Há poucos meses, pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) apresentaram os primeiros protótipos de células solares de perovskitas feitas no Brasil, um dos materiais mais promissores e mais pesquisados atualmente em todo o mundo.

Agora foi a vez de uma equipe da UNESP (Universidade Estadual Paulista) dar um passo adicional, alcançando uma eficiência de 15% na conversão de energia solar em eletricidade.

Atualmente, as células solares mais comuns são feitas de silício, que apresentam uma eficiência de conversão de energia na faixa de 20%. Mas elas parecem ter chegado ao limite porque, nos últimos 15 anos, não foram observados progressos com as células de silício e sua eficiência permanece estagnada.

Perovskita com nióbio

A nova tecnologia fotovoltaica, usando cristais de perovskitas, foi descoberta em 2009. “Inicialmente, a eficiência de conversão de energia das células solares de perovskita era de apenas 3%. Hoje, já temos eficiências tão altas quanto 22%. Esse rápido avanço colocou as células solares de perovskitas em competição com as células de silício comerciais e essa tecnologia já é considerada promissora para a aplicação em larga escala,” detalhou a pesquisadora Sílvia Letícia Fernandes, responsável pelos novos aprimoramentos.

A inovação no trabalho de Sílvia foi a introdução de óxido de nióbio como parte da célula solar, a fim de melhorar seu desempenho: “Conseguimos bons resultados quando inserimos o óxido de nióbio nas células, inclusive um ganho na estabilidade do dispositivo. Vale ressaltar que o uso do nióbio é de grande interesse para o nosso país, visto que mais de 90% das reservas desse mineral estão localizadas no Brasil.”

Perovskitas

Perovskita é um termo geral usado para designar a estrutura do material – CH3NH3PbI3 é o material mais utilizado – responsável por absorver a luz do sol e gerar corrente elétrica.

Existem várias vantagens que as células de perovskitas apresentam sobre as de silício tradicionais.

“Enquanto o dióxido de silício (SiO2) é abundante na forma de areia de praia, separar as moléculas de oxigênio ligadas ao silício requer uma quantidade gigantesca de energia. O dióxido de silício funde a altas temperaturas, acima de 1500 °C, o que paradoxalmente libera mais emissão de dióxido de carbono na atmosfera e também cria um limite fundamental sobre o custo de produção das células solares de silício. Outra complicação das células fotovoltaicas de silício é que elas são pesadas e rígidas. Estes painéis pesados contribuem para os altos custos de montagem das matrizes e módulos fotovoltaicos de silício,” comenta a pesquisadora.

Como são feitas de filmes finos – as perovskitas são consideradas um material bidimensional, como as folhas de grafeno – elas são muito mais flexíveis e têm potencial para serem mais baratas.

Desafios a vencer

Enquanto as células solares de silício são consideradas uma tecnologia madura, o progresso das células de perovskitas continua a florescer. Em sete anos, sua eficiência aumentou cinco vezes, tendo duplicado apenas nos últimos dois anos.

Mas ainda existem desafios a vencer para que as células de perovskitas saiam dos laboratórios e cheguem aos telhados das casas.

“Células de silício são extremamente resistentes, o que não é o caso das de perovskitas. Estas permanecem suscetíveis à água, ao ar e à luz. Além disso, a questão de como produzir células solares de perovskita em grande escala de forma competitiva com a tecnologia de silício é ainda um ponto de interrogação. Mas, com o aumento exponencial da eficiência de conversão de energia, baixos custos de produção e métodos fáceis de fabricação que são ambientalmente amigáveis, o potencial das células solares de perovskitas é promissor e brilhante,” prevê Sílvia.

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Brasil, Portugal e os Cavaleiros Templários


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A História de Portugal, os Cavaleiros Templários e o Brasil.

Desde o seu surgimento como estado,  Portugal lutou muito para existir, enquanto um país soberano, contra vários adversários.

Primeiro foram os invasores muçulmanos vindos do norte da África desde o início do século VIII, que em 711 invadem a Península Ibérica, derrotam os Visigodos na batalha de Guadalete e em poucos anos ocupam todo o tePor   Thoth3126@protonmail.ch

Brasil, Portugal e os Cavaleiros Templários

… Foi aí que se refugiaram os nobres visigodos, e foi daí que partiu a Reconquista Cristã das terras perdidas aos muçulmanos na Península Ibérica. Os Cristãos foram se organizando em vários reinos, o primeiro foi o das Astúrias, que mais tarde deu origem ao reino de Leão e Castela e depois se formou o reino de Navarra e Aragão.

Houve recuos e avanços na luta pela Reconquista e só quando os muçulmanos se dividiram é que os Cristãos ganharam terreno na península Ibérica, mas os muçulmanos pediram a ajuda aos Almorávidas e foi então que D. Afonso VI, rei de Leão e Castela foi obrigado a pedir ajuda aos franceses. 

Um mapa com a evolução das fronteiras dos territórios na Península Ibérica ao longo da luta pela reconquista das terras aos muçulmanos, 790-1300. Em VERDE os territórios dominados pelos muçulmanos.

Então a Borgonha na França envia o  Conde Dom Henrique para combater os mouros em 1094. Com os seus méritos de cavaleiro em batalha, D. Henrique ganha de D. Afonso VI o Condado Portucalense após casar-se com sua filha. Durante a Reconquista cristã foi formado o Condado Portucalense, constituído m 1095 em feudo do rei Afonso VI de Leão e Castela e oferecido a Henrique Conde de Borgonha, bisneto do rei francês que veio auxiliá-lo na luta pela reconquista de terras aos mouros, tendo também recebido a mão de sua filha, a infanta D. Teresa de Leão.

Este último condado era muito maior em extensão, já que abarcava também os territórios do antigo condado de Coimbra, suprimido em 1091, partes de Trás-os-Montes e ainda do sul da Galiza. Com o estabelecimento do Reino de Portugal em 1139, cuja independência foi reconhecida em 1143, e a estabilização das fronteiras em 1249, Portugal tornou-se assim o mais antigo Estado-nação da Europa.

Com o passar dos anos o Condado Portucalense deixa de ser um mero apêndice da Espanha para se tornar um estado soberano com dinastia real própria, com fronteiras bem definidas, claras divisões administrativas, um exército leal ao rei e com o  reconhecimento e apoio do Santo Papa (algo fundamental naqueles tempos), sua própria moeda, e um idioma próprio com características bem distintas do resto da Europa,  e que viria a criar um vasto tesouro literário para o qual contribuiriam gênios como Antero de Quental, Luís de Camões, Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco e muitos outros.

A primeira crônica escrita pelos portugueses sobre o Brasil (a conhecida carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal) é um exemplo das possibilidades que o idioma português é capaz de produzir em mãos hábeis comandada por mentes observadoras.

Existe um capítulo fundamental na extensa e aguerrida formação da história de Portugal que é pouco conhecida de nós brasileiros e pouco reconhecida pelos acadêmicos. A relevância da Ordem dos Cavaleiros Templários (os monges guerreiros) na história de Portugal. Os Templários foi uma Ordem de Cavalaria de guerreiros da elite da nobreza europeia, tendo seus altos escalões sido formados e preenchidos pelas principais casas da aristocracia da Europa.

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim “Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici“), mais conhecida como Ordem dos Templários, Ordem do Templo ou Cavaleiros Templários, foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria.

O lema dos Templário: “Non nobis Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam“ (Salmo. 115:1 – Vulgata Latina) que significa “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu nome dá glória” (tradução Almeida).

A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a conquista da Terra Santa. Os seus membros faziam votos de pobreza e castidade e da fé em Cristo para se tornarem monges, usavam mantos brancos com a característica cruz vermelha, e o seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros.

O nome da ordem é em decorrência do local onde originalmente se estabeleceram (no Monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, destruído em 70 d.C pelas legiões romanas de Tito Vespasiano, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa).  Os Templários entraram em Portugal ainda no tempo de D. Teresa, que lhes doou a povoação de Fonte Arcada, Penafiel, em 1126.

Igreja do Castelo dos Templários de Tomar. A sua planta circular evoca a Igreja dos Templários em Jerusalém.

Um ano depois, a viúva do conde D. Henrique entregou-lhes o Castelo de Soure sob compromisso de colaborarem na conquista de terras aos mouros. Em 1145 receberam o Castelo de Longroiva e dois anos decorridos ajudaram D. Afonso Henriques na conquista de Santarém e ficaram responsáveis pelo território entre o Mondego e o Tejo, a montante de Santarém.

Os Templários Portugueses a partir de 1160 ficaram sediados na cidade de Tomar.

Através da bula papal Regnans in coelis em 12 de agosto de 1308, o Papa Clemente V dá conhecimento aos monarcas cristãos do processo movido contra os Templários, e pela bula Callidi serpentis vigil (dezembro de 1310) decretou a prisão e a extinção dos mesmos. 

Em Portugal, a partir de 1310 e da bula papal o rei D. Dinis buscou evitar a transferência dos bens da ordem extinta pela igreja para os Hospitalários e sutilmente apoiou todos os Cavaleiros Templários que buscaram refúgio em seu reino.  Posteriormente, a 15 de março de 1319, pela bula papal Ad ae exquibus o Papa João XXII instituiu a Ordo Militiae Jesu Christi  (Ordem da Milícia de Jesus Cristo) à qual foram atribuídos os bens da extinta ordem dos Templários no país.

A primeira sede dos Cavaleiros Templários, a Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, o Monte do Templo. Os Cruzados chamaram-lhe de o Templo de Salomão, como ele foi construído em cima das ruínas do Templo original, e foi a partir desse local que os cavaleiros tomaram seu nome de Templários.

Além de possuir riquezas (até hoje ainda procuradas) e uma enorme quantidade de terras na Europa, a Ordem dos Templários possuía uma grande esquadra de navios. Os cavaleiros, além de temidos guerreiros em terra, eram também exímios navegadores e utilizavam sua frota para deslocamentos e negócios com várias nações.

Devido ao grande número de membros da Ordem, apenas uma parte dos cavaleiros foram aprisionados (a maioria franceses). Os cavaleiros de outras nacionalidades não foram aprisionados e isso possibilitou-lhes refugiarem-se em outros países. Segundo alguns historiadores, alguns cavaleiros foram para a Escócia, Suíça, Portugal e até mais distante, usando seus navios. Muitos deles mudaram seus nomes e se instalaram em países diferentes, para evitar uma perseguição do rei francês e da Igreja.

O desaparecimento da esquadra da ordem é outro grande mistério. No dia seguinte ao aprisionamento dos cavaleiros franceses, toda a esquadra zarpou dos portos franceses durante a noite, desaparecendo sem deixar registros, para nunca mais ser vista. Por “coincidência” nessa mesma data (1307), o Rei Português D. Dinis nomeava o primeiro almirante Português de que existe memória, apesar de Portugal não ter armada.

Por outro lado, D. Dinis evitava entregar os cavaleiros Templários e os bens dos mesmos à Igreja e conseguiu criar uma nova ordem de cavalaria, a nova Ordem dos Cavaleiros de Cristo em 1318 com base na Ordem Templária, adotando para símbolo uma adaptação da cruz orbicular Templária, levantando a dúvida de que ele estava protegendo os Cavaleiros Templários e podemos supor que foi com a honra intacta que todos eles ingressaram na nova ordem criada por dom Dinis, rei de Portugal.

Na verdade, não há consenso entre os historiadores sobre a composição da nova ordem de cavaleiros e monges guerreiros, para alguns, os templários portugueses (presentes no país desde os tempos do fundador dos Templários,  Hugo de Payns) teriam apenas trocado de nome. De qualquer maneira, a Ordem dos Cavaleiros de Cristo herdou todas as propriedades e fortalezas de sua antecessora, assim como os votos de pobreza, castidade e obediência (agora ao rei de Portugal).

Caravela Templária, da Ordem dos Cavaleiros de Cristo, que se fizeram ao Mar quando o tempo chegou: em 08 de Março de 1500, para (re)descobrirem o Brasil.

Novas mudanças liberaram os cavaleiros de seu voto de castidade e pobreza, permitindo que navegadores como Cristovão Colombo, Pedro Álvares Cabral e Vasco da Gama se tornassem membros da Ordem de Cristo. Os navios que aportaram no Brasil pela primeira vez traziam em suas velas o emblema da Cruz da Ordem de Cristo, aparentemente uma versão modificada da antiga cruz templária.

Ao longo do século seguinte, os consideráveis recursos militares, econômicos, e principalmente o conhecimento de rotas e correntes marítimas, da construção de navios oceânicos, a posse de mapas, e o CONHECIMENTO DE TERRAS EXISTENTES À OESTE DE PORTUGAL que os líderes da ordem dos Cavaleiros Templários detinham quando passaram a ser comandados pelo rei Dom Dinis, foram direcionados para a expansão marítima portuguesa, que estava ganhando impulso. A Ordem de Cristo ganharia soberania sobre os territórios que conquistasse na África, bem como direito a 5% do valor das mercadorias vindas da região.

Os ex-templários, agora Cavaleiros da Ordem de Cristo, estabeleceram escolas náuticas e construíram estaleiros,  sigilosamente construíam navios e confeccionavam mapas geográficos costeiros e náuticos, com correntes marinhas, ilhas, ilhotas e abrolhos, estudavam a navegação pelos astros, os ventos, a atmosfera, e a dirigibilidade das velas; determinavam como deviam ser construídos os cais e ancoradouros; compilaram o que hoje se chamaria uma minuciosa oceanografia. Sempre almejando derrotar os mouros e lançar-se ao grande mar em busca de “novas” terras que eles já sabiam que existiam.

Portugal vive assim quatro séculos, de 1200 a 1600 mergulhado em febril projeto de expansão marinha. Desbrava e conquista muitos locais, a Ilha da Madeira e os Açores e mais locais no litoral na África, ali fincando fortes e postos avançados para comércio e evangelização dos povos nativos.

Assim  igrejinhas brancas são erguidas nos cimos dos morros para serem vistas de longe, de quem chega pelo mar. Novas colônias são implantadas. No início do século XVII Portugal já é o quinto país mais poderoso do mundo.

Pedro Álvares Cabral era um membro nobilíssimo da Ordem dos Cavaleiros de Cristo. Em segredo ele era um Cavaleiro Templário que quando chegou à Terras de Vera Cruz, mais tarde Santa Cruz e por fim Brasil, nas praias da Bahia ele trazia em suas mãos, em um gesto reverente e respeitoso, a bandeira da Ordem dos Cavaleiros de Cristo, sucessora dos Cavaleiros Templários, que foi hasteada na praia. Não era a bandeira do Reino de Portugal, mas a da Ordem dos Cavaleiros de Cristo. O mesmo gesto o navegante sob a bandeira espanhola, Cristovão Colombo teve ao descer nas novas terras das ilhas que descobrira quando chegou à America do Norte, também desfraldando a bandeira dos Cavaleiros Templários … Publicado em Abril 2013.


“E CRISTO, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele também os seus discípulos; e, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:
Bem-aventurados os humildes, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus”   –   Mateus 5:1-10

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NASA descobre mar subterrâneo congelado em Marte


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marte-aproximaçãoOs equipamentos da sonda MRO estão ajudando os cientistas a medir o volume das reservas de água gelada em Marte, encontradas no subsolo em uma das planícies do Planeta. A massa total das reservas pode ser comparada com o volume de água nos Grandes Lagos, na América do Norte, o maior reservatório de água doce no mundo, diz-se no artigo, publicado na revista Geophysical Research Letters.

NASA descobre mar subterrâneo de águas congeladas em Marte

Fonte: https://br.sputniknews.com

“É provável que a água nessas reservas seja mais acessível para nós do que outros sedimentos de gelo em Marte, porque está localizada em latitudes relativamente baixas e no subsolo de uma planície bastante plana, onde é mais fácil fazer pousar uma espaçonave, do que em outras regiões que têm reservas subterrâneas de gelo”, disse Jack Holt da Universidade do Texas em Austin (EUA).

Nos últimos anos, os cientistas descobriram grande quantidade de indícios de que na superfície de Marte em tempos antigos, havia rios, lagos e oceanos inteiros, que continham quase a mesma quantidade de água que o nosso Oceano Glacial Ártico.

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Por outro lado, alguns cientistas acreditam que, mesmo nas épocas antigas, Marte podia ser demasiado frio para a existência permanente de oceanos, e sua água podia estar em estado líquido só durante erupções vulcânicas. As observações recentes de Marte com ajuda de telescópios terrestres mostraram que nos últimos 3,7 bilhões de anos, Marte perdeu água que seria suficiente para cobrir toda a superfície do Planeta Vermelho com um oceano de 140 metros de profundidade. Hoje, os cientistas tentam esclarecer para onde desapareceu essa água.

Holt e seus colegas descobriram um possível indício dessa água “em falta”, estudando a estrutura incomum da planície de Utopia, localizada nas latitudes médias de Marte, usando os instrumentos da sonda MRO, que está coletando dados do Planeta Vermelho desde 2005. Como explicam os cientistas, os “buracos” incomuns, fendas e estruturas parecidas com solo rachado, fizeram-nos suspeitar de que reservas significativas de água podiam se esconder debaixo desta planície. Formas semelhantes de relevo, segundo os cientistas, podem ser vistos nas regiões do Canadá e noutros países do norte, onde há áreas de solo perenemente congelado.

Eles verificaram esta ideia, utilizando o radar SHARAD a bordo do MRO, que permite “ver” através do solo a centenas de metros de profundidade e determinar a sua composição química e estrutura. A “intuição” dos cientistas não os enganou — na verdade, debaixo da planície Utopia se esconde um mar inteiro de água, que é aproximadamente igual à área do Mar Cáspio ou do maior país europeu.

O mar representa uma geleira gigante com cerca de 80-170 metros de espessura, constituída em 85 por cento de água, e de 15 por cento de pó ou pedras arredondadas grandes. O volume de água no mar, segundo as estimativas dos investigadores, é quase o mesmo existente nos Grandes Lagos, o maior reservatório de água doce da América do Norte e da Terra.

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Esta água, de acordo com os investigadores, conseguiu “sobreviver” em Marte, um planeta atualmente muito seco, e não se evaporar  graças a uma camada de 10 metros de pó e de solo que a protege da atmosfera do Planeta Vermelho. Os cientistas sugerem que a geleira se formou nos tempos antigos, quando o eixo de Marte estava inclinado no sentido inverso e a planície Utopia ficava mais perto dos polos do Planeta.

Como notam os cientistas, este “mar secreto” representa apenas um por cento do volume total de gelo existente, mas a sua descoberta dobra de fato as reservas subterrâneas conhecidas de gelo no hemisfério norte de Marte. Além dos objetivos óbvios de colonizar o planeta vermelho, estas reservas de gelo podem ser usadas para revelar os segredos do clima de Marte no passado, concluem Holt e seus colegas.

Mais informações:

Nanotecnologia


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Menor lente do mundo mostra ligações químicas entre átomos

Redação do Site Inovação Tecnológica

Menor lente do mundo mostra ligações químicas entre átomos

Com a nova lente será possível explorar novos dispositivos de armazenamento de dados optomecânicos, nos quais a informação seja escrita e lida por luz e armazenada na forma de vibrações moleculares. [Imagem: NanoPhotonics Cambridge/Bart deNijs]

Menor lente de aumento do mundo

Durante séculos, os cientistas acreditaram que a luz, como todas as ondas, não poderia ser focada em um ponto menor do que seu comprimento de onda – pouco menos de um milionésimo de metro, ou algumas centenas de nanômetros.

Essa crença vem sendo desmistificada ao longo dos anos com o auxílio de diversas técnicas, incluindo metalentes e diversos tipos de lentes planas.

Agora, uma equipe do Reino Unido e da Espanha criou a menor lente de aumento do mundo, capaz de concentrar a luz em um ponto um bilhão de vezes menor, até a escala de átomos individuais.

Felix Benz e seus colegas usaram nanopartículas para construir a menor cavidade óptica já feita, tão pequena que apenas uma única molécula pode caber dentro dela. A cavidade – que a equipe chamou de “picocavidade” – foi esculpida em uma nanoestrutura de ouro, sendo ela a responsável por confinar a luz a menos de um bilionésimo de metro.

“Nossos modelos sugerem que átomos individuais que se projetam [da superfície da nanopartícula] podem atuar como pequenos pára-raios, mas focando a luz em vez da eletricidade,” disse o professor Javier Aizpurua, da Universidade Politécnica de Valência.

Novos campos de pesquisas e aplicações

Com um foco tão minúsculo, com dimensões similares às de um único átomo, torna-se possível observar ligações químicas individuais dentro de moléculas, abrindo novas formas de estudar a luz e a matéria.

Por exemplo, é possível fazer com que as moléculas na cavidade passem por reações químicas e observar tudo o que acontece, o que pode permitir o desenvolvimento de tipos inteiramente novos de sensores.

Em sentido mais amplo, o avanço tem o potencial para abrir um novo campo de estudo e exploração de reações químicas catalisadas por luz, permitindo que moléculas complexas sejam construídas a partir de componentes menores.

Além disso, a equipe afirma ser possível explorar novos dispositivos de armazenamento de dados optomecânicos, nos quais a informação seja escrita e lida por luz e armazenada na forma de vibrações moleculares.

Bibliografia:

Single-molecule optomechanics in “picocavities”
Felix Benz, Mikolaj K. Schmidt, Alexander Dreismann, Rohit Chikkaraddy, Yao Zhang, Angela Demetriadou, Cloudy Carnegie, Hamid Ohadi, Bart de Nijs, Ruben Esteban, Javier Aizpurua, Jeremy J. Baumberg
Science

 

 

ANJO DA GUARDA


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                                                                                                                       por Maria Helena Martins*

Projeto Terra

As pessoas costumam pensar que Anjo da Guarda é coisa de criança. Com essa desculpa, tentam desqualificar este Ser.

Só que, ao fazê-lo, se esquecem de que todos nós estamos na terra de passagem 

Todos somos  Espírito, Corpo e Alma.  Nos esquecemos disso e afundamos no consumismo.

Achamos que dinheiro compra quase tudo nesta vida. Mas, com certeza, um dia vamos morrer. Disso, ninguém escapa…  

O Projeto Terra dos Seres Celestes nos fala disso. Como também, de muitas coisas mais…

Na linguagem suméria, inclusive, Anjo da Guarda significa “aqueles que desceram dos céus...

Hélio Araújo Silva  

anua-y2 os Anunnaki e a Origem da Humanidade

Os anjos da guarda estão sempre prontos a ajudar aqueles que necessitam do seu auxílio. São seres muito especiais que espalham o amor de Deus pelo Mundo e levam as Suas mensagens aos corações de todos os que acreditam.

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Sempre que um ser humano se encontra triste ou com algum problema, o seu anjo da guarda aproxima-se e conforta-o, contudo nada faz para o ajudar, uma vez que cada indivíduo possui o livre arbítrio.

Uma das formas mais rápidas de entrar em contacto com o seu anjo da guarda é através de pedidos e orações. Estas preces serão mais facilmente ouvidas se forem feitas com o coração cheio de Fé e Amor e seguindo determinados preceitos.

Sempre que se pretender entrar em contacto com um anjo, seja para fazer um pedido, agradecer uma graça obtida ou simplesmente falar, é necessário procurar um lugar tranquilo e silencioso, afastado de interferências exteriores. É importante manter a mente afastada de preocupações e desligar-se de todo e qualquer tipo de pensamentos negativos.

Para conseguir uma ligação mais eficaz deve-se acender uma vela da cor do anjo do qual se pretende obter a graça. No altar, improvisado ou não, deve ainda encontrar-se um copo com água, um incenso e um cristal. Desta forma ficam representados os quatro elementos essenciais, o fogo, a água, o ar e a Terra.

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Arcanjo Gabriel do Comando Ashtar Sheran

Acenda a vela, mentalize o seu pedido e faça a oração ao anjo do qual pretende obter uma graça, para o amor invocar o anjo Haziel, para a saúde fazer a oração ao anjo Hahuiah e assim sucessivamente.

A utilização das velas e dos cristais é muito importante porque auxilia a comunicação com estes seres angelicais. Nestes dois símbolos estão concentradas as forças da natureza que atraem os anjos, uma vez que também eles são uma manifestação da força de Deus.

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AS TABUAS SUMÉRIAS E A HISTÓRIA BÍBLICA os Anunnaki e a Origem da Humanidade

É através da vela que o anjo vai captar a intenção que cada pessoa teve ao acendê-la, esta é a forma mais eficaz de ligação com os anjos. Cada vez que se acende uma vela a um anjo, este manifesta-se através da chama, que pode tomar diferentes formas, consoante a mensagem que ele pretende transmitir. Para saber se o seu pedido vai ou não ser atendido basta estar atento.

Quando se acende uma vela e se abre o coração ao amor cria-se uma ligação de luz com Deus e com os anjos.

Maria Helena Martins

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É o fim do Império Americano, sob a presidência deTrump?


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trump-divisao-partido-republicanoSERÁ O FIM DO “IMPÉRIO” SOB A PRESIDÊNCIA DE DONALD TRUMP?

O que fará Donald Trump na Casa Branca?

Antes de responder a essa questão, há outra que a precede.

Como, afinal, ele se impôs, atropelando a candidata do establishment (a elite) político e financeiro, Hillary Clinton, e o próprio Partido Republicano?

É o fim do Império Americano, sob a presidência de Donald Trump?

Por Leonardo Attuch  –  Fonte: http://istoe.com.br

A razão da eleição de Donald Trump é uma só: o mal-estar crescente, na sociedade americana, com a globalização, que exportou empregos industriais em menor escala para o México e, em maior volume, para a China – um descontentamento semelhante ao que provocou a vitória do “brexit” na Grã-Bretanha. Trump, portanto, espelha a decadência imperial.

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É a falta de perspectivas do trabalhador de classe média que inspirou o slogan “Make America Great Again”(Fazer a América Grande Novamente). Essa nostalgia da grandeza, ou do sonho americano, não poderia ser melhor interpretada do que por um bilionário, que se vende como autêntico “self-made man”, capaz de transformar os próprios fracassos em grandes recomeços. E que também, como comunicador profissional, soube explorar os preconceitos e os piores instintos de uma sociedade amedrontada.

Trump, portanto, poderia ser qualificado como um populista de direita. No entanto, boa parte da esquerda norte-americana torceu por sua vitória – ainda que, em muitos casos, sem assumir essa posição. O motivo é simples. Trump, aos olhos dessa esquerda, representa um risco menor para o mundo do que Hillary Clinton, que, como secretária de Estado, deixou suas digitais em ações desastrosas, como as intervenções no Iraque, no Afeganistão, na chamada “primavera árabe” e até mesmo em mudanças de regime na América Latina, como já ficou provado em Honduras.

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O presidente eleito nos Estados Unidos, no entanto, construiu uma reputação de “isolacionista”, quando, na verdade, seu discurso era bem mais pacifista do que o de Hillary. Sobre a crise síria, que já matou centenas de milhares de pessoas e exporta hordas de refugiados para a Europa, Trump afirmou que o papel dos Estados Unidos não deve ser o de armar rebeldes, nem combater o governo local ou confrontar a Rússia. O inimigo, disse ele, é o Exército Islâmico, que, com a política externa de Barack Obama e Hillary Clinton, vinha se fortalecendo.

Sobre seus supostos laços com a Rússia, ao ser questionado por Hillary na campanha, Trump deu uma reposta prática e direta. “Por que não podemos nos dar bem com eles? Temos que ser inimigos e apontar armas?” Em relação à bomba nuclear norte-coreana, ele afirmou que o problema diz respeito ao Japão, à China e à Coreia do Sul, e não aos Estados Unidos.

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Na prática, com esse tipo de discurso, os Estados Unidos desembarcam de sua posição imperial – que já não conseguiam sustentar economicamente – e chamam os demais países à responsabilidade de zelar pela paz mundial. Com isso, chega ao fim a era da hegemonia da “hiperpotência americana” e abre-se uma nova etapa, de um mundo realmente multipolar. Ou seja: um cenário muito mais justo e propício à paz mundial, onde os BRICs podem vir a jogar um papel decisivo.

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Evangelho Apócrifo de Tomé


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INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE TOMÉ

O  Evangelho de Tomé é chamado de apócrifo, pois não faz parte do cânone definido pela igreja católica de Roma porque, na opinião desta instituição, não teria sido inspirado por Deus; mas é, de fato, um apócrifo no verdadeiro sentido do termo grego de que deriva, pois é um texto oculto, secreto, reservado a iniciados nos mistérios do ocultismo, como o autor define logo no início ao dizer:

 “Estas são as Sentenças ocultas (significados secretos) que o Cristo vivo proferiu através de Jesus e quem entender o seu significado … não experimentará a morte”, porque alcançou um elevado grau de evolução.

O EVANGELHO DE TOMÉ (Apócrifo)

Fonte:  http://www.fraternidaderosacruz.org

Trata-se de uma coleção de 114 Sentenças[1] proferidas por Cristo através de Jesus, algumas com correspondência nos evangelhos canônicos (àqueles “aceitos” pela santa igreja romana…), principalmente nos sinópticos, na sua maioria de difícil, ou mesmo impossível interpretação pelos não iniciados[2] em ocultismo e na Doutrina Secreta.

Calcula-se que o Evangelho de Tomé  teria sido escrito por volta do ano 140 d.C., tendo sido citado por alguns dos primeiros padres do cristianismo, como Orígenes (185-254), até que em 787 d.C foi considerado herético pelo Segundo Concílio de Niceia então organizado pela igreja romana.

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Porém, a despeito da sua antiguidade, apenas foi parcialmente conhecido no Ocidente em 1920, quando o professor H. G. Evelyn White, da Universidade de Cambridge, publicou The Sayings of Jesus from Oxyhrynchus, uma tradução em inglês de dois papiros em grego do século III, onde constam, somente, 14 sentenças, e que foram descobertos, em mau estado, entre 1896 e 1907 no famoso sítio arqueológico de Oxyrhynchus[3].

O texto completo apenas foi conhecido do grande público em 1981, quando a Harper Row, Publishers publicou The Nag Hammadi Library, a tradução em inglês dos cinquenta e dois tratados, escritos em língua copta,  encontrados próximo de Nag Hammadi [4].

O Evangelho de Tomé é um texto gnóstico que reflete ensinamentos de uma escola de mistérios maiores, cuja espiritualidade parece superior à de João [5], porque, enquanto este define, no prólogo, o âmbito cósmico e a intemporalidade do trabalho do Cristo, através de Jesus, e realça a sua analogia com o Verbo, o autor do Evangelho de Tomé vai muito mais alto e encoraja os crentes a procurar conhecer Deus através das capacidades que lhes foram divinamente concedidas; aliás. o Evangelho de João é muito mais acessível a um não iniciado do que o Evangelho de Tomé.

SOBRE O AUTOR 

Quer o manuscrito grego de Oxyrhynchus, quer o tratado copta de Nag Hammadi[6] comecem com a frase “Estas são as Sentenças secretas que foram ditas por Cristo através de Jesus”; o primeiro prossegue dizendo “que Judas, que é  também Tomé, escreveu”, e o segundo diz “que Dídimo Judas Tomé escreveu”.

Tendo em mente que Tomé é um termo aramaico que significa gêmeo, duplo, tendo sido  transliterado para grego como Thomas, e dídimo é uma palavra grega que tem precisamente o mesmo significado, é evidente que quem escreveu as sentenças originais foi Judas e não Tomé, pelo que este texto deveria chamar-se Evangelho de Judas e não Evangelho de Tomé como consta de todas as traduções em línguas modernas que existem e que parece estar universalmente aceito.

Como era prática corrente naquele tempo, nenhum dos documentos trazia o nome de quem, cerca do ano de 140 d.C., reproduziu as sentenças originais. A questão que se levanta é qual dos dois apóstolos chamados Judas as registrou: é provável que tenha sido Judas Tadeu porque tinha um irmão, o apóstolo Tiago[7], do qual, segundo  uma velha tradição, seria gêmeo, o que explicaria os apostos Tomé e Didimo que os distinguiam do outro Judas, o Iscariotes.

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A versão apresentada é uma compilação de diversas traduções, as quais, porém, apresentam algumas diferenças; aliás, as  14 sentenças de Oxyrhynchus também diferem das suas correspondentes de Nag Hammadi. As diferenças que pareceram mais significativas vão assinalas no local próprio. 


O EVANGELHO DE TOMÉ

Estas são as Sentenças secretas que Cristo através de Jesus proferiu e Dídimo Judas Tomé escreveu.

1.  E Cristo disse: “Quem encontrar a interpretação destas Sentenças não experimentará a morte.”

2.  Cristo em  Jesus disse: “Que aquele que busca não cesse de buscar até encontrar. Quando encontrar, perturbar-se-á. Quando se perturbar ficará maravilhado e reinará sobre o Todo.”

3. Cristo em Jesus disse: “Se aqueles que vos guiam vos disserem, ‘Vede, o Reino está no céu’, então os pássaros do céu preceder-vos-ão. Se vos disserem ‘está no mar’, então os peixes preceder-vos-ão. Mas o Reino está dentro de vós e (também) fora de vós. Quando vos conhecerdes a vós mesmos, então sereis conhecidos e compreendereis que sois vós os filhos do Pai vivo. Mas se não vos conhecerdes, então vivereis na pobreza e sereis a pobreza.”

4. Cristo disse: “O idoso não hesitará em perguntar a uma criança de sete dias acerca do lugar da vida, e ele viverá. Pois muitos dos primeiros serão últimos e tornar-se-ão um e o mesmo.”

5.  Cristo disse: “Conhecei o que está perante a vossa face, e o que vos está oculto ser-vos-á revelado, porque nada há oculto que não seja revelado.”

6.  Os seus discípulos interrogaram-no dizendo, ‘Queres que jejuemos? Como oraremos? Devemos dar esmolas? Que dieta devemos observar?”

Cristo disse: “Não mintais e não façais aquilo que detestais, pois todas as coisas são reveladas perante o céu. Aliás, nada há oculto que não seja revelado, e nada há encoberto que permaneça escondido.”

7. Cristo em Jesus disse: “Afortunado é o leão que o homem comer e o leão se torna homem; e desgraçado é o homem que o leão comer, e o homem se torna leão” .

8. E Ele disse: “O ser humano é como um pescador sensato que lançou a sua rede ao mar e a retirou cheia de pequenos peixes. Entre eles, o pescador sensato descobriu um grande e excelente peixe. Atirou todos os pequenos peixes ao mar e escolheu, facilmente, o peixe grande. Quem tiver ouvidos para ouvir que ouça!.”

9. Cristo em Jesus disse: “Eis que o semeador saiu, levou uma mão cheia de sementes, e espalhou-as. Algumas caíram na estrada; os pássaros vieram e apanharam-nas. Outras caíram nas rochas, não criaram raízes no solo e não produziram espigas. Outras caíram em espinheiros que sufocaram as sementes e os vermes comeram-nas. E outras caíram em solo fértil e isso produziu uma boa colheita; produziram sessenta por medida e cento e vinte por medida.” 

10. Cristo disse: “Lancei fogo ao mundo e eis que estou a guardá-lo até que arda.”

11. Cristo disse: “Este céu passará, e aquele que está acima dele passará. Os mortos não estão vivos e os vivos não morrerão. Nos dias em que comestes o que estava morto, vós o tornastes vivo. Quando estiverdes na luz, que fareis? No dia em que fostes um, tornaste-vos dois. Mas quando vos tornardes dois, que fareis?”

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12. Os discípulos disseram a Jesus: “Sabemos que vais nos deixar. Quem será o nosso guia?”

Cristo disse-lhes: “Onde quer que estiverdes, devereis dirigir-vos a Tiago, o Justo, por quem o céu e a terra foram feitos.”

13. Cristo em Jesus disse a seus discípulos: “Comparai-me com alguém e dizei-me com quem me pareço.”

     Simão Pedro disse-lhe: “Tu és como um anjo justo.” Mateus disse-lhe: “Tu és como um sábio filósofo.” Tomé disse-lhe: “Mestre, a minha boca é inteiramente incapaz de dizer com quem  te pareces.” 

       Cristo  disse a Tomé: “Não sou teu Mestre. Porque bebeste, ficaste intoxicado da fonte borbulhante que eu tenho distribuído por medida.” E levou-o e retiraram-se e Jesus Cristo disse-lhe três coisas. Quando Tomé regressou para junto dos seus companheiros, estes perguntaram-lhe: “O que te disse Jesus o Cristo?”

        Tomé respondeu: “Se eu vos dissesse uma só das Sentenças que ele me disse, agarraríeis pedras e apedrejar-me-íeis,  e um fogo brotaria das pedras e queimar-vos-ia.”

14. Cristo em Jesus disse-lhes: “Se jejuardes, originareis pecado em vós, e se orardes, sereis condenados, e se derdes esmolas fareis mal aos vossos espíritos. Quando entrardes num país qualquer e caminhardes pelos campos, se vos receberem  comei o que vos puserem à frente e curai os enfermos de entre eles. Pois o que entrar em vossa boca não vos maculará, mas o que sair da vossa boca, isso vos maculará.”

15. Cristo disse: “Quando virdes aquele que não nasceu de mulher, prostrai-vos com a face no chão e adorai-o. Esse é o vosso Pai.”

16. Cristo disse: “Talvez os homens pensem que vim trazer paz ao mundo. Não sabem que é dissensão o que vim espalhar pela terra: fogo, espada, guerra. Com efeito, havendo cinco numa casa, três estarão contra dois e dois contra três: o pai contra o filho e o filho contra o pai. E eles permanecerão sós.”

17. Cristo em Jesus disse: “Dar-vos-ei  o que nenhum olho viu e o que nenhum ouvido ouviu e o que  nenhuma mão tocou e o que nunca ocorreu à mente humana.”

Outra versão: “Jesus Cristo disse: ?Dar-vos-ei o que o olho não viu, e o que o ouvido não ouviu, e o que a mão não tocou, e o que não veio ao coração do homem”.

18. Os discípulos disseram a Jesus, o Cristo: “Diz-nos como será o nosso fim.” Cristo disse: “Haveis descoberto, então, o princípio para que estejais a procurar o fim? Pois onde está o princípio está o fim. Feliz daquele que tomar o seu lugar no princípio: ele conhecerá o fim e não experimentará a morte.”

19. Cristo em Jesus disse: “Feliz o que era antes de ter sido. Se vos tornardes meus discípulos e ouvirdes as minhas Sentenças, estas pedras prestar-vos-ão auxílio. É que no Paraíso há cinco árvores para vós que permanecem inalteradas no Verão ou no Inverno, e cujas folhas não caem. Aquele que vier a conhece-las não experimentará a morte.”

20. Os discípulos disseram a Cristo: “Diz-nos com que se parece o Reino do Céu.”

Ele disse-lhes: “É como uma semente de mostarda, a mais pequenas de todas as sementes, mas que, quando cai em terra preparada, produz uma grande planta e torna-se um refúgio para as aves do céu.”

21. Maria perguntou a Cristo: “Com quem se parecem os teus discípulos?”

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Ele disse: “Parecem-se com crianças que se instalaram num campo que não lhes pertence. Quando vierem os donos do campo, dirão: ‘Devolvei-nos o nosso campo.’ Elas se despirão diante deles para que tenham o seu campo de volta e devolver-lho-ão. Por isso vos digo: se o dono de uma casa souber que virá um ladrão, iniciará a sua vigia  antes que ele chegue e não deixará que arrombe a casa e roube os seus bens. Vós, portanto, estejais de guarda contra o mundo. Armai-vos com todo o poder para que os ladrões não consigam encontrar um caminho que os conduza a vós, pois a dificuldade que temeis certamente acontecerá. Que haja entre vós alguém que compreenda. Quando a colheita estiver madura, virei rapidamente com uma foice em mãos para a colher. Quem tiver ouvidos para ouvir que ouça!.”

22. Jesus Cristo viu algumas criancinhas sendo amamentadas. Disse aos seus discípulos: “Estas criancinhas que mamam são como aqueles que entram no Reino.”

Disseram-lhe: “Então entraremos no Reino como crianças?”

Cristo em Jesus disse-lhes: “Quando fizerdes do dois um, e quando fizerdes o interior como o exterior, e o que está em cima como o que está em baixo, e quando fizerdes o macho e a fêmea um só e o mesmo, para que o macho não seja mais macho nem a fêmea seja mais fêmea, e quando formardes olhos em lugar de um olho, uma mão em lugar de uma mão, um pé em lugar  de um pé e uma imagem em lugar de uma imagem, então, entrareis no Reino.

23. Cristo disse: “Escolher-vos-ei, um entre mil e dois entre dez mil, e eles ficarão como um só.”

24. Os seus discípulos disseram: “Mostra-nos o lugar onde estás, pois precisamos de o  procurar.”

Disse-lhes: “Aquele que tem ouvidos que ouça! Há luz no interior de um homem de luz e ele ilumina todo o mundo. Se não brilha, ele é escuridão.”

25. Cristo em Jesus disse: “Ama o teu irmão como a tua própria alma, protege-o como à pupila dos teus olhos.”

26. Cristo disse: “Vês o cisco no olho do teu irmão, mas não vês a trave no teu próprio olho. Quando tirares a trave do teu olho, então verás o suficiente para tirares o cisco do olho do teu irmão.”

27. Cristo disse: “Se não jejuardes em relação ao mundo, não encontrareis o Reino de Deus. Se não observardes o sabbath como sabbath  não vereis o Pai.”

28. Cristo em Jesus disse: “Tomei o meu lugar no meio do mundo e em carne lhes apareci.  Encontrei todos embriagados e não encontrei nenhum deles sedento. A minha alma ficou aflita com os filhos do homem, porque são cegos nos seus corações e não vêem, porque vieram ao mundo vazios e também vazios procuram deixar o mundo. Mas neste momento estão embriagados. Quando o vinho lhes passar, então arrepender-se-ão.”

Outra versão, mais curta: “Cristo diz: ‘Estive no meio do mundo e em carne fui visto por eles, e encontrei todos embriagados e não encontrei nenhum deles sedento. E a minha alma ficou aflita com as almas dos homens, porque são cegos nos seus corações e não vêem …”

29. Cristo disse: ” Se a carne tivesse surgido por causa do espírito, seria uma maravilha, mas se o espírito tivesse surgido por causa do corpo, isso seria a maravilha das maravilhas. Estou admirado com o fato dessa grande riqueza ter vindo morar nesta pobreza.”

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30. Cristo em Jesus disse: “Onde há três deuses, eles são deuses. Onde há dois ou um, estou com ele.”

Outra versão, mais longa: “Cristo disse: ‘Onde há dois não estão sem Deus, e quando há um só, eu digo, eu estou com ele deuses, eles são deuses. Onde há dois ou um, estou com ele. Levantai a pedra e aí me encontrareis; racha a lenha e aí estou”. Esta última frase consta do logion 77.

31. Cristo disse: “Nenhum  profeta é aceito na sua terra; nenhum médico cura quem o conhece.”

32 Cristo em Jesus disse: “Uma cidade construída e fortificada sobre uma alta montanha não pode cair nem ficar escondida.”

33. Cristo em Jesus disse: “Pregai dos vossos telhados aquilo que ouvirdes no vosso ouvido e no outro ouvido. Pois ninguém acende uma lâmpada e a põe debaixo de um cesto, nem num lugar escondido, antes a põe num candelabro para que aqueles que entram e saem vejam a sua luz.”

Nos papiros de Oxyrhynchus aparece a seguinte frase solta:  “Jesus disse: ‘Ouviste com um ouvido mas o outro fechaste-o”.

34. Cristo em Jesus disse: “Se um cego guia outro cego, ambos cairão numa vala.”

35. Cristo disse: “Não é possível para ninguém entrar na casa de um homem forte e toma-la pela força a não ser que lhe amarre as mãos. Então será capaz de pilhar a sua casa.”

36. Cristo em Jesus disse: “Não vos incomodeis, de manhã à noite e de noite à manhã, com o que ireis vestir.

Outra versão: Jesus disse: “Não vos preocupeis do amanhecer ao anoitecer e do anoitecer ao amanhecer com a comida que ireis comer, ou com a roupa que ireis vestir. Sois muito melhor do que os lírios que nem cardam nem fiam. E pela vossa parte o que vestireis quando não tiverdes roupas? Quem aumentaria o vosso tamanho? É Ele quem vos dará a vossa roupa.

37. Os seus discípulos disseram: “Quando te revelarás a nós e quando te veremos?”

Cristo em Jesus disse: “Quando vos despirdes sem vos envergonhardes e tomardes as vossas vestes e as colocardes sob os vossos pés, como crianças, e as pisardes, então  vereis o Filho do (Deus) Vivo e não tereis medo.”

38. Cristo disse: “Muitas vezes haveis desejado ouvir estas Sentenças que vos digo, e não tendes mais ninguém de quem as ouvir. Dias virão  em que me procurareis e não me encontrareis.”

39. Cristo disse: “Os fariseus e os escribas tomaram as chaves do Conhecimento e esconderam-nas. Não entraram nem deixaram entrar aqueles que queriam entrar. Vós, porém, sede astutos como serpentes e inocentes como pombas.”

40. Cristo disse: “Uma videira foi plantada fora do Pai, mas não sendo forte será arrancada pela raiz e destruída.”

41. Cristo em Jesus disse: “Quem tiver algo na sua mão receberá mais, e quem nada tiver perderá até o pouco que tiver.”

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42. Cristo em Jesus disse: “Sede transeuntes(na Terra).”43. Os seus discípulos disseram-lhe: “Quem és tu que deves dizer-nos estas coisas a nós?”

“Não percebeis quem sou pelo que vos digo, mas tornastes-vos como judeus, que amam a árvore mas odeiam os frutos, ou amam os frutos mas odeiam as árvores.”

44. Cristo disse: “Quem blasfemar contra o Pai será perdoado e quem blasfemar contra o Filho será perdoado, mas quem blasfemar contra o Espírito (a Mãe, o feminino sagrado) Santo não será perdoado nem na terra nem no céu.”

45. Cristo em Jesus disse: “As uvas não são colhidas dos olivais, nem os figos dos cardos, pois eles não dão frutos.

O homem bom produz o bem a partir do que armazenou; um homem mau produz o mal a partir do armazém do mal que está no seu coração, e diz coisas más. Pois do que abunda no coração, trás para fora coisas más.”

46. Cristo disse: “Desde Adão a João, o Baptista, de entre os que nasceram de mulher ninguém é tão superior a  João, o Baptista, que os seus olhos não tenham de se abaixar perante ele. Mas eu disse que quem de vós que se torne uma criança, conhecerá pessoalmente o Reino e tornar-se-á  superior a João.”

47. Cristo disse: “É impossível para um homem montar dois cavalos ou retesar dois arcos. E é impossível para um servo servir a dois senhores, pois de outra forma honrará um e desdenhará o outro. Ninguém bebe vinho velho e logo em seguida deseja beber vinho novo. O vinho novo não se deita em odres velhos para que não rebentem, nem o vinho velho se deita em odres novos para não estragar. Um pano velho não se cose em roupas novas porque pode rasgar-se.”

48. Cristo disse: “Se dois fizerem as pazes um com o outro nesta mesma casa, dirão à montanha: ‘Vai-te embora!’ e ela irá.”

49. Cristo disse: “Felizes os solitários e eleitos, pois encontrareis o Reino. Porque vós sois dele e a ele voltareis.”

50. Cristo disse: “Se vos disserem: ‘De onde viestes?’ dizei-lhes: ‘Viemos da luz, o lugar onde a luz nasceu de moto próprio e se estabeleceu e se manifestou através da sua imagem. Se vos disserem: ‘Isso sois vós?’ dizei: ‘Nós somos seus filhos e somos os eleitos do Pai Vivo’. Se vos perguntarem: ‘Qual é o sinal do vosso Pai em vós?’, dizei-lhes: ‘Movimento e repouso’”

51. Os seus discípulos disseram-lhe: “Quando virá o descanso para os mortos e quando virá o novo mundo?”

Ele disse-lhes: “O que esperais já chegou, mas não o reconhecestes.”

52. Os seus discípulos disseram-lhe: “Vinte e quatro profetas falaram em Israel e todos falaram em ti.”

Ele disse-lhes: “Omitistes o único (Jesus Cristo) que vive na vossa presença e apenas falastes dos mortos.”

53. Os seus discípulos disseram-lhe: “A circuncisão é benéfica ou não?”

Ele disse-lhes: “Se fosse benéfica os pais gerariam filhos já circuncidados de sua mãe. Mas a verdadeira circuncisão em espírito tornou-se absolutamente proveitosa.”

54. Cristo disse: “Felizes os pobres, pois vosso é o Reino do Céu.”

55. Cristo disse: “Aquele que não odiar pai e mãe não poderá tornar-se meu discípulo, e aquele que não odiar irmãos e irmãs e carregar a sua cruz, como eu, não será digno de mim.”

56. Cristo disse: “Quem conseguiu compreender o mundo descobriu um cadáver, e quem descobriu um cadáver é superior ao  mundo.”

57. Cristo disse: “O Reino do Pai é semelhante a um homem que tem boas sementes. O seu inimigo veio durante a noite e espalhou joio por entre as boas sementes. O homem não deixou que os trabalhadores tirassem o joio, dizendo: ‘Receio que ao tirar o joio tireis o trigo com ele. No dia da colheita as ervas daninhas estarão bem à vista e então  serão arrancadas e queimadas.”(ABRIL 2018)

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58. Cristo disse: “Bem-aventurado o homem que sofreu  e encontrou vida.”

59. Cristo disse: “Prestai atenção ao Vivo enquanto estiverdes vivos, para que não morreis e procureis vê-lo e serdes incapazes de tal.”

60. Viram um Samaritano carregando um cordeiro a caminho da Judeia. Disse aos seus discípulos: “Por que está o homem carregando o cordeiro?”

Disseram-lhe: “Para que o possa matar e comer.”

Disse-lhes: ” Enquanto estiver vivo não o comerá,  mas somente depois de o matar e se tornar cadáver.”

Eles disseram, “Não o poderia fazer de outra maneira.”

Disse-lhes: “Assim, também, convosco, procurai para vós um lugar de Repouso para que não vos torneis cadáver e sejais comidos.”

61. Cristo disse: “Dois repousarão sobre um leito: um morrerá, o outro viverá.”

Salomé disse: “Quem és Tu, homem, que, como se da parte de Alguém, subiste para o meu leito e comeste da minha mesa?”

Cristo disse-lhe: “Eu sou Aquele que existe a partir do Indiviso. Recebi algumas coisas do Meu pai.”

Salomé disse :”Eu sou tua discípula.”

Cristo disse-lhe: “Por isso digo que, se ele é indiviso será cheio com luz, mas se é dividido será cheio com escuridão.”

62. Cristo disse: “É para aqueles que são dignos dos Meus mistérios que eu digo os Meus mistérios. Que a tua mão esquerda não saiba o que faz a direita.”

63. Cristo disse: “Havia um homem rico que tinha muito dinheiro. Disse: ‘Investirei o meu dinheiro para que possa semear, colher, plantar e encher o meu celeiro com o fruto da colheita, para que nada me faltar’. Tais eram as suas intenções, mas naquela mesma noite morreu. Aquele que tiver ouvidos que ouça!”

64. Cristo disse: “Um homem tinha recebido visitas. Quando a ceia estava pronta, mandou o seu servo chamar os convidados. Ele foi ter com o primeiro e disse-lhe: ‘O meu senhor convida-te para jantar’. O outro respondeu: ‘Alguns comerciantes devem-me dinheiro e vêm ter comigo à noite. Tenho de ir e dar-lhes instruções. Apresento as minhas desculpas por não poder ir à ceia.” O servo foi ter com  outro e disse-lhe: ‘O meu senhor está te convidando’. Este disse-lhe: ‘Acabei de comprar uma casa e preciso de um dia. Não terei tempo’. O servo foi ter com outro e disse-lhe: ‘O meu senhor convida-te’. Este disse ao servo: ‘O meu amigo vai-se casar e eu vou preparar o banquete. Não poderei ir à ceia; desculpa-me, por favor’. O servo foi ter com um outro e disse-lhe: ‘O meu senhor convida-te’. Este disse-lhe: ‘Comprei uma fazenda e vou buscar a renda. Não poderei ir, por favor, desculpa-me’. O servo foi ter com o seu senhor e disse-lhe: ‘Os que convidaste para a ceia mandam pedir desculpas’. O senhor disse ao servo: ‘Vai lá fora, para as ruas, e traz os que encontrares para cear’. (Ocupados) Homens de negócios e mercadores não entrarão nos Lugares do meu Pai.”

65. Ele disse: “Havia um homem bom que tinha uma vinha. Alugou-a a alguns camponeses para que cuidassem dela e ele pudesse ficar com a produção. Enviou o seu servo para que os arrendatários lhe entregassem a colheita. Agarraram o servo e espancaram-no, deixando-o à beira da morte. O servo voltou e contou ao seu senhor o ocorrido. O senhor disse: ‘Talvez não o tenham reconhecido’. Mandou outro servo. Os camponeses também o espancaram. Então o senhor enviou o seu filho e disse: ‘Talvez eles mostrem respeito pelo meu filho’. Como os camponeses sabiam que aquele era o herdeiro da vinha, mataram-no. Quem tenha ouvidos que ouça”.

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66. Cristo disse: “Mostrai-me a pedra que os construtores rejeitaram. Essa é a pedra angular.”

67. Ele disse: “Aquele que crê que o próprio Todo é defeituoso é mesmo completamente defeituoso.” 

68. Cristo disse: “Bem-aventurados sois vós quando fordes odiados e perseguidos. Onde quer que tenhais sido perseguidos, eles não encontrarão nenhum Lugar.”

69. Cristo disse: “Bem-aventurados os que foram perseguidos dentro de si mesmos. São eles os que verdadeiramente vieram a conhecer o Pai. Bem-aventurado o faminto, pois o seu estômago desejoso será cheio.”

70. Cristo disse: “Se produzirdes o que está dentro de vós, o que produzirdes salvar-vos-á. Se não produzirdes o que está dentro de vós, o que não produzirdes destruir-vos-á”.

71. Cristo disse: “Destruirei esta casa e ninguém será capaz de a reconstruir.”

72. Um homem disse-lhe: “Diz aos meus irmãos para dividirem os bens do meu pai comigo.”
Disse-lhe: “Ó homem, quem me fez alguém que divide?” Voltou-se para os seus discípulos e disse-lhes: “Não sou alguém que divide, ou sou?”

73. Cristo disse: “A colheita é grande mas os operários são poucos. Suplicai, por isso, ao Senhor que envie operários para a colheitas.”

74. Ele disse: “Senhor, há muitas pessoas em volta do bebedouro, mas não há nada na cisterna.”

75. Cristo disse: “Há muitos que estão à porta, mas são os solitários que entrarão nos aposentos nupciais.”

76. Cristo disse: O Reino do Pai é semelhante a um comerciante que tinha mercadorias em  consignação e encontrou uma pérola. Esse comerciante era sensato; vendeu as mercadorias e comprou só a pérola para si. Vós, também, procurai esse infalível e duradouro tesouro, onde nenhuma traça vem para comer, nem nenhum verme destrói.”

77. Cristo disse: “Sou eu que sou a luz que está acima de todos eles. Sou eu que sou o Todo.  De mim saiu o Todo e até mim chegou o Todo. Rachai um pedaço de madeira, e eu estou lá. Levantai a pedra e aí me encontrareis.”

78. Cristo disse: “Por que saístes para o deserto? Para ver um caniço agitado pelo vento? E para ver um homem vestido com roupas finas, como os vossos reis e os vossos grandes homens? Cobrem-nos roupas finas, mas são incapazes de perceber a verdade.”

79. Uma mulher na multidão disse-lhe: “Bem-aventurados o ventre que te gerou e o peito que te nutriu.”

      Ele disse-lhe: “Bem-aventurados os que ouviram a palavra do Pai e verdadeiramente a guardaram. Pois virão dias em que direis: “Bem-aventurados o ventre que não concebeu e o peito que não deu leite.”

80. Cristo disse: “Aquele que reconheceu o mundo encontrou o corpo, mas aquele que encontrou o corpo é superior ao mundo.”

81. Cristo disse: “Que quem enriqueceu seja rei, e quem possui poder que renuncie a isso.”

82. Cristo disse: “Aquele que está perto de mim está perto do fogo, e aquele que está longe de mim está longe do Reino.”

83. Cristo em Jesus disse: “As imagens manifestam-se aos homens, mas a luz que está nelas permanece oculta na imagem da luz do Pai. Ele manifestar-se-á, mas sua imagem continuará oculta pela sua luz.”

84. Cristo disse: “Quando vedes a vossa aparên cia exterior, sois felizes. Mas quando virdes as vossas imagens que surgiram perante vós e que nem morrem nem se tornam visíveis, quanto tereis de suportar!”

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85. Cristo disse: “Adão veio de um grande poder e de uma grande riqueza, mas não se tornou digno de vós. Pois se tivesse sido digno não teria experimentado a morte.”

86. Cristo disse: “As raposas têm as suas tocas e as aves têm seus ninhos, mas o Filho do Homem não tem lugar para pousar a sua cabeça e descansar.”

87. Cristo em Jesus disse: “Desgraçado é o corpo que depende de um corpo e desgraçada é a alma que despende destes dois.”

88. Cristo disse: “Os anjos e os profetas virão a vós e dar-vos-ão as coisas que já tendes. E vós, também dai-lhes as coisas que tendes e dizei a vós mesmos, ‘Quando virão e tomam o que é deles?’”

89. Cristo disse: “Por que lavais o exterior do copo? Não compreendeis que aquele que fez o interior é o mesmo que fez o exterior?”

90. Cristo em Jesus disse: “Vinde a mim, pois o meu jugo é fácil  e o meu domínio suave, e encontrareis repouso para vós.”

91. Disseram-lhe: “Diz-nos quem tu és para que possamos crer em ti.”

     Ele disse-lhes: “Decifrastes a face do céu e da terra, mas não reconhecestes aquele que está na vossa presença, e não sabeis como decifrar este momento.”

92. Cristo em Jesus disse: “Procurai e encontrareis. Porém, o que me perguntastes no passado e vos não disse, agora desejo dizer-vos, mas vós não o procurais.”

93. “Não deis aos cães o que é sagrado, para que eles não o lancem para o monte de estrume. Não atireis pérolas aos porcos, para que não as desfaçam em pedaços.”

94. Jesus disse: “Quem procura encontrará, e quem bate à porte entrará.”

95. Cristo disse: “Se tendes dinheiro, não o empresteis a juros, mas dai-o a alguém de quem não o queirais de volta.”

96. Cristo em Jesus disse: “O Reino do Pai é como  uma certa mulher. Pegou num pouco de fermento, escondeu-o num pouco de massa, e fê-la em grandes pães. Quem tem ouvidos que ouça!”

97. Cristo em Jesus disse: “O Reino do Pai é como uma certa mulher que levava um cântaro cheio de farinha. Enquanto seguia por uma estrada distante de casa, a asa do cântaro partiu-se e a farinha foi caindo pelo caminho atrás de si. Não deu conta, pois não se tinha apercebido do acidente. Quando chegou em casa, pôs o cântaro no chão e viu que estava vazio.”

98. Cristo disse: “O Reino do Pai é como um homem que queria matar alguém poderoso. Em sua “casa”, desembainhou a espada e trespassou a parede para ver se tinha forças para tal. Então matou o homem poderoso.”

99. Os discípulos disseram-lhe: “Os teus irmãos e a tua mãe estão lá  fora.”

      Ele disse-lhes: “Estes que estão aqui e fazem a vontade do meu Pai, são os meus irmãos e a minha mãe. São eles que entrarão no Reino do meu Pai.”

100. Mostraram uma moeda de ouro a Jesus o Cristo e disseram-lhe: “Os homens de César exigem-nos  tributos.”

Ele disse-lhes: “Dai a César o que pertence a César, dai a Deus o que pertence a Deus e dai-me o que é meu.”

101. Cristo em Jesus disse: “Quem não odeia o seu pai e a sua mãe, como eu, não pode ser meu discípulo. E quem  não ama o seu pai e a sua mãe, como eu, não pode ser meu discípulo. Porque a minha mãe deu-me falsidade, mas a minha verdadeira mãe deu-me a vida.”

102. Cristo em Jesus disse: “Ai dos fariseus, porque são como um cão a dormir numa manjedoura,  pois nem come nem deixa o gado comer.”

103. Cristo em Jesus disse: “Feliz aquele que sabe por onde os salteadores irão entrar, pois pode organizar-se, passar em revista as suas terras e armar-se antes deles atacarem.”

104. Disseram a Jesus, o Cristo: “Vem, oremos hoje e jejuemos.”

Cristo em Jesus disse: “Que pecado cometi eu, ou em que fui eu vencido? Mas  quando o noivo deixar os aposentos nupciais,  então que jejuem e orem.”

105. Cristo em Jesus disse: “Quem conhece o pai e a mãe será chamado o filho da prostituta.”

106. Cristo disse: “Quando vós fizerdes os dois  um, tornar-vos-eis filhos do homem, e quando disserdes ‘montanha, sai daqui!’, ela sairá.”

107. Cristo disse: “O Reino é como um pastor que tinha cem ovelhas. Uma delas, a maior,  extraviou-se. Deixou as noventa e nove ovelhas e foi à sua procura até a encontrar. Depois de ter tido todo este trabalho, disse à ovelha: ‘Eu interesso-me mais por ti do que pelas noventa e nove’.”

108. Cristo em Jesus disse: “Quem beber da minha boca tornar-se-á como eu. Eu mesmo tornar-me-ei ele, e as coisas que estão ocultas ser-lhe-ão reveladas.”

109. Cristo em Jesus disse: “O Reino  é como um homem que tinha um tesouro escondido no seu campo sem o saber. Quando morreu, deixou o campo ao seu filho. O filho também não sabia do tesouro. Herdou o campo e vendeu-o. Aquele que o comprou foi cavar e encontrou o tesouro. Começou a emprestar dinheiro a juros a quem ele queria.”

110. Cristo disse: “Quem encontra o mundo e se torna rico, que renuncie ao mundo.”

111. Cristo disse: “Os céus e a terra serão fechados na vossa presença. E aquele que vive do Vivo  não verá a morte.” Não disse Jesus Cristo: ‘Aquele que encontra a si mesmo, é superior ao mundo?”

112. Cristo em Jesus disse: “Ai da carne que depende da alma. Ai da alma que depende da carne.”

113. Os seus discípulos disseram-lhe, “Quando virá o Reino?”

Cristo em Jesus disse, “Não virá por ser esperado. Não será uma questão de se dizer: ‘Aqui está’ ou ‘Ali está’. Pelo contrário, o Reino do Pai está disperso pela terra e os homens não o vêem.”

114. Simão Pedro disse-lhes, “Que Maria (Madalena) nos deixe, pois as mulheres não merecem a Vida.”

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        Cristo em Jesus disse, “Eu mesmo a irei dirigir, a fim de a fazer um homem, para que também se torne  um espírito vivo semelhante a vós, homens. Pois todas as mulheres que a si mesmas se fizerem “homens”, entrarão no Reino do Céu” [8]. 

NOTAS:

[1] Do grego Λόγια, substantivo neutro, plural de Λόγιον, palavra, sentença, dito, máxima. Segundo Heródoto e Aristóteles, Logia eram respostas da divindade e um diminutivo de Logos, pelo que o conjunto de Logia seria a Palavra do Senhor.  Foi traduzido Λόγια  como sentenças, no sentido de  mensagens,  exortações.

[2] Estas Sentenças poderão estar na origem do chamado Evangelho Q, inicial do alemão quelle, fonte.  Não se trata de um manuscrito, mas de uma análise filológica e etiológica  dos evangelhos sinóticos, que leva à suposição de que,  para redigirem as suas Boas-Novas, Mateus e Lucas serviram-se, para além de Marcos,   de uma outra fonte, a Q, que integraria 225 versículos que se encontram em Mateus e Lucas, mas não em Marcos, já que destes 225 versículos 54 têm correspondência mais ou menos evidente no Evangelho de Tomé.

[3] Designação romana da antiga cidade egípcia de Permedjed, situada a cerca de 180 km a SSO do Cairo. O topônimo deriva do culto que os egípcios prestavam ao deus Sit que tinha encarnado num mormyrus, um peixe voraz, parecido com o lúcio, de cabeça afilada, dentes aguçados.

[4] Nag Hammadi – Cidade  situada a cerca de 450 quilômetros a sul do Cairo, em cujos arredores dois camponeses encontraram, em Dezembro de 1945, uma jarra de barro vermelho contendo vários códices. Depois de várias peripécias e da perda de um número indeterminado de códices ou papiros, o que se salvou foi mantido num inexplicável segredo até que, em 1972, foi publicada The Facsimile Edition of the Nag Hammadi Codices sob os auspícios do Departamento de Antiguidades do Egipto e da UNESCO, e em 1981 a primeira tradução em línguas modernas, The Nag Hammadi Library in English, da Harper & Row, São Francisco.

Do achado de 1945 sobreviveram 12 códices em papiro, encadernados em pele, mais 8 folhas retiradas de um décimo terceiro, contendo o conjunto cinquenta e dois tratados, dos quais quarenta eram totalmente desconhecidos. Estes tratados são traduções, em dois dialectos coptas, de originais gregos, feitas ao longo do século IV provavelmente por monges do mosteiro de Chenobosqueia, situado a cerca de cinco quilômetros do local onde a jarra foi encontrada. Salvo raras exceções, são  textos gnósticos sobre o Cristianismo primitivo, onde não é estranha a influência de religiões de mistérios orientais.

O motivo por que os códices foram escondidos estará relacionado com a criação da igreja de Roma pelo imperador Constantino em 313 e a elevação do catolicismo romano como a religião oficial do Império Romano em 380, com a severa repressão de todas as “heresias”, e a aproximação da 10ª Legião Romana daquele mosteiro.

[5] O Evangelho de João é o único canônico relacionado com uma escola de mistérios maiores, segundo nos diz Max Heindel; os outros três evangelhos refletem ensinamentos de escolas de mistérios menores.

[6] A versão em grego pode ser consultada em http://www.gospels.net/thomas/ e a copta em Evangile selon Thomas, apresentação, tradução e comentários de Émile Gillabert, Pierra Bourgeois e Yves Haas, Montélimar, Collection Métanoïa, 1979.

[7] Lc 6, 16

[8] Esta Sentença teria sido acrescentado em data posterior à da redação do evangelho. (Post publicado em Agosto 2015)

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VEDAS


HÉLIO’S BLOG

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VEDAS

A base do conhecimento hindu é a Shruti.

Shruti é uma palavra sânscrita que vem da raiz shru, que significa escutar.

Shruti é aquilo que é escutado, é a tradição oral.

A literatura Shruti é constituída pelos Vedas.

“Os textos védicos são divididos em duas partes:. A srutis eo smrtis O srutis são os quatro Vedas: Rig, Sama, Atharva e Yajur, e os Upanishads, eo smrtis são os Puranas como o Mahabharata, que inclui Bhagavad-gita . a conclusão de tudo isso é que se deve saber Sri Krishna como a Suprema Personalidade de Deus. “

Krsna Livro, Capítulo 87

“No Bhagavad-gita você vai achar que vedyah vedais ca sarvair aham eva Sarvam Vedam:”.. Todos os Vedas “” Todos os Vedas “significa originalmente havia um Veda, Rg Veda, ou, alguém diz, Atarvaveda Então, mais tarde. nele foi dividido em quatro:. Rg, Sama, Yajur, Atharva então, a partir do preceito védico, em seguida, ele foi resumida, o que é chamado de Vedanta, resumidos na sutras Janmady asya yatah, athato brahma-jijnasa no sutra existem.. .. tantos significados em seguida, os Upanishads, 108 Upanishads, eles também são védica em seguida, eles foram explicados mais para homens comuns -…. os Puranas eles são também Vedas em seguida, ele foi ainda explicado por Mahabharata assim que também é Veda Ramayana, que também é Veda. Assim, qualquer escritura, nenhuma literatura, literatura transcendental, cujo objectivo é compreender Deus, isto é Veda “.

Palestra Srila Prabhupada sobre o Srimad-Bhagavatam, 12-22-70, Surat

“Originalmente, havia apenas um Veda, e não havia necessidade de lê-lo. As pessoas estavam tão inteligente e tinha essas memórias afiadas que por uma vez de ouvir dos lábios do mestre espiritual eles entenderiam. Eles imediatamente compreender todo o significado. Mas cinco mil anos atrás Vyasadeva colocar o Vedas por escrito para as pessoas nesta idade, Kali-yuga. Ele sabia que, eventualmente, as pessoas seria de curta duração, as suas memórias seria muito pobre, e sua inteligência não seria muito forte. ” Portanto, deixe-me ensinar esse conhecimento védico por escrito “ele dividiu os Vedas em quatro:.. Rg, Sama, Atharva e Yajur então ele deu a carga desses Vedas aos seus diferentes discípulos ele então pensou na classe menos inteligente dos homens. –stri, sudra e dvija-bandhu. Ele considerou a classe mulher e classe sudra (classe trabalhadora) e dvija-bandhu. dvija-bandhu refere-se a aqueles que nascem em uma família nobre, mas que não são devidamente qualificados. um homem que nasce na família de um brahmana, mas não é qualificado como um brahmana é chamado dvija-bandhu. Para essas pessoas que compilaram o Mahabharata, chamado a história da Índia, e os dezoito Puranas. Estes são todos parte da literatura védica: os Puranas, o Mahabharata, os quatro Vedas e os Upanishads. Os Upanishads fazem parte dos Vedas. Então Vyasadeva resumiu todo o conhecimento védico para estudiosos e filósofos no que é chamado o Vedanta-sutra. Esta é a última palavra dos Vedas.

Vyasadeva escreveu pessoalmente o Vedanta-sutra sob as instruções de Narada, seu Guru Maharaja (mestre espiritual), mas ele ainda não estava satisfeito. Isso é uma longa história, descrita no Srimad-Bhagavatam. Vedavyasa não foi muito satisfeito mesmo depois de compilar muitos Puranas e Upanisads, e mesmo depois de escrever o Vedanta-sutra. Em seguida, seu mestre espiritual, Narada, instruiu-o, “Você explicar o Vedanta-sutra.” Vedanta significa “conhecimento final”, e o conhecimento final é Krsna. “

Sri Isopanisad, Introductin

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“O Senhor, então, começou a falar sobre a filosofia Vedanta da seguinte forma:. Vedanta-sutra é falado pelo próprio Senhor Supremo O Senhor Supremo, em Sua encarnação como Vyasadeva, compilou este grande tratado filosófico Desde Vyasadeva é uma encarnação do Senhor Supremo. ., ele não pode ser comparado a uma pessoa comum, que tem os quatro defeitos que surgem devido ao contato com a existência material os defeitos de uma alma condicionada são: (1) ele deve cometer erros; (2) ele deve ser iludida; (3 ), ele deve possuir a tendência de enganar os outros;.. e (4) todos os seus sentidos devem ser imperfeito Devemos entender que a encarnação de Deus é transcendental a todos esses defeitos Assim tudo o que foi falado e escrito por Vyasadeva é considerado perfeito . o Upanishads e Vedanta-sutra visam o mesmo objetivo:.. a Verdade absoluta Suprema Quando aceitamos a importação de Vedanta-sutra e os Upanishads diretamente como eles são declarados, nos tornamos glorificado os comentários feitos por Sankaracarya, no entanto, são indiretos e são muito perigosos para o homem comum para ler, para através da compreensão da importação dos Upanisads de uma forma tão indireta, perturbador, um praticamente impede-se de realização espiritual.

De acordo com os Skanda e Vayu Puranas, a palavra sutra refere-se a uma obra condensada que carrega significado e importação de força imensurável, sem erro ou falha. A palavra Vedanta significa “o fim do conhecimento védico.” Em outras palavras, qualquer livro que trata do assunto indicado por todos os Vedas é chamada Vedanta. Por exemplo, Bhagavad-gita é Vedanta porque no Bhagavad-gita o Senhor diz que o objetivo final de todas as pesquisas védica é Krsna. Assim Bhagavad-gita e Srimad-Bhagavatam, que visam apenas Krsna, devem ser entendidas como Vedanta.

…. A partir de textos védicos entendemos que os Vedas originado a partir da respiração de Narayana. Vyasadeva, que é uma encarnação do poder de Narayana, elaborou o Vedanta-sutra (nyaya-prasthana), mas de acordo com os comentários de Sankara, Apantaratama Rsi também é credenciada por ter compilado os códigos de Vedanta-sutra. De acordo com o Senhor Caitanya, os códigos da Pancaratra e os códigos de Vedanta são uma ea mesma. Uma vez que o Vedanta-sutra é compilada por Vyasadeva, deve ser entendida a ser anunciada pelo Narayana Ele mesmo. De todas as literaturas descritivas que lidam com Vedanta-sutra, parece que houve muitos outros rsis contemporâneo com Vyasadeva que também discutido Vedanta-sutra. Estes sábios foram Ãtreya, Asmarathya, Audulomi, Karsnajini, Kasakrtsna, Jaimini, Badari e outros sábios como Parasari e Karmandi “.

Ensinamentos do Senhor Caitanya, Capítulo 19
Bhaktivedanta Book Trust. HDG AC Bhaktivedanta Swami Srila Prabhupada.

Srimad-Bhagavatam (a explicação sumária dos quatro Vedas), composto por Rishiraj Vyas Muni, o compilador dos Vedas, é 18.000 versos de comprimento. Padma Purana é de 400.000 versos de comprimento.Existem quatro Vedas, 108 Upanishads, 18 puranas primários, e 18 UPA-puranas para cada purana principal. Há UPA-puranas, Itihasas, tantras, samhitas, UPA-samhitas, e milhares de outros sruti e textos Smriti; e há uma infinidade de livros, composições e comentários por parte dos acharyas. Os textos dos Vedas são conhecidos como Samhitas, e dentro do Samhitas existem Mantras, que são as orações na forma de vibrações sonoras potentes que foram revelados para os devotos avançados para diferentes fins. Na civilização védica três ordens de vida viveu nas florestas. Apenas grhasthas habitavam as cidades. O conhecimento regulado para viver na cidade, é revelado nos livros conhecidos como Brahmanas, ao passo que o conhecimento regulado para viver na floresta é revelado nos livros conhecidos como Aranyakas.

OS VEDAS

“Aquele que contempla no Ser todo-sapiente, sem idade,
o governante de tudo, mais sutil que o mais sutil,
o sustentáculo universal, possuindo uma forma
além da concepção humana, refulgente como o sol
e muito além das trevas da ignorância,
atinge, verdadeiramente,
este divino Purusha (Deus) supremo.”
(Vedas)

OS VEDAS – 1ª PARTE

Os Vedas são como uma mina inesgotável de ouro, um verdadeiro legado, entregue à humanidade pelos povos antigos. Ele contém todas as formas de conhecimento necessárias ao desenvolvimento do homem, em todas as áreas, como ciência, astrologia, matemática, gramática, até o sumo e mais elevado conhecimento, que é aquele que leva ao autoconhecimento e à auto-realização do homem.

Toda a tradição secular aponta para uma sabedoria anterior à Criação. Essa Sabedoria é eterna, sempre existente. É através dessa Sabedoria que se manifesta o Poder Divino Criativo.

Dessa forma, podemos dizer que a Sabedoria não foi criada por seres humanos, ela sempre é, foi e será.
Entretanto, esse saber e infinito é acessível a todo buscador dedicado.
Os Vedas sintetizam essa Sabedoria, por isso são descritos como o saber “não criado e eterno”.

Introdução

A palavra sânscrita Veda é derivada do radical Vid, que significa conhecer. De Vid vem Vidyaa, que significa um trabalho que concede conhecimento. Portanto, Veda significa Conhecimento. Os Vedas são um estoque de conhecimento – tanto do mundo físico, quanto espiritual.
Portanto, uma das traduções possíveis para Veda é: Conhecimento sagrado revelado.
Segundo a tradição hindu, esse Conhecimento foi revelado no início da Criação aos primeiros mestres pelo próprio Criador, e transmitido oralmente de mestre a discípulo.
Os Vedas são, portanto, apaurusheya, o que quer dizer que não foram criados por ser humano.
Eles são considerados a base do dharma.

Os Vedas e as Vedaangaas (Ciências Védicas) abrangem Música, Literatura, Física e Química, Botânica e Biologia, Matemática, Engenharia e todo conhecimento relacionado a este mundo, assim como o conhecimento espiritual relacionado ao nosso Eu interior.

Origem

Shiva e Shakti
Cerca de 4.500 AC, no vale do rio Hindus, onde hoje se situa o Paquistão, desenvolveu-se uma civilização muito avançada, os dravídicos ou dravidianos. Era um povo totalmente pacífico, de pele e olhos escuros.

As cidades principais, em que viviam, Mohenjo Daro e Harapa, eram altamente desenvolvidas, com planejamento urbanístico, escrita, organização política e social e arte cerâmica.

Pesquisas encontraram nestes locais as primeiras manifestações de culto à Shakti, a Mãe Divina, assim como imagens representando pessoas em postura de yoga e meditação.

Shakti em postura de yoga

Há muitas teorias tentando explicar o desaparecimento dessa avançada civilização. Uma das mais aceitas é a teoria dos fenômenos geológicos – uma grande seca motivou o deslocamento dos habitantes das margens do rio Saraswati para os rios Indus e Sutlej.

Acredita-se que a civilização Indus ou Harapa foi continuação da época védica.

O grande rio Saraswati é louvado muitas vezes no Rig Veda, o que significa que o primeiro Veda já existia antes das acomodações geológicas que causaram a grande seca, por volta de 3000 AC.

Os Vedas também são chamados de apaurusheya – de origem não humana. Os sábios cujos nomes estão associados com várias canções não são os compositores das canções. Eles são meramente os instrumentos que viram (ou ouviram) as canções. Tanto que, os sábios são as vezes considerados como profetas ou videntes. Os profetas védicos têm o nome de matra-drashtaas. Um drashtaa é aquele que vê.

Quando os sábios estão meditando, os mantras dos Vedas aparecem para eles, na forma de um lampejo, em seus corações. Enxergar ou olhar não significa única e exclusivamente o que os olhos podem distinguir e compreender. É algo que supera todas as formas de percepção e todas as formas de cognição.

Originalmente, antes de ser registrado na escrita, este conhecimento era transmitido oralmente de mestre a discípulo, em escolas tradicionais de filosofia védica. E, assim, tradicionalmente, essa transmissão se mantém nos dias atuais, mesmo depois do advento da escrita.

O conhecimento védico é eterno e foi transmitido ao semideus Brahma no alvorecer da criação do Universo. Em seguida, Brahma instruiu o sábio Narada, cujas percepções aparecem ao longo da literatura védica.

E, em prosseguimento à sucessão discipular advinda do semideus Brahma, o sábio Narada instruiu o sábio Vyasadeva. Que, por sua vez, há cinco mil anos, compilou este conhecimento em quatro livros: Rig Veda, Atharva Veda, Sama Veda e Yajur Veda.

Para preservar a tradição oral do ensinamento védico, surgiu mais tarde a literatura Smrti (da raiz smr, lembrar), que significa “aquilo que é lembrado”. É composto de : Shastras, Puranas, Itihasas, Agamas e Darshanas.
Shastras – são textos sobre leis, política, ética, vida em sociedade, etc.
Puranas – contém todo o material sobre mitologia hindu.
Itihasas – são os dois grandes épicos, o Ramayana e o Mahabharata.
Agamas – são textos que comentam um aspecto do Criador.
Darshanas – são os sistemas filosóficos, Nyaya, Vaisheshika, Sankhya, Yoga, Karma-Mimansa e Vedanta.

A tradição védica se fundamenta na premissa da unidade suprema da vida e na capacidade do cérebro humano – um instrumento muito precioso do universo – de experimentar diretamente essa unidade essencial e vivê-la. E se examinarmos em detalhes a estrutura do cérebro humano, veremos que ele foi específica e cuidadosamente construído para experimentar o campo unificado, para experimentar a unidade da vida.

“Experimentar a unidade da vida”. Isto é espiritualidade. Isto são os Vedas. Os Vedas não são um conhecimento teórico, vazio. Eles devem ser vividos, postos em prática.

“Os riks (mantras dos Vedas) alcançaram a mais alta realidade, o vazio mais luminoso, onde todos os deuses estão firmemente estabelecidos. Se alguém não sabe disso, a mera entonação dos riks não servirá para propósito algum. Os riks residem no Imutável, Supremo Espaço Celeste onde todos os deuses estão sentados. O mantra não tem utilidade alguma para aquele que não sabe disso” – Rig Veda
RIG VEDA – HINOS DA CRIAÇÃO
Belíssimo vídeo com legendas em Espanhol.

CULTURA VÉDICA:

A cultura védica é uma prática de vida que busca a compreensão da Verdade Absoluta.
Há milhares de anos, esta postura de vida predominou por toda face da terra, em torno da ética do perfeito viver e do idioma que busca a perfeição do discurso, o Sânscrito.
O centro desta cultura floresceu ao norte da Índia, numa região onde é hoje o deserto do Rajastão, em um vale entre os rios Indu e Saraswati.

Quando esta cultura começava a declinar, há cinco mil anos, o conhecimento filosófico que a fundamenta foi registrado em versos, pela primeira vez em um alfabeto – o Devanagari.

Assim aconteceu a compilação dos quatro Vedas – Rig, Sama, Yayur e Atharva – feita pela encarnação literária do deus Vishnu, o sábio Vyasa Deva.
Até então, este conhecimento fora transmitido na oralidade, por milhares e milhares de anos e sempre em sucessão discipular, segundo esses próprios primeiros registros.

Vyasa Deva escreveu ainda a obra Mahabharata, o maior poema épico já escrito, com mais de cem mil versos, em que está contido o Bhagavad-gita, a canção do Senhor. Também são obras de Vyasa Deva o Vedanta Sutra, os 108 Upanishads e mais 18 Puranas.

Krishna

Além de conhecimento filosófico e de vasta literatura, da cultura védica há legados importantes também para a área da saúde, com o Ayurveda; da arquitetura, com o Vastu-Shastra; do desenvolvimento social, com o sistema de Varnashrama; do auto-conhecimento, com o Jyotishi (Astrologia); e da elevação da consciência, com o sistema de Yoga.
Enfim, a cultura védica ainda se faz muito presente nas manifestações de dança, teatro e artes plásticas, não somente na cultura indiana, mas também nas tradições culturais de diversas nações do mundo, como bem demonstra o pesquisador Stephen Knapp, em sua obra Proof of Vedic Culture’s Global Existence.

Mohenjo Daro e Harappa do Vale do Indo

A primeira civilização da Índia e uma das maiores da Antiguidade foi tão desenvolvida quanto o Egito e a Mesopotâmia. Mas sua história está apenas começando a ser desvendada.
A Civilização do Vale do Indo, também denominada como cultura Harappiana ou Dravida, teve o seu apogeu entre 4500 a 3000 aC. A civilização do vale do Indu ocupava uma área geográfica que se estendia do Vale do Indo ao Vale do Ganges, descendo até a costa da cabeceira do mar de Oman, na atual fronteira entre Irã e Paquistão, continuando até o Golfo de Cambay e chegando bem próxima da moderna Mumbay (Bombay).
Dentro desta área existiam comunidades formadas de pequenas aldeias de camponeses, cidades de porte médio com portos para navegação fluvial ou marítima e grandes capitais como Harappa e Mohenjo Daro.

Estudos arqueológicos mostraram que essa é a mais antiga civilização e que é o berço da civilização da Suméria e Babilônia, alguns autores falam que a Civilização do Vale do Indu, Suméria e Babilônia formavam uma única civilização. A ligação entre elas são sugeridas por selos e sinetes encontrados nas três regiões.

Mohenjo Daro foi uma cidade da Civilização do Vale do Indo, os Drávidas, localizado atualmente no Paquistão, ali foi o berço da civilização Indiana.
Mohenjo Daro é um sítio arqueológico com mais de 4.000 anos de antiguidade que apresenta uma apaixonante interrogação.

Antiga sede de uma civilização da qual se ignoram as causas do repentino desaparecimento, foi o local onde se adotou uma forma de escrita de tipo pictográfico, cujo significado nos é ainda desconhecido, e onde também se usavam roupas de algodão, as mais antigas já descobertas.

Mohenjo Daro é um local onde não existem tumbas, mas é chamado de “Colina dos Mortos” e o lugar onde estão os esqueletos é extremamente radioativo.

Não foram encontradas armas e nenhum resto humano trazia feridas produzidas por armas de corte ou de guerra. As posições e os locais onde foram descobertas as ossadas indicam que as mortes foram repentinas, sem que houvesse tempo hábil para que as vítimas dessem conta do que estava ocorrendo.
As vidas das pessoas foram ceifadas enquanto realizavam suas atividades diárias.
Passaram do sono à morte junto a dezenas de elefantes, bois, cães, cavalos, cabras e cervos.

A cidade foi descoberta em 1921, quando o arqueólogo Daya Harappa – de seu nome provem o nome de outra cidade do Vale, Harappa – tornou, como sua missão, recuperar as ruínas de um templo budista situado em uma ilhota no Rio Indo.
Antes disso, em 1856, John e William Brunton, encarregados de construir um trecho de ferrovia, naquela região, assinalaram a existência de algumas ruínas, das quais foram retirados numerosos tijolos para a construção.
As escavações, financiadas pelo Governo Paquistanês, trouxeram de volta à luz nada menos do que sete cidades, uma construída sobre a outra, além de outras mais que poderiam, também, ser encontradas se as escavações prosseguissem sob o leito do rio.
Mohenjo Daro, com sua piscina coberta de 12 m, sem templos e palácio de governo, características de toda cidade antiga, mas com ruas de 10 m de largura e palácios de até três andares construídos com tijolos iguais aos nossos, servidos com sistemas de fornecimento de água corrente, serviços de higiene, tubulações, fossas para os detritos e para escoamento das chuvas.

Existem sinais de vitrificação das rochas por toda a volta da cidade, processo que acontece quando uma rocha passa para um estado de magma (através de uma temperatura elevadíssima) e depois novamente para sólido, apresentando uma aparência de vidro. Por algum tempo acreditou-se que poderia ter ocorrido uma explosão vulcânica na região, o que poderia causar a vitrificação das rochas, porém não existem evidências de qualquer atividade vulcânica em milhões de anos pelas proximidades.
Outro indício da ausência de fenômenos vulcânicos ou sísmicos é a de que os poços de água permaneceram intactos em seu lugar.
Após 20 anos de descoberta e enigmas ainda não revelados, as ruínas de Mohenjo Daro foram novamente estudadas. Um estudo sobre radiação foi realizado no local e mais um mistério surgiu: a cidade possui um nível altíssimo de radiação com origem não identificada. Níveis semelhantes de radiação só são observados em locais que houve alguma explosão nuclear como a região do Novo México (onde houve os primeiros testes nucleares) e nas ruínas de Nagasaki e Hiroshima no Japão. As ruínas da cidade revelam o epicentro da explosão que mede 45 m de extensão. Naquele local tudo ficou cristalizado, fundido ou derretido.

O Mahabharata é um clássico indiano que descreve uma espécie de explosão catastrófica que abalou o continente, uma batalha travada nos céus. Evidências contidas no conto indicam semelhanças com a posição geográfica de Mohenjo Daro.

Em Mohenjo Daro foi encontrado um grande banho público, salões para reunião e ambientes que podem ter sido usados para práticas religiosas ou algo semelhante. Mohenjo Daro abrigava pelo menos 40.000 pessoas, o governo parece ser centralizado e de estrutura sacerdotal, mas nenhum templo foi identificado, foram encontrados representações simbólicas que sugerem algum tipo de devoção ou pensamento filosófico.

Pasupati

Os sinetes (selos de pedra sabão em alto relevo) possuem representações que podem ser identificadas com Divindades Hinduístas, um destes selos retrata um ser em posição de siddasana ou samanasana rodeado de quatro animais que foi identificado como Pasupati (O Senhor das feras) ou Rudra (Shiva), outra estatueta representa um homem com o olhar entre os olhos (Nasagra Drishtya). Um grande numero de sinetes representam o culto ao feminino, o culto a Deusa-Mãe. Foram encontrados além dos utensílios de cozinha e toalete pintados a mão, dados e peças de xadrex, moedas (as mais antigas de todas conhecidas na Ásia), jóias de prata, ouro e pedras esculpidas.
Segundo o arqueólogo, Sir John Marshall, no vale do Indu havia o culto a ‘Grande Deusa-Mãe’, sendo às vezes representada por estatuetas de figuras femininas grávidas, a maioria nuas, com gargantilha alta e ornamento na cabeça.

Ruinas e Artefatos encontrados em Mohenjo Daro e Harappa

Artefatos de Lápis Lázuli encontrados em Mohenjo Daro e Harappa

Shiva

O deus masculino é identificado como Shiva, sentado com as plantas dos pés tocando uma na outra (uma postura de Yoga), foram encontradas muitas figuras de pedra do falo e da vulva, . . . que apontam para o culto do linga e da Yoni representando Shiva e Shakti (sua consorte). Até hoje Shiva é reverenciado como deus da fertilidade, o deus do falo, ou linga. O touro Nandi o carrega.

Harapa – 5500 à 2600 a.C.
Harappa é também considerada outra “capital”, mas tinha algumas diferenças, como o fato de o celeiro estar localizado fora da cidade, pois a proximidade com o rio Ravi permitia que toda a vizinhança transportasse por via fluvial os gêneros para serem estocados. O tradicional banho ritual dos hindus é refletido pelos intrincados sistemas de fornecimento de água de Harapa, assim como um organizado sistema de coleta de lixo.

As razões para o abandono da população do vale do Indo ainda são incertas. Talvez com o desmatamento das margens, a erosão tenha levado muitos sedimentos rio abaixo, dificultando o cultivo das terras e alagando as cidades durante os períodos de cheias. Com o povo passando fome e tendo que reconstruir continuamente as cidades após as cheias, é possível que toda a população tenha migrado para outras regiões.

Os arianos invadiram a região por volta de 2000 a.C., e chegaram especificamente na área do rio Indo por volta de 1700 a.C., mas existe na história dos habitantes contemporâneos um acontecimento climático – provavelmente uma grande enchente – que praticamente acabou com as cidades por volta de 1600 a.C. Qual é o verdadeiro motivo do declínio, não se sabe. Os arqueólogos apenas têm a certeza de que por volta de 1500 a.C. os vestígios da civilização harappeana praticamente sumiram do mapa, talvez por causa de um declínio interno e problemas com as plantações e com o clima.

Rig Veda – 5000 à 4500 a.C.

É uma coleção de 1028 hinos (Sukta), divididos em dez livros (Mandala), nos quais encontramos épicos, lendas antigas, encantamentos, mitos, regras de comportamento social e religiosos, poesias etc. nele aparecem muitas variações de linguagem devido a variação cronológica e diversidade de autores.

O Rig Veda é a base de todas as concepções filosóficas do solo indiano. Contém as primeiras perguntas que o homem fez em relação a criação, à natureza do universo e de sua própria função existencial.

RIG VEDA CANTADO NO SUL DA ÍNDIA

Sama Veda – 2600 a. C

Contém uma coletânea de melodias (Mantras) cantadas pelos sacerdotes da classe Udgatar, durante as oferendas sacrificiais. Estes hinos reverenciam uma bebida chamada Soma. È composto de duas partes: Arcita com 585 cantos, classificados conforme o ritmo ou os deuses aos quais se referem; Utthararcika com 400 cantos de três estrofes em geral, agrupados segundo a ordem dos principais sacrifícios.
O Sama Veda é puramente uma coleção litúrgica de melodias (saman). Os hinos no Sama Veda, usado como notas musicais, foram quase completamente retirados do Rig Veda e não tem nenhuma lição distinta aquele. Consequentemente, seu texto é uma versão reduzida do Rig Veda.
Se a Rig Veda é a palavra, Sama Veda é a canção ou o significado, se Rig Veda é o conhecimento, Sama Veda é sua realização, se Rig Veda é a esposa, o Sama Veda é seu marido.

MÚSICA ORIGINAL DO SAMA VEDA

Yajur Veda – 2400 a.C.

A palavra “Yajur” é derivada da palavra “yajus”, que tem como tradução “veneração ou sacrifício”.

O Yajur Veda é composto de hinos em prosa e seus mantras são usados basicamente em sacrifícios.

Ele é composto por dois Samhitas: o Krishna e o Shukla.
Contém formulas que os sacerdotes da classe Adhvaryu murmuravam nos ritos de sacrifício.

Existem duas versões do Yajur Veda. A primeira, conhecida como Negra, é a mais antiga, chamada assim porque suas formulas estão mescladas e sem ordenação clara, foi copilada pelas escolas Taittrya Samhita, a Kathaka e a Kapsithala kathaka Samhita.

A segunda versão, conhecida como Branca, leva o nome de Vajasaneyi Samhita cujo autor é Yajnavalkya Vajasaneyi, por isso o nome, é chamado de branco porque suas fórmulas possuem ordenação clara e sistemática, ela possui duas revisões uma da escola Madhyandina e outra da escola Kanva.

CANTAR YAJUR VEDA

Atharva Veda – 2400 a.C.

Contém cerca de seis mil versículos sobre os mais diversos temas, mas sobretudo ensinamentos de magia e medicina popular, destinados a promover a paz, a saúde, o amor e a prosperidade material e espiritual. É o Veda dos sacerdotes do fogo Atharvan e Angiras. Os Atharvan eram sacerdotes operavam sortilégios bons, favoráveis a todas as partes, curando enfermos, protegendo contra desgraças etc. Os Angiras atuavam enviando desgraça, enfermidades aos inimigos e rivais de quem os procurassem. A revisão mais conhecida é a da escola Saunaka com 731 hinos em 20 livros com 6000 versos.

CANTAR DO ATHARVA VEDA

Shiva Cósmico

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Um país azul e vermelho? Ou dividido em 11 nações?


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 ELITE-NWO-MASSA-IGNORANTE-E-POBRE

 

O livro do jornalista e historiador Colin Woodard não foi o primeiro a distinguir as nações americanas, apresentadas por Joel Garreau em 1981. Mas foi o primeiro a lhes dar substância histórica

HELIO GUROVITZ

A divisa dos Estados Unidos – e pluribus unum; “de muitos, um” – encerra o mito fundador do país: a capacidade de absorver diferentes culturas numa só nação, com valores comuns. Mas quem acompanha há algum tempo as eleições americanas se acostumou ao mapa que mostra um país dividido, pintado em duas cores – o azul democrata e o vermelho republicano. O azul recobre a Costa Oeste e quase toda a Costa Leste, deixando a maior parte do interior em vermelho. Candidatos que mobilizam grupos específicos, como o democrata Barack Obama ou o republicano Donald Trump, puxam as cores de um ou outro estado para lá ou para cá. Ora um é classificado como ciano (Pensilvânia), ora como cor-de-rosa (Ohio). Uns poucos são coloridos de roxo (Flórida). Mas, apesar dessas nuances, a imagem de uma nação bipartida entre dois polos extremos – “liberais” e “conservadores” – está tão consolidada que a polarização se tornou um dos maiores focos de estudos na ciência política. Só que não passa de simplificação.

“As divisões mais essenciais e duradouras na América não são entre estados azuis e vermelhos, conservadores e liberais, capital e trabalho, brancos e negros, religiosos e laicos”, escreve o jornalista e historiador Colin Woodard em American nations: a history of the eleven rival regional cultures of North America (Nações americanas: uma história das 11 culturas regionais rivais na América do Norte). “Os Estados Unidos são uma federação constituída do todo ou de parte de 11 nações regionais, umas nem querem ver as outras pela frente. Não respeitam fronteiras estaduais nem internacionais, transbordam para Canadá e México com a mesma tranquilidade com que dividem Califórnia, Texas, Illinois ou Pensilvânia.” Seis se uniram para formar o país no século XVIII, outras foram absorvidas depois, uma foi expulsa (os índios) – mas todas já existiam antes da independência. Para Woodard, nove exercem influência política até hoje. A história narrada por ele é uma sucessão de coalizões em torno das duas mais poderosas. Poderíamos chamá-las de coalizão azul e vermelha, embora não correspondam com exatidão aos territórios do mapa eleitoral. Seu equilíbrio instável foi abalado pela candidatura Trump.

A base da coalizão azul reúne, desde o final da Guerra Civil, três nações descritas por Woodard: 1) Ianques – legatários dos puritanos que colonizaram a Nova Inglaterra, expandiram sua visão comunitária pelo continente; 2) Nova Holanda – corresponde à cultura singular, capitalista, cosmopolita e tolerante implantada pelos holandeses em Nova York; 3) Costa Oeste – colonizada por ianques, adquiriu deles o princípio comunitário, mas, abalada pela corrida do ouro, sofreu influência de outros grupos. A base da coalizão vermelha reúne três outras nações: 1) Sul Profundo – legatário da tradição escravocrata, baseava sua essência no racismo e no domínio de grupos étnicos considerados inferiores; 2) Tidewater– sociedade de castas, comandada por aristocratas da Virgínia, escravista mais por conveniência que convicção, baseava sua visão política na democracia de elites da Grécia Antiga; 3) Apalaches – região do povo da montanha, os “hillbillies”, marcada pela pobreza extrema, pela cultura violenta, pelo desprezo à formação intelectual e pela revolta ancestral de colonos escoceses e irlandeses contra quem se metesse com eles.

O poder flutuou de uma a outra coalizão segundo a inclinação de três outras nações: 1) El Norte – área contígua ao México (incluída parte dele), a primeira colonizada por hispano-católicos, recuperou o protagonismo com a infusão de imigrantes latinos; 2) Oeste Bravio – região inóspita e desértica, última a ser colonizada, onde, apesar da dependência histórica do Estado, prosperou o ideal de liberdade individual; 3) Midlands – influenciada por colonos quacres da Pensilvânia e imigrantes alemães, conhecida pelo pacifismo e pela não intromissão em assuntos alheios. Duas outras nações historicamente importantes – a Primeira Nação, indígena, e a Nova França, canadenses e colonos da Louisiana – perderam influência.

O livro de Woodard não foi o primeiro a distinguir as nações americanas, apresentadas por Joel Garreau em 1981. Mas foi o primeiro a lhes dar substância histórica. Woodard foi criticado por lapsos factuais e por diminuir a importância da onda de imigrantes no século XX. Woodard considera que, com exceção dos latinos, todos foram absorvidos pelas nações onde se instalaram. Sua análise, apesar das limitações, ajuda a entender o país melhor que o esquema simplório, azul e vermelho. O discurso chauvinista de Trump, sob medida para o público dos Apalaches, do Oeste Bravio e do Sul Profundo, é visto com resistência na aristocracia de Tidewater. Também levou os norteños a buscar abrigo em massa sob a tenda ianque. A escolha do próximo presidente depende do voto de minerva que Woodard localiza em Midland, território que começa na Pensilvânia e se estende por uma faixa fina, até o Meio-Oeste. Foi lá que floresceu a candidatura de Abraham Lincoln – e é lá que Trump tenta perfurar a fortaleza eleitoral de Hillary Clinton.


Link para a matéria completa:

http://epoca.globo.com/cultura/helio-gurovitz/noticia/2016/11/um-pais-azul-e-vermelho-ou-dividido-em-11-nacoes.html

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USP comprova: Energia liberada pelas mãos tem o poder de curar


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Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”. 

Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp. 

 

Segundo o cientista, durante seu mestrado foram investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou. 

A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou. 

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.” 

Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.
O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem.

Fonte: http://portal.rac.com.br/noticias/index_teste.php?tp=correio-escola…
Postado por Miguel Galli às 23:36 em 25/11/2011
Fonte: Monica Heymann Fedele

http://estudandocomchicoxavier.wordpress.com/

ONU liga eventos extremos a aquecimento


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Por Claudio Angelo, 

Seca expõe colunas de ponte sobre o rio Branco, o maior do Estado, em Boa Vista. Foto: Alex Barroso/F5 Produções.

Seca expõe colunas de ponte sobre o rio Branco, o maior do Estado, em Boa Vista. Foto: Alex Barroso/F5 Produções.

Os cientistas do clima sempre hesitam em atribuir eventos extremos individuais à tendência de aquecimento do planeta. Nesta terça-feira, a Organização Meteorológica Mundial tomou a dianteira. O órgão das Nações Unidas afirmou, num novo relatório, que mais de metade de um total de 79 eventos extremos registrados no mundo entre 2011 e 2015 foi parcialmente causada pelas mudanças climáticas ou teve seu risco aumentado por elas.

O relatório O Clima Global em 2011-2015, foi lançado durante a COP22, a conferência do clima de Marrakesh, no Marrocos. Ele afirma que os últimos cinco anos foram os mais quentes já registrados desde o início das medições com termômetros, em 1880. As temperaturas no quinquênio foram 0,57oC mais altas do que a média entre 1961 e 1990. O ano mais quente foi 2015 (que está no caminho de ser desbancado por 2016), seguido por 2014.O documento da OMM fez uma revisão de eventos extremos ao redor do mundo compilados pelo Boletim da Sociedade Americana de Meteorologia. Foi um quinquênio difícil de bater: viu-se desde recordes de derretimento do gelo marinho no Ártico até uma fome decorrente de seca que matou 250 mil pessoas no Chifre da África, passando pelo tufão mais violento já registrado, o Haiyan, o furacão Sandy, que alagou Nova York, ondas de calor na Austrália e na Argentina e enchentes no Sudeste da Ásia.Esses eventos passaram pelo que os cientistas chamam de estudo de “fingerprinting”, ou detecção e atribuição, algo que é cada vez mais frequente na literatura científica – à medida que os extremos também ficam mais frequentes. Estudos desse tipo analisam a probabilidade de ocorrência de um determinado extremo na ausência de mudança climática, e tentam inferir o tamanho da “impressão digital” do aquecimento global antropogênico nele.

As pesquisas concluíram que o aquecimento da Terra causou diretamente ou aumentou significativamente a chance de extremos de temperatura – em alguns casos, ondas de calor ficaram até dez vezes mais prováveis do que seriam na ausência dele. Já para extremos de precipitação (secas e enchentes), a tendência é menos clara e, em alguns casos, inconclusiva.

Três extremos foram analisados no Brasil: a seca de 2013-2014 que causou a crise hídrica paulista, a estiagem na Amazônia em 2014 e 2015 e as enxurradas da Serra Fluminense em 2011, que mataram 900 pessoas e fizeram o governo criar um centro de monitoramento de desastres naturais, o Cemaden.

Para a seca paulista, a análise foi inconclusiva. “A chuva durante o evento não foi extraordinária (…), mas os impactos foram exacerbados por um aumento substantivo na demanda por água, devido sobretudo ao crescimento da população”, afirma o relatório.

Já a seca na Amazônia entre 2014 e 2015, que aumentou o número de incêndios florestais, causou preocupação nos autores do relatório. “Embora não possa ser dito com confiança que é parte de uma tendência de longo prazo”, afirma o relatório, o evento é um alerta “para potenciais ‘pontos de virada’ no sistema climático.”

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Donald Trump é eleito presidente dos EUA


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Donald Trump é eleito presidente dos EUA

DONALD TRUMP É O NOVO PRESIDENTE ELEITO PELOS NORTE AMERICANOS NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE ONTEM, DIA 08 DE NOVEMBRO. O CANDIDATO QUE SE IMPÔS AO PARTIDO REPUBLICANO SEQUER TEVE O APOIO UNÂNIME DO PRÓPRIO PARTIDO. SEM NUNCA TER OCUPADO UM CARGO PÚBLICO, O MILIONÁRIO NORTE AMERICANO SE ELEGE EM MEIO A UM CLIMA DE DESCRÉDITO DA MAIORIA DOS POLÍTICOS DO ESTABLISHMENT DOS EUA. O PARTIDO REPUBLICANO TAMBÉM ESTAVA VENCENDO AS ELEIÇÕES E OBTENDO A MAIORIA TANTO PARA O SENADO ASSIM COMO NA CÂMARA E OBTENDO A ELEIÇÃO DA MAIORIA DOS GOVERNADORES DOS ESTADOS ONDE HOUVE ELEIÇÕES. OS VENTOS DA MUDANÇA TAMBÉM ESTÃO SOPRANDO NOS EUA COM O FIM DO DOMÍNIO DO PARTIDO DEMOCRATA NO PAÍS E A ELEIÇÃO DE UM CANDIDATO NÃO CONVENCIONAL DO MEIO POLÍTICO, UM VERDADEIRO OUTSIDER (UM INTRUSO).

 

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O que deu errado para Hillary Clinton?

hillary-clintontw4O que deu errado para Hillary (representante da CORRUPTA ELITE do sistema político dos EUA) Clinton?

Esta eleição, sem dúvida a mais extraordinária da história americana, externou a revolta contra a classe política (completamente manipulada e corrompida) no poder no governo dos EUA. E poucas pessoas personificam a atual classe política norte americana mais que Hillary Clinton. Para milhões de indignados, ela se tornou a face da falência da política dos Estados Unidos.

Donald Trump conseguiu persuadir eleitores em suficientes Estados com a promessa de consertar o país. O bilionário se apresentou como o “não político” (um verdadeiro OUTSIDER, um INTRUSO) definitivo contra a política definitiva. Ele era o candidato de protesto. Ela representava o status quo.

Hillary constantemente afirmou ser a candidata mais qualificada. Citou constantemente seu currículo: sua experiência como primeira-dama, como senadora por Nova York e como secretária de Estado do governo Barack Obama.

hillary-clinton-mentiras

Mas nesta complexa eleição, que foi repleta de raiva e descontentamento, muitos dos que apoiaram Trump viram experiência e qualificações como aspectos muito negativos.

Assim, muitas das pessoas com quem falei durante a campanha – especialmente nas cidades do chamado “cinturão da ferrugem” (região que engloba áreas no nordeste e no centro dos Estados Unidos, frequentemente relacionadas ao declínio industrial) – queriam um empresário na Casa Branca, em vez de um (CORRUPTO) político de carreira.

O ódio deles em relação a Washington era palpável. E, da mesma forma, odiavam a candidata democrata. Lembro-me vividamente de uma mulher de meia idade no Tennessee que exalava o encanto sulista – e que não poderia ser mais educada. Mas quando o nome de Hillary Clinton surgiu na conversa, todo o seu comportamento mudou.

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Hillary havia muito tempo tinha um problema de confiança, por isso o escândalo dos e-mails tomou proporções tão grandes. Ela tinha um problema de autenticidade. Era vista como a sacerdotisa de uma elite da costa leste americana que desprezou TODA a classe trabalhadora.

As grandes riquezas acumuladas pelos Clinton desde a saída da Casa Branca também não ajudaram. Elas exacerbaram os problemas da candidata com os eleitores da classe trabalhadora, que acabou votando em um magnata do ramo imobiliário.

Em um país onde há mais eleitoras mulheres que homens, pensava-se que a questão de gênero desse a ela uma grande vantagem. Mas o que ficou claro nas primárias contra seu rival Bernie Sanders foi a dificuldade que Clinton encontrou para entusiasmar jovens eleitoras com o fato de que poderiam eleger a primeira presidente mulher dos Estados Unidos.

Muitas mulheres nunca a apoiaram. Algumas se lembraram de uma declaração da época em que era primeira-dama, interpretada como depreciativa, na qual ela afirmou não querer ficar em casa fazendo biscoitos.

ELITE-NWO-MASSA-IGNORANTE-E-POBRE

Muitas eleitoras concordaram com Trump quando ele a acusou de ataques contra mulheres que acusaram Bill Clinton de abuso. Sem dúvida, um certo sexismo fora de moda também teve alguma influência no resultado da eleição: muitos eleitores homens tinham dificuldade em aceitar uma presidente mulher.

E em um ano no qual tantos americanos queriam mudança, ela apareceu para oferecer mais do mesmo.

Sempre é difícil para um partido vencer três eleições presidenciais consecutivas – os democratas não conseguem isso desde os anos 1940. Mas o problema foi exacerbado pelo fato de que muitos eleitores estavam entediados com os Clinton e o establishment político.

Campanha

Hillary não tem o dom para campanhas. Seus discursos geralmente são monótonos e, de alguma forma, robóticos. Para muitos, os destaques de suas falas parecem ensaiados e pouco sinceros. E o ressurgimento do escândalo dos e-mails foi uma grande distração – e fez com que ela terminasse sua campanha com uma mensagem negativa.

hillary-has-breakdown-is-given-mindset

Hillary Clinton recentemente teve um colapso na TV. A mídia, naturalmente, repercutiu isso em vez de ter um painel de médicos especialistas para discutir sua saúde mental. Quando um manifestante aparece contra ela, Hillary congela. Na psicologia você aprende que a resposta a agressão pode ser a fuga, luta ou congelar. Uma situação estressante desencadeia uma luta, fuga ou congelamento como resposta. “Freeze” é o que queremos dizer quando alguém “para” com olhar hipnotizado como um cervo antes de receber o tiro. A “presa” congela quando pressente o perigo e não pode supera-lo e, portanto, não se arrisca fugindo, apenas congela. Ao congelar o cervo espera não ser visto pelo predador…

Ela lutou metodicamente para criar sua visão dos Estados Unidos – o slogan “Juntos somos fortes” não foi tão adequado quanto o de Trump, “Vamos fazer a América grande de novo”. Na verdade, a campanha de Hillary explorou dezenas de possíveis slogans, o que mostrou dificuldade de criar uma mensagem própria.

Também cometeu erros estratégicos. Um deles foi dedicar tempo e recursos em Estados nos quais ela não precisava ganhar, como a Carolina do Norte e Ohio, em vez de concentrar esforços na chamada “muralha azul”, os 18 Estados que votaram nos democratas nas últimas seis eleições.

Contando com a ajuda da classe trabalhadora branca, Trump “demoliu” parcialmente essa muralha ao vencer na Pensilvânia e em Wisconsin, um Estado que não votava no Partido Republicano desde 1984.

Mas essa não foi uma rejeição apenas a Hillary Clinton. Foi uma rejeição de mais da metade do país à (controlada e manipulada) América de Barack Obama – mas isso é assunto para outro dia.



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo próprio trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converter em auto-sacrifício; então voce poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”. – Ayn Randcd490-2540barra6-pirazul-movel

RESPOSTA:
Um país azul e vermelho? Ou dividido em 11 nações?

 

O livro do jornalista e historiador Colin Woodard não foi o primeiro a distinguir as nações americanas, apresentadas por Joel Garreau em 1981. Mas foi o primeiro a lhes dar substância histórica

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A divisa dos Estados Unidos – e pluribus unum; “de muitos, um” – encerra o mito fundador do país: a capacidade de absorver diferentes culturas numa só nação, com valores comuns. Mas quem acompanha há algum tempo as eleições americanas se acostumou ao mapa que mostra um país dividido, pintado em duas cores – o azul democrata e o vermelho republicano. O azul recobre a Costa Oeste e quase toda a Costa Leste, deixando a maior parte do interior em vermelho. Candidatos que mobilizam grupos específicos, como o democrata Barack Obama ou o republicano Donald Trump, puxam as cores de um ou outro estado para lá ou para cá. Ora um é classificado como ciano (Pensilvânia), ora como cor-de-rosa (Ohio). Uns poucos são coloridos de roxo (Flórida). Mas, apesar dessas nuances, a imagem de uma nação bipartida entre dois polos extremos – “liberais” e “conservadores” – está tão consolidada que a polarização se tornou um dos maiores focos de estudos na ciência política. Só que não passa de simplificação.

“As divisões mais essenciais e duradouras na América não são entre estados azuis e vermelhos, conservadores e liberais, capital e trabalho, brancos e negros, religiosos e laicos”, escreve o jornalista e historiador Colin Woodard em American nations: a history of the eleven rival regional cultures of North America (Nações americanas: uma história das 11 culturas regionais rivais na América do Norte). “Os Estados Unidos são uma federação constituída do todo ou de parte de 11 nações regionais, umas nem querem ver as outras pela frente. Não respeitam fronteiras estaduais nem internacionais, transbordam para Canadá e México com a mesma tranquilidade com que dividem Califórnia, Texas, Illinois ou Pensilvânia.” Seis se uniram para formar o país no século XVIII, outras foram absorvidas depois, uma foi expulsa (os índios) – mas todas já existiam antes da independência. Para Woodard, nove exercem influência política até hoje. A história narrada por ele é uma sucessão de coalizões em torno das duas mais poderosas. Poderíamos chamá-las de coalizão azul e vermelha, embora não correspondam com exatidão aos territórios do mapa eleitoral. Seu equilíbrio instável foi abalado pela candidatura Trump.

 

 

A base da coalizão azul reúne, desde o final da Guerra Civil, três nações descritas por Woodard: 1) Ianques – legatários dos puritanos que colonizaram a Nova Inglaterra, expandiram sua visão comunitária pelo continente; 2) Nova Holanda – corresponde à cultura singular, capitalista, cosmopolita e tolerante implantada pelos holandeses em Nova York; 3) Costa Oeste – colonizada por ianques, adquiriu deles o princípio comunitário, mas, abalada pela corrida do ouro, sofreu influência de outros grupos. A base da coalizão vermelha reúne três outras nações: 1) Sul Profundo – legatário da tradição escravocrata, baseava sua essência no racismo e no domínio de grupos étnicos considerados inferiores; 2) Tidewater– sociedade de castas, comandada por aristocratas da Virgínia, escravista mais por conveniência que convicção, baseava sua visão política na democracia de elites da Grécia Antiga; 3) Apalaches – região do povo da montanha, os “hillbillies”, marcada pela pobreza extrema, pela cultura violenta, pelo desprezo à formação intelectual e pela revolta ancestral de colonos escoceses e irlandeses contra quem se metesse com eles.

O poder flutuou de uma a outra coalizão segundo a inclinação de três outras nações: 1) El Norte – área contígua ao México (incluída parte dele), a primeira colonizada por hispano-católicos, recuperou o protagonismo com a infusão de imigrantes latinos; 2) Oeste Bravio – região inóspita e desértica, última a ser colonizada, onde, apesar da dependência histórica do Estado, prosperou o ideal de liberdade individual; 3) Midlands – influenciada por colonos quacres da Pensilvânia e imigrantes alemães, conhecida pelo pacifismo e pela não intromissão em assuntos alheios. Duas outras nações historicamente importantes – a Primeira Nação, indígena, e a Nova França, canadenses e colonos da Louisiana – perderam influência.

O livro de Woodard não foi o primeiro a distinguir as nações americanas, apresentadas por Joel Garreau em 1981. Mas foi o primeiro a lhes dar substância histórica. Woodard foi criticado por lapsos factuais e por diminuir a importância da onda de imigrantes no século XX. Woodard considera que, com exceção dos latinos, todos foram absorvidos pelas nações onde se instalaram. Sua análise, apesar das limitações, ajuda a entender o país melhor que o esquema simplório, azul e vermelho. O discurso chauvinista de Trump, sob medida para o público dos Apalaches, do Oeste Bravio e do Sul Profundo, é visto com resistência na aristocracia de Tidewater. Também levou os norteños a buscar abrigo em massa sob a tenda ianque. A escolha do próximo presidente depende do voto de minerva que Woodard localiza em Midland, território que começa na Pensilvânia e se estende por uma faixa fina, até o Meio-Oeste. Foi lá que floresceu a candidatura de Abraham Lincoln – e é lá que Trump tenta perfurar a fortaleza eleitoral de Hillary Clinton.


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Teoria de Gaia


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Humanidade não pode salvar
o planeta, 
afirma criador da

Teoria de Gaia

James Ephraim
Lovelock

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Teoria de Gaia, também conhecida como Hipótese de
Gaia, é uma tese que afirma que o planeta Terra é um ser vivo. De acordo com
esta teoria, nosso planeta possui a capacidade de auto-sustentação, ou seja é
capaz de gerar, manter e alterar suas condições ambientais.

 

Mudar os hábitos para tentar salvar o planeta é “uma bobagem”,
na opinião de um dos mais conceituados especialistas em meio ambiente no mundo,
o britânico James Lovelock, para quem a Terra, se for salva, será salva por ela
mesma.

“Tentar salvar o planeta é bobagem, porque não podemos fazer
isso. Se for salva, a Terra vai se salvar sozinha, que é o que sempre fez. A
coisa mais sensível a se fazer é aproveitar a vida enquanto podemos”,
afirmou Lovelock em entrevista à BBC.

O cientista de 90 anos é autor da Teoria de Gaia, que considera o
planeta como um superorganismo, no qual todas as reações químicas, físicas e
biológicas estão interligadas e não podem ser analisadas separadamente.

Considerado um dos “mentores” do movimento ambientalista
em todo o mundo a partir dos anos 1970, Lovelock é também autor de ideias polêmicas
como a defesa do uso da energia nuclear como forma de restringir as emissões de
carbono na atmosfera e combater as mudanças climáticas.

indios-participam-de-sessao-solene-na-camara-dos-deputados 

Gatilho

Para Lovelock, a humanidade não “decidiu aquecer o mundo
deliberadamente”, mas “puxou o gatilho”, inadvertidamente, ao
desenvolver sua civilização da maneira como conhecemos hoje.

“Com isso, colocamos as coisas em movimento”, diz ele,
acrescentando que as reações que ocorrem na Terra em consequência do
aquecimento, entre elas a liberação de gases como dióxido de carbono e metano,
são mais poderosas para produzir ainda mais aquecimento do que as próprias
ações humanas.

Segundo ele, no entanto, o comportamento do clima é mais
imprevisível do que pensamos e não segue necessariamente os modelos de previsão
formulados pelos cientistas.

“O mundo não muda seu clima convenientemente de acordo com os
modelos de previsões. Ele muda em saltos, como vemos. Não houve aumento das
temperaturas em nenhum momento neste século. E tivemos agora um dos invernos
mais frios em muito tempo em todo o hemisfério norte”, diz Lovelock.

 World

Energias renováveis

Durante a entrevista à BBC, o cientista britânico afirmou ainda
não ver sentido na busca de alguns hábitos de consumo diferentes ou no
desenvolvimento de energias renováveis como forma de conter as mudanças
climáticas.

“Comprar um carro que consome muita gasolina não é bom porque
custa muito dinheiro para manter, mas essa motivação é provavelmente mais
sensata do que a de tentar salvar o planeta, que é uma bobagem”, diz.

Para Lovelock, a busca por formas de energia renováveis é
“uma mistura de ideologia e negócios”, mas sem “uma boa
engenharia prática por trás”.

ABRAANDOPLANETA

“A Europa tem essas enormes exigências sobre energias
renováveis e subsídios para energia renovável. É um bom negócio, e não vai ser
fácil parar com isso, mas não funciona de verdade”, afirma.

Fonte: MSN Verde/BBC Brasil – Todos os direitos reservados.

 http://van-guerra.spaces.live.com/

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Pine Gap: Base subterrânea (NWO) e seus segredos


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pine-gap-superfície01A Base Militar Subterrânea (dos EUA-NWO-Nova Ordem Mundial) de PINE GAP, em Alice Springs, no coração da Austrália e os seus segredos.

 De acordo com John Lear, de  William Cooper, e de vários outros pesquisadores e teóricos da conspiração, o governo dos E.U.A. pode ter feito um pacto “com uma raça humana de fora da Terra em torno de 1963. De acordo com alguns “esta raça” não é humana como nós nos conhecemos, mas que pretende ter a sua origem na Terra há muitos milhões de anos atrás. Algumas fontes alegam que esta raça predatória é de natureza neo-sáuria (Reptiliana, são répteis).

A enorme Base Militar Subterrânea (dos EUA-NWO-Nova Ordem Mundial) de PINE GAP, em Alice Springs, no coração da Austrália e os seus segredos.

De NewAge On-LineAustralia Website, recuperados através dowaybackmachine Website

INTRODUÇÃO:  … Isto levou os outros para sugerirem que os dinossauros, que governaram a superfície da Terra em tempos pré-históricos  podem não ter sido totalmente extintos como geralmente se acredita, mas que algumas das mutações inteligentes deu um hominídeo bípede reptiliano  de que a raça se desenvolveu, com um tipo de pensamento intelectual igual ou superior ao da raça humana e, em seguida, possivelmente entrou na clandestinidade, indo morar em subterrâneos. 

Por exemplo, um ramo ou uma mutação da suposta extinção da raça sauroide, Stenonychosaurus, estava, de acordo com paleontólogos, notavelmente parecidos com hominídeos em sua aparência, tendo entre 3 1 / 2 a 4 1 / 4 pés de altura (1,20 a 1,65 metros de estatura), possivelmente com a pele verde-acinzentada e com três dedos com garras com um “opositor”, um polegar parcialmente.

 O polegar opositor e capacidade intelectual é a única coisa que impede os membros do reino animal de contestar a raça humana como os mestres do planeta Terra. Por exemplo, o reino macaco possui polegares opositores mas ainda não possui a capacidade intelectual para usá-los como seres humanos. Os golfinhos possuem inteligência quase que de seres humanos, mas não possuem polegares opositores, ou mesmo membros como os da raça humana, seria necessário inventá-los, etc. Eles, os reptilóides poderiam ser um animal ‘que possui essas duas características? 

A capacidade craniana do Stenonychosaurus chegou quase ao dobro do tamanho do que a dos seres humanos, indicando um grande cérebro e, possivelmente, avançado mas que não necessariamente um intelecto benevolente. Segundo os pesquisadores, como Brad Steiger, Valeriana de Val, Levesque, et al, isso pode realmente ser o mesmo tipo de entidade ou entidades mais comumente descritos em “encontros com UFOs”, assim como o mesmo tipo de criaturas retratado no início de 1992, no âmbito nacional visto na apresentação do canal de TV CBS INVASORES

Segundo John Lear e outros, o governo dos EUA pode ter estabelecido um acordo com esta raça, da qual aprendeu mais tarde, para seu horror, que eles eram extremamente maléficos na sua natureza e foram tratados apenas  “como um meio para ganhar tempo enquanto eles metodicamente estabeleceram certos controles sobre a raça humana, com o objetivo final de uma dominação absoluta do planeta”.

Também é alegado por alguns agentes dos serviços de inteligência secreta dos principais países com nível de profundidade (como a CIA, MI-6, MOSSAD, ISI) que os agentes dos Illuminati, ou do “Culto da Serpente“, estão intencionalmente trabalhando lado a lado com esta raça alienígena infernal que prometeu-lhes parte da ação uma vez que o GOVERNO GLOBAL TOTALITÁRIO da “Nova Ordem Mundial(NWO) estiver sido estabelecido.  

Os Illuminati estão alegadamente interessados no poder que a ‘tecnologia’ que esta raça alienígena reptiliana supostamente esta lhes dando em troca de sua cooperação. De acordo com John Lear e outros, muitas das bases subterrâneas profundas (conhecidas como D.U.M.B-Deep Underground Military Bases, Bases Militares Subterrâneas Profundas), como as de DULCE, no Novo México, DIA-DENVER International Airport, no Colorado-EUA e PINE GAP, na Austrália são realmente áreas “comuns”  para as duas espécies, a nossa e a deles viverem juntas, onde as trocas de tecnologia têm sido realizadas, bem como as batalhas entre os humanos e “Greys “provocada por desentendimentos, desacordos, traições mútuas, etc… 

Poderiam os  planos dos ILLUMINATI, de domínio e controle de todo o planeta  serem  feitos em conjunto com uma  vanguarda de uma raça ‘alienígena’? Um ponto incomum que o presente artigo traz é a ligação aparente entre Illuminatis e “o Clube de Roma“ e os chamados ‘Greys’ e Reptilianos. Alguém poderia se perguntar: Se uma espécie exótica com desejo para estabelecer o controle sobre uma civilização planetária, tentaria uma invasão total e imediata e a destruição de toda a resistência ou será que em vez disso essa espécie alienígena poderia  tentar manipular as situações nos bastidores a fim de transformar os habitantes do planeta  “no ambiente alvo de uns contra os outros, e dizimar a população ao ponto de que a resistência seria mínima?” 

A “escolha” lógica, presumindo que os alienígenas “são vermes sem coração, seria a última, e há evidências de que o “Clube de Roma e os Illuminati “tem” vendido “a raça humana, em troca de tais poderes estranhos e em troca de certas promessas, e que esta venda da humanidade para um grupo de energia alienígena é a realização de uma agenda de genocídio em MASSA contra a raça humana como um todo, em obediência aos seus senhores draconianos (Reptilianos cuja origem estelar seria a Constelação de Draco-Dragão). Se tal raça alienígena desumana existe, então “estas políticas” genocidas que os Illuminati-Clube de Roma está realizando, sem dúvida, teve origem a partir desta raça alienígena, a partir ‘deles’. 

Como William Cooper declarou em outro lugar, se os “alienígenas” existem ou não, não faz diferença, pois a “idéia” da existência de uma raça alienígena-não humana da Terra, é parte e parcela dos planos totalitários dos Illuminati em um mundo totalitário. Isto foi confirmado por vários pesquisadores. Com esta introdução, as atividades acontecendo em lugares tais como  instalações subterrâneas, como  na Base de PINE GAP, na Austrália  pode ser melhor compreendida. 

reptiliana-mutação

O Dr. Jean Francois Gille, que se mudou para Albuquerque, Novo México, da França, vem de uma tradução de um documento francês que expõe a relação entre diversos fatores na matriz dos assuntos do mundo. O artigo, intitulado – «Pine Gap BASE: contexto mundial“, foi escrita por Lucien Cometta e posteriormente traduzido para Inglês pelo Dr. John Gille:

“Para entender melhor o caso de Pine Gap, uma Base dos E.U.A. (perto de Alice Springs) na Austrália, me sinto obrigado a dar algumas explicações de antemão. Espero que estas explicações irão ajudar a aumentar a sensibilidade geral para a importância extraordinária que tem essa instalação militar dos EUA na AUSTRÁLIA para a humanidade como um todo”.

“A maioria das pessoas, em todo o mundo, já não mais duvidam quanto ao fato de que os UFOs e ETs sejam reais. Sabem que são reais. Aqui já no início de 1989, ninguém questionava a sua existência. O caso de UFOs e ETs despertou paixões, controvérsias e arrogância de muitos durante anos. Alguns não tem sido muito racionais.

A questão é relativamente constante, a opinião pública deve se acalmar. É com um espírito sereno e claro que devemos pensar em nossa futura relação com os povos vindos a partir do espaço exterior, os ditos alienígenas. No entanto, a opinião pública não está em paz. E vagamente sente que os governos de modo geral estão escondendo algo “grande e real”, e querem saber para onde os nossos dirigentes (????) governamentais, nossos políticos, vão levar a humanidade.

“Durante o processo de pesquisa e estudo de OVNIs e extraterrestres, os investigadores que não têm explicações científicas do estabelecimento no valor nominal descobriram fatos perturbadores, esses fatos começaram a decolar através da tampa do encobrimento governamental. O valor e prestígio das suas fontes das informações, não deixa qualquer dúvida sobre a veracidade dessas informações, as principais orientações estão resumidas abaixo”. 

PINE GAP em Alice Springs, no centro da Austrália: 

“Os Estados Unidos têm três bases principais na Austrália. Uma delas é no Sul da Austrália (Nurranger, perto de Woomera, TN), outra em Nova Gales do Sul, e a terceira (e de longe a maior de todas) está localizada distante cerca de 230 km (143 milhas ) do centro geográfico do continente australiano (BEM LONGE DO OCEANO E DO LITORAL…), não muito longe a oeste de Alice Springs (Território do Norte), no sopé da encosta sul da Faixa de Montanhas MacDonnell. Esta base é totalmente subterrânea, com entradas visíveis apenas na superfície do terreno. 

“Esta “BASE SECRETA SUBTERRÂNEA” superior é totalmente financiada pelo Governo Secreto (GOVERNO PARALELO oculto/secreto) dos ESTADOS UNIDOS, através de orçamento negro (Blackops) e é oficialmente conhecida como uma Instalação de Defesa Conjunta com a Austrália de Pesquisas Espaciais.

Quando a construção da Base foi iniciada, seu objetivo era a pesquisa científica para o desenvolvimento de uma suposta defesa da tecnologia espacial. Sabe-se agora que, desde o seu início, seu principal objetivo foi a pesquisa em propulsão eletromagnética.”

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“O que é exatamente PINE GAP? Por mais estranho que pareça, mesmo os membros do Parlamento Federal Australiano não o sabem. Dentre os membros do gabinete, apenas um número pequeno de “iniciados” têm uma vaga idéia do que se trata.

A única fonte de informação disponível ao público é o cruzamento feito por investigadores privados, tais como Jimmy Guieu, na sequência de declarações feitas pelos Estados Unidos ou revistas Australianas (sempre muito curtas e lapidando parágrafos), e qualquer coisa que os residentes locais próximos à região da base possam observar.

“Diz-se que PINE GAP é a mais profunda perfuração feita pelo homem na Terra e esta na Austrália – cerca de cinco milhas (mais de 8.000 metros) de profundidade. É provável que um tal buraco usado com uma antena subterrânea seja capaz de recarregar as baterias dos submarinos no Pacífico e Oceano Índico através de emissões ELF. Essas gigantescas antenas também podem ser usadas para gerar uma gigantesca onda de energia estacionária em torno da Terra. 

“Algumas pessoas dizem que PINE GAP seria um enorme gerador nuclear para fornecer energia para um novo tipo de receptor. Parece também que há um acelerador de plasma de alta potência,  que pode ser aproveitado para transmitir uma  corrente elétrica de alta potência, ou mesmo para produzir um “raio da morte ‘, ou simplesmente para alimentar uma arma de plasma.

Um aviso de área proibida e rodovia bloqueada no acesso à PINE GAP.

Tudo isto não é tão incrível como possa parecer: é agora sabido que na base americana de North West Cape, perto do Golfo Exmouth na Austrália Ocidental (Harold E. Holt USN, uma Estação de Comunicação), tem um velho tipo de receptor usado em Pine Gap, que é usado para enviar corrente elétrica para submarinos submersos dos EUA que percorrem um fio de antena. Sabe-se que as correntes elétricas transmitidas dessa forma são chamados de células plasma-dinâmicas.

“Várias vezes, os moradores viram DISCOS BRANCOS  com cerca de 30 polegadas de diâmetro, no processo de ser descarregado a partir de grandes aviões de carga dos E.U.A. nos aeroportos que servem Pine Gap. Esses discos tinham o emblema da Força Aérea americana sobre eles. Parece provável que os discos são montados e com base em Pine Gap. O número de discos visto à noite, não deixa nenhuma dúvida na mente de qualquer um.

Uma quantidade incrível de equipamentos foi entregue por aviões procedentes dos Estados Unidos. Os moradores dizem também que umaenorme quantidade de alimento é estocada em armazéns do que poderia muito bem ser uma verdadeira multi-nivelada cidade subterrânea, pois foram feitas perfurações de até 8.000 metros de profundidade no local.

“Por outro lado, Pine Gap é conhecida como um dos mais importantes centros de controle de satélites espiões que circundam o globo. Um artigo publicado no final de 1973 alegou que a instalação de Pine Gap, juntamente com sua  instalação irmã em Guam, foram utilizados para controlar as missões fotográficas Americanas dos grandes satélites em órbita acima da Terra.

Instalações de PINE GAP (na superfície)

«PINE GAP tem enormes computadores que estão ligados aos seus congêneres da Austrália  e americanos, que recolhem todas as informações garantidos nesses países, não apenas sobre finanças e tecnologia, mas em cada aspecto da vida do cidadão médio. Esses computadores em Pine Gap  evidentemente estariam interligados a mainframes semelhantes em Guam, em Krugersdorp,  na África do Sul e na  base Scott Amundsen dos E.U.A na Antártica, no Pólo Sul, onde recentemente foi instalado o S.P.T., South Pole Telescope, aparentemente para rastrear um corpo (uma estrela Anã Marrom) celeste estranho que já estaria penetrando em nosso sistema solar pelo sul, perpendicular à ecliptica (Leste/Oeste) e de cujos efeitos que esse astro vai causar em nossa civilização seria completamente desconhecido, mas possível de se prever que as implicações de tal evento poderia ser de extinção da vida planetária como nós a conhecemos. 

“Vamos dizer, aliás, que os trabalhadores (mais de 1200), da base dos E.U.A. na África do Sul, que todos pretendem (fingem) ser membros da missão consular americana naquele país. Pode ser digno de nota que a Base Amundsen-Scott, no Pólo Sul está localizada em um ponto  magnético sensível do nosso planeta, que tem exatamente as mesmas características  de Pine Gap, e que todas as informações sobre a maioria dos cidadãos da Europa Ocidental hoje é armazenado lá nos bancos de memória de dezenas de metros sob a cobertura de gelo.

“Uma declaração do premier australiano por volta de 1987, assegurava que “a presença da França deve desaparecer do Oceano Pacífico, desde o cume de Kerguelen, e da Antártida “lançando luz sobre a importância desta base polar para o mundo anglo-saxão.

Vista aérea de Pine Gap, daquilo que é visível na superfície. Deste local já foram testemunhados disparos com arma de feixe de luz sendo feitos contra espaçonaves da Federação em órbita da Terra. Ver o disparo – aos 1:51 minutos- no vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=IiDvkB_rG-Q. A instalação consiste em um complexo de computadores de grande porte com 14 Antenas Randomicas e tem mais de 800 funcionários. Acredita-se ser uma das maiores estações de terra do Projeto ECHELON e parece ser fisicamente e operacionalmente semelhante às instalações de captação de sinais de inteligência na Buckley Air Force Base, no Colorado e Menwith RAF Hill, no Reino Unido (Inglaterra). O pessoal funcionários a serviço do governo dos Estados Unidos em Pine Gap se acredita serem da NSA-Agência de Segurança Nacional na sua maioria e subordinados as agências de inteligência associadas como a CIA-Agência Central de Inteligência. David Rosenberg, um funcionário de longo tempo da NSA-National Security Agency-Agência de Segurança Nacional em Pine Gap, sugeriu que a CIA administra o local

Sobre o secreto Projeto Echelon saiba mais em:  http://thoth3126.com.br/echelon-o-esquema-de-espionagem-global-dos-eua/

 “O fato mais inquietante sobre PINE GAP pode ser que os empregados que trabalham na base, e especialmente aqueles destinados aos postos sobre os projetos de propulsão eletromagnética, sofreram lavagem cerebral e até mesmo implantação de dispositivos intracraniano de controle.

Os trabalhadores transformaram-se em escravos incondicionais dos seus mestres, sejam eles quem forem. Um pouco assustador, não é?  “O verdadeiro ponto da lavagem cerebral dos indivíduos, juntamente com as tentativas implacáveis para implementar o encobrimento da verdadeira  tecnologia militar avançada, ficará claro no final deste artigo.”

“Parece que tudo começou com a construção do novo edifício do Parlamento, em Canberra, que custou bilhões de dólares. A Austrália tem apenas 18 milhões de habitantes, ainda que aparentemente se tratando de um edifício muito além de seus meios … supostamente para acolher os do seu governo, mesmo se o antigo edifício do Parlamento que ainda estivesse perfeitamente bem. “Este edifício novo, enorme, imenso e magnífico que facilmente se adaptará às necessidades da antiga União Soviética ou dos Estados Unidos, que têm centenas de milhões de cidadãos para governar.

Aquele prédio me intrigou, e eu comecei a falar sobre isso até um certo dia em que eu colidi com um inglês que me disse que o primeiro-ministro australiano, à época Bob Hawk, foi um estudioso Rhodese (Cecil Rodhes, um Illuminati sul africano), como tal, ele trabalhou durante o seu governo para a criação de um Governo Mundial Único, e que este novo edifício do Parlamento provavelmente tinha algo a ver com isso.

“Algum tempo depois, eu tropecei em um panfleto publicado pela Organização de Direitos Humanos, que falou sobre um grupo de cerca de uma centena de pessoas bem colocadas nas esferas das altas finanças internacionais, na política, no Poder Judiciário e nas grandes empresas. Esse grupo foi chamado de “Clube de ROMA. De acordo com este panfleto, o CLUBE DE ROMA é formado por um consórcio que controla todas as finanças internacionais.

Um número de outros grupos semelhantes ao Clube de Roma, como os Illuminati, Bilderbergers e outras sociedades secretas, estão igualmente em um consórcio que comprometeu-se ao financiamento, e estão se infiltrando em VÁRIOS grupos políticos e religiosos com a intenção de fazer progresso na direção da implantação de uma ditadura de um governo mundial. 

Outro elemento muito estranho nessa história se encontra ao sul das instalações da Base de Pine Gap, o estranho padrão de desenho circular espiralado no terreno que só é possivel de se perceber dos céus.

“A coisa toda parecia um pouco demasiado ridícula para ser verdade, pareceu-me naquele momento. No entanto, um amigo meu me deu uma fita cassete gravada em uma palestra dada por Peter Sawyer, um ex-alto funcionário público australiano, que expôs um certo número de fatos que ele havia notado quando estava na ativa no governo. Ele falou, em particular, de uma instalação de central de telefone em Camberra, chamado de “Deacon Center. Esta instalação, construída em concreto, com 4 metros (??) de grossas paredes, custou centenas de milhões de dólares. Ela é equipada com vários computadores, e distribuida em quatro níveis. 

Quando tentou descobrir por que esses equipamentos eram necessários em um país de apenas 18 milhões de habitantes, ele descobriu que os computadores estavam ligados a todos os bancos, com todos os correios,  todos os telefones, e para todas as delegacias de polícia e alfândegas, e em cada posto de chegada e partida em portos e aeroportos, os viajantes, e também, e acima de tudo, com outros centros de processamento de dados a recolherem dados gerais sobre todos os cidadãos … integrantes do Reino Unido, bem como da Europa inteira.

“Essa instalação na rua Deacon é, portanto, um centro onde todos os dados relativos a todos os cidadãos do mundo ocidental acabam sendo armazenados. Todos as informações financeiras, econômicas, políticas e militares, religiosas, bem como as informações sobre todos os habitantes desses países. Como uma questão de curso, todas as pessoas que vivem na Austrália, são colocados no arquivo, acompanhados e rotulados.  “Peter Sawyer descobriu também que o presidente da Fundação Rockefeller  veio para uma longa estadia na Austrália para supervisionar pessoalmente a construção de 20 residências de luxo em Canberra (o governo australiano pagou a conta), na maravilhosa paisagem de um parque nacional, onde , legalmente, a ninguém é permitido construir NADA.

“As investigações levam a Sawyer expor, em primeiro lugar, que o novo edifício do Parlamento foi criado para acomodar o governo mundial a ser ainda instalado, e, segundo, que as 20 residências de luxo serão atribuídos a estrangeiros e diferentes membros que farão parte do governo mundial (os Rockfellers, Rothschilds, etc…) 

manipulação-ocidente-nwo

Por que escolher a cidade de  Canberra como a sede do governo do novo mundo? Simplesmente porque a Austrália é um país pacífico, com alguns nativos que muito provavelmente virem rebeldes, com baixa densidade demográfica e, acima de tudo, é um país que fala Inglês (E MAIS IMPORTANTE, FICA NO HEMISFÉRIO SUL, onde o impacto destrutivo das transformações -Inversão do campo magnéticos e dos eixos polares norte e sul –  planetárias serão menores). Outros países falam Inglês, mas não podem oferecer a segurança da Austrália, que se dará no momento da tomada de poder pelo Governo Mundial.

Na América do Norte e Europa, levantes civis serão mais do que prováveis que aconteçam, e a América do Sul não só não fala Inglês, mas sua paixão pelas revoluções e perturbações sociais (nos países de lingua espanhola) é muito bem conhecida. “A Austrália“ é, assim, o lugar ideal para tal empreendimento dos integrantes da Nova Ordem Mundial (NWO-New World Order). Como será o advento de um Governo Mundial possível no futuro próximo? É relativamente fácil, como vamos explicar.

“Primeiro, quem são os” internacionalistas “que querem tomar o CONTROLE do planeta?” SÃO AQUELES QUE QUEREM TOMAR O CONTROLE DO PLANETA E INSTALAR UM GOVERNO DITATORIAL GLOBAL, E QUE  NÃO PASSAM DE QUINZE FAMÍLIAS, se tanto, e que já governam e controlam todas as Finanças Internacionais e mantem uma coleira bem apertada nos governos dos principais países por meio do ABSOLUTO controle das finanças e economias domésticas. Estes magnatas das finanças conceberam seu plano, após a I Guerra Mundial, e vem trabalhando arduamente  em um processo de enfraquecimento insidioso que visa a desestabilização econômica em todo o Ocidente e no resto do planeta. (n.t. Este plano existe há mais tempo , desde o advento de Mayer Amschel Bauer-Rothschild, e mais os seus doze parceiros à dois séculos e meio, desde a fundação do grupo  ILLUMINATI.             

Saiba mais em:  http://thoth3126.com.br/historia-dos-illuminati-e-da-nova-ordem-mundial-nwo/

“Se os financiadores são, obviamente, com o nome ‘capitalistas’, é um rótulo muito decepcionante, embora, para, na verdade, eles nunca pararam de puxar as cordas dos partidos progressistas, bem como as dos partidos conservadores, capitalistas e comunistas. A idéia é muito lógica e esta baseada, simplesmente, na desestabilização dos países do Ocidente nas áreas da política, religião, degradação sexual e cultural, disseminação do uso de entorpecentes, prostituição, alcoolismo, criação e disseminação de vírus letais, instigação de lutas raciais e fanatismo religioso e nos níveis econômicos de toda cadeia produtiva mundial.

Pode ser surpreendente para alguns mais ingênuos e piedosos, mas esses “inovadores”, alguns deles já se infiltraram nos mais altos escalões de todos os principais sistemas religiosos estabelecidos, em apenas uma pequena parcela de vários anos, tornando as religiões sem nenhum poder real e mais nefastas ainda para a humanidade…(Muitos “desses estabelecimentos” foram simplesmente “comprados” através de contribuições financeiras)

“A desestabilização econômica-financeira (iniciada em 2008) é implementada através de um processo mais eficiente, mas mais lento. Este processo (em curso) fará com que todo o sistema financeiro do Ocidente entre em colapso. As pessoas envolvidas são as mesmas pessoas que causam o preço do petróleo subir e, em seguida, depois de convencer os vizinhos europeus para concordar com estes aumentos de preços, prevê que o rendimento proveniente do aumento dos preços serão pagos à “International Reserve Bank, que está inteiramente sob seu comando. O  International Reserve Bank tem o dinheiro através de uma Holding Bank a “que generosamente faz empréstimos de dinheiro para os países do Terceiro Mundo com altas taxas de juros. “O banco holding recebe os juros pagos pelos países subdesenvolvidos, em seguida, os coloca em outra” holding bancária “, que, por sua vez, investe uma quantidade enorme de dinheiro em nome dos árabes. (Conquista pela GANÂNCIA). 

“Esses investimentos são feitos em empresas de grande prosperidade (especulação). Entretanto, apenas os JUROS pequenos são enviados para os países árabes.” Aqueles que projetaram o plano estavam perfeitamente conscientes de que os líderes dos países subdesenvolvidos seriam tentados a embolsar um boa parte ao receber o dinheiro.(Conquista do controle pela CORRUPÇÃO).

“E o BIS (Bank for International Settlements) irá dizer aos países árabes que os investimentos do banco não foram pagos e que se deu mal, todos os seus bens haviam desaparecido e que não serão pagos mais juros. Os países árabes, então não tem escolha, a não ser para colocar todos os títulos deles próprios no mercado, bem como um grande volume de bens comprados pelo banco holding. Uma boa parte destes bens será, então, congelado, porque eles foram comprados com a ajuda de empréstimos não reembolsados integralmente, e farão parte dos ativos do banco de exploração em primeiro lugar, para cobrir a sua falência. A quantidade incrível de ações e papéis colocadas no mercado ao mesmo tempo, irá causar um crash da bolsa de tal magnitude que todas as economias nacionais do Ocidente entrarão em colapso, ao mesmo tempo. “O planeta encontra-se em uma situação desesperadora (melhor seria dizer que a HUMANIDADE está em uma situação ruim). Em breve o dinheiro não vai valer nada, e os riscos de um confronto global (planejado e provocado!) Será elevado. 

Outra imagem aérea de uma instalação de PINE GAP, imensa, com 740 metros de diâmetro, com formato hexagonal perfeito com sete torres, uma no CENTRO e mais seis dispostas nos ângulos que marcam 60° em um círculo, aparentemente feita totalmente com COBRE, um excelente material condutor de energia. (Tecnologia alienígena?)

“Neste momento, a utilidade das bases como Pine Gap se tornarão evidentes. Se um confronto Global planejado vai acontecer, as bases servirão como um local de segurança para os políticos e seus funcionários, bem como os financistas internacionais, as suas famílias e amigos.  “Se a confrontação, o conflito não irromper, os financiadores vão se adaptar a uma ‘atitude santa E OFERECERÃO A SUBSTITUIÇÃO de todas os papeis moedas, agora sem valor, após a grande crise, de todos os países por CARTÕES DE PLÁSTICO ( Plastic Money), em verdadeira igualdade “assegurada” para todos, junto com a abolição da propriedade e de TODOS OS DIREITOS individuais; e a criação de um Governo Mundial que vai “garantir a paz”.ENTER PINE GAP: 

“As massas (a consciência como um grupo) será convencida (eu pessoalmente acredito que sem muito esforço) de que será necessário garantir a paz e a justiça social, por qualquer meio, inclusive a força. O potencial obtido através do equipamento de bases subterrâneas como as de PINE GAP, FARÁ o desaparecimento de indivíduos e coletividades inteiras POSSÍVEL sem sobrar um traço sequer de QUEM não se conformar e oferecer resistência.  

E daqueles que “impedem a felicidade do povo” (de continuarem vivendo como animais escravos). Além disso, garantirá a trituração rápida de qualquer revolta possível. Também poderá acontecer que os nossos novos “mestres podem” acabar dizendo ao povo que eles têm o apoio de raças ALIENÍGENAS, COM QUEM JÁ FIZERAM ACORDOS e que nós estaremos no princípio de uma nova “ERA DOURADA”… será A PIOR DITADURA NUNCA jamais vista e conhecida pela humanidade (se isso acontecer, não foi sem aviso, basta dar uma olhadinha no livro do Apocalipse).

“…… É quase certo que outras bases foram construídas nos Estados Unidos e em outras regiões do Hemisfério Norte. Pode até ser que AS BASES AMERICANAS subterrâneas ocupadas pelos GREYS, no continente americano, sejam do mesmo tipo. Há até mesmo um boato entre os teóricos da conspiração que afirmam que um REPRESENTANTE DOS GREYS é encontrado em cada uma das bases SUBTERRÂNEAS DOS E.U.A. e nas bases no hemisfério sul, como a Austrália. 

“Nenhuma das opções acima nada tem a ver com ficção científica. Tudo o que eu disse no texto é verdade, e não dá uma imagem muito suave do futuro da humanidade e do seu futuro, caro leitor, se nada mudar nesse cenário!!

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O Código Secreto de Leonardo Da Vinci


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A Revelação Templária – 01

ACYGPH Leonardo da Vinci, 15.4.1452 - 2.5.1519, Italian painter and sculptor, engraving after self portrait, 19th century, later colour

O CÓDIGO SECRETO DE LEONARDO DA VINCI 

 É uma das mais famosas – e resistentes – obras de arte do mundo. O fresco de Leonardo da Vinci, A Última Ceia, é a única peça que resta da primitiva igreja de Santa Maria delle Grazie, próximo de Milão, encontrando-se na única parede original que permaneceu de pé depois de o bombardeamento aliado ter reduzido a escombros o resto do edifício, durante a segunda guerra mundial.

Embora muitos outros artistas consagrados, como Ghirlandaio e Nicolas Poussin – mesmo um pintor idiossincrático como Salvador Dali – também tenham oferecido ao mundo a sua versão desta relevante cena bíblica, é a cena de Leonardo que, por alguma razão, mais tem prendido a imaginação de todos.

01 – O CÓDIGO SECRETO DE LEONARDO DA VINCI – Livro “The Templar Revelation – Secret Guardians of the True Identity of Christ” de  Lynn Picknett e Clive Prince.

http://www.picknettprince.com/

Por toda a parte se vêem versões desta cena, tocando os dois extremos do espectro do gosto, desde o sublime até o ridículo. Algumas imagens podem ser tão familiares que nunca são verdadeiramente examinadas e, embora estejam patentes ao olhar do observador e convidem a um exame mais minucioso, ao seu nível mais profundo e significativo elas permanecem, de fato, como livros totalmente fechados. É o que sucede com a A Ultima Ceia de Leonardo – e, estranhamente, com todas as suas outras obras.

Santa-Maria-delle-Grazie-milão

Santa Maria delle Grazie (“Santa Maria da Graça”, em italiano) é uma igreja e convento dominicano em Milão, norte da Itália, incluído na lista dos Patrimônios Mundiais pela UNESCO. A igreja é famosa pela pintura da A Última Ceia de Leonardo da Vinci, que foi pintada na parede do refeitório do convento.

Seria a obra de Leonardo (1452-1519) – esse atormentado gênio da Itália renascentista – que nos arrastaria (os autores) para um caminho que conduziu a descobertas tão assombrosas nas suas implicações que, a princípio, parecia impossível: impossível de que gerações de “acadêmicos eruditos” não tivessem observado o que saltava ao nosso olhar surpreendido – e impossível que uma informação tão explosiva tivesse permanecido pacientemente, durante todo este tempo, à espera de ser descoberta por escritores como nós, à margem da corrente dominante da investigação histórica ou religiosa.

Assim, para começar a nossa história propriamente dita, temos de regressar à A Última Ceia de Leonardo e examiná-la com novo olhar. Este não é o momento para a considerar no contexto das familiares hipóteses histórico-artísticas. É o momento adequado para a examinar como um recém-chegado à mais familiar das cenas a olharia, para afastar dos olhos as vendas do preconceito e, talvez pela primeira vez, olhá-la verdadeiramente.

A figura central é, claro, a de Jesus Cristo, que Leonardo, nas suas notas para a obra, refere como «o Redentor». (No entanto, avisa-se o leitor para não fazer aqui suposições óbvias.)  Contemplativo, Jesus olha para baixo e ligeiramente para a esquerda, com as mãos estendidas sobre a mesa, como se apresentasse uma dádiva ao observador. Como esta é a última Ceia, na qual, segundo o Novo Testamento, Jesus iniciou o sacramento do pão e do vinho, exortando os seus discípulos a partilhar deles como a sua «carne» e o seu «sangue», seria razoável esperar que um cálice ou uma taça de vinho estivesse colocada em frente de Jesus, para ser abrangido por aquele gesto.

Afinal, para os cristãos, esta refeição teve lugar imediatamente antes da «Paixão» de Jesus, no jardim de Getsâmane, quando Ele pediu fervorosamente que «este cálice se afaste de mim […]» outra alusão à imagem vinho/sangue – também antes da sua morte por crucificação, quando o seu sangue foi derramado em nome de toda a Humanidade (n.t. isto segundo o dogma da igreja romana). Contudo, não há vinho em frente de Jesus (e apenas uma quantidade simbólica, em toda a mesa). Pode acontecer que aquelas mãos estendidas estejam a fazer o que, segundo os artistas, é essencialmente um gesto sem significado?

À luz da ausência de vinho, talvez não seja por acaso que, de todo o pão que está sobre a mesa, muito pouco esteja realmente partido. Como Jesus identificou o pão com o seu próprio corpo, que ia ser despedaçado no sacrifício supremo, estará a ser transmitida alguma mensagem sutil acerca da verdadeira natureza do sofrimento de Jesus?

Contudo, isto é apenas a ponta do iceberg da não-ortodoxia representada nesta pintura.  No relato bíblico, é o jovem São João – conhecido pela alcunha «O discípulo Amado» – que está tão próximo de Jesus que se reclina «no seu peito». Contudo, na representação de Leonardo, este jovem não se reclina tanto, como exigia o «cenário» bíblico, mas inclina-se, afastando-se exageradamente do Redentor, com a cabeça quase provocantemente inclinada para a direita. Mas, no que diz respeito a esta personagem, isso não é tudo, porque devíamos perdoar aos que vêem a pintura pela primeira vez por alimentarem estranhas incertezas quanto ao chamado São João. Porque, embora seja verdade que as predileções pessoais do artista tendiam a representar a epítome da beleza masculina como um tanto efeminada, certamente  é para uma mulher que estamos olhando.

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A “ruiva” Maria Madalena como o apóstolo João?

Tudo «nele» é surpreendentemente feminino. Embora o fresco possa estar envelhecido e desbotado, ainda se pode distinguir as mãos pequenas e graciosas, as feições bonitas e delicadas, o peito distintamente feminino e o colar de ouro. Esta mulher, porque seguramente é uma mulher, também usa roupas que a distinguem como sendo especial. Elas refletem a imagem das roupas do Redentor: enquanto um veste uma túnica azul e um manto vermelho, o outro veste uma túnica vermelha e um manto azul, de estilo idêntico (n.t. talvez no original seja azul, nesta reprodução esta verde). Mais nenhum dos presentes à mesa usa um traje que, desta maneira, reflita o de Jesus. Mas também mais nenhum dos presentes à mesa é uma mulher.

Central à composição global é a forma que Jesus e esta mulher constituem em conjunto – um M enorme e aberto, quase como se estivessem literalmente unidos na anca e se tivessem zangado ou se tivessem afastado. Tanto quanto sabemos, nenhum acadêmico se referiu a esta personagem feminina como não sendo São (apóstolo) João, e a forma de um Multrapassou-os. Como descobrimos durante a nossa investigação, Leonardo era um excelente psicólogo que se divertia apresentando aos seus patronos, que o encarregavam de pintar cenas religiosas clássicas, imagens muito heterodoxas, sabendo que as pessoas encarariam com equanimidade as mais surpreendentes heresias porque, geralmente, elas só viam o que esperavam ver.

Se formos encarregados de pintar uma cena cristã clássica e apresentarmos ao público algo que superficialmente pareça sê-lo, o seu simbolismo dúbio nunca será questionado. Contudo, Leonardo devia ter esperado que talvez outros, que partilhavam a sua invulgar interpretação do Novo Testamento, reconhecessem a sua versão ou que, um dia, alguém, algures, um observador objetivo, captasse a imagem desta misteriosa mulher ligada à letra M e fizesse as perguntas óbvias. Quem era este M e por que razão era tão importante? Por que arriscaria Leonardo a sua reputação – mesmo a sua vida, naqueles tempos da pira funerária flamejante da Inquisição – para a incluir nesta crucial cena cristã?

Fosse ela quem fosse, o seu próprio destino não parece estar seguro porque uma mão se atravessa em frente do seu pescoço, graciosamente inclinado, no que parece ser um gesto ameaçador. Também o Redentor é ameaçado por um dedo indicador estendido, positivamente apontado ao seu rosto com óbvia veemência. Tanto Jesus como «M» parecem totalmente alheios a estas ameaças, aparentemente perdidos no mundo dos seus pensamentos, cada um, à sua maneira, sereno e calmo.

Mas é como se símbolos secretos estivessem sendo usados, não apenas para avisar Jesus e a sua companheira dos seus destinos separados mas também para transmitir (ou talvez recordar) ao observador uma informação que, de outro modo, poderia ser perigoso tomar pública no século de Da Vinci. Estaria Leonardo usando esta pintura para transmitir alguma crença particular (ou Oculta), que teria sido quase loucura compartilhar com uma audiência mais vasta, de qualquer forma mais óbvia? E podia acontecer que essa crença tivesse uma mensagem para muito mais pessoas além do seu círculo imediato, talvez mesmo para nós, nos dias de hoje, agora?

Continuemos a examinar esta obra espantosa. À direita do observador do fresco, um homem alto, de barba, inclina-se exageradamente para falar com o último discípulo sentado à mesa. Ao inclinar-se, ele voltou completamente as costas ao Redentor. É este discípulo – São Tadeu ou São Judas – que se admite ter por modelo o próprio Leonardo Da Vinci. Nada do que os pintores renascentistas representassem era acidental ou incluído simplesmente por razão estética, e este exemplar específico da sua época e da sua profissão era famoso por ser adepto do double entendre visual. (A sua preocupação de usar o modelo adequado a cada um dos vários discípulos pode detectar-se na sua perversa sugestão de que o irritante prior de Santa Maria posasse para a personagem de Judas!) Então, por que se representaria o próprio Leonardo a desviar o olhar de Jesus de forma tão óbvia?

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Leonardo pintou A Última Ceia, um incrível trabalho, o mais sereno e distante do mundo temporal, durante anos caracterizado por conflitos armados, intrigas, preocupações e emergências. Ele a declarou como concluída, embora eternamente insatisfeito, e continuou trabalhando nela. Foi exposta a vista de todos e contemplada por muitos. Desde então ele foi considerado sem discussão como um dos primeiros mestres da Itália, senão o primeiro. Os artistas vinham de muito longe, para, no refeitório do convento de Santa Maria delle Grazie, analisar cuidadosamente a pintura, copiando-a e discutindo-a. O rei da França, ao chegar em Milão, acariciou a ideia impossível de remover o afresco da parede para levar para o seu país. Durante a sua realização muitas lendas foram tecidas em torno do mestre e seu trabalho. Os relatos de Bandello e Giraldi, dedicados a temas radicalmente diferentes, incluíram também a gênese de A Última Ceia

Há mais. Uma mão anômala aponta uma adaga ao estômago de um discípulo que é uma pessoa separada de «M». Por nenhum esforço de imaginação essa mão podia pertencer a alguém sentado àquela mesa, porque é fisicamente impossível aos que estão próximos terem-se voltado para colocar a adaga naquela posição. Contudo, o que é verdadeiramente espantoso nesta mão sem corpo não é tanto o fato de ela existir mas que em todas as nossas leituras sobre Leonardo apenas tivéssemos encontrado duas referências a essa mão, e que revelam uma estranha relutância em encontrar nela algo de anormal. Como o São João, que é realmente uma mulher, nada podia ser mais óbvio – e mais bizarro – logo que foi detectado, contudo ele é completamente ignorado pelo olhar e pela mente do observador, por ser tão extraordinário e tão chocante.

Ouvimos dizer, muitas vezes, que Leonardo era um cristão piedoso cujas pinturas religiosas refletiam a profundidade da sua fé. Como vimos até agora, pelo menos uma delas contém imagens altamente dúbias, em termos de ortodoxia cristã, e a nossa investigação, como veremos mais tarde, revela que nada podia estar mais longe da verdade do que a ideia de que Leonardo era um verdadeiro crente – isto é, um crente em qualquer forma aceite ou aceitável do catolicismo romano. Nesta altura, as estranhas e anômalas características de uma única  das suas obras parecem indicar que ele tentava revelar-nos outro estrato do significado daquela familiar cena bíblica, de outro mundo de fé, para além do desenho reconhecido da imagem fixada naquele mural do século XV próximo de Milão.

Seja qual for o significado dessas inclusões heterodoxas, elas estão, e não é de mais acentuá-lo, em total desacordo com o catolicismo ortodoxo. Este fato não é novidade para os atuais materialistas/racionalistas porque, para eles, Leonardo foi o primeiro verdadeiro cientista, um homem que não tinha tempo para qualquer forma de superstições ou de religião, que era a verdadeira antítese do místico ou do ocultista. Mas também eles foram incapazes de ver o que estava claramente exposto aos seus olhos. Pintar A Última Ceia sem uma quantidade significativa de vinho é o mesmo que pintar o momento crítico de uma coroação sem a coroa: ou não atinge o objetivo ou atinge outro diferente, a ponto de o identificar como abertamente herético, alguém que possuía crenças religiosas, mas crenças que estavam em desacordo, talvez mesmo em guerra, com as da ortodoxia católica.

E descobrimos que outras obras de Leonardo sublinham as suas obsessões heréticas específicas, através de imagens cuidadosamente aplicadas e consistentes, o que não aconteceria se o artista fosse um ateu, simplesmente interessado em ganhar a vida. Estas inclusões e símbolos desnecessários são mais, muito mais, do que a resposta satírica do cético a este tipo de incumbências – não são o mesmo que pintar um nariz vermelho a São Pedro, por exemplo. O que estamos observando na A Última Ceia, e noutras das suas obras, é o código secreto de Leonardo da Vinci, que julgamos ter uma importância espantosa para o nosso mundo atual.

Pode discutir-se que tudo em que Leonardo acreditou ou não acreditou era apenas o ponto fraco de um homem, para mais um homem notavelmente excêntrico, cuja história estava cheia de paradoxos. Podia ter sido um solitário, mas era também o animador de um grupo; desprezava os cartomantes, mas as suas contas registam dinheiro pago a astrólogos; era vegetariano e afetuoso amigo dos animais, mas o seu afeto raramente se estendia à Humanidade; dissecava obsessivamente cadáveres e assistia às execuções com um olhar de anatomista; era um profundo pensador e um mestre de enigmas, de artes mágicas e de mistificação. Dado este complexo panorama, não seria de estranhar que as suas ideias pessoais sobre religião e filosofia fossem invulgares, mesmo sutis.

Apenas por esta razão, podia ser tentador considerar as suas crenças heréticas como irrelevantes para o mundo atual. Enquanto, de modo geral, se admite que Leonardo tinha um enorme talento, a moderna tendência para um «historicismo» arrogante procura desvalorizar as suas realizações. Afinal, quando ele estava no apogeu, até a técnica de impressão era uma novidade. O que poderia ter um inventor isolado desses tempos remotos, tão primitivos, para oferecer ao mundo atual que é continuamente informado, navegando na Internet, e que pode, numa questão de segundos, se comunicar por telefone, celular, e-mail,Facebook, etc, com pessoas de continentes que ainda não tinham sido sequer “oficialmente” descobertos na sua época? Há duas respostas para esta pergunta. A primeira é que Leonardo não era, para usar um paradoxo, um gênio vulgar.

Dado que muitas pessoas sabem que ele desenhou máquinas voadoras e primitivos tanques militares, algumas das suas invenções eram tão inverossímeis para a sua época que algumas pessoas mais excêntricas sugeriram mesmo que ele devia ter tido visões do futuro. Os seus desenhos de uma bicicleta, por exemplo, só se tornaram conhecidos depois de 1960. Ao contrário das penosamente prolongadas fases de ensaio do aperfeiçoamento da primeira bicicleta vitoriana, a bicicleta de Da Vinci tinha duas rodas do mesmo tamanho, uma corrente e um mecanismo de engrenagem. Mas, ainda mais fascinante que o verdadeiro desenho, é saber, em primeiro lugar, o que o teria levado a inventar uma bicicleta. O homem sempre desejou voar como as aves, mas ter uma motivação para pedalar ao longo das estradas imperfeitas é completamente mistificador (e, ao contrário de voar, não figura em qualquer fábula clássica). Leonardo também previu o telefone, entre muitas outras futuristas pretensões à fama.

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A bicicleta projetada por Leonardo Da Vinci

Se Leonardo foi um gênio ainda maior do que os livros de história admitem, resta saber que possível conhecimento podia ter possuído, e que causaria impacto, de forma significativa e prolongada, cinco séculos após a sua morte. Embora se possa discutir que os ensinamentos de um rabino (Jesus Cristo) do século I teriam menos relevância para o nosso tempo e lugar, também é verdade que algumas idéias são universais e eternas e que a verdade, se puder ser encontrada ou definida, nunca é essencialmente enfraquecida pela passagem dos séculos.

Não foi, contudo, nem a filosofia de Leonardo (quer evidente quer dissimulada) nem a sua arte que primeiro nos atraíram para ele. Foi a sua obra muito paradoxal, uma obra que é incrivelmente famosa e, ao mesmo tempo, muito pouco conhecida, que nos arrastou para a nossa intensa investigação de Leonardo. Como já descrevemos pormenorizadamente no nosso último livro, descobrimos que ele foi o maestro que forjara o Sudário de Turim, que há muito se julgava ter sido miraculosamente impresso com a imagem de Jesus no momento da Sua morte. Em 1998, os testes de carbono provaram a todos, exceto a um punhado de fanáticos crentes desesperados, que o (tecido do) Sudário era um artefato do final da época medieval ou do princípio da época da Renascença, mas, para nós, ele permanecia uma imagem verdadeiramente notável – para não exagerar. Na nossa opinião, o primordial era a questão da identidade do mistificador. Quem quer que tivesse criado esta espantosa “relíquia”, tinha de ser um gênio.

O Sudário de Turim, como toda a literatura – tanto a favor como contra a sua autenticidade – reconhece, comporta-se como uma fotografia. Ele exibe um curioso «efeito negativo», o que parece uma vaga queimadura, a olho nu, mas que pode ser vista em nítido pormenor em negativo fotográfico. Porque nenhuma pintura conhecida se comporta deste modo, o efeito negativo tem sido considerado pelos «sudaristas» (crentes de que é verdadeiramente o Sudário de Jesus) como prova das qualidades milagrosas da imagem. Contudo, descobrimos que a imagem do Sudário de Turim se comporta como uma fotografia porque é isso exatamente que ele é.

Por incrível que possa parecer, a princípio, o Sudário de Turim é uma fotografia. Nós, juntamente com Keith Prince, reconstituímos o que julgamos ser a técnica original e, ao fazê-lo, tornamo-nos as primeiras pessoas a reproduzir as características do Sudário de Turim, inexplicáveis até então. E, apesar de os sudaristas alegarem que isso era impossível, fizemo-lo usando equipamento extremamente básico. Usamos uma câmara escura (uma câmara com um pequeno orifício), pano com revestimento químico, tratado com materiais facilmente disponíveis no século XV, e grandes doses de luz. Contudo, o objeto da nossa experiência fotográfica foi o busto em estuque de uma rapariga, o qual,  infelizmente, estava a anos-luz do estado do modelo original. Porque, embora o rosto do Sudário não fosse, como foi cabalmente demonstrado, o rosto de Jesus, ele era, de fato, o rosto do próprio mistificador, de Leonardo. Em resumo, o Sudário de Turim é, entre muitas outras coisas, uma fotografia, com quinhentos anos, do próprio Leonardo da Vinci, impressa em tecido da mesma época.

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A imagem impressa no santo sudário de Turim

Apesar de algumas curiosas alegações em contrário, isto não pode ter sido obra de um piedoso crente católico. O Sudário de Turim, visto em negativo fotográfico, mostra o corpo despedaçado e sangrento de um homem. Devemos lembrar que este não é um sangue comum, porque para os cristãos ele não seria apenas literalmente divino: é também o veículo através do qual o mundo pode ser redimido. Na nossa opinião, não se pode forjar aquele sangue e ser considerado crente – nem se pode ter o mínimo respeito pela pessoa de Jesus e substituir a Sua imagem pela de si próprio. Leonardo Da Vince fez ambas as coisas, com cuidado meticuloso e mesmo, suspeita-se, com certo prazer. É claro que ele sabia que, como suposta imagem de Jesus – porque ninguém perceberia que era a imagem do próprio florentino -, o Sudário seria venerado por apreciável número de peregrinos, mesmo durante a sua vida.

Pelo que sabemos, ele manteve-se na sombra, observando a veneração dos peregrinos – o que estava de acordo com o que conhecemos do seu caráter. Mas calcularia Leonardo o número de peregrinos que, ao longo dos séculos, fariam o sinal da cruz em frente da sua imagem? Imaginou que, algum dia, “pessoas inteligentes” se converteriam ao catolicismo simplesmente por olhar para aquele rosto belo e torturado? E poderia ele ter previsto que a imagem cultural que o Ocidente faz do aspecto de Jesus teria origem na imagem do Sudário de Turim? Teria percebido que, um dia, milhões de pessoas de todo o mundo adorariam a  imagem de um herético homossexual do século XV em vez do seu amado Deus, que, literalmente, Leonardo da Vinci ia tornar-se a imagem de Jesus Cristo?

Pensamos que o Sudário esteve muito perto de ser a mais chocante – e bem sucedida – peça pregada à história (e à massa dos ignorantes). Mas, embora tenha enganado milhões, ele é mais do que um hino à mistificação de mau gosto. Pensamos que Leonardo aproveitou a oportunidade para criar a suprema relíquia católica como veículo de duas coisas: uma técnica inovadora e uma fé (e conhecimento oculto) herética codificada. Era muito perigoso – como os acontecimentos iriam mostrar – tornar pública a técnica da primitiva fotografia, naquela era paranoica e supersticiosa. Mas, sem dúvida, Leonardo divertiu-se ao assegurar que este protótipo estava ao cuidado dos sacerdotes que ele próprio desprezava. É claro que era possível que esta irônica curadoria  sacerdotal fosse pura coincidência, apenas um acidente fatal numa história já extraordinária, mas, para nós, ela sugere a paixão de Leonardo pelo controle total que, como vemos aqui, se estendia para além da sepultura.

O Sudário de Turim, embora seja uma mistificação e uma obra de gênio, também contém certos símbolos que sublinham as obsessões pessoais de Leonardo, como em outras das suas obras, de modo geral, mais aprovadas. Por exemplo, na base do pescoço do homem do Sudário existe uma distinta linha de demarcação. Quando a imagem no seu todo, se transforma num «mapa de contornos», usando a mais sofisticada tecnologia computadorizada, vemos que a linha marca a extremidade inferior da imagem frontal da cabeça e existe como um mar de escuridão uniforme, sem imagem, imediatamente abaixo da linha, até que a imagem começa novamente na parte superior do tórax.

Acreditamos que há duas razões para este fato. Uma é puramente prática, porque a imagem frontal impressa é uma composição; o corpo é o de um homem verdadeiramente crucificado, e o rosto é o de Leonardo, assim, essa linha, talvez necessária, indica a «junção» das duas imagens. Contudo, o mistificador não era um simples artífice, e ter-lhe-ia sido fácil obscurecer ou remediar aquela linha de demarcação denunciadora. E se Leonardo não desejasse, de fato, eliminá-la? E se a deixasse ali, deliberadamente, para a consideração “dos que tivessem olhos para ver”?

Que possível heresia pode conter o Sudário de Turim, mesmo em código? Certamente há um limite para os símbolos que se podem ocultar numa imagem simples e rígida de um homem nu crucificado – e uma imagem que já foi analisada pelos cientistas, usando o equipamento adequado? Embora na altura devida regressemos a este tema, digamos, por agora, que se pode responder a estas perguntas olhando, de novo, para dois aspectos fundamentais da imagem. O primeiro diz respeito à abundância de sangue vivo que parece correr livremente pelos braços da pseudo imagem de Jesus – e que pode parecer, superficialmente, contradizer a falta de vinho sobre a mesa da A Última Ceia, mas que, de fato, reforça este ponto particular.

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Quadro “O Batismo de Cristo”, trabalho dos artistas Andrea del Verrocchio e Leonardo da Vinci que mostra São João Batista batizando Jesus Cristo.

O segundo diz respeito à óbvia linha de demarcação entre a cabeça e o corpo, como se Leonardo estivesse a chamar a nossa atenção para uma decapitação… Tanto quanto sabemos, Jesus não foi decapitado e a imagem é uma composição, portanto, somos chamados a considerar as imagens de duas pessoas distintas que, no entanto, estavam intimamente ligadas, de alguma maneira. Mas, no entanto, por que deveria alguém que foi decapitado ser colocado «acima» de alguém que foi crucificado?

Como veremos, esta indicação da cabeça decapitada, no Sudário de Turim, é apenas um reforço dos símbolos de muitas outras obras de Leonardo. Já vimos como a anômala mulher jovem «M», na A Última Ceia, está aparentemente ameaçada por uma mão que se atravessa sobre o seu delicado pescoço, e como o próprio Jesus está a ser ameaçado por um dedo indicador estendido, apontado ao seu rosto, aparentemente como um aviso – ou, talvez, uma advertência, ou ambos. Nas obras de Leonardo, este indicador estendido é sempre, em todos os casos, uma referência direta a João Batista.

Este santo, o alegado precursor de Cristo, que exortou o mundo a «contemplar o Cordeiro de Deus», cujas sandálias ele não era digno de desatar, foi de suprema importância para Leonardo, se julgarmos pela sua onipresença nas obras de Leonardo que ainda subsistem.  Esta obsessão, em si mesma, é curiosa em alguém que os modernos racionalistas  consideram não ter tido tempo para a religião. Um homem, para quem todas as personagens e tradições do catolicismo romano nada valiam, dificilmente teria dedicado tanto tempo e energia a um santo específico como ele dedicou a João Batista. Continuamente, é este João que domina a vida de Leonardo, tanto a nível consciente, nas suas obras, como a nível sincrônico, nas circunstâncias que o rodeavam.

Por exemplo, a sua amada cidade de Florença é dedicada a este santo, tal como a catedral de Turim, em que o forjado Santo Sudário se conserva com grande aparato. A sua última pintura, que, com a Mona Lisa, se encontrava no quarto em que Leonardo morreu, sem ser reclamada, era de João Baptista, e a sua única peça de escultura que subsiste (executada em conjunto com Goivas Francesco Rustici, um famoso ocultista) também representava Batista. Encontra-se agora na entrada para o batistério de Florença, muito acima das cabeças dos turistas e, infelizmente, danificada pelos irreverentes bandos de pombos.

O dedo indicador estendido – o que chamamos o «gesto de João» – foi realçado em A Escola de Atenas (1509) de Rafael. Aqui, vemos a venerável figura de Platão fazendo este sinal, mas em circunstâncias que não são uma alusão tão misteriosa como se podia suspeitar. De fato, o modelo de Platão foi o próprio Leonardo, obviamente fazendo um gesto que, de certo modo, não só lhe era característico como também profundamente significativo para ele (e, presumivelmente, também para Rafael e outros do seu círculo). Caso se pense que estamos exagerando o que designamos por «o gesto de João», examinemos outros exemplos dele na obra de Leonardo.

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Mona Lisa também conhecida como A Gioconda é a mais notável e conhecida obra de Leonardo da Vinci, um dos mais eminentes homens do Renascimento italiano.

Este gesto figura em várias das suas pinturas e, como dissemos, tem sempre o mesmo significado. Na sua inacabada Adoração dos Magos (começada em 1481), um figurante anônimo faz este gesto junto de um monte de terra onde cresce uma alfarrobeira. A maioria dos observadores não repara nele, porque os seus olhos são inevitavelmente atraídos para o que julgam ser o objetivo do quadro – como o título sugere, a veneração da Sagrada Família pelos «homens sábios» ou magos. A bela e sonhadora Virgem, com Jesus ao colo, é pintada como uma figura insípida e descolorida. Os magos se ajoelham, apresentando à Virgem os seus presentes para a criança, enquanto, ao fundo, um grupo se movimenta, aparentemente para também adorar a mãe e a criança. Mas, como na A Última Ceia, esta também só superficialmente é uma pintura cristã e merece um exame mais minucioso.

No primeiro plano, os devotos dificilmente são exemplos de saúde e beleza. Magros até ao ponto de parecerem cadáveres, as suas mãos estendidas parecem estar levantadas, não tanto em assombro, mas mais como se estivessem a despedaçar o par duma forma assustadora.  Os magos apresentam a suas dádivas – mas apenas dois dos lendários três magos. Oferecem incenso e mirra, mas não ouro. Para as pessoas do tempo de Leonardo, o ouro não só significava riqueza imediata como era também um símbolo de realeza – e, aqui, ela estaria sendo negada a Jesus.

Se olharmos para detrás da Virgem e dos Magos, parece haver um segundo grupo de devotos. Estes são muito mais saudáveis e têm um aspecto mais normal – mas, se seguirmos a linha do seu olhar, é óbvio que eles não estão olhando para a Virgem nem para a criança, mas parece que estão a venerar as raízes da alfarrobeira, para a qual um homem está fazendo o «gesto de João». E a alfarrobeira é tradicionalmente associada a João Batista…

No canto inferior direito da pintura, um homem jovem afasta-se deliberadamente da Sagrada Família. Admite-se que este homem seja o próprio Leonardo, mas o argumento um tanto fraco usado para explicar esta aversão – que o artista se sentia indigno de os enfrentar – dificilmente convencerá, porque Leonardo é muito famoso por não ter sido apreciador da Igreja romana e dos seus “ensinamentos”. Além disso, a personagem de São Tadeu ou São Judas da A Última Ceia também se afasta ostensivamente do Redentor, sublinhando, assim, uma resposta emocional extrema às figuras centrais da história católica. E, como Leonardo dificilmente era a epítome da piedade ou da humildade, não é provável que esta reação tenha sido inspirada por um sentimento de inferioridade ou de espírito de adulação.

Voltando ao belo e obsidiante cartão de Leonardo para a Virgem e Jesus com Santa Ana (1501), que embeleza a National Gallery de Londres, novamente se encontram elementos que deviam perturbar – mas raramente perturbam – o observador, devido às suas implicações subversivas. O desenho mostra a Virgem e o menino, com Santa Ana (mãe de Maria) e João Batista, em criança. O menino Jesus, aparentemente, está a abençoar o seu primo João, que olha para cima. pensativo, enquanto Santa Ana lança, de muito perto, um olhar perscrutador ao rosto alheado da filha – e está fazendo o «gesto de João» com uma  mão, curiosamente grande e masculina.

Contudo, este dedo indicador estendido eleva-se imediatamente acima da pequena mão com que Jesus está abençoando, como se a ensombrasse literal e metaforicamente. E, embora a Virgem pareça estar sentada numa posição extremamente desconfortável – de fato, quase como numa sela de amazona – é a posição do menino Jesus que é particularmente estranha. A Virgem segura-o como se o impelisse para a frente para dar a bênção como se o introduzisse no quadro apenas para abençoar, mas apenas o mantém ali com dificuldade. Entretanto, João, indiferente encosta-se no joelho de Santa Ana, desinteressado da honra que lhe está a ser concedida. Poderia ser possível que a própria mãe da Virgem estivesse recordando à filha algum segredo relacionado com João Baptista?

A Virgem dos Rochedos (Louvre)

Segundo a respectiva nota da Natiomal Gallery, alguns críticos de arte, intrigados com a juventude de Santa Ana e com a presença anômala de João Batista, levantaram a hipótese de a pintura representar Maria e a sua prima Isabel – a mãe de João. Parece uma hipótese plausível, e, se for correta reforça o ponto essencial. Esta aparente inversão dos habituais papéis de Jesus e de João Batista também se verifica numa das duas versões da Virgem dos Rochedos de Leonardo. Os historiadores de arte nunca explicaram satisfatoriamente a razão de existirem duas versões, mas uma delas é atualmente exibida na National Gallery de Londres, e a outra – para nós, a mais interessante – encontra-se no Louvre, em Paris.

A encomenda original partiu de uma organização conhecida por Confraria da Imaculada Conceição, e era de uma única pintura, destinada a ser a peça central de um tríptico para o altar da capela da Confraria na Igreja de San Francisco Grand, em Milão. (As outras duas pinturas do tríptico foram encomendadas a outros artistas.) O contrato, datado de 25 de Abril de 1483, ainda existe e lança alguma luz interessante sobre o quadro esperado – e sobre o que os membros da Confraria realmente receberam. Especifica cuidadosamente a forma e a dimensão da pintura que desejavam – uma necessidade, porque a moldura para o  tríptico já existia. Estranhamente, ambas as versões acabadas de Leonardo correspondem a estas especificações, embora se desconheça por que razão Leonardo fez duas versões. Podemos, no entanto, arriscar uma suposição acerca destas interpretações divergentes e que tem pouco a ver com perfeccionismo e mais com um conhecimento do seu potencial explosivo.

O contrato também especifica o tema da pintura. Devia representar um acontecimento, que não se encontra nos Evangelhos, há muito presente na lenda cristã. Era a história relativa à fuga para o Egito, quando José, Maria e o menino Jesus se tinham abrigado numa caverna do deserto, onde encontraram o pequeno João Batista, que estava protegido pelo arcanjo Uriel. A particularidade desta lenda era o fato de ela permitir uma fuga a uma das mais óbvias e embaraçosas questões levantada pela história do Evangelho acerca do batismo de  Jesus. Por que devia Jesus, supostamente JÁ NASCIDO SEM pecado, precisar ser batizado, dado que o ritual do batismo efetuado por João é um gesto simbólico do arrependimento, da remoção dos pecados e do compromisso de religiosidade futura para quem esta sendo batizado? Por que devia o próprio Filho de Deus (presumidamente SEM PECADO) ter-se submetido ao que era, manifestamente, um ato de autoridade da parte de Batista?

Esta lenda revela como, neste encontro curiosamente fortuito das duas crianças sagradas, Jesus conferiu a seu primo João a autoridade para o batizar quando ambos fossem adultos.  Por várias razões, parece-nos muito irônico que a Confraria fizesse esta encomenda a Leonardo, mas também podíamos suspeitar de que Leonardo teria ficado encantado ao recebê-la – e ao fazer a sua interpretação muito particular, pelo menos, numa das versões.

Ao gosto da época, os membros da Confraria tinham especificado uma pintura suntuosa e muito ornamentada, com grande quantidade de dourados (a cor simbólica do Cristo), muitos querubins e velhos profetas do Antigo Testamento para preencher o espaço. O que acabaram por receber foi muito diferente, a ponto de as relações entre eles e o artista se tornarem acrimoniosas, culminando num processo judicial que se arrastou durante mais de vinte anos. Leonardo preferiu representar esta cena o mais realisticamente possível, sem figuras estranhas – para ele, não deviam existir gordos querubins nem sombrios profetas da desgraça. De fato, as dramatis personae foram, talvez, excessivamente reduzidas, porque, embora esta cena supostamente descreva a fuga para o Egito, José sequer figura nela.

A versão do Louvre, que foi a primeira, apresenta uma Virgem vestida de azul, com um braço protetor à volta de uma das crianças; a outra faz grupo com Uriel. Curiosamente, as duas crianças são idênticas, mas o mais curioso ainda é a criança que está junto de Uriel, que está abençoando a outra, e a criança de Maria é que está ajoelhada, em subserviência.  Este fato levou os historiadores de arte a presumir que, por qualquer razão, decidiu colocar João junto de Maria. Afinal, não existem rótulos para identificação individual na pintura, e a criança que tem autoridade para abençoar tem de ser Jesus.

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A Virgem dos Rochedos (Londres)

Existem, no entanto, outras maneiras de interpretar este quadro, que não só sugerem insistentes mensagens subliminares ocultas e muito heterodoxas como também reforçam os códigos usados noutras obras de Leonardo. Talvez esta semelhança das duas crianças sugira que Leonardo estava deliberada e intencionalmente a mistificar a identidade das duas crianças.  E, enquanto Maria estende um braço protetor em torno da criança geralmente reconhecida como Jesus, a sua mão direita está estendida acima da cabeça de «Jesus», no que parece ser um gesto de manifesta hostilidade. E o que Serge Bramly, na sua recente biografia de Leonardo, descreve como «fazendo lembrar as garras de uma águia». Uriel está apontando para o filho de Maria mas também, de forma significativa, olha enigmaticamente para o observador – isto é, afasta deliberadamente o olhar da Virgem e da criança. Embora seja mais fácil e mais aceitável interpretar este gesto como indicação de qual das crianças irá ser o futuro Messias, há outros significados possíveis.

E se a criança de Maria, na versão do Louvre de A Virgem dos Rochedos, for Jesus – como é lógico esperar – e o jovem, que está junto de Uriel, for João? Não esquecer que, neste caso, é João que está a abençoar Jesus, estando este a submeter-se à autoridade do primeiro.  Uriel, como especial protetor de João, evita mesmo olhar para Jesus. E Maria, protegendo o filho, estende uma mão ameaçadora, muito acima da cabeça do pequeno João. Algumas polegadas diretamente abaixo da palma da mão estendida de Maria, atravessa-se a mão indicadora de Uriel, como se os dois gestos estivessem a circunscrever uma indicação oculta.

É como se Leonardo estivesse a indicar que um objeto, uma coisa importante – mas invisível – devia preencher o espaço entre os dois gestos. Neste contexto, não é, de modo nenhum, fantasista compreender que se pretende que os dedos estendidos de Maria pareçam estar colocados sobre uma cabeça invisível enquanto o dedo indicador de Uriel atravessa o espaço, exatamente onde se encontraria o pescoço. Esta cabeça fantasma flutua precisamente acima da criança que está junto de Uriel… Assim, esta criança está, afinal, efetivamente rotulada, por que qual das duas crianças iria morrer decapitada? E, se for realmente João Baptista, ele é apresentado a abençoar, detentor do estatuto superior.

Contudo, quando voltamos à versão da National Gallery, muito mais tardia, verificamos que desapareceram todos os elementos necessários para fazer estas deduções heréticas – mas apenas esses elementos. As duas crianças são muito diferentes na aparência, e a que está com Maria carrega a cruz de haste longa, tradicional de João (embora seja verdade que ela possa ter sido acrescentada, mais tarde, por outro artista). Nesta versão, a mão direita de Maria também está estendida acima da outra criança, mas agora sem sugestão de ameaça.  Uriel já não está a apontar nem desvia o olhar da cena.

É como se Leonardo nos convidasse a «descobrir as diferenças» – desafiando-nos a tirar conclusões dos pormenores anômalos. Este tipo de exame à obra de Leonardo revela um excesso de correntes ocultas, herméticas, provocadoras e perturbantes. Parece haver uma repetição do tema de João Batista, usando vários símbolos e sinais habilmente subliminares. Continuamente, João e as imagens que o indicam se elevam acima da figura de Jesus – mesmo, se tivermos razão, nos símbolos tão astuciosamente colocados no próprio Sudário de Turim.

Há uma motivação nesta insistência, não apenas na complexidade das imagens que Leonardo usava mas, de fato, no risco que ele correu ao apresentar ao mundo esta heresia inteligente e subliminar em uma época de pleno vigor da Inquisição. Talvez, como já sugerimos, a razão por que ele não acabou a maior parte da sua obra não fosse tanto o fato de ser um perfeccionista mas antes por estar demasiado consciente do que lhe poderia acontecer se alguém importante compreendesse, sob a fina camada de ortodoxia, a completa «blasfêmia» que se encontrava quase à superfície da maioria de suas obras. Talvez mesmo o gigante intelectual e físico que era Leonardo tivesse algum cuidado para não criar complicações com as autoridades – para ele, uma vez fora suficiente.

Contudo, ele não tinha necessidade de arriscar a cabeça por introduzir estas mensagens heréticas nas suas pinturas, a não ser que tivesse nelas uma fé arrebatada. Como já vimos, longe de ser o materialista ateu tão querido de alguns modernistas, Leonardo estava profunda e seriamente comprometido com um sistema de crenças que fluía em sentido totalmente inverso ao que era na época, e ainda é, a corrente oficial do cristianismo. É aquilo a que muitas pessoas preferem chamar «oculto».

Ocultismo-simbolismo

Para muitos, Da Vinci foi um alto iniciado nas ciências herméticas, no ocultismo, o que esta evidente na simbologia, quase herética, encontrada em suas obras.

Atualmente, para a maioria das pessoas, esse é um mundo que tem conotações imediatas e não totalmente positivas. Supõe-se que significa magia negra ou as artimanhas de charlatães depravados – ou ambas. De fato, a palavra «oculto» significa simplesmente «escondido» (dos ignorantes) e é vulgarmente usada em astronomia, tal como na descrição de um corpo celeste «ocultando» ou eclipsando outro. No que diz respeito a Leonardo, podíamos concordar que, embora existissem elementos na sua vida e nas suas crenças que sugerem ritos sinistros e práticas mágicas, também é verdade que o que ele procurou estava acima e além de tudo o mais, o conhecimento. Contudo, grande parte do que ele procurava tinha sido efetivamente «ocultado» pela sociedade – em particular, por uma poderosa e onipresente organização. Nessa época, por toda a Europa, a Igreja desaprovava qualquer experiência científica e tomava medidas drásticas para silenciar os que tornavam públicas as suas opiniões heterodoxas ou particularmente pessoais.

No entanto, Florença – onde Leonardo nasceu e cresceu e em cuja corte começou a sua carreira – era um centro florescente de uma nova vaga de conhecimento. Isto, com bastante surpresa, devia-se inteiramente ao fato de esta cidade ser um refúgio para numerosos ocultistas, alquímicos e mágicos influentes. Os primeiros patronos de Leonardo, a família De Medici, que governava Florença, encorajavam ativamente o estudo do oculto e patrocinavam mesmo investigadores para procurar, e traduzir, tratados específicos perdidos.

Este fascínio pelo arcano não era o equivalente renascentista dos atuais horóscopos dos jornais. Embora existissem inevitáveis áreas de investigação que nos pareceriam ingênuas ou claramente supersticiosas, existiam também muitas mais que representavam uma séria tentativa de ir um pouco mais longe e descobrir o modo de controlar as forças da Natureza.  Sob esta perspectiva, talvez não seja tão extraordinário que o próprio Leonardo fosse, como julgamos, um participante ativo na cultura ocultista da sua época e lugar. E a notável historiadora Dame Frances Yates sugeriu que toda a chave do gênio de grande alcance de Leonardo podia residir nas ideias de magia contemporâneas.

Os pormenores das verdadeiras filosofias, tão dominantes neste movimento ocultista florentino, encontram-se no nosso livro anterior 13, mas, resumidamente, o fator de condenação de todos os outros grupos da época era o hermetismo, cujo nome deriva de Hermes (Thoth no Egito) Trismegisto, o Três Vezes grande, embora lendário, mago egípcio cujos livros apresentam um sistema coerente de magia. Indiscutivelmente, a parte mais importante do pensamento hermético era a ideia de que o homem, de algum modo, É literalmente divino – uma ideia que, em si, era tão ameaçadora para o domínio da Igreja sobre os corações e as mentes do seu rebanho (ignorante) que era (e ainda é) considerado anátema.

Os princípios herméticos estavam certamente representados na vida e na obra de Leonardo, mas, ao primeiro olhar, pareceria haver uma notória discrepância entre estas sofisticadas idéias filosóficas e cosmológicas e os conceitos heréticos que, todavia, aprovavam as figuras bíblicas. (Devemos frisar que as crenças heterodoxas de Leonardo e do seu círculo não resultavam apenas da reação a uma Igreja dogmática, corrupta e crédula. Como a história mostrou, existia, de fato, uma forte, e certamente não disfarçada, reação à Igreja de Roma – o movimento Protestante. Mas, se Leonardo vivesse hoje, também não o encontraríamos a participar no culto religioso daquele gênero de Igreja protestante.)

Contudo, há muitas provas de que os herméticos também podiam ser completos heréticos.  Giordano Bruno (1548-1600), o fanático pregador do Hermetismo, declarou que as suas crenças provinham de uma antiga religião egípcia que precedera o catolicismo romano – e que o eclipsava em importância.

GiordanoBruno_TBRZ

Parte deste florescente mundo oculto – mas ainda demasiado receoso da desaprovação da Igreja para ser algo mais do que um movimento secreto – eram os alquimistas. É um outro grupo que é vítima de um preconceito moderno. Atualmente, são ridicularizados como loucos, que passaram as suas vidas a tentar, em vão, transformar o vil metal em ouro; de fato, esta imagem era uma útil cortina de fumaça para os verdadeiros alquimistas que estavam mais interessados na experiência científica correta – mas também na transformação pessoal e no implícito controle total do seu próprio destino.

E não é difícil compreender que alguém tão ávido de conhecimento como Leonardo fizesse parte desse movimento, talvez fosse mesmo seu inspirador. Embora não existam provas diretas do seu envolvimento, sabe-se que ele estava ligado a conhecidos ocultistas de todos os matizes, e a nossa investigação da sua mistificação do Sudário de Turim sugere fortemente que a imagem foi o resultado direto das suas experiências «alquímicas». (De fato, a fotografia foi, outrora, um dos grandes segredos alquímicos.

Em palavras simples: é muito improvável que Leonardo não estivesse familiarizado com qualquer sistema de conhecimento disponível na sua época, mas, ao mesmo tempo, também é igualmente improvável que ele confiasse ao papel qualquer prova desse fato. Mas, como vimos, os símbolos e as imagens que repetidamente usava nas suas chamadas pinturas católicas dificilmente eram os que teriam sido aprovados pelas autoridades da Igreja, se elas tivessem compreendido a sua verdadeira natureza.

Mesmo assim, um fascínio pelo hermetismo podia parecer, pelo menos superficialmente, encontrar-se quase na extremidade oposta da escala, relativamente a João Baptista – e ao reputado significado da mulher «M». De fato, foi esta discrepância que nos intrigou a tal ponto que continuamos a investigar. É claro que se podia alegar que o significado deste interminável levantar de dedos indicadores significava que um gênio da Renascença estava obcecado com João Batista. Mas era possível que um significado mais profundo estivesse por detrás da crença pessoal de Leonardo? A mensagem que se podia deduzir das suas pinturas era, de fato, verdadeira?

Certamente que o Mestre há muito fora reconhecido nos círculos ocultistas como sendo possuidor de conhecimento secreto. Quando começamos a investigar o seu papel no Sudário de Turim, verificamos que constava entre os ocultistas que, realmente, ele não só participara na sua criação como era também um conhecido mago de algum renome. Existe mesmo um cartaz parisiense que anuncia o Salão da Rosacruz – um lugar de encontro de ocultistas com tendências artísticas – que descreve Leonardo como Guardião do Santo Graal (o que, nestes círculos, pode ser tomado como símbolo de Guardião dos Mistérios).  Novamente, boatos e liberdade artística, em si, não têm grande significado, mas, associados a todas as indicações já enumeradas, estimularam o nosso desejo de saber mais acerca do Leonardo desconhecido.

Até então, tínhamos isolado o elemento principal do que parecia ser a obsessão de Leonardo: João Batista. Apesar de ser natural que ele fosse encarregado de pintar ou esculpir o santo enquanto vivia em Florença – uma cidade dedicada a João -, é um fato que, quando entregue a si próprio, Leonardo preferiu fazê-lo. Afinal, a última pintura em que trabalhava antes da sua morte, em 1519 – que não fora encomendada mas pintada por razões pessoais -, era a de João Batista. Talvez ele quisesse que a imagem o contemplasse quando jazia moribundo. E, mesmo quando era pago para pintar uma cena católica ortodoxa, sempre, se o podia fazer, realçava o papel de Batista nessa cena.

Como vimos, as suas imagens de João são elaboradamente planejadas para transmitir uma mensagem, mesmo que esta seja imperfeita e subliminarmente captada. Certamente João é apresentado como importante – neste caso, ele era o precursor, o arauto e o familiar de Jesus, por isso, era natural que o seu papel fosse reconhecido deste modo. Mas Leonardo não nos está a dizer que Batista era, como qualquer outra pessoa, inferior a Jesus. Na sua Virgem dos Rochedos, o anjo está, indiscutivelmente, apontando para João, o qual está abençoando Jesus, e não vice-versa. Na Adoração dos Magos, as pessoas saudáveis e de aspecto normal estão a venerar os ramos da alfarrobeira – a árvore de João – e não a descorada Virgem e o menino.

E novamente o «gesto de João», o dedo indicador direito levantado, está apontado ao rosto de Jesus, na A Última Ceia, no que não é, manifestamente, um gesto afetuoso ou de apoio; no mínimo, parece estar dizendo, de modo rudemente ameaçador: «Lembra-te de João.» E a menos conhecida das obras de Leonardo, o Sudário de Turim, mostra o mesmo tipo de simbolismo, com a imagem de uma cabeça, aparentemente decapitada, sendo colocada «sobre» um corpo, classicamente crucificado. A esmagadora evidência é que, pelo menos para Leonardo, João Baptista era realmente superior a Jesus.

 

Thoth (Egito), Hermes Trismegistus (Grécia), Mercúrio (Roma), muda a cultura, o tempo e as eras, mas o conhecedor resiste contra a ignorância…

Tudo isto podia ter feito Leonardo parecer uma voz que clamava no deserto. Afinal, muitos gênios têm sido excêntricos, para dizer o mínimo. Talvez esta fosse uma outra área da sua vida em que ele se situou à margem das convenções da sua época, rejeitado e isolado. Mas também estávamos conscientes, logo no princípio da nossa investigação, no fim da década de 80, de que tinham surgido provas – embora de natureza muito polêmica – em anos recentes que o ligavam a uma sinistra e poderosa sociedade secreta.

Este grupo, que alegadamente já existia muitos séculos antes de Leonardo, envolvia alguns dos mais poderosos indivíduos e famílias da história européia e – de acordo com algumas fontes – grupo que existiria ainda hoje. Não só, diz-se, os inspiradores desta organização eram membros da aristocracia como também algumas das atuais figuras da vida econômica e política a mantêm viva, com objetivos particulares. Se no princípio da nossa investigação, ingenuamente, tivéssemos pensado que íamos passar o tempo nas galerias de arte, a decodificar as pinturas da Renascença, dificilmente poderíamos estar mais longe da verdade. Postado em Novembro 2014.

A diferença entre liberal, conservador e reacionário.


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“Reacionários não são conservadores. Essa é a primeira coisa a entender sobre eles”, afirma Mark Lilla, no recém-lançado The shipwrecked mind: on political reaction

HELIO GUROVITZ

Falar em “revanche da direita” se tornou o maior lugar-comum da análise política contemporânea. A saída do Reino Unido da União Europeia, a ascensão de populistas e fascistas naquele continente, a irrupção de Donald Trump nos Estados Unidos e até a derrocada do PT no Brasil costumam ir para o mesmo balaio, que ainda atribui a crise econômica ao fracasso da globalização, das elites, das grandes corporações e da “mídia”. Rótulos como “neoliberal”, “conservador” ou “reacionário” são usados para qualificar tudo o que entra nesse balaio – como se fossem sinônimos. A tal “direita” reúne gente tão díspar quanto Gustavo Franco, Silas Malafaia ou Jair Bolsonaro. Verdade que os três se opõem, cada um a seu modo, ao socialismo. Mas a semelhança acaba aí. Que significado podem ter categorias como “direita” ou “esquerda”, usadas em contexto ora econômico, ora político, ora religioso, ora comportamental? Elas se tornaram tão vagas e imprecisas que desnaturaram. Na prática, é impossível entender a política usando termos tão abrangentes. No Brasil, apenas agora o espaço reservado à “direita”, maculado pela ditadura militar, começa a ser ocupado de modo explícito. Na Europa e nos Estados Unidos, tal terreno passou a abrigar o nacionalismo populista dos “perdedores da globalização”, o resgate de valores religiosos e comunitários esquecidos pelo discurso científico-tecnológico e a rebelião contra imigrantes e grupos identitários, reunidos sob a alcunha genérica de “tirania do politicamente correto”. Emergiu dessa mistura uma figura que andava adormecida: o reacionário.

Censura

“Reacionários não são conservadores. Essa é a primeira coisa a entender sobre eles”, afirma o historiador Mark Lilla, da Universidade Colúmbia, no recém-lançado The shipwrecked mind: on political reaction (A mente náufraga: sobre a reação política). “Eles são, a seu modo, tão radicais quanto os revolucionários e tão firmemente presas de imagens históricas.” Enquanto o revolucionário busca a redenção numa ordem ideal futura, trazida pela destruição das estruturas em vigor, o reacionário a encontra num passado idílico, perdido por culpa da traição de intelectuais, jornalistas, políticos – em suma, das elites. O revolucionário é movido pela esperança numa idade das luzes; o reacionário, pelo medo de uma era de trevas. Enquanto a esperança pode ser frustrada, escreve Lilla, “a nostalgia é irrefutável”. Daí o apelo da mentalidade reacionária num período de frustração e esperanças perdidas. A “nova reação” saiu das redes sociais para as ruas e para as urnas, do vitupério escatológico de pregadores digitais para os atentados terroristas do Estado Islâmico, dos memes racistas e antissemitas da “alt-right” para o comando da candidatura Trump. “Islamistas políticos, nacionalistas europeus e a direita americana contam a seus filhos ideológicos essencialmente a mesma história”, diz Lilla. “A mente do reacionário é uma mente náufraga. Onde outros veem o rio do tempo fluir como sempre fluiu, o reacionário vê os restos do paraíso passar diante de seus olhos.”

Houve, no século XX, duas respostas antagônicas às revoluções da esquerda. De um lado, a escola austríaca, de Ludwig von Mises e Friedrich Hayek, alertava para o risco representado pelo Estado à liberdade individual.  Acreditavam no progresso e na razão. Suas ideias estão, em versões mais ou menos extremas, na alma dos liberais contemporâneos (chamados “libertários” nos Estados Unidos, onde o adjetivo “liberal” tem outra conotação). De outro lado, pensadores como Eric Voegelin e Franz Rosenzweig criticavam a perda de referências no mundo moderno. Deram voz tanto ao sentimento conservador (que busca “conservar” valores culturais, religiosos e familiares) quanto ao apelo reacionário (que busca voltar a um passado anterior não apenas à fantasia marxista, mas até ao Iluminismo e ao Renascimento, conspurcadores da comunhão com o divino).

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O personagem mais influente na política recente, diz Lilla, foi outro: o filósofo Leo Strauss. Ele promoveu o improvável casamento de ideias liberais e conservadoras, entre a liberdade individual e o sentimento religioso, expurgado da poeira reacionária. São filhos intelectuais de Strauss a National Review de Ronald Reagan e os “neocons” de George W. Bush. Nada mais distante dele que Trump. Onde Reagan trazia otimismo com o futuro (“é sempre manhã na América”), Trump quer voltar ao passado (“torne a América grande de novo”). Com erudição, Lilla ajuda a entender essa e outras diferenças no balaio da “direita”. Fundamental, aqui no Brasil, para quem se diz de “esquerda” e ainda confunde liberais, conservadores e reacionários. E também para quem se reúne sob a tenda crescente da “nova direita”. A estes, o livro de Lilla traz ainda um alerta: cuidado com quem você vai para cama, ou pode acordar ao lado de um monstro.

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Especialista alerta: Lisboa será arrasada se atingida por Terremoto como o de 1755


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1755_lisboa-terremotoNos 261 anos do grande terremoto seguido de tsunami que destruiu a capital portuguesa, especialistas alertam que atualmente a região de Lisboa não está preparada para resistir a outro grande terremoto de mesma intensidade.

Na manhã do dia 1º de novembro de 1755, as placas tectônicas da Eurásia e da África se chocaram violentamente perto de Cabo São Vicente, no Atlântico, e produziram a maior catástrofe natural da Europa, um terremoto de 9º graus na escala Richter, que gerou TSUNAMI e que destruiu a região de Lisboa.

Especialista: Lisboa será arrasada se atingida por sismo como o de 1755

Fonte: https://br.sputniknews.com e https://pt.wikipedia.org

O forte tremor ocorreu enquanto milhares de pessoas lotavam as igrejas de Lisboa, em Portugal, para as missas do Dia de Todos os Santos. O sismo de 9º graus na escala Richter gerou um tsunami com ondas de 20 metros que atingiu a capital portuguesa menos de uma hora depois. A parte baixa da cidade foi arrasada e milhares de pessoas morreram. 

A tragédia aconteceu quando Portugal vivia um bom momento econômico, impulsionado pelas recentes descobertas do outro lado do Atlântico, e impactou fortemente a sociedade provocando mudanças políticas e sociais. Lisboa, a grande cidade mais próxima do epicentro do tremor, foi a mais afetada. A tragédia de 1755 é lembrada até os dias atuais com missas e homenagens às vítimas na data que coincidentemente é feriado no país.

1755_lisboa_earthquake

Mais detalhes: Gravura em cobre de 1755 mostrando Lisboa em chamas e o tsunami varrendo o porto.

Todos estão aguardando um novo terremoto devastador como aquele e essa preocupação é compartilhada pelas autoridades. Frequentemente há simulações de evacuação e treinamentos especiais para as forças nacionais. Os especialistas aproveitam a data para alertar que Lisboa não está preparada para um novo tremor.  A possibilidade de um terremoto como o de 1755 ocorrer de novo é real, segundo os especialistas.

No entanto, cientificamente não há como prever se e quando vai ocorrer. A crença popular, por outro lado, já anda anunciando sintomas de que o tremor está próximo. “Nos dias que antecederam o sismo de 1755 também fazia muito calor como agora”, adverte um senhor português, enquanto comentava o calor das últimas semanas em Lisboa. Todos no bar de ginjinha onde o comentário foi ouvido concordaram preocupados.

Com o assunto posto, não faltam histórias que ouviram dos avós sobre aquele 1ª de novembro de 1755. Um comenta que o cheiro era insuportável nos dias que se seguiram à tragédia. Outro menciona que muitos morreram porque se refugiaram na Praça do Comércio, justo ao lado do Rio Tejo, e acabaram sendo os primeiros atingidos pelo inesperado tsunami.

Completados 261 anos do grande terremoto, especialistas portugueses continuam trabalhando e argumentam que o foco é a prevenção. Um grupo, liderado pela professora Cristina Oliveira, da Escola Superior de Tecnologia do Barreiro do Instituto Politécnico de Setúbal (ESTBarreiro/IPS), esteve recentemente na Itália para analisar os impactos dos tremores recentes.

tsunami-gigante
Cristina conta que se reuniu com o presidente da Câmara de Norcia, cidade que fica a 12km de Amatrice e foi o epicentro do terremoto de 24 de agosto, e soube que nesta cidade não foram registradas mortes nem pessoas feridas. “Ocorreram alguns danos em edifícios, mas não houve colapso algum. Em Amatrice, a vila ficou arrasada. A razão desta diferença reside numa única questão: preparação”, argumenta.

Segundo Cristina, há 40 anos que Norcia aplica um plano de restauro e reforço estrutural a nível do município que deu os seus frutos. Ela exalta que as estruturas resistiram o suficiente para poupar vidas. Há desalojados, mas não há mortes a lamentar. Na opinião da professora, a cidade italiana é um exemplo de preparação. “Há muito a aprender com esta postura. E quanto mais cedo o fizermos, mais frutuoso será”, diz. Ela conta que estava em Greccio, a 80 km do epicentro do tremor registrado em 26 de outubro, quando “primeiro ouviu-se o som, um rugido da terra, seguiu-se a vibração dos vidros e do edifício. O tremor parou e os candeeiros continuaram a oscilar por algum tempo.

Não houve quaisquer danos no local onde me encontrava”. Cristina Oliveira, que também esteve no Japão após o terremoto de 2011, explica que os objetivos dessas visitas é avaliar e registar os danos nas estruturas reforçadas e não reforçadas das cidades. Estes dados permitem obter informações aprofundadas sobre quais as técnicas de reforço estrutural mais adequadas para a ação sísmica. Os especialistas acreditam que as autoridades devem investir em prevenção e de preparação da sociedade para a ocorrência de terremotos de elevada magnitude e isso inclui Portugal, que apesar da sua ação sísmica moderada, já registou fenômenos sísmicos intensos.

“Pode ocorrer um sismo de magnitude muito alta a qualquer hora”, explica Cristina. Ela ressalta a necessidade de evitar as consequências com um trabalho de prevenção e afirma que Lisboa não está preparada para resistir a um forte terremoto. A professora alerta que se acontecer em Lisboa um sismo igual aos que aconteceram na Itália a cidade será novamente arrasada.  

Terremoto-tsunami-Japao-2011

A tragédia contada por quem estava presente há 261 anos

Na semana que o terremoto completou 261 anos, a Câmara Municipal de Lisboa divulgou trecho do livro de recordações do industrial Jacome Ratton, no qual ele relata o momento do terremoto. Leia alguns trechos:

O tremor

“Ao sentir o primeiro abalo me ocorreram muitas reflexões tendentes a salvar a minha vida, e não ficar sepultado debaixo das ruínas da própria casa, ou das vizinhas, se descendo as escadas fugisse para a rua; mas tomei o partido de subir ao telhado, nas vistas de que abatendo a casa eu ficasse sempre superior às ruínas. Já quando eu tomei este expediente era tanta a poeira, que, à maneira do mais denso nevoeiro, impedia a vista, a duas braças de distância; só passados alguns minutos, que a dita poeira se foi dissipando, é que eu pude ver o interior das casas vizinhas, por terem caído as paredes fronteiras, até aos primeiros andares, ficando os telhados apenas sustidos pelas paredes divisórias”.

O desespero

“Seus habitantes, alguns ainda em camisa, correndo espavoridos de uma a outra parte imprecavam os auxílios do Céu, e dos homens, em seu socorro. À vista desta horrível cena, me resolvi descer as escadas, e fugir para a rua, a fim de buscar alguma parte aonde me julgasse mais seguro”.

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Ruínas do Convento do Carmo, Lisboa

O tsunami

“…lhes pedi que me acompanhassem para o largo mais próximo, que era ao fundo da Rua do Alecrim; (…) e seguimos a Rua dos Remolares por cima de entulhos, e muitos corpos mortos, até à beira-mar, aonde nos julgávamos mais seguros. Pouco depois de ali termos chegado, assim como muita gente, se gritou que o mar vinha saindo furiosamente dos seus limites: fato que presenciamos, e que redobrou o nosso pavor, obrigando-nos a retroceder pelo mesmo caminho”…

As chamas

“O descampado daquele alto dava lugar a descobrir-se a cidade por todos os lados, a qual, logo que foi noite, apresentou à vista o mais horrível espetáculo das chamas que a devoravam cujo clarão alumiava, como se fosse dia, não só a mesma cidade, mas todos os seus contornos, não se ouvindo senão choros, lamentações, e coros entoando o Bendito, ladainhas, e Miserere”.

A região de Lisboa não foi a única cidade portuguesa afetada pela catástrofe. Todo o sul de Portugal, sobretudo o Algarve, foi atingido e a destruição foi generalizada. Além da destruição causada pelo sismo, o tsunami que se seguiu destruiu no Algarve fortalezas costeiras e habitações, registando-se ondas com até 30 metros de altura. 

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Localização potencial do epicentro do terremoto de 1755 e tempos de chegada do tsunami, em horas após o sismo

As ondas de choque do sismo foram sentidas por toda a Europa e norte da África. As cidades marroquinas de Fez e Meknès sofreram danos e perdas de vida consideráveis. Os maremotos originados pela movimentação tectônica varreram locais desde do norte de África (como Safim e Agadir) até ao norte da Europa, nomeadamente até à Finlândia (através de seichas) e através do Atlântico, afetando os Açores e a Madeira e locais tão longínquos como Antígua, Martinica e Barbados. Diversos locais em torno do golfo de Cádis foram inundados: o nível das águas subiu repentinamente em Gibraltar e as ondas chegaram até Sevilha através do rio Guadalquivir, Cádis, Huelva e Ceuta.

De uma população de 300 mil habitantes em Lisboa, crê-se que 90 mil morreram, 900 das quais vitimadas diretamente pelo tsunami. Outros 10 mil foram vitimados em Marrocos. Cerca de 85% das construções de Lisboa foram destruídas, incluindo palácios famosos e bibliotecas, conventos e igrejas, hospitais e todas as estruturas. Várias construções que sofreram poucos danos pelo terremoto foram destruídas pelo fogo que se seguiu ao abalo sísmico, causado por lareiras de cozinha, velas e mais tarde por saqueadores em pilhagens dos destroços.


“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas na medida em que o tempo da GRANDE COLHEITA se aproxima RAPIDAMENTE ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta

DESPERTA, TU QUE DORMESe levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS – Efésios 5:14,15

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Por que africanos têm sistema imunológico diferente dos europeus?


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de Julia Moretto

neandertal

Cientistas encontraram respostas para a diferença do sistema imunológico entre europeus e africanos. O mais interessante é que os neandertais poderiam ser parcialmente culpados.

A descoberta explica por que os africanos geralmente nascem com sistemas imunológicos mais fortes do que os europeus e por que eles estão mais predispostos a certas doenças autoimunes. “Eu estava esperava ver a diferença associada à ascendência na resposta imune, mas não é uma tendência tão clara“, diz o geneticista Luis Barreiro, da Universidade de Montreal, no Canadá.

Barreiro e sua equipe estudaram a amostra de sangue de 175 americanos – metade tinha ascendência africana e a outra metade europeia. A partir dessas amostras, a equipe extraiu macrófagos – células do sistema imunológico que trabalham para matar agentes patogênicos – e os infectou com dois tipos de bactérias: Listeria e Salmonella.

Em seguida, 24 horas depois de comparar as amostras, os pesquisadores descobriram que os macrófagos do grupo Africano tinham reduzido o crescimento bacteriano três vezes mais rápido do que o grupo europeu, devido a uma resposta inflamatória mais forte. Em termos de combate a essas bactérias, isso é uma vantagem definitiva, mas os pesquisadores apontam que isso também apresenta algumas desvantagens.

O sistema imunológico dos afro-americanos responde de forma diferente, mas não podemos concluir que é melhor, já que uma resposta imune mais forte também tem efeitos negativos, como maior susceptibilidade a doenças inflamatórias autoimunes, como a Doença de Crohn“, diz Barreiro.

Além de medir a eficácia dos macrófagos, os pesquisadores analisaram a atividade genética das células do sistema imunológico e encontraram evidências ligando as amostras europeias – mas não o sangue Africano – com DNA neandertal. A hipótese é que quando os primeiros seres humanos migraram para a Europa, há 100.000 anos, eles teriam encontrado um continente colonizado pelos neandertais.

Por milhares de anos, é possível que estas duas espécies tenham vivido lado a lado e os pesquisadores sugerem que elas também reproduziram, o que explicaria a evidência do DNA neandertal no sangue europeu.

Nossos resultados sugerem que os sistemas imunológicos dos africanos e europeus evoluíram para responder às necessidades específicas impostas pelos seus ambientes “, disse Barreiro. Em um estudo separado, cientistas na França compararam as respostas imunes de 200 indivíduos também divididos por ascendência: 100 de ascendência africana e 100, europeia.

Desta vez, a equipe – liderada pelo pesquisador Lluis Quintana-Murci, do Institut Pasteur – analisou as células chamadas monócitos, que respondem as moléculas bacterianas e virais, incluindo o vírus da gripe.

Os testes mostraram que, assim como no estudo do Barreiro, as respostas imunes europeias para os patógenos foram caracterizadas por menos inflamação do que as africanas. E, assim como no estudo canadense, eles também mostraram que os genes neandertais desempenharam um papel importante no genoma europeu.

É possível que, o clima mais frio da Europa apresentasse maior perigo do que a África – e que a adaptação poderia ter fornecido outro benefício evolutivo. “Reduzir as respostas inflamatórias do sistema imunológico é uma maneira de evitar a autoimunidade, inflamações e reações alérgicas“, disse Quintana.

Ambas as equipes reconhecem que há muito mais trabalho a ser feito para explicar por que nosso sistema imunológico funciona de forma tão diferente – mas isso poderia um dia nos ajudar a desenvolver tratamentos personalizados ou medicamentos sob medida para determinadas etnias. Ambos estudos foram publicados no Cell.

[ Science Alert ] [ Foto: Reprodução / Flickr ]

http://www.jornalciencia.com/por-que-africanos-tem-sistema-imunologico-diferente-dos-europeu

 

Oceano invade cidades do litoral do Brasil


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tsunamis-atlantico-oceanoOndas invadem avenidas e atingem quiosques na orla do Leblon no Rio de Janeiro. Mirante do bairro foi interditado pela Defesa Civil após onda atingir deck

RIO — A cena chamava a atenção de quem passava pela orla do Leblon, na Zona Sul do Rio, na madrugada deste sábado. Em determinados momentos, o sentido Ipanema da Avenida Delfim Moreira parecia até uma extensão da praia: a violência das ondas era tamanha, que a água invadiu o calçadão e também a pista, levando grande quantidade de areia para a via.

Grandes ondas invadem avenidas e atingem quiosques na orla do Leblon no Rio de Janeiro, em Santos, no litoral paulista e também em cidades de Santa Catarina. 

Fonte: http://oglobo.globo.com

Rio de Janeiro – Os tradicionais quiosques posicionados na orla do cartão postal da praia do Leblon foram atingidos: deques e mobílias, como cadeiras e mesas, sofreram estragos após serem atingidos pela força da maré.

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Fortes ondas atingiram orla do Leblon – Guilherme Leporace / Agência O Globo

Por conta da forte ressaca, a pista junto a orla foi interditada ao trânsito de veículos, conforme informou o Centro de Operações Rio (COR), da prefeitura. O fluxo de carros não foi bloqueado no sentido Barra da avenida — junto às edificações —, apesar de a água chegar ao trecho, quando a maré vinha com mais força. Mesmo com o incidente, o trânsito, no período da madrugada, não apresentou retenções já que poucos veículos circulavam pelo local.

Também devido à força da ressaca, o mirante do Leblon foi interditado pela Defesa Civil. No local, uma onda bateu no deque e parte da estrutura quebrou. Agentes trabalham no local e avaliam o estrago. Além da Defesa Civil, também foram mobilizados para atuar na orla do bairro equipes da CET-Rio, Comlurb, Seconserva e Guarda Municipal.Na orla, alguns quiosques sofreram prejuízos. Um deles é que está localizado próximo à Rua Pereira Guimarães. No local, um dos mais afetados pela ressaca, homens trabalhavam para evitar mais estragos provocados pela água, salvando o que podiam.

Outro atingido foi o quiosque Mãe Terra, próximo à Rua General Venância Flores. O vigilante do estabelecimento Antônio Rodrigues, de 56 anos, descansava no local quando foi surpreendido pela maré.

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Quiosque Mãe Terra após ser atingido pela maré – Guilherme Leporace / Agência O Globo

— Ainda não tinha visto uma situação como essa. Para mim (na hora do susto) eu ia ser levado pela água, fiquei desesperado. Até os brinquedos para as crianças, que ficavam na areia, foram destruídos — afirmou ele, que estava com as roupas molhadas e acrescentou que o celular parou de funcionar, após a onda atingi-lo.

Devido a ressaca, a ciclovia Tim Maia também foi interditada, no fim da noite desta sexta-feira, no trecho entre São Conrado, na Zona Sul do Rio; e Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Isso porque, de acordo com COR, da prefeitura, houve o registro de ondas com mais de dois metros de altura e período de pico de ocorrência maior do que 15 segundos. O bloqueio do traçado aconteceu por volta das 22h30m.

Sobre a situação do mar, a Marinha emitiu um aviso de ressaca que abrange o litoral do Rio: a previsão é de que este quadro, que começou às 7h desta sexta-feira, permaneça até as 22h de sábado. De acordo com o comunicado, as ondas na orla podem variar de 2,5 a quatro metros de altura.

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Estragos causados pela ressaca são visíveis pela manhã deste sábado – Márcia Foletto

Durante a madrugada deste sábado, as ondas estavam violentas em outros trechos da orla do município, como Ipanema, Copacabana e São Conrado. Nesses locais, no entanto, a maré não chegou a invadir a pista por onde circulam os veículos.

Ressaca provoca altas ondas e água do mar invade e bloqueia avenida de Santos. Ondas na região podem chegar aos 3,5 metros de altura.  Outras cidades do litoral paulista também tiveram alta na maré e grandes ondas invadindo o litoral.

A ressaca que estava prevista para o fim de semana se antecipou e já é registrada na tarde desta sexta-feira (28), em Santos, no litoral de São Paulo. A Defesa Civil confirmou que a maré já começou a subir, e a previsão é de uma ressaca da mesma proporção das anteriores, que causaram grandes impactos, principalmente na região do bairro Ponta da Praia.

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Agitação continuará a subir e atingirá o ápice no sábado (29) (Foto: Solange Freitas/G1)

A Defesa Civil acionou o plano preventivo, que envolve também agentes de trânsito e guardas municipais, a fim de viabilizar a interdição de vias e atender eventuais ocorrências.

De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), já foi feito o bloqueio da Avenida Saldanha da Gama até a Avenida Capitão João Salermo, no sentido José Menino-Ponta da Praia. Os agentes da companhia estão monitorando o tráfego no local e fazem o desvio pela Avenida Coronel Joaquim Montenegro.

Por meio dos sensores da Praticagem de Santos, já são observadas ondas de 1,2 metro na região da Ilha das Palmas. De acordo com as previsões do NPH-Unisanta, a maré continuará a subir e atingirá o ápice no sábado (29), podendo ultrapassar os 2,5 metros de altura durante a madrugada e tarde de sábado.

Ainda de acordo com informações da Defesa Civil, há previsão de ondas com alturas entre 3 e 3,5 metros na região da entrada do Canal do Porto de Santos, e superiores a 2 metros na Ilha das Palmas.

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Ressaca também atingiu praia de Peruíbe (Foto: Edilson Almeida/Arquivo Pessoal)

A Prefeitura de Santos já distribuiu cerca de mil panfletos em bairros da Zona Noroeste e orla. Além disso, a administração municipal está enviando SMSs com alertas para mais de 44,3 mil moradores previamente cadastrados dessas regiões.

Peruíbe A ressaca também atingiu outras cidades da região no início da tarde desta sexta-feira. Em Peruíbe, a maré subiu na Praia do Centro e no Guaraú, causando também elevação no nível do Rio Preto, que corta vários bairros da cidade. Até o momento, porém, não há registros de alagamentos.

Ciclone no mar provoca ressaca e estragos no Litoral de Santa Catarina

O litoral de Santa Catarina sentiu nesta sexta-feira os primeiros efeitos de um ciclone no mar do Rio Grande do Sul. Desde a manhã, os ventos provocaram ressaca e fizeram subir a maré, alagando cidades costeiras como Laguna e Florianópolis

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Avenida Beira-Rio, em Itajaí, foi tomada pela água. Foto: Luiz Carlos Souza / RBS TV / RBS TV

Imagens feitas por João Baiuka, surfista e morador de Laguna, mostram as ondas avançando sobre os galpões de pescadores, que correm para conter os estragos. Algumas das estruturas foram danificadas. Baiuka considerou a maior ressaca dos últimos 11 anos no local.

— A maré está muito forte, acabou atingindo vários galpões —  disse o morador, que circula pela praia desde o fim da manhã.

Em Florianópolis, ocorreram alagamentos no norte e sul da Ilha. Na, SC-405, principal via de acesso às praias do sul, a água invadiu a pista e prejudicou o trânsito, também no acesso ao aeroporto Hercílio Luz. Já nos Ingleses, no norte, o mar invadiu residências e causou danos. No começo da tarde, a Avenida da Saudade, que dá acesso à Avenida Beira-Mar Norte, ficou inundada e deixou o trânsito lento nos dois sentidos e o parque de Coqueiros ficou completamente alagado.

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Maré alta com grandes ondas na Praia dos Ingleses, na ilha de Florianópolis invadiram casas e danificaram as praias.

No Bar do Arante, tradicional estabelecimento do Pântano do Sul, a onda derrubou parte de uma parede. Na Beira-Mar Continental, no Estreito, a água tomou a pista nos pontos mais baixos.

Os alagamentos ocorreram principalmente pela contribuição da maré alta, que às 14h13min teve seu pico também em Palhoça, Itajaí e Itapema. Em Itajaí, a água invadiu a Avenida Beira-Mar e ruas próximas. No Norte do Estado, em Joinville, ocorreu alagamento no centro.

Transtornos também no continente O parque de Coqueiros ficou completamente alagado com a maré. As quadras e equipamentos de exercícios ficaram todos embaixo d’água. Moradores que foram aproveitar o parque ficaram com uma faixa de grama muito pequena para se sentar.

Mais à frente, na Rua Desembargador Pedro Silva, as ondas batiam na calçada e avançavam pela via. Carros estacionados ficaram molhados. O restaurante Fedoca e os ranchos também ficaram alagados. Os pescadores estavam desolados por ter que passar pelo  transtorno a segunda vez em dois meses. Eles aguardavam na parte seca a maré baixar para poder limpar os ranchos.

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Parque de Coqueiros: morador se arrisca na água com o cachorro Foto: Marcus Bruno / Agência RBS

No Sul do Estado, as cidades litorâneas também sofreram com a ressaca do mar. No Balneário Rincão, as ondas começaram a avançar na Avenida Beira-Mar e nas quadras próximas à orla no final da manhã. Do mar até a avenida, são pelo menos 100 metros, e por isso o avanço das ondas chamou a atenção de moradores. 

Na plataforma de pesca da Praia do Rincão, na zona norte, as ondas cobriram a base de todos os pilares e chegaram até o estacionamento. Já na plataforma Entremares, que fica no extremo sul do município, o mar isolou o acesso até o local. A plataforma já estava interditada desde o ano passado por danos estruturais. 

O engenheiro civil da prefeitura, Marcelo Santa Helena, esteve no local mas não observou nenhum novo dano aparente por causa da ressaca. Na segunda-feira, a equipe técnica retorna ao local para fazer novas medições e reavaliar as condições da plataforma.


{Nota de Thoth: Ao longo dos anos que o Blog existe passamos a receber correspondência de todo o país e que tem aumentado, consideravelmente, com a quantidade de relatos de pessoas que estão VENDO EM SONHOS, às vezes em noites seguidas, a destruição, por grandes ONDAS (TSUNAMIS) das seguintes cidades do litoral do BRASIL: Belém, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Aracaju, Salvador, Rio de Janeiro, Santos, Florianópolis … ISSO VAI ACONTECER ATÉ ABRIL DE 2018}


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Na plataforma de pesca da Praia do Rincão, na zona norte, as ondas cobriram a base de todos os pilares e chegaram até o estacionamento. Já na plataforma Entremares, que fica no extremo sul do município, o mar isolou o acesso até o local.

A ressaca também avançou sobre as ruas em Ilhas, comunidade de Araranguá; Balneário Arroio do Silva; praia do Camacho, em Jaguaruna; e no Farol de Santa Marta, em Laguna.

Segundo a técnica em meteorologia da RBS SC, Bianca Souza, a ressaca ocorre pela influência do vento do ciclone na região. A previsão indica ondas de dois a três metros na praia e cinco metros no alto-mar. Por isso não se recomenda navegação até o fim de semana.

De acordo com Bianca, a ressaca deve atingir todo o litoral catarinense, com maior força nas áreas mais baixas. Em setembro, a ressaca causou muitos estragos na região, mas naquele dia havia interferência da lua cheia, que ajudou a aumentar a proporção de estragos.


“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas na medida em que o tempo da GRANDE COLHEITA se aproxima RAPIDAMENTE ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“

DESPERTA, TU QUE DORMESe levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS – Efésios 5:14,15

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A energia trocada no sexo e suas consequências


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A energia trocada no sexo e suas consequências

Cuidado com a energia sexual!

Energia sexual é energia criativa que move a vida, nossas vontades e desejos”. (Carl Gustav Jung). O objetivo desse artigo não é julgar moralmente o praticante do sexo casual ou adeptos das demais modalidades sexuais ditas não “convencionais”, mas resgatar do milenar ensinamento filosófico-religioso taoista da China antiga, do também milenar conhecimento tântrico indiano e do secular espiritismo, algumas informações e tópicos que sejam compatíveis com o tema escolhido para o texto. É o que veremos a seguir.

O sexo, admirável fonte de felicidade e prazer, devido ao fácil apego que gera, sempre foi causa também de sofrimentos e deturpações. Prostituição e exploração sexual existem desde tempos imemoriais, mas atualmente adquiriram uma dimensão tal que o sexo, associado a propaganda, estimulado pela mídia e incentivado como uma maneira de viver, desviou-se totalmente da fonte de alegria e prazer que sempre foi. A banalização do sexo veio como consequência da banalização do amor. Não deveria haver problemas ou proibições religiosas, exigências de celibato ou cobranças de fidelidade, mas como se perdeu a noção do que seja o amor e esse foi substituído pelo apego, gerando ciúmes, vinganças e desejos irrefreados de repetição do prazer sexual, o sexo acabou se tornando um problema a ser enfrentado e combatido.

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Sexo, permuta de energias

Sempre que corpos se unem num beijo, num abraço ou até num simples toque, ocorre uma troca de energias. Se a união é sensual, num beijo ou num ato sexual, a liberação energético-informativa hormonal que ocorre estimula todas as células do corpo e torna a transferência energética muito mais intensa. A relação sexual é uma troca íntima de fluidos vitais, hormônios e energia sutil. O clímax, no orgasmo, é o ápice na formação de um vínculo energético entre os parceiros. Cria-se, então, uma memória energética celular comum, um evento que liga permanentemente os dois parceiros.

Desse ponto de vista não há sexo seguro, pois sempre há troca e vínculo energéticos que fazem com que o(a) parceiro(a) permaneça em nós. Dessa forma, como dentro da experiência sexual, há uma troca química, hormonal e energética profunda, se o ato sexual é efetuado com pessoas fora de sintonia com a nossa frequência pessoa, todo o “lixo” daquela pessoa virá para desarmonizar a nossa vibração.

Coração liberto

Sexo e Amor

Toda vez que determinada pessoa convida outra à comunhão sexual ou aceita de alguém um apeno neste sentido, em bases de afinidade e confiança, estabelece-se entre ambas um circuito de forças, pelo qual a dupla se alimenta psiquicamente de energias espirituais em regime de reciprocidade. Podemos questionar: sem amor, por que querer nos ligar a alguém que pouco ou nada conhecemos?

O verdadeiro amor não é possessivo e não busca incessantemente o sexo, pois por si só já é desapegado e fonte inesgotável de prazer. Porém, atualmente, quando se fala em amor, fala-se de satisfação de carências do ego. Ama-se com o cérebro e não com o coração.

Ser atraente sexualmente e “livre” é a moda atual e vive-se em busca de valores sensoriais. Na falta de uma maneira mais profunda de se viver, mergulha-se no prazer dos sentidos como uma fuga, e o sexo é o maior desses prazeres. A sexualidade que deveria ser uma ponte em níveis mais elevados de consciência, perde-se no instinto e no apego sensorial, e erra o alvo correto que deveria ser a espiritualidade e a ligação espiritual/amorosa entre dois seres.

A virtude..

Sexo, Freud e a Mídia

Desde o advento da psicanálise, com Sigmund Freud, o homem descobriu que entre os processos psicológicos havia uma interpretação de fatores sexuais. Freud, entretanto, atribuía a esses fatores sexuais as causas dos processos psicopatológicos. O seu trabalho foi importante porque mostrou com o fator sexual pode entrar no homem, manipulando-o a vontade para fazer dele um indivíduo melhor, pela psicoterapia.

No entanto, como todo o conhecimento humano é bem e mal utilizado, a grande onda de sensualismo que a mídia nos impõe, vem dessa manipulação. O interesse não é outro senão ganhar dinheiro e criar postos de poder, pois utiliza-se para isso pontos da fraqueza humana que foram descobertos com finalidades terapêuticas para induzir à dependência psíquica, infelizmente. Com fizeram com a pólvora – inventada para fins úteis – em guerras, fizeram dos conhecimentos da sexualidade nos mecanismos psicológicos de Freud, máquinas de ganhar dinheiro e poder, usando manipulação e dependência.

APENAS HUMANO

Sexo e (auto) responsabilidade

Se não dominarmos nossos impulsos sexuais, poderemos ser prejudicados pelas amarras cármicas por onde fluem sentimentos entre as pessoas conectadas pelas relações sexuais. Por exemplo, se dormirmos com uma pessoa mal humorada, com crises de depressão ou com muita raiva, passamos a vivenciar essas pesadas emoções, de nosso(a) parceiro(a). Muitas vezes, inclusive, começamos a apresentar o mesmo comportamento daquele(a)…

Seria mais inteligente de nossa parte escolher com cuidado nossos(as) parceiros(as). O estado emocional que experienciarmos na hora da relação será o que iremos implantar em nosso(as) parceiros(as). Antes de nos envolvermos com alguém, devemos ponderar amorosamente o que isso vai gerar na outra pessoa e em nós mesmos. Por isso, conhecer o caráter dessa pessoa torna-se importante em toda relação de entrega íntima.

Sexo é espírito e a vida a serviço da felicidade e da harmonia do universo. Consequentemente, reclama responsabilidade e discernimento, onde e quando se expresse. Por isso mesmo, o indivíduo precisa e deve saber o que fazer com a sua energia sexual, observando como, com que e para quem se utiliza de tais recursos, entendendo-se que todos os compromissos na vida sexual estão igualmente subordinados a Lei de Causa e Efeito. e segundo esse exato princípio, de tudo o que dermos a outrem no mundo afetivo, outrem também nos dará.

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Conclusão

Sem “fórmulas prontas” a respeito do comportamento sexual humano, o que na verdade não existe, deixemos que Emmanuel, através da psicografia de Chico Xavier, conclua com a sensibilidade e a visão dos grandes mestres: “Diante do sexo não nos achamos a frente de um despenhadeiro para as trevas, mas perante a fonte viva das energias em que a sabedoria do universo situou o laboratório das formas físicas e a usina dos estímulos espirituais mais intensos para a execução das tarefas que escolhemos, em regime de colaboração mútua, visando ao rendimento do progresso e do aperfeiçoamento entre os homens.”

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Rádio Viva Zen
Por Flávio Bastos

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Sons de trombetas são ouvidos e gravados nos céus de Jerusalém


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anjo-trombeta-apocalipseSons de trombetas são escutados no céu de Jerusalém e vídeo está comovendo o mundo

O mistério dos sons estranhos no céu continua a despertar curiosidade nas pessoas ao redor do mundo, proporcionando relatos de gente que fica noites sem dormir aterrorizada com o que se parece ser uma grande orquestra formada por instrumentos de sopro. Agora em outubro o fenômeno também foi registrado em JERUSALÉM

Sons de trombetas são ouvidos e gravados nos céus de Jerusalém junto com fenômenos nas nuvens, formação de arco e círculo nos céus

Fonte: http://catholicus.org.br

“E, havendo aberto o sétimo selo, fez-se silêncio no céu quase por meia hora. E vi os sete anjos, que estavam diante de Deus, e foram-lhes dadas sete trombetas“. Apocalipse 8:1,2

Os vídeos, filmados em países como Canadá, Ucrânia, Estados Unidos, Alemanha e Bielorrússia supostamente mostram estranhos acontecimentos nas alturas. O jornal inglês Daily Mail publicou reportagem dizendo que, em determinados momentos, os sons se “assemelham a uma trombeta”.

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As estranhas imagens e sons de trombetas gravados em Jerusalém ganharam o mundo no ultimo dia 01 de outubro de 2016. Uma espécie de arco no céu formado pelas nuvens, reluzem e movimenta ao som do que parece ser trombetas tocando.

“Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz, que como de trombeta ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer”.  Apocalipse 4:1

O som já tinha sido ouvido antes em 2013 em várias partes do mundo, mas o diferencial deste evento foi que o som só pode ser ouvido em Jerusalém, e contou com o fenômeno nas nuvens, que se movem no céu.

Na época, a NASA informou que o som, era proveniente de “placas metálicas” se chocando no espaço próximo a Terra, e ainda explicou que tal fenômeno é natural e ocorre o tempo todo.

“E o primeiro anjo tocou a sua trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, e foram lançados na terra, que foi queimada na sua terça parte; queimou-se a terça parte das árvores, e toda a erva verde foi queimada”. Apocalipse 8:7

A associação dos sons à trombetas foi feita por muitas pessoas já em 2012, quando os primeiros relatos de sons estranhos no céu surgiram no YouTube. “Os sons misteriosos têm sido continuamente ouvidos em diferentes locais e horários por quase uma década”, publicou o jornal inglês Daily Mail.

Anjo e Pombo

“E o segundo anjo tocou a trombeta; e foi lançada no mar uma coisa como um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar”. Apocalipse 8:8

“E o terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela ardendo como uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas”. Apocalipse 8:10

Dentro dessa mesma impressão, várias pessoas recitam passagens do Apocalipse que mencionam passagens durante a Revelação em que trombetas são sopradas em diferentes momentos da realização de todos os fatos futuros (nosso presente) da visão de João.

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As imagens ganharam o mundo no último dia 01 de outubro de 2016. Uma espécie de arco no céu formado pelas nuvens, reluzem e se movimenta ao som do que parece ser trombetas tocando.

“E o quarto anjo tocou a sua trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, e a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhasse, e semelhantemente a noite. E olhei, e ouvi um anjo voar pelo meio do céu, dizendo com grande voz: Ai! ai! ai! dos que habitam sobre a terra! por causa das outras vozes das trombetas dos três anjos que hão de ainda tocar”. Apocalipse 8:12,13

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CONSCIÊNCIA & ENÉRGIA


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10 frases budistas que podem mudar sua visão da vida
 
 
O Budismo é uma das religiões mais antigas ainda praticadas e uma que tem mais seguidores, cerca de 200 milhões de pessoas no mundo. Enquanto alguns preferem se referir ao Budismo mais como uma filosofia de vida do que uma religião.
 

De uma forma ou de outra, o que tem permitido esta filosofia/religião sobreviver ao longo do tempo e continuar ganhando popularidade são suas mensagens simples e cheias de sabedoria que pode realmente melhorar nossas vidas diárias. Na verdade, não é necessário abraçar o budismo para colher os benefícios que ele pode nos oferecer. Basta manter uma mente aberta e o coração disposto.

1. A dor é inevitável, o sofrimento é opcional.

Nós tendemos a pensar que reagimos aos eventos que trazem consigo a semente de tristeza ou da alegria, mas, na verdade, reagimos ao que os fatos significam para nós. Nós só podemos sofrer por aquilo a que demos importância. Portanto, para evitar sofrimento desnecessário, por vezes, apenas um passo para trás, desanexar emocionalmente e ver as coisas de outra perspectiva. É difícil, mas com a prática você aprende. Na verdade, uma outra frase budista nos mostra o caminho: “Tudo o que somos é o resultado do que pensamos; É fundada em nossos pensamentos e é feito de nossos pensamentos. “
 
 
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2. Alegrai-vos porque em toda parte é aqui e tudo é agora.

Muitas vezes perdemos a vida enquanto estamos amarrados ao passado ou preocupados com o futuro. No entanto, o budismo nos ensina que temos apenas o aqui e agora. Portanto, devemos aprender a estar totalmente presentes, para desfrutar de cada momento como se fosse o primeiro e o último. Não mergulhar no passado ou sonhar com o futuro, se concentrar no momento presente, porque é onde você vai encontrar as chaves para a felicidade.
 
 
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3. Tenha cuidado com o exterior, bem como seu interior, porque tudo é um.

Somos uma unidade física e espiritual, mas muitas vezes nos esquecemos. Às vezes nos preocupamos muito sobre como cuidar do corpo e esquecemos a alma, enquanto em outras vezes nos preocupamos muito com  nosso equilíbrio psicológico e negligenciamos aspectos importantes, tais como dieta e exercícios. No entanto, para encontrar um estado de bem-estar verdadeiro é imperativo que a mente e o corpo estejam equilibrados.
 
 
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4. Melhor usar pantufas do que tentar colocar  tapete no mundo.

Às vezes, ou porque superestimamos nossas forças ou porque não estamos cientes da magnitude da situação, estabelecemos metas que vão além de nossas capacidades. Em seguida, geramos um estresse desnecessário. No entanto, para encontrar a paz interior, é importante estar ciente de nossas forças e nossa dose de recursos, e qualquer caminho tem que começar de nós mesmos, antes de mudarmos o que não gostamos no mundo, mudemos o que não gostamos em nós mesmos.
 
 
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5. Não ferir os outros com o que causa dor a si mesmo.

Esta é uma das máximas do budismo que, se aplicada ao pé da letra, poderíamos praticamente eliminar todas as leis e preceitos morais do mundo. No entanto, esta frase budista vai além do clássico “não faça aos outros o que você não quer fazer para você“, pois envolve, acima de tudo, uma profunda compreensão de nós mesmos e, uma grande empatia para outros.
 
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6. Não é mais rico quem tem mais, mas quem precisa menos.

Apesar de não estarmos conscientes disso, o nosso desejo de mais, seja no material ou emocional, é a principal fonte de nossas preocupações e desapontamentos. Quando aprendemos a viver com pouco e aceitando tudo que a vida nos oferece no momento, podemos alcançar uma vida mais equilibrada e reduzir a tensão e stress. Entender que já temos todo necessário para atingir a paz interna e felicidade é um ensinamento que traz tranquilidade na caminhada e evita a ansiedade e desgaste incessante de sempre achar que a felicidade está logo ali na frente, mas nunca aqui.
 
 
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7. Para entender tudo, é preciso esquecer tudo.

Quando somos pequenos, estamos abertos à aprendizagem, não temos idéias preconcebidas. No entanto, à medida que crescemos nossa mente está cheia de condicionamentos sociais que nos diz como as coisas devem ser, como devemos nos comportar e até mesmo o que pensar. Estamos tão imbuídos nesse contexto que não percebemos que nossa mente se tornou uma caixa muito estreita que nos aprisiona. Então, se você quer mudar e ver as coisas de outra perspectiva, o primeiro passo é se separar das crenças e estereótipos que o mantem amarrado. Neste sentido, uma outra frase budista nos ilumina: “No céu, não há distinção entre o leste e o oeste, são as pessoas que criam essas distinções em sua mente e depois pensam que são verdadeiras“.
 
 
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8. O ódio não diminui ódio. O ódio diminui com o amor.

Gerar violência, raiva produz ressentimento. É algo que quase nunca aplicamos quando nos envolvemos em discussões nas quais somos guiados por nossas emoções mais negativas, respondemos às críticas com outro comentário e um ataque ainda mais forte. No entanto, o ódio só gera ódio, a única maneira de contrariar o seu efeito é o de proporcionar amor, respondendo com emoções positivas. Não se apaga fogo com mais fogo.
 
 
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9. Dê, mesmo se você tiver muito pouco para dar.

Esta é uma das mais antigas frases budistas, e algumas pesquisas na área da psicologia positiva mostraram que a gratidão e a entrega é um dos caminhos que conduzem à felicidade. Não é sobre dar com intuito de receber algo, mas dar motivado pelo prazer que sente ao ajudar alguém.
 
 
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10. Se você pode apreciar o milagre que mantém uma única flor, toda sua vida vai mudar.

Nesta frase budista o segredo da mudança está fechado: aprender a valorizar cada coisa e cada pessoa por aquilo que ele é: um milagre único e irrepetível. Quando aprendemos a não criticar, mas aceitar e se maravilhar com as menores coisas que nos rodeiam, nossa vida vai mudar porque estamos deixando aberta a gratidão, a curiosidade e a alegria. Pelo contrário, se pensarmos não há nada de especial sobre as pequenas coisas e estamos no topo do mundo, não apenas estamos fechando a beleza, mas também para a aprendizagem e crescimento. Se você não pode apreciar o milagre que envolve uma flor, é que você está morrendo por dentro.
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Os sistemas fotovoltaicos vieram para ficar


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Os sistemas fotovoltaicos vieram para ficar

A tecnologia fotovoltaica vem sendo usada, em muitas aplicações seja em sistemas híbridos, conectados à rede elétrica ou isolados.

O efeito fotovoltaico é um recurso de alta tecnologia na conversão de luz solar diretamente em energia elétrica, visando alimentar os diversos tipos de carga, sejam elas acionadas por corrente contínua (cc) ou corrente alternada (ca). A tecnologia fotovoltaica vem sendo usada, em muitas aplicações seja em sistemas híbridos, conectados à rede elétrica ou isolados. Os sistemas isolados são predominantes principalmente quando se tratam de locais remotos, ou até mesmo para consumidores que residem em áreas urbanas mas possuem recurso financeiro para escolher o tipo de sistema que deseja utilizar.

Deve ser ressaltado que a adoção da tecnologia fotovoltaica, como alternativa para a gerar energia elétrica, requer um estudo da energia solar disponível na região, como, por exemplo, o nível de insolação da região, e de um estudo sobre a possibilidade de extensão da rede elétrica convencional até o local onde se deseja utilizar a eletricidade. Para esses sistemas foram publicadas duas normas.

A NBR 16149 de 03/2013 – Sistemas fotovoltaicos (FV) – Características da interface de conexão com a rede elétrica de distribuição, prevista para entrar em vigor 12 meses após sua publicação, estabelece as recomendações específicas para a interface de conexão entre os sistemas fotovoltaicos e a rede de distribuição de energia elétrica e estabelece seus requisitos. Aplica-se aos sistemas fotovoltaicos que operam em paralelo com a rede de distribuição.
Não contempla compatibilidade eletromagnética e os procedimentos de ensaio de anti-ilhamento. Os requisitos para a conexão dos sistemas fotovoltaicos à rede podem variar quando é utilizado um sistema de armazenamento de energia ou os sinais de controle e comando são provenientes da distribuidora.

E a NBR 16150 de 03/2013 – Sistemas fotovoltaicos (FV) — Características da interface de conexão com a rede elétrica de distribuição — Procedimento de ensaio de conformidade que especifica os procedimentos de ensaio para verificar se os equipamentos utilizados na interface de conexão entre o sistema fotovoltaico e a rede de distribuição de energia estão em conformidade com os requisitos da NBR 16149. Aplica-se aos conversores estáticos mono ou polifásicos utilizados em sistemas fotovoltaicos de conexão à rede elétrica, conhecidos como inversores de conexão à rede e, aos outros componentes utilizados na interface de conexão entre o sistema fotovoltaico e a rede de distribuição de energia.

Não trata dos procedimentos de ensaio contra ilhamento, os quais são tratados na NBR IEC 62116 bem como não trata dos procedimentos de ensaio referentes às IEC 62109-1 e IEC 62109-2.

A norma determina que a qualidade da energia fornecida pelo sistema fotovoltaico às cargas em corrente alternada locais e à rede elétrica é regida por práticas e normas referentes à tensão, cintilação, frequência, distorção harmônica e fator de potência. O desvio dos padrões estabelecidos por essas normas caracteriza uma condição anormal de operação, devendo o sistema fotovoltaico deve ser capaz de identificar esse desvio e cessar o fornecimento de energia à rede.

Todos os parâmetros de qualidade de energia (tensão, cintilação, frequência, distorção harmônica e fator de potência) devem ser medidos na interface da rede/ponto de conexão comum, exceto quando houver indicação de outro ponto. A tensão, a potência e a frequência do sistema fotovoltaico devem ser compatíveis com a rede elétrica local. Os valores nominais de frequência e tensão estão contidos nas seções pertinentes do Procedimento de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST).

Os sistemas fotovoltaicos conectados à rede normalmente não regulam tensão, e sim a corrente injetada na rede. Portanto, a faixa operacional normal de tensão do sistema fotovoltaico é selecionada como uma função de proteção, que responde às condições anormais da rede. O sistema fotovoltaico deve operar dentro dos limites de variação de tensão definidos no item 5.2.1. A operação do sistema fotovoltaico não pode causar cintilação acima dos limites mencionados nas seções pertinentes das IEC 61000-3-3 (para sistemas com corrente inferior a 16 A), IEC 61000-3-11 (para sistemas com corrente superior a 16 A e inferior a 75 A) e IEC/TS 61000-3-5 (para sistemas com corrente superior a 75 A).

As formas de onda devem ser medidas por um instrumento de medição com armazenamento de dados, por exemplo, um osciloscópio com memória ou um sistema de aquisição de dados, com taxa de amostragem de 10kHz ou superior. A exatidão de medida deve ser melhor ou igual a 1 % da tensão nominal de saída do inversor e melhor ou igual a 1 % da corrente de saída nominal do inversor. Para a medição da tensão, frequência, corrente e potência de entrada e saída do ESE, devem-se utilizar instrumentos de medição com exatidão de medida melhor ou igual a 0,2 % da leitura de tensão, melhor ou igual a 0,01 Hz, melhor ou igual a 1 % da corrente nominal do ESE e melhor ou igual a 0,5 % da leitura de potência, respectivamente.

Para um ESE polifásico, os equipamentos de ensaio e medida devem registrar cada corrente de fase e cada tensão fase neutro ou fase fase, de acordo com o que for mais apropriado ao ensaio. Para a medição do fator de potência e componente contínua, deve-se utilizar um instrumento de medição, por exemplo, um analisador de qualidade de energia ou sistema de aquisição de dados, que seja capaz de medir esses parâmetros com exatidão melhor ou igual a 0,5 %. O instrumento de medição da THDi deve estar em conformidade com a IEC 61000-4-7. O instrumento de medição do ângulo de fase da tensão deve ter exatidão melhor ou igual a 10.

Planeta sustetável

Um problema significativo é criado quando os custos de um sistema conectado à rede são erroneamente aplicados aos sistemas isolados ou híbridos. Os sistemas isolados ou híbridos necessitam de outros componentes tais como baterias, geradores de apoio, assim como sistemas de controle. Os custos destes componentes aumentam o custo global do sistema fotovoltaico, por exemplo, em residências onde a energia elétrica é exclusivamente fornecida através de sistema fotovoltaico, a bateria e outros componentes de controle são indispensáveis.

No final da década 70 e início da década de 80, um estudo feito nos Estados Unidos, paralelo ao programa de incentivo ao uso de sistemas fotovoltaicos em diversas regiões do país, constatou que o custo com estes equipamentos (incluindo preparação do local, fundações, estrutura, instalação elétrica e preparação do sistema) representavam dois terços do custo total de aquisição de equipamentos de um sistema fotovoltaico, ou seja, cerca de 67% do valor total, para sistemas que utilizavam coletores do tipo placa plana.

Atualmente, estes dados não apresentam valores muito diferentes. Ou seja, em alguns casos, pode tornar-se possível a minimização de alguns custos que não estão ligados diretamente aos equipamentos fotovoltaicos como, por exemplo, o tipo de fundação, a escolha do material, mão de obra de instalação, etc.

Uma planta básica para conversão de energia solar em energia elétrica é composta dos seguintes elementos físicos e construtivos :
• Radiação solar – a radiação solar é uma forma energia emitida pelo sol devido a sua temperatura. Portanto, a radiação pode ser considerada como o combustível de um sistema de potência solar.
• Módulo fotovoltaico – o módulo é composto de várias células fotovoltaica interligadas.
• Regulador de carga – é elo de ligação entre o módulo, bateria e equipamentos. Ele protege a bateria de sobrecargas ou de descarga excessiva.
• Inversor ou conversor – esse elemento é responsável pela conversão de corrente contínua (cc) gerada pelo módulo fotovoltaico em corrente alternada (ca).
• Bateria – é o elemento responsável pela estocagem da energia gerada pelo módulo solar.
• Estrutura de montagem – é o suporte de fixação do módulo em seu local de funcionamento.

Os sistemas fotovoltaicos podem ser classificados em autônomos e interligados à rede. Os autônomos podem se dividir naqueles que só fornecem corrente continua, aqueles que fornecem corrente alternada e ainda existem aqueles que fornecem ambas as correntes. Os autônomos produzem eletricidade independentemente de outras fontes de energia. Existem sistemas autônomos utilizados para bombeamento de água, sendo a água armazenada no reservatório para utilização no instante do consumo.

Os sistemas autônomos com armazenamento são utilizados onde se necessita alimentar cargas à noite ou em períodos nublados. Eles compreendem a maioria das aplicações de sistemas fotovoltaicos em regiões remotas ao redor do mundo sendo a eletrificação rural a mais difundida. Podem operar em conjunto com uma outra fonte geradora de energia (geradores eólicos, diesel etc.). Em certas situações podem ser mais econômicos que os sistemas fotovoltaicos puros no fornecimento de eletricidade em projetos isolados de maior escala.

Um sistema fotovoltaico, complementado por outra fonte de energia, requer menor potência instalada de painéis fotovoltaicos e baterias, podendo reduzir os custos totais. Os sistemas interligados à rede são aqueles em que o arranjo de módulos fotovoltaicos atua como uma fonte de energia complementar ao sistema elétrico ao qual está conectado. Esses sistemas não utilizam armazenamento de energia, pois toda a energia gerada durante o dia é entregue à rede e, durante a noite ou em períodos nublados, dela é extraída a energia necessária para alimentar as cargas.

A célula solar é o dispositivo mais importante do sistema fotovoltaico, visto que é responsável pela conversão da energia solar em energia elétrica.

Uma célula solar é, basicamente, um sanduíche contendo uma grade metálica, uma lâmina que coleta os raios solares, uma lâmina absorvedora dos fótons e um contato metálico posterior. Fundamentalmente, este sanduíche é fabricado de modo a conter em seu interior um campo elétrico que permita separar os portadores de carga elétrica gerados pela luz.

Nas células solares de silício cristalino, o campo elétrico interno é fabricado por processos de contaminação controlada e seletiva do material semicondutor. As impurezas mais comumente utilizadas são o fósforo (na camada coletora, semicondutor do tipo-n) e o boro (na camada absorvedora, semicondutor do tipo-p), que permitem construir internamente a barreira de potencial desejada. A corrente elétrica produzida é coletada pelos contatos metálicos nas superfícies.

As células solares normalmente são quadradas ou redondas dependendo do processo de fabricação utilizado. Esta corrente depende da intensidade da radiação solar e da área iluminada. A tensão gerada é apenas uma fração de Volt. A célula solar mais comumente utilizada, de silício cristalino, possui uma tensão de trabalho de aproximadamente 0,5 V. Para uma utilização pratica é necessário conectar várias células em série. Este conjunto de células conectadas é chamado módulo fotovoltaico.

Normalmente, são utilizadas de 30 a 36 células de silício cristalino em cada módulo, dependendo do local onde os sistemas serão instalados (clima frio ou quente). Assim, quando um módulo de 12 V é exposto ao sol, ele gera energia elétrica em corrente contínua, com tensão máxima variando entre 17 e 21 V. Para carregar uma bateria de 12 V, devido às perdas em cabos e diodos, os módulos devem gerar em torno de até 16 V. Para proteger as células solares, os módulos são encapsulados com materiais plásticos (EVA ou PVB). O lado onde a radiação incide é coberto com vidro temperado e a parte posterior com plástico Tedlar.

Finalmente, o módulo é emoldurado com uma estrutura de alumínio anodizado, que lhe dá rigidez e tudo isto o protege contra as intempéries. Normalmente os fabricantes dão uma garantia de 10 a 25 anos (uma garantia típica é de 25 anos para o nível de produção de energia e 10 anos contra defeitos de fabricação), porém espera-se que a vida útil dos módulos fabricados de silício cristalino seja superior a isso. Estão em desenvolvimento módulos fotovoltaicos cujas células solares não são fabricadas de silício (monocristalino, policristalino ou silício amorfo hidrogenado), tais como: disseleneto de cobre e índio (CIS), telureto de cádmio (CdTE), dentre outros.

Um número variado de módulos, por sua vez, pode ser conectado eletricamente até se alcançar a potência desejada, dependendo da quantidade de energia elétrica a ser consumida e da insolação do local, formando um painel fotovoltaico. Os módulos podem ser ligados em série ou em paralelo dependendo da corrente e tensão desejadas. A ligação em série dos módulos fotovoltaicos é feita do terminal positivo de um módulo a um terminal negativo de outro módulo, enquanto as conexões em paralelo compreendem ligações de terminais de mesma polaridade.

Por exemplo sistemas fotovoltaicos para iluminação, TV/vídeo, refrigeração, de médio porte são conectados para operar em tensões de 12 V ou 24 V. Os sistemas de bombeamento d’água trabalham normalmente em tensões superiores. Quando o módulo está exposto ao Sol, ele gera energia elétrica em corrente contínua, dependendo da intensidade da radiação solar e da temperatura ambiente. A capacidade de um módulo fotovoltaico é dada pela potência de pico em Wp.

A condição padrão para determinação desta potência é definida para o módulo exposto a uma radiação solar de 1000 W/m² (radiação recebida na superfície da Terra em dia claro, ao meio dia) e temperatura da célula de 25°C. Pode-se comparar estas condições a um dia ensolarado mas muito frio, ao meio dia, com o Sol a pino, sem nuvens e temperaturas amenas, o que é difícil de obter. Existem vários outros parâmetros elétricos de um módulo, porem o mais importante é a potência que reflete, por exemplo, a capacidade de um conjunto de módulos carregar as baterias (para suprimento de cargas tais como lâmpadas, TV/vídeo etc. à noite ou em períodos chuvosos) ou encher um reservatório d’água (no caso de bombeamento d’água) o mais rápido possível.

As medidas de tensão e corrente de um módulo podem ser desenhadas em um gráfico, que é chamado Curva IxV ou curva característica do módulo (veja a figura ilustrativa abaixo). A corrente elétrica depende da irradiação solar variando significantemente com a variação da intensidade da luz. A tensão elétrica é fortemente influenciada pela temperatura. O aumento da intensidade da luz incidente no módulo aumenta a temperatura das células, diminuindo a tensão do módulo, e consequentemente reduzindo sua eficiência. A tensão diminui significativamente com o aumento da temperatura enquanto que a corrente sofre uma redução muito pequena.

É importante enfatizar que não há geração de potência para as condições de circuito aberto, Voc (porque a corrente é zero) e curto circuito, Isc (porque a tensão é zero). Consequentemente existe somente uma tensão e uma corrente para a qual a potência máxima, Pm, é extraída. A corrente correspondente a tensão de potência máxima é chamada a corrente de potência máxima (Imp). O ponto de potência máxima (Pm) é o ponto da curva IxV para o qual a máxima potência é extraída. Este ponto corresponde ao produto da tensão de potência máxima (Vmp) e corrente e potência máxima (Imp), dado por: Pm = Imp x Vmp. Portanto, os cinco parâmetros utilizados pelos fabricantes para especificar a característica elétrica de seus módulos, sob determinadas condições de radiação solar, temperatura ambiente e massa de ar são: potência máxima (Pm), tensão e corrente de potência máxima (Vmp, Imp), tensão de circuito aberto (Voc) e corrente de curto circuito (Isc).

Gestão de energia
Já a NBR ISO 50001 especifica os requisitos de um sistema de gestão da energia (SGE) para uma organização desenvolver e implementar uma política energética, estabelecer objetivos, metas e planos de ação que considerem requisitos legais e informações relativas ao uso significativo de energia. Um SGE habilita uma organização a atender sua política energética, tomar as devidas ações de melhoria de seu desempenho energético e demonstrar conformidade aos requisitos dessa norma.

Pode-se ajustar a aplicação desta Norma a requisitos específicos de uma organização – incluindo complexidade do sistema, grau de documentação e recursos – e abrange as atividades sob o controle da organização.

Essa norma baseia-se na estrutura de melhoria contínua do Plan-Do-Check-Act e incorpora a gestão da energia nas práticas organizacionais diárias melhoria da competitividade e redução de emissões de gases de efeito estufa e outros impactos ambientais relacionados. Esta norma é aplicável independentemente dos tipos de energia utilizados. Pode ser utilizada para certificação, registro ou autodeclaração do SGE de uma organização. Ela não estabelece requisitos absolutos para o desempenho energético além daqueles estabelecidos na política energética da organização e de sua obrigação de conformidade a requisitos legais aplicáveis ou outros requisitos. Assim, duas organizações realizando operações semelhantes, mas com desempenhos energéticos distintos, podem ambas estar em conformidade com seus requisitos.

Especificamente em seu item 4.3 Política energética: deve declarar o comprometimento da organização para atingir a melhoria do desempenho energético. A alta direção deve definir a política energética e garantir que esta: seja apropriada à natureza e escala do uso e consumo de energia da organização; inclua um comprometimento para melhoria contínua de desempenho energético; inclua um comprometimento para garantir a disponibilidade de informações e de recursos necessários para atingir objetivos e metas; inclua um comprometimento para cumprir com os requisitos legais aplicáveis e outros requisitos aos quais a organização subscreve em relação à eficiência, uso e consumo de energia; forneça uma estrutura para estabelecer e revisar objetivos e metas energéticas; apoie a aquisição de produtos energeticamente eficientes, assim como de serviços e projetos para melhoria do desempenho energético; seja documentada e comunicada em todos os níveis da organização; e seja regularmente revisada e atualizada se necessário.
4.4 Planejamento energético
4.4.1 Geral

A organização deve conduzir e documentar o processo de planejamento energético. O planejamento energético deve ser consistente com a política energética e deve levar a atividades que melhorem continuamente o desempenho energético. O planejamento energético deve envolver uma revisão das atividades da organização que possam afetar o desempenho energético.

4.4.2 Requisitos legais e outros
A organização deve identificar, implementar e ter acesso aos requisitos legais aplicáveis e outros requisitos aos quais a organização subscreve, relacionados ao seu uso e consumo de energia e eficiência energética. A organização deve determinar como estes requisitos se aplicam ao uso e consumo de energia e eficiência energética e deve assegurar que estes requisitos legais e outros requisitos aos quais a organização subscreve são considerados no estabelecimento, implementação e manutenção do SGE. Requisitos legais e outros requisitos devem ser revisados a intervalos definidos.

4.4.3 Revisão energética
A organização deve desenvolver registrar e manter uma revisão energética. A metodologia e os critérios utilizados para desenvolver a revisão energética devem ser documentados. Para desenvolver a revisão energética a organização deve:

a) Analisar uso e consumo de energia com base em medições e outros dados:
1. Identificar fontes de energia atuais;
2. Avaliar o uso e consumo de energia atual e passado.
3. Com base no uso e consumo de energia, identificar as áreas de uso significativo de energia:
4. Identificar as instalações, equipamentos, sistemas, processos e pessoal trabalhando para a organização ou em seu nome que afetam significativamente o uso e consumo de energia;
5. Identificar outras variáveis relevantes que afetam significativamente o uso de energia;
6. Determinar o desempenho energético atual de instalações, equipamentos, sistemas e processos relacionados aos usos significativos de energia identificados; e
7. Estimar o uso e consumo de energia futuros.
8. Identificar, priorizar e registrar oportunidades de melhoria de desempenho energético.

A revisão energética deve ser atualizada a intervalos definidos e em resposta a mudanças expressivas em instalações, equipamentos, sistemas ou processos. Em seu anexo A, a norma detalha que a implementação de um sistema de gestão da energia especificado tem a intenção de obter melhorias de desempenho energético. Portanto, esta Norma é baseada na premissa de que a organização revisará e avaliará periodicamente seu sistema de gestão da energia para identificar oportunidades de melhoria e a implementação. A A organização tem flexibilidade sobre como implementar seu SGE. Por exemplo: o ritmo, extensão e duração dos processos de melhoria contínua são determinados pela organização.

Enfim, a implementação de um sistema de gestão da energia especificado pela NBR ISO 50001 tem a intenção de obter melhorias de desempenho energético. Portanto, é baseada na premissa de que a organização analisará criticamente e avaliará periodicamente seu sistema de gestão da energia para identificar oportunidades de melhoria e a implementação destas. A organização tem flexibilidade sobre como implementar o SGE. Por exemplo, o ritmo, extensão e duração dos processos de melhoria contínua são determinados pela organização.

A organização pode levar em conta considerações econômicas e outras para determinar o ritmo, extensão e cronograma dos processos de melhoria contínua. Os conceitos de escopo e fronteiras permitem flexibilidade à organização para definir o que está incluso no SGE. O conceito de desempenho energético inclui uso e consumo de energia e eficiência energética. Assim, a organização pode escolher dentre uma ampla gama de atividades de desempenho energético. Por exemplo, a organização poderia reduzir demanda de pico, utilizar excedente de energia ou resíduo energético, ou melhorar as operações de seus sistemas, processos ou equipamentos.

A alta direção ou seu representante, ao comunicar àqueles da organização, pode sustentar a importância da gestão da energia através de atividades de envolvimento de funcionários, como delegação de autoridade, motivação, reconhecimento, treinamento, participação e recompensa. As organizações que conduzem planejamento de longo prazo podem incluir considerações de gestão da energia como: fonte de energia, desempenho energético e melhorias de desempenho energético nas atividades de planejamento.

O representante da direção pode ser um funcionário atual, novo ou contratado da organização. As responsabilidades do representante da direção podem abranger a totalidade ou parte de sua descrição de cargo. Habilidades e competências podem ser determinadas em relação ao tamanho da organização, cultura e complexidade, ou a requisitos legais ou outros requisitos. A equipe de gestão da energia assegura a realização das melhorias de desempenho energético. O tamanho da equipe é determinado pela complexidade da organização: para pequenas organizações, pode ser uma pessoa tal como o representante da direção; para organizações maiores, uma equipe multifuncional provê um mecanismo efetivo para engajar diferentes partes da organização no planejamento e implementação do SGE.

A política energética é a direcionadora da implementação e das melhorias do SGE e do desempenho energético da organização no contexto de seu escopo e fronteiras. A política pode ser uma breve declaração que os membros da organização possam compreender prontamente e aplicar às suas atividades de trabalho. A disseminação da política energética pode ser usada como meio de orientar o comportamento organizacional. Onde sistemas de transportes são adquiridos ou utilizados pela organização, o uso e consumo de energia em transporte pode ser incluído no escopo e fronteiras do SGE. Convém que o processo de identificação e avaliação do uso de energia leve a organização a definir áreas de uso significativo de energia e identificar oportunidades de melhoria de desempenho energético. Exemplos de pessoal que trabalha em nome da organização incluem serviços contratados, pessoal em tempo parcial e equipes temporárias.

Fontes potenciais de energia podem incluir fontes convencionais que não foram previamente usadas por uma organização. Fontes alternativas de energia podem incluir combustíveis fósseis ou não fósseis. Atualizar a revisão energética significa atualizar as informações relacionadas à análise, determinação de significância e determinação de oportunidades de melhoria de desempenho energético.

Uma auditoria ou avaliação energética abrange uma análise crítica detalhada do desempenho energético de uma organização, de um processo ou ambos. Baseia-se tipicamente em medição e observação apropriadas de desempenho energético real. Os resultados de auditoria incluem tipicamente informações sobre consumo e desempenho atuais e podem ser acompanhados de uma lista de recomendações priorizadas para melhoria em termos de desempenho energético. As auditorias energéticas são planejadas e conduzidas como partes da identificação e priorização de oportunidades de melhoria do desempenho energético.

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Brasil, o berço da raça dourada …


HÉLIO’S BLOG

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Gaia-brasil-nova-raçaBrasil: o Centro Oeste e o Planalto Central, um território sagrado e predestinado ao surgimento da Sétima Raça, a raça dourada neste final de ciclo. 

“E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz.

E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono” …

Existe uma referência velada na Bíblia sobre o futuro da nação brasileira e o papel que parte do nosso povo vai desempenhar em breve, se acelerando MUITO a partir de 2013. No livro do Apocalipse (Revelações) capítulo 12, versículos 1 a 5 está escrito:

“E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz.  

E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho,  que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas.  E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.  

E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono”

O território do Brasil se assemelha muito a um triângulo com o vértice para baixo (feminino), e cortado pelos paralelos 15º e 20º (marcados em vermelho), conforme a visão de Dom Bosco*, forma o SÍMBOLO da Terra (FEMININO, A virgem de João) em alquimia.

{(*) Dom Bosco: São João Melchior Bosco, em italiano Giovanni Melchior Bosco, mais conhecido como “Dom Bosco”, nasceu em 1815, na Itália, e faleceu em 1888. Ordenado pela Igreja Católica, foi canonizado em 1934. Em 30 de agosto de 1883, Dom Bosco teve uma visão profética a respeito de uma cidade que seria construída entre os paralelos 15º e 20º da América do Sul, que muitos entendem como sendo Brasília:

“Tra il grado 15º e il 20º grados vi era un seno assai lungo e assai largo que partiva di un punto che formava un lago. Allora una voce disse ripetutamente, quando si verrano a scavare le miniere nascoste in mezzo a questi monti di quel seno apparirà qui la terra promessa fluente latte e miele, sarà una ricchezza inconcepibilie“. (Memorie Biografiche, XVI, 385-394)

“…entre os paralelos 15º e 20º graus, havia uma enseada bastante extensa e bastante larga, partindo de um ponto onde se formava um lago…”

Nessa terra, conforme a visão de Dom Bosco, surgiria uma grande civilização (A RAÇA DOURADA), na qual jorraria leite e mel. Essas palavras proféticas influenciaram a decisão final quanto ao local onde seria instalada a nova Capital Federal do Brasil.}  

A NAÇÃO brasileira (pau brasil=brasa/fogo) é de clima tropical (UMA MULHER VESTIDA DE SOL), que na sua fronteira ao sul é delimitada pela Argentina, cujo nome deriva do metal abundante encontrado pelos espanhóis durante sua colonização que foi a PRATA (Argentum em latim) que em esoterismo e alquimia é o metal correspondente à LUA (TENDO A LUA DEBAIXO DOS SEUS PÉS). Os pés tem uma posição ao SUL do corpo humano, posição geográfica ocupada pela Argentina em relação ao Brasil.

O Brasil divide o espaço e ocupa a maior parte do continente sul americano com os demais DOZE países da América do Sul a saber: Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa, (E UMA COROA DE DOZE ESTRELAS SOBRE A SUA CABEÇA) tendo fronteira com dez deles.

No mapa do Brasil (mais acima) é possível ver um triângulo c/barras verticais nos Paralelos 15° e 20° assinalados (esquerda), que reproduz o símbolo do elemento FEMININO terra conforme o desenho do símbolo a esquerda (representação do SAGRADOFeminino, da Deusa Mãe, Geratrix e Nutrix) que confirma a visão de Dom Bosco e de João e outros sobre  A PREDESTINAÇÃO do Brasil!!!

Não esqueçamos também que o nosso país se torna independente de Portugal em 07 de setembro, no signo de VIRGEM, novamente a simbologia da energia da Deusa, do Sagrado Feminino em destaque. Ao lado, à direita o símbolo do elemento Terra em alquimia, que é semelhante ao mapa do Brasil com a barra do paralelo 15 que corta Brasilia, na região Centro Oeste.

Acima: o Signo zodiacal da Constelação de Virgem, signo do Brasil, nossa independência é em 07 de setembro, uma virgem segurando uma espiga (Spica, a principal estrela do conjunto) de TRIGO. (o joio será queimado) Obra de Jophra, para o símbolo da Constelação de Virgo/Virgem.

No continente sul americano e acentuadamente no Brasil, na sua região Centro-Oeste e Planalto Central, esta surgindo nesse final de ciclo de nossa humanidade uma nova raça, espiritualmente mais evoluída, a RAÇA Dourada, a Sétima Raça Raiz, tal qual uma Phoenix renascendo de suas próprias cinzas, do final dessa civilização decadente. Uma nova raça que viverá em um novo ambiente, em um novo paradigma para cumprir a promessa de queHAVERÁ UM NOVO CÉU E UMA NOVA TERRA” para uma nova raça, muito mais espiritualizada e menos materialista e CORRUPTA.

O simbólico MONUMENTO ÀS TRÊS RAÇAS EM GOIÂNIA (Centro-Oeste). Esta obra de rara beleza está localizada na Praça Dr. Pedro Ludovico Teixeira, antiga Praça Cívica, no centro da cidade de Goiânia entre os palácios das Esmeraldas e Campinas, respectivamente sede dos governos estadual e municipal.

Divulgado como um símbolo de Goiânia, é exibido como cenário nas fotografias dos turistas. O monumento foi criado em 1968 pela artista plástica Neusa Moraes. Trata-se de uma estrutura fundida com trezentos quilos de bronze e possui sete metros. Simboliza a miscigenação de três raças – o negro, o branco e o índio, que houve e existe na formação das características genéticas e culturais do povo goiano, do centro-oeste e do brasileiro em geral.

Essas são as raças matrizes da próxima raça Dourada, a Sétima. Quem idealizou, projetou e construiu a cidade de  Goiâniatinha conhecimento profundo do destino dessa terra (e de ocultismo… pois nas TÁBUAS DE ESMERALDA DE THOTH, na de Número VI, onde são citados os nomes dos SETE SENHORES que governam os destinos da Terra e sua humanidade, desde o Salão de Amenti, um deles é chamado de GOYANA…). (E ESTAVA GRÁVIDA COM ÂNSIAS DE PARTO).

Este processo de nascimento de uma nova raça já esta em curso e esta sendo liderado (significa servir com muita abnegação e abandono do pequeno eu) por muitas almas que estiveram com Cristo na Palestina a dois mil anos e anteriormente com Krishna, na ÍNDIA. Muitas DESTAS ALMAS estão encarnadas hoje, no Brasil, inclusive a do Apóstolo João, aquele que teve a visão relatada no Livro do Apocalipse (a ele foi mostrada a visão do livro das Revelações porque ele próprio estaria presente ENVOLVIDO no que ele VIU em seu futuro, o nosso presente).

Também será necessário unificar o cone sul e depois toda a América do Sul e quando isto acontecer o mundo como o conhecemos hoje já estará completamente convulsionado pelas mudanças que estão para acontecer com aumento exponencial de intensidade até o final  do mês de ABRIL de 2018.

Brasil a terra do Cristo, o Redentor: A sua “companhia e orientação (interna)” esta disponível, basta abrir a “porta estreita”, conforme ele mesmo disse ou trilhar o “caminho do meio” como falou Buddha, antes dele.

Como brasileiros temos uma enorme responsabilidade em nossas mãos e com o tempo que nos resta para finalizar nossa evolução aqui na Terra e daí sim, servimos de canal para que uma nova consciência se manifeste através de nossos (o Cristo coletivo) corpos de LUZ, que é o único modo correto de cumprirmos com nossas missões nesse ciclo final dessa civilização. Das cinzas do velho surgirá uma nova raça e na região Centro-Oeste e Planalto Central, em nosso país que será o berço dessa nova civilização, a raça dourada. (E DEU À LUZ UM FILHO HOMEM) . 

O SIGNIFICADO (oculto) DA BANDEIRA DO BRASIL

Temos no círculo do centro, a figura geométrica que simboliza a divindade, em azul,a cor do poder e da vontade do primeiro Raio,  colocado dentro de um losango (também é um octaedro o símbolo do elemento AR, a matéria prima do fogo, outra figura geométrica com significativo simbolismo) com os seus dois triângulos equiláteros amarelos (cor que representa a sabedoria espiritual de Cristo) unidos pela base com um círculo azul no centro como um OLHO, que representa a onisciência e a “presença divina” que tudo vê.

Acima o octaedro amarelo na bandeira brasileira, símbolo do elemento AR e em seu interior o círculo azul, símbolo máximo para a divindade.

– Os dois triângulos amarelos unidos pela base tem o mesmo significado do Selo de Vishnu (muito mais tarde a estrela de Davi), representando nossos Pai/Mãe Divinos, agora em nova configuração, unidos pela base e dispostos de lado, que se vista tridimensionalmente resulta em um OCTAEDRO (número 8 relativo ao infinito) em contraposição ao seis, o CUBO (número 6, símbolo da terceira dimensão) limitante de nossa atual consciência.

O Anahata, o quarto Chakra, o CHAKRA DO CORAÇÃO, o Selo de VISHNU, a morada da Alma dentro do corpo humano, símbolo do amor incondicional. O Chakra Anahata simboliza a consciência do amor, empatia, altruísmo e devoção pela divindade e pela vida. No nível psíquico, este centro de força inspira o ser humano a amar, ser altruísta, compassivo, dedicado e para aceitar as circunstâncias dos fatos que acontecem de uma forma divina.

Sua cor é o verde. O Chakra Anahata é representado por uma flor de lótus cinza, com 12 pétalas (representando dimensões). Dentro de uma região que é colorida com verde acinzentado, que é produto do entrelaçamento de 2 triângulos equiláteros, criando uma shatkona. O Shatkona é um símbolo usado em yantra hindu que representa a união de ambas as energias divinas, a masculina e a feminina.

Mais especificamente, representando Purusha (Espírito, o ser supremo), e Prakriti (o universo material, a mãe natureza, ou a matéria causal). Muitas vezes toda essa simbologia é representada como Shiva e Shakti. A divindade desta região é Vayu (o senhor dos ventos), que é representado colorido em azul, com quatro braços, segurando uma kusha e montado sobre um antílope, o animal deste chakra.

O símbolo mais cedo em nossa história foi adotado pelos hebreus (que descendiam de uma tribo hindu) também conhecido como selo do Rei Salomão, desde tempos antediluvianos é reconhecido na Índia como o selo de Vishnu e visto pelos pitagóricos como o símbolo da criação.

Os triângulos entrelaçados significam o equilíbrio da polaridade da natureza e do espírito, masculino e feminino, luz e escuridão. As seis pontas da estrela para chegar a serpente da eternidade, mudando e evoluindo com o tempo. O ANAHATA é uma figura que quando se decompõe (figuras a seguir) nas formas dos seus dois Triângulos centrais, surgem os símbolos dos quatro elementos na alquimia, conforme a figura abaixo:   

 Fogo, Ar  (Masculinos, a base dos triângulos é embaixo e os vértices voltados para cima/Espírito), Água e Terra (Femininos, a base dos triângulos é em cima e o vértice aponta para baixo/Matéria)  é obtido quando decompomos o selo de Vishnu conforme  visto na figura acima.

Ainda analisando essa figura ao lado, verificamos que em seu centro, pela união dos dois triângulos equiláteros se forma uma figura hexagonal central resultante da união  do divino feminino e masculino cujo resultado é a criação do mundo material/fenomenal, dos sentidos, o mundo tridimensional que conhecemos e que é visto na figura do CUBO verde abaixo, simbolizando o elemento terra.

A decomposição das SEIS faces de um Cubo em uma figura linear resulta em uma CRUZ cujo braço Horizontal representa a Matéria (Prakriti) e o Braço Vertical simboliza o Espírito (Purusha). (Ver figuras ). O quadrado central resultante do encontro da barra horizontal com a barra vertical na cruz, onde esta a ROSA, significa a “morada do SER” real, dentro do coração humano, a Rosa representa a ALMA humana.

Mas voltemos ao significado do simbolismo oculto de nossa bandeira:

– A cor Azul do círculo central representa o raio da Vontade/Poder do Pai (1º raio) expresso em nossos céus, além da abundância de águas, tanto salgadas (nosso litoral com mais de 8.000 km) bem como doce de nossos rios.

-A cor Amarela representa Sabedoria espiritual, em desenvolvimento pelos brasileiros que serão o embrião da sétima raça, e representa o Cristo e sua manifestação já presente (Temos 33 cidades com estátuas do Cristo Redentor no Brasil) em nossas terras.

– A cor verde representa a abundância de nossa Mãe terra encontrada em nossas florestas e na fertilidade de nossas terras, apesar dos maus cuidados que temos com ela e da destruição imposta às nossas florestas pelos corruptos e gananciosos.

– A inscrição “Ordem e Progresso“, sempre em verde com fundo branco, é o lema político do Positivismo, forma abreviada do lema de autoria do positivista francês Auguste ComteO Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim. Seu sentido é a realização dos ideais republicanos (feminino em oposição à monarquia, masculina): a busca de condições sociais básicas para os seres humanos, salários dignos etc. E o melhoramento do país (em termos materiais, intelectuais e, principalmente, morais e éticos).

– O fundo de cor branca  representando a Paz que mantemos em nosso país e com nossos vizinhos e com todos os demais países do globo, apesar das dificuldades sempre presentes.

– Cada estrela de nossa bandeira representa uma estrela de constelações vistas em nossos céus se destacando a do Cruzeiro do Sul  que substituiu a Cruz dos Cavaleiros da Ordem de Cristo (Colombo e Cabral pertenciam a esta Ordem que em Portugal assumiu lugar da Ordem dos Cavaleiros Templários) que teve vital importância no desenvolvimento das navegações portuguesas e grande influência nas viagens de(re)“descobrimento” do novo mundo.

– São no total 27 estrelas, significando nove vezes a trindade e/ou o valor numérico do Tetragrammatom (26) mais o um, a unidade, afinal são 26 estados e um  Distrito Federal, que em breve será a sede de um governo brasileiro cujos integrantes servirão à causa Divina durante o período de transição planetária. Cada estrela/sol representa um estado do país. Simbolicamente representa as diferentes origens estelares (Órion, Pleiâdes, Sírius, Capela, Alpha Centauri, Aldebarã, etc) das almas encarnadas no Brasil.  

Em hebraico o valor numérico do Tetragramaton é vinte e seis = 26: Traduzido para o ocidente temos em equivalência, da direita para a esquerda:  Y H W H com os seguintes valores numéricos: Y=1, H=10, W=5 e H=10,  que somados dão o total de: 1+10+5+10=26, o mesmo número de estados que o Brasil possui, e aqui há sabedoria, pois este é o número de Deus que se fez Homem…

Abaixo imagem de uma estátua de UMA MULHER NEGRA, Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil, ao seu lado, imagem da Grande (Padroeira) Mãe do Egito a ÍSIS NEGRA, a Grande Mãe (da Luz e de todos os sóis)Cósmica e Mãe de Hórus. (ÍSIS, o principio – o Santo Graal – feminino da divindade era adorada pelos Cavaleiros Templários).

  Notar a figura do triângulo com base para cima e o vértice para baixo formado pelas mãos de ÍSIS: o Símbolo do Triângulo equilátero feminino da energia da Deusa, com o ponto central de LUZ (energia que vela pelas terras brasileiras) E DA GERAÇÃO DA LUX, A ENERGIA QUE É A MATRIX da luz, a Mãe Cósmica de todos os sóis, estrelas e galáxias, do universo inteiro e do nosso planeta Terra. 

ÍSIS (em egípcio: Auset): foi uma deusa do panteão da mitologia egípcia, cuja adoração se estendeu por todas as partes do mundo greco-romano. Foi cultuada como modelo da mãe e da esposa ideais, protetora da natureza e da magia. Era a amiga dos escravos, pescadores, dos artesãos, dos oprimidos, assim como a que escutava as preces dos opulentos, das donzelas, aristocratas e governantes. Ísis é a deusa da maternidade e da fertilidade.

O círculo é a forma perfeita para representação do Deus Uno e está em nossa bandeira:  O Brasil é o único país do mundo cuja bandeira respeita a posição astronômica das estrelas nos céus. É por esse motivo que  as duas faces de sua bandeira são exatamente iguais, com a faixa branca inclinada da esquerda para  a direita (do observador que olha a faixa de frente), sendo vedado fazer uma face como avesso da outra. 

A  estrela SPICA (espiga)situada ISOLADA acima da faixa branca, representa o estado do Pará, e é a estrela alpha, a principal e mais brilhante da Constelação de VIRGEM (a estrela que representa a espiga de TRIGO) que, à época da proclamação da República, era o Estado cuja capital Belém ( hebraico: Bethlehen = a casa do PÃO) era a mais setentrional (ao norte) do país.

As estrelas do Cruzeiro do Sul representam os cinco principais Estados de então:  São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro (antiga capital nacional), Bahia e Espírito Santo. Brasília, fundada já há meio século e para onde foi transferida a capital nacional, esta representada pela estrela Sigma da constelação do Oitante, também chamada de Polaris Australis ou Estrela Polar do Sul, por situar-se no Pólo Sul celestial (em contrapartida a POLARIS, situada no Pólo Norte celestial).

Apesar de ser pouco brilhante e estar próxima ao limite de visualização a olho nu, essa estrela tem uma posição única no céu do hemisfério sul, pois é em torno dela que todas as estrelas do sul visíveis giram. Além disso, Polaris Australis sempre está acima da linha do horizonte e pode ser vista a qualquer dia e hora de quase todos os lugares ao sul da linha do Equador. Um fato muito  significativo são as estrelas que representam os dois principais estados do Centro-Oeste, Mato Grosso por SÍRIUS (origem estelar de Sananda !!!) e GOIÁS por Canopus, pois essas são as duas estrelas mais brilhantes nos céus do planeta.

Sobre o  GRANDE DRAGÃO VERMELHO, visto por JOÃO (Daniel também teve a visão da besta com dez chifres e sete cabeças) em sua visão relatada no Livro do Apocalipse, trata-se da CHINA, um país comunista, oficialmente ateu, onde os bebês do sexo feminino são assassinados em sua maioria quando nascem, pois a preferência é pelo menino que é ideal como mão de obra para trabalhar e cuidar de seus pais no futuro, de acordo com a cultura chinesa. Uma afronta à energia feminina da Deusa e um desequilíbrio total dessa cultura ao não honrar e respeitar o feminino.

O dragão é o símbolo nacional da China por excelência e no futuro (próximo a e/ou até 2032) esse país poderá ser controlado pelo Anticristo que usará o seu enorme exército e poderio econômico-industrial (transferido conscientemente do ocidente para a China para esse propósito, obedecendo um planejamento muito bem elaborado e executado desde séculos) para implantar um governo ditatorial global e centralizado.

As sete cabeças com os dez chifres, serão uma divisão político geográfica DO PLANETA em dez (os chifres) blocos políticos/econômicos (estilo União Européia) com sete cabeças (e sete diademas) que representam sete governadores para cada região das dez citadas, um governando quatro regiões. Assim sendo, nessa nova organização política mundial, desaparecem os países como os conhecemos hoje. Um dos sete governadores vai governar quatro regiões após derrubar três de seus colegas.

Esses 10 reis, depois sete, são homens em tudo e por tudo escravos do Anticristo e seus instrumentos… Muitos vão segui-los,  a maioria… O período final para ser“arrebatado para Deus e para o seu reino espiritual“  se intensifica a partir de 2014, se acelera drasticamente a partir de 2018 e termina em 2032. Então a partir dessa data quem ficar no planeta será o JOIO e será “queimado”, conforme esta ESCRITO !!!

Um dos mais recentes símbolos de Brasilia é uma nova ponte, a Ponte J.K. que inclusive já foi eleita como a mais bela ponte do planeta e que também é carregada de simbolismo de uma nova era, de um renascimento da raça humana, do surgimento de uma RAÇA DOURADA, dos Filhos da Luz e do Sol, raça solar por natureza, por tantos profetizada nos últimos milênios e que deverá surgir justamente no planalto Central do Brasil cuja cidade principal é Brasilia.   Abaixo: Segmento da hélice do DNA humano.

  Esse novo símbolo de Brasilia, essa ponte nada mais é do que uma cópia de um segmento do ADN humano (foto acima) , “com suas fundações dentro da água”, e no útero da Mãe Terra/Gaia que vai gerar esta nova raça. Se olharmos esta ponte(por si só a figura de uma ponte tem um sem número de significados místicos e espirituais…) utilizando imagens do Google Earth veremos que ela esta posicionada exatamente no bico de um pássaro gigantesco desenhado pela topografia da cidade às margens do Lago Paranoá, sendo o pássaro mais um outro simbolismo (para a alma) forte na evolução do ser humano…

“Estes líderes políticos corruptos cairão (Já estão caindo, no mundo inteiro e no BRASIL, com a Operação Lava Jato estão caindo como MOSCAS, a limpeza se acelera com o impeachment de Dilma). Vocês terão uma liderança nova se desenvolvendo lentamente, chegando até vocês por toda a Terra, onde há uma nova energia de consideração com o público”. Isto é muito para pedir na política, Kryon“. Observem isto. Este é apenas o início desta última fase. Assim muitas coisas estão chegando. O próximo está relacionado a isto, pois um país (ou o planeta) enfermo não pode sustentar uma liderança de elevada consciência. Há muita oportunidade para o poder e a ganância”-Mensagem canalizada de KRYON.

Acima: A Ponte J.K. (Juscelino Kubitscheck) em Brasilia com os seus Três segmentos de ADN, imersos na “ÁGUA”. O último símbolo do surgimento de uma nova raça humana, a sétima raça raiz, a raça dourada, solar, dos Filhos da Luz.

Essa raça já esta surgindo no Brasil, centrada no seu Planalto Central e na região do Centro Oeste, sendo Brasilia uma cidade predestinada a ser um farol para a humanidade, assim que estiver liberta dos muitos corruptos que teimam em resistir à evolução e que em breve serão “removidos”.

Já não falarei muito convosco; porque se APROXIMA O PRÍNCIPE DESTE MUNDO, e nada tem em mim” João,14:30 (a dois mil anos ele se aproximava, hoje já esta vivo em um corpo humano, vivendo no IRÃ e tem 51 anos, nasceu em fevereiro de 1962.)

Profecia do 13º Dalai Lama Tibetano

“No Ano do Tigre e da Terra (1950) a religião e a administração secular do Tibete serão atacadas pelas forças da Fênix Vermelha (O Tibet foi invadido pela China comunista em 1950). O 14º  Dalai Lama e o Panchen Lama serão vencidos pelos invasores. As terras e as propriedades dos mosteiros lamaístas serão distribuídas. Os nobres e as altas personalidades do estado terão suas terras e seus bens confiscados e serão obrigados a servir às forças invasoras.  Contudo a grande luz espiritual que há séculos brilha sobre o Tibete não se apagará. Ela aumentará, difundir-se-á e resplancederá nas Terras da América do Sul e principalmente nas Terras de O Fu Sang ( o BRASIL), onde será iniciado um novo ciclo de progresso com a nova sétima raça dourada.” 

Essa profecia foi escrita antes de 1924, ano do falecimento do dito Lama. A construção de um templo Budista Tibetano, cujo monge que o fundou recebeu orientação espiritual para vir para o Brasil,  na região da Serra Gaúcha em Três Corôas (!!!) já é um sinal do cumprimento dessa profecia.

Mais informações em

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Em 2017, reparação genética poderá ser testada para tratar cegueira hereditária


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Uma nova forma controversa de “reparação genética” poderia ser testada em seres humanos dentro de dois anos, dizem cientistas. A tecnologia, conhecida como CRISPR, tem o potencial de curar milhares de doenças hereditárias, tais como a Doença de Huntington e a Fibrose Cística.

Testes em humanos estão sendo propostos pelo laboratório de biotecnologia com sede em Massachusetts, EUA, Editas Medicine, para tratar uma forma rara de cegueira que afeta uma em cada 50 mil pessoas.

O anúncio foi feito pela presidente-executiva da Editas, Katrine Bosley, durante a conferência EmTech, desta semana, em Cambridge, Massachusetts. A tecnologia CRISPR foi inventada há apenas três anos e, ao contrário de outras ferramentas de silenciamento de genes, o sistema tem como alvo o material de origem do genoma, desativando permanentemente incidências genéticas do DNA.

A quebra de reparo do DNA via dupla vertente imita os tipos de mutações que ocorrem naturalmente, por exemplo, após a exposição solar crônica. Mas, ao contrário dos raios UV que podem resultar em alterações genéticas, o sistema CRISPR provoca uma mutação em um local exato no genoma. Quando há reparações celulares por quebra de DNA, um pequeno recorte de DNA é removido. Então os investigadores podem, precisamente, desligar genes específicos no genoma.

A Editas espera poder tratar uma doença ocular rara chamada Amaurose Congênita de Leber (LCA), que afeta as células de recepção de luz da retina. “O alvo selecionado é fantástico. Ele tem todas as características certas para fazer uma correção fácil”, disse Jean Bennet, diretor de técnicas terapêuticas oculares avançadas da retina na Universidade da Pensilvânia. LCA afeta principalmente a retina, camada na parte de trás do globo ocular que capta luz e envia a informação para o cérebro. Crianças com a condição possuem dificuldade para ver qualquer coisa diferente de formas grandes e brilhantes, e a condição pode piorar progressivamente.

Segundo os cientistas, o erro no gene afetado já é conhecido, sendo de fácil alcance com os tratamentos genéticos. Mas ainda há dúvidas sobre os efeitos colaterais que alterações ao DNA poderiam causar. O tratamento envolverá a injeção de uma variedade de vírus na retina, contendo instruções de DNA necessárias para criar os componentes de CRISPR, incluindo uma proteína que pode retirar um gene de uma localização precisa.

Para tratar LCA, a empresa pretende eliminar cerca de 1.000 códigos de DNA de um gene chamado CEP290 em células fotorreceptoras de um paciente. Se tudo correr conforme o planejado, seria a primeira vez que CRISPR seria usado para editar o DNA de uma pessoa viva.

No ano passado, uma equipe de cientistas usou a tecnologia para editar embriões humanos não viáveis, e outras células T humanas alteradas para ajudar a combater a doença. No mesmo ano, macacos chineses, chamados Ningning e Mingming, tornaram-se os primeiros primatas geneticamente modificados a receber uma técnica de “copiar e colar” DNA. 

[ Daily Mail ] [ Foto: Reprodução / Wikipédia ]

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Quem foi Edgard Armond?


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Edgard Armond

TEORIAS SOBRE MEDIUNIDADE

Há muitas teorias e explicações sobre mediunidade e vamos passar-lhes 9 aqui uma ligeira revista sem contudo nos determos em analisá-las. 1) A da mistificação. Tudo é resultado de arranjos, habilidades mecânicas, truques. 2) A da ilusão. Nada, há de real; há somente ilusionismo. Os realizadores e assistentes de trabalhos espíritas ficam alucinados, sugestionados e por isso vêm, sentem e ouvem coisas que não existem. 3) A demoníaca. Tudo é obra de demônios, porque nenhuma entidade “celeste” pode andar pelo espaço em liberdade, falar com os vivos ou fazer-se passar por almas de mortos. Somente o diabo o pode, por ser rebelde às leis divinas. 4) A dos elementais. Os elementos da natureza, sêres não humanos, como gnomos, silfos, fadas e gênios, formas inconscientes e inferiores da vida, atuam sôbre os homens em certas circunstâncias, produzindo manifestações e fenômenos insólitos. 5) A dos cascões astrais. As almas dos mortos verdadeiramente não influem sobre os homens a não ser em casos muito raros; mas seus cascões astrais, que são envoltórios semi-materializados e destinados à decomposição, após a morte, como sucede também com o corpo físico, atuam sôbre os sensitivos e produzem fenômenos. Esta é a teoria predileta dos teósof os. 6) A da loucura. Os médiuns são indivíduos anormais, loucos mais ou menos pacíficos e tudo o que dizem e fazem é resultado de sua própria perturbação mental. 7) A da emoção. Segundo os swedenborguianos, o mundo espiritual nos rodeia e, sob a ação de uma emoção forte, os sentidos podem adquirir um desenvolvimento anormal que permite ligações com o mundo dos Espíritos. 8) A do automatismo psicológico. Tôda idéia tende a realizar-se e todas as manifestações ditas mediúnicas são simples fenômenos do sub-consciente individual. 9) A da força psíquica. Há indivíduos que possuem uma fôrça especial e definida, magnetismo, fluído nervoso ou o que quer que seja, que produz os fenômenos. 10) A de S. Martinho. Pode-se chegar pela graça dos próprios méritos a estabelecer ligações com a divindade. 11) A do dom. A mediunidade é um dom que será derramado sobre uns e outros segundo a vontade de Deus. 12) A do batismo do Espírito Santo. A mediunidade é uma virtude que baixará sôbre todos aqueles que forem beneficiados pelo Espírito Santo. 13) A do• personalismo. O sub-consciente dos sensitivos tem a tendência de apropriar-se do nome e do caráter de personalidades estranhas, reproduzindo-os em seguida. Esta teoria confunde-se com a do automatismo psicológico. 14) A do animismo, O sensitivo sofre um desdobramento de consciência que se coloca fora do corpo físico, formando um centro de fôrça que produz fenômenos não só psíquicos como também físicos e plásticos. Esta teoria se confunde com a da “fôrça psíquica 15) A teoria espírita — segundo a qual indivíduos denominados médiuns possuem uma aptidão especial para servirem de intermediários entre os mundos físico e espiritual. Esta é a teoria predominante, que hoje em dia domina as atenções, explica a maioria dos fatos e é plenamente confirmada pelas realidades. Não nega que haja fenômenos de psiquismo individual, de 10 animismo como se costuma dizer; êstes são também fenômenos de mediunismo, que reforçam a teoria espírita e em nada lhe afetam a autenticidade científica. * * *

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RESUMO HISTÓRICO A faculdade mediúnica, tanto a natural como a de prova, não é fenômeno de nossos dias, destes dias nos quais o Espiritismo encontrou seu clímax mas, sempre existiu, desde quando existe o homem. Sim, porque foi muito por meio dela que os Espíritos diretores puderam interferir na evolução do mundo orientando-o, guiando-o, protegendo-o. Vindo conviver com os homens ou dando-lhes, pela mediunidade, as inspirações e os ensinamentos necessários, foram sempre êles, esses guias devotados e solícitos, elementos decisivos dessa evolução. E, coisa notável, quanto à mediunidade, a faculdade quase não se modificou desde milênios; manteve quase os mesmos aspectos; pouco variaram os fenômenos e as manifestações, o que prova ser muito lenta a ascensão espiritual do homem neste terreno. Se é verdade que, antigamente, o assunto não era bem conhecido e muito menos generalizado, nem por isso deixou de ser admitido, estudado e utilizado em benefício individual e coletivo. Nas épocas em que a humanidade vivia no regime patriarcal, de dás ou de tribos, a mediunidade era atribuída a poucos, que exerciam um verdadeiro reinado espiritual sobre os demais. Passou depois para os círculos fechados dos colégios sacerdotais, criando castas privilegiadas de inspirados e, por fim, foi se difundindo entre o povo, dando nascimento aos videntes, profetas, adivinhos e pitonisas que passaram, por sua vez, a exercer inegável influência nos meios em que atuavam. Na Índia como na Pérsia, no Egito, Grécia ou Roma, sempre foi utilizada como fonte de poder e de dominação, e tão preciosa, que originou a circunstância de somente ser concedida por meio de iniciação a poucos indivíduos de determinadas seitas e fraternidades. E ainda hoje verificamos a existência dessas seitas e fraternidades que prometem a iniciação sob as mais rigorosas condições de mistério e formalismo, se bem que com medíocres resultados, como é natural. Somente após o advento do Espiritismo as práticas mediúnicas se popularizaram e foram postas ao alcance de todos, sem restrições e sem segredos. A começar de Homero, o poeta lendário da Grécia antiga, que à mediunidade se referia indiretamente ao narrar os episódios heróicos da vida de Ulisses, podemos ver que muitos outros, como por exemplo Sócrates, que possuia o que chamava de “demônios familiares”; Pitágoras, que era visitado pelos deuses; Apolônio de Tiana, médium extraordinário de vidência e levitação; Simão de Samaria, contemporâneo dos apóstolos, todos exerciam mais ou menos publicamente a mediunidade. E papel preponderante teve também ela na administração pública e na vida política das nações de então, pois provado está que seus dirigentes (chefes e reis), jamais se aventuravam a qualquer passo importante sem consulta prévia a videntes, astrólogos e oráculos. E, na própria Roma imperial, apesar de sua visceral amoralidade, os césares não dispensavam essa consulta e submetiam-se de bom grado às inspirações e aos conselhos dos “deuses”. Ora, nós sabemos hoje o papel sobrelevante que os Espíritos do Senhor 12 desempenham no plano da vida material e no fenomenalismo cósmico e compreendemos que eram então chamados demônios, deuses e gênios essas entidades operosas e nem sempre benéficas que agiam, como sempre agem, por de trás de todos os fenômenos naturais e sociais. É por isso tão positiva e evidente a antigüidade das manifestações espíritas que nos abalançamos a dizer que esta é, justamente, umas das maiores provas de ser a doutrina espírita realidade de todos os tempos, base fundamental de tôdas as religiões, mau grado as restrições que a deturparam (3). (3) Na China, por exemplo, a 3000 anos antes de Cristo o Espiritismo era praticado: uma prancheta era usada, nas cerimônias mortuárias, para receber as palavras do morto, dirigidas a seus descendentes. O culto dos antepassados é fundamenral na China, Japão e outros países orientais. E, quanto ao cristianiSmo, valendo-nos de um conceito de Leon Denis — “ele repousa sôbre fatos de aparições e manifestações de mortos e fornece imensas provas da existência do mundo invisível e das almas que o povoam”. A Bíblia, ela mesma, está cheia de semelhantes manifestações, todas obtidas por meio da mediunidade. No Velho Testamento vemos os profetas, videntes e audientes inspirados, que transmitem ao povo a vontade dos Guias e, de tôdas as formas de mediunidade parece mesmo que a mais generalizada era a vidência. Samuel no capítulo 9, versículo 9 — assim o demonstra quando diz: “Dantes, quando se ia consultar a Deus dizia-se vamos ao vidente; porque os que hoje se chamam profetas chamavam-se videntes”. É já de rigor citativo a consulta feita por Saul ao Espírito de Samuel, na gruta do Endor. As pragas que, segundo se narra, por intermédio de Moises, foram lançadas sôbre o Egito; as maravilhas ocorridas com o povo hebreu no deserto, quando conduzido por êsse grande Enviado, a saber; a labareda de fogo que marchava à frente dos retirantes; o maná que os alimentava; as fontes que jorravam recebimento do Decálogo, etc., tudo são afirmações, do extraordinário poder mediúnico do grande fundador da nação judaica. Que maior exemplo de fenômeno de incorporação que o revelado por Jeremias — o profeta da paz — quando tomado pelo Espírito, pregava contra a guerra aos exércitos de Nabucodonosor! E que outro maior de vidência no tempo, que o demonstrado pôr João escrevendo o Apocalipse! E como é notável de se observar que, nos remotos tempoS do Velho Testamento os fenômenos, em si mesmos, em quase nada diferiam, como dissemos, dos atualmente observados por nós! Basta citar os de transporte: Reis, capítulo 6,versículo 6; os de levitação: Ezequiel, capítulo 3, versículos 14 e 15, e Atos, capítulo 8, versículos 39 e 40; os de escrita direta: Êxodo, capítulo 32, versículos 15 e 16 e capítulo 34, versículo 28. E tão semelhantes eram as práticas antigas com as atuais que até mesmo a música era empregada para a formação do ambiente. De fato vemos que o profeta EliseU reclamava “um tangedor” (harpista) para profetizar: 2º Reis 3, 15 — e muito vulgar é a citação da passagem em que David acalma e afasta os Espíritos obsessores de Saul, tangendo sua harpa. 13 E a obscuridade era também, em muitos casos, exigida e Salomão, no ato de consagrar o templo que edificara, declarou significativamente: “O Senhor tem dito que habitaria nas trevas” 2ª epístola aos Coríntios, capítulo 6, versículo 1 (4). (4) Salmos 67 e 68 — Isaias, capítulo 32, versículos 3, 15 e 44 — Ezequiel, capítulo 11, versículos 19, 36 e 37 — Joel, capítulo 2, versículo 28. No Novo Testamento, desde antes do Nascimento então, as provas são ainda mais concludentes e notáveis, maximé as de mediunidade curadora, o dom das línguas, as levitações e os fenômenos luminosos. Maria de Nazaré não viu o Espírito anunciador? Jesus não foi gerado com intervenção do Espírito Santo? E os milagres seus e dos apóstolos? Voltando a citar Leon Denis, é dêle esta pergunta: os apóstolos de Cristo foram escolhidos por serem sábios ou notáveis ou porque possuiam qualidades mediúnicas ?“ Esses apóstolos, como sabemos, e seus discípulos, durante o tempo de seus trabalhos, atuaram como verdadeiros médiuns, bastando citar São Paulo e São João, um o mais dinâmico e culto, outro o mais místico. E justamente por exercerem francamente a mediunidade é que sabiam de seus perigos, dos cuidados que sua prática exigia e sôbre isso constantemente chamavam a atenção de seus discípulos (5). (5) João, capítulo 14, versículos 16, 17 e 26 — Atos, capítulo 1, versículos 2, 3, 5, 8, 9, 10, 11, 16. Capítulo 2, versículos 4, 38 e 39. Capítulo 4, versículo 31. Capítulo 9, versículo 17. Capítulo 10, versículo 44. Capítulo 11, versículo 15. Capítulo 13, versículo 52. Capítulo 19, versículo 6. Capítulo 20, versículo 23 — Romanos, Capítulo 5, versículos 5, 15 e 19 — Coríntios 12. São Paulo dizia: “Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas”; e São João ajuntava: “Caríssimos, não creiais em todos os espíritos mas provai que os espíritos são de Deus”. Advertiam, assim, contra a ação do espíritos obsessores e mistificadores. Era tão comum a mediunidade entre os primitivos cristãos que instruções escritas eram enviadas às comunidades das diferentes cidades para regular a sua prática; e essas instruções foram sendo, com o correr do tempo, enfeixadas em livros para melhor conservação. Hermas, que evangelizou no tempo de São Paulo adquirindo grande e justa autoridade, em seu livro “O Pastor” dizia: — “O espírito que vem da parte de Deus é pacífico e humilde; afasta-se de tôda a malícia e de todo vão desejo dêste mundo e paira acima de todos os homens. Não responde a todos que o interrogam nem às pessoas em particular porque o espírito que vem de Deus não fala ao homem quando o homem quer, mas quando Deus o permite. Quando, pois, um homem que tem o espírito de Deus, vem à assembléia dos fiéis, desde que se fêz a prece, o espírito toma lugar nesse homem que fala na assembléia como Deus o quer. Reconhece-se ao contrário o espírito terrestre, frívolo, sem sabedoria e sem fôrça, no que se agita, se levanta e toma o primeiro lugar. É importuno, tagarela e não profetiza sem remuneração. Um profeta de Deus não procede assim”. 14 — Estas instruções, dadas há séculos, como se vê, continuam com plena oportunidade ainda hoje, até mesmo no que se refere à ganância de alguns e à vaidade de muitos. * * *

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ATENÇÃO: NASA confirma a descoberta de vida extraterrestre inteligente.


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Como essa notícia deveria ser dada?

de Merelyn Cerqueira

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Detectar o sinal de vidas extraterrestres proveria uma grande mudança para nós, seres humanos.

Dessa forma, os cientistas teriam que enfrentar grandes desafios para dar o que seria, a maior notícia da História. Isso porque, se não feita de maneira correta, ela poderia ser potencialmente perigosa, levando milhares de pessoas ao suicídio devido ao possível pânico coletivo.

Em um artigo escrito para a revista Acta Astronautica, cientistas do Search for Extra Terrestrial Intelligence (SETI) descreveram a existência de um protocolo para informar as pessoas aqui da Terra, que elas não estão sozinhas no Universo – sem causar um caos global. Isso seria feito através de um diálogo saudável e a nível global. Contudo, conforme relatado pelo jornalista científico Cathal O’Connell para a revista Cosmos, ninguém sabe realmente como o mundo reagiria a essa descoberta.  

Em 1938, o cineasta Orson Welles causou pânico generalizado após a transmissão de uma produção radiofônica chamada “A Guerra dos Mundos”, em que narrava uma falsa invasão marciana. Em 1949, uma versão do mesmo programa incitou uma série de motins no Equador, levando a pelo menos sete mortes.

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Além disso, ainda há sempre o risco de a Imprensa reportar de forma errada ou exagerada sobre a importância de certos “sinais”. Em outubro de 2015, por exemplo, um planeta extra-solar, recém-descoberto, chamado KIC 8462852, mostrou um padrão de luz estranho. Logo, a mídia começou a especular que se tratava de algum tipo de “tecnologia alienígena avançada”.

Como resultado desses excessos, os cientistas, por décadas, têm se preocupado cada vez mais sobre a forma certa de dar a notícia de um possível contato alienígena. Assim, em 1989, a Academia Internacional de Astronautas, elaborou um conjunto de diretrizes para ajudar a liberar esse tipo de informação. No entanto, isso foi feito antes de a Internet e mídias sociais se transformarem nesse método atual de consumo de notícias.

Contudo, os pesquisadores Duncan Forgan e Alexander Scholz, da Universidade de St Andrews, na Escócia, desenvolveram um protocolo mais moderno para a veiculação desse tipo de informação. Em primeiro lugar, todos os cientistas envolvidos na descoberta deveriam indicar claramente a sua metodologia de pesquisa, bem como definir o que a faz ser relevante. Isso tudo, deve ser feito antes mesmo que a pesquisa comece. E esta informação deve ser publicada em um formato de mídia que possa ser acessada facilmente, como a publicação de um blog, por exemplo.

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Logo, se o sinal for detectado, os pesquisadores não o devem manter em segredo. Isso porque, em caso de vazamento de informações as consequências seriam graves. Segundo eles, é muito melhor anunciar a tentativa de detecção, e assumi-la como de origem natural ou humana, até que se prove o contrário. Os resultados devem ser submetidos a revisão por pares e apresentados a um jornal ou revistas acadêmicas para publicação. Assim, a descoberta poderá passar pelas mãos de diversos outros cientistas para que possa ser verificada.

Entretanto, o único problema é que essas revisões demoram para serem feitas. No caso de o resultado não conseguir ser confirmado, os cientistas devem publicar um anúncio dizendo isso. De outra forma, se verdadeiro, eles devem iniciar o diálogo a nível global, envolvendo os mais diversos tipos de plataformas. Além disso, os cientistas devem estar preparados para as desvantagens da nova “fama”, bem como a ataques cibernéticos.

[ Cosmos Magazine ] [ Foto: Reprodução / YouTube ]

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O 18 Brumário de Luís Bonaparte : A discreta farsa da burguesia


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Karl Marx ....

O 18 Brumário de Luís Bonaparte : A discreta farsa da burguesia

Ao acompanhar o golpe de Estado que levou NapoleãoIII ao poder, na França do século 19, o alemão KarlMarx chegou a uma perturbadora conclusão: a históriaacontece como tragédia e se repete como farsa

Cássio Starling Carlos | 01/05/2006 00h00

Como uma obra se torna um clássico? No caso dos livros de história, alguns são elevados a essa categoria porque trazem uma pesquisa de fôlego e uma descrição reveladora da realidade. Outros viram referência porque, além da força da análise, criam um método novo e revolucionário para a compreensão da história. O 18 Brumário de Luís Bonaparte pertence ao segundo tipo. Seu autor é o alemão Karl Marx, filósofo, sociólogo, historiador e economista que nasceu na cidade de Trier, em 1818, e ficou eternizado como o grande teórico do comunismo.

Publicado em 1852, o texto descreve um golpe de Estado recém-ocorrido na França. Carlos Luís Napoleão Bonaparte, eleito presidente do país em 1848, resolveu impor uma ditadura três anos depois. A data escolhida para o golpe foi 2 de dezembro de 1851, aniversário de 47 anos da coroação de seu tio, o general e estadista Napoleão Bonaparte, como imperador da França. Essa repetição de Napoleões no poder inspirou Marx a formular a célebre frase com que abre seu texto, citando outro importante filósofo alemão: “Hegel observa em uma de suas obras que todos os fatos e personagens de grande importância na história do mundo ocorrem, por assim dizer, duas vezes. E esqueceu-se de acrescentar: a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”.

A ironia de Marx está presente até no título do livro. Anos antes de se tornar imperador, o primeiro Napoleão também havia dado um golpe de Estado, em 9 de novembro de 1799, com o qual se tornou cônsul da França. No curioso calendário que o país havia adotado após a revolução de 1789, essa data correspondia ao dia 18 do mês de brumário. Ao chamar a obra de O 18 Brumário de Luís Bonaparte, Marx indica que o golpe dado por Napoleão III era apenas uma cópia daquele que fora dado antes por seu célebre tio.

Apesar de ter ficado famosa, essa forma de olhar para as “coincidências” históricas, em que a nova versão se transforma em caricatura, não é a idéia principal de Marx no texto. O que ele fez de mais revolucionário foi perceber, analisando aqueles fatos que haviam acabado de acontecer, que “os homens fazem sua própria história, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado”. Ou seja: apesar de serem atores da história, as pessoas só são capazes de agir nos limites que a realidade impõe.

Os atos individuais não ocupam papel central na visão de Marx. Para ele, o motor da história é a luta entre as classes sociais, responsável por produzir as transformações mais importantes. De um lado, estão sempre os dominadores. De outro, sempre os dominados. Os primeiros são os que detêm os “meios de produção” (terra, propriedade privada, máquinas, indústrias etc.). Já os segundos são aqueles que só possuem a própria força de trabalho e que, para sobreviver, são forçados à servidão. Na Antiguidade, esse posto tinha pertencido aos escravos. No feudalismo, aos servos. Já no capitalismo, essa classe é formada pelos trabalhadores assalariados – o chamado proletariado, que vende sua força de trabalho para a burguesia.

Ao contemplar sua própria época, Marx via um confronto revolucionário no horizonte, provocado por essa distribuição injusta das posses, opondo os burgueses aos proletários. Nem era preciso olhar muito longe para entender que sua interpretação da história fazia bastante sentido. Para os pensadores do século 19, a Revolução Francesa era a grande referência. Segundo Marx, ela marcou a mudança de posição da burguesia no grande jogo. Voltando no tempo, essa classe social já tinha sido revolucionária, quando seus interesses econômicos, que se expandiam pelo menos desde o fim da Idade Média, encontraram no parasitismo da nobreza um enorme empecilho. Ao derrubar a monarquia, a burguesia foi se transformando aos poucos, em toda a Europa e depois no resto do mundo, na nova classe dominante. Assim, deixou de ser revolucionária e se tornou conservadora, preocupada em manter a ordem vigente.

Depois da ascensão da burguesia, o proletariado tomou seu lugar como classe oprimida e, portanto, potencialmente revolucionária. Nessa nova situação, ficou ainda mais claro que todo processo de acumulação de riqueza exige, para se concretizar, uma usurpação. Para que existam ricos, é necessário que existam pobres – esse é, simplificadamente, o raciocínio que Marx aplica a toda a história. Difícil é discordar dele.

Três anos antes de publicar O 18 Brumário de Luís Bonaparte, Marx escrevera, na companhia de seu amigo Friedrich Engels (veja quadro ao lado) um panfleto intitulado Manifesto do Partido Comunista. Nele, os dois explicam de forma resumida suas principais intuições sobre a dinâmica da história e interpretam as grandes transformações impostas pela burguesia. Segundo eles, para vender seus produtos, a burguesia precisava “instalar-se em todos os lugares, acomodar-se em todos os lugares, estabelecer conexões em todos os lugares”. Por causa disso, prosseguem, “a burguesia, através de sua exploração do mercado mundial, deu um caráter cosmopolita para a produção e o consumo em todos os países”. Raciocínios como esse, de extrema lucidez, se mantêm atualíssimos sem que seja preciso alterar uma vírgula sequer. O que era fato em 1848 continua a sê-lo – talvez ainda mais.

Apesar de ser um tanto complexo para o leitor atual, o texto pretendia explicar para as massas de trabalhadores a estratégia de dominação usada pela burguesia para se perpetuar no poder. Esse “esclarecimento” era parte de um programa revolucionário: consciente de sua situação, o proletariado teria enfim condições de se rebelar contra a burguesia. Seriam, mais uma vez, os dominados se voltando contra os dominadores. A revolução proletária seria um grande passo para que se adotasse o comunismo, regime político que acabaria com a propriedade privada e com as classes sociais.

Os conceitos lançados no Manifesto do Partido Comunista também estão presentes em O 18 Brumário de Luís Bonaparte. Mas, dessa vez, o desafio era interpretar acontecimentos recentes e bem conhecidos a partir de teorias que ainda estavam em formação. Ao analisar o golpe, Marx estava testando a solidez de suas idéias. E o que ele fez foi demonstrar que a atitude do sobrinho de Napoleão tinha sido apenas um resultado natural, quase previsível, dos rumos que a história da França estava tomando desde a revolução de 1789.

Ao falar da França de meados do século 19, Marx descreve toda a estratégia política, militar e institucional da burguesia francesa como um processo em que ela toma para si algo que, supostamente, deveria ser de todos: o Estado. Se Napoleão Bonaparte tinha imposto um Estado forte, imperial e expansionista, ele o fez não em benefício do povo, mas a serviço de uma só classe, a burguesia. Essa havia sido a “tragédia”. A “farsa” veio quando Luís Bonaparte, com um golpe de Estado, se transforma em Napoleão III. Para conseguir o poder, ele foi beneficiado por alianças entre partidos burgueses – o que, segundo descreve Marx, significou trair as lideranças proletárias e tirá-las do governo.

A engenhosa argumentação de O 18 Brumário de Luís Bonaparte descreve a democracia como um imenso tabuleiro, em que os interesses de diferentes classes são manipulados sob o mecanismo de representação do povo por políticos – uma fórmula normalmente tida como justa. Depois de ler o livro, é difícil deixar de perceber que essa forma de governo, presente até hoje, oculta uma imensa engenharia de pequenos acordos. Olhando desse modo, as repúblicas modernas, aparentemente legítimas, serviriam apenas aos burgueses.

Ao falar de Napoleão III, Marx constrói a imagem de um herói de araque posando com a fantasia de grande estadista, governando em nome da dominação da burguesia sobre as outras classes. Segundo disse o amigo Engels ao escrever o prefácio da obra, 30 anos após seu lançamento, “essa notável compreensão da história viva da época, essa lúcida apreciação dos acontecimentos ao tempo em que se desenrolavam, é, realmente, sem paralelo”. De fato, é impressionante como Marx foi capaz de olhar um momento específico e tirar dele uma explicação consistente para o modo como a política é feita no capitalismo. O modelo dos golpes napoleônicos estava pronto para muitos que vieram depois. E, desde então, a história continua a se desenrolar cada vez menos como tragédia e quase sempre como farsa.

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Companheiro de luta

Engels era um bomparceiro intelectual – e aindaemprestava dinheiro

Muitas histórias nunca teriam acontecido se algumas duplas não tivessem se encontrado. O que teria sido, por exemplo, do cristianismo sem Adão e Eva? Ou da comédia sem o Gordo e o Magro? Ou do desenho animado sem Tom e Jerry? Pois o comunismo, como o conhecemos, não existiria sem o encontro de Karl Marx com Friedrich Engels. Filho de um industrial alemão, Engels nasceu dois anos depois de seu camarada, em 1820. Em 1844, publicou um texto chamado Esboço de uma Crítica da Economia Política, que influenciou decisivamente o pensamento do jovem Marx. Naquela obra, Engels analisava as conseqüências das más condições de vida do proletariado e da utilização de sua força de trabalho pela burguesia. Apesar de oriundo do meio burguês, ele conhecia de perto a situação precária dos trabalhadores, pois cuidava de uma das fábricas do pai em Manchester, na Inglaterra. Depois de se aproximarem, os dois jovens se associaram para escrever o Manifesto do Partido Comunista, publicado em 1848, texto que rapidamente virou referência para a esquerda de vários países. E a relação entre ambos não demorou a passar do plano teórico para o pessoal. Foi o apoio financeiro de Engels que permitiu a Marx sobreviver em Londres, onde havia se instalado em 1849, e ali dar continuidade a sua enorme produção teórica. Depois da morte do parceiro, em 1883, o cuidado de Engels foi fundamental para que o mundo viesse a conhecer na íntegra a obra mais famosa de Marx: ele editou e publicou o segundo e o terceiro volumes de O Capital, que haviam sido deixados inacabados pelo autor. Até morrer, em 1895, Engels seguiu escrevendo – fez, inclusive, prefácios de novas edições dos livros de Marx.

Saiba mais

Livro

O 18 Brumário e Cartas a Kugelmann, Karl Marx, Paz e Terra, 1997, R$ 42,50

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Geometria Sagrada


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A  Flor da Vida e a Linguagem da Luz

Este símbolo geométrico é conhecido desde a mais remota antiguidade e chama-se “A Flor da Vida“.
Na verdade, segundo foi revelado, o símbolo da Flor da Vida é bem conhecido em todo o universo, menos aqui na Terra! Cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo humano, cada desenho na natureza conhece esse padrão geométrico e por ele é construído. 
UM RESUMO DO CONHECIMENTO MATEMÁTICO SAGRADO UTILIZADO NAS CONSTRUÇÕES DAS GRANDES PIRÂMIDES DO EGITO, TEOTIHUACAN NO MÉXICO E EM OUTROS LOCAIS DA TERRA E EM OUTROS PLANETAS DO UNIVERSO (como em Marte) 

A Flor da Vida
A Flor da Vida:  Ela é o padrão geométrico da criação e da vida, em todo lugar.  Na verdade, não há nenhum conhecimento, absolutamente nenhum conhecimento no Universo que não esteja contido neste padrão da Flor da Vida. Diz-se que grandes mestres concordaram em mais uma vez revelar esta antiga sabedoria, conhecida como a Flor da Vida. Ela é um código secreto usado por muitas raças avançadas e por navegantes espaciais. O código da Flor da Vida contém toda a sabedoria similar ao código genético contido em nosso DNA. 
Esse código genético vai além das formas comuns de ensinamento e se encontra por trás de toda a estrutura da própria realidade. Todos os harmônicos da luz, do som e da música se encontram nessa estrutura geométrica, que existe como um padrão holográfico, definindo a forma tanto dos átomos como das galáxias. O símbolo da Flor da Vida se encontra inscrito nos tetos do Templo de Osíris, em Abidos, no Egito. Sabemos hoje que o símbolo da Flor da Vida também foi encontrado em Massada (Israel), no Monte Sinai, no Japão, China, India, Espanha, entre muitos outros lugares. 

Acima: O Templo de Osíris em Abydos.
A maioria das nossas experiências meditativas centra-se no hemisfério direito do cérebro – o nosso lado intuitivo, emocional e sentimental. Quando meditamos, geralmente, sentimo-nos muito bem. Às vezes, durante as meditações, conseguimos ter visões ou imagens, ouvir sons calmos ou vozes inspiradoras. Todas estas sensações se localizam no lado direito do nosso cérebro; o sentimental e intuitivo que nos conecta com nosso corpo mental superior. 
Qualquer um que tenha tido experiências meditativas, fica com a sensação de ter tido uma experiência maravilhosa, mas mal começa a tomar consciência da realidade, começa a duvidar da validade da experiência que acabou de ter e começa a ter uma conversa do tipo “Nada disso! É tudo imaginação minha isto não pode ser verdade, devo ter inventado estas coisas…”
O que acontece, é que o lado esquerdo do cérebro, não foi envolvido na experiência, ou seja, o teu lado esquerdo, o teu lado lógico, não teve qualquer envolvimento com o teu lado direito, com o teu lado intuitivo, e por isso não sabe o que fazer com estas experiências.

Acima, a Flor da Vida em desenho no teto do interior do templo de Osíris em Abydos, no Egito. 
Então, o teu cérebro desata a fazer o que os pensadores, aqueles que têm a mente muito ativa, geralmente fazem, começa a rejeitar as tuas experiências intuitivas utilizando questões puramente lógicas, emocionais e racionais. E como a tua experiência foi puramente sentimental e (abstrata) intuitiva, não tem por isso uma base lógica, racional de sustentação. E é assim que começamos a diminuir as experiências internas que temos, com tanta facilidade. 
Este é só um dos exemplos do que acontece quando os teus dois hemisférios cerebrais não estão a trabalhar em conjunto tal como deveriam. O teu lado lógico mantém-se cético e por vezes até cínico, acerca do valor das experiências que acontecem no teu lado direito ou intuitivo. É como usar só um motor do barco num percurso e, em que, se utilizares os dois motores, chega lá muito mais depressa. 

Crop Circle Flor da Vida feito em 24 de Maio de 2009 em Bishop Cannings, Inglaterra.
Então, significa que existe aqui um desafio a ser superado! Ou seja, temos estas experiências maravilhosas, estes ‘insights’ e visões fantásticas que são potencialmente e extremamente úteis ao nosso progresso e desenvolvimento, mas assim que saímos daquele estado meditativo e começamos a utilizar o lado lógico/esquerdo do cérebro surge a dúvida e os questionamentos. E como é que resolvemos esse impasse? Como conseguiremos ter os dois lados do cérebro funcionando em conjunto e em harmonia? Pois bem, a vossa resposta, está na Geometria Sagrada!
A Geometria Sagrada é basicamente a geometria focada em descrever a criação e/ou consciência; o movimento da consciência pela realidade. E como está em movimento (em vez de apenas se ‘ler’ ou ‘observar’, não é por isso uma atividade estática) apela diretamente ao nosso lado racional do cérebro. Mas a Geometria Sagrada não é algo que se olhe e pense “Sim, já percebi!“, tens mesmo que pegar num lápis, num compasso e em papel e começar a desenhar. É uma experiência quase hipnótica, asseguro-vos. 
E o que acontece quando começas a desenhar é que o teu lado esquerdo do cérebro está envolvido também – e então começas a fazer, a criar algo. É então que se dá a magia! Ao desenhares estas imagens (não só por olhares para elas) começas a aceder à essência da tua/nossa realidade, a base da criação numa linguagem que o teu lado lógico consegue finalmente entender. 
E assim que inicias este processo, começas a permitir ao lado esquerdo do teu cérebro, o racional, a compreender uma explicação lógica para a Unicidade de todas as coisas. E fazes isto porque, em parte, estás a desenhar a realidade, a descrevê-la simplesmente porque estás a usar as formas e figuras construtoras da nossa realidade. Aqui, o teu lado lógico começa a entender! Começa a envolver-se na tua experiência espiritual, e num ápice, tens os dois motores do barco na água e então surge o “equilíbrio” e tudo começa a andar a toda velocidade. 

Um Crop Cirle feito com a forma geométrica sagrada da semente da Vida.
Ao olhar para a imagem da Flor da Vida pensamos que é demasiado complicada para se desenhar. Mas por agora, olhemos para esta imagem anterior acima e pensemos que ela é a base para muitas outras. O perímetro do quadrado e a circunferência do círculo são (aproximadamente) do mesmo tamanho. Assim, se um dos lados do quadrado for 3 cm, então a circunferência do circulo tem que ter 12cm – o que significa que o raio do círculo seria de 1,9 cm – mas verifiquem por vós mesmos.] 
Quando fiz estes desenhos pela primeira vez, percebi que descreviam a relação entre o círculo e o quadrado, o feminino e o masculino. E mais, descreve a relação num lado bastante masculino, ou seja, através de linhas retas (no lado feminino usam-se as formas curvas). Agora, ao ler o parágrafo acima podes até dizer “sim, isso é verdade”, ou podes agarrar num lápis, compasso e papel e desenhar por ti mesmo. Depois podes começar a sentir a diferença entre olhar para a Geometria Sagrada e praticá-la – “a diferença entre saber o caminho, e caminhá-lo” é enorme. 

O Crop Circle de 1997, em Silbury Hill com a Flor da Vida e sobreposição de um Octahedron, um sólido platônico.
Como se pode saber o caminho sem o caminhar? Se o caminho se faz em cada passo que damos? Por isso digo, deixemos fluir a vida, sem pará-la em processos egóticos (puramente mental inferior), porque não saberemos o que temos pela frente se não o vivenciarmos. Nestes desenhos o processo é o mesmo, acontece por vezes ter em mente uma coisa e sai outra totalmente diferente, porque pode haver o envolvimento e a entrega de tal forma, que o resultado é aquilo que os dois lados do cérebro quiserem experiênciar. Assim é a vida também!
Contudo, fazer estes desenhos, não é uma experiência unicamente pertencente ao lado racional e lógico. Formas como o Ovo da Vida (imagens abaixo na figura 7), possuem uma beleza tão grande e universal que apelam à nossa parte mais básica, mais essencial, dentro de cada um de nós. 
Falam do que de mais belo existe dentro de nós, e que está esquecido, mas pronto a ser relembrado uma vez mais. Uma beleza reconhecida intuitivamente, mas também logicamente, e por isso holisticamente. 

Acima: Imagem de apenas UMA Galáxia, a de Andrômeda, vizinha mais próxima da nossa galáxia, com cerca de 1 trilhão de sóis/estrelas, localizada à cerca de 2,5 milhões de anos luz da Terra/sistema solar . Imagem: dailymail.co.uk/sciencetech
Formas e figuras que nos recordam o nosso lugar no universo e a forma como sentimos e entendemos, movimentamos e criamos harmonia no nosso próprio mundo, logo, em tudo o que nos rodeia. São as formas que geram a essência do nosso universo muito particular e do Todo. 

Acima: Nesta Imagem do telescópio espacial Hubble Space Telescope -HST  feita do AGLOMERADO de GALÁXIAS Abell 1689, podemos ver o resultado da aplicação pelo Criador do uso da Geometria Sagrada na criação dos universos. São milhares de galáxias SEMELHANTES À DE ANDRÔMEDA em um pequeno conjunto que dá uma ideia da imensidão do Cosmos e das possibilidades que a vida têm para se manifestar…e tem pessoas que ainda pensam que somente na Terra existe vida inteligente… Aglomerado de Galáxias (Galaxy Cluster) Abell 1689HST ACS WFCH. Ford (JHU)
A Criação do Universo e a Geometria Sagrada 
Imaginemos que no início tínhamos o vácuo, (o vazio absoluto) a consciência primordial sem forma, chamemos-lhe o Espírito. Com o objetivo de começar a criar, um raio de consciência no vácuo é disparado, primeiro para frente, depois para trás (um eixo), para a esquerda e direita (outro eixo) e por último, para cima e para baixo (terceiro eixo), obtendo-se assim o primeiro desenho da figura 1, isto com a mesma distância nas 6 direções, definindo as coordenadas espaciais (Norte, Sul, Leste, Oeste, Acima e Abaixo e o CENTRO). 

Figura 1 – Do vácuo à esfera
Todos nós temos estes 6 raios sensitivos partindo da nossa glândula pineal (um atravessando o chakra da coroa (o sétimo, o Sahasrara) e pescoço, outro atravessando a nuca e o chakra frontal (Ajna) e um terceiro atravessando os dois hemisférios cerebrais), correspondendo aos três eixos cartesianos x, y, z. Esta capacidade criativa é inata a todos os seres humanos. 
Se unirmos agora as várias direções tal como era feito nas antigas Escolas de Mistério, obtemos um diamante ou retângulo (segundo desenho, ver em perspectiva), após a formação deste quadrado à volta da consciência é disparado um raio de consciência no sentido ascendente, formando uma pirâmide, e um raio de consciência no sentido descendente formando outra pirâmide (terceiro desenho). 
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É importante referir que a função piramidal assume uma máxima importância no retorno à Fonte Primordial, o que é amplamente descrito no “Livro do Conhecimento,  As Chaves de Enoch”de J.J.Hurtak, “A inteligência humana deve ser iniciada nas funções piramidais de Luz antes que possa ser promovida à próxima ordem de evolução, à próxima célula (a)temporal consciencial”. 
Como pode ser observado na figura 2 acabamos de obter um octaedro (na forma tridimensional). É importante observar que isto é só a consciência, não existe um corpo no vácuo. Foi simplesmente criado um campo à volta da consciência.
A partir deste momento é possível, pela primeira vez, imprimir movimento, criar energia cinética, ou seja, temos este octaedro base e podemos criar uma distância (afastarmo-nos ou aproximarmo-nos) ou então o criador pode simplesmente permanecer imóvel levando este primeiro octaedro a movimentar-se, passa a haver uma referência no centro do vácuo, logo passam a existir também distâncias. 
Se movimentarmos este octaedro na direção dos vários eixos criamos os parâmetros perfeitos para uma esfera (figura 2), era exatamente isto o que os iniciados no Egito faziam nas suas meditações (quarto desenho da figura 1), tal como na Cabala em que as direções assumem  bastante importância para algumas meditações específicas.

Figura 2 – O Octaedro
Todo indivíduo que estuda geometria sagrada está de acordo quanto ao fato de que uma linha reta representa o masculino e uma linha curva representa o feminino (e também de que toda linha é feita de “minúsculos pontos”, que na realidade são micro esferas e …).  
O que os egípcios estavam criando ao realizar esta meditação era passar de uma forma masculina (octaedro) a uma forma feminina (esfera). Isto está diretamente associado à Bíblia e à parábola da separação do feminino (EVA) do princípio masculino (ambos existindo EM EQUILíBRIO na figura do Adam Kadmon, macho e fêmea ao mesmo tempo, ou seja, um ser divino não polarizado, um anjo!!) a partir das  “costelas de Adão”, quando a polaridade masculina e feminina surgem.
Tudo o que conhecemos como “realidade” foi uma criação de uma consciência no infinito vácuo, os Hindus chamam-lhe Maya, que significa ilusão, todos nós podemos criar a nossa realidade (sermos deuses co-criadores) e libertarmo-nos de Maya, da ilusão do mundo material. 

Figura 3 – O Padrão da Gênese da Flor da Vida
Partindo desta primeira esfera (com o ponto central) ou bolha no vácuo (primeiro desenho à esquerda da figura 3) o Espírito projeta uma nova esfera (segundo desenho) obedecendo às mesmas regras. Este processo lembra-nos a divisão na Mitose (reprodução assexuada). Temos aqui a associação com o primeiro dia da criação (“Fez-se a Luz”). 
Neste momento encontramo-nos perante um símbolo sagrado muito antigo conhecido como “Vesica Piscis”(figura 4 a seguir) associado ao Cristianismo e também conhecido como o “Peixe de Cristo” (na simbologia e numerologia). 
Se considerarmos uma esfera como sendo Deus ou o Céu e uma segunda esfera como a Humanidade ou a materialidade esta intersecção simboliza o Cristo, o portal que une o Céu e a Terra. Este símbolo está intimamente associado à criação da luz, sem ele a luz não seria possível, sem esta imagem geométrica não seria possível, por exemplo, a criação dos nossos olhos, responsáveis pela recepção da luz.  

UMA MERKABAH, dois tetraedros(elemento FOGO) entrelaçados, O veículo de luz DE UM SER HUMANO ASCENCIONADO.
No segundo dia da criação com uma terceira esfera obtemos o símbolo da Santíssima Trindade (figura 4), a geometria básica da estrela tetraédrica, uma das formas geométricas mais importantes na criação (A forma da Merkabah, o corpo de luz que nos permite voltar ao nosso estado de consciência DIVINO e original).  “Quando duas Pirâmides de Luz se unem para formar um Selo de Vishnu, nasce um novo universo estelar de inteligência” (J.J. Hurtak).

Figura 4 – Acima, na água a “Vesica Piscis”
Continuando o movimento matemático da criação vamos chegar ao Sexto dia da criação obtendo-se o símbolo da flor de seis pétalas conhecida como a Semente da vida, o princípio da criação do Universo no qual nós vivemos.

Figura 4: a Trípode da Vida.
Este primeiro movimento em torno da primeira esfera, representa a primeira rotação ou Padrão da Gênese (os seis dias da criação da Bíblia), ilustrados no quadro de Anarion Macintosh.
Se pegarmos no padrão da Gênese, a primeira forma tridimensional que conseguimos extrair é conhecida como um Tórus (figura 5) , esta forma é obtida a partir da rotação da Semente da vida em torno do seu eixo central (último desenho da figura representa o Tórus visto de cima em duas dimensões). 

Quadro de Anarion Macintosh – A espiral e os seis estágios (os dias da “Criação” no Gênesis) da criação (acrylic on canvas). O universal Padrão da Gênese (Criação) universal.
 Foi o matemático Arthur Young que descobriu que esta forma geométrica tem sete regiões conectadas, todas do mesmo tamanho (figura 6), o Tórus representa a forma geométrica base da existência, está presente em todos os planetas, estrelas, galáxias. 

Figura 5 – um Tórus
O nosso planeta é um Tórus com dois pólos magnéticos em comunicação (primeiro desenho com o eixo central e os polos) o que permite as precessões dos equinócios (ponto zero).

Um Tórus exemplificando a conexão entre dois universos, de acordo com a teoria de Einstein-Rosen, sendo o eixo central conhecido como Wormhole (buraco de minhoca)
O Tórus está também presente no corpo humano (como por exemplo o nosso coração que tem sete músculos e sete câmaras formando um Toroidal bombeando sangue para suas sete regiões) e pode ser encontrado em todas as formas de vida existentes.        

Figura 6 – Espiral Tórus com as sete regiões diferenciadas
Se efetuarmos uma segunda rotação (figura 6 a) em torno da Semente da vida , obedecendo às mesmas regras da primeira, vamos chegar a uma segunda figura tridimensional conhecida como o Ovo da vida.

Figura 6-a – rotações
O Ovo da vida representa a estrutura morfogenética (logo após a fecundação do óvulo, ele começa a se subdividir e em dado momento apresenta essa Formação do Ovo da vida (figura 7), em oito esferas aglomeradas) a partir do qual o nosso corpo foi criado. A nossa existência física depende desta estrutura, desde a cor dos nossos olhos ao formato do nosso nariz… 

Figura 7 – Ovo da Vida
Uma forma que também é revelada neste segundo Vortex (rotação) é a Árvore da vida (figura 8) que contém dez círculos que representam os Sefirotes (esferas em Hebraico) na Cabala, 10 aspectos da personalidade sintetizados no Adão Kadmon, o Homem Celeste, Logos. Representa o caminho para iluminação espiritual e um mapa do Universo e da Psique. 

Figura 8 – A Árvore da Vida (e árvore sefirótica da Cabala inserida)
Com uma terceira rotação obtemos um padrão determinante na formação da realidade física.Quando olhamos de forma atenta para a Flor da vida (figura 9) vemos 19 círculos inscritos em dois círculos concêntricos, imagem essa encontrada um pouco por todo o mundo nas várias civilizações, a questão é por que parar nos 19 círculos ? 

Figura 9 –A Flor da Vidae seus dezenove círculos entrelaçados.
Isto se deve à descoberta do próximo componente que era de extrema importância, por essa mesma razão mantiveram-no em segredo. Esse conhecimento era considerado tão sagrado que decidiram não trazê-lo a público, codificando-o.
Se olharmos bem para a Flor da vida nos deparamos com a existência de vários círculos incompletos na periferia (esferas). Tudo o que era preciso era completar estes círculos (técnica antiga para codificar o conhecimento). Se efetuarmos uma quarta rotação torna-se fácil de perceber o padrão misterioso, o Fruto da vida: 

Figura 10 – O Fruto da Vida
Este padrão de treze círculos é uma das formas mais sagradas em toda a existência material. Na Terra é chamada de Fruto da vida (figura 10). O Tórus, o Ovo da vida e o Fruto da vida são os três padrões que nos permitem construir tudo aquilo que conhecemos como realidade tridimensional sem exceção, em todo o universo.

Figura 11 – O Cubo de Metatron
Eis a origem do por que o número treze é sagrado em todas as culturas antigas de nossa civilização. Vivemos em um universo multidimensional que existe em treze diferentes níveis de consciência. Eis a razão do porque de um mestre e doze discípulos.  
O cubo de Metatron representa um de treze sistemas universais de informação contidos no Fruto da vida, nas linhas do Cubo de Metatron podemos facilmente encontrar os conhecidos sólidos platônicos, os tijolos básicos construtores da nossa realidade física da terceira dimensão (figura 11, acima). 

Metatron e seu CUBO, o mundo tridimensional.
O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge, surge da mesma origem, do mesmo centro, da energia única, do Criador primordial.  
Figura 12, abaixo – Os cinco sólidos platônicos e os cinco elementos, o cubo(Terra) , dodecaedro (O Aether, o elemento primário universal que dá origem a todos os demais e ao Universo “físico”), icosaedro (Água ), octaedro (Ar), a estrela com dois tetraedros superpostos (a Merkabah) e o tetraedro (Fogo).
Foi durante a sua permanência no Egito que Platão afirmou ter recebido conhecimento sagrado (em iniciações) no e do interior das Pirâmides, através dos sacerdotes egípcios. Os cinco sólidos mais tarde apelidados de Platônicos representam na Alquimia os cinco elementos dos quais a nossa realidade material universal é composta. 

Figura 13 – Os dois cubos dentro do Cubo de Metatron
Esfera – Vácuo; Tetraedro – Fogo; Cubo – Terra; Octaedro – Ar; Icosaedro – Água e por fim o Dodecaedro – O Aether, (o Akasha) o elemento primário universal INVISÍVEL que dá origem a todos os demais elementos, aos Universos e ao cosmos inteiro.  

Figura 14 – Os cinco elementos e suas formas geométricas
“Isto não é apenas matemática, círculos ou geometria. Isto é o mapa vivo de toda a criação da nossa realidade.” Drunvalo Melchizedek. (Publicado originalmente em Abril 2013)
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Engº aeroespacial relata existência de uma frota secreta de naves espaciais dos EUA


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tres-ufos-terra-orbitaTop designer aeroespacial e insider do programa espacial secreto dos EUA denuncia existência de uma frota de naves espaciais

Ao longo de um período de 12 anos, com início em 1951, William Tompkins trabalhou para uma empresa estilo Top Secret think tank na Douglas Aircraft Company, em projetos para a concepção de espaçonaves antigravidade classe Transportador (uma espécie de porta aviões espacial) com quilômetros de comprimento secretamente solicitado pela Marinha dos Estados Unidos.

TOP AEROSPACE DESIGNER DENUNCIA EXISTÊNCIA DE FROTA ESPACIAL (SECRETA) DE GUERRA DA MARINHA DOS EUA 

Por Dr. Michael Salla – Fontehttp://exopolitics.org

Agora, aos 92 anos, lúcido e com muita saúde, Willian Tompkins veio à público para expor os projetos secretos, ele trabalhou nesse objetivo em sua autobiografia recém-lançada, “Selected by Extraterrestrials: My life in the top secret world of UFOs, think-tanks and Nordic secretaries”

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A autobiografia de William Tompkin “Selected by Extraterrestrials: My life in the top secret world of UFOs, think-tanks and Nordic secretaries” está disponível naAmazon.com

Tompkins suporta suas reivindicações com inúmeros documentos, incluindo dois projetos, que ele completou como as espaçonaves classe cruzadores de batalha espaciais e naves classe transportadores espaciais que décadas mais tarde o U.S. Navy Space Battle Groups-Grupo de Batalha Espacial dos EUA, que tornou-se a espinha dorsal da Marinha dos Estados Unidos na defesa da Terra.

A Tompkins foi dado o trabalho no “Advanced Design” Douglas think tank, devido às suas habilidades excepcionais demonstadas em seu serviço na Marinha durante a segunda guerra atuando na Inteligência Naval entre 1.942-1.945. Significativamente, durante seu serviço na Estação Aérea Naval de San Diego, Tompkins participou diretamente em reuniões de balanço de inteligência de agentes da Marinha incorporados dentro da maioria das secretas instalações aeroespaciais nazistas da Alemanha  durante e imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, quando os espiões dos EUA descobriram que os nazistas alemães tinham feito uma aliança com uma ou duas raças de extraterrestres. de quem receberam tecnologias sofisticadíssimas para àquela época

Em sua autobiografia, Tompkins descreve o que os espiões da Marinha tinha encontrado nas instalações secretas da Alemanha nazista:

Os agentes da Marinha (espiões) na Alemanha descobriu que todos aqueles “fora deste mundo” aliens deram a Hitler: espaçonaves tipo UFOs, motores de propulsão antigravidade, armas de feixe de partículas, vida humana útil prolongada e uma abundância de programas de CONTROLE MENTAL de meninas (n.t.: Depois reproduzidos nos EUA através do Projeto MK-Ultra (Projeto Monark), cuja vítima mais conhecida foi a satanista MARILYN MONROE…é isso mesmo, o mundo pode ser um local muito estranho). Os reptilianos do sistema estelar de DRACO fizeram um acordocom os chefes das tropas especiais Waffen S.S. do Terceiro Reich dando-lhes esta“grande caixa preta” (tecnologia avançada) cheia de brinquedos em troca de deixar Hitler escravizar o resto do planeta. (Pp. 70-71)

Ao longo de seus quatro anos com a Inteligência Naval, Tompkins ajudou na distribuição encoberta de dados de dois distintos e secretos programas espaciais da Alemanha Nazista para a Douglas Aircraft Company, junto com outras empresas aeroespaciais selecionadas e universidades que tinham a perícia científica para entender o que os nazistas estavam fazendo.

Quando Tompkins se juntou à Douglas Aircraft Company em 1950, a empresa já tinha formado o seu centro think tank avançado de design  para projetar naves espaciais antigravidade. Uma que vez Tompkins foi designado para a Advanced Design em 1951, ele ficou especificamente encarregado de projetar uma variedade de veículos espaciais antigravidade, usando seu conhecimento de Inteligência Naval recolhidas a partir de Alemanha nazista e seu próprio talento para o detalhamento técnico.

Tompkins descreve seus dois superiores no Advanced Design Think Tank:

Eu me reportava diretamente ao Dr [Wolfgang] Klemperer e Elmer Wheaton, o vice-presidente de engenharia que usava dois chapéus. Ele foi vice-presidente de todos os programas de mísseis e espaciais-sistemas classificados. Desconhecido para 99,9%, Wheaton foi vice-presidente do top secret compartimentada pesquisa ameaças extraterrestres acima Think Tank, também, por vezes referido como Design Avançado. (P. 48)

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O “UFO” acima aparece em filme mostrado no vídeo mais abaixo, aterrissando em uma base militar.

Além disso, Tompkins relata a forma encoberta com que a Marinha atuava sobre como fazer pedidos de design para Design Avançado:

Depois de receber a nossa proposta não solicitada para naves estelares [a Marinha fazia uma solicitação para uma única fonte de uma proposta para espaçonaves para missão exploratórias estelares …]. Na verdade, nós nem sequer precisávamos de uma RFP (Request for Proposal); era só deslizar por baixo da porta uma palavra ao nosso Design Avançado …. no envelope só constava: “A quem possa interessar”. [p. 68]

Tompkins diz que ele se aproximou de seu trabalho através do estudo dos parâmetros de missão de futuras batalhas solicitados para os grupos de forças espaciais. Ele então foi capaz de surgir com projetos que permitiam a Marinha para cumprir as suas futuras missões espaciais.

Criando a configuração de um Naval Space Battle Group compreendendo veículos transportadores com km de comprimento a partir dos parâmetros da missão que lhe tinham dado, Tompkins explica:

Eu redefinia um padrão para o complemento do Naval Space Battle Group, afirmando que seria composto por uma espaçonave classe transportador espacial com 2,5 km de comprimento, com duas estrelas a bordo como bandeira, 3 a 4 espaçonaves classe pesados cruzadores de 1,4 km de comprimento, quatro a cinco espaçonaves classe Destroyers com 2km de comprimento e espaçonaves de desembarque de assalto para missões em terreno, duas espaçonaves classe Apoio Logístico com 2 km de comprimento, naves de apoio, e duas espaçonaves classe para transportes de tropas militares, com 2km de comprimento. (P. 80)

Tompkins descreve cerca de dois projetos de nave estelares para a Marinha concluídos no Douglas think tank, e inclui os documentos em sua autobiografia:

As figuras seguintes mostram dois desenhos originais de espaçonave Classe Transportadores de naves espaciais Naval e Classe Cruzadores de batalha que foram visualizadas no Design Avançado, em 1954, de dezenas de configurações alternativas. modos de escala destas embarcações com km de comprimento foram feitas posteriormente. (P. 67)

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O primeiro projeto é para a espaçonave classe Cruzador de batalha com cerca de 1,4 km de comprimento.

Tompkins trabalhou mais tarde para a TRW, a General Dynamics e outras empresas aeroespaciais que estavam trabalhando em diferentes aspectos classificados como secretos dos cruzadores de batalha espacial e naves classe transportadores espaciais sendo construído secretamente pela Marinha dos EUA. Mais desta informação será lançado em futuros volumes de seus relatos autobiográficos.

Depois de seus projetos iniciais das naves classe transportadores espaciais serem concluídos no início de 1960, Tompkins afirma que levou quase uma década para os planos arquitectonicos detalhados serem desenvolvidas, permitindo a construção oficial para começar. Consequentemente, a construção começou na década de 1970 e os primeiros transportadores espaciais operacionais foram implantados na década de 1980, ao abrigo de um programa espacial altamente classificado como secreto chamado Solar Warden.

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O segundo projeto é para uma espaçonave classe transportador espacial com 2,5 km de comprimento.

As reivindicações de  Tompkins corroboram o testemunho de outros denunciantes do programa espacial secreto que afirmam que o Programa Solar Warden tornou-se operacional em 1980 sob o presidente Ronald Reagan. Eventualmente, havia oito grupos de batalha de transportadores espaciais que foram construídos para a Marinha dos Estados Unidos na década de 1980 e 1990, de acordo com Tompkins.

Qual a credibilidade do testemunho extraordinário de Tompkins?

Os passes foram assinados pelo chefe da Inteligência Naval na Estação Aérea Naval, almirante Rick Obatta. Estes documentos fornecem provas de que Tompkins esteve de fato atuando como um mensageiro de Inteligência Naval durante a Segunda Guerra Mundial, como ele alegou. Para apoiar suas reivindicações, Tompkins inclui vários documentos em sua autobiografia.

Estes incluem cópias de duas passagens separadas que recebeu para entrar e sair da Estação Aérea Naval de San Diego com um máximo de três pacotes. Estes pacotes continham os supostos dados secretos fornecidos pelos agentes da marinha sobre o desenvolvimento secreto dos nazistas de UFOs com tecnologia alienígena que estavam sendo distribuídos por Tompkins para selecionar as corporaçõesparticipantes.

Quanto ao que havia nos pacotes que Tompkins estava carregando, ele forneceu uma cópia de sua declaração de missão que fornece uma resposta.

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Ilustração com base em testemunho ocular © Copyright 2015 TheObjectReport.com | Alta Resolução Imagem. O Almirante Roscoe Hillenkoetter foi o primeiro diretor da CIA, e foi também um membro de uma organização de pesquisa UFO, o Comitê Nacional de Investigações de Fenômenos Aéreos (NICAP). Em 1960, o New York Times relatou que Hillenkoetter tinha enviado uma carta ao Congresso que incluía a seguinte declaração: “Nos bastidores, oficiais de alta patente da Força Aérea estão sobriamente preocupados com fenômeno UFOs Mas através de segredo oficial e do ridículo, muitos cidadãos são levados a acreditar que os desconhecidos objetos voadores não fazem sentido“. Embora Hillenkoetter lutasse pelo fim do sigilo UFO, ele finalmente parou de comentar sobre o assunto. Alegados documentos secretos que vazaram para ufólogos listam Hillenkoetter como um membro do grupo Majestic 12, uma organização composta de altos oficiais militares das forças armadas e civis criado pelo presidente Truman para gerenciar inicialmente a questão UFO e nossas relações com extraterrestre. O MJ-12 foi o embrião do que mais tarde se tornou o GOVERNO (DE FATO) OCULTO DOS EUA.

Suas ordens de missão confirmam que ele foi autorizado a trabalhar como um “disseminador de Aircraft Research and Information.” Esta é uma prova documental convincente de que os pacotes que Tompkins estava carregando continham Inteligência Naval classificadas em projetos de aeronaves avançadas, que incluiam aqueles desenvolvidos secretamente na Alemanha nazista.

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Suas ordens de missão confirmam que ele foi autorizado a trabalhar como um “disseminador de Aircraft Research and Information.”

Além dos documentos apresentados em seu livro, mais uma confirmação que apoia as alegações de Tompkins de trabalhar em programas aeroespaciais avançados. O emprego dele, na Douglas Aircraft entre 1950-1963, foi confirmado por outro ex-funcionário da Douglas Aircraft Company, Dr. Robert Wood.

Dr. Wood trabalhou por 43 anos na Douglas Aircraft (que mais tarde se fundiu para formar a McDonnell Douglas), e foi capaz de confirmar o conhecimento profundo sobre Tompkins de altos funcionários da empresa, como Elmer Wheaton e Dr. Klemperer. O Dr. Wood ficou tão impressionado com Tompkins e seu testemunho detalhado que decidiu ajudá-lo, tornando-se o editor de sua autobiografia.

Finalmente, as fenomenais habilidades de design de Tompkins, que também possui memória fotográfica, foram reconhecidas publicamente por oficiais da Marinha por volta de 1941, que fizeram declarações à imprensa nacional sobre seus modelos altamente detalhados de grupos de batalha naval previamente secretos e desconhecidos do público em geral. Isto levou que Tompkins fosse  recrutado e contratado para a Inteligência Naval em 1942.

Os documentos que Tompkins tem fornecidos em apoio do seu testemunho, confirmam que ele teve a habilidade, experiência e história de emprego por ter trabalhado no desenvolvimento de grandes espaçonaves anti-gravidade que foram secretamente concebidas sob contrato com a Marinha dos EUA, enquanto ele foi empregado na Douglas Aviação de 1950 a 1963.

O impressionante testemunho de Tompkins corrobora as afirmações fundamentais feitas por Corey Goode e outros informadores insiders independentes sobre os programas espaciais secretos examinados no livro, Insiders Reveal Secret Space Programs and Extraterrestrial Alliances (2015).

Após a publicação de sua biografia em dezembro de 2015, Tompkins recebeu uma cópia do livro Insiders Reveal Secret Space Programs and Extraterrestrial Alliance do Dr. Robert Wood. Em conversas telefônicas seguintes, Tompkins declarou que muitas das informações que havia lido em Insidersé substancialmente com base em revelações feitas por Corey Goode, que são precisas.

Durante a longa carreira de Tompkins com a US Navy Inteligência e indústria aeroespacial, ele compilou uma impressionante coleção de documentos que fundamentam o seu testemunho e a apoiam. Alguns desses documentos podem ser encontrados em seu livro, Selected by Extraterrestrials: My life in the top secret world of UFOs, think-tanks and Nordic secretaries.

De acordo com Tompkins, a Marinha dos EUA tinha empreiteiros corporativos projetando espaçonaves de diferentes classes com quilômetros de extensão com propulsão antigravidade desde a década de 1950 para o início de 1960, com início de construção em 1970, levando à sua implantação na década de 1980. Seu apoio documental dessas reivindicações é substantivo e convincente.

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A 26 de março de 1941 em artigo publicado no jornal Evening Outlook de Santa Monica mostra Tompkins explicando seus modelos de navio para o Capitão da Marinha G.C. Gearing, comandante do Distrito Naval 11 em San Diego, Califórnia.

O testemunho e documentos de Tompkins fornecem uma poderosa evidência de que na década de 1980 e 1990, a Marinha dos EUA, de fato, secretamente implantou oito Naval Space Battle Group (Grupos de Batalha Espacial Naval) transportadores em um programa espacial secreto denominado Solar Warden.

© Michael E. Salla, Ph.D.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

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Programa Espacial Secreto


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Insider revela detalhes do SSP

star-wars-battleshipENGENHEIRO AEROESPACIAL REVELA DETALHES OPERACIONAIS DO SSP-PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

O engenheiro aeroespacial aposentado, William Tompkins, acaba de dar seu relato mais detalhado sobre as operações de programas espaciais secretos no vídeo do episódio de Divulgação Cósmica de 27 de setembro. Muitas das revelações de Tompkins corroboram o testemunho anterior do principal denunciante do show, Corey Goode, que veio pela primeira Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch 

ENGENHEIRO AEROESPACIAL REVELA DETALHES OPERACIONAIS DO SSP-PROGRAMA ESPACIAL SECRETO

Por Dr. Michael Salla – 30-09-2016 – Fontehttp://exopolitics.org

Anteriormente, Tompkins descreveu em seu livro, selecionados por extraterrestres , e em entrevistas posteriores , o seu envolvimento em dois programas espaciais secretos. Primeiro veio à público com a sua missão em operações de inteligência em um programa espacial secreto alemão nazista durante a Segunda Guerra Mundial, grande parte do qual foi transferido para a Antártida durante o final da segunda guerra mundial. Este programa espacial evoluiu para o que Goode mais tarde descreveucomo a “Dark Fleet”, (Frota Negra)

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À direita o Almirande da Marinha dos EUA Larry Marsh  falando com o engenheiro aeroespacial da Marinha William Mills Tompkins.

Após o final da Guerra, Tompkins se tornou diretamente envolvido no desenvolvimento de um programa espacial secreto da Marinha dos Estados Unidos chamado de “Solar Warden”, onde ele forneceu os projetos de desenhos iniciais para a construção de naves espaciais com formato de charuto, com quilômetros de comprimento e bases não-terrestres, enquanto trabalhava na Douglas Aircraft Company de 1951 a 1963. O projeto Solar Warden, de acordo com Tompkins, tornou-se operacional no início de 1980.

O papel de Tompkins nestes programas espaciais é apoiado por uma série de documentos fornecidos no seu livro “Selected by Extraterrestrials: My life in the top secret world of UFOs, think-tanks and Nordic secretaries”, eoutros liberados em entrevista em março de 2016. Além disso, os documentos liberados através do FOIA acabam de ser disponibilizados (a serem descritos em um próximo artigo), que confirmam detalhes importantes sobre o envolvimento de Tompkins em um programa de espionagem da Marinha dos EUA destinado a infiltração de agentes nos projetos de desenvolvimento de espaçonaves antigravitacionais da Alemanha nazista antes e durante a Segunda Guerra Mundial.

A Corroboração para as declarações de Tompkins ‘sobre o Comitê de Projetos Especiais da Marinha League vem de documentos relacionados a dois oficiais da Marinha aposentados que confirmaram aspectos-chave do seu testemunho. Além disso, Tompkins diz que o almirante Hugh Webster, que dirigia o capítulo US Navy League, em San Diego, na Califórnia e foi diretor executivo para ele a nível nacional, estava inicialmente informado sobre o programa espacial secreto da Marinha por Tompkins em 1985. Webster, posteriormente, começou uma operação semelhante em San Diego, que tornou-se parte de operações secretas da Marinha.

As revelações de Tompkins sobre as atuais operações de programas espaciais secretos derivam de dois períodos de sua vida. Primeiro é o seu tempo à frente do Rogue Valley (Medford), uma base da Marinha League no Oregon, de 1985 a 1999. Durante este período, ele recebeu relatórios sobre as operações dos programas espaciais secretos e sobre vida extraterrestre, e compartilhou algumas de suas informações através de um “Comite de Projetos especiais”; com oficiais aposentados da Marinha, do corpo de Marines (fuzileiros navais), e oficiais aposentados da Força Aérea-USAF e seus filhos.

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O segundo período em que Tompkins aprendeu sobre os detalhes operacionais do programa espacial secreto da Marinha começou em 2000, quando se mudou para San Diego, Califórnia, dando-lhe mais oportunidades para trabalhar diretamente com Webster. Foi o Almirante Webster, que deu permissão para Tompkins  escrever sua autobiografia e revelar tudo o que sabia sobre o programa espacial secreto da Marinha.

Tompkins também ainda revelou que ele é um participante nas reuniões anuais da Marinha (West Meeting) em San Diego, onde as principais empresas aeroespaciais do Complexo Industrial Militar se reúnem para compartilhar suas descobertas de pesquisa e desenvolvimento. Entre os propósitos destas reuniões é o objetivo de encontrar as mais recentes tecnologias que podem ser de uso para o programa espacial secreto da Marinha.

Tompkins diz que ele participou de todas estas reuniões West da Marinha desde o ano 2000, e planeja participar novamente em 2017 porque ele ainda tem autorização para estar presente nas reuniões classificadas (secretas). Tompkins esta atualmente com 93 anos de idade, com uma mente afiada, excelente memória e ainda fisicamente saudável. Seria justo dizer que ele é considerado um “ancião sábio”entre aqueles que executam operações em curso com o programa espacial secreto da Marinha dos EUA.

Devido a larga e vasta experiência de Tompkins ‘, e continuando seu envolvimento com o programa da Marinha “Solar Warden”, suas declarações sobre as suas operações correntes adquirem um significado muito especial. Estes são alguns dos destaques que ele revelou durante sua entrevista Gaia TV.

Milhares, milhares, não apenas alguns, milhares de pessoas se juntaram a Marinha aqui nos Estados Unidos. Eles entraram para o Programa Espacial da Marinha. Eles se inscreveram para um serviço de 20 anos. Então para essas pessoas, homens e mulheres, foi dado um monte de exames e um monte de informações sobre o que eles iam precisar.

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Incidente de um UFO estacionado no deck do porta aviões dos EUA, USS Roosevelt. A remoção da palavra “Roosevelt”  do F-4 Phantom no convés do Roosevelt é uma evidência muito clara de alteração da foto. A ação das ondas idênticas nas secções destacadas das duas fotos também é muito suspeito, e reforça a necessidade de a foto da USAF de 1975 sendo o original usado na criação de uma versão adulterada.

Muitos deles foram à Lua, a nossa Lua, e visitaram as instalações lá e pesquisaram, se organizaram e se estabeleceram lá, transformando no melhor lugar que eles tem para ir, o que aos seus critérios vai ser, a área mais importante que eles estão desenvolvendo, como aulas na Universidade. E então dali eles são enviados para uma instalação em Marte por um tempo curto.

Os  comentários de Tompkins aqui são especialmente notáveis. Eles corroboram o testemunho de Goode, que afirmou que existem milhares de pessoas envolvidas no desenvolvimento do programa espacial secreto da Marinha. Ele e outro alegado insider denunciante, Randy Cramer, falaram da existência  de um centro de operações na Lua chamado Comando Lunar de Operações (LOC-Lunar Operations Command), e ambos afirmam que eles foram levados para lá em 1987 por suas obrigações formais.

Durante sua entrevista, Tompkins descreve o quão secreto são o pessoal designado para se parte do programa espacial após a indicação:

E então eles são designados para uma base específica. Onde eles trabalham por um curto período de tempo na base antes de serem atribuídos para um cruzador naval, ou um veículo de ataque naval, ou até mesmo uma grande nave espacial classe Transportdora (USSS Carrier), que tem um, dois e até quatro quilômetros de comprimento. E nós temos oito daqueles grupos de batalha lá fora. Portanto, há muito espaço para novas pessoas para vir (trabalhar) a bordo ….

A declaração acima corrobora o que Goode afirma que ele sofreu depois de sua indicação a Lunar Operations Center. Ele foi designado para o navio de pesquisa, o Arnold Sommerfeld, onde passou seis anos realizando uma série de missões científicas e de exploração do sistema solar.

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Corey Gode

Tompkins  corrobora as reivindicações de Goode e Cramer de, juntamente com um terceiro insider denunciante, Michael Relfe, sobre o que acontece no final de seus 20 anos de serviço no programa:

Assim, no final dos 20 anos de serviço, eles tem uma opção para trabalhar no projeto por mais 20 anos. Eles poderiam ir para mais 20 anos. Ou eles têm a opção de voltar para a Terra onde nasceram e onde eles entraram na Marinha.

E então eles tomaram essa decisão quiseram voltar. Então, eles regressam envelhecidos. Eles estão agora 20 anos mais velhos do que quando entraram para o programa espacial da Marinha, ok? E assim eles levar várias semanas ou vários meses de adaptação (à vida na Terra), e eles revertem sua idade de volta aos 21 anos quando entraram para a Marinha ….

E agora, durante essas várias semanas retornando, suas mentes, não dolorosamente, mas suas mentes são jogadas com 90.99% [provavelmente quis dizer 99,99 por cento] de sua memória com os últimos 20 anos no espaço sendo removidos.

No livro, Insiders Reveal Secret Space Programs and Extraterrestrial Alliances , um capítulo é dedicado a um estudo comparativo dos testemunhos de Goode, Cramer e Relfe. O testemunho de Tompkins adiciona um nível significativo de credibilidade ao que cada um destes indivíduos tinham a dizer sobre como eles foram tratados no final do seu tempo de serviço de 20 anos dentro do  programa espacial secreto da Marinha.

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Antes do fim da sua entrevista, Tompkins revelou o seu conhecimento sobre um programa espacial PARALELO desenvolvido e administrado pelas grandes corporações do Complexo Industrial Militar dos EUA que surgiu para rivalizar com o programa “Solar Warden” da Marinha:

Mas essas empresas, ao mesmo tempo que estavam participando dos programas de missões militares, elas estavam fazendo os seus próprios programas que poderiam lhes permitir anular os programas espaciais dos militares, como o Solar Warden da Marinha.

E essas pessoas, do Complexo Industrial Militar dos EUA, então, utilizando todos os avanços tecnológicos dos sistemas espaciais, militares, desenvolveram a capacidade de sair para fora da Terra, para prospectar materiais e minas em outros planetas no sistema solar e / ou continuar em diante pela galáxia através das 12 estrelas mais próximas, com Alpha Centauri sendo o primeiro sistema (o mais próximo da Terra, dista cerca de 4,37 anos luz de distância), e de mineração ou extração de materiais ou o que quer que pudessem transformar em dinheiro.

Este mesmo grupo de pessoas do topo dos grandes conglomerados empresariais  que estão fazendo os trabalhos, que estão sendo pagos para isso, foram paralelamente e em segredo desenvolvendo as missões espaciais para o Complexo Industrial Militar – ao mesmo tempo que ganhavam muito dinheiro … então, agora temos operações corporativas operando paralelamente às missões da Marinha para planetas do nosso sistema solar e para os planetas de outras estrelas, fazendo a mesma coisa.

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A autobiografia de William Tompkin “Selected by Extraterrestrials: My life in the top secret world of UFOs, think-tanks and Nordic secretaries” está disponível naAmazon.com

O Testemunho de Tompkins aqui corrobora o que Goode revelou no início de 2015; de que existe um programa espacial secreto do Complexo Industrial Militar que ele chamou pelo nome de ICC-Interplanetary Corporate Conglomerate (chamou de Conglomerado Empresarial Interplanetário). Anteriormente, em abril de 2014, Cramer afirma que foi ele foi designado para servir numa base militar em Marte entre 1987-2004, para proteger cinco colônias da ICC-Interplanetary Corporate Conglomerate no planeta vermelho, que ele descreveu como a Mars Colony Corporation.Da mesma forma, Relfe diz que durante o seu tempo em Marte, de 1976 a 1996, ele fazia parte de uma operação militar para proteger as colônias de Marte.

O detalhado conhecimento de Bill Tompkins das operações em curso do programa espacial secreto da Marinha dos EUA, a execução do programa corporativo paralelo, e sua vontade de agora denunciar à público esta informação é um desenvolvimento significativo para todos os que têm vindo a seguir de perto o seu testemunho. É uma grande janela de Divulgação Cósmica que Tompkins escolheu para revelar o seu conhecimento de tudo em primeiro lugar, e isso certamente ajuda a comprovar o testemunho anterior de outros como Goode a respeito do Programa Espacial Warden Solar e sobre as operações do programa espacial secreto paralelo do ICC-Interplanetary Corporate Conglomerate.

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Ilustração com base em testemunho ocular © Copyright 2015 TheObjectReport.com | Alta Resolução Imagem. O Almirante Roscoe Hillenkoetter foi o primeiro diretor da CIA, e foi também um membro de uma organização de pesquisa UFO, o Comitê Nacional de Investigações de Fenômenos Aéreos (NICAP). Em 1960, o New York Times relatou que Hillenkoetter tinha enviado uma carta ao Congresso que incluía a seguinte declaração: “Nos bastidores, oficiais de alta patente da Força Aérea estão sobriamente preocupados com fenômeno UFOs Mas através de segredo oficial e do ridículo, muitos cidadãos são levados a acreditar que os desconhecidos objetos voadores não fazem sentido“. Embora Hillenkoetter lutasse pelo fim do sigilo UFO, ele finalmente parou de comentar sobre o assunto. Alegados documentos secretos que vazaram para ufólogos listam Hillenkoetter como um membro do grupo Majestic 12, uma organização composta de altos oficiais militares das forças armadas e civis criado pelo presidente Truman para gerenciar inicialmente a questão UFO e nossas relações com extraterrestre. O MJ-12 foi o embrião do que mais tarde se tornou o GOVERNO (DE FATO) OCULTO DOS EUA

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[Nota: Para assistir William Tompkins on Disclosure Cosmic , clique aqui . Para transcrição clique aqui.]

DESVENDANDO OS CHAKRAS NAS TERAPIAS HOLÍSTICAS!


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Baseada em muitas pesquisas, estudos, e viagens busco o conhecimento para oferecer aos leitores matérias com conteúdo de forma que você entenda.

O TEMPLO que é o nosso corpo, e a RIQUEZA que é a nossa mente. Os segredos que guardamos dentro de cada um de nós. Temos muito para aprender, viver, sentir, vivenciar experiências que o criador deixou para todos nós seres humanos lindos e cheios de mistérios para ser desvendados a cada terapia.

A medicina tradicional cada vez mais se rende aos conhecimentos holísticos, e hoje se sabe que existe uma grande influência dos chakras no funcionamento do nosso sistema endócrino.

A palavra chakra vem do sânscrito e significa “roda”, “disco”, “centro” ou “plexo”.

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Nesta forma eles são percebidos como vórtices (ou redemoinhos) de energia vital espirais girando em alta velocidade, vibrando em pontos vitais de nosso corpo. Segundo a medicina holística os chakras são pontos de interseção entre vários planos e através deles, nosso corpo se manifesta mais intensamente no corpo físico. Temos centenas deles, porém existem 7 principais, que são os maiores e mais estudados. Cada um dos 7 chakras está ligado a uma glândula endócrina e os mesmos vibram energia na aura e no corpo físico do homem.

Em cada um dos chakras existe uma vibração energética diferente e com cores distintas. Nas pessoas mais desenvolvidas espiritualmente, estas cores tendem a ser bem definidas.

Irradiante e vibrantes já nas pessoas mais materialistas e menos espiritualizadas, segundo os terapeutas holísticos, as cores são menos vibrantes, opacas e mais acinzentadas.

Quando os chakras não se abastecem com qualidade e quantidade suficiente de energia vital, o corpo físico sente as consequências deste desequilíbrio, diminuindo suas secreções glandulares e outras substâncias essenciais à saúde, levando consequentemente ao desenvolvimento de doenças ou disfunções.

Os 7 chakras são:

Chakra Craniano = Apego a matéria

( Elemento – todos: glândula penial ou epifise conciência do espírito).

Chakra Frontal = Ilusão

( Elemento – todos: glândula Hipófise Intelecto raciocínio, sentido visão).

Chakra Laringeo = Mentira

( Elemento – todos: glândula da Tireóide comunicação).

Chakra Cardiaco = pesar

(Elemento – AR: glândula Timo sentimentos).

Chakra Umbilical = vergonha

( Elemento – Fogo: glândula Pâncreas emoções inferiores).

Chakra Sexual = Culpa

(Elemento – Água: glândulas Reprodução troca sexual alegrias).

Chakra Básico = medo

(Elemento – Terra: glândulas Supra – renais, absorção de energia telurica).

Próximo artigo os chakras e seus significados

by Anna Maria faryas

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Mensagem de Reflexão



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Este Salmo é um dos mais destacados capítulos da Bíblia. Muitos o conhecem de cor. Mas precisa ser interpretado do ponto de vista espiritual, para se atingir seu verdadeiro significado. Encare-o como uma das mais belas e envolventes preces da Bíblia. Pessoas em todo o mundo o encaram como a grande prece para proteção. Meditemos neste Salmo em detalhes, detendo-nos no significado profundo de cada versículo.

***

Versículo 1: “O que habita no esconderijo do altíssimo repousará à sombra do onipotente”:

O lugar secreto é sua própria mente, onde você caminha e fala com a Presença e Poder Infinitos dentro de si. É seu Eu Superior o Espírito Vivo, ou Deus, dentro de você. É chamado de lugar secreto porque ninguém sabe o que você está pensando ou em que medita. Refugie-se com frequência no pensamento e contemple a Presença de Deus dentro de você. Fazendo isto várias vezes ao dia, diz-se que você habita no lugar secreto.

Repousar à sombra do Onipotente significa viver sob a ofuscante Presença de Deus e ser por Ela protegido. A palavra sombra é uma expressão oriental que indica segurança.

A palavra Onipotente significa que esta Presença que existe dentro de você é Toda-Poderosa. Nada a Ela se opõe nem A desafia, e quando você se une a Deus, dá-se conta de que para Deus tudo é possível. Todas as bênçãos da vida se destinam àqueles que têm por hábito alinhar-se com o Infinito, pedindo paz, harmonia, diretrizes e toda sua fidelidade, lealdade e devoção ao Deus Vivo que existe dentro de você, e todas as maravilhas acontecerão em sua vida.


Versículo 2: “Direi sobre o Senhor: ele é meu refúgio e minha fortaleza; é meu Deus, nele confiarei”:

O Senhor significa EU SOU, ou a Presença de Deus dentro de você. Quando era criança, você confiava em sua mãe, olhando dentro de seus olhos, lá havia amor. Deposite sua confiança no oceano infinito de amor, que é Deus, dentro de você. É o seu Eu Superior, puro Espírito. Ao afirmar a verdade deste segundo versículo, o escudo invisível de Deus o envolve, tornando-o impermeável a qualquer mal. Confie no Infinito, sem se preocupar com as aparências, e encontrará o caminho, a saída. Afirme com confiança: “Deus se preocupa comigo, Ele conhece e me revela a resposta.” Você deve, então, depositar sua confiança no amor de Deus, em vez do perigo ou dificuldade iminente.


Versículo 3 e 4: “Certamente ele o livrará da armadilha do caçador de pássaros, e da peste perniciosa. Ele o cobrirá com suas penas, e sob suas asas estará seguro, pois sua verdade será escudo e defesa”:

Esses versículos são bem explícitos e demonstram que você está protegido de qualquer doença contagiosa, infecciosa ou epidêmica, além dos venenos morais. Além do mais, estará também protegido dos vigaristas, ou do caçador de pássaros, que tenta montar uma armadilha para roubar seus bens ou sua poupança por meio de negócios fraudulentos. Seu Eu Superior o alertará e despertará para que não caia nas ciladas. O pássaro protege sua cria cobrindo-a com suas asas; os filhotes ficam livres do perigo.


Versículos 5 e 6: “Não temerá o terror noturno, nem a flecha que voa de dia, nem a peste que se espalha nas trevas, nem a destruição que grassa ao meio-dia”:

Você nunca deve ir dormir sem antes penetrar no espírito do perdão para si mesmo e todos os outros. Liberte-os a todos em Deus e deseje-lhes as bênçãos da vida. Faça questão de dormir em paz e despertar com alegria. Seu subconsciente amplifica tudo aquilo que você depositar nele. Contemple as grandes verdades de Deus antes de dormir e repousará em paz e se sentirá descansado e refeito pela manhã.

A flecha que voa de dia e a destruição que grassa ao meio-dia se referem aos pensamentos e sugestões negativas que você ouve durante o dia, além das vibrações negativas da mentalidade massificada na qual estamos todos imersos. Se você continuar orando, restará muito pouco espaço em sua mente para estas sugestões negativas da mentalidade preconceituosa que penetram em todos nós.

A destruição do meio-dia representa os problemas diurnos, dificuldades e empecilhos de que você tem conhecimento, bem como problemas financeiros ou conflitos emocionais com os outros. Você sabe que invocando a Presença Infinita e Benéfica, Sua lei e ordem, obterá resposta, trazendo ao seu ambiente harmonia e paz.

O terror noturno e a peste que se espalha nas trevas podem se referir aos conflitos ocultos em seu subconsciente, moléstias iminentes, ou às atividades de pessoas que tentam abalá-lo agindo às ocultas. Você é aconselhado a não temer, porque a sabedoria do mais profundo de sua mente lhe revelará qualquer dificuldade oculta, vinda de qualquer fonte.

 

Versículos 7 e 8: “Mil cairão do seu lado, e dez mil à sua direita, mas nada o atingirá”:

Isto significa que você pode desenvolver imunidades contra qualquer mal. Você fica inundado de Deus e recebe anticorpos Divinos. A níveis mentais bem elevados, certas pessoas descobriram que não eram tocadas em meio a uma saraivada de balas. Muitos também descobriram a imunidade contra o fogo quando seus aviões se incendiavam e eles não eram atingidos. O fogo queima, mas a níveis de consciência mais elevados não queima.

Os milhares de pensamentos negativos que nos bombardeiam a cada dia não podem perturbar ou danificar o homem que caminha com Deus e fala com Deus, e que se dá conta de que, devido à Presença de Deus dentro dele, não pode ser atingido, não pode ser ferido, nem pode sofrer.

Deus em você é onipotente, eterno, supremo, e a única realidade. Muita gente imagina o perigo ou os desastres em visões interiores e fantasiosas. Temem a doença, acidentes, velhice, e perdas de todos os tipos. Medo e ansiedade são formas de perversidade. Ressentimento, raiva e má-vontade são estados emocionais que se expressam sob a forma de sofrimento e carência. Veja apenas o que é agradável e as coisas boas de contar. Aquilo que você perceber em espírito e aceitar em sua mente acontecerá na sua experiência, e você será abençoado.


Versículos 9 e 1O: “Porque fez do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo, sua habitação, nenhum mal o atingirá, nem qualquer praga chegará a sua casa”:

Esta é uma promessa muito bela e bem definida. Mostra que você será sempre protegido, dirigido e observado pela magia do amor de Deus. Pensando frequentemente que Deus o ama, guia e dirige, que cuida de você, estará fazendo do Altíssimo sua habitação, porque lembra a si mesmo, constantemente, que o amor de Deus o envolve, encerra e circunda.

Portanto, estará sempre imerso na Sagrada Onipresença e nenhuma dificuldade o atingirá. Isto está determinado de maneira clara e definitiva. Resultados, situações e experiências se seguem ao seu pensamento e imaginação normais. Seu estado mental sempre se manifesta na tela do espaço. Habitando as grandes verdades deste Salmo, você pode desenvolver imunidades contra qualquer perigo.


Versículo 11 e 12: “Pois Ele encarregará seus anjos de protegê-lo, para guardá-lo em todos os caminhos. Eles o levarão pela mão, para que não tropece nas pedras.”

Este texto magnífico toca no coração a melodia de Deus. Conscientize-se do significado destas promessas. Os anjos representam os mensageiros de Deus, impulsos de inspiração que agem dentro de você; idéias espontâneas que trazem luz à sua mente, revelando-lhe a resposta; sopros interiores do Espírito; e advertências internas que o guiam e guardam. Encare os anjos como diretrizes Divinas, que o conduzem em todos os seus encargos, na escolha de sua comida, companhias, meios de expressão, investimentos e todas as outras fases de sua vida. Em outras palavras, você estará salvaguardado em todas as suas jornadas e tarefas.


Versículo 13: “Com os pés esmagará leões e cobras; sim, leões ferozes e cobras venenosas”:

Ao começar a rezar e usar este Salmo, estará demonstrando sua fé em Deus e atirando seu amor até o Infinito. Enquanto perseverar, o dia nascerá para você e todas as sombras se dissiparão. Na Bíblia, o “nome” de uma coisa significa a sua natureza. A natureza da Inteligência Infinita é a resposta. Ela responde ao seu pensamento. Deus é tudo que existe. Além de ser voltado para a resposta.

Deus é todo-poderoso, toda sabedoria, amor ilimitado, harmonia absoluta, paz absoluta, é onisciente e onipresente. “Conhecer” todos estes atributos, potências e qualidades de Deus é colocar-se no Alto, acima de seus problemas, e libertar-se devido à sua compreensão e profunda conscientização. Contemplar a Deus em ação significa harmonia e paz em tudo que o cerca. Você se torna aquilo que contempla; assim todas as suas dificuldades desaparecem.


Versículo 15 e 16: “Quando me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na hora da dificuldade; vou libertá-lo e honrá-lo. Eu lha darei a satisfação de ter uma longa vida, e demonstrarei minha salvação”:

Só a Inteligência Infinita conhece a resposta. Ao se voltar para Aquele Que É Todo Sabedoria, Ele se voltará para você. Segundo a lei da relação recíproca, Ele responde conforme a natureza de seu pedido. Você pode ter resposta para todos os problemas, receber diretrizes na hora da perplexidade, obter vitória em todos os desafios, e penetrar no triunfo espiritual.

A vida longa prometida é uma vida de felicidade, onde você se liberta, se sente útil e contente. Deus é Vida, e é sua vida agora. Você viverá para sempre. Primeiro ponha Deus em sua vida, e Deus lhe mostrará a estrada da vida, e todos os seus caminhos serão caminhos na alegria, e todas as suas estradas serão estradas de paz.

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FONTE: LIVRO ” CANÇÕES DE DEUS” – Joseph Murphy

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Se EUA atacar o exército sírio, 3ª Guerra Mundial será inevitável


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obama-siria-guerraSe bombardear o exército sírio, os EUA poderão desencadear Terceira Guerra Mundial

Kevork Almassian, jornalista e analista político sírio, disse na emissão da Rádio Sputnik Internacional que a declaração dos EUA sobre suspensão da cooperação com a Rússia é “enganosa”, visto que não havia uma verdadeira cooperação, tendo as partes abordagens diferentes para acabar com a guerra civil na Síria.

Depois de o governo dos EUA suspender a cooperação com a Rússia na Síria no início desta semana, a questão de uma ação militar da Casa Branca contra Damasco é cada vez mais uma realidade.

Fonte: https://br.sputniknews.com

De acordo com Almassian, os americanos provavelmente não estavam interessados em evitar a violência em Aleppo, estão satisfeitos com o status quo e apoiam a Frente al-Nusra, enquanto os russos e os sírios estão determinados a libertar a cidade a qualquer custo.

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“Eu acredito que os americanos foram forçados a acabar com essa cooperação porque eles sentem vergonha na frente de seus aliados, pelo menos no Oriente Médio, eles se envergonham de a sua estratégia não estar funcionando na Síria,” disse Almassian durante a emissão.

Diana Johnstone, escritora que também participava do programa, concordou com Almassian, dizendo que os EUA sempre tiveram o único objetivo de eliminar o governo independente nacionalista árabe da Síria, colocando no poder grupos pró-americanos. Este plano, destaca escritora, falhou, e agora a nova estratégia é “simplesmente destruir a Síria.”

Manter o estado de guerra é do interesse dos EUA e de seus aliados na região, Israel e Arábia Saudita, disse ela. “Essas forças se reuniram para destruir o Estado legítimo da Síria, é isso que está em causa acima de tudo,” disse Jonhstone à Rádio Sputnik Internacional.

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A decisão por parte da administração Obama de começar uma campanha direta de bombardeios contra o exército sírio é uma consequência de os EUA terem perdido a guerra por procuração na Síria, de acordo com Almassian. O presidente dos EUA, no entanto, provavelmente não tomará medidas tão drásticas, especialmente quando se dá conta que exército sírio apoiado pela Rússia tem vindo a ganhar mais poder.

“Tudo isso são apenas palavras “, considera Almassian. “Se os americanos bombardearem a Síria, acho que teremos uma nova Guerra Mundial. Quer dizer, isso não é um exagero”, alertou, explicando que uma intervenção direta poderia resultar em consequências dramáticas.

Diana Johnstone, por sua parte não foi tão otimista: “Os Estados Unidos já atacaram soldados sírios matando mais de 60 e deixando mais de cem feridos, dizendo que se tratou de um ‘engano’”, disse ela. “Os EUA não querem enviar tropas terrestres, os Estados Unidos querem destruir (n.T: e controlar) o resto do mundo a partir de uma distância segura”, concluiu a escritora.

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Aleppo, na Síria, palco de sangrentas batalhas e severos bombardeios

Se os EUA levarem a cabo bombardeios há alta possibilidade de uma maior conflagração, com os russos contra os americanos, de um lado, e os sauditas contra o IRÃ, por outro, disse Kevork Almassian.


Fonte:  https://br.sputniknews.com

O Departamento de Estado norte-americano anunciou o rompimento das relações com a Rússia no que diz respeito às conversas sobre o cessar-fogo na Síria. Segundo Washington, não há mais possibilidades de manter a cooperação com Moscou para acabar com a crise na República Árabe porque os russos não cumpriram sua parte no acordo firmado para esse fim.

“Os Estados Unidos estão suspendendo sua participação nos canais bilaterais com a Rússia que foram estabelecidos para a cessação das hostilidades (na Síria)”, disse o porta-voz da diplomacia americana, John Kirby. “Essa não foi uma decisão tomada de maneira leviana”. Como consequência dessa decisão, os EUA irão retirar da Síria os especialistas enviados para monitorar a trégua no país. 

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Em 9 de setembro, o ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, e o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, anunciaram um novo plano para acabar ou pelo menos suspender o conflito no país do Oriente Médio. No entanto, o novo regime de cessar-fogo foi rapidamente violado por grupos radicais locais, levando a uma intensificação dos confrontos entre os rebeldes e as forças do governo sírio, que anunciou então o fim da sua participação no acordo.

Apesar das inúmeras trocas de acusações entre todas as partes envolvidas, Lavrov defendeu, até esta segunda-feira, a importância de se trabalhar para manter o acordo e a cooperação com os EUA, agora, oficialmente, rompida. 

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Anjos



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7 SINAIS DE QUE VOCÊ ESTÁ SENDO VISITADO POR SEU ANJO DA GUARDA

Os anjos são entidades não físicas que vibram em uma frequência diferente da nossa, mortais físicos. Estes guardiões espirituais estão sempre tentando orientar as ações e interpor pensamentos que serão de benefício para nós. Tudo se resume a saber se você tem ou não a capacidade da mente e da alma. Você está disposto a acreditar em poderes que estão tentando parar a humanidade de suas próprias mãos frias e destrutivas? Você vê padrões que vão além do normal?

É um mistério como esses guardiães vieram para proteger e cuidar de nós. Eu acredito que este mistério é um aspecto inerente do universo infinito. Como um elemento do infinito, todos vemos respostas diferentes. Independentemente de como você visualiza a verdade, a maneira como os anjos aparecem permaneceram as mesmas por um longo tempo. Normalmente nunca manifestando-se como projeção física e têm uma tendência a aparecer em formas mais sutis. As sete maneiras listadas abaixo são algumas das experiências mais comuns relatadas por pessoas de todo o mundo.

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1. Mudanças de temperatura

A sala pode ficar mais quente ou fria inexplicavelmente. A maneira como os anjos vibram pode retardar ou acelerar as moléculas no ar, o que resulta em uma mudança na temperatura. Preste atenção ao que você está fazendo ou pensando e sinta o que está sendo comunicado.


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2. Fragrâncias fantásticas, inexplicáveis

Você já esteve em casa ou em um lugar onde aromas aleatórios apareceram, e cheiravam surpreendente bem? Se você pode sentir um cheiro inconsistente ao seu redor e é muito agradável, um anjo pode estar a um abraço de distância. O olfato é um sentido forte, com laços pesados n a memória. O que você sentiu? Em que te faz pensar?

 
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3. Vozes murmurando para você

Você está aberto para as inclinações do universo, enquanto os outros estão permanecendo fechados. Ouça a sua intuição…


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4. Diferentes luzes coloridas aparecendo

Ver luminosidade aparecendo ao seu redor são indicações definitivas de anjos. Você pode perceber faíscas de luz ou tornar-se muito consciente de sombras ao seu redor. Não tenha medo. Anjos não querem prejudicá-lo. Isso normalmente é um indicativo de que eles estão tentando alcançá-lo.


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5. Penas inesperadas

Aparecem penas ao seu redor por qualquer motivo? É um sinal de que eles estão perto e prestando atenção em você.


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http://www.espirito.org.br/portal/publicacoes/esp-ciencia/005/comunicacao.html

6. Comunicação através de sonhos

Você pode não se lembrar do sonho, mas vai se sentir mais leve, forte e certo de qual direção a tomar.


 Não te contentes em admirar as pessoas bondosas. Imite-as.

7. Sentir-se como se estivesse sendo seguido

A sensação será acompanhada por um sentimento de confiança e amor. Se você está sozinho e sente como se alguém estivesse no quarto com você, confie em sua intuição. Seus anjos estão tentando proteger-lhe.

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(Os anjos são entidades não físicas que vibram em uma frequência diferente da nossa, mortais físicos. Estes guardiões espirituais estão sempre tentando orientar as ações e interpor pensamentos que serão de benefício para nós.)

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Traduzido pela equipe de O Segredo

Fonte: Spirit Science

O Qanat persa à sua excelente gestão da água nas cidades


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Você sabe o que são esses buracos que os pesas fizeram no meio do deserto? Descubra!!

Quem é que nunca ouviu falar da civilização persa, uma cultura extremamente rica e influente? A verdade é que eles atraíram os melhores intelectuais da época, a fim de poderem florescer como uma nação, construindo cidades como Susa ou Persépolis.

 
Louvre Bíblia
Louvre Bíblia

Grande parte do seu sucesso foi devido à sua excelente gestão da água, tanto nas cidades como no campo. O império vivia sob altas temperaturas e um clima muito seco, por isso era essencial saber aproveitar as escassas chuvas.

Uma de suas melhores invenções foram os Qanat, O Qanat persa de aquíferos e vales, transportando-a para as cidades. Esse sistema curioso foi agora nomeado Patrimônio Mundial pela UNESCO.

Iagua
Iagua

A técnica dos Qanats foi desenvolvida na Pérsia, no milênio I a.C. Essa maravilhosa invenção foi se estendendo a outros países áridos como Marrocos, Argélia, Líbia, Oriente Médio e Afeganistão.

Primeiro, era escavado um poço principal em uma colina, até ser encontrado um aquífero subterrâneo. Depois, um túnel horizontal era construído, desde o pé da colina até à fonte de água.

Wikimedia
Wikimedia

O túnel tinha uma tubagem e uma grande inclinação para transportar a água para o local desejado. Quanto maior o Qanat, menor era o seu declive.

Hispan TV
Hispan TV

Além do principal, os outros poços verticais eram construídos ao longo do Qanat. Estes garantiam a ventilação de água, assim como o seu controle e racionamento. Era também uma via de evacuação da terra, gerada ao esvaziar o túnel.

Iagua
Iagua
 

Graças a sua profundidade, o Qanat recolhia a água dos aquíferos e evitava a evaporação durante o transporte. Dentro desta infraestrutura, existem também áreas de descanso para os trabalhadores, tanques e moinhos de água.

Wikipedia
Wikipedia

Sendo água filtrada pela terra, o fluxo era seguro e limpo, por isso era ideal tanto para beber como para rega.

Hispan TV
Hispan TV

No final do Qanat, havia um edifício que armazenava a água obtida, onde as pessoas também poderiam fazer suas próprias canalizações privadas.

Unesco
Unesco

O governo persa foi forçado a construir o Qanat para transportar água das montanhas para a cidade e para os banheiros públicos. As pessoas ricas poderiam fazer uma extensão para a sua terra com seu próprio dinheiro.

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Iagua

As cisternas públicas, chamadas Ab Anbar eram outro engenho maravilhoso. Ele tinham um sistema de captação de ar para manter a água fria no deserto.

O mais curioso de tudo é que este sistema antigo de gestão de água ainda continua em execução, e permite uma distribuição equitativa e sustentável da água.

Compartilhe essa antiga e incrível invenção com seus amigos!

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O DESPERTAR ESPIRITUAL E AS AMIZADES


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Texto de Adriano Bernardelli – Terapeuta Holístico
Nesta intensa busca pelo encontro da minha verdadeira essência, neste intenso despertar espiritual ao qual me encontro, uma das dificuldades que encontrei ao longo deste caminho foi que as amizades não estavam mais acompanhando a frequência na qual eu estava, comecei a sentir uma repulsão por hábitos, conversas e atitudes que anteriormente ao meu despertar eu me interessava.
Convites para beber em bares não faziam mais sentido, convites para shows e locais por vezes “carregados” energeticamente me repeliam, podia sentir as companhias espirituais dos meus amigos e a vibração densa destes tipos de locais. 
Alguns amigos me chamavam para fazer algumas coisas que já não faziam mais sentido em minha vida. Não surgia um convite de meditação, cursos, palestras ou outras atitudes que podiam acrescentar algo no meu despertar.
E não é que devemos virar santos ou subir no alto de uma montanha e meditar até transcender, ficar num mosteiro orando o dia todo, o aprendizado se dá por nossas relações, assim se dá a evolução na nova era. 
Mas a lei da afinidade nos repele ou nos atrai segundo nossas energias, isso vale tanto para encarnados, quanto para desencarnados.
Assuntos e atitudes que outrora faziam parte da minha vida, como ir para festas, me divertir bebendo como se não houvesse amanhã não me alegrava mais, atitudes da adolescência não faziam mais sentido, chegava nestes locais e via que estas pessoas estavam de certa forma fugindo delas mesmas, para não enxergarem que de alguma forma precisavam se modificar, o que podemos chamar de reforma íntima. 
As famosas fofocas, julgamentos e conversas que giravam em torno do eu (egóicas) já não me interessavam mais, eu queria conversar acerca da espiritualidade, acerca de ajuda ao próximo, de assuntos sobre a modificação do mundo. 
Não fazia mais sentido viver só em minha função, eu queria ajudar as pessoas que estavam despertando e assim como eu estava dispostas na reforma íntima.
E a cada dia eu ia me distanciando de algumas pessoas que amo muito, mas que a energia estava me repelindo de alguma forma. 
Tendo contato com meus mentores espirituais por meio da educação mediúnica tive oportunidade de perguntar ao mentor espiritual que me acompanha se isso era normal no despertar espiritual, ele me respondeu que isso era necessário a todo buscador espiritual e disse que em breve eu me afastaria deles por lei de afinidade. 
Pensei racionalmente com meu eu inferior, meu ego/personalidade: “E a lei de amor? Me afastando não estaria fazendo o contrário?”
holosGenesis
A resposta foi muito esclarecedora: 
“Filho, a caridade é linda, devemos ajudar todos ao nosso redor, mas não adianta querer ajudar quem não quer ser ajudado, cada um tem seu tempo para despertar e primeiramente você deve se equilibrar, se curar, aumentar sua frequência vibratória e tentar a cada dia se reformar intimamente, afastando-se de pessoas e locais que não estão na sua frequência vibratória, você sairá de um círculo vicioso de energias que por muito tempo compartilhou, cria-se uma dependência energética, um vampirismo dependendo do tipo de pensamento e de atitudes, dependendo de suas companhias. 
Sabe aquilo que os pais sempre dizem: Diga com quem tu andas e eu direi quem tu és, a pura verdade. Você não deixará de amar por não estar ao lado dos que tanto ama, você só não pode ficar recebendo certos tipos de energias que não fazem mais sentido em sua vida. 
E amor é querer o bem do outro, não é apego, não é ter que ver todo dia, ou ter que dar satisfação de tudo o que faz, amor não é apego. Ore por eles para que despertem assim como você despertou, se tiverem maturidade entenderão sua escolha e você perceberá se era amizade, apego ou algum tipo de carência. Não se culpe e não fique triste, pois aparecerão pessoas na sua frequência, que serão amigos que você poderá contar pelo resto de sua vida. 
Eles sim estarão dispostos a conversas salutares de amor ao próximo, estarão dispostos a se reformar intimamente e serão sinceros, assim como você nesta busca do RELIGARE consigo mesmo. 
Tenha certeza que os amigos que não estiverem em sua frequência irão falar que falta humildade, irão falar que você está obcecado por suas crenças, que está se tornando chato em seus assuntos, que virou fanático, isso é normal. 
Eles te criticarão e poderão ficar magoados. Siga o seu caminho, cada um tem uma missão espiritual e a sua está ligada à um contato extremo com o mundo espiritual.”…
Ambientalismo
Ele continuou: 
“ Imagine um rio, após seu despertar você nadou muito nele, e por vezes a correnteza te trouxe de volta a margem. Existem seres, tanto encarnados, quanto desencarnados que não querem que você atravesse para o outro lado do rio. Nesse rio você se deparou com muitos obstáculos e um deles foi esse afastamento das pessoas que gosta. Mas uma coisa é certa, agora que conseguiu atravessar o rio do despertar espiritual e que conhece a realidade espiritual e os bons hábitos, você só voltará para a outra margem do rio se quiser. As críticas virão, concentre-se em vencer o orgulho e a vaidade e saiba que você não está querendo ser melhor que os outros, muito pelo contrário, você teve humildade suficiente para identificar o que e quem não está mais condizendo com sua frequência e decidiu mudar”.
Eu fiquei pensando bastante nisso, por volta de um ano, tomar tal atitude não seria fácil e estava doendo dentro de mim, pois não chegava a uma decisão. 
Eu me afastaria ou não? Até que um dia me deparei com um artigo na internet em que tudo fez sentido, o nome dele era – As cinco dores do crescimento espiritual. A primeira dor era – Perda de amigos e falava o seguinte:
Isso pode ser especialmente traumático para essas pessoas. Tornando-se mais espiritualmente conectado pode mudar muita coisa sobre você muito rapidamente, e isso pode afetar algumas de suas amizades mais próximas. 
Isso pode causar que alguns de seus amigos azedem com você, distanciem-se de você e, mesmo, até lhe humilhem. Antes, talvez você estivesse disposto a se envolver em comportamentos que agora parecem errados, como fofocar, reclamar, ou discutir alguns temas com o seu grupo de amigos. 
Também é provável que os temas que você discutiu com os seus amigos agora fazem você se sentir vazio e você prefere discutir questões que os seus amigos não entendem ou não estão interessados em.
Eles podem até chamá-lo de louco por elas. Infelizmente, estas diferenças de perspectiva e comportamento às vezes podem ser o suficientes para romper amizades que significaram muito para você ao longo dos anos. 
Perceba que tudo o que você pode fazer é ser fiel a si mesmo e permitir que as fichas caiam. Você não tem o poder de converter ninguém ao seu modo de pensar, e nem deve. Tudo o que você pode fazer é ser genuíno e sincero, e o Universo irá conectá-lo com as pessoas que estão em maior sintonia com a sua nova vibração.
Pude perceber que isso é normal a todos os buscadores espirituais, ao aumentar nossa frequência vibratória e mudarmos nossos hábitos, atitudes e locais em que frequentávamos anteriormente, algumas energias não condizem mais com nosso campo energético e nos repelem. 
Por vezes nos afastando até de alguns familiares que nos fazem mal de alguma forma, que só reclamam, só falam de suas vidas, das notícias da tv e fazem de tudo para nos sugar energeticamente.
Tal reflexão se torna quase um depoimento, mas tenho certeza que muitos buscadores espirituais estão passando por isso agora, é uma fase de separação que está ocorrendo na terra energeticamente falando, semelhante atraindo semelhante. 
Então as amizades começarão a mudar caso não esteja mais em sua frequência vibratória. Desfaça os nós que ainda te prendem ao passado e dê um salto quântico em sua energia, é tempo de mudança, não se culpe.
Se isso esta acontecendo com você é sinal de que você está seguindo o fluxo natural da Nova Era, o ciclo da mudança.

“QUANDO DESENCARNAMOS, ENCONTRAMOS OS ENTES QUERIDOS IMEDIATAMENTE”?


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A alma, ao atravessar o portal do túmulo, geralmente encontra os que lhe foram caros na Terra, bem como aqueles que a guiaram nos roteiros espirituais; no entanto, nem sempre isso acontece, devido a sua posição na escala espiritual. Compete a cada criatura trabalhar no seu aperfeiçoamento enquanto encarnada, aliviando o seu fardo e clareando sua mente para ter a felicidade de encontrar os seus parentes e amigos no limiar do túmulo. Por outro lado, nem sempre os seus parentes estão preparados para assistir a sua desencarnação e dar-lhe assistência. Tudo é relativo, na pauta da vida a que nos submetemos viver, mas, quando os que se foram antes estão bem postos no mundo dos Espíritos e os que desencarnam estão bem em consciência, eis que é uma festa de luz, onde o coração manifesta toda a alegria, com a evolução da própria vida.

o Espírito desprende-se

Procuremos, pois, conhecer a Nosso Senhor Jesus Cristo, por ser Ele o caminho por onde encontramos as maiores alegrias da vida. Ele é a porta por onde nunca erramos as diretrizes que nos levam à paz. Ele é a verdade que sempre nos liberta da ignorância com todos os seus aspectos de infortúnios.

Podemos rever os nossos parentes e amigos que já passaram para o mundo dos Espíritos, sendo que, dos mais elevados, recebemos a ajuda para nos fortalecer, e aos mais infortunados prestamos auxílio, mesmo que eles não nos vejam.

Deus, a Bondade Absoluta, proporciona segurança a todos os Seus filhos. Criou o Senhor o Sol que sustenta a vida na Terra e mesmo em alguns planos do Espírito; no entanto, criou igualmente filtros para abrandarem a luz, de modo que ela não nos causasse danos nas condições de Espíritos ainda necessitados. Toda a natureza carrega consigo defesas que o amor de Deus sustenta, para que a vida vibre com todo o seu fulgor e harmonia.

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No plano do Espírito, as defesas são as mesmas: somente recebemos o que merecemos. A justiça rege o universo, sustentando a paz em todos os ângulos. As criaturas recebem, do amor do Criador, a misericórdia capaz de aliviar todos os que sofrem, dotando-os de esperança rumo ao futuro. A nossa alegria é grandiosa ao atravessarmos o túmulo e encontrarmos do outro lado os nossos entes queridos nos esperando com ansiedade, para nos transmitir as lições sublimes de todas as suas experiências no mundo da verdade. Esse aconchego nos dá mais vida e faz crescer sobremodo a esperança, de sorte que as promessas crescem para o futuro, por reconhecermos que a morte não existe, que somente a vida brilha em todos os sentidos do Universo. A Doutrina dos Espíritos é um coadjuvante desta felicidade. Essa escola muito ajuda a alma na transição da Terra para o mundo dos Espíritos.

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Não percas tempo, meu irmão. Procura melhorar, melhorando-te por dentro, corrigindo faltas e aprimorando ideias, iluminando sentimentos e trabalhando no bem comum, para que, no momento da mudança da Terra para o mundo espiritual, sejas iluminado e possas encontrar todos os companheiros que já regressaram e que estão em condições festejar a tua vitória.

Flores que atraem borboletas e pássaros


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Conheça algumas das espécies que podem atrair belos visitantes para o seu jardim

© Depositphotos.com / bolinaCertas espécies deixam seu jardim mais belo e ainda o deixam repleto de borboletas e pássaros.

Depois de uma temporada de inverno com dias bem gelados, a primavera chega trazendo, além de temperaturas mais confortáveis, um catálogo de flores ricas em aromas e tons diversificados. A estação é marcada também como a época do ano na qual o cultivo de hortas e jardins costuma interessar a um número maior de pessoas – encantadas pela beleza das plantas.

A paisagem composta por galhos secos dá lugar às árvores cheias de vida e frutos de todos os tipos. Na busca incessante pelo néctar, as borboletas se espalham, tornando qualquer ambiente natural um lugar muito mais colorido e charmoso. Os pássaros também se animam com o cenário, cantarolando por todas as partes na procura de comida e novos ninhos para seus filhotes.

Assim como as abelhas, borboletas e pássaros dependem desta fase de florescimento para se alimentar, buscando sempre estar perto de flores e plantas que possam suprir essa necessidade. Pensando nisso, conheça agora algumas das flores que mais chamam a atenção destes bichinhos e atraia borboletas e passarinhos para perto do seu jardim:

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Cambará (Lantana camara)

Caracterizada pela grande variedade de cores (que vai desde o amarelo e branco até chegar ao laranja, rosa e vermelho) e vasta inflorescência, a Cambará combina muito bem com locais iluminados pelo sol, mas também se adapta facilmente a outros climas. A única restrição para seu cultivo é o uso de luvas no manejo (pois pode atacar alergias).

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Verbena (Verbena hybrida)

Também utilizada em receitas de chás, a Verbena é marcada pela beleza de suas cores e um aroma agradável. Vem das sementes o interesse de passarinhos e borboletas. A Verbena pode ser plantada em pequenos espaços, o que facilita seu cultivo em canteiros, jardins e vasos (dentro ou fora de casa).

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Lavanda (Lavandula sp)

Muito conhecida como Alfazema, a Lavanda é uma planta muito comum na medicina alternativa, tendo até em sua coloração (azul ou arroxeada), propriedades curativas. Com o aroma também entre suas principais características, a planta se destaca pela forte resistência ao frio e grande inflorescência durante a primavera.

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Girassol (Helianthus annuus)

Dispensando apresentações, o Girassol é uma flor que encontra na temporada de forte presença do sol (sobretudo no verão) o seu auge. O beija-flor é uma das espécies mais atraídas pelo Girassol, além das próprias borboletas. A Helianthus annuus é considerada uma grande polinizadora – um dos motivos pelo qual chama atenção das espécies.

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Helicônia (Heliconia rostrata)

Por fim, a Helicônia é uma planta muito acostumada a climas tropicais (como o brasileiro, por exemplo) e curto período de inflorescência ao longo do ano. Mais encontrada, principalmente, durante o verão, a espécie se caracteriza pela exibição de cores vibrantes no auge da temporada, indo do amarelo ao vermelho.

Por que China e Rússia compram tanto ouro?


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china-compra-ouroSaiba por que China e Rússia compram tanto ouro

Não só Vladimir Putin fez da Rússia o maior produtor mundial de petróleo, ele também fez de seu país o maior comprador de ouro do planeta. Seu banco central adicionou aos estoques mais 570 toneladas do metal OURO na última década, mais de um quarto da vice-campeão em compras, a China, de acordo com dados do FMI compilados pela Bloomberg. O peso do ouro acrescentado aos cofres russos também é quase o triplo do peso da Estátua da Liberdade.

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Como o ouro nas reservas oficiais protege Pequim e Moscou contra a dominância do dólar. Saiba por que China e Rússia compram tanto ouro.

Fonte: https://br.sputniknews.com

A China e a Rússia, primeiro e terceiro produtores mundiais, estão igualando os países ocidentais nos estoques de metais preciosos em suas reservas oficiais. O que isto pode significar e por que os países gastam seus lucros para comprar ouro? P

equim e Moscou estão acumulando estoques de ouro por uma variedade de razões. Uma delas é que suas economias nacionais dependem historicamente das cotações do dólar norte-americano.

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Esta dependência se revela mais aguda em tempos de crises econômicas ou em casos de inflação cambial. Vale a pena assinalar que o dólar se tem desvalorizado em 30% no prazo dos últimos 15 anos, e perdeu até 97% do seu poder de compra durante o século, o que torna a moeda norte-americana não tão atraente como parece à primeira vista.

A China e a Rússia parecem estar seguindo uma campanha estratégica para contrariar o peso do dólar em suas reservas. No ano passado, a China divulgou uma informação sobre suas reservas de ouro, revelando o volume de 1.658 toneladas, em junho de 2015, contra o montante anteriormente relatado de 1.054 toneladas.

De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que registra os volumes de ouro de todos os países em cada mês, a China estava comprando quantidades mensais de cerca de 11 toneladas de janeiro a abril de 2016, mas parou de o fazer para as suas reservas em Maio.

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Em comparação com a China, a Rússia tem registrado maiores volumes de compras mensais de ouro entre janeiro e junho de 2016, de 14 toneladas por mês, de acordo com os últimos dados do FMI.

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No entanto, tendo 300 toneladas em suas reservas ouro a menos do que a China, a Rússia ainda precisa continuar suas compras de ouro por seis anos para igualar os montantes de ouro da França e Itália.

093ad-0-pirazul-movelSaiba MUITO mais em: 

Físicos chocam o mundo ao afirmarem que: “nossa consciência afeta o mundo físico”


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Década após década, vários cientistas têm considerado os fatores associados à consciência (percepção, sentimentos, emoções, atenção mental, intenção etc.) como parte fundamental da ciência – que não se pode compreender plenamente ciência, física, especialmente quantum, sem incluir o estudo da consciência.
nossos pensamentos afetam o mundo físico
 
“Eu considero a consciência como fundamental. Eu considero a matéria como um produto derivado de consciência. Não podemos ficar atrás da consciência. Tudo o que falamos, tudo o que nós consideramos como existente, postula a consciência.” -Max Planck, físico teórico que originou a teoria quântica, que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Física em 1918.
Além disso, décadas de pesquisa e experimentos dentro do reino da parapsicologia, têm mostrado resultados bizarros, inexplicáveis, mas repetidamente observáveis, indicando a grande importância da consciência que nós não costumamos considerar, especialmente quando se trata de ciência.
É algo que é comumente esquecido, mas talvez nós devemos prestar mais atenção a isso. Como pensamos, o que nós pensamos, como nós percebemos, e no que acreditamos, parece ter um grande impacto sobre o tipo de existência que criamos para nós mesmos como uma raça, que influencia o tipo de experiência humana que promulga. Isso torna ainda mais importante para nós, e o que nos perguntar, tanto a nível individual e colectivo : quem somos? Por que pensamos o que pensamos? Por que fazemos o que fazemos?
“Não foi possível formular as leis da mecânica quântica de uma forma plenamente coerente sem referência a consciência.” Eugene Wigner, físico teórico e matemático. Ele recebeu uma parte do Prêmio Nobel de Física em 1963. Uma questão que tem confundido os cientistas quando se trata da matéria é : pode a consciência (intenção humana direta) alterar diretamente o mundo físico que vemos ao nosso redor? Pode a mente, literalmente, influenciar? Qual é a relação entre mente e matéria e o que isso significa sobre a verdadeira natureza da nossa realidade? De onde é que vem esta questão?
É um conceito que os cientistas e filósofos ao longo da história têm pensado. “O conceito de que a mente é primária sobre a matéria e está profundamente enraizada em filosofias orientais e crenças antigas sobre magia.” – Dr. Dean Radin deixou uma grande citação “A conclusão fundamental da nova física também reconhece que o observador cria a realidade”. Como observadores, estamos pessoalmente envolvido com a criação da nossa própria realidade. Os físicos estão sendo forçados a admitir que o universo é uma construção “mental”.
 
 
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nossos pensamentos afetam o mundo físico
O físico pioneiro Sir James Jeans escreveu: “O fluxo de conhecimento está caminhando em direção a uma realidade não-mecânica; o universo começa a se parecer mais com um grande pensamento do que como uma grande máquina. A mente já não parece ser um intruso acidental no reino da matéria, devemos saudá-la, em vez como o criador e governador do reino da matéria. Superar isso e aceitar a conclusão é indiscutível. ”O universo é imaterial-mental e espiritual ‘”- RC Henry,Professor de Física e Astronomia da Universidade Johns Hopkins,” O Universo Mental. “; Nature 436: 29,2005)
A citação acima está se referindo ao fato de que, na física, a verdade “inevitável” que o ato de observação muda a natureza de um sistema físico e pode significar que a consciência (ou fatores associados à consciência) pode ter um efeito ou realizar alguma grande importância quando se trata do que chamamos ‘mundo físico’. Uma revelação potencial desta experiência é, mais uma vez, que “o observador cria a realidade.” Um artigo publicado na revista científica Física Ensaios de Dean Radin, PhD, explica como este (o experimento de fenda dupla) tem sido utilizado várias vezes para explorar o papel da consciência para moldar a natureza da realidade física. O estudo constatou que os fatores associados com a consciência “significativamente” foram correlacionadas de um modo, previstas com perturbações, no padrão de interferência dupla fenda. Não há literalmente uma riqueza de análise científica e experimentação. A verdade é, há mais de 60 anos de experiências e pesquisas disponíveis quando se trata de cientistas que examinaram a conexão mente-matéria.
É 2015, e a ciência, agora mais do que nunca, está começando a aceitar esse tipo de conceito e começa a explorá-los de forma mais aberta. Ao longo da história, os nossos sistemas de crenças, têm nos impedido de explorar conceitos de nossa realidade que contrastavam os sistemas de crenças aceitos na época. Galileu é um grande exemplo, seu trabalho foi banido e proibido por mais de 200 anos; ele foi condenado e colocado sob prisão domiciliar..
 
Estas experiências têm produzido evidências convincentes e consistentes, que a intenção mental está associada com o comportamento desses sistemas físicos.”– Dean Radin
Estas experiências, geralmente rotuladas sob o domínio de estudos parapsicologia (ISP), cientistas mostraram que eles têm sido capazes de observar esse fenômeno repetidamente em um ambiente de laboratório, mas ainda estão longe da compreensão humana. Há algo acontecendo, independentemente de saber se podemos explicá-lo ou não. A evidência é tão clara que “os céticos informados estão reconhecendo que algo interessante está acontecendo.” – Dr. Dean Radin
“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.” Albert Einstein
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Matéria e antimatéria podem ser criadas com laser


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Primeira simulação quântica de um evento quântico real

Matéria e antimatéria podem ser criadas com laser

O pulso de laser se propaga ao longo do eixo X, enquanto a superfície da folha metálica fica na perpendicular.[Imagem: Kostyukov/Nerush/IAP RAS]

Faça-se a matéria

A interação entre a luz e a matéria está na base de inúmeras tecnologias, das células solares àplasmônica e à spintrônica, sem falar de todas aquelas que levam o termo “quântico” no nome, como a computação quântica.

Mas quando a luz atinge intensidades muito elevadas, sobretudo na forma de lasers de alta potência, as coisas começam a ficar deveras interessantes – para dizer o mínimo.

Igor Kostyukov e Evgeny Nerush, da Academia Russa de Ciências, acabam de publicar um artigo explicando como produzir elétrons e pósitrons a partir de interações laser-matéria em intensidades ultrafortes.

Em outras palavras, eles calcularam como fazer para criar matéria e antimatéria usando lasers.

Não parece de todo estranho para quem está acostumado com acriação de matéria a partir do vácuo quântico, mas agora os dois físicos não estão falando apenas de fótons, mas de elétrons e pósitrons, as antipartículas dos elétrons.

Produção de matéria e antimatéria do “nada”

O conceito fundamental por trás desses experimentos aparentemente bizarros é fornecido por uma área da física conhecida como eletrodinâmica quântica, que explica como um forte campo elétrico pode fazer o vácuo quântico “ferver” – como o vácuo quântico é tudo, menos vazio, as partículas virtuais que existem nele saltam para a “realidade”, onde podem ser capturadas.

“O campo [elétrico] pode converter esses tipos de partículas de um estado virtual, no qual as partículas não são diretamente observáveis, para um estado real,” explicou Kostyukov.

A coisa deverá funcionar da seguinte forma: o forte campo elétrico injetado pelo laser causará grandes perdas de radiação pelos elétrons de uma placa metálica que servirá como alvo porque uma quantidade significativa da sua energia será convertida em raios gama – fótons de alta energia, que são as partículas que formam a luz. Os fótons de alta energia produzidos nesse processo vão interagir com o campo do laser e criar pares de elétrons e pósitrons.

Como resultado, emerge um novo estado da matéria: partículas fortemente interativas, campos ópticos e radiação gama, uma mistura cuja dinâmica é regida pela interação entre fenômenos da física clássica e processos quânticos.

Matéria e antimatéria podem ser criadas com laser

Distribuição dos elétrons (verde) e dos pósitrons (vermelho) produzidos pela cascata eletrodinâmica quântica. [Imagem: Kostyukov/Nerush/IAP RAS]

Cascata quântica

Embora vários experimentos de laboratório já tenham comprovado que ageração de luz e matéria a partir do vácuo funciona de fato, a nova teoria – que ainda não está completa – depende de um fenômeno diferente, conhecido como “cascata eletrodinâmica quântica”, uma espécie de reação autossustentada. Além de não ser totalmente compreendido, esse fenômeno ainda depende do desenvolvimento de equipamentos que possam permitir sua observação em laboratório.

Os dois físicos salientam que elucidaram a fase inicial do fenômeno, quando os pares elétron-pósitron produzidos não interferem significativamente com a interação entre o laser e a folha metálica.

“Agora, nós estamos explorando o estágio não-linear, quando o plasma autogerado de elétrons-pósitrons modifica a interação. E nós vamos tentar expandir nossos resultados para configurações mais gerais das interações laser-matéria e outros regimes de interação, levando em consideração uma faixa de parâmetros mais ampla,” disse Kostyukov.

Segundo ele, quando esses experimentos puderem ser realizados, o fenômeno da geração de matéria e antimatéria pelo laser poderá ser importante não apenas em pesquisas fundamentais de física e na bem-vinda produção de antimatéria, mas também em fontes de plasma e feixes de fótons e pósitrons que deverão superar muito a intensidade dos atuais aceleradores.

Bibliografia:

Production and dynamics of positrons in ultrahigh intensity laser-foil interactions
Igor Yu. Kostyukov, Evgeny N. Nerush
Physics of Plasmas
Vol.: 23, 093119
DOI: 10.1063/1.4962567

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Precisa descansar?


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 SOLIDÃO pode ser a solução

eagle-aguiaFicar sozinho pode ser a melhor solução para se descansar, diz pesquisa

É comum ouvir pessoas reclamarem de cansaço no dia a dia. Mas de quanto tempo de descanso, em média, uma pessoa precisa por dia? Quem tem mais tempo para descansar? E quais são as atividades mais relaxantes para amenizar um dia cansativo? Os resultados da maior pesquisa recente já feita sobre o assunto indicam que, para se sentirem plenamente descansadas, boa parte das pessoas precisam estar SOZINHAS.

Ficar sozinho pode ser uma forma eficiente de descansar plenamente?

O “Teste do Descanso” foi uma pesquisa realizada pela BBC e o Hubbub, um coletivo internacional de pesquisadores vinculados à Durham University, na Inglaterra, com o objetivo de desvendar o que significa “descansar” para pessoas de diferentes partes do mundo.

Ao todo, 18 mil pessoas de 134 países diferentes responderam à pesquisa, lançada em novembro do ano passado com o objetivo de entender como as pessoas gostam de descansar e se existe alguma relação entre descanso e bem-estar.

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O ato de “descansar” está longe de ter uma definição única e direta. O verbo se aplica apenas para o corpo ou também para a mente? Na verdade, depende. Para alguns, a mente não pode descansar enquanto o corpo não estiver descansando. Para outros, acontece o oposto. A mente só consegue descansar após “cansar” o corpo, como por exemplo em intensas atividades físicas – 16% das pessoas disseram que “descansam” com exercício físico.

Cerca de dois terços dos que responderam à pesquisa disseram que gostariam de ter mais tempo para descansar. Quase um terço afirmou que precisa de mais tempo de descanso do que a média das pessoas – e 10% responderam que precisariam de menos tempo do que a média.

Uma das questões do teste perguntava quanto tempo as pessoas haviam descansado no dia anterior, deixando-as livres para responder da maneira que quisessem. A média foi de três horas e seis minutos. Outra parte do teste dava às pessoas uma longa lista de atividades, perguntando quais delas seriam as três mais “relaxantes” – o resultado foi, de certa forma, inesperado.

“Ler” foi a vencedora, seguida de “estar em um ambiente cheio de natureza”, “estar sozinho”, “ouvir música”, e “fazer nada”. O que chama a atenção é que todas essas atividades, na maioria das vezes, são feitas em situações em que estamossozinhos. Isso poderia significar que para conseguir descansar é bom ficar longe das outras pessoas?

Encontrar amigos e familiares, conversar ou beber socialmente foram atividades que ficaram bem mais abaixo no ranking das “melhores OPÇÕES para se descansar”. Isso não significa qe as pessoas que responderam ao teste não são sociáveis ou não gostam de estar com os outros, mas apenas que não veem isso necessariamente como uma forma efetiva de descanso.

É interessante notar também que isso se aplica tanto no caso de pessoas extrovertidas – que muitas vezes são definidas como pessoas que recarregam suas energias quando estão cercadas por muita gente -, quanto de introvertidas. No ranking das pessoas extrovertidas, essas atividades sociais até apareceram mais para cima, mas ainda bem abaixo das atividades consideradas “solitárias”.

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É SOMENTE “SOZINHO E NU“ QUE ATINGIMOS A “META”

Nós precisamos lembrar, claro, que escolher estar sozinho é diferente de solidão forçada. O motivo pelo qual as pessoas preferem estar sozinhas pode ser explicado pela resposta que elas deram quando perguntadas sobre o que vem à mente quando estão fazendo atividades diferentes.

“As pessoas disseram que, quando estão sozinhas, em geral elas focam mais naquilo que estão sentindo, no seu próprio corpo e nas próprias emoções e sentimentos”, afirmou Ben Alderson-Day, um psicólogo da Durham University, que foi co-autor da pesquisa.

A ideia de que quando as pessoas estão sozinhas, elas estão mentalmente conversando consigo mesmas é verdadeira apenas em parte, ao que parece. “As pessoas disseram que só estavam conversando com elas mesmas por 30% do tempo”, disse Alderson-Day. “Há um indício de que quando você está sozinho, além de se desligar das outras pessoas, você tem a chance de se desligar do seu próprio monólogo interno também.”

Mas só porque nós estamos sozinhos fazendo algo, não significa que nosso cérebro está descansando. Neurocientistas costumavam pensar que o cérebro ficava menos ativo quando as pessoas paravam de se concentrar em uma tarefa específica. Mas estudos mais recentes do século 20 feitos com escaneamento do cérebro trouxeram algumas descobertas curiosas sobre isso – e comprovaram que, na verdade, os neurocientistas do passado estavam errados.

Quando estamos descansando, supostamente fazendo nada, nossa mente tem a tendência de passear pelos pensamentos e nosso cérebro acaba ficando mais “ocupado” do que quando está concentrado em uma só tarefa. Hoje em dia, é comum ouvir as pessoas reclamarem que é difícil descansar. Mas e se não tivermos tempo suficiente para essas atividades “relaxantes”? Isso faz diferença? Possivelmente.

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No Teste do Descanso, pessoas que tinham menos horas de descanso no dia anterior tiveram uma pontuação menor na escala de bem-estar. Na verdade, pessoas que não sentem necessidade de mais horas de descanso tiveram o dobro da pontuação de bem-estar se comparadas àquelas que afirmaram sentir falta de mais tempo para descansar. Isso sugere que a percepção do descanso importa. Em geral, se nós não nos sentimos “descansados”, o nosso bem-estar despenca.

Pessoas com a mais alta pontuação no quesito bem-estar haviam descansado em média cinco ou seis horas no dia anterior. Mas para as que tinham tido mais tempo de descanso do que isso, o nível do bem-estar começava a cair levemente. Será que isso significaria que um descanso “forçado” – se você está desempregado ou talvez doente – não tem o mesmo impacto no bem-estar das pessoas? Talvez cinco ou seis horas seria o tempo ideal de descanso para qualquer um.

Esse levantamento só pode nos dar impressões instantâneas e pontuais no tempo. Não dá para ter certeza de que o descanso ou a falta dele teve qualquer impacto nos níveis de bem-estar. Seria possível, ao contrário, dizer que altos níveis de bem-estar poderiam fazer com que as pessoas se sentissem “descansadas”?

Independente de qualquer coisa, a relação entre descanso e bem-estar é impressionante. Foi notável perceber que, quando questionados sobre que palavras associariam das com descanso, quase 9% das pessoas escolheram “culpado” ou até “estresse induzido”. Ou seja, sim, descansar faz algumas pessoas se preocuparem com o que estão deixando de fazer.

Felicity Callard, da Durham University, e diretora do Hubbub, afirma: “Nós realmente precisamos transformar esse conceito de que, quando você descansa mais, você se torna preguiçoso. O fato de que as pessoas que descansam mais parecem ter um nível de bem-estar mais alto do que as outras é uma prova da necessidade do descanso”.

Mas, afinal, quem consegue ter mais tempo de descanso? Baseado na quantidade de horas que as pessoas disseram ter descansado nas 24 h anteriores, o grupo que menos havia descansado era, em média, composto de pessoas jovens, que tinham empregos tradicionais, às vezes com trabalho em períodos noturnos. Eles também tendiam a ter renda mais alta.

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Os ZUMBIS do mundo tecnológico e das redes “sociais” jamais conseguirão “ESTAR” SOZINHOS….

Enquanto o grupo mais “descansado” em geral era mais velho, com renda mais baixa, sem emprego ou trabalhando em dois turnos diários separados – quando as pessoas trabalham um certo número de horas, depois têm tempo livre e depois voltam a trabalhar bem mais tarde naquele dia.

Homens estavam mais propensos a dizer que têm menos tempo de descanso do que uma pessoa normal em média – mas, na realidade, seus relatos mostravam que eles tinham tido, em média, 10 minutos a mais de descanso do que as mulheres no dia anterior. De novo, diferentes percepções de descanso podem confundir. Estar ocupado se tornou um símbolo de status na sociedade atual. Estar ocupado significa “ser requisitado”, ou seja, valorizado.

Quando as pessoas nos perguntam como estamos e nós respondemos que estamos “ocupados, muito ocupados”, quanto da nossa resposta tem realmente a ver com nosso status naquele momento? Será que as pessoas com renda mais alta tendem a querer dizer que estão “ocupadas”? Ou será que eles têm empregos onde as novas tecnologias não os permitem “desligar”?

A resposta para outra pergunta do teste pode trazer uma luz a esta questão. As pessoas tiveram de responder até onde elas acreditam que descansar é o oposto de trabalhar. A maioria das pessoas que tinham um emprego fixo responderam que sim. Mas as pessoas que eram autônomas ou voluntárias tiveram uma tendência contrária e disseram que não. Será que ter o controle sobre seu trabalho afeta a forma sobre como o vê? O trabalho poderia ser visto como “descanso” se você realmente gosta do que faz?

Uma análise completa das respostas será publicada até o próximo ano. Já está claro que ela trará lições para os médicos. Callard pontua que, quando eles prescrevem “descanso”, nem todo paciente irá entender essa palavra/recomendação da mesma forma.

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“Existe uma necessidade clínica de ser mais explícito sobre o que você está prescrevendo quando recomenda descanso. Mas você precisa saber o que esse indivíduo, em particular, considera como ‘descansar’. Apenas dizer a uma pessoa para não fazer nada pode provocar mais ansiedade do que relaxamento em si.”

Muita gente, aparentemente, gostaria de ter mais tempo para descansar, mas talvez esse desejo nem seja com relação ao total de horas descansando ou trabalhando – mas sim com relação ao ritmo de trabalho e de descanso, com ou sem as pessoas.

Para nos sentirmos plenamente descansados, nós precisamos de um tempo sozinhos sem medo de sermos interrompidos para podermos ficar a sós com nossos pensamentos? Pelo que indica o Teste do Descanso, é bem possível que sim. Se antes, dormir era sinônimo de descansar, hoje a percepção é de que o sono é uma “resposta insuficiente” para as dificuldades (EVOLUÇÃO) da vida.

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