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Ametista é a pedra dos nascidos em Fevereiro


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#DivulgaçãoCientífica

Ametista1A pedra dos nascidos em fevereiro é a ametista. Veja aqui algumas informações legais sobre a sua pedra de nascimento, a ametista. Ela tem uma rica história de tradição e lenda. Ele pode ser rastreada tanto quanto 25.000 anos atrás, na França, onde já era usada como uma pedra decorativa por seres humanos pré-históricos. 

Você nasceu em fevereiro? Então sua pedra de nascimento é a Ametista

Por earthsky –  Fonte: http://earthsky.org

A pedra de nascimento de fevereiro é a ametista. Ametistas contêm o segundo mineral mais abundante na crosta terrestre – quartzo. O cristal de quartzo é muitas vezes encontrado revestindo o interior de geodos. Assim, não é de admirar que geodos por vezes, contenham ametistas, também. Tal como o quartzo, as ametistas são uma forma transparente de dióxido de silício (SiO2) distribuído em cristais com formato hexagonal.

geodos-ametista

Geodos de Ametistas

A cor de uma ametista pode variar de um leve malva a um roxo rico. Não está claro por que elas são roxo. Alguns cientistas acreditam que a cor roxa Surge a partir do conteúdo de óxido de ferro das ametistas, enquanto outros atribuem a cor ao manganês ou hidrocarbonetos. Mais fotos!

As ametistas são muito sensíveis ao calor. Quando aquecidas a 400 ou 500 graus Celsius, ocorre mudanças de cor da ametista para um castanho-amarelo ou vermelho. Em algumas circunstâncias, as pedras podem ficar verde quando aquecidas. O calor pode até mesmo transformar a ametista em um mineral naturalmente raro chamada citrino. E mesmo sem aquecimento, a cor violeta de uma ametista pode desvanecer-se com a passagem do tempo.

ametista_2As fontes comerciais de ametista são o Brasil (sendo o estado do Rio Grande do Sul, a cidade de AMETISTA a maior produtora) e Uruguai; enquanto que em os EUA, a maior parte das ametistas são encontradas no Arizona e Carolina do Norte. A ametista tem uma rica história de tradição e lenda. Ele pode ser rastreada tanto quanto 25.000 anos atrás, na França, onde já era usada como uma pedra decorativa por seres humanos pré-históricos. Foi, assim, encontrada entre os restos do homem neolítico.

Diz-se que o anel de sinete usado por Cleópatra era uma ametista, gravada com a figura de Mithras, uma divindade persa que simboliza a Idéia Divina, Fonte de Luz e Vida. Portanto, diz-se ser a pedra de São Valentim, que usava uma ametista gravada com a figura de seu assistente, Cupido. O Dia de São Valentim é comemorado em 14 de fevereiro.

A palavra ametista vem da palavra grega “amethystos”, que significa “não bêbado”, e que se acreditado possa impedir seus usuários de intoxicação. A seguir uma história da mitologia greco-romana, citada do livro Birthstones de Willard Heaps:

chamavioleta

Chama Violeta

Baco, o deus do vinho na mitologia clássica, foi ofendido por Diana, a caçadora. Determinado a se vingar, ele declarou que a primeira pessoa que ele visse quando ele atravessasse a floresta seria comido por seu tigre. Quando isso aconteceu, a primeira pessoa a cruzar seu caminho foi a bela donzela Ametista em seu caminho para adorar no santuário de Diana. Em terror, ela clamou pela deusa para salvá-la, e diante dos seus olhos, Baco observando a donzela ser alterada para uma imagem do mais puro branco, cintilante de pedra. Percebendo sua culpa arrependeu-se de sua crueldade, Baco então derramou vinho de uva sobre ela, dando assim à pedra a tonalidade violeta requintada da ametista. O mito de não-intoxicação ficou bastante lógico, e na Roma antiga, copos de ametista eram utilizados para tomar vinho, para que os bebedores não tivessem medo de excesso de indulgência.

Os antigos egípcios acreditavam que o cristal de ametista possuía bons poderes, e colocavam as pedras nos túmulos dos faraós. Durante a Idade Média, ela era usada como medicação, que se acreditava dissipar o sono, aguçar a inteligência e proteger o usuário de feitiçaria. portanto, acreditava-se trazer a vitória em batalha. Na mitologia árabe, a ametista deveria proteger o usuário de sonhos ruins e da gota.

A tradição diz que a ametista ajuda aqueles que a usam para manter a fé, causar a paz e acalmar o espírito. Era frequentemente carregada por soldados nos cabos das lâminas das espadas como um amuleto contra a morte e para trazer a calma e a vitória nas batalhas. É útil para a revelação profética da verdade. Diz-se que fortalece a sabedoria, a fé e a religiosidade e é uma ajuda nas preces e nos sonhos.

ametistaDiz-se que é um amuleto contra bruxaria, veneno (ela indica a presença de veneno diminuindo sua luz) e pensamentos ruins; é uma ajuda para a castidade, um poder contra todas as formas de super indulgência e uma força para a mente. É usada como um amuleto para favorecer príncipes, dirigentes, clérigos, pessoas ricas, influentes e poderosas, pessoas com habilidades proféticas, poetas, viajantes, publicitários e outros.

Amarrada ao pulso esquerdo, a ametista, dizem, permite ao usuário ver o futuro nos sonhos. Ela repele pensamentos e ações malignos, dá um senso apurado para os negócios e previne contra a saúde ruim. A ametista atrai o amor e a boa sorte e ajuda a prevenir a embriaguez. Quando gravada com os nomes do sol e da lua, diz-se que protege contra a feitiçaria.

Um cavalo alado cortado numa ametista é um talismã de proteção para o cavalo e seus cavaleiros. Mergulhe uma ametista em água quente, retire-a, seque-a cuidadosamente e aplique sobre a dor de cabeça ou a dor de dente. Sonhar com ametistas indica sucesso a um viajante, clérigo, marinheiro, filósofo, professor ou místico; também proteção, fé e pensamentos frutíferos.

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes

 

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Portais Espaço-Temporais, Terra (realidade) Paralela


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#DivulgaçãoCientífica

portal-luz-piramideOlá. Bem-vindo a “Divulgação Cósmica”. Eu sou o seu anfitriăo, David Wilcock. E neste episódio, onde eu estou aqui com Corey Goode, insider informante do nosso programa espacial secreto e das bases na Lua e em Marte, vamos falar sobre a ciência da Viagem no Tempo ainda mais.

E eu quero começar a dialogar com ele um pouco sobre algumas das coisas que eu tenho estudado neste assunto muito fascinante, porque quando começamos a entrar nos dados do “mundo real”, as coisas ficam muito interessantes. …

PORTAIS  TEMPORAIS PARALELOS À TERRA (Viagem no tempo)

Fonte: https://spherebeingalliance.com

… Entăo, Corey, bem-vindo ao show.

CG: Obrigado.

DW : Vamos começar com isso, trazendo um ponto de dados de um livro de um cara chinês chamado Paul Dong chamado “Super Psíquicos da China”. E neste livro, ele descreve o trabalho com o governo chinês, onde encontram essas crianças que têm capacidades psíquicas avançadas. Um dos experimentos que está documentado neste livro é um ser humano que tinha a capacidade de teletransportar um pequeno objeto. E o objeto pareceria desapareceria da existência em um local. E depois apareceria em outro local. Então o que os chineses queriam fazer era descobrir, OK, o que realmente está acontecendo aqui? E como isso funciona?

ancient_portal_

Então aparentemente eles colocaram um sinal sonoro no dispositivo. E o bip foi definido para emitir um sinal em uma determinada seqüência de tempo a um certo ritmo. O que eles descobriram foi que, na medida em que o objeto começa a desaparecer da existência, os bips se tornaram mais lentos e mais lentos. Como se o próprio tempo estivesse mudando de velocidade. E então fica tão lento quando aparece no outro lado. E então ele aceleraria de volta à sua taxa normal quando se rematerializa. Então é possível para nós ser capaz de afetar o tempo e o espaço como uma singularidade como essa?

CG: Bem, podemos afetar o tempo, o espaço e a matéria com nossa consciência, que é exatamente o que essa pessoa da China estava fazendo.

DW : Certo.

CG: E o tempo e o espaço – chamaríamos espaço/tempo, tempo/espaço por uma razão. Então sim. Esse experimento mostrou como o Tempo e o Espaço são entrelaçados e relacionados, na minha opinião.

DW: Agora no modelo de física básica de Einstein, ele permite que o Tempo possa mudar. Mas só pode ser feito dentro de uma área que você está acelerando para a velocidade da luz, como numa espaçonave, digamos. Sabemos que na década de 1970, eles levaram relógios moleculares e voaram em aviões. E que eles confirmaram que esse arrasto relativista de Einstein é verdadeiro.

CG: Os relógios atômicos?

DW: Certo.

CG: Sim.

DW: As verdadeiras pérolas aqui parece ser que o Tempo é localmente variável. Que você pode realmente acelerar ou desacelerar a taxa da passagem do Tempo em uma pequena área. Agora os físicos convencionais que estão assistindo o show, os céticos, vão dizer, oh, isso é impossível. Então é esta parte da física que vamos ter que mudar?

CG: Definitivamente. E eu sei que você provavelmente está familiarizado com isso. Mas uma pessoa que faz um determinado experimento tem uma ideia de como esse experimento deve ser. E o poder de sua consciência – a sua capacidade e o seu poder co-criativo – causa um resultado nessa mesma experiência.

DW: Certo. Absolutamente.

CG: Bem, se você modificar um pouco – o  tempo, matéria, espaço estão todos relacionados. E nossa consciência pode fazer mudanças na matéria, no tempo e no espaço. Assim como estávamos falando sobre como algumas pessoas, ou seres, são capazes de mudar de local, mudar sua localização, com o poder da sua consciência – alterando a vibração do seu corpo para combinar com outra vibração, de outro local – você também pode afetar a passagem do tempo. E à medida que estamos aprendendo mais e mais sobre como este universo e realidade é um holograma, estamos aprendendo – quando você realmente aprender e acreditar – assim como na trilogia “The Matrix”, “não existe colher” – então esse conhecimento tira muitas restrições de sua consciência. E há muito mais que você pode fazer com a flexibilidade do tempo, espaço e que consideramos como realidade.

DW: Por que você acha que esses caras no Experimento Philadélfia teriam sido incorporados, se fundidos no casco do navio? O que estava acontecendo lá?

CG: Bem, as vibrações, a matéria do metal do navio estava em uma transição de FASE (realidade alternativa), assim como os corpos dos marinheiros tripulantes. E eles provavelmente estavam enlouquecendo durante este período fora de fase, este processo quando as coisas estavam fora de fase, e eles se movimentaram. E então, quando eles foram trazidos de volta à nossa realidade espaço-temporal, eles se encontraram presos no metal do casco do navio na medida que tudo estava se rematerializando de volta para o que nós perceberíamos como material sólido e tempo específico (realidade).

DW: Você já experimentou esta consciência (da realidade tridimensional) e condição da matéria fora de fase ? Você já ficou exposto a esse tipo de condição (espaço-temporal) de fronteira estranha?

PORTAL-TERRA-stargate

CG: Quando você é conduzido através de uma parede sólida, você sabe que algo assim acontece. Então sim. E eu vi a tecnologia usada – braceletes (com a tecnologia) que foram tirados de extraterrestres. E o programa de interrogatório de interceptação que eles tinham – os extraterrestres tinham – que eles ligariam. E eles tremiam e depois desapareceriam como se estivessem completamente invisíveis e não pudessem ser tocados e vistos. Bem, esta tecnologia, não era para nós humanos usarmos. Os seres humanos colocaram-na para funcionar e  testaram-na. E isso  sacudiu violentamente os corpos humanos, e eles tiveram seus pescoços quebrados.

DW: Oh meu Deus. Mesmo?

CG: Sim. Mais tarde eles desenvolveram tecnologia em que os seres humanos foram capazes de atravessar através das paredes. Mas antes que eles o desenvolvessem completamente, as pessoas estavam trocando seus resíduos humanos com material da própria parede  – havia um intercâmbio acontecendo. De modo que parte do material da parede estava se misturando com o corpo humano que a atravessou. E parte do material da parede ficava no corpo humano … você já ouviu isso?

DW: Ah, absolutamente. ESTÁ BEM. Vocę está descrevendo algo que eu ouvi de Pete Peterson. Em sua divisão da ÁREA-51 quando ele trabalhou lá, desenvolveram uma coisa pequena que fosse o tamanho de uma moeda de 25 centavos. Você a segurava em sua mão e você apertava o botão – você pop, saia fora de fase. Eles estavam tentando descobrir como atravessar as paredes. Então eles teriam esses caras segurando essa coisinha, dando um salto, pulando no ar, saltando através da parede, apertando o botão quando você desaparece no ar. Eles atravessariam a parede. Então soltariam o botão, e eles apareceriam de volta no outro lado. O problema que ele disse que estava acontecendo – ele não disse que era o material da parede que eu certamente acredito que poderia acontecer – ele disse que as pessoas ficavam doentes. E sua conclusão final era que todas as bactérias e os vírus e o lixo natural que está na atmosfera se misturariam com os corpos das pessoas que faziam a experiência. E normalmente nossos pulmões fna ÁREA-51, aquela pequena coisa – eles disseram, nós não podemos usar isto.

CG: Isso foi projetado copiado do que estou falando.

DW: Ah, realmente?

CG: Sim.

DW: Isso é fascinante.

CG: Eles finalmente o aperfeiçoaram. Agora eles podem usar este tipo de tecnologia para caminhar através das paredes  não ter efeitos (colaterais) nocivos.

DW: Você se lembra do cara de quem te falei sobre a autópsia de cerca de 2.000 tipos diferentes de corpos extraterrestres. Em um ponto, ele foi atacado por pessoas que parecem ter entrado em sua casa através da parede. E eu não tinha dados para apoiar isso até que você acabou de confirmar essa possibilidade.

CG: Ok.

DW: Então eu não tinha certeza se ele estava realmente dizendo a verdade, mas agora há razão para acreditar que essa parte de sua história está correta.

CG: Sim, eles têm absolutamente essa capacidade. Você pode trancar suas portas, e trancar suas janelas, e sentar lá com uma pistola carregada. E eles podem (membros da Cabala das Trevas) entrar e sair de fase e invadir sua residência. Essa é uma tecnologia que está disponível para grupos de operações negras (Black Ops) de nível muito alto. E para que o nível de tecnologia que venha a ser usado contra você, você tem que ter – provavelmente ter feito algo muito estúpido ou errado contra dentro do programa em que você está operando.

DW: Deixe-me fazer a mesma pergunta que eu fiz a Peterson. Se você usar esse dispósitivo, e você está fora de fase com a nossa realidade, por que você não apenas cai no chão? Como eles atravessariam uma parede? Será que eles têm que saltar através da parede e apertar o botão do dispositivo de novo? Ou há alguma maneira na qual eles têm a fase suficiente em seus pés que ainda podem interagir com o solo ou algo assim?

CG: Essa é uma boa pergunta para a qual eu não sei a resposta.

DW: Está bem. Interessante.

CG: Mas, novamente, se você estiver fora de fase, por que a gravidade te puxaria para o chão?

DW: Esse é um bom ponto.

CG: Eu não sei. Mas esses caras sabem. Eles saem de fase, e eles se deslocam no chão. Eles caminham através de espaçonaves. E eles podem caminhar através das paredes como se as paredes não estivessem lá.

DW: Uma das coisas realmente interessantes de que falamos antes é esta Terra (realidade) paralela. Agora, em vez de eu apenas mencionar isso, pois queremos que você fale o máximo que puder, sobre o que é a (“realidade” da) Terra paralela?

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CG: Isso é algo que eu mencionei para você. E como eu disse, eu li um pouco sobre isso. Isso é algo que é uma informação muito sensível que não me foi dada – eu não estou a par de muitas informações sobre o assunto. Mas estimulei seu interesse. Eu não tenho certeza, é porque você tinha ouvido algo sobre isso antes ou o quê? Mas–

DW: Lembro-me de como entramos na discussão. E a maneira original que entramos na discussão foi que eu perguntei se você viajava de volta ao passado, e você se via – se você ficasse muito perto de si mesmo no passado, você explodiria? E você disse não, o que me surpreendeu. Porque outros informantes insiders com quem eu tinha falado – pelo menos um– pensaram que realmente aconteceria algum tipo do fogo elétrico, algum tipo da interferência com o seu outro ser, e você explodiria. Ou apenas poof! Desapareceria. Mas você está dizendo que isso não acontece?

CG: Certo.

DW: Então é possível que as pessoas voltem no tempo, e você pode chegar até você mesmo, e nada acontece?

CG: Certo.

DW: Mas então você disse que acontece algo diferente com essa coisa de Terra paralela?

CG: Sim. E o tipo de portal.

DW: Oh.

CG: Havia um tipo tremendo comentário sobre a existência da “sala de portal” e com rumores que eles chamavam de sala “Xerox”, que o levava a uma realidade paralela, uma Terra paralela. E não era uma experiência pela qual as pessoas quisessem passar. Eu certamente não queria. Neste caso, quando você é teletransportado através dese portal, acontece uma cópia de você mesmo, envia uma cópia de você a esta outra realidade, e destrói a cópia local.

DW: Oh meu Deus.

CG: E então há outra cópia de você nessa outra realidade, nesta outra Terra paralela.

DW: Bem, eu sempre disse que eu gostaria de ter mais do que um de mim mesmo para que eu possa fazer mais trabalho. Você poderia “copiar” você mesmo e não destruir a original no espaço-temporal para o qual voce esta indo?

CG: Isso esta incorporado na função.

DW: Huh. É como um paradoxo do tempo ou algo assim se você tiver duas cópias de si mesmo?

CG: Eu não sei.

DW: Está bem.

CG: E isso pode ser algo do que – muito do que as pessoas estão falando sobre clones sendo feitos. Eles podem estar usando algum tipo de tecnologia para fazer cópias de corpos de si mesmos. De qualquer forma, essas pessoas vão para um universo de realidade paralela, para onde aparentemente as coisas acontecem de forma muito diferente. E houve ediversas guerras. As guerras eram diferentes nesta outra realidade temporal. Pessoas diferentes eram os seus líderes.

DW: Você está falando das guerras na Terra –

CG: É na Terra.

DW: – mas há algo diferente sobre a história da Terra?

CG: Sim. E nós estamos lá. E às vezes há, e às vezes não há, dependendo do que tinha acontecido. Mas se você encontrou a si mesmo e se tocou, havera um efeito de aniquilação.

DW: Sério?

CG: Sim. Isso foi tão incrivelmente ruim que foi dito que – eles teorizam que poderia rasgar o tecido entre as duas realidades ou algo assim. Năo me lembro de todos os detalhes do espaço-temporal … lido no Smart Glass Pad. Mas eu não tenho muitos detalhes sobre isso. Eu não fazia parte desse projeto. Havia algumas pessoas que participavam. Por alguma razão, foi considerado um projeto muito importante. Havia algumas pessoas de alto nível envolvidas nele. Mas o quarto do portal “Xerox” era … aquele dispositivo de portal era algo que as pessoas temiam. E não era algo que eu jamais teria concordado ou seria voluntário para participar.

DW: Onde estava a sala da Xerox?

CG: Bem, não há apenas uma. Mas a que eu estava ciente era a que estava em uma instalação subterrânea em algum lugar aqui na Terra. Mas eles têm, supostamente, também um desses dispositivos no LOC – Comando Lunar de Operações (Base humana na Lua) em um dos níveis mais baixos. Mas eu nunca fui até lá, eu acho, o terceiro ou quarto nível no LOC . Eu nunca fiz uma grande turnê no LOC, em reuniões recentes, algumas pessoas que nunca estiveram no programa espacial – o Programa Espacial Secreto – que estiveram lá para conferências, receberam a grande turnê. E a mim não foi permitido ir abaixo do terceiro ou quarto andar.

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DW: Algumas pessoas foram capazes de ir para esta outra realidade e voltar com sucesso?

CG: Mm-sim.

DW: Você é copiado novamente para voltar?

CG: Mm-sim. O processo se repete.

DW: Então agora você destruiu duas cópias de voce mesmo?

CG: Sim.

DW: E acontecia alguma falta de continuidade nas memórias das pessoas? Ou qualquer anomalias com suas mentes, como resultado de serem destruídos e reconstruídos a partir de uma cópia?

CG: Não que tenha sido relatado, além do dessconforto do processo.

DW: O que era desagradável ? Apenas o pensamento? Ou havia um sentimento doentio?

CG: Era um processo doloroso e desagradável física e mentalmente.

DW: Sério?

CG: Sim.

DW: Você sente sua morte?

CG: Estou apenas dizendo o que foi relatado. Era um processo muito desagradável e doloroso.

DW: Oh, uau.

CG: E há pessoas desse mundo de realidade de universo paralelo  viajando por aqui também.

DW: Certo. Poderia delinear quais são as principais diferenças na história desta Terra paralela em comparação com a nossa? Qualquer coisa que você lembre especificamente que era diferente sobre a nossa realidade?

CG: É difícil lembrar de tudo. Lembro-me que a Segunda Guerra Mundial foi diferente.

DW: Em que sentido, que os alemães ganharam em vez da América?

CG: Certo. Os poderes do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) ganharam. Ao mesmo tempo me lembro de muitos dos detalhes que eu li  em que – foi um breve resumo ao quale me foi dado acesso. Eu não recebi muita informação. E eu-

DW: Bem, o informante insider que você me apresentou – que no início você tinha tantas coisas em comum com ele tantas coisas que ele sabia que ninguém mais sabia, que você conheceu on-line – ele disse que a Terra não tinha aRoswell. E tinha havido muito menos interação com extraterrestres do que aconteceu em nossa linha temporal normal. Você já encontrou essa informação?

CG: Eu encontrei essa informação, mas não me lembro de qual fonte eu consegui.

DW: Mas ele disse a mesma coisa que você está dizendo, que é que, na sua opinião, era um projeto muito importante. E que nós dois estávamos ajudando uns aos outros de alguma forma.

CG: Sim.

DW: Ele disse que nessa realidade eles tinham muito menos de tecnologia avançada…

CG: Sim.

DW: … que nós atualmente desenvolvemos. E assim nós estávamos tentando ter um pouco disso. Você acha que, a fim de levar as pessoas a fazer isso, eles têm que trazer um novato? Alguém que não ouviu os rumores sobre como é horrível e quão perigoso é a viagem temporal?

CG: Não. Essas pessoas consideram esta missão muito importante, e são muito dedicadas a isso.

DW: Sério?

CG: Sim.

DW: E uma das coisas-chave que eu acho que você me disse antes, não nesta gravação – foi que esta Terra paralela não está indo muito bem, tanto quanto a guerra e outras coisas. Está em uma situação muito pior nesse sentido.

CG: Sim. Supostamente é um lugar realmente triste e desesperançado.

DW: Então, com uma NWO-Nova Ordem Mundial implantada que funcionou? Como um fascismo mundial implantado?

CG: Certo.

DW: Há algumas pessoas no livro de Jenny Randles, “Time Storms”, ela tem um monte de histórias sobre anomalias espaço-temporal, como ela os chama. Há uma criança que desaparece. Três dias depois, ela aparece no jardim. E eles pesquisaram aquela área centenas de vezes, e surge ela. Uma bolha de luz aparece. E os povos modernos diriam provavelmente, hey, aquele é um avistamento UFO. E, em seguida, eles têm uma experiência de tempo perdido. Bem, perdi quatro horas. Então, alguns desses podem ser fenômenos UFOs. Mas alguns destes poderiam ser um portal natural. Você concordaria?

CG: Exatamente.

DW: Jenny Randles também descreve algumas pessoas passando por essas anomalias espaço-temporal, e que há uma peça de mobiliário em sua casa que agora é diferente. Ou as paredes estão pintadas de uma cor diferente. Ou uma janela tem cortinas quando não tinha cortinas. Ou que há um caminho de pedra da porta da frente para a rua que não estava lá antes. E todos riem disto. Então, é possível que se nós por um acidente passamos por uma anomalia espaço-temporal, que a realidade real que estamos dentro poderia apenas se reconstruir em torno de um tema ligeiramente diferente como esse?

CG: As pessoas que estavam envolvidas neste tipo de experimentos de deslocamento temporal – eles estavam à procura desses tipos de coisas. Eles deveriam denunciá-los imediatamente se notassem coisas assim. Do tipo, eles iriam pendurar sua escova de dentes no armário de seu banheiro. E de repente, ele está do outro lado da parede, do outro lado do espelho. Coisas estranhas como essa começaram a acontecer com as pessoas que estavam envolvidas em algumas dessas experiências temporais. Isso é muito interessante. Eu não tinha ouvido falar desse livro. Mas pequenas coisas como isso – é interessante que você traga isso. Mas essas foram algumas das coisas que pediram para eles observarem e relatar imediatamente se eles encontrassem essas pequenas mudanças.

DW: Você acha que essas bolhas que as pessoas – e eu entendo que você não tenha lido o livro – mas essas bolhas temporais estão em movimento. E há casos de um cara fumar um cigarro – e quando as pessoas dizem que um OVNI aparece, eles dizem, não há som. E não se ouve os pássaros. E não percebo o vento. E não ouço nada. Poderia ser que essa falta de som nessas experiências de contato OVNI é porque o tempo mudou, e mesmo com o pássaro cantando, é tão lento agora que você não pode ouvir mais nada?

CG: Não, isso é absolutamente o que está acontecendo. Isso é absolutamente o que está acontecendo. É como quando UFOs que aterrissam nos pátios das casas de certas pessoas – houve pessoas que relataram que todos ficaram estáticos e paradas em seus pátios, imóveis. Carros se deslocando pelas ruas que apenas pararam, que são apenas … e coisas como pássaros voando pelo ar, paravam. É absolutamente … eles encontraram um modo. Eles estão manipulando espaço e tempo. Então, absolutamente, sim.

DW: Bem, eu quero agradecer por entrar nesta discussão fascinante comigo. Nós não estamos de maneira nenhuma terminando com esse assunto do Tempo. Temos um ano inteiro de episódios de meia hora para preencher. E há muito mais que eu quero falar com você sobre isso. Porque este é um assunto muito grande. E todos os tipos de coisas interessantes chegando em nosso próximo episódio. E agradeço-lhe por assistirem.

“O medo é a emoção predominante das massas que ainda estão presas no turbilhão da negatividade da estrutura de crença da (in)consciência de massa. Medo do futuro, medo da escassez, do governo, das empresas, de outras crenças religiosas, das raças e culturas diferentes, e até mesmo medo da ira divina. Há aversão e medo daqueles que olham, pensam e agem de modo diferente (os que OUVEM e SEGUEM a sua voz interior), e acima de tudo, existe medo de MUDAR e da própria MUDANÇA.” –  Arcanjo Miguel

“Conhece-te a ti mesmo e conheceras todo o universo e os deuses, porque se o que tu procuras não encontrares primeiro dentro de ti mesmo, tu não encontrarás em lugar nenhum”.  –  Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.

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Oriente Médio: Israel x Síria, Irã e Hezbollah, um barril de pólvora prestes à explodir


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Israel tem sido o bullying incontestável no Oriente Médio, mas agora o governo em Tel Aviv enfrentará as conseqüências de seus rompantes. Essa foi a mensagem de Damasco no fim de semana passada, quando o exército sírio derrubou um caça F-16 israelense após ter o seu território atacado novamente pela força aérea israelense. Como de costume, Israel se pintou como vítima de agressão árabe irracional. No entanto, na verdade, a Síria estava apenas e claramente agindo em defesa própria contra repetidas violações israelenses de sua soberania territorial e espaço aéreo.

A Síria contra ataca e Israel descobre que seus aviões de guerra não são mais invencíveis 

Rania Khalek – 16 de fevereiro de 2018 – Fonte: https://www.rt.com/

A escalada dramática no conflito do Oriente Médio aconteceu quando Israel afirmou que um de seus aviões de guerra estava no espaço aéreo sírio para interceptar um drone iraniano que operava em território israelense. Mas, na realidade, o drone iraniano foi interceptado nas Colinas de Golã (Golan Heights), que é um território da Síria que esta ilegalmente ocupada por Israel desde 1967.

Claro, isso não impediu as principais publicações ocidentais, da mídia mainstream (controlada) como o Wall Street Journal, de se referir à colinas de Golan como “espaço aéreo israelense“. No entanto, a mídia dominante ficou desacreditada pelo incidente – o New York Times, por exemplo, ficou surpreso ao descobrir que “os jatos israelenses não são mais invencíveis“.

Destroços do caça F-16 israelense abatido pela Síria

Como de costume, Israel se pintou como vítima de agressão árabe irracional. No entanto, na verdade, a Síria estava claramente agindo em defesa própria contra repetidas violações israelenses de sua soberania territorial e espaço aéreo.

Mesmo o chefe da Divisão da Força Aérea israelense confessou que seu país realizou “milhares de operações na Síria” no último ano sozinho. Este fato estava faltando na maioria das notícias da notícia, que retrata Israel como um espectador não intervencionista no conflito sírio. Isso não poderia estar mais longe da verdade.

Não só Israel tem repetidamente bombardeado as instalações do governo sírio, mas também armou (treinou e financia) grupos rebeldes jihadistas no Golan Heights, coordenado com o afiliado da Síria da Al-Qaeda contra as forças governamentais e prestou serviços médicos à combatentes da Al-Qaeda e rebeldes islâmicos ligados ao Estado Islâmico antes de enviá-los de volta para a batalha.

ÁGUAS TURVAS

O apoio de Israel à Al-Qaeda na Síria serve a dois objetivos estratégicos para Tel Aviv.Uma das razões é debilitar o Hezbollah, o partido político libanês armado que defende as fronteiras do Líbano de Israel e os grupos jihadistas de Salafi. O segundo objetivo é solidificar sua aquisição definitiva do território das colinas de Golã.

Não registre as minhas palavras sobre isso, funcionários israelenses disseram. O ex-chefe do Mossad (agência de inteligência de Israel) admitiu à Al Jazeera que Israel oferece tratamento médico aos combatentes da Al-Qaeda na Síria.E, desde 2012, a Força de Observação do Desengage da ONU (FNUF), a missão de manutenção da paz responsável pelo monitoramento da linha de cessar-fogo de 1974 entre as forças israelenses e sírias nas colinas de Golan (Golan Heights), documentou dezenas de interações entre o exército israelense e os insurgentes sírios. Além disso, existem sírios que desertaram do Exército Sírio Livre depois de descobrir a relação entre Israel e os grupos rebeldes no Golã.

Para as pessoas que vivem na região, a derrubada do caça F-16 de Israel foi sentid como uma retaliação há muito demorada, enquanto Tel Aviv tentou desesperadamente pintar a escalada dos combates como uma briga com o IRÃ. Mas foi Damasco, não Teerã, que derrubou o avião de combate em um cálculo deliberado, que não foi feito de forma leve. Foi, afinal, a primeira vez desde 1982 que a Síria abateu um avião israelense.

A liderança em Damasco advertiu uma e outra vez que eventualmente responderia à agressão israelense e, finalmente, enviou uma mensagem clara de que Israel não pode mais continuar a violar a soberania da Síria sem resposta.

Israel respondeu atacando o que chamou de bases iranianas e afirmou ter eliminado a maioria das defesas aéreas da Síria. Mas, de acordo com o governo sírio, Israel atingiu bases das quais a Síria e seus aliados visam a Al-Qaeda em Idlib, essencialmente transformando Israel na força aérea da Al-Qaeda.

Depois de anos de tentativas ocidentais de derrubar o regime sírio (atendendo interesses de Israel), uma coisa é clara: o Estado sírio permaneceu intacto e está vencendo o conflito, tendo retomado quase todo o território que perdeu para “grupos rebeldes” armados e financiados pelos estados do oeste (EUA-OTAN) e do golfo (Arabia Saudita). O Estado sírio conseguiu recuperar o território devido em grande parte à assistência prestada pelos seus aliados, em particular a poderosa Rússia.

A PRÓXIMA GUERRA (talvez seja a última)

Eventualmente haverá um confronto direto entre Israel e as forças do Hezbollah. Mas as regras do jogo mudaram dramaticamente em favor do Hezbollah desde os dois últimos conflitos. Na guerra de 2006, o Hezbollah deu a Israel um golpe sangrento, mas o Líbano ficou devastado no processo. Em qualquer futura guerra, o Hezbollah poderá causar muito mais danos a Israel.

A organização esta agora muito mais forte, muito melhor armada e é capaz de realizar manobras ofensivas depois de ganhar uma extensa experiência de campo de batalha contra jihadistas na Síria.Além disso, qualquer guerra futura com Israel provavelmente incluirá o envolvimento dos aliados do Hezbollah na Síria e no Iraque, transformando o que de outra forma seria um conflito local em um conflito regional.

Israel tem medo de testar essas águas turvas, por isso, por enquanto, os israelenses não estão interessados ​​em uma guerra quente com o grupo Hezbollah. Afinal, foi o exército sírio que derrubou o avião usando o sistema russo antiaéreo S-200. O envolvimento da Rússia na Síria complica as ambições de Israel, já que Israel não pode entrar numa guerra direta contra a Rússia.

Além disso, Israel já não tem o mesmo apoio que sempre teve de seus benfeitores (marionetes)  norte americanos. Embora quase não existam limites sobre a quantidade de agressão que Israel possa infligir aos palestinos na Faixa de Gaza, a Síria é um campo de batalha muito mais complicado envolvendo grandes potências mundiais e com armamento nuclear.

Tanto os EUA quanto a Rússia têm pessoal no terreno na Síria – os EUA estão apoiando as forças “democráticas” (mercenários pagos, treinados e armados pelo ocidente, EUA-OTAN) sírias, enquanto a Rússia está apoiando o governo do país. A Turquia, um país muçulmano membro da OTAN, tem tropas que ocupam áreas do norte da Síria e está lutando contra os curdos em Afrin.

Enquanto isso, o IRÃ tem conselheiros militares e civis no terreno ajudando as forças do governo sírio contra a Al-Qaeda e o Estado islâmico. Este mês, um helicóptero turco foi derrubado pelas forças curdas apoiadas pelos EUA no norte da Síria, um avião russo foi derrubado por jihadistas em Idlib, um drone iraniano foi explodido por Israel, um F-16 israelense foi destruído pela Síria e os Estados Unidos alegou que eliminou cerca de 100 combatentes pró-governo sírio em ataques aéreos perto de Deir Ezzor.

grandeisrael-map

Neste mapa uma “diferente” visão do ORIENTE MÉDIO: O GRANDE ISRAEL: Em 04 de setembro de 2001 uma manifestação foi realizada em Jerusalém, para apoiar à ideia da implantação do Estado de Israel desde o RIO NILO (Egito) até o RIO EUFRATES (Iraque). Foi organizado pelo movimento Bhead Artzeinu (“Para a Pátria”), presidido pelo rabino e historiador Avraham Shmulevic de Hebron. De acordo com Shmulevic: “Nós não teremos paz enquanto todo o território da Terra de Israel não voltar sob o controle judaico …. Uma paz estável só virá depois, quando ISRAEL tomar a si todas as suas terras históricas, e, assim, controlar tanto desde o CANAL de SUEZ (EGITO) até o ESTREITO de ORMUZ (no IRÃ) … Devemos lembrar que os campos de petróleo iraquianos também estão localizadas na terra dos judeus”. UMA DECLARAÇÃO do ministro Yuval Steinitz, do Likud, que detém o extenso título de ministro da Inteligência, Relações Internacionais e Assuntos Estratégicos de Israel hoje: “Estamos testemunhando o extermínio do antigo Oriente Médio. A ordem das coisas esta sendo completamente abalada. O antigo Oriente Médio está morto, e o novo Oriente Médio não está aqui ainda. Esta instabilidade extrema poderia durar mais um ano, ou até mais alguns anos, e nós não sabemos como a nova ordem do Oriente Médio vai se parecer à medida que emergir a partir do caos e derramamento de sangue e fumaça atual. É por isso que devemos continuar a agir com premeditação”. No mapa acima podemos ver as pretensões de judeus radicais (tão ou mais radicais quanto os fanáticos islâmicos).

Assim, se Israel intensificar a situação na Síria, muito pode dar errado. E, a julgar pelas fracas palavras de apoio do Departamento de Estado norte americano para Israel no rescaldo da derrubada do caça F-16, os EUA não parecem interessados ​​em apoiar uma guerra israelense neste momento porque arrisca se envolver numa guerra quente com a Rússia, que apoia a Síria e minar a luta em andamento contra as forças do grupo “terrorista” (mercenários) ISIS, que é uma prioridade americana.

No entanto, Israel teme a crescente força do Hezbollah e a crescente influência do IRÃ como uma ameaça à sua hegemonia regional – uma preocupação compartilhada por seus colegas sauditas e americanos – e continuará suas provocações na Síria, em um esforço para combater o que vê como uma crescente presença iraniana próxima à sua porta. Há também considerações domésticas israelenses que podem influenciar suas ações.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, está atualmente enfrentando uma investigação de corrupção e uma possível acusação, que saturou a imprensa israelense e levou a protestos públicos contra ele. Nesse caso, é claro que uma guerra pode ser uma excelente distração em tais circunstâncias.

Ao mesmo tempo, Damasco advertiu que não deixará mais os atos de agressão israelense sem resposta, demonstrando que depois de sete anos de tentativa de mudança de regime na Síria pelas potências ocidentais, o IRÃ, a Síria e o Hezbollah (com o apoio da Rússia) – conhecidos por seus muitos apoiantes na região como “o eixo da resistência” por seu papel no desafiador imperialismo ocidental – estão em posição de força. E eles estão lenta mas seguramente em um curso de colisão com Israel. Os resultados da escalada desse “conflito de interesses” (e agendas ocultas) na região pode ser uma guerra total…



Matrix (o SISTEMA de CONTROLE)

“A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar.

Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você  para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …

Civilização Dissidente, Buracos espaço-temporais (wormholes)


HÉLIO’S BLOG

#DivulgaçãoCientífica

Bem-vindos de volta à “Divulgação Cósmica”. Sou seu anfitrião, David Wilcock e estou aqui com Corey Goode. Então, o que estamos prestes a ver e ouvir aqui é com Mark McCandlish, descrevendo um avistamento muito de perto de um enorme UFO-OVNI, muito interessante, durante a época da Guerra do Vietnã. Vamos dar uma olhada neste assunto hoje.(7,24)

“Eu estou no meu conjunto de navegador dentro da aeronave, apenas cruzando dados, realmente não prestei muita atenção. Eu acho que nós estavamos a 56 mil pés (17 mil metros), uma altitude incrível. E, de repente, o piloto diz: “O que diabos é isso?”

BURACOS ESPAÇO-TEMPORAIS, WORMHOLES E CIVILIZAÇÕES DISSIDENTES,  COM MARK MCCANDLISH (Season 7, Episode 24)

Fonte: https://spherebeingalliance.com/

UMA “CIDADE” (UM IMENSO UFO) NO CÉU DE LUA CHEIA

Mark McCandlish: Fui em um show aéreo na estação do Corpo dos Marines de El Toro  (Califórnia). Isso foi por volta em 1991 ou 92. E eles tinham uma exibição estática lá de aeronaves. E eles tinham um B-24 Liberator maravilhosamente restaurado. O alumínio do avião tinha sido polido como um acabamento de espelho. E eles tinham todos os estêncis, todos estavam simplesmente perfeitos.

E estou de pé do lado da corda, e estou olhando para este avião. E acabei de abrir um grande sorriso no meu rosto, apenas admirando a maravilhosa restauração que fizeram neste antigo e belo avião.

Um Bombardeiro pesado Liberador B-24 Consolidado do Maxwell Field, Alabama, de quatro motores, brilha no sol, depois de fazer uma curva em  altitude sobre as nuvens.

E junto ao meu lado esta esse senhor. Ele provavelmente tem em torno de 1,65 metros de estatura, um cavalheiro mais velho, provavelmente em sua idade em torno dos 70 ou 80 anos. E ele também abriu o mesmo sorriso em seu rosto. E então eu olho para trás e digo: “Garoto, ele esta uma beleza, não é?”

E ele diz: “Sim!” Ele disse: “Eu comecei minha carreira de vôo em um desses aviões.”

Eu disse: “Realmente ? Você esteve na Segunda Guerra Mundial? “

E ele disse:” Sim, eu estava no teatro do Pacífico. “

E eu disse: “Muito Bem”,

Então, por quanto tempo você esteve dentro? ” E ele diz:” Oh, em torno de 30 anos “. E ele disse:” Acabei minha carreira como navegador em um B-52 no Vietnã. “

E eu disse:” Bem, Garoto, foi uma briga bastante séria, especialmente, você sabe, os B-52 e todas as críticas políticas que os militares levaram”. E então começamos a falar de diferentes aviões e sistemas de armas, as diferentes aeronaves que ele tinha voado ou tinha sido uma parte de sua história. E eu disse: “Bem, você sabe, eu entendo que há coisas novas e bem avançadas que estão voando agora.

“Eu ouvi histórias de pessoas que estavam na Guerra do Golfo Pérsico que viram as coisas zumbindo no céu que eram inexplicáveis, fazendo voltas em ângulo reto a uma velocidade incrível, parando em um momento e disparando como se estivessem saindo de uma arma.

“E ele meio que assentiu e disse:” Sim, eu vi algumas dessas coisas…também “.

E eu disse:” Sério? Bem, fale-me sobre isso.”

Então ele olha em volta nervosamente, você sabe, porque ele sentiu que talvez alguém estivesse perseguindo-o pelo menos era assim que ele agia. E ele continua: “Bem”, ele fala, “em meados da década de 1960″, nós estávamos numa missão sobre o Vietnã do Norte, e nosso avião pegou sofreu fogo de um míssil de superfície para o ar. E então eles nos enviaram para Guam para reparar a aeronave, e nós conseguimos cerca de uma semana de folga.”

E ele disse:” Estávamos de volta à nossa base na Tailândia, e nós estávamos sobre o Pacífico. São cerca de 1 hora da manhã, Lua cheia, e sem uma nuvem no céu em qualquer lugar.”

E ele prossegue:” Eu estou no meu conjunto de navegador dentro da aeronave, apenas cruzando dados, realmente não prestei muita atenção. Eu acho que eles estavam a 56 mil pés (17 mil metros), uma altitude incrível. E, de repente, o piloto diz: “O que diabos é isso?”

A espaçonave deveria ter entre um quarto à meia milha de diâmetro (entre 400 a 800 metros de diâmetro)

E então todo mundo corre para o cockpit, e ele aponta para a esquerda, e no lado esquerdo do avião esta este enorme disco – imenso. Ele disse: “Conservadoramente, de forma conservadora, entre um quarto e meio de milha de diâmetro (cerca de 400 a 800 metros de diâmetro)”.

E eu disse: “Bem, como você. . . Como você pode determinar? . . Como você poderia dizer que era tão grande? “

E ele diz:” Bem, tinha uma cúpula, uma cúpula, no topo. “E ele disse que parecia uma única peça de um tipo de plástico branco. E era translúcido. E estava brilhando. Estava iluminado por dentro. E ele continua: “No lado de fora desta cúpula, você poderia ver a silhueta de cada um dos inúmeros pisos lá dentro”.

E ele diz: “Contamos 27 andares – 27 pisos!”

E eu disse: ” Tudo bem. Bem, qual era a relação de aspecto entre a espessura do disco e o diâmetro geral? “

Ele diz:” Cerca de 10 para um. “Então ele diz:” Foi assim que descobrimos que seu tamanho ficava entre um quarto e meia milha de diâmetro. “

Então ele descreveu o que viu. E ele disse: “Não se parece com o seu disco típico, você sabe, de ficção científica, onde o exterior é espelho suave e polido”.

Ele disse: “Este tipo de coisa era difícil.”

Ele tinha painéis que eram diferentes, você sabe, texturas. E havia condutos que saíam de um só lugar e serpenteavam por alí, e se dirigiam para outro lugar, além de encanamentos, tubos e tubulações e coisas, pequenas antenas e outras coisas que passavam por todo a sua superfície.

Mas ele disse: “Ao redor da borda”, ele disse, “havia umas ranhuras, aberturas. E nestas ranhuras estavam estes grandes. . . Eles se pareciam com lâminas de turbina. ” E ele diz:” Cada uma dessas lâminas de turbina era do tamanho de uma porta de passagem em um hangar com uma aeronave da Força Aérea, muito grande “.

E ele continua:” E essas lâminas de turbina, independentemente do que fossem, “disse”, elas estavam percorrendo na borda ao redor da circunferência desta espaçonave, apenas muito devagar. E isso aconteceu em paralelo com o curso do nosso avião”

Ele disse:” Eles voaram paralelo conosco por pelo menos meia hora”.

E ele narra:” Talvez seja devido ao fato de que o B-52 foi projetado para lutar contra uma guerra nuclear, e assim a eletrônica do nosso avião estava completamente protegida contra EMP, “pulso eletromagnético”.

Então ele diz: “O que quer que fosse mantinha essa espaçonave no ar, E pensávamos que era provavelmente uma coisa magnética“, ele narra,” nós voamos por alí. Nós voamos sobre isso. Nós passamos por baixo disso. ” Ele diz:” Nós demos uma boa olhada nessa espaçonave enorme”. E foi a coisa mais estranha que já vimos “.

Ele continua:” Depois de um tempo, tudo isso mudou completamente.”

E ele disse: “O modo como vimos os recursos era, o número um, da iluminação da cúpula, e também o fato de que era meio iluminado pela lua cheia. E então o reflexo da luz da Lua que saia do Oceano Pacífico iluminava a parte de baixo dessa espaçonave.”

Ele narra: “O objeto se moveu de um jeito.” disse ele : “Essas grandes lâminas de turbina na borda começaram a ir cada vez mais e mais rápido e mais rápido até que essas lâminas, do tamanho de uma porta de passagem de um hangar, movendo-se tão rápido, que você nem poderia mais vê-las.

Eram agora apenas um borrão. ” E então, de repente, essa coisa, zooooosh !, faz um ângulo oblíquo da sua trilha de vôo original. E ele diz: “E, assim que isso acontece, um brilhante túnel de luz se abre, e a espaçonave entra nele”.

E ele detalha: “E nós podemos ver a extremidade do túnel de luz, poderíamos ver um céu iluminado como um dia ensolarado com nuvens brancas inchadas, que não havia por onde estávamos voando, pois era noite.”

E ele disse: “E parecia que estava saindo de um túnel para a luz do dia. “

E ele narra:” E então o túnel de luz e a espaçonave simplesmente se desmaterializaram e sumiram, foram embora. E nós ficamos todos sentados lá com a boca aberta. “

Então ele disse:” Nós fizemos o resto do nosso trajeto até nossa base na Tailândia em silêncio. “

E ele declarou:” Assim que aterrissamos o FBI estava lá, nos esperando, e eles queriam nos entrevistar e obter informações.”

E ele diz:” Essa foi a única coisa em que eles estavam mais interessados, esse evento aparentemente perceptível do surgimento de uma espécie de Wormhole em que vimos aquela imensa espaçonave desaparecer em frente aos nossos olhos”.

David: Bem, isso é extremamente fascinante. Eu acho que nós começamos com algumas das porcas e parafusos aqui, o que parece ser um tipo de nave mais primitiva, exceto que é muito grande, descrevendo todos esses tubos e rebites e tecnologias penduradas fora dela.

O que você achou que ele poderia ter visto lá no Vietnã? De onde poderia ter vindo?

Corey: Bem, este objeto era definitivamente uma espaçonave não-terrestre. Ele estava descrevendo como a cúpula no topo tinha 27 andares. E a seção principal do disco voador, eu acho que vamos chamar, é aí que a maior parte da engenharia esta, e você tem um monte de partes móveis que causam isso, acho que essas grandes aberturas para deslizar. Então, a maioria do compartimento da tripulação está naquela cúpula no topo.

David: certo.

Corey: E para dentro, esse é o fim do negócio onde a energia do sistema de propulsão é gerada, onde as coisas giram. E somente as pessoas que poderiam ir lá mantêm a embarcação firme.

David: Então, para ser absolutamente claro, nada disso foi visto por você no Programa do Espaço Secreto, per se?

Corey: Bem, como você disse, é uma tecnologia mais antiga. E este tipo de artesanato foi associado com o que as pessoas chamam muito de extraterrestres “Greys”.

David: Ah, realmente?

Corey: Sim. Ou os Ebens (aliens Greys do sistema estelar duplo de dois sóis de Zeta Reticulum 1 e 2, do Planeta SERPO), que esses tipos de espaçonaves são associados a eles. Sim, ouvi falar de espaçonaves semelhantes – muito grandes, algumas deles teriam cerca de até uma milha de diâmetro.

David: Por que você acha que eles podem ter passado pelo Oceano Pacífico perto da Tailândia?

Corey: em tempos de conflito, parece haver muita atividade de OVNIs nas áreas de combates, como os estrangeiros estão entrando para assistir o que está acontecendo, observar, talvez até participar.  Então, quando ouvimos quando entrevistamos  Clifford Stone, quando ele estava no Vietnã, eles tiveram um encontro com os não-terrestres depois que um B-52 tinha caído. Então, pareceu que durante o Vietnã houve muita atividade não-terrestre em torno dessa parte da Ásia.

David: A história sobre o wormhole no final, é claro, é realmente fascinante, porque eles estão voando de noite. Eles têm luz da lua cheia refletindo sobre este disco voador imenso, mas então eles vêem um túnel, e não é noite do outro lado. Há um céu. Há nuvens, e há luz solar, tudo dentro deste túnel. Então, o que você acha que está acontecendo lá? O que estamos examinando?

Corey: Eles estão olhando para o destino deles, uma janela (espaço-temporal) para o destino que eles se deslocaram, abrindo um portal.

Isso foi descrito – não sei se o mencionei no programa antes – mas ouvi dizer isso muitas vezes. Eles verão céus de aparência estranha que parecem ser obviamente não na Terra em absoluto. Então, sim, eu já vi isso descrito muitas vezes.

David: Então, se você tem o ângulo certo, você pode ver diretamente pelo portal e ver onde o destino está do outro lado?

Corey: Sim.

David: Como a descrição do tubo em si, alinhada com luz cintilante, se encaixava em outras coisas que você viu ou ouviu?

Corey: Bem, a maneira como descrevi isso é que refratará a luz. Parece meio  uma miragem cintilante, é o que eu vi.

David: Bem, é fascinante para mim, porque McCandlish não sabe o que ouvi de Daniel, outro insider, que descreveu o trabalho em Montauk, e que os portais apareceriam na cafeteria. E você veria como um campo gramado onde não havia campo. Como se você estivesse olhando para a parede, por uma janela, mas há uma coisa brilhante ao redor da parede e então há esse campo coberto com gramado. Agora, esses portais o levam através do tempo e do espaço?

Corey: Sim. E eles aprenderam a manipular alguns desses portais para poder viajar para trás e para frente em determinada linha espaço-temporal mesmo.

David: Tudo bem. Então, agora vamos ter mais desta entrevista com Mark McCandlish, onde ele irá descrever a sua própria experiência pessoal.

O FENÔMENO FLASHER

Mark McCandlish: voltei do jogo de beisebol dos Angels em 1994 – acho que era junho ou julho no estádio dos Angels – indo para o leste através do Carbon Canyon. Há uma área próxima a algum tipo de reserva de vida selvagem que fica à sudoeste de Chino. À distância, havia algumas linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão que atravessavam a colina, e havia alguns emprendimentos, algumas casas e coisas ali.

https://www.youtube.com/watch?v=ShaJD6k5CtE&feature=em-subs_digest-vrecs

Estou com um grupo de  três outras crianças, e estamos neste carro dirigindo. E havia uma condição de vento de Santa Ana naquela área no momento, e então todos os aviões que normalmente viriam e pousavam do leste realmente não poderiam fazer isso porque o vento estava vindo de suas costas, e isso diminuiria a quantidade de sustentação que eles necessitavam.

Então eles estavam orbitando e entrando pelo oeste, indo para o leste para ter o aumento de sustentação desse vento ao pegá-lo de frente. E havia todos esses aviões em um padrão de espera, e você podia ver suas luzes e tudo.

E eu disse: “Garoto, você sabe, deve ser um grande desafio para os controladores de tráfego aéreo manter todos esses aviões organizados e não ter nenhum deles colidindo.” E acabamos de falar sobre UFOs. E isto é o que foi tão fascinante.

E, assim que terminei de falar, sobre o acidente e, você sabe, uma colisão no ar, houve um brilhante flash de luz. E todos nós ficamos assim [Mark mostra expressão de choque no rosto]. E esse brilhante flash de luz fica enorme, e então fecha-se de volta. E então, outro ponto de luz que começa a sair do céu, e está caindo sobre um ângulo de 45 ° e está ficando maior à medida que aumenta.

E então era quase como se houvesse um buraco invisível no céu e seguindo em uníssono e em trilha com este objeto estavam essas linhas paralelas. E elas estavam se movendo em uníssono. E elas eram de todos tipo de escalonados. Todos tinham pesos de linha diferentes. Alguns eram grossos; outros eram finos.

Mas eles eram todos do mesmo tipo de cor amarela dourada, e eles estavam se movendo em uníssono com essa coisa. E pensei em liguar para o aeroporto. Eu disse: “Houve um acidente? Houve uma colisão? ” ” Não. “

E assim enquanto eu estava pensando sobre isso, ocorreu-me – e essa coisa veio diretamente sobre a reserva da vida selvagem. E eles têm diretrizes muito rígidas sobre que ninguém esteja no parque depois do anoitecer. Há sinais que dizem isso. Eu investiguei isso. Então eles não querem você por alí depois do anoitecer. E agora acho que sei por quê.

Mas o objeto que eu vi parece ter acabado de sair de um desses buracos feitos pelo flash de luz. E assim como naquela cena no primeiro filme “Star Wars”, onde eles fazem um salto à velocidade da luz com uma espaçonave, e ao dispararem no hiperespaço, todas as imagens das estrelas distantes começam a se alongar.

Bem, é a mesma coisa que vem do outro lado, porque o que está acontecendo é que, como essa coisa está saindo desse buraco de minhoca espaço temporal (Wormhole), na verdade, está arrastando a luz das estrelas onde foi quando deixou algum ponto no espaço. Está puxando essa luz junto com eles.

E então, o que você vê é a imagem do brilho da luz dessas estrelas esticadas em linhas. Cada estrela, as maiores que estão mais próximas, têm um peso maior. As que estão mais longe e tem brilho mais fracos, têm uma pequena linha. Mas todas as linhas eram paralelas, movendo-se em uníssono assim.

E então percebi que a cor dourada era o deslocamento vermelho da luz de estrelas que pareciam brancas a olho nu. Mas se você está falando sobre o efeito Doppler de se afastar de uma fonte de luz, você obtém um deslocamento vermelho para que a luz se torne uma espécie de ouro amarelo. E foi assim que eu entendi o ocorrido.

Bem, desde então, desde que reconheci como é o fenômeno e, desde que mudei para o norte da Califórnia, Provavelmente vi eventos como esse talvez pelo menos seis a oito vezes – alguns deles bastante espetaculares. Mas eles são freqüentemente, eles são tão frequentes, especialmente no verão. Não sabemos por quê. O verão parece ser um período de tempo quando isso acontece com mais freqüência.

Mas eles acontecem tantas vezes que as pessoas locais que observam os céus, e você conhece, os fãs de astronomia e as pessoas que gostam de assistir UFOs ou esperar e ver se eles vêem um, eles chamam essas coisas de “flashers”, porque acontecem com tanta frequência.

David: Quando ele está descrevendo esse fenômeno do portal com linhas de luz paralelas saindo, quais são seus pensamentos iniciais à medida que você vê tudo isso?

Corey: ocorrem muitos efeitos ópticos nesse tipo de fenômeno. Mesmo a luz pode ficar presa na sequência dessas artesanato enquanto viajam através desses “buracos de (Wormholes) minhocas“. Então, eu ouvi falar de diferentes tipos de fenômenos de luz que ocorreram no ar quando as espaçonaves entram através desses buracos de minhocas.

David: Ele fala sobre esses flashers como se fossem bastante comuns. Eu realmente não ouvi as pessoas descrevendo isso. Você acha que se alguém como um extraterrestre ou um dos nossos do Programa Espacial Secreto está viajando para dentro ou para fora da nossa atmosfera usando a tecnologia do portal, que, se você for suficientemente observador, e você está olhando no lugar certo, no momento certo, que haverá fenômenos visíveis como este?

Corey: Há muito mais acontecendo acima de nossas cabeças do que sabemos. A pessoa típica gasta todo o dia olhando para o nível do solo. Poucas pessoas param para procurar algo “ACIMA” de suas cabeças.

David: certo. Então, você acha que poderia haver fenômenos atmosféricos que a maioria das pessoas nem sequer notaria porque é rápido ou não tão visível?

Corey: fenômeno atmosférico e de luzes, sim.

David: certo. Em um caso como o que acabamos de ouvi-lo descrever, isso seria mais como uma espaçonave? Ou isso seria mais como um fenômeno natural de alguma forma que encurte a luz como um fenômeno portal?

Corey: também pode ser porque, como descrevi como funciona a Web cósmica, e como a Terra, enquanto gira, tem a conexão eletromagnética correta entre a Terra e o Sol e depois o Sol e o sistema estelar de destino para onde a espaçonave quer ir ou da qual eles estão vindo. Então, isso também pode explicar por que eles só são vistos no verão, ou possivelmente, porque é quando esses portais estão se abrindo sobre certos pontos específicos na Terra. E como eu descrevi, esses pontos eletromagnéticos podem se abrir abaixo do solo, abaixo do oceano, na superfície da Terra e extremamente altos na atmosfera.

David: Uma das coisas que ele me fez pensar foi algo que eu vi na revista “Discover” na década de 1990, onde eles estavam descrevendo um novo fenômeno que eles estavam anunciando que não era realmente Aurora Borealis, mas tinha alguma semelhança. E eles os chamaram de “sprites”. Esse era um tipo. Outro tipo que eles descreveram como “elfos”. E quando penso nisso agora, os sprites e os elfos predominantemente eram colunas de luz lineares que pareciam ter uma boca, como um tipo de funil para eles. Então, você acha que os sprites e os elfos podem ser um exemplo desses buracos de minhoca que nos são visíveis?

Corey: Não. Não, esses são fenômenos eletromagnéticos que acontecem na atmosfera. Alguns têm cargas negativas e positivas. Muitas das cargas elétricas que vemos chegando e aterrando, batendo no chão, são de uma polaridade ou carga. E os que alcançam o espaço exterior são de uma polaridade e carga diferentes.

David: Ok.

Corey: E eles alcançam muito longe no espaço, os sprites e os elfos.

David: Bem, eu pensei que você disse que os próprios portais têm uma base de plasma para eles?

Corey: o plasma é mais um subproduto do fluxograma eletromagnético que está ocorrendo. Assim como ele estava falando no Flux Liner (linha de Fluxo), como ele criaria uma espécie de corona ao redor da luz que emitiria raios-x.

David: certo.

Corey: é mais um subproduto.

David: Uma das coisas interessantes que ele disse no decorrer desta pequena seção foi que tudo o que estava acontecendo com esse suposto portal parecia ficar cada vez maior à medida que ele se aproximava dele. Você acha que esse aumento de tamanho foi simplesmente uma função do objeto se movendo para mais perto deles? Ou há algo mais acontecendo aqui que causa isso?

Corey: Quando nós (do Programa Espacial Secreto) iríamos passar por essas distorções locais espaço-temporal que chamamos de portais, eu descrevi como isso não seria como uma viga de metal, e então o portal seria ativado e ele se desdobraria para acessarmos. E Eu descrevi como será uma esfera tridimensional, e as pessoas irão caminhar de todas as direções ao mesmo tempo. E, por outro lado, todos eles saem da mesma direção.

Bem, quando eles entram e saem, há uma torção no espaço temporal que, ao entrarem, eles parecem encolher. E, à medida que saem, eles parecem crescer. Então, quando o vi descrevendo esse fenômeno, poderia ser uma perspectiva visual que estava se aproximando dele. Mas isso me fez pensar nessa estranha anomalia que ocorre quando as pessoas e os itens entram e saem desses portais.

David: Você acha que existe algum tipo de conexão entre as antigas construções de pedra megalítica e os fenômenos de abertura de portal espaço temporal?

Corey: Sim. Os antigos construíram muitos destes megalitos ao longo deste sistema de grade de pontos de energia eletromagnética na Terra. (STONEHENGE seria um dos mais importantes assim como as Pirâmides de Gizé, no Egito)

E este sistema de grade é o que conduz a eletricidade e os canaliza para esses nós eletromagnéticos diferentes. . .

David: certo.

Corey: . . . Que se abrem para os portais.

David: Tudo bem. Então, nossa última  seção desta inovadora entrevista com Mark McCandlish é onde ele descreve sua interpretação de um termo que foi ministrado pelo Dr. Richard Dolan(University of Oxford, Alfred University, University of Rochester) um acadêmico e maravilhoso investigador do assunto OVNI que realmente esta por dentro dos fatos.

Ele chamou a ideia de uma civilização separada sendo algo que poderia surgir dessa cultura de segredo nacional dos nossos contatos com outras raças extraterrestres e como essas tecnologias de propulsão anti-gravidade dos UFOs que sofreram engenharia reversa pelos nossos cientistas poderiam, de fato, já estarem colonizando outros planetas e luas fora da Terra e, portanto, formar uma civilização (Dissidente) que estaria já completamente separada da nossa. Vamos ouvir o que Mark McCandlish tem a dizer sobre esse conceito fascinante.

UMA CIVILIZAÇÃO DISSIDENTE E SEPARADA DA NOSSA

Mark McCandlish: Acho que meu amigo dR. Richard Dolan foi uma das primeiras pessoas a especular que esse tipo de tecnologia seqüestrada e mantida longe da visão pública pode ter uma conseqüência tal que possa haver uma população de pessoas que se mantenham em um nível superior Padrão de TECNOLOGIA e segurança.

São selecionados por sua inteligência, suas habilidades, sua compreensão sobre o que faz esse tipo de coisas funcionarem. E que as pessoas que se envolvem com essas coisas podem  ter que ficar em silêncio. . . Com toda a probabilidade, eles nunca poderiam falar sobre istos. Eles não podem descrever a tecnologia. Eles não podem divulgar o que sabem. E assim eles podem, como conseqüência disso, estabelecer sua própria sociedade, seus próprios grupos, seus próprios pares, onde se juntam e vivem.

Quero dizer, provavelmente há algum tipo de localização, Talvez na Antártida. Quero dizer, tem havido um tremendo interesse pelo que está acontecendo na nossa Antártida. Quero dizer, você ve John Kerry e, você sabe, pessoas como Richard Branson, você sabe, estão todos voando para lá sabe Deus  por quê? Mas há algo muito interessante acontecendo lá.

Houve muitas sugestões de que o Almirante Byrd teve um confronto com uma tecnologia avançada, você sabe, civilização isolada lá em baixo, logo após a Segunda Guerra Mundial. Mas houve perdas de aeronaves e pessoal e alguns navios, você sabe, como resultado.

A tecnologia é real. Eu sei que eu vi coisas que eram inexplicáveis por tipos convencionais de sistemas de propulsão ou tecnologia – coisas que se moviam pelo céu a velocidades incríveis, coisas que parecem estar manipulando o tempo e o espaço simultaneamente.

E, portanto, se você tem um grupo, uma sociedade que tem à sua disposição esse tipo de desenvolvimento, esse tipo de tecnologia, parece-me que, nas circunstâncias certas, esse tipo de tecnologia poderia ser usada para fazer um pequeno esforço para girar ao redor do mundo, em termos de coisas que estão acontecendo politicamente, para o bem ou para o mal.

Pode ser uma maneira de encorajar alguém a não iniciar uma terceira guerra mundial. Pode ser uma maneira. . . Quero dizer, você sabe, quando você vê os chineses empunhando muitos sabres e, de repente, há um maior avistamento de OVNIs em uma grande capital como Pequim, dá uma pausa (nos conflitos de interesses). Isso faz você se perguntar se eles não receberam uma mensagem muito sutil para se comportar.


David: o que parece estar dirigindo aqui é um conceito de segredos muito maiores por trás do fenômeno UFO do que a maioria das pessoas poderia imaginar. E, obviamente, foi um elemento central do nosso show. Eu pensei que foi interessante que ele mencionou a Antártida e trouxe muitos dos mesmos dados de que estamos falando, aparentemente sem qualquer consciência do que divulgamos. Então, quais foram seus sentimentos sobre tudo isso?

Corey: Bem, especialmente em conexão com uma civilização separada, porque uma das atualizações que entreguei recentemente é que ela existe o que já é referido como uma Área-51 da Antartida ,  que eles têm muitas instalações subterrâneas abaixo de gelo, muitas bases que eles construíram sob o Projeto Iceworm. Elas seriam muito grandes e são instalações de pesquisa e desenvolvimento. A gigante aeroespacial Lockheed Martin, todos esses lugares, eles os habitam e eles os usam.

Não só isso, mas há um espaçoporto que costumava ser um espaçoporto nazista que nos foi entregue no final dos anos 50, início dos anos 60, e nós o convertemos em nosso próprio espaçoporto naquela região. E esse é um porto espacial muito usado. Mas não esqueçamos que o conceito de civilizações separadas não é novo. Já ocorreu na antiguidade.

As civilizações antigas teriam a casta de sacerdotes, e a casta do sacerdotes seria composta por engenheiros. E todo o conhecimento foi guardado pela casta de sacerdotes. Eles até o manteriam em segredo em relação aos reis governantes.

Nestes tempos, quando eles desenvolveram esses tipos de tecnologias, Eles os desenvolveram separadamente de sua civilização. E muitos deles iriam abaixo do solo, fora do mundo, desenvolveram bases. E alguns dessas civilizações estão em torno de hoje como alguns desses grupos não-terrestres – o que pensamos serem grupos não-terrestres – que vemos voando nos céus.

David: Qual você acha que é a probabilidade de essa civilização separada realmente curar essa divisão com as pessoas na civilização atual de superfície da Terra, na medida em que saberemos que ela existe e seremos capazes de nos conectar com ela de alguma maneira?

Corey: ficarei muito surpreso se eles se identificarem para nós. Quero dizer, a civilização separada que possui a tecnologia mais avançada. Nós provavelmente ouviremos sobre um desses outros programas espaciais secretos antes de muito tempo. Mas a única maneira que vejo que a divulgação seja é através de um despejo de dados em massa, ou algum tipo de evento para onde a informação é colocada contra a vontade dos “todos poderosos” que governam estas civilizações dissidentes.

David: Como você vê isso se desdobrando? Porque parece ser parte de como este conceito de civilização separada funcionou é que não temos a capacidade de enviar nosso próprio drone e orbitar a Lua para ver o que está acontecendo no lado escuro (onde eles possuem inúmeras bases). Nossa civilização e sua tecnologia de “motor à explosão” não temos a capacidade da civilização dissidente para entrar no espaço exterior. Então você tem caras como Elon Musk e Richard Branson que criam seu próprio programa espacial, e eles tentam fazer um lançamento, e ele explode, o que parece ser sabotagem (ou uso de TECNOLOGIA OBSOLETA). Então, como nós realmente experimentamos isso? Como iremos CHEGAR lá?

Corey: Bem, todas essas coisas estão ocorrendo em segredo. As armas, os programas que Estão, digamos, sabotando esses dois programas espaciais civis, tudo isso está acontecendo em segredo.  Se tivermos algum tipo de despejo de dados e uma grande quantidade de novas informações surgindo, isso realmente não pode ser contestado, então o arsenal acabou. Eles podem se esconder atrás da cortina tudo o que eles querem, mas então nós saberemos que eles estão lá.

David: O que você acha que é o jogo final dessa civilização separada? Se eles ainda vivem em nosso sistema solar, eles são como patos sentados se houvesse algum tipo de divulgação. Se eles realmente desejassem fugir, eles não cortariam os laços conosco e o nosso Sistema Solar completa e simplesmente iriam para outro lugar?

Corey: eles podem e já o fizeram. Eles habitam outros sistemas estelares. Eles já muitas têm bases em outros sistemas estelares. Se eles tivessem que, se eles tiverem planejado, em algum momento de que a informação seria divulgada ao público ou ao nível médio – pessoas que têm mais consciência, são mais instruidos, alguns dos grupos dos conglomerados industriais do Complexo Industrial Militar (porque eles sabem da verdade) – se essas pessoas começarem a ter essa informação divulgada para eles, “os poderes que governam” que fazem parte desta civilização separada planejava escapar do nosso Sistema Solar e ir para um desses outros sistemas estelares.

David: Como você acha que essa chamada barreira externa ao nosso sistema solar afeta esse plano?

Corey: a barreira destruiu esse plano. Eles estão presos aqui conosco. Se obtivermos a Divulgação Completa, então, como você disse, eles estão sentados em patos. Eles foram identificados, e todos vão dar uma boa olhada neles e o que eles fizeram para manter sua civilização separada em segredo em relação à nossa, e é quando é que muita informação será divulgada.

David: Tudo bem. Bem, com essa nota, vamos terminar este episódio. Muito, muito fascinante esta série de entrevistas com Mark McCandlish, um dos 39 denunciantes originais do Projecto de Divulgação que eu conheci pessoalmente em 2001. E é realmente incrível ouvir o quanto mais ele tinha a dizer.

Sou David Wilcock aqui com Corey Goode. Isto é ” divulgação cósmica “, e agradecemos sua audiência e interesse.


Matrix (o SISTEMA de CONTROLE)

“A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar.

SSP-Programa Espacial Secreto, um assombro


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Até agora muitas pessoas já ouviram falar do “programa espacial secreto” e “civilizações separatistas” através de notáveis pesquisadores e autores como Joseph P. FarrellPeter Levenda e David Wilcok. 

Quando combinamos as informações que estamos recebendo agora a partir destes indivíduos com fatos conhecidos a partir de um grande número de outras fontes do campo da Ufologia, somos capazes de formar uma imagem muito mais clara do que pode estar acontecendo muito além do limite da atmosfera terrestre. 

Programa Espacial Secreto, um assombro de TÃO FANTÁSTICO, mas …

Fonte: http://theobjectreport.blogspot.com.br

Recentemente, reunimos ainda mais informações alucinantes e privilegiadas sobre a extensão desses programas classificados como ultra secretos de bravos insiders e denunciantes, como Corey Goode, Randy Cramer (aka: Captain Kaye) e William Tompkins.

Quando combinamos as informações que estamos recebendo agora a partir destes indivíduos com fatos conhecidos a partir de um grande número de outras fontes do campo da Ufologia, somos capazes de formar uma imagem muito mais clara do que pode estar acontecendo além do limite da atmosfera terrestre. Em primeiro lugar, vamos dar uma breve olhada no que esse “programa espacial secreto” consiste para aqueles que possam ser iniciados no assunto. Ao longo da história sempre foi dito ao público que a NASA é basicamente o auge da exploração do espaço pela comunidade científica – esta é uma mentira absoluta.

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http://www.vonbraunlabs.com.br/dr-von-braun/  Em 17.2.1958: Wernher von Braun como “O Homem Míssel” um NAZISTA na capa da Revista Time

Atualmente, quase todo mundo sabe que o programa espacial norte-americano realmente começou com a “Operação Paperclip” no final da segunda guerra, um programa através do qual todas os principais cientistas do programa de foguetes, as bombas voadoras V-1 da Alemanha nazista foram trazidos para a américa para servir sob a direção do governo dos EUA e em R & D investigação militar para pesquisa e desenvolvimento em instalações militares, designadamente em Los Alamos Labs no Novo México.

Os anos do pós-guerra foram um ponto de viragem fundamental na ciência do desenvolvimento dos foguetes e engenharia avançada, com a ajuda de cientistas como Werner Von Braun (mais tarde DIRETOR da NASA) os EUA foi capaz de desenvolver tudo sobre mísseis teleguiados para armas nucleares. Este afluxo maciço de inteligência nazista, habilidades técnicas e experiência no mundo real desenvolvendo foguetes deu aos americanos uma vantagem crítica sobre o vôo espacial tripulado sobre os soviéticos que tinham conseguido colocar um satélite em órbita pela primeira vez.

{n.T.: **Wernher Magnus Maximilian von Braun  https://www.nasa.gov/centers/marshall/history/vonbraun/bio.html  (Wirsitz, Império Alemão, 23 de março  de  1912  — Alexandria, EUA, 16 de junho de 1977) foi um brilhante cientista aeroespacial alemão  e uma das figuras principais no desenvolvimento de foguetes na Alemanha Nazista e posteriormente nos Estados Unidos.  Filho de um barão prussiano, demonstrou desde cedo grande inteligência e pendor técnico. Estudou engenharia mecânica no Instituto de Tecnologia Charlottenburg de Berlim.  Antes e durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou no programa alemão de foguetes, alcançando progressos memoráveis. Em 1937, foi nomeado diretor do centro de experimentação de Peenemünde, onde foi responsável do aperfeiçoamento das bombas voadoras V-1 e V-2 (os primeiros mísseis), que seriam utilizados cerca de 4000 vezes em ataques, principalmente na Inglaterra, em resposta aos milhares de bombardeios aéreos dos aliados sobre as cidades alemãs. 

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Apresentação aos dignitários nazistas do centro de investigação de Peenemünde onde foi concebida a “guerra nas estrelas” e desenvolvidos os primeiros mísseis, as bombas nazistas V1 e V2 que quase destruíram Londres completamente. O cientista nazista Wernher Von Braun **(assinalado no círculo vermelho) tornou-se posteriormente o DONO da NASA.

Com a derrota da Alemanha, e vendo que os russos estavam levando para seu território não só as instalações científicas de pesquisa remanescentes de Peenemünde, mas também parte dos engenheiros alemães, decidiu entregar-se voluntariamente com seus principais auxiliares, aos americanos. Entrou nos EUA através do (na época) secreto programa chamado Operação Paperclip.  Naturalizou-se cidadão dos EUA em 1955. Entrou na NASA em 1960, tornando-se diretor do Centro Espacial de Voo Marshall de 1960 à 1970, onde dirigiu os programas de voos tripulados: Mercury, Gemini e Apollo. É o pai do foguete Saturno V que levou os astronautas dos EUA à Lua. Em 1972, deixou a NASA para se tornar diretor adjunto da empresa Fairchild Industries. Nos EUA, é respeitado como um dos heróis do programa espacial. Morreu em 1977  de câncer no pâncreas.Wikipédia}  

Mas este foi apenas o ímpeto inicial de um programa espacial muito mais secreto que os militares dos EUA em breve começariam secretamente canalizando bilhões, e eventualmente trilhões, de dólares dos contribuintes para o começo de tudo. Não foi apenas transplantando os melhores cientistas nazistas para a America que ajudaram a alavancar o programa espacial dos EUA (o conhecido do público, a “conquista da Lua”). Novas tecnologias recuperadas de espaçonaves extraterrestres que se acidentavam e caiam elevou para um state-of-the-art tecnológico quase para um nível que era inconcebível para a época. A recuperação do UFO de Roswell colocou os militares dos EUA cerca de 50 anos à frente de onde eles estavam em 1947.

roswellivrocorsoNa verdade, a tecnologia era tão avançada que teve de ser categorizada e sistematicamente distribuída entre várias empresas de pesquisa e desenvolvimento de alto nível, incluindo o Bell Labs, a Xerox PARC e AT & T, Douglas Aircraft, bem como empresas aeroespaciais como Lockheed, Northrop e General Dynamics. Foi demais para os militares estudar e fazer engenharia reversa por conta própria, de modo que eles se utilizaram dessas empresas de R & D (pesquisa e desenvolvimento) para ajudar a alcançar seus objetivos mais rapidamente do que poderiam por conta própria. Insiders ex-militares, como o coronel Phillip J. Corso e ex-empreiteiros aeroespaciais como Don Phillips descrevem em detalhes os desafios a que os militares tiveram para duplicar a tecnologia extraterrestre e incorporá-las em programas de armas avançadas ao longo dos anos 1950 e 60.

Este período viu uma verdadeira explosão de avanços tecnológicos em tudo, desde eletrônica de estado sólido ao projeto aeroespacial passando pela óptica avançada, como imagens térmicas. Foi neste ponto que os poderes constituídos nas sombras – a “Cabala”, como vou me referir a eles – decidiu dividir este programa espacial no meio. Metade do que iria sair para o “mundo branco e normal” e iria tornar-se o que hoje conhecemos como a Agência de Aeronáutica e Espaço dos EUA (NASA), enquanto a outra metade iria escorregar para o “mundo negro” e formaria a base do que hoje chamamos de programa espacial secreto (SSP). Isto ainda não esta totalmente compreendido como tudo isso aconteceu, nós só sabemos que tudo começou há cerca de 60 anos e tem havido, desde então, obviamente décadas de avanço e desenvolvimento tecnológico sem precedentes na história humana.

UM BURACO NEGRO DE GASTOS

Se há uma coisa que os militares dos EUA sabem fazer bem, é gastar muito dinheiro. Desde o final da 2 ª Guerra Mundial o governo dos EUA já gastou cerca de $ 50 trilhões de dólares em projetos de defesa com provavelmente mais $ 20 trilhões com “orçamento negro” fora dos livros de contabilidade dos programas ocultos e secretos, e estas são estimativas conservadoras. A maior parte desse dinheiro do orçamento negro (Black Ops) foi usada pela Cabala para financiar um dos maiores segredos da história da humanidade – uma frota secreta de espaçonaves que foi utilizada para estabelecer as instalações do Lunar Comando de Operações (LOC) do outro (no lado OCULTO) lado da Lua bem como uma colônia militar IMPLANTADA em Marte.

Eu sei que tudo isso soa muito fantástico, como algo saído de um romance de ficção científica, mas quando você buscar a verdade descobrirá inúmeras evidências corroborando e começara a colocar todas as peças juntas pelo testemunho ocular de ex-militares insiders denunciantes como Goode, então tudo começa a fazer sentido racional. Eles dizem que tudo é possível se você jogar dinheiro suficiente nos projetos, e estes programas espaciais secretos são um excelente exemplo dessa mentalidade.

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Espaçonave em destroços, recuperada em Roswell, com um dos corpos dos alienígenas, já morto, embaixo à direita da foto.

A abordagem do governo dos Estados Unidos de “mais é mais’ me lembra de uma cena crucial em um de meus filmes favoritos, “Contato” com Jodie Foster. Em um ponto no filme o personagem em estado terminal, o milionário SR Hadden, parecido com Robert Bigelow, está gastando seus últimos dias de vida a bordo de uma estação espacial em órbita quando ele entra em contato com a cientista Ellie (Foster) Arroway para que ela soubesse da existência de uma segunda ‘Maquina’. Ele diz:

“A primeira regra nos gastos do governo? Por que construir um quando você pode ter dois pelo dobro do preço, isto pode ser mantido em segredo controlado pelos norte-americanos e construído por empresas subcontratadas japonesas que, também, acontece que eu adquiri recentemente, e são subsidiárias integrais das indústrias Hadden”

É esta mesma mentalidade que permitiu que um conglomerado de empreiteiras da defesa e verdadeiros “tentáculos negros” de vários governos internacionais para construir e manter estações espaciais secretas e uma frota de naves espaciais custando trilhões de dólares. Sei que isso tudo soa improvável e se eu não estivesse me ouvindo dizer isso eu não iria acreditar também, mas a realidade da situação é que há uma trilha de dinheiro que todas as conexões levam para o mesmo lugar: um buraco negro compartimentado que até mesmo indivíduos nos mais altos níveis do governo convencional não tem acesso nenhum.

O GORILA DE TRILHÕES DE DÓLARES NO QUARTO

Então você pode SE perguntar por que se preocupar até mesmo em criar uma agência espacial civil, em primeiro lugar? Distração, desorientação, acobertamento e controle, é claro. A NASA era – e ainda é – uma forma conveniente para a Cabala dizer “Ei, todos, olhem lá”. A agência espacial foi propositadamente mantida mancando e restrita em seus movimentos, desde a sua criação. A NASA foi criada com um grande propósito em mente, algo um pouco mais escuro do que o sentido de brilho de admiração que todos nós associamos com a exploração do espaço. Tudo começou com fogos de artifício, desfiles e agitando bandeiras.laro, o programa Apollo foi reconhecido mundialmente como um feito incrível para os Estados Unidos e a própria humanidade, mas tudo era apenas prestidigitação. Enquanto o mundo estava colado aos seus tubos de raios catódicos das TVs em emoção rebitada sobre colocar um homem na lua, a Cabala poderia já estar bem encaminhada com a construção de uma base lunar. Pense sobre a magnitude disto por apenas um momento: A humanidade já poderia ter enviado o homem a Lua antes de colocar um homem na lua oficialmente! Deixe isso se aprofundar na sua ideia por um minuto.

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Durante a era pós-Apollo a NASA recebeu apenas dinheiro suficiente para continuar os seus programas do “mundo branco e normal” da exploração interplanetária. Eles foram autorizados a desenvolver e construir o ônibus espacial em 1980 com um orçamento de míseros $ 4,2 bilhões de dólares aprovado pelo Congresso. Em comparação, o orçamento de defesa do ano fiscal militar de 1980 foi de $ 303,4 bilhões de dólares não incluindo o orçamento (Black Ops) negro. Em 1997, a NASA teve permissão para alavancar a construção da Estação Espacial Internacional, com um orçamento de $ 13,2 bilhões de dólares, um reles 4% dos $ 305 bilhões de dólares do orçamento da defesa em 1997.

Acelerando até os dias atuais a NASA é praticamente uma chacota, é uma criança que está na sala de aula para responder a uma pergunta com um cartaz  “me chute” preso às suas costas. A agência felizmente ignora por completo o fato de que ela foi superada pela tecnologia militar secreta em todos os sentidos mensuráveis, um dado que é assim desde o seu início. Seu orçamento para o ano fiscal de 2015 foi de $ 18,4 bilhões de dólares, enquanto o orçamento de defesa militar do mesmo ano fiscal é de $ 460 bilhões. A NASA pode ter iniciado sua existência com fanfarras, fogos de artifício, desfiles e agitação de bandeiras, mas está terminando em uma proverbial cama de hospital sem orçamento, ligada a um sistema de suporte de vida feitos na Rússia e China. Isso é exatamente como a Cabala pretende que seja. Em 10 de setembro de 2001, Donald Rumsfeld, anunciou que $ 2,3 trilhões de dólares do orçamento do Pentágono havia “desaparecido ” e ele mesmo com naturalidade culpou “os gastos militares”. No dia seguinte, ninguém no mundo “normal” se lembraria deste importante dado de informação.

DESTRUIDORES DE MENTES EM PRIMEIRO GRAU

Eu não quero ficar batendo por mais tempo sobre o dinheiro, mas basta dizer que tem havido orçamentos enormes ao longo das últimas décadas para realizar o impossível sem o público em geral nunca descobrir sobre nada a respeito. Do ponto de vista cético isto exclui o dinheiro como um fator limitante na existência de um programa espacial secreto. Assim que nos leva a investigar a possibilidade de outras limitações, como dificuldades logísticas como pessoas. Um programa desta magnitude exigiria não só milhares de pessoas, mas milhares de pessoas que poderiam ser efetiva e completamente controladas e contidas.

Eu não posso imaginar o capitão de uma espaçonave da frota espacial secreta da Marinha dos EUA agarrando sua mala, beijando sua esposa e dizendo “eu estou fora por três anos indo para Marte, querida, não espere por mim.” Estamos falando de uma ”população de pessoas existindo em separado que podem ter sido trazidos para esses programas DESDE crianças”, como Corey Goode foi. Sendo um empático, ele foi recrutado pelo programa Milab ainda como criança e treinado na esperança de que os seus talentos poderiam ser utilizados (pela Cabala) enquanto ainda estava sob o controle de uma estrutura de comando paralela, mas do tipo militar.

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Randy Cramer (aka: Captain Kaye), outro insider denunciante recente (nascido em 1970) foi treinado desde a idade de 4 até os 17 anos, como parte do Projeto Mannequin (um projeto militar para criação de um supersoldado global). Mais tarde, ele participou do Projeto Moonshadow (300 supersoldados). Este nível de controle da mente teria sido absolutamente necessário para um programa como este para sequer começar a existir. De acordo com Cramer, o controle da mente depois de 1960 mudou-se do programa MK-Ultra (com base em trauma mental) para o Project Moonshadow (base em cooperação).

O objetivo de Moonshadow não era criar supersoldados assassinos, mais rápidos, mais mortais, mas criar supersoldados mais fortes e mais ”morais”, não assassinos. Deve-se perguntar, quantos outros como Corey e Randy foram recrutados para estes programas clandestinos de controle MENTAL? Tem havido muito poucos que vieram à público ao longo da última década, mas existem muitas outras pessoas como ele que estão aqui fora, em silêncio contemplando se deveria ou não sair da ESCURIDÃO? (n.T.: Estes projetos lembram, em muito, o que é contado na série de filmes centrados no personagem JASON BOURNE, interpretado por Matt Damon)

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TOTAL RECALL: UMA GRANDE DECEPÇÃO

Governos ao redor do mundo, e o governo dos EUA, em particular, estão mentindo para as pessoas numa escala sem precedentes, É colossal. As pessoas estão correndo por aí se preocupando com coisas fúteis como o próximo programa de TV American Idol (no Brasil o próximo Big Brother, Danças dos Famosos, no Faustão, novelas, etc…) e levando banhos de propaganda pelo medo, exibição de pornografia sem parar, sobre a vida de pseudo “celebridades”, sem intervalo, transmitidos pela MÍDIA CONTROLADA, entretanto, controlada pelos membros da Cabala das Trevas, que controla a humanidade com a tecnologia altamente avançada e que já está colonizando ativamente o espaço! Richard Dolan se referiu a isso como a “civilização separatista”. Randy Cramer afirma que ele acredita (mas não verificou com sua experiência pessoal) que já temos colônias não apenas na Lua e em Marte, mas em todo o sistema solar e, talvez mais longe.

Existe a nítida possibilidade de que pelo menos parte dessa civilização separatista esteja em vigor e viajando no espaço mesmo antes da década de 1940. Nos últimos anos, temos visto denunciantes ex-militares surgirem, e que têm reclamado de terem visto a evidência de tecnologia avançada pelo homem que já existiam mesmo antes das nossas primeiras recuperações de UFOS alienígenas acidentados, o que sugere que pode ter havido civilizações altamente avançadas e com navegação espacial existente antes da nossa atual humanidade. Isto levanta muitas mais perguntas do que respostas e isso é provavelmente o tópico de uma conversa totalmente diferente, estamos apenas focando o programa espacial secreto aqui.

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O que nós sabemos como fato é que há uma “facção” em nosso planeta com acesso à tecnologia espacial incrível que opera completamente independente de qualquer governo ou supervisão militar. Eles são compostos por empreiteiros sem nome empregados por uma organização totalmente invisível e encoberta  como nunca foi visto, é a “Cabala das TREVAS” que Corey e Randy ambos se referem. Ao fazer alguma pesquisa para este artigo me deparei com uma interessante história postada em um fórum de mensagens de notícias popular alternativo.

A pessoa que publica a história era amigo de um general-brigadeiro de uma estrela aposentado, que passou 33 anos na Força Aérea. Eles se referiam a contrato de projetos e, aparentemente trabalharam em conjunto em diferentes locais de trabalho. Este general aposentado revelou ao amigo que ele passou um tempo do seu dever em ambas as bases, a de Wright Patterson AFB e em Groom Lake (ÁREA 51) e admitiu ter nível (cleareance) superior de acesso a segredos, bem como uma “necessidade de conhecer”, de apurar seu conhecimento em determinadas áreas, como ele se refere. Ele disse que viu hangares “gigantescos”, que eram fortemente vigiados e muitos de seus amigos da Força Aérea contavam histórias de verem incrivelmente grandes anexos e instalações subterrâneas que eram incompreensivelmente enormes (subterrâneas).

Mais importante, este ex-general afirmou que ele acreditava que essas enormes instalações subterrâneas não eram (e NÃO SÃO)  controladas pelo governo (FORMAL) dos EUA, mesmo que eles estejam dentro de uma base militar dos EUA, estas instalações eram controladas por um grupo externo não relacionados com os militares dos EUA. Ele acrescentou que as enormes instalações eram guardadas por pessoal sem insígnia, sem classificação, e nenhuma afiliação com a Força Aérea. (Fonte).

Já ouvi tudo isso antes, não só dos testemunhos do Sirius  Disclosure Project, mas a partir de minhas próprias relações pessoais com vários ex-pilotos da Força Aérea dos EUA. Certa vez, falei o que eu pensava que o projeto “Aurora” de aviões hipersônicos secreto parecia com meu bom amigo que é um Coronel e piloto de caça e bombardeiro aposentado da Força Aérea. Sua resposta foi que o Aurora “não se parece com isso.”Às vezes, a maior revelação pode vir na declaração mais curta, mas eu discordo …

OFICIAIS EXTRATERRESTRES

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Gary McKinnon

Entre fevereiro de 2001 e março de 2002 Gary McKinnon, um escocês administrador de sistemas, invadiu 97 diferentes computadores militares dos Estados Unidos e da NASA a partir da casa de sua namoradas em Londres sob o nome “Solo”. No objeto de relatório o agente informa seu objetivo final verdadeiro, que era descobrir evidências de OVNIs e tecnologia avançada suprimida do mundo comum. O que ele encontrou iria transformar sua sentença pelo juíz com punição inicial de 6 meses de serviço comunitário em pedido de extradição para os Estados Unidos e punição de 70 anos de prisão. Gary disse que foi inspirado pelo Projeto de Divulgação do Dr. Steven Greer.

Dr Greer reuniu um número de testemunhas muito credíveis para testemunhar em frente ao Washington National Press Club que eles tiveram conhecimento da existência de visitação extraterrestre e de um programa espacial secreto. Uma das testemunhas, um ex-Sargento  da US Air Force chamado Karl Wolfe, falou sobre imagens do espaço que estão sendo propositadamente alteradas no Centro Espacial Johnson da NASA.

O escocês McKinnon invadiu sistemas de computador do Centro Espacial Johnson e disse que encontrou uma imagem de alta definição de uma nave em formato de grande charuto sobre o hemisfério norte. O arquivo tinha 235 megabytes e era difícil de visualizar em seu computador desde que ele estava em uma conexão dial-up de 57k usando uma conexão VPN no Windows XP. Ele abaixou o arquivo até 4 bits de profundidade para que a imagem fosse carregar mais rápido e viu uma nave espacial de algum tipo que ele foi infelizmente incapaz de salvar. Informações um pouco mais controversas descobertas por McKinnon surgiram quando ele invadiu os sistemas de Comando Espacial dos EUA.

Ele afirma ter encontrado um documento em Excel que listava “oficiais não terrestres”e “nave para nave transportes” em uma frota naval que não existe. Quando foi pressionado para recordar os nomes das espaçonaves que viu listadas, Gary lembrou de duas: o USSS LeMay e  o USSS Hillenkoetter. Se isso for verdade, os nomes são muito significativos, de como é a designação “USSS”(United States Space [Star] Ship).

Toda esta informação aponta para a existência de uma frota de espaçonaves de guerra de FORA DO MUNDO e só serve para reforçar as informações liberadas por Corey, Randy e outros, que recentemente trouxeram o assunto à luz. Era a espaçonave que Gary alegadamente viu como parte do “Solar Warden Program Fleet”, uma frota espacial que veio à luz nos últimos anos?

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Ilustratração com base em testemunho ocular © Copyright 2015 TheObjectReport.com | Alta Resolução Imagem. O Almirante Roscoe Hillenkoetter foi o primeiro diretor da CIA, e foi também um membro de uma organização de pesquisa UFO, o Comitê Nacional de Investigações de Fenômenos Aéreos (NICAP). Em 1960, o New York Times relatou que Hillenkoetter tinha enviado uma carta ao Congresso que incluía a seguinte declaração: Nos bastidores, oficiais de alta patente da Força Aérea estão sobriamente preocupados com fenômeno UFOs Mas através de segredo oficial e do ridículo, muitos cidadãos são levados a acreditar que os desconhecidos objetos voadores não fazem sentido“. Embora Hillenkoetter lutasse pelo fim do sigilo UFO, ele finalmente parou de comentar sobre o assunto. Alegados documentos secretos que vazaram para ufólogos listam Hillenkoetter como um membro do grupo Majestic 12, uma organização composta de altos oficiais militares das forças armadas e civis criado pelo presidente Truman para gerenciar inicialmente a questão UFO e nossas relações com extraterrestre. O MJ-12 foi o embrião do que mais tarde se tornou o GOVERNO (DE FATO) OCULTO DOS EUA.

Então, o que estamos vendo com todas essas pessoas que saem do mundo das sombras (DARK SIDE-lado negro) é o que eu venho dizendo que acabaria por acontecer por estes anos de hoje. A torneira pingando da divulgação está ficando mal fechada, vedada, se rompeu! Nós estamos vendo mais e mais pessoas vindo à público para fora da escuridão e surpreendentemente alguns deles estão sendo autorizados a fazê-lo pelos poderes constituídos.

Randy Cramer afirmou que ele recebeu permissão de seu comandante para ir a público com a sua informação, o que sugere que a Cabala percebeu que esta é a maneira ideal para eles permitirem a fuga da verdade sem perder a face e provocando agitação social. Esta é uma liberação da verdade de pressão lenta projetada para aclimatar gradualmente as massas ignorantes e DESAVISADA para o conceito de vida extraterrestre, nossa interação com alienígenas e, em última análise, estes programas espaciais secretos que já estão em operação há mais de 50 anos.

Acredite em mim quando eu digo que há muito, muito mais coisas acontecendo nos bastidores do que estamos a par. Gosto de investigar as porcas e parafusos de um tópico e foi o que eu esperava fazer aqui. A questão fundamental é: existem vários programas espaciais secretos em operação, estamos longe de estar sozinhos no universo e temos sido enganados por tanto tempo quanto podemos nos lembrar. É hora de todos nós acordar como uma consciência coletiva e reconhecer o que está acontecendo e as informações que estão sendo reveladas para todos nós. (Agente K.)

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A incrível tecnologia dos Antigos (3a)


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A incrível tecnologia dos Antigos

A incrível tecnologia dos Antigos A todos os cientistas-filósofos, de mente aberta, espalhados pelo mundo e quecontinuam a estudar, a aprender e a crescer. Possam eles nos levar até o infinito, e além. “E aqui, meu caro Watson, chegamos a um desses mundos da conjectura no qual as mentes mais lógicas podem falhar; cada um pode formular sua própria hipótese com base na evidência presente e, provavelmente, a sua será tão acertada quanto a minha”. Sherlock Holmes, a aventura da casa vazia.

O Enigma da Tecnologia Antiga (livro: “A Incrível Tecnologia dos Antigos” de David Hatcher Childress)

Capítulo 3(a): Metalurgia e Máquinas Antigas

“Lá na Encruzilhada Madison, os wasiches encontraram bastante daquele metal amarelo (ouro) que eles veneram e que os deixa alucinados”.  Black Elk Speaks

Mineração e fundição na Antigüidade

Para ter alta tecnologia, uma civilização precisa de metais resis­tentes para criar máquinas; metais como ferro e aço. De modo geral, a ciência convencional diz que o uso humano de ferro fundido reflete a história do lento e esporádico desenvolvimento tecnológico que teria começado há cerca de cinco mil anos. Há evidências, como veremos, de que a metalurgia e a manufatura de objetos metálicos data de 50.000 a.C., ou de antes.

A origem do ferro e da metalurgia em geral está envolta em mistério, em lendas e nas brumas do tempo. A lenda bíblica de Tubal Cain trata dos guardiões dos segredos da metalurgia. Como vimos, a lenda de Osíris con­ta que após sua ressurreição, ele viajou pelo mundo revelando o conheci­mento da metalurgia e da ciência. A descoberta original da técnica de fundição do ferro e, em última análise, de produção de aço, teria ocorrido entre os hititas da Turquia cen­tral por volta de 2.700 a.C. Dizem que o conhecimento do ferro e do aço só teria se difundido pelo Ocidente a partir de 1.200 a.C., aproximadamente.

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Exceto por artefatos anômalos, os atuais registros arqueológicos co­meçam a assinalar a presença de objetos de ferro a partir do terceiro milê­nio a.C. até o presente. Esses espécimes aceitos, que se infere serem de ferro forjado, foram descobertos em diversos lugares. Em Tell Chagar Ba­zar, no norte da Síria, foi encontrado um fragmento de ferro supostamente datado de 2.700 a.C.; escavações em Tell Asnar, no Iraque, encontraram uma faca com lâmina de ferro e bainha de bronze datada do final do pri­meiro período dinástico da Suméria (entre 2.450 e 2.340 a.C.); uma adaga com lâmina de ferro e cabo dourado estava nas tumbas reais de Alaca Huyuk, na Anatólia, e data de 2.600-2.300 a.C.

Contudo, já foram encontrados objetos de ferro anteriores a 2.700 a.C., mesmo no entender de arqueólogos tradicionalistas, que explicam esses pequenos objetos como sendo de “ferro meteórico”, e não efetivamente fundido. Segundo o arqueólogo sul-africano Nikolass van der Merwe, em seu livro The carbon-14 dating of iron:

“Antes de conhecer a fundição do ferro, o homem conseguia usar o ferro de meteoros. A habilidade de cortar e desbastar a pedra, comum desde tempos neolíticos, era suficiente para confeccionar objetos com ferro meteórico. Contudo, o conhecimento da extração de ferro a partir de seus minérios só foi adquirido no terceiro milênio a.C. O metal resultante não tinha muita qualidade, e só ocorrências isoladas na Anatólia, na Mesopotâmia e em re­giões próximas foram registradas. O bronze, então nos seus primeiros está­gios de desenvolvimento cultural, mostrou-se mais barato e mais durável para a confecção de lâminas cortantes do que as primeiras formas de ferro. A influência do ferro como importante matéria-prima manufatureira só foi percebida com o desenvolvimento das técnicas básicas de produção do aço por parte dos hititas. Após um período inicial de desenvolvimento, no de­correr de uns cinco séculos antes de 1.200 a.C., o ferro se espalhou rapida­mente.

Por volta de 500 a.C., o ferro era usado na maior parte da Europa, no Extremo Oriente e na África, onde chegou à Núbia e à Nigéria. Com a disseminação da técnica de fundição de ferro, foram acrescentados novos procedimentos metalúrgicos. Na região do Mediterrâneo, as técnicas de manufatura e beneficiamento do aço desenvolveram-se rapidamente. No início da Era Cristã, técnicas como carbonização, têmpera e resfriamento súbito, entre outras, eram bem conhecidas, e o uso do processo direto ficou bem estabelecido. Na China, surgiu uma tradição metalúrgica diferente; as­sim que se percebeu a utilidade do ferro, foi desenvolvido o ferro-gusa. O processo de produção de aço pela descarburização desenvolveu-se rapida­mente e tornou-se o padrão da metalurgia ferrosa no Oriente. Na Europa, o processo direto manteve-se em voga até o século XIV, quando a introdução do ferro-gusa e do processo indireto assentou as bases da moderna indús­tria do ferro”.

A mineração já existia, sem dúvida, há muitas dezenas de milhares de anos. Metais como cobre, ouro e prata têm sido extraídos de minas des­de 50.000 a.C., pelo menos. O motivo para isso é que esses metais podem ser extraídos do solo e usados diretamente. Em outras palavras, o cobre puro pode ser tirado de uma mina e trabalhado para se fazer uma ponta de lança, faca ou espada. O ouro e a prata são mais macios, mas úteis em uma série de aplicações.

Ligas metálicas são outra história, mas algumas são relativamente fáceis de se obter, como o electro, a mistura de ouro e prata. Outras ligas, como o estanho e o bronze, exigem certo refinamento, e é aqui que entra a alta tecnologia. A platina tem um ponto de fusão elevado, e seu processa­mento é difícil. A descoberta do ferro meteórico pode ter aguçado a curiosidade dos antigos, mas será que todas as peças antigas de ferro foram feitas a partir de meteoritos? Ou seriam fruto de uma verdadeira fundição? Diz Nikolass van der Merwe:

“A lista dos primeiros artefatos de ferro meteórico nos registros arqueológi­cos é fragmentada e breve. Em parte, isso se deve ao fato de as fontes dispo­níveis de ferro meteórico serem extremamente limitadas, fazendo com que a quantidade de artefatos fabricados com ele seja muito reduzida. Igual­mente importante é o fato de que é necessária a determinação química do conteúdo de níquel de uma peça de ferro ou a análise metalográfica de sua estrutura para identificar sua origem meteórica; é importante lembrar que, normalmente, objetos de ferro meteórico só têm sido identificados quando estão envolvidos projetos arqueológicos de vulto, dos quais participaram especialistas de muitas disciplinas, ou nos casos em que artefatos de ferro aparecem em um momento inesperadamente antigo na escala arqueológica.

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Analisando-se uma lista dos primeiros objetos de ferro meteórico, compila­da por Coghlan, merecem destaque alguns exemplos. A mais antiga ocor­rência conhecida vem de Gerzah, no Egito, onde Wainwright descobriu di­versas contas de colar ferrosas. De acordo com o sistema Petrie, essas con­tas foram datadas de S.D. 60-63 (aproximadamente 3.500 a.C.), e seu conteúdo de níquel é de 7,5%, claramente dentro da faixa do ferro meteórico. Na Mesopotâmia, Woolley recuperou das tumbas reais de Ur (aproximadamen­te 2.500 a.C.) fragmentos de ferro com conteúdo de níquel de 10,9%. Em Alaca Huyuk, na Anatólia, dois espécimes com conteúdo de níquel de 5,08% e 4,3% foram identificados nos níveis do início da Idade do Bronze II (aproximada­mente 2.600-2.300 a.C.).”

Alguns desses antigos espécimes, notadamente no caso de Alaca Huyuk, eram contemporâneos de objetos de ferro fundido achados nos mesmos de­pósitos. Portanto, parece razoável supor que muitos objetos de ferro meteórico passaram despercebidos por falta de análise química ou metalográfica. É provável que o conhecimento do uso desse material tenha ficado particularmente confinado a épocas e lugares em que objetos de fer­ro aparecem em um contexto inesperado.

A origem da fundição

Teoriza-se que a origem da fundição está no simples aquecimento de areia dourada a fim de se extrair o metal, que se funde facilmente. A ex­tração do mercúrio a partir do cinábrio é similar, embora isso pareça ter ocorrido bem mais tarde, pois o mercúrio não é particularmente útil nem como metal, nem como líquido, exceto em chaves elétricas e giroscópios, como veremos adiante. Este autor acredita que a mineração começou na Terra há cerca de 40 mil anos, pelo menos, e que a fundição começou pouco depois, se não na mesma época. Embora a ciência convencional acredite que a fundição do ferro começou com os hititas, ainda há muito mistério nesse processo. Diz van der Merwe:

Foram feitas algumas tentativas, por raciocínio indutivo, de reconstruir os procedimentos usados nas primeiras fundições de ferro. A mais simples dessas reconstruções envolve a produção de ouro a partir de areias conten­do o minério. Os antigos egípcios fundiam o ouro das areias dos desertos da Núbia, que também continham certa quantidade de magnetita. Sob condi­ções adequadas, o ferro se formaria acima do ouro derretido no cadinho, sob uma camada de escória. Isso aconteceria se uma atmosfera redutora estivesse acidentalmente presente e se a relação entre magnetita e areia fosse da ordem de 2:1 – situação que ocorreria caso se usasse um processo de flotação ou de lavagem para purificar a areia. O ferro assim produzido estaria sólido, e talvez fosse descartado. As expressões usadas em egípcio antigo para ferro meteórico e para ferro fundido indicam claramente, po­rém, que a relação entre ambos era conhecida; o conhecimento do ferro meteórico pode ter dado aos fundidores de ouro a possibilidade de identifi­car o ferro fundido.

Outra reconstrução hipotética pode ser feita supondo-se que o ferro te­nha sido fundido acidentalmente em uma fundição de cobre. Quando os minérios de sulfato de cobre são aquecidos antes da fundição, convertem-se em óxido avermelhado, não muito diferente da hematita. Se o fundidor usou hematita no lugar de minério de cobre, sob condições redutoras, ob­teve a inútil escória fundida de ferro no fundo da fornalha, no lugar de cobre fundido. Se, contudo, ele prestou atenção aos pedaços reduzidos de ferro logo acima da escória, deve ter percebido que eles são maleáveis aci­ma de 1.000°C. Embora esta última fase da argumentação possa ser difícil de aceitar, parece razoável supor que a ideia de produzir metais a partir de mineral de minérios teria propiciado experiências com diversos minérios.

Na verdade, pode não ser necessário postular o provimento acidental de uma caldeira com minério de ferro; podem ter ocorrido experimentos propositais com minérios diferentes. A familiaridade com as proprieda­des do ferro meteórico pode ter facilitado a identificação do ferro como um material útil após ele ter sido produzido, acidental ou intencionalmen­te, diversas vezes. O fato de o primeiro ferro ter sido produzido nas pri­meiras fases da Idade do Bronze, e nas áreas onde ficavam as indústrias metalúrgicas mais prestigiadas, fortalece o ponto de vista da experimen­tação proposital. Também se deve lembrar que o ferro foi considerado um metal precioso durante muitos séculos após sua descoberta; o sucesso econômico inicialmente obtido com a produção de ouro e prata deve ter servido de incentivo para a descoberta de metais que trariam retorno fi­nanceiro similar para o fundidor bem-sucedido.

Embora o procedimento exato de fundição do ferro só possa ser objeto de especulação, sabemos quais técnicas novas eram necessárias para produzir um objeto útil nesses primeiros dias do processo de fundição. “A descoberta do ferro feito pelo homem […] não aguardou a evolução de um processo novo de fundição; foi quase inteiramente fruto de marteladas sobre um agregado incandescente e esponjoso de metal, escória e sujeira”. Assim nasceu a arte do ferreiro, dando início a um longo período de evolução tecnológica que acabaria dando origem à Idade do Ferro propriamente dita.  São dois os processos básicos para a produção de ferro: o “processo de refinaria”, mais simples, e o “processo direto”. Diz van der Merwe:

“Um avanço importante da Idade do Ferro propriamente dito foi a desco­berta da cementação, técnica pela qual se produz o aço a partir do ferro refinado ou batido, e que geralmente está associada ao processo de refi­no. A descoberta dessa técnica costuma ser atribuída aos chalibas, súdi­tos dos hititas, e data aproximadamente de 1500-1400 a.C. Imagina-se que os hititas teriam mantido severo controle sobre o monopólio da manufa­tura da nova liga, o que lhes permitiu manter os preços artificialmente elevados. Esse ponto de vista baseia-se na interpretação de uma carta do rei hitita Hattusilis III (1281-1260 a.C.) para um correspondente desconhe­cido, e é alvo de discussões”.

Na Antigüidade, o ferro era o metal mais caro – desde que estivesse disponível! Van der Merwe informa que “o preço do ferro, nesses primei­ros estágios da confederação hitita (no início do segundo milênio a.C.), era cinco vezes superior ao do ouro e quarenta vezes superior ao da prata, e deve ter sido ainda mais caro durante o terceiro milênio a.C. Com preços assim, os objetos de ferro tinham como compradores os reis dos antigos impérios do Oriente Próximo, atingindo assim uma distribuição muito mais ampla do que as regiões de manufatura em si”.

No fim, os hititas foram destruídos e sua capital, Hattusas, vitrificada por um calor intenso, tendo início a moderna Idade do Ferro, segundo os historiadores. Os segredos da fundição do ferro disseminaram-se pelo Mediterrâneo. Fica uma pergunta: será que outras nações, como Índia e China, já possuíam o segredo do ferro?

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A “Porta do Rei”, em Hattusa, a capital hitita

Metalurgia nas antigas Índia e China

O mistério do uso do ferro na Índia e na China intriga os metalurgistas modernos. Presume-se que esses países tenham desenvolvido o ferro e outras habilidades metalúrgicas de modo tardio em relação ao Ocidente, mas as evidências parecem apontar em outra direção. Nikolass van der Merwe apresenta a visão ortodoxa:

“Espalhando-se para o Oriente a partir do Mediterrâneo, o ferro se difundiu pela maior parte da Ásia antes da Era Cristã. Por volta de 1100 a.C., era usa­do na Pérsia, de onde foi para o Paquistão e para a índia. A data da chegada do ferro à Índia ainda é discutida; até recentemente, presumia-se que o fer­ro tivesse chegado ao norte da Índia por volta de 500 a.C., quando aparece em sítios como Taxila, Histinapura e Ahichatra associado a um tipo distin­to de pote, o “preto polido do norte”. Escavações recentes em Atranjikhera, Uttar Pradesh, porém, revelaram artefatos de ferro em associação com po­tes “cinza pintado”, de um período anterior à civilização do Ganges, e foram datados entre 1100 e 1000 a.C. Serão necessárias mais investigações arque­ológicas para avaliar o impacto do conhecimento do manuseio do ferro no norte da Índia, especialmente levando em conta as forças que contribuíram para a urbanização dos povos daquela área. No sul da Índia, pelo menos, especialmente no Decã, o ferro parece ter estimulado uma verdadeira “revo­lução” urbanizadora”.

A transmissão do conhecimento da manufatura do ferro para a China, se é que chegou a ocorrer, é um problema que ainda não foi solucionado. Exis­te a possibilidade de que o ferro tenha sido levado à China pelas tribos nômades das estepes eurásicas. Na segunda metade do primeiro milênio a.C., os Sármatas, tribo associada aos Citas, ocuparam a região próxima a Kansu, no noroeste da China. Os sármatas se valiam basicamente do bron­ze como matéria-prima metálica, embora usassem o ferro de maneira li­mitada. Sua presença no noroeste da China é marcada pelo surgimento de seu característico “estilo de arte animal” na Mongólia e em Ordos, onde data de 500 a.C., aproximadamente – possivelmente antes.

Como o ferro aparece na China durante o século VI a.C., talvez antes, é incerto afirmar que teriam sido os sármatas, de fato, a levar o conhecimento do ferro para a China. Caso o tenham feito, seria, na melhor hipótese, um caso de incen­tivo, pois os chineses não adotaram o processo direto, que até então era o único método de produção de ferro. Com efeito, o ferro fundido parece ter sido manufaturado na China desde essa época, e as técnicas do processo indireto foram se desenvolvendo. A tradição diz que o ferro não foi empregado nas Américas. Van der Merwe afirma:

“No Novo Mundo, não se pode afirmar que o ferro tenha sido usado em larga escala antes do período colonial. Pequenas quantidades de ferro, porém, chegaram ao norte do Alasca através da Sibéria. O ferro – datado de uma época relativamente antiga – foi encontrado em um sítio da cultura Ipiutak em Point Hope, no Alasca; do outro lado do Estreito de Bering, o ferro apare­ce em um sítio em Uelen, no antigo mar de Bering, costa de Chukchi. As duas culturas foram datadas de 300 d.C. O ferro, porém, não foi manufatu­rado no Novo Mundo enquanto os colonizadores vikings não chegaram à Terra Nova, por volta do ano 1000”.

Contudo, os arqueólogos ignoram as evidências de fornalhas para fun­dição de ferro descobertas em Ohio. Em seu livro The rediscovery of lost America, Arlington Mallery dá detalhes da descoberta de várias forna­lhas no sul de Ohio, usadas em tempos pré-históricos. Uma fornalha des­coberta por Mallery no monte Allyn, perto de Frankfort, em Ohio, era do tipo colméia, e tinha carvão e minério de ferro dentro. O monte tinha uns 18 metros de diâmetro e 2 metros de altura. Mallery comparou a caldeira às primitivas fundições de ferro de Agaria, ainda hoje em uso na Índia.

A introdução do livro de Mallery foi escrita por Matthew W. Sterling, então diretor do Departamento de Etnologia Americana da Smithsonian Institution. Na introdução, diz Sterling: “Será difícil convencer os arqueó­logos americanos de que existiu uma era do ferro pré-colombiana na Amé­rica. Esse item espantoso, porém, mostra que não podemos mais ter dúvidas. Os estudos detalhados dos metalurgistas e o novo método de datação por carbono-14 devem ser suficientes para servir de resposta definitiva a esse tema”.

O Pilar de ferro de Delhi

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O pilar de ferro de Nova Delhi

No distrito de Nova Delhi, sul da Índia, há o famoso Pilar de Ferro, que geralmente é datado do século IV, mas que alguns estudiosos acreditam que tenha mais de quatro mil anos. Foi erguido como monumento a um rei chamado Chandra. É uma haste sólida de ferro com 40 centímetros de diâ­metro e 7,5 metros de altura. O mais espantoso é que ele nunca enferru­jou, embora esteja exposto ao vento e à chuva há séculos! O pilar desafia qualquer explicação não apenas por nunca ter enferrujado, mas porque parece feito de ferro puro, o que hoje só se consegue produzir em peque­nas quantidades mediante eletrólise! A técnica usada para fundir um pi­lar tão grande e sólido também é um mistério, pois seria difícil, mesmo hoje, construir outro pilar com essas dimensões. Ele é uma testemunha si­lenciosa do conhecimento científico altamente avançado da Antigüidade, e que só foi reproduzido recentemente. Mesmo assim, ainda não se encon­trou explicação para o fato de o pilar nunca ter enferrujado!

Como evidência adicional à presença de fundições altamente avança­das na Índia antiga, o boletim mensal Motilal Banarsidass Newsletter, de Nova Delhi, informou em sua edição de julho de 1998 que descobertas fei­tas pelo Departamento Estadual de Arqueologia, após escavações em Lucknow, distrito de Sonebhadra, podem revolucionar a história quanto à antigüidade do ferro. 0 departamento encontrou artefatos de ferro que datam entre 1300-1200 a.C. no sítio de Raja Nal Ka Tila, no Vale do rio Marmanasa, norte de Sonebhadra. Diz o boletim:

“A datação por meio de rádio-carbono de uma das amostras, feita pelo Insti­tuto de Paleobotânica Birbal Sahani, determinou que ela data de 1300 a.C., recuando a antigüidade do ferro em quatrocentos anos, pelo menos, até se­gundo as estimativas conservadoras. Essa datação do ferro é uma das mais antigas do subcontinente indiano”.

E são mesmo estimativas conservadoras. Como vimos, há muitas evi­dências de que a mineração e a manufatura de ferro já eram praticadas muito antes de 1300 a.C. Com efeito, se os épicos futuristas (parece estra­nho chamar de “futuristas” as histórias do passado) da Índia antiga ser­vem de indicativo, deve ter havido muita atividade metalúrgica na civilização hindu.

A misteriosa origem do alumínio

Em 1959, os arqueólogos da China comunista afirmaram ter desco­berto fivelas de cinto em uma antiga tumba chinesa. Dizia a notícia de jornal que elas teriam vários milhares de anos, mas, incrivelmente, eram feitas de alumínio. O alumínio é um metal curioso, pois seu processo de fundição a partir da bauxita exige muita eletricidade! Fotos das fivelas aparece­ram na revista francesa Revue de l’Aluminum, edição número 283, publi­cada em 1961, e reproduzidas aqui.

O processo moderno de extração de alumínio a partir da bauxita só foi aperfeiçoado em 1886. Esta descoberta, por sinal, também foi curiosa. A maior parte do alumínio produzida hoje é extraída da bauxita. Desco­berta em 1821 nas proximidades de Les Baux, na França (e de onde ga­nhou seu nome), a bauxita é um minério rico em hidróxidos de alumínio, formado pela ação do tempo em rochas à base de silicato de alumínio como feldspato, nefelita e argila. Com a ação do tempo, os silicatos se decom­põem e deixam para trás resíduos minerais ricos em alumina, óxido de ferro, óxido de titânio e um pouco de sílica. De modo geral, jazidas econo­micamente atraentes contêm pelo menos 45% de alumina e não mais do que 5% a 6% de sílica.

A maioria dos grandes depósitos de bauxita é encontrada em climas tropicais e subtropicais, em que chuvas, calor e vento combinam-se para estimular o processo de decomposição pelo tempo. Como a bauxita é sem­pre encontrada na superfície ou logo abaixo dela, sua mineração é reali­zada por meio de poço aberto. Se necessário, ela é triturada, peneirada, secada e embarcada para o local de processamento. Os principais produ­tores mundiais de bauxita são Austrália, Guiné, Jamaica, Brasil e Índia.

Embora a prova da existência do alumínio como metal só tenha surgi­do no século XIX, argila contendo o elemento metálico era usada no Iraque em 5.300 a.C. para a fabricação de cerâmica de alta qualidade. Certos com­postos de alumínio, como o “alume”, eram bastante usados pelos egípcios e babilônios desde 2.000 a.C. Apesar desses primeiros usos do “metal da argila”, porém, demorou quase quatro mil anos até o alumínio ser liberta­do de seus compostos, tornando-se um metal comercialmente utilizável.

O mérito pela primeira separação entre alumínio e seu óxido é do físico dinamarquês Hans Christian Oersted. Em 1825, ele afirmou à Real Acade­mia de Ciências que realizou esse feito aquecendo cloreto de alumínio anidro com amálgama de potássio, destilando depois o mercúrio. Seu produto, po­rém, era tão impuro que ele não conseguiu determinar suas propriedades químicas, restando-lhe apenas a observação de um brilho metálico.

Em 1845, após vários anos de experimentação, Friedrich Wohler con­seguiu – substituindo o amálgama por potássio – produzir glóbulos de alumínio com tamanho suficiente para que pudesse estudar algumas de suas propriedades. Em 1854, Henri Saint-Claire Deville substituiu o potássio, relativamente caro, pelo sódio, e, usando cloreto de alumínio-sódio no lu­gar do cloreto de alumínio, produziu as primeiras quantidades comerciais de alumínio em uma pequena fábrica perto de Paris. Barras e objetos va­riados feitos com o metal foram apresentados na Exposição de Paris de 1855, e a publicidade gerada pelo evento foi, em grande parte, responsável pelo lançamento da indústria do alumínio.

Em 1886, Charles Martin Hall, de Oberlin, Ohio, e Paul L. T. Heroult, francês, descobriram e patentearam, quase que simultaneamente, o pro­cesso pelo qual a alumina é dissolvida em criolita fundida e decomposta por eletrólise. Esse processo de redução, geralmente chamado de proces­so Hall-Heroult, sobreviveu a muitas tentativas de suplantação; é, até hoje, o único método para produção de alumínio em quantidades comerciais. As famílias dos inventores ganharam milhões, depois bilhões de dólares. O alumínio é produzido no mundo todo, geralmente onde a bauxita pode ser encontrada e a eletricidade é barata, como em países com boas usinas hidrelétricas.

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Os hititas realizavam comércio com o Oriente Médio e foram pioneiros na metalurgia do ferro. Eles inventaram também os “carros de (bigas) guerra” para três pessoas (um condutor e dois guerreiros). Eram um povo guerreiro e a sua batalha mais famosa foi contra os egípcios, a batalha de Kadesh.

O alumínio é o metal mais abundante em nosso planeta, mas exige eletricidade para que se possa produzir um metal utilizável. Com efeito, a invenção do processo de extração do alumínio traz incalculáveis benefí­cios para a humanidade, proporcionando a avançada ciência metalúrgica necessária para inventos como aviões e naves espaciais. As fivelas encontradas pelos chineses em 1959 chamam a nossa aten­ção. Será que esses artefatos foram produzidos com eletricidade? O pro­cesso de fundição do alumínio a partir da bauxita requer eletricidade! Cientistas franceses examinaram as fivelas e publicaram seus estudos em 1961. Concluíram que os antigos chineses estavam produzindo alumí­nio por meio de um processo desconhecido.

Anomalias relacionadas com minas e metais

O sul da África tem muitas minas antigas, e muitas contêm curiosas ruínas de pedra. O arqueólogo J. Theodore Bent, que escavou algumas ruí­nas em 1891 e escreveu The ruined cities of Mashonaland em 1892, rela­tou que uma moeda romana do reinado de Antonino Pio (138 d.C.) foi encontrada em um poço de mina em Umtali.

Mas algumas minas do sul da África foram datadas de períodos muito mais antigos, recuando cinco mil anos ou mais. Algumas minas do sul da África foram datadas de 50.000 a.C. William Corliss menciona um artigo de 1967 na revista científica inglesa Nature sobre a natureza das minas do sul da África, que foram datadas de 26.000 a.C., aproximadamente! En­tre essas minas espantosamente antigas havia minas de manganês e de ferro. Diz o artigo:

“A única mina antiga de manganês já registrada fica no sul da África, mais precisamente em Chowa, perto de Broken Hill, Zâmbia […] As colinas Kafufulamadzi, situadas a 5 quilômetros dali, revelaram formações em quartzo do período final da Idade da Pedra, bem como ferramentas de man­ganês como as encontradas na mina de ferro Ngwenya, no oeste da Suazilândia […) que tinham ferramentas de mineração similares às encon­tradas em 1934 em Chowa”.

A datação de nódulos de carvão com carbono-14 nos níveis mais baixos das minas revelou as impressionantes datas de 22.280 ap e 28.000 ap (antes do presente). Amostras dos nódulos de carvão foram enviadas aos laborató­rios da Universidade de Yale e da Universidade de Groningen (Holanda) para datação. Yale informou um período entre 22.280 e 20.330 ap, cerca de 400 anos. Os laboratórios de Groningen apresentaram como resultado uma fai­xa entre 28.130 e 26.180 ap, cerca de 260 anos. Com certeza, temos evidên­cias de que o ferro e outros metais foram extraídos durante milhares de anos no sul da África, e provavelmente em outras áreas do planeta também.

Em seu livro Secrets of the lost race, Rene Noorbergen conta uma história bizarra. Com o subtítulo Who shot Rhodesian man?, Noorbergen afirma parecer que alguém atirou em um desses mineiros antigos. No Museu de História Natural de Londres, há um crânio humano descoberto perto de Broken Hill, na Rodésia [atual Zimbábue], em 1921. “Do lado es­querdo do crânio, vê-se um furo perfeitamente redondo. Não há, ao redor dele, aquelas fissuras radiais que teriam ocorrido caso o furo resultasse de uma flecha ou lança”, diz Noorbergen.

Só um projétil de alta velocidade como uma bala poderia causar tal furo. Do lado diretamente oposto do crânio há sinais de fragmentação, produzidos do lado de dentro. A mesma característica é encontrada em vítimas de tiros na cabeça com rifle de alta potência. Nenhum projétil mais lento teria pro­duzido um furo tão liso, nem o efeito de fragmentação. Uma autoridade ale­mã em autópsias declarou em Berlim que o dano causado no crânio do Homem da Rodésia só pode ter sido causado por uma bala, e se uma bala atingiu-o efetivamente, então teremos de avaliar o fato à luz de duas possí­veis conclusões: ou o Homem da Rodésia não é tão antigo quanto se alega, tendo no máximo dois ou três séculos, e ele foi atingido por um colonizador ou explorador europeu; ou os ossos são tão antigos quanto se supõe e ele foi atingido por um caçador ou guerreiro pertencente a uma cultura muito an­tiga, mas altamente avançada.

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Em 1921, próximo a Broken Hill, no sul da Rodésia (agora Zimbabwe), foi encontrado o crânio de um Homem de Neandertal. Do lado es­querdo do crânio, vê-se um furo perfeitamente redondo. O dano causado no crânio do Homem da Rodésia só pode ter sido causado por uma bala em alta velocidade.

A segunda é a conclusão mais plausível, especialmente se levarmos em con­ta que o crânio do Homem da Rodésia foi encontrado 18 metros abaixo da superfície. Só um período de vários milhares de anos pode justificar um depósito com essa profundidade. Presumir que a natureza poderia ter acu­mulado tantos detritos e terra em um período de apenas duzentos ou tre­zentos anos seria ridículo.

Noorbergen conclui isso mencionando o crânio de um auroque, um tipo de bisão hoje extinto, descoberto a oeste do rio Lena e que foi datado em vários milhares de anos pelo Museu de Paleontologia de Moscou. O curador do museu, professor Constantin Flerov, ficou curioso com um pequeno furo redondo que atravessa a testa do crânio. O furo tinha aparência polida, sem rachaduras radiais, indicando que o projétil penetrou o crânio em velocida­de muito alta. O auroque sobreviveu ao tiro, como indica a calcificação ao redor do furo. O animal morreu depois, por outras causas.

Um motivo pelo qual não encontramos muitos objetos de ferro ou de outros metais com dezenas de milhares de anos é que um objeto desses não duraria tanto. A maioria dos metais, como ferro, cobre, bronze e estanho, sofre os efeitos da corrosão e se oxida, virando pó. Um prego de ferro expos­to à água enferruja e desaparece em uma questão de poucos anos. É por isso que o ouro é particularmente valioso: ele é indestrutível. Todo o ouro que existiu na Antigüidade ainda existe hoje, na forma de jóias, moedas, lingo­tes e outros objetos. O ouro é macio demais, porém, para ser usado em ar­mas ou máquinas, pelo menos em sua forma pura. Outros metais que duram bastante são o chumbo e o mercúrio. Para encontrar artefatos de metais oxidantes é preciso que eles tenham se mantido isolados do meio ambiente. As histórias apresentadas a seguir mostram que esses artefatos existem.

“Atrás do sol e bem abaixo de nossos pés, no centro da Terra, não há um ou dois mistérios nobres, mas dois livros de piadas”.  Tennessee Williams

Uma vela de ignição encontrada em um geodo

Em 1961, Wally Lane, Mike Mikesell e a senhora Virgínia Maxey, co-proprietários da loja de presentes LM&V Rockhounds Gem and Gift Shop, de Olancha, na Califórnia, foram às montanhas Coso, na Floresta Nacional Inyo, perto do Vale da Morte, procurar pedras incomuns. Perto do alto de um pico de 1.400 metros de altura, acima do leito seco do lago Owens, descobri­ram um geodo fossilizado. Quando abriram o geodo, que geralmente con­tém cristais no interior, acharam algo parecido com uma vela de ignição.

No meio do geodo havia um núcleo metálico de 2 milímetros de diâ­metro, que reagiu a um ímã. À sua volta, havia o que parecia ser um colar de cerâmica, por sua vez encapsulado em uma capa hexagonal escavada em madeira que se petrificou, presumivelmente em época posterior. Ain­da havia um fragmento de cobre entre a cerâmica e a madeira petrificada, sugerindo que as duas podem ter sido separadas por um invólucro de co­bre, desfeito pela oxidação. À volta disso havia a camada externa do geodo, composta de argila endurecida, pedregulhos, fragmentos de conchas fós­seis e “dois objetos metálicos não-magnéticos semelhantes a um prego e uma arruela”. Com base nos fósseis contidos no geodo, estimou-se a idade do objeto em 500 mil anos, pelo menos!

Quando Ron Calais, pesquisador da equipe de Brad Steiger, analisou o artefato de Coso para o info Journal (v. 1, no 4) de Ivan T. Sanderson, o editor Paul J. Willis aceitou o desafio de sugerir o que poderia ter sido o objeto. Após examinar chapas de raios x do geodo e rabiscar um pouco com seu lápis, Willis disse que a parte hexagonal do objeto se parecia com uma vela de ignição.

“Fiquei atônito”, escreveu seu irmão, Ron Willis, “pois de repente todas as peças começaram a se encaixar. O objeto cortado ao meio mostra uma parte hexagonal, um isolante de porcelana ou de cerâmica com um eixo metálico central – os componentes básicos de qualquer vela de ignição”. Os irmãos Willis tentaram cortar ao meio uma vela de ignição comum, perto da parte hexagonal. Não demoraram a descobrir que a porcelana era dura demais para sua serra de arco, mas acabaram conseguindo cortar a vela.

“Descobrimos que todos os componentes eram similares aos do artefato de Coso”, escreve Ron, “mas com algumas diferenças. O anel de cobre ao redor das duas metades apresentadas no objeto parece corresponder ao anel selador de cobre da parte superior do invólucro de aço de uma vela de ignição”.

Eles acreditam que a parte hexagonal do geodo deve ser composta de oxidação, o restante de um invólucro de aço. Os irmãos Willis também perceberam que o eixo central da vela de ignição que eles desmontaram tinha um matiz que lembrava o bronze, e se lembraram das palavras de Virginia Maxey – que o núcleo metálico tinha uma “aparência levemente azinhavrada”.

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Uma vela de ignição encontrada dentro de um geodo

A parte superior do objeto parece terminar em uma mola, mas Ron e Paul Willis presumem que aquilo que se vê na chapa de raios X pode ser “o resto de uma peça metálica estriada corroída”. Embora a maior peça metálica da seção superior do artefato de Coso possa não corresponder exa­tamente a uma vela de ignição contemporânea e comum, o efeito geral é, certamente, o de um tipo de aparato elétrico. Se foi um truque da mãe na­tureza, foi dos melhores.

Os irmãos Willis pediram que um membro do INFO visitasse Wallace A. Lane, que na época (1969, aproximadamente) residia em Vista, Califórnia, e tinha a posse do artefato de Coso. Virginia Maxey tinha dito a Ron Calais que o objeto fora exibido no Southeastern Califórnia Museum, em Independence, durante cerca de três meses em 1963, mas quando o INFO foi investigar, Lane estava com o artefato em sua casa. Lane disse que o artefato poderia ser vendido por US$ 25.000. Se alguém estivesse interessado, prosseguiu, se­ria melhor se apressar, pois diversos museus estavam interessados.

“Não há indicação de que algum cientista profissional chegou a exa­minar plenamente o objeto, e por isso sua verdadeira natureza ainda é questionável”, conclui Ron Willis em seu artigo. “O artefato de Coso pare­ce pertencer agora ao clube do qual são membros a múmia de Casper, Wyoming, o manuscrito Voynich e outros objetos forteanos cujos donos recusam-se a permitir que alguém examine o objeto em questão sem um pagamento exorbitante”.  Ancient_Aliens_tecnologiaContinua…

China anuncia criação de nova “Rota da Seda”


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China anuncia nova “Rota da Seda” (Silk Road) a ser construída através da China, Rússia e Índia

O Ministro das Relações Exteriores da China anunciou que seu pais está disposto a cooperar com a Rússia e a Índia para criar um corredor econômico que beneficiará todas as partes. 

O embaixador chinês para a Rússia Li Hui afirma que a cooperação entre a China, Rússia e Índia complementa acordo entre os países do BRICS, contribuindo para a segurança global e regional.

Em 2017, o governo chinês ratificou a estratégia One Belt e One Road, um cinturão econômico e uma rodovia que atravessa os países da antiga Rota da Seda

Fonte: http://sputniknews.com/

MOSCOU, (Sputnik) – A China está pronta para desenvolver uma cooperação econômica com a Rússia e a Índia, como parte da estratégia do One Belt e One Road, com a construção de uma nova Rota da Seda,  ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi  anunciou.

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Espetacular vista de parte da antiga rota da seda, em Sikkin, na fronteira da ìndia com a China

“Apelamos para muitos benefícios mútuos, mais do que um jogo de soma zero, que leva ao confronto. A China criou a iniciativa intitulada como ‘One Belt e One Road‘. Queremos continuar a tradição da Rota da Seda e dar-lhe um novo significado agora em um novo século”, ele disse a jornalistas após as conversações trilaterais entre os Ministros de Negócios Estrangeiros da Rússia-China-Índia.

Segundo Yi, a China está disposta a cooperar com todos os países situados ao longo dos corredores econômicos que se conectam desde a China até a Europa.

“Esta não é uma música solo chinesa, esta é uma sinfonia que tocará para todos os nossos parceiros”, Yi observou, afirmando que a China irá cooperar com todas as partes interessadas, sobretudo Rússia e Índia para alcançar benefícios mútuos nesse século 21.

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Em 2013, o governo chinês ratificou a estratégia “One Belt e One Road“, um cinturão econômico que atravessa os países da Rota da Seda, que uma vez conectava a China com a Europa  desde o Leste através da Ásia Central.

{n.t. “Um cinturão econômico, uma estrada”(One Belt e One Road) é uma estratégia de desenvolvimento iniciado pelo governo chinês em 2013. Trata-se de cinturão econômico e uma nova rota da seda, que ligará a China com a Europa através da Ásia Ocidental e Central, essa estratégia também inclui o 21st Century Maritime Silk Road, (Rota da Seda Marítima do Século XXI) que ligará a China com os países do Sudeste Asiático, a África e Europa.

Nem o cinturão econômico e nem a estrada seguem qualquer linha clara geograficamente falando; eles servem mais como um roteiro como referência de como a China quer se integrar mais na economia mundial e reforçar a sua influência nessas regiões da Ásia Ocidental e Central (Eurásia).

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Muitos dos países mencionados têm, tradicionalmente, estreitas relações comerciais e de investimento com a China, a iniciativa diz que eles devem aprofundar a cooperação, especialmente em termos de construção de infra-estrutura e outros projetos de desenvolvimento. A estratégia sublinha a busca do governo chinês para ter mais voz nas questões econômicas e políticas globais, e de exportar tecnologias da China e sua capacidade de produção em áreas com excesso de oferta, como a fabricação de aço.}

A Cooperação entre China, Rússia e Índia fortalece a Estabilidade Global

MOSCOU – A Cooperação entre China, Rússia e Índia complementa o formato BRICS, contribuindo para a segurança global e regional, o embaixador chinês na Rússia Li Hui disse à RIA Novosti.

“A cooperação entre China, Rússia e Índia é um fator importante que determina a segurança e a estabilidade tanto na região assim como no mundo. Este formato já existe há mais de 10 anos, em que o tempo tornou-se uma importante plataforma para coordenar posições, desenvolvimento de soluções em consenso  e para encontrar formas de cooperação “, disse Li.

“Este formato completa o mecanismo BRICS e é um importante instrumento de cooperação internacional multilateral ativo entre as economias em desenvolvimento que aumenta o seu papel no sistema econômico global”, acrescentou.

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Segundo o embaixador, China, Rússia e Índia têm posições semelhantes sobre uma série de questões internacionais e regionais e mantem um diálogo constante que aumenta o nível de confiança nas suas relações.

“A cooperação prática entre os nossos estados contribui para o crescimento real da economia mundial. A nossa parceria estratégica constitui uma contribuição para o reforço do mundo e da estabilidade global e da Eurásia,” salientou Li .

Na segunda-feira, os ministros das Relações Exteriores da Rússia, da China e da Índia vão realizar a 13ª reunião no formato em Pequim. De acordo com Li Hui, o ministro das Relações Exteriores chinês Wang Yi também irá realizar conversações bilaterais com o seu homólogo russo Sergei Lavrov .

A Rússia, China e Índia são os membros fundadores do grupo BRICS das economias emergentes, que também inclui o Brasil e África do Sul. Moscou e Nova Delhi estão pensando em usar as suas moedas nacionais no comércio bilateral para reduzir a sua dependência (n.t. e a manipulação por trás) do dólar norte americano.

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Caravanas de camelos no coração de um deserto da antiga ROTA da SEDA na província de Gansu. O projeto Discovering the Beauty of Silk Road convida fotógrafos a explorar a paisagem do oeste da China. [Foto de Hu You / China Daily]

No final de 2014, a Rússia e a China concordaram em trocar suas moedas nacionais  para minimizar os efeitos da desvalorização do rublo russo e disseram que eles estavam trabalhando para aumentar o número de pagamentos mútuos em rublos e yuan ao mesmo tempo descartando o dólar como moeda internacional.

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Fulford: Avanços na libertação do planeta


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Um acordo de paz importante foi alcançado na semana passada em negociações que ocorreram literalmente sob a luz da super lua azul de sangue em um determinado país asiático na semana passada, de acordo com fontes presentes. Como resultado disso, a facção nazista do Complexo Militar e Industrialmundial concordou em alinhar-se com o lado das forças da Luz.

Os nazistas se alinham com a Sociedade Dragão Branco (White Dragons Society-WDS), enquanto satanístas e khazares ficam isolados e continuam rumo à derrota

Por Benjamin Fulford, White Dragon Society, 5 de fevereiro de 2018

Fonte: https://benjaminfulford.net/

Assim, no futuro próximo, a tecnologia nazista, notadamente anti-gravidade e hipersônica (Mach 20+), será disponibilizada para a “população de superfície” do planeta, dizem as mesmas fontes.  Um dos participantes nas negociações foi um parente próximo do almirante Richard Byrd, de fama internacional pela sua exploração na Antártida, que freqüentemente visitou as bases nazistas da Antártida, então esse é o verdadeiro negócio, pessoal. Teremos mais detalhes no final deste relatório.

Além disso, um acordo foi alcançado entre os chapéus (White Hats) brancosde grandes depósitos de ouro em Bougaineville, na Indonésia e em outros lugares, dizem as fontes. No caso de Bougaineville, significa que o rei David Pei II e seus oponentes estão agora a bordo do acordo. O ouro será usado para suportar uma moeda criptográfica que em breve será anunciada que será usada para financiar um projeto de desenvolvimento ocidental semelhante em escala ou maior do que o projeto em desenvolvimento da China chamado de One Belt and One Road Initiative, (OBOR).

Enquanto isso, de volta aos EUA, o expurgo dos satanistas e khazares de todos os níveis de governo está se acelerando. De acordo com as fontes do Pentágono, “o discurso do Estado da União de Trump deu a luz verde para o expurgo de membros do estado (Deep State) profundo do governo dos EUA com o código de ativação:

“Convoco o Congresso para capacitar cada secretário do gabinete com a autoridade para recompensar bons trabalhadores e para remover funcionários federais que prejudicam a confiança pública ou falham no serviço aos interesses do povo norte americano”.

A enorme discussão da mídia nos EUA sobre o lançamento de um memorando da FISAsobre o FBI que realizou uma operação de vigilância politicamente motivada na campanha eleitoral de Donald Trump em 2016 foi histérica, porque o lançamento “oficial” permite começar realmente a identificar claramente os membros do estado (Deep State) profundo. O artigo nesse link, mesmo que seja do site satírico, The Onion, é realmente muito verdadeiro.

O barulho sobre o memorando FISA sobre o FBI distraiu a atenção das divulgações em curso muito mais importantes sobre o complexo médico / farmacêutico que produz assassinatos em massa.  Aqui neste depoimento, o Dr. Robert Gallo, um dos chamados co-descobridores do vírus do HIV, já saiu e admitiu que ele foi forçado a criá-lo para “destruir a raça africana”, de acordo com a CIA e outras fontes.

 

Em reação, os chapéus (White Hats) brancos dos EUA e da agência destruíram os laboratórios biológicos da cabala e derrubaram os satélites da cabala na semana passada na guerra civil não declarada dos EUA, disseram fontes do Pentágono. Uma fonte do Pentágono que estava envolvida em uma incursão em uma base subterrânea da cabala, diz que descobriram “pessoas prisioneiras em …

… Gaiolas, todo tipo de seres híbridos genéticos humanos / animais, pessoas contaminadas deliberadamente com agentes patogênicos e muitos outros horrores”. A entrada de base foi fechada para evitar que a liderança da Cabala na base fuja”, disse a fonte.

Mais e mais relatórios credíveis de esterilizações em massa usando vacinas também estão agora vindo à público, com as últimas cerca de 500 mil mulheres no Quênia sendo esterilizadas pela força pelo que lhes foi dito que era apenas uma “vacina contra o tétano”. A igreja de Roma também vem sendo acusada de culpa nos processos de vacinação de populações carentes.

A indústria do câncer também está sendo atacada pela disseminação deliberada de substâncias cancerígenas em produtos de uso diário para causar câncer e, em seguida, usando o tratamento químico e por radiação que causa envenenamento por radiação e produtos químicos tóxicos para assassinar suas vítimas.

Um membro da White Dragon Society (WDS) foi golpeado com uma agulha venenosa e foi inoculado com um vírus causador de câncer recentemente. Quando ele foi consultar os médicos, foi informado de que ele teria que começar a quimioterapia e a radiação imediatamente por médicos canadenses que provavelmente eram manipulados involuntáriamente. Em vez disso, ele usou a terapia nutricional e as máquinas Rife para eliminar completamente o câncer, para a surpresa dos médicos que achavam que estariam “comprando tempo” para ele com radiação e produtos químicos.

Investigações na American Medical Association e nos arquivos da família Rockefeller são recomendados antes que eles tenham a chance de destruir a evidência desses assassinatos em massa no tratamento do câncer. Em qualquer caso, as prisões em massa desses assassinos estão em andamento. O memorando nesse link mostra que o exército dos EUA está procurando empreiteiros para construir instalações para 13 mil prisioneiros e 5.000 guardas em Guantánamo, Cuba.[Nota Kp: quando tentei isso, não pude acessar ao site.]

O exército dos EUA também convocou um tribunal militar de 12 membros, sob guarda marinha, que está trabalhando nos bastidores para “enviar muitos para a forca por sedição e traição”, dizem fontes do Pentágono. É por isso que a Trump lançou o memorando da FISA não assinado e assinou uma ordem executiva que mantém a base-prisão de Guantánamo aberta, dizem as fontes.

“Mais memorandos serão divulgados sem precedentes, juntamente com um relatório do inspetor geral do Departamento de Justiça que vai esmagar o estado profundo”, continuam as fontes. “O Congresso tem cerca de um milhão de documentos, e Trump pode desclassificar e liberar todos eles não destruídos para bombardear os democratas e o estado profundo”, acrescentam.

As tentativas de matar os congressistas envolvidos no lançamento dos documentos com um descarrilamento de trem recente não causaram óbitos, graças ao que as fontes do Pentágono admitem “parece estar havendo uma intervenção divina”.

Em qualquer caso, a luta contra a cabala ainda não acabou. Observe como eles responderam ao lançamento do memorando da FISA com mais uma queda de 666 pontos na Dow Jones Average.  Eles vão usar seu controle dos computadores do sistema financeiro para tentar fechar o sistema financeiro nos próximos meses, dizem fontes da CIA. Isso significa que planos de contingência devem ser feitos para manter as pessoas da América abastecidas com alimentos, combustível e necessidades básicas no caso de os computadores e caixas eletrônicos serem desligados. O colapso em Porto Rico foi apenas uma preparação e teste.

Além disso, haverá mais uma tentativa para provocar um III Guerra Mundial, dizem fontes do FSB russo. O site de DEBKA, vinculado ao Mossad e múltiplos meios de comunicação do Oriente Médio, dizem que existe uma possibilidade muito real de guerra que envolve Israel, que se desenrolará nos próximos dias. Espera-se que esta ação comece no Líbano e na Faixa de Gaza, dizem as fontes. No entanto, as fontes do WDS confirmam que todas as tentativas de usar armas nucleares serão neutralizadas.

Além disso, de acordo com documentos e artigos enviados por Nina Sidorova da Southern California Tenants Association, os Rothschild já tomaram a decisão de encerrar seu “Projeto Israel”. Em vez disso, eles movimentaram pessoal, dinheiro e armas chaves para a Ucrânia, a terra de origem dos JUDEUS KHAZARES onde eles esperam estabelecer uma “Nova Khazaria”. Neste ponto, o WDS gostaria de assegurar a todos os cidadãos de Israel que sua segurança será gara ntida, não importa o que aconteça nos próximos dias, semanas e meses.

As fronteiras do antigo Império Khazar entre 600 e 850 d.C. local de origem do atual povo que se intitula como JUDEU e criou o estado de Israel


Sobre os Judeus Khazares, saiba mais acessando os links:


De qualquer forma, agora que os nazistas concordaram em sair do esconderijo e se juntarem à família humana, simplesmente não há nenhum poder militar que apoie (ou para ser manipulado) mais os projetos genocidas dos judeus sionistas khazares (“o povo eleito”). Os nazistas são agora administrados por uma nova geração que está em seus 30 anos e que não tem experiência ou envolvimento nos horrores da Segunda Guerra Mundial. Por essa razão, eles não têm motivos para se esconderem.

Em qualquer caso, de acordo com a fonte mencionada acima, os nazistas realmente não se esconderam. No mundo real, a maioria dos líderes nazistas que não foram presos no final da Segunda Guerra Mundial não teria ido para a Antártida ou mesmo para a América do Sul. Em vez disso, eles foram para a Espanha, que ainda era administrada por um governo fascista após a guerra ter terminado.

Muitos permaneceram na Espanha, mas outros se mudaram para Cuba e os EUA (Nevada), entre outros lugares. A infame Área 51 e outras bases em Nevada são principalmente bases criadas para testar a tecnologia aeroespacial nazista avançada, de acordo com essa fonte. Esta tecnologia será agora compartilhada com a população em geral, diz a fonte.

As bases nazistas na Antártida, segundo essa fonte, são muito menores e menos significativas do que muitos acreditavam. Ele diz que a desinformação sobre as bases nazistas gigantes na Antártida foi deliberadamente extinta pelos nazistas para manter os caçadores nazistas fora de sua trilha. A realidade é que eles encontraram fontes de águas quentes sob o gelo criado por fontes termais vulcânicas, mas que a água não era potável.

Esta fonte, que é um agente sênior da CIA na Ásia, também confirma as alegações do governo chinês de que a Coréia do Norte é uma colônia secreta (do Deep State) dos EUA. “A liderança norte-coreana fala melhor inglês do que a maioria dos americanos”, diz ele. A Coreia do Norte foi usada como justificativa para vender armas no Leste Asiático e como uma desculpa plausível para iniciar uma guerra, diz ele. A unificação da península coreana agora é possível, ele acrescenta, confirmando o que dizem as fontes da sociedade secreta japonesa Three Legged Crow.

Várias fontes confirmam que não haverá um único anúncio de que uma nova era tenha começado, mas sim uma onda de eventos, como vemos se desdobrando diante de nossos olhos, que resultará em um planeta totalmente diferente e muito mais saudável, abundante e feliz. Este processo começou inegavelmente.


“A segurança contra a derrota implica táticas defensivas; A capacidade de derrotar o inimigo significa tomar a ofensiva”. – Sun Tzu, em A Arte da Guerra


Matrix (o SISTEMA de CONTROLE)

“A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar.

Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você  para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”

linguagem universal


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Se formamos contato com outra espécie, aprenderemos a mudança de idioma como nos veremos? Este conceito é um dos principais temas explorados no filme Arrival (2016). Cortesia de Paramount Pictures

Como o viés humano afeta nossas chances de se comunicar com a vida extraterrestre, que quase definitivamente não será como a conhecemos.

por Jesse Shanahan

A visão de descoberta de mundos de naves espaciais alienígenas que entram na atmosfera da Terra tem sido utilizada em filmes e literatura que remontam pelo menos ao romance icônico 1898 de HG Wells, The War of the Worlds . Por mais de 100 anos, a humanidade considerou as implicações e os conflitos que poderiam surgir a partir do primeiro contato com uma espécie extraterrestre potencialmente hostil.

Ao mesmo tempo, também começamos a procurar evidências para refutar nossa aparente solidão galáctica. Em 1896, Nikola Tesla propôs pela primeira vez que o contato com seres alienígenas era possível ao discutir os usos potenciais de seu sistema de transmissão elétrica. Vários anos depois, ele reclamou esse contato, pois recebeu um sinal de rádio inusitadamente repetitivo que desapareceu quando Marte estava ausente do céu.

Uma visão de Gale Crater, tomada pelo rooteiro da Curiosidade, que procura sinais de vida marciana mais de 100 anos depois que Nikola Tesla afirmou receber um sinal do Planeta Vermelho.
NASA / JPL-Caltech / MSSS

Infelizmente, talvez nunca possamos saber o que exatamente Tesla detectou, mas as teorias variam desde o erro do usuário até a possibilidade de ele ter recebido sinais da magnetosfera de Jupiter. Embora Marte esteja livre dos marcianos que Tesla esperava alcançar, a esperança de uma vida extraterrestre inteligente continua sendo uma inspiração para muitos pesquisadores de exoplanetas, astrobiologistas e pesquisadores da SETI (Pesquisa de Inteligência Extraterrestre). O que muitos não percebem, no entanto, é que linguistas e antropólogos assumirão o controle quando tal descoberta for feita. Pois depois de responder a pergunta fundamental, “estamos a sós?”, O próximo a invariavelmente surgir é: “Quem é você?”

Esta questão pode ser muito mais difícil de responder do que muitos astrônomos percebem. Não há um terreno comum ou modelo de linguagem evidente a seguir significa que a metodologia que os linguistas desenvolveram com cuidado para traduzir idiomas desconhecidos seria inútil.

A maioria das estratégias atuais assume um idioma com uma estrutura baseada em unidades de som, por exemplo. Quando os linguistas abordam uma linguagem desconhecida, dividir frases faladas em unidades repetitivas de som é o primeiro passo para perceber padrões que poderiam indicar significado. Na ausência de tais unidades, uma linguagem escrita pode ser analisada para estruturas lingüísticas semelhantes de significado, chamadas morfemas, mas isso muitas vezes requer um corpus de dados proibitivamente vasto. Mesmo assim, todas essas estratégias, muitas vezes mencionadas como uma linguística combinatória, foram refinadas para serem usadas para fazer sentido das linguas terrestres arcaicas e mortas e requerem um fundo arqueológico profundo para utilizar eficazmente.

Mesmo a famosa teoria de Gramática Universal de Noam Chomsky pressupõe que certas estruturas da linguagem são universais e têm uma base genética e, portanto, exclusivamente humana. Criar um método para decodificar um idioma desconhecido sem depender de paralelos para linguagens da Terra parece ser um obstáculo de Sisyphean. É completamente possível que uma linguagem extraterrestre possa ser silenciosa ou, em alternativa, falta um componente escrito, então esses métodos tradicionalmente confiáveis ​​seriam inúteis se nos apresentarmos uma linguagem tão estranha.

Ainda assim, cientistas – físicos, matemáticos e astrônomos – tentaram abordar esse problema com base na premissa de que a matemática e a física são um tipo de linguagem universal. O Instituto SETI, fundado em 1984, organiza uma colaboração desses cientistas e dedica-se à busca e interpretação de uma mensagem extraterrestre inteligente. O SETI não busca apenas sinais de estrelas distantes, mas também hospeda uma grande variedade de cientistas que buscam projetos de astronomia planetária e astrobiologia.

Em 1974, o telescópio de rádio Arecibo foi usado para fazer uma transmissão deliberada na direção do agrupamento globular M13, com a esperança de que uma civilização alienígena o receba um dia. H. Schweiker / WIYN e NOAO / AURA / NSF

Os Astrobiologistas em particular estão familiarizados com a dificuldade de remover o viés terrestre da pesquisa, enquanto buscam traços da vida que descobrimos como a vida aparece na Terra. Eles brinquam com a possibilidade de organismos baseados em silício versus carbono ou a idéia de que a vida em outros lugares poderia ter requisitos além daqueles da incrível biodiversidade na Terra.

Pliciloricus enigmatus é um extremófilo que não requer oxigênio para viver.
Carolyn Gast, Museu Nacional de História Natural

A existência de organismos bizarros chamados extremófilos que podem sobreviver em condições incrivelmente duras na Terra é uma pista de que a vida fora do nosso planeta poderia ser ainda mais extraordinária. Por exemplo, um extremófilo terrestre é Spinoloricus cinziae : as primeiras espécies animais descobriram que nunca requer oxigênio durante o curso de sua vida. Outro extremófilo é Thermococcus gammatolerans . Nomeadamente, T. gammatolerans tem uma imensa resistência à radiação ionizante. Ao contrário dos seres humanos para quem uma dose de 500 rads é letal, T. gammatoleranspode sobreviver a doses de radiação até 3.000.000 rads. Se essa incrível variedade de vida existe na Terra, é concebível que essa diversidade não se restrinja ao nosso planeta sozinho. Da mesma forma, segue-se que essa vida exótica também poderia ter sistemas de comunicação bizarros – sistemas que talvez não possamos compreender usando metodologia baseada unicamente em linguagens da Terra.

Thermococcus gammatolerans é um extremófilo que pode suportar 6.000 vezes a quantidade de radiação que mataria um ser humano.
Wikimedia / Angels Tapias

Na verdade, vemos uma ampla gama de formas de comunicação na Terra também. Além da comunicação gestual e vocal, também vemos a comunicação através da dança em abelhas, a comunicação hormonal em acácias e as harmônicas de batidas (quando ondas de som múltiplas se sobrepõem para produzir batidas – tente pressionar duas teclas de piano dissonantes e você ouvirá muito bem esses batimentos !) em peixes e pinguins no meio do navio.

Claro, é discutível se qualquer um desses sistemas de comunicação constitui uma linguagem “verdadeira”, um termo lingüista parece apenas reservar para a linguagem humana. Ainda assim, é apenas nos últimos 40 anos que as línguas assinadas foram reconhecidas como linguagem adequada. O que isso deixa claro é que os preconceitos humanos permeiam todos os esforços para categorizar a comunicação não humana e desenvolver uma metodologia de tradução confiável para novas linguagens desumanas.

Um trecho da linguagem Lincos, uma forma de comunicação matematicamente enraizada criada pelo matemático Hans Freudenthal.
H. Freudenthal, LINCOS: Projeto de uma Linguagem para Intercursos Cósmicos e , parte I, 1960.

Assim, muitos se voltam para a matemática como uma avenida aparentemente imparcial, mas buscar uma solução matemática ou baseada na física não está sem suas próprias desvantagens. Não só exclui a possibilidade de uma abordagem radicalmente diferente da física (outro elemento em muitas narrativas de ficção científica), mas também não inclui a inclusão de dados socioculturais: um elemento intrínseco em qualquer análise lingüística completa.

O matemático Dr. Hans Freudenthal tentou projetar uma linguagem para uso em comunicação extraterrestre com seres que não possuíam conhecimento da cultura, das línguas ou das pessoas da Terra. Fundamentalmente enraizado em matemática, Lincos – uma abreviatura da frase latina lingua cosmica, que significa linguagem cósmica – ensina os conceitos básicos de números, aritmética, teoria de conjuntos e lógica matemática.

Em qualquer tentativa de se comunicar com alguém que usa uma linguagem diferente, é essencial fazer uma ponte entre as duas línguas dos interlocutores. Lincos pretende fazer isso utilizando a matemática e a física como o terreno comum ou a ponte linguística entre a Terra e uma civilização extraterrestre. No entanto, também faz a suposição potencialmente fatal de que a matemática seja um conceito universal.

O povo Pirahã do Brasil tem uma visão conceitualmente única de matemática que incorpora principalmente grandes ou pequenas quantidades, em vez de números discretos.
Mídia e entretenimento essenciais / Smithsonian Channel

O cientista cognitivo Rafael Nuñez argumenta que a matemática pode não ser tão imparcial como pensamos. Embora suas teorias sejam sensivelmente resistidas por matemáticos, elas são apoiadas por evidências de culturas na Terra cujas percepções de matemática e sentido de número não são convencionais. Por exemplo, o povo Pirahã do noroeste do Brasil não possui um sentido de número desenvolvido além dos conceitos gerais de pequenas e grandes quantidades. Claramente, abordar um diálogo produtivo com um falante de Pirahã não seria bem sucedido se alguém assumisse uma abordagem unicamente matemática. Se tais características cognitivas não são nem universais na Terra, parece improvável que elas sejam imutáveis ​​ao longo do cosmos. Supondo que uma civilização extraterrestre percebe números, matemática, física,

Esta tabela descreve o sistema de contagem “one-two-many” do povo Pirahã.
P. Gordon, Cognição Numérica Sem Palavras: evidência da Amazônia

A união de linguística e ciência da computação, conhecida como linguística computacional, fornece outra variedade de procedimentos de tradução, mas também possui armadilhas semelhantes a uma estratégia baseada em matemática / física. Faz a suposição problemática de que as civilizações extraterrestres produziriam mensagens da mesma forma que os seres humanos. No entanto, reconhece que a forma provável de comunicação extraterrestre seria através de um sinal eletromagnético.

Nenhum sinal ainda foi recebido, mas a esperança permanece. A humanidade vem produzindo sinais de rádio na Terra por menos de 150 anos, o que limita as potenciais civilizações extraterrestres que receberiam nossas transmissões para um pequeno raio de estrelas.

Desde que os seres humanos começaram a transmitir sinais de rádio, nossas mensagens preencheram uma “bolha” em nossa galáxia apenas 200 anos-luz de diâmetro. Nick Risinger / Wikimedia Commons

Meia década antes de HG Wells popularizar a idéia de primeiro contato, um filósofo e linguista prussiano chamado Friedrich Wilhelm von Humboldt sentou-se e escreveu sobre a conexão entre linguagem e mente.

Embora, aparentemente sem relação com o problema de decifrar as comunicações extraterrestres, ao perseguir a influência da linguagem no pensamento, Humboldt, inconscientemente, lançou as bases para a teoria da relatividade linguística: a idéia de que a linguagem determina (determinismo linguístico) ou influências (conhecimento da relatividade linguística). O principal argumento de Humboldt foi que a função mais significativa da linguagem era como um “órgão formativo do pensamento” que afeta a visão da realidade do falante.

Além disso, Humboldt concebeu um Weltansicht , ou uma visão de mundo claramente linguística, que um falante usa para pensar, comunicar e conceituar sua realidade. Quase um século depois, em 1941, essa idéia seria construída pelo linguista americano Benjamin Lee Whorf quando propôs a idéia de um “mundo do pensamento”: “o microcosmo que cada homem carrega dentro de si mesmo, pelo qual ele mede e entende o que ele pode do macrocosmo … “Embora o determinismo linguístico tenha sido fortemente criticado e refutado pela pesquisa moderna, a questão da relatividade linguística ainda é um assunto contínuo de investigação. O conceito de que a visão de mundo de cada organismo é influenciado pelo idioma que fala certamente inspira aqueles que visam abordar o problema de decifrar as comunicações extraterrestres.

Em “Story of Your Life”, uma breve história de ficção científica de Ted Chiang, a lingüista Dr. Louise Banks é encarregada de traduzir e servir como intérprete entre um militar dos Estados Unidos e os visitantes estranhos, bem conhecidos como Heptapods, devido aos seus sete membros. Ela insiste regularmente em uma abordagem de comunicação que reconheça as grandes diferenças no “mundo do pensamento” entre ela e seus interlocutores Heptapod.

O longa-metragem Arrival é baseado na história curta “Story of Your Life” de Ted Chiang, que se concentra nas tentativas da humanidade de se comunicar com uma espécie alienígena chamada Heptapods.
Cortesia de Paramount Pictures

Em uma entrevista com a Astronomia, o Sr. Chiang disse: “Se alguma vez tivermos uma relação cara a cara com os alienígenas, acho uma abordagem sócio-antropológica seria melhor”. Na história, o que o Dr. Banks não percebeu imediatamente é que o aspecto mais poderoso de suas tentativas de aprender uma linguagem radicalmente diferente da sua própria é que também mudaria sua própria cognição fundamentalmente.

Esse tipo de efeito dificilmente se restringe à ficção científica. No final da década de 1990, uma série de estudos linguísticos estabeleceu definitivamente um vínculo entre a modalidade ou o tipo (por exemplo, falado, gesticulado, dançado) de um determinado idioma e o desenvolvimento cognitivo do usuário. Esses estudos argumentaram que a falta de evidência anterior para a relatividade linguística era porque as diferenças entre as linguas de comparação não eram bastante drásticas. Embora para o alto-falante médio, russo e chinês parecem incrivelmente distintos, na verdade não se opõem o suficiente para desencadear mudanças mensuravelmente significativas na cognição de um falante.

No entanto, quando a modalidade do idioma é alterada (por exemplo, do falado ao gesticulado), há mudanças mensuráveis ​​e significativas na cognição do falante. Essencialmente, como os indivíduos aprenderam um novo modo de linguagem, houve mudanças marcantes em certas funções do cérebro. Os cientistas descobriram que não só existe uma correlação positiva entre as linguas gesticuladas e o aumento do desempenho em vários testes, mas os signatários superaramconsistentemente os seus colegas não assinantes em testes de inteligência não-verbal, bem como testes de QQ de desempenho, independentemente da idade em que eles aprenderam o assinado língua.

Essas tabelas apresentam os resultados de uma série de estudos sobre os efeitos da linguagem gestual na cognição.
Jesse Shanahan

De forma adequada, Chiang também reconhece os estudos do American Sign Language como parte de sua inspiração para a linguagem Heptapod. Tanto na “História da sua vida” quanto nos estudos lingüísticos inovadores, a mudança do modo de linguagem tem efeitos radicais sobre a cognição humana.

Ainda mais surpreendentemente, estes não foram efeitos temporários. Os estudos de acompanhamento realizados nos mesmos sujeitos de teste mostraram que esses avanços estavam presentes até seis anos após a introdução inicial de um modo de comunicação alternativo. Independentemente da capacidade de audição, os assinantes originais superaram drasticamente seus colegas não assinantes em vários testes cognitivos, incluindo aqueles de habilidades espaciais visuais, memória espacial e matemática.

These studies not only reinforce the idea that language can influence cognition, but show that the crucial force behind this influence is the mode of language learned. In terms of explaining these effects and attempting to determine why this type of linguistic relativity has such strong effects, a promising answer lies in the theory of embodied cognition. The embodied cognition thesis suggests that an organism’s body, environment, and sensorimotor abilities have an incredible influence on its cognition; specifically, it is the interaction between these various traits, which include language and thought, that determines the organism’s cognitive ability. Essentially, this theory simply argues that the mode of language used, the user’s thought, and the user’s cognitive proficiency are entwined in an interconnected web.

Este conceito recentemente fez sua estréia no filme popular Arrival (2016) , que foi baseado na “História de sua vida” de Chiang “Assim como na história curta, o processo de aprender a linguagem Heptapod modifica irrevogavelmente os processos mentais do Dr. Banks de forma provocativa. Em suma, a linguagem Heptapod, se fosse real, proporcionaria mais uma evidência em apoio da relatividade linguística.

Um logograma Heptapod da chegada ; no filme, a linguista Louise Banks se esforça para entender a linguagem Heptapod e provoca uma mudança em sua própria cognição como resultado.
Crédito: Cortesia da Paramount Pictures

Mesmo além das mudanças na cognição que vemos em falantes de língua oral aprendendo um idioma assinado ou aqueles sugeridos pela experiência do Dr. Banks em “Story of Your Life”, uma pergunta inquietante esconde. Se o modo de linguagem alienígena fosse bastante drástico, até onde as mudanças cognitivas irão? Existem erros mais perigosos na tentativa de comunicação com a vida extraterrestre do que uma simples tradução errada?

A humanidade poderia encontrar-se irrevogavelmente alterada simplesmente adquirindo uma fluência na linguagem de algumas espécies distantes das estrelas?

Jesse Shanahan é um escritor de ciência e consultor de freelança independente que vive em Washington, DC, com o amor de sua vida: um cão de serviço de border collie resgatado chamado Hubble.

CIÊNCIA E SAÚDE


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Na Europa, 80% das plantas ornamentais têm pesticida prejudicial a abelhas

Estudo realizado em dez países europeus pelo Greenpeace aponta que 50% das substâncias encontradas são mortais para o inseto e alerta sobre graves danos para a agricultura.

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Cerca de 80% das flores e plantas ornamentais vendidas em floriculturas e supermercados na Europa possuem pesticidas que são perigosos para as abelhas, revela um relatório do Greeenpeace publicado nesta quinta-feira (24/04).

“Sem saber, jardineiros amadores servem coquetéis de pesticidas perigosos para abelhas e insetos. Jardins deveriam ser um oásis afastado da indústria agrícola para esses animais e não um bar de veneno”, afirma Christiane Huxdorff, especialista em agricultura do Greenpeace.

Para o estudo, a organização analisou amostras de 35 espécies de plantas compradas em dez países europeus, entre elas alfazema, miosótis, violetas – variedades conhecidas por atrair abelhas. Em 98% das plantas foram encontrados algum resquício de pesticidas, mas nem todos são perigosos.

Mas em quase metade das amostras foram encontrados neonicotinoides, defensivos agrícolas conhecidos por matarem abelhas. Em 2013, a União Europeia (UE) restringiu por dois anos o uso de algumas dessas substâncias na agricultura, mas a restrição não vale para a produção de plantas ornamentais.

Frankreich BienenAbelhas são responsáveis pela polinização na agricultura

“Nós precisamos de uma rápida proibição de pesticidas prejudiciais a abelhas. Esses insetos são essenciais para assegurar a qualidade e o rendimento da nossa agricultura”, reforça Huxdorff.

A morte em massa de abelhas no mundo está relacionada principalmente ao aumento do uso de substâncias químicas na agricultura, além de doenças, parasitas e mudanças climáticas. A diminuição na população desses animais é preocupante devido a sua função de polinização.

Segundo o Greenpeace, um terço de todos os alimentos de origem vegetal consumidos no mundo depende da polinização das abelhas. E até 75% das culturas estão sofrendo uma queda na produtividade, principalmente a produção de maçã, morangos, tomate e amêndoas.

O problema da diminuição da população de abelhas é observado no mundo inteiro, inclusive no Brasil. Em 2012, alguns estados da região Nordeste registraram uma queda de 90% na produção de mel e de 60% de abandono das colmeias.

Na Europa desde 1985 foi registrada uma queda na população de abelhas produtoras de mel comercial de 25%. Nos Estados Unidos, a redução foi bem maior: de 40% desde 2006.

CN/dpa/afp

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A teoria da alma em Platão


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Platão (428-348 a.C.) foi discípulo de Sócrates e escreveu trinta diálogos considerados autênticos. Hoje conhecemos a figura de Sócrates graças aos seus diálogos, que faziam dele seu personagem principal. Platão fundou a primeira escola conhecida no mundo ocidental na cidade de Atenas em 387 a.C, chamada Academia, em homenagem ao herói Grego Academus, que lutou na guerra de Tróia. Seu verdadeiro nome era Aristocles, mas foi apelidado de Platão devido aos seus ombros largos.   Era um homem rico e fazia parte da aristocracia que governava a Grécia.  Seu pai, Aristão, tinha o rei Codros como seu antepassado e sua mãe, Perictione, foi parente de Sólon.

O pensamento de Platão  foi muito influenciado pelas filosofias de Heráclito e Parmênides. Ele procurou reconciliar ambas as posições. Foi da controvérsia dessas duas filosofias que surgiu a “teoria das idéias”, núcleo central de sua filosofia. O problema que Platão propõe a resolver é o conflito “irreconciliável” entre a teoria da mudança em Heráclito e Parmênides.  Para Heráclito no universo não há nada acabado, fixo e estável, tudo está em permanente mudança. Sua metafísica identifica o Ser com o Não-Ser. Se o mundo é devir, vir-a-ser,  não existe um Ser fixo, estável,  ele está sempre se transformando, é sempre impermanente.   Já para Parmênides as coisas que existem tem múltiplas características, são pequenas, grandes, coloridas, pesadas, leves, são diferentes, como homem, animal, água, fogo, etc. Se usarmos a intuição e o raciocínio, perceberemos que há uma propriedade fixa em todas as coisas: elas “são”. Para Parmênides, o ser é uma propriedade de todas as coisas. Tudo que existe tem “Ser”. O Ser  é fixo, eterno, imutável, infinito. Dessa forma, as mudanças e transformações que ocorrem na natureza são uma ilusão de nossa percepção, pois algo que é não pode deixar de ser, e algo que não é não pode vir-a-ser, portanto, não há mudança.

Para reconciliar ambas as teorias, Platão mostrou-nos que todos nós estamos sempre em contato com duas realidades: uma inteligível e outra sensível. A primeira é permanente, universal, nunca se modifica, é o mundo das idéias. A segunda é o mundo que percebemos por nossos sentidos, mutável e contingente, o mundo sensível.  Platão demonstra que o mundo tem uma forma apriori, uma estrutura inteligível.  “Através dos diálogos, Platão vai caracterizando essas causas inteligíveis dos objetos físicos que ele chama de idéias ou formas. Elas seriam incorpóreas e invisíveis – o que significa dizer justamente que não está na matéria a razão de sua inteligibilidade. Seriam reais, eternas e sempre idênticas a si mesmo, escapando a corrosão do tempo, que torna perecíveis os objetos físicos. Merecem por isso mesmo, o qualificativo de ‘divinas’ (…). Perfeitas e imutáveis, as idéias constituiriam os modelos ou paradigmas dos quais as coisas materiais seriam apenas cópias imperfeitas e transitórias. Seriam, pois, tipos ideais, a transcender o plano mutável dos objetos físicos.” (Pessanha, 1987, XVI-II).

A teoria das idéias de Platão está diretamente ligada a sua teoria da alma.   Na parte IV do seu livro “República” Platão concebe o homem como corpo e alma. Enquanto o corpo modifica-se e envelhece, a alma é imutável, eterna e divina. A alma inteligente preso ao corpo um dia foi livre e contemplou o mundo das idéias, mas as esqueceu. É somente através da busca do conhecimento, através de um processo de recordação, de reminiscência o homem pode lembrar-se das idéias que um dia contemplou.   A realidade sem forma, sem cor, impalpável só pode ser contemplada pela inteligência, que é o guia da alma.

Platão divide a alma em três partes. O lado racional está localizado na cabeça, seu objetivo é controlar os dois outros lados, com ele adquirimos a sabedoria e a prudência. O lado irascível está localizado no coração, seu objetivo é fazer prevalecer os sentimentos e a impetuosidade, com ele adquirimos a coragem. Por último, temos o lado concupiscente que está localizado no baixo-ventre, seu objetivo é satisfazer os desejos e apetites sexuais, com ele adquirimos a moderação ou a temperança.  No Mito do Cocheiro, no diálogo “Fedro”, Platão compara a alma a uma carruagem puxada por dois cavalos, um branco (irascível) e um negro (concupiscível). O corpo humano é a carruagem, e o cocheiro (Razão) conduz através das rédeas (pensamentos) os cavalos (sentimentos).  Cabe ao homem através de seus pensamentos saber conduzir seus sentimentos, pois somente assim ele poderá se guiar no caminho do bem e da verdade.

Platão afirma que não podemos ser felizes quando somos dominados pela concupiscência e pela cólera, isso porque as paixões sempre nos conduzem por caminhos perigosos e contraditórios e fazem com que os desejos e impulsos violentos de nosso corpo tirem nosso bom senso.  Já dizia Sócrates que todo vicio é ignorância. Não há nada mais deprimente do que uma pessoa que age por impulsos e é dominada pelas paixões. Ter autocontrole é essencial para sermos felizes. A felicidade só pode ser alcançada se formos capazes de dominar nossos sentimentos pela razão. A moderação é uma virtude e ela se realiza quando somos capazes de controlar a nossa concupiscência. O indivíduo moderado é aquele que não cede as suas paixões, impulsos e prazeres. Da mesma forma o indivíduo não se lançara a luta e a agressão indiscriminadamente, uma vez que a razão deve saber discernir o que é bom e mal para nossa vida, sabendo dominar a nossa alma irascível. Dessa forma, seremos felizes se através da razão soubermos controlar nossa vida, pois a virtude natural da razão é o conhecimento.

Por Michel Aires de Souza

Turpan, período compreendido entre os Séculos VI e XIV


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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Coordenadas42° 57′ 01″ N 89° 11′ 22″ E

Localização de Turpan em Xinjiang.

Ilustração que explica um sistema de poços interligados.

Ruínas de Gaochang.

Ruínas de Jiaohe.

Turpan (chinês tradicional: 吐魯番, chinês simplificado吐鲁番pinyinTǔlǔfān), também conhecido como Turfan ou Tulufan, é um oasiscidade-condado na província de Xinjiang, na China. A cidade está situada em uma das variantes terrestres da Rota da Seda e ao norte da Depressão de Turpan, que é um dos poucos locais do Planeta Terra situado abaixo do nível do mar, e, portanto, caracterizado como uma depressão absoluta.

No local existe um peculiar sistema de irrigação subterrânea, que utiliza poços interligados por túneis que fornecem irrigação nas áreas desérticas. Este método de irrigação foi difundido em Xinjiang durante a época da Dinastia Han. Os poços recolhem a água corrente de neve derretida e são interligados de modo que a parte inferior de um poço é ligada com outro poço escavado em um terreno mais abaixo. A maioria desses túneis de irrigação se estendem por cerca de 3 Km, mas alguns chegam a ter 30 km de extensão. Há cerca de 1.100 desses poços na região de Hami e da Depressão de Turpan. Atualmente, o comprimento total desses túneis subterrâneos de irrigação na região de Xinjiang é estimado em 3.000 Km. Trata-se de uma façanha de engenharia comparável à Grande Muralha e ao Grande Canal. A plantação de uvas na região, somente é possível devido a existência desses poços.

Há dois mil anos atrás, foi construída a cidade de Jiaohe, a dez quilometros a oeste de Turpan. Jiaohe foi a capital do Reino Cheshi. Durante o Século I, Jiaohe passou ao domínio da Dinastia Han. Durante o Século VI, Turpan estava sob o domínio do Reino Gaochang, quando foi tomada pela Dinastia Tang, durante o reinado do Imperador Tai Zong (626-649), e Turpan voltou a ser uma cidade de fronteiriça da China, servindo como uma ponto de apoio para comerciantes, monges e outros viajantes em seu caminho para o oeste.

A 50 km a nordeste de Turpan estão localizadas as Mil Cavernas de Buda de Bozkrik, que são as grutas mais conhecidas de Xinjiang. Construídas durante o final da época das Duas Dinastias (420-581), são cinquenta e sete grutas, conhecidas principalmente por seus murais, que ainda mantêm as suas cores frescas e vivas. As pinturas são inspiradas principalmente em contos budistas, mas também refletem as estreitas relações que existiam entre os uigures, e hans e mongóis. É evidente a influência de regiões ocidentais de Xinjiang e da Ásia Central no estilo artístico destes murais.

A 40 km ao norte de Turpan, estão localizadas as Cavernas de Buda de Shengjinkou, que são um conjunto constituído por dez cavernas de tijolos de barro, no local onde existiu um templo budista no período compreendido entre os Séculos VI e XIV, construído na época da Dinastia Tang. Os murais nas paredes dessas cavernas retratam flores de lótuscom os padrões de nuvens, coroa solitário em galhos de árvores secos, videiras carregadas de uvas, fileiras de árvores de salgueiro e retratos budistas. A maioria das pinturas são acompanhadas de anotações na língua urgur. Nesse local também foram descobertas escrituras budistas em sânscrito e em idiomas da etnia Han, além de moedas da Dinastia Tang.

Durante o reinado de Qian Long (1736-1795) da Dinastia Qing, foi construído o Minarete de Suleiman a três quilômetros a sudeste da cidade. Ao lado do minarete existem inscrições em línguas da etnia han e em uigur. Foi erguido por Suleiman, um governante de Turpan, em memória de seu pai, Emin, em meados do Século XVIII, por isso a estrutura também é chamado de Minarete de Emin. O minarete é estreito, redondo e tem cerca de 44 m de altura. Foi construído de tijolos amarelos com padrões florais. O minarete topo em forma de capacete é uma dos mais importantes obras da arquitetura muçulmana em Xijiang.

No sopé das Montanhas Flamejantes, a cerca de cerca de 45 km a sudeste da cidade de Turpan, encontram-se as ruínas da cidade de Gaochang, espalhadas por uma área de 2.000.000 m2. Este local é dividido em três partes: uma cidade exterior às muralhas, uma cidade interior às muralhas e o palácio imperial. A maior parte das muralhas da cidade ainda estão bem preservadas, a seção mais alta de tais muralhas tem doze metros de altura. Dentro da cidade, as paredes são os restos de casas quebradas e é possível perceber uma rede de ruas. A maioria das casas foram construídas de taipa ou com tijolos de lama, com portas em arco e janelas.

A cidade de Gaochang foi o centro político e cultural do noroeste da China por mais de 1.500 anos, no período compreendido entre a Dinastia Han e a Dinastia Ming (1368-1644), quando a cidade começou a se deteriorar.

A 10 km a oeste de Turpan, encontram-se as ruínas de Jiaohe, que foi o posto fronteiriço do Reino Cheshi durante a Dinastia Han. No Século VI a cidade foi a sede do governo da província. Trata-se de uma cidade que foi construída em uma uma ilha na confluência de dois rios, que ocupava uma área de 230.000 m2. A maioria dos edifícios ainda existentes são da época da Dinastia Tang (618-907) ou posteriores. Tais edifícios se dividem em três categorias: templos, residências civis e edifícios administrativos. Existem quatro aspectos peculiares que podem ser notados nessas ruínas:

  1. as portas e janelas dos edifícios não são virados para a rua, característica arquitetônica da época da Dinastia Tang;

  2. os pátios e as salas foram escavados na terra, como cavernas, uma característica de construções no noroeste da China;

  3. não há muralhas da cidade, que foram consideradas desnecessárias pois a cidade estava cercada por falésias;

  4. as casas de estão bem preservadas em decorrência do clima seco da região[1].

Ícone de esboço Este artigo sobre geografia da República Popular da China é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

Referências

  1. Ir para cima Turpan — Ancient Stop on the Silk Road, em inglês, acesso em 08 de fevereiro de 2015.

Conheça as fases da evolução do homem


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Se você acha que sua árvore genealógica é complicada, pense duas vezes.

A ciência vem mostrando evidências e padrões que ultrapassam a ideia de que o homem apenas evoluiu do macaco e traz uma lista bem grande da linha de evolução.

Vamos entender um pouco sobre a evolução do homem.

Entendendo a teoria

Basicamente a teoria da evolução mostra que com o tempo os seres mudam para se adaptar ao seu ambiente, sempre evoluindo. Os que não acompanham essa mudança deixam de existir.

Com isso surge a ideia de que o homem e os primatas têm um ancestral em comum. As raças se separaram e seguiram um caminho evolutivo diferente devido às mudanças do mundo.

Da linha de tempo da evolução humana podemos tirar uma linhagem surpreendente, veja abaixo.

1. Pierolapithecus Catalaunicus

Pierolapithecus catalaunicus

Com aproximadamente 11,9 milhões de anos, esta espécie é considerado como “o elo perdido”, porque acredita-se que ele pode ser sido o ancestral comum entre todos os grandes primatas.

Os cientistas esperam que este seja o último antepassado comum entre macacos e humanos.

2. Sahelanthropus Tchadensis

Sahelanthropus tchadensis

Datado por cerca dos 6 milhões de anos atrás, em 2001 seus fósseis foram encontrados no deserto de Chad Djurab (África Central).

Essa fase tem semelhanças com chimpanzés e humanos. Após diversas análises foi possível descobrir que ele era bípede (andava com os dois pés), o que revela que a espécie estava saindo das árvores para caminhar no chão.

3. Ardipithecus Ramidus

Ardipithecus ramidus

Com 4,4 milhões de anos, o Ardipithecus ramidus foi encontrado na Etiópia, próximo a Chade, na África Central.

Também com característica de ser bípede, este morador da floresta tinha ainda o tamanho do cérebro de um chimpanzé e seus caninos eram pequenos.

4. Australopithecus Anamensis

Os fósseis desta espécie são datados em torno de 4 milhões de anos e foram descobertos em 1994 no Norte do Quênia.

A capacidade craniana é desconhecida e sua principal descoberta foi o esmalte grosso em seus dentes, uma das marcas da linhagem humana.

5. Kenyanthropus Platyops

kenyanthropus platyops

Estima-se que tenha vivido há 3,5 milhões de anos. Em 1999, os fósseis desta espécie foram encontrados em um lago chamado Turkana, no Quênia.

De acordo com os estudos, o cérebro media um terço do nosso e era maior do que o do chimpanzé.

Com as decorrentes análises, foi descoberto que ele tinha a mandíbula diferente, que se mostrava adaptada ao novo ambiente.

6. Australopithecus Afarensis

Afarensis

Com 3,4 milhões de anos, esta espécie foi encontrada na Etiópia, nos Camarões e na Tanzânia.

Desta época, talvez o maior achado tenha sido a Lucy, esqueleto encontrado 1974 na Etiópia.

A reconstituição deste esqueleto permitiu apontar as principais características do australopithecus afarensis, que eram:

  • Dentes mais humanos do que as criaturas anteriores;

  • Mandíbula começou a ter a forma parabólica humana;

  • Estabeleceu plenamente a bipedalidade;

  • O cérebro estava no caminho do que somos hoje.

7. Australopithecus Africanus

Australopithecus africanus

Com uma variação de idade entre 2 a 3 milhões de anos, esta espécie foi encontrada na África do Sul.

Similar ao A. afarensis  no tamanho do cérebro, a mandíbula tem uma forma totalmente humana.

8. Paranthropus Boisei

Boisei

Datado com cerca de 2 milhões de anos, este foi um dos primeiros hominídeos que viveram da Europa.

Ele possuía rosto bem peculiar, com uma testa bem pequena e também com dentes grandes e fortes, e por isso é conhecido como “Quebra nozes”;

9. Homo Habilis

Homo Habilis

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O Homo habilis viveu há 1,6 milhões de anos e seus fósseis foram descobertos em 1964 na Tanzânia, na África Oriental.

Ele foi o primeiro representante real dos humanos a andar na Terra, já que possuía a habilidade de usar ferramentas.

Graças a seu cérebro e habilidades, ele conseguiu sobreviver e se adaptar às grandes mudanças climáticas que o planeta vinha passando, dando continuidade ao nosso desenvolvimento.

10. Homo Ergaster

Ergaster

Descoberto na África do Sul,  sua idade é datada em torno de 1,5 milhões de anos.

Acredita-se que o H. Ergaster pode ter sido o primeiro a usar o fogo e utilizar instrumento de pedras.

11. Homo Georgicus

georgicus

Com aproximadamente a mesma idade que o Homo Ergaster, o Homo Georgicus foi descoberto em Dminisi, na Geórgia em 2002.

Media cerca de 1,5m e é considerado importante devido à sua descoberta ocorrer próximo das fronteiras da Ásia, mostrando processo de imigração.

12. Homo Floresiensis

floresiensis

Encontrados na Ilha de Flores na Indonésia, o Homo floresiensis possui 1 milhão de anos.

Sua marca principal era seu tamanho reduzido, que já na fase adulta chegava a medir apenas um metro.

Devido isso, ficaram apelidados de “Hobbits”.

13. Homo Erectus

Erectus

No Quênia, em 1984, foram encontrados fósseis com aproximadamente 1 milhão de anos que trouxeram uma das mais desenvolvidas formas de vida na evolução do homem.

Essa espécie possui um cérebro duas vezes maior do que o de um chimpanzé. Foi a partir dela que se deu início ao convívio social, pois eles acabaram se juntando em grupos para sobreviver.

14. Homo Heidelbergensis

heidelbergensis

Com traços humanos bem claros, essa espécie viveu cerca de 500 mil anos atrás.

Um dos principais pontos do Homo Heidelbergensis é o cultivo da fé. Vários cemitérios foram encontrados, demonstrando que possuíam alguma crença religiosa.

Outro de seus feitos foi a capacidade de construir abrigos grandes para sua proteção.

Acredita-se que foi dessa espécie que realmente se começou a espalhar a vida por outros lugares, pois parte deles migrou para Europa e outra parte ficou na África.

15. Denisovans

Este é um dos mais novos achados da história evolutiva humana.

Anunciada em março 2010, cientistas encontraram o osso do dedo e um molar na caverna Denisova na Sibéria e extraíram seu DNA. Este DNA foi encontrado na etnia dos melanésios, uma região da Oceania.

Seu papel na evolução do homem é muito discutido porque o trabalho ainda está sendo feito.

16. Homo Neanderthalensis

Homo neanderthalensis

Esta espécie foi uma das fases que devido a diversos aspectos não deu certo.

Com cerca de 300 mil anos, ele viveu na Europa, época em que houve uma grande mudança climática, o que basicamente dizimou os neanderthalensis.

Outros motivos do seu desaparecimento é que essa espécie tinha capacidades ruins de caça e suas ferramentas não funcionavam a longa distância

17. Homo Sapiens

sapiens

Chegamos ao ponto em que estamos, mas essa chegada se deu há 200 mil anos.

Seu corpo compacto e cérebro poderoso trouxeram ao homem uma enorme capacidade de se adaptar, utilizar ferramentas e viver socialmente.

Essas características o fizeram contornar os problemas que o ambiente veio causando no decorrer da história.

2018, o ano das grandes mudanças


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Parece aparente que a batalha dos membros do governo das sombras para reter algum tipo de poder na Terra atingiu novos níveis quando eles tentaram destruir o Havaí e o Japão com ataques de mísseis. No entanto, seus dispositivos nucleares foram impedidos de operar de acordo com ordens das Forças da Luz que controla e monitora os eventos dentro e fora da Terra. 

Fonte: https://eraoflight.com/

Certamente, grandes números de pessoas que operam contra os melhores interesses dos povos da Terra foram presos e colocados onde eles não podem mais causar problemas. É um exercício de limpeza que eventualmente tornará os seres das trevas incapazes de interferir com as mudanças que colocaram a Terra em um caminho de Luz, liberdade e abundância. Muito está no lugar pronto para prosseguir uma vez que as ordens forem dadas, e mesmo agora as atividades dos seres das trevas estão sendo reduzidas para diminuir sua capacidade de causar danos e atrasos.

As questões não podem mais se reverter para os eventos como era o mundo antes do marcador de dezembro de 2012, esses tempos já passaram e não pode mais voltar para o que era normal nesse antigo ciclo. Você está bem no novo ciclo e agora tem o apoio total das Forças da Luz, e as coisas continuarão a progredir para o melhoramento de todos.

Externa e aparentemente, o mundo está em grande tumulto, mas como vocês vão começar a perceber, muito do que está sendo feito nos bastidores e mantido em segredo está preparando o caminho para um passo gigante em frente na Nova Era. Sua paciência será bem recompensada, e em pouco tempo você deve ver os primeiros sinais de mudanças de boas-vindas que estão associados ao estabelecimento de uma nação pacífica, que tem o bem-estar das pessoas no coração. Foi planejado com antecedência e em todo o mundo novas invenções aguardam a oportunidade de serem apresentadas e tornadas públicas.

Toda alma que é da Luz está contribuindo para o progresso que está sendo feito, mantendo sentimento positivo e espalhando a Luz e o Amor. É a força mais poderosa do Universo e não pode ser interrompida ou atrasada por mais tempo. Já as vibrações começaram a aumentar visivelmente e, ao fazê-lo, tem o efeito de diminuir o poder das energias negativas.

Há claramente muito disso acontecendo que permanece nos países que foram o centro da guerra, mas com a ajuda de seus amigos ETs, pode ser limpo e substituído por tranquilidade e energias pacíficas. Desde que você passou 2012, tal ajuda agora é cada vez mais permitida, e você ficará surpreso com a rapidez com que mudanças benéficas podem ser trazidas à Terra.

Embora você ainda não veja as muitas mudanças óbvias nas condições de tumulto atuais, tenha certeza de que a ajuda já foi dada, como o fim dos chemtrails. A poluição dos mares e dos oceanos é outro grande desafio, mas primeiro você deve demonstrar sua intenção positiva de tomar uma ação responsável, iniciando sua própria limpeza.

Uma vez iniciado, podemos então ajudá-los a terem novas tecnologias que ultrapassam as que você possui, e isso não levará muito tempo real para restaurar a qualidade e a limpeza das suas águas. A vida marinha e a vegetação retornarão rapidamente nas condições ideais e, a partir daí, espera-se que o homem pare a ação que tenha causado poluição e danos excessivos. A restauração se tornará a ordem do dia tanto no mar como na terra,

A Mãe Terra pode lidar com muito o que precisa ser feito para eventualmente restaurá-la para a sua condição original prístina. No entanto, você poderia dizer que tudo deve começar com você, ao assumir sua responsabilidade pela manutenção da Terra e pelo bem-estar de todas as formas de vida. Certamente, com o passar do tempo, você espera que demonstrar sua intenção de ajudar a restaurar a Terra à sua condição intocada.

Entretanto, o foco em como você visualiza as mudanças terá lugar e quais serão os resultados. Não se preocupe com o tamanho da tarefa, pois você será ajudado, e com boa vontade conseguirá resultados notáveis ​​muito mais rápido do que você agora percebe ou antecipa. Os tempos de necessidade de lutar para alcançar resultados acabaram, a ajuda a você em qualquer mudança que você propor que seja no interesse da Mãe Terra e suas pessoas esta disponível.

Muitas responsabilidades agora estão com aqueles de vocês que são os Trabalhadores da Luz, você poderia dizer que seu tempo passou a usar os talentos e o conhecimento que você tem para elevar as demais pessoas da Terra. As energias antigas ainda têm alguns efeitos, mas estão perdendo lentamente seu poder para parar de continuar o progresso na Nova Era.

O palco está definido e, em toda a Terra, muitas almas estão respondendo ao despertar para usar seu conhecimento e habilidade para começar a criar o “novo”. Se ao menos você tivesse nossa visão panorâmica do que esta acontecendo, você saberia que grandes coisas estão a caminho de se manifestar, o que você esperou por muito tempo.

A paciência tem sido solicitada e é necessária, uma vez que várias mudanças prometidas ainda estão à espera de se manifestar. Vocês, as pessoas da Terra, estão vivendo em um tempo de urdidura intencional de uma nova realidade para mantê-la em estado de necessidade, tendo sido negado o benefício de mudanças que teriam aumentado sua qualidade de vida.

No entanto, você não terá negado o atendimento de suas necessidades e muitas inovações estão prontas para ser introduzidas em breve aviso. Existe tanta disposição que irá superar imediatamente os muitos problemas com os quais você deve lidar diariamente. Com o tempo, sua qualidade de vida irá mudar além do conhecimento atual, e já as antigas restrições estão começando a ser removidas. A humanidade deve ser reestruturada para que haja mais igualdade entre vocês e isso significa uma participação justa e maior divisão da riqueza que é apreciada por uma porcentagem tão pequena das pessoas.

Existem muitas civilizações avançadas que seguem o seu progresso, mas até agora não foram permitidas “interferir” com seu livre arbítrio, mas desde que você passou 2012, o marcador tem mudado. A ajuda para você deve ser permitida dentro de certos limites, conforme as circunstâncias o permitam. As mudanças não serão permitidas para sobrecarregar você e serão alimentadas com sensibilidade em um momento apropriado.

No entanto, as mudanças virão, e nenhuma interferência será tolerada e cada vez que toda a operação será monitorada por aqueles que supervisionam as atividades na Terra. Seu livre arbítrio ainda é primordial, mas mesmo assim não será permitido atrasar ou impedir o que já foi acordado como necessário para o avanço da humanidade.

Eu deixo vocês com amor e bênçãos, e que a Luz melhore seus dias e caminho até a conclusão deste ciclo. Esta mensagem vem através do Eu Superior. No amor e na luz.

Mike Quinsey.

Índia: Máquinas Voadoras descritas em antigos textos


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VIMANAS-2Máquinas Voadoras descritas em velhos e sagrados textos em sânscrito, da antiga Índia

Todo estudioso da cultura védica da antiga Índia conhece o Vaimanika Shastra, uma coleção de esboços cujo núcleo  é atribuído ao sábio Bharatvaj escrita em torno do século 4 a.C.

Os escritos do Vaimanika Shastra foram redescobertos somente em 1875. O texto trata do tamanho e das partes mais importantes das diversas máquinas voadoras da remota antiguidade (antediluviana) da antiga Índia (Bharata) .

Máquinas Voadoras usadas pelos “deuses” são descritas em velhos e sagrados textos em sânscrito, da antiga Índia

Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net

O Professor Dr. Dileep Kumar Kanjilal deu uma palestra brilhante com este título para o Sixth Congress of the Ancient Astronaut Society (Sexto Congresso da Sociedade de Astronautas Antigos) em Munique, em 1979. Kanjilal é professor de sânscrito da Faculdade de Calcutá  e, portanto, um estudioso e um líder do conhecimento em sânscrito.

Mas se seguirmos a história narrada em antigos textos na Índia nos deparamos com duas obras importantes, entre tantas, o Kausitaki e o Satapatha Brahmana, que datam de antes de 500 a.C. e que nos falam sobre as imagens dos deuses.

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Uma ilustração de Rama descendo de sua máquina voadora, uma Vimana

O antigo texto e as ilustrações mostram forçosamente que os deuses eram seres originalmente físicos, corpóreos. Mas então, e esta questão deve ser enfrentada, como é que esses deuses chegaram à terra através da atmosfera planetária?

O Ayurveda diz muito claramente que uma máquina voadora foi usada pelos Asvins (dois gêmeos celestiais). O Vimana é simplesmente sinônimo de máquina voadora nesses antigos textos. Ela ocorre no Yajurveda, no Ramayana, no Mahabharata, no Bhagavata Purana, bem como na literatura clássica indiana.

Vaimanika_ShastraPelo menos 20 passagens do Rig Veda (1.028 hinos dedicados aos deuses) referem-se exclusivamente para o veículo voador dos Asvins. Esta máquina voadora é representada como tendo três andares, triangular e de três rodas. Ela poderia levar pelo menos três passageiros. Segundo a tradição, a máquina era feita de ouro, prata e ferro, e tinha duas asas. Com esta máquina voadora os Asvins salvaram o Rei Bhujyu que estava em perigo no mar.

Todo estudioso conhece o Vaimanika Shaastra, uma coleção de esboços cujo núcleo  é atribuído ao sábio Bharadwaaja escrita em torno do século 4 a.C. Os escritos do Vaimanika Shastra foram redescobertos somente em 1875. O texto trata do tamanho e das partes mais importantes das diversas máquinas voadoras da remota antiguidade (antediluviana) da antiga Índia (Bharata) .

Ali aprendemos como eles eram dirigidos, que precauções especiais se deveria ter em vôos longos, como as máquinas poderiam ser protegidas contra tempestades violentas e relâmpagos, como fazer um pouso forçado e até mesmo como mudar a unidade para a energia solar para fazer o combustível durar ainda mais. Bharadwaaja refere-se a nada menos do que 70 autoridades e a dez especialistas de viagem aérea na antiguidade da Índia !

A descrição dessas máquinas em textos indianos antigos são incrivelmente precisas. A dificuldade que enfrentamos atualmente de compreensão é basicamente a de que os textos mencionam diversos metais e ligas metálicas que não podemos traduzir para o conhecimento presente.

AncientAliens

Nós não sabemos ao que os nossos antepassados ​​estão se referindo por eles. No Samarangana Sutradhara cinco máquinas voadoras foram originalmente construídas para os deuses Brahma, Vishnu, Yama, Kuvera e Indra. Mais tarde, houve algumas adições. Quatro tipos principais de Vimanas voadoras são descritas: Rukma, Sundara, Tripura e Sakuna.

As espaçonaves-vimanas Rukmas eram produzidas de forma cônica e pintadas de cor de ouro, enquanto o Sundara eram feitas com formato de foguetes e tinha um brilho prateado. O Tripura era de três andares e o Sakuna se parecia com pássaros (formato em delta?).

Havia 113 subdivisões desses quatro tipos principais de vimanas que diferem apenas em pequenos detalhes. A posição e o funcionamento dos coletores de energia solar são descritos no Vaimanika Shastra.

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Vishnu

Ele diz que oito tubos tiveram de ser feitos de vidro especial para absorção dos raios do sol. Toda uma série de detalhes estão listados, alguns dos quais nós não conseguimos entender ainda.

O Samarangana Sutradhara explica a unidade, os controles e o combustível para a máquina de voar vimana. Ela diz que o mercúrio (n.t. utilizados em espaçonaves UFOs extraterrestres acidentadas recuperadas pelos EUA) e ‘Rasa’ eram utilizados. Infelizmente nós ainda não sabemos o que era “Rasa” .

Dez seções estranhamente tratam com  temas de atualidade como a formação de pilotos, as rotas de voo, as partes individuais de máquinas voadoras, bem como vestuário para pilotos e passageiros, e a comida recomendada para vôos longos.

Havia muito detalhes técnicos: os tipos de metais utilizados, metais de absorção de calor e seu ponto de fusão, as unidades de propulsão e de vários tipos de máquinas voadoras. As informações sobre metais utilizados na construção são de três tipos e nome, somala, soundaalika e mourthwika.

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Esquema de um dispositivo vortex acionado por plasma de mercúrio

Se eles fossem misturados nas proporções corretas, o resultado era a obtenção de 16 tipos de metais de absorção de calor com nomes como ushnambhara, ushnapaa, raajaamlatrit, etc, que não conseguimos traduzir para o Inglês.

Os textos também explicam como limpar metais, os ácidos utilizados, como limão ou maçã a serem utilizados e a mistura correta, os óleos certos para trabalhar e a temperatura correta para eles. Sete tipos de motor são descritos com as funções especiais para que estejam aptos para uso e as altitudes de navegação em que eles funcionam melhor.

O catálogo é abundante sobre dados demonstrando o tamanho das máquinas voadoras, que poderiam ser de vários andares, nem da sua adequabilidade para vários fins.

Este texto é recomendado a todos os que duvidam da existência de máquinas voadoras na antiguidade. O grito sem sentido dos que dizem que não havia tais coisas no passado remoto teria que se calar rapidamente e com vergonha. Teriam sido palco de batalhas aéreas “divinas” os locais em ruínas de Parhaspur ?

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Um “vimana” moderno fotografado em Cerro Gordo, Arizona, EUA, em junho de 2006. No centro é visível um provável sistema de vórtex de plasma de mercúrio.

As ruínas de pirâmides encontradas no centro da Parhaspur lembram as pirâmides maias encontradas nas selvas da América Central   .

Em 1979, um livro escrito por David W. Davenport, um inglês nascido na Índia, foi publicado na Itália. Seu título era 2.000 a.C. Diztruzione Atomica”,  (Destruição Atômica em 2000 a.C.).

Davenport afirmou ter provas de que Mohenjo Daro (sítio arqueológico localizado no vale do Rio Indus, hoje no Paquistão), uma das cidades mais antigas da história da civilização humana, tinha sido destruída por artefato nuclear, a explosão de uma bomba atômica.

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Aratta (Harappa?), o Reino Arborizado, estava localizado no vale de um grande rio sinuoso; numa grande planície, as pessoas cultivavam cereais e pastoreavam o gado. Também se construíram duas cidades (n.t. Hoje as suas ruínas são Mohenjo-Daro e Harapa, no Vale do rio Indus, no atual Paquistão) com tijolos de barro, encheram-nas de celeiros.

{ n.t. Excerto do post: O Livro perdido de Enki – 12ª Tabuleta :

 A Constelação da Virgem foi atribuída a Inanna; no ano oitocentos e sessenta (2.900 a.C.), segundo a conta dos anos da Terra, honrou-se assim a Inanna. Longe, nas terras orientais, além das sete cadeias montanhosas, estava a Terceira Região. Zamush, a Terra das Sessenta Pedras Preciosas, chamou a seu reino das terras altas Inanna.

Aratta (Harappa?), o Reino Arborizado, estava localizado no vale de um grande rio sinuoso; numa grande planície, as pessoas cultivavam cereais e pastoreavam o gado. Também se construíram duas cidades (n.t. Hoje as suas ruínas são Mohenjo-Daro e Harapa, no Vale do rio Indus, no atual Paquistão) com tijolos de barro, encheram-nas de celeiros. 

Como exigia o decreto de Enlil, o Senhor Enki, Senhor da Sabedoria, designou uma nova língua para a Terceira Região, um novo tipo de signos de escritura elaborou para ela, em sua sabedoria, Enki criou para Aratta uma língua de homem até então desconhecida; mas Enki não deu os ME dos reinos civilizados à Terceira Região: Que Inanna compartilhe com a nova região o que obteve para o Unug-ki!, declarou Enki. Excerto do post: O Livro perdido de Enki – 12ª Tabuleta }

David W. Davenport mostra que a região, um local arruinado conhecido como o “local da morte” por arqueólogos não foi formado naturalmente pela decomposição gradual. Originalmente Mohenjo Daro, que tem mais de 5.000 anos de idade, estava em duas ilhas do rio Indus. Dentro de um raio de 1,5 km do centro Davenport demonstra três graus diferentes de devastação que se espalhou a partir do centro para fora.

Um calor enorme desencadeou a destruição total no centro. Milhares de nódulos, batizados de “pedras negras” por arqueólogos, acabaram por ser fragmentos de vasos de barro que tinham se derretido, fundidos pelo calor extremo. A possibilidade de uma erupção vulcânica está excluída, porque não há lava endurecida ou cinzas vulcânicas, nem vulcão em ou perto de Mohenjo Daro. Davenport assumiu que o breve mas intenso calor atingiu mais de 2.000 graus C. Ele fez os vasos de cerâmica derreterem.

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Ele diz ainda que, nos subúrbios de Mohenjo Daro esqueletos de pessoas deitadas no chão, muitas vezes de mãos dadas foram encontrados, como se a vida tivesse sido subitamente tomada por uma catástrofe inesperada. Apesar das possibilidades interdisciplinares, a arqueologia trabalha unicamente por métodos tradicionais em Mohenjo Daro. Eles deveriam usar o antigo, pois ele iria produzir muitos e melhores resultados.

Se as máquinas voadoras e uma explosão nuclear são a causa das ruínas isto é excluídos como fora de questão, não pode haver investigação “científica” pelas equipes ampliadas com físicos, químicos, metalúrgicos, etc.  Como uma cortina de ferro muitas vezes cai em locais que são importantes na história da humanidade, não posso deixar de sentir e pensar que fatos surpreendentes descobertos põe em perigo as formas existentes de pensar.

Uma explosão nuclear acontecida a 5.000 anos atrás não se encaixa no cenário dos acadêmicos e eruditos? A história teria que ser reescrita e a verdade poderia vir à tona

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Astrônomo revela pistas do novo “Planeta Nove”


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planeta_nove_simulaçãoAstro seria 10 vezes mais maciço do que a Terra, com órbita de 15 mil anos. Alinhamento de objetos além de Netuno seria ‘rastro’ trilhado pelo planeta. Uma análise da órbita de objetos na periferia do Sistema Solar, na zona habitada por Plutão, sugere a existência de um planeta grande, do tamanho de Netuno, a uma distância até 200 vezes maior que aquela entre a Terra e o Sol.

Astrônomo vê sinal de existência de novo planeta no Sistema Solar. Astro seria 10 vezes mais maciço do que a Terra, com órbita de 15 mil anos. Alinhamento de objetos além de Netuno seria ‘rastro’ trilhado pelo planeta.

Do G1, em São Paulo – http://g1.globo.com

Não é a primeira vez que um astrônomo propõe a existência de um “Planeta X”, mas desta vez a alegação parte de um cientista altamente prestigiado no meio acadêmico. Michael Brown, do Caltech, foi o primeiro a enxergar Sedna, o planeta-anão cuja descoberta culminou no rebaixamento de Plutão.

planetas-sol

Diagrama mostra os oito planetas no Sistema Solar (Foto: Nasa)

Em artigo científico publicado na edição da revista “The Astronomical Journal”, Brown apresenta os cálculos para sua alegação, realizados com seu colega Konstantin Batygin. Segundo a dupla, a presença de um astro desse porte, com 10 vezes a Astrônomo revela pistas do novo “Planeta Nove”massa da Terra, é a única maneira sensível de explicar o alinhamento de objetos observados no cinturão de Kuiper, a zona de planetas anões e pedregulhos gigantes que orbitam o Sol além de Netuno.

“Posições e planos orbitais dos objetos são confinados a um espaço restrito, e tal agrupamento possui uma probabilidade de apenas 0,007% de ocorrer por acaso”, afirmam os cientistas no trabalho em que defendem a existência do novo astro. “A existência de um planeta assim explica a presença de objetos como Sedna, de grande periélio.”

Busca
Brown já começou a usar o telescópio japonês Subaru, em Mauna Kea, no Havaí – um dos maiores do mundo – para tentar procurar o novo astro na zona orbital onde acredita que ele esteja. Sua órbita completa ao redor do Sol duraria cerca de 15 mil anos.

Por enquanto, esse é o único grande observatório engajado na busca. Astrônomos que comentaram o novo trabalho para revistas internacionais como “Science” e “Nature”, porém, afirmam que as contas apresentadas no artigo são convincentes, e devem desencadear uma busca pelo novo planeta.

“É uma boa sacada, as estatísticas são favoráveis, mas é preciso ter muita cautela. A dupla usou seis objetos apenas e, com esses seis, a margem de confiança das simulações é boa, mas se forem acrescentados os demais objetos conhecidos, as simulações não garantem mais a existência de um novo planeta.

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Novo objeto é identificado como Uo3L91(@plutokiller/Twitter)

Pesa também o fato de o satélite Wise ter procurado pelo tipo de planeta que eles afirmam que existe e não ter encontrado nada”, avalia Cassio Barbosa, astrônomo e colunista do G1.

“Descobrir esse planeta será um desafio para a próxima geração de telescópios, talvez nem mesmo o Subaru consiga ver alguma coisa. Brown tem a obsessão em descobrir um novo planeta. Que isso não o cegue diante das evidências em contrário apontadas pela academia. Mas certamente é a pessoa certa para esse trabalho”, afirma.

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O Ramayana, uma epopeia hindu


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RAMAYANA (O Caminho de Rama), uma epopéia Hindu

Ramayana (devanágari: रामायण, transl. Rāmāyaṇa) é um épico sânscrito atribuído ao poeta Valmiki, parte importante do cânon hindu (smṛti). Ele consiste de 24.000 versos em sete livros, cantos (kāṇḍas) e conta a história de um príncipe, Rama de Ayodhya, cuja esposa Sita é sequestrada pelo demônio Rākshasa, o rei de Lanka, Rāvana.  

Seus versos são escritos numa métrica de trinta e duas sílabas chamada de Anustubh. Como os épicos mais tradicionais, como passou por um longo processo de interpolações e redações, é impossível datá-lo com precisão (a história é pré-dilúvio). O Ramayana teve uma importante influência na poesia sânscrita posterior, principalmente devido ao uso da métrica Sloka 

RAMAYANA (O Caminho de Rama), uma epopéia Hindu

 Mas, como o seu primo épico, o Mahabharata, o Ramayana não é só uma história ordinária. Contém os ensinamentos dos antigos sábios hindus e os apresenta através de alegorias na narrativa e a intercalação do filosófico e o devocional. Os personagens de Rama, Sita, Lakshmana, Bharata, Hanumān e Rāvana (o vilão da obra) foram e são todos fundamentais à consciência cultural da Índia ao longo de sua longa história.

Sobre o autor do Ramayana (o caminho de Rama)

Valmiki Rishi (rishi = sábio) vivia nos Himalayas executando severas austeridades em meditação. Chegou a um ponto em que todo o seu corpo foi envolvido por um formigueiro, mas isso não incomodou o asceta, que, mantinha-se indiferente a esses desconfortos que afligiam seu corpo. Devido à sua austeridade e concentração, ele chamou a atenção dos semi-deuses, que pediram ao semi-deus Indra que o visitasse e descobrisse o propósito de sua meditação, visto que ele já influenciava todo o planeta com sua dedicada meditação.

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Valmiki Rishi em seu ashram representado escrevendo o Ramayana

Indra compareceu à presença de Valmiki. Após trocarem reverências, Indra indagou a Valmiki qual seu propósito em executar austeridades tão severas. Valmiki informou a Indra que desejava obter todo o conhecimento dos Vedas. Indra apontou para ele três montanhas ao longe, depois pegou três punhados de terra do solo e explicou a Valmiki Rishi que as montanhas eram como os Vedas e os punhados de terra eram como o conhecimento obtido até então pelo sábio.

Certamente que é impossível para alguém conhecer todo o conteúdo dos Vedas, mas que Valmiki (com o pouco que aparentemente sabia) já era comparável com a  maioria dos grandes rishis ou sábios. Melhor seria parar de meditar e começar o ensino dos Vedas para o benefício das pessoas em geral, pois ele já tinha suficiente conhecimento obtido em suas três vidas anteriores. Assim Valmiki, em obediência a Indra, desceu os Himalayas e fundou seu ashram (eremitério ou mosteiro), ou ainda, sua academia de ensino aos pés dos Himalayas, onde compartilhava o conhecimento védico com seus alunos, dos quais Bharadwaja era o mais íntimo e se tornaria o mais famoso dentre seus discípulos.

Valmiki Rishi é conhecido como o Adi-kavi (Poeta Primordial), pois foi ele o primeiro a compor toda uma narrativa épica na forma de versos. Como um grande sábio, Valmiki Rishi tinha seu mosteiro próximo ao Rio Tamasa, num local de colinas e florestas verdejantes, não muito distante do Sagrado Ganges, onde vivia, cultivava e ensinava o conhecimento dos Vedas juntamente a seus discípulos. Devido à sua pureza e ascese um dia ele foi visitado também pelo Grande Sábio Narada Muni, que é uma personalidade tão exaltada, que pode viajar por todo o Universo Material, bem como nos infinitos Universos da Esfera Espiritual.

Narada Muni é o Sábio Santo que viaja em todas as esferas da  criação, ensinando e cantando as glórias do Senhor Supremo (Krishna), motivado pela compaixão à todas as entidades viventes e impulsionado pelas ondas sonoras produzidas por seu instrumento musical, a Vina. Após receber dignamente o grande Narada e prestar-lhe as devidas reverências, Valmiki propôs-lhe a seguinte pergunta.

“Meu querido e reverenciado Narada, ó maior entre os sábios, diga-me, por favor, – Quem é aquele que (possivelmente) pode ser pleno de todas as virtudes nesse mundo? Que é possuidor de toda perícia e conhece o que é correto? Que é consciente acerca dos deveres e responsabilidades a serem executados, veraz em seu falar e firme em suas resoluções? Quem é essa pessoa que seja correto em sua conduta, que tenha todo o conhecimento, que seja amigo e amável para com todos os seres vivos, e que, ao mesmo tempo seja poderoso e de aparência extremamente louvável? Que seja cheio de esplendor, e adorado até pelos deuses? Por favor, Eminente Sábio Narada, humildemente eu peço, fale-me dessa pessoa, se é que ela possa existir . . .”

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Narada Muni com sua Vina        

O Grande Sábio Narada Muni, que possui conhecimento sobre Toda a Verdade, e que está além do nascimento e da morte, ao ouvir os apelos de Valmiki Rishi, em grande deleite espiritual falou as seguintes palavras: “Ouça, Ó Melhor entre os Ascetas, considerando seu apelo, eu descreverei com alegria sobre as glórias desse herói. Alegre-se em ouvir de mim, sobre tal Pessoa, dotado de todas essas múltiplas e raras qualidades que você acabou de descrever. . . Existe (sim) um descendente da Dinastia do grande Iksvaku, conhecido por todos pelo nome de Rama.

Ele controla sua mente por completo, é poderoso, radiante e determinado, possui o conhecimento sobre todas as Ciências, é conhecedor dos Vedas e do propósito dos Vedas, é justo, nobre, benevolente e o melhor amigo de todos os seres viventes. Ele mantém todos os universos, é belo, forte e poderoso, é uma réplica (manifestação) de Sri Vishnu; ainda assim, Ele é muito simples e seu sorriso encanta a todos, pois Ele é inigualável e inesquecível, para todos que O conhecem . . .”

E assim, o Grande Sábio Narada Muni, contou ao Sábio Valmiki Rishi sobre a vida e extraordinários feitos de Sri Rama. Depois disso, Narada Muni terminou sua narrativa recebeu as devidas reverências de Valmiki, abençoou-o e desapareceu tão de repente como se fosse o flash de um relâmpago, numa tempestade sobre o mar.

Alguns dias depois, o sábio se dirigia com seus discípulos ao Rio Tamasa, para fazerem suas abluções, orações, meditarem e tomarem seus banhos matinal; descendo pelas margens do rio, foram até uma cachoeira, onde as águas eram límpidas como a mente de um rishi. Lá, Valmiki contemplava a beleza da natureza local quando avistou um casal de pássaros animados no galho de uma frondosa árvore, prestes a copular, em pleno fogo da paixão.  Neste momento, um membro de uma tribo primitiva, lançou sua flecha atingindo em cheio o macho, que caiu ruidosa e mortalmente ferido ao chão.

A fêmea deu um grito de lamento e tristeza ao ver seu parceiro caído, peito dilacerado, dando seu último suspiro. Valmiki estava chocado com a crueldade do caçador, pois as aves estavam felizes, na expectativa de iniciarem uma família. Por isso o Rishi pronunciou as seguintes palavras: “Que você, ó mais baixo dos homens, não tenha paz em sua mente até o final dos tempos. Sua crueldade é tão grande, pois você foi capaz de matar uma das aves, no exato momento em que estavam tomadas pela felicidade e paixão”.

Imediatamente Valmiki, que era um sábio auto-controlado, maravilhou-se de que ele próprio tivesse proferido tais palavras. Então, com o propósito de minimizar uma possível maldição, ele confidenciou aos seus discípulos: “O que eu acabei de falar, é apenas o exemplo de uma estrofe poética, construída segundo a métrica de oito linhas e que pode ser recitada de forma melodiosa, não devendo, portanto, ser entendido como nada, além disso,”.

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Representação de Vishnu e sua consorte Lakshmi, sobre a “serpente” (representação do Universo material) Sehsha

Pouco depois, o Senhor Brahma, o engenheiro criador do Universo, visitou o eremitério do Rishi Valmiki que o recebeu com grande reverência e emoção. Após observar as regras de etiqueta prescritas nas Escrituras para a recepção de grandes personalidades espirituais, Valmiki, abençoado pelo Senhor Brahma, narrou o episódio sobre as aves e de seu receio em ter amaldiçoado um caçador ignorante. O Senhor Brahma sorrindo falou-lhe as seguintes palavras: “Oh jóia entre os eremitas, não mais pense sobre isso. Asseguro-lhe que nada acontecerá àquele caçador.

Que a estrofe que você proferiu, seja utilizada como modelo para que você descreva as glórias do divino Senhor Rama, exatamente como você ouviu do Grande Narada Muni. Eu lhe dou o poder para que toda a gloriosa vida do Senhor Rama seja revelada em sua mente, e que tudo que você escreva seja a mais pura expressão da verdade. E que isso seja para o benefício de toda a humanidade e perpetue a sua glória, ó melhor dos videntes.”

Assim o grande Rishi Valmiki, tomou como o dever de sua vida escrever em forma poética o Ramayana, o grande épico composto em 24.000 slokas (versos), distribuídos em 7 skandas (livros), escrito em Sânskrito, utilizando uma linguagem refinada, de um lirismo dos mais sublimes e que narra a gloriosa e divina presença do Senhor Ramachandra, descrito como a própria encarnação de Sri Vishnu. Valmiki Maharishi (maha = grande, rishi = sábio) estava constantemente ocupado em compor os 24.000 versos que descrevem as glórias do Senhor Ramachandra.

Um excerto do Ramayana:

Havia um rei santo chamado Dasharatha, possuidor de todas as virtudes, descendente de Ikshvaku e que tinha a capital de seu reino na cidade de Ayodhya, ao norte da Índia. Nessa época, Ayodhya era a capital de um reino que se estendia por todo o mundo. Ayodhya experimentava absoluto progresso, seus cidadãos eram felizes e virtuosos e todos no reino (inclusive os animais e plantas) viviam em perfeita harmonia.

Dasharatha tinha três rainhas consortes: Kaushalya, Sumitra e a mais jovem, chamada Kaikeyi. Delas, o rei recebeu quatro filhos, príncipes virtuosos: Rama (herdeiro do trono e filho de Kaushalya), Lakshmana e Satrúghna (gêmeos nascidos de Sumitra) e Bháratta (nascido de Kaikeyi). Todos possuíam conhecimentos e grande sabedoria, tendo sido treinados pelos maiores mestres nas ciências materiais e espirituais.

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Ayodhya

Como estivesse muito idoso, Dasharatha estava desejoso de se aposentar dos afazeres reais e queria passar a administração do reino ao seu filho primogênito, o príncipe Rama. Como pré-requisito para se tornar o príncipe regente, primeiro Ele deveria desposar uma princesa. O Rei Janaka, do reino de Mithila (situado no território de Videha), estava promovendo um encontro real, para a escolha do príncipe que desposaria sua filha, Sitadevi, que era uma jóia entre as mulheres, plena de todas as virtudes espirituais, de rara beleza, inteligência e educação.

Tornar-se-ia seu esposo, aquele que conseguisse equipar um arco com o fio, esticando-o adequadamente e, em seguida, disparar uma flecha. O arco foi presenteado ao Rei Janaka pelo Senhor Shiva e precisava de vários homens fortes apenas para ser carregado. Dobrá-lo, então, e fixar a sua corda, ou fio, era tarefa quase impossível. Entretanto muitos príncipes concorreram, atraídos pelas qualidades e beleza de Sitadevi. A maioria dos candidatos nem conseguiu levantar o arco e os pouquíssimos que conseguiram levantá-lo, não puderam dobrá-lo e equipá-lo com o fio.

 Sri Rama foi o único que levantou o arco, colocou o fio, atirou a flecha e em seguida quebrou-o ao meio, assim como um elefante quebraria um bastão de cana de açúcar.  Todos ficaram maravilhados. Mais ainda, quando Sita aproximou-se do Príncipe Herói, presenteando-O com uma guirlanda de flores, reconhecendo Sua vitória sobre os outros pretendentes e aceitando-O como seu Noivo. Todos puderam perceber a beleza e harmonia que existia entre o casal real.                   

Sitadevi tinha todas as características e marcas transcendentais em seu corpo que completavam as marcas divinas, características de Sri Rama. Os sábios presentes tiveram certeza, de que, mais que uma princesa proveniente de uma destacada linhagem real e perfeitamente adequada a se tornar a consorte de Sri Rama, Ela O completava de tal maneira que era impossível imaginá-LOS separados. Sitadevi era mais que uma princesa real; ela era a própria shakti do Senhor Ramachandra, assim  observaram os diligentes  sábios.

Todos os arranjos para a cerimônia de casamento (vivaha) foram feitos, o que atraiu muitos rishis, semi-deuses (devas), sacerdotes brahmanas, anjos cantores (gandharvas), seres celestiais com suas esposas (apsaras), príncipes (rajs) e reis (maharajs) de todos os lugares. Estavam presentes todos os familiares das duas casas reais e a atmosfera era de júbilo e felicidade transcendentais.

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Sri Ramachandra quebrando o arco na assembléia

O sacrifício de fogo (agni-hotra), executado pelos sacerdotes Brahmanas na cerimônia de casamento, contou com a presença do Semi-deus do fogo pessoalmente, Agnideva, e toda a arena de sacrifício estava decorada com sinais auspiciosos, muitas flores e frutas. Havia uma multitude de cores, aromas e cânticos de mantras. Neste exato momento, o centro de toda a criação foi transferido para Ayodhya, pois o local estava impregnado da mais pura energia espiritual. As cerimônias e festividades duraram vários dias.

Finalmente, passado o período das festividades matrimoniais, os Raghavas (descendentes de Raghu), liderados pelo Rei Dasharatha, ultimaram os preparativos para a cerimônia de coroação de Sri Rama, como Príncipe Regente. Neste momento, Kaikeyi, a esposa mais jovem, aproximou-se do Rei Dasharatha e lembrou-lhe de uma promessa feita pelo Rei, alguns anos antes, quando os príncipes ainda eram crianças.

O Rei Dasharatha, em reconhecimento pela devoção e amor de sua jovem rainha, prometeu-lhe atender qualquer pedido que esta lhe fizesse. Kaikeyi, pediu-lhe que no devido curso do tempo, entronasse seu filho, Bháratta, como príncipe regente. e. mais tarde, quando da morte do Rei, Bháratta seria coroado o Rei de todo o Reino. Tudo isso em detrimento do direito real, conferido por natureza a Sri Rama.

Quando o problema foi levado à corte e todos ficaram sabendo, houve muitos protestos, primeiro do próprio Bháratta, que não concordava em tomar o lugar de seu querido irmão, Rama, e mais veementemente de Lakshmana o qual, inclusive, usou de palavras fortes, para criticar a atitude de sua própria mãe, a Rainha Kaikeyi.

Todos os sacerdotes e ministros do Reino condenaram essa possibilidade. Sri Rama, entretanto, sabedor do caráter reto e justo do Rei Dasharatha, concordou em ceder o trono a seu irmão Bháratta, para preservar a palavra empenhada por seu pai. Sri Rama, assegurou à sua madrasta, a Rainha Kaikeyi, que ficasse certa de que a promessa que seu pai fizera, seria cumprida.

Diante disso, só havia uma possibilidade para o Príncipe Rama e sua esposa Sitadevi: ambos teriam que sair do Reino e viver no exílio. Uma vez que todo o mundo era parte do Reino, Sita e Rama deveriam evitar as áreas urbanas, isto é, para minimizar Sua influência, o Senhor Rama agora teria que viver nas florestas!

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SriRama e Srimati Sitadevi desembarcam de seu “Vimana” Pushpaka representado em formato de Cisne.  

 Toda essa situação causou imenso sofrimento aos habitantes de Ayodhya e deixou o Rei Dasharatha visivelmente abatido, em dor e lamentação. Lakshmana resolveu que não abandonaria seu irmão e deveria ir com Ele, viver no exílio. Todos os habitantes de Ayodhya seguiram, com muito dor, a carruagem que levava os dois irmãos e Sitadevi até as fronteiras da cidade, às margens das imensas florestas. O Príncipe Bháratta a todo momento se recusava a aceitar essa situação.

Chegando próximo às florestas, Rama dispensou a carruagem e pediu que todos retornassem, pois Ele, Sitadevi e Lakshmana seguiriam sozinhos pela floresta, caminhando. À medida que adentravam na floresta, passavam por diferentes ashrams (mosteiros) e eram recepcionados pelos rishis eremitas. Inicialmente, Sri Rama, Sitadevi e Lakshmana foram para a floresta de Chitrakut, onde construíram cabanas feitas de galhos e folhas de palmeiras.

O Rei Dasharatha, devido a grande descontentamento ficou muito triste, e , em conseqüência, partiu desse mundo. Bháratta, então, foi novamente visitar seu irmão, Rama, para persuadi-Lo a voltar a Ayodhya e ser devidamente entronado como o Rei. Não obstante todos os argumentos apresentados pelo seu irmão Bharatta, Sri Rama convenceu-o a voltar e governar Ayodhya, pois isso estabeleceria em definitivo a palavra empenhada por seu pai, que era reconhecido como um Rei santo.

Bharatta, em sinal de humildade e obediência, tocou os pés de Rama, e, coletando a poeira dos pés de seu irmão, colocou-a sobre sua própria cabeça. Depois disso, coletou água de um rio próximo e lavou os pés de Seu irmão. Sri Rama com muita afeição pelo seu irmão mais novo, presenteou-o com suas sandálias feitas de madeira de sândalo (daí vem a origem do nome sandálias) e Bháratta prometeu colocá-las no trono, como sinal de que Rama era o verdadeiro Rei de Ayodhya e de que Ele estaria sempre presente, mesmo representado por suas sandálias.

Após retornar, Bháratta governaria o Reino a partir da cidade de Nandigrama, cerca de 30 quilômetros de Ayodhya, para que todos soubessem que embora ele governasse, Ayodhya e o trono pertenciam a Sri Rama.

Após esse incidente, Rama, Sitadevi e Lakshmana, finalmente estabeleceram residência na floresta de Dandaka onde construíram duas novas cabanas de palhas: uma para Sitadevi e Rama e outra para Lakshmana. Sri Rama escolheu essa floresta por ser um  local de acesso dificílimo, onde eles poderiam ficar totalmente isolados dos cidadãos de Ayodhya e, assim, seu irmão Bháratta poderia governar (por si mesmo) o Reino, livrando-se pouco a pouco de Sua influência.

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  Sri Rama, Sitadevi e Lakshmana, viajando pelas florestas

Coincidiu que nesse período, alguns espíritos malignos (rakshasas), detentores das piores tendências, aterrorizavam os habitantes das florestas: humanos, plantas e animais. Não conseguiam, todavia, se aproximar dos rishis e dos mosteiros, mas causavam terror aos outros habitantes.

Divertiam-se dando gritos tão terríveis, com o único propósito de causarem abortos nas mulheres e fêmeas grávidas.  Apareciam de súbito diante dos idosos (humanos e animais) que morriam do susto causado pela presença assustadora e repugnante desses terríveis demônios rakshasas. Usavam de poderes mágicos para manipularem a mente das criaturas, fazendo com que elas tivessem alucinações e morressem devido a doenças ou se jogassem de precipícios.

Quando viam árvores frondosas e belas, passavam seus excrementos nos caules, de sorte que as árvores perdiam suas flores, seus frutos e secavam, afetadas por terríveis doenças. Poluíam os rios e lagos com suas urinas e causavam grandes distúrbios e devastação ambiental.

Sri Rama, ao tomar conhecimento dessas atrocidades, partiu, juntamente com Lakshmana à procura desses espíritos malignos, matando-os aos milhares. Havia uma feiticeira muito má, chamada Shurpanaka, que chefiava esses demônios. Ela era a feiúra personificada. Tinha uma aparência horrível, hálito de peixe podre e seu corpo exalava um terrível mau-cheiro. Ao ver a força de Sri Rama, ela tomada de curiosidade e desejo (luxúria) sexual, aproximou-se d’Ele, fazendo propostas numa linguagem vulgar, imprópria para a época. O Senhor Rama, que era a própria manifestação da virtude, manteve-se calmo, transcendental a esses insultos.

Sorrindo, Ele falou  de maneira gentil e educada para a feiticeira dizendo: “Ò linda e gentil senhora, qualquer homem sentir-se-ia feliz ao seu lado. Mas eu já sou casado com Esta senhora que está ao meu lado, chamada Sitadevi, Princesa do Reino de Mithila. Não obstante, aqui também está presente meu valoroso irmão, o Príncipe Lakshmana, que ainda não sendo casado, está a procura de uma esposa adequada como só a senhora pode ser”.

Shurpanaka ficou muito alegre, e aceitou Lakshmana como seu futuro esposo. Lakshmana, entretanto, para se livrar da situação, assim falou para a feiticeira: “Ó grande e bela senhora, eu sou o irmão mais novo d’Este valoroso Príncipe de beleza inigualável. Eu nada tenho e sou mantido por Ele. Pois sou apenas como Seu servo, e nada poderia oferecer à uma senhora bela como você. Eu acho que Ele não continuaria ao lado de Sua esposa Sitadevi, caso tivesse a senhora ao Seu lado, pois a sua beleza, certamente faria com que um homem pensasse apenas e tê-la, ó formosa senhora, como única esposa”.

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Em Dandaka, apesar da simplicidade, Sita, Rama e Lakshmana viviam felizes e tranquilos na mais perfeita harmonia.

Nesse momento, Shurpanaka não entendendo a ironia dos dois irmãos, partiu em direção à Sitadevi, disposta a matá-La, pensando em livrar-se d’Essa rival e conquistar o amor de Sri Rama. Lakshmana, porém, tomado por súbita repugnância e em defesa da vida de Sitadevi e do respeito que Rama merecia, usou da espada e cortou o nariz e as orelhas dessa infeliz obsessora. Vendo seu rosto desfigurado pela espada de Lakshmana e, por esse motivo, não conseguindo remediá-lo com seu poder mágico, ela deu um horrível grito e desapareceu.

Shurpanaka era a irmã do poderoso Ravana, o chefe dos demônios, que reinava em Sri Lanka e queria dominar o mundo, através da força e da degradação. Era também seu irmão Kumbhakarna, que estava sempre a dormir e, quando acordava, matava pessoas. Os terríveis demônios Khara e Dushana eram seus irmãos mais jovens. Vibhishana, seu terceiro irmão, entretanto, era uma alma piedosa, cheio de virtude e nada tinha a ver com seus outros quatro irmãos demônios rakshasas  

Ravana tinha uma forma horrível, com dez cabeças e muitos braços, Era muito poderoso, em força física e em poderes mentais. Tão logo soube da aniquilação de milhares de rakshasas (demônios) e da desfiguração de sua malévola irmã, Ravana ( que possuía uma forma horrível de dez cabeças, foi tomado de incrível ira, e com muito ódio prometeu vingança. Enviou seus irmãos Khara e Dushana (juntamente com milhares de demônios) para matarem Rama e Lakshmana. Todos foram imediatamente aniquilados pelos Príncipes irmãos.

Isso apenas aumentou a ira de Ravana. que convocou a ajuda de um demônio chamado Marícha. Este, embora fosse muito mau, aconselhou a Ravana para não se indispor com os dois Príncipes residentes em Dandaka. Ravana não lhe deu ouvidos e ordenou-lhe participar do plano. Ora, Marícha dominava o poder de assumir qualquer forma que quisesse e de emitir qualquer som.

Assim, durante uma manhã, enquanto estavam despreocupados coletando flores e frutos, um lindo cervo dourado apareceu nas imediações das cabanas de palha onde moravam Sitadevi com Seu esposo Rama  e Lakshmana, chamando Sua atenção.

Sita, devido a Sua natural inocência, pediu a Rama que pegasse aquele lindo cervo, pois Ela o queria como animal de estimação. Sitadevi fora criada para ser uma princesa, como filha do Rei Janaka. Estava vivendo uma vida de provações, desprovida de quaisquer dos confortos a que estava habitualmente acostumada. Isso, já era demais para a pobre Sita, pensou Seu esposo, que não media esforços para aliviar os inconvenientes a que Sua amada estava submetida.

Lakshmana desconfiou de que o cervo fosse Maricha disfarçado e comunicou este fato ao Irmão. Rama, entretanto, só pensava em satisfazer sua amada Sitadevi, e não ouviu aos conselhos de Seu irmão mais novo. Enquanto Ramachandra saiu à procura do cervo, no intuito de satisfazer o desejo de Sua amada esposa, Lakshmana, permaneceu alerta, em defesa de Sitadevi. O cervo dourado era muito esperto, e não permitia ser agarrado pelo poderoso Rama. Ora, o cervo não era outro senão Marícha disfarçado, o qual levava Sri Rama  para local cada vez mais distante, para mais dentro da densa floresta.

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Srimati Sitadevi, em Dandaka, ao ver o cervo dourado

Em dado momento, Lakshmana e Sitadevi ouviram gritos de Sri Rama, pedindo por ajuda. Sitadevi ficou muito agitada e pediu a Lakshmana que fosse ao socorro de seu irmão mais velho. Lakshmana, todavia, ficou desconfiado, pois sabia que não era possível que o poderoso Rama pudesse estar correndo algum tipo de perigo e recusou sair de perto de Sua cunhada, pois prometera a Seu irmão não abandoná-la em hipótese alguma.

Sitadevi, devido ao grande medo de perder Seu amado, Rama, usando de palavras fortes, ordenou a Lakshmana que fosse ao socorro do irmão. Admoestou Lakshmana de que Ele estava interessado na morte de Sri Rama, para que Bharatta assumisse o trono. Lakshmana entendia que a confusão mental de Sita era apenas devido ao fato de que Ela não suportava a menor possibilidade de viver sem Rama, o Seu amado consorte.

 Assim, Lakshmana concordou em ir procurar Sri Rama, apenas para acalmar Sitadevi. Pois sabia que nada podia acontecer ao Seu irmão. Tomou seu arco e desenhou um círculo em torno da cabana onde moravam Sita e Rama, pedindo-lhe que por hipótese alguma, cruzasse o círculo para fora ou o apagasse deixando alguém entrar na casa, dizendo-lhe que Ela era protegida do Semi-deus do fogo, Agnideva e que se alguém tentasse cruzar o círculo seria imediatamente reduzido a cinzas. Após partir, Lakshmana entrou na floresta á procura de Sri Rama.

 Assim que Lakshmana partiu, aproximou-se da cabana de Sitadevi um brahmana mendicante de aparência gentil e pacífica. Ele indagou de Sita se Esta poderia dar-lhe algo de comer. O brahmana parecia muito meigo e puro, falando sempre de maneira humilde, com as mãos postas, fato este que induziu Mãe Sitadevi a recebê-lo, e fazer-lhe alguma caridade. Permitindo que o gentil sacerdote entrasse em sua casa (ao apagar o círculo que a protegia),

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Ela apenas agia de acordo com as injunções das Escrituras Sagradas, motivada pela bondade e pureza de Seu coração. Tão logo entrou na cabana de palha, o brahmana de imediato revelou sua real identidade e intenção. Ele era o terrível demônio Ravana, que tinha diante de si a delicada e gentil Sitadevi, a origem de todas as virtudes femininas. A personificação da inocência e da pureza.

Depois de apreciar a beleza de Mãe Sita, Ravana demonstrando desejo e luxúria em se tornar Seu esposo, raptou-A, levando-A em sua aeronave vimana. No caminho, foram interceptados por Jatayu, um poderoso e fiel amigo de Rama, que, para proteger Sitadevi, travou uma heróica e mortal luta com Ravana. Jatayu, lutou bravamente, infligindo golpes certeiros no adversário.

Com muita força e destreza, Jatayu cortava os muitos braços do rakshasa, mas logo em seguida outros braços surgiam, como se fossem serpentes venenosas que, feroz e desesperadamente, emergiam de um formigueiro prontas para atacar o que estivesse pela frente, movidas por dor e loucura. Jatayu, contudo, sentindo o peso da idade,  finalmente caiu, mortalmente ferido pelo cruel Ravana.

Após ferir gravemente o bravo e fiel Jatayu, Ravana, o líder dos demônios, agarrou Sitadevi violentamente pelos braços e levou-A consigo. Todos os seres na floresta de Dandaka sentiram imensa e súbita angústia. Os sábios nos mosteiros ficaram aflitos, as aves e animais ficaram todos nervosos, a brisa parou por completo e o Sol escondeu seu brilho. Maus presságios, caíram sobre Dandaka, quebrando sua paz e harmonia. Toda a Natureza se entristeceu, pois tudo e todos mergulharam na mais densa escuridão .

Sri Rama, exausto pelos truques do cervo dourado, parou por um instante. Sem pensar por alguns segundos em Sita, Ele pôde verificar a verdade sobre o cervo. Descobriu de imediato que este era não outro senão o próprio Maricha disfarçado. Isto foi suficiente para que mudasse de idéia sobre pegar o cervo vivo, sem machucá-lo. Então sacou de Seu arco e flecha e disparou uma flechada certeira, matando Maricha imediatamente, o qual, pouco antes de morrer, revelou sua forma como um horrível demônio e deu um grito muito alto pedindo ajuda, numa voz  parecida com a de Sri Rama. Foi este o pedido de ajuda ouvido por Sitadevi e Lakshmana.

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Ravana rapta Sita e mata Jatayu

Rama pensava em Sitadevi, e do perigo que Ela estava exposta. Pensou no grito dado pelo demônio, imitando Sua voz e de como isso poderia afetar Sua esposa e Seu irmão. No caminho de volta à Sua cabana, Ele encontrou o Seu amigo Jatayu, mortalmente ferido, que contou-Lhe sobre o rapto de Sitadevi pelo rakshasa Ravana. Após narrar o incidente, Jatayu deu um suspiro, seus olhos fixos em Sri Rama e seu semblante feliz, pois tinha diante de si, o Objeto de sua eterna meditação.

Jatayu morreu nos braços do seu amado Rama, e assim foi elevado ao Reino Espiritual, de onde jamais retornaria. Logo após executar as cerimônias de cremação do corpo de Seu fiel e devotado amigo Jatayu, Rama, no caminho de casa, encontrou-se com Seu irmão. Conversaram sobre os acontecimentos e retornaram para o local de suas choupanas, na expectativa de encontrarem Sitadevi.

Durante o percurso, os dois irmãos observavam os sinais não-auspiciosos (de desordem e tristeza) que encontravam na floresta. A apreensão dEles apenas aumentava. Finalmente ao chegarem, o local estava vazio. O círculo feito por Lakshmana estava rompido e Sitadevi lá não estava. Sri Rama em grande lamentação perguntava a Seu irmão “Onde está Sitadevi, a Rainha do território Videha ? Onde está a bela Sita, a origem de todas as virtudes, que segue-Me por todos os lugares, que é Meu próprio pensamento e mais importante que Minha própria vida ? Oh Lakshmana”.

Após ser consolado por Seu irmão mais jovem, os dois Príncipes, filhos de Dasharatha, adentraram na floresta, em busca de Sitadevi. As árvores, os animais, as montanhas e até os insetos davam dicas, sobre a provável direção que Ravana, o líder dos espíritos malévolos, tinha levado a Princesa de Mithila. Em Suas buscas, os dois valentes e virtuosos Príncipes encontravam todo tipo de demônios, ocupados em barrar-Lhes o caminho. À medida que caminhavam, Rama e Lakshmana destruíam esses rakshasas aos milhares.

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Encontraram, então, um ogro de forma monstruosa,  chamado Kabandha que, após ser mortalmente ferido, narrou sua história aos dois irmãos. Kabandha, em uma vida passada, tinha uma forma bela, devido à sua bondade, penitências e caridade aos demais. Era, todavia, brincalhão e irreverente e gostava de assumir uma forma monstruosa para assustar e fazer gozação com as pessoas. Um dia, aproximou-se de um Rishi (com o propósito de assustá-lo), chamado Sthulashira, que era austero e rígido em seus princípios.

O Rishi não ficou assustado com a forma monstruosa de Kabandha, entretanto, não gostou nem um pouco de sua irreverência e castigou-o com a seguinte maldição: “Você vai permanecer por muitos anos nessa forma monstruosa”. Kabandha desculpou-se do Rishi dizendo que era apenas uma brincadeira. O Rishi acedeu, dizendo. “Tudo bem, eu aceito suas desculpas. Então eu o abençôo a que, após muitos anos nessa forma monstruosa, um dia, numa floresta distante, após ser cremado pelo Divino Rama, você assumirá sua forma original, e, mais que isso, retornará ao mundo espiritual”.

Após contar sobre sua vida, Kabandha disse reconhecer em Sri Rama, aquele mesmo Rama que o Rishi havia prometido, em sua bênção. Ao dar seu último suspiro e depois de ter seu monstruoso corpo cremado pelos dois irmãos, Kabandha, surgindo das labaredas do fogo, apareceu em sua forma originalmente bela e refulgente, e aconselhou ao Senhor Ramachandra para procurar Sugríva e ensinou o caminho a chegar até o mesmo, pois ele seria de grande valia, na busca por Sitadevi. Depois disso, Kabandha alcançou a liberação desse mundo. Sugríva era um valoroso e justo Rei, chefe dos hominídeos, gorilas e macacos que viviam próximos ao Lago Pampa, aos pés das Montanhas Rishyamuka.

 Após raptar a bela e casta Sitadevi, Princesa de Mithila e esposa de Rama, Ravana, o poderoso rakshasa, levou-A até seu reino, situado no Sri Lanka. Ao chegar, ele foi recebido por toda a cidade que em festividades comemorava a chegada de seu líder. Todas as ruas e avenidas estavam repletas de demônios rakshasas, exultantes e embriagados por vários tipos de bebidas e substâncias inebriantes.

Depois de ser saudado por seus seguidores nas avenidas de sua capital, Ravana, orgulhoso de ter Sitadevi como seu troféu, dirigiu-se a seu palácio, onde foi recebido pela corte de demônios de toda espécie. Lá, ele tentou conquistar a simpatia de Sitadevi, primeiro oferecendo-Lhe muitos presentes valiosos, como jóias e palácios. Depois falou de si mesmo, se auto-elogiando, tentando convencê-LA de que ele poderia ser um esposo adequado.

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Sigiriya Rock Fortaleza em Sri Lanka, restos do complexo de palácios de Ravana?

Sitadevi, que em nenhum momento sequer parava de pensar em Seu amado Rama, recusou todas as propostas do repugnante Ravana, dizendo-lhe que Ela tinha apenas Seu esposo em pensamentos e dentro de Seu coração. Rama era Sua mente, Sua alegria e Sua vida. Ela era Sua companhia constante e os votos de fidelidade que tinha para com Seu amado esposo, eram o motivo maior de Sua vida.

Ravana ficou muito irado, e disse-lhe: “Você, é muito bela, mas também muito tola. Jamais verá novamente Esse Seu Rama. Eu pessoalmente O matarei. Depois disso, para demonstrar minha compreensão e tolerância, darei um período de doze meses, para que Você, observe Sua viuvez e tire de Sua mente a imagem d’Esse herói, que já estará morto.

 Sitadevi, que também era a personificação da castidade feminina, ocupava-se apenas em permanecer, dia e noite, sentada no bosque de ashokas, sem nada comer, apenas mantendo Sua devoção e amor, dedicados a Sri Rama, em profunda meditação.

Mas eu advirto: caso Você não me aceite como esposo, prometo que entregarei Você a meus queridos amigos, eles cortarão Seu corpo em pedacinhos, e eu terei o maior prazer em comê-los num suntuoso banquete!”. Ravana, então, ordenou a seus subordinados que levassem Sitadevi para o bosque de árvores ashokas que circundava o palácio, pois Sitadevi recusava em aceitar a hospitalidade, o teto, os alimentos, objetos ou qualquer facilidade, proveniente de uma criatura tão baixa e vulgar, como esse demônio Ravana. Sitadevi sequer levantava Seus belos olhos de lótus, para olhar a figura de um ser tão repugnante.

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Dirigindo-se para o Lago Pampa, Rama e Lakshmana cruzaram florestas muito densas, sempre seguindo a direção indicada por Kabandha, que tinha finalmente obtido sua forma original e a liberação desse mundo material de provações e aprendizado. Cruzaram florestas de árvores suntuosas em flores e frutos até chegarem, após vários dias de caminhada, às margens do Lago Pampa. Lá, encontraram o mosteiro (ashram) de uma poderosa, sábia e santa senhora, chamada Sháberi.

O mosteiro era completamente inacessível. Ninguém nele poderia penetrar, sem consentimento interno. Sri Rama e Lakshmana foram recepcionados pela bondosa Sháberi, que os recebeu com devoção e humildade, lavando-Lhes os pés, as mãos, e oferecendo-Lhes todo o tipo de flores e frutos. Após esse encontro, Sháberi atingiu o mais alto grau de perfeição espiritual e os dois irmãos seguiram viagem, rumo à margem oeste do Lago Pampa. Chegaram finalmente à base da Montanha Rishyamuka, território do reino de Sugriva.

Sugriva tinha um irmão chamado Váli, o qual tinha tomado seu reino, e o condenado ao exílio. Vali era de mentalidade demoníaca e tinha acordos com os ogros. Rama e Lakshmana ajudaram Sugriva a derrotar Váli que pereceu na batalha e entronaram Sugriva em seu direito genuíno ao trono, trazendo finalmente a paz aos habitantes de Rishyamuka.

Sugriva e seu amigo Hanuman tornaram-se os mais fiéis e devotados amigos de Rama e Lakshmana. Após ouvirem as desventuras dos Príncipes de Ayodhya, desde o exílio até o rapto de Sitadevi, decidiram ajudar na recuperação da Princesa de Videha, a amada consorte do Senhor Rama. Sugriva sentiu simpatia pelos Príncipes irmãos, pois Eles tinham uma história em muitos aspectos semelhante a sua.

 Gradativamente, a amizade entre Sugriva e Hanuman para com Sri Rama e Lakshmana, cresceu até se transformar em pura devoção. Hanuman era mais que um amigo, era um devoto fiel, tendo Sri Rama como seu amado Senhor. Constantemente meditava em Sita-Rama e Os tinha sempre em sua mente e em seu coração. Hanuman, o maravilhoso e sábio homem-macaco, depois de alguma procura, descobriu o paradeiro de Sitadevi em Sri Lanka. Chegou à cidade, e matou muitos ogros. Ao encontrar Sitadevi no bosque ashoka, deu-Lhe um anel, dado por Sri Rama para ser identificado por Ela como um amigo e aliado confiável.

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Sigiriya Rock Fortaleza em Sri Lanka, restos do complexo de palácios de Ravana?

Hanuman contou-Lhe sobre a chegada iminente de Seu amado esposo, dizendo-Lhe que ficasse confiante pois sua liberdade estava próxima. Hanuman foi então surpreendido por alguns demônios e teve que lutar com eles. Depois de matar algumas dezenas de ogros, Hanuman fugiu do palácio de Ravana e retornou para Rishyamuka. Ao chegar, prestou suas reverências ao Senhor Ramachandra e contou-lhe onde tinha encontrado Sitadevi, que estava bem, apesar de muitos dias sem se alimentar.

 Planos foram urgentemente feitos para a invasão ao Sri Lanka, terra do impiedoso Ravana. Ao chegarem às margens do oceano, ao sul do sub-continente indiano, Sri Rama, ordenou ao Oceano que drenasse suas águas ao nível mais baixo possível. Feito isso, milhares de macacos e hominídeos, começaram a construir uma fabulosa ponte, colocando imensos blocos de pedra sobre o leito do estreito marítimo que separa os dois reinos.

Com a maior brevidade possível, Sri Rama, Lakshmana, Sugríva e Hanuman (ajoelhado), juntamente com os outros macacos, estavam diligentemente empenhados na construção da  ponte que os levaria a  Sri Lanka.

Em seguida o exército de hominídeos e macacos, liderados por Sugriva e Hanuman, em companhia de Sri Rama e Lakshmana, cruzou o estreito que separa Sri Lanka da Índia, invadindo de surpresa a cidade governada pelo maligno Ravana. A batalha foi um evento épico, de proporções inimagináveis. Os macacos liderados por Sugríva e Hanuman, atacaram os ogros aos milhares. Muitos macacos pereceram, mas todos os ogros foram exterminados.  Após a grande batalha, Sri Rama abençoou os macacos e heróis que combateram de Seu lado e haviam perecido em combate.

Como que despertando do sono, todos eles retornaram à vida e não houve lamentação de perdas. Também não havia feridos entre aqueles que combateram ao lado de Sri Rama. Os ogros mortos em combate, ascenderam à planetas celestiais (onde teriam uma chance de regeneração), pois embora houvessem lutado contra Sri Rama, pereceram em Sua Presença, e isto, por si só, era um grande merecimento.

Ravana e outros que pereceram diretamente pelas mãos do Divino Rama, foram imediatamente transferidos à esfera espiritual. Pois, garantem os Vedas, sendo o Senhor transcendental às dualidades materiais, não há qualquer diferença entre Sua Ira, Seu Amor, Compaixão etc. Seu toque imediato é suficiente para aniquilar todas as reações advindas de karma ou maus hábitos. Dessa forma, mesmo sendo um terrível demônio, se alguém for tocado diretamente pelas mãos de Sri Rama, ou morto por ele, alcança a mesma destinação das almas mais perfeitas.

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Imagens da NASA revelam Antiga Ponte entre India & Sri Lanka(antigo Ceilão) Imagens dos E.U.A., Oct 7, 2002 (VNN) – (Cortesia: NASA Digital Image Collection) Imagens feitas do espaço ocupado pela NASA revelam uma misteriosa ponte antiga no Estreito Palk entre a Índia e Sri Lanka. A ponte recentemente descoberta atualmente nomeado como Ponte de Adão é feita de cadeia de baixios, c.18 mi (30 km) de comprimento. A ponte em curvatura é única e a composição da idade revela que é feita pelo homem. As lendas, bem como estudos arqueológicos revelam que os primeiros sinais de habitantes humanos no Sri Lanka datam em torno da era primitiva, a cerca de 1.750.000 anos atrás e a idade da Ponte de Adão também é quase equivalente. Esta informação é um aspecto crucial para uma visão mais ampla da epopeia hindu chamada Ramayana, um épico Hindu que deveria ter ocorrido na idade conhecida como Treta Yuga (mais de 1.700.000 anos atrás).

O Senhor Rama sentiu grande alívio ao resgatar Sua amada Sitadevi. Todos os sábios e rishis, os cidadãos do globo, semi-deuses  e todas as criaturas estavam igualmente aliviados. A Paz e Harmonia estavam restabelecida. Vibhishana, o piedoso irmão de Ravana foi entronado como Rei do Sri Lanka. Todos os cidadãos justos de Sri Lanka, que tinham fugido para as florestas durante o reinado de Ravana, retornaram para suas cidades, felizes por um recomeço promissor.

 Sri Rama, matou Ravana em um único combate, sem qualquer possibilidade para uma vitória do Demônio. Todos os espíritos malignos foram aniquilados do globo inteiro.  Sri Rama recebeu de presente dos semi-deuses um vimana chamado Pushpaka. Juntamente com Srimati Sitadevi, Lakshmana, Hánuman, Sugríva, Vibhishana e outros, Ele voou de volta para Ayodhya, parando antes no mosteiro de Bharadwaja, de onde enviou Hanuman para avisar Seu irmão Bháratta de Sua iminente chegada.

Bháratta e todos os cidadãos de Ayodhya finalmente ficaram felizes com a chegada de seu Rei, Ramachandra. Kaushálya, Sua mãe, e outros membros da família real estavam igualmente felizes. Bháratta pessoalmente fez todos os arranjos para a coroação de Seu irmão como o devido Rei de Ayodhya.

No momento da coroação, diante da assembléia de sábios, rishis, semi-deuses, membros da família, príncipes, reis e convidados, alguns críticos super-zelosos (membros da classe sacerdotal, como sempre) recriminavam Sri Rama por ter aceitado Sitadevi, depois dEla ter ficado algum tempo distante, sozinha à mercê de um demônio. Havia certa dúvida sobre a castidade e intocabilidade de Srimati Sitadevi.

 Esta, diante de todos, sentindo-se ofendida e ultrajada em Sua honra, resolveu entrar nas chamas do fogo de sacrifício (agni-hotra) disposta a abandonar Sua vida, pois não suportaria ver Seu amado Rama ser criticado, diante de Seu próprio infortúnio.

Ao entrar no fogo do sacrifício que estava prestes a iniciar, todos ficaram chocados com a determinação de  Sita, estavam em desespero, o horror estampado em suas faces. Então de súbito, o próprio semi-deus do fogo, Agnideva, saiu das chamas, carregando em seus braços, intocada pelo fogo, a bela e casta Srimati Sitadevi, a Rainha de Mithila e origem de todas as virtudes. Todos ficaram maravilhados de que Sitadevi não tivesse sofrido nada, mesmo estando no meio das chamas de onde o próprio Agnideva, estava emergindo. Certamente que este era um sinal auspicioso, que demonstrava a pureza de Sita.

 Sri Rama abraçou Seu devotado amigo Hanuman, ao enviá-lo para Ayodhya, onde este levaria as boas notícias do resgate de Sitadevi e avisaria a todos da iminente chegada de seu Senhor. Agnideva pessoalmente testemunhou sobre o caráter impoluto de Sita, Sua indubitável castidade e fidelidade a Seu amado Rama, assegurando a todos que Ela, jamais fora realmente tocada por Ravana e contou o seguinte episódio.

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O próprio semi-deus do fogo, Agnideva, saiu das chamas, carregando em seus braços, intocada pelo fogo, Sitadevi, para assombro dos presentes.

 Quando Lakshmana fez o círculo protetor, em volta da cabana de palha e foi a procura do Seu irmão, Rama, Ele invocou Agnideva (com mantras) para supervisionar aquele círculo e queimar qualquer um que o cruzasse. Agnideva, confessou, que fez mais que isso:  Ele retirou Sitadevi daquela cabana e em Seu lugar colocou uma cópia perfeita (shaya), levando Sita para uma esfera superior em companhia de algumas senhoras celestiais. Embora a forma de Sita tenha sido raptada pelo demônio Ravana, e não a Sita verdadeira, esta forma, não obstante, também permaneceu casta e pura, não tendo tido qualquer contato íntimo com o demônio.        

No momento que Sri Rama, em Sri Lanka, se aproximou de Sitadevi, a qual estava sentada no jardim de árvores ashokas, Agnideva resgatou a cópia (shaya), devolvendo a verdadeira Sita ao Senhor Ramachandra frações de segundos antes dEste chegar, concluiu o Semi-deus.

Todos ficaram extremamente felizes (inclusive os críticos sacerdotes), pois no futuro, ninguém poderia lançar a mais tênue dúvida sobre o caráter e pureza da gloriosa Senhora do Território dos Videhas, a filha do Rei Janaka e consorte do inigualável e divino Sri Rama.

 Ayodhya permaneceu por muito tempo sob o Reinado do Senhor Rama. Toda a harmonia espiritual própria desta era auspiciosa (o Treta-yuga) foi completamente experimentada, após um hiato de desarmonia, causado pela tentativa de se estabelecer o caos, nesse período caracterizado por plena ordem material e espiritual. Prevendo essa tentativa de trazer degeneração precoce à Treta-yuga, uma era de absoluta harmonia, o Senhor Rama apareceu, para proteger as pessoas virtuosas e restabelecer os princípios da religiosidade

 Após terminar Suas atividades manifestas neste mundo, o Senhor Sri Ramachandra, tornou-se invisível e retornou para a esfera espiritual eterna, com toda a Sua corte, parafernálias, amigos e amados (energias shaktis) empregadas em Sua gloriosa manifestação na Terra. A encarnação de Rama se deu antes do final do continente de Atlântida, que afundou em meados de 10.986 a.C., portanto a exatos 13 mil anos em 2014!


“O néscio pode associar-se a um sábio toda a sua vida, mas percebe tão pouco da verdade como a colher do gosto da sopa. O homem inteligente pode associar-se a um sábio por um minuto, e perceber tanto da verdade quanto o paladar sabe do sabor da sopa”.   –  Textos Budistas

ÍSIS, a “Virgem” Mãe do Cosmos


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Esta deusa egípcia sob muitos nomes aparece como o princípio feminino divino da fecundidade natural entre todas as religiões do mundo antigo. Ela era conhecida como a deusa com dez mil denominações e foi muito mais tarde metamorfoseada pelo catolicismo da igreja de Roma na Virgem Maria, pois Ísis, embora tenha dado à luz a todos os seres vivos – o principal entre eles sendo o Sol (Ísis é a mãe de todos os sóis,inclusive do SOL CENTRAL…) – ainda permaneceu virgem, de acordo com as lendárias histórias.

ÍSIS (em grego antigo: Ἶσις; original egípcio “Ast, Aset, Auset” ou “Iset”), a Virgem do Mundo

Fonte: http://www.sacred-texts.com/eso/sta/sta10.htm

É especialmente apropriado que um estudo do simbolismo hermético comece com uma discussão dos símbolos e atributos da Ísis de Sais. Esta é a Ísis de (da cidade de ) Sais, famosa pela inscrição escrita sobre ela que aparece na frente de seu templo naquela cidade:

Eu, Ísis, sou tudo o que FOI, É e virá a SER, e a nenhum homem mortal jamais me revelei“.

Plutarco afirma que muitos autores antigos acreditavam (erroneamente) que essa deusa era filha de Hermes (Thoth); outros mantiveram a opinião de que ela era filha de Prometheus. Ambos os semideuses foram conhecidos por sua sabedoria divina. Não é improvável que seu parentesco com eles seja meramente alegórico. Plutarco traduz o nome Isis para significar sabedoria. Godfrey Higgins, em sua Anacalypsis, deriva o nome de Isis do hebraico ישע, Iso e do grego ζωω, para salvar (ou salvadora).

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Algumas “autoridades”, no entanto, por exemplo, Richard Payne Knight (como afirmado em sua obra Symbolical Language of Ancient Art and Mythology – Linguagem Simbólica da Arte Antiga e Mitologia), acreditam que a palavra seja de extração do norte, possivelmente escandinava ou gótica. Nessas línguas, o nome é pronunciado Isa , que significa gelo, ou água em seu significado mais passivo, cristalizado,

Esta deidade egípcia sob muitos nomes aparece como o princípio da fecundidade natural entre quase todas as religiões do mundo antigo. Ela era conhecida como a deusa com dez mil denominações e foi muito mais tarde metamorfoseada pelo catolicismo da igreja de Roma na Virgem Maria, pois Ísis, embora tenha dado à luz a todos os seres vivos – o principal entre eles sendo o Sol (Ísis é a mãe de todos os sóis) – ainda permaneceu virgem, de acordo com as lendárias histórias.

Apuleius no décimo primeiro livro de The Golden Ass atribui à deusa a seguinte declaração sobre seus poderes e atributos: “Eis que *, eu, movida por suas orações, estou presente com você, eu, que sou a natureza, a mãe de todas as coisas, a rainha de todos os elementos, a descendência primordial das eras, a suprema das divindades, a soberana dos espíritos dos mortos, a primeira dos celestiais e a semelhança uniforme dos deuses e das deusas. Eu, que governo pelo meu aceno de cabeça os cumes luminosos dos céus, as brisas salubres do mar e os silenciosos deploráveis dos reinos abaixo, e cuja divindade o orbe inteiro da Terra venera sob uma forma múltipla, por diferentes ritos e uma variedade de denominações. Phrygians primogeniais me chamam de Pessinuntica, a mãe dos deuses, os aborígenes da Attica, Cecropian Minerva; Cipriotas flutuantes, Vênus Papuense; Os Cretens da flecha, Diana Dictynna; Os sicilianos de três línguas, Styger Proserpine; E os eleusinos, a antiga Deusa Ceres.

Alguns também me chamam de Juno, outros por Bellona, outros de Hecate e ainda outros Rhamnusia. E aqueles que são iluminados pelos raios incipientes dessa divindade, o Sol, em outras palavras, quando ele sobe. Os etíopes, os Arii e os egípcios habilidosos na aprendizagem antiga, me adorando por cerimônias perfeitamente apropriadas, me chamam pelo meu verdadeiro nome, a rainha Isis “.

Le Plongeon acredita que o mito egípcio de Isis teve uma base histórica entre os Mayas da América Central, onde esta deusa (ou o PRINCÍPIO FEMININO por ela representado) era conhecida como Rainha Moo. Em Prince Coh, o mesmo autor encontra uma correspondência com Osiris, o marido-irmão de Isis. A teoria de Le Plongeon é que a civilização maia era muito mais antiga do que a do Egito. Após a morte do príncipe Coh, sua viúva, a rainha Moo, fugindo para escapar da ira de seus assassinos, buscou refúgio entre as colônias maia no Egito, onde foi aceita como sua rainha e recebeu o nome de Isis. Enquanto Le Plongeon pode estar certo, a possível rainha histórica afunda em insignificância quando comparada com a Virgem do mundo alegórica e simbólica; e o fato de que ela aparece entre tantas raças e povos diferentes desacredita a teoria de que ela tenha sido (em qualquer momento) uma pessoa histórica (mas podendo se manifestar através de uma mulher que buscasse unir-se a Ela em consciência).

De acordo com Sextus Empírico, a guerra de Tróia foi travada sobre uma estátua da deusa da lua. Para esta lua Helena, e não para uma mulher, os gregos e os troianos lutaram em frente aos portões de Tróia.

Vários autores tentaram provar que Isis, Osiris, Typhon, Nephthys e Aroueris (Thoth ou Mercúrio) eram netos do grande patriarca judeu Noé pelo seu filho Ham. Mas, como a história de Noé e sua arca é uma alegoria cósmica quanto à repovoamento dos planetas no início de cada período mundial, isso só torna muito menos provável que fossem personagens históricos. De acordo com Robert Fludd, o sol tem três propriedades – vida , luz e calor. Estes três vivificam e vitalizam os três mundos – espiritual, intelectual e material. Portanto, é dito ” de uma luz, três luzes “, ou seja, os três primeiros maçons.

Com toda a probabilidade, Osiris representa o terceiro aspecto, ou material, da atividade solar, Que por suas influências benéficas vitaliza e anima a flora e a fauna da terra. Osiris não é o sol, mas o sol simboliza o princípio vital que fecunda a natureza, que os antigos conheciam como Osiris. Seu símbolo, portanto, era um olho aberto, em homenagem ao Grande Olho do universo, o sol. Oposto ao princípio ativo (masculino) e radiante do fogo impregnador, e do movimento havia o princípio passivo (feminino) e receptivo da Natureza.

A ciência moderna provou que formas que variam em magnitude dos sistemas solares aos átomos são compostas de núcleos positivos e radiantes rodeados por corpos negativos que existem nas emanações da vida central. A partir desta alegoria, temos a história de Salomão e suas esposas, pois Salomão é o sol e suas esposas e concubinas são os planetas, as luas, cometas, asteróides e outros corpos receptivos dentro de sua casa – a mansão solar. Isis, representada na Canção de Salomão pela escrava negra de Jerusalém, é simbólica da natureza feminina receptiva e passiva – o princípio aquoso e maternal que cria todas as coisas por si mesmo após a impregnação ter sido alcançada pela fecundidade dos raios do sol, princípio ativo impregnando a Terra e gerando a vida (nota de Thoth.: como um espermatozoide fecundando um óvulo para gerar um corpo humano).

{“Verum sine mendacio, certum et verissimumQuod est inferius est sicut quod est superius, et quod est superius est sicut quod est inferius” (É verdade, sem mentira, certo e muito verdadeiro: O que está embaixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está embaixo).}

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THOTH e o controle do “DRAGÃO”, na mão direita AS TÁBUAS DE ESMERALDA, na mão esquerda o caduceu, símbolo do DNA, dos canais de energias IDA, PINGALA e SUSHUMNA

No mundo antigo, o ano tinha 360 dias. Os cinco dias extras foram reunidos pelo Deus da Inteligência Cósmica para servir como aniversários dos cinco deuses e deusas que são chamados de filhos e filhas de Ham. No primeiro desses dias especiais, nasceu Osiris (princípio masculino, positivo e ativo) e, no quarto dia, nasceu Isis. (princípio feminino, negativo e passivo. O número quatro mostra a relação que esta deusa tem com a terra e seus elementos). Seth, o Demônio egípcio ou o Espírito do Adversário, nasceu no terceiro dia. Seth é muitas vezes simbolizado por um crocodilo; Às vezes seu corpo é uma combinação de crocodilo e porco. Isis significa conhecimento e sabedoria, e de acordo com Plutarco, a palavra Seth significa insolência, rebeldia, orgulho. egotismo, egocentrismo, e o orgulho é o inimigo mortal da compreensão e da verdade. Esta parte da alegoria é revelada.

Depois de Osiris, aqui simbolizado como o sol, tornou-se o Rei do Egito e deu a seu povo a plena vantagem de sua luz intelectual, ele continuou seu caminho através dos céus, visitando os povos de outras nações e convertendo todos com quem ele entrou em contato. Plutarco afirma ainda que os gregos reconheceram em Osiris a mesma pessoa que reverenciaram sob os nomes de Dionysos e Bacchus. Enquanto ele estava longe de seu país, seu irmão, Seth, o Maligno, como Loki (irmão adotivo de Thor, filhos de Odin) da Escandinávia, conspirou contra o Deus Sol para destruí-lo.

Reunindo setenta e duas pessoas como conspiradores companheiros, ele alcançou seu final nefasto de uma maneira muito sutil. Ele tinha uma maravilhosa caixa ornamentada feita justo do tamanho do corpo de Osiris. Ele a trouxe para um salão de banquetes onde os deuses e deusas se banqueteavam juntos. Todos admiravam o belo baú, e Seth prometeu dá-lo a alguém cujo corpo nele coubesse perfeitamente. Um após o outro os deuses presentes se deitaram na caixa, mas sempre com decepção se levantavam até que finalmente Osiris também tentou.


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ISIS, Rainha dos céus.

Da obra Mosaize Historie der Hebreeuwse Kerke:

Diodoro escreve sobre ter visto uma inscrição famosa gravada em uma coluna em Nysa, na distante ARÁBIA, onde Ísis descrevia-se como segue:

“Eu sou Ísis, Rainha deste país (da Arábia). Eu fui instruída por Thoth. Ninguém pode destruir as leis que estabeleci. Eu sou a filha mais velha de Saturno (o Tempo), o mais antigo dos deuses.

“Eu sou a esposa e a irmã de Osiris, o Rei. Eu fui a primeira a ensinar aos mortais o uso do trigo. Eu sou a mãe de Hórus o Rei. Em minha honra foi a a cidade de Bubaste construída. Regozijai-vos, ó Egito, regozijai-vos, terra que me deu nascimento!” (Veja “Moral e Dogma”, de Albert Pike.)


No momento em que ele estava deitado dentro do baú, Seth e seus cúmplices pregaram sua tampa e selaram as rachaduras com chumbo derretido. Eles então lançaram a caixa no Nilo, abaixo do qual flutuava para o mar. Plutarco afirma que a data em que isso ocorreu foi o décimo sétimo dia do mês de Athyr, quando o sol estava na constelação de Escorpião. Isso é muito significativo, pois o Escorpião é o símbolo da traição. A hora em que Osiris entrou no baú teria sido a mesma estação em que Noé entrou na arca para escapar do Dilúvio.

Plutarco declara ainda que os Pans e os Satyrs (os espíritos da Natureza e elementais) descobriram pela primeira vez que Osiris havia sido assassinado. Estes levantaram imediatamente um alarme, e desse incidente se originou a palavra pânico, que significa susto ou espanto das multidões. Isis, depois de receber a notícia do assassinato de seu marido, que ela aprendeu com algumas crianças que haviam visto os assassinos sair com a caixa, vestiu-se de luto e começou a procurá-lo.

Finalmente Isis descobriu que o baú flutuava perto da costa de Byblos (na costa do atual Líbano, no Mar Mediterrâneo, bem longe do delta do rio Nilo). Lá tinha se alojado nos ramos de uma árvore, que em um curto espaço de tempo cresceu milagrosamente ao redor da caixa. Isso causou espanto ao rei daquele país, tanto que ele ordenou que a árvore fosse cortada e um pilar feito de seu baú para sustentar o telhado de seu palácio.

ÍSIS ressuscitando Osíris

ÍSIS ressuscitando Osíris

Ísis, visitando Byblos, recuperou o corpo de seu marido, mas que novamente foi roubado por Seth, que cortou o corpo de Osíris em catorze partes, que ele espalhou por toda a terra. Ísis, em desespero, começou procurar, encontrar e reunir os restos cortados de seu marido, mas encontrou apenas treze peças. A décima quarta parte (o falo) não encontrada ela reproduziu em ouro, pois o original havia caído no rio Nilo e tinha sido comido por um peixe.

Seth foi mais tarde morto em batalha pelo filho de Osiris e Ísis, Hórus. Alguns egípcios acreditavam que as almas dos deuses eram levadas para o céu, onde brilhavam como estrelas. Supunha-se que a alma de Ísis brilhasse na Estrela da constelação de Canis Major (Cão Maior), chamada de Sírius(a estrela mais brilhante do céu da Terra), enquanto Seth se tornou a constelação do Urso. No entanto, é duvidoso que essa ideia tenha sido geralmente aceita. Osíris é considerado como a constelação do caçador, Órion.

Entre os egípcios, Ísis é muitas vezes representada com um tocado que consiste na cadeira do trono vazio de seu marido assassinado, Osiris, e essa estrutura peculiar foi aceita durante certas dinastias como seu hieróglifo. Os tocados dos egípcios têm grande importância simbólica ocultista e emblemática, pois representam os corpos áuricos das inteligências sobre-humanas, e são usados da mesma forma que os nimbus, halo e aurele que são usados na arte religiosa católica. Frank C. Higgins, um conhecido simbolista maçônico, observou com astúcia que as lâminas ornamentadas de certos deuses e faraós estão inclinadas para trás no mesmo ângulo que o eixo da Terra.

As vestes, as insígnias, as jóias e os ornamentos dos hierofantes antigos simbolizavam as energias espirituais que irradiavam do seu corpo de luz através do corpo humano. A ciência moderna está redescobrindo alguns dos segredos perdidos da filosofia hermética. Uma delas é a capacidade de avaliar o desenvolvimento mental, as qualidades da alma e a saúde física de um indivíduo das flâmulas de força elétrica semi-visível que derramam da superfície da pele de todo ser humano em todos os momentos durante sua vida. (Para detalhes sobre um processo científico para tornar visíveis as emanações áuricas, veja The Human Atmosphere por Dr. Walter J. Kilner.)

Ísis às vezes é simbolizada pela cabeça de uma vaca; ocasionalmente, todo o animal é o símbolo dela. Os primeiros deuses dos escandinavos foram lambidos de blocos de gelo pela Mãe Vaca (Audhumla), que simbolizava o princípio do nutrimento natural e a fecundidade devido ao seu leite. Ocasionalmente, Ísis é representada como um pássaro. Ela costuma carregar em uma mão a cruz ansata (Anhk), o símbolo da vida eterna e, na outra, o cetro florido, simbólico de sua autoridade.

A Constelação de Cão Maior e sua principal estrela, a mais brilhante nos céus da Terra, SÍRIUS, que fica distante 8,57 anos luz de nosso sistema solar.

O deus egípcio Thoth, mais tarde o grego Hermes Trismegistus (e mais tarde ainda, Mercúrio, em Roma), o criador da civilização egípcia e também o fundador da escola de sabedoria do Egíto, o sábio do mundo (muito) antigo, insinou aos hierofantes e filósofos da antiguidade os segredos preservados até hoje em mitos, rituais, símbolos e lendas. Essas alegorias e figuras emblemáticas escondem a formulação secreta para a regeneração espiritual, mental, moral e física comumente conhecida como a Química Mística da Alma (alquimia). Essas verdades sublimes eram comunicadas aos poucos iniciados das Escolas do Mistério, mas eram escondidas do profano, da massa ignorante presa na satisfação de suas necessidades meramente materiais (o pessoal do PÃO e CIRCO). O último, incapaz de entender os princípios filosóficos abstratos, adorava os ídolos esculpidos dos deuses em qualquer material concreto que eram emblemáticos dessas verdades secretas, sem nunca entende-las.

A sabedoria e o sigilo do sagrado no Egito também estão resumidos na Esfinge, que preservou seu segredo dos buscadores de mais de mil gerações. Os mistérios do Hermetismo, as grandes verdades espirituais escondidas prudentemente do mundo pela ignorância das massas e as chaves das doutrinas secretas dos antigos hierofantes são todas simbolizadas pela Ísis Virgem. Velada da cabeça aos pés, ela revela sua sabedoria apenas aos poucos iniciados testados pela sabedoria que ganharam o direito de entrar em sua presença sagrada, e levantar da figura velada da Natureza seu manto de obscuridade e enfrentar (compreender) a Realidade Divina (do feminino sagrado).

{“Por trás do véu de caos existe ainda outro e outro desse tipo. Seja sincero, não lisonjeie e nem amaldiçoe  falsamente o divino, e posso, então, garantir-lhes que uma vez na vida lhes será oferecida uma oportunidade de saber tudo o que existe para saber e, assim, trazer a vocês a paz espiritual. Se vocês estiverem desconfortáveis dentro da vestimenta (O CORPO HUMANO DE BARROde peregrinação (como a maior parte dos de sua raça), tenham paciência e esperem, pois foi profetizado: os grandes mistérios serão revelados a todos no dia em que o sumo sacerdote de Ra chegar ao meio-dia e gritar: “Venham todos, aprendam e conheçam, pois “ÍSIS está sem VÉU“.  Eu Sou Benagabra de Delment}

As explicações nestas páginas dos símbolos peculiares da Ísis Virgem são baseadas (a menos que seja indicado de outra forma) em seleções de uma tradução livre do quarto livro de Bibliotèque des Philosophes Hermétiques, intitulado “The Hermetical Signification of the Symbols and Attributes of Isis”, com interpolações pelo compilador para amplificar e esclarecer o texto.

As estátuas de Ísis eram decoradas com o sol, a lua e as estrelas, e muitos emblemas pertencentes à mãe Terra, sobre os quais se acreditava que Ísis governava (como o espírito guardião da natureza que personificava). Várias imagens da deusa foram encontradas em que as marcas de sua dignidade e posição ainda estavam intactas. De acordo com os filósofos antigos, ela personificou a Natureza (cósmica) Universal, a mãe de todas as produções (a criadora, a mãe de todos os SÓIS). A deidade era geralmente representada como uma mulher parcialmente nua, muitas vezes grávida, às vezes coberta vagamente com uma peça de cor verde ou preta, ou de quatro tons diferentes entremeados: preto, branco, amarelo e vermelho.

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ÍSIS a mãe CÓSMICA de todos os sóis….

Mas o que mais me deslumbrava excessivamente, era uma túnica muito negra, fulgida com um esplendor escuro, e que, espalhando-se e passando por seu lado direito, e subindo para o ombro esquerdo, subia protuberante como o centro de um escudo, A parte pendente da túnica caindo em muitas dobras, e tendo pequenos nós de franja, fluindo graciosamente nas extremidades. Estrelas brilhantes foram dispersas através da borda bordada da túnica e através de toda a sua superfície: e a lua cheia, brilhando no meio das estrelas, soprava labaredas flamejantes. No entanto, uma coroa, inteiramente composta de flores e frutos de todo tipo, aderia com conexão indivisível ao limite dessa túnica conspícua, em todos os seus movimentos ondulantes.

O que ela carregava em suas mãos também consistia em coisas de natureza muito diferente. Por sua mão direita, de fato, carregava um chocalho de bronze através da lâmina estreita dobrada como um cinto, com algumas hastes que passavam, produzia um som triplo acentuado, através do movimento vibratório de seu braço. Um vaso oblongo, na forma de um barco, pendia de sua mão esquerda, na alça da qual, naquela parte em que era conspícua, uma bela serpente áspide erguia a cabeça ereta e o pescoço em grande parte intumescido. E os calçados tecidos das folhas da palmeira vitoriosa cobriam seus pés imortais.

A cor verde alude à vegetação que cobre a face da terra e, portanto, representa a túnica da natureza. O negro representa a morte e a corrupção da matéria como sendo o caminho para uma nova vida e uma nova geração. [“Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. João 3:3] O branco, o amarelo e o vermelho significam as três principais cores da medicina universal alquímica, hermética, depois que o negrume da sua putrefação acabou.

Os antigos davam o nome de Ísis a um dos seus medicamentos ocultos; portanto, a descrição aqui dada relaciona-se um pouco com a química. Sua cobertura negra também significa que a lua, ou a umidade lunar – o mercúrio universal e a substância operativa da Natureza na terminologia alquímica – não tem luz própria, mas recebe sua luz, seu fogo e sua força vitalizante do sol. Ísis era a imagem ou representante das Grandes Obras dos sábios: a Pedra Filosofal, o Elixir da Vida e a Medicina Universal.

Uma serpente entrelaçada entre as folhas de azeitona em sua cabeça, devorando sua própria cauda, denota que a unctuosidade aurífera estava suja com o veneno da corrupção terrestre que o cercou e deve ser mortificado e purificado por sete circulações planetárias ou purificações chamadas águias voadoras (terminologia alquímica) Para torná-lo medicinal para a restauração da saúde. (Aqui as emanações do sol são reconhecidas como um remédio para a cura de doenças humanas.) As sete circulações planetárias são representadas pelas circunvoluções da loja maçônica; pela marcha dos sacerdotes judeus sete vezes ao redor dos muros de Jericó e dos sacerdotes maometanos sete vezes ao redor da Kaabba, o cubo negro em Meca. Da coroa de ouro se projetam três cornucópias de abundância, significando a plenitude dos dons da Natureza procedentes de uma raiz que tem sua origem nos céus (a cabeça de Ísis).


O SISTRUM.

O SISTRUM.

Para aquela parte do universo que está sujeita à geração e a corrupção ela está contida na esfera da Lua; e quaisquer movimentos ou mudanças podem acontecer nela, são todos efetuados pelas diferentes combinações dos quatro elementos primários, fogo, terra, água e ar (todos originados do invisível Aether) – além disso, na parte superior da superfície convexa do sistrum estão esculpidas as efígies De um gato com um rosto humano, como na parte inferior dele, sob aquelas cordas móveis, está gravada de um lado o rosto de Ísis e, por outro, o de Nephthys – pelos rostos representando simbolicamente geração e corrupção (Que, como já foi observado, não é senão o movimento e a transmutação dos quatro elementos uns nos outros), ” (De Plutarch’s Isis e Osiris .)


Outros hieróglifos vistos em conexão com Isis não são menos curiosos do que aqueles já descritos, mas é impossível enumerar tudo, pois muitos símbolos foram usados indistintamente pelos hermetistas egípcios. A deusa geralmente usava na cabeça um chapéu feito de galhos de ciprestes, para significar o luto pelo marido (Osíris) morto e também pela morte física que ela fazia passar cada criatura para receber uma nova vida na posteridade ou uma ressurreição periódica. A cabeça de Isis às vezes é ornamentada com uma coroa de ouro ou uma guirlanda de folhas de oliveira, como marcas visíveis de sua soberania como rainha do mundo e mãe de todo o universo. A coroa de ouro significa também a suntuosidade ou a gordura sulfúrgica dos fogos solares e vitais que ela dispensa a cada indivíduo por uma circulação contínua dos elementos, esta circulação é simbolizada pelo chocalho musical que ela carrega em sua mão. Este sistrum é também o símbolo da pureza.

Nesta figura, os naturalistas pagãos representam todos os poderes vitais dos três reinos e famílias de natureza sublunar – mineral, vegetal e animal (homem considerado como um animal). Em um de seus ouvidos estava a lua e no outro o sol, para indicar que estes dois eram os agentes ativo e passivo, ou os princípios pai e mãe de todos os objetos naturais; e que Isis, ela própria a Natureza, faz uso desses dois luminares para comunicar seus poderes a todo os reinos, o mineral, vegetal, animal e humano. Na parte de trás do seu pescoço estavam os personagens dos planetas e os simbolos do zodíaco que ajudavam os planetas em suas funções. Isto significava que as influências celestiais dirigiam os destinos dos princípios e fecundidade de todas as coisas, porque eram os governadores de todos os corpos subliminares,

Isis segura na mão direita um pequeno veleiro com o fuso de uma roda giratória para o seu mastro. Do topo do mastro projeta uma jarra de água, seu punho em forma de serpente inchada com veneno. Isso indica que Isis dirige o castigo da vida, cheio de problemas e misérias, no oceano tempestuoso do tempo. O fuso simboliza o fato de ela girar e cortar o fio da vida. Estes emblemas significam ainda que Isis abunda em umidade, através da qual ela nutre todos os corpos naturais, preservando-os do calor do sol, humidificando-os com umidade nutritiva da atmosfera. A umidade suporta a vegetação, mas essa umidade sutil (o éter vital) é sempre mais ou menos infectada por algum veneno que decorre da corrupção ou decaimento. Deve ser purificado ao ser posto em contato com o fogo de limpeza invisível da natureza.

A serpente muda sua pele anualmente e, assim, renovada (simbólica da ressurreição da vida espiritual a partir da natureza material). Essa renovação da Terra ocorre a cada inverno e primavera, quando o espírito vivificante do sol retorna aos países do Hemisfério Norte,

A Virgem simbólica carrega em sua mão esquerda um sistrum e um prato ou um quadrado de metal, que quando atingido dá a nota-chave da Natureza (Fa); Às vezes também um ramo de oliveira, para indicar a harmonia que ela preserva entre as coisas naturais com seu poder de regeneração. Pelo processo de morte e corrupção ela dá vida a todas as criaturas de diversas formas através de períodos de mudança perpétua. O címbalo é feito em quadrado em vez da forma triangular usual para simbolizar que todas as coisas são transmutadas e regeneradas de acordo com a harmonia dos quatro elementos.

O Dr. Sigismund Bacstrom acreditava que, se um médico pudesse estabelecer harmonia entre os elementos da terra, do fogo, do ar e da água, e uni-los em uma pedra (a Pedra Filosofal) simbolizada pela estrela de seis pontas ou dois triângulos entrelaçados, ele faria Possuir o meio de curar todas as doenças. O Dr. Bacstrom afirmou ainda que não havia dúvida em sua mente de que o fogo universal (omnipresente) da Natureza Universal “produz tudo e é tudo em tudo”. Por atração, repulsão, movimento, calor, sublimação, evaporação, exsudação, inspiração, coagulação e fixação, o Fogo Universal (o Espírito, a causa) manipula a matéria (efeito) e se manifesta ao longo da criação universal. Qualquer indivíduo que possa entender esses princípios e adaptá-los aos três departamentos da Natureza se torna um verdadeiro filósofo.

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Do peito direito de Isis, projetava um cacho de uvas e do esquerdo uma espiga de milho ou um feixe de trigo de cor dourada. Estes indicam que a Natureza é a fonte de nutrição para a vida mineral, vegetal, animal e humana, alimentando tudo de si mesma. A cor dourada no trigo (milho) indica que na luz solar ou no ouro espiritual está escondido o primeiro germe que fecunda toda a vida.

No cinto que circunda a parte superior do corpo da estátua aparecem uma série de emblemas misteriosos. O cinto é unido na frente por quatro placas de ouro (os elementos), colocados na forma de um quadrado. Isto significava que Isis, ou Natureza, a primeira questão (terminologia alquímica), era a essência dos quatro elementos (vida, luz, calor e força), que a quintessência gerava todas as coisas. Numerosas estrelas são representadas neste cinto, indicando assim sua influência na escuridão, bem como a influência do sol na geração da luz material. Isis é a Virgem imortalizada na constelação de Virgem, onde a Mãe do Mundo é colocada com a serpente sob seus pés e uma coroa de estrelas em sua cabeça. Em seus braços, ela carrega um feixe de grãos e às vezes o jovem Deus do Sol.

A estátua de Ísis era colocada em um pedestal de pedra escura, ornamentada com cabeças de carneiros. Os pés dela pisavam uma série de répteis venenosos. Isso indica que a Natureza tem poder para libertar a acidez ou o sal de todos os corrosivos e superar todas as impurezas da corrupção terrestre que aderem aos corpos. As cabeças dos carneiros indicam que o tempo mais auspicioso para a geração de vida é durante o período em que o sol passa pelo signo de Áries (o começo da primavera no hemisfério norte). As serpentes sob seus pés indicam que a Natureza está inclinada a preservar a vida e curar doenças, expulsando impurezas e corrupção e a necessidade de se ter autodomínio em relação ao animal no ser humano. Nesse sentido, os axiomas conhecidos pelos antigos filósofos são verificados; nomeadamente:

“A natureza contém a natureza, a natureza se alegra em sua própria natureza, a natureza supera a natureza; a natureza não pode ser alterada, a não ser em sua própria natureza”.

[o parágrafo continua] Portanto, ao contemplar a estátua de Isis, não devemos perder de vista o sentido oculto de suas alegorias; de outra forma, a Virgem continuará a ser um enigma inexplicável.

De um anel dourado no braço esquerdo, desce uma linha, ao fim da qual é suspensa uma caixa profunda cheia de carvões e incenso flamejantes. Isis, ou a Natureza personificada, traz consigo o fogo sagrado, religiosamente sendo preservado queimando em um templo especial pelas sacerdotisas virgens vestais. Este fogo é a chama genuína e imortal da Natureza – etérea, essencial, o criador da vida. O óleo inconsumível; o bálsamo da vida, muito louvado pelo sábio e muitas vezes referido nas Escrituras, é frequentemente simbolizado como o combustível dessa chama imortal. Do braço direito da figura também desce um fio, ao fim do qual é fixado um par de escalas, para denotar a exatidão da Natureza em seus pesos e medidas. Ísis é muitas vezes representada como o símbolo da justiça, porque a Natureza é eternamente consistente.


isis-madona-horusDe Lenoir’s La Franche-Maconnerie .

Isis é mostrado com seu filho Hórus em seus braços. Ela é coroada com a esfera lunar, ornamentada com os chifres de um touro. Hórus como ele é conhecido, era filho de Isis e Osiris. Ele era o deus do tempo (do ano), das horas, dos dias e da extensão da vida reconhecida como existência mortal. Com toda a probabilidade, os quatro filhos de Hórus representam os quatro reinos da natureza. Foi Hórus que finalmente vingou o assassinato de seu pai, Osiris, matando Seth, seu tio e símbolo do Mal.


A Virgem Mundial às vezes é mostrada em pé entre dois grandes pilares – o Jachin (princípio ativo, masculino, polaridade positiva) e Boaz (princípio passivo, feminino, polaridade negativa) do Templo de Salomão – que simbolizam o fato de a Natureza criar e atingir a produtividade por meio da união das polaridades. Como a sabedoria (sophia) personificada, Isis está entre os pilares dos opostos, demonstrando que a compreensão sempre é encontrada no ponto de equilíbrio e que a verdade é muitas vezes crucificada entre os “dois ladrões” de aparente contradição.

O brilho de ouro em seus cabelos escuros indica que, enquanto ela é lunar, seu poder é devido aos raios do sol, de onde ela assegura sua pele corada. Como a lua é vestida na luz refletida do sol, Isis, como a virgem do Apocalipse, está vestida com a glória da luminosidade solar. Apuleius afirma que enquanto ele estava dormindo, viu a venerável deusa Isis saindo do oceano. Os antigos perceberam que as formas primárias de vida saíram da água (pela ordem, decrescente, do mais espiritual para o material: Aether, fogo, ar, água e finalmente terra…), e a ciência moderna concorda com essa visão. HG Wells, em seu Esboço da História, descrevendo a vida primitiva na terra, afirma: “Mas, embora o oceano e a água intermareal já estufassem com a vida, a terra acima da linha da maré alta ainda era, até onde podemos adivinhar, uma região selvagem das pedras sem vestígios de vida”.

No próximo capítulo, ele acrescenta: “Onde quer que a linha de terra corresse, havia vida, e a vida continuava por dentro e com a água como sua casa, seu meio e sua necessidade fundamental”. Os antigos acreditavam que os espermas universais procedessem de vapor quente, úmido mas ardente. A Ísis velada, cujas próprias revestimentos representam o vapor, é simbólica dessa umidade, que é o veículo ou o veículo para a vida espermática do sol, representada por uma criança em seus braços. Porque o sol, a lua e as estrelas(outros sóis, mais distantes) no cenário parecem afundar no mar e também porque a água recebe seus raios em si mesma, acreditava-se que o mar era o caldo de cultivo para o esperma dos seres vivos. Este esperma é gerado a partir da combinação das influências dos corpos celestes; Portanto, Isis às vezes é representada como grávida.

Freqüentemente, a estátua de Ísis era acompanhada pela figura de um grande touro preto e branco. O touro representa Osiris como princípio ativo, fecundador, o touro do zodíaco, ou Apis, um animal sagrado para Osiris por causa de suas simbologia do mundo material, o corpo físico. Daí a presença do animal era um lembrete dos trabalhos pacientemente realizados pela Natureza para que todas as criaturas pudessem ser criadas e ter saúde. Harpócrates, o deus do Silêncio, colocando os dedos na boca, muitas vezes acompanha a estátua de Ísis. Ele adverte a todos para manter os segredos do sábio daqueles incapazes de conhecê-los.

Os druidas da Grã-Bretanha e da Gália tinham um profundo conhecimento sobre os mistérios (do feminino) de Ísis e adoravam-na sob o símbolo da lua. Godfrey Higgins considera um erro considerar Ísis como sinônimo da lua. A lua foi escolhida para Isis por causa de seu domínio sobre a água. Os druidas consideravam o sol ser o pai e a lua a mãe de todas as coisas. Por meio desses símbolos, eles adoravam a Natureza Universal.

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A figura de Isis às vezes é usada para representar as artes ocultas e mágicas, como necromancia, invocação, feitiçaria e taumaturgia. Em um dos muitos mitos a respeito dela, Ísis disse ter conjurado o deus das eternidades, Ra, para lhe contar seu nome secreto e sagrado, o que ele fez. Este nome é equivalente à palavra perdida da maçonaria. Por meio desta palavra, um mágico poderia exigir a obediência das divindades invisíveis e inferiores. Os sacerdotes de Ísis tornaram-se adeptos no uso das forças criativas (elementais) invisíveis da natureza. Eles entenderam o hipnotismo, o mesmerismo e outras práticas similares antes do mundo moderno sonhar com a sua possibilidade. Plutarco descreve os requisitos de um seguidor de Ísis desta maneira:

“Pois, não é o comprimento da barba, ou a textura das vestes que faz um filósofo, um hierofante, assim nem as aparas freqüentes, nem o mero vestido [de] uma roupa de linho que constitui um devoto(a) de Ísis (do feminino), mas ele(a) sozinho é um verdadeiro servo ou seguidor desta deusa, que, depois de ter ouvido e feito familiaridade com a história das ações desses deuses, busca no oculto as verdades que ela escondeu debaixo deles e examina a todo segundo os ditames da razão e da filosofia”.

Durante a Idade Média, os trovadores da Europa preservaram, em segredo, nas suas canções as lendas desta deusa egípcia. Eles compuseram sonetos para a mulher mais “bonita” de todo o mundo. Embora poucos tenham descoberto sua identidade, ela era Sophia, a Virgem da Sabedoria, a quem todos os hierofantes do mundo cortejaram. Ísis representa o mistério da geração do feminino, da maternidade, que os antigos reconheceram como a prova mais aparente da sabedoria onisciente da natureza e do poder de deus que ofuscava. Para o buscador moderno ela é o epítome do Grande Desconhecido, e somente aqueles que descobrem seus mistérios e sabedoria serão capazes de resolver os mistérios da vida, da morte, da geração e da regeneração.

A MUMIFICAÇÃO NO EGÍTO

Servius, comentando sobre o A Eneida de Virgílio, observa que “os sábios egípcios cuidavam de embalsamar os corpos de seus mortos e depositá-los em catacumbas, a fim de que a alma possa ser preservada por muito tempo em conexão com o corpo, e pode não ser em breve alienada, enquanto os romanos, com um design oposto, comprometeram os restos de seus mortos para a pilha de funeral, com a intenção de que a centelha vital possa ser imediatamente restaurada ao elemento geral ou retornar à sua natureza intocada”. (Da análise de Prichard da mitologia egípcia .)

Não há registros completos disponíveis que dêem a doutrina secreta dos egípcios quanto à relação existente entre o espírito, a consciência e o corpo que habitava. No entanto, é razoavelmente certo que Pitágoras, que havia sido iniciado nos templos egípcios, quando promulgou a doutrina da metempsicose, reafirmou, em parte pelo menos, os ensinamentos dos iniciados egípcios. A suposição popular de que os egípcios mumificavam seus mortos para preservar a forma de uma ressurreição física é insustentável à luz do conhecimento moderno em relação à sua filosofia de morte. No quarto livro de On Abstinence from Animal Food, Porphyrio descreve um costume egípcio de purificar os mortos, removendo o conteúdo (os orgãos) da cavidade abdominal, que eles colocaram em um baú separado.

Então, literalmente, os primeiros cristãos interpretaram suas Escrituras que preservaram os corpos de seus mortos, colocando-os em água salgada, para que, no dia da ressurreição, o espírito dos mortos pudesse voltar a entrar em um corpo completo e perfeitamente preservado. Acreditando que as incisões necessárias ao processo de embalsamamento e a remoção dos órgãos internos impedirão o retorno do espírito ao seu corpo, os cristãos enterraram seus mortos sem recorrer aos métodos de mumificação mais elaborados empregados pelos egípcios.

Em seu trabalho sobre a magia egípcia, os riscos do SSDD são as seguintes especulações sobre os propósitos esotéricos por trás da prática da mumificação. “Há toda uma razão para se supor”, diz ele, “que apenas aqueles que receberam algum grau de iniciação foram mumificados, pois é certo que, aos olhos dos egípcios, a mumificação efetivamente impedia a reencarnação. A reencarnação era necessária para almas imperfeitas, para aqueles que não conseguiram passar os testes da iniciação, mas para aqueles que tinham a vontade e a capacidade de entrar no Adytum secreto, raramente havia necessidade para a libertação da alma que se diz ser efetuada pela destruição da corpo.

Durante o período de sua criação, a mumificação foi limitada ao faraó e a outras pessoas de posição real, como presumivelmente compartilharam os atributos do grande Osiris, o rei divino e mumificado do submundo egípcio.

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Osiris é muitas vezes representado com o par inferior, de seu corpo fechado em um sarcófago de múmia ou envolvido com bandagens de funeral. O espírito do homem consiste em três partes distintas, apenas uma das quais encarna na forma física. O corpo humano era considerado um túmulo ou sepulcro desse espírito encarnado. Portanto, Osiris, um símbolo do ego encarnado, foi representado com a metade inferior de seu corpo mumificado para indicar que ele era o espírito vivo do homem incluído na forma material simbolizada pelo caso da múmia.

Há um romance entre o princípio ativo de deus e o princípio passivo da Natureza. Da união destes dois princípios é produzida a criação racional. O homem é uma criatura composta. De seu Pai (princípio ativo, masculino, positivo) ele herda seu Espírito Divino, o fogo da aspiração – essa parte imortal de si mesmo que se eleva triunfante do útero da mortalidade: a parte que permanece depois que os organismos naturais se desintegraram ou foram regenerados. De sua Mãe (o princípio passivo, feminino e negativo) ele herda seu corpo – a parte sobre a qual as leis da Natureza têm controle: a humanidade, a personalidade mortal, seus apetites, vícios, seus sentimentos e suas emoções. Os egípcios também acreditavam que Osíris era o rio Nilo e que Isis (sua esposa-irmã) era o leito do rio e a terra contígua, que, quando inundada pelo rio, dava seus frutos e próspera colheita e abundância de todos os tipos de grãos.

No Egito antigo a data correspondente a 26 de julho era o evento astronômico que marcava o inicio da celebração de um novo ano e o princípio das cheias do Rio Nilo, um fato fundamental na existência do Egito, que fertilizaria a terra e traria a abundância de alimentos pela fertilização das terras às margens do rio Nilo em função das cheias.

Esta data TAMBÉM corresponde à subida, o resurgimento da estrela SÍRIUS, a principal estrela da Constelação do Cão Maior (Canis Major), e a mais brilhante nos céus da terra, minutos antes do nascer do Sol no amanhecer do dia 26 de julho, fenômeno conhecido como o nascimento HELÍACO DE SÍRIUS, e que ocorre anualmente EM TODAS AS MANHÃS DO DIA 26 de Julho.

Este auspicioso alinhamento anual de SÍRIUS (Sothis para os gregos) com o nosso Sol (Hélios) – que marca também o início do novo ano do calendário Maia de 13 luas – assegura a propagação de luz e da abundância sobre a Terra ”E TAMBÉM INICIA O ANO NOVO na civilização do EGITO antigo”.

ÍSIS atrás do trono de Osíris

Esquerda: ÍSIS atrás do trono de Osíris, segurando o ANKH, o símbolo da vida.

Durante sete dias (uma semana, de 26 de julho a 02 de agosto), a divindade principal homenageada era ÍSIS, a principal deusa do panteão egípcio, a esposa e irmã do Faraó e o verdadeiro poder (o poder da deusa, o princípio feminino) por trás de seu trono e cuja representação nos céus é a própria estrela SÍRIUS (representada na nossa bandeira, simbolizando o Estado do Mato Grosso, no Centro-Oeste, uma região que gera abundantes colheitas de grãos anualmente). O Faraó era representado nos céus pela constelação de ÓRION (Princípio Masculino). 

Sendo a estrela fixa mais brilhante do céu e o segundo sistema solar mais próximo do nosso, SÍRIUS é, há muito tempo, vista como elo de ligação, o acesso a um estado de consciência mais elevado que auxiliaria na aceleração da evolução do nosso planeta e da humanidade cuja energia fundamental está associada ao Princípio Feminino do Divino, à energia da deusa: ÍSIS. 

5 bilionários brasileiros concentram mesma riqueza que metade mais pobre no país, diz estudo


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5 bilionários brasileiros concentram mesma riqueza que metade mais pobre no país, diz estudo

Lista dos bilionários do Brasil ganhou 12 novos integrantes, aponta Oxfam.


Por Helton Simões Gomes, G1

Cinco bilionários brasileiros concentram patrimônio equivalente à renda da metade mais pobre da população do Brasil, mostra um estudo divulgado nesta segunda-feira (22) pela organização não-governamental britânica Oxfam antes do Fórum Econômico Mundial, que ocorre em Davos, na Suíça, nesta semana.

O empresário Jorge Paulo Lemann, em foto de novembro de 2013 (Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo/Arquivo)O empresário Jorge Paulo Lemann, em foto de novembro de 2013 (Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo/Arquivo)

O empresário Jorge Paulo Lemann, em foto de novembro de 2013 (Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo/Arquivo)

A lista é encabeçada por Jorge Paulo Lemann, sócio do fundo 3G Capital, que possui participações nas empresas AB InBev (bebidas), Burger King (fast food) e Kraft Heinz (alimentos). Veja abaixo:

  1. Jorge Paulo Lemann, 77 anos (3G Capital)
  2. Joseph Safra, 78 anos (Banco Safra)
  3. Marcel Herrmann Telles, 67 anos (3G Capital)
  4. Carlos Alberto Sicupira, 69 anos (3G Capital)
  5. Eduardo Saverin, 35 anos (Facebook)

Para fazer seus levantamentos, a ONG britânica de combate à pobreza usa dados sobre bilionários da revista “Forbes” e informações sobre a riqueza em escala global de relatórios do banco Credit Suisse.

12 novos bilionários

No ano em que o mundo teve um acréscimo recorde de bilionários –um a cada dois dias –, o Brasil ganhou 12 novos integrantes. O grupo passou de 31 para 43 integrantes em 2017.

O incremento ocorre devido à volta de pessoas que já fizeram parte do seleto grupo, mas perderam dinheiro nos últimos anos, em meio à crise econômica no Brasil.

Voltaram a ser bilionários executivos como Ana Maria Marcondes Penido Sant’Ana (acionista da CCR), João Alves de Queiroz Filho (Hypermarcas), Rubens Ometto Silveira Mello (Cosan), Lina Maria Aguiar e Lia Maria Aguiar (Bradesco) e Maurizio Billi (Eurofarma).

O patrimônio somado desses indivíduos cresceu 13% em 2017 e chegou a US$ 549 bilhões.

Ricos x pobres

O ano no Brasil foi marcado, de um lado, pela retomada da economia e por sucessivas altas na cotação das ações listadas na bolsa de valores brasileira. Por outro lado, o desemprego que, apesar de estar caindo, continua alto e atinge 12,7 milhões de trabalhadores.

“O patrimônio no Brasil foi reduzido como um todo, mas quem perdeu mais era quem já não tinha muito”, diz Rafael Georges, coordenador de campanhas da Oxfam.

Os mais ricos possuem mais ativos financeiros do que a média da população e se beneficiaram mais da maré positiva no mercado, diz Georges. O Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, acumulou valorização de quase 27% no ano passado.

O grupo do 1% reuniu no ano passado 44% da riqueza nacional, em linha com os anos anteriores.

Salário mínimo

Enquanto isso, encolheu a participação na renda nacional dos brasileiros que estão entre os 50% mais pobres. Passou de 2,7% para 2%.

“Com as pessoas se endividando, aquelas que têm alguma coisa para vender acabam vendendo para pagar dívida. Por isso, a retração na participação.”

Para mostrar a distância entre o grupo no topo e o que está na base da escala econômica no Brasil, a Oxfam calculou que uma pessoa remunerada só com salário mínimo precisar trabalhar 19 anos se quiser acumular a quantia ganha em um mês por um integrante do grupo do 0,1% mais rico.

Monte Shasta – visita à Terra Interior, parte 1


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cura-da-TERRADentro do Monte Shasta,  em Sacramento, na Califórnia, nos EUA, em uma visita ao reino da Terra Interior, à cidade de TELOS, no reino de Agharta.

A minha história com o Monte Shasta começa seis meses antes de eu ser levada para os caminhos subterrâneos dentro da enorme Montanha. Nós (meu marido, seu filho de um casamento anterior e nossas duas crianças pequenas, dois meninos com idades entre 2 e 4 anos e o meu gato siamês, Pixie) tinhamos embalado tudo o que  tínhamos de bens em um reboque U-Haul e nos mudamos para a montanha  deserta…

Uma mulher descreve a sua mística visita a uma civilização no interior da Terra sob a montanha do Monte Shasta, em Sacramento, na Califórnia, EUA.

Fonte: http://onelight.com/telos/vishasta.html

Um amigo nosso e sua família nos tinham precedido por cerca de uma semana e quando nós  chegamos no Monte Shasta nós deixamos o U- Haul em seu lugar e nos dirigimos para a montanha para acampar durante a noite.

Paramos em um camping e saímos para montar acampamento. A energia  que sentímos no acampamento não nos fez sentir bem e por isso tomamos o rumo de volta ao nosso caminhão U-Haul e nos dirigimos mais acima da montanha. Nós tomamos o rumo de Panther Meadows e  decidimos acampar por lá. Quando nós descarregamos o caminhão é que eu descobri que o meu gato Pixie tinha ido embora. Fiquei arrasada.

Voltamos para o primeiro acampamento, mas  não conseguimos encontrá-lo. Eu o chamei bastante e chamei, mas sem sucesso. Voltamos  a Panther Meadows e passamos a noite. Estava muito frio, como era  a primavera (de março a junho) a estação do ano e fizemos uma fogueira muito agradável para ficarmos mais aquecidos.

Uma das duas áreas de camping em Panther Meadows, ao fundo o cume do Monte Shasta, um vulcão adormecido desde o ano de sua última erupção em 1786 com 4.322 metros de altitude.

Coloquei os meninos na parte de trás da picape (que tinha uma concha campista caseira de proteção que mantinha fora o vento frio), embalando-os em lotes de cobertores  então eles ficaram bem quentinhos. Meu marido se juntou a eles e eu me sentei perto do fogo  a maior parte da noite, mantendo-o aceso e esperando que meu gato Pixie iria aparecer. Nosso  pequeno acampamento foi cercado com olhos brilhantes e inquisidores de animais de hábitos noturnos que apareceram para nos fiscalizar. Foi uma noite inspiradora.

Na manhã seguinte voltamos a descer a montanha para a casa do nosso amigo. Ele  nos levou a um hotel local e nos apresentou a “Mother Mary” (como ela era  carinhosamente chamada por muitos que buscavam sua sabedoria) que possuía um hotel-restaurante.  Quando ela descobriu que nós não havíamos encontrado um lugar para ficarmos, ela nos levou  no andar de cima e nos colocou em uma suíte de dois quartos no que eu fiquei muito  sensibilizada. Isso nos deu a chance de tomar banho, etc, e um lugar para o  meninos se aquecerem e ficarem confortável.

À medida que os dias passavam, encontramos uma casa e nos instalamos. Muitos fins de semana (E muitas noites durante a semana) nós passávamos um tempo no Panther Meadows e eu nunca deixei de procurar meu gato Pixie. O meu marido e os meninos fizeram um monte de exploração no local  o que me deixava sozinha no parque de campismo uma boa parte do tempo.

Ocasionalmente, os caminhantes e outros campistas paravam pelo parque de campismo e  eu iria conversar com eles e dividir uma xícara de café que eu sempre fazia ou então a água que tínhamos com a gente. Vários fins de semana nós caminhávamos até a pousada e dormiamos lá durante a noite.

Assinalado dentro do círculo vermelho a área de acampamento de Panther Meadows, na Trinity National Forest (Floresta Nacional Trindade) quase aos pés do cume do monte Shasta.

O lodge se queimou inteiramente vários anos depois que saímos de lá. Foi relatado como tendo sido um incêndio provocado. Foi uma pena, porque o alojamento oferecia abrigo aos caminhantes e alpinistas cansados e tinha muito caráter. Lá  era mesmo o local da única água disponível.  Seis meses depois que chegamos em Monte Shasta, fomos mais uma vez ao Panther Meadows acampar no fim de semana. Chegamos na sexta-feira à noite, definimos o local do acampamento, fizemos o fogo, tomamos o nosso jantar e depois apenas nos sentamos e apreciamos  o céu noturno estrelado. Os meninos realmente amaram o local e mal podiam esperar para entrar na floresta para mais aventuras de exploração na parte da manhã.

Como de costume nosso  público de animais residentes rodearam nosso parque de campismo com aqueles curiosos olhos brilhantes. Estava quente o suficiente, então, nós dormimos do lado de fora do trailer  em sacos de dormir, mas eu raramente dormia quando estávamos lá em cima. Eu quase me sentia rude para ir dormir com tantos amigos em torno de nós e eu  gostava de manter o fogo aceso para que pudéssemos tomar um café da manhã quente  no início da manhã. Eu nunca parecia ter sono lá em cima, próximo à montanha.

Este fim de semana especial foi o fim de semana em que eu fui levada para dentro do interior do Mt. Shasta.  O meu marido e os três garotos tinham ido explorar novamente a floresta e eu estava no  processo de limpar a bagunça do café da manhã e recolhendo os sacos de dormir e guardando-os quando notei um jovem (eu pensei que ele era um outro jovem  hippie, fazendo a sua jornada na montanha como tantos faziam) atravessando o campo em direção ao nosso acampamento. Ele era um jovem magro, vestido com  a moda do dia, jeans e camiseta. Ele não tinha mochila ou cantil com ele. Eu pensei que ele deveria ter acampado nas proximidades e havia deixado suas  coisas lá enquanto ele fazia um pouco de exploração por perto.

Ao se aproximar do acampamento eu vi que ele era loiro e tinha uma barba rala bem cuidada e aparada. Eu ri, porque ele não parecia  ter idade suficiente para ser capaz de crescer a barba.  Ele parou a uma curta distância e perguntou se estava tudo bem, se ele poderia  tomar uma xícara de café que havia estado sentindo o cheiro toda a manhã. Eu sorri e o convidei para entrar em nosso acampamento e peguei uma xícara de café. Sentamos ao lado do fogo por um tempo e falamos sobre a montanha e o clima e vários temas irrelevantes, que eu não posso mesmo me lembrar agora.

Eu fui atraída pelo jovem, sentia me perfeitamente segura com ele – até mesmo confortável com a companhia dele, como se eu o conhecesse há muitos anos. Parecia que nós compartilhávamos tantos interesses e crenças. Nós conversamos sobre Paramahansa  Yogananda, filosofia oriental, cura magnética e pela cor, os sonhos de voar, Atlântida e até cheguei a falar sobre UFOs. Eu disse a ele  sobre George (JW George Van Tassel, é claro.) e o Integratron  e descobri que ele sabia tudo sobre George.

Eu disse a ele que George tinha  me contado sobre a Irmandade, que tinha estado em Monte Shasta e que tinham ido para o Peru depois, devido à necessidade de um ambiente mais estável,  etc .Ele sorriu e disse que também tinha ouvido falar dessas histórias. Ele perguntou para mim se eu gostaria de ir para dentro da montanha para ver por mim mesma o que ainda havia por lá.

Pensando que ele estava brincando comigo, eu disse que sim, que eu adoraria fazer isso. Era algo que parecia realmente emocionante. Levantamo-nos e então partimos na direção da que ele tinha vindo. Ele disse que a entrada para o interior da montanha estava por perto e que só levaria alguns minutos para  chegar lá.  Ele estava certo – nos tomou apenas alguns minutos. Passamos todo o  gramado nas árvores e em poucos minutos estávamos na frente de uma rocha de forma estranha. Eu acho que ela tinha, provavelmente, 10 pés (3 metros) de altura e 5 pés (1,50 metros) de diâmetro.

A frente da rocha era plana e os galhos das árvores próximas  parcialmente a escondiam. O topo da rocha era inclinado para o chão na parte de trás de modo que parecia um triângulo torto. Lembro-me de que o chão em torno dela era muito difícil para se caminhar em comparação com o  terreno mais suave que tínhamos cruzado para chegar lá.

Não havia a camada  de folhas e de agulhas dos pinheiros caídas, etc, para amortecer o nosso passo.  Ele caminhou até a porta e a tocou. Ela se abriu, internamente, pelo  seu toque. Ele me fez sinal para segui-lo, o que eu fiz. Hoje eu me admiro de que eu não estava nem um pouco com medo de ir junto com ele montanha à dentro nem mesmo me ocorreu, naquele momento, a possibilidade de não ir com ele.

Na medida em que adentrei pelo portal de rocha maciça, quando eu atravessei a porta aberta, vi um conjunto de sete degraus que desciam  a um pequeno patamar e continuava para baixo à direita do caminho.  Havia um pouco de umidade, cheiro de mofo, não desagradável, mas indicando  que nós tínhamos entrado numa área que não era muito agraciada com a presença  de ar fresco. Era óbvio que estávamos dentro de uma montanha porque as paredes eram de pedra.

Avançamos em nosso caminho e parei para olhar ao redor. Eu vi que nós estávamos  em uma pequena sala árida que me deu a sensação de que nós tínhamos entrado em um caminho ou um vestíbulo. O quarto estava banhado com uma luz suave de uma fonte que não pude identificar. Não havia nenhuma evidência de lâmpadas ou lâmpadas de iluminação indireta.

Descemos para o chão do quarto e o jovem caminhou até a parede mais distante, tocou nela e uma porta se abriu. A porta não estava visível  desde o local que eu estava. Era encaixada na parede, de tal maneira que enquanto não abrisse não se saberia exatamente onde estava, você não teria nenhuma idéia de que existia uma porta naquela parede.

Eu segui o jovem atravessando o caminho pela porta e me encontrei em uma sala muito grande, com o teto totalmente de pedra. Esta sala enorme também estava bem iluminada com uma luz de origem indeterminada.  À medida que atravessamos a sala para o que parecia ser um grande corredor, eu vi que havia uma série de entradas ao redor da sala cada um dos quais  parecia ter um grande corredor saindo a partir dela.

Caminhamos para o outro lado da sala e continuamos andando pelo corredor.  (Talvez uma passagem seria uma descrição mais precisa.) A  passagem nos levou para outra sala grande. Este outro salão tinha móveis e  grandes capsulas fechadas com vidro. Ele me levou para uma das cápsulas e apontou para algumas peças de pedra lisa. Quando cheguei mais perto das cápsulas foi que eu vi que havia  algum tipo de símbolos de escrita em cada pedra. Eu não poderia reconhecer nenhum idioma.

Virei-me para lhe perguntar o que as pedras representavam e antes que eu pudesse perguntar  ele sorriu e disse: “Você não tem memória agora, mas estas são as tábuas sagradas que você e seus colegas de trabalho em Atlântida trouxeram consigo quando as águas da inundação subiram para destruir a terra”.  (n.t – O dilúvio descrito em todas as civilizações antigas, que ocorreu em 10.986 a.c., quando o que restava do continente de Atlântida afundou)  Ele passou a explicar que (eu não tinha certeza sobre a quem ele se referia como “nós” no  tempo) nós tínhamos tomado as tábuas sagradas e as levado para uma caverna onde as escondemos.

Na medida em que ele foi contando a história, pude ver em minha tela mental pequenos submersíveis, para duas pessoas cada um, que estavam se movendo muito rápido através de águas profundas e agitadas. Eles gradualmente diminuíram a velocidade na medida que se aproximavam de uma caverna, na qual eles entraram e eu pude vê-los emergirem e saírem da água.

A caverna era muito grande.  Na medida em que os ocupantes dos pequenos submersíveis abriam os veículos e saiam para fora eles eram recebidos por outros que rapidamente tomavam posse das sagradas estelas de  pedra e desapareciam por entradas dentro da caverna. À medida que as estelas sagradas  foram retiradas dos pequenos submersíveis os seus ocupantes retomaram seus lugares em seu interior e saíram da caverna, assim como eles tinham entrado.

Nesse ponto, a minha visualização da antiga cena parou, mas eu tinha uma sensação de ter estado lá. Demorei alguns minutos  para mim sair para fora da sensação de ansiedade e, ao mesmo tempo,  de excitação que eu tinha experimentado enquanto eu observava os pequenos submergíveis na água. Havia um sentimento de grande alívio e realização quando as estelas sagradas de pedra foram entregues na caverna e eu podia ouvir as orações de agradecimento, sendo oferecidas.

Havia pouca atividade nesta sala enorme. Ela continha uma série de bancos sem encosto para as costas, que estavam colocados em frente de cada cápsula. Eu tive o mesmo sentimento neste salão de como se eu estivesse em um museu. Neste momento, eu percebi que eu ainda não sabia como o era o nome do jovem. Ele não tinha  me dado o seu nome. Perguntei-lhe qual era seu nome e ele disse que eu podia  chamá-lo de Mikel.  Mikel me fez sinal para segui-lo novamente e entrou em outra sala.

(A propósito, a sala de “museu” e esta nova sala é o que eu diria que eram  quartos bastante normais. Os tetos tinham provavelmente apenas 15 pés (4,50 metros) de altura e  o teto e as paredes eram cobertas com um material que quase  parecia ser de metal, exceto que eu não sentia o frio que eu sinto quando eu  estou perto de metal, [Se isso faz algum sentido para você]. O piso era  muito suave e eu não tenho ideia de que tipo era a cobertura brilhante dele.)

Esta segunda sala continha sete cilindros de grande porte, colocados na posição vertical. Eu acho que eles provavelmente tinham, cada um, cerca de 10 pés (3 metros) de altura e 4 pés (1,20 metros) de diâmetro. Novamente,  Eu não sei o tipo de material de que eles foram construídos, embora  parecessem ser de vidro, eu não acho que fossem. Os cilindros estavam preenchidos  com uma substância líquida (parecia com uma consistência gelatinosa) e cada um tinha um feixe de luz que brilhava para baixo a partir do seu topo.

A substância líquida  tinha uma cor diferente em cada um dos cilindros. As cores pareciam corresponder  muito bem com as sete cores que eram designadas para os sete principais chakras do corpo humano, as mesmas do espectro solar, vermelho, laranja, amarelo, verde, azul celeste, azul escuro e violeta.

Nesta sala, havia um número de pessoas (para mim eles pareciam ser  tão humanos quanto eu sou) trabalhando em torno dos cilindros. Eles estavam cada um colocando  pequenos pedaços de papel (pelo menos parecia ser papel) sobre os vários  cilindros coloridos. Vi que cada pedaço de papel tinha algo escrito sobre ele.  Mikel explicou que eles estavam  trabalhando na cura de vários indivíduos e da Mãe Terra, ela própria.

Eles inscrevem um texto (Ou em anexos, se uma combinação de cores for necessária, usando um anexo para cada cor utilizada) com o nome da pessoas ou a localização para que a cura seja solicitada. Os anexos ficariam com a cor do cilindro em que fosse jogado na medida que a sua energia de cura fosse dispensada. Quando o anexo atingisse a cor exata do cilindro ou o tom exato exigido pela inscrição, ele se dissolveria.

Nós ficamos observando eles trabalharem na cura com as cores durante algum tempo e Mikel me perguntou se eu gostaria de entrar em um estudo de cura pelas cores. Eu concordei que talvez eu fizesse isso.  Quando estávamos saindo do salão de cura, Mikel olhou para mim e disse: “Sua família já esta voltando para o acampamento. Temos que retornar também”.

Nós saímos do interior da montanha da mesma forma em que entramos. Quando novamente estávamos na floresta do lado externo, Mikel me disse: “Nós vamos nos encontrar novamente, pois há muito mais para você ver e para recordar. Tenha cuidado ao voltar a descer a montanha. Caminhe   lentamente e você vai descobrir algo querido ao seu coração. ” Mikel não retornou ao acampamento comigo. Ele acenou e voltou  à entrada de montanha.

Continua…


cura-da-TERRA

O Cubo de Metraton


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No judaísmo místico, especialmente na Kabbalah, Metraton (por vezes conhecido como “Metatron”) é o anjo supremo, mais poderoso até mesmo do que Miguel. Seu nome significa “Mais Próximo do Trono”, conhecido como o “Príncipe do Rosto Divino”, o “Anjo do Pacto”, o “Rei dos Anjos” e o “Anjo da Morte”, devido a sua a pesada responsabilidade de ser encarregado da “sustentação da existência do mundo”. A etimologia da palavra “Metraton” é muito incerta. Dentre as várias hipóteses que têm sido propostas a esse respeito, uma das mais interessantes é a que a faz derivar do Caldaico “mitra”, que significa “chuva”. Pela raiz da palavra “mitra”, mantém também certa relação com a “luz”. A propósito, assinalemos que a doutrina hebraica fala de um “orvalho de luz” emanado da “Árvore da Vida” pelo qual se deve operar a ressurreição dos mortos, bem como de uma “efusão de orvalho” que representa a influência celeste a comunicar-se a todos os mundos. Tudo isso lembra singularmente o simbolismo alquímico e o Rosacruciano. Sendo assim, é possível que se creia que a semelhança com o deus “Mitra” citado no Hinduismo e no Zoroastrismo constitua uma um empréstimo do Judaísmo a doutrinas estrangeiras. É possível também ressaltar o papel atribuído à chuva em quase todas as tradições, enquanto símbolo da descida das “influências espirituais” do Céu sobre a Terra.


Alguns dizem que Metraton foi “originado” de Enoch, pai de Matusalém, um personagem bíblico, nascido na sétima geração após Adão. De acordo com o relato de Gênesis (capítulo 5, versos 22-24): “E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou”. Este pequeno trecho sugere que Deus o transformou em Metraton. Sobre este personagem bíblico existem também os livros apócrifos pseudoepígrafos: “Livro de Enoch I” e o “Livro de Enoch II”, que fazem parte do cânone de alguns grupos religiosos, principalmente dos cristãos da Etiópia, mas que foram rejeitados pelos cristãos e hebreus, por serem particularmente incômodos para os clérigos do ponto de vista político. Todavia, a epístola de Judas, no Novo Testamento bíblico, faz uma menção expressa ao Livro de Enoch, fazendo uma breve citação nos versos 14 e 15 de seu único capítulo.

É preciso notar que “Melek”, “rei” e “Maleak”, “anjo” ou “enviado” não são na realidade senão duas formas de uma mesma palavra A frase “o anjo no qual é Deus” (“Maleak ha-Elohim”) forma o anagrama de “Mikael”. Convém acrecentar que, se Mikael se identifica com Metraton como acaba de se ver, no entanto, ele não representa senão um aspecto: o luminoso. Ao lado da face luminosa, há uma face obscura, e esta é representada por Samael, que é também chamado “Sâr haôlam”, isto é, Satã. Segundo Santo Hipólito, “o Messias e o Anticristo têm ambos por emblema o leão”, que também é um símbolo solar: e a mesma observação podia ser feita para a serpente e para muitos outros símbolos.

De toda forma, pelo nome “Cubo de Metraton” é conhecida uma figura geométrica no mínimo curiosa. Esta figura contém em a si a projeção bidimensional de todos os corpos platônicos. Estes sólidos são, por sua vez, poliedros regulares convexos, ou seja: figuras geométricas tridimensionais simétricas, cujos ângulos e arestas mantém um valor constante e cujos lados são polígonos regulares iguais. Uma esfera inscrita, tangente a todas suas faces em seu centro; uma segunda esfera tangente a todas as aristas em seu centro e uma esfera circunscrita, que passe por todos os vértices do poliedro. Existem apenas 5 corpos platônicos: o tetraedro, o hexaedro (ou cubo), o octaedro, o dodecaedro e o icosaedro.

Os 5 Corpos Platônicos e o Merkabah inseridos no Cubo de Metraton.

Platão concebia o mundo como sendo constituído por quatro elementos básicos: a Terra, o Fogo, o Ar e a Água, e estabelecia uma associação mística entre estes e os sólidos. Assim, o cubo corresponde à Terra; o tetraedro, associa-se ao Fogo; o octaedro foi associado ao Ar e o icosaedro à Água. O quinto sólido, o dodecaedro, foi considerado por Platão como o símbolo do Universo, relacionando-se ao chamo Éter.


O Cubo de Metraton se constrói tomando como base o chamado “Fruto da Vida”, ou seja: 13 circunferências tangentes e congruentes, construídas a partir de um hexágono regular. Unindo-se os centros de cada uma destas circunferências com os centros de todas as demais, obtém-se esta interessante figura formada por 78 linhas. Pode-se notar facilmente que a imagem da “Árvore da Vida” da Kabbalah está contida neste conjunto de esferas. Igualmente se vê a “Estrela de David” (as diagonais do hexágono) e a “Estrela de Kepler” (ou “Merkabah”, forma estelar do icosaedro, versão tridimensionalda “Estrela de David”).

A “Flor da Vida” é uma figura geométrica composta de círculos múltiplos espaçados uniformemente, em sobreposição, que estão dispostos de modo que formam uma flor, com um padrão de simetria multiplicada por seis, como um hexágono. Em outras palavras, seis círculos com o mesmo diâmetro se interceptam no centro de cada circulo. O Templo de Osíris em Abidos, Egito, tem o exemplar mais antigo até hoje, está talhada em granito e poderia representar o “Olho de Rá”, um símbolo de autoridade do faraó. Outros exemplos se podem encontrar na arte fenícia, assíria, hindu, no médio oriente e medieval. O padrão da Flor da Vida pode ser construído com lápis, um compasso e papel mediante a criação de várias séries de círculos interconectados. O padrão da Flor da Vida é a base do Fruto da Vida e, portanto, do Cubo de Metraton.

Uma simplificação da Flor da Vida é um símbolo muito antigo, encontrado nos Vedas e também na civilização celta. Os celtas o utilizaram muito como elemento decorativo, presente nos frisos e demais obras de arte. O círculo simboliza o universo imanente. Símbolos como o que encontra-se no centro são chamados de “triquetras”, que em Latim quer dizer “3 esquinas”. Alguns referem-se a este símbolo como sendo um símbolo de Jesus: o peixe formado por duas linhas curvas também era um símbolo dos cristão. A triquetra é formada por 3 destes “peixes”, portanto. Outro aspecto interessante é que a triquetra é um símbolo unicursal ou seja, traçado continuamente, representado assim a eternidade. Os Vedas falam de três mundos: o mundo material, o espiritual e o átmico. Na principal oração (mantra) das doutrinas védicas são cantados no início do “Gayatri” significando respectivamente os três mundos (Bhur, Bhuvah e Svahah). A Filosofia Celta referencia 3 níveis distintos de existência, mas interconectados e interpenetrados: o físico, o mental e o espiritual. Quando o Cristianismo “chegou aos Celtas”, este símbolo foi utilizado para simbolizar a Trindade Cristã: Pai, Filho e Espírito Santo.

Há uma tradição mística da Kabbalah que retrata o “Merkabah” (ou “Trono de Deus” ou “Carro de Deus”, ou “Carruagem de Fogo”) como um veículo que podia subir ou descer através de diferentes câmaras ou palácios celestiais, conhecidos como “Hekhalot”. Durante o período do Segundo Templo, a visão de Ezequiel foi interpretada com um vôo místico para o céu, e os místicos cabalistas desenvolveram uma técnica para usar o símbolo do Merkabah como ponto focal da meditação. O místico faria uma viagem interior para os sete palácios e usaria os nomes mágicos secretos para garantir uma passagem segura por cada um deles. Até bem recentemente, esses procedimentos e fórmulas místicas só eram conhecidos pelos estudiosos da Kabbalah. O Merkabah é então um veículo de luz que transporta o espírito, a mente e o corpo, para acessar e experimentar outros planos, realidades e potenciais de vida mais elevados. Podemos classifica-lo como sendo um veículo interdimensional. Este carro de fogo é também citado na Bíblia quando o profeta Elias foi arrebatado por um destes veículos e levado aos céus para não mais voltar.

De acordo com os versos de Ezequiel, o Merkabah seria uma carruagem composta por 4 anjos. Estes anjos são querubins e são chamados de “Chayot” e são descritos como tendo forma humana, mas com faces diversas: uma de touro, outra de leão, outra ainda de águia e uma última humana propriamente. Há ainda anjos com forma circular, descritos como “rodas dentro de rodas” e que se chamam “Ophanim”. Estes anjos são responsáveis pelo movimento do carro nas quatro direções. Por fim, descreve-se a participação de serafins que são vistos como clarões de luz que funcionam como fonte de energia. Estes clarões de luz piscam com rapidez e estes serafins controlam todo o conjunto. Uma descrição bem parecida se encontra na tradição cristã, no Apocalipse de João, quando se descreve o Trono do Cordeiro, cercado pelos mesmos seres alados: touro, leão, águia e homem. A forma descrita do Merkabah é bastante discutível, mas é comumente aceito que se trate de um duplo tetraedro, um com vértice para cima e outro, para baixo, que giram em sentidos opostos. Este conjunto forma então uma estrela tetraédrica que se inscreve nos vértices de um icosaedro.

De um ponto de vista astrológico, a divisão do zodíaco em doze partes, permite o entendimento do processo da vida organizando-o em 12 signos estelares e 12 casas, localizando neles os 9 astros. Esta divisão pode ser descoberta também no Cubo de Metraton. Aqui então se encontra uma relação simbóloca com as chamadas “Forças Querubínicas” e prática, com as horas do dia. Estas 12 entidades querubínicas derivam das quatro primordiais que são: o Touro alado, o Leão alado, a Águia (Escorpião) e o Homem alado (Aquário).

Leonardo daVinci resumiu todo o simbolismo do Cubo de Metraton em seu famoso desenho “Homem Vitruviano”. Este desenho famoso acompanhava as notas que Leonardo daVinci fez ao redor do ano 1490 num dos seus diários. Descreve uma figura masculina simultaneamente em duas posições sobrepostas com os braços inscritos num círculo e num quadrado. O Homem Vitruviano é baseado numa famosa passagem do arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio (donde o nome “vitruviano”) na sua série de dez livros intitulados de “De Architectura”, onde são descritas as proporções do corpo humano. O redescobrimento das proporções matemáticas do corpo humano no século XV por Leonardo e os outros é considerado uma das grandes realizações que conduzem ao Renascimento italiano. Das relações matemáticas encontradas na Proporção Áurea, que também podem ser observadas no mesmo desenho de daVinci, emerge mais uma vez a Flor da Vida.

No Cubo de Metraton ainda é possível que se veja a projeção bidimensional de um tesseract (ou hipercubo). Um tesseract é uma figura tetradimensional regular composta por 8 cubos montados em 4 dimensões.

Tesseract “aberto” em 3D e o mesmo tesseract “montado” em 4D




Esquema de tesseract e tesseract inscrito no Cubo de Metraton


Círculos nas plantações (ou “crop circles” em inglês) são conjuntos de figuras geométricas desenhadas amassando campos de trigo, cevada, centeio, milho ou canola. Estas figuras são melhor observadas de um ponto mais alto, fazendo pouco sentido quando são observadas no nível do chão. A aparência geométrica e influnciada por fractais. A origem destes círculos é desconhecida e controversa. O fenômeno já foi observado em vários países em todo o mundo, começando pela Inglaterra na década de 1970. No Brasil, tal fenômeno vem acontecendo principalmente no interior dos estados de São Paulo e Santa Catarina. Foram sugeridas várias explicações que envolvem causas discrepantes como acontecimentos naturais, fraude e visitas de extra-terrestres, mas não se chegou a nenhuma conclusão. O fato é que a maioria destes círculos acaba repetindo padrões que nos remetem mais uma vez ao Cubo de Metraton.

Atualmente muitos artistas têm se inspirado no Cubo de Metraton e suas variações e criado belas obras de arte sobre seu simbolismo.

 https://youtu.be/fPYbQXuM72w

 

fonte do texto: http://dreamgenerator.blogspot.com/2010/10/o-cubo-de-metraton.html

Fórum Econômico Mundial Relatório de Riscos Globais 2018 5


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Prefácio

Fórum Econômico Mundial apresenta
o Relatório de Riscos Globais mais recente em um
tempo de transformação para o mundo.
Sinais encorajadores sugerem que nós
colocou a pior crise financeira de
o período pós-Segunda Guerra Mundial atrás
nos. Globalmente, as pessoas estão curtindo o
padrões mais elevados de vida em seres humanos
história. E, no entanto, a aceleração e
interligação em todos os campos
de atividade humana estão empurrando o
capacidades de absorção de instituições,
comunidades e indivíduos para seus
limites. Isso está colocando o futuro humano
desenvolvimento em risco. Além de
lidando com uma multidão de discretos
problemas locais, a nível global
a humanidade enfrenta um número crescente
de desafios sistêmicos, incluindo
fraturas e falhas que afetam
ambiental, econômico,
sistemas tecnológicos e institucionais
sobre o qual nosso futuro se baseia.
Esta geração goza de uma experiência sem precedentes
tecnológico, científico e financeiro
recursos, que devemos usar
para traçar um curso em direção a um
sustentável, equitativo e inclusivo
futuro. E, no entanto, este é talvez o primeiro
geração para levar o mundo ao
à beira de uma avaria dos sistemas. Lá
são muitos sinais de progresso e muitos
razões para a esperança – mas ainda falta
impulso e a profundidade necessária
de colaboração para entregar mudanças
na escala necessária. Providenciando
uma plataforma global para público-privado
colaboração, o World Economic
O Fórum procura avançar nesse objetivo
trabalhando com governos, empresas
e organizações da sociedade civil para encontrar
novas formas de abordar o sistema sistêmico
Riscos que nos afetam a todos.
Nós temos que trabalhar juntos – esse é o
chave para prevenir crises e fazer
o mundo mais resiliente para a corrente
e as gerações futuras. Humanidade
não pode lidar com sucesso com o
multiplicidade de desafios que enfrentamos
sequencialmente ou isoladamente.
Assim como os riscos globais são cada vez mais
complexo, sistêmico e em cascata, então
nossas respostas devem ser cada vez mais
interligados entre os numerosos
sistemas globais que compõem nosso
mundo. Diálogo entre as partes interessadas
continua a ser a pedra angular das estratégias
que nos permitirá construir um melhor
mundo.
Nossa esperança é que esta edição do
Relatório de Riscos Globais e os debates
Isso promove no World Economic
A Reunião Anual do Fórum 2018
Concentre-se na necessidade de sistemas
Pensando e novas formas de colaboração
globalmente e envolvendo todas as partes interessadas.
O relatório deste ano lidoca com alguns
dos desafios mais prementes
que enfrentamos, incluindo a biodiversidade
Perda, ameaças à segurança cibernética, aumento
tensões geopolíticas e risco de
Outra crise financeira em erupção. Um novo
Destaques da seção “Shocks Futuros”
a importância de estar preparado não
apenas por riscos familiares lentos, mas por
interrupções dramáticas que podem causar
deterioração rápida e irreversível
nos sistemas em que confiamos.
O Relatório de Riscos Globais ocupa
uma posição única no mundo
Fórum Econômico, no coração de
nosso aprofundamento de parcerias com o
governos do mundo e internacionais
organizações. Ele opera em todo
A rede de temáticas, a indústria
e equipes regionais que moldam nosso
abordagem baseada em sistemas para o
desafios enfrentados pelo mundo. este
permite que ele aproveite toda a extensão de
a experiência interna do Fórum também
suas redes de especialistas globais para
analise a evolução dos riscos globais.
Como em anos anteriores, o relatório deste ano
também se baseia em nosso Global Global
Levantamento de Percepções de Riscos, que é
completado por cerca de 1.000 membros
de nossas comunidades multisectoriais.
Como um dos nossos relatórios principais, o
Relatório de Riscos Globais é uma colaboração
esforço e gostaríamos de agradecer
todos aqueles em todo o Fórum e seus
comunidades que contribuíram
para a edição deste ano. Nós estamos
particularmente agradecido pela energia e
compromisso do parecer do relatório
Borda. Também gostaríamos de agradecer
nossos parceiros estratégicos de longa data,
Marsh & McLennan Companies e
Zurich Insurance Group, bem como
nossos assessores acadêmicos no National
Universidade de Singapura, Oxford Martin
Escola da Universidade de Oxford
e a Wharton Risk Management
e Centro de Processos de Decisão no
Universidade da Pensilvânia.
Klaus Schwab
Fundador e Presidente Executivo
Fórum Econômico Mundial
Børge Brende
Presidente
Fórum Econômico Mundial
Relatório de Riscos Globais 2018 5

Meteoros: a quantidade da queda de rochas espaciais esta aumentando


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Meteoros: a quantidade da queda desses pedaços de rocha de vários tamanhos esta aumentando !!!

A maioria desses velozes e fugazes meteoritos são considerados como  “casos esporádicos” – isto é, seriam partículas aleatórias de poeira espacial associados à ausência de fluxo de detritos organizado. 

meteoro-meteorito-asteroide-01

Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas ! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer  OS SINAIS DOS TEMPOS?  Mateus 16: 2 e 3


Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

“E sobre os homens caiu do céu uma grande saraiva de pedras do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraiva; porque a sua praga era muito grande”. Apocalipse 16:21

Fontes: http://fireballs.ndc.nasa.gov/ e http://spaceweather.com/

Cruzamento celeste muito movimentado:

Desde o último ano, em apenas uma noite a NASA’s All Sky Fireball Network, rede de monitoramento de queda de meteoros nos EUA ( rede de monitoramento de bola de fogo que caem por todo o céu dos EUA) gravou quase duas dúzias de bolas de fogo de meteoros caindo e riscando sobre o sul e o leste dos EUA. As órbitas da queda dos meteoros são mostrados aqui, e todas se cruzam em um certo ponto azul no espaço:

No diagrama, as órbitas são codificados por velocidade. Velocidades variando entre 16 a 71 km / s (36.000 a 159,000 mph).

A maioria desses velozes e fugazes meteoritos são considerados como casos esporádicos” – isto é, seriam partículas aleatórias de poeira espacial associados à ausência de fluxo de detritos organizado.

 O sistema solar interior está cheio de tais meteoroides  que atingem a Terra a cada dia na medida em que o nosso planeta orbita o sol.

FOGO NO CÉU: Uma “BOLA DE FOGO” (enorme explosão de meteoro) observada nos céus de Chelyabinsk, na Rússia e, 15 de fevereiro de 2013:

chelyabinsk-meteoro

No entanto, alguns dos meteoros não eram assim “tão aleatórios”. As câmeras da NASA capturaram cinco oriundos de Perseidas epsilon, membros de uma chuva de meteoros pouco conhecida, cujo pico máximo de queda acontece no início de cada ano-a-meados de setembro.

O cometa pai (que produziu os detritos) é desconhecido, mas há pouca dúvida de que um  fluxo de detritos organizado de epsilon Perseidas  existe.

A NASA All-sky Fireball é uma rede de câmaras criadas pelo Meteoroid Environment Office(MEO) com o objetivo de observar os meteoros mais brilhantes do que o planeta Vênus, que são chamados de bolas de fogo. Os dados recolhidos são usados pelo MEO na construção de modelos do ambiente da queda de meteoros  que são importantes para os designers de aeronaves espaciais.

Na maior parte do mês de setembro, a taxa de queda dos Perseidas epsilon é pouco mais do que 5 meteoros por hora, mas em 2008 o chuveiro produziu uma explosão cinco vezes mais ativa. Talvez 2015 seja um bom ano para epsilon Perseidas também.

Recentemente uma ‘Bola de fogo’ foi registrada sobre o céu de BangkokExplosão de meteoro aconteceu pela manhã na capital da Tailândia e foi registrada por câmera em painel de carro.

Uma bola de fogo enorme, no que se acredita ser um meteorito que explodiu, no céu de Bangkok, capital da Tailândia. Transeuntes testemunharam o espetáculo, com a explosão sendo descrita em brilho verde e laranja, enquanto o objeto caia em queda livre em direção à Terra. O evento aconteceu durante a hora do rush da manhã, embora o meteoro não tenha produzido nenhum som audível em Bangkok na medida em que ele caiu e explodiu.

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Os segredos do poder da manipulação mental


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Em geral, nós gostamos da ideia de sermos donos de nossas próprias escolhas. Mas será que somos mesmo?

Jay Olson, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, acredita que não.

“O que a Psicologia está descobrindo cada vez mais é que muitas decisões que tomamos são influenciadas por fatores dos quais não temos consciência”, ele explica.

Recentemente, Olson desenvolveu um engenhoso experimento que demonstra como é fácil manipular alguém mesmo com uma persuasão quase imperceptível.controle-mental-tudo-esta-bem

Praticante de truques de mágica desde os 7 anos, Olson notou, quando começou a estudar Psicologia, que muito do que aprendia sobre a mente humana casava com aquilo que seu hobby já o tinha ensinado, principalmente no que se refere à atenção e à memória.

Em seu mestrado, ele realizou vários truques com voluntários, mas um em particular o ajudou a concluir fatos importantes sobre a influência e a persuasão. A mágica consiste em rapidamente manipular um baralho na frente de um voluntário e depois pedir para que ele escolha uma carta qualquer. O ilusionista, então, tira uma carta idêntica de seu bolso – para a surpresa e deleite da plateia.

O segredo do mágico é já escolher ele mesmo uma carta e passar alguns milésimos de segundo a mais com ela na mão enquanto o baralho é manipulado. Isso influencia o voluntário a pegar justamente aquela carta.

Olson percebeu que conseguiu direcionar 103 de 105 participantes (98%). Mas foi a segunda parte da experiência que mais surpreendeu o psicólogo. Quando interrogou os voluntários depois, viu que 92% deles não tinham ideia de que estavam sendo manipulados e acharam que estavam no total controle de sauas próprias decisões.

controlementepúblico

O pesquisador também descobriu que aspectos como a personalidade do voluntário não tinham relação com o quanto ele pode ser influenciado – todos pareciam igualmente vulneráveis. As implicações dessa experiência vão muito além do palco e deveriam servir para reconsiderarmos nossas percepções sobre nossa vontade própria.

Apesar de termos uma grande sensação de liberdade, nossa capacidade de tomar decisões deliberadas pode ser uma ilusão. “A liberdade de escolha é só um sentimento – não está ligada à decisão em si”, afirma Olson.

Não acredita nele? Lembre-se quando você for a um restaurante. Segundo Olson, o cliente tem mais chances de pedir o prato que está no topo ou na parte de baixo do cardápio porque essas são as áreas que mais atraem o olhar. “Mas se alguém perguntar o porquê da sua escolha, você dirá que está com vontade de comer aquilo, sem perceber que o restaurante deu uma forcinha”, diz.

A psicóloga Jennifer McKendrick, da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, concluiu, em um estudo, que o simples fato de um supermercado tocar uma música ambiente francesa ou alemã fazia as pessoas comprarem vinhos desses países.

Segundo membros da campanha de Al Gore à Presidência dos Estados Unidos em 2000, seus rivais republicanos faziam a palavra “RATS” (“ratazanas”) aparecer por milésimos de segundos em anúncios que traziam imagens do democrata, o que teria espantado muitos de seus eleitores.

O psicólogo Drew Westen, da Emory University, em Atlanta, criou um candidato fictício e inseriu a suposta mensagem subliminar em seus anúncios, notando que voluntários o avaliavam negativamente.

Outra experiência mostrou ainda que representantes de vendas por telefone registraram uma performance melhor apenas por ter visto a foto de um atleta ganhando uma corrida – mesmo sem se lembrarem dela depois.

midia-manipulação-controle

Evidentemente, esse tipo de conhecimento pode ser usado para a coerção se cair nas mãos erradas. Por isso, é importante saber quando outras pessoas estão tentando convencê-lo de algo sem que você perceba.

Com base em artigos científicos, aqui estão quatro atitudes manipuladoras fáceis de identificar:

1 – O poder do toque

Um tapinha nas costas seguido por um contato visual pode levar uma pessoa a baixar mais a guarda. É uma técnica que Olson usa em seus truques, mas que pode funcionar no cotidiano.

2 – A velocidade da fala

Olson diz que mágicos sempre tentam apressar seus voluntários para que eles escolham a primeira coisa que vem à sua mente – em geral a ideia que ele plantou. Uma vez que a pessoa fez sua opção, o performer passa a falar de maneira mais relaxada.

Ao se lembrar da experiência, o voluntário tende a pensar que o tempo todo foi livre para tomar suas próprias decisões, em seu ritmo.

lavagem-cerebraldamídia

3 – Atenção a seu campo de visão

Ao passar mais tempo manipulando uma determinada carta de baralho, Olson a torna mais “saliente”, fazendo-a se fixar na mente do voluntário sem que este perceba.

Há muitas outras maneiras de fazer coisas semelhantes: colocar um objeto na linha do olhar da outra pessoa ou mover algo ligeiramente mais perto de um alvo, por exemplo. Pelos mesmos motivos, acabamos escolhendo a primeira coisa que nos é oferecida.

4 – Algumas perguntas plantam ideias

Quando alguém faz uma sugestão e pergunta aos demais coisas como “Por que você acha que isso é uma boa ideia?” ou “Na sua opinião, quais as vantagens disso?”, está, na realidade, deixando os outros se convencerem a respeito de certas questões por conta própria.

manipulação-01

Pode parecer óbvio, mas fazer com que as pessoas reflitam a partir de ideias embutidas nas perguntas significa que elas ficarão mais confiantes em tomar decisões de longo prazo – mesmo não tendo sido ideia delas.


Dizem que existem três tipos de pessoas no mundo:

  1. Aquelas que fazem as coisas acontecerem;

  2. Aquelas que observam as coisas acontecerem e

  3. Aquelas que ficam se perguntando o que aconteceu????

A vasta maioria da humanidade encontra-se nas duas últimas categorias. A maioria tem “olhos para ver”, mas não enxerga o que está acontecendo. A maioria tem “ouvidos para ouvir”, mas não compreende o que está acontecendo: “LOCAL, NACIONAL ou INTERNACIONALMENTE.”

Alemães caçadores de antiga Tecnologia (e artefatos) esquecida


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#DivulgaçãoCientífica

caçadores-arca-perdida-nazismoOlá, sejam bem-vindos a outro episódio de “Divulgação Cósmica ” porque você precisa saber. Hoje vamos continuar de onde paramos com esse insider e notável informante com quem temos o privilégio e o prazer de conversar, nada menos que Corey Goode, que está reivindicando ter trabalhado, durante 20 anos, em algo que estamos chamando de Secret Space Program – Programa Espacial Secreto (dos EUA). Este teria a atuação de grandes conglomerados do complexo industrial militar dos EUA e Europa, e que já explora minérios em planetas e luas do sistema solar (como mostrado no filme AVATAR),  industrializa e constrói bases e colônias em planetas e luas de nosso sistema solar e além. (2.5)

Alemães Nazistas, Corsários, Caçadores de antiga Tecnologia perdida

Fonte: https://spherebeingalliance.com/

E essa é mais uma história fascinante porque se alinha com a informação que eu recebi dos insiders com quem eu estive em contato nos últimos 20 anos. A maioria dessas pessoas nunca apareceu ao público como Goode. Eu retive as informações longe de publicá-las na internet, e que tornou muito fácil quando alguém vem à público e denuncia e está falando sobre as mesmas coisas que eu já tinha ouvido. E eu estou muito feliz por ter a oportunidade agora, para finalmente ser capaz de falar sobre tantas coisas que não foram permitidas serem faladas antes e ter Corey aqui para o debate. Entăo, Corey, obrigado por estar aqui, amigo.

tibete-nazistas-Dr. Ernest Schafer

Liderados por Ernst Schäfer (Centro) a expedição nazista ao Tibete partiu de navio em 1937, mas encontrou obstáculos logo ao chegar a costa da Índia onde pretendia desembarcar. As autoridades britânicas desconfiavam das verdadeiras intensões da expedição e negaram acesso aos portos sob seu controle. Schäfer e Himmler (Waffen S.S.) ficaram furiosos e fizeram uma queixa formal. Temendo um incidente diplomático, o Primeiro Ministro britânico Neville Chamberlain garantiu um salvo conduto para que a Expedição prosseguisse.

CG: Obrigado.

DW : Falamos sobre a Operação HighJump. Nós conversamos sobre o esforço que foi feito para tentar rebentar uma base-fortaleza nazista (Neuschwabenland) alemã na Antártida e que os homens do Almirante Byrd encontraram uma resistência muito dura e eficaz lá e foram derrotados pelos nazis alemães. Então, eu acho que para começar a falar sobre isso, qual foi o primeiro método que os nazistas usaram para conseguir a tecnologia para desenvolver o vôo espacial?

CG: No começo, eles tiveram sucesso com seus próprios engenheiros desenvolvendo tecnologia a partir de suas próprias proezas e descobertas na área de engenharia, assim como eles estavam vasculhando o Oriente procurando por textos antigos que lhes tinham sido contados e através de canalizações (de seres extraterrestres de Aldebaran, na Constelação de Touro) do que eles foram levados a crer, ou o que poderiam ser seres de fora do nosso mundo, que alguns dos grupos esotéricos da sociedade secreta (VRIL) alemã estavam envolvidos. E isso levou alguns dos outros grupos da sociedade secreta a sair em expedições à procura desses antigos textos orientais.

DW : Onde eles acreditam que esses textos seriam localizados? Houve uma variedade de locais?

CG: Uma variedade de locais, sendo alguns nas áreas tibetanas nos Himalayas, em determinadas áreas da Índia. Muitas pessoas ouviram as histórias de antigos dispositivos voadores (Os VIMANAS descritos nos hinos védicos) desenvolvidos na antiga Índia (Bharata-Arya Vata) e que tinham armas muito avançadas.

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Uma estátua budista antiga, resgatada pela expedição nazista ao Tibete em 1938 foi analisada por uma equipe de cientistas liderados pelo Dr. Elmar Buchner, do Instituto de Planetologia da Universidade de Stuttgart. A estatueta, com o símbolo da suástica no peito, cujo minério pertencia a um meteorito que caiu há cerca de 15 mil anos na zona da atual fronteira entre a Rússia e a Mongólia, é chamada de “Homem de Ferro” e representa o deus Vaisravana.

DW: Os Vimanas.

CG: Sim, os Vimanas, e no ocidente é tratado como ficção científica, mas isso foi há muitas dezenas de milhares de anos em nosso passado. E os “estudiosos e eruditos”ocidentais o descreveram como ficção, como se fosse ficção científica, à frente de seu tempo. Estes grupos alemães (alguns eram os maiores especialistas do mundo em línguas e história de povos antigos), eles acreditavam mais no casamento da ciência e nas crenças esotéricas, e eles decidiram que eles iriam seguir essas pistas que eles tinham recebido através de canalizações feitas pelas médiuns da sociedade secreta VRIL e partiram para ir e localizar esses textos, onde quer que estivessem guardados.

DW: Será que os seres que estavam fazendo a canalização forneceram-lhes as coordenadas específicas de onde esses textos (ou objetos) seriam localizados?

CG: Sim.

DW: Sério?

CG: Disseram-lhes que estavam sob certas cordilheiras em certas áreas que antes haviam sido parte de uma civilização mais avançada, e que tinham sido esquecidas pelo homem moderno, que muitos dos monges de castas religiosas sabiam disso e tinham guardado o segredo como parte de seus ensinamentos secretos.

DW: Você e eu conversamos em episódios anteriores com bastante tempo sobre esses seres de Agharta (o reino da Terra Interior-Inner Earth), e você disse que era um grupo que era loiro e nórdico que vivia dentro da Terra.

CG: Alguns deles, sim.

DW: Alguns deles vivem dentro da Terra.

CG: Alguns deles são altos, louros e olhos azuis, tipo nórdicos.

DW: Ah, e você disse que os alemães preferiam trabalhar com eles do que com os Draco, os tipos reptilianos.

CG: Correto.

DW: Então por que os seres de Agharta – eu estou supondo, em primeiro lugar, que eles são aqueles que estavam canalizando através dessas sociedades secretas, ou isso não é verdade?

CG: Isso é difícil de especular porque eles, muitos desses diferentes grupos de aliens, os nazistas parecem ter estado em contato com vários grupos diferentes.

agharta-MAP of Inner EarthDW: Vários grupos ETs diferentes?

CG: Grupos extraterrestres e também grupos Separatistas da Terra antiga, de antes do dilúvio, que foram para os subterrâneos, por isso é difícil identificar quais informações vieram de quais grupos. De volta ao final dos anos 30, acredito que era, eles foram convidados a desenhar uma imagem de com quem eles estavam se comunicando. E o desenho da cabeça e os traços faciais deste ser …-

DW: É um rosto assustador.

CG: Sim – e tinha características muito interessantes e semelhantes às dos extraterrestres Greys.

DW: Sim, ele parece Grey, mas os olhos não são tão grandes. Mas a cabeça é realmente grande, e então tem um pequeno queixo.

CG: Certo, mas os alemães foram levados a pesquisar para as montanhas dos Himalayas para fazer expedições maciças à Ásia, no Tibete, Nepal, Índia, para recuperar esses documentos e fazê-lo de uma maneira não tão ética. Eles estavam indo para essas aldeias e esses mosteiros e, basicamente colocando todos sob a mira de suas armas, pegando esses pergaminhos e livros e levando-os de volta para a Alemanha a fim de estudá-los (não como pseudo mitos, de acordo com a imbecil erudição ocidental).

DW: Você está dizendo que os textos que estavam em questão estavam localizados em mosteiros tipo budista tibetano e nepaleses?

CG: Mm-hmm, muitos deles estavam, e muitos deles também estavam em sistemas de cavernas que esses textos tinham sido colocados neles escondidos durante milênios. E eles haviam sido selados dentro de cavernas nas altas montanhas dos Himalayas.

DW: No caso de entrarem em um desses sistemas de cavernas, haveria indícios de que o que eles estavam procurando  era um remanescente de uma civilização avançada além de apenas encontrar uma pilha de antigos documentos bem guardados e escondidos?

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“Smart Glass Pads”– (Pastilhas de vidro inteligentes), que é uma tecnologia ET que exibe textos (informações) e imagens no que parece ser um simples pedaço de plexiglass. Eles também são dispositivos pessoais usados para transmitir música, filmes e comunicações aos integrantes do SSP-Secret Space program, Programa Espacial Secreto.

CG: Bem, diretamente do que eu li nas “Smart Glass Pads”, estas eram de madeira, semelhante a prateleiras, mas estavam forradas com toneladas de pergaminhos e livros encadernados. E muitos deles tinham tipo de informação sobre medicina, quero dizer, todos os tipos diferentes de, eu acho, ensinamentos secretos e remédios secretos e informações de tecnologia secreta e muito antiga, antediluviana.

DW: Essas cavernas eram naturais, ou elas tinham algum desse tipo de recurso tecnológico como você mencionou a Ancient Builder Race (Antiga Raça de Construtores-ABR) coisas de que você falou antes?

CG: Eram cavernas naturais.

DW: Cavernas naturais.

CG: Sim, e quando esses livros, documentos e pergaminhos foram levados para a Alemanha, quando os abriram e começaram a olhar para eles, os engenheiros alemães ficaram chocados ao ver que estes eram planos tecnológicos, para a construção de artefatos voadores.

DW: Quando você diz que eram pergaminhos, porém, meu visual seria que estamos olhando para algum pedaço envelhecido, desmoronando de documento marrom.

CG: Bem, alguns deles eram pergaminhos. E outros deles eram realmente livros encadernados.

DW: Como encadernado em couro?

CG: Sim, como couro, livros de pele animal. Estes são mais de textos escritos e livros que foram transmitidos ao longo de gerações. As pessoas os escreveram exatamente como o outro texto, e depois, em certo ponto, foram selados ou colocados em um mosteiro.

DW: Então não estamos falando de livros onde as páginas são feitas como um Kevlar, de um material indestrutível.

CG: Não.

DW: Era apenas papel, couro, etc.

CG: Certo.

DW: Então o que esses diagramas técnicos – quando você diz projetos, plantas, era como o sistema de energia para uma espaçonave? Como eram as ilustrações?

CG: Muito eles tiveram que decifrar ao longo do tempo, mas foi o começo da embarcação eletrogravitacional que mais tarde no Ocidente se chamou de ARV-alien reproduction vehicles- veículos de reprodução alienígena. O que eles eram, eram impulsionados a plasma de mercúrio, mercury-vortex-driven conduzia as espaçonaves que criava uma força elevadora eletrogravitacional. E eram conceitos muito simples, mas conceitos muito complicados ao mesmo tempo. E uma vez que os cientistas alemães conseguiram entende-l e casaram com o que eles já estavam trabalhando, eles foram capazes de saltar tecnologicamente décadas à frente de onde o mundo estava em um curto período de tempo.

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DW: Havia uma familiaridade com a linguagem do livro, ou eles tinham que realmente aprender a língua?

CG: Esse foi um dos maiores obstáculos a se superar, e eles trouxeram alguns voluntários muito pouco cooperativos, eu acho que você diria, daquela região de volta com eles para a Alemanha para ajudá-los na decifração dos textos.

DW: Você está dizendo tibetanos?

CG: Bem, tibetanos e pessoas que estavam guardando o conhecimento.

DW: Ah, uau.

CG: E eles usaram essas pessoas para ajudá-los a traduzir o máximo possível. Muitas dessas coisas, essas pessoas estavam escrevendo por gerações, mas mesmo elas perderam o significado original e não tinham o conhecimento do que estavam transcrevendo.

DW: Então os livros foram copiados.

CG: Muitas, muitas, muitas vezes.

DW: E os planos e diagramas.

CG: Mas os alemães eram muito inteligentes, muito engenhosos, e eles foram capazes de usar esses diagramas, criar suas próprias experiências, e descobrir muito.

DW: Algumas pessoas vão estar questionando de sobre quais os grupos de que estamos falando. Há como uma Sociedade Thule, THULE. Seria uma delas?

vril-sociedade-nazismo-01CG: A Sociedade Thule, a Ordem do Sol Negro, a Sociedade VRIL, e há cerca de um punhado de outras sociedades diferentes que não são realmente bem conhecidas. E muita dessas que mencionamos trabalharam juntas quando era lógico promover seu desenvolvimento tecnológico e então manter seus próprios segredos. Alguns deles tinham tecnologia muito mais avançada do que as outras sociedades.

DW: Os membros das sociedades também estavam no controle de conglomerados industriais alemães da época, tais como IG FarbenMesserschmidtDornier, coisas assim, corporações?

CG: Estes grupos estavam sempre no controle do dinheiro. Eles estavam sempre no controle das grandes corporações. Eles nem sempre estavam no controle, totalmente, do governo.

DW: Eu sei.

CG: Eles se infiltraram no governo e estavam trabalhando no governo, mas o governo não sabia o que esses grupos  e sociedades secretos estavam fazendo. Eles sabiam o que muitos dos grupos da Ordem do Sol Negro estavam fazendo porque estavam usando aplicações militares com um monte de coisas que estavam desenvolvendo para o esforço de guerra. Mas era bem conhecido que nenhuma dessa tecnologia seria realmente útil e estaria pronta para ser implementada até o final da guerra.

DW: Quando estamos descrevendo esse processo de aquisição de antigos documentos importantes que estava acontecendo, você mencionou a Índia, e você mencionou o Tibete. Quais são os anos de que estamos falando, e havia outras regiões geográficas além da Índio e do Tibete, onde isso estava sendo feito?

CG: Também na China, sim.

DW: China, OK.

CG: China, Índia, Tibet, todas estas civilizações antigas modernas.

ThulegesellschaftDW: Será que em toda a cordilheira em torno do Himalaya e que parte do mundo?

CG: Sim.

DW: OK, e quais foram os anos em questão?

CG: Em 1918, 1919, mas na década de 1920, 30, começou a crescer exponencialmente, e a maior parte foi nos anos 30 e 40. Mas a maior parte foi fortemente na década de 1930 que eles estavam realmente fazendo muito deste trabalho imeditamente antes da guerra começar em 1939.

DW: Ouvi de outros estudiosos que uma das coisas que os alemães estavam procurando eram pedaços de material que eles sentiam ter um poder esotérico, como a lança (do legionário Longinus) que penetrou no corpo de Jesus – o que aparentemente eles estavam chamando de Lança do Destino, ou algo como a chamada Fonte da Juventude, que a maioria das pessoas pensa ser uma piada.

CG: Esse foi outro grupo de dissidentes que – entrando, eu acho, durante a Segunda Guerra Mundial, a palavra nazista de quatro (NAZI) letras, esse grupo, eles começaram a enviá-los à procura de artefatos religiosos que tinham poder. E não eram apenas artefatos judaico-cristãos. Eles estavam procurando por todos os tipos de artefatos religiosos antigos que acreditavam estar enraizados tanto na tecnologia d a civilização antiga separatista antediluviana da Terra, ou tecnologia alienígena antiga, tecnologia de Extraterrestres, alguns dos quais seria a Ancient Builder Race (Antiga Raça de Construtores-ABR) que foram descobertos recentemente uas ruínas e artefatos enterrados sob o gelo da Antártica.

Eles estavam querendo colocar as mãos neles por várias razões. Alguns deles acreditavam que ter a posse desses materiais, de acordo com as lendas, garantiria sua vitória. E também alguns dos ETs com quem eles estavam em contato queriam essas tecnologias, especialmente as tecnologias da Ancient Builder Race (Antiga Raça de Construtores-ABR).

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A Lança do Destino, do legionário Longinus: “Há uma lenda ligada a esta lança que diz que quem a possuir e decifrar os seus segredos terá o destino do mundo em suas mãos, para o bem ou para o mal.”

E assim tem sido até perto da era atual, até que descobrimos que alguns desses tabletes, pergaminhos ou pedras que parecem apenas relíquias, relíquias de pedra antiga que parecia benigno, finalmente descobriram que eles eram realmente relatavam e descreviam antigas tecnologias que trabalhavam em um multi- nível dimensional – muito, muito avançado. E eles estavam negociando estes documentos com grupos de extraterrestres para obter a tecnologia e para que os ETs lhes dessem apoio material na reprodução dos veículos e máquinas.

DW: Agora, se as pessoas estão assistindo a todos os shows que eu tenho trabalhado aqui em GaiaTV, uma das coisas que eles terão visto são os episódios de Divulgação onde eu estou entrevistando Graham Hancock. E nós tivemos, creio eu, um episódio inteiro apenas dedicado à Arca da Aliança. E, claro, o clássico filme de Spielberg, “Raiders of the Lost Ark“, é sobre a Arca da Aliança, que o personagem de Harrison Ford está procurando a Arca. Você encontrou alguma informação por conta própria de que a Arca da Aliança era real e/ou que os grupos alemães nazistas a estavam procurando?

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CG: Bem, de acordo com as informações que acessei nas Smart Glass Pads, havia TRÊS Arcas da Aliança.

DW: Três Arcas da Aliança? Eu não tinha ouvido isso antes.

CG: Havia três delas, e elas eram dispositivos que estavam alojados em algum tipo de madeira que estava coberta de ouro como um escudo contra a radiação. Não é exatamente a radiação que pensamos, como nas bombas radioativas. Mas mesmo lâmpadas, há algo irradiando delas. Assim, a radiação pode significar todos os tipos de coisas {nota de Thoth: inclusive matar, como descrito nas seguintes passagens bíblicas: “E, chegando à eira de Nacom, estendeu Uzá a mão à arca de Deus, e pegou nela; porque os bois a deixavam pender. Então a ira do Senhor se acendeu contra Uzá, e Deus o feriu ali por esta imprudência; e morreu ali junto à arca de Deus”. –  2 Samuel 6:6,7. — “E, chegando à eira de Quidom, estendeu Uzá a sua mão, para segurar a arca, porque os bois tropeçavam. Então se acendeu a ira do Senhor contra Uzá, e o feriu, por ter estendido a sua mão à arca; e morreu ali perante Deus. E Davi se encheu de tristeza porque o Senhor havia aberto brecha em Uzá; pelo que chamou aquele lugar Perez-Uzá, até ao dia de hoje”. –  1 Crônicas 13:9-11 }

DW: Bem, é uma tecnologia muito curiosa porque quando você lê a Bíblia e fala sobre derrubar os muros de Jericó, disse que eles tinham a Arca da Aliança. Eles tocaram trombetas, e os tijolos se transformaram em líquido. Toda a parede só se liquefazia e derretia. Então, que tipo de tecnologia poderia fazer isso?

CG: Tecnologia Sônica (uso do Som)– e não só isso, mas supostamente estava fornecendo maná, comida.

DW: Oh, comida para eles.

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A antiga ÍNDIA (Bharata-Arya Vata), antes mesmo do dilúvio – em 10.986 a.C. – teve uma civilização com tecnologia superior à que temos hoje, desenvolveu espaçonaves com tecnologia hoje esquecida e provavelmente mantinha contato com seres extraterrestres.

CG: Comida para eles, supostamente, você sabe, comida, água, proteção contra seus inimigos, maneiras de derrotar seus inimigos, supostamente (a Arca era) um rádio para (de comunicação com ) “Deus”. Então, era um dispositivo multiuso.

DW: E esses grupos esotéricos alemães sabiam que havia três delas?

CG: Creio que uma delas foi destruída, e há duas que ainda estão presentes na superfície da Terra.

DW: Quando você olha para as histórias tibetanas e as compara com outros registros, no Tibete, eles têm essa coisa chamada dorje duplo, que você tem na mão. E parece uma bobina estranha, energética, e parece ter sido modelado de uma tecnologia. Quando entramos na mitologia grega, temos o raio de Zeus, que parece ser algum dispositivo que ele tem na mão, que pode gerar raios. Temos o martelo de Thor, que é a mesma coisa. Temos a lança de Poseidon, que é a mesma coisa. Havia armas de partículas ou algum tipo de armas de energia que você poderia segurar na mão como uma arma que esses grupos alemães também estavam tentando localizar nessas expedições?

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A Arca seria tanto uma arma como um dispositivo de comunicação com “deus”

CG: Sim, eles acreditavam muito que todas essas descrições dos deuses eram armas reais, armas tecnológicas, e eles estavam procurando por elas.

DW: Sim, outro exemplo que vem da Índia é a lança de Vajra. É o mesmo tipo de ideia. Ele está segurando na mão dele, e faz coisas incrivelmente poderosas.

CG: Certo, então eles estavam procurando por todas essas coisas. E muitos desses seres que tinham estas armas que estavam sendo descritas, alguns eram (deuses) extraterrestres, e alguns eram civilizações extremamente avançadas, humanas, separatistas e se apresentaram à população da superfície como “deuses” e fizeram isso por algum tempo. À medida que nós nos tornávamos mais evoluídos, suas técnicas enganosas também evoluiram. E nos tempos mais recentes, eles têm se apresentado como raças de extraterrestres que são benevolentes e estão aqui para salvar o mundo.

DW: Voltando a algo que você disse antes, você acha que os alemães poderiam ter adquirido algo como o raio de Zeus ou a lança de Vajra e ter sido capaz de construí-lo no corpo de suas espaçonaves para que eles tivessem uma arma eficaz?

etsdeusesCG: Eu acho que havia um bocado de tecnologias que foram adquiridas e integradas em seu programa espacial secreto que eles estavam desenvolvendo, mas eles estavam desenvolvendo isso para sua própria civilização alemã separatista/dissidente e quando o conseguiram, não se importaram com o resultado da Segunda Guerra Mundial, com a sua pátria, a Alemanha, e usaram toda esta tecnologia para derrotar os Estados Unidos e os inimigos da Alemanha com que eles estavam envolvidos na guerra.

DW: Quando vemos estruturas de pedra gigantes, como círculos de pedra ou de lajes simples, como os menires ou pirâmides, esse tipo de coisa, obviamente, não podemos trabalhar esse tipo de pedra agora de forma eficaz. Será que os alemães encontraram alguma tecnologia que permitiria que, como, talvez segurar uma coisa com as mãos e zap uma pedra e permitir que ele levitasse? Eles encontraram algo assim?

CG: Muito deste tipo de tecnologia foi descoberta, e foi descoberta abaixo da superfície da Terra, profundamente em áreas cavernosas no que ficou conhecido como a Terra Honeycomb que muitas pessoas chamam de Terra Interior ou Terra Oca (Hollow Earth). E muito disso era a tecnologia deixada para trás pela raça dos Ancient Builder Race (Antiga Raça de Construtores-ABR) e também pelos Extraterrestres antigos e grupos de humanos de civilizações separatistas antediluvianas que haviam se movido para os subterrâneos e deixado certas tecnologias para trás.

DW: Eu só estou curioso porque isso está se correlacionando com algo que eu já ouvi antes. O primeiro insider que eu conheci tinha trabalhado – aparentemente, seu padrinho era um dos 90 principais pessoas da Cabala. E ele descreveu uma tecnologia baseada em cristais, e na verdade era como seis armas.

E você tinha seis cristais em uma espécie de cilindro. E você iria colocá-los dentro, e você poderia girar para cada cristal dependendo do tamanho da pedra. E, na verdade, penetraria na pedra, e isso a ajudaria a levitar. Só estou me perguntando se você já viu algo assim?

CG: Eu vi uma quantidade incrível de tecnologia que é baseada em cristais, e um monte que volta a apontar para para a Ancient Builder Race (Antiga Raça de Construtores-ABR). E muito disso tem sido desenvolvido por raças muito mais jovens, raças antigas com base na Terra e raças de extraterrestres.

DW: Muito bem, tudo bem, bem, vamos continuar esta discussão realmente fascinante. É interessante obter correlações e ouvir coisas de sua perspectiva, dada a sua formação e conhecimento. Então, quando voltarmos na próxima vez, vamos levar esta discussão das sociedades secretas alemãs para diante, e nós vamos finalmente levá-las para o espaço e começar a falar em termos muito práticos sobre ate onde eles foram, o que eles fizeram, perceber quando eles chegaram lá, e como eles construíram?  Isso estará chegando na próxima vez em ” Cosmic Disclosure“, porque você precisa saber. Eu sou o seu anfitriăo, David Wilcock. Este é Corey Goode, e nós os agradecemos por nos assistir.

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Trump está destruindo um tesouro nacional


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Presidente Trump. (Evan Vucci / AP)

 editor da página editorial12 de janeiro às 7:59 PM

Nunca foi um pântano, ok? Mas agora, tendo em conta o desprezo do presidente Trump pelo governo federal e a polarização política que poderia engolfar o serviço civil, corremos o risco de perder um tesouro nacional.

Por não cometer erros: o governo federal tem sido um tesouro nacional.

Por todas as nossas besteiras e choros, nossas piadas chatas sobre burocratas preguiçosos, nossa paranóia sobre botas e J. Edgar, os americanos têm sido extremamente afortunados em seus servidores públicos.

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Não que a força de trabalho federal esteja sem falhas, e não que os Estados Unidos sejam únicos. Mas quem viveu no exterior vem apreciar os cobradores de impostos que trabalham sem uma pitada de corrupção; guardas de parques nacionais que são infalivelmente alegres e bem informados; trabalhadores de saúde pública que aceleram o epicentro de uma epidemia de coleta. Estas são as mulheres e os homens que protegem o país, ajudam-nos a se recuperar dos furacões, enviam astronautas para o espaço e asseguram que obtenhamos os nossos cheques de Segurança Social a tempo.

Não é um pântano.

Ah, eu ouço você dizer, o pântano é maior do que apenas o governo; É toda a bagunça dos traficantes de influência, políticos e burocratas trabalhando juntos.

Para o que eu respondi, não, não é realmente um pântano também. A maioria dos lobistas são pessoas honradas que acreditam em cooperativas de crédito, energia nuclear, programas de saúde infantil ou qualquer outro interesse em nome do qual eles exercem seu direito de lobby constitucionalmente protegido.

Mas se o dinheiro da campanha distorcer o processo de governo – e eu concordo que isso -, uma das melhores defesas é um serviço público profissional, independente, respeitado e auto-respeitado, liderado por nomeados políticos de alta qualidade.

O que está ameaçado hoje.

Está em perigo em parte porque Trump simplesmente não designou um governo. Quase um ano em sua administração, há, incrivelmente, mais posições-chave para as quais ele não nomeou ninguém do que confirmados. Dos 626 cargos-chave que requerem a confirmação do Senado que o The Post rastreia em colaboração com a Parceria para o Serviço Público sem fins lucrativos , há 241 confirmados, 136 nomeados formalmente – e 245 sem nomeado. As posições não preenchidas, diz Max Stier, que lidera o grupo de serviço público, incluem “o comissário do IRS, o embaixador na Coréia do Sul, o diretor do recenseamento, o vice-secretário do comércio – empregos fundamentais que envolvem questões centrais de governo”.

Está ameaçado porque o presidente não considera importante preencher esses cargos.

“O que importa é eu”, disse Trump no outono quando perguntado sobre vagas no Departamento de Estado. “Eu sou o único que importa, porque quando se trata disso, é isso que a política vai ser”.

Está ameaçado porque muitas das pessoas que ele designa são tão desqualificadas.

Mas a ameaça não é apenas para as camadas superiores. Trump e seus aliados degradam a aplicação da lei federal, dizem que o FBI está ” em farrapos ” e sugere sombrio que toda a burocracia federal faz parte de um “estado profundo” sinistro com motivação ideológica.

Isso, por sua vez, induz a trabalhadores ou futuros trabalhadores que não compartilham a visão de mundo de Trump para sair, ficar longe ou insistir que a única maneira honrosa de servir é como parte da “resistência”.

“A verdadeira peça triste é que não se trata apenas do presidente”, preocupa Stier. “É sobre a instituição do governo e a força de trabalho se tornando parte do campo de batalha”.

Aqueles que temem um estado profundo querem minar as proteções do serviço civil e disparar os burocratas. Aqueles que temem Trump querem que esses mesmos burocratas renunciem em protesto.

“Ambas as abordagens entendem mal o propósito do nosso serviço civil de carreira e desvalorizam um patrimônio central da nossa democracia”, afirma Stier – um ativo que é “a instituição central para enfrentar os problemas mais críticos da nação”.

Ainda não é fácil medir o impacto de tudo isso. O Post relatou uma drenagem preocupante de talentos do corpo diplomático; As aplicações do serviço estrangeiro caíram pela metade, diz Stier. O Escritório de Gestão de Pessoal diz que durante os primeiros seis meses da administração, 71.000 funcionários da carreira abandonaram ou se aposentaram , em comparação com 50.000 nos primeiros seis meses da administração Obama.

Mas o êxodo poderia intensificar-se, especialmente dado que a politização chega ao topo das falhas de longa data para mover as políticas de pessoal do governo no século XXI. “Todos esses problemas são piores porque o mundo está mudando mais rápido e mais tempo passou”, diz Stier.

Este é um tesouro que ainda não foi perdido. Mas é fácil ver que, como muito mais, nós demos como certo, como a posição de liderança dos Estados Unidos no mundo, seria muito mais fácil destruir do que reconstruir.

Por onde Jesus andou dos seus 12 aos 30 anos de idade?


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Jesus na Índia

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Onde estão as referências de seus feitos durante esses 18 anos (sumido) da Bíblia convencional?

O que dizem os textos Apócrifos?

Como explicar que alguns povos hindus conheciam histórias semelhantes ao Cristo quando os portugueses lá chegaram?

Alguns Nazarenos existentes em diversas culturas; como explicar?

Yus Asaf, o curandeiro

No século 1, o andarilho Yus Asaf (“líder dos curados”, em persa), percorreu o Oriente Médio, realizando milagres e curas semelhantes aos de Jesus. Segundo essa versão, ele não teria morrido na cruz: aos 33 anos, teria seguido para o norte da Índia, onde viveria até os 120 anos. Seu suposto túmulo, em Srinagar, atrai peregrinos até hoje.

Origem: Caxemira.

Fontes: Tahrik-i-Kashmir (“História da Caxemira”) e a escritura hindu Bhavishya Mahapurana.

Quem acredita: seguidores da seita ahmadi, uma corrente do islã, e alguns adeptos do hinduísmo.

Apolônio, Da Capadócia

Lendas e livros antigos contam que Apolônio foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu de uma virgem e partiu jovem para conhecer o mundo. Controlava as leis da natureza, curava doentes e conseguia até evitar guerras. Apesar das coincidências, seu nome era Apolônio, da Capadócia (atual Turquia). Morreu em Éfeso, aos 100 anos. Só faltou ser na cruz.

Origem: Capadócia (atual Turquia).

Fontes: A Vida de Apolônio, livro do século 3.

Quem acreditava: pagãos do Império Romano.

Um botisatva budista

Uma lenda indiana diz que, para salvar Jesus da perseguição do rei Herodes, seus pais foram para o Egito. No caminho, ele teria convivido com budistas em Alexandria. O contato de Jesus com o budismo também está em A Vida de São Issa. Escrito no século 1, o texto fala de um profeta de Jerusalém que estudou num mosteiro do Nepal. Até hoje, budistas consideram Jesus um botisatva, “homem iluminado”, em sânscrito.

Origem: Egito, Índia e Tibete.

Fontes: A Vida de São Issa.

Quem acredita: alguns budistas.

Issa, o profeta

O Alcorão conta que o filho de Maria nasceu num dia de sol, na sombra de uma tamareira. Nesse livro, Jesus é conhecido como Issa, profeta da linhagem iniciada por Abraão e concluída por Maomé. Nessa versão, o suposto Jesus também não morre na cruz. “Não sendo, na realidade, certo que o mataram nem o crucificaram, mas o confundiram com outro”, diz o versículo 157, da 4ª surata.

Origem: Oriente Médio e Índia.

Fonte: Alcorão.

Quem acredita: muçulmanos.

Suposta rota usada por Cristo em sua jornada até a Índia.

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Nessa Páscoa o Despertar Além da Terra trouxe para vocês um assunto antigo, já conhecido por muitos e bastante intrigante: Jesus esteve na Índia? 

Um pouco de HISTORIA MUNDIAL


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ANUNNAKI, a origem do homo sapiens

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ANUNNAKI

O objetivo dessa página é revelar a ponta do iceberg sobre o surgimento e a evolução do homo-sapiens na Terra. Desconsidere tudo que aprendeu nas instituições de ensino, sobre criacionismo ou evolucionismo! Tudo que tem sido ensinado tem somente o objetivo de manter a humanidade ignorante e submetida aos sombrios interesses das corporações político-econômicas das nações. O material contido aqui tem o único objetivo de abrir sua mente para a verdade. Não é ficção! Não é fantasia!

A mais completa fonte de informações a respeito da nossa origem se encontra entre os achados arqueológicos da civilização suméria. Os sumérios foram os co-fundadores da primeira grande civilização da Mesopotâmia, como era chamada à região compreendida entre os rios Tigre e Eufrates, que nascem nas montanhas da Turquia e desembocam no Golfo Pérsico. Onde atualmente está situado o Iraque. Sua organização social foi literalmente responsável pelo mundo como conhecemos hoje. Elementos que influenciaram na formação das sociedades greco-romanas, que por sua vez influenciaram todo o mundo ocidental e estão fortemente presentes até os dias de hoje:

*Técnicas de medicina, arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em matemática, química, física e astronomia. Seus conhecimentos astronômicos eram incrivelmente avançados: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive, foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas!… Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o “infinito”.

*Desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios;
*Sistema de leis baseados nos costumes;
*Habilidosas práticas comerciais;
*Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha;
*Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash;
*Sistema de hierarquias sacerdotais para organização religiosa;
*Fundaram as primeiras bibliotecas. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrado uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 tabletes de barro com inscrições cuneiformes sobre a origem da humanidade.

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*Criaram os fenomenais projetos arquitetônicos denominados zigurates. Verdadeiros complexos piramidais que englobavam vários módulos de edifícios, abrigando desde templos religiosos até plenários políticos, construídos ao redor de um bloco-célula central e interligados por rampas espirais desde a base até o topo.

Foi o maior especialista vivo, em cultura suméria, o historiador e arqueólogo Zecharia Sitchin nasceu na Rússia e foi criado na Palestina, onde adquiriu profundos conhecimentos de arqueologia e história oriental. Formado em história pela Universidade de Londres, foi um dos poucos estudiosos do mundo capacitados a traduzir a escrita cuneiforme, característica das civilizações mesopotâmicas, trabalhou como jornalista e editor em Israel e nos últimos anos foi escritor e consultor da NASA. Sitchin traduziu massivamente, ao longo de sua vida, os escritos de mais de 2000 placas sumérias encontradas em suas pesquisas arqueológicas. E escreveu inúmeros livros contendo essas traduções e sua interpretação sobre o assunto. Basicamente, o legado do conhecimento sumério revela que a Terra, teve origem através da colisão de dois gigantescos corpos celestes, Nibiru e Tiamat. Os escritos afirmam que Nibiru, um planeta avermelhado (Que já foi avistado pela NASA e atualmente vem sendo chamado de “planeta X”) foi desviado de um sistema binário, há milhões de anos, e capturado pela gravidade do nosso Sol. Esse planeta viajou em nosso sistema solar, abaixo da elíptica, passando por Netuno e Urano. Como seu campo magnético era muito intenso, ele deslocou Urano para seu lado quando passou por ele. Naquela época não havia o planeta Terra, mas sim um outro planeta, muito maior, Tiamat, coberto quase que só de água. Durante a trajetória, as luas de Nibiru atingiram Tiamat dividindo-no em duas partes, pulverizando a metade onde ele foi atingido (criando o cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter) e empurrando a outra metade para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra. Durante esse processo, uma das luas de Nibiru foi capturada pela gravidade da Terra, e se tornou o nosso satélite. A primeira passagem de Nibiru foi responsável pela atual configuração do nosso sistema solar. Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita. Em Fevereiro de 2000, chegava ao fim a “Missão Near” (sonda Near) da NASA, chefiado pelo Dr. Cheng, confirmando esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo).

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Nibiru tem um período orbital de 3600 anos se comparado com a Terra e orbita dois sóis. Os sumérios descreveram-no como sendo quatro vezes maior do que a Terra, de cor avermelhada, e responsável por grandes catástrofes, no nosso planeta, durante suas passagens através de nosso sistema solar. Eles explicam que a aproximação desse planeta foi à causa do dilúvio citado na Bíblia, devido a um deslocamento polar na Terra. Os estudiosos do legado sumério, têm se questionado como seria possível que uma civilização tão antiga tivesse informações tão precisas sobre astronomia, numa época onde supostamente não havia equipamentos tecnológicos? A resposta está no trabalho de Zecharia Sitchin. O conhecimento sumério, sobre o sistema solar, só poderia ser obtido por meio de uma fonte externa. Que fosse capaz de viajar pelo espaço e observar esses eventos. A dimensão do trabalho de Sitchin é tão importante que ele foi consultor pessoal dos generais norte-americanos Colin Powell e Norman Schwarzkopf, durante a guerra do Golfo. Powell, que posteriormente se tornou Secretário de Estado, tinha um particular interesse na organização militar dos sumérios. Coincidência ou não, nos últimos quinze anos as campanhas militares norte-americanas se tornaram extremamente intensas na região que foi o berço da civilização suméria.

As placas sumérias tem informações precisas sobre os planetas do sistema solar. O mais impressionante são os dados sobre Plutão (planeta que só foi descoberto em 1930). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era na verdade um satélite de Saturno que se “desprendeu” e ganhou uma nova órbita. Eles chamavam a Lua de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma ‘cabaça’ de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados… Esse conhecimento seria possível há 8.500 anos atrás? Em 1983, o Satélite Astronômico Infravermelho (IRAS) fotografou um grande objeto na imensidão do espaço. O astro seria tão grande quanto Júpiter e provavelmente poderia fazer parte do nosso Sistema Solar. Em 1987, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) anunciou oficialmente que admitia a provável existência do chamado Planeta X. Em uma conferência realizada no Centro de Pesquisas Ames, na Califórnia, o pesquisador John Anderson declarou: “Um décimo segundo planeta pode estar orbitando o Sol. Sua localização seria três vezes a distância entre o Sol e Plutão”. A questão é delicadíssima. De um lado temos escritos de milhares de anos sobre a formação da Terra, com informações precisas e riquezas de detalhes, traduzidos pelo maior especialista em civilização suméria e de outro lado temos a discreta confirmação dessas informações pela maior agência espacial do mundo.

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A questão da origem do planeta Terra e da humanidade é, de fato, extremamente delicada, porque ameaça completamente o mainstream social moderno (pelo menos nas sociedades ocidentais). A humanidade é guiada pela ciência e/ou pela religião. Pelo empirismo ou pela fé. Entretanto, tanto um como o outro se tornaram instrumentos de poder para grupos poderosos interessados em dominar as grandes massas populares. Sistematicamente, os dois extremos têm ocultado ou distorcido, ao longo da historia, informações sobre a origem do homem no planeta. No campo científico, homens como Charles Darwin induziram a humanidade a acreditar que o homem evoluiu progressivamente e naturalmente de um tipo de antropóide. Essas afirmações foram baseadas nas observações e pressuposições de Darwin, que em suas viagens de estudos pelo mundo, desenvolveu a idéia de que um processo de seleção natural era responsável pelas mutações das diversas espécies de animais, para se adaptarem as mudanças geofísicas sofridas pela Terra no passado. Até aí tudo coerente, porém Darwin, precipitadamente concluiu que os seres poderiam sofrer qualquer transformação para se adaptarem. Para ele um lêmur voador poderia se transformar em um morcego, sobre uma determinada circunstância: – “Não vejo qualquer dificuldade em acreditar na possibilidade de que a seleção natural possa desenvolver a membrana no lêmur voador, até transformá-la num verdadeiro membro alado, à semelhança do que deve ter ocorrido com o morcego”. Seguindo essa linha de pensamento ele concluiu que um símio poderia ter perdido os pêlos, a cauda, ter erguido a coluna vertebral, ficado inteligente e se tornado homem de maneira natural.

Atualmente o Darwinismo também tem sido chamado de “teoria da origem inferior das espécies”. A antítese ao “evolucionismo” de Darwin é a “teoria da origem superior das espécies”, uma variação da teoria criacionista, baseada nas descobertas de fósseis humanos descomunais e ruínas de construções megalíticas, encontrados em várias partes do mundo. O pesquisador suíço Erich Von Däniken foi um dos primeiros defensores modernos, da teoria da origem superior. Tendo viajado meio mundo e dedicado boa parte de sua vida ao estudo das civilizações antigas, como os sumérios, babilônios, hindus, incas, maias e astecas, Däniken é pioneiro na abordagem técnica sobre a influência de seres extraterrestres no desenvolvimento da vida na Terra. A despeito de inúmeras difamações e ataques sofridos, escreveu diversos livros, entre os quais o clássico “Eram os Deuses Astronautas?”, enfatizando sistematicamente que as mutações fisiológicas, além do fator “inteligência”, foram introduzidas no hominídeo ancestral, via engenharia genética, resultando no homo-sapiens. E todo o processo civilizatório foi igualmente, introduzido pelos mesmos seres, supostamente superiores, gradativamente. Däniken, através de seminários e palestras, foi o primeiro pesquisador a confrontar o sistema e expor publicamente essa linha de pensamento. Seus trabalhos, muito ricos em detalhes, são referências obrigatórias para quem estuda esse assunto, sendo, inclusive mencionados por Sitchin.

Segundo os sumérios, essa raça de extraterrestres eram os Anunnaki (Os Do Céu Que estão Na Terra), que mais tarde foram chamados de Elohim (Senhores do Céu). Humanóides gigantes vindos do planeta Nibiru e que devido a problemas no seu ecossistema, decidiram iniciar um processo de colonização no nosso planeta, por volta de 450 mil anos atrás. A primeira expedição Anunnaki, liderada pelo mega-cientista ENKI (Senhor da Terra), aterrissou na região do Golfo Pérsico, onde estabeleceu a primeira base de operações: ERIDU (Lar Longínquo Construído). O plano original era extrair ouro do mar, o que de fato foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando inviável, a única alternativa foi extrair o minério do sudeste da África, que já havia sido explorada por ENKI. Sem perda de tempo ele partiu p/ o continente africano, c/ uma equipe e ergueu o complexo ABZU. O ouro obtido nas minas da região iria ser transportado em embarcações até a Mesopotâmia, para derretimento e refinamento. Em seguida os lingotes eram enviados, através de uma nave de carga até uma outra nave que ficava orbitando a Terra, aguardando a chegada periódica de uma nave-mãe que levava o precioso metal para Nibiru, para ser usado como partículas suspensas, na atmosfera, a fim de conter o avanço de um fenômeno semelhante ao efeito estufa.

A ampliação das atividades de mineração, trouxe uma segunda expedição liderada pelo comandante ENLIL (Senhor do Comando), meio-irmão de ENKI e logo os Anunnaki ergueram um gigantesco complexo logístico nas imediações do Monte Ararat. ENKI e ENLIL eram filhos do governante de Nibiru, ANU (Senhor das Alturas) e rivais, devido ao fato de que, mesmo sendo primogênito, ENKI não era o primeiro na linha de sucessão do trono nibiruano, mas sim ENLIL. Posteriormente uma terceira missão foi enviada, liderada pela médica-geneticista NINTI (Senhora da Vida), meia-irmã dos dois líderes, acirrando a disputa entre eles. Contudo, ao longo do trabalho dos Anunnaki, que já eram aproximadamente 600 na Terra, além de mais 300 em órbita, uma série de conflitos culminou em um motim, durante uma inspeção de rotina, nas minas africanas. Os Anunnaki, astronautas e cientistas, improvisados como operários mineradores, reclamavam das tarefas designadas.

Pressionado, ENLIL informou a ANU sobre a revolta e se dispôs a abandonar o comando da missão e retornar ao seu planeta. Uma corte marcial foi instaurada e ANU, tendo vindo a Terra, exigia que os líderes do motim se revelassem. Ouvindo os depoimentos, ANU concluiu que o trabalho era realmente muito duro e as reivindicações dos Anunnaki eram justas. Mas como interromper a mineração do ouro? O equilíbrio do ecossistema de Nibiru dependia do metal. ENKI, imediatamente ofereceu uma solução genial. Ele informou que no sudeste africano, vagava um ser que poderia ser treinado para executar o trabalho de mineração e desde que a “marca dos Anunnaki” (DNA) pudesse ser colocada nele. ENKI se referia a uma espécie de hominídeo que tinha evoluído naturalmente na Terra, mas que ainda estava num nível evolucionário extremamente distante do atingido pelos habitantes de Nibiru, não obstante ENKI sabia que esse primata, assim como todos os seres da Terra, possuíam material genético compatível com os de Nibiru, porque aqui a vida teria se iniciado com esporos orgânicos trazidos de lá, após a colisão com Tiamat. Esse tipo de fenômeno, denominado de Panspermia Cósmica, segundo cientistas de vanguarda, é comum nas galáxias, podendo ocorrer de forma acidental ou dirigida, como fizeram os Anunnaki.

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Na unidade médica de ABZU, ENKI e NINTI concluíram que poderiam extrair o óvulo de uma fêmea primata, fertilizá-lo, in vitru, com o espermatozóide de um macho Anunnaki e implantá-lo no útero de uma fêmea Anunnaki. Após muitas tentativas e erros, estava criado o modelo perfeito do homo-sapiens. O processo foi repetido várias vezes, formando a primeira geração de híbridos humano-alienígenas, na Terra, que, contudo eram estéreis. E à medida que os LULU (Trabalhadores Primitivos) eram desenvolvidos e encarregados no trabalho de mineração na África, os Anunnaki que trabalhavam na Mesopotâmia começaram a invejar os seus colegas e a clamar pela presença de humanos naquela região. Apesar das objeções de ENKI, ENLIL apoderou-se de um grupo de terráqueos e os levou para a principal base do Golfo Pérsico, ERIDU.

“Iahweh (ENLIL) tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden para cultivar e guardar”.Gênesis

A característica de longevidade do relógio biológico dos Anunnaki, onde 1 ano corresponde a 3.600 anos terráqueos, não foi inicialmente introduzida no material genético da primeira geração de humanos, que envelhecia rapidamente e tinha vida curta, o que levou ENKI a aperfeiçoar a manipulação genética dos híbridos, usando seu próprio esperma. Ele e NINTI desenvolveram um outro “modelo perfeito” de terráqueo, um macho que foi o primeiro representante da raça adâmica. O ADAMU ou ADAPA (Aquele Nascido na Terra) possuía alto grau de inteligência e longevidade maior. Em princípio, os primeiros híbridos machos e fêmeas eram estéreis e foram gerados no útero de NINTI e das enfermeiras voluntárias de sua equipe médica. Sitchin ressalta que durante as muitas tentativas e erros dos dois cientistas nibiruanos, para a criação do “humano ideal”, várias espécies de mamíferos, anfíbios, répteis, aves e peixes, foram utilizados como doadores de material genético. O resultado dessas ousadas experiências foram seres antropomórficos, de aspecto exótico ou monstruoso, que ficaram conhecidos, ao longo da história, como quimeras (centauros, cíclopes, hárpias, tritões, sereias, minotauros, hidras, górgonas, sátiros, etc). Criaturas que possuíam cabeça e troncos humanos e membros inferiores de animais ou às vezes, o inverso, ou uma bizarra combinação de ambos ou de vários animais, ou ainda seres humanos com dois pares de membros superiores. Algumas placas sumérias com anotações de ENKI, a respeito dessas experiências, revelam que muitos tinham sérias disfunções biológicas, mas outros se adaptavam bem e desenvolviam inclusive alto grau de inteligência. Ao contrário do que se pensam esses seres não eram meros mitos, mas sim resultado de avançada engenharia genética. A ciência moderna, secretamente, tem dado os primeiros passos em direção a essas atividades (Por exemplo: Transplante de órgãos de animais em seres humanos). O fato é que esses seres fantásticos conviviam com os humanos criados pelos Anunnaki, e foram citados em muitos textos de civilizações antigas, principalmente as greco-romanas e indo-européias. Alguns deles ficaram famosos em seus tempos, como a górgona Medusa, o sátiro Pan e o ser minotauro, da ilha de Creta, ou o homem-pássaro hindu Garuda. Inicialmente eram considerados semi-deuses, mas à medida que as civilizações iam ficando mais sofisticadas, esses seres passaram a ser vistos como ameaças e foram perseguidos e combatidos por homens como Gilgamesh, Perseu e Hércules.

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A despeito das quimeras, o projeto do homo-sapiens foi bem sucedido, mas a primeira geração de híbridos não procriava, então ENKI decidiu criar clones modificados, utilizando o DNA mitocondrial de sua esposa NINKI (Senhora da Terra) combinado com o DNA do tecido retirado de ADAMU, criou uma fêmea apta para procriação. Sendo assim “Adão e Eva”, do livro do Gênesis, receberam o “fruto do conhecimento”, ou seja, foram iniciados no conhecimento sobre procriação, além de outros assuntos. Sitchin diz ainda, que o mito da “serpente tentadora” do Éden, se refere ao termo “Nahash” (Portador do Conhecimento), um dos muitos epítetos de ENKI, que enalteciam suas habilidades científicas. O brilhante Anunnaki possuía um cajado de metal, em forma de haste circundado por duas serpentes, em referência a dupla hélice do DNA humano. Esse símbolo, o Caduceu, foi adotado pela Medicina em todas as épocas. O fato é que ENKI e NINTI eram brilhantes cientistas e dominavam plenamente a ciência da manipulação genética, se referindo a ela como a ciência da “Árvore da Vida”. Sitchin revela uma curiosidade interessante: A palavra “mãe” se originou de MAMI, um dos epítetos suméricos de NINTI, a Senhora da Vida.

“Com amplo entendimento ele o aperfeiçoara… Para ele dera o Conhecer… A vida eterna não lhe concedeu.” Gênesis

ENLIL, além de comandante e administrador, também tinha profundos conhecimentos científicos em engenharia genética, mas era totalmente contra a sua aplicação em seres humanos e animais, só tendo permitido as experiências de ENKI porque o ecossistema de Nibiru dependia do sucesso delas. ENLIL fazia uso dos seus conhecimentos somente p/ modificação de sementes e grãos de vegetais e ENKI, além das experiências c/ os humanos, modificava animais que seriam usados p/ alimentação ou produção, como vacas e ovelhas. Não é possível afirmar se ENLIL realmente era contra as experiências c/ humanos, por valores morais ou somente p/ rivalizar o irmão. Ele sempre mantinha ANU informado sobre tudo que ocorria na Terra, que curioso p/ ver o resultado do trabalho de ENKI e NINTI, ordenou que ADAPA fosse levado à sua presença. ENKI temia que este consumisse alguma substância, que aumentasse o seu ciclo biológico e o induziu a evitar os alimentos que lhe fossem oferecidos, contudo, ANU, surpreso com a perfeição da “criação”, quis que o ADAPA fosse mantido em Nibiru, mas ele acabou sendo trazido de volta a Terra e ficou temporariamente sob a guarda de ENLIL, na base EDIN/Éden (Lar dos Justos), no Oriente Médio. Eventualmente ADAPA e sua fêmea começaram a amadurecer sexualmente e esse fato irritou profundamente ENLIL que sempre se opunha aos planos de ENKI e tomado pela ira, os expulsou da base. Eles retornaram para a base africana ABZU e começaram a reproduzir. Sua prole era então clonada por ENKI p/ acelerar e ampliar a descendência e as gerações futuras geravam mais e mais humanos de agradável aparência física e portadores do gen de longevidade Anunnaki, embora vivessem bem menos que eles. Mas ainda assim atingiam idades fantásticas para os padrões biológicos atuais.

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Os textos do Antigo Testamento falam que os homens das primeiras gerações adâmicas, viviam centenas de anos e em alguns casos quase atingiam a idade de 1000 anos, como exemplo, Matusalém, Noé e Enoque, que foram alguns dos principais patriarcas pré-diluvianos. Mas Sitchin faz uma revelação perturbadora: Segundo ele as primeiras civilizações humanas aprenderam a fazer cálculos baseados numa média orbital entre Nibiru e a Terra. Como os Anunnaki controlavam o seu tempo baseado na órbita do seu planeta, os homens foram instruídos a fazer cálculos c/ esse referencial. A primeira grande civilização pós-diluviana, a sumérica, dominava o complexo sistema matemático elaborado pelos Anunnaki, p/ aplicação na Terra, onde o dígito 1 correspondia a 60 unidades (o atual sistema cronográfico onde 1 h. = 60 min. = 3.600 seg. é baseado nesse modelo), portanto o ciclo de vida dos primeiros homens adâmicos, seguindo esse padrão, poderia ter durado alguns milhares de anos. Essa característica genética foi mantida até as primeiras dinastias egípcias, quando então começou a se deteriorar, porque o próprio relógio biológico dos Anunnaki ficou debilitado pela vida neste planeta.

Sitchin faz uma observação, em seus livros, a respeito da raça adâmica e da origem do nome Adão: Ele admite que possivelmente não havia um indivíduo assim chamado, mas de fato o primeiro modelo ideal do homo-sapiens ficou famoso entre os Anunnaki e os homens da Terra, porque foi a primeira matriz biológica e porque gozava da proteção de ENKI, que o chamava de ADAPA (Nascido na Terra). Se de fato ele foi clonado, é possível que em determinado momento o termo passasse a se referir a toda a primeira geração de homens. Sendo assim, é provável que algumas citações históricas distorcessem o termo ADÃO/ADAMU/ADAPA p/ o singular, assim como foi feito com a palavra Elohim (“deuses” e não “Deus”).

Um detalhe interessante sobre a descendência de Adão e Eva, pode ser observado no incidente de Caim e Abel. Sitchin tem uma teoria muito interessante: ENKI teria ensinado a pecuária aos homens e ENLIL, a agricultura. Caim e Abel eram respectivamente agricultor e pastor e lideravam grupos de trabalhadores nessas atividades. As constantes disputas entre os dois líderes Anunnaki acabaram influenciando o comportamento dos humanos. E desentendimentos e ciúmes entre os trabalhadores acabaram culminando no assassinato de Abel. Então Caim foi condenado ao exílio por ENLIL, que ficara perplexo diante da primeira demonstração de violência entre os homens e pretendia evitar que aquilo gerasse uma reação em cadeia. Tomado de pavor de uma vingança, Caim teria implorado a ENLIL que o protegesse. O comandante Anunnaki, irado pelo crime contra seu pupilo, Abel, se manteve irredutível na sua decisão, mas pediu a NINTI que lhe fizesse uma modificação genética p/ que os outros homens soubessem que ele carregava um “sinal de Deus” e não o molestassem. A famosa “marca de Caim”, citada no Antigo Testamento, consistia numa alteração cromossômica p/ que os seus descendentes não tivessem pêlos faciais. Banido, Caim teria vagado com sua família e seguidores por longas distâncias e Sitchin sugere que eles teriam chegado até a América Central e se fixado lá. Sua descendência, ignorada pela história, teria sido a base genética dos ameríndios, que têm com característica principal a ausência de pêlos faciais.

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Ao longo dos milênios as gerações de humanos, deixavam de ser apenas trabalhadores ou escravos nas minas. Eventualmente aprendiam novas tarefas e logo cozinhavam, dançavam, tocavam músicas, eram instruídos em todas as ciências e até construíam “casas” para os “deuses”, que eles chamavam de “templos”. Logo o objetivo central da missão, foi desaparecendo e os Anunnaki pareciam se agradar daquela excelente vida na Terra. Porém, como havia poucas mulheres nibiruanas na Terra, muitos Anunnaki se sentiram atraídos pelas fêmeas humanas e começaram a tomá-las por suas mulheres: “Quando os filhos dos deuses viram que as filhas dos homens eram bonitas, as tomaram como esposas”. Desse cruzamento nasceram os híbridos gigantes, os chamados nefilins, anakins, refains ou titãs. Sitchin afirma que, segundo os sumérios, a estatura média dos Anunnaki é de 3,5 a 4m atingindo até 7m e que seus descendentes titãs mantiveram esse nível. O fato é que em alguns milênios eles acabaram organizando os homens em centros urbanos e os instruíam em todos os seguimentos possíveis, gerando então poderosas civilizações. Däniken, em seus estudos, cogita a possibilidade das lendárias civilizações da Lemúria e Atlântida, terem sido as primeiras erguidas por esses seres, que conviviam com a humanidade, e foram adorados como deuses e semi-deuses.

Porém, em certo momento as relações entre homens e Anunnaki ficaram comprometidas por ódios e paixões, levando-os a toda sorte de comportamentos bizarros, que se agravavam mais ainda pela aproximação do planeta gigante Nibiru, que já estava causando terríveis mudanças no clima agradável do planeta e logo os flagelos naturais somados às perturbações sociais, causaram a deterioração moral daquela sociedade híbrida. Esses fatos irritavam seriamente ENLIL que estimulava cada vez mais a desconfiança em ANU e nas altas hierarquias Anunnaki, que já repudiavam o comportamento dos alienígenas nesse planeta. Cedendo a pressão de ENLIL, ANU ordenou que os chefes Anunnaki se reunissem em conselho p/ julgarem a humanidade e decidirem o que deveria ser feito, como punição. Aproveitando a nova passagem de Nibiru, pelo nosso sistema solar, que causaria um cataclisma na Terra, ENLIL e ANU votaram por deixar a humanidade ser dizimada. Essa decisão acabou aceita pela maioria do conselho, mas sob protestos veementes de NINTI e ENKI. O fato é que prevaleceu a pressão e o poder de persuasão de ENLIL sobre ANU que obrigou o conselho a prestar juramento de que não alertaria os homens quanto à catástrofe iminente. A grande verdade é que o transtorno planetário foi usado por ENLIL p/ fazer uma “limpeza racial” na Terra porque não admitia a miscigenação entre os Anunnaki e os terráqueos.

“Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito.” Gênesis 6:1, 7.

Inconformado e temendo pela sua obra, ENKI designou, secretamente, um homem, de nome sumério ZIUSUDRA (Noé ou Noah, em hebraico), para reunir grupos de humanos e espécies animais diferentes, que seriam salvas das inundações do planeta causadas pelo deslocamento dos pólos, devido à aproximação de Nibiru, em uma nave submarina submergível desenvolvida por ele, para essa finalidade. ENKI elaborou ocultamente um plano de sobrevivência para os seres selecionados por ZIUSUDRA, pois não ousava desafiar seu pai ANU, nem as hierarquias de Nibiru. Sem tomar conhecimento do seu plano , os Anunnaki evacuaram a Terra e de suas naves estacionadas na órbita do planeta, observaram o desastre e se entristeceram, sofrendo pela destruição daquela grandiosa obra e amargurados por terem abandonado os humanos ao terrível cataclisma. Com a passagem de Nibiru, duros tempos se iniciaram na Terra.

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Um detalhe curioso, revela o grau de comprometimento de ENKI c/ a humanidade naquele momento: Tendo sido obrigado a prestar juramento, ele não podia revelar aos homens sobre o perigo iminente e nem ajudá-los, mas incorfomado c/ a situação encontrou uma peculiar maneira de alertar pelo menos um pequeno grupo. Nos tabletes sumérios, referentes ao episódio do dilúvio, é mencionado que ENKI tinha ciência que não podia contar aos homens, mas nada o impedia de “falar c/ as paredes”. Uma noite ele se aproximou da casa onde morava ZIUSUDRA, se detendo do lado de fora perto do aposento onde este dormia, e falando alto ou através de algum aparelho, propagou sua voz pelo local dizendo: “Parede, o teu senhor ENKI te ordena que construa uma embarcação, reúnam quantos familiares e agregados puderes, abandona tuas posses e salva tua vida, pois os elohim condenam a humanidade à morte…” ENKI teria deixado um tipo de relógio regressivo, sensível às oscilações geodésicas e um projeto de construção de um submergível a cargo de um Anunnaki de sua confiança designado p/ ajudar Noé. Além de ter feito uma seleção de animais e espécies de plantas p/ redistribuir pelo planeta após o holocausto.

Entre muitos pontos em comum, nos textos de Däniken e Sitchin, um particular chama a atenção: Os dois autores afirmam que no processo de exploração do nosso sistema solar, os Anunnaki teriam construído bases de operações em Marte e nas suas luase na nossa lua. Nos primeiros milênios após sua chegada a Terra, essas bases teriam servido de “escalas” até Nibiru, durante o período de transporte do ouro extraído aqui e além da mineração na Terra, os Anunnaki também extraíam silício na nossa lua. Sendo assim, Sitchin argumenta que essas bases teriam servido de refúgio para os extraterrestres durante os anos pós-diluvianos, quando o elevado nível dos oceanos não permitia o retorno a Terra.

Quando o nível das águas cedeu e as camadas de lama que cobriam a Mesopotâmia secaram o suficiente para permitir o repovoamento, os Anunnaki retornaram a Terra e se surpreenderam quando viram os sobreviventes do cataclisma. E num primeiro momento se indignaram quando ENKI revelou ter elaborado o plano de sobrevivência das espécies terráqueas. Contudo, a revolta cedeu lugar ao contentamento, pela possibilidade de reconstruir a humanidade. NANNAR, um dos filhos de ENLIL, recebeu uma extensão de terra que ia do oeste até o Mediterrâneo e ficou encarregado de reconstruir ERIDU, que viria a se tornar Summer ou Suméria e fundando outras, como Ur, a cidade onde nasceu Abraão. Ao filho mais novo de ENLIL, ISHKUR (Senhor das Montanhas Distantes), coube as terras a noroeste. Ásia menor e as ilhas do Mediterrâneo, onde a “realeza” Anunnaki se espalhou, dando origem ao panteão dos deuses greco-romanos. ENKI e seus descendentes, entre eles seu filho NINGISHSIDA (Senhor da Árvore da Vida) ficaram encarregados de reconstruir ABZU, nas terras africanas. De fato, todo planeta foi repartido entre os Anunnaki, que se tornaram as deidades das mitologias indo-européias, asiáticas e andinas. Däniken menciona que em determinado momento, NINGISHSIDA (chamado de TOTH pelos egípcios), teria ido p/ a América Central explorar a região dos Andes, juntamente com um grupo de sobreviventes africanos e teria erguido a civilização dos olmecas, que seriam os mentores dos astecas (segundo Däniken, a palavra asteca deriva da raiz az-tlan e se refere aos sobreviventes que vieram das terras da Atlântida). Ele ainda expecula que a base do povo asteca era formada pela descendência de Caim misturada com os exilados atlantes. Sitchin não faz menções sobre a Lemúria e Atlântida, mas as peças acabam se encaixando. No comando dos olmecas e dos astecas, o hábil e engenhoso NINGISHSIDA teria ficado conhecido, como o deus Quetzalcoatl (A grande Serpente Emplumada). ISHKUR, posteriormente, também teria ocupado as terras da península de Yucatán, no México, e ficou conhecido como o deus Viracocha.

As civilizações reerguidas na Mesopotâmia, fizeram várias citações aos Anunnaki e a mais peculiar é a que deu base para a referência bíblica dos “Nefilins, os anjos caídos! Aqueles que desceram dos céus para cruzarem com as mulheres dos homens!” Zecharia Sitchin relata que na sua juventude, durante uma aula de hebraico, sobre o capítulo VI do livro do Gênesis, ousadamente questionou seu professor sobre o termo “gigantes” ser o significado da palavra Nefilim. Sitchin enfaticamente afirmou que mesmo derivando da raiz “nefal” (queda), o significado real seria “aqueles que foram lançados” ou “aqueles que aterrisaram na Terra”. Nos anos que se seguiram, à medida que aprendia a língua, a história e a arqueologia do antigo Oriente Médio, os Nefilins tornaram-se uma obsessão. Os achados arqueológicos e a decifração dos textos sumérios, babilônicos, assírios, hitititas, cananitas e outros textos antigos e contos épicos foram progressivamente confirmando a precisão das referências bíblicas a reinos, cidades, governos e culturas na antiguidade. Não havia mais dúvidas de que os Nefilins foram os visitantes da Terra, vindos do céu, num passado distante.

“Esses Nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houveram na antigüidade.”Gênesis 6.4″

“ Antes haviam habitado nela os Emins, povo grande e numeroso, e alto como os Anaquins; eles também são considerados Refains como os Anaquins; mas os moabitas lhes chamam Emins.” Deuteronômio 2.10-11

“Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados [4 metros], e de quatro côvados [1,78 metros] a sua largura, segundo o côvado em uso.”Deuteronômio 3.11

“Também vimos ali os Nefilins, isto é, os filhos de Anaque e éramos aos vossos olhos como gafanhotos.” Números 13.33

“Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Goliah, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo [2,89 metros].” 1 Samuel 17.4

Os relatos das civilizações antigas estão repletos de referências a seres de tamanho gigantesco, força descomunal e portadores de tecnologias avançadíssimas, participando direta ou indiretamente nas sociedades humanas. Devido às suas potencialidades, eles foram sistematicamente considerados divindades: Os nefilins da mitologia hebraica, o panteão egípcio, os deuses do Olímpio, ciclopes e titãs da mitologia greco-romana; os suras, asuras e devas da mitologia hindu; os guerreiros do Valhalla da mitologia escandinava não eram outros senão os Anunnaki. Gigantes astronautas de tempos imemoriais, vindos do planeta Nibiru. Particularmente, os sumérios, sempre foram pragmáticos ao explicar de onde eles vieram, porque estavam aqui e porque agiam como agiam. E sem sombra de dúvida, as gritantes marcas das atividades desses seres estão, definitivamente, espalhadas pelo mundo. Em monumentos, monólitos e ruínas milenares espalhadas pelos continentes e mesmo no fundo dos oceanos e certamente na estrutura genética dos seres humanos (gens recessivos), desafiando à nossa medíocre compreensão. Não admitir tal verdade é uma tolice, que pode ter um custo muito alto para a humanidade!

No oriente as escrituras asiáticas são mais naturais e abertas em suas referências aos grandes “devas” que, no passado, voavam pelos céus em naves vímanas. No ocidente ocorre o ocultamento total do assunto. Instrumentos de repressão, como a Ordem dos Cavaleiros Templários e a Inquisição, foram usados para suprimir esses conhecimentos da humanidade e mantê-los nos porões da igreja católica ou sob o domínio de obscuros rabinos. O que as pessoas pensariam se soubessem que a expressão “ser feito à imagem e semelhança de Deus”, no caso do planeta Terra, se refere à manipulação genética de uma espécie semi-humana por outra super-humana, resultando numa outra espécie humana peculiar? E temos que considerar que o termo “Deus” não era usado pelos sumérios. Eles eram cientes da condição extraterrestre dos Anunnaki. O aspecto “divino” desses seres começou a ser atribuído na medida em que seus herdeiros diretos na hierarquia de poder, os faraós do Egito, utilizavam essa condição para legitimar e garantir sua posição no poder, como “filhos dos deuses”. As sociedades que foram influenciadas diretamente pelos Sumérios, como as greco-romanas e indo-européias, distorceram a condição dos Anunnaki em relação aos sumérios, passaram a adorá-los como “deuses” e acabaram consolidando o politeísmo. Divindades de diversos lugares como Zeus, Apollo e Posseidon, na Grécia; Ptah, Ra e Hórus no Egito; Brahma, Vishnu e Shiva, na Índia ou Odin, Thor e Loki, na Escandinávia eram os mesmos Anunnaki. Entretanto, os hebreus que repudiavam o politeísmo egípcio e mesopotâmico, manipularam o conceito dos Anunnaki, de outra forma, adotando no singular o termo “elohim” (que é plural = deuses) para se referir a um Deus único. Sitchin  revela que isso ocorreu porque os semitas eram uma nação serviente à ENLIL, o autoritário e vingativo comandante Anunnaki que, se apresentava para os hebreus como Javé (YWHW) e teria formado uma aliança com esse povo, inclusive tendo-os guiado através do deserto, por quarenta anos, em direção à Caxemira, na Índia. Que segundo Däniken, seria a verdadeira terra prometida e não a Palestina. Ele afirma que esse longo período no deserto, foi uma experiência feita por ENLIL para garantir a não interferência de outros povos na linhagem genética dos semitas, que eram seus protegidos (enlititas).

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Apesar de ENKI ter sido literalmente o “senhor da criação” na Terra, a “administração” do planeta ficava sobre o comando de ENLIL, que na condição de sucessor direto de ANU, no governo de Nibiru, fazia valer sua autoridade entre os Anunnaki e os homens. Determinando leis, impondo ordens e realizando feitos notórios que o deixavam na condição de “senhor da humanidade”. Alguns desses feitos foram decisivos p/ que ENLIL viesse a ser confundido como o Logos Criador do universo, ao longo da história:
*A decisão de manter o ADAPA e sua fêmea, sob sua guarda, quando ele foi trazido de volta de Nibiru.

*A decisão de expulsá-los da base EDIN quando atingiram a maturidade sexual.

*A decisão de deixar a humanidade perecer no dilúvio, que foi interpretada pela humanidade, não como uma demonstração de arrogância, mas como uma demonstração de poder sobre a vida e a morte.

*A decisão de assumir p/ si e seus descendentes a reconstrução da Mesopotâmia, após o dilúvio, o que consolidou sua condição de “senhor” das antigas nações do Oriente Médio.

*As vitórias do seu clã em várias disputas travadas c/ o clã de ENKI, mostravam o peso do seu poder de comando. Ele era sempre enaltecido como “Aquele que Decide os Destinos”.

*A decisão de permitir que seu clã propagasse diversas línguas diferentes entre as civilizações dos homens p/ manter a dispersão dos povos, evitando a coesão de grupos rebeldes, uma vez que o incidente da Torre de Babel trouxe sérios problemas p/ os Anunnaki.

*A decisão de permitir que Sodoma e Gomorra fossem destruídas, em mais uma disputa com o clã de ENKI.

*A aliança com a nação hebraica, que acabou sendo o berço do Cristianismo.

*A entrega dos mandamentos recebidos por Moisés p/ manter o equilíbrio moral e social da sua nação protegida.

*A dizimação do exército egípcio, em perseguição aos semitas, no deserto, durante o êxodo.

*O combate dos hebreus às formas de adoração aos outros Anunnaki (politeísmo). Visando reduzir ao máximo a influência do clã de ENKI que ainda era forte no Oriente Médio.

Como o planeta Nibiru está diretamente relacionado com a atual formação do nosso sistema solar, assim como os Anunnaki estão relacionados com o surgimento do homo-sapiens, naturalmente os povos influenciados pelos sumérios passaram a deturpar essas informações e a confundir os líderes extraterrestres com o criador de todo universo. O Logos primordial. Os fatos mencionados acima e esse detalhe peculiar devem ser analisados friamente p/ se entender porque as duas principais religiões da humanidade, o islamismo e o cristianismo (ambas c/ raízes hebraicas) adotaram o conceito de “deus único”. Contudo, não deixa de ser uma grande ironia o fato de que ENLIL/Elohim, o mesmo que determinou que a humanidade devesse perecer no dilúvio, fosse adotado como “Deus” e não ENKI, que foi o criador do homo-sapiens.

Uma questão importante tem que ser levantada p/ entendermos como a cultura Anunnaki influenciou o Cristianismo: Podemos presumir que Jesus, de descendência sumérico-hebraica, certamente sabia da existência dos Anunnaki. Então como ele lidava c/ isso? Não se pode afirmar que Cristo se referia à ENLIL quando falava em Deus, porque na sua real condição de avatar ele dispunha de conhecimentos transcendentais que certamente iam muito além do mundo físico. Pode se supor que ele diferenciava as coisas, evitando a confusão de informações culturais e separando os conceitos de “espírito criador” e “matéria criadora”. Dessa forma, quando falava de Deus, pregando sua filosofia vida, ele estaria se referindo ao Logos Criador e não à ENLIL ou a qualquer outro Anunnaki. Porém o peso da influência hebraica prevaleceu e a grande massa de cristãos e judeus não teria assimilado a filtragem feita por Jesus, e acabou mantendo o conceito distorcido de que ENLIL seria “O Deus Criador”. E até hoje o seu nome adotado pelos hebreus, Yahwe ou Javé (YWHW), é mencionado como sendo o nome de Deus. Nesse contexto, podemos levantar uma ousada hipótese: Tendo sido o império romano, um clone do império faraônico egípcio, sabemos que o politeísmo romano “sampleou” as deidades egípcias. Aprendendo a história da mesopotâmia, sabemos que os seus deuses e semi-deuses, não eram outros senão ENLIL, ENKI e seus descendentes e agregados. Muitos corrompidos pelo poder e pela adoração dos homens, eram capazes de tudo p/ perpetuar suas glórias. Lembremos que o ofício do sacerdócio começou na mesopotâmia (ou mesmo antes, na Lemúria e Atlântida), onde os Anunnaki transmitiam conhecimentos de ciências e ocultismo, p/ um seleto grupo de iniciados. O que no começo era p/ o bem comum, com o passar do tempo acabou sendo usado p/ manutenção de poderes. E esses grupos/sociedades secretas se tornaram ferramentas políticas. Então ficam no ar, as seguinte questões:

*Os sacerdotes e profetas que não se prestavam a esses objetivos obscuros, não teriam se tornado uma ameaça ao poder de grupos Anunnaki, e seus afins (faraós, imperadores, reis, césares, etc)?

*Teria sido, a perseguição dos egípcios e romanos aos que pronunciavam mudanças sociais c/ o nascimento de avatares, como Cristo, uma repressão programada p/ impedir ameaças a estrutura de poder criada pelos Anunnaki?

*Não teria sido, a perseguição e crucificação de Cristo e seus seguidores, uma medida tomada “acima” da esfera de poder romana?

Quero deixar claro aqui, que não tenho a intenção de questionar ou negar a existência do Logos Criador e nem afirmar que todos os Anunnaki agiam como deuses, pois mesmo entre os Anunnaki, havia o conhecimento desse poder original. Algumas placas sumérias continham um diário de ENKI, que foi traduzido por Sitchin e publicado com o título “O Livro Perdido de ENKI”. Nessas crônicas ele revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo a Terra para mineração e não p/ “brincar de Deus”. Eles sabiam perfeitamente da existência do Logos primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra p/ a mineração da Terra, como já foi dito antes. Como ENLIL, sempre rivalizou com ENKI, ele utilizava frequentemente essa polêmica p/ acirrar suas disputas de poder, mas mesmo assim não deixava de ter uma certa razão ao expor todos os riscos inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se interferir na ordem natural das coisas.

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A vastidão do universo dá certeza de que a vida é um fenômeno constante em incontáveis mundos, sendo prova irrefutável da existência desse Logos Criador. E de fato, é interessante pensar na possibilidade de que outros seres tão inteligentes, poderosos e qualificados quanto os Anunnaki, viajem de mundos em mundos, espalhando, modificando ou aperfeiçoando a vida e contribuindo para um propósito cósmico maior. Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas, mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espacias e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru.

Fonte (com fotos):

http://osnefilins.tripod.com

http://pt.wikibooks.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%B5es_da_Antiguidade/Civiliza%C3%A7%C3%A3o_Sum%C3%A9ria

http://pt.wikipedia.org/wiki/Utnapishtim

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gilgamesh

Câmara secreta da Grande Pirâmide pode conter trono ‘extraterrestre’


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No início de novembro de 2017, a revista científica Nature publicou um artigo dedicado à descoberta de um enorme espaço vazio no interior da Grande Pirâmide de Gizé no Egito.

Desde então, cientistas estão se questionando qual poderia ter sido a função desta cavidade secreta no interior da grande pirâmide de Gizé.

Câmara secreta da Grande Pirâmide egípcia pode conter trono com metal ‘extraterrestre’

Fonte: https://br.sputniknews.com/

cavidade, de pelo menos 30 metros de comprimento, tornou-se a primeira estrutura interna encontrada nesta construção antiga, em 2017, desde o século XIX.

O especialista italiano, Giulio Magli, professor de arqueoastronomia na Universidade Politécnica de Milão, formulou uma das primeiras hipóteses: o grande espaço vazio poderia conter um trono de ferro de origem extraterrestre, que o faraó teria utilizado antes de falecer, segundo a RT.

O cientista afirma que o trono talvez tivesse cumprido a função de “transporte” para a vida após a morte. “Há uma possível interpretação, que está bem de acordo com o que sabemos sobre religião funerária egípcia, tal como se vê nos Textos das Pirâmides. Os textos dizem que o faraó, antes de chegar às estrelas do norte, teria que passar as portas do céu e se sentar em seu trono de ferro”.

Magli descarta que se trate de uma cavidade projetada para diminuir o peso da estrutura maciça. “A área recém-descoberta não tem a função prática de aliviar o peso, porque o teto da galeria já estava construído com uma técnica de suporte por este mesmo motivo”.

O possível trono de ferro na Grande Pirâmide de Gizé talvez fosse parecido com o da mãe do faraó Quéops, a rainha Hetepherés, que a Universidade de Harvard conseguiu reconstruir. Embora possa ser um trono semelhante, especialistas asseguram que o da Pirâmide de Gizé estaria coberto com finas folhas de ferro meteorítico.

“Claro que não seria ferro fundido, que não era utilizado naquele tempo, mas sim o raro ferro caído do céu sob a forma de meteoritos de ferro […] (distinguível devido à alta porcentagem de níquel)”, que também é citado nos textos, afirma Magli em seu estudo.

Recriando o Trono da Rainha egípcia Hetepheres:

 

Os egípcios já utilizaram este curioso material anteriormente para desenhar dispositivos diferentes, em particular a famosa adaga de Tutancâmon, fabricada há mais de 3,3 mil anos.

A Grande Pirâmide de Gizé, construída por volta de 2570 a.C., está situada nos arredores da capital egípcia, Cairo. É a mais antiga das sete maravilhas do mundo e a única que se conservou até hoje.


Excerto do post A conexão Terra, Marte e Maldek e as Pirâmides em Marte:

“Em março de 1995, uma equipe científica alemã descobriu uma “porta”  misteriosa na grande Pirâmide em GIZÉ, com alças feitas de um metal desconhecidoQUE está no final de um estreito corredor (8 pol x 8 pol) 200 pés que atravessa o corpo da pirâmide  da parede sul da conhecida Câmara da Rainha. Uma proposta para colocar uma câmera de fibra – ótica por baixo da porta foi misteriosamente arquivada sob o pretexto de que nada de importância seria lá encontrado.

No entanto, em março daquele ano (1995), o egípcio Farouk El Baz, um cientista e ex-consultor da NASA (!!!), foi escolhido para liderar uma equipe programada para começar a trabalhar no mês seguinte com equipamentos projetados pela empresa Spar Aerospace, que constrói os braços hidráulicos utilizados pelos ônibus espaciais da NASA.

A informação que vazou para a mídia dos EUA é de que MAIS nove câmaras e túneis  tinham sido identificados e que os sensores tinham pego indicações em todos eles, da presença de objetos metálicos em seu interior.(O que quer que se encontrou lá dentro provavelmente foi mantido em segredo, assim como a verdade de nossa história planetária que vem sendo manipulada e controlada desde tempos imemoriais…)”.   @helioaraujosil1

Anomalia do mar Báltico, objeto com formato de “UFO”, cientistas não conseguem defini-lo


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Anomalia do Báltico: 6 anos depois, cientistas não conseguem descobrir o que encontraram. Há seis anos, os mergulhadores descobriram um objeto grande de aparência estranha que possui caraterísticas inéditas. Os especialistas não conseguem chegar a acordo sobre a origem do mesmo. Há pessoas que acreditam que o objeto é uma espaçonave extraterrestre que caiu no mar Báltico. O objeto possui capacidades inéditas, de acordo com especialistas, ele pode desligar os sistemas eletrônicos e elétricos dos navios que se aproximam dele a uma curta distância.

A estranha anomalia encontrada no mar Báltico: objeto com formato de um “UFO” cuja natureza dos metais NÃO SE PODE encontrar na natureza. A Anomalia do Mar Báltico é talvez uma das mais misteriosas descobertas subaquáticas nos últimos anos.

“Ficha Limpa” para o começo de uma Nova Era


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 FOLHA LIMPA

Como você já deve estar ciente, muito está sendo retido até que surja o momento certo para ser lançado ao público, e isso realmente significa a chegada de um tempo seguro. Depois de todo o planejamento e os preparativos que foram feitos, eles não serão prejudicados apressando-os.

Na verdade, há uma série de questões envolvidas e desde que tudo seja feito no momento apropriado, você irá desfrutar de um período de grande elevação. A última coisa que é necessária é a interferência daqueles que preferem manter as velhas energias de controle das trevas. Os esforços para fazê-lo já não possuem qualquer poder real e estão todos destinados ao fracasso.

Queridos, nunca perca de vista o fato de estar bem após o marcador de dezembro de 2012 e, desde então, muitos Trabalhadores da Luz conseguiram progredir e se preparar para os próximos tempos. Muito já foi preparado para que, quando as circunstâncias o permitirem, você poderá aproveitar a perspectiva de muitos avanços que podem começar com a segurança necessária. Então você verá acontecer o que você estava esperando e a Humanidade ficará feliz com os resultados.

Ao se concentrar no futuro, você estará ajudando a acelerar sua manifestação no agora, porque você tem a determinação de como as coisas funcionam. Naturalmente, sempre há os maiores poderes que controlam eventos e protegem a Humanidade para que suas decisões sejam honradas. Depois de tudo, é você (os Trabalhadores da Luz) quem esta ajudando a abrir caminho e passou o ponto sem retorno que permitiu que a Humanidade continuasse a progredir e passasse a existir em vibrações mais elevadas.

A surpresa para você foi ter deixado as antigas vibrações para trás, você também ganhou um novo começo com o que você diria “uma folha limpa”, sem as energias antigas e negativas restantes. O prospecto mais emocionante é o aparecimento final de vários seres Extraterrestres (Confederados) que estão fortemente associados à Raça Humana. Eles acompanham seu progresso há milhares de anos e ajudaram você, sem infringir o seu sagrado livre arbítrio.

Vocês podem ser novas almas em termos de tempo como você conhece, mas, na realidade, vocês são almas muito antigas que existem por eons de tempo. Como Seres Humanos você está adicionando à sua experiência existente, para que, eventualmente, você possa se tornar mentor para outras pessoas que possam se beneficiar dessa mudança colossal de paradigma. É normal para aqueles que se tornaram bem avançados para ajudar os outros que os seguem e podem se beneficiar de sua experiência.

Na realidade, você também foi e é ajudado a evoluir a cada passo que você deu, que o levou para dentro de si mesmo e para cima, na escada da evolução. Tenha em mente que, em um certo ponto em sua evolução, todos se tornarão Seres da Luz e dispensarão qualquer forma física que você tenha anteriormente experimentado. No entanto, quando as necessidades surgirem, você pode “pensar” em qualquer forma de corpo que você precisar e criá-lo. Mesmo agora, você está começando a desenvolver o poder da criação, e isso significa que, à medida que as vibrações continuam a aumentar, a Humanidade terá maior influência na forma de como evolui.

É por isso que já lhe damos uma nota cautelosa para ser sempre positivo (impessoal) sobre o que você deseja, já que nunca pode ter certeza de como isso vai acontecer no futuro. Obviamente, quando você evolui até o ponto em que seus pensamentos estão centrados nas necessidades (em serviço) dos outros, você terá percebido que muitas almas evoluídas também podem prever suas necessidades,

Faz muito tempo que você alcançou esse ponto em sua evolução. Tome-o com as duas mãos e mais do que nunca, concentre-se no que voce deseja da vida, pois agora você tem todas as chances de ser bem-sucedido. Tenha em mente que muito do que falamos é o seu potencial criativo sendo desenvolvido e utilizado à medida que sua linha de tempo está se abrindo perante você, e que leva exatamente para onde esta o seu foco coletivo.

Alguns podem se perguntar como os seres da Irmandade das Trevas são mantidos à distância, e temos que dizer que eles ainda são uma ameaça, mas seu poder está sendo reduzido paulatinamente na medida em que eles estão sendo cada vez mais expostos. Eles continuarão a ter negados os recursos que anteriormente saquearam de todos, e o financiamento de suas operações será o seu calcanhar de Aquiles. Não há como eles possam financiar as suas  atividades indefinidamente, as suas agendas de mais controle, já que muitos desses canais estão sendo fechados.

Está sendo dada à humanidade uma grande oportunidade para abrir caminho à Ascensão, de modo que todas as almas que estão prontas para ascender possam reivindicar o seu sucesso evolutivo.  Naturalmente, falamos de vários eventos que ainda estão por vir, estão em “gestação”, e em alguns casos a pouco tempo de distância. Em alguns casos, o tempo está fora de suas mãos, pois a imagem maior implica uma grande organização que atende seus amigos e irmãos de fora da Terra, que estão satisfeitos em ajudá-los a terem sucesso. Muitos de vocês já passaram pela Ascensão em vidas anteriores, mas voltaram como voluntários para oferecer sua experiência onde era necessário.  Tenha certeza de que seus amigos galácticos  estão muito satisfeitos em ajudá-lo no seu caminho para se tornar um ser galáctico.

É hora de a humanidade chegar à uma nova Era, e tanta ajuda está esperando para sair das sombras. Seu sucesso em superar as vibrações inferiores foi como você pode dizer “tocar e ir” e aqueles de vocês que já são da Luz desempenharam um papel considerável para ajudar a elevar as vibrações planetárias. Tendo chegado a este estágio, não há absolutamente nenhuma razão para que você não deve seguir adiante, e de nenhuma maneira que você deveria ter que experimentar novamente as vibrações mais baixas.

O plano imediato abrange a redução das hostilidades entre as nações, e muitas de suas crianças Indigo são agora jovens adultos totalmente equipados para lidar com os problemas que estão sendo enfrentados pela humanidade da Terra. São velhas almas com tanta experiência e verão soluções para problemas que atualmente parecem não superáveis. Seu futuro estará seguro em suas mãos,

Com cada Ano Novo, muito prometeu-se, e, lenta mas seguramente, as pessoas vão avançar quando perceberem que têm respostas para problemas antigos que suportam o progresso. Você não terá muito tempo de esperar para identificar os “novos” seres que vieram à Terra em grande número especificamente para ajudar a Humanidade. Com a ajuda de seres tão evoluídos chegando à Terra em maior número, o futuro parece muito brilhante.

Portanto, tome nota de suas opiniões sobre os jovens, porque muitos deles são almas antigas e evoluídas que vieram especificamente para ajudar a Humanidade através dos desafios que ainda estão por vir. Você não pode falhar, a menos que muitos de vocês saiam “dos trilhos” e com tanta ajuda que essa não é uma perspectiva que sequer seja considerada.

Eu deixo vocês com amor e bênçãos, e que a Luz melhore seus dias e caminho até a conclusão desta etapa. Esta mensagem vem através do Eu Superior. No amor e na luz.

Mike Quinsey.


Matrix (o SISTEMA de CONTROLE)

“A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando salvar.

“Mas até que nós consigamos salvá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso os transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você  para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”   Fonte: https://eraoflight.com/2018/01/05/mike-quinsey-clean-sheet/

Nosso Sol é um sistema binário, e seu companheiro esta chegando


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UM CORPO CÓSMICO GIGANTE E INVISÍVEL,

um COMPANHEIRO DE NOSSO SOL, que poderia ser um sistema Binário?

Os cientistas já propuseram que uma estrela escondidainvisível,  que eles chamam de “Nemesis”  (uma estrela escura que não emite luz) poderia esconder-se a um ano-luz, ou mais, de distância de nosso sol.  

Fonte:  Mais sobre o assunto em: http://www.space.com   e  NASA – SPACE.COM         

Por Charles Q. Choi, SPACE.com – NASA Contributor

Eles sugerem que durante a sua órbita, esta Estrela Anã Marrom (Brown Dwarf), regularmente, entraria na nuvem de Oort, empurrando as órbitas de muitos cometas e outros pedaço de rochas (meteoros, asteroides e cometas) levando alguns a vir em direção ao centro do sistema solar, sendo que alguns poderiam se chocar com a Terra. 

A existência de um PLANETA GIGANTE E INVISÍVEL, companheiro de nosso SOL PODERIA EXPLICAR OS COMETAS e ASTEROIDES (esta havendo um aumento considerável da queda de detridos espaciais na Terra) ORIUNDOS DOS LIMITES DO SISTEMA SOLAR e transformaria o nosso sistema em um sistema de SÓIS DUPLOS, BINÁRIO, um fato muito comum no Universo.

Nosso sol pode ter um companheiro (n.t. E tem, ele já foi descoberto pela NASA, fato mantido em segredo, é uma estrela Ana Marrom-Brown Dwarf) que perturba os cometas a partir da borda limítrofe do nosso sistema solar? Um planeta gigante com até quatro vezes a massa de Júpiter (O QUE SERIA UM CORPO CELESTE ENORME), os investigadores sugerem.

Um telescópio espacial que a NASA lançou (WISE) no ano passado, em breve poderá detectar esse companheiro invisível do nosso Solse ele realmente existir, no distante reino de gelo da nuvem de Oort, o berçário e sala de parto de todos os cometas que penetram o nosso sistema estelar local e que circunda e envelopa o nosso sistema solar, com bilhões de objetos gelados dos mais variados tamanhos.