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Como o aquecimento global VAI mudar o mapa do mundo


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nivel-mar-aumenta-ocean-level-risesComo o aquecimento global pode mudar o mapa, inundar e SUBMERGIR 14 grandes (capitais) cidades do Brasil

No pior cenário, que surge em decorrência do completo derretimento das camadas de gelo de Antártida e Groenlândia elevaria as águas dos oceanos em mais 60 metros. Os continentes mais afetados seriam a Ásia e a Europa. Países como a Holanda, Bangladesh e várias capitais (14) brasileiras sumiriam do mapa, submergindo completamente.

O derretimento completo das calotas de gelo da Antártica e da Groenlândia elevariam o nível das águas oceânicas em mais 60 metros

Autoria Johan von Mirbach (pv) –  http://dw.com/p/1GYBu

De acordo com um estudo recém-publicado pelo Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático, a temperatura global pode subir em média 12 graus Celsius caso todos os recursos de combustíveis fósseis sejam esgotados na Terra. Isso resultaria no derretimento completo das camadas de gelo que cobrem a Antártida e a Groenlândia.

Embora o aumento de temperatura não deva acontecer repentinamente, a manutenção do atual comportamento da sociedade pode mudar a face da Terra, afirma Ricarda Winkelmann, principal autora do estudo alemão.

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Fotos de satélite do degelo da Groenlândia, que em apenas 20 anos perdeu sua cobertura de gelo no verão de 2012.

Segundo o estudo, caso todos os recursos disponíveis de combustíveis fósseis sejam queimados, a camada de gelo da Antártida entrará em colapso. Consequentemente, o nível do mar subiria três centímetros por ano. O ápice – depois de vários milhares de anos – seria de 58 metros, que corresponde à quantidade de todo o gelo derretido. Europa e Ásia seriam as regiões mais afetadas.

No norte da Europa, a Holanda seria completamente engolida pelo mar. As cidades alemãs de Hamburgo e Berlim estariam completamente submersas. E a costa alemã se moveria para aproximadamente 400 quilômetros ao sul. A Dinamarca ficaria reduzida a um minúsculo país insular. Veneza estaria submersa – apesar de todas as barragens para impedir inundações.

“Se quisermos que futuras gerações passeiem em cidades como Tóquio, Hong Kong, Xangai, Rio de Janeiro, Hamburgo ou Nova York, precisamos evitar o derretimento na Antártida Oriental”, diz Andres Levermann, coautor do estudo do Instituto de Potsdam, acrescentando que isso só poderia ser feito parando as emissões de gases do efeito estufa.

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Mapa mostra, em azul, as áreas que seriam alagadas na Europa e no Oriente Médio: Holanda sumiria

A Ásia seria o continente mais atingido. Todo o país de Bangladesh, que conta com uma população de 180 milhões de habitantes, ficaria submerso. Além disso, as cidades de Cingapura, Hong Kong, Xangai e Pequim não existiriam mais.

Se o aquecimento global pudesse ser contido em 2 graus Celsius, o nível do mar subiria cerca de um metro – o que ainda seria aceitável, segundo os autores do estudo. Mas mesmo assim, pequenos Estados insulares com as Ilhas Maldivas e Tuvalu desapareceriam da face da Terra.

Brasil teria 14 capitais submersas

No site geology.com é possível verificar os efeitos da subida do nível do mar em todas as regiões do globo terrestre. No Brasil, por exemplo, capitais como Porto Alegre, Florianópolis, Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Aracaju, Maceió, João Pessoa, Natal, Fortaleza, São Luís, Belém, Macapá e Manaus ficariam completa ou parcialmente submersas. As maiores invasões de água aconteceriam na Bacia Amazônia e na Bacia Platina, incluindo todo o atual litoral gaúcho.

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Com o nível das águas subindo 60 metros o Brasil perde 14 capitais de estado que serão submersas pela elevação dos oceanos e a bacia amazônica é completamente inundada…

Em dezembro de 2015, representantes de 194 países se reuniram numa conferência das Nações Unidas sobre o clima, em Paris. Eles esperam chegar a um acordo sobre um novo tratado global para proteger o meio ambiente. Porém, promessas climáticas nacionais apresentadas até aqui não são suficientes para impedir o aumento de 2 graus Celsius.

Independentemente do que for acordado em Paris, todos os habitantes terrestres vão sentir os primeiros efeitos da mudança do clima ainda nesta geração – seja por aumento de temperaturas ou por tempestades mais pesadas. Para as gerações futuras, no entanto, as consequências podem ser piores.

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Até agora, a Antártida tem contribuído com menos de 10% para os níveis crescentes do mar. Mas se as temperaturas continuarem aumentando, a camada de gelo no Polo Sul entraria em colapso. Isso transcorreria lentamente – demoraria alguns milhares de anos para o derretimento completo acontecer. Postado em Setembro 2015.

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Carro elétrico prepara uma ultrapassagem


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Os veículos movidos à eletricidade preparam um salto no mercado de automóveis.

Os veículos elétricos conquistam um espaço maior, a cada Salão do Automóvel de Genebra: atualmente quase todas as montadoras apresentam um modelo.

Para Marco Piffaretti, um dos pioneiros dessa tecnologia, dentro de 20 anos, metade da frota de carros será elétrica. Aos 22 anos de idade, ele fundou a Protoscar, uma empresa de engenharia que desenvolve soluções técnicas e de design no campo da mobilidade ecológica. 

O carro elétrico é muito interessante para os grandes centros urbanos e a problemática da geração do CO2, mas a indústria ainda não entendeu completamente que ele é seu próprio futuro.

Por Armando Mombelli – Fonte: http://www.swissinfo.ch/

Já faz 30 anos que Marco Piffaretti tenta colocar “o sol no motor”.  Aos 22 anos de idade, ele fundou a Protoscar, uma empresa de engenharia que desenvolve soluções técnicas e de design no campo da mobilidade ecológica. Entre 2009 e 2011, a empresa do Ticino (sul da Suíça) apresentou três modelos, o Lampo, um carro esportivo elétrico, capaz de acelerar de 0 a 100km/h em 4,5 segundos. Mais detalhes na entrevista a seguir.

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Clique na imagem para ampliar.

Fala-se de carro elétrico já faz tempo. Por que as montadoras começaram a produzi-los apenas alguns anos atrás?

Marco Piffaretti: O grande salto no avanço do uso da eletricidade ocorreu em 2009, quando os carros começaram a usar a bateria de lítio, que já era usada nos computadores e nos telefones celulares. Esta nova solução técnica permitiu um desempenho duas ou três vezes superior às tecnologias anteriores.

O motor elétrico também foi potencializado e tornou-se mais leve e eficiente. Mas a grande aceleração veio mesmo através da bateria de lítio. Ela garante uma autonomia de 100 a 400 km, dependendo do modelo.

Hoje,  graças a estes progressos, um carro elétrico oferece um desempenho bem melhor do que um automóvel com o motor a combustão.  Os veículos elétricos consomem, em média, um quarto da energia usada pelos modelos a gasolina ou diesel.

Qual é o motivo deste rendimento melhor?

MF: O motor a combustão, que usamos faz uns cem anos, é um sistema pouco eficiente. Ele provoca muito desperdício de calor;  o gás da descarga pode chegar aos 900 graus centígrados. O carro a combustão é uma estufa sobre quatro rodas. Para evitar que o motor entre em fusão, este calor é expelido através de um sistema de resfriamento. Na prática, apenas um quarto da energia do combustível é usada para funcionar o carro. O resto vai embora na forma de calor.

O motor elétrico, ao contrário, chega aos cem graus, no máximo. Quase toda a energia serve para fazer funcionar o carro. Além disso, quando se freia, o carro elétrico recupera energia. O motor funciona como um dínamo e contribui para realimentar a bateria.

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As três versões do Lampo, protótipos de carros elétricos idealizados por Marco Piffaretti para mostrar o potencial dos veículos elétricos. (protoscar.com)

E quais são as desvantagens?

MF: A única e grande desvantagem é o preço de compra, ainda 30 a 40% acima do carro a combustão. A diferença é por causa da bateria. Ela representa 30% do custo final. Esse preço não está sujeito apenas aos materiais mas à qualidade do produto que deve suportar vibrações e grandes mudanças de temperaturas por uma dezena de anos. A tração elétrica permite a economia de muito dinheiro em termos de manutenção. Mas, no momento da compra, é como se o consumidor gastasse o equivalente a 20.000 litros de gasolina…

O senhor criou o Lampo, um carro elétrico, com desempenho equivalente ao de um Ferrari ou de um Lamborghini. Por que motivo desenvolveu um protótipo com estas características?

MF: Em 2009, quando apresentamos o primeiro Lampo no Salão de Genebra, o carro elétrico era visto principalmente como um meio adequado à mobilidade urbana, para amenizar os problemas da poluição e dos barulhos noturnos. Com o Lampo quisemos demonstrar que era uma solução para todos os tipos de veículos, dos caminhões ao carro esportivo. Tendo em conta o preço da bateria, atualmente, é mais fácil equilibrar os custos se o carro roda muitos quilômetros. Do ponto de vista financeiro, o carro elétrico é mais indicado para quem o utiliza o tempo todo e menos para quem circula pouco, como ocorre no setor do luxo. Isto explica, em parte, o sucesso da estratégia seguida pela Tesla.

http://charts.swissinfo.ch/hqbFm/1/

O Lampo nos serve, além de tudo, como laboratório para experimentar as tecnologias que propomos aos nossos clientes. Por exemplo, o sistema de carga rápida da bateria que permite a aquisição de energia para 100 quilômetros em apenas sete minutos de “abastecimento”. Além da recarga inteligente, levando em conta a disponibilidade da energia fotovoltaica e das cargas da rede.

Segundo estudos, em 2035, metade dos automóveis em circulação será movida a eletricidade. Esta meta é viável diante do alto custo do carro?

MF: Sim, existe uma vontade crescente, mesmo da parte dos políticos, de promoção da mobilidade sustentável. A União Europeia, por exemplo, emitiu uma norma que obriga as montadoras a reduzirem, em muito, as emissões de CO2 (menos de 95g/km, até 2021). Além disso, muitos países estão introduzindo novos incentivos. Na França, o governo decidiu impor uma taxa sobre o diesel que a ser redistribuída sob a forma de prêmio de 10 mil euros a quem comprar um carro elétrico. Na Noruega, os carros mais vendidos já são os elétricos. Em meio a esta grande transformação, alguns países irão atingir o objetivo antes de 2035.

E na Suíça?

MF: Até agora, infelizmente, não existe uma verdadeira política de incentivo a favor da mobilidade elétrica. A Confederação suíça introduziu o programa “Minienergia” para promover a economia de energia nos prédios residenciais. Mas não existe nada de equivalente para os carros que provocam também grandes emissões de CO2.

A sensível queda do preço do petróleo não ameaça frear a mobilidade elétrica?

MF: Pode ser um freio temporário mas não vai poder evitar a chegada da eletromobilidade.  A concepção e o desenvolvimento de um carro consome entre 5 e 10 anos e neste período o preço do petróleo certamente vai voltar a subir.

Para poder decolar, a mobilidade elétrica vai precisar de uma nova infraestrutura, de uma vasta rede de abastecimento. Qual é a situação atual?

MF: Até agora, os Estados Unidos lançaram algumas iniciativas para a promoção do desenvolvimento dos carros elétricos. Mas a disposição para as redes de apoio, a infraestrutura, ainda não aconteceu. Entretanto, existem sempre mais cidades e regiões que começam a se questionar sobre este novo desafio:  por exemplo, quantas colunas de reabastecimento serão necessárias nos próximos anos e quais escolhas técnicas deverão ser feitas.

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Um carro elétrico sendo “abastecido”.

Entre as atividades principais da nossa empresa esta a realização de estudos que demonstrem as exigências futuras da infraestrutura de abastecimento para os carros elétricos e híbridos para as cidades e regiões do país. Desenvolvemos alguns planos urbanísticos para as cidades de Stuttgart e Zurique, assim como para os cantões de Ticino e Genebra, e contamos poder elaborar outros projetos até mesmo fora da Suíça.

Marco Piffaretti: Nascido em 1965, em Bellinzona, Marco Piffaretti estudou design de automóveis na Escola de Arte Aplicada de Turim e na Art Center College of Design di La Tour de Peilz, no Cantão Vaud. Ele começou a se apaixonar pela mobilidade sustentável em 1986. Ainda era um estudante quando participou do Tour do Sol, a primeira corrida mundial para carros movidos com a energia fotovoltáica, organizada na Suíça.

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Marco Piffaretti

Em 1987, fundou a Protoscar, uma empresa de engenharia e design, com sede em Rovio, no Cantão Ticino, especializada no desenvolvimento de carros a propulsão alternativa e de veículos ecológicos.

Entre 1994 e 2001, foi diretor do programa VEL1, em Mendrisio, um projeto promovido pela Confederação suíça para introduzir 400 carros elétricos num município de dez mil habitantes. Desde 2012 é o diretor de Infovel, o centro de competência para a mobilidade sustentável do Cantão Ticino, na Suíça.

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ProtonMail é seguro contra a espionagem da NSA dos EUA


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ProtonMail-logo

ProtonMail: Único Sistema de E-mail seguro e que a N.S.A. (National Security Agency – Agência Nacional de Segurança, dos EUA) não tem possibilidade de acessar:

Quando a notícia da vigilância da NSA nas comunicações eletrônicas quebrou as manchetes no ano passado, enviou ondas de choque através do CERN, o laboratório de física de partículas na Suíça. …

O Único Sistema de E-mail que a N.S.A. (National Security Agency – Agência Nacional de Segurança, dos EUA) não tem possibilidade de acessar 

Hollie Slade – Forbes Staff  – Fonte: http://www.forbes.com

A partir de então Andy Yen, um estudante de PhD, enviou para os jovens no  grupo Facebook CERN uma mensagem simples:   “Eu estou muito preocupado com a questão da privacidade na internet, e eu queria saber o que eu poderia fazer sobre isso” 

Houve uma resposta em massa, e dos 40 membros ativos na discussão aberta sobre a segurança na Internet, seis começaram a se reunir na casa Restaurante Número 1 do CERN, reunindo seu profundo conhecimento da computação e física para fundar o ProtonMail , um sistema de e-mail semelhante ao gmail do Google que usa criptografia end-to-end, o que torna impossível para as partes externas para monitorar e interceptar as mensagens.

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Os co-fundadores do ProtonMail, a partir da esquerda para a direita, Jason Stockman, Wei Sun e Andy Yen.

Os E-mails criptografados realmente surgiram em torno da década dos anos de 1980, mas eles são extremamente difíceis de se usar. Quando Edward Snowden pediu a um repórter (Green Grenwald) que usasse um sistema de E-mail criptografado end-to-end para compartilhar detalhes do programa de vigilância da NSA o repórter não conseguiu que o sistema funcione, diz Yen. 

“Nós criptografamos os dados no navegador antes de eles entrarem para o servidor”, explica ele. “No momento em que os dados vêm para o servidor eles já estão criptografados, por isso, se alguém vem até nós e diz que gostaria de ler os e-mails de alguma pessoa, tudo o que podemos dizer é que só temos os dados criptografados, mas lamentamos que não temos a chave da criptografia e não podemos dar-lhe essa chave da criptografia”.

“Nós basicamente separamos a mensagem que é criptografada para além da tecla -. Toda a criptografia acontece em seu computador, em vez de em nossos servidores, por isso não há como de se ver a mensagem original”

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Isto é diferente de todos os outros sistemas, diz Yen. Embora o Gmail do Google tenha implementado alguma criptografia, eles ainda têm a mensagem criptografada e a chave para decifrar as mensagens. 

Enquanto metade da equipe está agora no MIT, alguns ainda estão na Suíça, onde os servidores do ProtonMail estão alojados para proteção extra. “Uma das principais coisas que queremos fazer é controlar nossos servidores e garantir que todos os servidores estejam situados na Suíça, o que irá aumentar a privacidade, porque a Suíça não faz coisas como aproveitar servidores ou gravar conversas de fita”, diz Yen. Isso ajudará a evitar uma situação em que o governo dos EUA poderia desligá-los à força, diz Yen, semelhante ao que aconteceu com o sistema Lavabit no ano passado.

Yen recusou empresas de capital de risco que procuraram investir capital noProtonMail. “A razão pela qual temos que ser cautelosos é porque se tomarmos o nosso dinheiro de algo como, GOOGLE 0,02% Ventures, lá se vai a nossa credibilidade. Por estar neste mercado temos de nos financiar “, diz ele, acrescentando que eles estão considerando fazer uma rodada de crowdfunding no próximo mês.

O Modelo de receita do ProtonMail é semelhante a algo como Dropbox – cobrando apenas para o armazenamento extra.

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Co-fundador Jason Stockman dando uma palestra informal no MIT

“Uma de nossas motivações foi os direitos humanos”, diz Yen. “Ter privacidade é muito importante do ponto de vista da liberdade de expressão”.

As contas pagas terão custo de US$ 5/mês e irá fornecer 1 GB de armazenamento. Yen diz que eles vão aceitar bitcoin ou mesmo pagamentos em dinheiro para permitir aos usuários permanecerem anônimos.

Eles recentemente fizeram uma atualização para que pudessem apoiar os chineses.  Yen diz que eles não anunciaram isso, mas através de Twitter Twtr -4,59% um blogueiro que tem estado envolvido com a liberdade de expressão descobriu a oferta do ProtoMail, sobre seus serviços.

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“De repente, tivemos um fluxo de centenas de usuários chineses – estes são dissidentes que não querem o governo chinês a persegui-los”, diz Yen. “É porque queremos apoiar os usuários como estes que queremos manter um certo nível de serviço gratuito.”

Yen espera que eles vão ver um aumento de procura de pessoas de países como China, Síria, Rússia e Irã, onde “você tem esses grandes populações que não podem enviar um e-mail sem medo de que eles possam ser presos.” É também uma alternativa para o modelo de receita com base em anúncios de serviços gratuitos como Gmail que digitalizar ativamente seus e-mails para entregar anúncios relevantes para você online.

“Você é obrigado a confiar no Google”, diz Yen. “O que isto realmente mostra é que o Google não é realmente confiável. O Google faz dinheiro, verificando seus e-mails e alimentando-lhe anúncios usando sobre o que você está escrevendo, parte de sua estrutura central é permitir que o Gmail possa ler seus e-mails e usar os seus dados. “

A maioria da equipe de ProtonMail gasta metade do seu tempo trabalhando no projeto. “Somos todos cientistas do CERN ou do MIT, por isso estamos fazendo uma pesquisa sobre computação, matemática, física, que na verdade esta intimamente relacionado com o que fazemos no e-mail seguro. A criptografia é muito matemática por isso temos quatro físicos com doutorado que trabalham neste projeto”, diz Yen.

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A gigantesca sede da agência NSA-National Security Agency, que comanda a espionagem global no planeta, denunciada por seu ex funcionário Edward Snowden.

ProtonMail acaba de lançar a nível mundial a partir de uma versão beta privada e está atualmente trabalhando em um aplicativo Android ou iPhone que deverá estar pronto até o final do verão. Yen diz que a demanda é muito maior do que o esperado.

“Estamos perto de 20.000 usuários agora e tivemos que fechar as inscrições temporariamente enquanto nós adicionamos mais servidores. Não esperávamos 10.000 usuários por dia, mesmo em nossas projeções mais otimistas, então estamos lutando agora para termos mais suporte”, disse ele.

Um computador feito à dois mil anos, o primeiro da história?


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antikythera (1)O primeiro computador da história? Conheça o objeto mais misterioso da história da tecnologia

Se não fosse uma forte tempestade na ilha grega de Antikythera, há pouco mais de um século, um dos objetos mais desconcertantes e complexos do mundo antigo jamais teria sido descoberto. Após buscar abrigo na ilha, um grupo de catadores de esponjas marinhas decidiu ver se dava sorte naquelas águas.

Um computador feito à dois mil anos, o primeiro da história? Conheça o objeto mais misterioso da história da tecnologia

Eles acabaram encontrando os restos de uma galé romana que havia naufragado havia 2 mil anos, quando o Império Romano começou a conquistar as colônias gregas no Mediterrâneo. Nas areias do fundo do mar, a 42 metros de profundidade, estava amaior reunião de tesouros gregos encontrada até então. Entre belas estátuas de cobre e mármore estava o objeto mais intrigante da história da tecnologia.

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No começo o artefato não dizia nada aos cientistas, mas eles logo notaram que as peças traziam marcas e inscrições

Trata-se de um instrumento de bronze corroído, do tamanho de um laptop moderno, feito há 2 mil anos na Grécia antiga. É conhecido como máquina (ou mecanismo) de Antikythera. E mostrou ser uma espécie de máquina do futuro. No começo, as peças, cobertas por uma crosta e unidas após passar 2 mil anos no leito do mar, ficaram esquecidas.

Mas um olhar atento mostrou que eram objetos feitos com esmero, engrenagens mecânicas talhadas à mão. “Se não tivessem descoberto a máquina em 1900, ninguém teria imaginado, ou nem mesmo acreditado, que algo assim existia, pois é muito sofisticada”, disse à BBC o matemático Tony Freeth, da Universidade de Cardiff.

“Imagine: alguém, em algum lugar da Grécia antiga, fez um computador mecânico“, afirma o físico grego Yanis Bitzakis. Como Freeth, ele integra a equipe internacional que investiga o artefato. “É um mecanismo de genialidade surpreendente”, acrescenta Freeth.

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A primeira surpresa: o mecanismo era formado por 27 engrenagens

E eles não estão exagerando. Foram cerca de 1.500 anos até algo parecido com a máquina de Antikythera voltar a aparecer, na forma dos primeiros relógios mecânicos astronômicos, na Europa.

Mas essas são as conclusões da história: entender o que era o misterioso objeto e para o que servia tomou muito tempo, conhecimento e esforço.

Vanguarda

O primeiro a analisar em detalhes os 82 fragmentos recuperados foi o físico inglês Derek John de Solla Price (1922-1983). Ele começou o trabalho nos anos 1950 e em 1971, juntamente com o físico nuclear grego Charalampos Karakalos, fez imagens das peças com raios-X e raios gama.

Eles descobriram que o mecanismo era extremamente complexo, com 27 rodas de engrenagem em seu interior. Os especialistas conseguiram datar algumas outras peças com precisão, entre os anos 70 a.C. e 50 a.C. 

Mas um objeto tão extraordinário não podia ser daquela época, pensavam os especialistas. Talvez fosse mais moderno e tivesse caído no mesmo local por casualidade.

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Números que começaram a surgir coincidiam com os conhecimentos dos gregos da época: 127 e 235 dentes

Números que começaram a surgir coincidiam com os conhecimentos dos gregos da época: 127 e 235 dentes

Price deduziu que contar os dentes em cada roda poderia fornecer pistas sobre as funções da máquina. Com imagens bidimensionais, as rodas se sobrepunham, o que dificultava a tarefa, mas ele conseguiu chegar a dois números: 127 e 235.

“Esses dois números eram muito importantes na Grécia antiga”, diz o astrônomo Mike Edmunds. Seria possível que os gregos antigos estivessem usando a máquina para seguir o movimento da Lua?

A ideia era revolucionária e tão avançada que Price chegou a questionar a autenticidade daquele objeto. “Se cientistas gregos antigos podiam produzir esses sistemas de engrenagens há dois milênios, toda a história da tecnologia do Ocidente teria que ser reescrita”, diz o matemático Freeth.

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As contas não fechavam se apenas um ano solar fosse levado em conta, mas em um ciclo de 19 anos… Os gregos antigos sabiam muito sobre os corpos celestes, por mais complicadas que fossem suas órbitas

Mecanização do conhecimento?

A cultura grega de dois milênios atrás é uma das mais criativas da humanidade, e os investigadores daquele objeto não questionavam o desenvolvimento da civilização grega, inclusive na astronomia.

Os gregos sabiam, por exemplo, como os corpos celestes se moviam no espaço, podiam calcular suas distâncias da Terra e a geometria de suas órbitas. Mas teriam sido capazes de fundir astronomia e matemática em um artefato e programá-lo para seguir o movimento da Lua?

O número 235 que Price havia encontrado era a chave do mecanismo para computar os ciclos da Lua.

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Engrenagens identificadas pelos cientistas não estavam encaixadas, e montar o quebra-cabeças demandou muito trabalho

“Os gregos sabiam que de uma nova Lua a outra se passavam, em média, 29,5 dias. Mas isso era problemático para seu calendário de 12 meses no ano, porque 12 x 29,5 = 354 dias, 11 dias a menos do que o necessário”, afirmou à BBC Alexander Jones, historiador especializado em astronomia antiga.

“O ano natural, com as estações, e o ano-calendário perderiam a sincronia.”

Os gregos, contudo, sabiam que 19 anos solares são exatamente 235 meses lunares, o chamado ciclo Metônico. “Isso significa que se você tem um ciclo de 19 anos, a longo prazo seu calendário estará em perfeita sintonia com as estações.” O ciclo Metônico foi identificado em um dos fragmentos da máquina de Anticítera.

Revoluções

Graças aos dentes das engrenagens, a máquina começou a revelar seus segredos. As fases da Lua eram extremamente úteis na época dos gregos antigos. De acordo com elas determinavam-se épocas de plantio, estratégias de batalha, festas religiosas, momentos de pagar dívidas e autorizações para viagens noturnas.

O outro número, 127, serviu para Price entender outra função da máquina relacionada com nosso satélite natural: o aparelho também mostrava as revoluções da Lua ao redor da Terra. Após 20 anos de investigação intensa, Price concluiu que havia desvendado aquele artefato. Mas ainda havia peças do quebra-cabeças por encaixar.

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Graças a milhões de tabelas com dados históricos que arquivaram ao longo do tempo, babilônios encontraram o padrão dos eclipses.  Um mecanismo complexo para desvendar os caprichos da Lua

O futuro 223

O passo seguinte demandou tecnologia feita sob encomenda para aquele desafio. Uma equipe internacional dedicada a estudar a máquina conseguiu convencer o engenheiro de raios-X Roger Hadland a criar um equipamento especial para fazer imagens do mecanismo.

E usando outro aparelho que havia realçado os escritos que cobrem boa parte dos fragmentos, encontraram uma referência às engrenagens e a outro número chave: 223.

Três séculos antes da idade de ouro de Atenas, astrônomos babilônios antigos descobriram que 223 luas após um eclipse (cerca de 18 meses e 11 dias, período conhecido como ciclo Saros), a Lua e a Terra voltavam para a mesma posição, de modo a provavelmente produzir outro eclipse.

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Informações sobre eclipses que pesquisadores encontraram na máquina de Anticítera são surpreendentemente sofisticadas

“Quando havia um eclipe lunar, o rei babilônio deixava o posto e um substituto assumia o poder, de modo que os maus agouros fossem para ele. Logo o substituto era morto e o rei voltava a assumir sua posição”, conta John Steele, especialista em Babilônia do Museu Britânico.

E o 223 era o número de outra roda do mecanismo. A máquina de Antikythera podia prever eclipses. Não apenas o dia, mas a hora, direção da sombra e cor com a qual a Lua apareceria.

Tudo dependia da Lua

Como se tudo isso não fosse bastante, os pesquisadores descobriram outra maravilha. O ciclo Saros, uma interação repetitiva de 223 meses do Sol, da Terra e da Lua, dependia do padrão da Lua e “nada sobre a Lua é simples”, diz Freeth.

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O movimento dos cinco planetas que podiam ser vistos a olho nu: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno

“Não apenas a Lua tem a órbita elíptica – assim viaja mais rapidamente quando está mais perto da Terra -, mas essa elipse gira lentamente, em um período de 9 anos. Podia então a máquina de Antikythera rastrear o caminho flutuante da Lua?

Sim, podia: duas engrenagens menores, uma delas com uma pinça para regular a velocidade de rotação, replicavam com precisão o tempo de órbita da Lua, e outra, com 26 dentes e meio, compensava o deslocamento dessa órbita.

E ao examinar o que sobrara da parte frontal do aparelho, os investigadores concluíram que ele tinha um planetário como os gregos entendiam o Universo naquele momento: a Terra no centro e cinco planetas ao redor.

Era uma ideia extraordinária: pegar teorias científicas da época e mecanizá-las para ver o que aconteceria dias, meses e décadas depois”, diz o matemático.

Mistério dentro de um enigma

“Essencialmente, foi a primeira vez que a raça humana criou um computador”, acrescenta Freeth. “É incrível como um cientista daquela época descobriu como usar engrenagens para rastrear os complexos movimentos da Lula e dos planetas.”

Mas quem foi esse cientista? Uma pista estava em outra função da máquina. O aparelho também previa a data exata dos Jogos Pan-Helênicos: quatro festivais separados que se realizavam periodicamente na Grécia Antiga: Jogos Olímpicos, ou de Olímpia, Jogos Píticos, Jogos Ístmicos e Jogos Nemeus.

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Chamava a atenção o destaque aos jogos que eram celebrados no istmo de Corinto a cada dois anos, em homenagem a Poseidon, deus grego do mar

O curioso é que embora os Jogos de Olímpia tivessem mais prestígio, os Jogos Ístmicos, em Corinto, apareciam em letras maiores.

Os investigadores já tinham notado que os nomes dos meses que apareciam em outra engrenagem da máquina eram coríntios. As evidências sugeriam que o criador da máquina era um coríntio que vivia na colônia mais rica governada pela cidade: Siracusa. Siracusa era lar do mais brilhante dos matemáticos e engenheiros gregos: Arquimedes.

Trata-se, talvez, do cientista mais importante da Antiguidade clássica, que determinou a distância da Terra à Lua, descobriu como calcular o volume de uma esfera, o número fundamental π (Pi) e havia garantido que moveria o mundo com apenas uma alavanca.

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“Dê-me um ponto de apoio e moverei o mundo” – Arquimedes

“Só um matemático brilhante como Arquimedes poderia ter desenhado a máquina de Antikythera”, opina Freeth.

Sabe-se que Arquimedes estava em Siracusa quando romanos conquistaram a cidade, e que o general Marco Claudio Marcelo havia ordenado que o cientista não fosse morto, mas um soldado acabou assassinando-o.

Siracusa foi saqueada e seus tesouros foram enviados a Roma. O general Marcelo levou consigo duas peças – ambas, diziam, eram de Arquimedes.

Os investigadores acreditam que fossem versões anteriores da máquina. Um indício está em uma descrição que o orador Cícero fez de uma das máquinas de Arquimedes que viu na casa do neto do general Marcelo:

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Cícero descreveu um planetário semelhante ao da máquina de Antikythera

“Arquimedes encontrou a maneira de representar com precisão, em apenas um aparato, os variados e divergentes movimentos dos cinco planetas com suas distintas velocidades, de modo que o mesmo eclipse ocorre no globo (planetário) e na realidade.”

Mas o que aconteceu com a brilhante tecnologia da máquina? Por que ela se perdeu? Como tantas outras coisas, com a queda da civilização grega e, mais tarde, da romana, os conhecimentos “imigraram” para o Oriente, onde foram mantidos por bizantinos e árabes eruditos.

O segundo artefato com engrenagens de bronze mais antigo é do século 5 e tem inscrições em árabe. E no século 8 os mouros levaram esses conhecimentos de volta à Europa.

Investigações anteriores apontaram que a máquina estava dentro de uma caixa de madeira que não sobreviveu ao tempo.

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Todas as peças para introduzir os conhecimentos astronômicos em uma só máquina

Uma caixa que continha todo o conhecimento do planeta, do tempo, espaço e Universo.

“É um pouco intimidador saber que, logo antes da queda de sua grande civilização, os gregos antigos tinham chegado tão perto de nossa era, não apenas em pensamento, mas na tecnologia científica”, disse Derek J. de Solla Price

COMO USAR O CLORETO DE MAGNÉSIO PARA SE LIVRAR DE VEZ DA RINITE E SINUSITE


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Rinite e sinusite - Cloreto de magnésio - Cura pela Natureza

O cloreto magnésio hoje é um reconhecido remédio natural.

A imensa maioria das pessoas que tomam ou tomaram o cloreto de magnésio ficam impressionado com os seus maravilhosos resultados.

E isso não é por acaso

O cloreto de magnésio produz equilíbrio mineral, impulsiona os órgãos e suas funções, como os rins, para eliminar o ácido úrico.

Recupera as articulações, purifica o sangue, revitaliza o cérebro, rejuvenesce e conserva a juventude até alta idade.

E agora você vai conhecer uma virtude do cloreto que poucos conhecem: ele é ótimo para tratar e combater sinusite e rinite.

Soubemos disso numa comunidade sobre cloreto de magnésio no Facebook.

A explicação do método:

O vômer é um osso localizado dentro da cavidade nasal.

A dra. Lisa Destefano, professora assistente da Universidade de Michigan – Faculdade de Medicina Osteopática, afirma que esta técnica ajuda a movimentar o osso vômer, o que alivia a congestão e permite que seus seios paranasais sejam drenados.Outra forma muito boa de descongestionar os seios paranasais é massageando a sobrancelha.

Veja o vídeo e depois leia nossa explicação.

Agora vamos explicar de forma simplificada.

Você deve começar no ponto onde as duas se encontram.

Incline a cabeça levemente para a frente e, com o dedo indicador, vá massageando/pressionando toda a extensão das sobrancelhas até a ponta, onde elas terminam.

Basicamente é isso que você tem de fazer.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.

Frasco de Budesonida - Cloreto de magnésio - Cura pela Natureza

Muito fácil.

Ele pegou 33 gramas de cloreto de magnésio e dissolveu em 1 litro e meio de água.

Lavou muito bem um frasco de um medicamento chamado Budesonida (ver foto) e colocou um pouco do cloreto preparado nesse frasco.

budesonida_-_rinite_e_sinusite_-_cloreto_de_magnesio_-_edit.jpg
Frasco de Budesonida – Cloreto de magnésio – Cura pela Natureza

O frasco tem uma válvula/bomba dosificadora e ele, duas vezes por dia, borrifava um pouco de cloreto de magnésio no nariz.

O resultado segundo o divulgador da receita não poderia ser melhor: ele ficou totalmente livre da rinite e da sinusite.

Acabaram-se os espirros, a coriza, a secreção e a alergia.

Maravilha, não é?

O link do vídeo, exibido na comunidade no facebook, é este <AQUI>.

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O Quanto é GRANDE a nossa ilusão?


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 O Quanto a Terra  é grande realmente ? (e também as nossas ilusões de grandeza)

Ao perceber a relação entre os tamanhos desses corpos celestes com o nosso planeta e com  a própria humanidade poderíamos sentir os nossos  “problemas”, e nossas ilusões movidas pela vaidade, orgulho, egoísmo, etc…  E a nós mesmos como ínfimos grãos de poeira perdidos na imensidão infinita da criação divina… E com tanto a aprender sobre quem somos … Enfim … Nada mais parece ter importância real, pois tudo é muito relativo…

 “Deus é a Verdade e a Luz é a Sua sombra” –  PLATÃO

O quadro do tamanho comparativo  apresentado a seguir entre planetas, principalmente a Terra com os demais planetas, o nosso SOL com outros Sóis/Estrelas de nossa Galáxia Via Láctea e a própria galáxia com a infinidade de outros corpos galácticos iguais. 

Desse modo temos uma pequena e pálida ideia do quanto podemos ser pequenos, ignorantes e mesquinhos quando consideramos as nossas “questões pessoais” com tanta ênfase e importância em relação aos demais “problemas” de nossa civilização planetária.  

Comparação entre o “maior planeta” de nosso sistema solar, Júpiter, com o nosso próprio sol (sun) e as estrelas mais próximas do nosso sistema solar.

Ao perceber a relação entre os tamanhos desses corpos celestes com o nosso planeta e com  a própria humanidade poderíamos sentir os nossos  “problemas”, e nossas ilusões movidas pela vaidade, estupidez, orgulho, egoísmo, etc… 

E a nós mesmos como ínfimos grãos de poeira perdidos na imensidão infinita da criação divina… E com tanto a aprender sobre quem somos … Enfim … Nada mais parece ter importância real, pois tudo é muito relativo… 

 Acima: todas as imagens em escala comparativa de tamanhos são cortesia de: NASA, SOHO-Solar Heliospheric Observatory, JPL-Jet Propulsion Laboratory e Observatório (astronômico) KECK.  

Abaixo a GALÁXIA de Andrômada, NGC 224, Messier 31 ou M31, popularmente conhecida como Galáxia de Andrômeda, é uma galáxia espiral localizada a cerca de 2.900.000 de anos-luz (0,889 megaparsecs) SENDO a mais próxima da nossa Galáxia VIA LÁCTEA, onde está situado o nosso sistema solar e a Terra.

Os astrônomos estimam que somente na Galáxia de Andrômeda existam (pasmem) UM TRILHÃO DE SÓIS/ESTRELAS !!! 

Abaixo o Aglomerado de Galáxias ABELL 1689 e suas incontáveis GALÁXIAS (pasmem de novo, pois CADA PONTO DE LUZ NA FOTO, grande ou pequeno, É UM CORPO GIGANTE SEMELHANTE À GALÁXIA DE ANDRÔMEDA e a nossa Galáxia Via Láctea) com uma ideia  da possibilidade absurdamente infinita de inúmeros sóis que nos faz ter de novo uma pálida noção da possibilidade da vida em planetas habitados somente nessa pequena parte fotografada de APENAS UM Universo de todo o COSMOS !!!

Ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A1logo_de_Abell

Não se turbe o vosso coração; creia em Deus, creia também em mim. Na casa de meu pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vos teria dito. Vou preparar-vos um lugar. E quando EU for, e vos preparar um lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde EU ESTIVER vós estejais também. Mesmo vós sabeis para onde EU vou, e conheceis o caminho.  João 14: 1-4

Por Thoth3126@protonmail.ch

Lição de moradores que construíram ponte por menos de 2% do orçamento “oficial”


políticos-corruptos-eleitor-otarioA lição dos moradores, pessoas comuns com INICIATIVA, que construíram ponte por menos de 2% do orçamento projetado pela prefeitura

A ponte tem apenas 25 metros de extensão, mas a obra erguida por moradores de uma cidade do interior do Rio de Janeiro passou por cima de enormes problemas de dinheiro, ineficiência e até da corrupção que assolam o Brasil.

Combate à ineficiência e à corrupção: Lição de moradores que construíram ponte por menos de 2% do orçamento “oficial”

A história ocorreu em Barra Mansa, a cerca de 130 km do Rio de Janeiro. Lá há dois bairros de casas simples, muitas com tijolos expostos: Nova Esperança e São Luiz. Os bairros são separados por um riacho de vegetação densa, que complicava a vida dos moradores.

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A ponte, erguida por iniciativa de Manoelina dos Santos, Juracy da Conceição e Adalto Soares, faz os moradores encurtarem 2 km no caminho até a zona comercial da cidade

A questão, dizem, é que apenas um dos bairros conta com um posto de saúde. E apenas na outra margem há um ponto do ônibus que vai para o centro comercial da cidade. Para acessar esses serviços, os moradores tinham que contornar o riacho por cerca de 2 km.

Instalaram passagens de madeira, mas toda chuva mais forte carregava as estruturas improvisadas rio abaixo. Pediram uma ponte à prefeitura, mas a resposta foi que não havia recursos em razão da crise econômica.

Cansadas de esperar por duas décadas, duas donas de casa que moram em lados diferentes do rio – Manoelina dos Santos, de 72 anos, e Juracy da Conceição, de 65 anos, tiveram uma ideia: e se os moradores fizessem a ponte?

“Se dependessemos do “poder público”, iríamos esperar mais 10 anos” diz o comerciante Adalto José Soares, de 52 anos, filho de Manoelina. “Aí tomamos essa atitude, arrecadamos dinheiro com os moradores e fizemos”, afirma, em conversa com a BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Resultado: uma ponte bem mais barata, APENAS 2% do valor estimado pela prefeitura, e com recursos levantados em apenas um mês – uma lição em um país cujo poder público parece em decomposição.

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‘Variação de qualidade’

Milton Avelino, presidente da associação de moradores do Nova Esperança, explica a diferença nos orçamentos da ponte. “Pela prefeitura o valor era R$ 270 mil, nós fizemos com R$ 5 mil.” E qual é o motivo da disparidade de custos?

A Superintendência de Obras e Serviços de Barra Mansa diz que há uma “variação de qualidade nos projetos”. “Como foi feita sem aval da prefeitura, não há como garantir que houve um projeto com cálculo estrutural eficiente, prevendo, por exemplo, variações no nível do rio”, afirmou a pasta.

O comerciante Soares lembra, porém, que, em abril deste ano, parte de uma ciclovia recém-inaugurada pelo poder público desabou no Rio de Janeiro, em acidente numa obra de R$ 12,6 milhões e que matou duas pessoas.

“Não fizeram essa ciclovia bonita no Rio com engenharia e morreram duas pessoas?”, questiona. “Nós fizemos uma boa fundação, ainda que a mão de Deus seja pesada e nada pode garantir que uma chuva forte não possa levar (a ponte).”

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Em abril de 2016, uma parte da ciclovia elevada construída dentro dos projetos para as Olimpíadas desabou matando duas pessoas. Custo da obra:  R$ 12,6 milhões

A construção tem três pilares de cimento, sobre os quais há duas vigas que sustentam o piso de chapas de 1,1 metro de largura, corrimões e ligações metálicas. “A ponte tem capacidade para suportar até três toneladas em movimento”, estima Antônio Carlos Moura, um morador da região de 56 anos que trabalha com portões elétricos e estruturas metálicas.

Ele atuou na obra, ao lado de pedreiros, eletricistas, soldadores e pintores. Trabalharam apenas aos sábados e domingos, e terminaram tudo em quatro finais de semana.

Suspeitas de corrupção

Moradores suspeitam que a diferença de custos possa ter sido uma tentativa de inflar o orçamento da obra para desviar dinheiro, como ocorria na Petrobras e outras estatais, segundo investigações da Operação Lava Jato.

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“Acredito que o poder público fosse fazer uma obra superfaturada em uma comunidade que luta com dificuldades, um município pobre de um país quebrado”, comenta Moura.

O prefeito de Barra Mansa, Jonas Marins (PC do B), foi afastado do cargo pela Justiça neste mês, acusado de irregularidades em gastos na saúde, o que ele nega. O prefeito interino, Jorge Costa (PRB), disse que a diferença nos orçamentos da ponte “é muito estranha”, mas disse não ser possível afirmar se houve ou não corrupção.

“Senti-me envergonhado por minha cidade não ter construído a ponte”, afirmou Costa, que disse ter ido pedir desculpas pessoalmente aos moradores.

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A ponte custou o equivalente a US$ 1,5 mil, enquanto autoridades orçaram a obra em US$ 81 mil

Nos bairros agora conectados pela obra, alguns já sonham com a possibilidade de o caso ser um grão de areia que ajude a mudar as coisas no Brasil. “Quem sabe se no futuro, quando as comunidades conseguirem fazer suas pontes, estradas, viadutos e hospitais, não iremos mais ouvir falar de políticos corruptos nem de corrupção”, diz o morador Moura.


“ De tanto ver triunfar nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”  (Ruy Barbosa)

N.S.A. busca construir computador Quântico para espionar melhor…


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Project Penetrating Hard Targets – NSA quer DESENVOLVER UM COMPUTADOR QUÂNTICO

Em caixas de metal do tamanho de uma sala segura contra vazamentos eletromagnéticos, a Agência de Segurança Nacional (NSA-National Security Agency) dos EUA, está correndo para construir um computador que poderia quebrar quase todo o tipo de criptografia usado para proteger dados bancários, médicos, de negócios e registros de qualquer governo em todo o mundo …

NSA busca construir computador quântico que poderia quebrar a maioria de todos os tipos de criptografia – Project Penetrating Hard Targets

Por  e Barton Gellman.

Fonte: http://www.washingtonpost.com/

… De acordo com os documentos apresentados pelo ex-funcionário da NSA, Edward Snowden, o esforço para construir “a cryptologically useful quantum computer” (um computador quantun criptologicamente útil),uma máquina exponencialmente muito mais rápida do que os computadores clássicos”.

Project Penetrating Hard Targets (Projeto de penetração em alvos difíceis) faz parte de um programa de pesquisa de US$ 79,7 milhões dólares. Muitos contratos sobre esse trabalho estão hospedados em assuntos classificados (secretos) em um laboratório em College Park, Maryland. O desenvolvimento de um computador quântico tem sido um objetivo de muitos pesquisadores na comunidade científica, com implicações revolucionárias para campos como a medicina, bem como para a missão de quebrar o código do NSA.  

Com essa tecnologia, todas as formas atuais de criptografia de chave pública seria quebrado, incluindo aqueles usados em muitos sites seguros, bem como o tipo usado para proteger segredos de Estado de muitos países. Físicos e cientistas da computação há muito tem especulado sobre se os esforços da NSA estão mais avançados do que os dos melhores laboratórios civis. Apesar de toda a extensão da investigação da agência permanecer desconhecido, os documentos fornecidos pelo ex agente Snowden sugerem que a NSA não esta mais perto do sucesso do que outros pesquisadores na comunidade científica. 

“Parece improvável que a NSA poderia estar tão longe do mundo privado, sem ninguém saber”, disse Scott Aaronson, professor associado de engenharia elétrica e ciência da computação no Instituto de Tecnologia de Massachusetts-MIT. A NSA parece se considerar numa disputa cabeça a cabeça com os demais laboratórios de computação quântica patrocinados pela União Europeia e pelo governo suíço, com o progresso constante, mas poucas perspectivas de um avanço imediato. “O âmbito geográfico diminuiu a partir de um esforço global para um foco discreto sobre a União Europeia e a Suíça”, afirma um documento da própria NSA. 

Seth Lloyd, um professor de engenharia mecânica quântica do MIT, disse que o foco da NSA não é descabido. “A UE e a Suíça fizeram avanços significativos na última década e podem até ter ultrapassado os EUA na tecnologia de computação quântica”, disse ele. A NSA se recusou a comentar algo para este artigo. Os documentos, no entanto, indicam que a agência realiza um pouco de sua pesquisa em grandes salas, totalmente blindadas, conhecidas como gaiolas de Faraday, que são projetadas para impedir que a energia eletromagnética entre ou saia. Estas salas especiais, de acordo com uma breve descrição, são necessárias “para manter experimentos de computação quântica delicados em execução.” 

O princípio básico subjacente na computação quântica é conhecido como “superposição quântica,” a idéia de que  um objeto existe, simultaneamente, em todos os estados. Um computador clássico usa bits binários, que são ou zeros ou o um. Um computador quântico usa bits quânticos, ou qubits, que são simultaneamente zero e um. Esta aparente impossibilidade faz parte do mistério que está no cerne da teoria quântica, que até mesmo os físicos teóricos dizem que ninguém entende completamente. “Se você acha que entende a mecânica quântica, você não entende a mecânica quântica”, disse o Prêmio Nobel Richard Feynman , que é amplamente considerado como o pioneiro na computação quântica. 

Veja como ele funciona, na teoria: Enquanto um computador clássico, porém rápido, tem que fazer um cálculo de cada vez, um computador quântico pode às vezes evitar ter que fazer cálculos que são desnecessários para a resolução de um problema. Isso permite que ele atinja a resposta correta procurada muito mais rápida e eficientemente. A computação quântica é difícil de alcançar devido à natureza frágil dos referidos computadores. Em teoria, os blocos de construção de tal computador pode incluir os átomos individuais, fótons ou elétrons. Para manter a natureza quântica do computador, estas partículas terão de ser cuidadosamente isoladas de seus ambientes externos.

“Os computadores quânticos são extremamente delicados, por isso, se você não protegê-los de seu ambiente, em consequencia, o cálculo será inútil”, disse Daniel Lidar, um professor de engenharia elétrica e diretor do Centro de Ciência da Informação Quantica e Tecnologia da  Universidade do Sul da Califórnia. Um computador quântico trabalhando abriria a porta para quebrar facilmente as ferramentas de criptografia mais fortes em uso hoje, incluindo um padrão conhecido como RSA, nomeado para as iniciais de seus criadores. RSA embaralha as comunicações, tornando-as ilegíveis para qualquer um, mas menos para o destinatário, sem a necessidade do uso de uma senha compartilhada.  

É comumente usado em navegadores da Web para proteger transações financeiras e em e-mails criptografados. A RSA é usado por causa da dificuldade de fatorar o produto de dois números primos grandes. Quebrando a criptografia envolve encontrar esses dois números. Isto não pode ser feito em uma quantidade razoável de tempo em um computador clássico. Em 2009, cientistas da computação, utilizando métodos clássicos foram capazes de descobrir os números primos dentro de um número de 768 bits, mas levou quase dois anos e o uso de centenas de computadores para conseguí-lo.  

Os cientistas calcularam que levaria 1.000 vezes mais tempo para quebrar uma chave de criptografia de 1.024 bits, que é comumente usada para transações on-line. Um computador quântico em grande escala, no entanto, poderia, teoricamente, conseguir uma quebra de encriptação com 1024 bits muito mais rápido. Algumas empresas líderes de Internet estão se mudando para as chaves de 2.048 bits, mas que mesmo assim são considerados vulneráveis a decifração rápida com um computador quântico. Os computadores quânticos têm muitas aplicações para a comunidade científica (e militar) de hoje, incluindo a criação da inteligência artificial. Mas a NSA teme as implicações para a segurança nacional. 

“A aplicação de tecnologias quânticas para algoritmos de criptografia ameaça afetar drasticamente a capacidade do governo dos EUA para proteger suas comunicações e espionar as comunicações de governos estrangeiros”, segundo um documento interno fornecido por Snowden. Os especialistas não tem certeza de quanto tempo um computador quântico ficaria viável. Uma década atrás, alguns especialistas disseram que o desenvolvimento de um grande computador quântico era provável de 10 a 100 anos no futuro. Há cinco anos, Lloyd disse que o objetivo estava pelo menos a 10 anos de distância. 

No ano passado, Jeff Forshaw, professor da Universidade de Manchester, disse ao jornal britânico The Guardian: “É provavelmente muito cedo para especular sobre quando o primeiro computador quântico em grande escala será construído, mas o progresso recente indica que há todas as razões para sermos otimistas a respeito”.“Eu não acho que estamos propensos a ter o tipo de computador quântico que a NSA quer dentro de pelo menos cinco anos, na ausência de um avanço significativo, talvez muito mais tempo”, disse Lloyd ao jornal The Washington Post em uma entrevista recente. Algumas empresas, no entanto, afirmam já estar produzindo pequenos computadores quânticos.  

A empresa canadense, Sistemas D-Wave , diz que produzido computadores quânticos desde 2009. Em 2012, ela vendeu uma versão de US$ 10 milhões para o Google, a NASA e para a Associação das Universidades de Pesquisa Espacial, de acordo com reportagens da imprensa. Esse computador quântico, no entanto, nunca seria útil para quebrar a criptografia de chave pública como a RSA. “Mesmo que tudo que eles estão reivindicando seja correto, esse computador, pelo seu design, não pode executar o algoritmo de Shor“, disse Matthew Green, professor de pesquisa do Instituto da Universidade John Hopkins de Segurança da Informação, referindo-se ao algoritmo que pode ser usado para quebrar criptografia como RSA. 

Especialistas acreditam que um dos maiores obstáculos para quebrar a criptografia com um computador quântico é a construção de um computador com qubits suficientes, o que é difícil, dado o estado muito frágil dos computadores quânticos. Até o final de setembro, a NSA deveria ser capaz de ter alguns blocos de construção, que descreveu em um documento como “desacoplamento dinâmico e controle quântico completo em dois qubits de semicondutores.” “Esse é um grande passo, mas é um passo bem pequeno no caminho para a construção de um computador quântico em grande escala”, disse Lloyd. Um computador quântico capaz de quebrar a criptografia precisaria centenas ou milhares de qubits a mais do que isso. 

O orçamento para o National Intelligence Program (Programa de Inteligência Nacional), comumente referido como o “orçamento negro”, detalha as metas do Project Penetrating Hard Targets e observou que este passo “permitirá o dimensionamento inicial para grandes sistemas relacionados e esforços follow-on.”Outro projeto, chamado de “Owning the Net” (n.t. Literalmente “POSSUIR a Internet“), está usando a pesquisa quântica para apoiar a criação de ataques baseados em criptografia quântica, como RSA, os documentos mostram. “A ironia da computação quântica é que, se você puder imaginar alguém construindo um computador quântico que pode quebrar a criptografia em algumas décadas no futuro, então você precisa de se preocupar agora”, disse Lidar.

By Steven Rich and Barton Gellman, Published: January 2,2014.

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 Um habitante de dois planetas – 1

ATLÂNTIDA, A RAINHA DAS ONDAS DOS OCEANOS

“O propósito desta história é relatar o que conheci pela experiência, e não me cabe expor idéias teóricas. Se levares alguns pequenos pontos deixados sem explicação para o santuário interior de tua alma, e ali meditares neles, verás que se tornarão claros para ti, como a água que mitiga a tua sede. . . “Este é o espírito com que o autor propõe que seja lido este livro. E chama de história o relato que faz de sua experiência. Que é história?. . . Ao leitor a decisão…

“Nunca pronuncies estas palavras: “isto eu desconheço, portanto é falso“. Devemos estudar para conhecer; conhecer para compreender; compreender para julgar“. – Aforismo de Narada.

… Que é experiência? Dois componentes: o conjunto das sensações que compõem uma dada situação e a percepção pessoal ou “tradução” individual desse conjunto de sensações.  Que este livro seja lido pelo fascínio da narrativa, como “lenha atirada à sua fogueira pessoal“, alimento para o seu “fogo interior“! Jogue a lenha na sua fogueira e deixe queimar. Os produtos dessa queima – calor e luz – ativarão ou reativarão um processo interno de pensar e sentir em você mesmo, um processo de ser, no cadinho da vida. Conhecer. . . A verdade. . . Quem pode decidir? –  O Tibetano 


LIVRO PRIMEIRO, CAPÍTULO I – ATLÂNTIDA, A RAINHA DAS ONDAS DOS OCEANOS – Livro: “Um Habitante de Dois Planetas”, de Philos, o Tibetano

“Por que não?” – perguntei a mim mesmo, parando no meio da neve da montanha, lá tão alto sobre o mar que o Rei da Tempestade imperava supremo, embora o verão reinasse lá embaixo. “Por acaso não sou um atlante, um poseidano, e não é este nome sinônimo de liberdade, honra e poder? Não é esta, minha terra natal, a mais gloriosa sob o Sol? Sob Incal?” Novamente me inquiri: “por que não? Por que não tentar tornar-me um dentre os maiores de minha orgulhosa pátria?” 

“Firme está a Rainha do Mar, sim, rainha do mundo, pois todas as nações nos pagam tributos de honra e comércio, todas nos emulam. Governar Poseid, então, não significa governar toda a terra? Pois tentarei conquistar esse prêmio, e o conseguirei! E tu, Ó pálida e gélida Lua, sê testemunha de minha resolução” -gritei em voz alta, levantando as mãos para o céu -“e também vós, rútilos diamantes do firmamento”. Se é verdade que o esforço resoluto assegura o êxito, o fato é que eu sempre conseguia o que me determinasse a alcançar. Ali então, naquela grande altitude, acima do oceano e do planalto que se estendia para oeste por duas mil milhas até Caiphul, a Cidade Real, fiz meus votos. Tão elevado era o local que abaixo de mim havia picos e cadeias de montanhas gigantescas, mas que se apequenavam diante do ápice onde eu me encontrava.

A localização aproximada de Atlântida

À minha volta estendia-se a neve eterna, mas eu não me importava. Tão cheia de resolução estava minha mente, do desejo de tornar-me poderoso na minha terra natal, que nem sentia o frio. Na verdade, eu mal me dava conta de que o ar estava frio, gelado como as vastidões árticas do remoto Norte.  Muitos obstáculos teriam de ser superados no cumprimento do meu desígnio, pois quem era eu naquele instante? Apenas o filho de um montanhês, pobre, sem pai, mas graças sejam dadas aos Fados! – não sem mãe! Pensar em minha mãe – a muitas milhas de distância, lá onde as florestas perenes ondulam, onde raramente cai a neve, sozinha com a noite e com o pensamento em mim – isso bastou para me trazer lágrimas aos olhos, pois eu não passava de um menino que muitas vezes ficava triste quando as dificuldades que ela suportava vinham à sua lembrança. Essas reflexões eram incentivos que se acrescentavam à minha ambição de ser e agir.

De novo meus pensamentos se voltaram para as dificuldades que eu teria de enfrentar em minha luta pelo sucesso, pela fama e pelo poder. Atlântida, ou Poseid, era um império cujos súditos gozavam da liberdade concedida por um poder monárquico limitado. A lei geral de sucessão oficial oferecia a todos os cidadãos do sexo masculino a oportunidade de escolha para o cargo. O próprio imperador tinha uma posição eletiva, assim como os seus ministros, o Conselho dos Noventa ou Príncipes do Reino, cargos análogos aos do Governo da República Americana, que é seu legítimo sucessor. Se a morte chamasse o ocupante do trono ou um de seus conselheiros, era acionado o sistema eletivo, mas não em outros casos, a não ser demissão por má conduta no cargo, penalidade de que nem o próprio imperador estava isento, caso incorresse nessa grave falta.

Duas grandes divisões sociais, abrangendo todas as classes de pessoas de ambos os sexos, estavam investidas no poder eletivo. O grande princípio subjacente à organização política de Poseid poderia ser descrito como “um sistema de avaliação educacional de cada votante, mas o sexo do dono do voto não era da conta de ninguém”. Os dois principais ramos sociais eram conhecidos pelos respectivos nomes de “Incala” e “Xioqua”, ou seja, os sacerdotes e os cientistas. Perguntariam os leitores onde estaria a oportunidade que cada súdito comum teria num sistema que excluía os artesãos, os comerciantes e os militares que não fizessem parte das classes com direitos políticos? Qualquer pessoa tinha a opção de entrar no Colégio das Ciências, no do Incal, ou em ambos.

Não havia consideração de raça, cor ou sexo; o único pré-requisito era que o candidato a admissão tivesse dezesseis anos de idade e uma boa educação, obtida nas escolas comuns ou em cursos de colégios menos importantes como o Xioquithlon na capital de alguns dos estados Poseidanos, porexemplo Numea, Terna, Idosa, Corosa e mesmo o colégio menor de Marzeus, que era o principal centro de arte manufatureira da Atlântida. A duração do curso no Grande Xioquithlon era de sete anos, dez meses a cada ano, divididos em dois períodos de cinco meses dedicados ao trabalho ativo, com um mês de férias ao final de cada período.

Qualquer estudante podia competir nos exercícios relativos aos exames anuais, realizados no fim do ano ou nas vésperas do equinócio de inverno. O nosso reconhecimento da lei natural da limitação mental fica óbvio ante o fato de que o curso de estudos era puramente opcional, ficando o estudante à vontade para escolher os tópicos, muitos ou poucos, que lhe fossem mais agradáveis, com a seguinte e necessária prescrição: somente os que possuíssem diplomas de primeira classe poderiam se candidatar a cargos oficiais, por mais modestos que fossem. Esses certificados comprovavam um grau de aprendizado que abrangia uma variedade de conhecimentos grande demais para ser mencionada, a não ser por inferência, com o prosseguimento da narrativa.

O diploma de segunda classe não conferia prestígio político, a não ser pelo fato de que era acompanhado do privilégio do voto e, embora ocorresse de uma pessoa não desejar um cargo público nem votar, o direito à instrução em qualquer ramo do conhecimento continuava a ser um privilégio gratuito. Mas aqueles, entretanto, que só aspiravam a uma educação limitada, com o propósito de exercer com mais êxito determinada profissão comercial -como instrução em mineralogia por um pretendente a mineiro, em agricultura por um fazendeiro, ou em botânica por um jardineiro mais ambicioso – não tinham voz no governo.

Embora o número dos pouco ambiciosos não fosse pequeno, o estímulo da obtenção de prestígio político era tão grande que um em cada doze habitantes possuía pelo menos um diploma de segunda classe, enquanto um terço do total obtinha diplomas de primeira classe. Devido a isso, os eleitores não sofriam por falta de pessoal para preencher todos os cargos eletivos do governo. Possivelmente ainda resta alguma dúvida na mente do leitor sobre qual seria a diferença entre os eleitores ou sufragistas sacerdo-lais e científicos.

Pois bem, a única diferença essencial era que o currículo no Incalithlon, ou Colégio dos Sacerdotes, além de todas as matérias adiantadas ministradas no Xioquithlon, incluía o estudo de um grande número de fenômenos ocultos e temas antropológicos e sociológicos, para que os formados nessas ciências tivessem oportunidade de se prepararem para atender qualquer necessidade que homens de menos erudição e menos compreensão das grandes leis subjacentes da vida pudessem vivenciar em qualquer fase ou condição. O Incalithlon era, na realidade, a mais elevada e completa instituição de ensino que o mundo de então conheceu ou – perdoe o leitor pelo que parece mas não é presunção atlante – que poderá conhecer nos próximos séculos (n.T. O livro foi escrito no final do século XIX).

Em uma instituição acadêmica tão superior, seus estudantes deveriam forçosamente estar imbuídos de extraordinário zelo e determinada vontade para tentar e conseguir certificados de formatura de sua junta examinadora. Na verdade, bem poucos tiveram um tempo de vida suficientemente longo para adquirir esse diploma; possivelmente, nem um em cada quinhentos dos que saíram honrosamente do Xioquithlon, que, por seu mérito, não ficava atrás da moderna Universidade de Cornell. Enquanto eu assim ponderava, parado ali entre as neves da montanha, decidi não visar muito alto, mas me determinei a ser um Xioqua, se houvesse a menor possibilidade.

Embora dificilmente pudesse esperar alcançar a eminência conferida pelo título de Incala, prometi a mim mesmo que criaria a oportunidade de competir pelo outro título, se não se apresentasse outra diferente. Obter aquela elevada distinção exigiria, além do árduo estudo, a posse de amplos meios pecuniários para cobrir as despesas de manutenção de minhas necessidades usuais e de um inabalável propósito. Onde eu poderia obter isso? Acreditava-se que os deuses auxiliavam os necessitados.

Se eu, um rapazinho que ainda não completara dezessete verões, que tinha uma mãe que dependia de mim para as necessidades da vida, com nada que pudesse me ajudar a alcançar minhas aspirações a não ser minha própria energia e vontade, não pudesse ser incluído naquela categoria, então quem seria necessitado? Pareceu-me que não podia haver maior prova de dependência e que era claramente apropriado que os deuses me dispensassem seu favor. Tomado por reflexões como esta, subi ainda mais, para o topo do pico que apontava para o céu, perto da altura onde até então me encontrara, pois a aurora não estava distante e eu precisava estar na mais alta rocha para saudar o grande Incal (o Sol) quando conquistasse Navaz, para que Ele, senhor de todos os signos manifestos do grande e único verdadeiro Deus, cujo nome usava, cujo escudo Ele era, pudesse ouvir minha prece favoravelmente.

Sim, Ele devia ver que o jovem suplicante não poupava esforços para prestar-Lhe homenagem, pois fora aquele o único propósito para que eu ali tinha subido sozinho, em meio àquela solidão, seguindo para o alto pela neve sem trilhas, sob o domo estrelado do firmamento. Perguntei a mim mesmo: “existe outra crença mais gloriosa do que esta que é a do meu povo? Não são todos os Poseidanos adoradores do Grande Deus, a única e verdadeira Divindade, representada pelo brilhante Sol (o Logus solar)? Não pode haver nada mais santo e sagrado”. Assim falou o jovem cuja mente em amadurecimento havia absorvido a religião exotérica e realmente inspiradora, mas que não conhecia nenhuma outra mais profunda e sublime, nem iria conhecer nos dias da Atlântida.

Quando o primeiro lampejo de luz de trás de Seu escudo irrompeu através do negro abismo da noite, atirei-me de bruços na neve do cume, onde deveria permanecer até que o Deus de Luz se (ornasse totalmente vitorioso contra Navaz. Afinal o triunfo! Então me levantei e, fazendo uma profunda reverência final, voltei sobre os meus passos pelo temível declive de gelo, neve e rocha nua, esta última negra e cruelmente pontiaguda, com suas saliências sobressaindo da capa branca e gelada, mostrando o dorso da montanha que se elevava a treze mil pés acima do nível do mar, formando um dos mais incomparáveis picos do globo.

Durante dois dias eu envidara ingentes esforços para alcançar o frígido pico e prostar-me, qual oferenda viva, em seu grandioso altar, para honrar meu Deus. Indaguei-me sobre se Ele teria me ouvido e notado minha presença. Em caso afirmativo, teria Hle se importado? Teria se importado o suficiente para ordenar ao Seu vice-regente, o Deus da montanha, que me ajudasse? Sem saber por que, olhei para este último, esperando com o que pode parecer uma cega fatuidade, que me revelasse alguma espécie de tesouro ou. . .

Mas o que é esse brilho metálico na rocha, cujo coração meu bordão de alpinista com ponta de ferro havia desnudado para ser tocado pelos raios do Sol matinal? Ouro! Ó Incal! É mesmo ouro! Amarelo e precioso ouro! “Ó Incal!” – gritei, repetindo Seu nome – “louvado sejas por responderes tão depressa a Teu humilde peticionário!” Ajoelhei-me ali mesmo na neve, descobrindo a cabeça em gratidão ao Deus de Todos os Seres, o Altíssimo, cujo escudo, o Sol derramava seus gloriosos raios. Então novamente olhei para o tesouro. Ah, que grande riqueza ali se encontrava!

Partindo em pedaços o quartzo com minhas pancadas excitadas, vi que o precioso metal o mantinha coeso, tão forte era o seu veio. As pontas agudas da pedra frágil cortaram minhas mãos, fazendo o sangue escorrer de vários lugares e, quando agarrei o quartzo que havia me ferido, minhas mãos que sangravam congelaram-se sobre ela, formando uma união de sangue e riqueza! Não importa! Separei a mão da pedra com força, indiferente à dor, tão excitado me sentia. “Ó Incal” -exclamei -“és bondoso para com Teu filho, concedendo-lhe com tanta liberalidade o tesouro que lhe permitirá realizar seu desejo antes que seu coração tenha tempo para esmorecer de tanto esperar!”

Enchi meus grandes bolsos com tudo que podia carregar, escolhendo as peças de quartzo aurífero mais ricas e valiosas. Como marcar o local para encontrá-lo em outra oportunidade? Para alguém nascido na montanha isso não era difícil e logo estava feito. Então segui para baixo, para a frente, para casa, com passo alegre, com o coração leve, embora levasse uma carga pesada. Por essas montanhas, na verdade a menos de duas milhas do meu “pico do tesouro”, serpenteava a estrada do imperador na direção do grande oceano, a centenas de milhas, do outro lado da planície de Caiphalia. Uma vez alcançada essa estrada, a parte mais fatigante da viagem teria sido realizada, embora apenas uma quinta parte da distância total tivesse sido percorrida.

Para dar uma idéia das dificuldades encontradas na escalada e descida da gigantesca montanha, devo observar que os últimos cinco mil pés da ascensão só” podiam ser galgados por uma única e tortuosa rota. Um estreito desfiladeiro, uma simples fissura vulcânica, oferecia um apoio muito precário para os pés, sendo todas as outras escarpas intransponíveis. Esse apoio mínimo existia nos primeiros mil pés. Acima desse ponto a fissura desaparecia. Quase na sua extremidade superior existia uma pequena caverna, da altura de um homem e com espaço para talvez vinte pessoas. No outro extremo desse recinto rochoso havia uma abertura, uma fenda mais larga no sentido horizontal que no vertical.

Estátua de Poseidon, o deus dos oceanos, a quem a capital de Atlântida, Poseid era dedicada.

Ao insinuar-se nessa fenda, arrastando-se como uma serpente, o explorador aventuroso veria que por várias centenas de passos teria de descer um declive acentuado, se bem que a fenda se alargasse aos primeiros doze passos, permitindo uma posição mais ou menos vertical. Do fim de seu curso descendente, ela faria uma curva e novamente se alargava formando um túnel, subindo em voltas tortuosas, com a parede oferecendo suficiente apoio para tornar a subida segura, embora fazendo um ângulo de cerca de quarenta graus, enquanto em algumas partes um grau ainda maior de perpendicularidade marcasse a passagem. Dessa forma, uma subida de cerca de trezentos pés era realizada, com as sinuosidades do caminho aumentando a distância que seria percorrida no sentido vertical.

Esse, leitor, era o único meio de alcançar o pico da mais alta montanha de Poseid, ou Atlântida, que é como chamam o continente-ilha. Por mais árdua que fosse sua passagem, havia lugar mais que suficiente na velha e seca chaminé, ou curso de água, fosse o que fosse. Com certeza tinha sido originalmente uma chaminé de vulcão, embora tivesse sido tão desgastada pela água a ponto de tornar a idéia de sua formação ígnea mera conjetura. Em determinado ponto, essa longa cavidade se alargava formando uma vasta caverna.

Esta se distanciava da chaminé em ângulo reto para baixo, cada vez mais para baixo, até que nas entranhas da montanha, a milhares de pés, pareceria na medonha escuridão, a quem se aventurasse tão longe, estar na beira de um vasto abismo cujo único lado visível seria aquele onde se encontrasse; além desse ponto, qualquer progresso era impossível a não ser para entes dotados de asas, como os morcegos, mas destes não havia nenhum sinal naquela terrível profundeza.

Nenhum som jamais ecoou nesse assustador abismo, e nenhum brilho de archote já revelou seu outro lado; nada havia senão um mar de eterna escuridão. Contudo, ele nunca me trouxe terrores; antes, provocou minha fascinação. Embora outros possam ter conhecido esse lugar, nunca encontrei um companheiro com suficiente temeridade para enfrentar o desconhecido e ficar ao meu lado em sua hórrida beira, onde me encontrei não uma e sim várias vezes no passado. Por três vezes eu estivera ali,
impelido pela curiosidade. Na terceira vez eu me curvara por sobre a saliência de pedra, para tentar encontrar um possível meio de descer mais, quando o enorme bloco de basalto se soltou, caiu, e escapei por pouco de morrer.

A pedra tombou e por vários minutos os ecos de sua queda me alcançaram; minha tocha caíra também e nas profundezas suas faíscas brilharam como vagalumes toda vez que bateram em projeções rochosas, até finalmente desaparecer. Fiquei em completa escuridão, trêmulo de susto, para fazer o caminho de volta para cima e para fora – se pudesse. Se não conseguisse, então era cair e morrer. Mas tive êxito. De então em diante, perdi a curiosidade de explorar o desconhecido inferno. Eu tinha passado muitas vezes através da chaminé que conduzia para a extremidade superior da abismal caverna, entre a parte superior da fissura externa no penhasco e a lateral do pico, quinhentos ou seiscentos metros abaixo do topo da montanha, muitas vezes tinha passado pelo ponto onde a pancada incidental com meu bordão revelou o tesouro, mas nunca havia encontrado o precioso veio até ter feito aquele pedido a Incal, impelido pelo peso premente de minhas necessidades. Poderia alguém achar estranho eu sentir uma fé absoluta na crença religiosa de meu povo?

Eu estava no interior da escura chaminé por onde tinha de passar depois de deixar o pico nevado, saindo da luz do Sol e do ar fresco para as densas trevas e a atmosfera ligeiramente sulfurosa-, mas se deixei a luz matutina, também deixei o terrível frio do ar exterior, pois dentro do túnel, embora escuro, havia calor. Finalmente cheguei ao pequeno recinto no alto da fissura, a mil pés, que me levaria aos declives mais suaves das partes média e inferior da montanha. Ah fiz uma pausa. Deveria voltar e trazer mais uma carga da rocha aurífera? Ou deveria tomar diretamente o caminho de casa? Finalmente voltei sobre meus passos. Ao meio-dia estava outra vez ao lado do meu tesouro.

Logo desci de novo com minha segunda carga até o fatigante trabalho estar quase no fim, pois eu estava de pé na entrada da grande caverna, a quatrocentos pés do pequeno recinto no alto da fissura exterior – eram quatrocentos pés de subida bastante difícil. Após uma pausa retomei a curta mas escarpada subida, e logo me encontrei na pequena caverna, com apenas algumas dezenas de pés, no máximo, entre eu e o ar livre. Tomado como um todo, o longo túnel era sinuoso, mas tinha algumas passagens tão retas como se tivessem sido cortadas com prumo e régua. Os quatrocentos pés, aproximadamente, que separavam o recinto onde parei um pouco, na entrada, eram um trecho tão reto e talvez por isso tão difícil de atravessar quanto qualquer outra parte de todo o túnel.

Seria  mesmo impossível a não ser por suas laterais ásperas que ofereciam algum apoio. Se o local fosse claro, ao invés de tão escuro, eu seria capaz de olhar diretamente para a caverna do local onde estava parado. O ar aquecido me convidou a sentar, ou melhor, a me deitar, embora estivesse escuro. Resolvi descansar, portanto; comi um punhado de tâmaras e bebi um pouco de neve derretida do meu cantil de couro. Então me estendi no solo e adormeci no ar tépido.

Não sei por quanto tempo fiquei dormindo, mas ao despertar -ah, o terror que senti! Lufadas explosivas de ar, quente a ponto de quase queimarem a pele, carregadas de gases sufocantes, seguidas de um rouco murmúrio, afluíam velozmente passagem acima até o pico. Ruídos como uivos e gemidos subiam com o bafo ardente do abismo, misturados com o som de explosões tremendas e ensurdecedoras. Maior que todas as outras causas de terror era um baço brilho vermelho refletido das paredes da caverna, para dentro da qual descobri que podia olhar livremente e em cujas profundezas explodiam raios de luz verde, vermelha, azul e de todas as outras cores e matizes; eram gases em combustão. Por algum tempo o pavor me petrificou; sem poder mover-me continuei a fixar o terrível inferno dos elementos em fogo.

Eu sabia que a luz e o calor, ambos aumentando a cada momento, e os vapores sufocantes, o barulho e o tremor da montanha, prenunciavam uma só coisa: uma erupção vulcânica ativa! Finalmente o encantamento que havia me paralisado foi quebrado quando vi um jato de lava derretida subir até a passagem em frente, projetado até ali por uma explosão dentro da caverna. Então me levantei e fugi, correndo pelo chão do pequeno recinto, arrastando-me com insana energia pela entrada horizontal, que nunca me parecera tão baixa até aquele instante! Eu esquecera que tinha ouro nos bolsos, e só me lembrei disso quando senti o peso das preciosas rochas que me retardavam a fuga.

Mas, com o esforço de fugir, veio-me uma relativa calma, e a mente que voltava a funcionar me impediu de atirar fora o tesouro. A reflexão me convenceu de que o perigo, embora iminente, provavelmente não era imediato. Resolvi arrastar-me novamente para dentro da pequena caverna e, pegando um saco que ali havia deixado, coloquei dentro dele todas as rochas auríferas que podia carregar. Tirei um cordão de couro da cintura e, enrolando uma extremidade numa ponta de pedra no lado superior da fissura, baixei o saco até a outra extremidade da corda e desci atrás. Sacudindo o laço frouxo da rocha acima, repeti a mesma coisa várias vezes enquanto descia. Dessa forma cheguei ao fundo da fissura com a maior parte das duas cargas de minério de ouro. Desse ponto em diante, meu caminho seguia ao longo da crista de uma saliência de pedra, não muito larga mas suficiente para formar uma trilha fácil de seguir.

Nem bem tinha começado a andar por essa trilha quando olhei para trás, para o caminho que tinha acabado de percorrer. Naquele momento, houve um tremor de terra que quase me derrubou ao chão, e da pequena caverna onde eu tinha dormido jorrou fumaça seguida de um brilho avermelhado: lava. Ela fluiu para baixo, uma cascata de fogo e uma visão gloriosa na escuridão que se adensava, pois o Sol ainda não tinha se- posto de todo. Toda a montanha ficara a oeste da saliência onde eu estava e, como se fazia quase noite, eu me encontrava na obscuridade. Corri pela rocha, deixando meu saco de ouro e grande parte do que tinha nos bolsos no lugar mais seguro que pude encontrar, bem acima do fundo da ravina pela qual a lava fatalmente escorreria.

Quando estava a uma distância segura, parei para descansar e perscrutei a torrente em ebulição saltando pela ravina, a alguma distância à minha direita mas bem visível. “Pelo menos”, pensei, “ainda tenho nos bolsos suficiente minério aurífero -mais metal do que ouro pelo que parece -que tenho condição de carregar, agora que minha força, nascida do medo, desapareceu. Mesmo que eu não possa reaver o que deixei para trás, ainda tenho uma grande riqueza. Portanto, Incal, honra a Ti!” O quanto as vinte libras de quartzo aurífero, aproximadamente, eram inadequadas para pagar as despesas de sete anos de colégio, o colégio na capital da nação, onde o custo era mais elevado que em qualquer outra parte, minha inexperiência não podia me dizer. Mas que aquele era o maior tesouro que eu já tinha possuído na vida, ou mesmo visto, era um fato inegável; portanto, eu estava contente. 

atlântida-pitakrhock

A crença numa Providência poderosa é necessária para a maioria dos homens, melhor dizendo, para todos os homens, sendo a única diferença a de que as pessoas de mais amplo conhecimento requerem uma Divindade de poder mais próximo do infinito do que as de menor experiência; assim, os que apreendem a infinita amplitude da vida reconhecem um Deus cujo conceito se projeta quase à onipotência, em comparação com o conceito que satisfaz a mente humana comum. Pouco importa, portanto, que a divindade cultuada seja uma pedra ou um ídolo de madeira, uma figura inanimada qualquer, ou um Espírito Supremo de natureza andrógina. Os Seres que ordenam o curso dos acontecimentos, perscutando a lei cármica do Eterno Deus, enxergam a fé no coração dos mortais e não impõem que aquela lei siga seu curso com uma severidade destituída de misericórdia. Se a fé no ídolo, no “deus” animado, ou no Espírito Supremo de Deus, fosse extinta por causa das destruidoras forças da dor e do desespero, então a bondade humana estremeceria em temor por sua segurança e pela sua continuidade.

Uma catástrofe dessa espécie não se harmonizaria com Deus, pois, de acordo com a lei, nunca poderia ser admitida. Daí minha crença em Incal, uma crença compartilhada por meus compatriotas. Incal era um conceito puramente espiritual, afora a Causa Eterna (o Absoluto Infinito), da qual nenhuma mente de qualquer era do mundo poderia em sã consciência duvidar, só existia na mente de seus devotos. E essa era uma fé nobre, que tendia para a mais alta moralidade, nutrindo a fé, a esperança e a caridade. Que importância teria então que o Incal-pessoa, simbolizado pelo escudo rutilante do Sol, só existisse na mente dos homens? Nosso conceito poseidano representava o Espírito da Vida, o Pai UNO de todos (inclusive de todos os deuses), o que bastava para assegurar a observância dos princípios que supostamente mais O agradavam.

Certamente os anjos do Altíssimo Deus Incriado, ministrando (misericórdia e justiça) então como agora aos filhos do Pai, viram minha crença, engastada em meu coração e no coração de meus irmãos e irmãs de nação, e disseram enquanto ministravam-, “que recebas de acordo com tua fé”. Os anjos, contemplando minha esperança interior de tornar-me excelente entre os homens, haviam me disciplinado pelo medo quando fugia da montanha em fogo, mas nenhum desastre havia me acontecido. Continuei correndo tão depressa quanto me permitia a natureza do terreno. Eu tinha a minha vida e o ouro, e por isso louvava Incal enquanto corria.

E o Espírito da Vida foi misericordioso, pois eu não saberia o quanto o meu tesouro era insuficiente para minhas necessidades até a ferroada do desapontamento ser removida por eu ter encontrado uma provisão mais abundante. Meu caminho se estendia por várias milhas ao longo da crista de pedra, afiada como uma faca. Em muitos lugares abismos terríveis se abriam ao lado da trilha de pedra, tão próximos que me via obrigado a  engatinhar. Por vezes os penhascos se estendiam nos dois lados da trilha, fazendo dela uma passarela estreita. Eu me sentia grato pelas pequenas bênçãos que recebia e agradecia a Incal porque o deus da montanha não havia demonstrado sua agitação com um terremoto enquanto eu me encontrava naquela perigosa situação.

A uma distância de três milhas a contar do seu início, a trilha alcançava a beira de um precipício aterrador, e acima dela erguia-se a parede de um segundo penhasco. Só a luz da montanha incandescente agora iluminava meus passos. Foi naquele ponto que, no momento em que eu descia cautelosamente na direção da pedra basáltica que formava a beira do abismo, um grande choque me atirou de joelhos no chão e eu quase caí no vazio. Um instante depois, uma explosão abafada encheu o ar com uma insistente intensidade de som, e olhei para trás, assustado. Uma grande pluma de fumaça avermelhada pelo fogo estava se levantando na direção do céu, misturada com pedras tão grandes que podiam ser vistas de onde eu me encontrava. Abaixo de onde eu estava, ouviam-se terríveis ruídos; a terra tremia convulsivamente e choques repetidos me obrigaram a me agarrar nas rochas, com um medo desesperado de ser jogado para baixo.

Na frente, o desfiladeiro que estava aos meus pés havia ladeado outros penhascos e contrafortes. Até poucos instantes antes os penhascos e contrafor-tes tinham existido – mas não existiam mais! Contemplei aquela cena de confusa e terrível desordem, iluminada pelo brilho vulcânico apenas o suficiente para ser perceptível. As sólidas rochas e colinas pareciam mover-se, instáveis como as vagas marinhas, subindo e descendo de um modo assustador, rangendo e rugindo num verdadeiro pandemônio. Por sobre tudo isso desciam cinzas vulcânicas numa chuva densa e incessante, enquanto vapores e poeira enchiam o ar e pendiam como uma
mortalha por sobre um mundo aparentemente agonizante.

Finalmente o louco barulho e o nauseante movimento cessaram; só o brilho constante da lava que continuava a correr e um espasmo ocasional de tremor de terra continuavam sua narrativa plutônica. Permaneci no meu lugar, sentindo-me fraco e abalado. Gradualmente, a lava parou de correr e ficou tudo escuro; os choques só aconteciam a longos intervalos e uma paz como a da morte desceu sobre a região, enquanto a cinza silenciosa caía, cobrindo a terra ferida. A escuridão passou a reinar. Acho que fiquei inconsciente por algum tempo, pois quando voltei a mim senti uma dor aguda na cabeça; passando a mão por ela senti uma região úmida com sangue quente escorrendo de um ponto que doía ao toque. Tateando a minha volta, encontrei uma pedra áspera e cheia de pontas que tinha caído de algum lugar e me atingido na cabeça. Fazendo outros movimentos, concluí que o ferimento não era sério e sentei. A madrugada já se anunciava e eu, fraco de dor, fome e frio, voltei a me estender na pedra, para aguardar o novo dia.

Que paisagem diferente os raios de Incal encontraram no lugar que ali existira na manhã anterior! Quando olhei para o majestoso pico, a luz vermelha do Sol me mostrou que metade dele  havia sido arrancado e engolira-se numa misteriosa caverna. Sim, é verdade, “as montanhas elevam para o céu suas penhas – e os picos nus e enegrecidos curvam suas enormes cabeças para a planície. Perto dali, onde tinham existido outros contrafortes e onde tinha ocorrido o terrível retorcimento dos penhascos, bem a meus pés, não havia mais pontas de pedra, nem pico, nem penhasco! Em lugar de tudo isso havia um grande lago de água fervente, as suas margens estavam veladas pelas cinzas que ainda pousavam com suavidade e pelas nuvens de vapor condensadas em fino gás pelo ar frio, lágrimas do globo abatido por sua recente agonia! Todo ruído havia se dispersado e o férvido fluxo da lava também tinha cessado.

A parte da saliência onde eu tinha caído tinha escapado da demolição geral, em sua maior parte, embora também tivesse sido atingida, tanto que a trilha em frente, que eu me acostumara a usar em minhas excursões ao pico, tinha sumido; um enorme bloco de pedra, que provavelmente pesaria milhares de toneladas, tinha escorregado para o abismo embaixo, destruindo o caminho por sua passagem. Procurei uma saída e, escalando as pedras na luz mortiça, cheguei a uma parte da saliência que se dirigia para o caminho oposto ao do Sol e que não passava de duas estreitas pedras salientes sobre o lago de água fervente, intransponível na parte de cima, quando de repente um pálido raio de luz brilhou em diagonal no meu caminho!

Procurando sua fonte, vi que a luz  se irradiava por uma larga fenda no penhasco, acima de mim. A parte inferior da fenda ficava pouco abaixo de onde eu estava e, ao invés de se estreitar, alargava-se formando um soalho tão amplo quanto qualquer parte da fissura, como se acima daquele ponto tivesse sido empurrada para um lado -sem dúvida a única explicação. Baixei o corpo até esse soalho e, verificando que a fissura era suficientemente larga, pisei nela, sem ligar para a possibilidade de que a qualquer momento novas convulsões do vulcão pudessem fechar a abertura e esmagar-me. Pensei nessa possibilidade, mas à maneira poseidana, deixei o medo de lado refletindo que devia confiar em Incal, que faria o que fosse melhor para mim. O penhasco ruído mostrava, aqui e ali, veios de quartzo com faixas de pórfiro, formando saliências que corriam ao longo de massas de granito. 

Perto do topo, a estreita fenda se estendia e, embora tivesse realmente dois ou três pés de largura, sua altura a fazia parecer muito estreita. Quando me detive, deleitado com a idéia de que nos dois lados meus olhos contemplavam rocha virgem que jamais estivera exposta ao olhar de qualquer homem desde o nascimento da Terra, notei algo que fez meu pulso se acelerar de louca alegria. Bem perto de mim, mas um pouco à frente, estava um veio de rocha amarela, de aparência ocre, na qual vi muitas manchas de rocha branca e mais dura, cuja aparência se devia a núcleos de quartzo partidos pelo mesmo choque que havia formado a fenda.

Essas manchas estavam fartamente pontilhadas por pepitas de ouro nativo e de minério de prata. A ductilidade dos preciosos metais se exibia em curiosos efeitos, com o ouro e a prata saindo da superfície fraturada em cordões que em alguns casos mediam várias polegadas. Novamente a fraqueza da fome me abandonou e a dor do ferimento na cabeça foi momentaneamente esquecida, enquanto eu cantava um hino de gratidão ao meu Deus. O majestoso pico havia sido obliterado; destruído fora o único acesso ao elevado topo; mas ali, após terminada a batalha dos fogos subterrâneos, estava um tesouro ainda maior, mais próximo de casa, mais fácil de ser explorado. A excitação do júbilo foi excessiva para os meus nervos já tão enfraquecidos e desmaiei! Entretanto, a juventude é elástica e a saúde dos que não têm vícios, maravilhosa. Logo recobrei a consciência e tive a sabedoria de tomar o caminho de casa sem parar mais e desgastar mais minha força, sabendo que meu instinto de alpinista seria um guia infalível num retorno subseqüente.

Aconselhado por minha mãe, senti que sua crença de que eu não poderia explorar a mina sozinho era baseada na realidade. Mas em quem poderia confiar para me ajudar e receber uma justa parte da riqueza assim obtida como recompensa? Não bastaria que eu encontrasse a ajuda de que precisava? Certos amigos professos entraram numa sociedade comigo e, pelo privilégio de ficarem com o restante dos lucros, deram-me um terço do apurado, concordando em fazê-lo sem que eu tivesse de trabalhar na mineração e, com certa indecisão, concordando também cm que nenhuma parte do veio pertenceria a quem quer que fosse além de mim. 

Fiz com que assinassem um documento contendo essas regras, lacrando-o com o mais inviolável sinal existente em Poseid, a saber, a assinatura deles com o próprio sangue. Nós três assim fizemos. Insisti em todas essas formalidades porque não consegui reprimir a suspeita de que eles pudessem alegar que eram os descobridores do tesouro e de que, por conseqüência, eu não tivesse então nenhum direito ao mesmo. Hoje sei que seria bem esse o caso. Sei que a cláusula do contrato declarando que toda a mina que eles, meus sócios, exploraram naquele ano era propriedade inalienável de Zailm Numinos, foi o que impediu o roubo que eles tencionavam levar a cabo.

Essa estipulação não fazia referência ao descobridor da mina, mas declarava em termos inegáveis que o título de propriedade pertencia ao possuidor daquele nome. No caso de uma disputa entre nós eu não teria necessidade de provar como me tornara dono da mina-, nenhuma afirmação de que outra pessoa além de mim fosse o descobridor serviria aos defraudadores em potencial, pois fosse quem fosse o primeiro a encontrar o veio, permaneceria o fato de ser eu o proprietário, caso em que todas as vantagens da lei estariam do meu lado. Pelo menos, assim acreditei em minha ignorância. Meus associados não eram tão ignorantes quanto eu. Sabiam que o contrato não tinha valor por ter sido executado em violação à lei. Um dia vim a saber de tudo. Soube posteriormente que as leis de Poseid tornam cada mina pagadora de dízimo ao império e que qualquer mina explorada sem o reconhecimento desse laço legal estava sujeita a confisco.

Também era aparente que, se meus sócios não se tivessem deixado levar pela avareza, mantendo em segredo o nosso acordo que os tornava partícipes numa infração da lei, teriam se tornado proprietários legais simplesmente pelo fornecimento de informações sobre meus atos ao agente do governo mais próximo. Mas eu não sabia dessas coisas na época e os outros dois julgaram melhor guardar silêncio, pela única razão de que nada sabiam a não ser que estavam violando ordens aparentemente sem importância. E assim o segredo foi guardado para uma revelação posterior. Tendo conseguido os meios necessários, o passo seguinte foi minha mudança do campo para a cidade de Rai. Nosso adeus ao antigo lar nas montanhas e nossa instalação na nova residência em Caiphul ficará em branco nestas reminiscências.

Fim do CAPÍTULO I – Atlântida, Rainha do mar e do mundo. A peregrinação deZailm ao topo do Monte Pitach Rhok para adorar a Divindade. Ele encontra ouro. A erupção vulcânica. Ele é quase alcançado pelo rio de lava, mas escapa.

Continua…

Ascensão


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A CHAMA TRINA

chamatrina - Cópia

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A Chama Trina é a união de três chamas: azul, dourada, rosa. A Chama do Cristo dentro do coração encarna as mesmas qualidades de amor, sabedoria, e dá poder àquela manifestação no coração do Todo-poderoso, no coração de sua Presença EU SOU , e no coração de seu Cristo Pessoal.

Certamente dentro de seu próprio templo do corpo estão as três plumas ígneas do Espírito Santo cor-de-rosa , dourada e as pulsações azuis da chama vivente. Assim a Trindade divina ganha expressão no mundo da forma material. A energia azul representa o Poder e a Força de Deus; a Dourada, a Sabedoria ou Divina Iluminação; a Rosa, o Puro Amor Divino.

Estas três atividades são os três Aspectos Divinos presentes em todas as coisas. O perfeito equilíbrio destas Três Qualidades Divinas é muitas vezes denominado “O Poder de Três Vezes Três”.

Também correspondendo com a trindade do corpo, mente e alma, a Chama Trina arde as necessidades materiais do homem para poder percorrer o corpo (a fé e a benevolência do intento divino); sabedoria para nutrir a mente (iluminação e o uso correto do conhecimento da Lei); e amor para cumprir o destino da alma em manifestação exterior consciente (uma compaixão justa e misericordiosa que sempre é recompensada através da realização criativa individual).

A chama dentro do coração é seu enfoque pessoal do fogo sagrado. É sua oportunidade para se tornar o Cristo. É o potencial de sua Divindade esperando para estar dentro de sua humanidade. É comumente denominada Chama Crística, uma incorporação da atividade do Santo-Ser-Crístico que Jesus chamava: ” O Pai em Mim”.

Durante as primeiras três idades douradas antes da partida da inocência do homem, o cordão cristalino tinha nove pés em diâmetro e a Chama Trina envolvia a sua forma. A fonte de energia do homem era literalmente ilimitada e a consciência do seu Cristo envolvia tudo.

Depois da queda, foi reduzida a oportunidade do homem para exercitar o seu livre arbítrio. Através do édito cósmico, a Chama Trina foi reduzida a um décimo-sexto de uma polegada em altura.

Como a Chama de Iluminação expande sua consciência interior, envolve seu ser gradualmente até Deus, que com a santa sabedoria, é empossado no altar de seu coração. Mas com cada aumento de sabedoria, o poder e a plumas de amor têm que subir também pela ordem de sua devoção; outra sabedoria não será retida.

Igualmente, com cada poder tem que vir a aquisição da sabedoria e têm-se que amar em equilíbrio perfeito. Também assim, o amor só é atualizado por uma manifestação equivalente de poder e sabedoria.

Reconhecer aquele equilíbrio é a chave dourada para a Cristicidade; você tem que entender que você não pode conhecer por você e não pode trazer em manifestação aquilo que você não percebeu primeiro dentro da chama trina, como o resultado de sua experiência exterior e interna em Deus.

Comece visualizando chama trina ardente dentro de seu coração, um décimo-sexto de polegada em altura, lacrada dentro da câmara secreta de seu coração. Então assista à sua expansão, expansão, expansão, enquanto você medita no Amor:

Oh meu Deus! Eu humildemente invoco a expansão ao longo de meu ser e mundo, de Suas qualidades de Amor Divino – Sabedoria, Poder, Liberdade, Compaixão, Tolerância, Perdão, Paciência, Benevolência, Unidade, Fraternidade, Tato, Diplomacia, Cultura, Beleza, Perfeição, e Auto-domínio.

Eu peço para ser ensinado por Sua Capacidade, para aumentar o Bem nos membros da raça humana, ajudar cada um a cumprir o seu plano divino, a liberar e desenvolver meus próprios talentos individuais e poderes, harmonizar, elevar, purificar e aperfeiçoar meu mundo de sentimento e de meus irmãos. Ser uma constante para amar toda a Vida livre.

Eu decreto, eu aceito, e eu SOU a imagem e manifestação de Seu Amor e Vida, meu Pai Amado. Use minha corrente de vida para canalizar Suas bênçãos para toda a vida na terra e magnificar o Senhor de forma que todos possam ver e possam saber que a Luz de Deus que nunca falha é a Chama Trina ardente batendo dentro de meu coração!

Seu coração é um dos presentes escolhidos por Deus. Dentro dele há uma câmara central cercada por um campo de força e de tal luz e proteção que nós chamamos isto de um intervalo cósmico. É uma câmara separada desta substância, e não há sonda que possa descobrir isto. Ocupa, simultaneamente, não só a terceira e quarta dimensão, mas também outras dimensões desconhecidas ao homem. É assim conectado o ponto do poderoso cordão de cristal de luz que desce de sua Presença de Deus para sustentar a batida de seu coração físico que lhe dá vida e propósito e integração cósmica.

Você não precisa entender um idioma sofisticado ou postulação científica, o como, o porque e o portanto, desta atividade. Esteja contente em saber que Deus está lá e que há dentro de você um ponto de contato com o Divino, uma faísca de fogo do próprio coração do Criador que é chamado de Chama Trina ardente de Vida. Lá queima a essência da trindade do amor, sabedoria, e poder.

Cada reconhecimento feito diariamente à chama dentro de seu coração ampliará o poder e iluminação de amor dentro de seu ser. Cada atenção produzirá uma sensação nova de dimensão por você, se não exteriormente, aparente, então subconscientemente manifesta dentro dos envoltórios de seus pensamentos internos.

Não negligencie, então, seu coração, como o altar de Deus. Não negligencie o sol de seu ser manifesto. Tire de Deus o poder de amor e O amplie dentro de seu coração. Então envie para fora, no mundo, a grandeza, como o bastião que superará a escuridão do planeta e diga:

Consagração das Velas

Saudamos a Poderosa e Abrangente Luz do Universo, a mais alta Fonte de Vida EU SOU! Nos vos curvamos, reverentemente, em profunda gratidão diante da Luz Cósmica e consagramos estas chamas como símbolo da Chama Trina da Vida, em cada ser humano.

A Chama do Poder(azul)… da Sabedoria(amarela/dourada)… do Amor(rosa)…

Acenda as velas da esquerda para direita e visualize a Chama Trina ancorando em seu coração, no coração de quem deseja e crie um coração no centro de sua casa, no centro do seu país e no centro do Planeta Terra e agora faça a seguinte afirmação:

Poderoso EU SOU, Fonte de toda Vida, preenchei-nos (me) com Vossa Luz e Vossos Divinos Poderes e elevai este ritual a uma poderosa expansão de todo Bem.

Vós, Grandes Divinos Seres da Luz, Mestres Ascensionados, amigos do reino Angélico e da Natureza, ampliai o nosso esforço com Vosso Poder, para abençoar a vida. Nós Vos chamamos com profundo Amor e reverência.

Respire profunda e lentamente e mantendo esta visualização, faça a seguinte invocação:

 A GRANDE INVOCAÇÃO

Do ponto de Luz na Mente de Deus
Que flua luz às mentes dos Homens,
Que a luz desça à Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus
Que flua amor aos corações dos homens,
Que Cristo retorne à Terra.
Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,
Propósito que os Mestres conhecem e servem.
Do centro a que chamamos raça dos homens,
Que se realize o Plano de Amor e de Luz
E se feche a porta onde se encontra o mal.
Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam
O Plano Divino sobre a Terra,
Hoje e por toda a eternidade. Amém

O uso e o significado da Grande Invocação

Mantendo a visualização acima citada, faça seus pedidos e seu agradecimentos aos Dirigentes Celestiais Ascensionados destas Chamas. Fique em silêncio por alguns minutos certificando-se da ancoragem da Chama Trina de acordo com seus desejos e respire profunda e lentamente por três vezes e volte à sua Consciência. Faça o encerramento.

Encerramento

Amada Presença Divina EU SOU, Santo Ser Crístico em todas as pessoas:
Vós Seres e Poderes da Luz:

Nós agradecemos pelo derramamento de todas as dádivas Divinas e por Vossa Presença. Reforçai nosso empenho com Vossas Forças, Vosso Amor, Sabedoria e Poder para abençoar toda a vida. Mantende-nos em Harmonia, Paz e  Amor como focos para Vossa irradiação no nosso Mundo.

Abençoadas Chamas, marcos de Luz da mais alta Fonte Divina. Nós vos agradecemos por podermos enviar vossas  Forças e Vos envolvemos no nosso amor. Reconhecemos a unidade da Vida e nos curvamos humildemente à Luz Cósmica. Todos servimos como condutores da Luz no Corpo da mais alta Fonte EU SOU.

Por: Solange Martins – Terapeuta, Tarologa e Numeróloga

Israel: cientista judeu alega que sua raça NÃO É semita e sim proveniente da Khazaria


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Top cientista israelense diz que judeus Ashkenazi vieram da Khazaria, região da Europa Central, e que não tem origem na Palestina (n.t. ou na antiga cidade de UR, na antiga Mesopotâmia, como descendentes de Abraão, que descendia de Sem, portanto Semitas)

Eran Elhaik, da John Hopkins University, um cientista geneticista molecular israelense, publicou uma pesquisa que diz desmascarar essa afirmação. E isso desencadeou um enorme e previsível confronto. “Ele esta simplesmente errado”, disse Marcus Feldman, da Universidade de Stanford, um dos principais pesquisadores em genética judaica, referindo-se a pesquisa de Elhaik.

Um geneticista israelense desafia a  hipótese “sionista” de que todos os judeus pertencem a uma raça e estão intimamente relacionados, dando-lhes, assim, um ancestral comum na Terra Santa e uma reivindicação bíblica para a Palestina. 

Fonteshttp://www.darkmoon.me – Postado por Montecristo  

Os cientistas não costumam chamar uns aos outros de “mentirosos” e “fraudulentos”. Mas isso é como o pesquisador Eran Elhaik, da Johns Hopkins University, com pós-doutorado, descreve um grupo de geneticistas amplamente respeitados, incluindo Harry Ostrer, professor de patologia e genética do Albert Einstein College of Medicine da Universidade de Yeshiva e autor do livro “Legacy: A Genetic History of the Jewish People“, publicado em 2012 .  

Região da Europa Central, no Cáucaso, que seria a origem do atual povo judeu Askhenazim, da raça branca, não semita, de acordo com o pesquisador e outros.

Há anos, os resultados do professor Ostrer e vários outros cientistas têm se mantido praticamente incontestados sobre a genética dos judeus e a história que contam sobre as suas origens comuns do Oriente Médio compartilhadas por muitas populações judaicas em todo o mundo. Judeus – e particularmente os Ashkenazim – são de fato uma raça, um povo, como a pesquisa de Ostrer demonstra.

É uma teoria que mais ou menos afirma o entendimento daquilo que os próprios judeus mantêm de quem eles são no mundo: um povo que, embora disperso, compartilham um vínculo étnico-racial enraizado em sua origem ancestral comum dos judeus nativos da antiga Judeia ou Palestina, como os romanos chamavam a região depois que conquistaram a pátria judaica.

Mas agora, Elhaik, um cientista geneticista molecular israelense, publicou uma pesquisa que diz desmascarar essa afirmação. E isso desencadeou um enorme e previsível confronto. “Ele esta simplesmente errado”, disse Marcus Feldman, da Universidade de Stanford, um dos principais pesquisadores em genética judaica, referindo-se a pesquisa de Elhaik.

As vezes fortes emoções geradas por essa disputa científico de uma questão central e politicamente carregada que cientistas e outros têm ponderado por décadas: DE ONDE no mundo que os judeus Ashkenazi tem a sua ORIGEM?

O debate toca sobre questões sensíveis como a de que se o povo judeu é uma raça ou uma religião, e se os judeus ou os palestinos são descendentes dos habitantes originais daquilo que é hoje o Estado de Israel.

A teoria de Ostrer às vezes é empacotada para emprestar uma autoridade de ciência para a narrativa sionista, que vê a migração de judeus modernos ao que hoje é Israel e seu domínio sobre aquela terra, como um simples ato de reintegração de posse pelos descendentes  dos moradores originais daquela terra. 

Ostrer se recusou a ser entrevistado para esta reportagem. Mas, em seus escritos, Ostrer aponta os perigos de tal reducionismo, alguns dos mesmos marcadores genéticos comuns entre os judeus, ele identifica que podem ser encontrados em palestinos, também.

O pesquisador judeu israelense Eran Elhaik, da Johns Hopkins University, com pós-doutorado.

Ao utilizar ferramentas moleculares sofisticadas, Feldman, Ostrer e a maioria dos outros cientistas no campo genético descobriram que os judeus são geneticamente homogêneos. Não importa onde eles vivam, dizem esses cientistas, os judeus são geneticamente mais semelhantes entre si do que com seus vizinhos não-judeus, e eles têm uma ascendência comum do Oriente Médio.

Essa pesquisa dos geneticistas faz apontar para o que é conhecido como a Hipótese Renânia. Segundo essa hipótese, os judeus Ashkenazi seriam descendentes dos judeus que fugiram da Palestina depois da conquista muçulmana no século VII e se estabeleceram no sul da Europa. No final da Idade Média eles se mudaram da Alemanha ou desde a Renânia para a Europa Oriental.

“Bobagem”, disse Elhaik, um judeu israelense de 33 anos de idade, de Beersheba, que obteve um doutorado em evolução molecular da Universidade de Houston. Ele é filho de um homem italiano e uma mulher iraniana que se casaram em Israel, Elhaik, um homem compacto, de cabelos escuros, sentou-se recentemente para uma entrevista em seu despojado cubículo estreito de um escritório na Universidade Johns Hopkins, onde ele trabalhou por quatro anos.

Em  “A conexão perdida da ascendência européia judaica: Contrastando as Hipóteses Renânia e a Khazar”,  publicado em dezembro na revista Genome Biology and Evolution, Elhaik diz que ele comprovou que as raízes Ashkenazi dos judeus residem no Cáucaso – uma região no fronteira da Europa e da Ásia, que se situa entre os mares Negro e Cáspio – e não no Oriente Médio. Eles são descendentes, argumenta ele, dos khazares, um povo turco que viveu em um dos maiores estados medievais da Eurásia e depois migrou para a Europa Oriental, nos séculos 12 e 13. A genética e os Genes do tipo Ashkenazi, Elhaik acrescentou, são muito mais heterogêneas do que Ostrer e outros proponentes da Hipótese Renânia acreditam. Elhaik  encontrou um marcador genético comum do Oriente Médio em DNA de judeus, mas, segundo ele, este poderia ser do Irã, não da antiga Judéia.

Elhaik escreve que os khazares (que foram) convertidos ao judaísmo no século VIII, embora muitos “historiadores” acreditem que apenas a realeza e alguns membros da aristocracia se converteram.Mas a conversão generalizada pelos khazares ao judaísmo é a única maneira de explicar o enorme crescimento da população judaica européia para 8 milhões no início do século 20 a partir de sua minúscula base desde a Idade Média, diz Elhaik.

Elhaik baseia sua conclusão na análise de dados genéticos publicados por uma equipe de pesquisadores liderados por Doron Behar, geneticista populacional e médico sênior do Rambam Medical Center, em Israel, em Haifa. Usando os mesmos dados, a equipe de Behar, publicado em 2010 um documento concluindo que a maioria dos judeus contemporâneos de todo o mundo e algumas populações não-judaicas do Levante, ou do Mediterrâneo Oriental, estão intimamente relacionados.

Elhaik usou alguns dos mesmos testes estatísticos como Behar e outros, mas ele escolheu comparações diferentes. Elhaik comparou “assinaturas genéticas” encontrados em populações judaicas como os armênios  e georgianos (n.t. caucasianos como o antigo povo Khazar) modernos, que ele usa como um padrão atual para os Khazarians há muito extintos, porque eles vivem na mesma área em que existiu aquele estado medieval Khazar.

A Khazaria e o império Khazar entre os anos de 600 a 850 d.C. quando o judaísmo foi adotado no reino. Esse povo era da raça branca ariana e caucasiana e nunca foi semita.

“É uma premissa irrealista”, disse o geneticista da Universidade de Arizona Michael Hammer, um dos co-autores da pesquisa de Behar, que Elhaik usou. Hammer salienta que os armênios têm raízes no Oriente Médio, que, segundo ele, é por isso que eles pareciam estar geneticamente relacionados com os judeus Ashkenazi no estudo de Elhaik.

Hammer, que também co-escreveu o primeiro artigo que mostrava que osKohanim(*) dos tempos modernos são descendentes de um único ancestral masculino, chama Elhaik e outros proponentes da Hipótese khazar “gente isolada… que têm um ponto de vista minoritário que não é suportado cientificamente. Eu acho que os argumentos que eles fazem são muito fracos e que expandem o que sabemos”.


(*) Kohanim, Kohen ou Cohen (ou Kohain ; hebraico : כֹּהֵן ., “padre”, pl כֹּהֲנִים Cohanim ) é a palavra hebraica para sacerdote. Os Cohanim judaicos acredita-se serem haláchicos  e tradicionalmente ser de descendência patrilinear direta do sacerdote personagem bíblico Aarão, o irmão de Moisés.

Durante a existência do Templo de Jerusalém, os Cohanim realizavam as oferendas diárias e nos feriados religiosos (deveres Yom Tov). Hoje o sacerdote Cohanim mantém uma situação menos distinta dentro do judaísmo, e estão vinculados a restrições adicionais de acordo com o judaísmo ortodoxo.


Feldman, diretor do Stanford’s Morrison Institute for Population and Resource Studies ecoa Hammer. “Se você pegar toda a cuidadosa análise genética populacional que tem sido feito ao longo dos últimos 15 anos … não há dúvida sobre a origem comum do povo judeu no Oriente Médio”, disse. Ele acrescentou que o resultado da pesquisa de Elhaik “é uma espécie de outsider”.

A análise estatística de Elhaik não passaria pela maioria dos estudiosos contemporâneos, disse Feldman: “Ele parece estar aplicando as estatísticas de uma forma que lhe dá resultados diferentes daquilo que todo mundo tem obtido a partir de dados essencialmente semelhantes.” Elhaik, que sequer acredita que Moisés, Aarão ou as 12 tribos de Israel algum dia existiram, dá de ombros para as críticas.

“Esse é um argumento circular”, disse ele sobre a noção de que semelhanças genéticas de judeus e armênios  resultam de ancestrais comuns no Oriente Médio e não da região da Khazaria, a área onde os armênios vivem. Se você acredita nisso, diz ele, então outras populações não-judaicas, como a Geórgia, que são geneticamente semelhantes aos armênios devem ser consideradas geneticamente relacionados aos judeus, também, “e assim por diante e assim por diante.”

Dan Graur, supervisor de doutorado de Eran Elhaik na Johns Hopkins University, e membro do conselho editorial da revista que publicou o resultado de suas pesquisas, chama seu ex-aluno de “muito ambicioso, muito independente. Isso é o que eu gosto”. Graur, um romeno-nascido judeu que atuou no corpo docente da Universidade de Tel Aviv por 22 anos antes de se mudar há 10 anos para a escola de Houston, disse sobre Elhaik”, que ele escreve mais provocante do que poderia ser necessário, mas é o estilo dele”. Graur chama a conclusão da pesquisa de Elhaik de que os judeus Ashkenazi se originaram a leste da Alemanha” de uma estimativa muito honesta”.

Shlomo Sand, professor de história na Universidade de Tel Aviv e autor do polêmico livro de 2009 “The Invention of the Jewish People”

Em uma   reportagem  que acompanhou o artigo de revista de Eran Elhaik, Shlomo Sand, professor de história na Universidade de Tel Aviv e autor do polêmico livro de 2009 “The Invention of the Jewish People” (A Invenção do Povo Judeu), disse que o estudo reinvindica o mesmo que as suas idéias desde longa data.

“É tão óbvio para mim”, disse Sand a revista. “Algumas pessoas, historiadores e  até mesmo cientistas, fecham os olhos para a verdade. Uma vez que, antigamente dizer que os judeus eram uma raça era ser anti-semita, agora dizer que eles não são uma raça é que é ser anti-semita. É uma loucura como (n.t. os manipuladores da) a história brinca com a gente. “

O artigo recebeu pouca cobertura na mídia norte americana (n.t. controlada pelos sionistas e elitistas da NWO), mas tem atraído a atenção de grupos anti-sionistas e da “supremacia branca anti-semitas”, disse Elhaik.

Curiosamente, enquanto os blogueiros anti-sionistas têm aplaudido o trabalho de Elhaik, dizendo que isso prova que os judeus contemporâneos não têm direito legítimo nenhum ao território de Israel (Palestina), alguns supremacistas brancos atacaram ele.

David Duke, por exemplo, é perturbado pela afirmação de que os judeus não são uma raça.”O comportamento disruptivo e conflitivo que marcou as atividades da supremacia judaica através dos milênios sugere fortemente que os judeus mantiveram-se mais ou menos geneticamente uniformes e têm … desenvolvido uma estratégia de sobrevivência evolutiva de grupo baseada em uma unidade biológica comum – algo que milita fortemente contra a teoria Khazar”, escreveu o ex- integrante da (racista) Ku Klux Klan e ex-deputado estadual da Louisiana-EUA em seu blog, em fevereiro.

“Eu não estou me comunicando com eles”, disse Elhaik sobre os supremacistas brancos. Ele disse que eles também o incomodam, e Elhaik é um veterano de sete anos de serviço no exército israelense, o que os anti-sionistas têm capitalizado sobre a sua pesquisa, pelo menos porque  “ela não vai ser provada estar errada a qualquer momento ou em breve”.

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Mas os defensores da hipótese Renânia também têm uma agenda política, disse ele, afirmando que eles “foram motivados para justificar e corroborar a narrativa (do movimento) sionista.“

Para ilustrar seu ponto de vista, Elhaik gira em torno de sua cadeira para ficar de frente ao seu computador e busca por uma troca de e-mail de 2010, com Ostrer.  “Foi um grande prazer ler o artigo recente do seu grupo, “Filhos de Abraão na era do genoma”, que iluminam  a história do nosso povo”, escreveu Ostrer a Elhaik . “É possível ver os dados utilizados para o estudo?”

Ostrer respondeu que os dados não estão disponíveis publicamente. “É possível colaborar com a equipe por escrito através de uma breve proposta que descreva o que você pretende fazer”, escreveu ele. “Critérios para revisão incluem a novidade e a força da proposta, sem sobreposição com as atividades atuais ou previstas, e sem caráter difamatório (n.t. ou apenas contrário) para o povo judeu“.

Essa última exigência, Elhaik argumenta, revela o viés de Ostrer e de seus colaboradores.

Permitindo aos cientistas o acesso aos dados somente se a pesquisa não vai difamar os judeus é (uma situação) “muito peculiar”, disse Catherine DeAngelis, que editou o Journal of the American Medical Association por uma década. “O que isso faz é configurar-se para receber uma crítica: espere um minuto. O que esses caras estão tentando esconder? “

Apesar do que seus críticos afirmam, Elhaik diz, ele não esta lá para provar que os judeus contemporâneos não têm ligação com o povo judeu da Bíblia. Seu foco principal de pesquisa é a genética da doença mental, o que, explica ele, levou-o a questionar o pressuposto de que os judeus ashkenazim são uma população útil para estudar porque eles são tão homogêneos.

Elhaik diz que ele leu pela primeira vez sobre a hipótese khazar uma década atrás, em um livro de 1976 escrito pelo falecido autor (judeu) húngaro-britânico Arthur Koestler, ” A Décima Terceira Tribo “, escrito antes que os cientistas tivessem até mesmo as ferramentas para comparar genomas.

O autor (judeu) húngaro-britânico Arthur Koestler, e seu livro “A Décima Terceira Tribo”

Koestler, que era judeu de nascimento, disse que seu objetivo ao escrever o livro era eliminar as bases racistas do anti-semitismo na Europa. “Se essa teoria (origem dos judeus no Cáucaso, no império Khazar) se confirmar, o termo” anti-semitismo “se tornaria vazio de significado”, a capa do livro declara. Embora o livro de Koestler tivesse sido geralmente bem revisado, alguns céticos questionaram a compreensão do autor da história da Khazaria .

Para Graur não é surpresa que Eran Elhaik tenha se levantado contra a “panelinha“de cientistas que acreditam que os atuais judeus são geneticamente homogêneos (n.t. semitas e com origem no Oriente, na Palestina) . “Ele gosta de ser combativo”, disse Graur. “Isso é o que é ciência.

A MORTE NÃO EXISTE


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 GARANTE o PAUL LANZA UM DOS 5 MAIORES CIENTISTAS DO MUNDO

O Dr. Robert Paul Lanza (foto), nascido em 1959, é considerado um dos maiores cientistas  da atualidade.
 Médico pesquisador, é especializado em medicina regenerativa à nível celular (histologia regenerativa) e, por força de suas pesquisas, um estudioso de áreas de ponta, como a física moderna (quântico-relativista). Entre outras funções, ele é chefe de pesquisas do Advanced Cell Technology e professor do Institute for Regenerative Medicine, departamento do Wake Forest University Scholl of Medicine, todas situadas nos EUA.   Robert Lanza ficou famoso por suas pesquisas com células-tronco e clonagem de seres vivos, em especial como meio de preservação em favor de espécies ameaçadas de extinção ———–Robert Lanza,
Será que a morte existe? Nova teoria diz ‘Não’————–

Existir é que é a morte

Muitos de nós tememos a morte. Nós acreditamos na morte, porque nos foi dito que vamos morrer. Nós nos associamos com o corpo, e nós sabemos que os corpos morre. Mas uma nova teoria científica sugere que a morte não é o evento terminal que pensamos.

Um aspecto bem conhecido da física quântica é que certas observações não podem ser previstas com certeza. Em vez disso, há uma gama de possíveis observações cada uma com uma probabilidade diferente . Uma explicação mainstream, a do “multi- mundos” afirma que cada uma dessas observações possíveis corresponde a um universo diferente (do ‘multiverso’). Uma nova teoria científica – chamada biocentrismo – refina essas idéias. Há um número infinito de universos, e tudo o que poderia acontecer ocorre em algum universo. A morte não existe em qualquer sentido real nesses cenários. Todos os universos possíveis existiriam simultaneamente, independentemente do que acontece em qualquer um deles. Embora corpos individuais estejam  destinados a auto-destruição, o sentimento vivo – o “Quem sou eu?” – É apenas uma fonte de 20 watts de energia operando no cérebro. Mas esta energia não desaparece com a morte. Uma das mais seguras axiomas da ciência é que a energia nunca morre; ela não pode ser criada nem destruída. Mas será que essa energia transcende  de um mundo para o outro?

Considere um experimento que foi recentemente publicado na revista Science mostrando que os cientistas poderiam retroativamente mudar algo que tinha acontecido no passado. Partículas tiveram  decidir como se comportar quando batem em um divisor de feixe. Mais tarde, o experimentador poderia virar um segundo interruptor ligado ou desligado. Acontece que     o observador decidiu nesse ponto, determinando o que a partícula fez no passado. Independentemente da escolha que você, o observador, fizer, é você quem vai experimentar os resultados que irão resultar. As ligações entre estas várias histórias do universos transcendem nossas idéias clássicas comuns de espaço e tempo. Pense  nos 20 watts de energia como simplesmente  um holograma projetando este ou aquele resultado em uma tela. Se você ligar o segundo divisor de feixe , ligado ou desligado, ainda é a mesma bateria ou agente responsável pela projeção.

De acordo com Biocentrismo, o espaço e o tempo não são os objetos duros que pensamos. Acene com a mão no ar – se você tirar tudo, o que resta? Nada. A mesma coisa se aplica para o tempo. Você não pode ver nada através do osso que envolve o cérebro. Tudo o que você vê e experimenta agora é um turbilhão de informações que ocorre em sua mente. O espaço e o tempo são simplesmente as ferramentas para colocar tudo junto.

A morte não existe em um mundo sem espaço atemporal. No final, mesmo Einstein admitiu: “Agora, Besso” (um velho amigo) ” partiu deste estranho mundo um pouco à frente de mim. Isso não significa nada. Pessoas como nós … sabemos   que a distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente. “A imortalidade não significa uma existência perpétua no tempo sem fim, mas reside fora de tempo completamente.

Isso ficou claro com a morte de minha irmã Christine. Depois de ver seu corpo no hospital, eu saí para falar com membros da família. O marido de Christine – Ed – começou a soluçar incontrolavelmente. Por alguns momentos eu senti como se estivesse transcendendo  o provincianismo de tempo. Eu pensei sobre os 20 watts de energia e sobre as experiências que mostram que uma única partícula pode passar através de dois furos, ao mesmo tempo. Eu não poderia descartar a conclusão: Christine estava viva e morta, fora do tempo.

Christine tinha tido uma vida dura. Ela tinha finalmente encontrado um homem que ela amava muito. Minha irmã mais nova não poderia vir para seu casamento porque ela tinha um jogo de cartas que havia sido marcada por várias semanas. Minha mãe também não poderia ir  ao casamento devido a um compromisso importante que ela tinha no Elks Club. O casamento foi um dos dias mais importantes na vida de Christine. Como mais ninguém do nosso lado da família apareceu, Christine me pediu para levá-la até o altar para entregá-la.

Logo após o casamento, Christine e Ed estavam se dirigindo para a casa de sonho que tinham acabado de comprar quando o carro bateu em um pedaço de gelo negro. Ela foi jogada para fora do carro e caiu em uma banca de neve.

“Ed”, ela disse: “Eu não posso sentir minha perna.”

Ela nunca soube que seu fígado havia sido rasgado ao meio e o sangue estava correndo em sua peritônio.

Após a morte de seu filho, Emerson escreveu: “Nossa vida não é tanto ameaçada como a nossa percepção. Lamento que a dor  não possa me  ensinar nada, nem me carregar para um outro lugar da existência. “

Quer se trate de lançar o interruptor para a experiência da ciência, ou girando a roda de condução muito ligeiramente este ou aquele caminho de gelo negro , é o jogador de 20 watts de energia que vai experimentar o resultado. Em alguns casos, o carro vai sair da pista, mas em outros casos o carro vai continuar no seu caminho até a casa de sonho da minha irmã.

Christine tinha recentemente perdido  100 libras, e Ed havia lhe comprado  um par de brincos de diamante de surpresa. Vai ser difícil superar , mas eu sei que Christine vai olhar  encantada pra eles  na próxima vez que eu vê-la.

Leia mais em http://www.robertlanza.com/does-death-exist-new-theory-says-no-2/#yIPf8H4YRXgR466L.99 

  

ARCANJO MIGUEL


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ARCANJO MIGUEL – HÁ MAIS LUZ DO QUE NUNCA SE IRRADIANDO

Arcanjo Miguel

Arcanjo Miguel

ARCANJO MIGUEL – HÁ MAIS LUZ DO QUE NUNCA SE IRRADIANDO EM SEUS CORPOS E NA TERRA

Canalizado por Leslie-Anne Menzies
25/07/16

Meus queridos,

Essas são realmente estradas acidentadas de mudança que vocês estão percorrendo, MAS vocês estão se tornando sempre tão magistrais em navegá-las totalmente…


Prometeu-se que 2016 seria um ano de grande mudança e não fomos decepcionados – numericamente é um ano 9 – um ano de conclusão e, para muitos dentre vocês, essa é a VERDADE.

Tudo o que não serve mais ao seu propósito superior está sendo retirado da sua consciência e, embora quando isso acontece possa parecer brutal, ou pelo menos irritante, vocês estão chegando a esse lugar de Mestria Interior em que reconhecem que é o momento de abrir mão, liberar, render-se.

Com tudo a que vocês se renderam, inclusive à dor associada a isso, vocês estão agora preparados perfeitamente para acolher todos os novos começos, logo que se apresentem. Nós lhes dizemos, meus queridos, isso vai surgir como uma miscelânea, com uma infinidade de escolhas.

O seu discernimento e os sentidos recém despertos vão lhes permitir que surjam facilmente a pessoa perfeita, o lugar ou o objeto do seu desejo em sua vida, como se fosse “MAGIA”.

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Então, vocês irão SABER que tudo o que lhes trouxe a este momento, estava perfeitamente alinhado para o resultado mais elevado.

Em seguida, vocês vão se render, cair de joelhos e agradecer – agradecer à Criação e a si mesmos por terem a fé e a confiança que lhes permitiram trilhar o seu caminho – totalmente de olhos vendados, mas com uma sabedoria interna que os orientou eternamente para este momento.

Reconhecer e dar graças são maneiras igualmente abençoadas para se viver a cada dia, meus queridos.

Até mesmo em seus momentos mais sombrios, se vocês conseguirem ver além dessa escuridão – atraindo a Luz da Criação, acreditando que isso passará, vocês permitem que uma vibração mais elevada/mais rápida das partículas de Luz/Amor entrem em seus corpos, através do seu chacra coronário divino, ao permitir que essa Luz se infiltre em cada célula dos seus magníficos veículos corpóreos, limpando, purificando toda a escuridão, enquanto ela parte.

Enviem as velhas energias para a Terra a fim de que sejam transformadas de volta à Luz e observem como essa transformação acontece em seu interior.

Meus queridos, lembramos-lhes que não concentrem a sua atenção naquilo que “parece” estar acontecendo “lá fora”. Concentrem toda a sua energia amorosa em aprimorar-se e em melhorar a sua vida e as circunstâncias.

Ajustem a sua energia para a vibração de Amor/Luz mais elevada possível e, à medida que cada um de vocês se tornar mais luminoso, mais amoroso, isso afetará, por osmose, a todos os outros Seres do Planeta.

Queridos, nós lhes dizemos isto: Há mais LUZ do que nunca se irradiando em seus corpos e na Terra. Nunca antes em sua história houve tanta Luz disponível assim.

Concentrem-se nessa Luz, meus queridos, porque vocês são a mudança que está acontecendo em seu Planeta.

Deixem que todas as histórias de AMOR, UNICIDADE e COOPERAÇÃO, que estão surgindo na humanidade, tornem-se “As Notícias do Dia”. A humanidade como o melhor tema. Deixem que haja mais foco nessas histórias, fazendo com que a escuridão desapareça no esquecimento.

Quando a Luz brilha plenamente na escuridão, a escuridão desaparece para nunca mais retornar.

Meus queridos, a Era de Ouro aguarda a TODOS vocês. Reconheçam a sua conexão, esqueçam as suas diferenças – elas foram necessárias somente para lhes mostrar um caminho de volta à Luz.

Queridos, permaneçam juntos – sintam o Amor que habita em seu interior, enviem-no para aqueles que os rodeiam, principalmente os que estão sofrendo, então, observem como VOCÊS realmente fazem a diferença na vida de uma pessoa. Multipliquem isso por 10, 100, até o infinito, então vocês realmente vão testemunhar a velocidade da mudança que vocês anseiam.

Isso depende realmente de cada um de VOCÊS.

Meus queridos, sejam quem vocês vieram ser.
Façam o que vieram fazer.

Basta que sejam vocês e sejam o Amor, realmente é simples assim.

Sempre os amando, meus queridos,

EU SOU ARCANJO MIGUEL

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Projeto Blue Beam


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segunda-vinda-cristoO infame Projeto Blue Beam-NASA teria quatro etapas diferentes, a fim de implementar uma nova religião estilo New Age (da “Nova Era”) com oanticristo em sua liderança.

Devemos lembrar que essa nova religião estilo New Age é o próprio fundamento para a implantação de um  novo governo do mundo estiloNew World Order (NWO) – Nova Ordem Mundial, sem essa religião a ditadura da Nova Ordem Mundial é completamente impossível. Eu vou repetir: Sem uma crença universal nessa nova religião estilo New Age, o sucesso da nova ordem mundial será impossível! 

O Projeto Blue Beam da NASA teria quatro etapas diferentes, a fim de implementar um  novo governo do mundo estilo New World Order (NWO) – Nova Ordem Mundial com o anticristo em sua liderança. PARTE 2, final

É por isso que o Projeto Blue Beam é tão importante para eles, mas que tem sido tão bem escondido até agora. Por Serge Monast , originalmente Publicado em 1994 em EducateYourSelf Site

{ Nota Editor: Serge Monast e outro jornalista, ambos os quais estavam pesquisando sobre o Projeto Blue Beam, morreram AMBOS de “ataques cardíacos” dentro de semanas um do outro, embora nenhum dos dois apresentasse um histórico de doenças cardíacas. Serge estava no Canadá. O outro jornalista canadense estava visitando a Irlanda. Antes de sua morte, o governo canadense havia raptado a filha de Serge em uma tentativa de dissuadi-lo de prosseguir a sua investigação sobre o Projeto Blue Beam. Sua filha nunca foi devolvida. Pseudo-ataques cardíacos são um dos supostos métodos de morte induzidos pelos que operam o Projeto Blue Beam}

Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net

manipulação-da-ilusãoPARTE 2  

QUANTO A QUESTÃO DO POR QUE?

Por um lado, se você aterrorizar o público e fazê-los temer pela sua segurança, a massa lhe permitirá implementar TODAS as práticas draconianas na aplicação da lei, desarmá-los e manter registros extensos de todos, e eles só tem que lhes dizer que é tudo para proteger vocês, é claro.
 
Em segundo lugar, promove a deterioração das atuais formas democráticas de sistemas políticos de governo, e leva as sociedades a procurar métodos alternativos de ideologia política. É claro, a alternativa já foi planejada. Ela é chamada de umanova ordem mundial (New World Order) e que não irá ter a sua segurança ou os seus interesses com a melhor das intenções. Como George Bush disse: “Leia meus lábios.”
 
O medo sempre foi usado pelo elite poderosa para controlar e subjugar as massas. A velha máxima de Júlio Cesar “Divide Et Impera”, dividir para conquistar está sendo jogada para fora do limite mundial para garantir que todos estejam com medo por sua segurança pessoal, e para desconfiar de todo mundo. Isto, também, é o controle da mente. 

Para ir mais longe no que diz respeito à nova tecnologia que está na base do Projeto Blue Beam da NASA, temos de considerar esta declaração feita pelo psicólogo James V. McConnell, que foi publicada em uma edição de 1970 da Psychology Today. Ele disse:

“O dia já chegou quando nós podemos combinar privação sensorial com a hipnose de drogas e manipulação de recompensa e punição para ganhar o controle quase absoluto sobre o comportamento de um indivíduo. Em seguida, deverá ser possível alcançar um tipo muito rápido e altamente eficaz de lavagem cerebral positiva que nos permita fazer mudanças dramáticas no comportamento e personalidade de uma pessoa”.

Agora, quando antes nós conversamos  sobre esse tipo de tecnologia e a comunicação telepática aumentada por via eletrônica, o tipo de raio que são alimentados a partir das memórias de computadores que armazenam dados massivos sobre os seres humanos, a linguagem humana e dialetos, e nós dissemos que o povo ser alcançado a partir de dentro, fazendo com que cada pessoa passe a acreditar que seu próprio Deus está falando diretamente de dentro de sua própria alma, nós nos referimos a esse tipo de tecnologia e que tipo de pensamento que o mesmo psicólogo estava defendendo, isto é:

Que nós devemos ser treinados desde o nascimento para que todos nós nos comportemos como a sociedade quer que nós façamos mais do que o que nós queremos fazer por nós mesmos; que, porque eles têm a tecnologia para fazê-lo, ninguém deve agora ser autorizado a ter sua própria personalidade individual.

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Esta declaração e essas idéias são importantes porque é o ensinamento básico da Organização das Nações Unidas para que ninguém possua a sua própria personalidade.

E esse mesmo psicólogo afirma que ninguém tem qualquer coisa a dizer sobre o tipo de personalidade que adquirem e não há nenhuma razão para acreditar que você tem o direito de recusar a adquirir uma nova personalidade se a sua personalidade atual é considerada “anti-social”. O que é importante nessa declaração é que a Nova Ordem Mundial será criada sobre o sistema atual, ou seja, a velha e tradicional maneira de pensar, de se comportar e a religião será considerada como “velha” e um incorreto (antiquado) modo de pensar e que eles podem alterá-lo em um dos os campos de erradicação das Nações Unidas para se certificar de que toda pessoa com esse comportamento “anti-social” será eliminado rapidamente para que os outros indivíduos modificados sejam capazes de satisfazer as necessidades e agendas da nova ordem mundial sem se distrair com a verdade. Poderia este ser o maior projeto de controle da mente de todos os tempos?

O Projeto Blue Beam NASA é a primeira diretriz para o controle absoluto da nova ordem mundial sobre as populações de toda a terra. Eu sugiro que você investigue cuidadosamente esta informação antes de recusá-la como loucura de um fanático. Se formos ainda mais profundo nos diferentes relatórios que apresentamos, descobriremos que as operações e tecnologia de controle da mente incluem um transmissor que transmite na mesma freqüência que o sistema nervoso humano, que o transmissor é fabricado pela Loral Electro-Optical Sistems em Pasadena, Califórnia.

A Loral é uma importante empresa de defesa, já havia realizado pesquisas sobre armas de energia dirigida para o tenente-general Leonard Perez da força aérea dos EUA que estava à procura de uma arma que pudesse implantar mensagens na mente do inimigo, enquanto incitasse suas próprias tropas para atos sobre-humanos de valor! O dispositivo emprega radiação electromagnética das frequências pulsadas gigahertz em frequências extremamente baixas (ELF).

Ele é usado para torturar as pessoas fisica e mentalmente à distância. Armas deste tipo teriam sido usadas contra uma mulher britânica protestando contra a presença de mísseis de cruzeiro norte americanos na Base Aérea em Greenham Common  durante a década de 1970. Essa arma pode ser usada para induzir a privação sensorial total, em sinais de radiodifusão para atingir o nervo auditivo com tal poder que bloqueia a capacidade do indivíduo de ouvir e pensar! O processo empregado por tal tecnologia ELF são descritos em várias publicações do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD), incluindo um intitulado “O espectro eletromagnético e conflito de baixa intensidade”, pelo Capitão Paul E. Tyler, Comandante Médico da Marinha dos EUA, que está incluído em uma coleção intitulada “Low Intensity Conflict and Modern Technology Edict,” (“Conflito de Baixa Intensidade e Edição de Moderna Tecnologia”), pelo tenente-coronel David G. Dean, USAF.

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O documento foi entregue em 1984 e inteiramente publicado em 1986 pela Air University Press, da Base Maxwell Air-force, no Alabama. Outro dispositivo de pulso de microondas  pode entregar sinais sonoros diretamente a um indivíduo enquanto permanece indetectável a mais ninguém. A tecnologia é muito simples e pode ser construída usando uma pistola de radar da polícia comum. O feixe de microondas gerado pelo dispositivo é modulado em freqüências de áudio e pode transmitir mensagens diretamente no cérebro do indivíduo visado.

Agora aqui vamos nós para o Projeto Blue Beam da NASA. A difusão da comunicação e imagens de duas vias subliminar das profundezas do espaço corresponde diretamente a esse tipo de tecnologia. Em seu livro, “The Body Electric”, o candidato a Prêmio Nobel Robert Baker descreve uma série de experimentos realizados na década de 1960 por Allen Frie onde este fenômeno foi demonstrado, bem como experimentos posteriores realizados em 1973, no Walter Reed Army Research Institute do Dr. Joseph C. Sharp que pessoalmente foram submetidos a testes em que ele provou que podia ouvir e entender mensagens endereçadas a ele em uma câmara de isolamento de ecocardiograma através de um audiograma de microondas pulsante que é um análogo do som na vibração das palavra ouvidas em seu cérebro. Baker, em seguida, passa a afirmar que:

“Tal dispositivo tem aplicação óbvia para as operações secretas destinadas a conduzir à loucura uma pessoas alvo com vozes desconhecidas ou entregar instruções indetectáveis a um assassino programado (do estilo Treadstone, no filme da série Jason Bourne).”

Agora descobrir quando ouvimos a voz do novo messias chegando na Terra e que estaria falando a partir do espaço para todas as pessoas “saudáveis” do planeta, que pode dar instruções aos fanáticos religiosos, nós vamos ver a histeria e desordem sociais em uma escala nunca testemunhada antes neste planeta. Não há forças policiais no mundo, até mesmo como uma frente combinada, que poderia lidar com o transtorno que vai acontecer a seguir! Um livro de 1978 intitulado, “Microwave Auditory Effect and Application, de James C. Linn descreve como vozes audíveis podem ser transmitidas diretamente para o cérebro humano. Esta tecnologia pode realmente permitir que o cego veja e os surdos ouvirem novamente.

Mas em vez disso, o dispositivo foi transformado em uma arma para escravizar a humanidade. Allen Frie também relata que ele poderia acelerar, desacelerar ou parar o coração de sapos isolados sincronizando a taxa pulsada de um feixe de microondas com o próprio coração do animal. De acordo com Robert Baker, resultados semelhantes foram obtidos utilizando rãs vivas, o que mostra que é tecnicamente viável se produzir ataques cardíacos com raios desenhados para penetrar no peito humano. Refira-se também que o Dr. Baker não participa de tais pesquisas.

Demonstrou-se que o foco de feixes de energia eletromagnéticas UHF Ultra High Frequency (Frequencias Ultra Altas)  podem ser usados para induzir considerável agitação e atividade muscular ou induzir fraqueza muscular e letargia física. Microondas também podem ser usadas para queimar a pele humana e ajudar no efeito de drogas, bactérias e venenos ou afetar a função de todo o cérebro. Estes efeitos foram todos revelados longamente pela CIA em 21 de Setembro de 1977, em depoimento perante a Subcomissão da Saúde e da Investigação Científica do senado dos EUA.

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O Dr. Sidney Gottlieb, que dirigiu o programa MK-Ultra naquele tempo foi forçado a discutir o âmbito da investigação da CIA para encontrar técnicas de ativação do organismo humano por meios electrônicos remotos. Então, isso é algo que existe agora, que foi pesquisado e buscado ao seu mais alto grau, que pode ser usado a partir do espaço para chegar a qualquer pessoa, em qualquer lugar sobre a face da terra. Se nos aprofundamos nesse processo de controle da mente existem pessoas que acham que o equipamento e a tecnologia tem sido usada para influenciar a (resultados na) política de uma forma muito mais direta.

Michael Dukakis, o candidato democrata concorrendo contra George (pai) H. W. Bush na eleição de 1988, foi alvejado com tecnologia de microondas, a fim de impedir o seu desempenho de falar em público uma vez que as pesquisas de opinião pública mostraram que ele representava uma ameaça grave para a perspectiva da eleição de Bush. Ele também afirma que o equipamento foi utilizado contra Kitty Dukakis e levou-a quase a beira do suicídio.

No (louco) mundo Disneyland da política dos EUA, um candidato presidencial com problemas como esses, acabaria, obviamente, perdendo sua corrida para a Casa Branca. Na edição de dezembro de 1980 do Jornal do Exército dos EUA, chamado de Military Review, uma coluna feita pelo tenente-coronel John B. Alexander, era intitulado, “The New Mental Battlefield – Beam Me Up, Spock,” fornece uma visão mais aprofundada das capacidades técnicas à disposição do Controle da Mente. Ele escreve,

“Vários exemplos vão demonstrar áreas em que foram feitos progressos. A transferência de energia de um organismo para outro; a capacidade de curar ou causar doença a ser transmitida através da distância, induzindo, assim, doença ou morte com qualquer causa aparente; modificação do comportamento telepático que inclui a capacidade de induzir estados hipnóticos até uma distância de 1.000 km foram relatados.

O uso telepático da hipnose também tem um grande potencial. Esta capacidade poderia permitir que os agentes de controle penetrem profundamente na mente em qualquer pessoa sem que ela tenha algum conhecimento consciente de sua programação mental. Em termos de cinema, o filme “The Manchurian Candidate” é ativado, e nem sequer é necessário um telefonema.

“Outras técnicas de indução de mente para mente estão sendo considerados. Se aperfeiçoada esta capacidade poderia permitir a transferência direta do pensamento através de telepatia de uma mente ou grupo de mentes para um seleto público-alvo. O fator único é que o destinatário não estarão conscientes de que esse pensamento foi implantado a partir de uma fonte externa. Ele ou ela vai acreditar que os pensamentos são originalmente seus”.

Isto é exatamente sobre o que estávamos falando. 

obedeçam

TERCEIRO PASSO do PROJETO BLUE BEAM da NASA

É chamado de Comunicação eletrônica telepática de duas vias.

O artigo de tenente-coronel Alexander continua:

“Se é possível alimentar o pensamento artificial no campo multigenico via satélite, o controle da mente de todo o planeta é agora possível. A única resistência de um indivíduo seria a de questionar constantemente a motivação por trás de seus pensamentos e não agir de acordo com pensamentos que considerem estar fora de suas próprias fronteiras ideológicas, religiosas e morais”.

Mais uma vez, é prudente considerar como a televisão, a publicidade, a educação moderna e vários tipos de pressão social são usados para manipular esses limites. Foi relatado pelo tenente-coronel Alexander, no resumo de seu artigo na Military Review, de que:

“As informações sobre esses tipos de tecnologias aqui apresentadas seriam considerados por alguns como sendo ridículas, uma vez que não se conforma com a sua visão da realidade atual. Mas algumas pessoas ainda acreditam que o mundo é plano e não redondo”.

Agora, isso significa muito, porque se as pessoas não acreditarem que este tipo de tecnologia é possível e existe, ou que é ficção científica, ou mera especulação de teóricos da conspiração, essas pessoas colocam-se em grande perigo, porque na noite em que essas milhares de estrelas brilharem a partir do espaço, quando o novo messias será apresentado ao mundo, eles não estarão preparados e não terão tempo para se preparar para salvarem-se contra esse tipo de tecnologia.

Eles não acreditam e eles não vão ter tempo para se prepararem. 

PASSO QUATRO do PROJETO BLUE BEAM da NASA

A quarta etapa diz respeito a “manifestação universal sobrenatural” do messias com os meios eletrônicos. Ele contém três orientações diferentes:

A primeira delas é fazer com que a humanidade acredite que uma (de fora do planeta) invasão alienígena está prestes a ocorrer em todas as grandes cidades na Terra a fim de provocar cada grande país a usar suas armas nucleares, a fim de contra-atacar os “alienígenas invasores”. Desta forma, o Tribunal de Justiça das Nações Unidas vai exigir que todas as nações que lançou suas armas nucleares para que se desarmem quando ficar claro que a invasão é falsa. E como as Nações Unidas saberão que a invasão foi falsa? Eles vão ter encenado isso também, é claro.
 
A segunda orientação é fazer com que os cristãos acreditem que o arrebatamento (elevação aos céus) vai ocorrer com a suposta intervenção divina de uma (de fora do mundo) civilização alienígena que vem para resgatar os terráqueos de um selvagem e impiedoso demônio. Seu objetivo será o de eliminar toda a oposição significativa para a implantação de um novo governo estilo NWO-nova ordem mundial em um grande e concentrado ataque, na verdade, poucas horas depois do início do show nos céus !
 
A terceira orientação no quarto passo é uma mistura de utilização das forças eletrônicas e as visões sobrenaturais. As ondas psicotrônicas utilizadas nesse momento vão permitir que “forças sobrenaturais” viagem através de fibras ópticas, cabos coaxiais (de TV) linhas elétricas e telefônicas, a fim de penetrar em todos de uma só vez através de grandes aparelhos. Chips embutidos já estarão em vigor. O objetivo deste lida com “fantasmas satânicos” globais projetados em todo o mundo, a fim de empurrar todas as populações à beira da histeria e da loucura, para afogá-los em uma onda de suicídio, homicídio e transtornos psicológicos permanentes.

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Depois do show da noite das mil estrelas, as populações de todo o mundo vai estar prontas para a vinda do novo “messias” para restabelecer a ordem e a paz a qualquer custo, mesmo ao custo de abdicação da liberdade. As técnicas utilizadas na quarta etapa é exatamente a mesmo utilizada no passado na antiga URSS para forçar as pessoas a aceitar o comunismo.

A mesma técnica será utilizada pela ONU-Organização das Nações Unidas para implementar a nova religião mundial e o governo da nova ordem mundial. Um monte de gente pergunta quando é que isto vai acontecer e como eles irão realizar o show das visões noturnas das mil estrelas, e os eventos que apontam para os dias em que isso vai começar. De acordo com os muitos relatórios que recebemos, nós acreditamos que ele irá começar com algum tipo de desastre econômico (PROVOCADO) a nível mundial. Não SERÁ um acidente completo, mas trará caos o suficiente para lhes permitir introduzir algum tipo de nova moeda antes de introduzir o uso do dinheiro eletrônico a nível mundial para substituir todo o dinheiro em papel ou cartões de plástico.

A moeda intermediária vai ser usada para forçar qualquer pessoa com poupanças para gasta-las ou por sua vez, pegar a posse do seu dinheiro, porque eles entendem que as pessoas que têm dinheiro e assim não são dependentes dos seus projetos podem ser os mesmos que vão montar uma insurreição e revolta contra a implantação de um governo global estilo NWO-nova ordem mundial. Se todo mundo está quebrado, ninguém pode financiar uma guerra de qualquer espécie, pois o papel moeda deixará de existir. Este SERÁ um dos primeiros sinais.

Mas, para implementar o sistema de dinheiro eletrônico em todo o mundo, todos no planeta que possuem dinheiro no futuro, terão que ter uma maneira de transferir dinheiro eletronicamente. Antes dessa data, todo mundo terá que ter transformado suas reservas de dinheiro, bens e outros ativos em moeda eletrônica. Todo mundo tem que ser 100% dependente do novo governo (o Conselho) para a sua existência. Para evitar qualquer tipo de independência humana do sistema, a nova ordem mundial já terá implantado microchips em animais selvagens, pássaros, peixes, etc.

escravo-do-dinheiro-cartoonPor quê? Eles querem ter certeza de que as pessoas que não aceitarem a nova ordem mundial não serão capazes de caçar ou pescar em qualquer lugar do mundo e assim sobreviver à margem do sistema novo. Se eles tentarem, eles serão monitorados e rastreados por satélites, então serão caçados e presos e/ou mortos. A nova ordem mundial já está mudando as leis de todas as nações para fazer com que todos sejam dependentes de uma única fonte de alimentos, nutrientes, de remédio e vitaminas.

Eles estão mudando as leis sobre a religião e transtornos psiquiátricos a fim de identificar quem está potencialmente ameaçando a implantação da NWO. Aqueles que são encontrados com “defeito” serão enviados para campos de concentração (existem mais de 800 implantados pela FEMA nos EUA), quando seus órgãos serão extirpados e vendidos pela melhor oferta.

Aqueles que não forem simplesmente eliminados pelo puro assassinato serão usados como trabalho escravo ou usados em experiências médicas. O objetivo de uma ditadura dessa envergadura é controlar todos, em todos os lugares do planeta, sem piedade e sem exceção. É por isso que a nova tecnologia a ser introduzida em todos os lugares é uma tecnologia para o controle das pessoas. A tecnologia dos anos 1940 e 1950 foi usada para ajudar as pessoas a ter uma vida mais fácil e mais produtiva.

A nova tecnologia é projetada e construída para rastrear e controlar as pessoas em todos os lugares e assim controlar tudo e todos. Esta tecnologia está sendo fabricada para uma finalidade específica e quem se recusar a ver e reconhecer o efeito, que é o de escravizar toda a população do mundo, é negar o surgimento do anticristo e do estabelecimento da nova religião e do governo de uma nova ordem mundial. Se você não pode perceber isso, se você não pode apreender esses fatos, se você não consegue entender isso, então você e sua família e amigos vão sucumbir aos fogos dos crematórios e aos campos de concentração que foram e estão sendo construídos em todas as nações e em todas as grandes cidades na terra, construídos para lidar com você. Ninguém estará a salvo em um estado policial totalitário estilo NWO-NOVA ORDEM MUNDIAL!

“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura se colhem uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? “ Mateus 7:13-16

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

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China, Rússia e IRÃ contra o Império do CAOS


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asia

Por maiores que sejam os desafios que os chineses enfrentam, tudo em Pequim indica fortemente sinais indiscutíveis de uma superpotência autônoma, autoconfiante, já plenamente desabrochada.

Assim sendo, sim tudo tem a ver com novos movimentos na direção da integração da Eurásia, com os EUA progressivamente empurrados para fora da Ásia Central. Veremos um complexo intercurso geoestratégico, progressivamente minando a hegemonia do dólar dos EUA como moeda de reserva e, principalmente, do petrodólar.

O futuro à frente indica que tudo será sobre a CHINA, IRÃ e a RÚSSIA, com os EUA sendo progressivamente jogado para fora da Eurásia.

Por Pepe Escobar – http://sputniknews.com/columnists/20141231/1016436434.html

PEQUIM – Apertem os cintos. Se em 2015 foi como um redemoinho que porá a China, a Rússia e o IRÃ contra o que tenho chamado de Empire of Chaos [Império do Caos].

Por maiores que sejam os desafios que os chineses enfrentam, tudo em Pequim indica fortemente sinais indiscutíveis de superpotência autônoma, autoconfiante, já plenamente desabrochada. O presidente Xi Jinping e os líderes atuais continuarão a investir pesadamente na urbanização e na luta contra a corrupção, incluindo os mais altos escalões do Partido Comunista da China (PCC).

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China e Rússia já são grandes parceiros econômicos na área de energia (gás e petróleo)

Internacionalmente, os chineses acelerarão o movimento na direção das novas “Rotas da Seda” – por terra e por mar – que coroará a estratégia chinesa máster, de longo prazo, de unificar os países da Eurásia com comércio e negócios com grandes investimentos na área de infraestrutura.

Os preços globais do petróleo continuarão, ao que tudo indica, baixos. E estão abertas as apostas sobre se haverá ou não acordo nuclear entre o IRÃ e os países do chamado grupo P5+1 ainda nesse verão. Se as sanções (de fato, é uma guerra econômica) econômicas contra o Irã forem mantidas e continuarem a ferir seriamente a economia do país, a reação de Teerã será firme e com certeza incluirá integração ainda maior com a Ásia, e não com o (corrupto) “ocidente”.

Os marionetes em Washington sabem perfeitamente que não é possível chegar a acordo amplo com o IRà sem a ajuda da Rússia. E seria o único – repito: o único – sucesso da política exterior do governo Obama. Um retorno à histeria de “bombardeiem o IRÔ só agradaria aos proverbiais suspeitos neoconservadores de sempre.

Fato é que, não por acaso, os dois países, IRàe Rússia são hoje alvos de sanções ocidentais. Não importa como foi planejado, fato é que o colapso financeiro/estratégico dos preços do petróleo é ataque direto contra (e contra quem seria?) ambos, o IRàe a Rússia.

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EUA x CHINA, o confronto será inevitável ??

A tal guerra derivada

Examinemos alguns fundamentos da economia russa: a dívida pública do governo Putin mal alcança 13,4% do PIB. O déficit em orçamento em relação ao PIB é de apenas 0,5%. Se assumirmos um PIB norte-americano de US$ 16,8 trilhões (números de 2013), o déficit em orçamento dos EUA alcança 4% do PIB, versus 0,5% para a Rússia.

O Fed é, de fato, corporação privada que pertence a bancos privados regionais dos EUA, embora se faça passar por instituição controlada pela União. A dívida dos EUA alcançou, no ano fiscal de 2014, estonteantes 74% do PIB. Na Rússia, é de apenas 13,4%.

A declaração de guerra econômica pelos EUA e pela União Europeia contra a Rússia – via ataque ao rublo e ataque derivado ao preço do petróleo – foi essencialmente ataque de derivativos. Em teoria, os derivativos podem ser multiplicados ao infinito. Operadores de derivativos atacaram simultaneamente o rublo e os preços do petróleo, para destruir a economia russa. Problema é que a economia da Rússia esta mais firmemente financiada que a economia dos EUA.

Considerando que o movimento de ataque foi concebido como um xeque-mate, a estratégia de defesa de Moscou não foi tão ruim quanto os EUA haviam previsto que seria. No front de energia, o problema continua a ser problema do ocidente, não da Rússia. Se a União Europeia não comprar o que a Gazprom tem para vender, a União Europeia desaba no próximo inverno.

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O erro chave de Moscou foi permitir que a indústria doméstica fosse financiada do exterior, dívida denominada em dólares. É coisa como uma dívida-armadilha-monstro, que pode ser facilmente manipulada pelo ocidente. O primeiro passo em Moscou teria de ter sido supervisionar de perto os próprios bancos.

Empresas russas teriam de tomar empréstimos domésticos e vender produtos no exterior. Moscou também teria de considerar a possibilidade de implementar um sistema de controle da moeda, de modo que a taxa básica de juros possa ser derrubada rapidamente.

E não esqueçamos que a Rússia sempre pode declarar uma moratória de dívida e juros, coisa como mais de US$ 600 bilhões. Sacudiria todo o sistema bancário mundial, até o âmago. Coisa como indisfarçada “mensagem” para forçar a guerra econômica movida por EUA-OTAN a dissolver-se.

A Rússia não carece de nenhuma matéria-prima que tenha de ser importada. A Rússia é capaz de facilmente fazer a engenharia reversa de virtualmente toda e qualquer tecnologia importada de que precise. Mais importante que tudo, a Rússia pode gerar – da venda de matérias-primas – crédito suficiente em dólares ou em euros.

Russia-ouro-Reservas

Em 14 de novembro de 2014 a discussão do Projeto de Lei № 652294-6 foi registrada na Duma, a Câmara Baixa do Parlamento russo. O projeto propõe a proibição da venda a estrangeiros de qualquer ouro extraído do território russo.

Pode acontecer de a venda da riqueza energética russa declinar – ou dos seus sofisticados equipamentos militares. Mas sempre será gerada a mesma quantidade de rublos – porque o rublo também declinou. Substituir importações por produto doméstico russo faz total sentido. Haverá uma inevitável fase de “ajuste” – mas não demorará muito. 

Fábricas de carros alemães, por exemplo, já não podem vender seus carros na Rússia, por causa da queda do rublo. Significa que terão de trazer as fábricas para dentro da Rússia. Se não se “relocalizarem”, a Ásia inteira, da Coreia do Sul até a China – os varrerá para fora do mercado.

Urso e Dragão Vermelho à espreita

A declaração de guerra econômica da União Europeia contra a Rússia, essa, não faz sentido algum. A Rússia controla, diretamente ou indiretamente, a maior parte das reservas de petróleo e gás natural que há entre a Rússia e a China: praticamente 25% da oferta mundial. Tudo sugere que o Oriente Médio continuará em total confusão. A África é instável.

A União Europeia está fazendo tudo que pode para se separar de seu mais estável fornecedor de (energia) hidrocarbonetos, facilitando o processo para que Moscou redirecione sua energia para a China e o resto da Ásia. É presente caído dos céus para Pequim – que minimiza o perigo de a Marinha dos EUA vir com “contenções” ao país por alto mar.

Ainda assim, um axioma jamais dito em Pequim é que os chineses permanecem extremamente preocupados com o risco de o Império do Caos perder cada vez mais e mais o controle, e pôr-se a ditar os termos mais tempestuosos na relação entre União Europeia e Rússia.

CHINA-RÚSSIA

Resumo dessa ópera é que Pequim jamais, em nenhum caso, se deixará prender numa posição na qual os EUA possam interferir nas importações de energia para a China. Foi exatamente o que aconteceu com o Japão, em julho de 1941, quando os EUA declararam guerra ao impor um embargo ao petróleo, que cortou 92% das importações japonesas de petróleo.

Todos sabem que a exigência chave, que gerou a espetacular avançada no poder industrial chinês, foi que os fabricantes teriam de produzir na China. Se a Rússia fizer o mesmo, sua economia estará crescendo acima de 5% ao ano, em pouco tempo. Pode até crescer mais, se o crédito bancário for necessariamente combinado a investimento produtivo.

Agora imaginem Rússia e China investindo conjuntamente numa nova união monetária apoiada em ouro, petróleo e recursos naturais, como alternativa crucial ao modelo fracassado de “democracia & dívida” que os Masters of the Universe de Wall Street, o cartel ocidental dos bancos centrais e políticos neoliberais meteram goela abaixo do ocidente.

Poderiam mostrar ao Sul Global, para começar, que financiar a prosperidade e melhorar padrões de vida acorrentando gerações futuras aos grilhões da dívida nunca foi pensado como um “método” (n.t. de escravidão) para dar certo. Até lá, haverá sempre uma tempestade ameaçando a própria vida de cada um de nós – hoje e amanhã. 

china-compra-ouro

O combo Masters of the Universe/Washington não desistirá de sua estratégia de fazer da Rússia estado pária, separado do comércio, proibido de transferir fundos, alijado dos mercados de banking e de crédito ocidentais e, nessas condições, perfeito para ser submetido a “mudança de regime”.

Mais adiante, se tudo sair conforme o planejado, eles mudarão de alvo e tentarão atacar (e quem mais seria?!) a China. Pequim sabe disso. Enquanto isso, esperem algumas bombas bombásticas, para abalar as fundações da União Europeia.

contagem-regressiva

O tempo está acabando – mas para a União Europeia, não para a Rússia. E, seja como for, a tendência principal não será mudada: o Império do Caos está, lenta mas firmemente, sendo ejetado para fora da Eurásia.

*Pepe Escobar é Jornalista, brasileiro, vive em São Paulo, Hong Kong e Paris, mas publica exclusivamente em inglês. Mantém coluna (The Roving Eye) no Asia Times Online; é também analista de política de blogs e sites como: Tom Dispatch, Information Clearing House, Red Voltaire e outros; é correspondente/ articulista das redes Russia Today, The Real News Network Televison e Al-Jazeera. 

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África escravizou mais de 1 milhão de brancos, afirma historiador


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Sociedade

Dê o exemplo, não faça chapinha!_n

”Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial. Mas não é verdade.”, disse Robert Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State

Mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por traficantes norte-africanos de escravos entre 1530 e 1780, uma época marcada por abundante pirataria costeira no Mediterrâneo e no Atlântico. A informação é do historiador americano Robert Davis, que falou sobre o assunto anteontem.

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Segundo ele, embora o número seja pequeno perto do total de escravos africanos negros levados às Américas ao longo de 400 anos –entre 10 milhões e 12 milhões–, sua pesquisa mostra que o comércio de escravos brancos era maior do que se presume comumente e que exerceu um impacto significativo sobre a população branca da Europa.

”Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial –ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade”, disse Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State

“Ser escravizado era uma possibilidade muito real para qualquer pessoa que viajasse pelo Mediterrâneo ou que habitasse o litoral de países como Itália, França, Espanha ou Portugal, ou até mesmo países mais ao norte, como Reino Unido e Islândia.”

Piratas

Davis escreveu um livro sobre o tema, recém-lançado, chamado “Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800” (escravos cristãos, senhores muçulmanos: a escravidão branca no Mediterrâneo, na costa Berbere e na Itália). Nele, o historiador calcula que entre 1 milhão e 1,25 milhão de europeus tenham sido capturados no período citado por piratas conhecidos como corsários e obrigados a trabalhar na África do Norte.

Os ataques dos piratas eram tão agressivos que cidades costeiras mediterrâneas inteiras foram abandonadas por seus moradores assustados.

“Boa parte do que se escreveu sobre o escravagismo dá a entender que não houve muitos escravos [europeus] e minimiza o impacto da escravidão sobre a Europa”, disse Davis em comunicado.

“A maioria dos relatos analisa apenas a escravidão em um só lugar, ou ao longo de um período de tempo curto. Mas, quando se olha para ela desde uma perspectiva mais ampla e ao longo de mais tempo, tornam-se claros o âmbito maciço dessa escravidão e a força de seu impacto.”

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Remadores em galés

Partindo de cidades como Túnis e Argel, os piratas atacavam navios no Mediterrâneo e no Atlântico, além de povoados à beira-mar, para capturar homens, mulheres e crianças, disse o historiador.

Os escravos capturados nessas condições eram colocados para trabalhar em pedreiras, na construção pesada e como remadores nas galés dos piratas.

Para fazer suas estimativas, Davis recorreu a registros que indicam quantos escravos estavam em determinado local em determinada época.

Em seguida, estimou quantos escravos novos seriam necessários para substituir os antigos à medida que eles iam morrendo, fugindo ou sendo resgatados.

“Não é a melhor maneira de fazer estimativas sobre populações, mas, com os registros limitados dos quais dispomos, foi a única solução encontrada”, disse o historiador, cujos trabalhos anteriores exploraram as questões de gênero na Renascença.

Fonte: TheWashingtonTimes

Os Templários – História


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os-templarios-michel-lamyOS TEMPLÁRIOS, ESSES GRANDES GUERREIROS DE MANTOS BRANCOS COM CRUZES VERMELHAS

Os seus costumes, os seus ritos, os seus segredos:

Digam o que disserem determinados historiadores encastelados em sua erudição acadêmica, a criação da Ordem dos Cavaleiros Templários continua envolta em inúmeros mistérios; e o mesmo acontece com a realidade profunda da sua missão, não a que se tornou pública, mas a missão oculta. Inúmeros locais ocupados e ou de propriedade dos cavaleiros  Templários apresentam particularidades estranhas.

Atribuíram-se aos monges-soldados crenças heréticas, cultos curiosos e às suas construções, principalmente a Catedral de Chartres, significados e até poderes fantásticos. A seu respeito, fala-se de gigantescos tesouros escondidos (sendo o maior deles o CONHECIMENTO), de segredos ciosamente preservados e de muitas outras coisas.

OS TEMPLÁRIOS, ESSES GRANDES SENHORES DE MANTOS BRANCOS – OS SEUS  COSTUMES, OS SEUS RITOS, OS SEUS SEGREDOS.

Mais informações sobre os Templários: http://thoth3126.com.br/category/templarios/

OS TEMPLÁRIOS, OS CÁTAROS, O GRAAL E OS SEGREDOS DE SÃO PEDRO

Templários e cátaros

Na Idade Média, os Cátaros foram, incontestavelmente, os principais representantes das doutrinas gnósticas no Ocidente. Ora, é notável que o desenvolvimento do catarismo na França tenha ocorrido essencialmente nos locais onde os Templários registraram, desde a criação da Ordem, o seu maior progresso. No Languedoque, é claro, mas também em Champagne, o que é menos conhecido e mais curioso. É no Mont-Aimé que teremos de procurar os cátaros de Champagne. No cume, erguia-se o castelo da rainha Branca que dominava a pequena aldeia de Bergère-les-Vertus.

Não é estranho que, após a derrota de Napoleão I, o czar Alexandre I tenha exigido, apesar de tudo o que lhe foi dito, que se realizasse uma gigantesca revista às tropas vitoriosas – ingleses, prussianos, austríacos e russos – no sopé do Mont-Aimé? Porquê esse lugar estranho? Por que razão essa revista militar foi acompanhada por uma cerimônia religiosa com a instalação de sete altares onde padres oficiaram simultaneamente? O abade Mathieu, que fez algumas investigações a este respeito, estava convencido de que Alexandre I se sentia herdeiro espiritual dos cátaros.

Mas, voltemos à Idade Média. Anteriormente, o Mont-Aimé chamava-se Montwimer. Um local curioso, sulcado de subterrâneos e que assistiu ao martírio de cento e oitenta e três cátaros queimados a 15 de Maio de 1239. O bispo maniqueu de Hipona, Fortunato, expulso de África por Santo Agostinho, refugiara-se aí no final do século IV. Um cronista do século XIII interessou-se especialmente por ele. Ninguém se espantará ao saber que esse cronista era um monge cisterciense. Chamava-se Alberic de Troisfontaines e o seu mosteiro era uma das primeiras fundações de São Bernardo, situado a cerca de vinte quilômetros de Saint-Dizier.

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Mont-Aimé, em gravura de 1422. No cume, erguia-se o castelo da rainha Branca que dominava a pequena aldeia de Bergère-les-Vertus.

A presença do bispo maniqueu criara sem dúvida, no local, uma primeira fonte de heresia que não teve a menor dificuldade em despertar quando os cátaros reacenderam o seu archote na região do Languedoque. Os primeiros «bons homens» que vieram a Mont-Aimé, talvez para uma espécie de peregrinação, encontraram um terreno favorável e já semeado. Criaram ali o primeiro bispado cátaro do Norte de França. Perseguidos, morreram na fogueira, sendo esse martírio obra de um deles, arrependido e reconvertido na caça aos seus antigos amigos: Robert le Bougre. Teria tanta necessidade de esquecer o seu passado que chegou a emparedar cátaros vivos?

De qualquer modo, os dois grandes lugares de expansão do Templo, na sua origem, foram também as terras privilegiadas do catarismo. Alguns não hesitaram em ver nisso um verdadeiro fenômeno de identidade. Para Jules Loiseleur: “O templarismo foi apenas um ramo dessa grande cepa cátara que produziu rebentos tão diferentes.” Aliás, os cátaros não pensavam que Cristo não era Deus, mas uma criatura inferior a Deus? Loiseleur acrescenta: “Toda a vida desse Cristo fantasma não foi mais do que uma aparência. Nem sequer está realmente presente na Ceia Sagrada: a sua cruz, as suas imagens não merecem qualquer veneração.” Assim se encontra explicada a negação de Cristo pelos Templários. Por outro lado, houve quem comparasse o cordão que os monges-soldados usavam ao fio de linho entregue aos cátaros por ocasião do consolamentum.

O catarismo e a gnose
É verdade que existem relações evidentes entre o catarismo e o gnosticismo. Isso já não tem de ser demonstrado. Se os Templários tiveram efetivamente contatos com alguns ramos gnósticos no Oriente, a convivência com os cátaros, no Ocidente, pode ter facilitado o contágio. Sabemos que o catarismo saiu do bogomilismo que, por sua vez, nascera nos mosteiros búlgaros como cristianismo primitivo (e próximo das doutrinas essênias) tornado dualista pelos mitos gnósticos veiculados por Orígenes (185-254). Por ocasião da segunda cruzada, em 1147, um determinado número de ocidentais teria tomado conhecimento, em Constantinopla, da doutrina dualista. Ter-lhes-ia sido transmitida por mercadores gregos que comerciavam regularmente com os búlgaros e que haviam acabado por se converter ao bogomilismo.

Os cruzados teriam trazido essas doutrinas nas suas bagagens. Christine Thouzellier, especialista em catarismo, vê aí uma das fontes da introdução do bogomilismo em França. De qualquer modo, esta doutrina espalhou-se muito rapidamente no Languedoque e, em 1167, assistiu-se a Nicetas, bispo herético de Constantinopla, propagar o dualismo absoluto no concílio de Saint-Félix-de-Caraman, no Lauragais. Para os cátaros, Deus não pode estar ligado à matéria. Situado num plano incomparavelmente mais elevado, não poderia de modo algum estar imiscuído na criação material e na encarnação das almas em corpos de carne. Mesmo assim, para que essas almas pudessem ser salvas, Deus teria criado uma emanação de si próprio para fazer uma ponte entre o céu e a terra: Cristo.

Através do consolamentum, os cátaros pensavam dar ao homem a sua alma divina. Maurice Magre, em La Clef des choses cachées, escrevia: “Há um segredo que foi transmitido desde o início do mundo… Esse segredo era a essência do ensinamento que Jesus transmitira. José de Arimateia levara-o consigo por esse mundo, até aos limites mais longínquos do Ocidente.” Ser «perfeito» não era mais do que um estado preparatório. Era pelo consolamentum que se recebia a salvação. A essência desse sacramento ficou escondida de nós. Apenas conhecemos as fórmulas do rito e sabemos que incluía uma reunião de homens purificados.

O contributo espiritual era transmitido por um perfeito que o recebera ele próprio de acordo com uma cadeia que se julgava ininterrupta. Transmitia essa vida superior de que era depositário. Um beijo era o símbolo da dádiva recebida e esse beijo circulava entre os crentes que estavam presentes, como o sinal visível da corrente de amor que passava de uns para os outros. Para Maurice Magre, o consolamentum era «o segredo de Jesus, o espírito do Graal». Na encarnação de Cristo, os cátaros apenas viam um valor simbólico. Apenas teria ocorrido em imagem, sem realidade carnal, dado que Deus não podia encarnar na matéria. Não fora mais do que o sinal aparente da verdadeira missão de Cristo, que seria efetuada num mundo superior. E isso também podia muito bem estar de acordo com a negação dos Templários. Mas, visto isso, poderemos considerar que o catarismo invadiu a Ordem do Templo?

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As ruínas do Castelo de Montségur, fortaleza dos Cátaros, localiza-se na comuna de Montségur, no Departamento do Ariège, na região de Midi-Pyrénées, sudoeste da França. Situa-se no topo da montanha, a 1207 metros de altitude, em posição dominante sobre a vila.

Os Templários foram cátaros?
Dom Gérard escreve: “A Ordem do Templo esteve na base do ensino (do catarismo) e da sua propagação, tanto entre o povo como entre os senhores da Occitânia. A sombra da Ordem cobre os perfeitos e os crentes. Bastaria enumerar as comendas da Ordem espalhadas nessa região, lembrar a sua ação no vasto movimento de organização e de conquista da Catalunha, de Aragão, das Espanhas e das ilhas Baleares (Mayorca e Minorca) para nos darmos conta da sua presença. Bastaria também lembrarmo-nos de quantos infelizes, perseguidos, encontraram refúgio nas casas do Templo; lembrarmo-nos de qual foi a sua atitude na batalha, mais que não fosse em Montségur com Bertrand de La Beccalaria, ou em Montrédon, emCarcassonne e em tantos outros locais.”

É um fato que Templários e cátaros parecem, por vezes, espantosamente próximos. Quantos elementos de crenças os ligam? É o caso dessa concepção segundo a qual existe um deus mau que, sozinho, criou os seres animados de uma existência material, que preside à sua conservação, que pode favorecer e enriquecer os seus fiéis e que deu à terra a virtude de fazer germinar e florir as árvores e as plantas, expressão que encontramos tanto na investigação referente aos Templários como na realizada por causa dos cátaros. Todavia, se os Templários tinham sido, em termos rigorosos, convertidos ao catarismo, se a sua fé era tão forte como a dos perfeitos da Occitânia, na hora da morte, não teriam sido vistos a reivindicar as suas crenças? Por certo não teriam, depois de colocados sobre a fogueira, reafirmado a ortodoxia e a sua fé numa religião que teriam amaldiçoado, caso fossem cátaros.

De qualquer modo, nesse momento, não tinham nada a perder. É sobretudo isto que nos impede de acreditar numa Ordem dos Cavaleiros Templários inteiramente herética e consciente dessa heresia. Se é inegável que existiu na Ordem um ritual de negação de Cristo, os testemunhos mostram-nos que, pelo menos nos últimos anos, aqueles que o praticavam não sabiam verdadeiramente o que faziam. Podemos pensar numa simpatia dos Templários pelos cátaros. Podemos pensar numa doutrina própria de um círculo interior suficientemente próximo de determinadas crenças cátaras para que tenha havido trocas, discussões. Podemos pensar em fazer da Ordem do Templo uma espécie de quinta coluna do catarismo na Igreja. É claro que há uma grande distância entre a atitude dos Templários e a de São Bernardo em relação aos cátaros, dado que ele não conseguira convencer as populações da Occitânia e já só pensava numa resolução militar do problema.

Os Templários tiveram muito mais simpatia pelos cátaros e não há dúvida de que sofreram algum contágio. Com efeito, Louis Charbonneau-Lassay faz notar que, nas inscrições murais deixadas pelos dignitários templários em Chinon, podemos reconhecer os instrumentos da paixão de Cristo. Ora, só há três cravos e esta inovação (antes, eram sempre representados quatro) teria sido, segundo ele, introduzida pelos cátaros. Este elemento não tem uma grande importância quanto ao fundo, mas mostra, no entanto, que entre os Templários e os cátaros existiram contatos suficientes para transparecer alguma coisa.

Cátaros no Templo
Até 1136, era proibido receber na Ordem do Templo cavaleiros excomungados. No entanto, a partir dessa data, a regra foi modificada. Daí em diante, a Ordem foi autorizada a receber no seu seio os excomungados pela igreja romana bem como todos quantos tivessem cometido pecados graves, com a única reserva de que tivessem manifestado o arrependimento. O novo texto era muito claro. Alguns viram na modificação da regra um erro de copista mas isso está excluído, dado que, aliás, foram acrescentados outros elementos que iam no mesmo sentido, como a adição da absolvição prévia. Aliás, logo em 1143, os Templários ingleses inumaram em terra cristã o corpo de Geoffroy de Mandeville, conde de Essex, morto excomungado.

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Vista aérea de Carcassone. 

Isto permitiu, pois, aos Templários receberem cátaros no seu seio e tanto mais facilmente quanto não haviam mostrado muita pressa em ajudar os barões do norte da França na sua cruzada contra os gnósticos Albigenses. Assim, Pierre de Fenouillet, que foi despojado dos seus bens por ser herético, retirou-se para junto dos templários do Mas-Deu, no Roussillon. Foi aí enterrado por volta de 1242. Isso não impediu, aliás, os inquisidores de o mandarem exumar, julgar de novo e condenar uma vez mais, postumamente, em 1262. Também Pons III de Vemet, cátaro, se retirou para o Mas-Deu e também ele não teve direito ao descanso que os mortos podem esperar. Os sinistros inquisidores dominicanos mandaram exumar e queimar os seus restos. Referiremos também a família de Aniort.

As suas ligações com o catarismo e a resistência dos seus membros contra os barões do norte valeram-lhe muitos dissabores, mas, ao mesmo tempo, contou com muitos dos seus na Ordem do Templo. Muitos outros cátaros ou simpatizantes foram também Templários. Seria difícil acreditar que isso não possa ter tido qualquer influência na Ordem. Mas há tantas formas de deixar uma marca sem que, desse modo, se converta toda essa instituição a uma heresia. E, lembremos uma vez mais, se os cátaros souberam amiúde dirigir-se para a fogueira cantando e proclamando a sua fé, não vimos nenhum Templário morrer afirmando a sua crença noutra doutrina que não fosse a da Igreja católica.

Não podemos, pois, argumentar uma Ordem do Templo maciçamente convertida à fé cátara, mas antes uma simpatia pelos cavaleiros do Languedoque, que contaram inúmeros parentes e amigos seus na Ordem. Todavia, para além disso, podemos sem dúvida imaginar contatos mais secretos entre o círculo interior do Templo e os cátaros da Occitânia, e isto no quadro daquilo a que convencionou chamar-se a demanda do Graal.

Os Templários e a demanda do GRAAL 
O Graal é, incontestavelmente, um dos elementos que aproximam os cátaros dos Templários. Alguns mitos afirmam que a taça do Graal esteve, pelo menos durante algum tempo, sob a guarda de puros cátaros. Aliás, vemo-la representada no brasão do Sabarthez. Teria inclusive estado guardada em Montségur e, em seguida, «salva» pouco antes da rendição da fortaleza solar. Os desenhos encontrados numa gruta de Montreal de Sos, no Ariège, seriam um testemunho da sua passagem. Ora, essa gruta fica perto de uma casa templária, situada em Capoulet-Junac. Nessa caverna de saída dupla, o Graal aparece acompanhado pela lança, o cepo, uma espada quebrada, cruzes vermelhas e cinco gotas de sangue.

No seu Parsifal, cerca de 1200, o trovador Wolfram von Eschenbach fez dos Templários os guardiões do Graal. Dizia estar de posse de toda a história de «Kyot der Provinzal» que teria descoberto em Toledo (Espanha), num manuscrito. Referia também um pagão chamado Flégétanis que era célebre pelo seu saber. Era da linhagem de Salomão e teria sido ele a redigir toda a história da demanda do Graal. Vira, nas constelações celestes, mistérios perante cujo pensamento tremia porque neles estava o segredo do Graal que uma hoste de anjos viera depositar na terra. Ora, o nome de Flégétanis deriva de Falak-Thani, designação árabe do segundo céu colocado sob a invocação de Aissa, isto é, de Jesus.

Na obra de Wolfram, que teria sido um templário suábio, o eremita Trevizent diz a Parsifal: “Valentes cavaleiros têm a sua morada no castelo de Montsalvage, onde se guarda o Graal. São templários que vão muitas vezes cavalgar para longe, em busca de aventuras.” Ainda por cima, situa o castelo do Graal perto da fronteira espanhola. No seu Titurel, Wolfram von Eschenbach escreve: “Entre os cavaleiros do Templo, podemos ver mais de um coração desolado, eles a quem Titurel livrara mais de uma vez de rudes provas quando o seu braço defendia cavaleirescamente o Graal com a ajuda deles.” Wolfram não é o único a imiscuir os Templários nesta demanda, quer seja de forma direta, quer indireta. Robert de Boron, na Estoire du Graal, atribui a construção do Templo do Graal a Titurel. Este obtém a ajuda de Merlin, a quem José de Arimateia explicou as plantas do Templo de Salomão.

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Noutra aventura ligada a este ciclo, o Perlesvax ou Perlevaux, os guardiões do Graal que protegem o seu precioso bem numa ilha, são guerreiros com vida monástica, vestidos com um hábito branco com uma cruz vermelha, tal como os Templários. Igualmente, em Perceval le Gallois, José de Arimateia ofereceu a Evelach, o antepassado de Galahad, um escudo branco ornado com uma cruz vermelha. É ainda a cruz vermelha do Templo que figura na vela branca da nave que conduz Parsifal a uma região desconhecida, no romance de Wolfram. Notemos também que, para além de Wolfram, o autor essencial dos romances ligados ao ciclo da Távola Redonda foi Chrétien de Troyes e que a região francesa de Champagne foi, sem dúvida, o principal local de difusão da literatura do Graal. Daí a vermos uma vez mais a influência templária vai um pequeno passo que devemos poder dar. Aliás, isso casa perfeitamente com os Templários, porque, manifestamente, o mistério do Graal baseia-se na transmissão de uma iniciação tanto guerreira como espiritual e sacerdotal.

Julius Evola escreve: Está fora de dúvida que, entre as diferentes ordens de cavalaria, a Ordem dos Cavaleiros Templários, mais do que qualquer outra, ultrapassou a dupla limitação representada, por um lado, pelo simples ideal guerreiro da cavalaria laica e, por outro, pelo ideal puramente ascético do cristianismo e das suas ordens monásticas, aproximando-se sensivelmente, assim, do tipo da «cavalaria espiritual do Graal». Ademais, a sua doutrina interior tinha um caráter iniciático. Foi por isso que a Ordem dos Cavaleiros Templários foi especialmente visada e exterminada e, para dizer a verdade, precisamente pela coligação dos representantes dos dois princípios que ultrapassava idealmente: o papa, aliado a um soberano de tipo laico, secularizado e despótico, inimigo da aristocracia – Filipe, o Belo.

O que é certo é que, em 1247, três anos depois da queda de Montségur, Guillaume de Sonac, Grão-Mestre da Ordem do Templo, fez chegar uma encomenda misteriosa a Henrique III, rei de Inglaterra. Tratava-se de um vaso sobre o qual nada mais sabemos. Será preciso especular que tivesse uma relação com o Graal? De qualquer forma, era suficientemente precioso para ser acompanhado por uma escolta de Templários muito importante.

Os Templários e Cristo
Como explicar, neste quadro, o fato preciso da negação de Cristo pelos Templários? Vimos que, falando com propriedade, eles não haviam abraçado outra fé. Logo, há que considerar que essa negação não deverá, necessariamente, ser tomada ao pé da letra. É difícil acreditar que esse rito tenha existido durante muito tempo no quadro da recepção dos irmãos no Templo. Como seria possível não ter havido neófitos suficientemente horrorizados por um tal ato para o irem denunciar no exterior, levados pelo medo de um castigo eterno? Uma prática maciça desse ato não tem consistência, tanto mais que os postulantes tinham a liberdade de renunciar até ao último momento. Ainda por cima, se o caso tivesse sido esse, perguntamo-nos por que razão oitenta Templários, prisioneiros do Sudão, teriam preferido morrer a abjurar a sua fé? Muitos irmãos declararam ter negado «com a boca, mas não com o coração» e alguns dizem tê-lo confessado.

Parece evidente que isso foi apresentado aos postulantes como uma prova pela qual era preciso passar sem lhe atribuir muita importância, e não como uma negação real. Aliás, foi o que declararam alguns deles. Ademais, tudo isto só é possível se este rito fosse muito tardio, pelo menos no que se refere aos novos recrutas. Em contrapartida, podemos, sem a menor dúvida, integrá-lo no processo de uma iniciação que seria dada mais tarde e apenas aos irmãos considerados capazes de a receber. Se admitirmos a existência de um círculo interno na Ordem, que perseguia um objetivo mais secreto do que o das cruzadas, e se considerarmos que esse círculo tenha podido abandonar a Ordem oficial, a um determinado momento, poderíamos compreender muito bem que alguns ritos possam ter deixado, com o tempo, de ser compreendidos e aplicados ao nível onde deveriam tê-lo sido.

Quanto a determinados autores, pensaram que os Templários faziam uma distinção entre dois Jesus: o «filho de Deus»(Cristo) e aquele que morre na cruz (o homem Jesus), que não teriam sido uma mesma e única pessoa. Louis Charpentier escreve: “A cruz é um suplício que, na Palestina, é exclusivamente romano. Sabe-se que os judeus lapidavam – se tivessem decidido a condenação à morte de Jesus, têlo-iam lapidado, como foi o caso de Estêvão.” E acrescenta: “Nunca um procurador romano teria condenado um homem por uma razão religiosa, se este não tivesse originado tumultos contra Roma.” Aliás, a inscrição que figurava na cruz com as razões da execução não referia que Cristo se dizia filho de Deus, mas Rei dos judeus. O homem crucificado teria, pois, sido martirizado por ter querido proclamar-se rei, escarnecendo assim da autoridade romana na Palestina.

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A existência de duas personagens diferentes, depois amalgamadas nos textos sagrados, explicaria aliás muitos enigmas. Sem dúvida que isso permitiria compreender por que razão o Cristo que prega que deve estender-se a outra face quando nos batem, que declara que aquele que puxa da espada morrerá pela espada, pode, ao mesmo tempo, desculpar numa parábola (Lucas XIX, 27) um rei que diz: “Tragam-me aqui os meus inimigos que não quiseram ter-me como rei e os degolemos na minha presença.” É também Cristo que afirma: “Não penseis que vim trazer a paz à Terra, vim trazer não a paz mas a espada.” Como conciliar: «Honra teu pai e tua mãe e que aquele que amaldiçoar o seu pai seja punido com a morte» e «Vim pôr a divisão entre o filho e o pai».

Parece-nos que é este segundo aspecto de Jesus que pode parecer coerente com o que o Sinédrio diz a Pilatos: “Eis aquele que encontramos a agitar o nosso povo, a proibir que se pagasse o tributo a César e dizendo-se Cristo, o Rei.” Não iremos emitir qualquer opinião sobre este tema aventureiro mas, de qualquer modo, temos de o analisar, na medida em que um dos segredos dos Templários teria sido, para alguns, a descoberta de documentos que revelavam esta dualidade da personagem de Jesus. Alguns, entre os quais Robert Ambelain, não hesitam em ver nesta dualidade o sinal de que Cristo tinha um gêmeo. Dois homens: o santo e o rei guerreiro. Entraríamos então no simbolismo da Ordem do Templo, o do monge e do guerreiro, o dos dois homens em cima do mesmo cavalo como mostra o seu selo mais célebre.

Esses dois seres que, tal como os gêmeos Castor e Pólux, podem participar alternadamente no mundo celeste e no da matéria, circulando sobre esse eixo do mundo que a sua lança representa e montados num cavalo, animal psicopompo, enquanto o seu escudo ostenta o raio do carbúnculo, uma das formas do jogo que liga o Céu e a Terra. Se os Templários se inseriam efetivamente nesta lógica, seria compreensível que tenham visto no dualismo dos gnósticos uma abordagem interessante da divindade, mas também que tenham conservado o seu segredo para um círculo interior. É exato que observamos, nos Evangelhos, a existência de um gêmeo: Tomé, a quem São João chama Dídimo. Ora, em grego, dídimo significa gêmeo. O mais curioso é que Tomé também tem o sentido de gêmeo, que vem do hebreu taoma. Tomé não seria um apelido ou um nome, mas sim uma designação.

Acrescentemos que algumas passagens do Evangelho de São João podem fazer pensar que Jesus tinha irmãos. Uma vez mais, o que nos interessa aqui não é a validade destas teses. Bastaria que tivessem sido compartilhadas, pouco ou muito, pelos Templários para se tornarem explicativas de um determinado número de mistérios. Mas digamos também que nada, absolutamente nada, permite afirmar que essas crenças tenham existido mesmo na Ordem do Templo; simplesmente, isso simplificaria a compreensão do enigma templário. A existência de uma dupla pessoa explicaria também a ambiguidade das relações que alguns julgaram poder discernir entre Jesus e Maria Madalena.

Se Cristo é duplo e tem um irmão, se um é santo e o outro não o é… Observemos, de passagem, que os Templários dedicaram inúmeras casas e capelas a Maria Madalena, como, por exemplo, em Provins. Não ficaremos surpreendidos ao saber que Maria Madalena desempenha um papel importante nos escritos gnósticos fundamentais: a Pistis Sophia, os Livros do Salvador, o Evangelho de Maria, a Sophia de Jesus, o Evangelho de Filipe, o Evangelho de Pedro e o Evangelho de Tomé. No Evangelho de Filipe, lê-se: “Cristo amava Madalena mais do que a todos os discípulos. Eles disseram-lhe: «Por que a amas mais do que a nós?» e Jesus respondeu: «Por que não vos amo como a ela?»” Neste evangelho, Filipe precisa mesmo que Jesus beijava muitas vezes Maria Madalena na boca. Teriam os Templários conhecimento destes textos gnósticos? No caso afirmativo, que efeito teve isso sobre eles? É impossível dizê-lo. Talvez, um dia, a descoberta de um manuscrito esquecido numa cripta templária… Quem sabe?

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São Pedro e as chaves do Templo
De fato, quem detém as chaves do Templo é, sem dúvida, São Pedro. Alguns irmãos da Ordem afirmaram-no, aliás, asseverando que a negação de Cristo era feita para lembrar que também Pedro negara Jesus. Acompanhemos São Lucas, ao descrever a prisão de Cristo: Prenderam-no e levaram-no, introduzindo-o na casa do Sumo Sacerdote. Pedro seguia de longe. Tendo eles acendido uma fogueira no meio do pátio, sentaram-se ao redor, e Pedro sentou-se no meio deles. Ora, uma criada viu-o sentado perto do fogo e, encarando-o, disse: «Este também estava em companhia dele!» Ele, porém, negou: «Mulher, eu não o conheço.» Pouco depois, um outro, tendo-o visto, afirmou: «Tu também és um deles!» Mas Pedro declarou: «Homem, não sou.» Decorrida mais ou menos uma hora, outro insistia: «Certamente, este também estava com ele, pois é galileu!» Pedro disse: «Homem, não sei o que dizes!»

Imediatamente, enquanto ele ainda falava, o galo cantou, e o Senhor, voltando-se, fixou o olhar em Pedro. Pedro então lembrou-se da palavra que o Senhor lhe dissera: «Antes que o galo cante hoje, tu me terás negado três vezes.» E saindo, chorou amargamente. Ora, inúmeros Templários afirmaram que lhes era pedido que negassem Cristo três vezes, como São Pedro. Mas, quem era Pedro? Na verdade, chamava-se Simão, filho de Jonas. «Pedro» era apenas um apodo. Nota: Foi nas «grutas de Jortas» que alguns templários se refugiaram, quando da queda da Ordem, para fugirem à detenção. Seria interessante saber se foram eles que deram esse nome às grutas. Alain Marcillac lembra-nos que Petros, em hebreu, significa «aquele que abre», o que explica que detenha as chaves como atributos.

Cristo disse-lhe: “Tu és Pedro e sobre essa Pedra edificarei a minha Igreja e as portas do Inferno nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus, tudo o que ligares na terra será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” Existe um evangelho de Pedro particularmente querido da seita gnóstica dos Docetas. É interessante levantarmos a questão de saber qual era a idéia que se fazia de São Pedro na época dos Templários. Para tal, o melhor é socorrermo-nos de Jacques de Voragine, que escreveu a sua Lenda Dourada em meados do século XIII. Pedro «recebeu do Senhor as chaves do Reino dos Céus», é, portanto, o intermediário sonhado para aceder à iniciação.

Segundo São Clemente, São Pedro tinha o hábito de se levantar, todas as manhãs, «ao cantar do galo» para fazer o exame de consciência e chorar abundantemente. O galo, presente no abraxas, acompanha, aliás, muitas vezes São Pedro, na iconografia. A propósito de Simão o mágico, Pedro teria dito a Nero: “Tal como em Jesus Cristo há duas substâncias, a saber, a de Deus e a do homem, também neste mágico se encontram duas substâncias, a do homem e a do diabo.” Acrescentemos que São Pedro esteve envolvido numa cena durante a qual Simão, o mágico, fez mexer a cabeça de um morto. Essa cabeça teria as características de um «baphomet»? Pedro tem a sua festa a 29 de Junho, no signo de Câncer, o signo oposto ao do nascimento de Jesus.

Ele fica nesta terra para cumprir a sua missão depois do desaparecimento de Cristo. Na ótica dos Gêmeos, Castor e Pólux, um está no Céu quando o outro está na Terra. Assim, em relação a Cristo, Pedro faz parte do mundo inverso. Aliás, não foi ele crucificado de cabeça para baixo? Na data de 29 de Junho, segundo Maurice Guingand, a constelação de Ophiucos forma, com a cabeça e a cauda da serpente, aquele conjunto de estrelas a que os antigos chamavam serpentário. Este, que parece brandir duas serpentes, foi assimilado a São Pedro segurando as chaves do Paraíso. Mas, então, como não pensar no abraxas com cabeça de galo que figura no selo secreto da Ordem do Templo e que, ele próprio, segura na mão duas serpentes?

E, depois, Pedro tem um ponto em comum com Maria Madalena. Segundo os textos (incluindo os heterodoxos), são, quer ela, quer ele, as primeiras pessoas com quem Cristo se encontra, depois da sua morte. A cena do encontro é relatada, nomeadamente, no Apocalipse de Pedro, um texto descoberto em Nag-Hammadi. É, sem dúvida, o único ponto comum, na medida em que Pedro não gosta nada de Maria Madalena e até «detesta a raça das mulheres». Daí que alguns ritos que instituem relações ambíguas entre homens estejam ligados a esta fama de Pedro detestar as mulheres? De qualquer modo, ele figura de chaves na mão, à direita de Cristo, no portal de Vézelay, tendo a seu lado Maria Madalena.

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Estou consciente de que, para muitos leitores que se interessam pela Ordem do Templo, ouvir falar de São Pedro como uma das chaves essenciais do seu conteúdo iniciático, constitui um espanto. Com efeito, para aqueles que se interessam pelo esoterismo, Pedro não apresenta, de um modo geral, qualquer interesse, ao contrário de João. Disse-se tanto que os Templários eram «Joanistas» que nos tornamos míopes, se não mesmo cegos, na análise dos seus mistérios. Em sentido estrito, nada confirma a idéia de que os Templários teriam podido privilegiar apenas o ensinamento de São João. Dedicaram-lhe um determinado número de capelas, mas muito menos do que se afirmou. Teremos ocasião de voltar a esse ponto. Ademais, o acesso à palavra de São João pode exigir fases preliminares.

Finalmente, fazemos mal em desprezar São Pedro que, ao fim e ao cabo, é o detentor das chaves. Correndo o risco de espantar algumas pessoas, é preciso dizer que os Templários dedicaram inúmeras igrejas e capelas a São Pedro. Ora, na maior parte das vezes, não se trata de lugares como outros quaisquer. É frequente encontrarmo-las a alguns quilômetros de comendas a que estavam ligadas por subterrâneos. Assim, no Lubéron, a quinta de São Pedro, situada perto da aldeola de Puyvert, era uma casa templária. Foram encontradas lá saídas subterrâneas. Na capela, quando das escavações, foram encontrados esqueletos de homens que mediam nitidamentemais de dois metros.

Citemos também, apenas como exemplo, a velha igreja de São Pedro, em Saint-Raphael, com a sua torre dos Templários. Em Saint-Émilion, existe uma igreja monólito muito enigmática quanto à sua decoração de inspiração alquímica. Esse edifício, com as suas galerias subterrâneas, ostenta a cruz da Ordem do Templo. A igreja data da época em que Bertrand de Blanchefort era Grão-Mestre (foi o sexto Grão-Mestre dos Cavaleiros Templários de 1156 até sua morte em 1169. Ele é conhecido como o grande reformador da ordem) e o seu castelo ficava a menos de quarenta quilômetros de lá.

Será por acaso que uma tradição afirma que a capela de São Pedro de Rians possui um esconderijo que abriga arquivos templários de primordial importância? Em Saint-Merri, em Paris, mostra-se muitas vezes um «baphomet» templário que ornamenta o portal. Na verdade, essa estátua é recente, mas isso pouca importância tem porque reina sobre Saint-Merri uma «tradição templária» cuja origem não conhecemos. De qualquer modo, essa igreja chamava-se primitivamente Saint-Pierre-des-Bois, como a comenda templária situada a norte de Sélestat, na Alsácia, e cujas ruínas podemos ver na aldeia de Herrenhofstadt.

Não serviria de nada multiplicar estes exemplos que apenas têm como objetivo mostrar que os Templários nunca desprezaram São Pedro, muito pelo contrário. Mas também é interessante olharmos mais de perto alguns dos locais mais vulgarmente ligados aos «mistérios» da Ordem do Templo. Assim, que deveremos pensar da capela de Saint-Pierre-aux-Boeufs, perto de Gisors? E que pensar da capela de São Pedro, perto do castelo de Arginy? E da capela da quinta de São Pedro, perto da comenda de Sainte-Eulalie-de-Cemon, no Larzac? E da abadia de Saint-Pierre-de-Bhagari que é um dos pontos-chave do dispositivo templário do Verdon? Voltaremos mais pormenorizadamente a alguns dos locais importantes nos últimos capítulos deste livro, que serão dedicados à análise de lugares especiais.

Por agora, o que convém reter é que, perto das comendas dos Templários, nomeadamente das mais importantes e das mais carregadas de mistérios, existem quintas e capelas dedicadas a São Pedro, que estavam ligadas a essas comendas por subterrâneos cujos vestígios ainda podemos encontrar com bastante frequência. Voltemos, por uns instantes, às cerimônias evocadas anteriormente. Não se explicariam melhor se pensássemos que o neófito podia ser conduzido, em primeiro lugar, a uma capela de São Pedro e, depois, levado pelos seus mentores à sala da recepção, passando por um subterrâneo? Lembremo-nos: a cerimônia realizava-se de noite. Antes do canto do galo, tal como São Pedro, o novo cavaleiro do Templo teria negado Cristo três vezes.

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Então, e só então, ser-lhe-iam dadas as chaves do conhecimento e, tal como São Pedro, deveria preparar o reino de Deus neste mundo. Se os testemunhos dos irmãos, quando do processo, não foram mais precisos, foi apenas porque, como já dissemos, os ritos já não eram compreendidos. Isto implica que o círculo pensante e iniciático que animava o Templo o abandonara. Perto do seu final, a Ordem dos Cavaleiros Templários não era mais do que uma casca sem alma, que só funcionava em virtude da inércia. Foi sem dúvida por essa razão que não opôs grande resistência à operação de polícia desencadeada contra ela pelo rei Philipe IV, O Belo, da França e a igreja de Roma.

Mais informações sobre os Templários:

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Os cinco planetas visíveis a olho nu alinhados ao entardecer


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cinco-planetas-Terra-LuaA última oportunidade em 24 anos de ver Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno alinhados

Esperando um encontro estelar à noite neste inverno? Você será surpreendido. Começando no final desta semana,  dia 22 de julho, todos os cinco planetas visíveis a olho nu (Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno) estarão visíveis e alinhados no céu à noite no crepúsculo por um breve instante no fim do dia algumas semanas à frente.

A última oportunidade em 24 anos de ver Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno alinhados. Por algumas semanas, cinco planetas do Sistema Solar poderão ser vistos a olho nu durante o pôr do sol.

Fontes: http://www.bbc.com e http://www.universetoday.com

Nós já vimos no início deste ano, e veremos agora novamente: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno ficarão alinhados por alguns dias antes de cada um deles tomar o seu caminho no céu.

A partir desta semana, e durante mais algumas, os cinco planetas poderão vistos a olho nu durante o pôr do sol – no fim de janeiro e início de fevereiro, eles podiam ser avistados apenas ao amanhecer.

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Entardecer na noite de 08 de agosto, olhando para o noroeste, os cinco planetas estão alinhados. Crédito da imagem: Stellarium.

Isso só será possível, segundo David Dickinson, do site de astronomia Universe Today, porque antes tínhamos todos os planetas à nossa frente. Se você estiver em um espaço aberto sem nuvens, a partir desta quarta-feira, dia 20, poderá ver os cinco planetas vizinhos ao noroeste da Terra (estando no hemisfério sul).

Brilho e cor

Para identificar os planetas, preste atenção nas sutis diferenças que você verá no céu. Vênus é o mais brilhante de todos, e Júpiter é o próximo na luminosidade. Ambos ainda são visíveis quando o sol está prestes a se esconder.

Marte, por sua vez, é avermelhado e Saturno, amarelado. Ambos brilham com intensidade semelhante. Encontrar Mercúrio é sempre o maior desafio porque é o menor planeta, ele pode se esconder facilmente e aparece sempre muito próximo do horizonte.

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Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno podem ser vistos a olho nu a partir desta quarta, dia 20 de julho

O truque do polegar

O astrônomo Jason Kendall, professor adjunto da Universidade William Paterson, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, publicou em seu canal do YouTube um exercício prático para saber se o que você está vendo é um planeta ou uma estrela.

“Feche um dos olhos. Estique o braço e coloque o seu dedo polegar para cima. Lentamente, passe-o de um lado para o outro do planeta ou estrela que você vê no céu. Se a luz se atenuar quando o polegar passar sobre ele, é um planeta. Mas se ela piscar rapidamente é uma estrela”, disse. O truque funciona melhor com Júpiter e Vênus, afirma o astrônomo, porque eles são mais brilhantes. Outro detalhe a ser considerado, os planetas refletem a luz do sol e por causa disso eles NÃO CINTILAM. 

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Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro quanto em massa e é o quinto mais próximo do Sol.[10] Possui menos de um milésimo da massa solar, contudo tem 2,5 vezes a massa de todos os outros planetas em conjunto. É um planeta gasoso junto com Saturno, Urano e Netuno. Estes quatro planetas são por vezes chamados de planetas jupiterianos ou planetas jovianos. Júpiter é um dos quatro gigantes gasosos, isto é, não é composto primariamente de matéria sólida.

De qualquer forma, o que precisa ficar claro caso você decida “ir à caça” é que esses planetas são corpos celestes mais brilhantes vistos daqui da Terra – depois do Sol e da Lua, é claro. Os cinco planetas não voltarão a se alinhar até 8 de setembro de 2040, quando estarão a 9,3 graus no céu.

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A incrível tecnologia dos Antigos


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Ancient_Aliens_tecnologiaO Enigma da Tecnologia Antiga 

A todos os cientistas-filósofos, de mente aberta, espalhados pelo mundo e quecontinuam a estudar, a aprender e a crescer. Possam eles nos levar até o infinito, e além. 

“E aqui, meu caro Watson, chegamos a um desses mundos da conjectura no qual as mentes mais lógicas podem falhar; cada um pode formular sua própria hipótese com base na evidência presente e, provavelmente, a sua será tão acertada quanto a minha”. Sherlock Holmes, a aventura da casa vazia.

O Enigma da Tecnologia Antiga (livro: “A Incrível Tecnologia dos Antigos” de David Hatcher Childress)

Capítulo 2: OS MESTRES CONSTRUTORES DOS MEGÁLITOS

“Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. –  Aldous Huxley

“A verdade é uma só, mas o erro se prolifera. O homem o localiza e o retalha em pedacinhos, esperando transformá-los em grãos de verdade.” –  René Dauman, The Way of the Truth

Megalitomania

Lendas sobre esplendorosas civilizações antigas e sua destruição cataclísmica fazem parte de quase todas as culturas do mundo. O cético moderno pergunta: Bem, se houve civilizações altamente avançadas no passado, onde estão as provas, como máquinas e coisas do gênero? E não deveríamos ter encontrado as ruínas de suas cidades? A resposta é que tais provas existem, e centenas de cidades em ruínas já foram encontra­das acima e abaixo da água.

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Exploradores americanos e franceses fizeram uma descoberta monumental: uma imensa pirâmide de cristal, parcialmente translúcida, que se ergue desde o fundo do mar das Caraíbas – a sua origem, idade e propósito são completamente desconhecidos. Saiba maisAQUI

A idéia de que o homem era primitivo no passado e de que o presente representa o apogeu da civilização em nosso planeta é razoavelmente bem-aceita no Ocidente, porém outras culturas vêem a história como um processo cíclico, e nossa sociedade atual como fruto do declínio de uma antiga era áurea. O passado legou cidades megalíticas, construídas para durar milha­res de anos. Quão primitivos devemos imaginar terem sido esses povos?

No mundo todo existe uma espécie de construção megalítica chamada “atlante” por pesquisadores que acreditam em civilizações avançadas no passado. Geralmente, é uma construção que emprega gigantescos blocos de pedra, como granito cristalino. Imensos blocos são encaixados sem argamassa em estilo poligonal, que une os blocos pesados em ziguezague. Essas paredes poligonais interligadas resistem a terremotos porque se movimentam junto com a onda de choque do sismo. Elas se agitam e se movem livremente durante alguns instantes, mas depois voltam ao lugar. Essas paredes interligadas em ziguezague não desmoronam com a onda de choque de um terremoto, tal como as construções de tijolos.

Construções nesse “estilo atlante” podem ser encontradas no mundo todo, e seus exemplos clássicos localizam-se em Micenas, no Peloponeso, e nos templos de Malta, junto às gigantescas paredes megalíticas de Tiahuanaco, Ollantaytambo, monte Albán e Stonehenge, bem como nas estruturas pré-egípcias do Osirion, em Abidos, e no Templo do Vale da Esfinge.

Normalmente, a arquitetura atlante é circular, usando as técnicas mais precisas de corte de pedra para encaixar blocos. A arquitetura atlante tam­bém costuma empregar “pedras de toque” – formas idênticas são cortadas em pedra nos dois lados da junta e o espaço é preenchido com um grampo metálico. Essas pedras de toque geralmente têm forma de ampulheta ou de duplo T. Os grampos empregados podiam ser de cobre, bronze, prata, electrum (mistura de prata e ouro) ou de algum outro metal. Em quase todos os casos em que se encontram pedras de toque, o grampo de metal já desapareceu – muitos milhares de anos atrás!

Muitas ruínas conhecidas, e outras nem tanto, abrigam os restos de cidades ainda mais antigas. Sítios arqueológicos como Baalbek, no Líba­no, Cuzco, no Peru, a Acrópole de Atenas, Lixus, no Marrocos, Cádiz, na Espanha e até o monte do Templo de Jerusalém são construídos sobre os restos gigantescos de antigas ruínas. Algumas cidades modernas – e Cuzco é um bom exemplo – contêm três ou mais níveis de ocupação, incluindo os ocupantes modernos. Alguns arqueólogos acham que essas construções anteriores procederam da “mítica” civilização atlante.

Mas onde ficava Atlântida? A Atlântida está ao nosso redor, assegu­rou o estudioso inglês John Michell em seu livro The view over Atlantis. Michell mostrou também, emMegalithomania, que ruínas antigas fan­tásticas são um fenômeno mundial. Muitos autores tentaram mostrar como a distribuição de megálitos em escala global aponta para uma civili­zação avançada em tempos antediluvianos, incluindo obras acadêmicas como Megaliths & masterminds, de Peter Lancaster Brown.

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Portal do Templo de Baco, encontrado dentro das estruturas de Baalbek, no hoje Líbano

A tese desses autores é a de que o mundo antigo era notavelmente adiantado para quem saiu da dita Idade da Pedra, e que uma civilização avançada chamada “Atlântida” precedeu a aurora da história. A civiliza­ção pré-histórica não só teria escala mundial como construiu monumen­tos e edifícios impressionantes. A idéia de que apenas recentemente o homem inventou coisas como eletricidade, geradores, motores a vapor e a combustão, ou mesmo o vôo motorizado, não é necessariamente verídica em um mundo que percorre a montanha-russa da história.

Com efeito, quando observamos a velocidade com que a sociedade atual absorve novas invenções, podemos imaginar a rapidez com que uma civilização altamente científica ter-se-ia desenvolvido na remota Antigüi­dade. Assim como ainda hoje há tribos primitivas na Nova Guiné e na América do Sul vivendo na Idade da Pedra, a Atlântida pode ter existido em um período no qual outras áreas do mundo viviam em estágios varia­dos de desenvolvimento.

O mundo antigo (pré dilúvio) da Atlântida pode ter sido bem parecido com o de hoje – justaposto entre diversas facções governamentais militares enquanto surgem conflitos em diversas colônias, causados por um sistema econô­mico estabelecido pelos interesses comerciais de grandes grupos. Segundo a mitologia, Atlântida foi destruída pelas guerras das quais participou no mundo antigo. Hoje, o planeta está novamente à beira de um armagedon em virtude de diferenças políticas, religiosas e étnicas. O homem moderno tem algo a ganhar estudando o passado? Os estudiosos da Atlântida acre­ditam que sim.

A civilização Osiriana

A civilização osiriana, segundo a tradição esotérica, foi uma socieda­de avançada, contemporânea da atlante. No mundo de 15 mil anos atrás, havia em nosso planeta diversas civilizações altamente desenvolvidas e sofisticadas, cada uma, dizem, com elevado grau de desenvolvimento tec­nológico. Entre essas civilizações fabulosas estavam a Atlântida e outra bastante desenvolvida que florescia na Índia, usualmente chamada Im­pério Rama (descrito no épico hindu Ramayana).

Teoriza-se um passado bem diferente daquele que aprendemos na es­cola. Trata-se de um passado com cidades magníficas, estradas e rotas de comércio antigas, portos ativos, marinheiros e mercadores aventureiros. Boa parte do mundo antigo era civilizada, e áreas como Índia, China, Peru, México e Osíris eram prósperos centros, com várias cidades importantes. Muitas delas foram irremediavelmente perdidas, mas outras foram ou serão descobertas!

Dizem que na época da Atlântida e de Rama, o Mediterrâneo era um vale grande e fértil, e não o mar que hoje conhecemos. O Nilo nascia da África, como hoje, e era chamado de rio Estiges. Contudo, em vez de sair pelo Delta, ao norte do Egito, e desaguar no Mediterrâneo, o Nilo prosse­guia pelo vale, virando para o oeste e fluindo até uma série de lagos ao sul de Creta. O rio passava entre Malta e Sicília, ao sul da Sardenha, e depois desembocava no Atlântico por Gibraltar (os Pilares de Hércules). Esse amplo vale fértil, juntamente com o Saara (que então era uma grande pla­nície fértil), era conhecido na Antigüidade como civilização osiriana.

A civilização osiriana também pode ser chamada de “Egito Pré-dinástico”, o antigo Egito que construiu a esfinge e os megálitos pré-egípcios, como o Osirion de Abidos. Nesse raiar da história antiga, o império osiriano foi invadido pelos atlantes, e guerras devastadoras irromperam pelo mundo pouco antes do final do período de expansão imperial e bélico da Atlântida. Nos diálogos de Platão, o sacerdote Sólon relata que a Atlântida, quando estava próxima de seu fim cataclísmico (10.986 a.C.), invadiu a Grécia antiga, que não era se­quer conhecida dos gregos “antigos”. Essa “Grécia antiga desconhecida”, como veremos, estava intimamente ligada à civilização osiriana.

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A história do próprio Osíris, segundo o historiador grego Plutarco, revela certa tecnologia. Conforme a mitologia egípcia, Osíris era filho do Céu e da Terra, foi o primeiro rei do Egito e o instrumento de sua civiliza­ção. Dizem que ele teria viajado pelo mundo, ensinando a arte da civiliza­ção após o dilúvio. Ele afastou os moradores do Egito de seus costumes bárbaros, ensinou a agricultura, formulou leis e mostrou-lhes a adoração dos deuses. Feito isso, saiu a transmitir seus conhecimentos para o resto do mundo.

Em sua ausência, ÍSIS, sua mulher, governou, mas o irmão e cunha­do de Osíris, Tífon, também conhecido como Seth ou Satã, estava sempre disposto a prejudicar seu trabalho (ou ao menos sua tentativa) de civili­zar o mundo, e decidiu que iria matar Osíris, tomando ÍSIS para si. Ele reuniu 72 conspiradores para realizar seu plano e fez um belo sarcófago com as medidas exatas de Osíris. Organizou um banquete e declarou que daria essa peça a quem coubesse deitado dentro dela. Quando Osíris entrou, os conspiradores correram até o sarcófago, pregaram a tampa e depois despejaram chumbo, jogando-o no rio pelo qual foi levado para o mar. Quando ÍSIS soube da morte de Osíris, pôs-se imediatamente à procura de seu amado.

O sarcófago de Osíris encalhou em Biblos, hoje no Líbano, não muito longe das maciças lajes de Baalbek. Ao redor do sarcófago, com Osíris ainda dentro dele, cresceu uma árvore, que o rei de Biblos mandou cortar para usar como pilar em seu palácio. ÍSIS acabou localizando Osíris e levou-o de volta para o Egito. Tífon (Seth/Satã), porém, quebrou o sarcófago, esquartejou Osíris em catorze pedaços e espalhou-os pelo país.

A dedicada ÍSIS procurou os pedaços de seu marido e, toda vez que encontrava um deles, enterrava-o – razão pela qual há templos dedicados a Osíris por todo o Egito, e aparentemente em outros pontos do Mediterrâ­neo oriental. Em outra versão, na tentativa de enganar Tífon, ela apenas finge ter enterrado os pedaços, juntando-os para trazer Osíris de volta à vida. ÍSIS encontra todas as partes, exceto o falo, e Osíris acaba voltando do mundo inferior; ele incentiva seu filho Hórus (o popular deus com ca­beça de falcão) a vingar sua morte. Cenas dos templos egípcios costumam apresentar Hórus traspassando uma grande serpente (Tífon ou Seth) com uma lança, em cena idêntica a de São Jorge e o Dragão, embora represen­tada milhares de anos antes.

No final feliz, ÍSIS e Osíris voltam a se reunir e têm outro filho, Harpócrates. Mas ele nasce prematuramente e coxo.

A lenda de Osíris reúne outros temas importantes, inclusive a ressur­reição e a derrota do mal pelo bem, sendo talvez chave para a antiga civiliza­ção osiriana. Seriam os catorze pedaços de Osíris uma alusão aos catorze lugares sagrados construídos pelos osirianos por todo o Mediterrâneo? Já mencionei a teoria de que o Mediterrâneo teria sido um vale fértil, com muitas cidades, fazendas e templos. Talvez alguns desses lugares ainda es­tejam intactos sob a água, e outros sejam até conhecidos, embora sua im­portância ainda não tenha sido identificada. Acredito que as primeiras construções megalíticas de Baalbek, Jerusalém, Gizé e o Osirion, em Abidos, possam ser incluídas como lugares conhecidos desse conjunto.

Uma chave para a sociedade megalítica de Osíris pode ser encontrada nas curiosas ruínas soterradas de Osirion (as ruínas megalíticas e pré-dinásticas de Abidos, rio sul do Egito). O arqueólogo inglês Naville comen­tou, em um artigo no London Illustrated News, em 1914, que:

Aqui e ali, nos enormes blocos de granito, havia uma espessa maçaneta […] usada para mover as pedras. Os blocos são bem grandes – comprimentos de 4,5 metros não são raros; e a estrutura como um todo tem o caráter da cons­trução primitiva que, na Grécia, é chamada de ciclópica. Um exemplo egíp­cio disso está em Gizé, o chamado Templo da Esfinge.

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Naville relaciona diretamente o Osirion com as gigantescas e pré-his­tóricas construções da Grécia, e também com o Templo da Esfinge. Outros lugares ao redor do antigo império osiriano estão na ilha de Malta, no Líbano, em Israel, nas ilhas Baleares (Mayorca e Minorca) e em outras áreas do Mediterrâneo. (Com efeito, praticamente todas as ilhas do Mediterrâneo, qualquer que seja o seu tamanho, têm seus megálitos pré-históricos.) Além disso, as maçanetas, que podiam ou não servir para movimentar as pedras, são do mesmo tipo encontrado nas pedras gigantescas que foram empregadas para construir muros maciços nas vizinhanças de Cuzco, no Peru.

A falta de inscrições indica que o Osirion, como o Templo do Vale da Esfinge, foi construído antes que se adotassem hieróglifos no Egito! Sabemos disso porque os egípcios sempre gravavam hieróglifos e de­corações em toda obra arquitetônica. As únicas exceções são edifícios, como a Grande Pirâmide, o Osirion e o Templo do Vale da Esfinge, que muitos arqueólogos hoje estão considerando mais antigos do que ou­tras estruturas. Evidentemente, o Osirion é uma relíquia da própria civilização de Osíris.

“O presente e o passado devem estar presentes no futuro, e o futuro está contido no passado”.  S. Eliot

BAALBEK e OSÍRIS

Uma das mais espantosas ruínas antigas do mundo é a base megalítica de BAALBEK, as ruínas pré-romanas do Líbano sobre as quais foi erguido um complexo de templos da era romana.

O sítio arqueológico de Baalbek fica a 71 quilômetros a leste de Beirute, aproximadamente, e é composto por diversas ruínas e catacumbas. Com 750 metros de extensão de cada lado, é uma das maiores estruturas de pedra do mundo. Uma parte consiste de gigantescos blocos de pedra de uma era perdida, formando uma plataforma com um templo romano as­sentado sobre ela. O templo romano dedicado a Júpiter, Baco e Vênus foi cons­truído sobre os templos que eram dedicados às divindades antigas correspondentes – Baal e sua companheira, a deusa Astarte.

Os templos de Baal e Astarte podem ter sido erigidos como parte de um templo solar pré-histórico, e sobre as ruínas da estrutura mais antiga, com propósito desconhecido. Segundo um artigo de Jim Theisen na INFO Journal, os gregos chamaram o Templo de “Heliopólis”, que significa “Tem­plo do Sol” ou “Cidade do Sol”. Apesar disso, o propósito original da gigan­tesca plataforma pode ter sido completamente diferente.

Baalbek é um bom exemplo daquilo que acontece com muralhas gran­diosas e bem-feitas – são usadas repetidas vezes por construtores que er­guem uma nova cidade ou templo sobre outros mais antigos, usando as pedras que estão convenientemente à disposição no local. Geralmente, as pedras originais são tão grandes que não podem ser movidas e postas em outro lugar. É exatamente o que se vê em muitos locais, tanto no Velho Mundo como nas Américas. Exemplos de alvenaria ou cantaria muito an­tigos (com idade entre 3 e 6 mil anos) misturados com trabalhos bem mais recentes (com 500 a 2.500 anos) podem ser vistos em monte Albán, no México, e em lugares andinos como Chavín, Cuzco e Ollantaytambo.

Em Baalbek, a arquitetura romana (quase toda destruída por um terremoto em 1759) não apresenta nenhum problema arqueológico, ao contrário dos maciços blocos de pedra talhada sob ela. Uma parte da parede da área cercada, chamada Trilithon, é composta por três blocos de pedra talhada, simplesmente os maiores blocos de pedra lavrada já usados em construções neste planeta, pelo que se sabe (ruínas submarinas podem revelar construções maiores). É uma proeza de engenharia nunca igua­lada na história.

O peso e até o tamanho dessas pedras dão margem a controvérsias. Segundo o autor René Noorbergen, em seu fascinante livro Secrets of the Lost Races, cada pedra tem 24,6 metros de comprimento e 4,5 metros de espessura, e o peso estimado de cada uma varia de 1.200 a 1.500 tonela­das. Embora o tamanho calculado por Noorbergen possa estar incorreto, o peso informado deve estar próximo do real. Mesmo as estimativas mais­conservadoras dizem que cada pedra pesa 750 toneladas.

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Um grupo de três pedras gigantescas horizontalmente deitadas que fazem parte da base do Templo de Júpiter no complexo de Baalbek, no Líbano

É uma proeza extraordinária da engenharia civil, pois os blocos fo­ram erguidos a uma altura superior a 6 metros para poderem se apoiar em blocos menores. As colossais pedras foram perfeitamente encaixadas, e nem uma lâmina de canivete pode ser enfiada entre elas. Até os blocos do nível inferior aos trilihons são incrivelmente pesados. Com 3,9 metros de comprimento, devem pesar cerca de 50 toneladas cada um, e de qual­quer modo trata-se de um grupo de pedras imensas sob qualquer critério de medida, exceto se comparadas aos próprios trilithons. Mas mesmo os trilihons não são as maiores das pedras!

A maior de todas as pedras talhadas, com 3,9 metros por 4,2 metros de seção e quase 21 metros de comprimento, pesando no mínimo 1.000 toneladas (tanto Noorbergen quanto Chalés Berlitz atribuem a essa pedra o peso de cerca de 2.000 toneladas,) fica em pedreira próxima, situada a 800 metros dali. Mil toneladas são um milhão de quilos! A pedra é chamada Hadjar el Gouble, “Pedra do Sul”, em árabe. Noorbergen está correto ao dizer que não há guindaste ou grua no mundo que possa erguer qualquer uma dessas pedras, independentemente do seu peso real. As maiores gruas são as estacionárias, montadas ao lado de represas para levantar enor­mes blocos de concreto. Normalmente, podem erguer blocos com várias centenas de toneladas. Mas mil, ou, quiçá, 2 mil toneladas estão muito além de sua capacidade. O modo como esses blocos foram movidos e er­guidos até sua posição foge à compreensão dos engenheiros.

Muitos peregrinos iam da Mesopotâmia e do Vale do Nilo até o Tem­plo de Baal-Astarte. O local é mencionado na Bíblia, no Livro dos Reis. Há sob a acrópole uma vasta rede de passagens subterrâneas. Sua função é desconhecida, mas provavelmente eram usadas para abrigar peregrinos, talvez em um período posterior.  Quem construiu a maciça plataforma de Baalbek? Como ela foi feita? Segundo antigos textos árabes, o primeiro templo de Baal-Astarte, incluin­do os maciços blocos de pedra, foi construído por uma “tribo de gigantes” pouco depois do Dilúvio, por ordem do lendário rei Nimrod.

Mas ele pode ser mais antigo, pois a História mostra que alguns go­vernantes gostavam de se apropriar de monumentos erguidos por ou­tros. O mítico rei Nimrod, figura histórica tão antiga que se perdeu para nós, pode ter querido apropriar-se das pedras de Baalbek por volta de 6.000 a.C., mas a construção pode ter sido erguida em 12.000 a.C., antes mesmo do Dilúvio.

Os teóricos da astronáutica antiga têm sugerido que a estrutura de Baalbek teria sido construída por extraterrestres. Charles Berlitz comen­ta que um cientista soviético, o doutor Agrest, sugere que as pedras fa­ziam parte de uma plataforma de decolagem e pouso para espaçonaves extraterrestres. O escritor e estudioso da Suméria Zecharia Sitchin acredita, do mesmo modo, que a base de Baalbek foi uma plataforma de lançamento de foguetes.

Como Buddha à procura do “caminho do meio”, eu procuro um campo intermediário nesse intrigante mistério do passado. Embora seja possí­vel que astronautas antigos possam ter visitado a Terra no passado, pa­rece pouco provável que tenham chegado aqui em foguetes. Eles teriam dominado a arte da antigravitação, e suas espaçonaves seriam modelos elétricos de estado sólido, no mínimo. Tais naves poderiam pousar e de­colar em um bucólico gramado, e não precisariam de uma gigantesca plataforma.

O que, então, era Baalbek, e quem o construiu? A teoria de que Baalbek seria remanescente do Império Osiriano, juntamente com alguns dos ou­tros lugares megalíticos do Mediterrâneo, encaixa-se bem à lenda árabe anteriormente mencionada: os maciços blocos de pedra teriam sido cons­truídos um pouco depois do Dilúvio, por ordem do rei Nimrod.

Mas, mesmo que Baalbek seja vestígio da civilização osiriana, como esses blocos imensos foram transportados e erguidos? Uma pista está no imenso bloco que ainda repousa na pedreira, situada a 800 metros dali. Aparentemente, esta pedra deveria ter sido colocada na plataforma com as outras pedras, mas por algum motivo ela nunca foi usada. Segundo o artigo da info, as maiores pedras usadas na Grande Pirâmide do Egito pesam apenas 181.600 quilos (há diversos blocos de granito desse porte no interior da pirâmide). Os autores dizem que antes da NASA levar o gi­gantesco foguete Saturno V até sua plataforma de lançamento sobre um enorme veículo sobre trilhos, nenhum ser humano tinha transportado um peso semelhante ao das pedras em Baalbek.

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Em seu livro Baalbek, o arqueólogo Friedrich Ragette tenta expli­car como o sítio foi construído e como as pedras foram movidas até seu lugar. Explicar Baalbek não é fácil, admite Ragette, mas ele fez o me­lhor que pode. Ragette começa afirmando que há duas pedreiras: uma situada a 2 quilômetros ao norte de Baalbek e outra, mais próxima, onde ainda re­pousa o maior bloco de pedra do mundo. Posteriormente, ele faz este cu­rioso comentário sobre as pedreiras:

“Depois que o bloco foi separado na face vertical, e feita uma ranhura ao lon­go da base externa, a peça foi derrubada como uma árvore sobre uma cama­da de terra por meio de uma cunha manipulada por trás. Aparentemente, os romanos também empregaram algum tipo de máquina de corte. Podemos deduzir isso pelo padrão de golpes circulares concêntricos que alguns blo­cos apresentam. São maiores do que qualquer homem poderia fazer manual­mente, e podemos presumir que a ferramenta de corte foi fixada a uma alavanca ajustável, que podia atingir o bloco com grande força. Raios de oscilação de até 4 metros foram observados”.

Ragette prossegue, teorizando sobre a possibilidade de se mover uma pedra de 800 toneladas sobre roletes de madeira:

“‘[Se] presumirmos que o bloco estivesse apoiado sobre roletes cilíndricos de madeira bem cortados, com diâmetro de 30 centímetros e a uma dis­tância de 0,5 metro, cada rolete suportaria 20 toneladas. Se a superfície de contato do rolete tivesse 10 centímetros de largura, a pressão seria de 5 quilos por centímetro quadrado, que exigiria uma pavimentação de pedra sólida na rampa. Teoricamente, a força necessária para mover horizontal­mente esse bloco seria de 80 toneladas. Outra possibilidade é que o bloco estivesse envolvido em um invólucro cilíndrico de braçadeiras de madei­ra e de ferro”.

O autor descarta esta última hipótese, considerada improvável e in­conveniente. “Resta ainda a questão de como o bloco teria sido ‘desembru­lhado’ e posto no lugar, o que nos remete à questão ainda mais intrigante, relativa ao modo de COMO se levantar grandes pesos”.

No entanto, Ragette afirma que não há evidências de alguma estrada antiga, que teria necessariamente de receber pavimentação. Segundo o artigo da INFO, não se observam evidências de uma estrada entre a pedreira e o templo. Mesmo que tenha existido tal estrada, os troncos usados como roletes te­riam sido esmagados e transformados em serragem. Mas é óbvio que al­guém, naquela época, sabia como transportar pedras de 500 toneladas.

Nenhum empreiteiro de hoje se disporia a tentar mover ou erguer es­sas pedras. É algo que está simplesmente além da tecnologia moderna. Acho interessante que não exista estrada visível entre a pedreira e o maci­ço Templo do Sol. Isso indica uma das seguintes possibilidades, ou ambas: a construção da plataforma inferior deu-se em uma antigüidade tão re­mota que a estrada desapareceu há tempos; nunca foi necessária uma es­trada para o transporte dos blocos. Como mostra o artigo da INFO, a estrada teria sido de pouca utilidade.

Ragette não é capaz de resolver o problema do içamento de um bloco dessas dimensões, afirmando ser impossível erguer completamente do solo objetos tão imensos com o uso de alavancas. Ele diz que sabemos que a pedra teve de ser levantada para que os roletes de madeira pudessem ser retirados e o bloco abaixado até se encaixar. Para que o ajuste fosse per­feito, provavelmente a pedra deve ter sido erguida e baixada várias vezes.

Ele sugere que uma gigantesca estrutura teria sido construída para içar a pedra, e que pelo menos 160 pedras “Lewis” – pedras em forma de cunha com aros de metal – teriam sido inseridas na parte superior do blo­co. Depois, ter-se-ia empregado um sistema de roldanas e presilhas, bem como milhares de operários, para erguer e baixar alguns centímetros os gigantescos blocos.

Ragette não apresenta explicações quanto ao porquê dos romanos, ou quem quer que fosse, terem se dado a esse imenso trabalho na tentati­va de realizar uma proeza de engenharia virtualmente impossível, a fim de assentar as bases de um templo para Júpiter. Se eles tivessem cortado os blocos em cem pedaços, por exemplo, seu tamanho ainda seria anor­malmente grande, maior que o de um homem, mas pelo menos teria sido muito mais fácil ajustar esses pedaços em um muro. Ficamos com a perturbadora ideia de que o motivo para terem usado essas pedras imen­sas é que elas podiam ser usadas – e com relativa facilidade, embora hoje não saibamos como. Ragette faz um interessante comentário final sobre Baalbek:

“O verdadeiro mistério de Baalbek está na completa ausência de registros es­critos sobre a sua construção. Que imperador não gostaria de usufruir a fama de sua criação? Que arquiteto não teria pensado em registrar orgulhosamen­te seu nome em um dos incontáveis blocos de pedra? Mas ninguém reclama esses templos. É como se o Júpiter heliopolitano recebesse todo o crédito”.

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O complexo de BAALBEK, no Líbano

RUÍNAS OSIRIANAS NO EGITO

Ainda restam outros vestígios de Osíris no Mediterrâneo oriental. Os silhares da base do Muro das Lamentações de Jerusalém também são blocos gigantescos, semelhantes aos de Baalbek. Acredita-se que as ruí­nas megalíticas encontradas sob as águas em Alexandria, no Egito, se­riam anteriores ao Egito dinástico dos faraós. É da lenda de Osíris e das muitas “tumbas de Osíris” que tiramos o nome dessa civilização datada da era da Atlântida.

As ruínas megalíticas submersas de Alexandria são outra pista para a antiga Osíris. Na verdade, Alexandria não é uma cidade egípcia, mas grega. Como é fácil deduzir, Alexandria recebeu o nome de Alexandre, o Grande, rei macedônico que conquistou as cidades-Estado da Grécia no século III a.C. e depois saiu em conquista do resto do mundo conhecido, começando pela Pérsia.

A Pérsia era tradicional inimigo do Egito, que caiu – de bom grado – nas mãos de Alexandre. Este foi a Mênfis, perto da atual cidade do Cairo, e depois desceu o Nilo até a pequena cidade egípcia de Rhakotis. Ali, orde­nou a seus arquitetos que construíssem uma grande cidade portuária, que viria a ser Alexandria.

Alexandre dirigiu-se ao Templo de Amon no oásis de Siwa, onde foi saudado como areencarnação de um deus, ou seja, uma figura expressiva da antiga Osíris ou da Atlântida. Que deus era, não sabemos. Partiu para a conquista do restante da Pérsia e depois da Índia. Oito anos depois de sair da futura Alexandria, ele retornou à cidade – em um caixão. Nunca che­gou a vê-la, embora se diga que seus ossos ainda estejam lá enterrados (mas até agora ninguém encontrou seu túmulo).

De todos os mistérios de Alexandria, porém, nenhum é mais intrigan­te do que o das ruínas megalíticas que ficam a oeste do farol de Faros, perto do promontório de Ras el-Tin. Descoberto na virada do século XIX para o XX pelo arqueólogo francês M. Jondet, e apresentado em seu traba­lho “Les ports submerges de L’ancienne Isle de Pharos”, o porto pré-histórico é uma grande ala de pedras maciças que hoje estão completamente submersas. Perto dele ficava o lendário Templo de Poseidon, edificação já desaparecida, mas registrada pela literatura.

A Sociedade Teosófica, ao saber da existência do porto submerso e de seus megálitos, associou-o rapidamente à Atlântida. M. Jondet presume que sua origem possa ser minóica, a parte de um porto para navios cretenses. E. M. Forster, em seu excelente guia de Alexandria, defende a teoria de que o porto pode ter origem egípcia antiga, construído por Ramsés II em 1.300 a.C. aproximadamente. A maior parte das ruínas estão entre 1,2 a 7,5 metros de profundidade, e se estendem por mais de 60 metros de leste para oeste, curvando-se levemente para o sul.

Provavelmente, a verdadeira origem do maciço porto submerso – que em alguma época certamente esteve acima da água, pelo menos em parte – encontra-se entre a teoria de M. Jondet, com os construtores minóicos, e a suposição da Sociedade Teosófica, que o vê atlante.

Em tese, com a lenta inundação do Mediterrâneo, o mar teria se esta­bilizado após algumas centenas de anos, e depois os osirianos remanes­centes, usando tecnologia e ciência semelhantes às atlantes, construíram as estruturas e portos que lhes foi possível. Mais tarde, em outro desloca­mento tectônico, a área do porto (usada provavelmente por egípcios pré-dinásticos) afundou, tornando-se inútil.

É interessante observar, com relação a essa teoria, que havia o Tem­plo de Poseidon na extremidade de Ras el-Tin. A Atlântida era conhecida pelos antigos como Poseidonis, e “Poseidonis” ou “Poseidon” era um rei lendário da Atlântida. Do mesmo modo, supõe-se que Poseidonis e Osíris eram a mesma pessoa. O principal templo de Rhakotis – a cidade egípcia que Alexandre encontrou no antigo porto – naturalmente, era dedicado a Osíris.

O que estamos aprendendo com as mentes megalíticas é que suas edificações são encontradas no mundo todo, e muitas delas estão sob a água e são de difícil localização!

“O oposto de uma declaração correta é uma declaração falsa. Mas o oposto da verdade profunda pode ser outra verdade profunda”.  Niels Bohr

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O Osireion está localizado em Abidos, no Egito, aos fundos do templo de Seti II. Foi descoberto pelos arqueólogos Flinders Petrie e Margaret Murray, que estavam escavando o sítio nos anos de 1902-03. O Osireion foi construído originalmente em um nível consideravelmente mais baixo que as fundações do templo de Seti, muito mais recente.

OS TEMPLOS SOTERRADOS DE CARNAC

Situada na costa sul da Bretanha, França, a cidade de Carnac reúne a maior concentração de megálitos (menires) do mundo. Estimativas conservadoras afirmam que os megálitos foram erguidos por volta de 5.000 a.C., há 7 mil anos. Podem ser mais velhos.

O Grande Menir Quebrado de Er Grah, na Bretanha, é considerado o maior do mundo e fica em um promontório perto do mar. O problema de se mover uma pedra desse porte foi comentado em um artigo publicado no Journal for the History of Astronomy (no 2, p. 147-160,1971) intitulado “A importância astronômica dos grandes menires de Carnac”. Os astrôno­mos, senhor e senhora Thom, afirmam que o megálito era uma pedra de observação lunar. Escrevem:

“Er Grah, ou Pedra das Fadas, às vezes chamada Le Grand Menir Brisé, está hoje quebrada em quatro pedaços que, medidos, mostram que o comprimento total do menir deve ter sido de 20 metros, no mínimo. Pelo conteúdo volumétrico, seu peso deve ter sido superior a 340 toneladas. Hulle acredita que ela veio da Côte Sauvage, na costa oeste da península Quiberon. Sua opinião, de que teria sido levado por mar, não leva em conta o fato de que o nível do mar perto dessa costa teria sido bem mais baixo na época megalítica; tampouco considera o fato de que seria necessário uma balsa de madeira sólida, com 30 x 15 x 1,2 metros – com o menir submerso. Não fica claro como uma balsa dessas poderia ser controlada ou mesmo se poderia ter se movido nas águas turbulentas próximas à península. Presumindo que a pedra veio por terra, uma pista preparada (com troncos?) deve ter sido construída com grandes roletes e uma pressão de umas 50 toneladas aplicadas (como?) na horizontal, a menos que os roletes fossem girados por alavancas.

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Er Grah, ou Pedra das Fadas, está hoje quebrada em quatro pedaços que, medidos, mostram que o comprimento total do menir deve ter sido de 20 metros, no mínimo. Pelo conteúdo volumétrico, seu peso deve ter sido superior a 340 toneladas.

Deve ter levado décadas de trabalho e, no entanto, lá está ela, lembrança silenciosa da perícia, da energia e da determinação dos engenheiros que a ergueram há mais de três mil anos. Vemos, na Bretanha, que as pedras mais altas costumam ser visadas luna­res inversas, mas não parece necessário usar uma pedra desse porte para esse fim. Se, no entanto, fosse ela um instrumento de previsão, o motivo para sua posição e altura fica claro, especialmente se se destinava a previ­sões universais, sendo usada em várias direções. Há oito valores principais a se considerar, correspondendo ao orto e ao ocaso da Lua em pontos estacionários, quando a declinação era mais ou menos moderada […] Foi demons­trado que existe pelo menos um lugar em cada uma das oito linhas com o espaço necessário para movimentação lateral”.

Agora, devemos tentar imaginar como se descobriu uma posição para Er Grah que satisfizesse os requisitos. Observações cada vez mais cuidadosas da Lua devem ter sido feitas ao longo de centenas de anos. Elas teriam reve­lado anomalias inexplicáveis por causa das variações de paralaxe e retra­ção, e por isso deve ter sido considerado necessário observar a Lua nos principais pontos estacionários, tanto em seu orto como em seu ocaso. Em cada ponto estacionário, havia cerca de 10 ou 12 lunações em que a declina­ção máxima e mínima mensal poderia ser usada.

Em cada máxima ou míni­ma, haveria observadores em todos os lugares possíveis, tentando ver a Lua levantar-se ou se pôr por trás de elevadas varas de aferição. À noite, essas varas teriam recebido tochas na ponta, pois quaisquer outros sinais não seriam visíveis enquanto não formassem silhueta contra o disco lunar. En­quanto isso, deve ter sido usado um observatório já existente na região, para que os astrônomos pudessem ser informados do tipo de máxima que estava sendo observado; eles precisariam conhecer o estado da perturbação. Depois, seguir-se-iam nove anos de espera, até o próximo momento estacio­nário, quando os outros quatro locais de observação seriam procurados.

A magnitude da tarefa seria aumentada pela decisão de usar a mesma visada lunar para ambos os tipos de parada. Podemos compreender porque isso era considerado necessário, se nos lembrarmos das décadas de trabalho en­volvidas no corte, na modelagem, no transporte e no içamento de uma visa­da lunar adequada. Fica evidente que, enquanto alguns locais, como o Quiberon, usavam o alto da visada de Er Grah, outros, como Kerran, usava a parte inferior. Provavelmente, isso depunha contra o uso de um monte com um menir menor no alto. Muito já foi escrito, e bem, sobre o trabalho despendido para se colocar Er Grah no lugar, mas uma avaliação completa da dificuldade para se encontrar o lugar certo mostra que essa tarefa foi tão árdua quanto a primeira.

Agora sabemos que uma pedra com 18 metros de altura permite uma vi­são perfeita. Não sabemos se todas as visadas inversas foram concluídas. Mas o fato de ainda não termos descoberto qualquer vestígio de um setor a leste não prova que os locais a leste não foram usados, pois as pedras podem ter sido removidas. Talvez a extrapolação tenha sido feita por um método mais simples, como a triangulação, ou em um local central, como Petit Menec.

Francis Hitching, em Earth magic, também concorda que esse era um ponto megalítico central para a observação do nascer e do ocaso da Lua. É provável que a maior parte desse gigantesco observatório astronô­mico hoje esteja sob a água. Muitos dos megálitos ao longo da costa da Bretanha parecem estar submersos. Muitos locais famosos conduzem, de fato, à água, e é possível ver alguns megálitos um pouco acima da superfície quan­do a maré está baixa.

Boa parte dos longos alinhamentos de pedras verticais de Carnac e ao redor do golfo de Morbihan parece ter sido construída quando a geografia da Bretanha era bem diferente. Perto da cidade de Carnac há o famoso alinhamento com centenas de pedras verticais. Aparentemente, ele também faz parte de algum imenso observatório astronômico. Em outro artigo dos Thom para o Journal for the History of Astronomy (no 3, p. 11-26,1972), intitulado “Os alinhamen­tos de Carnac”, eles concluem que Carnac também é um observatório lunar de grandes proporções. A respeito dos alinhamentos de Menec, em Carnac, os Thom afirmam que:

“Uma característica notável é a grande precisão das medidas com que as fi­leiras foram dispostas. Não podemos enfatizar em demasia que a precisão era bem maior do que a que teriam obtido caso tivessem usado cordas. A única alternativa disponível para os construtores seria usarem duas varas de medição (de carvalho ou de osso de baleia). Estas deveriam ter cerca de 2.0732496 metros de comprimento, com ajustes nas extremidades para re­duzir o erro gerado por alinhamento. Cada vara teria um apoio rígido, mas mal podemos imaginar como os engenheiros lidavam com os inevitáveis “degraus” quando o solo não estava nivelado”.

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Os menires alinhados em Carnac, na França.

Pode-se observar que o valor da jarda megalítica encontrada na Bretanha vale 0,829056 metros, mais ou menos 0,9 milímetro, e aquela encontrada acima vale 0,8293608 metro, mais ou menos 0,3 milímetro. Essa precisão só pode ser atingida hoje em dia por agrimensores experientes, usando bons equipamentos modernos. Então, como o homem megalítico não apenas ob­teve essa precisão em um local, mas levou a unidade de medida para outros locais, separados por grandes distâncias? Como essa unidade foi levada, por exemplo, para o norte, até as ilhas Orkney? Com certeza, não foi fazendo cópias de cópias de cópias. Deve ter existido algum aparelho para padroni­zar as varas, que, com quase toda certeza, foram preparadas em um centro de controle, ou pelo menos sob supervisão.

Os Thom vêem Carnac como parte de um antigo e imenso sistema que foi usado em boa parte da Europa. Em seu artigo, concluem:

“A organização e a administração necessárias para construir os alinhamen­tos bretões e para erguer Er Grah obviamente espalhavam-se por uma gran­de área, mas a evidência proporcionada pelas medidas mostra que uma área muito mais ampla estava em contato com o controle central. A geometria dos dois crom lechs ovais de Le Menec é idêntica à encontrada em sítios britânicos. Os ápices de triângulos com arestas integrais formando os cen­tros de arcos com raios integrais são características comuns, e nos dois la­dos do Canal [da Mancha] os perímetros são múltiplos da vara. A vastidão dos sítios da Bretanha pode sugerir que o centro principal estava ali, mas não podemos perder de vista o fato de que até agora nenhum dos sítios bretões examinados tem uma geometria comparável à de Avebury na complexidade do desenho ou na dificuldade do layout. Já mostramos anteriormente que as fileiras divergentes de pedras em Caithness poderiam ter sido usadas como equipamento auxiliar para ob­servações lunares, e em nosso artigo anterior vimos que os sítios de Petit Menec e St. Pierre devem ter sido usados da mesma forma”.

No final do artigo, os Thom confessam: “Não sabemos como os princi­pais alinhamentos de Carnac foram usados”.

Carnac se equipara ao importante templo egípcio de Karnak em Luxor. Este é um edifício imponente, com longas fileiras de colunas megalíticas que antes sustentavam um teto grandioso. Será que há outros menires, até maiores, sob as águas próximas a Carnac? Um exemplo de estrutura megalítica submersa conhecida é o Beco Coberto de Kernic, no Distrito de Plousescat, Finistére, hoje coberto pela maré alta.

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Templo egípcio de Karnak em Luxor

OS ESPANTOSOS MEGÁLITOS DOS ANDES

Na porção plana de uma colina que avista o Vale de Cuzco, no Peru, há uma fortaleza colossal chamada Sacsayhuaman, um dos mais imponen­tes edifícios já construídos. Sacsayhuaman é formada por três ou quatro paredes em terraço que sobem pela colina, e as ruínas incluem portais, escadarias e rampas.

Gigantescos blocos de pedra, alguns pesando mais de 200 toneladas, estão perfeitamente encaixados. Os enormes blocos estão cortados, facetados e encaixados tão bem que até hoje não é possível enfiar uma lâmina de canivete, ou mesmo uma folha de papel entre eles. Não foi usado cimento, e não há dois blocos iguais. Contudo, eles se encaixam perfeita­mente, e alguns engenheiros afirmaram que nenhum construtor moderno, com a ajuda de instrumentos e ferramentas do mais puro aço, seria capaz de produzir resultados mais precisos.

Cada pedra teve de ser planejada com muita antecedência; uma pe­dra de 21 toneladas, para não falar de uma pesando de 80 a 200 tonela­das, não pode apenas ser posta descuidadamente no lugar, esperando-se atingir aquele grau de precisão! As pedras estão encaixadas e ajustadas em suas posições, com entalhes do tipo rabo-de-andorinha, tornando-as à prova de terremotos. Com efeito, após muitos terremotos devastado­res nos Andes ao longo dos últimos séculos, os blocos ainda estão encai­xados perfeitamente, enquanto a catedral espanhola, em Cuzco, precisou ser reconstruída duas vezes.

O mais incrível é que os blocos não são feitos com pedras locais, mas, segundo alguns relatos, provêm de pedreiras do Equador, situadas a mais de 2.400 quilômetros dali! Outros estudiosos localizaram pedreiras bem mais próxi­mas, a cerca de 8 quilômetros, apenas. Embora se suponha que a fantástica fortaleza tenha sido feita há apenas alguns séculos pelos incas, não há re­gistros de sua construção, e tampouco ela figura nas lendas nativas. Como se explica que os incas, que não tinham conhecimento de matemática supe­rior, não possuíam linguagem escrita, não dispunham de ferramentas de ferro e nem usavam rodas, podem receber o crédito pela construção desse complexo ciclópico de muralhas e edificações? Francamente, é preciso fa­zer força para encontrar uma explicação, que tampouco seria simples.

Quando os espanhóis chegaram a Cuzco e viram essas estruturas, pen­saram ser obras do próprio demônio, em virtude de sua grandeza. De fato, em nenhum outro lugar se vê blocos tão grandes encaixados com tama­nha perfeição. Viajei pelo mundo todo à procura de mistérios antigos e cidades perdidas, mas nunca vi nada parecido.

Os construtores das muralhas não eram apenas bons pedreiros – eram incomparáveis! Trabalhos de cantaria similares podem ser vistos em todo o Vale de Cuzco. Geralmente, são feitos com blocos de pedra bem talhados e retangulares, pesando até 1 tonelada. Um grupo de pessoas fortes pode erguer um bloco e colocá-lo no lugar; sem dúvida, foi assim que algumas das menores estruturas foram feitas. Mas em Sacsayhuaman, Cuzco e outras cidades incas antigas, podemos ver blocos imensos com 30 ângu­los ou mais em cada um.

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Muralhas ciclópicas em Sacsayhuaman com Cuzco ao fundo

Na época da conquista espanhola, Cuzco estava em seu apogeu, com população estimada em 100 mil incas. A fortaleza de Sacsayhuaman po­deria abrigar todos os habitantes dentro de seus muros em caso de guerra ou de catástrofe natural. Alguns historiadores afirmaram que a fortaleza foi construída “alguns anos antes” da invasão espanhola, e creditaram a estrutura aos incas. Mas os incas não conseguem se lembrar exatamente como ou quando ela foi feita!

Só resta um relato antigo do transporte das pedras, encontrado na obra de Garcilaso de la Vega, The Inccus. Em seus comentários, Garcilaso fala de uma pedra monstruosa levada a Sacsayhuaman desde Ollantaytambo, a uma distância de cerca de 72 quilômetros.

Os índios dizem que, por causa do grande trabalho que teve para ser levada, a pedra ficou cansada e chorou lágrimas de sangue porque não conseguiu um lugar na edificação. A realidade histórica é transmitida pelos amantas (filósofos e médicos) dos incas, que costumavam falar sobre isso. Dizem que mais de 20 mil índios levaram a pedra até o local, arrastando-a com grossas cordas. A rota que seguiram para levar a pedra era muito difícil. Havia mui­tas colinas para subir e descer. Cerca de metade dos índios puxava a pedra com as cordas colocadas na frente. A outra metade segurava a pedra por trás, com medo de que ela pudesse se soltar e cair em uma ravina da qual não poderia ser removida.

Em uma dessas colinas, por falta de cautela e esforço mal coordenado, o peso da pedra foi excessivo para aqueles que a sustentavam por trás. A pe­dra rolou colina abaixo, matando 3 ou 4 mil índios que a sustentavam. Apesar desse infortúnio, eles conseguiram tornar a erguê-la. Ela foi posta na planície onde hoje repousa.

Embora Garcilaso de la Vega descreva o transporte da pedra, muitos duvidam da veracidade dessa história. Essa pedra não pertence à fortaleza de Sacsayhuaman e, segundo alguns pesquisadores, é menor do que aque­las lá usadas, embora a pedra nunca tenha sido identificada positivamente. Mesmo que a história seja real, talvez os incas tenham procurado reprodu­zir aquela que, segundo eles, teria sido a técnica de construção usada pelos antigos construtores. Apesar de não se poder negar a maestria dos artífices incas, para alguém acreditar nessa história precisa, antes, questionar como eles teriam transportado e colocado os blocos de 100 toneladas tão bem, tendo em conta o trabalho que tiveram com apenas uma pedra.

O fato de os incas terem descoberto essas ruínas megalíticas e cons­truído algo sobre elas, afirmando que eram obra deles, não é lá uma teoria muito alarmante. Com efeito, é bem provável que seja verdade. Os antigos governantes egípcios, com freqüência, reclamavam para si obeliscos, pi­râmides e outras estruturas já existentes, chegando por vezes a apagar o cartucho (hiróglifo do nome) do verdadeiro construtor, substituindo-o pelo seu. A Grande Pi­râmide parece ter sido vítima de tal ardil. O faraó Kufu, ou Quéops, como era conhecido na Grécia, mandou gravar seu cartucho na base da Grande Pirâmide. Esse é o único texto que se pode encontrar nela, mas, ao que tudo indica, a pirâmide não foi construída por Quéops. Talvez nem seja um túmulo, mas isso é uma outra história.

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Uma das maiores pedras em Sacsayhuaman

Se os incas chegaram e descobriram muralhas e alicerces de cidades já existentes, por que não se instalaram por lá, pura e simplesmente? Até hoje, bastam algumas pequenas reformas e um teto em algumas das estruturas para torná-las habitáveis. De fato, quase tudo indica que os incas simples­mente encontraram as estruturas e acrescentaram-lhes alguns detalhes. Há muitas lendas andinas que relatam queSacsayhuaman, Machu Picchu, Tiahuanaco e outras ruínas megalíticas teriam sido construídas por um povo gigante (os Annunaki de Nibiru). Alain Gheerbrant comenta em suas notas ao livro de Garcilaso:

“Foram usados três tipos de pedra para construir a fortaleza de Sacsayhuaman. Dois deles, inclusive os que foram usados para fazer os gi­gantescos blocos da muralha externa, foram encontrados praticamente no local. Só o terceiro tipo de pedra (andesito negro), para as edificações inter­nas, foi levado de pedreiras relativamente distantes; as pedreiras de andesito negro mais próximas ficavam em Huaccoto e Rumicolca, a 14 e a 40 quilô­metros de Cuzco, respectivamente”.

Com relação aos gigantescos blocos de rocha da muralha externa, nada prova que não tenham sido desbastados a partir de uma massa de pedras existente no local; isso solucionaria o mistério.

Gheerbrant acredita que os incas nunca chegaram a movimentar as pedras até Sacsayhuaman, mas, mesmo que as tenham cortado e preparado-as no local, um ajuste tão preciso exigiria aquilo que os engenheiros modernos chamam de esforço sobre-humano. Além disso, a gigantesca cidade de Tiahuanaco, na Bolívia, também foi erguida com blocos de pe­dra de 100 toneladas. As pedreiras ficavam longe dali, e o lugar é definiti­vamente pré-incaico. Proponentes da teoria de que os incas encontraram essas cidades nas montanhas e nelas se fixaram, diriam que os construto­res de Tiahuanaco, Sacsayhuaman e de outras estruturas megalíticas da região de Cuzco eram o mesmo povo.

Citando novamente Garcilaso de la Vega, que escreveu sobre essas es­truturas logo após a conquista espanhola:

“[…] como podemos explicar o fato de os índios peruanos serem capazes de cortar, escavar, erguer, portar, içar e aplicar blocos de pedra tão imensos, fazendo-o, como disse antes, sem o auxílio de uma só máquina ou instru­mento? Um enigma como esse não pode ser resolvido facilmente sem a aju­da da magia, especialmente se nos lembrarmos da grande familiaridade desses povos com os demônios”.

Os espanhóis desmantelaram Sacsayhuaman o máximo que puderam. Quando Cuzco foi conquistada, Sacsayhuaman tinha três torres redondas no alto da fortaleza, por trás de três muralhas megalíticas concêntricas. Elas foram desmontadas pedra por pedra, que foram usadas para cons­truir novas estruturas para os espanhóis.

Uma teoria interessante sobre as construções com pedras gigantescas e perfeitamente encaixadas é que foram produzidas por meio de uma técni­ca hoje perdida de amolecimento e moldagem da pedra. Hiram Bingham, descobridor de Machu Picchu, escreveu em seu livro Across South America sobre uma planta de que ouvira falar, cujos sumos amoleciam a pedra a ponto de ela poder ser encaixada em cantarias muito apertadas.

Em seu livro Exploration Fawcett, o coronel Fawcett comentou que ouvira falar de como as pedras eram encaixadas usando-se um líquido que as amoleciam até adquirirem a consistência do barro. Brian Fawcett, que editou o livro do pai, conta essa história em suas notas de rodapé: um ami­go que trabalhava em uma mineradora a 4.600 metros em Cerro de Pasco, região central do Peru, descobriu um jarro em um túmulo incaico ou pré-incaico. Ele abriu o recipiente pensando que fosse chicha, uma bebida al­coólica, rompendo o antigo lacre de cera ainda intacto. Depois, por acidente, o jarro foi derrubado sobre uma pedra. Fawcett prossegue, mencionando o amigo:

“Dez minutos depois, curvei-me sobre a pedra e casualmente examinei a poça de líquido derramado. Não era mais líquido; a pedra sobre a qual o jarro caíra estava macia como cimento fresco! E como se a pedra tivesse derreti­do, como cera aquecida”.

Ao que parece, Fawcett acreditava que a planta poderia ser encontra­da no rio Pirene, em Chuncho, Peru, e disse que tinha folhas vermelhas, escuras, e mais ou menos 30 centímetros de altura. Conta-se, ainda, a his­tória de um biólogo que observava um pássaro raro na Amazônia. Ele viu quando a ave fez um ninho em uma rocha esfregando-a com um graveto. A seiva do graveto dissolveu a rocha, criando uma cavidade na qual a ave pôde acomodar seu ninho.

Toda essa especulação pode ser posta de lado por conta de descobertas mais recentes apresentadas na Scientific American (fevereiro de 1986). Em um fascinante artigo, o pesquisador francês, Jean-Pierre Protzen, apresen­ta suas experiências na duplicação da construção de Sacsayhuaman e Ollantaytambo. Protzen passou muitos meses perto de Cuzco fazendo expe­riências com diferentes métodos de modelagem e de encaixe, valendo-se dos mesmos tipos de pedras empregados pelos incas (ou por seus antecessores megalíticos).

Ele descobriu que a extração e a formatação das pedras podem ser feitas com os martelos de pedra encontrados em abundância na região. O ajuste preciso das pedras foi uma questão relativamente simples, diz ele. Ele martelava as depressões côncavas nas quais as pedras se encaixavam por tentativas, até ficarem bem justas. Isso significava erguer e juntar as pedras continuamente, desbastando-as pouco a pouco. Esse processo con­some um bom tempo, mas é simples e funciona.

Contudo, mesmo para Protzen restam alguns mistérios. Ele não con­seguiu descobrir como os construtores megalíticos manuseavam as pe­dras maiores. O processo de ajuste exigiria repetidos movimentos de levantamento e deposição da pedra sendo encaixada, com uma seqüência de marteladas entre um movimento e outro. Ele não sabe como pedras de 100 toneladas eram manipuladas nesse estágio, e algumas, na verdade, são até mais pesadas.

Segundo Protzen, para transportar as pedras desde as pedreiras fo­ram construídas estradas e rampas especiais. Muitas das pedras foram arrastadas sobre estradas cobertas de pedregulhos, o que, segundo sua teoria, originou sua superfície polida. A maior pedra de Ollantaytambo pesa 150 toneladas. Ela pode ter sido puxada sobre uma rampa com uma força de 118 mil quilos. Tal proeza exigiria 2.400 homens, no mínimo. Reu­nir essa equipe parece possível, mas onde se apoiavam? Protzen diz que as rampas teriam, no máximo, 8 metros de largura. Mais espantoso ain­da, para Protzen, é que as pedras de Sacsayhuaman tinham um acabamento fino, mas não foram polidas e não mostram sinais de arraste. Ele não con­seguiu descobrir como foram transportadas desde a pedreira de Rumiqolqa, situada a 35 quilômetros dali.

O artigo de Protzen reflete uma pesquisa bem-feita, e mostra que a ciência moderna ainda não consegue explicar ou reproduzir as proezas de construção encontradas em Sacsayhuaman e Ollantaytambo. Erguer continuamente e desbastar um bloco de pedra de 100 toneladas para fa­zer com que se encaixe perfeitamente é uma tarefa de engenharia gran­diosa demais para ter sido uma prática. A teoria de Protzen teria funcionado bem nas construções posteriores, menores e perfeitamente retilíneas, mas falha nas construções megalíticas mais antigas. Talvez teorias como levitação ou amolecimento de pedras ainda não devam ser descartadas! Uma última observação intrigante feita por Protzen é que as marcas de corte encontradas em algumas pedras são muito similares àquelas encontradas no pyramidion de um obelisco egípcio inacabado, descoberto em Assuã. Seria coincidência? Ou uma civilização antiga estaria associada aos dois locais?

“A maioria dos “cientistas” é de lavadores de frascos e selecionadores de botões”.Robert Heinlein

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O gigantesco obelisco inacabado em Asuã, Egito, com cerca de 30 metros e pesando em torno de 1000 toneladas, cortado em um único bloco de rocha, o maior bloco de pedra lavrada do planeta..

O MAIOR COMPUTADOR DO MUNDO

O magnífico monumento inglês chamado Stonehenge ergue-se soli­tário sobre a planície de Salisbury, ladeado por um estacionamento e uma loja de presentes para turistas. É famoso por suas grandes pedras e curio­sa arquitetura: um círculo de pedras maciças e bem talhadas.

Em 1964, um astrônomo inglês, Gerald S. Hawkins, publicou seu tra­tado – hoje famoso – sobre Stonehenge como computador astronômico. Seu artigo, intitulado “Stonehenge: um computador neolítico”, foi publi­cado no número 202 da prestigiada revista inglesa Nature. Em 1965, foi editado o famoso livro de Hawkins, Stonehenge decoded.

Hawkins abalou o mundo arqueológico ao afirmar que o sítio megalítico não era apenas um templo circular erguido por alguns reis egocêntricos, mas um sofisticado computador para observação celeste. Ele inicia seu artigo da Nature com uma citação de Diodoro sobre a Grã-Bretanha pré-histórica encontrada no livro de Diodoro, History of the Ancient World, escrito por volta de 50 a.C.:

“Vista desta ilha, a Lua parece estar a uma pequena distância da Terra, mos­trando proeminências como as da Terra, que são visíveis a olho nu. Diz-se que o deus [Lua?] visita a ilha a cada dezenove anos, período no qual se com­pleta o retorno das estrelas ao mesmo lugar no céu. Há na ilha, ainda, tanto um magnífico local sagrado dedicado a Apolo [Sol] como um templo notável […] e os sacerdotes são chamados boraedae, e a sucessão ao cargo permane­ce sempre nas mesmas famílias”.

A teoria básica de Hawkins é que “Stonehenge era um observatório; os imparciais cálculos matemáticos de probabilidade e a esfera celeste estão do meu lado”. A proposição inicial era de que os alinhamentos entre pares de pedras e outros tópicos, calculados em computador a partir de plantas em escala reduzida, comparavam suas direções com os azimutes do nascer e do pôr do sol e da lua, nos solstícios e equinócios, calculados para o ano 1.500 a.C. Hawkins afirma ter encontrado 32 alinhamentos “significativos”.

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O Stonehenge é uma estrutura composta, formada por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e a pesar quase cinquenta toneladas, onde se identificam três distintos períodos construtivos:

A segunda proposição é que os 56 buracos de Aubrey eram usados como “computador” (ou seja, marcas de totalização) para a previsão de movimen­tos da lua e dos eclipses, para os quais ele alega ter estabelecido um “ciclo até hoje desconhecido de 56 anos com irregularidade de 15%; e que o nascer da lua cheia mais próximo do solstício de inverno sobre a Pedra do Calca­nhar sempre predizia com sucesso um eclipse. É interessante notar que não mais do que metade desses eclipses era visível de Stonehenge”. Diz Hawkins em Stonehenge decoded:

“O número 56 é de grande importância para Stonehenge por ser o número de buracos de Aubrey dispostos à volta do círculo externo. Vistos do centro, esses buracos situam-se em espaçamentos iguais de azimute ao redor do horizonte, e, portanto, não podem marcar o Sol, a Lua ou qualquer outro objeto celeste. Isso é confirmado pelas evidências dos arqueólogos; os bura­cos abrigaram fogueiras e cremações de corpos, mas nunca pedras. Bem, se os responsáveis por Stonehenge desejavam dividir o círculo, por que não fizeram simplesmente 64 buracos valendo-se da bissecção de segmentos do círculo – 32, 16, 8, 4 e 2 -? Acho que os buracos de Aubrey proporcionavam um sistema de contagem de anos, um buraco para cada ano, para ajudar a prever os movimentos da Lua. Talvez se fizessem cremações em um buraco de Aubrey específico no decorrer do ano, ou talvez aquele buraco fosse assi­nalado com uma pedra móvel.”

Stonehenge pode ser usado como uma máquina de cálculo digital […] A pe­dra no buraco 56 prevê o ano em que um eclipse do Sol ou da Lua irá ocorrer no período de 15 dias por volta do meio do inverno – o mês da Lua de inverno. Ela também irá prever eclipses para a Lua de verão.

Os críticos de Hawkins, as principais “mentes acadêmicas” de sua épo­ca, debruçaram-se imediatamente sobre suas descobertas e puseram-se a criticá-las. Em 1966, um artigo intitulado “Decodificador equivocado?”, de R. J. Atkinson, astrônomo inglês, foi publicado na Nature (volume 210, 1966), e criticava Hawkins por muitas de suas declarações relativas à na­tureza de Stonehenge como computador astronômico. Disse Atkinson acerca de Stonhenge decoded, de Hawkins:

“É tendencioso, arrogante, descuidado e pouco convincente, e pouco nos aju­da a compreender melhor Stonehenge”.

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Reprodução de como seria Stonehenge, um calendário astronômico, voltado para o nascer do sol (leste), construído em rocha bruta

Os cinco capítulos iniciais, sobre o pano de fundo legendário e arqueológi­co, foram compilados sem senso crítico, e contêm vários erros bizarros e interpretações estranhas do autor. O resto do livro é uma tentativa mal-sucedida de emprestar corpo à alegação do autor – que “Stonehenge era um observató­rio; os imparciais cálculos matemáticos de probabilidade e a esfera celeste estão do meu lado”. De suas duas alegações principais, a primeira diz res­peito a alinhamentos entre pares de pedras e outros tópicos, calculados com um computador a partir de plantas baixas em escala reduzida, pouco ade­quados a esse propósito.

A crítica mordaz de Atkinson em relação a Hawkins é reveladora, pois mostra como os “acadêmicos e eruditos” já estabelecidos podem ser resistentes a no­vas idéias. A relutância de Atkinson em acreditar que Stonehenge era um tipo de computador astronômico provavelmente se deve à crença popular de que o homem antigo simplesmente não vivia um estágio civilizacional que lhe permitisse dedicar-se a temas intelectuais superiores.

Mas esses críticos já não são mais ouvidos, e parece não haver dúvidas, mesmo por parte dos arqueólogos mais conservadores, de que Stonehenge é um tipo de templo astronômico. Diversas verdades astronômicas sim­ples podem ser discernidas em Stonehenge. Por exemplo: há 29,53 dias entre as luas cheias, e há 29,5 monólitos no círculo exterior de Sarsen.

Dezenove das imensas “pedras azuis” encontram-se na ferradura in­terior, com diversas explicações e usos possíveis. Há um período de quase dezenove anos entre os pontos extremos do nascer e do pôr da lua. Além disso, se uma lua cheia ocorre em um dia específico do ano, digamos no solstício de verão, faltarão dezenove anos até outra lua cheia ocorrer no mesmo dia do ano. Finalmente, há dezenove anos de eclipses (ou 223 luas cheias) entre eclipses similares, tais como o eclipse que ocorre quando o Sol, a Lua e a Terra retornam às mesmas posições relativas. As posições dos outros planetas variam em ciclos ainda mais longos.

Sugere-se ainda que os cinco grandes arcos de trílitos representam os cinco planetas visíveis a olho nu: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno.

O escritor inglês especializado em antigüidades, John Ivimy, faz uma espantosa sugestão no final de seu popular livro sobre Stonehenge, The Aphinx and the megaliths. Ele passa a maior parte do livro tentando pro­var a tese de que Stonehenge foi construído por um punhado de aventu­reiros egípcios que foram enviados às ilhas Britânicas para estabelecer uma série de sítios astronômicos em latitudes mais elevadas, a fim de poderem prever com precisão eclipses solares, algo que os observatórios egípcios não podiam fazer, pois estavam próximos demais do equador.

Ivimy apresenta evidências como a construção megalítica, os cortes em “L” nos gigantescos blocos de pedra, o óbvio propósito astronômico e, acima de tudo, o uso de um sistema numérico baseado no número seis, e não no dez, como usamos hoje. Ivimy mostra que os egípcios usavam um sistema numérico baseado no número seis, e que o mesmo sistema foi empregado em Stonehenge. Posteriormente, sugere que os mórmons usam um sistema numérico com base no número seis para construírem seus templos, especialmente o grande templo de Salt Lake City.

No fim, a tese de Ivimy é bastante controvertida: ele acredita que Brigham Young e os primeiros povoadores mórmons de Utah são a reencarnação do mesmo grupo de pioneiros egípcios enviados à Inglaterra para construir Stonehenge. Diz Ivimy:

“Sempre se fez referência ao grande domo de madeira, feito totalmente sem metal, que cobre o Tabernáculo Mórmon. Será que sua construção foi inspi­rada em uma pálida recordação do modo como as mesmas pessoas, em uma encarnação vivida alguns séculos antes, usaram um domo para cobrir aquele que depois se tornou o Templo de Apolo Hiperbóreo?”

É fascinante a idéia de que os egípcios teriam ido à Inglaterra para construir um observatório megalítico com o intuito de prever eclipses lu­nares com precisão. Há registros de que, em 2.000 a.C., aproximadamente, um imperador chinês mandou executar seus dois principais astrônomos por deixarem de prever um eclipse solar. Um dos proponentes da teoria dos astronautas da Antigüidade, Raymond Drake, pergunta: “Será que hoje algum soberano ligaria para isso?”

Egípcios, chineses, maias e muitas outras culturas antigas tinham obsessão por eclipses e por outros fenômenos planetários e solares. Acredita-se que associavam catástrofes, inclusive o afundamento da Atlânti­da, a movimentos planetários e eclipses. Talvez os antigos egípcios, maias e outros povos imaginassem poder prever o próximo cataclismo acompa­nhando os eclipses lunares e as posições dos planetas em relação à Terra.

Heródoto escreveu sobre cataclismos e astronomia no antigo Egito em seu Livro Dois, capítulo 142:

“[…] Até agora os egípcios e seus sacerdotes contaram a história. E mostra­ram que já existiram 341 gerações de homens desde o primeiro rei até este último, o sacerdote de Hephaestus […] Bem, em todo esse tempo, 11.340 anos, disseram que o Sol se afastou de seu caminho correto em quatro ocasiões; e nasceu onde hoje se põe, e se pôs onde hoje nasce (quatro inversões dos polos magnéticos); mas nada no Egito foi alterado com isso, nem no que concerne ao rio ou aos frutos da terra, nem no que concerne às doenças ou à morte”.

Se Heródoto merece crédito, então a Terra deslocou-se ao redor de seu eixo polar, o que hoje chamamos de deslocamento polar. Com isso, o sol parece nascer em uma direção diferente da normal. Os deslocamentos polares são acompanhados de uma ampla gama de mudanças na superfície da Terra e de seve­ros fenômenos climáticos. Portanto, se os egípcios estavam familiariza­dos com esse tipo de ocorrência, e não tinham sido muito afetados pelos cataclismos, é possível que tenham se esforçado para aprimorar seus co­nhecimentos astronômicos, incluindo-se aí a colonização da Inglaterra e a construção de Stonehenge.

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Pirâmides foram encontradas em todo o planeta.

Com efeito, as magistrais mentes megalíticas colonizaram pratica­mente todo o planeta, do Egito à Inglaterra, Américas, Ilha de Páscoa e Tonga. Há megálitos em lugares remotos como a Manchúria, as Filipinas, a Mongólia e as colinas Assam, no nordeste da Índia. Houve época em que essas mentes magistrais estiveram por toda parte. Mas que tecnologia esses mestres construtores utilizavam?

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Mais informações sobre civilizações antigas em:

Descobertas imensas Pirâmides de cristal submersas no Triângulo das Bermudas (Atlântida?)

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Triângulo das Bermudas:  Descobertas imensas PIRÂMIDES de CRISTAL submersas:

Triângulo das Bermudas: misterioso, irreal, às vezes um local mortal. Por décadas, pesquisadores intrépidos mergulharam no labirinto de mistérios escondidos nas profundezas deste lugar, o mais enigmático na Terra. 

Alguns especulam que as anomalias de tempo bizarras, desaparecimentos e fenômenos estranhos podem ser explicados por ocorrências naturais. Outros insistem que relíquias de uma cultura avançada e desconhecida (ATLÂNTIDA ?) deixou para trás fantástica tecnologia … 

O Triângulo das Bermudas e o continente perdido de Atlântida

por By Terrence Aym (Reporter)

Fonte: http://www.apparentlyapparel.com e http://beforeitsnews.com

Postado por Zach Royer | Editor Executivo

. . . Máquinas de geração de energia que literalmente deformam o espaço-tempo na região e abrem portais para outras realidades. Agora exploradores americanos e franceses fizeram uma descoberta monumental: uma imensa pirâmide de cristal, parcialmente translúcida, que se ergue desde o fundo do mar das Caraíbas – a sua origem, idade e propósito são completamente desconhecidos.

Estas estranhas estruturas subaquáticas em forma de pirâmides a uma profundidade de dois mil pés (610 metros) foram identificadas com a ajuda de um sonar de acordo com o oceanógrafo Dr. Verlag Meyer. Estudos de outras estruturas como às encontradas em Yonaguni no moderno Japão permitiram aos cientistas determinar que as duas pirâmides gigantes, aparentemente feitas de algo como a espessura de um cristal, são realmente impressionantes.

Cada uma deles é maior do que a pirâmide de Quéops, no Egito.  Recentemente cientistas norte americanos e franceses, bem como de outros países que estão conduzindo pesquisas em áreas do leito do mar do Triângulo das Bermudas, afirmam ter encontrado uma pirâmide de pé no fundo do mar que nunca havia sido descoberta.

O comprimento da base dessa pirâmide atingiu os 300 metros, com cerca de 200 metros de altura, e à distância desde a base até a ponta da pirâmide é de cerca de 100 metros acima do fundo do mar. Resultados preliminares mostram que esta estrutura pode ser feita de vidro ou um material do tipo parecido com cristal, pois o mesmo é totalmente liso e parcialmente translúcido.

Quando se fala de tamanho, esta pirâmide recém descoberta é maior em escala do que as pirâmides do antigo Egito. No topo da pirâmide existem dois furos muito grandes, água do mar em movimento penetra a alta velocidade através do segundo orifício e, portanto, as ondas turbulentas rolam pela formação de um vórtice gigante que faz com que as águas em torno desta cause um aumento maciço nas ondas e névoa sobre a superfície do mar. Esta nova descoberta faz com que os cientistas se perguntem se esta pirâmide está tendo um efeito sobre a passagem de barcos e aviões e poderia ser a razão para todo o mistério que cerca a área.

Construídas sobre terra FIRME – Perdidas e soterradas pela água durante a última MUDANÇA dos Polos Magnéticos?  

Existem vários estudiosos ocidentais que afirmam que a pirâmide no fundo do mar pode ter sido inicialmente ter sido feita no continente, depois um terremoto devastador atingiu e mudou a paisagem completamente. Outros cientistas argumentam que algumas centenas de anos atrás as águas da área do Triângulo das Bermudas pode ter sido área das atividades fundamentais do povo de Atlântida, as Pirâmides hoje no fundo do mar poderiam ter sido um armazém de abastecimento para eles (n.t. Que grande falta de imaginação… e de conhecimento verdadeiro). T

alvez ela esteja relacionada com a raça de humanóides descobertas debaixo d’água no Estado de Washington em 2004 – os chamados seres “aquatic apes”? (Ver último artigo intitulado (“Animal Planet: Marinha ENCOBRE descoberta de seres inteligentes encontrados no Oceano“)

Um estudo mais detalhado ao longo do tempo vai dar resultados que são difíceis de se imaginarem. Os cientistas processaram todos os dados e concluíram que a superfície da pirâmide é perfeitamente lisa para que se pareça como vidro ou gelo.

O tamanho das pirâmides são quase três vezes o tamanho das pirâmides de Quéops. Esta notícia foi sensacional, e foi discutido em uma conferência na Flórida, e mesmo relatada nos jornais locais da Flórida . Os jornalistas então presentes, tomaram um monte de fotos e dados computadorizadas de alta resolução, que mostram duas pirâmides tridimensionais perfeitamentes lisas, sem estarem cobertas e com sua superfície livre de detritos ou algas ou rachaduras.

Há também a suspeita de que o Triângulo das Bermudas e a área onde estas pirâmides foram supostamente localizadas pode ser algum tipo de “local com motivos sagrados” que está sendo protegido pelos atlantes das fábulas – e que tudo o que cruza o local é considerado uma oferta … Outras hipóteses de que a pirâmide pode atrair e recolher os raios cósmicos, a partir do “campo de energia”, assim chamada ou “vácuo quântico”, e que este poderia ter sido usado como uma fonte de energia para Atlântida (ou para quem estivesse por perto no momento). 

Com o mistério que ainda envolve as pirâmides egípcias e o fato de que as estruturas piramidais parecem ser encontradas em quase todas as culturas antigas (e em todo o planeta) – nos parece que vai ser difícil dizer com certeza a origem dessas estruturas ou se elas (sua origem) realmente existe (ainda assim nós não fomos lá em baixo…).

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Verdadeiro ou Falso? 

“Isso não parece muito real para mim”, disse Calvin Jones da Divisão de Recursos Históricos do estado da Flórida.  “Eu estou sempre de mente aberta, porque nós estamos sempre aprendendo coisas novas. Mas a ideia de uma estrutura piramidal, muito menos uma feita de vidro, sob mais de 600 metros de água – as chances são de uma em um milhão”.

Jones disse que se isso for uma genuína descoberta arqueológica, a pirâmide teria que ter sido construída entre 10.000 a.C. e 6.000 a.C., quando a plataforma continental não estava coberta pela água, disse Chisholm. Arqueólogos da Florida concordam com ele no intervalo de tempo, mas discordam com muitas outras reivindicações de seu grupo. O antropólogo da Florida State University, professor Glen Doran disse que  no Oriente Próximo as pirâmides são datadas mais cedo, cerca de 4.000 a.C. e todas as pirâmides do Novo Mundo são datados a partir de 1 dC Portanto, essa mesma estrutura na costa da Flórida seria pelo menos 2.000 anos mais velha que todas as outras pirâmides conhecidas.

Outras Pirâmides submarinas são encontradas

Em 1977, uma descoberta misteriosa foi feita sobre o leito do Oceano Atlântico relativa a uma tecnologia desconhecida. A pirâmide de quase 200 metros foi misteriosamente iluminada, com água branca espumante em torno dela que se tornou verde profundo, um contraste chocante com as águas escuras e negras nessa profundidade. A descoberta foi fotografada pela expedição Cay Sal de Arl Marshall.

Outra grande pirâmide, sob 3.000 metros de água do Atlântico, foi relatado ter sido encontrada com um cristal vibrante em cima dela, pela expedição de Tony Benik. O grupo também encontrou um tablete de cristal opaco no mesmo local, e relataram que, quando uma luz foi transmitida através dele, inscrições misteriosas se tornaram visíveis.

 Imagem: Jean Luc Bozzoli  http://jeanlucbozzoli.com/

Mais pirâmides submarinas foram encontradas fora da América Central, no Yucatan (México), e Louisiana (EUA), onde cúpulas foram encontradas no Estreito da Flórida. Um edifício de mármore estilo grego foi encontrado entre a Flórida e Cuba. E que dizer sobre a coluna que irradiava energia que o Dr. Zink encontrou nas Bahamas, e o Dr Zink também trouxe outros artefatos de seus mergulhos ao longo do Oceano Atlântico, e ele foi entrevistado pelo agente da M.I.N.D. International, Steve Forsberg.

Outras pirâmides foram exploradas pelo Dr. Ray Brown no fundo do mar ao largo das Bahamas, em 1970. Brown foi acompanhado por 4 mergulhadores que também encontraram estradas, cúpulas, edifícios retangulares, instrumentos metálicos não identificados, e uma estátua segurando um cristal “misterioso”, contendo pirâmides em miniatura. Os dispositivos de metal e cristais foram levados para a Flórida para análise em uma universidade local. O que se descobriu foi que o cristal amplificava energia que passava através dele.Talvez esta seja a razão para a pirâmide do tipo de vidro!

Esfera de Cristal do Dr. Ray Brown

Em 1970, o Dr. Ray Brown, um médico naturopata de Mesa, Arizona, foi mergulhar com alguns amigos perto das Ilhas Bari, nas Bahamas, perto de uma popular área conhecida como a Língua do Oceano (Isto foi retratado no programa de TV “In Search Of – Atlantis”, originalmente feito em 1979. Ver vídeo acima.  Durante um de seus mergulhos, Brown se separou de seus amigos e ao mesmo tempo procurando por eles, ele se assustou quando se deparou com uma estranha forma de pirâmide em silhueta contra a luz da água marinha.

Ao investigar mais, Brown foi surpreendido por quão suave e semelhante à um espelho era a superfície de pedra de toda a estrutura, com as juntas entre os blocos individuais quase indiscerníveis. Nadando em torno do topo, ele pensou que poderia ser feito de lápis-lazúli, ele descobriu uma entrada e decidiu explorar o interior. Passando ao longo de um estreito corredor, Brown finalmente chegou a uma pequena sala retangular com um teto em forma de pirâmide. Ele estava totalmente surpreso que essa sala não continha algas ou corais crescendo nas paredes internas.

Elas estavam (as paredes) completamente impecáveis! Além disso, embora Brown não tenha trazido nenhuma tocha com ele, poderia, no entanto, ver tudo naquela sala com sua visão normal. A sala estava bem iluminada, mas nenhuma fonte de luz direta era visível. A atenção de Brown foi atraída para uma haste metálica de bronze de três polegadas de diâmetro pendurada do ápice do centro da sala e tendo no final anexado uma pedra/joia vermelha multifacetada, que apontava para o ponto central abaixo.

Diretamente abaixo do bastão com a gema, localizado no centro da sala, havia um pilar de pedra esculpida encimado por um prato de pedra trabalhado nas bordas. No prato havia um par de mãos esculpidas em metal cor de bronze, em tamanho natural, que pareciam enegrecidas e queimadas, como se tivessem sido submetidas a um calor tremendo. Aninhada nessas mãos, situadas quatro metros diretamente abaixo do ponto do teto com a haste com a gema vermelha, estava uma esfera de cristal de quatro polegadas de diâmetro.

A esfera de cristal

A esfera de cristal encontrada pelo Dr. Brown, com imagens de Pirâmides dentro.

Brown tentou soltar a vara do teto com a pedra preciosa vermelha, mas ela nem se mexeu. Voltando para a esfera de cristal, ele descobriu, para sua surpresa, que ela poderia ser facilmente separada das mãos de bronze que a seguravam e a pegou.

Em seguida, com a esfera de cristal na mão direita, ele tomou o caminho para fora da pirâmide. Quando ele partiu com a esfera, Brown sentiu uma presença invisível e ouviu uma voz dizendo-lhe para “nunca mais voltar ao local”!

Voltando aos Anos 5000

Dos chineses é dito que possuem alguns dos documentos mais velhos e mais antigos conhecidos pelo homem. Mestre Li Hongzhi no Zhuan Falun se diz ter uma explicação para a descoberta de uma civilização pré-histórica da seguinte forma:

“Na terra há os continentes da Ásia, Europa, América do Sul, América do Norte, Oceania, África e o continente da Antártica, que os cientistas em geologia, em geral chamam de ‘placas continentais’. Desde a formação das placas continentais até seakrang, já existem dezenas de milhões de anos de história. Pode se dizer também que muitas massas de terra emergiram do fundo do oceano ao seu topo, há também um monte de terra que afundou para o fundo do mar, uma vez que esta condição se tornou estável como a situação é agora, já decorreram muitas dezenas de milhões de anos. Mas em muitos locais no fundo do mar tem sido encontrado uma série de grandes e altas edifícações com requintadas esculturas, e que não são do patrimônio cultural da humanidade moderna, por isso certamente esses edifícios um dia foram construídos em terra antes de eles irem para o fundo do mar“.

Visto deste ângulo, o mistério das pirâmides no fundo do mar foi resolvido. Nós estamos simplesmente vendo os resultados de um evento cataclísmico em terra mudando o que resultou no nível do mar se elevando e muitas civilizações costeiras (e em ilhas) foram perdidas. Os cientistas sabem mais sobre a superfície da lua, do que eles nos fazem crer sobre as profundezas dos oceanos da Terra. Talvez devêssemos seguir o exemplo de James Cameron, e começar a fazer mais perguntas sobre o que realmente esta lá – talvez devêssemos até mesmo explorar por nós mesmos. 

Ver o vídeo de James Cameron, criador do filme AVATAR e série TERMINATOR aqui:  http://youtu.be/iGWuxFhZDGc

Até a próxima, e vamos continuar pesquisando, meus Amigos!

Zach Royer, Proprietário – Apparentlyapparel

Permissão concedida para postar este artigo com um link para  Aparentemente Apparel.com , por favor e obrigado!

A descoberta é sensacional, e foi discutida em uma conferência na Flórida, e mesmo relatada nos jornais locais da Flórida

Update:  Esta imagem foi localizado após este artigo ter sido publicado … graças a Abhie e TFD de Godlikeproductions.com Fórum .. uma grande discussão sobre este artigo pode ser encontrado em:

(http://www.godlikeproductions.com/forum1/ message1822222/pg1)

{n.t. Nos registros de um antiquíssimo Templo budista em Lhasa, no TIBET, há para ser visto uma antiga inscrição caldéia de cerca de 2.000 anos a.C. (ou mais antiga ainda…) onde se pode ler: 

Quando a estrela Baal caiu sobre o lugar onde agora é só mar e céu, as sete cidades com suas portas de ouro e seus templos transparentes tremeram e balançaram como as folhas de uma árvore na tempestade. E eis que um dilúvio de fogo e fumaça surgiu a partir dos palácios, a agonia e os gritos da multidão preencheram o ar. Eles procuraram refúgio em seus templos e cidadelas e o sábio Mu, o hierático sacerdote de Ra-Mu, se levantou e lhes disse:

“Será que eu não previ tudo isso”?

E as mulheres e os homens em suas roupas brilhantes e pedras preciosas se lamentavam:

“Mu, salve-nos.”

E Mu respondeu:

“Vocês morrerão junto com os seus escravos e suas riquezas materiais e de suas cinzas surgirão novas nações. E se eles também se esquecerem que são superiores, não por causa do que eles usam ou possuem, mas do ( bem e a Luz) que eles colocarem para fora de si mesmos, a mesma sorte  vai cair sobre eles!”

As chamas e o fumo sufocaram as palavras de Mu. A terra das sete cidades e seus habitantes foram despedaçados e engolidos para as profundezas do oceano revolto em poucos dias”.} Publicado em Setembro 2012.   

Tradução, edição e imagensThoth3126@protonmail.ch

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Atlântida e os deuses da antiguidade, parte 1


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atlantida-vimanaOs deuses da Antiguidade e a Atlântida

A descrição da civilização de Atlântida fornecida por Platão, no livro “Timeo e Crítias”, pode ser assim resumida: 

No princípio dos tempos, os “deuses” dividiram a Terra entre si de acordo com suas respectivas dignidades [poderes e inclinações].

Cada um se tornou “divindade” principal em seu território onde foram erguidos templos, símbolo da grandeza daqueles “deuses”; templos dirigidos por cleros de sacerdotes onde eram realizados rituais, entre os quais, os sacrifícios …

Atlantis and the Gods of Antiquity por Manly P. Hall – “In The Secret Teachings of All Ages”, 1928

Fonte: http://www.sacred-texts.com/eso/sta/sta 07.htm

ATLÂNTIDA é o tema de um artigo curto, mas importante que apareceu no Annual Report of the Board of Regents of The Smithsonian Institution [Relatório Anual do Conselho dos Regentes do Instituto Smithsonian] para o exercício findo agora no distante 30 de junho de 1915. 

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O autor, M. Pierre Termier, membro da Academia de Ciências e diretor do Serviço de Mapas Geológicos da França, em 1912, fez uma palestra sobre a hipótese da existência do continente de Atlântida perante uma plateia no Institut Océanographique, que apresentamos a seguir as notas traduzidas desta palestra notável que foram publicados no relatório Smithsonian.

“Depois de um longo período de indiferença desdenhosa”, escreve M. Termier “, observamos como nos últimos anos, a ciência está retornando ao estudo da Atlântida. Quantos naturalistas, geólogos, zoólogos, botânicos ou estão perguntando uns aos outros hoje se Platão teria ou não transmitido para nós, com uma ligeira amplificação, uma página virada da história real da humanidade. Nenhuma afirmação é ainda permitida, mas parece cada vez mais evidente que uma vasta região, continental ou composta de grandes ilhas, entrou em colapso a oeste das Colunas de Hércules (o local de comunicação entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico), também chamado o Estreito de Gibraltar, e que o seu colapso (de Atlântida) ocorreu num passado não muito distante. (n.t. Teria acontecido em 10.986 a.C.)

Em qualquer caso, a questão da existência do continente de Atlântida esta colocado novamente diante dos homens da ciência; e desde que eu não acredito que essa questão nunca poderá ser resolvida sem a ajuda da oceanografia, eu pensei que seria natural para nós discuti-lo aqui, neste templo da ciência marítima e para chamar nossa atenção para um problema tão grande, muito desprezado, mas que agora está sendo revivido, a atenção dos oceanógrafos, bem como a atenção daqueles que, embora imersos no tumulto das grandes cidades, emprestam um ouvido ao murmúrio distante do fundo do mar. “

Mapa do último período de Atlântida de Platão: uma ilha no meio do Atlântico que desapareceu nas águas 13 mil anos atrás (10.986 a.C.). Todavia, segundo a Doutrina Secreta, essa ilha era apenas um território remanescente de um continente muito maior, formado por dez ilhas e que existiu em uma era geológica remota, muito mais antiga, anterior ao surgimento do homo sapiens sapiens atual.

Em sua palestra M. Termier apresenta dados geológicos, geográficos e Zoológicos na comprovação da teoria da existência de Atlântida. Figurativamente ele drena todo o leito do Oceano Atlântico, que considera as desigualdades de sua bacia e cita locais em uma linha do Arquipélago dos Açores até a Islândia, muito mais ao norte, onde a dragagem trouxe lava à superfície de uma profundidade de 3.000 metros. 

A natureza vulcânica das ilhas agora existentes no Oceano Atlântico, corrobora a afirmação de Platão de que o continente da Atlântida foi destruído por grandes cataclismos vulcânicos. M. Termier avança também nas conclusões de um jovem zoólogo francês, M. Louis Germain, que admitiu a existência de um continente Atlântico conectado com a Península Ibérica (Europa-Portugal e Espanha) e com a Mauritânia (África) e prolongada para o sul, de modo a incluir algumas regiões de clima desértico. M. Termier conclui sua palestra com uma imagem gráfica da submersão daquele continente.

A descrição da civilização de Atlântida fornecida por Platão, no livro “Timeo e Crítias”, pode ser assim resumida:  No princípio dos tempos, os “deuses” dividiram a Terra (n.t. existe uma breve referência à esta divisão do planeta na Bíblia, em Gênesis, 10:25: “E a Éber nasceram dois filhos: o nome de um foi Pelegue, porquanto em seus dias se repartiu a terra, e o nome do seu irmão foi Joctã”.) entre si de acordo com suas respectivas dignidades [poderes e inclinações].

O Livro Timeu e Crítias onde Platão descreve Atlântida

Cada um se tornou divindade principal em seu território onde foram erguidos templos, símbolo da grandeza daqueles “deuses”; templos dirigidos por cleros de sacerdotes onde eram realizados rituais, entre os quais, os sacrifícios. A Poseidon, coube o mar e a Ilha continental chamada  Atlântida. No centro da ilha existia uma montanha, morada de três seres humanos, primitivos filhos da Terra: Evenor, sua mulher Leucipa e sua única filha, Clito.

A donzela possuía grande beleza. Quando seus pais morreram, foi cortejada por Poseidon e desse namoro nasceram cinco pares de filhos [todos varões]. Poseidon, então, dividiu a ilha-continente em 10 distritos, um para cada filho e designou o mais velho, Atlas, imperador dos nove reinos, líder entre os irmãos.

A ilha-continente foi, então, por desejo de Poseidon, chamada Atlântida e o oceano, Atlântico, em honra ao primogênito Atlas. O Império Atlante era geopoliticamente configurado em círculos concêntricos, alternando faixas de terra e faixas de água, marcando as diferentes zonas/reinos. Na região central, duas faixas de terra eram irrigadas por três anéis, de água: dois eram fontes de água morna; um de água fria.

Platão falou, ainda, das pedras brancas, negras e vermelhas usadas na construção dos edifícios públicos e docas da capital de Atlântida, Poseidonis. Cada faixa de terra era delimitada por uma muralha tripla: a exterior, feita de bronze; a do meio, de estanho e a muralha interior, voltada para a cidadela, era recoberta chamado de oricalco [um mineral atlante misterioso hoje desconhecido]. Além de todos os palácios, templos e edificações preciosas, no centro do centro, havia um santuário dedicado a Cleito [Clito] e Poseidon. Ali tinha sido o local de nascimento dos 10 príncipes de Atlântida onde, todos os anos, seus descendentes entregavam oferendas.

Uma construção grandiosa da cidadela, o Templo de Poseidon era externamente revestido de prata e suas torres, de ouro. No interior, mármore, mais ouro e prata e oricalco, do piso às pilastras. O templo abrigava uma estátua colossal de Poseidon conduzindo os seis cavalos alados de sua carruagem, acompanhado de centenas de Nereidas cavalgando golfinhos. Nos jardins, estátuas de ouro representando os primeiros dez reis de Atlântida e suas rainhas.

Concepção artística de Atlântida e sua localização entre o norte da atual América do Sul e do Brasil, oeste da África e à leste dos EUA, uma imensa ilha/continente que teria afundado em violentos cataclismos em torno de 10.986 a.C. evento que dá base para o Dilúvio bíblico de Noé.

Nos bosques e jardins, havia fontes de águas quentes e frias, e outros tantos templos dedicados a várias divindades, ginásios esportivos para homens e animais, banhos públicos e pistas para corridas de cavalos. Fortificações erguiam-se em pontos estratégicos dos círculos e um grande porto recebia navios de outras nações do mundo. Em Atlântida havia cidades/distritos tão populosas que os sons de vozes humanas estavam sempre no ar.

A costa do continente era constituída principalmente de terreno escarpado, muito íngreme mas a cidadela central era plana, rodeada de colinas de grande beleza. Os campos de cultivo rendiam duas colheitas por ano: no inverno, eram alimentados por chuvas regulares e, no verão, irrigados pelo sistema de canais, que também era usado como via de transporte. Essas planícies eram divididas em secções; em tempos de guerra cada secção fornecia um contingente de guerreiros e carruagens.

Em Atlântida os reis eram soberanos que tinham total controle sobre seu próprio território mas suas relações mútuas eram regidas por um código, elaborado pelos primeiros dez reis de Atlântida e gravado em uma coluna de oricalco no templo de Poseidon. Em intervalos regulares de tempo de cinco a seis anos, os reis peregrinavam até o templo. Nessa ocasião, cada um dos reis renovava o seu juramento de fidelidade diante do código sagrado.

Uma Pirâmide de Cristal. Ruínas submersas de uma civilização esquecida recentemente descoberta. Localizam-se nas águas das Bahamas, no MAR DO CARIBE.

Sobre esta descoberta saiba mais aqui:

Vestiam túnicas azul-celeste e sentavam-se para deliberar e julgar. Ao amanhecer, registravam suas decisões por escrito sobre tábuas de ouro, envolviam as tábuas nos mantos e guardavam tudo em um memorial. A lei máxima dos reis atlantes proibia a guerra entre os reinos-irmãos e estabelecia um compromisso de assistência mútua entre os reinos em caso de ataques externos.

A decisão final sobre assuntos de guerra era uma atribuição exclusiva dos descendentes de Atlas, [o primogênito de Poseidon] mas nenhum rei tinha poder de vida e morte sobre os súditos sem o consentimento da maioria do Conselho dos Dez.

Na foto acima, vestígios de calçamento de estrada submerso, a famosa Estrada de Atlântida, em Bimini, no Triângulo das Bermudas.

Platão finaliza seu relato contando que o grande império Atlante, um dia, atacou as cidades-estados gregas, fato que aconteceu em uma Atlântida já decadente, cujos reis haviam se desviado, irremediavelmente, dos caminhos da sabedoria e da virtude. Tomados por insana ambição, aqueles últimos reis desejaram conquistar todo o mundo.

Então, Zeus, percebendo a maldade e degeneração dos atlantes, reuniu os deuses na “santa morada”… E assim termina, em Crítias, abruptamente, a história de Platão sobre a Atlântida. No Timæus, a descrição do fim da Atlântida, mais generosa, é atribuída a Sólon, que teria obtido as informações de um sacerdote egípcio. Nesse texto, o fim da Atlântida e de seus reis ambiciosos e expansionistas precipita-se sob os desígnios de forças naturais; é o cataclisma final:

“Mas então após estas coisas, ocorreram violentos terremotos e inundações e, em um único dia e uma única noite de tempestades, terremotos e erupções vulcânicas todos os guerreiros atlantes e todo o povo desapareceram da face da Terra assim como a grande ilha continente,  que submergiu, engolida pelo mar.

Essa é a razão pela qual o oceano, naquela região é impenetrável, intransitável, porque as águas, rasas, [aterradas] são densas e impregnadas de lama e lodo; e isso foi causado pelo afundamento da grandiosa Atlântida (em 10.986 a.C.).”

Na introdução de sua tradução do Timæus , Thomas Taylor cita uma História da Etiópia escrito por Marcellus, que contém a seguinte referência para Atlantis: “Eles relatam que em seu tempo havia sete ilhas no mar do Atlântico, sagrados para Prosérpina, e além destas sete, três outras de uma imensa magnitude, uma das quais era sagrada para Plutão, outra ilha era sagrada para Amom, e a última, que ficava no meio delas, com tamanho de mil estádios, que era dedicada a Netuno “. 

Crantor, comentando Platão, afirmou que os sacerdotes egípcios declararam que a história sobre Atlântida estava escrita sobre pilares que ainda estavam preservados por volta do ano de 300 a.C. (Veja Beginnings or Glimpses of Vanished Civilizations) Ignatius Donnelly, que deu ao tema sobre a Atlântida um profundo estudo, acreditava que os cavalos foram domesticados pela primeira vez pelos atlantes, razão pela qual eles sempre foram considerados particularmente sagrados para Poseidon. 

Acima: O deus do mar Poseidon ou Netuno [para os Romanos], como divindade, regente dos mares; historicamente, seria o fundador da Atlântida, cuja última capital se chamava POSEIDONIS.

A partir de uma análise cuidadosa da descrição de Platão sobre a Atlântida, é evidente que a história não deve ser considerada como inteiramente histórica, mas sim  tanto alegórica como histórica. Orígenes, Porfírio, Proclo, Jâmblico e Siriano perceberam que a história oculta um mistério filosófico profundo, mas discordavam quanto à interpretação real. A Atlantida de Platão simboliza a natureza tríplice e sétupla, tanto do universo assim como do corpo (sete chakras) humano. Os dez reis da Atlântida são os tetractys ou números, que são nascidos como cinco pares de opostos. (Consulte Theon de Esmirna para a doutrina pitagórica dos pares opostos). Os algarismos de 1 a 10 regem toda a criação universal, e os números, por sua vez, estão sob o controle da Mônada, ou o 1 (o UNO, de onde tudo se origina) o mais velho entre eles.

Com o cetro tridente de Poseidon esses reis dominaram sobre os habitantes das sete ilhas menores e também das três grandes ilhas que reunidas formavam a Atlântida. Filosoficamente, as dez ilhas simbolizam os poderes trinos da Divindade Superior e os sete regentes que se curvam diante de seu trono eterno. Se Atlântida for considerada como a esfera arquetípica, em seguida, a sua submersão significa a descida, a consciência organizada racional para o reino ilusório, impermanente de ignorância irracional, mortal. Tanto o afundamento da Atlântida assim como a da história bíblica da “queda do homem” significam a involução espiritual – um pré-requisito para o posterior período de evolução consciente.

Ou o iniciado Platão usou a alegoria de Atlântida para dois objetivos muito diferentes ou então os registros conservados pelos sacerdotes egípcios foram adulterados para perpetuar a Doutrina Secreta. Isso não significa implicar que Atlântida é pura e totalmente mitológico, mas vence o mais sério obstáculo para a aceitação da teoria da existência do continente de Atlântida, ou seja, as narrativas fantásticas de sua origem, tamanho, aparência e data da sua destruição – considera em torno de 9.600 a.C. No meio da ilha central de Atlantida havia uma montanha imponente que lançava uma sombra com cinco mil estádios em extensão e cujo ápice tocava a esfera do Éter

Concepção artística de como seria a capital do reino, Poseidonis.

Esta é a montanha que era o eixo do mundo, sagrada para muitas raças e simbólica da cabeça humana, que se ergue acima quatro elementos primordiais do corpo. Esta montanha sagrada, em cujo cume havia o templo dos deuses, que deu origem às histórias do Monte Olimpo, monte Meru, e de Asgard. 

A Cidade dos Portais Dourados – a capital da Atlântida – tem agora preservada sua memória entre inúmeras religiões como a Cidade dos Deuses ou a Cidade Santa. Aqui esta a origem do arquétipo da Nova Jerusalém, com suas ruas pavimentadas com ouro e as suas doze portas brilhantes com pedras preciosas.

“A história da Atlântida”, escreve Inácio Donnelly, “é a chave da mitologia grega (e de todos os povos antigos). Não pode haver nenhuma dúvida de que esses deuses da Grécia eram seres humanos. A tendência para anexar atributos divinos para os grandes e históricos governantes terrestres esta profundamente implantada na consciência  na natureza humana.  

Parte 1 de 3. A história continua….

{N.T.:  Nos registros de um antiquíssimo Templo budista em LHASA, no TIBET, há para ser visto uma antiga inscrição caldéia inscrita cerca de 2.000 anos a.C. (ou mais antiga ainda…) onde se pode ler:

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Quando a estrela Baal caiu sobre o lugar onde agora é só mar e céu, as sete cidades com suas portas de ouro e seus templos transparentes tremeram e balançaram como as folhas de uma árvore na tempestade. E eis que um dilúvio de fogo e fumaça surgiu a partir dos palácios, a agonia e os gritos da multidão preencheram o ar. Eles procuraram refúgio em seus templos e cidadelas e o sábio Mu, o hierático sacerdote de Ra-Mu, se levantou e lhes disse:

“Será que eu não previ tudo isso”?

E as mulheres e os homens em suas roupas brilhantes e pedras preciosas se lamentavam:

“Mu, salve-nos.”

E Mu respondeu:

“Vocês morrerão junto com os seus escravos e suas riquezas materiais e de suas cinzas surgirão novas nações. E se eles (a civilização ATUAL) também se esquecerem que são superiores, não por causa do que eles usam ou possuem, mas do (bem e a Luz) que eles colocarem para fora de si mesmos, a mesma sorte  vai cair sobre eles!”

As chamas e o fumo sufocaram as palavras de Mu. A terra das sete cidades e seus habitantes foram despedaçados e engolidos para as profundezas do oceano revolto em poucos dias”.}

Deus é a Verdade e a Luz é Sua sombra.  Platão

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

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Todos os sismógrafos de Yellowstone foram bloqueados!


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 Saiba Por Que !

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Enxames de terremotos estão acontecendo na área do super-vulcão em YELLOWSTONE

Os sismógrafos demonitoramento de terremotosem toda a área do supervulcão em Yellowstone foram deliberadamente colocados off-line, longe da vista do público. Este foi um ato deliberado confirmado e vai ficar assim  para que o público não seja capaz de ver o enorme aumento da atividade sísmica na caldeira do vulcão. 

Acesso às informações de todos os sismógrafos de Yellowstone foi bloqueado! Saiba Por Que !

Por USReporter – Fonte: https://www.superstation95.com

Ser capaz de ver o que está acontecendo em torno de Yellowstone é de grande interesse para muitas pessoas, porque se houver um surto de atividade de terremotos, pois que poderia ser – mas não necessariamente – um sinal de erupção eminente do supervulcão.

Desde que Yellowstone é o único “supervulcão” no continente norte-americano, e é muito geologicamente ativo, se uma erupção fosse realmente acontecer, os dois terços ocidentais dos Estados Unidos poderia potencialmente ser atingido com cinzas vulcânicas e uma grave ruptura da vida como a conhecemos.

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A Morning Glory Pool está localizada no Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming, nos Estados Unidos. Nessa região existem muitas belezas naturais e, entre elas, uma piscina natural que apresenta um núcleo azul maravilhoso. A cor no núcleo da piscina tem relação com a ação de algas fotossintéticas e bactérias termófilas que vivem e suportam temperaturas entre 64° e 107°. O tons de azul no meio da piscina natural constrastam com as cores das margens.

Então, por que a informação esta off-line para o público? Ninguém está fornecendo respostas. Ainda mais peculiar, os sismógrafos financiados pelo setor privado da Universidade de Utah. . .também estão off-line para escrutínio do público.   Mas agora temos uma RESPOSTA:

As imagens de sismogramas que apareceram na SuperStation95 sempre vêm da Universidade de Utah, da University of Utah Seismograph Stations – UUSS. Em algum momento na noite de 04 de abril de 2016, eles de repente cortaram o acesso a essas imagens. Ninguém mais é capaz de arquivá-las ou apresentá-las na forma eficiente que temos vindo a conhecer e usar.

Pelo que podemos dizer até agora sobre essas alterações, as imagens sismográficas já se tornaram apenas “imagem seismographic.” Cada seismograma agora mostra apenas e exatamente as últimas 24 horas da sua vida, como se eles não quisessem mais que qualquer pessoa pudesse olhar para sua história até dois dias depois.

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A erupção do Vesúvio em 24 de agosto de 79 foi uma das mais conhecidas e catastróficas erupções vulcânicas de todos os tempos. As cercanias romanas de Pompeia e Herculano foram afetadas, com Pompeia e Herculano sendo completamente destruídas. O Vesúvio espalhou uma nuvem mortal de rochas, cinzas e fogo a uma altura de mais de 30 quilômetros, cuspindo lava e cinzas de rocha (fluxo piroclástico) a uma proporção de cerca de 1,5 milhão de toneladas por segundo e liberando energia térmica centenas de milhares de vezes maior do que a explosão atômica de Hiroshima.

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Explosão do Vesúvio em 24 de agosto de 79, matou quase instantaneamente milhares de moradores de Pompeia e Herculano.

Os nomes de arquivo não tem mesmo nada neles mais, mas apenas o ID da estação. A única maneira para que todos possam compensar esse fato é baixar manualmente a imagem de cada estação uma vez por dia e, em seguida, colocá-las nos arquivos. Isso significa que eles nunca mais se apresentariam ao vivo novamente. Você iria terque usar seu site para obter imagens ao vivo. Eles não poderiam ter inventado uma maneira melhor para quebrar os sites de terceiros se fosse isso que eles tentaram. 

Depois de bisbilhotar com várias pessoas envolvidas no Centro Sismológico da Universidade de Utah, uma pessoa em suas instalações “tranquilamente” nos enviou um e-mail com uma única imagem gráfica, o que nos deu uma pausa.  

Na imagem recebida e mostrada abaixo, a linha de colorido verde representa a fronteira do Yellowstone National Park. A (pouco visível) linha em amarelo representa a boca do super-vulcão, conhecido como Caldera. Os pontos vermelhos na imagem abaixo mostram todos os terremotos que aconteceram recentemente em Yellowstone, o super-vulcão   É por isso que os sismógrafos públicos foram subitamente indisponibilizados para o público em geral:

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Nós não somos sismólogos, mas parece (para nós) como se algo estivesse acontecendo em Yellowstone. Estamos buscando profissionais para interpretar o que estamos vendo e vamos atualizar esta história, quando essa informação se tornar disponível.

Enquanto isso, como leigos sem treinamento, os pontos vermelhos na imagem acima nos dizem que alguma coisa “não esta bem”, o que parece estar ocorrendo emYellowstone .

OS FATOS BÁSICOS SOBRE YELLOWSTONE

Fundada em 1 de Março de 1872, o Yellowstone National Park é o primeiro parque nacional dos Estados Unidos da América. O parque foi criado pelo presidente Ulysses S. Grant.

O Yellowstone National Park foi estabelecido 20 anos antes do que Montana, Idaho e o Wyoming se tornarem estados. A área do Yellowstone National Park é de 63 milhas (101, 367 Km) de comprimento por 54 milhas (86,886 Km) de largura (8.807,3732 km quadrados). 

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Yellowstone National Park é maior do que os estados de Rhode Island e Delaware combinados.

O SUPERVULCÃO

Muito abaixo da terra em Yellowstone National Park, existe algo chamado de “Hot Spot” (ponto quente). É um local onde o núcleo derretido de magma no interior da terra esta mais perto da superfície do que em outros locais no planeta.

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Na medida em que a grande placa norte-americana continental se desloca ao longo dos anos, diferentes partes da superfície estão logo acima do gigantesco “ponto quente”. A imagem abaixo mostra a localização do “ponto quente” ao longo de milhões-de-anos:

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Localização dos Hotspots expressos em milhões de anos.

Os geólogos foram capazes de identificar esses locais por meio da análise do solo, onde encontraram materiais relacionados com atividades vulcânicas e rocha derretida enterradas sob várias camadas de sujeira.  

ERUPÇÕES

De tempos em tempos, o “hot-spot” estoura através da superfície com uma erupção vulcânica da caldeira gigantesca. Estas são ocorrências extremamente raras, que acontecem – em média – a cada 600.000 anos ou mais. A partir de hoje, os geólogos afirmam que já se passaram cerca de 640.000 anos desde a última grande erupção, então por alguns padrões, a próxima PODE ESTAR já um pouco atrasada.

Vulcões em erupção não trazem nada de novo, mas Yellowstone não é um vulcão comum típico; o local é um supervulcão. Há apenas trinta (30) supervulcões na Terra e Yellowstone é aquele único situado em terra. Todos os demais estão abaixo dos oceanos pelo mundo. A imagem abaixo explica a diferença absolutamente aterrorizante entre um vulcão “típico” e o de Yellowstone .  

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No canto superior esquerdo do mapa dos EUA, acima, a área de cor dourada sobre o estado do Oregon, Washington e Idaho mostra a famosa erupção do vulcão “Monte Santa Helena” de 1980 e quão longe foram expelidas as cinzas daquele vulcão (típico).

No canto inferior e à direita, mostra o poder terrível de erupções da caldeira do Yellowstone que datam de até 2,1 milhões de anos (ou mais) no passado. A cinza encobriria “apenas” dois terços dos EUA!

A cinza é apenas uma pequena parte da história. Quando o Yellowstone entrar em erupção, haverá uma enorme “zona da morte”. Dentro desta “zona da morte” nada. . . . Absolutamente NADA . . .. sobreviverá. A cinza nesta área é conhecida como um fluxo piroclástico. Vai ser tão quente que qualquer coisa que tocar será incinerado ao contato. Os seres humanos, animais, árvores, grama, carros, caminhões, edifícios, etc. Tudo será destruído imediatamente.

A próxima área, ainda maior, é chamada a zona coberta de “cinzas quentes”. A maioria das coisas nesta área vai ser incinerada pela cinza quente e vai queimar. Pessoas, animais, carros, edifícios, tudo. Haverá tanto fogo e tanto horror, que muito pouco vai sobreviver.

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Além da zona da MORTE e da Zona de CINZAS QUENTES existe a “zona de chuvas de cinzas”. Nesta área, a cinza vulcânica com chuva desce para baixo durante semanas! Mas o que é comumente chamado de “cinzas” não é realmente “cinzas” apenas; é composto de ROCHA pulverizada. Se um ser humano a inalar, a cinza de rochas se transforma em uma substância semelhante a lama dentro dos pulmões, sufocando a pessoa até a morte rapidamente. 

As cinzas também entopem filtros de ar dos veículos, paralisando todo o trânsito, porque os motores não podem obter o ar necessário para os sistemas de injeção de combustível. Quando motoristas presos sairem de seus veículos para ver o que está errado, eles respirarão as cinzas, e isso será o fim deles, também.  

Qualquer pessoa na zona de chuva de cinzas sem uma máscara de filtro NIOSH tipo N-95 ou N-100 estará morto em minutos, por falta de uma máscara contra gases de apenas US$ 8,00 !

A imagem abaixo mostra o quão profundo a cinza é esperado acumular em vários locais. Tenha em mente que uma polegada é igual a 25,4 milímetros (2,5 cm), clique para ampliar.

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“SUSTO” EM JUNHO DE 2015

O Yellowstone National Park foi apressadamente evacuado em junho de 2015 devido a preocupações de que o super vulcão poderia entrar em erupção mais cedo do que o esperado. Os investigadores no local afirmaram que nos últimos 640.000 anos a Caldera do Yellowstone tinha exibido um aumento súbito da atividade que indicaria que o vulcão poderia entrar em erupção em menos de duas semanas. Eles apontaram que uma erupção do vulcão poderia muito bem jogar todos os Estados Unidos em um inverno vulcânico com duração de até 200 longos anos, a cinza obstruindo a passagem da luz do sol, e o fluxo piroclástico danificando irremediavelmente o ecossistema circundante.

Também em 2015, várias estradas através de Yellowstone foram fechadas após o pavimento de asfalto começar a derreter e borbulhar devido ao aumento de temperaturas extremas abaixo da superfície da terra. Ninguém ainda foi capaz de identificar o que desencadeou esta súbita onda de ação vulcânica. Funcionários de monitoramento do vulcão estavam principalmente preocupados com manter os caçadores de emoções e curiosos fora do parque, bem como desocupar áreas circundantes com segurança para evitar possíveis acidentes.
 

This undated photo provided by the National Park Service shows damage to a Yellowstone National Park road caused by the park???s ever-changing thermal features in the park in Wyoming. The hot, damaged pavement has prompted park officials to close Firehole Lake Drive and access to some geysers and thermal features at the height of summer tourist season. (AP Photo/Yellowstone National Park)

O asfalto começar a derreter e borbulhar devido ao aumento de temperaturas extremas abaixo da superfície da terra em JUNHO de 2015.

 
Naquele momento, o vulcanologista Richard Dunn, deu o seguinte relatório no que diz respeito à atividade alarmante do vulcão. “Isso é algo que nunca poderia ter sido previsto com precisão antes de acontecer. Este fluxo imprevisto de atividade vulcânica é bastante preocupante, e voa em face de todos os nossos estudos anteriores sobre este vulcão em particular. A nossa principal preocupação neste momento é receber as pessoas com segurança”. 

NÃO ENTREM EM PÂNICO; apenas estejam cientes

É vital que você entender que não há aviso oficial sobre qualquer ERUPÇÃO OU MESMO QUALQUER PROBLEMA EM YELLOWSTONE e você não deve tratar este artigo como QUALQUER TIPO DE AVISO.    

Por favor, não saia por ai despreparado, a chamar as autoridades sobre este relatório, porque não há absolutamente nenhuma necessidade de se fazer isso; se eles sentirem que há qualquer coisa que o público precisa saber, eles vão nos alertar.  Estamos simplesmente relatando o status OFFLINE dos sismógrafos públicos e agora, confirmando que a mudança foi deliberada.

Uma das melhores simulações do potencial eruptivo do Yellowstone Supervulcão é a explosão dele mostrada no filme “2012”, que pode ser visto no vídeo abaixo:

Claro, há que muito que se pensar sobre a imagem do gráfico mostrado no início com todos os pontos vermelhos que mostra a enorme quantidade de terremotos que ocorrem em Yellowstone, mas apesar de ter sido discretamente enviado para nós, não sabemos como interpretar adequadamente esse gráfico; que poderia ser nada fora do comum.

O objetivo deste artigo e a intenção dos autores é apenas relatar notícias de uma falha incomum de informação pública importante. Parece sensato para nós explicar o que está em jogo se, Deus nos livre, algo vier a dar errado no Yellowstone. Não podemos enfatizar o suficiente, não temos uma palavra que seja de qualquer coisa errada no momento e você não deve entrar em pânico ou mudar a sua vida de alguma forma por causa deste relatório.

Apenas FIQUE CIENTE. Alguém decidiu que eles não querem que o público veja a atividade sísmica aumentando; pelo menos da maneira que todas estávamos acostumados.  Temos a sensação de que isso não é nada bom.


countdown-contagem-regressiva

“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas  na medida em que o TEMPO DA GRANDE COLHEITA se APROXIMA RAPIDAMENTE ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“ Saiba mais em: http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-explosivo/

Guerra ao Terrorismo dos EUA é uma FARSA …


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guerra-ao-terrorismo-farsaÉ extraordinário que tantos cidadãos norte americanos, cidadãos da única superpotência do mundo, realmente acreditem que estão a ser ameaçados por povos muçulmanos que não têm unidade, nem marinha, nem força aérea, nem armas nucleares, nem mísseis capazes de cruzar os oceanos e tampouco exército treinado e disciplinado.

Durante dez anos (a primeira década do século XXI), a população da “superpotência“ americana assistiu sentada, sendo apavorada pelas mentiras do seu governo. Enquanto os americanos vivem assustados com medo de “terroristas” não existentes, milhões de pessoas em seis países tiveram suas vidas destruídas. 

A Guerra ao Terrorismo dos EUA é uma FARSA (apenas mais uma…)

Global Research,  by Paul Craig Roberts – Fonte: http://www.globalresearch.ca

Tanto quanto existe de evidência, a vasta maioria dos americanos não está perturbada pelo assassínio desumano de outras pessoas em países que sequer são capazes de localizar nos mapas. Na década passada, Washington/EUA matou, mutilou, deslocou e tornou viúvas e órfãos milhões de muçulmanos em seis diferentes países, tudo em nome da “guerra ao terror”. 

Os ataques de Washington a outros países constituem agressão nua e crua e impactam primariamente populações civis e a infraestrutura dos países atacados – e, por isso, constituem crimes de guerra segundo a lei internacional. Nazistas foram executados por um tribunal internacional precisamente pelo que Washington está fazendo hoje. 

Além disso, as guerras e ataques militares “contra o terrorismo” custaram aos contribuintes americanos em prejuízos e custos pelo menos US$ 4 trilhões de dólares desde que se iniciou em 07 de outubro de 2001 com a invasão pelos EUA do Afeganistão com a desculpa (Mentira) de capturar Osama Bin Laden – um terço da dívida pública acumulada – o que resultou numa crise do déficit público dos EUA que ameaça a segurança social e interna, o valor do dólar e o seu papel como divisa de reserva internacional, enquanto enriquece para além de tudo o que já se viu na história o complexo militar-industrial e de segurança e os seus defensores.. 

Talvez o mais elevado custo da “guerra ao terror” de Washington tenha sido pago pela Constituição dos Estados Unidos e as suas liberdades civis. Qualquer cidadão dos EUA que Washington acuse de qualquer coisa hoje é privado de todos os seus direitos legais e constitucionais. Os regimes de Bush-Cheney-Obama arruinaram a maior conquista da humanidade – a responsabilidade do governo perante a lei/Constituição (e o seu próprio povo). 

Se olharmos à nossa volta para o terror da polícia do estado nos EUA e uma década de guerra que alegadamente nos protegeu, o terror é difícil de se descobrir à nossa volta. Exceto para o próprio “atentado” de 11 de Setembro de 2001, assumindo que aceitemos a improvável teoria conspirativa do governo, não houve ataques terroristas nos EUA.

Na verdade, como destacou o Russia Today em 23/Agosto/2011, um programa de investigação da Universidade da Califórnia descobriu que as “tramas de terror” interno publicadas nos meios de comunicação de massa foram preparadas por agentes do FBI. Ver em: http://rt.com/usa/news/fbi-terror-report-plot-365-899/ (Site RT-Rússia Today)

O número de agentes secretos do FBI agora ascende a cerca de 15 mil, dez vezes o número existente durante os protestos contra a guerra do Vietnam quando manifestantes eram acusados de simpatias comunistas. Como aparentemente não há conspirações reais de terror para esta enorme força de trabalho descobrir, o FBI justifica seu orçamento, alertas de terror e buscas invasivas aos cidadãos americanos criando “tramas de terror” e descobrindo alguns indivíduos dementes para capturar.

Exemplo: a trama da bomba no Metro de Washington DC, o plano do metro na cidade de Nova York, a trama para explodir a Sears Tower em Chicago foram todos estratagemas organizados e geridos pelos próprios agentes do FBI (mas a mando e em benefício de QUEM?).

O RT informa que apenas três destes planos podem ter sido independentes do FBI, mas como nenhuma das três funcionou elas obviamente não foram obra de uma organização profissional de terror como se pretende que seja a Al Qaeda. O carro bomba na Times Square não explodiu e aparentemente não poderia ter explodido.

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O mais recente laço armado pelo FBI é um homem de Boston, Rezwan Ferdaus, o qual foi acusado de planejar atacar o Pentágono e o Capitólio dos EUA com aviões aeromodelos carregados com explosivos sintéticos C-4. O Promotor dos EUA, Carmen Ortiz, assegurou aos americanos que eles nunca estiveram em perigo porque os agentes encobertos do FBI estavam controlando toda a trama. Ver em: usatoday.com/news/washington/

A trama usando Ferdaus organizada pelo FBI para explodir o Pentágono e o Capitólio com aviões aeromodelos provocou acusações de que ele proporcionou “apoio material a uma organização terrorista” e conspirou para destruir edifícios federais – a acusação mais grave, a qual implica 20 anos de aprisionamento por cada edifício alvejado.

Qual é a organização terrorista para a qual Rezwan Ferdaus trabalha? Certamente não é a al Qaeda, a qual alegadamente passou a perna em todos os 16 serviços de inteligência, todos os serviços de inteligência dos EUA, NATO, israelenses, o NORAD, o National Security Council, Air Traffic Control, Dick Cheney e a segurança de aeroportos estado-unidenses quatro vezes em uma hora na mesma manhã. Uma organização de terror tão altamente capaz não estaria envolvida numa trama tão sem sentido como explodir o Pentágono com um avião aeromodelo carregado (???) de bombas.

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Como um americano que esteve no serviço público durante anos e que sempre defendeu a Constituição, um dever patriótico, Eu devo esperar que a pergunta já tenha disparado nas cabeças dos leitores: por que esperam que acreditemos que um pequeno avião aeromodelo seja capaz de explodir o Pentágono quando um “avião 757” carregado com jet fuel foi incapaz de efetuar a mesma tarefa, fazendo meramente um buraco não suficientemente grande para um avião de carreira nas paredes do Pentágono no “ataque terrorista” de 11 de setembro.

Quando observo a credulidade dos meus concidadãos norte americanos para com as absurdas “tramas de terror” que o governo dos EUA fabrica, isso leva-me a perceber que o medo é a mais poderosa arma que tem qualquer governo para avançar uma agenda não declarada (n.t. Uma agenda oculta de um governo secreto/oculto paralelo ao (des)governo”oficial” dos EUA). Se Ferdaus for levado a julgamento, não há dúvida de que um júri o condenará por uma trama para explodir o Pentágono e o Capitólio com aviões aeromodelo. Mais provavelmente ele será torturado ou coagido a um acordo de cooperação (plea bargain). 

Aparentemente, os americanos, ou a maior parte deles, estão tão dominados pelo medo que não sofrem remorsos pelo fato de o “seu” governo assassinar e deslocar milhões de pessoas inocentes em países no exterior. Na mente americana, milhões de “cabeças de pano” (towel-heads, os muçulmanos) foram reduzidos a terroristas que merecem ser exterminados. Os EUA estão no caminho de um holocausto que tornam os terrores dos judeus face ao nacional-socialismo nazista um mero precursor.

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Pense acerca disto: Não será admirável que após uma década (2,5 vezes a extensão da II Guerra Mundial) de matança de muçulmanos, de destruição de famílias e das suas perspectivas vidas em seis países não haja eventos terroristas reais acontecendo nos EUA?

Pense por um minuto quão fácil seria o terrorismo nos EUA se houvesse quaisquer terroristas. Será que um terrorista da Al Qaeda, a organização que alegadamenteconseguiu o 11/Set – a mais humilhante derrota (aparente) sofrida por uma potência ocidental, ainda mais para “a única superpotência do mundo” – mesmo face a toda a filtragem ainda estaria a tentar sequestrar ou explodir um avião?

Certamente não quando há tantos alvos fáceis. Se a América estivesse realmente infectada por uma “ameaça terrorista”, um terrorista simplesmente entraria nas maciças filas de espera da “segurança” de aeroportos e largaria ali a sua bomba. Isso mataria muito mais pessoas do que poderia ser alcançado explodindo um avião e tornaria completamente claro que “segurança de aeroporto” não significa que o mesmo seja seguro. 

Seria uma brincadeira de criança para terroristas explodir subestações elétricas pois ninguém está ali, nada exceto um cadeado na cerca de arame. Seria fácil para terroristas explodirem centros comerciais. Seria fácil para terroristas despejarem caixas de pregos em ruas congestionadas e auto-estradas durante horas de pico de tráfego, interrompendo o tráfego de artérias importantes durante dias.

Antes, caro leitor, de me acusar de dar ideias terroristas, pense realmente que elas já não teriam ocorrido a terroristas capazes de executar o 11/Setembro?  Mas nada acontece. Então o FBI prende um rapaz por planejar explodir a América com aeromodelos de aviões. É realmente deprimente [verificar] quantos americanos acreditarão nisto. Considere também que neoconservadores (neocons) americanos, os quais orquestraram a “guerra ao terror”, não tem seja o que for de proteção e que a proteção do Serviço Secreto de Bush e Cheney e Obama é mínima. Se a América realmente enfrentasse uma ameaça terrorista, especialmente uma tão profissional como a que executou o 11/Set, todo neoconservador juntamente com Bush e Cheney podiam ser assassinados dentro de uma hora numa manhã ou numa noite.

O fato de neoconservadores tais como Paul Wolfowitz, Donald Rumsfeld, Condi Rice, Richard Perle, Douglas Feith, John Bolton, William Kristol, Libby, Addington, et. al., viverem desprotegidos e livres do medo é prova de que a América não enfrenta nenhuma ameaça terrorista (a não ser dos seus terroristas internos que estão no próprio governo). Pense agora acerca da trama do sapato-bomba, da trama do shampu engarrafado e da trama da bomba nas cuecas.

Peritos, outros que não as prostitutas contratadas pelo governo estado-unidense, dizem que tais tramas não têm sentido. O “sapato-bomba” e a “bomba nas cuecas” eram fogos de artifício coloridos incapazes de explodir uma lata de comida. A bomba líquida, alegadamente misturada na toilete de um avião, foi considerada pelos peritos como fantasia.

Qual a finalidade destas tramas falsas? E lembre-se que todas as informações confirmam que a “bomba nas cuecas” foi trazido para dentro do avião por um oficial, apesar do fato de o “bombista de cuecas” não ter passaporte. Nenhuma investigação foi efetuada pelo FBI, CIA, NSA ou quem quer que seja quanto à razão porque foi permitido um passageiro sem passaporte num voo internacional. A finalidade destas pretensas tramas é despertar e aumentar o nível de medo e criar oportunidade para o ex czar da Homeland Security, Michael Chertoff, ganhar uma fortuna a vender porno-scanners à Transportation Security Administration (TSA).

O resultado destas publicitadas “tramas terroristas” é que todo cidadão americano, mesmo com altas posições no governo e certificados de segurança, não podem embarcar num voo comercial sem tirar os sapatos, o casaco, o cinto, submeter-se a um exame do tipo porno-scanner ou ser sexualmente apalpado. Nada podia tornar as coisas mais simples do que uma “segurança de aeroporto” que não pode distinguir um terrorista muçulmano de um entusiástico patriota americano, de um senador, de um general da Marinha ou de um agente operacional da CIA.

Se um passageiro precisa por razões de saúde ou outras quantidades de líquidos e cremes para além dos limites impostos à pasta de dente, shampu, alimentos ou medicamentos, ele deve obter previamente autorização da TSA, a qual raramente funciona. Um dos mais admiráveis momentos da América é o caso, documentado no YouTube, de uma mulher moribunda numa cadeira de rodas, que exige alimentação especial, tendo o seu alimento jogado fora pela gestapo TSA apesar da aprovação escrita da Transportation Safety Administration, com a sua filha presa por protestar e a mulher moribunda abandonada sozinha no aeroporto. 

Isto é a América de hoje. Estes assaltos a cidadãos inocentes são justificados pela extrema-direita estúpida como “protegendo-nos contra o terrorismo”, uma “ameaça” que toda evidência mostra que não é existente. Nenhum americano hoje está seguro. Eu sou um antigo associado da equipe do subcomitê da House Defense Appropriations. Requeria altas autorizações (clearances) de segurança pois tenho acesso a informação concernente a todos os programas americanos de armas. Como economista chefe do House Budget Committee tenho informação a respeito dos orçamentos militares e de segurança dos EUA. Quando secretário assistente do Tesouro dos EUA, era-me fornecida toda manhã o relatório da CIA ao Presidente bem como infindável informação de segurança.

Quando deixei o Tesouro, o Presidente Reagan nomeou-me para um comitê super-secreto destinado a investigar a avaliação da CIA da capacidade soviética. Resumindo, eu era consultor do Pentágono. Tinha toda espécie de autorização de segurança. Apesar do meu registro das mais altas autorizações de segurança e da confiança do governo dos EUA em mim, incluindo confirmação pelo Senado numa nomeação presidencial, a polícia aérea não pode me distinguir/diferenciar de um terrorista.

A GUERRA AO TERROR É UMA FRAUDE GIGANTESCA.

Se eu brincasse com aeromodelismo de aviões ou comparecesse a manifestações anti-guerra, há pouca dúvida de que também seria preso. Após o meu serviço público no último quartel do século XX, experimentei durante a primeira década do século XXI todas as conquistas da América, apesar das suas falhas, serem apagadas. No seu lugar foi erigido um monstruoso desejo de hegemonia e de riqueza e poder altamente concentrada nas mãos de poucos. A maior parte dos meus amigos e concidadãos em geral são capazes de reconhecer a transformação da América num estado policial belicista que tem a pior distribuição de rendimento de qualquer país desenvolvido.

É extraordinário que tantos cidadãos norte americanos, cidadãos da única superpotência do mundo, realmente acreditem que estão a ser ameaçados por povos muçulmanos que não têm unidade, nem marinha, nem força aérea, nem armas nucleares, nem mísseis capazes de cruzar os oceanos e tampouco exército treinado e disciplinado.

Na verdade, grandes percentagens destas “populações ameaçadoras”, especialmente entre os jovens, estão enamoradas da liberdade sexual que existe na América. Mesmo os iranianos tolos da “Revolução Verde” orquestrada pela própria CIAesqueceram a derrubada por Washington na década de 1950 do seu governo eleito. Apesar de uma década de ações militares abusivas contra povos muçulmanos, muitos muçulmanos ainda olham para a América como para a sua salvação.

Seus “líderes” são simplesmente subornados com grandes somas de dinheiro pelos EUA. Com a “ameaça terrorista” e a Al Qaeda esvaziada com o alegado assassínio pelo presidente Obama do seu líder, Osama bin Laden, o qual fora deixado desprotegido e desarmado pela sua “organização terrorista poderosa e de âmbito mundial”, Washington produziu um novo bicho-papão – os Haqqanis.

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Segundo John Glaser e anônimo responsáveis da CIA, o presidente do US Joint Chiefs of Staff, Mike Mullen, “exagerou” o caso contra o grupo insurgente Haqqani quando afirmou, determinando uma invasão do Paquistão pelos EUA, que os Haqqanis eram um braço operacional do serviço secreto do governo do Paquistão, o ISI. O almirante Mullen está agora se afastando do seu “exagero”, um eufemismo para mais uma mentira. Seu ajudante, capitão John Kirby, disse que as acusações de Mullen foram destinadas a influenciar os paquistaneses a romper a Rede Haqqani”. Por outras palavras, os paquistaneses deveriam matar mais gente do seu próprio povo para salvar os americanos de perturbações.

Se voce não sabe o que é a Rede Haqqani, não fique surpreendido. Você e o resto do mundo nunca ouviu falar da Al Qaeda antes do 11/Set. O governo dos EUA cria não importa a que seja de novos bichos-papão e são necessários incidentes para prover a agenda neoconservadora de hegemonia mundial e de lucros mais altos para a indústria de armamentos, o já conhecido complexo industrial-militar.

Durante dez anos (a primeira década do século XXI), a população da “superpotência” americana assistiu sentada, sendo apavorada pelas mentiras do seu governo. Enquanto os americanos vivem assustados com medo de “terroristas” não existentes, milhões de pessoas em seis países tiveram suas vidas destruídas. Tanto quanto existe de evidência, a vasta maioria dos americanos não está perturbada pelo assassínio desumano de outras pessoas em países que sequer são capazes de localizar nos mapas. Realmente, a Amerika é uma luz (apagada) para o mundo, um (péssimo) exemplo para todos. Paul C. Roberts

Tradução,edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Antártida: continente pode abrigar depósito de diamantes.


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Antártida pode abrigar depósito de diamantes, dizem cientistas

Um grupo de cientistas descobriu que existem fortes evidências de as montanhas da Antártida terem muito mais do que gelo – elas podem abrigar depósitos de diamantes.

Mesmo se for confirmada a presença de diamante, a existência de um tratado internacional proíbe a mineração na região. 

Antártida: continente pode abrigar depósito de diamantes.

Matt McGrath – Repórter de meio ambiente da BBC News – Fontehttp://www.bbc.co.uk/

Em um trabalho publicado na revista Nature Communications, o grupo (liderado por pesquisadores australianos) revelou ter encontrado pela primeira vez na região rochas conhecidas como kimberlitos, que costumam abrigar diamantes.

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Mesmo se for confirmada a presença de diamantes, tratado internacional proíbe a mineração na região

Diamantes são formados a partir de carbono puro encontrado em locais profundos sob temperaturas e pressão extremas. Erupções vulcânicas trazem esses cristais valiosos para a superfície, normalmente preservados dentro dos kimberlitos.

A presença dessas rochas é considerada um indício da existência de depósito de diamantes em várias partes do mundo, incluindo África, Sibéria e Austrália. Os pesquisadores encontraram e collheram três amostras do material nas montanhas Príncipe Charles.

Grupo de cientistas descobriu que existem fortes evidências de as montanhas da Antártida terem muito mais do que gelo – elas podem abrigar depósitos de diamantes.

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Mineração

Mesmo se descobrirem uma grande quantidade de diamantes na região, isso não significa que haverá mineração no local. Um tratado internacional proíbe qualquer extração de fontes minerais, a não ser em casos de pesquisas científicas. O tratado, no entanto, será revisto em 2041 e pode alterar esse cenário.

“Não sabemos quais serão os termos do tratado após 2041 ou se haverá alguma tecnologia que possa tornar economicamente viável a extração de dimamentes na Antártida”, disse Kevin Hughes, do Comitê Científico para Pesquisas na Antártida

Túmulo de Buddha (Siddharta Gautama) encontrado na China ?


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sidarta-gautama-buddhaO crânio do Buddha

Arqueólogos chineses encontram suntuosas urnas com possíveis restos mortais de Siddharta Gautama, fundador do budismo. Nas ruínas do milenar Grande Templo Bao’en, em Nanquim, leste da China, uma equipe de incrédulos arqueólogos encontrou uma enorme caixa de pedra de quase dois metros de altura. Dentro, havia um baú de ferro, um pouco menor. 

Túmulo de Buddha (Siddharta Gautama) encontrado na China ?

Por Raul Montenegro –

Fonte: http://istoe.com.br/o-cranio-do-buda/

À primeira vista, o tesouro pareceu ser o conteúdo do invólucro, um magnífico altar budista de orações, decorado com pedras preciosas e adornado com motivos religiosos, florais e animais (tanto místicos quanto reais). Este relicário, porém, era oco. Em seu interior, havia um cofre de ouro dentro de outro de prata, ambos enfeitados com desenhos de divindades e ideogramas.

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Um osso do crânio do Buda foi encontrado dentro deste caixão de ouro, à esquerda, que foi armazenado em um caixão de prata dentro do modelo stupa, encontrado em uma cripta sob um templo budista. Crédito da foto: cortesia de Relíquias Culturais da China:

Escondido bem no fundo dessa boneca russa jazia o verdadeiro tesouro: um pedaço do crânio do Buddha (o osso parietal, da parte de cima da cabeça). A saga é narrada no volume mais recente do periódico científico “Chinese Cultural Relics”, que traduziu a pesquisa, originalmente publicada em chinês. “Quando vi as inscrições dizendo que haviam relíquias budistas na cripta, me dei conta de que havia feito a maior descoberta da minha vida”, disse à ISTOÉ o chefe da escavação, Haining Qi. “É muito provável que o fragmento realmente tenha pertencido ao Buddha.”

Sidarta Gautama, o Buddha, viveu entre os séculos 4 e 5 a.C., quando o budismo nasceu. Tradicionalmente, acredita-se que depois de sua morte o corpo foi cremado. E que, cerca de 100 anos depois, o imperador indiano Ashoka – um dos maiores responsáveis pelo advento da religião – separou os restos mortais em várias partes e as distribuiu mundo afora. Uma dessas cotas seria o osso parietal agora encontrado.

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Caixão de prata. Relíquias Culturais da China

A maior evidência são as inscrições de um dos baús que encapsulavam o pedaço de crânio. Assinado pelo abade Deming, intitulado “Mestre da Iluminação Perfeita” e “Guardião do Manto Púrpura”, o documento detalha a trajetória do objeto até cerca de mil anos atrás, período em que foram feitas as estruturas dentro das quais a relíquia estava guardada.

O texto também registra os nomes dos reis e nobres que patrocinaram os trabalhos.“Os escritos de Deming, sem dúvida, são fatos históricos”, afirma Qi. “Eles foram confirmados por escavações arqueológicas e pela literatura do período.”

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Este modelo de uma estupa, que é usado para meditação, foi descoberto debaixo do Grande Bao’en Templo em Nanjing, China. O stupa de 1.000 anos de idade, é feito de madeira de sândalo, prata e ouro. Foto crédito: cortesia de Relíquias Culturais da China:

Monge budista e professor de história das religiões na Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Mário Gonçalves considera difícil atestar, acima de qualquer suspeita, a veracidade do objeto. Mas pensa que o caráter histórico da descoberta é menor do que o simbólico. “Relíquias são ícones da doutrina do Buddha, uma coisa muito mais importante do que a autenticidade.”

As escavações, conduzidas de 2007 a 2012, foram publicadas em chinês somente no ano passado. Nesse meio tempo, o pedaço de crânio foi enterrado em um palácio construído especialmente para ele em Nanquim. Daqui para frente, os arqueólogos planejam publicar o relatório completo da escavação, que também encontrou preciosidades como frascos de cristal e restos mortais de vários outros santos budistas.

Aqui está a abertura do caixão dourado, e você pode ver os outros tesouros abaixo:

 

Argentina: lá como cá, a corrupção devora o populismo (de ladrões) da esquerda


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Cristina-Kirchner-dilma-roussef-duas-antas

Cristina-Kirchner-dilma-roussef-duas-antasA corrupção devora o (populismo) kirchnerista na Argentina. Seis meses após deixar o poder, LADRÕES kirchneristas SÃO EXPOSTOS com escândalos e disputas internas.

Mesmo acostumada com inúmeros escândalos políticos, a Argentina não estava preparada para uma imagem tão grosseira: José López, homem-chave do kirchnerismo como secretário de Obras Públicas, preso de madrugada enquanto tentava esconder nove milhões de dólares (cerca de $ 31 milhões de reais) distribuídos em sete sacolas em um convento de Buenos Aires.
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

A corrupção do POPULISMO de esquerda devora o kirchnerismo na Argentina, no mesmo estilo brasileiro. Prisão de ex-secretário consolida declínio do grupo que governou (assaltou) o país por 13 anos.

Carlos E. Cué – Buenos Aires 16 JUN 2016 – Fonte: http://brasil.elpais.com

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O kirchnerismo sofre um golpe avassalador. O movimento populista que controlou a Argentina durante quase 13 anos parecia imbatível, mas, apenas seis meses depois de perder o poder, já sofre com disputas internas e escândalos que o afundam politicamente. Para entender a importância do mais recente escândalo de corrupção na Argentina, deve-se considerar a figura do preso.

Os Kirchner tiveram em mãos todo o poder em um dos períodos de maior crescimento econômico dos últimos 100 anos, impulsionado pelo boom da exportação de soja para o mercado chinês. E as obras públicas eram a sua principal tacada. López, que chegou a controlar diretamente reservas de cerca de $ 35 bilhões de reais alocados para diversos projetos, era o braço direito de Julio De Vido, o ministro que controlava todas essas obras.

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Os dois são membros dos chamados pinguins, o grupo de “confiança máxima” que Néstor Kirchner levou consigo de Santa Cruz, província da qual foi governador, na gelada Patagônia, para Buenos Aires. Os pinguins controlavam tudo. Outro membro do grupo, Ricardo Jaime, ex-secretário de Transportes, está preso por corrupção na compra de trens imprestáveis da Espanha e de Portugal. Foi o primeiro kirchnerista a ser detido.

A Justiça argentina parece ter reativado todos os casos a partir da mudança de governo, e tudo indica que outros virão. Um outro personagem kirchnerista central do setor de obras públicas era Lázaro Báez, também de Santa Cruz, que era apenas um caixa de banco quando conheceu Néstor Kirchner e se tornou um empresário multimilionário com as obras públicas que lhes eram entregues pelos Kirchner no poder. Ele também está preso, e o kirchnerismo tenta separar a sua trajetória da dos Kirchner, seus mentores.

As imagens dos dólares reunidos em maços plastificados que tomavam conta dos canais de televisão argentinos na última quarta-feira vêm à tona somente poucas semanas depois de outras muito semelhantes. As câmeras de vigilância da empresa de Báez registraram o momento em que seu filho e outros funcionários contavam, com ajuda de máquinas, mais de três milhões de dólares, a moeda comumente usada na poupança na Argentina, tanto no mercado negro como abertamente, já que o peso, com uma inflação de 40%, não é confiável.

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JOSE-LOPEZ-LADRÃO
José López (NO CENTRO), ex-secretário do Governo POPULISTA de Cristina Kirchner, preso no início da semana ao tentar esconder 9 milhões de dólares em um convento. EFE
O único integrante do grupo que controlava as obras públicas a não ter sido pego ainda era o próprio De Vido, chefe de López e de Jaime, ambos presos. Há vários processos em curso, mas, como deputado, ele goza de foro privilegiado, e os principais kirchneristas ainda argumentam que De Vido não tinha conhecimento daquilo que seus subordinados faziam. “É um caso terrível, mas López tinha autonomia total, De Vido não tinha nada a ver com isso, todo o grupo kirchnerista está solidário com De Vido”, afirmou Héctor Recalde, líder dos deputados fieis à ex-presidente Cristina Kirchner. As deserções nesse grupo, no entanto, são frequentes, e tem se tornado cada vez mais difícil manter a sua unidade.

Este novo escândalo coloca em xeque as últimas amarras, enquanto o Governo de Mauricio Macri contempla quase sem acreditar o afundamento da oposição, um de seus principais trunfos políticos.

Todo o entorno kirchnerista, assim como os meios de comunicação que lhe são próximos, estão apreensivos. Os comunicados e declarações de condenação se multiplicam, embora todos ainda aguardem o pronunciamento da principal dirigente do movimento, a própria Cristina Kirchner. Os canais de televisão divulgaram nesta quarta-feira imagens antigas de López inaugurando ao lado dela a obra mais recente, a ampliação da General Paz, espécie de marginal que circunda Buenos Aires.

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José López, homem-chave do kirchnerismo como secretário de Obras Públicas, preso de madrugada enquanto tentava esconder nove milhões de dólares (cerca de $ 31 milhões de reais)

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José López, homem-chave do kirchnerismo como secretário de Obras Públicas, preso de madrugada enquanto tentava esconder nove milhões de dólares (cerca de $ 31 milhões de reais)
Em uma cerimônia exibida pela televisão, Cristina apresenta López aos espectadores, pedindo-lhe que explique a obra, e ele diz: “Isto representa um avanço para os 40 milhões de argentinos, muito obrigado, presidenta, estou muito emocionado”. “Hoje estamos cheios de ânimo”, responde Cristina. López pertencia ao núcleo duro dos Kirchner.

Um após o outro, vários kirchneristas falam em um “caso repugnante, pornográfico”, e procuram fazer com que sua mancha não chegue à cúpula dirigente. “Néstor e Cristina não são corruptos, sua autoridade política permanece intacta”, insistia a deputada Juliana Di Tullio. Mas é quase impensável que esse escândalo não gere graves consequências políticas para um kirchnerismo que já viveu tempos bem melhores.

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Com efeito, quatro deputados da província de Misiones, no norte, e uma senadora, anunciaram que deixaram de seguir a disciplina da Frente para a Vitória, o grupo formado pelos parlamentares fieis à ex-presidente. Poucos meses atrás, o mesmo movimento já havia sido feito por um outro grupo importante, de 15 deputados, liderados por Diego Bossio, que foi um dos homens-chave do kirchnerismo como diretor da ANSES, a seguridade social. “Nós condenamos esses fatos aberrantes e pornográficos. A Argentina precisa escolher um outro caminho”, afirmou Bossio ao ser questionado sobre o escândalo.

O peronismo se afasta aos poucos do kirchnerismo, bastante atingido por este mais recente golpe. Ele ainda mantém um grupo significativo de deputados e grande capacidade de mobilização, como ficou claro no último grande ato em favor de Cristina Kirchner, em abril, mas os escândalos e a perda do poder ameaçam o movimento que controlou a Argentina sem concorrentes até Mauricio Macri aparecer e ganhar as eleições.

JOSE-LOPEZ-LADRÃO

POPULISTAS-FIM-FESTA-AMERICA-SUL

Na Era do Ouro, as pessoas não estavam conscientes de seus governantes.
Na Era de Prata, elas os amavam e cantavam.
Na Era de Bronze, elas os temiam.
E por fim, na Era do Ferro (a atual), elas os desprezavam.
Quando os governantes perdem sua confiança, as pessoas (e Deus) perdem sua fé (e o RESPEITO) nos governantes. – Retirado do Tao Te Ching

ARCANJO MIGUEL


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 HÁ MAIS LUZ DO QUE NUNCA SE IRRADIANDO EM SEUS CORPOS E NA TERRA

Arcanjo Miguel,_n

Canalizado por Leslie-Anne Menzies

Essas são realmente estradas acidentadas de mudança que vocês estão percorrendo, MAS vocês estão se tornando sempre tão magistrais em navegá-las totalmente…


Prometeu-se que 2016 seria um ano de grande mudança e não fomos decepcionados – numericamente é um ano 9 – um ano de conclusão e, para muitos dentre vocês, essa é a VERDADE.

Tudo o que não serve mais ao seu propósito superior está sendo retirado da sua consciência e, embora quando isso acontece possa parecer brutal, ou pelo menos irritante, vocês estão chegando a esse lugar de Mestria Interior em que reconhecem que é o momento de abrir mão, liberar, render-se.

Com tudo a que vocês se renderam, inclusive à dor associada a isso, vocês estão agora preparados perfeitamente para acolher todos os novos começos, logo que se apresentem. Nós lhes dizemos, meus queridos, isso vai surgir como uma miscelânea, com uma infinidade de escolhas.

O seu discernimento e os sentidos recém despertos vão lhes permitir que surjam facilmente a pessoa perfeita, o lugar ou o objeto do seu desejo em sua vida, como se fosse “MAGIA”.

Então, vocês irão SABER que tudo o que lhes trouxe a este momento, estava perfeitamente alinhado para o resultado mais elevado.

Em seguida, vocês vão se render, cair de joelhos e agradecer – agradecer à Criação e a si mesmos por terem a fé e a confiança que lhes permitiram trilhar o seu caminho – totalmente de olhos vendados, mas com uma sabedoria interna que os orientou eternamente para este momento.

Reconhecer e dar graças são maneiras igualmente abençoadas para se viver a cada dia, meus queridos.

Até mesmo em seus momentos mais sombrios, se vocês conseguirem ver além dessa escuridão – atraindo a Luz da Criação, acreditando que isso passará, vocês permitem que uma vibração mais elevada/mais rápida das partículas de Luz/Amor entrem em seus corpos, através do seu chacra coronário divino, ao permitir que essa Luz se infiltre em cada célula dos seus magníficos veículos corpóreos, limpando, purificando toda a escuridão, enquanto ela parte.

Enviem as velhas energias para a Terra a fim de que sejam transformadas de volta à Luz e observem como essa transformação acontece em seu interior.

Meus queridos, lembramos-lhes que não concentrem a sua atenção naquilo que “parece” estar acontecendo “lá fora”. Concentrem toda a sua energia amorosa em aprimorar-se e em melhorar a sua vida e as circunstâncias.

Ajustem a sua energia para a vibração de Amor/Luz mais elevada possível e, à medida que cada um de vocês se tornar mais luminoso, mais amoroso, isso afetará, por osmose, a todos os outros Seres do Planeta.

Queridos, nós lhes dizemos isto: Há mais LUZ do que nunca se irradiando em seus corpos e na Terra. Nunca antes em sua história houve tanta Luz disponível assim.

Concentrem-se nessa Luz, meus queridos, porque vocês são a mudança que está acontecendo em seu Planeta.

Deixem que todas as histórias de AMOR, UNICIDADE e COOPERAÇÃO, que estão surgindo na humanidade, tornem-se “As Notícias do Dia”. A humanidade como o melhor tema. Deixem que haja mais foco nessas histórias, fazendo com que a escuridão desapareça no esquecimento.

Quando a Luz brilha plenamente na escuridão, a escuridão desaparece para nunca mais retornar.

Meus queridos, a Era de Ouro aguarda a TODOS vocês. Reconheçam a sua conexão, esqueçam as suas diferenças – elas foram necessárias somente para lhes mostrar um caminho de volta à Luz.

Queridos, permaneçam juntos – sintam o Amor que habita em seu interior, enviem-no para aqueles que os rodeiam, principalmente os que estão sofrendo, então, observem como VOCÊS realmente fazem a diferença na vida de uma pessoa. Multipliquem isso por 10, 100, até o infinito, então vocês realmente vão testemunhar a velocidade da mudança que vocês anseiam.

Isso depende realmente de cada um de VOCÊS.

Meus queridos, sejam quem vocês vieram ser.
Façam o que vieram fazer.

Basta que sejam vocês e sejam o Amor, realmente é simples assim.

Sempre os amando, meus queridos,

EU SOU ARCANJO MIGUEL

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Governo (NWO) Mundial está próximo?


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ELITE-NWO-MASSA-IGNORANTE-E-POBREGoverno Mundial, estilo NWO-Nova Ordem Mundial? 

O poder da Elite Global das TREVAS escondidos e atuando nas sombras dos governos dos maiores e mais importantes países do hemisfério norte e na implantação de seus projetos secretos, buscam definir uma data limite para impor um Governo Mundial Totalitário  (estilo New World Order-Nova Ordem Mundial) sobre a população do planeta, ou seja sobre nós, mais cedo ou mais tarde. …

Tudo esta bem hoje, esta é a nossa ilusão”.   Voltaire 

RÚSSIA, Moscou – Por Adrian Salbuchi para RT-Rússia Today – Adrian Salbuchié um analista político, escritor, palestrante e rádio / comentarista de TV na Argentina.

Fonte: http://rt.com/news/world-government-conspiracy-therory-657/print/

… A seguir vamos analisar os doze mega processos – verdadeiros “gatilhos” – para os quais podemos inferir que eles, a elite, poderão se utilizar para atingirem os seus objetivos.

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Todos os caminhos levam a um Governo Mundial. Isto já não deve ser visto com nenhuma surpresa. O importante jornal de negócios de Londres, o Financial Times até já abertamente publicou matéria sobre este ponto de vista em um artigo do seu comentarista chefe de assuntos estrangeiros, Gideon Rachman, publicado já em 08 de dezembro de 2009, cujo título dizia tudo: “E agora vamos para um Governo Mundial“.

Essas metas são ecos dos objetivos expressos pela Comissão Trilateral, o CFR-Conselho de Relações Exteriores e o Grupo Bilderberg – e até mesmo pelo Vaticano (todos instrumentos dos ILLUMINATIs).

A Macro-Gestão do planeta Terra visando um objetivo como a criação e implantação de um governo mundial não é uma questão fácil. Isso requer um planejamento estratégico e tático por uma vasta rede de reflexão aliada às principais universidades da elite global em que os seus exércitos de acadêmicos, empresários, lobistas, políticos, profissionais dos diferentes meios de mídia e os que fazem a interface com os oficiais do governo, e tudo abundantemente financiado pela superestrutura corporativa bancária global.

Eles fazem isso de forma quase holística, sabendo que eles operam em diferentes estágios que se deslocam a velocidades muito diferentes:

– O gatilho Financeiro se move na velocidade da luz, graças à tecnologia da informação eletrônica que pode fazer ou quebrar mercados, moedas e países inteiros em apenas algumas horas ou dias;

– O gatilho econômico, nesse o movimento é mais lento: desde a fabricação de automóveis, aeronaves, alimentos, roupas, a construção de plantas industriais e de casas e edifícios de apartamentos leva meses, às vezes anos;

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– O gatilho da política em conexão ao “sistema democrático” colocam todos os (isso é realidade, não é pessimismo) políticos -corruptos- no poder por vários anos sempre sob seu controle;

– O gatilho cultural exige gerações inteiras para ser implementado, que é onde chegou a guerra psicológica a “alturas”  sem precedentes.

A Gestão de Risco deste processo todo leva em conta as muitas armadilhas e surpresas que surgem no meio do caminho. Assim, cada plano leva em conta algumas alternativas, como um “Plano B” – até mesmo planos “C” e “D” – que podem ser implementados se for necessário.

DOZE POSSÍVEIS GATILHOS para implantar um Governo Mundial Totalitário, estilo NWO:

Hoje, a Elite Global esta buscando encerrar a globalização e inaugurar o Governo Mundial. Parafraseando o equilibrista do livro “Assim falou Zaratustra” do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, isso implica “…. Um cruzamento perigoso, uma jornada em terreno perigoso, um perigoso … olhar para trás, uma perigosa tremedeira e parada”…  

Estes 12 gatilhos estão interligados e entrelaçados em uma matriz altamente complexa, holística, muito flexível em suas táticas, mas rigidamente inflexível em seus objetivos estratégicos. Quando lido como um todo, a imagem que se desdobra mostra que tudo parece ser muito mais do que a soma de suas partes: 

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1) Um colapso financeiro. Desde 2008, o Sistema Financeiro Global continua em coma e preso à aparelhos de suporte à vida. Ben Bernanke, Timothy Geithner e a equipe do golpe econômico dos EUA – Robert Rubin, Larry Summers e Goldman Sachs, o Citigroup, JP Morgan,  mega-bancos que trabalham com o Banco da Inglaterra e o Banco Central Europeu – não têm e não tomam quaisquer medidas para ajudar o população e as economias em dificuldades. 

Eles só SUGAM trilhões de dólares para a elite bancária, impondo o mito pela mídia de que alguns bancos são “grandes demais para falirem” (conceito orwelliano Novilíngua de “tão poderoso para falir”). Por quê? Porque não existem governos supervisionando, fiscalizando e controlando os grandes bancos como o Goldman Sachs, o Citicorp, HSBC, Deutsche Bank, Banco da Inglaterra, União de Bancos Suiços, JP Morgan, BIS, mas o que acontece é exatamente o contrário … 

2) As Crises Econômicas. Hoje, “O extremo capitalismo selvagem e destrutivo” está colocando em colapso as economias nacionais e regionais, internacionais reformatando-as em locais de trabalho de escravos do tipo Gulags – como entidades que o açougueiro comunista da antiga URSS de Joseph Stalin teria inveja. Nossos problemas não estão com a economia real do mundo (a maioria esta intacta e saudável), mas com o mundo falso das finanças, dos grandes bancos e a sua especulação financeira como se fossem cassinos;

Goldman-Sachs

3) Convulsões sociais pelo planeta. Os colapsos na Grécia, Irlanda, Portugal, Islândia e – já em andamento – a ESPANHA e em seguida a ITÁLIA e depois em outros países (Tailândia, Venezuela, Ucrânia), desencadeiam violentas revoltas sociais, mesmo nos EUA e o Reino Unido. Um grande exemplo foi a Primavera Árabe nos países da África do Norte e península Arábica, derrubando velhas ditaduras e implantando o caos social, como no Egito;

4) A DISSEMINAÇÃO de pandemias. Prepare-se para mais  “surpresas do tipo gripes a,b,c,d, etc…”levando a vacinação obrigatória de todo mundo: uma oportunidade para liberar discretamente chips RFID e implantá-los em nossos corpos, testar a ação de “vírus inteligentes” com cepas específicas de DNA visando infectar raças específicas. Racialmente e etnicamente usando vírus seletivos como parte de campanhas (secretas) de despovoamento em massa do planeta?  

5) O aquecimento global. Na medida em que a economia global afunda em modo de crescimento zero, os motores econômicos mudam de expansão do crescimento para à contração do consumo. Os “créditos de carbono” vão abrir o caminho para o controle social completo? 

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6) Mega FALSOS ATAQUES terroristas (e culpar o EI-Estado Islâmico). A Elite tem esse curinga na manga para dar início à novas “crises”, como um atalho para a implantação do governo mundial. Essesnovos “ataques” podem minimizar o pseudo ataque terrorista de 11 de setembro às duas torres de N.York, que justificariam maiores guerras e invasões a países de terceiro mundo (poderia ser o PAQUISTÃO dessa vez), invasões e genocídios para “caçar terroristas”? O uso da detonação de uma arma nuclear tática em uma grande cidade dos EUA (CHICAGO) a ser atribuída à um ataque (falso) terrorista”?

7) Uma guerra generalizada no Oriente Médio. Enquanto falamos, forças navais, aviões bombardeiros, exércitos inteiros estão prontos para atacar e invadir a SÍRIA, o IRÃ … 

8) “Acidentes” ecológicos / ambientais“. O acidente nuclear de Chernobyl de 1986 provocou o começo do fim da antiga URSS, mostrando ao mundo e aos soviéticos de que o seu Estado não podia mais gerir as suas próprias instalações nucleares. Mais recentemente, em abril de 2010 vimos a plataforma de exploração de petróleo BP “Deepwater Horizon” se transformar na maior eco-catástrofe no Golfo do México; desde março de 2011, o Japão e o mundo têm estado a braços com um acidente nuclear muito maior no complexo nuclear Daiichi Fukushima. Estariam sendo todos eles provocados? 

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9 O Assassinato (puro e simples) de uma importante figura política ou religiosa a ser atribuído a um inimigo das Elites. O Mossad (serviço secreto de ISRAEL), a CIA, o MI-6 (serviço secreto da Inglaterra) são realmente muito bons em fazer e se utilizar este tipo de truque sujo {n.t. A primeira Guerra Mundial começou com um evento similar, após o assassinato do arquiduque  Francisco Fernando da Áustria, o herdeiro do trono do Império Austro-Húngaroem 28 de junho de 1914, pelo nacionalista iugoslavo Gavrilo Princip, em Sarajevo, na Bósnia, que foi o gatilho imediato para o início da guerra}

10) Ataques e invasões aos “Estados” considerados velhacos e trapaceiros, como o Iraque, a Líbia (já consumado)… Quem é o próximo? Será o IRÃ? A SÍRIA? A Venezuela? A Coreia do Norte? O Paquistão, afinal é um país islâmico com armas nucleares?

11) Um grande evento “Religioso” encenado. A necessidade crescente das massas ignorantes e estúpida de dar um sentido para suas vidas absolutamente controladas pela elite mundial os torna vítimas fáceis de uma encenação estilo Hollywood,  mostrando holograma em 3D, realidade virtual, orquestrando uma “segunda vinda de Jesus Cristo”, do MAHDI muçulmano, (ou de uma invasão de Ets, etc, etc…). Uma “figura messiânica” produzido por uma engenharia midiática-eletrônica agindo em sincronia com os objetivos globais da Elite das trevas? Quem ousaria ir contra o próprio Deus encarnado? (nesse ponto devemos considerar a figura de BARACK H. OBAMA muito seriamente)

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12) Outro grande evento encenado: O “Contato Alienígena”. Isso também pode estar sendo providenciado. Durante décadas, grandes setores da população mundial tem sido sutilmente programado para acreditar em alienígenas. Aqui também, a tecnologia de holograma poderia encenar um pouso de veículo espacial alienígena – no gramado da Casa Branca, é claro – destacando a “necessidade” para a humanidade de se ter “uma representação humana planetária unificada“ em face de contato com extraterrestres. Uma forte justificação adicional para implantar um governo mundial?

O que todas estas possibilidades de “crises” têm em comum? Desde o aquecimento global, as pandemias, “terrorismo internacional”, colapso financeiro, depressão econômica, milagres e até mesmo contatos alienígenas? Todos eles servem para mostrar que eles não podem ser resolvidos por apenas qualquer um dos atuais Estados-nação existentes, portanto, “justificando“ a necessidade de instalação de um Governo Mundial.

Desde o final do ano de 2012 nós devemos ficar especialmente mais atentos e ALERTAS, entendendo as coisas como elas realmente são e não aquilo que os “mestres comunicadores” (fantoches) da TV e da mídia mundial controlada querem nos fazer acreditar no que eles são. 

Adrian Salbuchi para RT-Rússia Today – Adrian Salbuchi é um analista político, escritor, palestrante e rádio / comentarista de TV na Tradução, edição e imagensThoth3126@protonmail.ch

Argentina. www.asalbuchi.com.ar – Postado em setembro 2015

’’O meu dever é  falar, pois eu não quero ser cúmplice.’’ (Émile Zola)

Você quer ser uma vítima ou criador de sua realidade?


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CRIANDO NOVAS REALIDADES-Por Isha

Com uma atitude de abertura e receptividade, destruímos as ilusões que nos fazem sofrer. Quando uso a palavra destruição parece ser algo negativo, mas a verdade é que a sabedoria vem da destruição. O barulho profundo, o zumbido estático, é uma coisa que nos mantém distraídos, cegos, ignorantes de nossa verdadeira natureza, da glória e da beleza de ser dentro de um vazio. Presente em nós mesmos é onde descobrimos a maravilha. Ser –sem mais nada, simplesmente ser‐ é assim como podemos encontrar satisfação. No vazio é que descobrimos coisas que tentamos evitar e, desse jeito, conseguimos outras. Já temos tentado fazer isso “controlando” o exterior e reclamando por causa do esforço todo. No entanto, aquilo que estamos procurando esteve sempre ali, no fundo à espera de nós, até pararmos de procurar fora de nós mesmos. Quando encontramos esse estado interior de alegria e de amor – a consciência começa a penetrar em cada momento, em cada uma das nossas ações. Viramos artistas, criadores, dando para o mundo a nossa própria expressão única, sem ficar tomando nem pensando em como nos beneficiar. Simplesmente dando e adicionando nosso próprio sabor à mistura. Nessa troca é que começamos a encontrar alegria e satisfação.

Destruindo as ilusões que obscurecem a nossa visão de nós mesmos e do mundo é que podemos transformar a nossa vítima num criador, descobrindo as limitações de conforto, destruindo o pensamento de carência, superando a passividade, transcendendo a discriminação, vendo além da separação aparente, superando os próprios julgamentos, parando de controlar e nos liberando da própria repressão. As circunstâncias que moldaram nossas vidas são tão únicas e individuais como a nossa personalidade: não existem duas pessoas iguais. No entanto, a nossa capacidade de crescer como pessoas, para evoluir sendo mais compassivos, amorosos e conscientes, não depende do que aconteceu com a gente, mas da nossa atitude. E ai, enfrentamos as dificuldades sendo pequeninos, resistindo, ou usando a situação para crescer? Só há duas atitudes que podemos tomar na vida: a de vítima ou de criador. A vítima não vê a beleza, não pode ver a abundância ou a perfeição das coisas, pois pensa que sabe como as coisas deveriam ser, uma ideia que inevitavelmente foi violada, uma ideia que está em desacordo com o que realmente é. Este sentimento de insatisfação gera raiva ‐ raiva da vida, diante de Deus ‐, e isso manifesta‐se na vítima como passividade, depressão, como inércia e uma aparente falta de interesse. E finalmente em ódio e violência.

O único jeito de quebrar com esse padrão de vítima é tomando o papel de criador. Um criador elogia a sua própria criação, uma vítima fica criticando. Um criador vive na apreciação, a vítima reclama sem assumir a responsabilidade. São totalmente opostos. O criador abraça tudo o que acontece, responde a tudo com um SIM, experimentando uma total abundância. A vítima reclama e é ressentido. Não vê a perfeição e beleza inerente à vida pois pensa que sabe como as coisas devem ser. Coberto de passividade fervente, torna‐se na ira suprema da existência, e numa negação. Cada vez que vejo a vida com um NÃO, ou tento mudar a realidade, estou a rejeitando. A consciência vive na unidade do coração. Quando você é criativo vive no amor e a necessidade desesperada de entender desaparece, o medo e o sofrimento desaparecem e a alegria plena de ser surge.

Autor: Isha- Isha é mestra espiritual reconhecida internacionalmente como embaixadora da paz. Criou um Sistema para a expansão da consciência que permite a auto­cura do corpo, da mente e das emoções.

Site oficial http://www.isha.com.

E­mail: brasil@isha.com

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Impondo limites energéticos nos relacionamentos-Por Nadya Prem

Os relacionamentos, em todos os níveis e variedades, são constituídos pela interação das energias emanadas de cada um que deles participa. Seja um casal ou uma egrégora, existe no campo sutil a associação das energias que se fundem com o mesmo propósito, formando uma entidade energética coletiva. Assim se desenrolam as interrelações nas dimensões sutis que se materializam na vida. Famílias que são formadas a partir de uma história de vínculo energético do passado e têm continuidade na vida atual. Ninguém se encontra e se relaciona com outros por acaso; a profissão que escolhemos, os amigos que fazemos, os ambientes que frequentamos, o planeta no qual encarnamos. E cada um de nós possui sua identidade e aura particulares, que devem ser preservadas em todas os relacionamentos, impondo limites energéticos para que não sejamos invadidos, sugados ou explorados energéticamente. Quando a gente se entrega numa relação, isto significa muito mais do que se imagina. O nosso campo áurico se abre e ficamos, de certo modo, indefesos energéticamente, diante das pessoas ‐ ou ambientes‐ com os quais convivemos. Estabelecer fronteiras entre eu e o outro preserva o espaço individual. Você pode sofrer uma invasão energética em inúmeras situações, desde as mais simples até as mais complexas. Por exemplo, alguém chega perto de você e começa a contar sobre sua vida e seu drama particular… Se você deixar, essa pessoa irá invadir aos poucos seu campo áurico e você irá começar a se sentir mal. No fim do encontro, estará exaurido energética e fisicamente. Você permitiu que ela ultrapassasse os seus limites. Quis ser agradável e benevolente: tornou‐se passivo demais, prejudicando‐se.

Em maior perspectiva, os trabalhadores desencarnados, que se comunicam conosco e auxiliam na transformação planetária por meio dos Portais de Luz espalhados pelo orbe, recomendam que estejamos atentos. Pedem para não nos envolvermos com as pesadas demandas energéticas, que têm sido expurgadas na psicosfera terrena. A humanidade tem evoluído e, à medida que se mobiliza energeticamente, as emanações fluídicas advindas da animalidade egoísta que ainda impera nos espíritos humanos, reverberam o sofrimento que, como uma camada espessa, tenta encobrir a Luz que do Alto jorra constante. Os benfeitores espirituais aconselham aos encarnados a não permitirem ser contaminados, protegendo‐se pela conexão com os Portais de Luz e compreendendo a responsabilidade que cabe a cada um, considerados células de Deus. Tanto quanto as doenças do corpo humano, que é nosso microcosmo, os desequilíbrios do Corpo de Deus, o macrocosmo, instalam‐se nas células que se desconectam da sua Natureza Divina.

O papel de cada célula, de cada indivíduo, é manter a mente pacificada e o coração amoroso em prol do Todo e assim, consequentemente, a favor de si mesmo e de suas relações. Aquelas que não se mantêm no propósito Divino, que é o amor compassivo, são naturalmente expostas às consequências energéticas de sua desconexão. Nunca como um castigo, mas como um burilamento para a lapidação espiritual. Os seres espirituais adoecidos energéticamente sofrem em seu campo individual e seus relacionamentos manifestam as mazelas de sua condição. Já, quem confia na força Divina e se apropria de sua essência na vivência do eu, traz para a vida em comum, a cada momento, na relação entre o eu e o outro, a harmonia energética interior, proporcionada por sua conexão com a Luz. Quando falamos sobre energia, destacamos o cuidado necessário com a sintonia vibratória que nos aproxima ou nos afasta dos desequilíbrios. Por isto, estabelecer limites energéticos nas relações nos preserva de uma contaminação por energias distorcidas e prejudiciais. É fundamental fortalecer a si mesmo para o enfrentamento e o compartilhamento com o próximo, abastecendo‐se energeticamente da energia Divina.

Quando somos inseguros não nos capacitamos a exercer nosso papel como centelhas de Deus. Não confiamos, não temos fé no próprio potencial de autotransformação. Portanto, não temos condições de manter relacionamentos saudáveis pela falta de posicionamento e de força energética. Prostrado, sem uma atitude proativa, o espírito se torna joguete das energias alheias, dominado por intrusos em seu espaço energético. Devemos evitar ser permissivos, além dos limites, nos relacionamentos, para não enfraquecer o próprio campo energético e o eu que, neste contexto, tem muita relevância; não numa conduta de egoísmo e sim como praticantes do autoamor, aprendendo a nos movimentar energéticamente na comunicação com o meio externo de forma assertiva e segura. Cada um de nós tem seu espaço energético, sua privacidade, seu jeito de ser e viver. Nos relacionamentos em que um dos pares se torna muito dominante, o lado mais passivo pode ser facilmente aniquilado. Sugado energeticamente, perde seu lugar na relação, fica sem voz, sem poder, deixa de existir… As vontades do dominador e sua sintonia energética passam a prevalecer. Respeitar a si mesmo é uma boa prática para impor limites energéticos. No trabalho, reconhecer sua capacidade e seus talentos. Na família, perceber seu papel e ter a sensação de pertencimento. Ocupar seu espaço e se posicionar. Quando se conscientiza de que pertence ao Todo, você se dá conta de seu valor individual e sua aura se torna maior, seu espaço energético cresce. Você toma o lugar que lhe é reservado. Seja amor!

Autora;-Nadya Prado | Home Stum http://somostodosum.ig.com.br/clube/c.asp?id=47022 3/3 Para saber mais sobre Transpessoal e Nadya Prem acessehttp://www.psicologiaespiritualista.blogspot.com.br 

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Diga aos Senhores do Karma que você é Soberano – Parte 1


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Porque não sou mais um trabalhador da luz

Por Day Cameron –
Fonte: “Ascension Help”
Tradução: Reptile

FATOR QUÂNTICO

In vinculum veritatis

Não, eu não mudei para o ladro negro, estou na verdade transcendendo “lados”. Esse artigo é provavelmente o mais importante que escrevi até hoje. E, para que a mensagem seja passada por completo, um pouco do panorama será dito antes. Leia tudo com bastante atenção, e no final você vai entender porque eu nunca mais vou me chamar de “ trabalhador da luz”.
O planeta Terra e boa parte do nosso universo local estão sob efeito de um “Feitiço”, um feitiço que fomenta dúvidas nas nossas mentes: se estamos ou não conectados com a fonte infinita da criação. O feitiço faz com que nos sintamos sozinhos, vulneráveis e isolados – oriundo dos reinos celestiais o feitiço penetra esse nosso mundo cruel e difícil. Esse feitiço é ficção pura, um grande engano, mas tem tomado conta desse e de outros mundos.
Dentro desse feitiço holográfico existe a noção de que dualidade e a polaridade são aspectos naturais da vida, e que devemos servir um lado ou outro da dualidade. Na verdade, perdemos a noção do holograma como um todo e passamos a acreditar que esse aspecto dual é a realidade final.
Os humanos tem sido condicionados a adorar a decepção holográfica e os agentes que a perpetuam. Esse holograma foi chamado de MAYA pelos Hindus, e os gnósticos se referem a ele como o “corrupto demiurgo”.
Pessoalmente eu considero esse último termo bastante apropriado, e a partir desse ponto também vou chamá-lo de “ corrupto demiurgo”.
 Trevas versus (falsa) Luz – A dualidade do Demiurgo

Com o objetivo de controlar o maior número de almas possível, o corrupto demiurgo dividiu seus agentes em dois times supostamente rivais: Trevas contra (falsa) Luz.

Nem todo mundo pode ser santo, por isso deve haver espaço para os pecadores dentro do demiurgo, desde que todos os envolvidos estejam sob o seu feitiço. O que mais importa para o demiurgo é que nós adoremos ele ou um de seus agentes, independentemente se eles estão no time da luz ou no time das trevas. 
Existem muitos nomes para os jogadores desse drama cósmico, multidimensional que certamente você conhece tais como: Lúcifer, Jeová, Belzebu, Arcanjo Miguel, Satanás (não é o mesmo que Lúcifer), Ashtar, dezenas de “mestres” supostamente ascensos , Anjos e várias outras entidades canalizadas.
Enquanto alguns desses seres jogam para o time das trevas e outros para o time da (falsa) luz, todos eles estão na realidade jogando para o corrupto demiurgo que os controla. 
Isso, em essência, é o grande segredo dos arcontes: eles não são apenas os “seres malevolentes e demoníacos” mas também aqueles que fingem ser anjos e mestres ascensos.
Qual é o objetivo de todo esse controle?
O corrupto demiurgo é um sistema entrópico de consciência induzida artificialmente que está morrendo lentamente, e por isso depende de colher a energia das almas encarnadas dentro de seu sistema, a fim de preservar a sua existência. Com o objetivo de colher a maior quantidade de energia possível da alma, criou o paradigma da dualidade Trevas-Luz para garantir que cada ser encarnado em um mundo que está sob seu feitiço serviria como uma espécie de “pilha de alma” para ajudar a manter o demiurgo energizado. As “boas” almas procurariam o (falso) time da luz, e as almas “ruins” procurariam o time das trevas, mas no fim as almas serviriam ao mesmo sistema.
Com o objetivo de manter a dualidade do jogo interessante para os seus participantes, o demiurgo criou densidades de existência para as trevas e para a luz , nas quais as almas poderiam ser “iniciadas” e ir ascendendo gradualmente. Isso proporciona ao ser que esta se movendo através das densidades um sentimento de realização, quando na verdade eles estão vagando no labirinto ilusório do demiurgo. O jogadores dos níveis mais altos da hierarquia sabem que eles estão inseridos num sistema de servidão, mas concordam com as condições, pois além de ganharem enorme poder, recebem também a energia de adoração dos seres que estão nos níveis mais baixos.
E sobre a “hierarquia espiritual”?
“Arcanjos”, “mestres Ascensos” e “ets benevolentes” são bons exemplos de seres que nas canalizações se dizem alinhados com a (falsa) luz da “hierarquia espiritual”. Estas mensagens canalizadas surgem diariamente pelo mundo em grande quantidade. O pequeno segredo sujo é que esses seres estão em dívida com o demiurgo corrupto, e estão travando uma batalha psicológica sobre as pessoas que não querem ser associados a qualquer estrutura religiosa formal. Em outras palavras, a “nova era” é uma operação multidimensional projetada para sugar a energia da alma dos “devotos”.
Um outro grande segredo deles é que a maioria dos chamados “ mestres ascensos” na sua “hierarquia” nunca tiveram uma encarnação humana. Eles são incrivelmente dissimulados e estão jogando com as almas. O objetivo real é sugar a energia proveniente da adoração dos devotos. No universo real, ninguém adoraria eles, mas no ilusório “sub-universo” do corrupto demiurgo, eles tem a habilidade de direcionar a energia de amor, devoção e fé das pessoas de bom coração a eles.
Quanto aos que se dizem “arcanjos” a situação é a mesma. Eles não estão alinhados com a fonte infinita da criação, mas sim com um ser que se passa por criador: o corrupto demiurgo. Portanto, eles não são seres que eu chamaria de anjos.
Para honrar a verdadeira natureza desses seres, eu os daria um novo e mais acurado nome: A mentirosa hierarquia espiritual de ( falsos) anjos.
O lado das trevas faz com que o lado da (falsa) luz pareça boa

Os dois times tem que jogar suas partes de maneira convicta, e o time das trevas realmente abraçou o seu papel de demônios malevolentes prontos para matar, torturar, estuprar. Enfim, todo tipo de depravação possível.

O lado negro é projetado para ser incrivelmente repugnante afim de garantir que a maioria das “almas boas” corram para o outro extremo da polaridade, ou seja, direto para a “amorosa” (falsa) luz das religiões patriarcais, ou a religião nova era que é repleta de canalizações e “mestres”. 
O corrupto demiurgo tem tido muita dificuldade para controlar totalmente o planeta Terra. Os Humanos já foram seres com grande consciência da sua conexão com a fonte infinita de toda a vida. Por esta consciência não poder ser “varrida pra fora de nós” pelas forças das trevas, um plano foi formado para cooptar a natureza espiritual dos seres humanos.
Primeiro, as religiões patriarcais foram criadas e impostas na maior quantidade de pessoas possível. Durante a maior parte da história essas religiões predominaram, até o século passado quando surgiu o movimento “teosófico” que serviu como estopim para a fundação do movimento nova era que emergiu nos anos 50, 60 e 70. O movimento foi ganhando destaque à medida que atraia as pessoas que se afastavam da hipocrisia das religiões patriarcais.
O corrupto demiurgo parece ter “a resposta mais fácil” para todo tipo de infortúnio que os humanos experimentam. Se a religião patriarcal tradicional não serve para uma pessoa, o movimento new age por sua vez cai como uma luva. Tudo, no fim das contas, é o demiurgo, o importante é que façamos a escolha de um “lado” que o mesmo controla. É por isso que precisamos transcender lados.
Os Canalizadores estão sendo enganados
Eu escrevi um artigo em 2011 sobre alguns dos problemas recorrentes com mensagens canalizadas, que você pode clicar aqui para mais informações. Se a religião é o “ópio do povo” então as mensagens canalizadas seriam o “ópio da minoria descontente”. Toda mensagem canalizada que vem da hierarquia espiritual mentirosa é essencialmente a mesma quando você tira fora a conversa macia que está sendo usada para “embelezá-la”.
Abaixo o que todas as mensagens canalizadas de hoje em dia tem de conteúdo, resumido em poucos linhas:
“Queridos, vocês são muito amados por todos nós na hierarquia espiritual (mentirosa). Ansiamos por um encontro físico com vocês, pois somos sua família há muito perdida. Permaneça forte e agarre a sua luz, porque nós vamos fazer a nossa presença conhecida em breve. Mantenha esperança (e sofrimento) e esperem por nós, iremos salvá-los de sua situação. Quando a gente chegar, vamos construir uma idade de ouro para vocês na Terra.”
Eu costumava pensar que estas desinformações provenientes do “Arcanjo Miguel”, “Saint Germain” etc eram o resultado da interferência do lado das trevas que assumiam os canais sem o consentimento dos primeiros. O que eu não entendia quando eu escrevi o artigo de 2011 é que as transmissões dos “seres verdadeiramente positivos” não estavam sendo distorcidas pelo lado nego, mas na verdade as mensagens vinham mesmo dos supostos seres da (falsa) luz.
Os “Trabalhadores da Luz” estão sendo amplamente usados

Em 1998 quando comecei a trabalhar limpeza energética, eu nunca tinha ouvido falar do termo “Trabalhador da Luz”, apesar do mesmo já existir. Eu ouvi pela primeira vez por volta de 2000, e parecia estranho para mim na época. Agora eu entendo o porquê: porque a “luz” é na verdade a falsa luz da dualidade demiúrgica!

Veja bem, existe sim um esforço massivo de seres que agora eu chamo de “Agentes divinos” que atuam para destruir completamente o sistema demiúrgico. Quando isso acontecer, todos os seres que ganharam poder através do demiurgo vão perdê-lo e terão de enfrentar a negatividade que promoveram. Nenhum deles quer que isso aconteça, portanto, elaboraram um plano brilhante para conter esses esforços.
O plano é simples: Aproxime-se de todos os agentes divinos encarnados, geralmente em um estado de sonho, mas às vezes durante um cenário de “abdução”, e diga que, a fim de cumprir sua missão, eles precisam “trabalhar para a luz (falsa)” e tomar decisões com base nas recomendações da hierarquia espiritual mentirosa.
Esse plano funcionou PERFEITAMENTE bem porque os agentes divinos quase sempre tem uma vida dura aqui na Terra. As sociedades aqui são deformadas, desajustadas espiritualmente, a vibração é pesada, nossas memórias de vidas passadas são apagadas, e geralmente preferíamos NÃO ter nascido aqui. 
Ainda me lembro do meu recrutamento pela falsa luz. Ocorreu quando eu tinha 6 anos de idade num sonho extremamente lúcido. Eles me convenceram que eu estaria cumprindo minha missão de agente divino se trabalhasse para eles. Eu acho que eles sempre desconfiaram que eu iria descobrir suas mentiras, apesar de ter levado muito tempo pra isso acontecer.
Acorda mais cansado do que quando foi dormir…
Muitos agentes divinos que foram recrutados como trabalhadores da luz relatam que acordam mais cansados do que quando foram para a cama, e os seus “sonhos” estavam cheios de batalhas. Durante essas “missões sonho” a hierarquia espiritual mentirosa suga o máximo energia que puder dos agentes alienados. Você pode acordar com as memórias de ter ido em missões para combater a escuridão, mas o resultado final é que o seu corpo, mente e alma estão esgotados, sua energia foi roubada pelos (falsos) seres de luz.
Há alguns meses atrás eu revoguei TODOS os acordos feitos com os seres que eu desconfiava, não importava quem os seres eram ou diziam ser. Parece uma coisa tão simples, mas de alguma forma eu tinha esquecido isso. Durante o processo, senti resistência dos seres que afirmam pertencer à luz, mas eu estava forte e disse a eles que eu me recusava a ser manipulado para dar energia ao demiurgo. 
Isso tem me dado o privilégio distinto de ser alvo tanto do time das trevas com do (falso) time da luz (hierarquia mentirosa espiritual da luz). Embora seja verdade que, de fato, O (falso) time de luz se envolva na guerra psíquica de maneira mais sutil que os seus irmãos das “trevas”. Desviar esses ataques tem valido a pena, porque eu sei que estou mais alinhado com a minha verdadeira missão para pôr fim ao demiurgo, sem ser em batalhas manipuladas de dualidade.
Também é muito bom saber que vou ter uma boa noite de sono, quando for para a cama, porque eu não vou ser sugado para essas ridículas “missões de batalha contra as trevas” que os (falsos) seres de luz promovem para os seus “trabalhadores da luz”. (Essa frase realmente me assusta agora que eu sei suas verdadeiras origens…)
E sobre a tal era de ouro?
Os seres da falsa luz que trabalham para o corrupto demiurgo querem manter o controle sobre a raça humana a todo custo. Nossa energia da alma e acordos que autorizam que vivam na nossa atual gaiola ajudam o demiurgo e os seres que o servem, e eles não vão liberar esta energia facilmente. 
Nos estamos, nesse momento, numa batalha por nossa liberdade. A mentirosa hierarquia espiritual da luz quer nos tirar dessa extremamente desconfortável gaiola atual e nos mover para um estado de existência um pouco mais expansivo, mas de modo que ainda permaneçam no controle.
Abaixo uma metáfora para descrever nossa situação atual:
Somos como um bando de galinhas reprimidas dentro de um pequeno, escuro e fedorento galinheiro. Aqueles que têm sido os fazendeiros estão se preparando para nos deixar fora da gaiola em uma maior área cercada onde seremos capazes de nos sentirmos um pouco mais livres, mas ainda dentro de seu controle. Desta forma os “fazendeiros” garantem que nos vamos continuar a fornecer seu alimento (nossa energia da alma) e , ao mesmo tempo, farão com que nos sintamos livres.
A mentirosa hierarquia espiritual da luz não quer o nosso desenvolvimento no sentido de nos tornarmos verdadeiramente livres e poderosos. Isso faria com que caminhássemos rapidamente para longe do sistema prisional de controle. É por isso que as mensagens canalizadas sutilmente tiram o poder das pessoas, enquanto pretendem oferecer soluções de autodesenvolvimento. Enquanto estivermos esperando que os “caras do bem” venha aqui nos salvar, nos nunca seremos capazes de discernir quem realmente é bem intencionado, nem vamos ser capazes de realmente resolver os nossos próprios problemas para nós mesmos.
Como solucionar a dualidade
Então, como é que uma pessoa pode sair desse paradigma dualidade? O primeiro passo é revogar todos os acordos que você fez com todos os seres que não têm boas intenções com você. Em seguida, revogar todos os acordos de ver a realidade em termos polarizados. Toda vez que você revogar os acordos, não se esqueça de recuperar sua energia que estava neles. Em seguida, afirmar o seu compromisso de transcender os paradigmas do corrupto demiurgo de controle sem ser por meio de batalhas inúteis de natureza polarizada.
Eu também recomendo uma breve prática diária de revogar todos os acordos para experimentar dificuldades, limitações, relacionamentos ruins, problemas de saúde, problemas financeiros, disfunções familiares, e qualquer outra coisa em sua vida que drena energia. O número e a quantidade de acordos que temos tomado inconscientemente dentro desta matrix são verdadeiramente surpreendentes. Quando você presta atenção aos acordos sutis e gritantes “moldam” as grades invisíveis de sua prisão, você realmente vai achar que não há falta de acordos a serem revogados. 
Depois de ter colocado esse processo em prática, você pode perceber menos “contato” dos seres da falsa luz, e você pode se sentir um pouco só até você se acostumar com as mudanças. Este é um momento muito bom para fortalecer sua conexão com seu Eu Superior, o núcleo da Terra e do núcleo galáctico. A mediada que você for se ajustando, você vai perceber uma melhora no sono e uma sensação de que você pode ver através das ilusões disfarças de positividade com mais facilidade.
Se você receber o contato de um ser, você pode dizer-se que só esta disposto a se comunicar com os seres que transcenderam a dualidade e estão fora do paradigma do demiurgo.Teste isso com qualquer ser que quiser entrar em contato. Questione-os sem medo: “Você faz parte do jogo corrupto do demiurgo?” Os seres da verdadeira luz divina que existem fora do demiurgo, no universo real terão todo o prazer de responder suas perguntas. Esteja ciente de que eles não falam da mesma forma que nós, eles se comunicam com o que eu chamo de “telepatia da alma.”
O tipo de comunicação é o maior indicador
As Forças da Verdadeira luz divina que existem fora do corrupto demiurgo não estão vinculadas à dinâmica do cérebro direito e esquerdo tão pouco à polaridade luz-trevas que definem o sub-universo demiúrgico. Isso significa que eles não soam como uma voz em sua cabeça! Em vez disso, eles usam a “telepatia da alma” para emanar sentimentos, expressões arquetípicas, e uma luz extremamente pura que fala diretamente à sua essência.
A diferença entre um ser da Verdadeira luz divina e um dos falsos seres da mentirosa hierarquia espiritual de luz é que a luz do primeiro é quente, envolvente, pura e repleta de amor incondicional, enquanto que a luz do segundo é densa, penetra de maneira desconfortável, dominante e muitas vezes contem uma energia excessivamente masculina.
A mentirosa hierarquia espiritual é um grupo dominado pelos homens, e até mesmo as mulheres dentro de sua estrutura de poder têm uma energia muito masculina. Por esse mesmo motivo o “deus” de TODAS as religiões patriarcais possui uma energia de “macho-dominador”. Não é possível encontrar energia feminina nesses meios.
Outra grande diferença entre os seres da falsa luz dentro do demiurgo e seres da Luz divina verdadeira que estão alinhados com Fonte Infinita é que a Luz Divina não é controladora, julgadora, manipuladora e mandona. A Fonte Infinita não irá impor uma agenda em cima de você, apesar de apoiá-lo em sua missão para ajudar a desfazer o jogo do corrupto demiurgo. Não serão dadas “ordens de guerra” pela Fonte Infinita ou seres de Luz divina verdadeira, que operam fora do demiurgo. Eles não vão te mandar para missões intermináveis de drenagem de energia no seu momento de sonho, tão pouco vão pedir-lhe para fazer algo que vai resultar na perda de sua energia da alma, ao contrário dos impostores da mentirosa hierarquia da (falsa) luz.
Os seres de Verdade Divina Luz são de apoio, de amor, carinho, e eles se preocupam com você como um indivíduo. Você não é apenas uma engrenagem de uma máquina para eles, pois eles entendem que você é um aspecto extremamente importante de uma criação intrinsecamente interligada. Eles têm grande respeito por aqueles de nós que se ofereceram para encarnar nesse “sistema de besta” do corrupto demiurgo, a fim de ajudar a desmantelá-lo por dentro. De fato, deve haver agentes divinos que trabalham tanto de dentro e de fora do demiurgo.
Discernimento é vital
Eu estarei escrevendo mais sobre este tema e suas muitas implicações. Nesse meio tempo, peço-lhes que cultivem o ceticismo e o discernimento. Apliquem sua intuição e lógica à informação que vocês recebem. Há de fato uma grande conspiração multidimensional em curso nesse planeta, ela literalmente tira nosso poder, empurrando-nos para um aspecto de polaridade ou outro. Qualquer pessoa que te peça para “escolher um lado” simplesmente não acordou para o fato de que ambos os lados são faces de uma mesma moeda.
Incentivo-os a discutir estas ideias com as pessoas próximas a vocês. Procurem também maneiras de investigar se vocês foram manipulados no passado pela falsa luz. Não é nada para se envergonhar – os seres da falsa luz são dissimulados, incrivelmente habilidosos e manipuladores. 
A maioria de vocês estão lendo isto porque escolheram ser um agentes encarnados com o objetivo de desmantelar o sistema de controle de demiúrgico. Você já fez a sua escolha, e agora precisa realizar a sua missão individual. Para fazer isso, é de vital importância cortar todos os laços com a falsa hierarquia espiritual de luz. Levará algum tempo para recuperar sua energia e força. Se necessário, pergunte ao seu Eu Interior Divino o que você precisa fazer especificamente.
Esteja forte na verdadeira luz do seu eu interior Divino e da fonte infinita.
Muito amor, 
Day Cameron
f3ec9-1-barrinhahaarp

Plêiades


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 Quem Conduz os Fios de Luz – V

Uma mensagem das Plêiades:Embaixadores através dos tempos.

Vocês guardam a história do universo dentro do seu corpo físico. O que está ocorrendo agora no planeta é a mutação lite­ral deste corpo, que vocês estão permitindo evoluir ao ponto de se tornar o computador que poderá armazenar esta infor­mação. Isto, na verdade, irá ocorrer devido à engenharia bioge­nética que nada tem a ver com vocês, mas podem facilitar o processo, intencionando cooperar com ele….

Livro Mensageiros do Amanhecer, Barbara Marciniak – Capítulo V –  Quem Conduz os Fios de Luz 

http://www.pleiadians.com/

… Como espécie, vocês estão sendo biogeneticamente alterados pelos seres que os criaram e que refazem o vosso DNA em entroncamentos (momentos específicos em sua linha temporal) periódicos da vossa história. Os deuses criadores originais e seus projetistas designaram esta época para voltar ao planeta fazendo-o retomar ao plano original.

 Milhões de seres foram chamados a participar deste projeto. Milhões de seres disseram: “Sim, nós somos renegados. Vamos retomar este projeto e ver se conse­guimos endireitá-lo. Vamos reconstruir as ruínas e reuni-las novamente.” E assim os planos foram esboçados, os desenhos feitos, bem como os estudos genéticos para descobrir quem conduz os genes recessivos e os fios de luz no seu interior. 

Vocês sele­cionaram com muita clareza a linhagem que, geneticamente, teria maior facilidade de acesso às combinações dos filamentos de códigos luminosos com grande potencial evolutivo. Antes de encarnarem, todos se comprometeram a desig­nar eventos que ativariam seus códigos, ou projetos – que ati­variam as vossas memórias. Então, encarnaram e esqueceram. Todos vocês, até certo ponto, tiveram seus projetos e códigos ativados, ao compreenderem que existe um Plano Divino do qual fazem parte.

A ativação dos vossos códigos e a percepção das vossas identidades irão se intensificar de forma fenome­nal. A razão disto é a evolução do DNA. Quando tiverem as doze hélices de DNA no lugar certo, elas irão conectar-se com o sistema de doze chakras. Os doze chakras são vórtices carregados de informação que vocês devem ser capazes de traduzir. Independentemente de estarem ou não no planeta, vocês estão evoluindo.

Plêiades

Ao lon­go do processo evolutivo aqui na Terra é necessário que ultra­passem o que foi estabelecido como teto, ou limite, do possível. Devem tornar-se super seres, não importa a realidade em que entrem porque, como membros da Família da Luz, ramo dos renegados, isso é o vosso forte.

Propuseram-se a vir a este pla­neta para receberem desafios, tornando-se assim desafiadores – não de forma a criar problemas ou disseminar discórdias. mas a criar um desafio harmonioso. Através da vossa harmonia vocês desafiam a antiga frequência vibratória. Um pouco dos atritos que têm com outras pessoas devesse ao fato de estarem trilhando um caminho evolutivo e segui­rem adiante.

Muitos não gostam disso, porque não estão codificados para responder como vocês nesta época. Certas pessoas não possuem código algum para isso.  Outras conhe­cem o plano de mudança e vêm para cá nesta época como ob­servadoras. Determinados seres tímidos vêm para cá sabendo que, porque tiveram coragem de chegar aqui – conhecendo o projeto do planeta – irão ter de alguma forma um crédito em sua jornada consciente, que irá transportá-los para uma cons­ciência mais elevada – mesmo que sua participação na transi­ção consista apenas em estar aqui.

O simples fato de estar nas redondezas deste tipo de ati­vidade gera força. Por isso, deve ser dado crédito a todos os que estão agora no planeta, pois decidiram participar da gran­de mudança de frequência. Todos estes participantes são ne­cessários porque, quanto maior for o número de frequências no planeta, maior a quantidade de energia para alterar a antiga frequência.Todos os que se abriram para a luz estão tendo os seus corpos literalmente reprogramados. Às vezes vocês po­dem inclusive acordar à noite e sentir fisicamente a repro­gramação.

Esta reprogramação é a reestruturação do DNA. O vosso DNA é um filamento; um cientista o descreve­ria como um filamento conectivo. Os cientistas, fazendo o melhor que podem, descobriram certos códigos dentro de cer­tas porções de DNA. Descobriram também porções aparentemente supérfluas de DNA.

Em outras palavras, existem porções que eles não conseguem traduzir ou compreender, então acham que estão lá à toa e as denominam “DNA lixo” (ou DNA estrutural). Nós já falamos sobre a maneira como vocês foram construídos pelos deuses criadores. Como casas que seriam futuramente aumentadas. Encontram-se agora nesta conjun­tura, no momento em que os arquitetos que os projetaram es­tão acrescentando elementos. O que os cientistas chamam de “DNA lixo” tem estado dormente em vossos corpos há muito tempo, e agora está sendo ativado.

Em nossos ensinamentos, enfatizamos sempre a importância da oxigenação, porque o oxigênio alimenta os códigos e desperta o “DNA lixo” (que certamente não se trata de lixo de forma alguma). O que os cientistas chamam de “lixo” armazena conhe­cimentos que irão dotá-los de percepção plena e transformá-­los em seres da quarta-dimensão. O despertar do DNA irá permitir-lhes mudar a visão, a audição e aumentar a duração de vossas vidas entre outras coisas. A parte dormente do DNA, que desafiou os cientistas, está prestes a renascer.

Sua mutação é tão rápida, que muitos cientistas’ consi­deram o processo uma doença. Alguns estão tão seriamente preocupados que convenceram o governo a investir bilhões de dólares em pesquisas sobre o DNA. O que está ocorrendo em vossos corpos não se trata certamente de doença, mas de uma mutação natural, estão sendo reprogramados. Esta muta­ção costuma acontecer durante o sono por isso vocês podem acordar de manhã sentindo algo diferente no corpo. Podem estar certos de que as mudanças não tardarão a aparecer e que vocês desenvolverão novas habilidades. Automaticamente irão saber muitas coisas. Os designers originais do corpo humano eram seres be­nevolentes.

Estes deuses criadores originais foram muito ge­nerosos em dotá-los biogeneticamente com uma tremenda vitalidade de espírito e uma enorme capacidade. Muitas des­tas informações estão arquivadas dentro de vossos corpos nos filamentos de códigos-luminosos que estavam espalhados e agora voltam a alinhar-se. Os vossos ossos e a forma do vosso esqueleto correspondem a essas informações.

Quando a vossa postura está alinhada, a energia de locais de força sagrados é liberada, os raios cósmicos são atraídos para os vossos corpos e os filamentos de códigos luminosos dentro das células co­meçam a reordenar-se; vocês perceberão que estão mudando. A mudança será refletida de volta a vocês, para onde quer que olhem.

O nosso sistema solar orbita o Sol Central das Pleiâdes, Alcyone (estrela maior e mais brilhante na foto) dando uma volta completa (um ANO SOLAR) a cada 25.920 anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, FINAL de um Baktun do Calendário MAIA, o 13º, marca o final de um desses anos solares. Em astronomia também é conhecida como o Aglomerado estelar aberto M-45, as Sete Irmãs, a Constelação das Pleiâdes, com os sóis/estrelas principais de Alcyone, Maia, Electra, Taygeta, Atlas, Pleyone, Celaeno, Asterope e Merope.

O sistema evolucionário atual, projetado pelos deuses criadores para conduzi-los a várias dimensões ou frequências, baseia-se na evolução das doze hélices correspondentes aos doze chakras – sete dentro do corpo e cinco fora. Esta é, sim­plesmente, a maneira pela qual o sistema se liga. Com relação à evolução das hélices dentro do corpo humano, deve ser atin­gido um denominador comum de frequência que todos consi­gam alcançar, mesmo quem estiver nas estações mais baixas. Existem também seres humanos que conseguem ir além das doze hélices. De maneira geral, contudo, o estado de conscientização da humanidade não pode alcançar esta espé­cie de aceleração.

O salto de um sistema de duas hélices para um de doze já é significativo. Em breve algumas pessoas estarão funcionando com as doze hélices, enquanto outras só receberão esta mudança no final da década. Isto ocorre porque cada indivíduo é codifica­do para receber a frequência apenas quando for capaz de integrá-la. Muitas pessoas já estão vivendo momentos difíceis ao integrar as mudanças nestes estágios iniciais do plano. A grande maioria dos humanos na Terra convenceu-se de que só existe uma realidade. Isto pode ser a queda da raça humana.

A reorganização das hélices provoca um despertar do conhecimento interior que ultrapassa tudo o que vocês pos­sam ter aprendido. Este conhecimento interior é o conhecimen­to do Eu, que afirma haver muito mais do que o mundo físico. Acredite nisto. Saiba isto. Compreenda isto. O mundo físico é uma pista para o mundo espiritual. O mundo do espírito e da auto-evolução está na eminência de uma explosão de informações: energia barata, energia gratuita – tudo lhes será dado. Isso tudo está relacionado com a evolu­ção dos filamentos de códigos-luminosos, que são milhões e bilhões de fibras minúsculas. 

Continuando a nossa história, os deuses criadores inva­sores, que saquearam o planeta, precisavam que vocês operas­sem de uma certa forma para conseguirem controlá-los. Eles precisavam desligar a vossa inteligência, e assim o fizeram, espalhando e desligando os filamentos de códigos-luminosos que formam as hélices do vosso DNA. Agora, estes filamentos começam a religar-se às hélices. As hélices evoluirão em gru­pos de três até que haja doze fios, ou hélices. Quando estas doze hélices, ou fitas, compostas por diversos filamentos de códigos-luminosos, começarem a vibrar dentro do corpo, cada fita corresponderá a um chakra. Existem milhares de centros energéticos, ou chakras, bem como milhares de hélices em potencial que podem ser formadas.

Neste momento o denominador comum relativo ao número de hélices e chakras que a consciência da humanida­de pode manejar sem se destruir, é doze. Então estamos lidan­do agora com a evolução de doze hélices para ligá-las a doze chakras – sete dentro do corpo e cinco fora. Os sete chakras dentro do corpo não são difíceis de serem trabalhados porque, se se permitirem sentir, serão capazes de os localizar fisica­mente e tocar cada um deles. Os três primeiros são os chakras da sobrevivência, sexualidade e sensação perceptiva.

O quar­to chakra é o coração – centro da compaixão e união com todas as coisas (O caminho do meio, como dito por Gautama Budha, a porta estreita que deve ser ABERTA, conforme dito por Cristo, pois é onde reside a ALMA do ser humano).

ANAHATA, o quarto Chakra, no coração humano

O quinto é o chakra da garganta, relacionado à fala. O sexto é o terceiro olho, a visão espiritual. O sétimo é o chakra da coroa que abre para o conhecimento de que a identidade de cada um ultrapassa a forma física. Quando chegarem aos cinco fora do corpo, começarão a encontrar novas formas de entender o que está acontecendo, como algo que nem sabem com certeza se é real. 

O oitavo chakra encontra-se dentro do vosso plano de atividade. Paira a trinta centímetros ou mais acima da vossa cabeça. A maioria das pessoas mantém o oitavo chakra próxi­mo ao seu corpo físico. O nono chakra também se encontra per­to, a menos de um metro do corpo.

Quando nove hélices forem formadas este chakra irá se dirigir à atmosfera da Terra para tornar-se uma espécie de fio terra, ligando o planeta à rede cósmica. É um elo de ligação. O décimo, décimo-primeiro e décimo segundo chakras acham-se bem mais distantes. O décimo chakra, quando esti­ver funcionando, estará ligado ao vosso sistema solar. O déci­mo-primeiro chakra irá dirigir-se ao sistema galáctico, e o decimo-segundo estará localizado e ancorado em algum lugar deste universo. Você receberá informação destes centros pessoais, pois eles são também centros coletivos. À medida que aprender a traduzir as experiências dos chakras, irá descobrir que a vida nunca mais será a mesma.

Nem todas as pessoas do planeta passarão por essas mu­danças agora porque nem todas foram codificadas para isso. Cada um de vocês veio com uma certa ordem – um mapa de quando, onde e como operariam melhor. Muitos estão apren­dendo como seguir este plano que os levará a descobrir o seu Eu superior. Quando aprenderem a fazer isso, a vida vai se tor­nar muito mais fácil, pois irão se transformar em veículos da luz movidos apenas pela intenção de comprometer-se. Diversos seres humanos serão expostos a estas mudan­ças em épocas diferentes, porque tantas mudanças não devem ocorrer de uma só vez. Isto criaria o caos, onde uma certa or­dem é necessária.

Quando um indivíduo passa pelas mudan­ças e traduz a experiência pode pedir ajuda a quem já as vivenciou. Para os principiantes o processo pode ser muito difícil. Vocês são aqueles que mostram o caminho. Quando forem capazes de passar pelas mudanças, podem seguir o ca­minho e mostrar aos outros. Existem mapas das rotas indicando certos eventos que podem ocorrer se desejarem ligar-se a esta corrente do tempo. Quanto mais se dedicarem a cada momento da vossa evolução, mais cedo as mudanças irão ocor­rer para a última pessoa. Houve um tempo em que a espécie humana ocupava frequências dimensionais mais elevadas; vocês eram capazes de locomover-se através de realidades diferentes e de mani­pular a matéria.

Sistema de Chakras do corpo humano e suas respectivas cores e posições.

Muitas dessas capacidades foram eliminadas propositadamente pelos seres que tomavam conta da vossa realidade. É necessário que compreendam que cada realidade possui a sua guarda, e que há diferentes administrações e di­ferentes guardiães em cada período. Estamos usando o termo guarda de forma neutra. Vocês usam o termo guarda para alguém que protege. Nós estamos dizendo que um guardião encarrega-se de uma realidade e a guarda, impedindo que outros seres cheguem e efetuem algu­ma mudança.

Os guardiães a que estamos nos referindo não são necessariamente seres benevolentes que ajudam a evolu­ção. Estas entidades que estão guardando a vossa realidade podem estar impedindo o acesso de seres que viriam libertá-los.  A vossa falta de memória se deve ao fato de terem sido re-instrumentados e muitas de vossas capacidades inerentes espalhadas e desligadas para não funcionarem mais. O con­trole baixou sobre as mentes em vossa sociedade. Existem véus de proteção que foram colocados em torno da Terra, para que, se vocês tentassem conectar-se a algumas dessas informações, não dispusessem de instrumentos nem fundamentos ou capa­cidade de compreender essas realidades.

Neste momento o planeta inteiro encontra-se imerso em realidades expansivas. Para chegar a estas outras realidades, primeiro precisam explorar profundamente a realidade de vocês. Não há mais tempo para vinte anos de psicanálise. Pre­cisam desenvolver habilidades e capacidades em poucas ho­ras, que lhes permitam viajar algumas décadas em vossa evolução emocional. Terão de viajar na estrada emocional, porque o corpo humano se expressa através das emoções. Esta é a singularidade e o dom que a vossa espécie recebeu.

Primeiro é necessário que abram as estradas emocionais até áreas que mantiveram escondidas de si mesmos nesta vida. Poderão ser inundados por lembranças à medida que os vos­sos arquivos internos se alinharem – lembranças de aconteci­mentos difíceis quando ocorreram, ou fatos que talvez não possuíssem o contexto onde inseri-los. Algumas pessoas po­derão lembrar-se de contatos extraterrestres, que todos tive­ram na infância. Muitos poderão desvendar expressões de sexualidade que não compreenderam na época, tendo sido participantes ativos ou passivos. O corpo mental emite um tre­mendo julgamento e esse é o motivo por tais situações terem sido soterradas pelo corpo emocional humano que é muito sensível ao julgamento.

O corpo emocional, ligado ao corpo espiritual, esconde-se disto. Todos vocês acham que sabem quem são. As histórias sobre quem são baseiam-se nas lembranças desta vida. O que nós queremos comunicar-lhes é que vocês têm inúmeras exis­tências paralelas, legítimas, com memórias diferentes das que possuem. Vocês bloqueiam estas memórias, ou não focalizam os eventos relativos a elas, porque o vosso corpo emocional não consegue computá-las. Grande parte daquilo em que irão esbarrar está ligado à sexualidade, porção do ser humano que não foi compreendida e que deve ser estudada para que conheçam a sua finalidade.

De que se trata a sexualidade? Quem estabeleceu as regras so­bre a expressão sexual apropriada ou inapropriada? Irão aflorar, também, lembranças de contatos e energias que os acompanhavam quando pequenos com o propósito de ensiná­-los; vocês bloquearam estes acontecimentos por não terem re­cebido o suporte necessário para acreditar que eles tenham realmente ocorrido. Ao começarem esta exploração multidimensional as me­mórias que esconderam de si mesmos irão aflorar.

Será uma grande surpresa constatarem como puderam esquecer com­pletamente acontecimentos inteiros, trechos de suas vidas, es­pecialmente eventos ocorridos antes dos doze anos. Ficarão perplexos ao explorarem a capacidade que o sistema nervoso possui de interromper o fluxo de informação que a mente não consegue computar. E, contudo, os registros estão lá, vocês podem acessá-los. Agora terão capacidade de computar muitas dessas coisas porque irão aprender a ser neutros e não julgar os acontecimentos de que participaram. Quando forem explorar o vosso corpo, a vossa identida­de e a vossa vida atual façam-no rapidamente. Vocês não dis­põem de anos para estudá-los. 

Quando a informação em vosso DNA for re-instrumentada e re-ligada, serão capazes de sentir como os eventos desta vida se ligam e desabrocham, tendo uma corrente de objetivos que se liga a diversos lugares onde viveram e a diversas identidades que ocuparam. O ideal seria agir sem julgar, e assim conseguiriam per­ceber o que realmente aconteceu aqui, vivenciando tudo isso em primeira mão através da memória celular. A única forma de prosseguir em direção a uma freqüência mais alta e determi­nar o futuro de vossas vidas no planeta é não julgar a vossa participação no processo. Isso é muito complexo e muito impor­tante: sintam o que acabamos de dizer. Este processo envolve esmagar o paradigma existente e se tornar um herege da reali­dade.

Começarão a entender que uma existência legítima, real, foi simplesmente escondida de vocês. É imperativo que comecem a lembrar-se quem são. Vocês não estão sozinhos nem poderiam fazer isto sozinho. Mesmo quando dizemos que são os portadores das vos­sas almas, existem outros aspectos de vocês que entenderam a história e estão voltando a este momento do tempo para criar o vórtice de energia que irá afetar todas as realidades. Nós não conseguimos enfatizar suficientemente a importância desta época, a excitação e alegria que ela contém – se vocês quiserem mudar.

Se não quiserem mudar, nem abdicar de muitas coisas, terão que passar por experiências nada agradáveis. Todos têm certas coisas das quais não querem abrir mão. Esta pode ser a dificuldade, pois cada um tem a sua área de apegoMesmo assim, vocês vieram para cá com um objetivo: prosseguir suas jornadas e realizar o que vossas almas anseiam. É como se ti­vessem negócios inacabados aqui. Em muitos de vocês o véu está bem cerrado para que não possam voar para longe e di­zer: “O que estou fazendo aqui de novo? Vou cair fora!” Quem compreende os planos mais elevados, diversas vezes já se sentiu muito só neste planeta.

Existem milhões de pessoas neste momento formando um tremendo grupo de apoio. Vocês estão começando a se encontrar e a tecer vossas consciências – um fino fio de seda com outros fios de consciên­cia. Irão ver a mais bela criação formar-se sem grande esforço, porque faz parte de um plano onde todos são motivados a fa­zer determinadas coisas. O planeta inteiro tem sido controlado de forma a que, desde a primeira vez que chegaram aqui, fossem educados e treinados para achar que não controlavam a vossa própria rea­lidade. Ensinaram-lhes que tudo é circunstancial pois depende de algo em que não podem interferir.

Isto está errado! São vocês que controlam o vosso DNA. Vocês possuem o controle absoluto sobre tudo. Até des­cobrirem e acreditarem nisso, estarão sujeitos a qualquer coisa que qualquer um deseje fazer com vocês, nesta zona de livre ­arbítrio. Em vossa inocência permitiram que o vosso DNA, a vossa inteligência e muitas coisas mais fossem controladas. Postado em Janeiro 2014.


“DESPERTA, TU QUE DORMES, e levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e CRISTO te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS  –  Efésios 5:14,15

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

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A energia trocada do sexo e suas consequências


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sextro15

Por Cristina Longhi –

Sexo é maravilhoso, não podemos negar isso. Se relacionar com alguém significa trocar, compartilhar algo, principalmente trocar “informações” que vem através da energia. Cada pessoa que passa pela sua vida deixa em você um “fio” de energia conectado e com o sexo isso não é diferente. Mas no sexo existe algo a mais que é trocado e este pode vir a ser um problema dependendo da pessoa que tiver transado porque estes fios ficam por muito tempo conectados a você e você fica então trocando informações energéticas por muitos anos ainda. Com o tempo os fios vão diminuindo de espessura e os vínculos são cortados, mas leva-se anos.

Nos fluídos corporais existe uma informação que carrega como um código aquilo que cada um é. Quando através do sexo entramos em contato com esta energia “puxamos” parte desta informação para a gente, como se estivéssemos puxando parde dos problemas desta pessoa. Se você então tiver transado com alguém problemático por exemplo, você fica contaminado com estes problemas de certa forma muitomais que outras pessoas. É como uma teia de informações, que se espalham do outro para você e vice versa. Imagine que você deixa de estar totalmente “puro” quando se mistura desta forma com outras pessoas. Usar camisitnha ajuda a não misturar tanto essa energia, mas mistura mesmo assim, com menos intensidade.

Claro que não dá para ficar sem sexo, até porque através do orgasmo é possível se concetar com a energia divina e com isso trazer poder de criação para a sua vida, mas esta ja é outra história para ser explicada num tuturo artigo. Bem, quando você puxa para você informações, que não são suas, isso pode atrapalhar sua caminhada, pois você levará mais tempo para limpar tudo isso, ou melhor, resolver. O importante é ter consciência destas trocas e também ter respeito pela história do outro. Quando a gente abençoa a vida do outro, sua história de vida e seu caminho a gente começa a desfazer estes vínculos, agora quando a pesoa fica com raiva, etc…aumenta este vínculo. Tudo é energia.

O outro e nós somos na verdade um só, viemos da mesma fonte. A questão é que estamos em momentos diferentes, e quando você transa com alguém mais “atrasado” neste aspecto que você “volta” um pouco para trás novamente. É como uma influência que acontece como nos vínculos ue temos na vida no geral. Você pode pereceber que sua turma de amigos ou conhecidos, enfim, as pessoas que vocÊ mais convive dia a dia são a “média” daquilo que você é. Ou seja, aquilo que nos conectamos, faz parte daquilo que somos no momento. Quando estamos no meio de pessoas bem resovidas por tabela vamos ser influenciados e vice versa. Portanto, a chave é a consciência, o respeito e a entrega de corpo e alma. A entrega para si mesmo. Quando isso acontecer você só se envolverá comn tudo aquilo que sente que vale a pena, pois estará cuidando do seu templo, do seu corpo! Pense nisso.

Um relacionamento feliz e empolgante

Ciclo de vida dos relacionamentosVocê se lembra de como era o seu relacionamento no inicio? Como vocês ficavam contando os minutos para se verem? Como tudo era fácil e divertido, sem stress, crises, preocupações… só alegria?

Pois sabia que vocês podem voltar a se sentirem assim novamente para nunca mais se preocupar com crises e situações dificeis em seu relacionamento.

Como isso é Possível?

A teoria do Ciclo de Vida dos Relacionamentos

Isso tudo não só é possível, como é muito mais facil do que você imagina! Tudo que você precisa saber é alguns conceitos que regem praticametne todos os relacionamentos.

O principal conceito é por traz deste “milagre” é a teoria do Ciclo de Vida dos Relacionamentos e seus estágios. Saber identificar em qual estágio você está é a chave para que você saiba exataemtne como reagir, o que fazer e como fazer para reestabelecer o seu relacionamento e coloca-lo novamente na melhor fase, a do Extase! Saiba mais aqui.

Cuidado com a energia sexual!

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Por Flávio Bastos – Energia sexual é enegia criativa que move a vida, nosas vontades e desejos”. (Carl Gustav Jung). O objetivo desse artigo não é julgar moralmente o praticante do sexo casual ou adeptos das demais modalidades sexuais ditas não “convencionais”, mas resgatar do milenar ensinamento filosófico-religioso taoísta da China antiga, do também milenar conhecimento tântrico indiano e do secular espiritismo, algumas informações e tópicos que sejam compatíveis com o tema escolhido para o texto. É o que vermos a seguir. O sexo, admirável fonte de felicidade e prazer, devido ao fácil apego que gera, sempre foi causa tabmém de sofrimentos e deturpações. Prostituição e exploração sexual exisem desde tempos imemoriais, mas atualmente adquiriram uma dimensão tal que o sexo, associado a propaganda, estimulado pela mídia e incentivado como uma maneira de viver, desviou-se totalmente da fonte de alegria e prazer que sempre foi. A banalização do sexo veio como consequência da banalização do amor. Não deveria haver problemas ou proibições religiosas, exigências de celibato ou cobranças de fidelidade, mas como se perdeu a noção do que seja o amor e esse foi substituido pelo apego, gerando ciúmes, vinganças e desejos irrefreados de repetição do prazer sexual, o sexo acabou se tornando um problema a ser enfrentado e combatido.

Sexo, permuta de energias

Sempre que corpos se unem num beijo, num abraço ou até num simples toque, ocorre uma troca de energias. Se a união é sensual, num beijo ou num ato sexual, a liberação energético-informativa hormonal que ocorre, estimula todas as célula do corpo e torna a transferência energética muito mais intensa. A relação sexual é uma troca íntima de flúidos vitais, hormônios e energia sutil. O climax, no orgasmo, é o ápice na formação de um vínculo energético entre os parceiros. Cria-se, então, uma memória energética celular comum, um evento que liga permanentemente os dois pareceiros. Desse ponto de vista não há sexo seguro, pois sempre há troca e vínculo energéticos que fazem com que o(a) parceiro(a) permaneça em nós. Dessa forma, como dentro da experiência sexual, há uma troca química, hormonal e energética profunda, se o ato sexual é efetuado com pessoas fora de sintonia coma nossa frequência pessoa, todo o “lixo” daquela pessoa virá para desarmonizar a nossa vibração.

Sexo e Amor

Toda vez que determinada pessoa convida outra à comunhão sexual ou aceita de alguém um apeno neste sentido, em bases de afiniddade e confiança, estabelece-se entre ambas um círcuito de forças, pelo qual a dupla se alimenta psiquicamente de energias espirituais em regime de reciprocidade. Podemos questionar: sem amor, por que quere nos ligar a alguém que pouco ou nada conhecemos?

O verdadeiro amor não é possessivo e não busca incessantemente o sexo, pois por si só ja é desapegado e fonte inesgotável de prazer. Porém, atualmente, quano se fala em amor, fala-se de satisfação de carências do ego. Ama-se com o cérebro e não com o coração.

Ser atraente sexualmente e “livre” é a moda autal e vive-se em busca de valores sensoriais. Na falta de uma maneira mais profunda de se viver, mergulha-se no prazer dos sentidos como uma fuga, e o sexo é o maior desses prazeres. A sexualidade que deveria ser uma ponte em níveis mais elevados de consciência, perde-se no instinto e no apego sensorial, e erra o alvo correto que deveria ser a espiritualidade e a ligação espiritual/amorosa entre dois seres.

Sexo, Freud e a Mídia

Desde o adveno da psicanálise, com Sigmund Freud, o homem descobriu que entre os processos psicológicos havia uma interpretação de fatores sexuais. Freud, entretanto, atribuía a esses fatores sexuais as causas dos processos psicopatológicos. O seu trabalho foi importante porque mostrou com o fator sexual pode entrar no homem, manipulando-o a vontade para fazer dele um indivíduo melhor, pela psicoterapia.

No entanto, como todo o conhecimento humano é bem e mal utilizado, a grande onda de sensualismo que a mídia nos impôe, vem dessa manipulação. O interesse não é outro senão ganhar dinheiro e criar postos de poder, pois utilizam-se para isso, pontos da fraqueza humana que foram descobertos com finalidades terapêuticas para induzir à dependência psíquica, infelizmente. Com fizeram com a pólvora – inventada para fins úteis – em guerras, fizeram dos conhecimentos da sexualidade nos mecanismos psicológicos de Freud, máquinas de ganhar dinheiro e poder, usando manipulação e dependência.

Sexo e (auto) responsabilidade

Se não dominarmos nossos impulsos sexuais, poderemos ser prejudicados pelas amarras cármicas por onde fluem sentimentos entre as pessoas concectadas pelas relações sexuais. Por exemplo, se dormirmos com uma pessoa mal humorada, com crises de depressão ou com muita raiva, passamos a vivenciar essas pesadas emoções, de nosso(a) parceiro(a). Muitas vezes, inclusive, começamos a apresentar o mesmo comportamento daquele(a)…

Seria mais inteligente de nossa parte esclher com cuidado nossos(as) parceiros(as). O estado emocional que experienciarmos na hora da relação, será o que iremos implantar em nosso(as) parceiros(as). Antes de nos envolvermos com alguém, devemos ponderar amorosamente o que isso vai gerar na outra pessoa e em nós mesmos. Por isso, conhecer o caráter dessa pessoa, torna-se importante em toda relação de entrega íntima.

Sexo é espírito e a vida a serviço da felicidade e da harmonia do universo. Consequentemente, reclama responsabilidade e discernimento, onde e quando se expresse. Por isso mesmo, o indivíduo precisa e deve saber o que fazer com a sua energia sexual, observando como , com que e para quem se utiliza de tais recursos, entendendo-se que todos os compromissos na vida sexual estão igualmente subordinados a Lei de Causa e Efeito. e segundo esse exato princípio, de tudo o que dermos a outrem no mundo afetivo, outrem também nos dará.

Conclusão

Sem “fórmulas prontas” a respeito do comportamento sexual humano, o que na verdde não existe, deixemos que Emmanuel, através da psicografia de Chico Xavier, conclua com a sensibiidade e a visão dos grandes mestres: “Diante do sexo não nos achamos a frente deum despenhadeiro para as trevas, mas perante a fonte viva das energias em que a sabedoria do universo situou o laboratório dasa formas físicas e a usina dos estímulos espirituais mais intensos par a execução das tarefas que escolhemos, em regime de colaboração mútua, visando ao rendimento do progresso e do aperfeiçoamento entre os homens.”

O sexo é sublime, é a troca de energia mais potente que existe neste planeta

24/05/2015 – Mensagem canalizada em 22 de maio 2015 – Abraham

Não existe para vocês, um assunto tão rotulado como sexo. Ele na verdade, é algo simples, mas que foi colocado como sujo e até mesmo como moeda de troca. O sexo é rejeitado e amado pela maioria de vocês. Muitos poucos conseguem vê-lo com a simplicidade que deveria. Vocês foram ensinados desde criança, que os órgãos genitais deveriam ser escondidos, e que ninguém poderia vê-los ou tocá-los, nem mesmo por vocês. Esse é o motivo que a masturbação é olhada também como algo impuro, proibido em algumas religiões, porque “não é permitido” tocar o próprio corpo? Isso não faz o menor sentido.

Por que não é permitido sentir prazer?

Quando vocês comem um pedaço de chocolate, que muitas vezes vocês até fecham os olhos para sentir toda profundidade daquele momento, vocês não estão se dando prazer?
E qual é a diferença se vocês estão comendo um chocolate ou se estão tocando o próprio corpo? Não existe diferença, e assim também acontece com ato sexual, que deve ser feito somente em base a determinadas regras impostas pela religião e pela sociedade, e com isso não se ensina o mais importante, que o sexo é a exteriorização da vossa energia, e que deve ser compartilhada com uma pessoa que esteja na mesma frequência que a vossa .

Não que seja “pecado” fazer sexo com quem não está na mesma frequência, acontece que a energia que vocês emitem no momento do orgasmo é muito forte, e com ela vem a energia que está no campo aurico do parceiro, e se entrelaça com a vossa, de modo que ao terminar o ato, um “ganha” um pouco da energia do outro, então se a pessoa tem energia de baixa frequência no seu campo, irá enviá-la para o parceiro e vice-versa. Mas de forma alguma existe o fato de que o sexo dentro do casamento é “abençoado e fora dele é pecado”.

Muitas vezes, o sexo dentro de um casamento, é tão nocivo energeticamente do que quando duas pessoas que se conheceram há poucas horas o façam. O sexo é sublime, é a troca de energia mais potente que existe neste planeta. Durante o orgasmo, é desprendido uma energia gigantesca que existe dentro de cada um, e essa energia fica irradiando no vosso campo aurico, a tal ponto, que chega a elevar as vossas frequências.

O sexo também, é uma fonte de troca de amor e Luz, por isso as pessoas que não se permitem à liberdade de fazerem sexo quando tem vontade, são mais tensas e insatisfeitas com suas vidas, pois elas sabem que existe um chamado interno de se liberarem, mas por acreditar nas crenças limitantes, elas abrem mão do prazer que ele pode proporcionar. As mulheres, sem dúvida, são as que mais sofrem com isso, pois foram ensinadas não se darem o prazer de gostarem de fazer sexo, que “sexo é coisa, que só os homens gostam”. Criando em torno de si, uma camada de energia de frustração.

Muitas mulheres casadas, não se sentem à vontade ao serem tocadas pelos seus próprios maridos, por causa das crenças que lhes foram impostas, causando um sentimento de que elas estão sendo desrespeitadas por eles e por elas mesmas. Quando na verdade, o sexo deveria ser visto como apenas uma troca de amor e Luz entre as pessoas, que se você, sentir amor por alguém e ele por você, o sexo vem apenas para emanar mais intensamente esse amor um pelo outro, e naquele momento, a única coisa que conta é o prazer. O sexo é simples, natural e espiritual, é a maneira como vocês o veem, que define se ele é uma fonte de desprazer ou de amor e Luz. Nós esperamos ter ajudado vocês nesta questão,

Abraham

Canal: Luciana Attorresi

O sexo casual numa visão espírita

Atualmente o sexo casual é aceito por boa parte da sociedade, mesmo por alguns conservadores. O artigo que segue é uma opinião espírita sobre o tema. Quem quiser consultar doutrina, procure as questões 696 e 701 do Livro dos Espíritos. Há algum tempo sexo era tabu e quem desafiasse esse tabu era mal visto pela sociedade. Mulheres deviam casar virgens. Muitas desgraças familiares, muitos suicídios foram cometidos por mulheres que se deixaram seduzir e engravidaram. Era tão estupidamente grande a vergonha de ser mãe solteira, condenada ao preconceito e falatório para o resto da vida; era tão assustadora a ideia de encarar um pai ultrajado com isso que era considerada a maior vergonha possível, que muitas preferiam dar fim à própria vida.

Muitos abortos clandestinos e perigosos, muitas mulheres especializadas em tirar a vida que se formava nos ventres jovens de mulheres que não conseguiram superar o desejo. Muitos filhos bastardos, nunca reconhecidos, apartados da vida digna e normal. Muitos casamentos forçados na última hora, para evitar que o escândalo de uma gravidez sujasse o nome da família. Muitos casamentos arranjados apenas por interesse dos pais ou para evitar que as filhas ficassem solteiras além do tempo e perdessem o ensejo de arranjar um marido. E com isso o desgosto, o nojo do sexo, a falta de amor e carinho.

Duvido que a geração de agora saiba o que significava tudo isso. Porque hoje a política sexual vigente é exatamente o contrário; hoje o jovem é pressionado a iniciar sua vida sexual cada vez mais cedo, a experimentar o máximo de relações sexuais, a transitar entre pessoas dos dois sexos. Vivemos uma ditadura sexual. Talvez muitos pais não tenham consciência do que ocorre nas escolas, nas ruas, em suas próprias casas. Em qualquer contato íntimo entre pessoas há troca de energias. Os adolescentes não imaginam que ficar com alguém não é algo apenas momentâneo. Eles ficam durante minutos ou horas, com ou sem relações sexuais. Mas as energias e as companhias espirituais dos ficantes transitam livremente. O sexo forma uma ligação energética entre os parceiros que se estende por muito tempo.

O sexo casual é tido como uma atividade adulta, livre, em que o único cuidado, se houver, é na prevenção de doenças. Tratam isso como se fosse um avanço, uma grande conquista da civilização, quando na verdade se trata de uma tirania dos instintos. O sexo pelo sexo é um retorno à animalidade. Sexo sem afeto é instinto animal. Os praticantes do sexo casual não gostam de pensar a respeito. Ninguém gosta de reconhecer suas fraquezas, analisá-las e questioná-las. Acham que quem tem opinião contrária à sua é moralista.

Não conheço nenhuma – nenhuma! – pessoa que se entregue a quantos parceiros se lhe apeteçam, durante a vida, que não sofra a partir de uma determinada idade. Quando o tesão começa a diminuir e a pessoa percebe que não formou afetos, só erotismo, o vazio aperta, o desgosto pela vida, a depressão. Fora a banalização cada vez maior do sexo, a busca por prazeres mais intensos, a experimentação com parceiros do mesmo sexo. Acho que a homoafetividade deve ser respeitada como manifestação autêntica da personalidade humana. Mas a experiência por curiosidade ou por modismo ou por pressão do grupo é um mergulho no desconhecido. Estão lidando com sentimentos, emoções e sensações energeticamente poderosas, que mais cedo ou mais tarde exigem o reajuste. Aí a dor é inevitável…

Frequentemente sou perguntado pela opinião do Espiritismo a respeito do sexo livre e casual. O Espiritismo não tem como princípio ser um norteador de condutas à maneira dos antigos códices. O Espiritismo deixa claro que temos o livre-arbítrio, que tudo nos é permitido mas nem tudo nos convém, que toda ação gera uma reação.

Mas o mais importante é que sempre estamos acompanhados pelos espíritos que se afinizam conosco. Somos rodeados de espíritos que gostam do que gostamos. Nada que seja estritamente material pode atrair espíritos bem intencionados. O sexo casual, sem afeto, apenas pelo prazer, atrai muitos espíritos que sentem necessidade dessas mesmas energias. Forma-se com eles verdadeira simbiose, trocando energias e influências. O sexo é uma dádiva de Deus e uma fonte legítima de prazer e rearmonização energética. Mas a vivência do sexo saudável pressupõe afeto. O resto é animalidade.

A Energia Sexual e a Espiritualidade

SEXTRO58

2013, por Maria Cristina Zacharias – Para quem aspira à ascensão espiritual, esse é um assunto complexo e, às vezes, embaraçoso, se não tratado com seriedade. Temos que examinar as diferenças entre nosso ego e nossa alma. Nosso ego usa o sexo para satisfazer seus desejos e impulsos. Visa ao prazer carnal e à reprodução somente. A alma utiliza a energia sexual quando está amando.Nosso ego controla nossos desejos e luxúria, extravasando a energia sexual apenas pelo chakra sexual, sem elevar a função do chakra cardíaco a um propósito divino, como faz nossa alma. É obcecado pela sexualidade mundana, olhando para todos como se fossem parceiros em potencial, sem intencionar a relação como uma experiência de cunho espiritual. Simplesmente, quer prazer. E pronto! Não consegue sentir felicidade, caso não possua parceiro sexual. Em carências de relação, torna-se irritadiço e mal-humorado.

Nossa alma busca elevar a energia da kundalini1 para nossa conexão ao Alto e para chegar a orgasmos muito mais satisfatórios, plenos de espiritualidade, além da volúpia carnal, com emoção, responsabilidade, muito carinho. Quando a alma está presente na relação, o sexo não é mais a satisfação de nossas descargas hormonais, mais um ato puro e legítimo de verdadeiro amor! O nível de prazer é incomparável a este caso, podendo ser atingido o êxtase espiritual. Para maiores informações, consulte Tantra. O sentimento amoroso deve ser partilhado entre o casal, de uma maneira muito lenta e terna, em que os parceiros fundem-se em um só sentimento. A alma coloca em primeiro lugar a outra pessoa e quer partilhar esse amor o maior tempo possível. Nada se espera em troca e tudo se ganha. Nossos sentidos (tato, visão, paladar, audição) se aguçam e nos tornamos muito mais sensíveis ao delicado prazer.

Toda pessoa que está completamente centrada nos princípios divinos do Amor Incondicional e não admite outro tipo de relacionamento que não seja baseado na compreensão, companheirismo, amizade, cumplicidade, carinho, pode passar muito tempo sem ter relações sexuais, sem que isso lhe cause qualquer perturbação, até encontrar um parceiro que divida suas ideias. Mantém-se à espera do parceiro correto para vivenciar uma relação mais amorosa e livre de amarras cármicas.

Por que amarras cármicas?

As amarras são como fios energéticos ligando um ao outro. Em toda relação sexual, existe troca de fluídos entre os parceiros. Cria-se um vinculo espiritual entre eles que não pode ser rompido, a não ser por um processo de purificação do seu corpo, descrito abaixo. Se não dominamos nossos impulsos sexuais, poderemos ser prejudicados pelas amarras cármicas, por onde continuam fluir sentimentos entre as pessoas conectadas. Por exemplo, se dormirmos com uma pessoa mal humorada, com crises de depressão, ou com muita raiva, passamos a vivenciar essas pesadas emoções de nosso (a) (s) parceiro (a) (s). Muitas vezes, começamos a apresentar o mesmo comportamento daquele (a) (s).

Seria mais do que inteligente de nossa parte escolher com cuidado nossos parceiros. O estado emocional que tivermos na hora da relação será o que iremos implantar em nossos companheiros (as). Antes de nos envolvermos com alguém, devemos ponderar amorosamente o que isso vai gerar na outra pessoa e em nós mesmos! Culpa? Remorso? Qual sentimento será gerado em você? Que tipo de energia irá trocar com a(s) outra(s) pessoa(s)? A energia sexual é uma das mais poderosas do Universo. Tentar controlá-la não é tarefa fácil. Precisamos escolher entre nossa consciência animal e nossa Consciência Crística. Devemos elevar nossos instintos mais primitivos para uma condição de Amor Incondicional, quando nos pegamos olhando para alguém ou pensando em alguém com desejo puramente sexual. Isto requer auto-vigilância constante! Precisamos começar a aprender a trabalhar com a energia sexual e purificá-la.

Como purificar essa energia?

Em primeiro lugar, devemos ter em mente que nosso corpo não é isolado de nosso Aspecto Divino. Quando reconhecermos esta verdade, poderemos usar a energia sexual como um instrumento para nos conectarmos com Ele. Precisamos abrir todos os nossos chakras, principalmente o do coração e não utilizar mais só os dois primeiros (basal e sexual). Abrindo nosso chakra do coração para a energia sexual , quando estamos amando nosso par como a nós mesmos, fortalecemo-nos contra doenças físicas e/ou psíquicas. A energia da sexualidade precisa encontrar seu caminho para a Força Criativa de Deus.

Uma das práticas para sublimar a energia sexual é a abstinência de ato sexual por um curto período de tempo, que varia de pessoa para pessoa, conforme sua providência e necessidade. Quando retomarmos as atividades sexuais, procuremos fazê-la com a alma. Sinta suas emoções!Tente ficar só com você mesmo. Conecte com seu Eu Superior. Seja o senhor de sua sexualidade e não se deixe dominar por ela. Eleve sua energia sexual ao Plano Superior, toda vez em que senti-la atuantes em você. Peça ajuda ao Mestre Ascencionado que tiver mais afinidade, para que ele o oriente como controlar e equilibrar sua energia sexual, de forma seja usada apenas com amor.

O objetivo disto é a sublimação de sua energia interna. Tente elevar essa energia da seguinte forma: Inicie o por seu chakra básico. Visualize-o na cor vermelha, girando em sentido horário, por alguns segundos.Em seguida, visualize seu segundo chakra, na cor laranja, girando em sentido anti-horário e reunindo toda sua energia interna sexual. Comece a elevação energética em sua tela mental, na forma de uma esfera de luz laranja que serpenteia, em sua coluna vertebral e passa por todos os seus chakras. Passe a esfera por seu chakra do plexo solar, seu terceiro. Depois, passe-a em seu quarto chakra, o cardíaco. Após isto, pelo quinto chakra, da garganta, pelo sexto da terceira visão, pelo seu coronário (sétimo chakra) e finalmente estabilize essa energia laranja, elevando-a a sua Presença Eu Sou.

Quando sentir sua energia sexual ancorada na Presença, proclame:

Eu Sou abençoado por esta energia, agora!

Peça ao Mestre Ascensionado que o ajudou a manter estável dentro de você a energia sexual elevada.

Faça esses exercícios dos chakras toda vez que sentir impulsos sexuais desenfreados. É muito importante, durante o processo de purificação que se abstenha de relações sexuais. Quando sentir que pode controlar essa energia, volte a pensar em seus relacionamentos com outra postura. Sempre que estiver fazendo amor com seu(sua) parceiro(a), eleve sua energia sexual ao Plano Superior de Luz, à sua Presença Eu Sou. Essa prática deve ser usada assim que começarem as carícias amorosas preliminares. Em seguida, se entregue ao amor de corpo de alma. Além de mantê-lo como uma pessoa sexualmente mais equilibrada, acelera seu processo de ascensão, em virtude da transmutação energética para propósitos além dos mundanos. E lembre-se: o prazer é muito maior…

Dessa forma, você se tornará um gerador de Amor e Luz, emanando apenas isto para quem se relacionar com você. Perceberá que é muito mais gratificante um relacionamento baseado na elevação divina de sua energia sexual. Amor e Luz.

O Melhor da Energia Sexual

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Por Selma Flavio – A energia sexual desempenha um papel importantíssimo no nosso bem-estar mental, emocional e físico. E para as pessoas empenhadas em seguir um caminho espiritual, a compreensão do que significa energia sexual e o ato de fazer amor é mais preciosa ainda, pois eles são recursos de que dispomos para elevar nossa consciência e avançar para níveis mais altos de energia.

Se estamos com alguém que amamos, o ato de fazer amor e o orgasmo provocam uma expansão de energia nos nossos campos energéticos e a energia sexual se funde com a energia mais profunda do amor. Essas duas energias se tornam então uma só energia, poderosa, criativa, transformadora, que pode operar a cura, a renovação e, se for conduzida até um nível suficientemente elevado, o que alguns chamam de “milagres”.

Mas o que acontece quando usamos a força vital e a energia sexual num relacionamento íntimo em que não existe amor? Simplesmente os nossos centros de energia ficam bloqueados e a energia “não flui”. Isso acontece porque a intimidade sexual, quando não existe amor, cria o que poderia ser descrito como “impressões negativas” nos nossos centros de energia, bloqueando o movimento e o fluxo energético.

Essas impressões negativas e os bloqueios podem ser sentidos energeticamente e alterar as nossas atitudes e os nossos comportamentos. Elas podem nos fazer sentir “travados” sexualmente causando em nós uma perda de vitalidade sexual ou então podem disparar um anseio compulsivo por sexo, num esforço inconsciente para desbloquear as energias sexuais.

Se as nossas energias sexuais não estão ligadas ao amor, elas podem como células cancerígenas, adquirir “vida própria” e acabar nos afastando do amor. E em nossas tentativas de satisfazer nossos impulsos sexuais, acabamos ferindo a nós mesmos e a outras pessoas. Atos meramente sexuais nunca são inofensivos. As energias sexuais são forças poderosas!

Quando utilizadas com amor, elas promovem a nossa expansão como seres humanos. Quando usadas sem amor, elas causam o acúmulo de impressões e energias “escuras” e negativas na nossa aura, que nos mantêm em níveis baixos de percepção, ofuscam a nossa perspectiva mental e só criam obstáculos à nossa experiência da felicidade. Esse é um preço muito alto a pagar por um prazer momentâneo.

Outro efeito da troca de energias sexuais sem amor é o que poderia ser descrito como “buracos ou perfurações” no campo energético dos parceiros. Sem a energia vital do amor, a troca de energias cria lacunas que enfraquecem a aura. Quando, ao contrário, o amor está presente, a mistura ou fusão das energias fortalece o campo energético, porque, nesse caso, mais amor e mais energia são produzidos no ato de fazer amor.

Isso é igualmente verdadeiro para casais casados e não-casados. Não se trata aqui de uma questão moral. Pessoas casadas que não se amam e fazem sexo estão causando prejuízos uma a outra da mesma maneira que casais não casados, quando se entregam ao sexo sem amor.

Quando existe intimidade sexual entre duas pessoas, ocorrem as trocas de energia entre elas. Quando temos intimidade sexual, nós, por habito, nós abrimos energeticamente de uma maneira muito profunda, que permite a cada parceiro carregar a energia do outro. Desse modo, quando somos sexualmente íntimos a alguém, carregamos a “vibração energética” do campo e dos centros de energia da outra pessoa.

Essa vibração inclui, num grau maior ou menor, os pensamentos e emoções do parceiro, que podem ser positivos ou negativos. Por exemplo, se estamos zangados ou tristes, a vibração de nossa raiva ou de nossa tristeza pode ser transferida para o nosso parceiro sexual juntamente com a troca de outras energias, e o parceiro receptor irá adquirir essa energia de raiva ou tristeza.

O grau em que somos afetados pela energia do parceiro depende da força de nosso próprio campo energético e da intensidade vibracional dos pensamentos e emoções do parceiro. Às vezes, depois de fazer amor com alguém que não amamos, sentimos como se estivéssemos carregando alguma coisa “suja” ou que na realidade não é nossa. Podemos até sentir a necessidade de tomar banho – uma experiência de purificação ritual – para nos livrar dessa sensação.

Por outro lado, quando a experiência é de amor, cada parceiro se sente banhado na energia do amor e no brilho remanescente do ato de fazer amor, e quer conservar esses sentimentos durante o máximo de tempo possível. Os parceiros geralmente carregam as energias um do outro por seis meses ou mais. Na verdade, eles podem carregar essas energias indefinidamente, a menos que se limpem e se libertem delas.

Visualizações, orações, rituais podem ser utilizados, isolada ou conjuntamente, para este propósito. Pessoas sexualmente ativas, portanto, transferem suas próprias energias e a de todos parceiros anteriores e atuais a qualquer novo parceiro. Essa é uma das razões porque elas perdem o senso de identidade.

Quanto mais carregamos as energias de outras pessoas, menos sentimos as energias que são especificamente nossas. Nós também extraímos e carregamos aspectos da personalidade do parceiro, pois as energias que são trocadas carregam a vibração das emoções, dos pensamentos e das experiências das pessoas.

Em outras palavras, nós começamos a sentir a vibração da energia das pessoas como nossa própria energia. Quando isso acontece, também ficamos mais suscetíveis à força e personalidade dessa pessoa, particularmente se ela tiver um campo de energia mais forte do que o nosso. Portanto, cada vez que temos relações sexuais com alguém, estamos criando consequências douradoras que nós nunca tínhamos imaginado para nós mesmos e para as outras pessoas.

As pessoas nunca aprenderam, com os pais, a escola ou quem quer que seja, que a energia sexual é uma força poderosa que deveríamos usar apenas para manifestar mais plenamente a vida em nós e expandir os nossos campos de energia. Portanto “como” e “com quem” nós usamos essas energias estão entre as decisões mais importantes que podemos tomar na vida.

Compilado do livro: Sexo: Verdadeiro ou Falso?

De Michelle Rios Rice Hennelly e R. Keven Hennelly

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br
http://www.espiritoimortal.com.br
http://trabalhadoresdaluz.altervista.org/
http://equilibrioenergeticoessencial.blogspot.com.br/
http://www.selmaflavio.com.br/

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As Tábuas de Esmeralda de Thoth


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 Rei Sacerdote de Atlântida

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As “TÁBUAS de ESMERALDA” de THOTH, o Rei-Sacerdote de ATLÂNTIDA:

Este homem, rei, sacerdote e mestre da Grande Fraternidade Branca, Thoth do Egito, aparece praticamente no começo do período final de Atlântida, cerca de 52 mil anos atrás, ele evoluiu e aprendeu como permanecer consciente num corpo físico o tempo todo, sem morrer, permanecendo em seu corpo original durante 52 mil anos, até 1991, quando passou a uma nova forma de ser/consciência muito além de nossa compreensão.

As DOZE “TÁBUAS de ESMERALDA” de THOTH, o Rei-Sacerdote de ATLÂNTIDA E CRIADOR DA ANTIGA CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA:

Ele viveu durante a maior parte do período da Atlântida, chegando mesmo a se tornar rei (Rai) Sacerdote de Atlântida durante um longo período de 16 mil anos. Naquele tempo, ele era chamado Chiquetet Arlich Vomalites. Seu nome era, na verdade, Arlich Vomalites, sendo Chiquetet um título que significava “aquele que busca sabedoria“, pois ele realmente desejava SER aquilo que era a própria sabedoria. 

Quando o continente da Atlântida finalmente afundou, em 10.986 a.C., Arlich Vomalites/Thoth e outros seres avançados que haviam migrado para o delta do rio Nilo tiveram de esperar cerca de seis mil anos para conseguir começar a restabelecer a civilização. Quando o Egito começou a ganhar vida, ele deu um passo à frente e chamou a si mesmo Thoth, mantendo esse nome durante toda a época do Egito antigo. Quando o Egito morreu, foi Thoht quem deu início à cultura importante seguinte, a da Grécia (e passou a ser então conhecido como Hermes).

isis (1)

ÍSIS, a Grande Deusa Mãe, doadora da vida, e as duas “serpentes”, símbolo do DNA humano …

Nossos livros de história dizem que Pitágoras foi o pai da Grécia, e que foi a partir e por intermédio da escola pitagórica que a Grécia se desenvolveu, e que nossa atual civilização emergiu da Grécia.

E Pitágoras diz em seus próprios escritos queThoth o pegou pela mão, conduziu-o aos subterrâneos da Grande Pirâmide e lhe ensinou toda a geometria sagrada e a natureza da Realidade (ou a realidade da Mãe natureza…A GRANDE ÍSIS).

Quando a Grécia nasceu por intermédio de Pitágoras, Thoth então entrou nessa cultura ainda no mesmo corpo que tinha na época da Atlântida, chamando a si mesmo Hermes. Esclarecendo, Arlich Vomalites, Thoth e Hermes são a mesma alma, pessoa e CONSCIÊNCIA. 

Desde aquele tempo, ele teve vários outros nomes, mas eu ainda o chamo Thoth. Ele voltou à minha vida em 1984 (de Drunvalo Melquisedek) e trabalhou comigo praticamente todos os dias até 1991. Ele vinha e passava talvez quatro a oito horas por dia me ensinando muitas coisas. É daí que provém a maior parte das informações que compartilharei com vocês, embora muitos outros professores tenham estabelecido relações entre elas e as consubstanciaram/comprovaram. 

As histórias do nosso mundo, em especial, vieram dele. Vocês sabem, enquanto permaneceu no Egito, onde era chamado escriba, ele escrevia tudo o que se passava. E era a pessoa perfeita para a tarefa, certo? Estava continuamente vivo. Então, como escriba, ele simplesmente ficava sentado lá observando a vida passar. Era uma boa testemunha imparcial, pois essa característica constituía uma grande parte de sua compreensão de sabedoria. Ele raramente falava ou agia, salvo quando sentia que precisava fazê-lo. 

Thoth acabou descobrindo como sair da Terra como consequência de sua evolução. Ele ia para outro planeta onde havia vida e simplesmente ficava lá sentado observando. Nunca interferia — não dizia uma palavra sequer. Ficava absolutamente calado e observava apenas para ver como vivia aquela civilização, para adquirir sua sabedoria, entender — talvez durante uns cem anos em cada planeta. Então ia a outro lugar para também observar. 

Galaxy Cluster Abell 1689HST ACS WFCH. Ford (JHU)

Aglomerado de Galáxias (Galaxy Cluster) Abell 1689HST, imagens de um pequeno cantinho dos céus noturnos feitas pelos telescópios espaciais da NASA, Hubble e Spitzer, ilustrando a possibilidade de vida em incontáveis planetas…

Ao todo, Thoth ficou longe da Terra durante cerca de dois mil dos nossos anos, estudando outras formas de vida. Mas ele se considera um humano da Terra. Claro, todos viemos de algum outro lugar em um ou outro ponto no jogo da vida, pois a Terra não é assim tão velha — tem apenas uns cinco bilhões de anos — e o Espírito é eterno, sempre existiu e sempre existirá, antes de qualquer manifestação material do cosmos. Vocês sempre foram e sempre serão. O Espírito não morre e qualquer outra compreensão é apenas uma ilusão. Mas Thoth se considera daqui porque foi aqui que ele deu este primeiro passo que o conduziu de volta à imortalidade (um ascensionado). 

Drunvalo Melkisedek, sobre Thoth.

A história das Tábuas de Esmeralda traduzida nas páginas seguintes é estranha e além da crença dos cientistas modernos. Sua antiguidade é estupenda, pois que datam aproximadamente (um cálculo conservador) de cerca de 34.000 anos a.C. O escriba do conhecimento/sabedoria contido nas Tábuas de Esmeralda foi Thoth, um Rei-sacerdote, um alto iniciado em ocultismo e sabedoria espiritual, um atlante que fundou uma colônia no antigo Egito, uma tarefa que lhe foi outorgada pela Irmandade da Luz, um pouco antes do afundamento final da terra mãe, a lendária ilha de ATLÂNTIDA.

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As Tábuas de Esmeralda consistem de doze estelas (placas) de cor verde-esmeralda, formadas a partir de uma substância criada por transmutação alquímica. São imperecíveis, indestrutíveis e resistentes a todos os elementos e substâncias. Com efeito, a estrutura atômica e celular é fixa, nenhuma mudança aconteceu desde que elas foram criadas e nelas gravado o ensinamento sagrado. Sobre elas estão gravados caracteres na antiga língua atlante: caracteres que respondem às ondas de pensamento em harmonia, sintonia, liberando o conhecimento da vibração mental associado na mente do leitor.

Ele teria sido o construtor da Grande Pirâmide de Gizé, erroneamente ( e intencionalmente) atribuída pelos arqueólogos e eruditos do establishment científico ao faraó Queóps, como uma simples tumba para abrigar seu corpo ! Nela incorporou seu conhecimento da sabedoria antiga, geometria sagrada e também registros secretos sobre a história da Terra, do sistema solar e da Galáxia, de forma segura assim como de vários instrumentos tecnológicos da antiga Atlântida. 

Por cerca de 16.000 anos, ele governou a raça antiga do Egito. Naquela época, a antiga raça bárbara entre as quais ele e seus seguidores tinham se estabelecido, no delta do rio Nilo, vindo desde Atlântida, havia sido elevada a um alto grau de civilização. Thoth já era então um imortal, ou seja, ele havia vencido a morte, passando “para o outro lado do véu” apenas quando ele quisesse e até então não através da morte de seu corpo, que foi elevado. Sua vasta sabedoria o fez governador sobre as suas diversas colônias Atlantes, inclusive as das Américas do Sul e Central onde esteve em vários momentos. 

Quando chegou o momento para ele sair do Egito, desobstruiu o acesso a Grande Pirâmide e sobre a entrada para as grandes salas dos Salões de Amenti, colocou nelas os seus discos e registros e designou os guardas para manterem os seus segredos, e que saíram de entre os indivíduos iniciados mais elevados do seu povo. Muito tempo mais tarde, os descendentes desses guardas foram se tornando os sacerdotes da pirâmide, por quem Thoth foi endeusado (à medida que o esquecimento das coisas sagradas caiu sobre a humanidade, que se embrutecia na matéria cada vez mais) como o deus da sabedoria, o escriba sagrado, o criador do sistema de escrita dos hieróglifos por aqueles que se seguiram após a sua “morte”, já na idade das trevas que se instalou no planeta.

Na lenda, os salões de Amenti, se tornaram o submundo, o Salão dos Deuses, onde a alma humana após a morte do corpo passa para ser julgada. Tudo em consequência da passagem do tempo e do lento mas constante esquecimento da própria sabedoria deixada por Thoth.

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Os subterrâneos (já descobertos, mas não revelados ao público) embaixo da Esfinge, que conduzem aos salões embaixo da Grande Pirâmide, o AMENTI…

Durante séculos depois, a alma de Thoth passou nova e sucessivamente em corpos humanos, da forma descrita nas Tábuas de Esmeralda. Como tal, ele retornou mais três vezes, e em sua última passagem pela Terra passou a ser conhecido como Hermes Trismegistus, o três vezes-nascido (ou Três Vezes Grande). Nesta última manifestação, ele então deixou os escritos sagrados conhecidos pelos ocultistas como as Tábuas de Esmeralda, uma exposição tardia e muito menor dos antigos e ocultos mistérios. 

As Tábuas de Esmeralda traduzidas neste trabalho são dez que foram deixadas na Grande Pirâmide em custódia dos sacerdotes da pirâmide. As dez são divididas em treze partes por razões de conveniência (e porque o número treze oculta uma grande verdade, para quem tem olhos para “ver”). As duas últimas são tão grandes e de longo alcance em sua importância que atualmente ainda são proibidas a liberação do seu conteúdo para o público em geral. 

No entanto, nas Tábuas que agora serão traduzidas e apresentadas estão contidos segredos que irão revelar um valor inestimável para o DEDICADO, HONESTO E SÉRIO estudante de ocultismo em busca da verdade. Para os ignorantes, idólatras, curiosos, blasfemos, os néscios, o seu significado permanecerá incompreensível. 

Elas devem ser lidas, não uma, mas dez, vinte, quarenta, cem vezes, pois só assim o verdadeiro significado pode ser aos poucos revelado ao “buscador incansável”. Uma leitura casual daqueles estudantes preguiçosos e que leem somente com o intelecto  dará apenas vislumbres de sua beleza e sabedoria, mas um estudo mais intensivo do conteúdo das mesmas abrirá caminhos de sabedoria para o estudante realmente sincero e honesto em sua busca pelo autoconhecimento. 

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As grandes pirâmides do antigo Egito

Mas agora uma palavra sobre a forma como estes segredos poderosos vieram a ser revelados ao homem moderno após estarem escondidos por tanto tempo. Em torno dos anos de 1.300 a.C., o Egito, a antiga terra de Khem, estava em tumulto e muitas delegações de sacerdotes iniciados nos segredos do ocultismo e da sabedoria espiritual foram enviados para outras partes do mundo.

 { n.T. Eram os tempos da 18ª dinastia, do Faraó AKHENATON e sua reforma religiosa de culto monoteísta a ATON, o que deixou o clero politeísta sem sabedoria e meramente dogmático e doutrinário, os adoradores de Amon-Zeus-Júpiter – como as religiões atuais – tomado de fúria contra o Faraó. Registros dessa migração de homens conscientes podem ser encontrados até mesmo em CAVERNAS NO INTERIOR DO GRANDE CANYON, no Rio Colorado, no Arizona-EUA. Ver mais informações a respeito no Link: http://thoth3126.com.br/grand-canyon-misterios-de-uma-imensa-caverna-revelados/ 

Entre estes estavam alguns dos sacerdotes da Pirâmide (da Grande Fraternidade Branca) que levavam consigo as Tábuas de Esmeralda com os seus preciosos ensinamentos como um talismã pelos quais eles poderiam exercer autoridade sobre os menos avançados  sacerdotes xamãs de outras raças (principalmente a raça vermelha, oriunda de Atlântida, e que havia degenerado e que são os povos indígenas, os povos nativos [com um “sinal” na FACE, são IMBERBES] das Américas, OS FILHOS DE CAIM…) descendentes de outras colônias da Atlântida.

As Tábuas de Esmeralda foram então estudadas e compreendidas a partir das lendas e para dar a autoridade e a sabedoria de Thoth aos seus portadores onde quer que eles estivessem sobre os povos primitivos que eles contatavam. 

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Um testemunho deCONTATO ENTRE AS DUAS CIVILIZAÇÕES, a Maia e o Egito da 18º dinastia pode ser acessado noLINK 

O grupo especial de sacerdotes, levando as Tábuas emigraram para a América do Sul, central e Norte, vindos do Egito, onde encontraram uma raça florescente, os Maias, que ainda se lembravam e conservavam muito da antiga sabedoria. Entre este povo, os sacerdotes do Egito se assentaram e permaneceram.

No século X, os maias já tinham se estabelecido completamente na península do Yucatán, hoje parte do México, e na Guatemala, e as Tábuas foram colocadas debaixo do altar de um dos grandes templos (Pirâmide) do deus do sol em Teotihuacan. Após a conquista dos maias pelos espanhóis, as cidades foram abandonadas e os tesouros dos templos (e a sabedoria) foram novamente esquecidos. 

Deve ser entendido que a Grande Pirâmide do Egito sempre foi e ainda é (também) um templo de iniciação nos Mistérios e na Sabedoria oculta. Jesus, Salomão, Apolônio de Tiana e muitos outros grandes Hierofantes, vindo até mesmo da distante ÍNDIA e Tibete (e mesmo do BRASIL) lá foram iniciados nesses mistérios.

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As pirâmides construídas em Teotihuacan no México 

O escritor e tradutor (para o inglês, um misterioso “Dr Doreal”) dos caracteres atlantes gravados nessas estelas (que tem uma conexão com a Grande Loja Branca-FRATERNIDADE BRANCA, que também funciona por meio do sacerdócio da pirâmide) foi encarregado de recuperar e retornar à Grande Pirâmide no Egito as Tábuas originais e antigas.

Este feito, depois de aventuras que não precisam ser detalhadas aqui, foi realizado. Antes de devolvê-las, ele recebeu a permissão para traduzir e conservar uma cópia da sabedoria gravada nas Tábuas. Isso foi feito em 1925 e só agora a permissão foi dada para a parte a ser revelada de vir à público.

{Excerto do post: Pirâmides no Egito, a história perdida e secreta dos subterrâneos em Gizé: Jâmblico, um representante sírio do século IV da Escola Alexandrina de estudos místicos e filosóficos, registrou esta informação sobre uma entrada secreta através do corpo da Esfinge na Grande Pirâmide de Gizé: 

Essa entrada, obstruída em nossos dias por areia e entulho, ainda pode ser traçada entre as patas dianteiras do colosso com corpo de leão e cabeça humana deitado sobre as areias. Antigamente, a entrada era operada apenas pelos Magos (da Grande Fraternidade Branca). Foi guardado por respeito público, e uma espécie de medo religioso manteve sua inviolabilidade melhor do que qualquer proteção armada teria feito. Na barriga da Esfinge foram cortadas galerias que levam para a parte subterrânea da Grande Pirâmide. Estas galerias eram muito decoradas e totalmente atravessada ao longo de seu curso para a pirâmide que, estabelecendo a passagem sem um guia ao longo desta rede, fácil e, inevitavelmente, se voltava ao ponto de partida.

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Um esquema com uma perspectiva aérea do enorme complexo do Planalto de Gizé, com as três pirâmides e a esfinge. 

Foi gravado em antigos selos cilíndricos sumérios que a morada dos segredos dos Anunnaki de Nibiru era, 

“Um lugar subterrâneo … entrava-se por um túnel, a entrada era escondida pela areia e pelo que chamavam de Huwana … seus dentes, como os dentes de um dragão, seu rosto o rosto de um leão“ (como a Esfinge)

… Nós descobrimos um caminho subterrâneo usado pelos antigos egípcios cerca de 5.000 anos atrás. Ele passa por baixo do viaduto que leva entre a segunda pirâmide e da Esfinge. Ele fornece um meio de se passar sob a calçada da Pirâmide de Quéops até a Pirâmide de Quéfren. A partir desta rota subterrânea, que desenterramos, surgiu uma série de eixos que levam a mais de 125 pés (38 metros) para baixo, com muitas salas espaçosas e câmaras laterais … Fim de citação }

Espera-se e sabe-se com certeza que muitos zombarão e tentarão desacreditar esses documentos sagrados de sabedoria. No entanto, o verdadeiro estudante vai ler entre as linhas e ganhar conhecimento. Se a Luz está em você, você irá compreender a Luz que está gravada nessas Tábuas, pois elas lhe responderão à sua busca sincera e honesta pelo conhecimento. 

Agora, uma palavra quanto ao aspecto material das Tábuas. Elas consistem de doze estelas (placas) de cor verde-esmeralda, formadas a partir de uma substância criada por transmutação alquímica. São imperecíveis, indestrutíveis e resistentes a todos os elementos e substâncias. Com efeito, a estrutura atômica e celular é fixa, nenhuma mudança aconteceu desde que elas foram criadas e nelas gravado o ensinamento sagrado.

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O real e verdadeiro SER HUMANO é muito mais do que os nossos “olhos” veem todas as manhãs refletido no espelho.Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Sois deuses? João 10:34.

A este respeito, as Tábuas de Esmeralda transcendem o direito de ionização da matéria. Sobre elas estão gravados caracteres na antiga língua atlante: caracteres que respondem às ondas de pensamento em sintonia, liberando o conhecimento da vibração mental associada na mente do leitor. As Tábuas de Esmeralda estão presas juntas com aros de liga dourada suspensa de uma haste do mesmo material. A sabedoria contida nelas é os fundamentos dos mistérios antigos (Ocultismo), da Doutrina Secreta. 

“E para quem busca honesta e dedicadamente o crescimento espiritual e as lê com os olhos, coração e mente abertos, a sua sabedoria será aumentada em mais de uma centena de vezes”. 

LEIA. Acreditando ou não, entendendo ou não, mas LEIA. E as vibrações nelas contidas (o Poder do SOM, das palavras, do pensamento, da sabedoria antiga, da Doutrina Secreta) irão despertar uma resposta na tua alma. O tempo que AINDA RESTA é muito exíguo. Em breve elas serão publicadas como postagens no blog. (Publicado em Julho 2015)

dição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Os Templários


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 História – (4)

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os-templarios-michel-lamyOS TEMPLÁRIOS, ESSES GRANDES GUERREIROS DE MANTOS BRANCOS COM CRUZES VERMELHAS 

Os seus costumes, os seus ritos, os seus segredos:

Digam o que disserem determinados historiadores encastelados em sua erudição acadêmica, a criação da Ordem dos Cavaleiros Templários continua envolta em inúmeros mistérios; e o mesmo acontece com a realidade profunda da sua missão, não a que se tornou pública, mas a missão oculta. Inúmeros locais ocupados e ou de propriedade dos cavaleiros  Templários apresentam particularidades estranhas.

Atribuíram-se aos monges-soldados crenças heréticas, cultos curiosos e às suas construções, principalmente a Catedral de Chartres, significados e até poderes fantásticos. A seu respeito, fala-se de gigantescos tesouros escondidos (sendo o maior deles o CONHECIMENTO), de segredos ciosamente preservados e de muitas outras coisas.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

OS TEMPLÁRIOS, ESSES GRANDES SENHORES DE MANTOS BRANCOS – OS SEUS  COSTUMES, OS SEUS RITOS, OS SEUS SEGREDOS.

Mais informações sobre os Templários: http://thoth3126.com.br/category/templarios/

Segunda Parte – O Templo, Potência Econômica e Política – Os Mistérios da Sua Riqueza 

01 – OS BENS DO TEMPLO – ASSEGURAR A LOGÍSTICA

Uma vez aprovada a Ordem e permitindo-lhe a sua regra assumir o seu papel duplo, religioso e militar, poderíamos considerar que estava adquirido o enquadramento jurídico favorável ao seu desenvolvimento. Condição necessária mas não suficiente porque os Templários tinham necessidade de uma logística poderosa. Precisavam, não só, de realizar recrutamentos importantes para formarem batalhões de monges-soldados na Terra Santa, mas também garantir a manutenção desses exércitos em operações.

Era necessário fornecer-lhes alimentação, armas, vestuário, equipamentos, armas, cavalos, etc. As necessidades em breve iriam tornar-se colossais. Imaginamos mal, hoje em dia, como os Templários conseguiram fazer-lhes frente. Por vezes, houve que manter até quinze mil «lanças» na Palestina e uma lança significa um cavaleiro com o seu séquito completo: escudeiro, sargento de armas. Essas quinze mil lanças representam, na verdade, entre sessenta e cem mil homens. A isso há que acrescentar a intendência: todos os irmãos conversos encarregados dos abastecimentos, manutenção, reparações e alojamentos.

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Pensemos que, a fim de ter sempre à disposição uma montada fresca, cada cavaleiro possuía três cavalos enquanto mais dois eram atribuídos a cada um dos seus sargentos. Em redor desta tropa gravitavam também os capelães do Templo e os operários encarregados das construções e da sua manutenção. Não esqueçamos que os Templários construíram e defenderam imensas fortalezas na Palestina e que asseguraram também a guarda de inúmeras praças-fortes em Espanha. Logo, era absolutamente necessário garantir as retaguardas da Ordem e financiar o esforço de guerra a partir do Ocidente.

Depender de uma corrente contínua de donativos teria sido muito arriscado e, de qualquer modo, insuficiente. Essas dádivas eram perfeitamente necessárias, mas, a utilização dos seus produtos devia ser racionalizada e maximizada. Convinha, é claro, provocar um verdadeiro ímpeto de simpatia e de generosidade para com o Templo e torná-lo o mais duradouro possível. Depois, seria necessário gerir por forma a multiplicar a eficácia do financiamento.

O PEDITÓRIO
No que se refere à primeira fase, a propaganda organizada por São Bernardo viria a revelar-se eficaz: os que se não alistassem nas fileiras da Ordem sentir-se-iam amiúde obrigados a doar para participarem nesse ímpeto. A verdadeira «digressão» que Hugues de Payns e os seus companheiros fizeram depois do concílio de Troyes permitiu acionar o sistema. Tinha, é claro, o duplo objetivo do recrutamento e da coleta de dádivas. Hugues de Payns começou pelas regiões onde tinha a certeza de ser bem recebido: a Champagne, em primeiro lugar, como é lógico, e, em seguida, Anjou e o Maine. Conhecia bem Foulques V de Anjou, que participara na primeira cruzada e mantinha uma centena de homens de armas na Terra Santa. Já estava conquistado para a causa dos Templários.

O que é mais, Hugues de Payns fora encarregado, junto dele, de uma missão muito agradável, dado que era portador de uma carta de Balduíno, rei de Jerusalém. Este, que não tinha herdeiro homem, desejava ver Foulques casar com a sua filha, Mélisande, e suceder-lhe no trono de Jerusalém. Foulques aceitou e ajudou a facilitar a digressão de Hugues de Payns junto dos seus vassalos. Hugues continuou o seu périplo passando pelo Poitou e pela Normandia.

Aí, encontrou o rei Henrique I de Inglaterra que o aconselhou a transpor o Canal da Mancha. O primeiro Mestre da Ordem, com a recomendação no bolso, dirigiu-se então à Grã-Bretanha e chegou, inclusive, à Escócia. Foi bem recebido em toda a parte e acumulou dádivas e presentes diversos. O ouro e prata recolhidos foram rapidamente expedidos para Jerusalém, enquanto Hugues continuava a sua digressão, passando pela região de Flandres, para a concluir no seu ponto de partida: a Champagne.

Nesse momento, uma pequena hoste já se formara em seu redor, ao longo das etapas, pronta para embarcar para o Oriente. Durante esse tempo, os seus companheiros da primeira hora não tinham ficado inativos. Também eles haviam recrutado, tendo-se cada um deslocado ao local onde tinha a certeza de ser melhor recebido: Godefroy de Saint-Omer, em Flandres, Payen de Montdidier, no Beauvaisis e na Picardia, Hugues Rigaud, no Delfinado, na Provença e no Languedoque, outro fora a Espanha.

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Assim, em 1129, os habitantes dos vales do Ródano puderam ver passar uma tropa comandada por Hugues de Payns e Foulques de Anjou, com destino à Terra Santa. Em muito pouco tempo, o Mestre do Templo conseguira recrutar trezentos cavaleiros, sem contar os escudeiros e os sargentos que os acompanhavam. A digressão de propaganda fora um verdadeiro êxito e as dádivas começavam a afluir de todos os lados. Durante décadas, o movimento em prol do Templo não iria deixar de crescer. No Ocidente, já se criavam casas da Ordem, que tinham como dever não só assegurar a intendência, mas também, continuar a propaganda com o fito de atraírem novos recrutas e doações. Se olharmos bem, o progresso da Ordem do Templo parece fantástico, quase inexplicável na sua magnitude.

TUDO SE DOA
As primeiras doações foram, é claro, as dos primeiros Templários, dado que a sua regra os proibia de terem propriedade privada. Foi, portanto, o caso dos bens de Hugues de Payns, de Godefroy de Saint-Omer, em Ypres, na Flandres, dos de Payen de Montdidier, em Fontaines, etc. Mas houve também bens e direitos oferecidos por particulares: casas, terras, armas, objetos diversos, dinheiro, roupas, «taxas»… Havia até quem doasse a sua própria pessoa à Ordem do Templo em troca de uma vantagem espiritual. Bernard Sesmon de Bézu foi um curioso exemplo disso.

Ele doou a sua própria pessoa a fim de que os Templários o ajudassem a salvar a sua alma e o acolhessem na sua Ordem quando a sua morte estivesse próxima, fazendo-o assim participar in extremis no seu empenho e nos benefícios celestes que daí pudessem resultar. Precisava: “E se a morte viesse surpreender-me enquanto estou ocupado no século, que os irmãos me recebam e que, num local oportuno, inumem o meu corpo e me façam participar das suas graças e benefícios.” Em contrapartida, fazia dos Templários seus herdeiros. Além destes aspectos testamentários, viu-se também pessoas venderem os seus bens à Ordem em renda vitalícia.

Outros cediam direitos diversos ou locais particulares, como a levada de um riacho para que os Templários pudessem construir lá um moinho. Quanto a Roger de Béziers, foi muito generoso. Doou: “[…] o seu domínio chamado Champagne, situado no condado de Razès, nas margens do rio Aude, que o divide ao meio […] com todos os seus habitantes, homens, mulheres e crianças, as suas casas, foros, usufrutos, as suas terras isentas de foros e terras aráveis, os seus prados, pastagens, terrenos baldios, as suas culturas e terrenos incultos, as suas águas e aquedutos, com todos os moinhos e direitos de moinho, as pescarias com entradas e saídas.”

Isto sem contrapartida alguma, visto que afirmava: “Os irmãos do Templo não me deverão, sobre o seu domínio, nem rendimentos, nem vínculos pessoais, nem direito de portagem e de passagem.” Algumas dádivas foram nitidamente mais modestas, como a daquele camponês que se compromete a fornecer, todos os anos pela Páscoa, dez ovos à casa do Templo próxima do local onde habita. Os que doavam eram amiúde desinteressados ou esperavam do seu ato um benefício quanto à remissão dos seus pecados. Mas outros tratavam isto como negócios. As suas doações eram realizadas então contra determinadas liberalidades por parte da Ordem e, muitas vezes, a garantia de esta os proteger, a eles e aos seus interesses, garantia muito apreciável naqueles tempos de insegurança.

De qualquer modo, foi tudo muito depressa. Os bens multiplicaram-se rapidamente. Assim, a casa dos Templários de Douzens, no Aude, não recebeu menos de dezesseis doações importantes, em cinco anos. Na Flandres, o entusiasmo foi fulgurante: em alguns dias, foram instaladas quatro comendas, em Ypres, Cassel, Saint-Omer e Bas-Wameton. A partir daí, toda a região foi percorrida de imediato, o conde Guillaume Clito concedeu-lhes as sisas (impostos) das Flandres, isto é, os foros devidos por cada herdeiro quando entrava na posse do seu feudo. No Languedoque, fora organizada uma reunião pública na catedral de Toulouse para dar a conhecer a Ordem. O efeito imediato foi, é claro, um peditório substancial, mas seguiram-se-lhe inúmeras doações, tanto no Languedoque como no Roussillon.

iniciaçãotempláriaEsta região deu, aliás, um bom exemplo da extensão contínua da Ordem. Em 1130, os Templários receberam um imóvel em Perpignan. Transformaram o local em fortaleza, com uma igreja fortificada. Em 1136 e 1137, foram-lhes doadas casas, campinas, terras cultiváveis, vinhas e os homens que nelas trabalhavam. Aconteceu o mesmo em 1138 e 1140. Sabemos menos bem o que se passou nos anos seguintes mas, em 1149, Gaufred, conde de Roussillon, doou o Mas da Garrigue du Pont-Couvert-sur-Réart que foi transformado em recebedoria. Em 1157, os Templários viram transferidos para si diversos direitos. Em 1170, o conde Guinard doou-lhes o castelo do Mas-Pal, junto do qual criaram a aldeia de Bompas.

Em 1176, outras terras vieram juntar-se a todas estas propriedades. Em 1180, começaram a secar um conjunto de pântanos que haviam acabado de lhes serem doados. Dez anos mais tarde, os Templários tornaram-se proprietários de todos os terrenos planos situados a oeste de Perpignan. Em 1207, o rei de Aragão concedeu-lhes terras que tinha no Roussillon e, em 1208, o bispo de Elne atribuiu lhes a igreja da cidade com os seus rendimentos. Ocorreram novas doações de terras e de direitos em 1214, 1215 e 1217. Em 1237, na sequência de novas doações, a comendadoria geral do Roussillon foi instalada no Mas-Deu, entre Trouillas e Villemolagne. Isto mostra a regularidade das doações durante um século.

Na verdade, neste lapso de tempo, o Templo recebeu, nesta região, muitas outras terras mas não as citamos, dado que nem sempre conhecemos as datas precisas. O movimento de generosidade que se exerceu em prol da Ordem do Templo adquiriu proporções especialmente importantes na França. No entanto, outros países participaram nesta construção. Para esquematizar, poderíamos dizer toda a Europa. Mesmo assim, alguns foram mais longe do que outros. Isso foi especialmente verdade nos reinos da Península Ibérica. Logo em Maio de 1128, a Rainha D. Teresa, de Portugal, dera aos Templários o castelo de Soure, ponto de resistência aos sarracenos. Não esqueçamos que os árabes da dinastia dos Almorávidas ainda ocupavam, nessa época, metade da Península Ibérica.

Em 1130, a entrada de Raimundo III de Barcelona para a Ordem, trazendo com ele o castelo de Oranera, foi o ponto de partida de uma vaga de recrutamento, de doações de fortalezas e dinheiro. Quanto ao rei Afonso de Castela e Aragão, quis inclusive doar, por testamento, um terço do seu reino aos Templários. Elevaram-se protestos e o testamento acabou por ser anulado, mas a Ordem foi indenizada, apesar de tudo, com a atribuição das fortalezas de Curbin, Montjoye, Calamera, Monzon e Remolina. Por vezes, algumas praças-fortes só lhes foram atribuídas em troca de alguns esforços. Foi assim que D. Afonso de Portugal lhes concedeu a de Ceira e toda a região que a rodeava, com a condição de expulsarem os sarracenos que a ocupavam.

Eles fizeram-no e aproveitaram para fundar as cidades de Coimbra, Ega e Ródão. Perante o seu poderio crescente, as pequenas ordens militares que haviam sido fundadas em Castela e em Aragão, como a Ordem de Montreal, fundiram-se com a do Templo, trazendo consigo os seus bens. Assim, com bastante rapidez, a Ordem do Templo encontrou-se solidamente implantada na França, Espanha, Portugal, Inglaterra, Alemanha, Bélgica e, depois, na Armênia, Itália e em Chipre, sem esquecer a Terra Santa.

A ORGANIZAÇÃO DAS COMENDAS
Todas estas doações provocaram muitas invejas. Vimos que o testamento do rei de Aragão foi contestado; aqui e ali, alguns particulares consideraram-se lesados, inclusive algumas ordens religiosas protestaram porque, à medida que aumentava o entusiasmo em relação ao Templo, viam rarefazer-se as dádivas de que eram alvo. Por uma espécie de equilíbrio misterioso inerente à natureza humana, quantos mais amigos tinham os Templários mais suscitavam invejas e inimizades. Inúmeras vezes, os bispos e até a Santa Sé tiveram de intervir para dirimir litígios. Assim, no caso da capela de Obstal, os Templários tinham obtido que as esmolas dadas nesse local, durante os três dias das Rogações e os cinco seguintes, pertencessem à Ordem, beneficiando delas, durante o resto do ano, os cônegos de Saint-Martin d’Ypres.

Foi necessária a intervenção do arcebispo de Reims e dos bispos de Chartres, Soissons, Laon, Arras, Mons e Châlons e até mesmo uma confirmação pontifícia para tornar possível essa disposição. Fosse como fosse, a quantidade e diversidade destas ofertas em breve exigiu, dos Templários, uma aptidão muito especial para a gestão e a organização. Escolheram para célula de base do seu desenvolvimento as comendas. Na verdade, se a sua criação dependeu, na maior parte das vezes, do acaso e se realizou em função das oportunidades, o seu desenvolvimento correspondeu a critérios racionais. A organização dessas comendas ocidentais foi, em todos os aspectos, notável. Elas reuniram, segundo as regiões, culturas, prados, vinhas, fontes, ribeiros, lagos, construções diversas, rendas, direitos.

templarios-divisa-nonnobisdomineSempre que lhes foi possível, os Templários procuraram realizar uma cobertura eficaz das regiões onde estavam bem implantados. Procuraram também colocar a mão em determinados locais famosos por terem albergado cultos antigos e que se julgava possuírem poderes especiais. Tão frequentemente quanto podiam, dado que tinham os pés perfeitamente assentes em terra, tentaram também garantir rendimentos regulares, em substituição dos aleatórios. Sempre que lhes foi possível, converteram os direitos e percentagens que haviam recebido em taxas fixas. É verdade que, cada dia, a manutenção do seu exército do Oriente lhes custava extremamente caro e devia ser assegurada, a qualquer preço.

Foi também por isso que criaram, um pouco por todo o lado, silos de armazenamento, comprando e armazenando cereais nos anos de grande produção e revendendo-os, mais caro, certamente, mas a um preço que continuava a ser bastante razoável, quando a colheita era má. Resultado: benefícios confortáveis para a Ordem, mas também uma ausência total de fome nas regiões em que estava implantada – e isso durante os dois séculos da sua existência. Para racionalizar a exploração das suas terras e direitos e maximizar o rendimento deles, o Templo não podia satisfazer-se com as doações que lhe eram feitas. Gerir terras dispersas não teria sido muito prático nem muito econômico. A Ordem inventou, portanto, a reconstrução.

Completou as suas propriedades mediante uma política de compras e permutas, procurando formar conjuntos coerentes para a exploração. Se havia direitos detidos por terceiros sobre as terras ou os bens que lhes haviam sido concedidos, tentava sempre comprar esses direitos, de modo a possuir um máximo de bens livres de quaisquer encargos. Quanto às terras mais isoladas ou menos interessantes que não se integravam no seio de uma exploração racional, não hesitava em livrar-se delas, quer trocando-as, quer cedendo a sua gestão. O objetivo era sempre, numa primeira fase, permitir à comendadoria viver em auto-subsistência e, em seguida, libertar o máximo de excedentes possível de modo a financiar o esforço de guerra no Oriente.

O poderio da Ordem inquietava várias personalidades e não era raro tentarem dissuadir as pessoas de doarem os seus bens ao Templo. Os monges-soldados não hesitavam, para atingirem os seus fins, em recorrer à artimanha. Utilizavam intermediários, verdadeiros testas de ferro, para comprarem os bens que cobiçavam que, em seguida, lhes eram revendidos. Na verdade, os Templários não eram os únicos que praticavam uma verdadeira política fundiária. Os seus amigos cistercienses eram um bocado parecidos com eles nessa matéria, mas procediam de forma menos sistemática. Desde o início que os Templários haviam tido consciência da importância das trocas comerciais para o desenvolvimento econômico.

A utilização destes termos pode parecer curiosa porque pertencem a um vocabulário moderno. No entanto, apesar das diferenças de épocas, são adequados, na medida em que a Ordem do Templo se comportou exatamente do mesmo modo que as multinacionais atuais. O recrutamento fora rápido, mas todos quantos se desejavam alistar nem sempre eram talhados para se converterem em soldados de elite. Havia, entre eles, burgueses e camponeses que raramente eram feitos cavaleiros e, depois, havia também que «reciclar» os feridos que já não mais podiam combater. Na maior parte das vezes, eram adstritos às comendas ocidentais onde se utilizavam, da melhor forma, os conhecimentos e competências de cada um deles. Encarregaram-se das plantações, da preparação dos solos férteis, do comércio. Havia poucos homens de armas nessas comendas, na maior parte das vezes, dois ou três cavaleiros e alguns sargentos, encarregados sobretudo do policiamento, isto é, da proteção das casas do Templo e das rotas utilizadas para o seu comércio.

Para além do Mestre e de alguns cavaleiros, a comendadoria abrigava geralmente um esmoler, um enfermeiro, um ecônomo, um recebedor dos direitos devidos ao Templo, alguns artesãos «irmãos de mestres», dirigidos por um «alveitar», um irmão responsável pela venda dos produtos, um capelão e um clérigo mais especialmente encarregado do correio e do equivalente aos atos notariais atuais. Juntavam-se-lhes criados e artesãos laicos que constituíam a «mesnada», a «gens» do Templo. Esta criadagem era bastante numerosa. Assim, em Baugy, no Calvados, compreendia um pastor, um vaqueiro, um porqueiro, um guardador dos frangos, um encarregado das florestas, dois porteiros e seis operários. É claro que a composição destes grupos dependia das explorações e da importância das terras possuídas porque, muitas vezes, os Templários tinham para gerir superfícies tão grandes como meia província, com quintas disseminadas, vilas fortificadas, múltiplas capelas para guarnecer, etc.

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Na administração dos bens da Ordem, o ecônomo ou recebedor podia ser secundado por um tenente ou por um celeireiro. Os Templários sabiam empregar métodos racionais, mas isso não os impedia de se mostrarem pragmáticos e de se adaptarem aos hábitos locais. Isso era tanto mais necessário quanto empregavam uma mão-de-obra radicada no local: vilões ou servos. Estes últimos pertenciam-lhes muitas vezes, em consequência de doações ou heranças. Se alguns desses servos foram alforriados pelos Templários, tal não se deveu a razões humanitárias. Com efeito, os irmãos da Ordem possuíram inclusive escravos sem terem problemas de consciência. Acontecia comprarem-nos e venderem-nos. Tratava-se, geralmente, de prisioneiros mouros.

Em Aragão, cada comendadoria utilizava, em média, duas dezenas de escravos. Com efeito, os Templários submetiam-se às regras da região, sabendo muito bem que uma política demasiado liberal de alforria, por exemplo, poderia afastar deles uma nobreza que não teria desejado segui-los nesse campo e teria receado a expansão dessas medidas. Só utilizavam, portanto, os vilões naqueles locais onde isso não levantava qualquer problema mas, quando as condições se prestavam a tal, não hesitavam em alforriar os seus servos, porque se tinham dado conta de que os homens livres produziam nitidamente mais do que os outros. Amiúde, ensinavam aos seus camponeses novos métodos de exploração e, não querendo perder esse investimento em formação, como diriam os economistas modernos, obrigavam-nos por vezes a assinar contratos que os obrigavam a investir na exploração mediante obras de benfeitoria.

A partir de então, o vilão não se sentia tentado a ir-se embora, dado que pretendia recuperar os frutos dos seus esforços. Por este meio, o Templo estabilizava o seu pessoal e, ao mesmo tempo, organizava um sistema de investimento permanente que foi uma fonte importante de progresso para a agricultura europeia da época. Aos camponeses menos afortunados confiavam terras por arrendamento ou locação. Por vezes, nas regiões insuficientemente povoadas, deparavam-se-lhes dificuldades para assegurar a exploração das propriedades. Então, tinham de atrair cultivadores oferecendo-lhes vantagens especiais. Isso foi particularmente verdade na Península Ibérica, em relação às terras tomadas aos árabes. Chegaram mesmo a recorrer a muçulmanos para cultivarem e valorizarem as suas propriedades, mediante determinadas condições de submissão.

Assim, em Villastar, na fronteira do reino de Valência, pediram aos sarracenos expulsos pela reconquista cristã que regressassem. Para tal, em 1267, concederam-lhes um foral em que lhes garantiam o direito de praticarem o seu culto, os isentavam de rendas e foros (impostos) durante um determinado período de tempo, exigiam deles uma estrita neutralidade militar e pediam-lhes que jurassem fidelidade à Ordem do Templo. Que exemplo de política realista numa época que julgamos, por vezes, integralmente submetida a um ideal religioso! As comendas foram, realmente, centros de produção importantes e exemplos recolhidos no Sul e no Norte de França mostram-no bem.

Em Richerenches, na Provence, a generosidade de numerosas famílias da região permitira aos Templários possuírem um imenso domínio. Várias centenas de pessoas foram contratadas para desmatar o solo, secar as zonas pantanosas. Depois, criaram-se, nessas terras, milhares de cavalos e carneiros que viviam quase livres em imensas superfícies rodeadas por muros de pedras. A lã dos carneiros permitia a confecção de roupas que, depois, eram exportadas. As peles serviam para fabricar sacos, proteções, arreios. A carne dos carneiros era salgada ou defumada para ser conservada e enviada, nomeadamente, para a Terra Santa. A própria comendadoria estava instalada num quadrilátero com 74 m a norte, 81 m a sul, 58 m a leste e 55 m a oeste, rodeada por muralhas e torres. No interior, para além da comendadoria propriamente dita, encontravam-se uma capela e as oficinas onde se desenvolvia um artesanato que não tinha como única finalidade a satisfação das necessidades locais.

Os Templários de Richerenches tinham arranjado também os ribeiros e lagos próximos, o que lhes havia permitido ampliarem as suas pastagens e entregarem-se à piscicultura. Apreciadores de peixes e, muitas vezes, também da boa mesa, estes monges-soldados deixaram-nos até receitas de cozinha. É o caso desta, conservada numa crônica: “Uma bela solha de cinco a seis libras, esvaziada das entranhas, abundantemente lavada em água envinagrada, é recheada com tomilho, salva, louro, trufas e azeite. Cozinhada em forno muito quente durante uma hora, arrefecida no parapeito da janela e envolvida em gelatina, é cortada em fatias, como um patê…”

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A COMENDA, POTÊNCIA ECONÔMICA E COMERCIAL
Já vimos que, para além da exploração agrícola, os Templários se faziam pagar pelos serviços, como os moinhos que afetavam e cuja utilização estava sujeita a foros. Era, aliás, um dos pecadilhos dos seus amigos cistercienses cujos mosteiros borguinhões, no século XIII, possuíam cada um, em média, uma dezena de moinhos. Azenhas (moinhos movidos pela força da água de um riacho), na maior parte dos casos, mas também moinhos de vento, serviam, é claro, para a moagem de cereais, o esmagamento das azeitonas e do miolo das nozes para a extração de óleo, mas também para tarefas artesanais e semi-industriais como o pisoar dos tecidos de lã. Por vezes, os Templários associavam tanarias aos seus moinhos ou aproveitavam-nos para criarem verdadeiras redes de irrigação.

Os outros agricultores podiam beneficiar-se delas, a troco de foros. Os Templários possuíam também fornos, mas é preciso notar que os direitos que obrigavam a pagar pela sua utilização eram geralmente menos elevados do que os dos outros proprietários, o que atraía para eles uma clientela fiel e lhes valia algumas inimizades entre os concorrentes. Os Templários recebiam ainda outros direitos. Para além dos dízimos, que já referimos, retiravam rendimentos das casas que arrendavam, bem como de lojas. Detinham, por vezes, os direitos sobre o conjunto das vendas nas feiras, nomeadamente em Provins, como lembra Bruno Lafille: “Não se vende, em Provins, nenhum novelo de lã, nenhuma meada de fio, nenhum colchão de penas, almofada, veículo ou roda sem que os Templários recolham um imposto sobre o preço de venda.”

Com efeito, o conde Henrique cedera-lhes, contra dez marcos e meio de prata, o imposto de lugar recebido quando das feiras. Em 1214, adquiriram também o imposto de lugar sobre os animais destinados ao matadouro. Recebiam, por fim, um direito sobre a pesagem das leis. A pedra de peso que servia de padrão de pesagem na cidade de Provins foi-lhes confiada e montaram dois estabelecimentos de pesagem: um, em Sainte-Croix, na cidade baixa, e outro em La Madeleine, na cidade alta. É difícil imaginar a riqueza que tudo isso representava na época. Em 1307, quando foi feito o inventário da casa dos Templários de Baugy, que era apenas um estabelecimento muito secundário e modesto, encontraram-se nada menos que: 14 vacas, 5 vacas leiteiras, 1 bezerro, 7 vitelas, 200 bois adultos, 100 carneiros, 180 ovelhas e cordeiros, 98 porcos e marrãs, 8 jumentos, 8 potros de mais de um ano, 4 potros de leite, 6 cavalos, tonéis de vinho e cerveja, silos cheios de trigo, frumento, aveia, celeiros cheios de feno e erva, três belas charruas e inúmeras alfaias para arar.

A riqueza agrícola das comendas devia-se, em grande parte, às extraordinárias qualidades de gestores dos Templários. Punha-os à frente daquilo a que poderíamos chamar um verdadeiro império financeiro, tanto mais que souberam também ser banqueiros, como veremos mais à frente. Mas utilizaram também a sua experiência para fazer progredir as técnicas da época. Nomeadamente, melhoraram as técnicas de armazenamento de grãos em silos, o que permitiu evitar, durante a existência da Ordem, todas as fomes. Estas reapareceram depois da extinção do Templo.

Em todo o caso, esta riqueza, legítima aos olhos de alguns, gerou todas as lendas escritas e faladas de tesouros escondidos nos locais das antigas comendas do Templo. É certo que só se empresta aos ricos, mas não esqueçamos que uma grande parte dessa riqueza era investida e que os excedentes serviam essencialmente para financiar o esforço de guerra no Oriente. Mesmo assim, todos têm o direito de sonhar ao descobrir esses subterrâneos de que as comendas eram, amiúde, dotadas. Louis Charpentier pensa que a sua entrada pode ser detectada em lugares, que, geralmente, têm nomes como Épine, Épinay, Pinay, Épinac, Belle-Épine, Courbe, Épine, etc.

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Esses subterrâneos são, muitas vezes, difíceis de se encontrar, hoje em dia. Em parte soterrados ou inundados, o solo revolto nem sempre permite encontrar os seus vestígios. Mesmo assim, conseguiu-se desenterrar alguns, como em Dormelle, no Seine-et-Marne. Encontrou-se lá uma bela galeria com abóbada de berço, suficientemente grande para que três cavaleiros pudessem cavalgar nela, lado a lado. Dirigia-se para a comenda de Paley, situada a nove quilômetros. E por certo haverá outras mais sob o solo de França. Mas veremos um pouco mais à frente que, se os túneis subterrâneos existem mesmo e estão por vezes ligados a mistérios, não é apenas através das «épines» que podemos descobri-los, mas antes através de outras chaves, que são as de São Pedro.

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Usina Belo Monte, destruição na Amazônia (Pandora fica no Brasil…)


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Vítimas de uma guerra amazônica

Cacique pensando

A saga de João e Raimunda tem seu ápice em dois atos de uma guerra amazônica não reconhecida pelo Estado e pela maioria dos brasileiros. Ainda assim, ela está lá. Aqui. Essa história, decidida neste momento no Pará, na região de Altamira e da bacia de um dos rios mais ricos em biodiversidade da Amazônia (e do mundo), o Xingu, é contada por um homem e por uma mulher, apenas dois entre dezenas de milhares de expulsos pela hidrelétrica de Belo Monte, gente que hoje vaga por um território que não reconhece – e no qual não se reconhece.

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Expulsos pelas obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, Raimunda e João tornaram-se refugiados em seu próprio país

Eliane Brum, Altamira – Fonte:  http://brasil.elpais.com

Mas esta não é mais uma entre tantas narrativas dramáticas em um país assinalado pela violação sistemática dos direitos de negros e de indígenas e pela destruição da natureza na amazônia. Raimunda e João trazem inscritos no corpo uma encruzilhada histórica. A de um país que chegou ao presente, depois de tanto ser futuro, e se descobriu atolado no passado. O epílogo de um partido (o PT) que chegou ao poder com a promessa de dar dignidade aos mais pobres e aos mais desprotegidos e os traiu na porção mais distante do centro do poder político e econômico, a Amazônia.

Esta é também a anatomia de uma perversão: a de viver numa democracia formal, mas submetido a forças acima da Lei. O não reconhecimento da violência sofrida inflige a suas vítimas uma dor ainda maior, e uma sensação de irrealidade que as violenta uma segunda vez. É a experiência de viver não fora da lei, mas sem a proteção da lei que escava a existência de Raimunda e de João – e os faz escolher destinos diferentes diante da aniquilação.

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Raimunda Gomes da Silva e João Pereira da Silva. / LILO CLARETO

Raimunda decidiu viver, ainda que carregando seus pedaços. João não sabe como viver. Para ele, só há sentido na morte em sacrifício. Neste momento, João e Raimunda vivem esse impasse.

Enquanto isso, a Norte Energia espera apenas que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) dê a Licença de Operação da hidrelétrica, mesmo sem que a empresa tenha cumprido as medidas de redução e compensação do impacto ambiental, para começar a encher o lago de Belo Monte. O terceiro ato ainda é uma incerteza.

Ato 1: João perde a fala e trava as pernas para não matar

Segunda-feira, 23 de março de 2015. João Pereira da Silva estava diante do preposto da Norte Energia, a empresa que venceu o leilão de Belo Monte, uma hidrelétrica apresentada como uma das três maiores hidrelétricas do mundo. Ele esperava receber um valor justo pela sua casa, roça e demais benfeitorias, na ilha da qual estava sendo expulso pela barragem.

Em vez disso, impuseram-lhe o valor de 23 mil reais de indenização, insuficiente para comprar uma terra onde pudesse voltar a plantar, pescar e extrair os frutos da floresta para ganhar o sustento. João percebeu ali que estava condenado à miséria, aos 63 anos. E que, para ele, a Lei não valia. Desde os oito anos de idade ele peregrinara por vários Brasis em busca de uma terra sem dono, arrancando cada dia da força dos seus braços.

Depois de um percurso de faltas, João acreditou ter encontrado uma casa e uma existência sem fome na ilha do Xingu. E agora arrancavam-no também dali. João sentiu que era a vida que lhe roubavam, e que ele já não tinha mais juventude nem saúde para recomeçar. Para João, já não haveria uma última fronteira, a esperança de todos os brasileiros sem lugar. Acabavam de lhe tirar tudo, e também o sentido da existência humana. Para ele, o passado-presente-futuro fora reduzido a um tempo só, que se repetia.

João quis matar o homem na sua frente. Matar não como uma vingança, é preciso compreender. Matar como um sacrifício.

– Se eu fizesse um dano com um grande, um grande lá de dentro, talvez melhorasse para os outros. Eu sacrificava a minha vida, mas a dos outros melhorava. Se eu pudesse, eu passaria por dentro do maior chefe dessa firma, passaria por dentro umas duzentas vezes. E não tenho medo de dizer. Eu era muito satisfeito de fazer isso, mesmo que na mesma hora minha vida se acabasse.

João não conseguiu fazer o gesto. O desejo de matar não virou movimento. João descobriu ali que matar não era um ato possível para ele. As pernas travaram, a fala travou. João imobilizou-se por inteiro para não matar aquele que encarnava a obra que acabava de matá-lo. Sacrificou a si mesmo. Teve de ser carregado pela mulher, Raimunda, e por uma das filhas, para fora do escritório da Norte Energia.

 – Eu perdi… Chegou um ponto de eu perder a fala. Perdi tudo. Ficava só espumando. E o nervo travou tudo. Travar de não poder andar. Hoje eu ando um pouco, mas minhas pernas doem, e incham. Minha senhora, não é fácil, ter tanta raiva que trava o corpo.

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Desde então, João é um homem traumatizado. Não no sentido banal que a palavra “trauma” ganhou ao se popularizar, mas no sentido do “trauma” como aquilo que não é possível simbolizar, do buraco que não vira marca. Sem saber para onde ir nem onde está, João só consegue andar uns poucos passos e logo precisa sentar-se num banquinho. Quando sai, perde-se porque já não reconhece o território. João tornou-se um desterrado de tudo e também de si mesmo. Dias atrás um amigo ligou para Raimunda: “Seu João está sentado no meio do nada, debaixo do sol. Vai morrer ali”. Raimunda pediu a uma das sete filhas para resgatá-lo.

E se, em vez de paralisar, João tivesse conseguido falar naquele dia, o que teria dito?

– Muié, eu teria dito muita coisa. A primeira delas é que o país brasileiro não tem justiça.

João faz uma pausa antes de esclarecer:

– Muié, você tem que entender uma coisa. Não era falar, era fazer. Eu tenho nojo desse pessoal. Que Deus me perdoe, mas eu tenho nojo.

Sem palavra e sem ato, João é uma vítima de catástrofe. E torna-se vítima duas vezes, porque essa catástrofe não é reconhecida pelo seu país. Assim, João também torna-se um sem país, na abissal condição de sentir-se dentro e fora ao mesmo tempo, atingido por uma lei não escrita, ignorado pela lei que deveria inscrevê-lo na trama da cidadania. Para referir-se ao Brasil, a expressão mais frequente de João é “o país brasileiro”. Nessa escolha de linguagem, o Brasil é um corpo ao qual ele não pertence. E, assim, João é condenado como pária.

– Cheguei a dizer e digo. Digo pra Dilma, digo pra Deus, pro Satanás e para qualquer cão que aparecer, que a justiça do país brasileiro é dinheiro. Se Jesus bater aqui, nesse país, os altos empresários catam ele e compram ele. E, se ele se abestalhar, é vendido. Entendeu?

João repete a interrogação “entendeu” muitas vezes. Depois de escutá-lo por algum tempo percebe-se que não é uma bengala de linguagem, como se poderia supor, mas sua certeza de não ser compreendido.

Ato 2: Raimunda descobre que sua casa virou cinzas

Terça-feira, 1 de setembro de 2015. Raimunda Gomes da Silva, 56 anos, chamou um conhecido, comprou dez litros de gasolina para a viagem no rio e fez “um rancho e um frito” para comer no caminho de sua ilha, a Barriguda, no lugar batizado de Furo do Pau Rolado. Partiram às 5 horas da manhã. Um dia antes, na segunda-feira, haviam ligado da Norte Energia: “Dona Raimunda, quando nós podemos tirar os seus resíduos lá da ilha?”. “Resíduos” eram as posses de cozinha e de pesca de Raimunda. Ficou combinado que ela retiraria seus pertences na terça-feira cedo. Depois de duas horas e meia de rio, Raimunda alcançou a sua ilha.

Sua casa, feita de acapu, madeira resistente, ainda queimava.

“Quando eu vi minha casa queimada, me apagou, branqueou. Que mundo é esse que a gente vive?

– Você sabe que, pra te falar a verdade, amiga, eu desci do barco e não senti o solo. Eu não senti o chão no pé, porque aquilo me deu um branco. Ali, na hora, eu não sei o que senti. Porque, quando eu vi de longe, eu não achei que tinha… Quando nós chegamos lá, que eu vi minha casa queimada, eu desci, subi a barreira, sentei, e me apagou, branqueou, eu não sei. Não sei nem lhe falar o que eu sei, o que eu senti, não sei, porque eu não senti nada… Eu fiquei anestesiada do que vi. Porque, como que eles ligam pra eu tirar o que é meu e queimam a casa toda um dia antes? Fiquei parada, pensando na vida, só, viu. Que mundo é esse que a gente vive?

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A Norte Energia não considerava a casa de Raimunda uma casa. Disseram a ela que era um tapiri. Raimunda retrucou: “Na sua linguagem ela pode ser tudo isso aí. Mas, na minha, é a minha casa. E eu me sentia bem nela, viu?”. Quando encontrou a casa em cinzas, Raimunda sentou-se na beira do rio.

– Eu nunca imaginei que eles iam tocar fogo. Se eu for tocar fogo no escritório deles, fico presa pro resto da vida. Eles botam fogo na minha casa e não acontece nada. É a profecia do fim do mundo que o meu pai falava, a roda grande passando por dentro da pequena.

Raimunda fez uma Certidão de Ocorrência na Polícia Federal de Altamira. Relatou que, naquele momento, as demolições e “remoções” dos ribeirinhos estavam suspensas pelo IBAMA. A medida havia sido tomada depois que uma inspeção realizada em junho revelara uma série de violações de direitos humanos no processo de expulsão das famílias, em relatório assinado pelo Ministério Público Federal, instituições públicas, organizações não governamentais e acadêmicos do porte de Manuela Carneiro da Cunha (USP/UChicago), Mauro de Almeida (Unicamp) e Sônia Magalhães (UFPA). Mas, ainda assim, a casa de Raimunda queimava.

Ela concluiu:

– Eles têm certeza que podem fazer o que quiserem e nunca vão ser punidos.

E Raimunda, o que acha?

– Eu acho que eles tão certo. Eles têm certeza do que fazem. Talvez eu não tenha certeza do que digo. Mas eles sabem o que fazem.

A procuradora da República em Altamira, Thais Santi, comunicou ao IBAMA o descumprimento da ordem de suspensão das “remoções” e demolições no caso de Raimunda. “A violência dessa atitude de demolir e incendiar a casa dessa moradora é imensurável, pois simboliza a soberania do empreendedor, que mesmo diante de tantos pronunciamentos, das mais diversas instituições, retorna com a mesma postura. A empresa descumpre a determinação do IBAMA, com a certeza de que a consequência não advém. Talvez receba uma multa”, afirma a procuradora. “A empresa está blindada pelo Estado e tem a segurança de que, independentemente do que fizer, obterá a Licença de Operação.”

O Ministério Público Federal já entrou com 23 ações contra Belo Monte, por descumprimento das medidas obrigatórias de redução e compensação do impacto da obra sobre o meio ambiente, os povos tradicionais e a população rural e urbana. Nenhuma delas conseguiu fazer com que a lei fosse cumprida. Seis delas tiveram decisões favoráveis, que em seguida foram derrubadas pelo instrumento autoritário da Suspensão da Segurança, que autoriza a continuidade da obra em nome do “interesse nacional”. A Defensoria Pública da União acaba de entrar com uma ação no valor de R$ 3,5 bilhões contra Belo Monte, para compensar a violação de direitos dos atingidos pela barragem.

Nem o IBAMA nem a Norte Energia responderam aos pedidos de entrevista do EL PAÍS até o fechamento da reportagem.

Diante das cinzas da sua casa na sua ilha, Raimunda procurou seu pé de pinhão-pajé, plantado na frente da casa.

– Esse pinhão era meu amigo principal. Porque eu acreditava assim. Se eu chegasse de manhã cedo, e ele tivesse com as folhinhas moles, bem coladinhas, naquele dia eu não saía pro rio. Porque ele tava me dizendo algo, na linguagem dele. Tava buscando me proteger de alguma coisa. Mas, se ele tava todo arregaçadinho, eu já tava sabendo que tava tudo bem comigo.

Raimunda buscou seu “amigo principal”, mas ele já era um que não havia.

– Agora eu não tenho mais quem me guie.

Raimunda então canta diante das cinzas.

– É muito difícil você ver o que é seu ser queimado. A única maneira pra me expressar é cantando. Pra que a minhas plantas saibam que eu jamais queria que elas fossem queimadas, ou fossem lesionadas. Pra que elas sintam que eu tou aqui. Como elas não sabem falar, e eu não sei a linguagem das plantas, eu canto pra elas. Digo pra elas que o mundo não acaba aqui porque minha casa tá sendo queimada. O mundo ainda tá de pé. Enquanto Deus me der a vida, eu vou levar comigo isso, esperança e fé. Que um dia a Justiça seja verdadeira. Porque agora a Justiça é uma visagem, uma lenda. Dizem que existe, mas os pobres nunca a veem.

O Antes: O pai ensina Raimunda a caminhar sem fazer barulho

Raimunda desfila pelo corredor com suas sandálias havaianas. “Olha, caminho com qualquer calçado sem fazer nenhum barulho”, ela diz. Eu faço uma brincadeira que só uma branca que leu muitos contos de fadas é capaz de fazer: “Andar de princesa, né, dona Raimunda?”. Ela me chicoteia na hora: “Andar de quem passou a vida na casa dos outros”.

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Ilha do Xingu com a vegetação queimando para dar lugar à usina de Belo Monte.

O pai é a raiz de Raimunda. Ela vai repetindo seu ensinamento enquanto apresenta a dissolução do seu mundo, como se um pudesse costurar o rasgo do outro. Natalino Gomes era bisneto de escravos com muita dor no falar, e uma avó índia canela para apimentar o sangue africano com tropicalidades.

 – Meu bisavô passou a corrente para o meu avô, que passou para o meu pai, e assim sucessivamente. Nunca deixou de ser escravo, o meu pai, porque só sabia trabalhar pros outros. Não sabia mexer com esse negócio de dinheiro, nem sabia ler. Meu pai ensinou todos os filhos a não fazer barulho ao andar. Eu fui criada nessa cultura do sim senhor, não senhor. Mas, não, nunca me acostumei.

Talvez Raimunda tenha herdado o arrebatamento da mãe, Maria Francisca Gomes. Ela era mãe de santo do candomblé, desafiando o catolicismo do pai. A mãe era alegre, era livre, no dizer de Raimunda. Tão livre quanto a pobreza permite. Um livre de viver em outras realidades, para além das correntes. A mãe era também arretada, não deixava homem nenhum botar-lhe canga, nem mesmo o marido, muito menos o marido.

Quebradeira de coco de babaçu, partia para a lida com uma saia de meninos rodopiando ao seu redor. Raimunda carrega coco desde os cinco anos, quebra-os com o facão desde os sete. Guarda na mão as cicatrizes desse ofício que mutilou tantas crianças, amputando-lhes dedos e futuros. Mas isso foi antes de trotar para a casa dos outros, com passinhos de feltro, aos 10 anos de idade. Aprendeu a ler sozinha, juntando uma letra na outra para ver no que dava. Escola, não conheceu.

Raimunda avisa:

– Eu não levo recado, eu dou.

E então dá:

– A escravidão não acabou, ela só camuflou. A escravidão taí, nua e crua. Num outro modelo, mas tá. Porque ser escrava é isso. É não ter direitos. Olha o que aconteceu com a minha pessoa e com milhares de outros com essa Belo Monte? E cadê a Justiça? Taí, um monte de injustiças na cara da justiça. Então, sou escrava.

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Raimunda, no rio, com uma bandeira do Brasil na cabeça porque diz que o país também é dela. / LILO CLARETO

Em seguida, Raimunda acha que o recado ainda está curto e decide dá-lo todo:

– O negro sempre tá na segunda parte da história. Nunca na primeira. Ou na terceira, quem sabe? O primeiro lugar pro negro é muito difícil. É quase impossível.

Se as correntes encurtavam os passos silenciosos de Natalino, o pai de Raimunda, ainda assim ele sonhou. E foi pelo sonho, por essa esperança fininha que circula no corpo dos brasileiros que ainda hoje perambulam pelo mapa inteiro do país em busca de uma terra sem dono, que ele carregou a família para a Amazônia, no encalço de uma terra para quem nada tinha. Não conseguiu, e é por isso que Raimunda diz que o pai morreu escravo. Raimunda seguiu sendo babá, empregada doméstica, em casa alheia, também nas Amazônias do Pará.

Para ela, o pai legou uma série de dizeres, e também algumas profecias. Uma delas é esta, na qual Raimunda vai fazendo pontes entre o passado de escravidão e o presente de escravidão, entre o desterro de um continente ao outro e o desterro dentro do desterro.

– Meu pai dizia que um dia o mundo ia ser movido por um papel. E taí, é o dinheiro. Não foi isso o que aconteceu? Belo Monte chegou impondo, derrubando, passando por cima e jogando umas migalhas de papéis que são os dinheiros que eles dão. Não veem que acabaram com aquela pessoa por dentro quando lhe tiram a sua casa. Entendeu? Tiram tudo da pessoa e jogam uns papeizinhos, daí fica assim. Entendeu?

Como João, seu marido, Raimunda também usa esse “entendeu” para concluir as frases, fazendo da interrogação quase uma faca no pescoço do interlocutor. Mas a esse “entendeu” ela dá um outro sentido. Raimunda acredita que ainda pode ser compreendida.

E assim, continua.

 – Ninguém vive de dinheiro. Se perde no mato com uma sacola de dinheiro e vê o que o dinheiro vale: nada! Mas fica no mato sem uma sacola de dinheiro, perdido, que você consegue sobreviver. Você acha uma planta, você acha uma fruta, você bebe água. A mata lhe oferece tudo o que você precisa pra viver, pra sobreviver até alguém lhe encontrar. E você, com dinheiro, você morre com ele nas costas, não serve de nada.

Raimunda agarra-se ao chão que são as palavras do pai. Ela ali tem uma raiz que ninguém pode lhe arrancar. E como a catástrofe já estava prevista por aquele que arrastava as correntes, a sensação de que tudo está para além de qualquer controle é brutal, mas não a paralisa: “O papel (dinheiro) acabou com o mundo, como meu pai dizia. Ele sabia”. O pai também dizia: “Siga as trilhas”. Raimunda, como se verá mais adiante, sempre dá jeito de encontrar uma trilha.

O Antes: abandonado pelo pai, João ganha o trecho e vira barrageiro

João também nasceu no Maranhão, mas esta não é uma terra de pertencimento para ele. João não migrou, como Raimunda, ele tornou-se um indo. Seu pai foi acometido por uma febre mais forte do que a malária, e que dura muito mais. E às vezes também mata. A do ouro. “Bamburrar”, encontrar tanto ouro que a pobreza será só uma fotografia empoeirada no passado, é o que faz bater o coração de milhares de homens Brasil afora.

A cada “fofoca”, como se chama a descoberta de um novo veio de ouro, eles se lançam no território em barco, em ônibus, em pau de arara, em pés, com pouco mais do que a roupa do corpo e um sonho feroz. É a sua maneira de recusar-se a uma só sina, a da miséria, ou a de viver uma vida de aventuras e de consumição, uma vida, como um dia um garimpeiro me disse, de personagem de livro. Ao me dizer, esqueceu-se de que não sabia ler.

Como costuma acontecer no Brasil, em que os pobres são criminalizados toda vez que recusam seu destino e levantam a cabeça caçando horizonte, os garimpeiros são tratados como bandidos, enquanto as grandes mineradoras, as multinacionais, as que arrasam enormes porções de floresta e concentram o lucro, estas são purificadas pela palavra “negócio” ou “empreendimento” ou ainda “desenvolvimento”.

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A hidrelétrica de Belo Monte tem conclusão prevista para 2019 e deverá ser a terceira maior do mundo.

 

Essa metamorfose também acontece neste momento, quando Belo Sun, a mineradora canadense, tenta se instalar bem perto de Belo Monte para explorar imensa jazida de ouro, esmagando os garimpeiros artesanais que por lá vivem há décadas. Se conseguir, terminará de arrasar com o Xingu e com os povos tradicionais, que pertencem à floresta e a preservam para o Brasil e o mundo.

O pai de João era um destes homens febris, que abandonou a família e também esse filho pequeno para consumir-se em seu eldorado íntimo. Tinha terra no chão nordestino e até um pouco de gado, mas não era homem plantado. Embrenhou-se nos garimpos de Itaituba, no Pará, lá onde hoje cresce o cerco do governo para mais duas grandes hidrelétricas: São Luiz do Tapajós e Jatobá. Como a maioria dos garimpeiros, encontrou uma mulher nova, e possivelmente várias outras. As prostitutas chegam antes dos garimpeiros nas fofocas, ou pelo menos junto com eles.

Lá são chamadas de “mulher livre”, e os arranjos são variados. Podem ser mulher de um homem só em troca de uma quantidade previamente acertada de gramas de ouro, e cozinhar e lavar e namorar na “corrutela”, a vila que se forma no garimpo, como se esposa fossem. E às vezes se tornam. Quando o pai veio buscar o filho para levá-lo com ele ao garimpo, era tarde para um encontro que nunca houve. O pai tentou duas vezes, numa delas apareceu até de avião. João desacreditou das asas do pai e recusou-se a seguir com ele. Preferiu fazer-se homem quando ainda era menino.

Primeiro João trabalhou na roça de parentes, com oito anos de idade, um fiapo de gente. Aos 12, desgarrou-se. Lançou-se no “trecho”, uma das palavras mais enigmáticas na linguagem variada dos Brasis, que vai ganhando significados diferentes país afora. O trecho é o mundo, é a estrada, é a vida em movimento, é um fora prenhe de possibilidades. João viveu no trecho, trabalhando duro, carregando mais pedras do que podia, inventando músculos quando ainda não os tinha, porque a vida de menino pobre e sem letras é sustentada na força dos braços. Condenado pelo pai, que dizia que “escola de menino é cabo de enxada e cabo de facão”.

João não se filiou ao garimpo, esta era a escolha do pai, do qual ele não se considerava mais filho. Preferiu fazer sua própria filiação. Entre as sinas dos brasileiros pobres, ele escolheu a de se tornar barrageiro, um operário de barragem que vai seguindo a trilha dos grandes projetos do governo. E, quando não há nenhuma grande usina para construir, alista-se em contratos fora do país, negócios assumidos pelas gigantes do setor de construção. “Trabalhei na Mendes Júnior, trabalhei na Queiroz Galvão, trabalhei na Camargo Corrêa, trabalhei na Odebrecht, trabalhei na Andrade Gutierrez, trabalhei na Constran, trabalhei na Construpar. Trabalhei em outras firminhas sem vergonha. Eu sei que foram umas 12 firmas que eu trabalhei.”

João foi peão num jogo que tem como tabuleiro a Amazônia e o Brasil. Nos anos 50, no governo democrático de Juscelino Kubitschek, as empreiteiras construíram Brasíliae nunca mais saíram do centro do poder. Cresceram e multiplicaram seus lucros logo em seguida, nos grandes projetos da ditadura civil-militar (1964-1985), com ênfase nas obras megalômanas na Amazônia, como a Transamazônica, uma entre tantas que aniquilaram floresta e vidas. Seguir o dinheiro das grandes empreiteiras é contar pelo menos 60 anos da história do Brasil, um período que vai da segunda metade do século 20 até esses primeiros 15 anos do século 21.

Alguns dos empregadores de João hoje amargam a cadeia, acusados pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal. A operação investiga a corrupção em contratos da Petrobras e, mais recentemente, também do setor elétrico. Delatores já revelaram a prática de propina em Belo Monte, paga ao PMDB e ao PT. A investigação está em curso.

No começo de sua vida de barrageiro, João foi trabalhador braçal. Depois, conquistou uma profissão e tornou-se operador de máquinas. Sua primeira grande hidrelétrica foi Itaipu, no Paraná, a obra binacional que afundou uma das maravilhas do mundo, as Sete Quedas, uma obscenidade sem reparação. Mas foi só em outra hidrelétrica, Tucuruí, que João compreendeu seu papel descartável no jogo comandado por reis e depois por uma rainha. No momento dessa descoberta, João começava o capítulo definitivo da sua vida, ao lado de Raimunda.

O casamento: João e Raimunda se encontram num “pancadão”

Raimunda tinha 16 anos quando conheceu João num baile. “Era um pancadão”, ela informa. “Eu olhei ele, ele olhonimim.” Foi assim, entre o azulado do olho de João e o negro de Raimunda, que se quiseram de imediato. Raimunda foi logo avisando que não era “da tradição de gente que se junta, se quiser me dê aliança e sobrenome e vamos fazer história”. Fizeram. Tempos depois se oficializaram num casamento coletivo. Raimunda enfeitou-se com um vestido lilás, segundo ela “a cor da mulher”. Em seguida, inauguraram uma fileira de filhas, no total de sete mulheres, todas com nome iniciado pela letra “L”. E apenas um filho homem, que morreu de meningite com um ano e cinco meses, batizado como Leodeí:

 – Eu trabalhei na casa de uma senhora, e ela tinha um filho que era militar. E ele morreu numa cidade chamada Indonésia. Então eu guardei aquele nome na cabeça, Indonésia… E o sonho da mãe era conhecer essa cidade porque o filho morreu, ficou pra lá. Anos depois, trouxeram os restos mortais, mas não era mais o filho. Eu fiquei pensando comigo… Indonésia… Se a Indonésia é uma cidade que foi guerreada numa guerra inútil, e ela hoje tem paz, quero que a minha filha tenha esse nome. Aí coloquei Lindionésia. E depois vieram a Lindionisia, a Livia, a Liviane, a Leidiane, a Luciene e a Liliane.

Lindionésia é uma síntese e um desejo: depois de João e Raimunda atravessarem uma vida de guerra, a paz inscrita no corpo de letras da filha. A saga, porém, ainda não tem conclusão na concretude dos dias. A paz, na vida de Raimunda e de João, ainda não deixou de ser palavra para virar a coisa que representa. O “L” tem outro porquê:

– É de liberdade. Liberdade de expressão, né? Queria que minhas filhas fossem livres, que tivessem livre expressão de estudar, de brincar, de ser o que quisessem na vida.

 Raimunda persegue a paz desde que se entende como Raimunda. Mas, sobre a paz, o pai não deu certeza.

 – Meu pai colocou um ‘talvez’, talvez o mundo um dia tenha paz. Ele não deu como certo, e morreu sem encontrar a paz. E eu continuo procurando a paz.

Nesta busca, um dia João apareceu anunciando:

 – Tão contratando em Tucuruí.

Foi ali que Raimunda descobriu, como ela diz, “que tem sangue doce pra barragem”. E a condição de peão revelou-se para João em toda a sua magnitude. Se antes ele andava de barragem em barragem, de obra em obra, agora ele tinha uma família. João não podia mais percorrer o trecho, ele precisava enraizar-se. Enquanto uma das barragens mais devastadoras da ditadura era construída também pelas suas mãos, no rio Tocantins, no Pará, João e Raimunda fizeram pouso e fizeram casa. Ao final, descobriram o que acontecia quando o rio é barrado, a floresta é inundada e um pedaço da Amazônia se finda. É Raimunda quem conta sobre o momento em que o círculo se fechou para João, e ele teve a revelação:

– Meu João trabalhou em Tucuruí a partir de 1976. Em 1983, ele se deu conta que tava feito pombo. Porque o pombo, ele faz o ninho, e no dia em que ele bota o ovo, ele começa a desmantelar o ninho. No dia em que termina de tirar o derradeiro fagulho do ninho, o filho já foi embora. E ele tava fazendo isso, mesmo. Porque ele trabalhou, comprou uma terra e uma casa com o dinheiro da barragem que construía, e essa mesma barragem alagou tudo nosso.

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Mata nativa em uma Ilha do Xingu sendo derrubada por causa da hidrelétrica. / LILO CLARETO

A Hidrelétrica de Tucuruí era um projeto da ditadura. E não se negociava na ditadura:

– E lá a gente era, eu não vou dizer burra, mas desinformada. O que aconteceu? Meu lote valia dois barão. Naquele tempo, era um dinheiro muito alto. Então, a Eletronorte falou o seguinte: “Eu não posso lhe depositar esse dinheiro sem o título da terra”. Nós tinha terra legalizada. E nunca mais nós vimos esse título. E não podia provar, porque era a palavra deles contra a nossa. Então, além de perder tudo, ficamos por mentirosos, de frente pra uma Justiça que tava lá. Por isso que eu me revolto com a Justiça, por conta disso.

– Nunca tivemos o que fazer. Não tinha como pagar um advogado, não tinha como pagar nada. Deram outra terra pra gente, que não tinha quem aguentasse os mosquitos nem as pragas. A água subiu por causa da barragem, e apodreceu toda a vegetação. Se formou um mar de insetos. Não tinha como sobreviver ali. O que que nós fizemos? Pegamos os filhos pequenos e fomos pra Marabá (na beira da Transamazônica) no finalzinho de 1985. Não deu certo. Em 1988 fomos pra Altamira.

Em Altamira, João e Raimunda descobriram que havia um lugar para pobre ficar rico: a floresta. Mas isso foi depois.

Antes, João passou por ainda mais duas provações. Logo depois de Tucuruí, ele partiu para o Iraque, contratado pela construtora Mendes Júnior Internacional. João, que se sentia vítima de uma guerra não declarada, foi despachado para o outro lado do mundo, para construir “uma pista para tanques de guerra”. Sofreu um ano longe da família. Quis voltar lá pelo meio, mas tinha assinado contrato. De lá ditou a Francenildo, o amigo que sabia escrever, uma carta para Raimunda. Terminou dizendo: “Só o amor constrói”. A carta está plastificada, como uma prova de que o amor deles constrói pontes entre exílios.

Depois da expulsão pela Hidrelétrica de Tucuruí, Raimunda tornou-se uma documentadora. Guarda tudo, registra tudo, agarra-se aos papéis. João também mudou. Da experiência de construir em países do Oriente Médio, ele faz uma analogia com Belo Monte:

– Conheci vários países, mas só vi o que acontece aqui, no país brasileiro, em lugar com terrorismo. Aqui, a empresa escolhe o dia de matar hoje e o dia de matar amanhã. Entendeu? Justiça não existe.

Em outra ocasião, João migrou pelo “país brasileiro” em busca de trabalho. Explica com essa lembrança por que não é capaz de pedir esmola, embora não tenha mais como ganhar o pão, desde que foi expulso da sua ilha:

– “Tenho cara de morrer de fome, mas não tenho coragem de pedir. E com que força eu vou recomeçar tudo agora, velho e doente?”

 – Eu nunca pedi nada, me acho com vergonha. Eu não tenho cara pra isso. Eu tenho cara de morrer de fome, mas não tenho coragem de pedir. Entendeu? Numa ocasião eu fui pra uma firma em Imperatriz (Maranhão), lá perto de Marabá (Pará). Eu tava com 50 contos. E já tava com três dias sem comer. Não comia porque aquele dinheiro era pro transporte. De noite eu tô num banco lá na rodoviária, um cara diz pra outro: “Rapaz, lá na cidade de Balsas (Maranhão) tão fichando gente por 3 e por 4”. Eu saí e comprei a passagem com os cinquenta contos. Sobrou cinco. Cheguei lá, eram cinco horas da manhã. Já passei na frente do escritório e vi logo a placa. “Não ficho ninguém. E não insista”. Mas eu, pra tirar a dúvida, tomei um café lá na rodoviária, de cinco contos sobrou só um, e fui caçar emprego. Quando eu passava nos restaurantes, naqueles restaurantes que tavam comendo, eu pedia um copo de água e bebia. Quando foi meio dia, eu voltei lá e falei pro cara: “Rapaz, não tem emprego e eu não tenho dinheiro pra nada. Acabou a minha condição”. Ele disse: “Olha, deixa a boroca (bolsa) aí. Você trabalha de estivador?”. Eu respondi: “Trabalho de qualquer coisa”. Arrumou uma carreira com oitocentos sacos de adubo, pra descarregar na fazenda perto. Aí, o que acontece? Antes do meio da carreta, eu já não dei mais conta.

 – Tinha uma garrafa de água assim, e eu bebi a água e fui me esmorecendo, me esmorecendo, até que eu arriei mesmo. Contei que fazia quatro dias que não comia. Quando terminaram de botar o adubo, a mesa tava lá, pronta pro pessoal jantar. Queria que a senhora visse, de tudo. E botei duas colheres de arroz assim, botei um pedacinho de carne no prato. Mexi assim, comi a metade. Aí saí pra beber um copo de água. E vomitei tudinho. Na farmácia tomei uma injeção. Aquela injeção pra fortalecer. Fiquei lá um mês e pouco trabalhando. Mas nunca perdi a resistência e nem a esperança. Mas, muié, o que faz eu perder tudo é na situação que eu tou. Com que força eu vou trabalhar, agora que tou velho e doente? Eu não tenho mais resistência pra começar tudo de novo. E não sei pedir.

Quando reencontrou o rio, agora não mais para violentá-lo, mas para colher os peixes, João encontrou-se.

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Paisagem do Xingu em parte ainda não afetada pela usina. / LILO CLARETO

A virada: João e Raimunda se descobrem ricos

A virada do milênio marcou a descoberta da floresta. Não como um contra ou um fora, mas como parte. Depois de peregrinar pelo que era chamado de progresso e só encontrar tribulação, João e Raimunda foram acolhidos por uma das centenas de ilhas do Xingu. Aprenderam a extrair o alimento da floresta, a plantar sem violar a terra, a pescar e a navegar no rio. Adotaram a vida dos ribeirinhos pescadores e agroextrativistas, que há séculos vivem em dupla casa, uma na rua, uma na ilha ou na beira do rio. “Rua” é como o povo que mora na floresta chama a cidade, o que já é muito revelador de sua visão de mundo. A casa na rua é para a venda dos produtos na feira, para resolver as oficialidades da burocracia, que sempre são muitas, para buscar tratamento para doenças mais enroscadas, para o estudo dos filhos; a casa na ilha ou na beira do rio é onde se ganha a vida e se vive livre. Pela primeira vez, João e Raimunda sentiram que haviam chegado. Tinham um lugar, nada lhes faltava. A fome era um passado.

Trataram de enraizar-se fundo. A vida era assim:

– Tinha nossa casa na ilha, de onde a gente trazia o peixe, o feijão, o milho, o abacaxi, a banana, o murici, a cebolinha, o cheiro verde, a chicória. Tudo isso era fonte de renda. Tudo isso eu fazia dinheiro. Do rio, eu tirava a cédula maior. Vinha pra cidade com as coisas que plantava, e com o meu peixe, e já cheguei a fazer mil e duzentos reais na semana, em dinheiro livre. Eu mesma ficava mais na rua, porque comecei a me envolver com movimento social. Meu marido morava lá na ilha. Quando ele vinha com o peixe, no sábado, eu vendia o peixe na feira e voltava com ele. E vinha de lá na quarta-feira no barco de linha. Ficava aqui esperando ele de novo com o peixe. A nossa rotina era essa. Nas férias, final de ano, eu ficava lá, com ele. Então, a nossa vida era um vaivém. Quando você vive no rio, você entende o rio que nem ele lhe entende. Você respeita o limite dele, que ele respeita o seu. É uma parceria entre você e as águas. É assim, ó: o remo é a minha caneta e o rio é a minha lousa.

Primeiro João e Raimunda compraram uma palafita nos baixões de Altamira, depois construíram uma casa de alvenaria. Raimunda faz questão de esclarecer que mesmo na palafita ela deu jeito de ter suíte, porque gosta muito de suíte.

– O sonho de uma casa na terra firme era muito longo. Ter um casa no chão. O rio nos deu. Consegui comprar minha geladeira, consegui comprar minha televisão, meu fogão a gás, meu botijão. Consegui comprar a minha cama, o meu colchão do jeito que eu queria. Eu fui na loja, comprei, porque eu sabia que o rio ia me dar retorno, eu ia poder pagar a prestação. O rio era meu banco, era meu cartão de crédito, era meu supermercado, era a minha farmácia, a minha loja. Tudo eu tirei do rio. Tudo o que eu tenho hoje veio de dentro do Xingu. O que o rio não dava, a terra dava.

Já não eram mais migrantes, João e Raimunda haviam finalmente chegado. Raimunda então entranhou-se nas lutas de Altamira e da Amazônia. A das mulheres, a da terra, a do meio ambiente. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT), tornou-se militante de movimentos sociais. Ela agora pertencia. Seu verbo não era mais um ir, mas um ficar. Quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o poder, pela primeira vez, em 2003, os movimentos sociais de Altamira e da região acreditaram que o projeto da hidrelétrica de Belo Monte estaria sepultado de vez.

Desde os anos 70, na ditadura civil-militar, a usina no Xingu era uma ameaça que ressurgia a cada governo, mesmo na redemocratização do país. No passado, a Eletronorte a chamou de Kararaô, palavra que é um grito de guerra na língua dos Kaiapó. Em 1989, produziu-se a cena histórica: a índia Tuíra encostou um facão no pescoço do diretor da Eletronorte, José Antônio Muniz Lopes. Tuíra demonstrava no gesto a resistência à barragem de um rio mítico, que era vida, cultura, espiritualidade e sustento para os povos tradicionais. A fotografia correu mundo. A Eletronorte recuou e trocou o nome da usina para Belo Monte. Nenhum governo conseguiu tirar Belo Monte do papel. E então Lula assumiu o poder com o voto da maioria das lideranças e dos militantes dos movimentos sociais da Amazônia. Um trabalhador, um sofredor, um homem do povo que conhecia a dor do povo. A partir daquele momento, Raimunda achou que a paz tinha chegado. O talvez do pai virava certeza.

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Em 1989, a Eletronorte convocou uma audiência pública para discutir a construção da usina Belo Monte que, segundo os índios da região e o movimento ambientalista, causaria um grande impacto ambiental. Durante a audiência, enquanto os guerreiros caiapós gritavam “Kararaô (Belo Monte) vai afogar nossos filhos!”, a índia Tuíra, mulher forte, inteligente e completamente indignada, tomou a iniciativa, avançou para cima do então presidente da Eletronorte, José Muniz Lopes, e o admoestou encostando a lâmina do facão em seu rosto. Falou, em sua língua, dos males que o progresso mal projetado pode trazer aos filhos da terra. O fato foi documentado e o mundo inteiro o assistiu e tomou partido daquela mulher guerreira.

É nesse momento, e não em qualquer um, que Sofia entra na vida de Raimunda. E torna-se sua mais íntima companheira. “É uma neguinha, cabelinho ruim, amarradinho”, descreve Raimunda. Sofia é uma boneca, a primeira boneca da vida de Raimunda. Ela estava num encontro de mulheres, em Belém do Pará, quando viu um homem vendendo bonecas na rua. Sofia custou cinco reais. Raimunda achou caro. Mas já tinha se encantado. Deu a ela esse nome por conta de uma história contada por uma freira de Manaus, sobre uma alemã chamada Sofia, que havia sido uma criança pobre e, ao crescer, criou uma instituição para cuidar de crianças pobres. Sofia agora cuida de Raimunda. E já acompanhou-a na Marcha das Margaridas, das trabalhadoras rurais, extrativistas, indígenas e quilombolas, na Rio+20, por todo canto. Escondida, porque João garante que “vão bulir” com Raimunda se descobrirem que ela carrega uma boneca na bolsa, ela, uma avó de 15 netos. “A Sofia significa para mim uma paz profunda, que não tem resposta”, poetiza Raimunda.

É no momento em que encontra um lugar que Raimunda pode ter até uma boneca.

– Eu não fui criança, porque trabalhei muito. Também não tive juventude. Por isso não dou minha velhice. Não abro espaço pra ninguém. Minhas filhas dizem que tou ficando perturbada. Nada, eu tou é vivendo.

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Raimunda com a boneca Sofia. / LILO CLARETO

Demorou alguns anos para que Raimunda e tantos outros compreendessem que haviam sido traídos. Lula era um sindicalista do ABC paulista, sua visão de mundo era a da indústria, do concreto, da cidade grande. Progresso, para um operário, era ter carro, TV de tela plana, churrasco e muita cerveja no fim de semana. Progresso, para um país, era transformar a Amazônia em soja e pasto pra boi, exploração de minérios por grandes mineradoras para exportação de commodities (matérias-primas). Lula não tinha o menor conhecimento sobre esse outro viver, o da floresta.

Mudança climática não fazia parte do seu universo. Seu projeto para a Amazônia era o mesmo da ditadura, que considerava a região uma questão de segurança nacional, um deserto de gente e um corpo (a natureza, a prostituição do feminino, Gaia) para espoliação. A única voz no governo federal e no PT com alguma força para se contrapor a essa visão estacionada no século 20 era Marina Silva, ambientalista que se criou nos seringais do Acre e teve como um dos mentores o líder Chico Mendes, assassinado em 1988 por sua luta pela floresta. Marina só suportou a pressão até 2008, quando deixou o Ministério do Meio Ambiente e logo depois o PT.

Raimunda e as principais lideranças do Xingu perceberam tarde demais que somente Lula poderia tirar Belo Monte do papel. Ao trair os compromissos de campanha, por um lado o PT no poder desmobilizou os movimentos sociais, por outro os cooptou. A resistência, que por décadas foi coesa, rachou. O setor elétrico atravessou governos como um feudo do coronel do Maranhão, o oligarca José Sarney (PMDB).

Um exemplo: José Antônio Muniz Lopes, o homem que teve o facão de Tuíra no pescoço, em 1989, é hoje, em 2015, o presidente do Conselho de Administração da Eletronorte e o diretor de transmissão da Eletrobras, já tendo ocupado diversos outros cargos de comando, nas décadas de 90 e 2000. “A Eletronorte é a mesma antes e agora”, resume Raimunda. “Só mudou a coleira, o cachorro é o mesmo.” Mas só o PT e Lula teriam força política para minar a resistência e fazer de Belo Monte uma realidade de toneladas de concreto no meio do Xingu.

Essa é a arquitetura que se mostrou capaz de consumar uma obra gigantesca e ultrapassada, na aliança entre os grupos que atuam desde o passado e o grupo do presente, uma alquimia (corrupta) que talvez a Operação Lava Jato possa começar a desvendar. São também esses interesses que atravessam governos que podem explicar por que Belo Monte vai se tornando fato consumado, mesmo violando a Constituição, com um governo cada vez mais fragilizado e parte dos donos das empreiteiras que a constroem já presa por corrupção. Belo Monte é o nó górdio que, quando totalmente desfeito, revelará o Brasil.

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Para Raimunda, restou uma conclusão. O PT, para ela, não significava um partido a mais no poder, mas um projeto político que se confundia com sua busca de um lugar no país – e com a crença de que esse lugar existia. O simbolismo para ela era uma literalidade. Ao sentir-se traída, desacreditou:

– Se o Lula visse esse povo que o elegeu, jamais faria Belo Monte. É difícil pra mim falar isso, mas eu votei no Lula e votei na Dilma. E eles nos traíram. Porque o Lula disse claramente que Belo Monte não ia sair. E depois a Dilma falou que Belo Monte era preciso, que não tinha como voltar atrás. Eles são traidores da humanidade. Ah, meu pai do céu! Se eu visse eles, eu não diria. Eu avançaria na cara deles tudo, pra tomar vergonha. Que presidente é esse que mente pra nação? Eu não voto é mais nunca. Se eu não precisasse do título de eleitor, eu rasgava. Como eu preciso dele, não posso rasgar. Meu plano é não botar mais meu voto na urna. Eu vou lá e justifico. Eu não sei se é certo, mas esse é o meu plano.

Belo Monte é onde o PT traiu não a classe média, mas a sua razão de ser: os mais frágeis e os mais desprotegidos, os historicamente arrancados da sua terra, como os indígenas, os historicamente exilados dentro do próprio país, como Raimunda e João. É nesse ponto do mapa, a última fronteira para quem palmilhou o Brasil inteiro em busca de paz, que o discurso petista em defesa dos pobres gira em falso há muito mais tempo. Mas como a Amazônia é um longe para o centro-sul, essas vozes foram ignoradas.

Raimunda quer falar:

– Eu vou dizer mais uma coisa: o rio tá doente, os peixes tão noiados, tão tudo grogues por causa do pouco oxigênio. Ninguém tem noção do tamanho desse monstro aí no Xingu. Ninguém sabe o que vai acontecer quando começar a funcionar. Ninguém.

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A construção da usina hidrelétrica de Belo Monte na Volta Grande do rio Xingu, no estado do Pará, tem sido alvo de intensas críticas por provocar grande destruição social, ambiental e econômica. 20 processos judiciais são movidos pelo MPF-PA devido a problemas no licenciamento, descumprimento de condicionantes, impactos irreversíveis, etc.. Mesmo assim a obra segue a todo vapor. Os custos da usina já ultrapassam R$ 30 bilhões. Muitas famílias de pequenos agricultores já foram retiradas de suas terras e em torno de 25 mil pessoas serão atingidas pela inundação na cidade de Altamira. Quase sessenta ilhas desaparecerão submersas pelo lago da usina e um trecho de aproximadamente cem quilômetros do rio Xingu terá sua vazão reduzida em até 90% ou poderá mesmo secar devido ao barramento e desvio da água destinada às operações da hidrelétrica. Povos indígenas também são duramente impactados.

Interrupção: “Belo Monstro” barra a vida de Raimunda e de João

Depois de travar as pernas e a fala no escritório da Norte Energia, João não voltou mais a ser o mesmo homem que varou Brasis e fomes. Em maio de 2015, Raimunda o levou para a capital, Belém do Pará, em busca de tratamento. Só voltariam de lá no fim de agosto. Nesse período, as filhas trataram de fazer a mudança da casa na cidade, porque sabiam que a mãe não permitiria se estivesse em Altamira, disposta a resistir até que o valor fosse justo. Quando Raimunda e João voltaram, já não tinham mais casa “na rua”. Em troca, tinham recebido 84 mil reais, valor insuficiente para comprar uma casa do mesmo tamanho e qualidade, e em localização similar. Raimunda reciclou 3.500 tijolos das casas demolidas dos vizinhos para começar a sua num loteamento fora da cidade. A canoa São Sebastião, nome dado em homenagem ao santo injustiçado, flechado tantas e tantas vezes, tornou-se um monumento à insanidade, objeto deslocado nos fundos da casa, em terra firme e a quilômetros do rio. Raimunda planeja fazer dela um banco para visitas quando a casa ficar pronta.

Dos três cachorros que viviam com João e Raimunda na ilha, dois não suportaram viver amarrados na cidade e morreram. Barão do Triunfo, um cachorro grande, mestiço de Fila, que se instalava na proa do barco para cuidar da casa na ilha, quando os donos estavam fora, morreu primeiro. “Dei esse nome porque ele era um lorde”, explica Raimunda. Xena, uma pitbull que ganhou o nome por ser “tão autoritária quanto a princesa”, personagem de filmes e de animação, foi a segunda a amanhecer morta. “Eu não podia deixar eles soltos na rua, porque na cidade eles são violentos. Mas não sabia que iam morrer. Se soubesse, tinha deixado eles morrerem soltos, pra morrer livres. Morreram na coleira”, lamenta uma Raimunda culpada. “Eu mesma não sei se um dia vou me libertar dessa coleira que a Norte Energia me botou. Vivo errando, me perdendo, indo pra uma casa que não existe mais. Deus não deu asas pra cobra porque ela já tinha veneno. Essa Norte Energia tem os dois, asas e veneno.” O único que restou foi o vira-lata Negão, “um cachorro que não se emociona assim tão fácil”. Negão, sem nome de princesa nem de barão, é um sobrevivente. Como Raimunda.

Ela documentou em fotos e vídeos o “antes, o durante e o depois de Belo Monte”. Assim, pode provar tudo o que diz. No “durante”, duas de suas filhas chegaram a trabalhar na construção da hidrelétrica, uma na cozinha, outra na mecânica. Raimunda peleou com elas. “Isso é que nem dinheiro de jogo, vocês não podem fazer isso comigo”, esbravejou. “Demorou, mas libertei minhas filhas.” De máquina fotográfica cor de rosa em punho, registrou até a Força Nacional protegendo Belo Monte do povo: “Veja bem, eles acham que sou eu a ameaça!”.

A documentação de Raimunda é um percurso de memória, ao mesmo tempo brutal e poético. Ela vai narrando a sua travessia enquanto mostra as imagens, ela vai narrando a sua travessia.

A vida antes de Belo Monte:

– Documentei toda a minha história esperando o futuro, e o futuro taí. Antes de Belo Monte, a minha história era essa. Ó, a minha casa. O meu plantio, o meu pomarzinho, tudo limpo. Tudo varridinho, direitinho. Aqui o meu velho com a roça dele, limpando o chão. Aqui é capim-de-cheiro pra remédio, pra dor de barriga, essas coisa assim. Aqui é o murici carregado, é uma outra fase. Olhe esse pé de murici! Eles queimaram. Tá tudo queimado. Aqui, amigos me visitando. Macaxeira, muito bonito de se ver. Olhe. O meu cachorro, o Negão, aqui. Então, isso aqui, pra eles, não é nada. Pra mim era tudo. O meu amigo é esse aqui que eu tou falando, que era o pé de pinhão. Chegava em casa era o primeiro que eu via. Meu pinhão pajé. Olhe a beira do rio. Aqui, ó. O meu outro cachorro, que morreu só de tristeza porque não era acostumado com coleira, e eu amarrei. Aqui a gente vai parar.

A vida durante Belo Monte:

– Agora vou lhe mostrar durante Belo Monte. Durante o processo de vaivém, vaivém, vaivém. Aqui é o meu barco. Aqui, ó. Esse aqui é o meu fogão a gás, à lenha… A sobrevivência do rio é muito gostosa. Pra quem sabe o que é isso. Pra quem não sabe, não dá valor. Meu marido roçando… Óia. Plantando macaxeira, que ia chegar a chuva, então já tava se prevenindo. O meu cachorro, que já não tenho mais…O outro cachorro, também morreu. O meu velho. São 38 anos de convivência, sempre juntos. Eu corto, e ele planta. Hoje ele tá sentado numa cadeira, esperando sair minha casa. Aqui o final de semana em que eu cerquei, por causa das galinhas, pra fazer um plantio de cebolinha, mas não deu certo, porque as galinhas são mais rápidas do que eu. Esse aqui é meu velho branco de olho azul, um gato. Que hoje tá… Eu digo pra ele que ele não tá inútil, porque eu ainda vejo ele na minha frente. Então, ele ainda é meu gato. E tem um outro ângulo da ilha, aqui, que é onde ela tá produtiva.

– Deixa eu lhe mostrar aqui…As plantas que foram queimadas. As que eram mais próximas da casa eles queimaram, acabaram com tudo. Aqui é no inverno. Ó, a gente planta e colhe durante a cheia, por conta que a cheia, ela vem, mas ela tem a data certa. Olhe o meu canteiro, as cebolinhas…Cheiro verde… Eu tirando o tomate, o gengibre, que é pra dor de cabeça, dor de barriga e bucho inchado. Remédio caseiro. E aqui eu, dentro d’água, que eu adoro água, também. Aqui, eu com medo de uma cobra, que ela tinha ido na minha frente, eu fui atrás dela. Mas ela foi mais rápida que eu, foi embora. A gente dorme na rede durante o inverno. O meu neto, que ia pra ficar umas férias comigo. Meu pé de capim-santo, ele também não morre na água, ó, fica um tempo submerso. Só se cobrir essas folhinhas aqui que ele morre. Mas, se ele respirar, ele não morre. Minha casa, que pra Norte Energia não era uma casa. Bananeira… ó, os cacho de banana. Tudo carregado. A macaxeira toda de pé. Olha lá o milho. Aqui, ó. O milho todo carregado.

– Aqui, eu com medo da cobra de novo. Ela com medo de mim, eu com medo dela. Então, isso aqui… é o fim de uma história da vida de uma ilha, que pra mim é muito importante. Porque eu não vivia na ilha. Eu vivia dela, e ela vivia de mim. Porque a gente era como amiga. Abacaxi. Mais milho verde. Ó, o milho lá atrás. Olha esse cacho de banana, o tamanho. Deixa eu pegar pra você ver. Essa aqui, olha, além de ser uma fruta pra alimentação, ela é um antídoto contra inseto. Tem o pescador que vive na ilha, e eu vivia da ilha. Cultivava ela, e ela me cultivava. A gente era amiga. Entendeu? Deixa eu lhe mostrar uma foto aqui em que o rio se despede, vai embora.

belo-monte-xingu-joão-raimunda

Raimunda e João. / LILO CLARETO

A vida depois de Belo Monte:

– Aqui sou eu, pensando… Quando será esse dia, que eu não quero sair? O meu genro dizendo que já era, não tem mais jeito pra fazer nada, é isso mesmo. E eu falando pra ele que eu ainda tinha esperança. Aqui eu dizendo pras minhas plantas que eu ia, mas eu voltava. Mas era só história, que eu não voltei. Meu véio pensando se voltava lá um dia, ou não: “Será que eu ainda volto aqui?”. Eu falei: “Não sei, Deus que sabe”. Óia eu olhando pro horizonte, pedindo a Deus que deixasse a gente ficar na ilha. Meu marido chorando. Isso aqui tá tudo queimado. A Norte Energia queimou. Olhe aí. Toda aquela beleza que eu lhe mostrei, aquele murici, aquela coisa mais linda…Tá aqui, sapecado. Eu fui lá, registrei de novo. Registrei o antes, o durante e o depois de Belo Monte. Aqui, ó. Não sobrou nada. Diz que um crime sempre deixa uma prova. Eles deixaram. Aqui, ó. A impunidade só existe porque a Justiça não se manifesta. Enquanto a Justiça tiver com aquela venda na cara, que é aquela estátua que fizeram lá em Brasília, é assim, ó. A Justiça só vê quem ela quer. Quem não quer, ela não vê.

Raimunda quer escrever um livro. Já tem o título: “História de um pescador: antes, durante e depois de Belo Monte”. Começa a acreditar que o único lugar seu será a sua cova. Já encomendou a mortalha: “de cetim, em branco da paz”.

Terceiro ato: o impasse

Raimunda desenhou a planta da casa nova com o cuidado de que ela seja bem diferente daquela que foi destruída. “Eu não quero mais porta que entre pela frente, quero uma porta que entre de lado, porque quero que meu futuro seja diferente. Então, comecei pela infraestrutura da casa”, explica. “Quando eu entrar nessa casa hoje, eu não quero chegar pensando que tou na outra.” Raimunda marcou toda a história na casa nova, ainda em construção: as paredes são verdes, “porque é a esperança no futuro”, os rodapés são marrons, para mostrar “a barreira da barragem”, as grades das janelas são pretas, “em sinal de luto”. “Tudo na minha vida tem uma história”, ela reforça. E tem.

Raimunda é uma criadora de sentidos, e por isso consegue seguir a vida. João, não. No dia em que paralisou, ele perdeu a capacidade de criar sentidos. Por dentro, ainda está travado. João viu demais, e o excesso de lucidez o cegou. Agora, não consegue voltar. “Perdi a ponta da meada. Estou dentro dessa casa hoje, mas de fato, toda hora, eu não tenho casa. Eu não tenho casa. Entendeu? Eu tou fora. Me perco. Não sei onde tou. Perdi o rumo de tudo”, inflama-se, os olhos de rio, mas um rio de amazônica tempestade. “Estou pior que a Dilma, porque ela perdeu o rumo do país, mas eu perdi o rumo de casa.”

É este hoje o impasse entre João e Raimunda.

Raimunda diz:

– Sou uma pindova, uma palmeira muito perseguida lá no Maranhão. Quanto mais casca Belo Monte arranca de mim, mais eu me renovo. Fiquei queimada por dentro, como a minha ilha, mas me renovo. A pindova é assim, ninguém mata ela com fogo nem arrancando nem com nada. Ela volta. Como eu. Já venho de uma naturalidade de pessoas muito sofridas, o sofrimento faz parte da nossa história. Não vou morrer porque peguei porrada. De jeito nenhum, sou descendente de escravos e de uma etnia indígena quase extinta. Então, venho de um povo sofrido lá da base. Sou pindova e quero viver.

terra-smash

João responde, e é como se os dois estivessem num diálogo de repentistas:

“Eu só vejo escuridão. E o buraco…”

 – Mas eu não sou assim. Quando eu perdi a ilha, eu perdi a minha vida. Eu perdi a linha. Parou ali, entendeu? Daqui pra frente eu só vejo escuridão na minha vista. Eu não vejo mais aquele mundo limpo. Eu só vejo escuridão. Fico aqui, olhando pro mundo, procurando a mim mesmo. Quem sabe me responder essa procura? Ninguém. O buraco na minha vida, o buraco na minha vida…

O impasse atingiu seu ápice em 4 de setembro de 2015. Nessa data, João “enlouqueceu” dentro de casa. Raimunda conta:

– O João chamou a família pra ir lá na ilha queimada. Pra servir de mártir. Ele quer se matar lá, como protesto. Eu disse que não ia nem deixava ele ir. Se ele se matar lá na ilha, avisei que deixo ele lá, pra ser comido pelos urubus. Por isso tirei a canoa dele. Qualquer parte do rio ele vai a remo, nadando. Mas na rua ele se perde.

João encerra seu repente brutal:

– Eu quero que o mundo saiba qEdição e imagens:  Thoth3126@protonmail.chue Belo Monte me matou.


  • Na Era do Ouro, as pessoas não estavam conscientes de seus governantes.
  • Na Era de Prata, elas os amavam e cantavam.
  • Na Era de Bronze, elas os temiam.
  • E por fim, na Era do Ferro (a atual), elas os desprezavam.
  • Quando os governantes perdem sua confiança, as pessoas (e Deus) perdem sua fé (e o RESPEITO) nos governantes. –  Retirado do Tao Te Ching
  • Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Novo Planeta anão é descoberto nos limites do sistema solar


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planetas-01Planeta anão é descoberto nos limites do sistema solar

Um novo planeta anão foi descoberto nas profundezas geladas do espaço além da órbita de Netuno, afirmaram pesquisadores. Batizado de 2015 RR245 e localizado além de Netuno, o objeto identificado no Cinturão de Kuiper leva cerca de 700 anos para viajar em torno do Sol, novo corpo celeste pode revelar detalhes sobre a formação do Sistema Solar.

Novo Planeta anão feito de gelo é descoberto nos limites do sistema solar

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-36773926

O novo objeto tem cerca de 700 km de diâmetro – apenas 5% da largura da Terra – e uma das órbitas mais longas para um planeta anão: estima-se que leve 700 anos para viajar em torno do Sol.

Batizado com o nome provisório de 2015 RR245, o pequeno mundo foi identificado pelo telescópio Canadá-França-Havaí, dentro do projeto de pesquisa Outer Solar System Origins Survey (OSSOS).

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Representação da órbita do RR245 (linha amarela), que seria um dos maiores do Cinturão de Kuiper. Objetos tão brilhantes ou mais brilhantes aparecem com seus nomes (Foto: Projeto OSSOS/Divulgação)

“Os mundos gelados além de Netuno podem mostrar como os planetas gigantes se formaram e depois se moveram para longe do Sol. Eles permitem construir a história do nosso Sistema Solar”, disse Michele Bannister, da Universidade de Vitória, no Canadá.

“Mas quase todos esses mundos gelados são pequenos e pouco nítidos; é realmente empolgante encontrar um grande e brilhante o suficiente para que possamos estudá-lo em detalhe.”

Acredita-se que haja cerca de 200 planetas anões no Cinturão de Kuiper, a enorme massa de pedaços de rocha e gelo que orbitam além de Netuno.

Mas apenas cinco objetos – Ceres, Plutão, Haumea, Makemake e Eris – foram observados o suficiente para serem classificados como planetas anões, e não luas, planetoides ou outros objetos.

telescópio-canada

Imagens do telescópio Canadá-França-Havaí captadas em setembro de 2015 e vistas em fevereiro de 2016 revelaram a existência do novo planeta anão.

Geologia

Mundos que orbitam longe do Sol possuem geologia exótica, com paisagens feitas de diferentes materiais congelados, como a passagem da sonda New Horizons por Plutão revelou recentemente.

Após centenas de anos viajando a mais de 12 bilhões de quilômetros do Sol, o RR 245 está rumando para sua maior aproximação, a 5 milhões de quilômetros, ponto que deverá atingir em 2096. A Terra, por exemplo, está a 150 milhões de quilômetros do Sol.

O RR 245 vem mantendo sua órbita altamente elíptica por ao menos 100 milhões de anos. Como o objeto só foi observado em um dos sete anos que leva para viajar em torno do Sol, sua órbita precisa será refinada ao longo dos próximos anos, quando o planeta anão também receberá um nome definitivo.

Como descobridores do objeto, a equipe internacional de astrônomos do projeto Ossos poderá apresentar o nome de preferência para avaliação da União Astronômica Internacional.

Folha de amora possui 22 vezes mais cálcio que o leite


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A eficácia testada e aprovada do Chá de Amora se deu primeiramente pelo Ministério da Saúde do Japão, vindo a ser divulgado pelo Canal de Tv Japonesa NHK, após analisadas as amostras das folhas da Amora Miura, pôde-se se comprovar através de estudos que realmente ele tem efeitos poderosos para controle e prevenção de diversas doenças. Segue a cópia da tradução juramentada divulgada através do site Notícias Naturais sobre o estudo da Amora Miura feita pelo Ministério da Saúde do Japão, vindo a ser divulgado pelo Canal de TV.

SOBRE A FOLHA DE AMOREIRA E SEUS COMPONENTES
Fumiko Hirahara (Departamento de Pesquisa de Função dos Alimentos do Instituto Nacional de Saúde e Nutrição)
Componentes e efeitos da amoreira
A folha da amora contém 1-DNJ ou 1-desoxinojirimicina, de estrutura muito parecida com a da glucose. Foi descoberto que esta DNJ possui efeito de inibir a elevação da taxa glicêmica. A DNJ é um componente peculiar da folha da amoreira e, com a elucidação do seu efeito, está chamando a atenção do mercado de alimentos saudáveis.
O valor nutritivo da folha da amoreira depende da variedade, mas é relativamente rica em proteínas de boa qualidade e sais minerais (tabela 1).
Tabela 1 – Resultado da análise de componentes da folha de amoreira em pó.
Itens analisados Resultado Método de análise
Água 4,4g/100g Método de secagem
sob pressão reduzida e
aquecimento
Proteína *1 18,7g/100g Método Kjeldahl
Lipídios 7,8g/100g Método de acidólise
Cinzas 10,3g/100g Método de incineração
direta
Carboidratos *2 23,7g/100g
Fibras
alimentares
35,1g/100g Método de enzima e
peso
Energia *3 240Kcal/100g
Sódio 2,9mg/100g Absorciometria atômica
Ferro 24,5mg/100g Absorciometria de
O-fenantrolina
Cálcio 1,54g/100g Volumetria de
permanganato de
potássio
Potássio 1,87g/100g Absorciometria atômica
Magnésio 548mg/100g Absorciometria atômica
Arsênico (em
forma de AS2O4)
Não detectado
*4
Absorciometria de
DDTO-Ag
Metais Pesados
(em forma de Pb)
4,0ppm Colorimetria de sulfeto
de sódio
Zinco 2,35mg/100g Absorciometria atômica
Micróbios em
geral (vivos)
Menos de 300 Método padrão de
cultura em placas de
egar
Coliformes fecais Negativo/2,22g Método BGLB
 Fungos  Negativo/0,1g  Dextrose de batata (10%) Método padrão de
cultura em placas de egar
 Levedura  Negativo/0,1g  Dextrose de batata (10%) Método padrão de
cultura em placas de egar
Centro de Análise de Alimentos do Japão (novembro de 2001)
*1: Coeficiente de conversão nitrogênio-proteínas: 6,25.
*2: Fórmula para cálculo baseado nas normas de informações nutricionais (Notificação Pública nº 146 de 1996 do Ministério do Bem-Estar): 100.(água + proteína + lipídios + cinzas + fibras alimentares)
*3: Coeficiente de conversão para energia baseado nas normas de informações nutricionais (Notificação Pública nº. 146 de 1996 do Ministério do bem-Estar): proteína: 4;  lipídios: 9; carboidratos: 4

*4: Limite de detecção: 0,1ppmAlguns dos efeitos destacados pela pesquisa:

(1) Inibição da elevação súbita de taxa glicêmica

De modo geral, o açúcar, o amido e os polissacarídeos acabam decompostos e absorvidos no intestino delgado. A DNJ tem uma estrutura muito parecida com a da glicose, ligando-se com as enzimas que decompõem os açúcares antes da glucose. Acredita-se que, como resultado disso, as enzimas tenham atividade de decomposição de açúcar inibida, contendo a absorção de açúcar pelo intestino delgado, inibindo a elevação súbita da taxa glicêmica e prevenindo a obesidade.

(2) Efeito de estimulação de liberação de insulina e normalização da taxa glicêmica

Tem sido relatado que a DNJ tem o efeito de melhorar a  taxa glicêmica e de estimular e acelerar a liberação de insulina. Espera-se que a DNJ previna a diabete com o seu flavonoide, também contido na folha, melhorando doenças relacionadas com o estilo de vida.

(3) Efeito de normalização e de inibição de elevação da pressão arterial

Nos estudos que utilizaram os ratos, foi constatada experimentalmente o efeito evidente de inibição de hipertensão. Sabe-se que o ácido y-aminobutírico (GABA) tem o efeito de abaixar a pressão arterial, e a folha de amoreira também contém GABA, o qual, segundo se acredita, confere este efeito hipotensor.

(4) Melhoria da metabolização de lipídios (melhora a taxa de colesterol e de gorduras neutras)

Experiências com coelhos demonstraram que a folha de amora melhora a taxa de colesterol e de gorduras neutras do sangue. Tem sido pesquisado também sobre a prevenção de arteriosclerose pelo efeito antioxidante de flavonóides contidos na folha.

(5) Melhoria do funcionamento do fígado e dos rins

Tem sido relatado que a folha de amoreira tem o efeito de inibir o acúmulo de gordura e colesterol no fígado e melhorar o funcionamento do fígado e dos rins.

(6) Inibição do acúmulo de gordura no corpo e aumento de volume de gordura eliminada

Tem sido verificado que os ratos que receberam a administração de folha de amoreira eliminaram maior quantidade de gordura nas fezes, reduzindo a gordura corporal, inibindo principalmente o acúmulo de gordura nas vísceras, e evitando assim a obesidade.

(7) Inibição de surgimentos de câncer
Segundo relatos das experiências que utilizaram os camundongos, foi constatado o efeito da folha de amora de inibir o aparecimento de câncer.

(8) Melhoria da prisão de ventre e efeito regulador do intestino

A folha de amoreira contém grande quantidade de fibras alimentares. Acredita-se ainda que o açúcar que não foi digerido/absorvido graças à DNJ, que inibe a absorção excessiva do açúcar pelo intestino delgado, é transportado para o intestino grosso, onde, pela ação da flora intestinal, facilita o trânsito intestinal e melhora a prisão de ventre.

Tem sido relatado também o efeito regulador dos intestinos nos ratos que receberam a administração da folha de amoreira, diminuindo os bacilos nocivos sem afetar os bacilos benéficos, mantendo a flora intestinal em boas condições.
 
(9) Efeito bactericida e outros

Estudos tem revelado que a folha de amoreira tem efeito de inibir a proliferação de fungos, bem como o efeito bactericida/anti-inflamatório.A folha seca da amoreira contém grande quantidade de cálcio. O índice de absorção de cálcio contido nos vegetais não é muito alto, mas se ingerir a folha de amoreira junto com minerais como magnésio, ácido láctico e aminoácido, a absorção será melhor, podendo prevenir a osteoporose. São feitos ainda vários estudos nas mais diversas áreas como: prevenção de anemia, efeito clareador de pele, efeito tricógeno e retardamento do avanço de envelhecimento.

São diversos os efeitos dos componentes contidos na folha da amoreira. A situação atual do estudo de funções alimentares da folha de amora tem grande participação na prevenção de doenças relacionadas com o estilo de vida.Segue mais alguns de seus benefícios destacados por outros sites de notícias sobre saúde:

DIABETES: – Possui a DNJ, Inibidora da Taxa de Glicose com a liberação Natural de insulina;

RINS E FÍGADO: Melhora do funcionamento do Fígado e dos Rins, inibindo o acúmulo de gordura e colesterol nestes orgãos;
OSTEOPOROSE: Ele Possui 22 vezes mais cálcio que o leite, além de conter mais potássio, magnésio e ferro natural, proteína, fibra, zinco e levedura;
OBESIDADE: Inibi o acúmulo de gordura no corpo e aumenta o volume de gordura eliminada, inibindo principalmente o acúmulo de gordura nas vísceras, e evitando assim a obesidade;
CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA: Por meio de melhoria das taxas de colesterol e gorduras neutras no sangue;
HIPERTENSÃO: Efeito de normalização e de inibição de elevação arterial, por possuir o ácido y-aminobutírico (GABA) um hipotensor;
REGULADOR HORMONAL (MENOPAUSA): Regula os hormônios atuando com eficácia nos sintomas da menopausa;
IMUNIZAÇÃO AO CÂNCER: Segundo estudos e experiências as folhas da Amora tem propriedades que inibem o aparecimento/surgimento do Câncer;
REGULADOR DOS INTESTINOS: Por possuir grande quantidade de fibras alimentares, e outras propriedades facilitando o trânsito intestinal e melhora da prisão de ventre. Ainda diminui os bacilos nocivos sem afetar o benéficos, mantendo a flora intestinal em boas condições.
EFEITO BACTERICIDA: Estudos revelam que o Chá de Amora tem efeito de inibir a proliferação de fungos, bem como efeitos bactericida/anti inflamatórios.

CALVÍCIE: Além das propriedades apresentadas acima o Chá de Amora, auxilia o tratamento e prevenção à Calvície, revitalizando a circulação no couro cabeludo, rejuvenescendo os fios, inibindo progressivamente a queda dos cabelos.

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A Verdade sobre os Grandes Bancos Ocidentais…


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GRANDES BANCOS OCIDENTAIS lavam bilhões de dólares do comércio ilícito de cocaína e outras drogas proibidas.

“A história de quem faz o dinheiro da cocaína colombiana é uma metáfora para o encargo/culpa desproporcional colocado em todos os sentidos nos países “produtores” como a Colômbia, como resultado da proibição de consumo de drogas”, disse um dos autores do estudo, Alejandro Gaviria, no lançamento de sua edição em Inglês na semana passada. A sociedade civil colombiana não colhe quase nenhuma vantagem econômica do comércio das drogas, enquanto que os enormes lucros são feitos por redes de distribuição criminais nos países (ditos de primeiro mundo) consumidores, e reciclados pelos (GRANDES) BANCOS ocidentais (Europa-EUA) …

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

The GuardianEnquanto a produção da cocaína causa estragos NOS países da América Central e do Sul, os consumidores dos EUA e da Europa estão ajudando as “economias ( E OS GRANDES BANCOS) dos países desenvolvidos” a LUCRAR MUITO com as rogas, afirma esse estudo.

Ed Vulliamy – guardian.co.uk –  Fonte:  http://www.guardian.co.uk/

Os lucros enormes feitos com a produção e o tráfico de drogas são esmagadoramente recolhidos nos países ricos, os “grandes centros consumidores” – principalmente na Europa e nos EUA { n.t. mas também em países mais ao leste, como na China, em Honk Kong e no Japão}, – ao invés de nas nações como Colômbia e o México, países produtores devastados pela guerra entre traficantes, revelou uma nova pesquisa. 

E os seus autores afirmam que os reguladores (governos) do sistema financeiro no ocidente relutam em ir atrás dos (grandes, mas muito grandes mesmo) bancos ocidentais em busca da enorme quantidade de dinheiro da droga que é lavado (legalizado) por meio dos seus sistemas.

(n.t. Caso contrário, se for investigado seriamente, o resultado vai apontar uma enorme conspiração dos serviços secretos dos EUA, através da CIA e da Grã-Bretanha, através do MI-6, que controlam o tráfico internacional de drogas no planeta).  

Soldados do exército colombiano incendeiam um laboratório de processamento de cocaína perto da cidade de Cucuta, no norte da Colômbia, como parte do combate do país na guerra contra as drogas. Foto: AFP / Getty Images

A análise mais abrangente e detalhada até o momento de como funciona a “economia das drogas” em qualquer país – neste caso, a Colômbia (um grande produtor) – mostra que apenas 2,6% do valor de venda de rua total da cocaína produzida permanecem dentro do país, enquanto que impressionantes 97,4% dos lucros de consumo das drogas são colhidos por organizações criminosas, e lavadas/legalizadas pelos GRANDES BANCOS, em países do primeiro mundo (leia-se grandes bancos da Europa e EUA).

“A história de quem faz o dinheiro da cocaína colombiana é uma metáfora para o encargo/culpa desproporcional colocado em todos os sentidos nos países “produtores” como a Colômbia, como resultado da proibição de consumo de drogas“, disse um dos autores do estudo, Alejandro Gaviria, no lançamento de sua edição em Inglês na semana passada. “A sociedade civil colombiana não colhe quase nenhuma vantagem econômica do comércio das drogas, enquanto que os enormes lucros são feitos por redes de distribuição criminais nos países (ditos de primeiro mundo) consumidores, e reciclados pelos (GRANDES) bancos que operam sem respeitar nada parecido com as restrições e/ou leis a que o próprio sistema bancário da Colômbia está sujeito”. 

cia-drogas

O co-autor do estudo, Daniel Mejía, acrescentou: “Todo o sistema legal e de repressão operado por autoridades dos países consumidores é baseado em torno de se ir atrás apenas do cara pequeno, o elo mais fraco da cadeia, e nunca no negócio grande ou no sistema financeiro onde o dinheiro é legalizado”.

O trabalho, desenvolvido por dois economistas da Universidade dos Andes, em Bogotá, é parte de uma iniciativa do governo colombiano para reformar a política de combate mundial às drogas e se concentrar na ação dos GRANDES BANCOS na lavagem de dinheiro, os grandes bancos na América do Norte e Europa, bem como a prevenção social do uso e disseminação da droga levando e consideração de opções para a descriminalização de algumas ou de todas as drogas.

Os economistas consultaram/pesquisaram toda uma gama de aspectos econômicos, sociais e políticos das guerras das drogas que devastaram a Colômbia. O conflito agora se mudou, com consequências mortais, para o México e teme-se, se estenderá em breve à América Central. Mas a conclusão mais chocante diz respeito ao que os autores chamam de “a microeconomia da produção de cocaína” em seu país, a Colômbia. Gaviria e Mejía estimam que o valor de mercado mais baixo possível das drogas na rua (em torno US$ 100,00 por grama, cerca de £$ 65,00) de “cocaína pura/líquida, após a interdição” produzida na Colômbia durante o ano estudado (2008) equivale a US$ 300 bilhões (!!!!!). 

Mas do qual apenas a soma de US$ 7,8 bilhões permaneceram no país colombiano. “É uma proporção minúscula do PIB”, disse Mejía, “que pode ter um impacto desastroso sobre a sociedade e a vida política, mas não sobre a economia colombiana. O grande valor em economia para a cocaína colombiana esta fora da Colômbia.”  Mejía disse ao Observer : “A maneira que eu tento colocar é esta: a proibição é uma transferência dos custos do problema da droga a partir do consumo para os países produtores.”

“Se países como a Colômbia se beneficiassem economicamente com o tráfico de drogas, haveria um certo sentido em tudo isso”, disse Gaviria. “Em vez disso, nós pagamos o preço mais alto para alguém obter UM ENORME LUCRO, até recentemente era a Colômbia, e agora é também o México”.

“Eu coloco a questão para os americanos assim: suponham que todo o consumo de cocaína nos EUA desaparecesse e se mudasse para o Canadá. Será que os americanos ficariam felizes em ver as taxas de homicídio subirem como um foguete em Seattle (faz fronteira com o Canadá), a fim de evitar que a cocaína e o dinheiro fossem para o Canadá. Posto dessa forma, eles começariam a entender um pouco o custo atual para a Colômbia e o México”.

Os mecanismos de lavagem de dinheiro da droga foram destaque no Observer no ano passado depois de um acordo raro feito em Miami entre as autoridades federais dos Estados Unidos e o WACHOVIA BANK, que admitiu a transferência de US$ 110 milhões do dinheiro das drogas para os EUA, mas são as mesmas autoridades que falharam ao não acompanhar as remessas no total ASSOMBROSO de US$ 376 bilhões trazidos para o WACHOVIA BANK através de pequenas casas de câmbio no México durante quatro anos. (o WACHOVIA BANK já teve comprado o seu controle pelo Wells Fargo, que tem cooperado com a investigação.)

{n.t.”Durante todo o período de 01 de maio de 2004 a 31 de Maio de 2007, o WACHOVIA BANK, dos EUA, processou transferências de pelo menos US$ 373.6 BILHÕES em CDCs, e mais US$ 4,7 bilhões em dinheiro em espécie” – um total de mais de US $ 378.3 BILHÕES, uma soma que supera os orçamentos debatidas por Estado dos EUA e autoridades locais do Reino Unido para fornecer serviços em geral aos seus cidadãos.}

Mas ninguém foi preso, e o banco agora está limpo. “No geral, há grande relutância em ir atrás do dinheiro”, disse Mejía. “Eles (os agentes dos governos) não têm como alvo atingir as partes da engrenagem onde há um grande valor acrescentado na Europa e na América o dinheiro está disperso -. Uma vez que atinge o país consome vai para o sistema, em cada cidade e estado Eles preferem ir. depois que a economia insignificante, os pequenos e os cultivos de coca na Colômbia, apesar de a economia é pequena. “

Os Bancos da Colômbia, entretanto, disse Mejía, “estão sujeitos a um rigoroso controle, para impedir a lavagem de dinheiro dos enormes lucros que poderiam retornar ao nosso país, mas que para se receber apenas $ 2.000 envolve uma enorme quantidade de papéis solicitados pelos nossos banco -. E muito disso é supervisionado pelos PRÓPRIOS norte americanos.”

“Na Colômbia”, disse Gaviria, “se fazem perguntas nos bancos que nunca seriam feitas nos EUA. Se o fizessem, seria contra as leis de sigilo bancário. Os EUA tem leis muito fortes sobre o sigilo bancário, mas na Colômbia não – embora a proporção de dinheiro lavado seja ao contrário à níveis absurdos. É uma espécie de hipocrisia, né?”(n.t. é absolutamente intencional, os recursos devem ficar nos países desenvolvidos”) 

Um soldado guarnece a incineração de drogas que está sendo feita em Tijuana, México. Fotografia: Guillermo Arias/AP

O Dr Mejia disse: “É uma extensão do modo de operar em sua própria “casa” (os EUA). Vá atrás das classes mais baixas, o elo fraco da cadeia – o pequeno, para novamente apenas mostrar resultados, transferindo o custo da guerra às drogas para os (países) mais pobres.. , mas não ao sistema financeiro (e os grandes bancos) e dos grandes negócios que movimentam tudo isso junto”. 

Com a Grã-Bretanha após ter ultrapassado os EUA e Espanha como o maior consumidor mundial de cocaína per capita, a investigação do WACHOVIA BANK mostrou que boa parte do dinheiro da droga também é lavado através da City de LONDRES (o centro financeiro da Europa), onde o principal denunciante/testemunha do  caso WACHOVIA BANK, Martin Woods, denúncia QUE foi feita baseado na própria política de anti-lavagem de dinheiro interna do banco. E ele foi injustamente DEMITIDO após soar o alarme.

Gaviria disse: “Sabemos que as autoridades do Reino Unido e dos EUA sabem muito mais do que demonstram ao agirem. De acordo com as autoridades, eles percebem coisas sobre certas pessoas que sabem que estão movendo enormes somas de dinheiro para o tráfico de drogas – mas a DEA [Drugs Enforcement Administration dos EUA] atua somente em uma pequena fração do que eles sabem”.

“É um tabu ir atrás dos grandes bancos”, acrescentou Mejía. “É um suicídio político neste clima econômico, porque as quantidades de dinheiro recicladas são enormemente tão altas.” 

Políticas Anti-Drogas na Colômbia: sucessos, fracassos e desvios errados, editado por Alejandro Gaviria e Mejía Daniel, Ediciones UNIANDES, 2011.

Saiba como a CIA é a maior traficante de drogas do mundo em:

Reptilianos do Sistema Estelar de Thuban


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 Constelação do Dragão-Draco

draco-reptilianoSeres extraterrestres  REPTILIANOS  vindos do Sistema Estelar de THUBAN, na CONSTELAÇÃO DRACO, o DRAGÃO,

Boa informação sobre corpos (e ALMAS) possuídos por reptilianos, assassinatos e planos ocultos de governos secretos, para o controle TOTAL da humanidade.

O chip que eles querem que todos tenham implantados se destina a matar e controlar a humanidade mais ainda. A seguir excertos do livro traduzidos do original em inglês (tradução livre)

“Portanto, não os temais; porque não haverá nada encoberto que não seja revelado, nem oculto que não seja descoberto”. Mateus, 10:26.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

O original, a versão editada do livro é encontrada em:

http://educate-yourself.org/vcd/bodysnatchersSusanReed.shtml).

 Em Tempo: A autora deste livro foi encontrada morta, “aparentemente” afogadaao largo de uma praia em Nassau, Bahamas, em outubro de 2009. Seu nome verdadeiro era Jeannie Gospell. Ela foi provavelmente assassinada. Depois de ler este livro, você vai entender porque.

O livro (Inglês) esta disponível aqui:  http://educate-yourself.org

Jeannie Gospell narra em seu livro “Esta raça alienígena é conhecida na verdade como os reptilianos, eles são chamados os Draconianos, pois sua origem estelar é na constelação de DRACO (o Dragão). O termo bíblico para eles é Nephilim ou anjos caídos e obviamente seguidores de Satã/Lúcifer….

Eu tinha me envolvido com um homem, BRIAN, cuja alma, corpo e intelecto, foi tomado por um ser reptiliano, que tomou controle total em espírito (desse homem de nome Brian), cuja alma tinha sido arrancada do corpo,… Brian é um dos muitos seres humanos completamente dominado (a Alma, intelecto e corpo físico) pelos reptilianos dessa raça draconiana.

Existe uma hierarquia, no topo estão seres reptilianos de Draco, que comandam seres reptilianos que trabalham em conjunto com raças de extraterrestres Greys.

…Há muitos POLÍTICOS “importantes” no cenário mundial (e no Brasil) e principalmente atores, atrizes, cantoras (es), grandes esportistas, cientistas, FANÁTICOS RELIGIOSOS, BANQUEIROS,   na indústria QUÍMICA e FARMACÊUTICA, na indústria de ARMAMENTOS, etc… 

Enfim pessoas que tem um poder de influência muito grande em nossas culturas e hábitos, tais como BEYONCE, GEORGE BUSH (Pai e Filhos), BILL CLINTON e HILLARY CLINTON, as rainhas e os reis europeus, a realeza negra da Europa, etc.

…Um termo para a organização Draconiana, e a sua força de supressão e opressão é descrito. Eles também são chamados de ”os ILLUMINATIS”,são da elite global que controla o planeta (inclusive através das religiões)… eles estão usando técnicas para suprimir a nós … controlar o nosso intelecto, suprimindo a nossa abundância natural através de dívidas, suprimindo a nossa saúde com maus hábitos nutritivos, perversão e  promiscuidade sexual, pedofilia, com a criação de vírus …..

Suprimindo a nossa consciência …. implantando comportamentos pervertidos na área sexual e nos induzindo e nos fazendo aceitá-los como normais…. promovendo o homosexualismo, o lesbianismo…. e etc.. 

“E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele“ (n.t. – na Terra, onde estão todos encarnados – ou ocupando corpos – como seres humanos).  Apocalipse 12:7-9

Dracoconstelation

A Constelação do Dragão e sua estrela principal Thuban (Alpha Draconis)

A autora segue em sua narrativa: “Eles também são os controladores dos grandes bancos e corporações e eles nos controlam através de dívida. Eles usam uma lei universal de geração da abundância  contra nós, que afeta a nossa prosperidade, quando estamos em dívida, chamam o dinheiro e outras coisas que estão fora de nós. Temos que trabalhar mais  duro o que nos deixa com menos tempo para questionarmos o que está acontecendo ou para trabalharmos em nosso crescimento, para aumentarmos a nossa consciência”. 

Nas palavras de BRIAN/Reptiliano: 

“As dívidas trabalham à nosso favor, e nós somos todos os banqueiros internacionais e se todos voces estiverem endividados significa que nós temos o controle sobre vocês quando chegar a hora, mas que não é só deste modo que estamos fazendo isso – controlando todos… 

“Se você estiver em dívida as coisas não vão trabalhar do seu jeito. (A lei da abundância de dinheiro – anti abundância, a carência, as dívidas levam todas as coisas para longe de você e não é só o dinheiro, é tudo o mais) Sabemos sobre todas as leis universais e as usamos e não é só essa, sobre atração da abundância. Nós estamos por trás da maioria dos cartões de crédito e de suas dívidas em todo o mundo ….. 

“Nós controlamos o sistema de consumo (e todo o resto), queremos que todos tenham dívida para que as coisas não sigam o seu caminho normal, pois dívida faz mais dívida, – vamos cavar fundo à faca – uma espiral negativa para baixo e nós vamos ajudá-los em seu caminho para baixo, levando mais do que é razoável, uma vez que voces estão sempre endívidados“.

“Tenho concluído por causa dessas experiências que Brian é uma combinação de uma alma reptiliana controlando um espírito humano em um corpo e intelecto humano único e Brian, ele mesmo me descreveu esta situação. Eles tomam o corpo (Body Snatcher) de um ser humano, mas eles mantêm o espírito humano existente. 

Um trabalhador na base subterrânea alienígena de DULCE, no estado americano do Novo México, chamado Thomas 4 confirmou esse fato quando afirmou que: “eles sabem como separar o corpo bioplasmático do corpo físico para colocar uma entidade alienígena de matriz com força de vida (uma alma) dentro de um corpo humano após a remoção da “alma humana” à força da sua matriz da força de vida do corpo do ser humano”.

corrupção-reptiliano

Os seres reptilianos estão no CONTROLE E COMANDO de todas as INSTITUIÇÕES religiosas, políticas, financeiras, da indústria química e farmacêutica, armamentos, CONTROLAM A informação, HÁBITOS CULTURAIS, etc, etc … Invariavelmentecorrompendo e destruindo o ser humano (OS INCONSCIENTES, OS NÉSCIOS), lenta e sistematicamente….

A força de vida da matriz como ele chama é o que eu percebo ser o espírito humano. Eu também tenho provas de que os espíritos humanos e reptilianos estão tecnicamente se juntando a nível mental. Brian de fato me disse após um evento “Eu sou um réptil e eu só uso ele (o corpo do homem Brian), eu não sou humano, assim ele é parte de mim, mas ele não é eu, você sabe o que eu quero dizer“ e  não é exatamente como se eles coexistissem, é mais parecido com o alienígena oprimindo o ser humano, o réptil está agora “no banco do motorista dirigindo e o corpo humano é o carro” e por isso eu percebo que isso significa que a mente do réptil está no controle (possessão).

Deduzo que o espírito (Alma) humano é necessário para coordenar o corpo, o que o réptil não pode fazer sozinho. Como isso pode ser possível?  Com o conhecimento da tecnologia espiritual que eles têm para fazer isso (nt. Se trata de vampirismo)

reptiliana-mutação

{n.t. “E, quando desceu para terra, saiu-lhe ao encontro, vindo da cidade, um homem que desde muito tempo estava possesso de demônios, e não andava vestido, nem habitava em qualquer casa, mas nos sepulcros. E, quando viu a Cristo, prostrou-se diante dele, exclamando, e dizendo com grande voz: Que tenho eu contigo, Jesus Cristo, Filho do Deus Altíssimo? Peço-te que não me atormentes. Porque Ele tinha ordenado ao espírito imundo que saísse daquele homem; pois já havia muito tempo que o arrebatava. E guardavam-no preso, com grilhões e cadeias; mas, quebrando as prisões, era impelido pelo demônio para os desertos.

E perguntou-lhe Cristo em Jesus, dizendo: Qual é o teu nome? E ele disse:Legião; porque tinham entrado nele muitos demônios. E rogavam-lhe que os não os mandasse para o abismo. E andavam ali pastando no monte uma vara de muitos porcos; e rogaram-lhe que lhes concedesse entrar neles; e concedeu-lho. E, tendo saído os demônios do homem, entraram nos porcos, e a manada precipitou-se de um despenhadeiro no lago, e afogou-se”  Lucas 8:27-33  Fim de citação.}

“Nós ajudamos a montar a teoria do homem-macaco de Darwin, porque não queremos que vocês saibam sobre nós, sobre alienígenas, porque somos mais aceitáveis, então não estamos abertamente presentes, talvez se vocês colocassem dois e dois juntos, se outros alienígenas estão aqui, então talvez nós somos os que estão ferrando vocês e MUITO“.

Acima:Verifique os olhos de Bush mudando para pupilas verticais dos reptilianos – fenômeno chamado de Shapeshifting em inglês)

“Nós forçamos os seus cientistas a aceitar a origem do homem vindo dos macacos, mas os cientistas genéticos sabem que humanos loiros não podem se originar de macacos, é claro que se eles abrirem a boca nós vamos ridicularizá-los, se pudermos. Todos os encontros com alienígenas que vocês já tiveram ou terão foram encobertos, sempre que  pudermos, para que você não saibam que estamos no comando de suas vidas, da sua civilização, caso contrário, você pode colocar dois e dois juntos”The Body Snatchers, de Susan Reed BSC

A autora deste livro foi encontrada morta, aparentemente afogada ao largo de uma praia em Nassau, Bahamas, em outubro de 2009. Seu nome verdadeiro era Jeannie Gospell. Ela foi provavelmente assassinada. Depois de ler este livro, você vai entender por que. Eu vou fazer gradualmente a edição da gramática Inglês nesta postagem para torná-lo mais fácil de ler e entender o que a autora está tentando explicar (atualmente, eu tenho editado até seção 2.1).

Elizabethréptil

A realeza europeia é constituída por seres reptilianos …

Este livro com sua história é atual e extremamente importante. Ele oferece muitos insights sobre a psicologia, metodologia, motivações e objetivos de longo prazo dos alienígenas (draconianos) e os reptilianos que estão envolvidos em uma agenda que está nos dominando e nos ameaçando ao extremo na continuidade da existência da raça humana neste planeta.  Como seres humanos, precisamos confrontar esta ameaça e lidar com ela (assim como enterrar a cabeça na areia não vai resolver nada).

Veja a noticia da MORTE dela no site: 

http://www.tribune242.com/sports/10172009_carefreebody_news_pg1

Se nós não pararmos esta infiltração de répteis e do seu controle sobre nossa civilização, a nossa própria existência como uma raça de seres humanos que vivem em nosso planeta, a própria mãe Terra, estará em perigo. Esta agenda REPTILIANA DRACONIANA deve ser reconhecida e deve ser exposta, e deve ser interrompida.

… Há muitos reptilianos POLÍTICOS “importantes” no cenário mundial e até mesmo atores, atrizes, cantoras (es), grandes esportistas, cientistas, FANÁTICOS RELIGIOSOS, BANQUEIROS, na indústria QUÍMICA e FARMACÊUTICA, na indústria de ARMAMENTOS, etc…

Sobre Angelina Jolie saiba mais: http://thoth3126.com.br/angelina-jolie-e-parte-de-um-esquema-de-controle-muito-sutil-e-inteligente/

Eles estão entre (em alguns casos” DENTRO” de) nós.

Deve-se notar, no entanto, que a autora deste livro é limitada em sua compreensão de princípios metafísicos superiores. Ela estava perplexa com o aparente enigma que os reptilianos que pensam e agem com má intenção e malícia, mas operam de um “plano dimensional (o ASTRAL) diferente do nosso”, a partir da quarta dimensão. 

Um nível de consciência que iremos passamos a perceber consciente e rotineiramente a partir de 2013 em diante, após o final do calendário Maia, quando então o planeta E NOSSA CONSCIÊNCIA passará a existir na quarta dimensão em 100% de todo o tempo e os reptilianos começarão a ficar visíveis para nós, a confusão vai ser muito grande para quem AINDA ESTIVER MORANDO EM GRANDES CENTROS… 

As placas ósseas de uma reptiliana, Beyonce (Sasha Fierce) se materializando em horário e momento indevido. Fenômeno conhecido como Shape Shifting nos EUA. Mais informações link: http://thoth3126.com.br/reptilianos-mais-informacoes/

A autora compara o “maior” plano dimensional com o progresso espiritual mais elevado. ISSO não é exatamente assim que funciona. Sim, quando você vai acima de um certo limiar de vibração, maus pensadores e malfeitores e o próprio mal não poderiam existir, mas a quinta e quarta dimensões não são estritamente vinculados por essa limitação. 

Um segundo problema a ser reconhecido no presente escrito foi a vontade da autora de participar sendo subjugada e os abusos que ela experimentou nas mãos de seu homem/amante reptiliano chamado BRIAN.

Esta mulher era fascinada pela potência aparente e o forte intelecto do seu agressor, e ela aceitou repetidamente a degradação, a humilhação, coação e a retaliação que foi o preço que ela tinha de pagar para ficar com ele e adquirir informações “privilegiadas”.

No vídeo abaixo o fenômeno conhecido como Shapeshifting (mudança de forma, especial e principalmente os OLHOS) acontece em NICK MINAJ em meio a uma entrevista:

“Precisamos lembrar que colaborar com o mal, em qualquer nível, é um erro e ele, o mal, vai finalmente se voltar contra voce e mordê-lo de volta.” – Ken Adachi

Publicado originalmente em fevereiro de 2013


“Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria?  E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento?” – Provérbios 1:22

Os Arcturianos – “Mantenha-se Calmo, Aterrado e Conectado ao Seu Eu Superior”


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 Nós, os Arturianos, gostaríamos de perguntar como você está fazendo? Quando dizemos “você”, queremos dizer a “humanidade desperta,” porque a humanidade não desperta é incapaz de imaginar que alguém pode se comunicar com seres que são invisíveis para suas percepções da 3ª dimensão.

Na verdade, ainda existem muitos seres humanos que só acreditam que existe apenas a realidade da 3ª dimensão. Eles podem até admitir que outra coisa acontece quando meditam ou sonham, mas a explicação precisa estar enraizada dentro do seu pensamento da 3ª dimensão.

Da nossa percepção, podemos ver que existem várias realidades dentro do seu AGORA. Claro que esta não é a realidade daqueles que só acreditam em seu mundo de 3ª dimensão e não podem sequer imaginar que qualquer outro componente além da sua vida é “real”.

Existe uma realidade na qual alguns acreditam que é a 4ª dimensão que visitam através da meditação e nos sonhos como um desdobramento do seu eu físico, que para eles é o seu “verdadeiro eu”. Por isto acreditam que estas meditações e sonhos “podem ser” alguma forma de comunicação do seu eu interior. No entanto, acreditam que o seu eu físico é o seu EU superior.

Existem também algumas pessoas que pensam ou acreditam que seus sonhos, meditação e imaginação podem ser decorrentes do seu eu interior para ajudar o seu eu/ego na vida diária.

Felizmente, existe também uma quantidade cada vez mais crescente de seres humanos, apesar de ainda ser uma pequena percentagem, que sabe/sente que existe um componente dimensional superior do seu próprio ser que ressoa em uma dimensão elevada da realidade.

Alguns deste grupo acreditam que sua ressonância superior pode e os ajuda em sua vida diária da 3ª dimensão.

Vocês, nossos queridos totalmente despertos, entendem agora por que sua transição para as realidades mais elevadas está demorando tanto? Apesar de existirem muitos seres humanos que estão totalmente despertos e cientes de sua própria natureza multidimensional.

Estes seres humanos plenamente conscientes estão mais do que prontos para ativar completamente suas percepções da 5ª dimensão, a fim de perceberem a realidade que ressoa além da sua consciência de ondas Beta da 3ª dimensão e até mesmo sua consciência de ondas Alfa da 4ª dimensão.

Como já dissemos muitas vezes, só se percebe a realidade em que ressoa o seu estado de consciência. Por outro lado, existe uma percentagem crescente de seres humanos que estão começando a despertar para estados mais elevados de consciência.

Eles estão começando a lembrar de seus sonhos, confiar em sua “imaginação” o suficiente para transformá-la em uma “nova ideia”, permitindo que novos pensamentos e criações entrem em suas mentes, confiando nas mensagens internas que aparecem de repente em sua mente ou através do seu corpo, conforme eles seguem sua vida diária.

Estes são aqueles que serão capazes de abraçar conscientemente a realidade de que a Terra não é o único planeta que tem vida senciente. Muitos até aceitam o fato de que os seres humanos da Terra não são os “seres sencientes” mais evoluídos em sua enorme galáxia.

Você entende o desafio da Terra? Existem populações muito diferentes da humanidade que pensam e acreditam de diversas maneiras. Como pode a população da Terra atingir um estado coeso de consciência em que todos possam pelo menos aceitar que os outros podem perceber versões muito diferentes da realidade?

Nós, sua família galáctica entendemos o quão difícil deve ser para aqueles de vocês que podem abraçar os estados da 5ª dimensão de consciência, percepções e experiências enquanto estão vivendo e sobrevivendo dentro de sua realidade diária da 3ª dimensão.

Queremos parabenizá-lo por encontrar diversas maneiras de se adaptar a uma experiência muito difícil e extremamente original. A Terra se tornou um “caldeirão” de diversos seres estelares que vieram de muitas áreas diferentes da sua Via Láctea, bem como da galáxia de Andrômeda, criando esta grande diversidade no seu planeta.

O tipo de diversidade planetária de Gaia é bastante singular, mas parte da razão para esta variedade de habitantes é que muitos seres estelares vieram de diversos planetas para ajudar a Terra.

Por exemplo, muitos Pleiadianos, Sirianos, Draconianos e Venusianos, bem como membros de outras galáxias vizinhas queriam ter a experiência de estar em um planeta de livre arbítrio, baseado na separação e na lei de causa e efeito.

Alguns seres vieram de diferentes galáxias, como a galáxia de Andrômeda para explorar e participar da experiência de ascensão da Terra. Nós gostaríamos de falar um pouco sobre a galáxia de Andrômeda.

Galáxia de Andrômeda

Em primeiro lugar, queremos colocar em perspectiva que a Terra não é nem mesmo um ponto em um mapa universal, este mapa marca duas “galáxias próximas” de sua própria Via Láctea (Milky Way) em amarelo, a galáxia de Andrômeda bem como a galáxia Triângulo.

Ciente que a evolução de sua consciência pessoal influencia muito o seu “senso de EU”. Você começa como uma criança em que o seu senso de eu está conectado com quem alimenta e cuida de você. À medida que amadurece para um adulto, seu senso de eu depende muito do que você faz e como o seu estado de consciência influencia o que você está fazendo.

Se o seu estado de consciência é conduzido pelo medo, então você pode sentir que precisa trabalhar “duro” e enfrentar muitas desilusões. Este estado de medo da consciência cria um senso de eu no qual você se sente “uma vítima” que é incapaz de encontrar amor e segurança em um mundo hostil.

No entanto, se você encontrar uma maneira de superar as dificuldades da vida diária, o seu senso de eu irá se expandir se sentindo um vencedor. Quando você é capaz de transmutar o seu senso de eu de vítima para vencedor, o seu senso de eu incluirá consequentemente uma capacidade cada vez maior de obter o domínio sobre sua vida.

Quando você percebe que encontrou o caminho para subir acima do que anteriormente o manteve para baixo, você ganha um sentido de ser, a independência pessoal do seu eu.

Quando você percebe que existem versões de dimensões mais elevadas do seu eu que estão em conexão contínua com você, você entende o sentido de ser o seu EU multidimensional.

Quando você sente uma conexão consciente com as próprias expressões superiores do seu eu, você percebe uma conexão com o seu Eu superior.

Quando você sente uma conexão consciente com o seu Eu superior, você se lembra que veio à Terra para ajudar na ascensão planetária. Você pode então lembrar que a fim de alcançar sua missão escolhida, você precisará estender seu senso de eu para abranger o seu EU planetário.

Conforme você se torna cada vez mais confortável com o seu “EU planetário”, você começa a se expandir para o seu senso de EU galáctico.

A medida que você se funde com o seu senso superior planetário e galáctico de si mesmo, você recupera suas percepções multidimensionais que ficaram perdidas em suas muitas encarnações no conturbado planeta Terra. É através de suas percepções expandidas que você começa a se lembrar:

Do seu planeta natal ou nave estelar a partir do qual o seu Eu superior guia você dentro de cada momento do AGORA.

Porque você veio para a Terra dentro deste vital AGORA de transmutação.

Como você pode se comunicar com as expressões mais elevadas do seu EU multidimensional.

Como você pode seguir as diretrizes do seu próprio Eu superior para se lembrar da missão que escolheu antes de assumir esta encarnação.

Como você pode permanecer ligado à Terra dentro de sua realidade da 3ª dimensão, enquanto a sua consciência está entrelaçada com as expressões dimensionais superiores do seu eu.

Como você pode lembrar e cumprir seus contratos de pré-nascimento.

Como você pode ajudar os outros e o planeta se moverem para dentro e através dos sub-planos de espaço/tempo da 3ª para a 5ª dimensão no AGORA do UM.

Estamos cientes de que um de seus maiores desafios é o equilíbrio de sua realidade da 3ª e 4ª dimensão com os seus estados de consciência da 5ª dimensão recém baixados, bem como com todas as suas sempre em expansão, percepções da 5ª dimensão.

Porque vocês são os pioneiros de uma nova frequência de realidade, você está entre a minoria da humanidade que se ofereceu para entrar no AGORA da transição de uma realidade da 3ª dimensão de espaço/tempo para uma realidade da 5ª dimensão que se baseia no AQUI e AGORA.

Muitos de vocês bravos pioneiros de uma nova oitava da realidade estão preocupados com o nível de caos em sua vida na 3ª dimensão. Lembramos que o caos sempre precede a mudança. O caos revela aquilo que não funciona mais em suas novas frequências superiores. Por mais desconfortável que este caos possa parecer, pedimos que tente abraçar o caos.

Quando você abraçar o caos, ele deixa de ser o seu inimigo. Abraçar o caos lhe permite descobrir e viver a nova versão do seu EU que agora você está pronto para integrar ao seu senso cada vez expandido de eu. Por isto o caos não é seu inimigo, mas um amigo que está mostrando o que não pode se expandir para as dimensões superiores.

Os pensamentos, emoções, campos de energia e formas de pensamento que são interdimensionais estão abrindo caminho para ajudá-lo a se adaptar totalmente a uma vida dentro de uma realidade multidimensional onde as atuais leis físicas de espaço e tempo não funcionam.

Aqueles cujo senso de eu só inclui a sua consciência de realidade da 3ª dimensão, provavelmente perderão muitos dos eventos das dimensões superiores que só serão perceptíveis para aqueles que expandiram sua consciência, e, portanto, o seu sentido de eu para a 5ª dimensão e além.

Se alguém é “um ser humano apenas da 3ª dimensão”, ele não será capaz de perceber o retorno de suas percepções da 4ª e 5ª dimensão, já que estará ocupado com as demandas de sua vida física. Ele não vai encontrar tempo para meditar, expandir sua consciência e ver auras, ou sentir o chamado do seu próprio Eu superior.

Isso não é uma boa ou uma má escolha. É simplesmente uma escolha. Nem todos vestindo um corpo físico encarnaram na Terra para experimentar e ajudar na ascensão planetária. Existem milhões de pessoas amáveis e amorosas que não estão interessadas neste tipo de experiência.

Por isso dizemos para aqueles de vocês que estão prontos para compartilhar suas experiências, olharem primeiro para a aura da pessoa com quem estão falando. Apenas olhe acima de sua cabeça para ver se ela está conscientemente conectada com a expressão dimensional superior do seu eu. Se você perceber um vazio, vai saber que ela não está pronta para entrar na experiência da ascensão.

Fale sobre o tempo ou as suas vitórias e desafios comuns, em seguida, siga o seu caminho. Dizemos isto para que você não tenha as dificuldades que muitos “arautos da mudança” passaram quando tentaram se mover para a próxima frequência superior da realidade.

Se você sente que é sua escolha trabalhar com a população que não está pronta para a mudança planetária, então bênçãos para você, mas lembre-se de ser paciente. Lembramos que todos vocês são amados e apoiados por sua família e amigos das dimensões superiores. Também lembramos que você nunca deixou a nossa realidade dimensional superior.

Na verdade, quando você bi-localizou o seu corpo na Terra, você expandiu o seu “senso de eu” baixando a frequência do seu EU galáctico.

Em seguida, expandiu a sua frequência para a frequência do seu EU planetário.

Em seguida, para a frequência do seu EU superior.

Em seguida, expandiu a consciência do seu EU multidimensional.

E, finalmente, você expandiu seu senso de eu para incluir a sua experiência de ser seu eu pessoal.

Portanto, você NÃO diminuiu o seu verdadeiro EU de forma alguma. No entanto, o tempo, a separação, a polaridade e o trabalho duro na 3ª dimensão fez muitos esquecerem de que seu eu humano é, na verdade, a oitava mais baixa do seu EU multidimensional.

Muitos de vocês escolheram equilibrar questões não resolvidas de outras encarnações capacitando mais significativamente a sua autoestima e expandindo o seu senso de eu para abraçar as expressões de dimensões mais elevadas, bem como a sua incorporação física atual.

Mas lembre-se, você NUNCA DEIXOU a expressão dimensional do seu EU superior. O que ocorre é que durante as suas longas excursões na 3ª e 4ª dimensão de realidade, o seu “senso de eu” tornou-se limitado ao seu eu da 3ª dimensão.

Esta experiência é muito parecido em sentir seus pés caminhando na água barrenta, sentindo seu corpo na água mais clara e experimentando o ar e o Sol na parte superior do seu tronco e face.

VOCÊ é os pés na água barrenta. VOCÊ é a sua cabeça sentindo a brisa e a luz na parte mais alta. VOCÊ é a luz que acaricia seu rosto e faz a coroa de sua cabeça formigar. Lembre-se também que VOCÊ é a lama na qual está caminhando.

Sinta todas estas expressões do seu eu no AGORA do UM. Perceba que você também é “o AGORA do UM” que você sente entrar em sua coroa. Você é “TUDO em TODOS”.

Conforme você atinge o ponto mais e mais profundo da realidade da 5ª dimensão que está se misturando com a 4ª dimensão do seu mundo astral das meditações e sonhos e sua vida da 3ª dimensão física na Terra, seu senso de eu está se expandindo para incluir mais e mais frequências do seu EU multidimensional inato.

Nós sua família galáctica, lembramos você de enviar seu sentimento cada vez maior de eu profundamente ao núcleo do planeta Terra de Gaia, aterrando seu campo de energia multidimensional humano com o campo de energia multidimensional planetário de Gaia.

Desta forma, enquanto os campos de energia da 3ª, 4ª e 5ª dimensão se fundem em UM, as pessoas e o planeta também se fundem num só. Aqueles de vocês que optaram por assumir uma embarcação/corpo na Terra dentro deste AGORA para ajudar Gaia com sua transmutação, terão o seu eu transmutado enquanto estarão simultaneamente transmutando Gaia.

Você está ajudando no nascimento/criação da 5ª dimensão da “Nova Terra” através do núcleo da 3ª dimensão. Você também está enviando a semente de seus sonhos da 4ª dimensão e aspirações de uma nova vida que estão crescendo dentro do núcleo do planeta enquanto você também planta esta semente dentro do núcleo do seu corpo terrestre pessoal.

Conforme você expande o seu senso de eu para incluir o seu EU planetário…

Você expande sua consciência para incluir o seu EU Galáctico…

Que expande o seu senso de eu para incluir o seu EU da 5ª dimensão…

Que espera a unificação com o VOCÊ na 5ª dimensão da Nova Terra…

Assim como o SEU corpo de luz interior em sua nave estelar ou planeta natal !

Tem sido uma longa espera para nossos bravos pioneiros que se ofereceram para “ajudar Gaia em sua ascensão”. Muitos de vocês têm servido em incontáveis encarnações na expressão da 3ª dimensão de Gaia. Portanto, você tem crescido amando Gaia como sua mãe. Queremos que você saiba que Gaia também ama cada um de vocês como seu filho.

Nós sugerimos que você comece a perceber conscientemente as mudanças em sua percepção de “tempo”. Quando você está ocupado, tente se lembrar de reservar um momento de 5ª dimensão no AGORA, vá para dentro e sinta o EU multidimensional no seu interior.

Abraçar este seu EU multidimensional é tão normal quanto ter dois braços e duas pernas. Além disso, reserve um momento para sentir as muitas versões do seu “senso de EU” em cada momento do AGORA.

Desta forma você se ajudará a incorporar tudo o que aprendeu em suas realidades da 3ª e 4ª dimensão com a 5ª dimensão do AGORA, no seu cada vez mais expandido “senso de EU”.

Por favor, lembre-se que os membros de sua família galáctica estão sempre juntos com você. Portanto, você nunca está sozinho !

Dentro do UM deste momento, estamos com VOCÊ.

Os Arturianos e os membros da sua família galáctica.

Canal: Suzanne Lie PhD 

Fonte: http://suzanneliephd.blogspot.com

Tradução: A Luz é Invencível

Veja mais Os Arcturianos Aqui

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Supertempestade Solar poderia causar o caos…


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Flare-solar-fullUMA SUPERTEMPESTADE SOLAR poderia matar milhões, com trilhões em prejuízos.

Especialistas dos EUA estimam, que há possibilidades em torno de 7% de que uma supertempestade solar aconteça na próxima década, o que parece um pequeno risco, mas os efeitos seriam tão amplos – semelhante a QUEDA de um grande asteroide no planeta – que tem atraído o interesse oficial de agências governamentais.

“Ora, naqueles dias, depois daquela afliçãoO SOL SE ESCURECERÁ, e a lua não dará a sua luz”.  Marcos 13:24


 Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

O CLIMA (no planeta inteiro) esta sendo muito ruim nos últimos anos, com extensas secas, excesso de calor e maiores e mortais tempestades. Mas uma supertempestade solar com Ejeção de Massa Coronal (CME) ainda poderia ser ainda muito pior.

Por Deborah Zabarenko – WASHINGTON – EUA – http://www.reuters.com

(Reuters) – Uma explosão monstruosa de (uma CME-Coronal Mass Ejection, ejeção de massa coronal de partículas carregadas pelo sol) partículas magnéticas do sol poderia destruir 300 ou mais dos 2.100 transformadores de alta tensão que são a espinha dorsal da grade de distribuição central da rede elétrica dos EUA, de acordo com relatório da National Academy of Sciences (NAS) Academia Nacional de Ciências dos EUA. Mesmo algumas centenas de transformadores destruídos poderia desativar todo o sistema elétrico, que é interligado.

Era um dia calmo no Sol, em setembro de 2000. A imagem ao lado da NASA, do Observatório Solar Trace mostra, no entanto, que mesmo durante “dias de folga” de sua atividade, a superfície do Sol é um lugar movimentado e caótico.  Mostradas em luz ultravioleta, as regiões relativamente frias ESCURAS têm temperaturas de milhares de graus. Photo Credit: NASA/TRACE.

Existe um forte impulso de um grupo de agências federais dos EUA para procurar e desenvolver modos do país se preparar para enfrentar uma supertempestade solar (CME-Coronal Mass Ejection) nos próximos anos na medida em que o sol se encaminha para atingir um período de atividade chamado de máximo solar, ao atingir esse pico em 2013.

Especialistas dos EUA estimam, que há possibilidades em torno de 7% de que uma supertempestade solar aconteça na próxima década, o que parece um pequeno risco, mas os efeitos seriam tão amplos – semelhante a QUEDA de um grande asteroide no planeta – que tem atraído o interesse oficial de agências governamentais.

Apagões de energia elétrica podem causar o caos, como rapidamente aconteceu na ÍNDIA, quando quase 700 milhões de pessoas ficaram sem eletricidade por (APENAS) dois dias consecutivos, a menos de um ano, no final de julho de 2012. No entanto, um tipo de interrupção de longa duração poderia acontecer no caso de uma supertempestade solar maciça se abater sobre a Terra, e isso terá efeitos mais profundos, devastadores e muito dispendiosos.

Há discordância sobre qual o tamanho do prejuízo, de quanto ele seria, mas especialistas no governo dos EUA e da indústria de energia reconhecem que é um problema complexo que exige uma solução coordenada. Um relatório da National Academy of Sciences (NAS) Academia Nacional de Ciências estimou que cerca de 365 transformadores de alta tensão no continente dos Estados Unidos correm o risco de falha ou dano permanente com necessidade de reposição em caso de acontecer uma supertempestade solar.

“E, logo depois da aflição daqueles diasO SOL SE ESCURECERÁe a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas”.  Mateus 24:29

SEM ELETRICIDADE DURANTE UM ANO?

A rápida reposição de equipamentos danificados pode não estar disponível durante um ano ou mais, e o custo dos danos causados no primeiro ano depois de uma supertempestade solar poderia chegar a US$ 2 trilhões, segundo o relatório. As áreas mais vulneráveis são de um terço do país ao leste, a partir do Centro-Oeste para a Costa Leste e Noroeste, desde o extremo oriente como Montana e Wyoming e até ao sul da Califórnia.

A rede nacional de distribuição de energia dos EUA foi sendo construída e ampliada ao longo de décadas para obter energia com o menor preço, desde onde a energia é gerada até onde ela é consumida nas cidades. Uma supertempestade solar (com enorme emissão de CME-Ejeção de Massa Coronal) tem a capacidade de por em colapso toda essa rede de distribuição de energia, declara o relatório da Academia Nacional de Ciências (National Academy of Sciences).

“Historicamente, grandes tempestades solares têm um potencial para causar blecautes e causar danos permanentes em transformadores da rede de distribuição de energia elétrica de proporções sem precedentes, blecaute a longo prazo e um período longo de tempo para a recuperação do sistema, e uma escassez crônica de energia elétrica durante vários anos é possível”, declara o relatório.

Richard Andres, um especialista em segurança energética e ambiental do instituto militar National Defense University (NDU), está ajudando a coordenar um grupo interinstitucional para lidar com o problema. O fracasso da rede nacional de energia elétrica poderia ser desastroso para o país e a população em geral, disse ele. Em um cenário de pior caso, o comércio quase que instantaneamente cessaria, ele disse, notando que ele estava falando por próprio e não pelo governo dos EUA. A produção e distribuição de Água e combustível, que dependem de bombas elétricas, iriam parar de fluir na maioria das cidades em questão de horas, as comunicações modernas iriam acabar e o transporte mecanizado iria parar.

Esta imagem é da ejeção de CME-Ejeção de Massa Coronal, deixando a superfície do sol a velocidade estimada de 600 quilômetros por segundo em 11 de abril de 2013. Imagem satélite SOHO da NASA

GERAÇÃO DE ENERGIA DE EMERGÊNCIA POR GERADORES SERIA MUITO VULNERÁVEL

Geradores de emergência para os hospitais, instalações militares, de segurança pública (polícias, guarda nacional) e outros pontos críticos seria vulnerável se eles dependerem de diesel ou gás natural, que também contam com dutos (às vezes de transporte) para reabastecimento. A lei e a ordem poderia se deteriorar e quebrar muito rapidamente se a interrupção for por tempo prolongado, (n.t. PRINCIPALMENTE NOS GRANDES CENTROS URBANOS, ONDE A OCORRÊNCIA DE SAQUES E DISTÚRBIOS DE RUA SERIAM ENORMES E COM GRANDES E GRAVES CONSEQUÊNCIAS) com os oficiais, policiais abandonando seus postos para proteger as suas próprias famílias, disse Andres.

O relatório da academia disse que mais de 130 milhões de pessoas nos Estados Unidos poderia ser afetada. Andres disse que no pior cenário o número de mortos pode alcançar o número de milhões de norte-americanos. Outros países além dos Estados Unidos também iriam sentir o impacto de uma supertempestade solar, ao derrubarem os seus sistemas de geração e distribuição de energia elétrica, mas a rede elétrica dos EUA é tão grande e tão interligada (e vulnerável) que qualquer grande ataque poderia ter resultados catastróficos.

A única maneira de lidar com esse tipo de ameaça, disse Andres por telefone, é envolver a Casa Branca, o Congresso, a indústria privada, o Pentágono e as agências que vão desde o Departamento de Segurança Interna (NSA_National Security Agency), a NASA e a NOAA-National Oceanic and Atmospheric Administration, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica. Este grupo de agências governamentais esta reunido no instituto militar National Defense University (NDU) desde o ano passado para resolver este problema.

Muitas dessas agências já têm considerado que este tipo de falha venha a acontecer, mas não por causa de um ataque de partículas carregadas do SOL. A comunidade de segurança nacional dos EUA tem se preocupado com e sobre uma explosão nuclear inimiga em alta altitude e que poderia fazer mais ou menos a mesma coisa e causar o mesmo estrago: gerar um pulso eletromagnético que fritaria a grade de distribuição de energia elétrica dos EUA, colocando o país em colapso.

“E o quarto anjo tocou a sua trombeta, E FOI FERIDA A TERÇA PARTE DO SOLe a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhasse, e (fosse) semelhantemente à noite”.  Apocalipse 8:12

Acima: Imagens compostas de um CICLO SOLAR COMPLETO de 11 anos e a respectiva atividade de emissões de CMEs (Coronal Mass Ejection) completa.

CRESCE A ATIVIDADE DO SOL E EMISSÕES DE CME-CORONAL MASS EJECTION

Cerca de três ou quatro vezes no ciclo solar de 11 anos, o sol lança um pedaço de sua atmosfera para o espaço profundo grande o suficiente para ter um impacto sobre a vida dos seres humanos, disse Bill Murtagh, especialista em clima espacial na NOAA-National Oceanic and Atmospheric Administration, Administração Nacional Oceânica e Atmosférica.

A nossa civilização lida bem com as tempestades solares comuns, mas quando as explosões solares emitem partículas carregadas podem afetar e destruir as redes de distribuição de energia, sistema de navegação por satélite, às transmissões de rádio, as rotas dos aviões e navios. Tais tempestades solares em janeiro e março de 2012 já causaram alguns problemas, disse Murtagh.

De maior preocupação são as graves supertempestades solares que bombardeiam a Terra com partículas magnetizadas que podem danificar transformadores gigantes tão completamente que seria impossível reiniciá-los. Duas dessas monstruosas supertempestades solares monstruosas já aconteceram em 1859 e 1921. Nem foram catastróficas, principalmente porque a sociedade não era ainda tão dependente da eletricidade naquele momento e a grade elétrica dos EUA então não era nem sombra da rede elétrica sofisticada e interligada que é hoje.

O USGS-United States Geological Survey, Serviço de Vigilância Geológico dos EUA sugeriu que existe de 6 a 7 por cento de chance de uma supertempestade solar do tipo da que ocorreu em 1859 nos próximos 10 anos, disse Murtagh. O máximo do CICLO SOLAR 24 que acontece no ano que vem, em 2013 não aumenta essa probabilidade, embora as tempestades solares poderão ser muito mais frequentes.

Poderia haver ainda mais 500 anos antes que uma tempestade solar tão forte como a que atingiu a Terra em 1859 acontecesse novamente, disse Murtagh, que acrescentou: “A realidade é mais dura, pode acontecer na próxima semana e nós simplesmente não saberemos.”.  O SOL lançou uma tempestade carregada de partículas significativa no mês passado, ele disse, mas que não foi dirigida à Terra.

UM coronógrafo é um telescópio (instalado no satélite SOHO) que pode ver e registrar o que acontece com o SOL. Ele usa um disco para bloquear a luz da superfície brilhante do Sol, revelando a fraca coroa solar, as estrelas, planetas e os cometas sungrazing. Em outras palavras, um coronógrafo produz um eclipse artificial solar. O Observatório Solar e Heliosférico (SOHO) tem dois coronógrafos a bordo, um com um campo de 3 graus (o “C2″ coronógrafo) e outro com um campo de visão de 16 graus (o “C3″ coronógrafo).Para comparação, o próprio Sol tem 0,5 graus de diâmetro. As imagens do coronógrafo C2 são geralmente de cor vermelha; as imagens do coronógrafo C3 são imagens azuis.

A North American Electric Reliability Corporation-NERC, agência norte-americana que supervisiona a rede de energia da América do Norte, contesta a estimativa do relatório da Academia Nacional de Ciências, a National Academy of Sciences (NAS), de uma possível perda de centenas de transformadores de alta tensão em uma ocorrência de supertempestade solar. Mais provavelmente, disse a NERC em um relatório deste ano, haveria o colapso de tensão, o que derrubaria o sistema elétrico, mas não destruiria os transformadores. Qualquer queda na distribuição de energia elétrica seria menos prolongada nesse caso.

Mark Lauby, da NERC apontou para uma tempestade solar que aconteceu em 1989 e que causou uma queda de energia na maior parte da província canadense de Quebec. A interrupção durou horas, mas sem que os transformadores fossem danificados.

SOHO, o satélite da NASA que vigia a atividade da coroa solar, Observatório Solar e Heliosférico (SOHO) tem dois coronógrafos a bordo.

A substituição de transformadores danificados é uma grande empresa de logística, com um típico transformador de alta tensão sendo quase tão grande como uma pequena casa e pesando 500 mil libras (227 toneladas).

UM TRIO DE TRANSFORMADORES MENORES NO LUGAR DE UM DOS GRANDES

A substituição de um destes enormes transformadores pode levar até dois anos. No entanto, três transformadores menores podem tomar o lugar de um desses grandes, e um trio desses transformadores menores pode ser colocado no lugar dos grandes em menos de uma semana, de acordo com o Electric Power Research Institute.

Outras soluções possíveis incluem a instalação de resistências em transformadores de alta tensão para manter os transformadores protegidos de queima por superaquecimento. Uma correção sistêmica envolve um alerta antecipado para as empresas de energia de que um evento solar com emissão de CME está chegando, para que os gerentes pudessem mudar para geração de eletricidade local, evitando o uso de linhas de transmissão de longa distância. Colocando resistências (um tipo de fusível) em todos os transformadores de alta tensão pode custar entre US$ 150 a US$ 200 milhões.

Paul Werbos, um especialista no campo da teoria da decisão, disse que, dada a chance de uma supertempestade solar acontecer e causar trilhões de dólares de prejuízo, tomar a decisão de instalação de resistências e tomar outras medidas para mitigar o risco é  “Obrigatório … Devemos ir em frente e fazê-lo“.

O Deputado Roscoe Bartlett, um republicano de Maryland, concordou. No dia 03 de agosto de 2012, ele apresentou uma resolução para a Câmara dos Representantes dos EUA estimulando as comunidades a desenvolver programas de defesa civil para se prepararem para quedas de energia sustentáveis, incluindo o fornecimento de 20 por cento de toda a energia elétrica que precisaria ser gerada localmente no caso em que a rede elétrica nacional entrar em colapso. (Edição de Paul Simon)

“E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, ESCURECENDO-SE O SOL; Lucas 23:44

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Por que as mentes mais brilhantes necessitam da solidão


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Segundo o professor Robert Lang, da Universidade de Nevada (Las Vegas), especialista em dinâmicas sociais, muitos de nós acabarão vivendo sozinhos em algum momento, porque a cada dia nos casamos mais tarde, a taxa de divórcio aumenta, e as pessoas vivem mais. A prosperidade também incentiva esse estilo de vida, escolhido na maioria dos casos voluntariamente, pelo luxo que representa. A jornalista Maruja Torres, em sua autobiografia, Mujer en Guerra (da editora Planeta España, não publicada em português), já se vangloriava do prazer que lhe dava cair na cama e dormir sozinha, com pernas e braços em X. A isso se soma a comodidade de dispor do sofá, poder trocar de canal sem ter que negociar, improvisar planos sem avisar nem dar explicações, andar pela casa de qualquer jeito, comer a qualquer hora…

Como se fosse pouco, o sociólogo Eric Klinenberg, da Universidade de Nova York, autor do estudo GOING SOLO: The Extraordinary Rise and Surprising Appeal of Living Alone (ficando só: o extraordinário aumento e surpreendente apelo de viver sozinho, em tradução livre), está convencido de que viver só significa, também, desfrutar de relações com mais qualidade, já que a maioria dos solteiros vê claramente que a solidão é muito melhor que se sentir mal-acompanhado. Há até estudos que asseguram que a solidão facilita o desenvolvimento da empatia. Outra socióloga, Erin Cornwell, da Universidade Cornell, em Ítaca (Nova York), concluiu, depois de diversas análises, que pessoas com mais de 35 anos que moram sozinhas têm maior probabilidade de sair com amigos que as que vivem como casais. O mesmo acontece com as pessoas adultas que, embora vivendo sozinhas, têm uma rede social de amizades tão grande ou maior que a das pessoas da mesma idade que vivem acompanhadas. É a conclusão do estudo feito pelo sociólogo Benjamin Cornwell publicado na American Sociological Review.

A base da criatividade e da inovação
As pessoas são seres sociais, mas depois de passar o dia rodeadas de gente, de reunião em reunião, atentas às redes sociais e ao celular, hiperativas e hiperconectadas, a solidão oferece um espaço de repouso capaz de curar. Uma das conclusões mais surpreendentes é que a solidão é fundamental para a criatividade, a inovação e a boa liderança. Estudo realizado em 1994 por Mihaly Csikszentmihalyi (o grande psicólogo da felicidade) comprovou que os adolescentes que não aguentam a solidão são incapazes de desenvolver seu talento criativo.

Susan Cain, autora do livro Quiet: The Power of Introverts in a World That Can’t Stop Talking (silêncio: o poder dos introvertidos num mundo que não consegue parar de falar), cuja conferência na plataforma de ideias TED Talks é uma das favoritas de Bill Gates, defende ao extremo a riqueza criativa que surge da solidão e pede, pelo bem de todos, que se pratique a introversão. “Sempre me disseram que eu deveria ser mais aberta, embora eu sentisse que ser introvertida não era algo ruim. Durante anos fui a bares lotados, muitos introvertidos fazem isso, o que representa uma perda de criatividade e de liderança que nossa sociedade não pode se permitir. Temos a crença de que toda criatividade e produtividade vem de um lugar particularmente sociável. Só que a solidão é o ingrediente essencial da criatividade. Darwin fazia longas caminhadas pelo bosque e recusava enfaticamente convites para festas. Steve Wozniak inventou o primeiro computador Apple sentado sozinho em um cubículo na Hewlett Packard, onde então trabalhava. Solidão é importante. Para algumas pessoas, inclusive, é o ar que respiram.”

Cain lembra que quando estão rodeadas de gente, as pessoas se limitam a seguir as crenças dos outros, para não romper a dinâmica do grupo. A solidão, por sua vez, significa se abrir ao pensamento próprio e original. Reclama que as sociedades ocidentais privilegiam a pessoa ativa à contemplativa. E pede: “Parem a loucura do trabalho constante em equipe. Vão ao deserto para ter suas próprias revelações”.

A conquista da liberdade
“Só quando estou sozinha me sinto totalmente livre. Reencontro-me comigo mesma e isso é agradável e reparador. É certo que, por inércia, quanto menos só se está, mais difícil é ficá-lo. Mesmo assim, em uma sociedade que obriga a ser enormemente dependente do que é externo, os espaços de solidão representam a única possibilidade se fazer contato novamente consigo. É um movimento de contração necessário para recuperar o equilíbrio”, diz Mireia Darder, autora do livro Nascidas para o Prazer (Ed. Rigden, não publicado em português).

Também o grande filósofo do momento, Byung-Chul Han, autor de A Sociedade do Cansaço (Ed. Relogio D’Agua, de Portugal), defende a necessidade de recuperar nossa capacidade contemplativa para compensar nossa hiperatividade destrutiva. Segundo esse autor, somente tolerando o tédio e o vácuo seremos capazes de desenvolver algo novo e de nos desintoxicarmos de um mundo cheio de estímulos e de sobrecarga informativa. Byung-Chul Han preza as palavras de Catão: “Esquecemos que ninguém está mais ativo do que quando não faz nada, nunca está menos sozinho do que quando está consigo mesmo”.

Autoconsciência e análise interior
“Para mim a solidão representa a oportunidade de revisar nosso gerenciamento, de projetar o futuro e avaliar a qualidade dos vínculos que construímos. É um espaço para executar uma auditoria existencial e perguntar o que é essencial para nós, além das exigências do ambiente social”, diz o filósofo Francesc Torralba, autor de A Arte de Ficar Só (Ed. Milenio) e diretor da cátedra Ethos da Universidade Ramon Llull. Na solidão deixamos esse espaço em branco para ouvir sem interferências o que sentimos e precisamos. “A solidão nos dá medo porque com ela caem todas as máscaras. Vivemos sempre mantendo as aparências, em busca de reconhecimento, mas raramente tiramos tempo para olhar para dentro”, diz Torralba.

Por SILVIA DÍEZ

 
 

Sinkholes: centenas de buracos surgem no Mar Morto em Israel


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Eli Raz estava espiando um buraco estreito na costa do Mar Morto quando a terra se abriu e o engoliu completamente. Temendo que ele nunca seria encontrado vivo, ele rabiscou seu testamento sobre um cartão velho.

Depois de 14 horas um grupo de busca puxou-o ainda ileso do buraco de 10 metros (30 pés) de profundidade, e cinco anos depois, um geólogo de 69 anos  está trabalhando para salvar outras pessoas de um destino semelhante, liderando um esforço para mapear os buracos que estão se espalhando nas margens do lendário e bíblico lago das águas mais salgadas do planeta.

CERCA DE TRÊS MIL CRATERAS (SINKHOLES) JÁ SE FORMARAM NAS MARGENS DO MAR MORTO EM ISRAEL

Fontes: http://rt.com e http://www.nbcnews.com

Estas crateras subterrâneas podem se abrir em um instante, sugando tudo o que estiver em cima e deixando a área circundante parecendo uma zona sacudida por um terremoto.

O fenômeno, disse Raz, deriva de uma falta de água extrema, agravada nos últimos anos pelo turismo e por indústrias químicas, bem como uma população crescente habitando a região. “Esta é a prova mais notável da interferência (n.t. Estupidez) brutal de seres humanos no Mar Morto”, disse ele.

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Sinkholes gigantes ameaçam a existência do Mar Morto em Israel

Centenas de enormes buracos estão se formando a cada ano ao redor do Mar Morto que esta secando e que poderia enfrentar estar completamente ressecado em 2050. Sua bacia encolhe um metro por ano, devido à grave má gestão da água.

“É a vingança da natureza”, Gidon Bromberg, diretor israelense em EcoPeace Oriente Médio, disse à ABC.EcoPeace que reune ativistas ambientais

“Esses buracos são um resultado direto da má gestão inadequada dos recursos hídricos da região”, disse Bromberg, que acredita que o número total de buracos cresceu para mais de 3.000. Apenas dez anos atrás, cerca de 1.000 buracos haviam sido notificados, segundo a revista Smithsonian.

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O Mar Morto, na verdade é um lago, tem existido na sua forma atual, após a divisão para fora de uma massa de água maior nos últimos 18 mil anos. Mas desde a década de 1950 Israel e Jordânia ter desviado o fluxo do rio Jordão, transformando um outrora poderosa fluxo de água em um gotejamento, cheio de sedimentos.

Como resultado, o Mar Morto esta encolhendo à taxa de 800 milhões de metros cúbicos de água a cada ano, e seu nível caiu para apenas 40 metros. Como ele se afasta para novas margens, deixa para trás depósitos salgados. Embora, inicialmente, estes sejam firmes, ao longo dos anos seguintes, o sal é dissolvido, pela chuva, pelas águas subterrâneas e os caudais dos rios, criando uma cavidade debaixo da terra.

Estas cavidades podem desmoronar a qualquer momento, criando sinkholes mortais. Vários buracos podem se fundir, produzindo outro gigante, escancarado as crateras existentes. Embora não haja estatísticas oficiais mantidas sobre as mortes e lesões causadas por eles, existem centenas de sinais de alerta espalhadas ao redor da borda da água.

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Centenas de novos Sinkholes surgem às margens do lendário e bíblico Mar Morto

No mês passado, a Jordânia e Israel assinaram um inovador acordo de negócio no valor de US$ 900 milhões que vai se constituir na construção de uma usina de dessalinização à margem do Mar Morto, que terá água bombeada para ele através de um canal que transportará água salgada do Mar Vermelho.

Infelizmente, o caro projeto, aprovado pelo Banco Mundial não deve limitar significativamente a deterioração do Mar Morto, uma vez que só irá bombear 100 milhões de metros cúbicos de águas residuais para o próprio.


“DESPERTA, TU QUE DORMESe levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e CRISTO te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS  –  Efésios 5:14,15

{Nota: Significado de Néscio: adjetivo, Característica de quem não possui conhecimento, capacidade, sentido ou coerência. s.m. Sujeito ignorante, estúpido, incompetente, burro, incoerente, inepto. (Etm. do latim: nescius.)} Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Base Subterrânea (2) Aliens e Humana (Ets e EUA) na Antártica revelada


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ufos-montanha-antarticaUm suboficial aposentado da Marinha dos EUA, declara que viu UFOs prateados e uma ENORME entrada para uma BASE SUBTERRÂNEA no POLO SUL operada por humanos e alienígenas na Antártica

Um engenheiro de vôo da Marinha dos EUA VIU discos voadores (UFOs) prateados se deslocando nos céus da Antártica e umaGRANDE ENTRADA (literalmente um grande buraco) de acesso a uma BASE SUBTERRÂNEA existente na Antártica e ocupada em colaboração por ETs e seres humanos. 

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Engenheiro de voo, um suboficial aposentado da Marinha dos EUA, declara que viu UFOs prateados e a entrada para uma BASE SUBTERRÂNEA operada por humanos/alienígenas na Antártica – Segunda Parte, final. Primeira parte em: http://thoth3126.com.br/base-subterranea

© 2015 by Linda Moulton Howe  (LMH) – Fonte: https://www.earthfiles.com/

Transcrição da entrevista, o ÁUDIO esta disponível no link:   Howe012915AntarcticaUFOs

Brian, de 59 anos, aposentado da Marinha dos EUA suboficial de primeira classe engenheiro de vôo, descrevendo eventos muito estranhos, principalmente no período dos anos entre 1995-1996:

“Nós estávamos apenas cerca de 10 mil pés acima do topo dessas montanhas (Trans Antarctic Mountains) e todos nós pudemos ver no avistamento inicial um brilhante reflexo naqueles objetos prateadas voando ao redor lá em baixo. Lembro de me dirigir para meu comandante e piloto do avião perguntando: ‘O que são aquelas coisas lá em baixo? Ele pegou o interfone e disse:

“Bem, eles não são dos nossos. – Isso é tudo que posso dizer-lhe“

LMH: O que você estava vendo em termos de formato e movimento?

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A cadeia de montanhas Transantarctic  são  uma das maiores  cadeias  de  montanhas  do  mundo, que se estende por 3.000 quilômetros desde Coats Land até o Mar de Ross, onde estão instaladas a Estação McMurdo  e Victoria dos EUA, de frente para o mar de Ross. Imagem por USGS.

Brian: O movimento era muito – Eu não quero dizer esquisito, mas esporádico (errático). Os objetos brilhantes, que vistos da nossa altitude pareciam circulares e que deslizavam por sobre talvez três ou quatro topos de montanhas. Em seguida, eles paravam. Então, poderia ser que um ou dois se reuniam para começar a voar em outra direção. Era sempre sobre a faixa de montanhas Transantarctic. Eles nunca sobrevoaram por cima da geleira Beardmore.

LMH: Será que algum desses UFOs nunca se aproximaram de seu avião?

Brian: Não, eles estavam sempre abaixo de nós, sempre se mantiveram abaixo de nós. Foi-nos ordenado para que não falássemos entre nós a não ser entre a tripulação. E só vendo aquelas coisas lá em baixo, e ser informado de que aquilo não são das nossas aeronaves, era uma espécie de lavagem cerebral, enquanto o fato é que pensávamos, ‘Hey, o que são essas coisas? Por que ninguém sabe algo sobre isso? ‘

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A geleira Beardmore na Antártica, uma das maiores geleiras de vale do mundo com 125 quilômetros de comprimento e 25 quilômetros de largura, não fica muito longe de onde Brian e a sua tripulação de voo viu, repetidamente, discos redondos prateados dardejando em torno dos altos picos da cadeia de montanhas Transantarctic, mas nunca sobre a geleira Beardmore e nem em direção ao seu avião Hércules C-130. Imagem por USGS.

Um Enorme buraco no gelo perto do pólo Sul – Uma Base e Laboratório de operação conjunta Alien-humana?

Tivemos uma missão em que tínhamos que ir a um acampamento australiano chamado Davis Station. A fim de chegar lá, tivemos que voar direto para o Pólo Sul para reabastecer nossas aeronaves para, em seguida, e a partir daí, nós poderíamos voar todo o caminho para Davis Station Fomos informados de que precisávamos resgatar um avião, e fazer evacuação médica de emergência, porque um dos trabalhadores de lá tinha sido muito queimado em um incêndio de uma caldeira. Então nós estávamos tentando chegar lá o mais rápido que pudéssemos. Estamos falando de um voo de cerca de seis horas – de 3,5 horas para Pólo Sul e, em seguida, mais três horas do Pólo Sul para Davis Station.

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O grande buraco No Fly Zone-Zona de Exclusão Aérea (assinalado pelo x vermelho) no gelo fica a apenas cerca 8 quilômetros do Pólo Sul geográfico (círculo rosa). Mais três horas de avião `direita do Pólo Sul fica a Estação Davis australiana.

Davis é a estação Antártica da Austrália mais ao sul e está situada a 2.250 milhas náuticas a sul-sudoeste da cidade de Perth, na Ingrid Christensen Coast of Princess Elizabeth Land. A Estação Davis esta à 6 horas por via aérea do Pólo Sul. Há uma área no lado oposto do Pólo Sul que é um região No Fly Zone (proibido o tráfico de qualquer tipo de aeronave).

Esta área de No Fly Zone, nos foi dito, era uma estação de amostragem de ar que não poderíamos voar sobre ela porque iria contaminar sua coleta de amostragem de ar com a exaustão dos nossos motores, o que é ridículo, porque nós voamos em alta altitude! (Risos) Se você está fazendo “coleta de amostragem de ar”, você está fazendo a amostragem de ar próximo ao solo!

De qualquer forma, nós estávamos em nosso caminho para fazer o resgate e por isso basicamente fomos em uma linha reta. E quando chegamos há cerca de 5 e 10 milhas (8 a 16 km) do Pólo Sul no caminho para a Davis Station, nos foi dito no rádio para não continuar nosso curso em linha reta, mas para nos desviarmos da área NO Fly Zone. Alguém mencionou, ‘Hei, há um sistema de coleta de amostragem de ar aqui embaixo em algum lugar, você sabe onde? “

Olhamos para baixo e lá está aquele enorme buraco grande, no gelo, quase como uma entrada da caverna, mas era grande o suficiente para que você pudesse entrar voando com um avião Hércules C-130 para ele, um buraco que continuava para baixo dentro do gelo. Foi-nos ordenado para não sobrevoar sobre essa área.

Continuamos a nossa missão e embarcamos nossa emergência médica e iniciamos nosso retorno e tínhamos que voltar via Pólo Sul para reabastecermos, e quando novamente chegamos perto do local em que havia “a coleta de amostragem do ar”, fomos informados que devíamos desviar desta região tantas milhas para, em seguida, voltar para o curso normal de voo. Então reabastecemos de combustível no Pólo Sul, e tomamos o caminho de volta para a Estação McMurdo, lá desembarcamos e foi ordenado a toda a tripulação para se reportar ao escritório do Capitão (comandante).

Todos nós fomos colocados nesta sala e esse cara veio, alguém que ninguém nunca tinha visto antes. A única maneira que posso descrevê-lo é uma espécie de um tipo de agente para coleta de inteligência. Estávamos ali sentados e ele disse, “OK, vocês viram essa coisa. Mas vocês não a viram”.

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O Lockheed LC-130 Hércules é um avião com quatro turbopropulsores, com um tamanho de comprimento de 29,79 metros, envergadura 40,4 metros e altura de 11,9 metros, por estas dimensões desta aeronave é possível se avaliar o TAMANHO da ENTRADA (BURACO) visto pela tripulação quando sobrevoou a área de NO FLY ZONE próxima ao Polo Sul. Capaz de aterrissar ou decolar em pistas pequenas ou improvisadas, foi concebido com o intuito de transporte de tropas e carga. 

LMH: E ele se referia ao BURACO GRANDE E PROFUNDO?

Sim, o grande buraco no gelo que supostamente era a estação de amostragem de ar. Nós fomos “orientados a não falar sobre isso” – nunca! E que esta área era considerada fora dos limites para a investigação.

LMH: Em seu e-mail para mim, voce escreveu no fim, “a conversa entre as tripulações de voo era de que há uma BASE UFO NO PÓLO SUL e alguns membros de tripulações de voo ouviram falar de alguns dos cientistas que trabalham no pólo sul sobre os “EBES”, um acrônimo para entidade biológica extraterrestre (Extraterrestrial Biological Entity), trabalhando em conjunto com os cientistas no “Campo de Amostragem de Coleta de Ar” – que é o GRANDE BURACO NO GELO”.

Sim, sim, é engraçado, você sabe, porque nos foi dito para não falarmos entre nós oficialmente. Mas os caras depois de um voo, eles vão para um clube na Base e, você sabe, você toma algumas cervejas e você está falando e comentários surgem, do tipo: ‘Eu ouvi esses cientistas falarem de que há alguns caras lá no Pólo Sul que estavam trabalhando com esses ‘caras’ de aparência estranha”. Claro, eles colocam dessa maneira para que eles não tenham que dizer, sabe, ‘alien’ ou ‘extraterrestre’, ou o que quer que seja.

E que a estação de amostragem de ar era de fato uma base conjunta (subterrânea) dos nossos cientistas e os Extraterrestres (EBEs) que estavam trabalhando  lá (dentro do grande buraco no gelo).

LMH: Nenhuma informação sobre o que realmente esta acontecendo lá EMBAIXO, dentro daquele GRANDE BURACO NO GELO?

Toda a conversa que foi ouvida entre os cientistas foi escutada por um dos tripulantes de voo que estava lá, o cara dizendo: “Ei, dois caras estavam falando lá dentro, e eles estavam falando sobre estes cientistas que estão indo para a área de “coleta de amostragem do ar” novamente para se encontrar com esses ETs que estavam lá”.

Desaparecimento dos cientistas no Estação em Marie Byrd Land

LMH: Em seu e-mail para mim, você também declarou: “NENHUM DOS CIENTISTAS falou com qualquer um dos tripulantes no avião e que todos pareciam assustados.”

Essa foi uma missão que dizia respeito a um acampamento de pesquisa em Marie Byrd Land que tinha sido erguido em um platô. Foi uma viagem de cerca de 2,5 horas da Estação de McMurdo para fora no meio do nada. Colocamos essa galera lá fora, e os deixamos com toda aquela engrenagem cientifica. Foi essa equipe de cientistas que mais tarde a Estação McMurdo tinha perdido a comunicação.

Eles (McMurdo) não tinham ouvido mais nada vindo desses caras – já por cerca de duas semanas. Eles deveriam fazer check-in de vez em quando pelo rádio para dizer a Estação em McMurdo que tudo estava OK. Por lá você não tem como simplesmente pegar um telefone fixo, então você tem que fazer toda a comunicação via rádio.

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Ao fundo, “este é o acampamento em Marie Byrd Land onde todos os cientistas desapareceram por duas semanas. E quando finalmente os resgatamos de volta“, a expressão dos seus rostos parecia de pessoas muito assustadas.” imagem cedida por Brian.

Assim, após essas duas semanas, quando eles (os cientistas) não tinham mais se comunicado, nós fomos enviados de volta lá para Mary Byrd Land para ver onde eles estavam. Bem, quando chegamos lá no acampamento, não havia ninguém por perto.Todo o equipamento ainda estava lá. Havia algumas motos de neve lá. Mas todo o grupo (de cientistas) havia sumido.

Chamamos a Estação McMurdo pelo rádio (do campo) para se certificar de que o rádio estava funcionando e que podia ouvir McMurdo perfeitamente. Quando saímos de lá para voltar a McMurdo, nós sobrevoamos uma área num círculo de 15 milhas em torno desse campo para ver se poderíamos vê-los a partir do ar ou ver quaisquer sinais de qualquer trilhas ou qualquer coisa saindo da base. Nós não vimos nada!Então voltamos para a Estação McMurdo.

Uma semana depois, supostamente estes cientistas apareceram de volta no acampamento e eles se comunicaram via rádio e disseram: ‘Ei, nós estamos de volta aqui e queremos ser resgatados”. E então nossa tripulação voltou lá, carregamos todas as suas coisas, colocamos tudo no avião. Resgatamos os cientistas lá e todos se sentaram na parte de trás da aeronave. Sendo o engenheiro de voo no avião depois que decolamos e estabilizamos na rota, voltei a olhar ao redor dentro do avião.E a aparência nos rostos dessas pessoas era apenas – (risos) – de que eles pareciam assustados, é o que parecia.

E eu perguntei ao meu mestre de carga, ‘Onde esses caras teriam ido?

E ele disse, ‘Eu não sei. Não consigo fazer nenhum contato com eles. Eles só tipo estão lá sentados’. Alguns deles, ele disse, estavam com o olhar em branco. Ele lhes oferecera comida e outras coisas e ninguém quis pegar nada.

Antartica-abertura

Com o aquecimento global e o derretimento da cobertura de gelo, estranhas aberturas foram surgindo no solo da Antartica

Então, a gente voltou a Estação McMurdo e descarregamos tudo e todos. Os passageiros fazem sempre um passeio separado para onde fica o prédio da National Science Foundation é para todas as áreas de suporte de ciência e tudo isso. E carga do seu acampamento, fomos informados para colocá-la num grande trenó e, em seguida, este trator iria levá-lo de volta até McMurdo. Em seguida, seus equipamentos do acampamento foi colocado em um prédio separado e a ninguém foi permitido entrar lá. Então, basicamente, tudo foi colocado em isolamento. ‘OK, isso é meio estranho. Por que é que o material deles precisa ser isolado?

Deve ter sido, provavelmente, uma semana depois que descobrimos, com todo mundo falando no acampamento – todos os civis, porque todos os cientistas eram civis e existe um monte de gente lá pessoal de apoio, civil. Os militares, havia o nosso esquadrão. Eles (os civis) todos comentavam e você podia ouvir as pessoas, “Sim, esses caras (os cientistas resgatados) voltaram para Christchurch (na Nova Zelândia)”. [Nota do Editor: Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia, e terceira área urbana mais populosa do país. Encontra-se a um terço do caminho para baixo da costa leste da Ilha do Sul.]

Acessos a Bases secretas subterrâneas na Antártica?

 As imagens que se seguem foram tiradas no Continente Antártico, onde aparecem estranhas e inéditas aberturas nas montanhas rochosas antes cobertas de neve. Não se tem a certeza se essas aberturas ou entradas para o subterrâneo são naturais, ou se foram feitas artificialmente. 

Ninguém disse mais nada e todos os tipos de coisas estranhas acontecendo. Eles até fizeram um vôo especial para buscar esses caras (os cientistas assustados que sumiram). Uma das nossas aeronaves – isso é tudo o que estava com eles. Nenhum de seus equipamentos. Apenas a sua bagagem pessoal e seu equipamento de sobrevivência que todo mundo usa e eles foram levados de volta para Christchurch.

Bem, toda o seu material e equipamento científico que nosso esquadrão tinha colocado  de isolamento na área de armazenamento, foi tudo colocado em outro avião  – sem outra carga junto – e ele voou de volta para Christchurch. E essa foi a última vez que ouvimos falar disso.

LMH: Nenhuma conversa foi feita por estes cientistas?

Brian: Não que seja do meu conhecimento. Quer dizer, a nossa equipe não ouviu nada deles.

LMH: Quantos eram?

Brian: Pelo menos dez, talvez quinze (cientistas assustados).

LMH: Eram todos do sexo masculino?

Brian:  Não, não havia, pelo menos, uma mulher, e talvez duas.

LMH: Se estou compreendendo corretamente, cada um dos grupos de cientistas que vocês transportavam para fora da base da Antártica (Estação McMurdo), eles sabiam que estavam indo para o trabalho com entidades EBE no referido GRANDE BURACO NO GELO?

Brian: Tenho certeza de que tudo era compartimentado. Houve apenas um determinado grupo seleto de cientistas que fizeram esse trabalho e ninguém estava a par da informação ou iria a essa área. E o que alguém tinha ouvido era de que havia uma instalação, uma joint venture (Uma base conjunta Alien/humanos), no Pólo Sul, não necessariamente na estação Pólo Sul, mas nas proximidades do Pólo Sul. Eles estavam realizando algum tipo de projeto.

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LMH: Entre entidades biológicas extraterrestres e cientistas humanos.

Brian: Correto. E todos estavam especulando. Foi como, ‘Cara, o que esses caras estão vendo? Por que eles estavam fora por cerca de duas semanas, e que ninguém soube onde eles estiveram? Foi como, ‘Cara, essas pessoas estão meio que apavoradas com alguma coisa. “ Eles só queriam sair de lá.

LMH: E o fato de que eles desapareceram por duas semanas.

Brian: Certo. Foi como, ‘Será que vamos voltar lá daqui a um par de semanas para trazer cadáveres? Ou o que estamos fazendo? ‘ Mas isso foi muito bem abafado.

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