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POLÍTICA; “Quem deu a Israel o direito de negar todos os direitos?”


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 Livro da Verônica Lima

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Shimon Peres, ex-presidente de Israel e Nobel da Paz.

Afirmar que os homens são produtos de circunstâncias, é se esquecer de que são os homens quem mudam as circunstâncias…

(Karl Marx – Teses sobre Feuerbach (fragmentos), 18

Cinco mitos sobre a questão de Israel

“As guerras dizem que ocorrem por nobres razões: a segurança internacional, a dignidade nacional, a democracia, a liberdade, a ordem, o mandato da civilização ou a vontade de Deus. Nenhuma tem a honestidade de confessar: ‘Eu mato para roubar’”.

– Eduardo Galeano

Conversar sobre Israel e Palestina ultimamente tem sido muito chato. Três semanas de ocupação, 53 soldados israelenses e 1.200 palestinos mortos depois, ainda é difícil participar de uma conversa sobre o assunto sem esbarrar em algum clichê que acaba com a conversa prematuramente. Pior: Ainda é impossível falar sobre o assunto sem ofender alguém.

Enquanto pisamos em ovos para não ofender nossos amigos, enquanto as nações unidas pisam em ovos para não ofender os EUA, a pilha de corpos cresce (Especialmente do lado palestino. Não vou fingir imparcialidade) e questões essenciais não estão sendo discutidas por causa de mitos, tabus ou pré-conceitos.

Sem intenção de esclarecer décadas de conflito em um texto de poucas páginas, procurarei pelo menos enumerar alguns desses mitos na esperança de elevar um pouco o nível do debate.

Abaixo enumero os cinco maiores mitos, e porque os considero falaciosos:

MITO 1 – ISRAEL ESTÁ APENAS REAGINDO A UMA OFENSIVA DO HAMAS. SE O HAMAS PARASSE OS ATAQUES, HAVERIA PAZ NA REGIÃO

O argumento predominante entre os que defendem as ações de Israel em Gaza costuma ser o de que o Governo Israelense quer paz, está apenas defendendo seu povo do Hamas.  “Se o extremismo do Hamas não ameaçasse a população israelense, a paz reinaria.” Alguém provavelmente te encaminhou esse vídeo nas ultimas semanas:

https://www.youtube.com/watch?v=daLF1AFs5AM

Esse argumento exige certa amnésia da parte das pessoas, pois uma rápida busca no Google vai confirmar que, na guerra ou na “paz”, Israel está constantemente se expandindo sobre território palestino.

Israel tem se expandido desde a guerra da independência (1948) . Essa expansão tem se dado alternadamente por meio de ocupações militares (como a que está acontecendo agora) e invasão de colonos (durante os períodos de paz). Com ou sem o pretexto da autodefesa, Israel continua avançando, e basta uma rápida olhada em um mapa para verificar a violência dessa expansão:

MAPA PALESTINA

(clique na imagem para expandir)

Para explicar como funciona a ocupação de território palestino por colonos: Resumidamente, é como se você acordasse um dia e uma imensa porção do terreno de sua casa tivesse sido simplesmente cercada por um fazendeiro estrangeiro, que começou a construir um muro em volta. Só que esse invasor não é considerado um criminoso, ele é protegido pelo exército e ganha automaticamente direito a aquela terra, como se ela nunca tivesse sido sua.

A imensa maioria da expansão de Israel, que você pode ver acima, se deu dessa forma. Não por conflitos militares. Não por reação a um ataque, seja ele do Hamas, do Fatah ou de qualquer célula terrorista independente.

Como essa expansão é extra-oficial, é incentivada e financiada, mas não é organizada pelas autoridades israelenses, o território palestino foi basicamente estilhaçado. A palestina virou uma série de faixas de terra intercaladas por corredores e muros de Israel.

Para visitar sua família em outra região de Gaza, um palestino precisa às vezes passar por dois ou três controles de fronteira. Com os passaportes sempre vencidos (já que eles são concedidos pelo governo israelense), nada resta para um palestino a não ser contar com a boa vontade de alguém do exército, ou então se resignar ao pequeno espaço que lhe foi conferido. Como uma pequena prisão. Como um gueto.

Outra conseqüência desse recorte desordenado de territórios é a interrupção de serviços básicos, como água e eletricidade. Mesmo saneamento básico muitas vezes é negado aos habitantes dessa região, onde se passa fome, se morre de epidemias, onde falta escola, hospital e o mínimo necessário para que o povo palestino viva com dignidade. Não estamos falando de dois países e uma fronteira tensa: Estamos falando de um país e alguns guetos ilhados e separados dentro desse território.

Aos interessados em entender mais sobre o assunto, recomendo como introdução o vídeo abaixo (infelizmente não tem legendas):

https://www.youtube.com/watch?v=eCo4MHM72e8

Ao que tudo indica, o que o governo israelense espera é que o povo palestino aceite passivamente uma expansão que acabará em poucos anos com o que restou de seu território.

Note que sobre essa ótica, as atuais agressões palestinas contra Israel – não estou emitindo juízo de valor aqui – não são ataques contra a cultura judaica ou contra o povo judeu, mas reações a uma lenta e contínua invasão israelense.

É claro que depois de tantos anos, existe anti-semitismo. É claro que existe uma questão religiosa. Mas esse não é o ponto principal. Nunca foi. No fim das contas, o que importa é a terra.

Claro que o governo israelense não vai convencer seu povo a apoiar suas ações se contar essa história. Para que apenas sua versão seja contada, temos cada vez mais visto censura à imprensa e controle da informação que entra e sai daquela região. A reportagem abaixo relaciona diversos casos de censura a jornalistas nas ultimas semanas:

http://www.revistaforum.com.br/blog

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Meditação e Yoga em vez de punição em escola dos EUA dão ótimo resultado


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crianca-meditando-euaEm vez de punir crianças rebeldes ou enviá-los para o escritório do diretor, a escola Baltimore tem algo chamado como Mindful Moment Room (Sala do Momento Conciente).

O local não se parece em nada com um quarto de detenção sem janelas. Em vez disso, a sala está cheia de luzes, decorações, e travesseiros de pelúcia roxos. Crianças que se comportam mal são incentivados a sentar-se na sala e buscar, através de práticas como a meditação e respiração, ajudando-os a se acalmar e centrar-se. Eles também são convidados a falar sobre o que aconteceu.

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Escola troca punição por meditação e Yoga e o resultado é maravilhoso. A ideia da escola Robert W. Coleman (em Baltimore, EUA) é propor que alunos indisciplinados se acalmem e reflitam sobre o mau comportamento

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Fontehttp://revistamarieclaire.globo.com

Qual é a reação natural de um professor diante de um aluno indisciplinado? Aplicar uma punição, que, em alguns casos, chega em forma de suspensão. Na contramão desta reação, a escola primária Robert W. Coleman, de Baltimore, nos EUA, decidiu investir em um método completamente diferente – e que gerou resultados surpreendentes. A meditação é o recurso usado pelos docentes há um ano.

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Em vez de punir crianças disruptivas ou enviá-los para o escritório do diretor, a escola Baltimore tem algo chamado o quarto do momento CONSCIENTE.

Por acreditarem que o castigo é um desperdício de tempo, os profissionais adotaram a prática milenar para acalmar as crianças e estimulá-las a refletir sobre o mau comportamento. Tudo acontece em uma sala decorada com luminária, almofadas e colchões de ioga, onde o aluno se dedica a exercícios de respiração e meditação.

Além disso, a escola incluiu ioga como parte da grade de ensino e tem estimulado de maneira espontânea as crianças a praticarem o silêncio e a se tornarem mais tranquilas, resultando em um bom comportamento também dentro de casa.

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“Alguns pais nos disseram que, quando chegam estressados em casa, são orientados pelos próprios filhos: ‘Ei, mãe, você precisa se sentar e eu preciso te ensinar a respirar’”, contou Andres Gonzalez, co-fundador da Fundação Holistic Life, parceira da escola no projeto.

Apesar de a prática ser antiga, recentemente, a ciência tem se debruçado sobre o assunto e tirado conclusões bastante interessantes. Um estudo constatou que a meditação consciente pode proporcionar a soldados uma espécie de armadura mental contra emoções perturbadoras e ainda melhorar a memória. Outro identificou que a meditação pode melhorar o foco da pessoa.

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Por acreditarem que o castigo é um desperdício de tempo, os profissionais adotaram a prática milenar para acalmar as crianças (Foto: Reprodução Facebook)

O projeto conta ainda com outra maneira holística de pensar e aprender:

atividades com o meio ambiente e cuidados de agricultura são oferecidos pela instituição. Os resultados não poderiam ser melhores: os casos de expulsão e suspensão chegaram a zero.

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Outras atividades como meio ambiente e cuidados de agricultura são oferecidos pela instituição. Eles ajudam a limpar parques locais, construir jardins, e visitar fazendas próximas.

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Cientistas alemães provam finalmente que existe vida após a morte!


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Uma equipa de cientistas alemães provaram através de um estudo extraordinário que existe vida após a morte!

Uma equipe de psicólogos e médicos associados com a Technische Universität de Berlim, anunciaram que tinham provado por experimentação clínica, a existência de alguma forma de vida após a morte.

Este anúncio surpreendente é baseado nas conclusões de um estudo utilizando um novo tipo de medicamento supervisionado por experiências de quase-morte, que permitem que os pacientes estejam clinicamente mortos por quase 20 minutos antes de voltar à vida.

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Este processo controverso que foi repetido em 944 voluntários ao longo desse últimos quatro anos, necessita de uma mistura complexa de drogas, incluindo adrenalina e dimetiltriptamina, destinado a permitir que o corpo consiga sobreviver o estado de morte clínica para que o processo de reanimação ocorra sem danos. O corpo do indivíduo foi então colocado em um estado temporário induzido por uma mistura de outras drogas que tinham de ser filtradas pelo ozónio do seu sangue durante o processo de reanimação 18 minutos mais tarde.

A experiência foi apenas recentemente tornada possível através do desenvolvimento de uma nova recitação cardiopulmonar (RCP) uma máquina chamada de AutoPulse. Este tipo de equipamento já foi utilizado ao longo dos últimos anos, para reanimar pessoas que tinham sido mortas por algo entre 40 minutos a uma hora.

Experiências de quase morte têm sido propostas em várias revistas médicas durante os anos, tendo características de alucinações, mas Dr. Ackermann e a sua equipa, ao contrário, considera essas experiências como meio de prova para a existência de vida após a morte e de uma forma de dualismo entre mente e corpo.

A equipa de cientistas liderados pelo Dr. Berthold Ackermann, tem vindo a acompanhar as operações e tem compilado os testemunhos dos sujeitos. Embora existam algumas pequenas variações de um indivíduo para outro, todos os indivíduos têm algumas lembranças de seu período de morte clínica e uma grande maioria deles descreveu algumas sensações muito semelhantes.

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A maioria das memórias comuns incluem um sentimento de desapego do corpo, sensação de levitação, total serenidade, segurança, calor, a experiência de dissolução absoluta, e a presença de uma luz esmagadora.

Os cientistas dizem que eles estão bem conscientes das muitas das suas conclusões e que poderiam chocar muita gente. Na verdade, os voluntários são de várias vertentes religiosas como uma variedade de igrejas cristãs, muçulmanos, judeus, hindus e ateus.

“Sei que os nossos resultados poderiam perturbar as crenças de muitas pessoas”, diz o Sr. Ackermann. “Mas de certa forma, temos a tentar apenas responder uma das maiores questões na história da humanidade, então eu espero que essas pessoas sejam capazes de nos perdoar. Sim, existe vida após a morte e parece que isso se aplica a todos nós.”

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6 SINAIS DE QUE VOCÊ É UM ANJO DA TERRA


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Você pode conhecer essas pessoas por um par de nomes diferentes – trabalhadores da luz, anjos da terra, ou algo similar. Talvez você até mesmo sinta que é uma dessas pessoas. Trabalhadores da Luz literalmente estão aqui para difundirem e compartilharem sua luz o máximo possível, e trazer mudanças positivas para este planeta. Eles não têm paciência para o ódio, a intolerância, violência ou opressão; só querem que todos vivam em harmonia e sigam em frente.

Trabalhadores da Luz não ressoam com o mundo moderno. Muitas vezes, eles se sentem como almas antigas que vieram aqui mais uma vez para restaurarem e renovarem o planeta. Eles querem abundância de riso, felicidade e alegria para todos, e são algumas das pessoas mais altruístas que você vai encontrar.

Anjos da terra desejam se alinhar com energia pura, amando e ajudando os outros a encontrarem o seu ser mais elevado nesta vida. Eles querem transcender os problemas e a dor de cabeça, e viverem em verdadeira harmonia com o Divino. Eles têm boas intenções para si e para o planeta, mas muitas vezes ficam frustrados com o estado atual das coisas.

Se você sente que pode ser um anjo da terra, continue a leitura para ter mais clareza sobre seu papel neste planeta.

6 sinais de que você é um anjo da Terra (e não sabe):

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1.Você é altamente sensível

Essas pessoas estão aqui para um grande propósito, mas salvar o planeta tem um custo elevado. Às vezes, o anjo da Terra vai se sentir sobrecarregado por todos os problemas do mundo, e sentir que não é capaz de fazer a diferença. O anjo da Terra pode ficar muito frustrado e cansado de coisas nesta terra, e sentir-se desesperado para a mudança. Ele não gosta de estar em grandes multidões, pois energias conflitantes podem deixá-lo exausto e ansioso.

Anjos da terra também têm alta sensibilidade à violência, ódio e basicamente qualquer coisa retratada como negativa pelos meios de comunicação e agências de notícias. Eles tendem a se esconderem no conforto de seus quartos, como uma maneira de se protegerem do exterior.


2.Você ama tempo sozinho

O Trabalhador da Luz ou anjo da Terra adora passar o tempo na solidão para recarregar e reequilibrar as suas energias. Ele gosta de escavar profundamente em sua psique e partes de si mesmo que foram quebradas. Anjos da terra sabem que, a fim de mudarem o mundo, devem mudar a si mesmos, e trabalharem incansavelmente para se tornarem as melhores versões de si mesmos.


3.Você se importa profundamente com os outros

Você sente empatia para com os outros, e quer ajudá-los com seus problemas? Se assim for, você pode ser um anjo da Terra. Essas pessoas largariam tudo para ajudar alguém em necessidade, visto que não querem ver ninguém sofrendo. Trabalhadores da Luz sentem-se profundamente ligados aos seus companheiros humanos, e querem fornecer alívio a quem precisar. Anjos da terra compreendem quão difícil e assustador o mundo pode parecer às vezes, pois vivemos na incerteza quase constantemente. Ninguém sabe o que o amanhã pode trazer, mas essas pessoas sabem que podem fazer a mudança positiva hoje.

Elas vivem no agora, e querem fazer o máximo de mudança positiva que puderem. Anjos da terra podem se identificar com as lutas de outras pessoas, pois provavelmente já passaram pelas mesmas coisas.


4.Você se sente atraído a um determinado propósito

Você não se relaciona com desejos mundanos e caminhos estruturados. Você não gosta da sociedade programada e condicionada em que vivemos, e nunca se sentiu compelido a seguir os passos de outras pessoas. Você quer fazer a sua própria marca e viver por suas próprias regras, e não gosta de pessoas lhe dizendo o que fazer. Você se sente chamado a fazer algo mais do que aquilo que as pessoas consideram “normal”, e não pode nem pensar em viver insatisfeito. Anjos da terra podem sentir uma forte atração para fazerem algo no campo do humanitarismo, como ser um assistente social, conselheiro, acupunturista, ou massagista. Eles se veem como curandeiros, e querem empregos em áreas onde possam viver suas paixões.


5.Você tem uma forte intuição

Você provavelmente não vive a vida através da lente da lógica. Em vez disso, escolhe tomar decisões com base em suas emoções e intuição. Anjos da terra têm um sentir mais desenvolvido, e realmente não ressoam com a nossa maneira de viver na sociedade de hoje. Você se conectar em coisas que apelam para as emoções, tais como arte, música, compartilhar histórias, e se conectar com os outros de uma forma significativa. Você permite que a sua intuição te guie na vida, ajudando-o a descobrir cada novo passo que dá.

Essas pessoas confiam que o universo trará coisas e pessoas positivas em suas vidas, e sabem que a intuição é o meio de comunicação entre o universo e nós. Elas pedem assistência a seus guias espirituais e anjos frequentemente e, provavelmente, seguem algum tipo de prática espiritual.


6.Você rejeita a maioria dos “ideais modernos”

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A maioria dos Trabalhadores da luz e anjos da Terra não podem compreender o mundo de hoje. Por que gastamos tanto tempo em empregos que odiamos para pagarmos coisas das quais não precisamos? Por que continuamos a poluir as nossas casas e tratá-las como lixo, quando elas são o único lugar que temos para viver? Por que nós consumimos tanto e damos tão pouco? Por que temos guerras e racismo? Por que não evoluímos para uma sociedade mais civilizada? Estas questões correm pelas mentes dos Trabalhadores da Luz e anjos da Terra em toda parte. Muitas pessoas os chamam de hippies, mas eles simplesmente cuidam do planeta e das pessoas como partes normais, necessárias à vida.

Temos o suficiente na Terra vivermos felizes e plenamente, mas a nossa própria consciência nos impede de viver esta verdade. Anjos da terra se concentram em espalhar sabedoria antiga, na esperança de acordar as pessoas a nossa conexão.

Essas pessoas passam muito tempo na natureza, onde se sentem mais confortáveis e em casa consigo mesmas. Eles valorizam a natureza e tudo do mundo natural, e repudiam o materialismo, a ganância, as corporações, e tudo o que promove a separação e divisão.

Se estes sinais ressoam com você, então você é provavelmente um Trabalhador da Luz. É um caminho difícil, mas muito gratificante no final. Sempre que você se sentir frustrado e derrotado, se lembre do seu propósito, e lembre-se que você não veio aqui para se esconder. Você veio aqui para brilhar e causar um impacto no mundo.

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_https://www.youtube.com/watch?v=byGqRnNVti4

http://super.abril.com.br/ideias/como-funciona-a-agrofloresta-a-forma-de-agricultura-que-pode-mudar-o-mundo

5 Dores de Crescimento Comuns da Ascensão Espiritual


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Para aqueles de nós que nos encontramos viajando em um caminho espiritual, pode ser muito comum a experiência de algumas “dores de crescimento” em nossa jornada. As coisas que ferem apartando-nos de crenças, mas que sempre resultam em mais clareza, sabedoria e uma perspectiva mais profunda. A identificação dessas lutas comuns do caminho espiritual pode ser útil. Isso nos faz perceber que não estamos sozinhos, e que há certas energias arquetípicas que todas as pessoas em um caminho espiritual acabam encontrando. Se você estiver enfrentando algumas destes lutas, tenha fé. A mudança está ocorrendo porque você está tornando-se uma pessoa mais autêntica e conectada. A dor que você sente é apenas um catalisador temporário que irá impulsioná-lo para o seu novo eu. Como você muda, é natural lamentar-se da perda de aspectos do seu eu anterior. Não se apegue à sua velha identidade em sua mente. A chave para lidar com as dores do crescimento no caminho da ascensão espiritual é aceitar o fluxo da vida e trabalhar com a realidade, e não contra ela. Aqui estão 5 dores de crescimento comuns de ascensão espiritual que todos nós experimentamos:

 
 
1) Perda de amigos Isso pode ser especialmente traumático para essas pessoas. Tornando-se mais espiritualmente conectado pode mudar muita coisa sobre você muito rapidamente, e isso pode afetar algumas de suas amizades mais próximas. Isso pode causar que alguns de seus amigos azedem com você, distanciem-se de você e, mesmo, até lhe humilhem. Antes, talvez você estivesse disposto a se envolver em comportamentos que agora parecem errados, como fofocar, reclamar, ou discutir alguns temas com o seu grupo de amigos. Também é provável que os temas que você discutiu com os seus amigos agora fazem você se sentir vazio e você prefere discutir questões que os seus amigos não entendem ou não estão interessados em. Eles podem até chamá-lo de louco por elas. Infelizmente, estas diferenças de perspectiva e comportamento às vezes podem ser o suficientes para romper amizades que significaram muito para você ao longo dos anos. Perceba que tudo o que você pode fazer é ser fiel a si mesmo e permitir que as fichas caiam. Você não tem o poder de converter ninguém ao seu modo de pensar, e nem deve. Tudo o que você pode fazer é ser genuíno e sincero, e o Universo irá conectá-lo com as pessoas que estão em maior sintonia com a sua nova vibração.
 
2) Os mal-entendidos na família A maioria dos membros da família são pouco propensos a se afastarem porque você está num caminho espiritual, mas provavelmente estão muito confusos por sua mudança de perspectiva. Se você tem pais que são religiosos, eles podem até acusá-lo de ter se perdido e separado de Deus. Seja autêntico, e assuma a responsabilidade pela energia que você traz em cada conversa. Basta continuar sendo você mesmo, e o “novo você” vai se tornar mais familiar para os seus entes queridos. Na minha própria jornada, meus familiares, na verdade, começaram a tornar-se curiosos e a me fazer perguntas, e agora suas mentes estão muito mais abertas do que costumavam ser. Lembre-se, é melhor ser mal interpretado por ser quem você é do que esconder-se por medo do que sua família possa pensar. É a sua vida para viver, não a deles.
 
3) Sendo escarnecido e ridicularizado pela sociedade Enquanto muitas pessoas estão em um caminho espiritual consciente no mundo de hoje, há muitas pessoas que permanecem na escuridão sobre sua verdadeira natureza. Tornando-se mais ocupado espiritualmente pode expô-lo a um pouco de ridículo por ser diferente. Sendo zombado, ridicularizado e maltratado é apenas uma parte de estar distante de um mundo que está dormindo. Esta é provavelmente a dor de crescimento mais comum de ascensão espiritual. Isso porque muitas vezes você ouve as pessoas fazendo piadas sobre as pessoas que comem alimentos orgânicos, meditam, têm sonhos lúcidos, carregam pedras (cristais), ou falam sobre questões e filosofias espirituais. Se você tivesse que falar sobre essas coisas há milhares de anos, as multidões se reuniriam na rua e as pessoas estariam animadas para compartilhar suas experiências. Por causa das consequências emocionais de não ir junto com o rebanho no nosso dia e época, pode ser difícil até mesmo sair do armário com suas crenças espirituais. O julgamento que você pode sentir de ser “out” (fora) pode ser desconfortável no início, mas confie que com o avançar do tempo ele se tornará menos frequente e mais fácil de lidar. À medida que se tornam mais confortáveis com nossas diferenças, nós projetamos o conforto para o mundo, e nós recebemos menos julgamento como resultado da nossa confiança. O Universo pára de enviar as experiências que se abatem sobre os nossos pontos fracos, uma vez que transforma-os em nossos pontos fortes. Seja autêntico, sincero e na integridade. E quando as pessoas zombarem de você num espaço como esse, isso os fará parecerem bobos.
 
4) Mudanças de carreira Quando há mudanças de perspectiva, o seu trabalho simplesmente pode não ser uma boa opção para você. De repente, o trabalho que você tem ficou pequeno/encolhido e você se sente vazio, ou ainda pior, prejudica a sua alma. Durante um despertar espiritual, você pode chegar à conclusão de que seu trabalho não está funcionando como uma extensão de sua alma. Para alguns, uma mudança de carreira pode ser intencional e planejada, mas para outros, pode vir na forma de ser de repente demitido. Quando você é incompatível vibracionalmente com a forma como você está gastando a maior parte de suas horas durante a semana, é apenas uma questão de tempo antes que você ou seu empregador decida que, no melhor interesse de todos, você deixe o seu trabalho. Pode ser muito doloroso ter uma transição repentina assim. Mas acredito que isso aconteceu por uma razão. Muito mais felicidade e satisfação está à frente para você. A vida é muito curta para passar por qualquer coisa diferente de fazer com o que sua alma viva. Renda-se ao Universo, e Ele irá levá-lo exatamente onde você precisa estar espiritualmente, bem como profissionalmente.
 
5) Solidão A solidão é um subproduto natural de ascensão espiritual. Naturalmente, como nossos relacionamentos, empregos e estilos de vida mudam, assim a nossa capacidade de confiar nas coisas que costumávamos confiar. Em tempos como estes, é bom aproximar-se de uma comunidade espiritual. Ter uma aula de yoga, ou participar de um retiro de meditação. O Universo irá prepará-lo com um novo cenário para apoiar o seu novo estilo de vida, mas você tem que fazer um esforço para criar isso para si e para satisfazer o Universo no meio do caminho. A boa notícia aqui é que quando você encontrar pessoas no mesmo caminho, você pode ter certeza que irão fornecer amizades e conhecimentos que são genuínos e edificantes. Você pode notar que você tem menos amigos, mas mais do tipo certo. Um aumento na qualidade e uma diminuição na quantidade. Nesse meio tempo treine ficar com você mesmo. Comece a praticar meditação e aprender a estar confortável consigo próprio. Aprender a estar sozinho é essencial para lidar com qualquer sentimento de perda que surgiu desde que começou a perseguir seu novo caminho. Apesar de que encontrar seu Eu espiritual possa ser uma experiência gratificante e esclarecedora, haverá algumas mudanças que vão ser um desafio para ajustar-se. Nem todo mundo vai experimentar todos esses ajustes, mas se algum destes se aplicam a você, você não está sozinho. Seja paciente com o Universo e fique na integridade para a nova versão de si mesmo. O resto vai cuidar de si. Se você está tendo dores de crescimento espiritual, perceba que no final do dia, elas são simplesmente sinais de que você está crescendo e evoluindo. Todas as coisas que estão listadas neste artigo são, na verdade, sinais de que está no caminho certo. Portanto, não pense que você tem feito algo de errado, ou que você está fazendo escolhas inadequadas através da adoção de um novo estilo de vida que parece tornar confusas as pessoas ao seu redor. Mantenha-se fiel a si mesmo e com o tempo, você vai amadurecer em uma posição mais confortável e estável. Quando você alinha suas emoções, pensamentos e intenções com melhorar a si mesmo e explorar a sua verdadeira natureza, o Universo sempre conspira para que você possa dar-lhe a vida que você precisa. Seja paciente e confie no Universo. A fim de crescer em uma nova pele, você tem que primeiro perder a antiga

Os Reinos Perdidos (7): O dia em que o sol parou


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 O DIA EM QUE O SOL PAROU

A avidez dos espanhóis pelo ouro e outros tesouros encobriu seu espanto ao encontrar no Peru, numa terra desconhecida no fim do mundo, uma civilização avançada, com cidades e estradas, palácios e templos, pirâmides, reis e sacerdotes… e religiões. A primeira leva de padres católicos que veio com os conquistadores procurou des­truir tudo o que se relacionasse à “idolatria” dos índios. 

Porém, os sacerdotes espanhóis que vieram depois — na época os (únicos) es­tudiosos do país — mostraram-se abertos às explicações dos ritos e crenças locais dadas pelos nobres nativos, que haviam se con­vertido ao catolicismo de Roma …

Livro, OS REINOS PERDIDOS (The Lost Realms), da série de livros Crônicas da Terra, capítulo VI, “O DIA EM QUE O SOL PAROU”, de Zecharia Sitchin

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Capítulos anteriores em: 

Capítulo 7 – O DIA EM QUE O SOL PAROU 

… Sua curiosidade aumentou quando compreenderam que os nativos dos Andes acreditavam num Criador Supremo e que suas lendas registravam um Dilúvio. Como muitos detalhes des­sas lendas eram estranhamente parecidos com as narrativas bí­blicas do Gênesis, foi inevitável, entre as primeiras teorias sobre a origem dos “índios” e suas crenças, uma associação com as terras e os povos da Bíblia. Depois de considerar vários povos antigos, a conclusão mais plausível para os primitivos teóricos, como ocorrera no México, era de que os nativos descendiam das Dez Tribos Perdidas de Israel, não só pela semelhança das lendas nativas com as histórias bíblicas, como também por alguns rituais.

Os nativos peruanos tinham costumes como o oferecimento dos primeiros frutos — uma Festa da Expiação, que correspondia à natureza e à época do dia judeu da Expiação — o rito da circuncisão, a retirada do sangue do animal que serviria de alimento, a proibição de comer peixes sem escamas, muito parecidos com os costumes dos hebreus. Na Festa das Primeiras Frutas, os nativos cantavam as palavras mís­ticas Yo Meshica, He Meshica, VaMeshica. Para alguns dos teóricos espanhóis a palavra Meshica significava o mesmo que o termo hebreu “Mashi’ach” — o Messias.

(Estudiosos modernos agora acreditam que o componente Ira nos nomes divinos andinos, é comparável ao nome mesopotâmico Ira/Illa, do qual deriva a raiz bíblica El;que o nome Malquis com o qual os incas veneravam seu ídolo é equivalente ao da divindade cananita, Molekh (Senhor); e que é provável que o título inca Manco deriva da mesma raiz semítica, significando “rei”.)

Foi em vista dessas teorias sobre as origens bíblicas dos hebreus que os padres católicos do Peru, depois da onda inicial de obliteração/começaram a registrar e preservar a herança na­tiva. Os mestiços, tais como o padre Blas Valera (filho de um espanhol e uma mulher indígena), foram encorajados a anotar o que ouviam dos nativos e o que estes faziam. Antes que terminasse o século XVI, um esforço concentrado, patrocinado pelo bispo de Quito (Equador), foi feito no sentido de compilar as histórias locais, avaliar os locais antigos e montar uma biblioteca com todos os manuscritos relevantes. Muito do que foi aprendido sobre os tempos antigos da América do Sul desde então veio dessa fonte.

Intrigado com as teorias e avaliando ele mesmo os manuscritos da coleção, um espanhol chamado Fernando Montesinos chegou ao Peru em 1628 e devotou o resto de sua vida à compilação de fatos compreensíveis, em ordem cronológica, da história e pré-história dos peruanos. Cerca de vinte anos mais tarde ele com­pletou um tratado, Memórias Historiales Antiguas del Peru (“Me­mórias Históricas Antigas do Peru”), e o depositou na biblioteca do convento de San José de Sevilha. Lá permaneceu esquecido por dois séculos, sem ter sido publicado, quando alguns trechos foram incluídos numa história francesa das Américas. O texto completo em espanhol veio à luz apenas em 1882 (uma tradução de P. A. Means para o inglês foi publicada pela Hakluyt Society em Londres, Inglaterra, em 1920).

Partindo de um ponto comum entre as narrativas da Bíblia e as andinas, como o episódio do Dilúvio, Montesinos considerou este o seu ponto de partida. Seguindo o registro bíblico, ele seguiu o repovoamento da Terra depois do Dilúvio, a partir do monte Ararat, na Armênia, até uma tabela de nações no capítulo 10 do livro do Gênesis. Viu no nome Peru, (ou Piru/Pirua na língua dos nativos) uma interpretação fonética do nome bíblico Ophir, o neto de Eber (o portador dos hebreus), ele próprio filho de Shem. Ophir também era o nome da famosa Terra do Ouro, de onde os fenícios trouxeram ouro para o templo de Jerusalém, que o rei Salomão estava construindo. O nome de Ophir na tabela da Bíblia está escrito ao lado de seu irmão Havilah — um nome pelo qual foi chamada a famosa Terra do Ouro na história bíblica dos quatro rios do Paraíso: 

“E o nome de um era Pishon; É o rio que acompanha toda a terra de Havilah, onde o ouro está ” …

Para Montesinos, as pessoas das terras da Bíblia teriam vindo para os Andes muito antes da época do reinado de Judá e Israel, muito antes das Dez Tribos serem exiladas pelos assírios. Por­tanto, concluiu Montesinos, fora o próprio Ophir quem liderara os primeiros colonos ao Peru, quando o homem começou a es­palhar-se pela Terra depois do Dilúvio.

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Os Andes vistos desde Machu Picchu com o Rio Urubamba

As histórias incas que este padre reuniu atestam que muito antes da última dinastia inca já existira um império antigo. Depois de um período de crescimento e prosperidade, a terra enchera-se de desastres: cometas apareceram nos céus, o solo estremeceu com os terremotos e irromperam guerras. O rei que governava na época saíra de Cuzco, levando seus súditos para um refúgio seguro nas montanhas, chamado Tampu-Tocco. Apenas alguns sacerdotes permaneceram em Cuzco, para cuidar do santuário. Foi durante essa época calamitosa que se perdeu a arte da escrita.

Os séculos passaram. Os reis iam periodicamente de Tampo-Tocco até Cuzco consultar o oráculo divino. Um dia, uma mulher da classe nobre anunciou que seu filho Rocca fora carregado pelo Deus Sol. Dias mais tarde o jovem reapareceu, trajando rou­pas douradas. Ele disse que a época do perdão chegara, mas o povo precisava obedecer certos mandamentos: a sucessão real iria para o filho do rei nascido de uma meio-irmã, mesmo que não fosse o primogênito, e escrever não seria mais permitido (Ah !! os “deuses“…). As pessoas concordaram e voltaram a Cuzco com Rocca como novo rei. Ele recebeu o título inca — de soberano.

Concedendo ao primeiro inca o nome Manco Capac, os his­toriadores igualaram-no ao legendário fundador de Cuzco, Man­co Capac dos quatro irmãos Ayar. Montesinos corretamente se­parou e distanciou as dinastias incas, contemporâneas dos espa­nhóis (cujo reinado começara apenas no século XI d.C.), de seus antecessores. Sua conclusão, de que a dinastia inca consistira de 14 reis, incluindo Huayna Capac, que morreu quando os espa­nhóis chegaram, e seus dois filhos rivais, foi confirmada por todos os estudiosos.

Ele concluiu que, de fato, Cuzco fora abandonada em período anterior ao do retorno da dinastia inca à cidade. Segundo seus estudos, antes do retorno a Cuzco, o império inca tivera 28 reis, cujo governo fora exercido na montanha chamada Tampu-Tocco. E antes disso um antigo império governara em Cuzco, conside­rada a capital. Lá, 62 reis sentaram-se no trono; destes, 46 eram reis-sacerdotes e 16 eram governantes semidivinos, filhos do Deus Sol. Antes disso, os próprios deuses reinavam sobre a Terra.

Acredita-se que Montesinos encontrou uma cópia do manus­crito de Blas Valera em La Paz e os jesuítas permitiram que o copiasse. Ele também se apoiou nos escritos do padre Miguel Cabello de Balboa, cuja versão diz que o primeiro soberano, Man­co Capac, viera a Cuzco não diretamente do lago Titicaca, mas de um lugar oculto, chamado “Tampo-Tocco” (“Refúgio das Três Janelas”). Foi lá que Manco Capac “abusou de sua irmã Mama Ocllo” e teve um filho com ela.

Montesinos, após confirmar tudo isso em outras fontes dis­poníveis, aceitou essa informação como verdadeira. Ele iniciou, portanto, suas crônicas sobre os reinados no Peru com o domínio dos quatro irmãos Ayar e suas quatro irmãs, enviados para en­contrar Cuzco com o auxílio de um objeto de ouro. Porém, ele registrou a versão pela qual o primeiro a ser escolhido como líder foi um irmão, cujo nome era o mesmo do antepassado que trouxera o povo para os Andes, Pirua Manco (originando o nome de Peru).

Foi ele quem, tendo chegado ao local, anunciou sua decisão de construir ali uma cidade. Veio acompanhado por es­posas e irmãs (ou esposas-irmãs); uma delas deu à luz um filho, que foi chamado Manco Capac. Foi esse filho quem construiu em Cuzco o Templo ao Grande Deus, Viracocha. Sendo assim, é dessa época o início da contagem das dinastias. Manco Capac foi aclamado como filho do Sol e foi o primeiro de 16 soberanos. Nessa época eram veneradas outras divindades: uma delas era a Mãe Terra; a outra uma divindade cujo nome significava Fogo, representada por uma pedra que fazia profecias.

A ciência mais importante da época, escreveu Montesinos, era a astrologia (o estudo dos astros, a nossa atual astronomia). A arte de escrever em folhas preparadas de bana­neira (como na Índia), ou em pedras, era conhecida. O quinto Capac “renovou o cálculo do tempo” e começou a marcar a passagem do tempo dos reinos de seus ancestrais. Foi ele quem introduziu a contagem de mil anos como um Grande Período, e os séculos e meios séculos, equivalentes ao jubileu bíblico. O Capac que introduziu esse calendário e a cronologia, foi o Inti Capac Yupanqui, que completou o templo e introduziu a veneração ao grande deus Illa Tict Viracocha, cujo nome significa “Iniciador Iluminado, Cria­dor das Águas“.

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No reino do décimo-segundo Capac, chegaram a Cuzco as notícias do desembarque na costa de “alguns homens de grande estatura… gigantes que estavam colonizando a costa” e que, pos­suindo ferramentas de metal, estavam despojando a terra. Depois de algum tempo eles começaram a subir as montanhas; feliz­mente, provocaram a ira do Grande Deus que os destruiu com o fogo do céu. Livre dos perigos, o povo esqueceu os mandamentos e os ritos da adoração. “As leis e costumes bons” foram abandonados, o que não passou desapercebido pelo Criador. Como castigo, ele escondeu o sol da terra: “não houve aurora (dia) por vinte horas“. Um grande clamor elevou-se do povo, que se apressou em oferecer preces e sacrifícios nos templos, até (depois de vinte horas) o sol reaparecer. Logo a seguir, o rei reintroduziu os ritos de ve­neração e as leis de conduta. 

O décimo-quarto Capac no trono de Cuzco fundou uma escola para o estudo da astronomia e astrologia, objetivando a deter­minação dos equinócios e solstícios. Montesinos calculou que o quinto ano de seu reinado foi o 25º século depois do marco zero, ou o início, considerado como o Dilúvio. Era também o segundo milênio desde que a dinastia se iniciara em Cuzco; em celebração, o rei ganhou um novo título,Pachacuti (“Reformador”). Seus sucessores também promoveram o estudo da astronomia; um deles apre­sentou um ano contendo um dia extra a cada quatro anos e um ano extra a cada quatrocentos.

No reinado do 58º. monarca, “quando o Quarto Sol se com­pletou,” a contagem era 2.900 anos depois do Dilúvio. Montesinos calculou ser o ano em que nasceu Jesus Cristo.

Aquele primeiro império de Cuzco, iniciado pelos Filhos do Sol e continuado por reis-sacerdotes, chegou a um final amargo no reinado do 62º rei. Na sua época, ocorreram “prodígios e mau agouro”. A Terra estremeceu com terremotos intermináveis, os céus se encheram de cometas e escutaram-se profecias do final dos tempos. As tribos e as pessoas começaram a vagar sem des­tino, guerreando com seus vizinhos. Os invasores vieram da cos­ta, atravessando os Andes. Grandes batalhas ocorreram; numa delas o rei foi atravessado por uma flecha e seu exército fugiu em pânico; apenas quinhentos guerreiros sobreviveram às bata­lhas. “Assim o reinado da monarquia peruana foi perdido e des­truído”, escreveu Montesinos, “e o conhecimento das letras foi perdido”.

Os poucos remanescentes abandonaram Cuzco, deixando ape­nas um punhado de fiéis sacerdotes para tomar conta do templo. Levaram com eles o filho do rei morto, um menino ainda, e refugiaram-se num local seguro e elevado nas montanhas cha­mado Tampu-Tocco. Foi o lugar onde, de uma caverna, o pri­meiro casal semidivino saiu para fundar os reinos andinos. Quan­do o menino cresceu, foi proclamado o primeiro monarca da dinastia de Tampu-Tocco, que durou quase mil anos, desde o início do século 2 até o século 11 d.C.

Durante tantos séculos de exílio, a sabedoria se esvaiu e a escrita foi esquecida. No reinado do 78º. monarca, com a marca de 3.500 anos desde o Início, uma certa pessoa começou a reviver a arte da escrita. Foi nessa época que o rei recebeu um aviso dos sacerdotes em relação à invenção das letras. Era a sabedoria da escrita, explicava a mensagem, a causa das pestilências e mal­dições que haviam terminado a dinastia de Cuzco. O desejo do deus era que “ninguém usasse as letras, nem ressuscitasse seu uso, pois de seu emprego muitos males viriam (outra vez)”. Por­tanto, o rei ordenou “por lei, sob pena de morte, que ninguém deveria andar com quilcas, pergaminhos de folha de bananeira, onde costumavam escrever, nem deveria usar as letras”. Ao invés disso ele iniciou o uso de quipos, as fitas de cordas coloridas, que serviam para propósitos cronológicos.

No reinado do 90º. monarca, o quarto milênio desde o Ponto Zero completou-se. A essa altura a monarquia em Tampu-Tocco era fraca e ineficaz. As tribos ainda leais estavam sujeitas às in­vasões dos vizinhos. Os chefes tribais deixavam de pagar tributos à autoridade central. Os costumes foram sendo corrompidos e as abominações proliferaram. Em tais circunstâncias, uma prin­cesa descendente direta dos Filhos do Sol, uma certa Mama Ci-boca, anunciou que seu filho menor, tão belo que seus admira­dores o chamavam de inca, estava destinado a reinstalar o reinado na antiga capital, Cuzco. De uma forma milagrosa ele desapa­receu e retornou em trajes dourados, afirmando que o Grande Sol o havia levado para ensinar sua sabedoria secreta e lhe dissera para liderar o povo de volta a Cuzco. Seu nome era Rocca. Ele foi o primeiro da dinastia inca, que teve um final inglório pelas armas dos espanhóis.

Tentando ordenar esses eventos, Montesinos afirma, de tem­pos em tempos, que um período chamado “Sol” passara, ou ini­ciara-se. Conquanto não fique claro qual o período de tempo considerado (em anos), ele parecia ter em mente as lendas andinas de vários “Sóis” no passado.

Embora os estudiosos sustentem — hoje em dia cada vez me­nos — que não existiu nenhum contato entre as civilizações centro-americanas e as sul-americanas, as últimas apresentam as mesmas noções dos astecas e maias sobre os cinco Sóis. Na verdade, todas as civilizações do Velho Mundo possuem lem­branças de eras passadas, de eras quando os deuses reinavam sozinhos, seguidos pelos semideuses e heróis, depois pelo reino dos mortais. Um texto sumério chamado Listas do Rei assinala uma linhagem de senhores divinos, seguidos por semideuses, que reinaram durante um total de 432.000 anos, antes do Dilúvio, e também fala de reis que governaram depois, através de tempos agora considerados históricos, cujos dados foram verificados e considerados precisos.

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A lista de reis egípcios, assim como foi composta pelo pré-historiador Manetho, apresentava uma dinas­tia de doze deuses, que começou cerca de 10.000 anos antes do Dilúvio. Foi seguida de deuses e semideuses até cerca de 3.100 a.C., quando os faraós ascenderam ao trono do Egito. Também esses dados, até onde puderam ser verificados, mostraram-se corretos. Montesinos encontrou essas ideias nas histórias peruanas, confirmando os relatos de outros cronistas, de que os incas acredi­tavam estar vivendo a Quinta Era, ou Quinto Sol. A Primeira Era foi a de Viracocha, dos deuses brancos e barbados. A Segunda Era foi a dos gigantes; alguns deles não eram amigáveis e houve conflitos entre deuses e gigantes. A terceira foi a Era do Homem Primitivo, de seres humanos sem cultura. A Quarta Era foi a dos heróis, homens que eram semideuses. Só, então, começou a Quinta Era, a dos reis humanos, de quem os incas eram os últimos da linhagem.

Montesinos também comparou a cronologia andina com a européia, relacionando os fatos a um determinado Ponto Zero (ele escolheu o Dilúvio) e — mais claramente — ao nascimento de Cristo. As duas sequências cronológicas, escreveu ele, coincidiram no reinado do 58º. soberano: o 29º. século desde o Ponto Zero foi o “primeiro ano de Jesus Cristo”. As monarquias perua­nas começaram 500 anos depois do “Ponto Zero”, por exemplo, em 2.400 a.C.

O problema dos especialistas com a história e a cronologia propostas por Montesinos não é falta de clareza, mas sua conclusão de que a civilização e as dinastias em Cuzco começaram quase 3.500 anos antes dos incas. Tal civilização, de acordo com a informação recolhida por Montesinos, e aquelas nas quais ele trabalhou, dominava a escrita, tinha conhecimentos de astrono­mia, entre outras ciências, e utilizava um calendário longo o su­ficiente para promover sua reforma periódica. Tudo isso (e muito mais) era conhecido da civilização suméria, que floresceu por volta de 3.800 a.C, e pela egípcia, que se seguiu, aproximada­mente a 3.100 a.C. Outro ramo da civilização suméria, a do vale do rio Indus, viveu por volta de 2.900 a.C.

Por que não seria possível que esse triplo desenvolvimento ocorresse uma quarta vez, nos Andes? Impossível seria se não houvesse contato entre o Velho e o Novo Mundo. Possível, se os depositários da sabedoria, os deuses, fossem os mesmos, pre­sentes em toda a Terra. Nossa conclusão pode parecer absurda à primeira vista, porém felizmente pode ser comprovada. O primeiro teste sobre a veracidade dos eventos e cronologias compilados por Montesinos já aconteceu.

Um elemento-chave na narrativa de Montesinos é a existência de um império antigo, de uma linhagem de reis em Cuzco que foram forçados a abandonar sua capital e procurar refúgio num local chamado Tampu-Tocco. O intervalo demorou uns mil anos; finalmente, um jovem nobre foi escolhido para levar o povo de volta para Cuzco e estabelecer lá uma dinastia inca. Existiria um local chamado Tampu-Tocco, identificável através da descrição dos acidentes, feita por Montesinos? A pergunta intrigou a muitos. Em 1911, procurando cidades incas perdidas, Hiram Bingham, da Universidade de Yale, encontrou este local: Machu Pichu.

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Bingham não estava procurando pela localização de Tampu-Tocco quando partiu em sua primeira expedição. Porém, depois de voltar outras vezes e realizar escavações por mais de duas décadas concluiu que Machu Pichu foi a capital interior do Velho Império. Suas descrições do local, encontram-se nos livros Machu Picchu, a Citadel of the incas (“Machu-Pichu, a Cidadela dos incas) e The Lost City of the Incas (“A Cidade Perdida dos Incas”) 

O principal motivo para se acreditar que Machu Pichu seja a lendária Tampu-Toccoé a pista das três janelas. Montesinos es­creveu que “no local de seu nascimento, o inca Rocca ordenou que fossem executados trabalhos, consistindo de uma parede de alvenaria com três janelas, que são o emblema da casa de seus pais, de quem ele descende”. O nome do lugar para o qual a casa real se mudara, ao sair de Cuzco, significa “Refúgio das Três Janelas”.

Nada tem de surpreendente o lugar ficar conhecido por suas janelas, uma vez que nenhuma casa em Cuzco, desde a mais humilde até a mais luxuosa, apresentava janelas. Mas sim o fato de o local ficar conhecido por um número específico de janelas — três — que só poderia ser resultado de sua singularidade, antiguidade, ou santidade. O que parece verdadeiro com relação a Tampu-Tocco, de acordo com a lenda, é a estrutura com três janelas ter desempenhado um papel importante no surgimento das tribos e no início do antigo império do Peru. Essa estrutura específica se transformara no “emblema da casa de seus pais, de quem ele [Inca Rocca] descendia”.

A lenda dos irmãos Ayar descrevia o local e falava de seu papel na história. Como afirmou Pedro Sarmiento de Gamboa (Historia General Llamada Yndica), também mencionado por ou­tros cronistas anteriores, os quatro irmãos Ayar e suas quatro irmãs, tendo sido criados pelo deus Viracocha, no lago Titicaca, chegaram, ou foram colocados pelo deus, em Tampu-Tocco, onde “apareceram à janela por ordem de Tici-Viracocha, declarando que Viracocha os criara para serem chefes”.

O mais velho dos irmãos, Manco Capac, carregava com ele um emblema sagrado ostentando a imagem do falcão, e também trazia o cetro de ouro que o deus lhe entregara para localizar o local correto para a futura capital, Cuzco. A vida dos quatro casais começou pacificamente. Contudo, logo sobrevieram crises de ciúmes. Sob o pretexto de que certos tesouros haviam sido deixados para trás, numa caverna emTampu-Tocco, o segundo irmão, Ayar Cachi, foi enviado de volta para apanhá-los. Isso era apenas um pretexto dos outros irmãos para aprisioná-lo na caverna, onde ele foi transformado em pedra. 

Segundo essas histórias, Tampu-Tocco existira em tempos muito antigos. “O mito dos Ayar”, escreveu H. B. Alexander em Latin American Mythology (“Mitologia Latino-Americana”) “re­monta à Idade Megalítica e às cosmogonias associadas ao Titicaca”. Quando os exilados deixaram Cuzco, foram para um lugar que já existia, um lugar onde uma estrutura com três janelas desempenhara seu papel em acontecimentos anteriores. É com essa compreensão que agora podemos visitar Machu Pichu, pois uma construção com uma parede com três janelas de fato foi encontrada lá e em nenhum outro lugar do Peru.

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Machu Pichu e a construção com uma parede com três janelas, encontrada somente lá e em nenhum outro lugar do Peru

“Machu Pichu, ou Grande Pichu, é o nome quechua de um pico que se eleva a mais de 3.000 metros sobre o nível do mar e a 1.200 metros sobre as corredeiras do rio Urubamba, perto da ponte de San Miguel, a dois dias de viagem de Cuzco”, es­creveu Bingham. “A noroeste de Machu Pichu eleva-se outro belo pico cercado por magníficos precipícios, chamado Huayna Pichu, ou Pichu Menor. Sobre o estreito espaço entre os dois picos encontram-se as ruínas de uma cidade inca, cujo nome perdeu-se nas sombras do passado. E possível que representem duas cidades antigas, Tampu-Tocco, o local de nascimento do primeiro inca, e Vilcabamba Viejo.”

Hoje em dia a viagem de Cuzco a Machu Pichu, uma distância de 120 quilômetros em linha reta, não leva os dois dias descritos por Bingham. Um trem subindo as montanhas, passando por túneis e pontes, e acompanhando o trajeto do rio Urubamba, leva apenas quatro horas até chegar ao destino. Mais meia hora de ônibus, a partir da estação de trem, e chega-se à cidade. A vista estonteante é exatamente como Bingham descreveu. No es­paço em forma de sela entre os dois picos, casas, palácios e tem­plos se erguem — todos sem telhados atualmente — cercados de terraços que acompanham a encosta da montanha, prontos para cultivo. O pico de Huayna Pichu eleva-se a noroeste como uma sentinela (fig. 72). Além, e ao redor, enxergam-se picos a perder de vista. Para baixo, o rio Urubamba forma um desfila­deiro em forma de ferradura ao redor da base do pico. Suas águas revoltas cortam caminho através do verde-esmeralda da selva. 

Como convém a uma cidade que, acreditamos, serviu no início de modelo para Cuzco e depois imitou-a, Machu Pichu também se compunha de doze terraços, ou grupos de estruturas. O grupo para uso real e religioso encontrava-se no oeste; os grupos para uso residencial e de atividades (ocupado na maior parte pelas Vir­gens e pela hierarquia dos clãs) localizava-se a leste, separado por uma série de terraços largos. O povo que cultivava os terraços elevados vivia fora da cidade e nos campos adjacentes (muitos vi­larejos foram encontrados desde a descoberta inicial, por Bingham). 

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O pico Huayna Picchu (em quíchua: “jovem montanha”) é uma montanha localizada no Peru, que forma parte oriental do maciço de Salcantay, em torno da qual o rio Urubamba segue seu curso. É a montanha icônica das fotos de Machu Picchu. O pico de Huayna Picchu esta por volta de 2.720 metros acima do nível do mar. O Templo da Lua, um dos três templos principais na área de Machu Picchu, situado no lado da montanha, a uma altitude inferior a Machu Picchu. Adjacente ao Templo da Lua esta a grande caverna, outro templo sagrado com alvenaria.

Alguns estilos de construção, como em Cuzco e outros sítios arqueológicos, sugerem fases diferentes de ocupação. As casas para habitação são construídas em sua maioria de pedras natu­rais, unidas com argamassa. As residências reais são construídas de cantarias em camadas, tão bem trabalhadas quanto as de Cuz­co. Ali existem estruturas onde o trabalho de artesanato é tão perfeito que não possui rival. Existem ainda os blocos poligonais megalíticos. Em muitos casos, os restos do Antigo Império e da Era Megalítica permaneceram como eram; em outros, a constru­ção sobre eles é óbvia.

Enquanto os terraços mais a leste ocupavam cada centímetro quadrado da montanha, e se estendiam desde a parede da cidade, ao sul e ao norte tanto quanto o terreno permitia, e para o leste nos terraços de agricultura e funerários, o grupo oeste de terraços, que também se iniciava nas muralhas, es­tendia-se para o norte apenas até a borda da Praça Sagrada — como se uma linha invisível marcasse o solo sagrado e não pudesse ser transpassada.

Além dessa demarcação não vista, e em frente à grande praça do terraço para o leste, ficam os restos do que Bingham identificou como sendo a Praça Sagrada, principalmente, “porque nos dois lados ficam os maiores templos”, um dos quais com as famosas três janelas. Ali, na construção que Bingham denominou de Templo das Três Janelas, na Praça Sagrada, e no Templo Principal, os ciclópicos blocos poli­gonais começaram a ser usados. A forma como foram cor­tados, trabalhados e encaixados sem argamassa os coloca no mesmo tipo de construção que os blocos e estruturas me­galíticas de Sacsayhuaman; ultrapassando a poligonalidade de qualquer outro encontrado em Cuzco, um dos blocos pos­sui 32 ângulos.

O Templo das Três Janelas localiza-se na parte oriental da Praça Sagrada; os grandes blocos da parede leste erguem-se bem acima do nível do terraço a oeste, permitindo uma vista para o nascente através das três janelas. Trapezóides na forma, os peitoris foram cortados de pedras enormes, que for­mam a própria parede. Como em Sacsayhuaman e Cuzco, esse corte, o formato e o ângulo dos grandes blocos de granito dão a impressão de terem sido trabalhados como argila macia e moldável. Tam­bém aqui, os blocos de granito branco foram transportados de grandes distâncias, através de terreno irregular, rios profundos, desfiladeiros e montanhas. 

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A “Praça Sagrada” na parte inferior da imagem.

O Templo das Três Janelas só possui três paredes, sendo o lado oeste completamente aberto. Lá, ele fica em frente a um pilar de pedra, com cerca de dois metros de altura. Para Birgham, ele deveria sustentar um teto, o qual (ele admite) teria sido “um dispositivo não encontrado em nenhuma outra construção”. Acreditamos que o pilar, em conjunto com as três janelas, servia para a observação dos astros. 

Em frente à Praça Sagrada ao norte, encontra-se a estrutura que Bingham chamou de Templo Principal. Esse conjunto tam­bém apresenta apenas três paredes, com quase quatro metros de altura. Elas se apoiam, ou são construídas, em blocos enor­mes. A parede oeste, por exemplo, é construída de apenas dois blocos gigantes de pedra, mantidos juntos por uma pedra em forma de T. Um grande monólito, medindo 3 x 1,5 x 1 metro está apoiado na parede norte central, na qual sete nichos acima imitam (mas não são) janelas trapezóides. 

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Estrutura do Templo Principal em Machu Picchu

Degraus conduzem da extremidade norte da Praça Sagrada até uma colina, cujo topo foi achatado para servir como plata­forma para a Intihuatana, uma pedra cortada com toda a precisão, destinada à observação do Sol e acompanhamento de seus mo­vimentos. Seu nome significava “A Que Prende o Sol”. Presume-se que era utilizada para determinar os solstícios, quan­do o Sol se afasta mais para o norte e para o sul, e sinalizar a época dos ritos para “aprisionar o Sol”. A intenção era fazer com que ele voltasse sempre, em vez de ir embora e desaparecer, deixando a Terra imersa numa escuridão como já ocorrera antes, segundo as tradições. 

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No centro, a pedra Intihuatana, uma pedra cortada com toda a precisão, destinada à observação do Sol e acompanhamento de seus mo­vimentos.

Localizado no lado oposto da parte ocidental, real e sagrada de Machu Pichu, ao sul da Clausura Real, eleva-se outro mag­nífico (e incomum) edifício da cidade. Chamado de Torreón por sua forma semicircular, sua construção em cantarias — cortadas, trabalhadas e polidas — é de uma perfeição inigualada, só riva­lizada pelas cantarias da parede que envolve o Santo dos Santos em Cuzco.

A essa parede semicircular, onde se chega por meio de sete degraus, cria seu próprio recinto sagrado, ao centro do qual existe uma rocha cortada, trabalhada e esculpida em linhas de baixo relevo. Bingham encontrou evidências de que a pedra e as paredes foram submetidas a incêndios periódicos e concluiu que o recinto seria usado para sacrifícios e outros rituais ligados à veneração da pedra. Lembra a rocha sagrada que forma o interior do Templo do Monte, em Jerusalém, e também a Qua’abah, a pedra negra escondida no interior da Mesquita Sagrada, em Meca.

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O Torreon, no centro da foto.

A veneração à rocha de Machu Pichu não está ligada ao seu topo protuberante, mas ao que se encontra na sua parte inferior. Trata-se de um enorme rochedo, no interior do qual há uma caverna, alargada e esculpida artificialmente em formas geométricas, que lembram (mas não são) escadas, assentos, bancos e postes. Além disso, o interior foi decorado com cantarias de granito branco, da mais pura cor e granulação.

Nichos e saliências de pedra aumentam a complexidade interior. Bingham presumiu que a caverna original fora alargada e preparada para receber múmias, trazidas ali porque o local era sagrado. Mas, para começar, por que era sagrado e suficientemente importante para receber os reis mortos? A pergunta nos leva de volta à lenda dos irmãos Ayar, um dos quais fora aprisionado numa caverna no Refúgio das Três Janelas. Se o Templo das Três Janelas fosse o mesmo da lenda, e a caverna também, então elas confirmariam que Machu Picchu era a legendária Tampu-Tocco. 

Sarmiento, um conquistador espanhol que era também cro­nista, refere-se em sua História dos incas a uma narrativa local sobre o 9º. inca (por volta de 1340 d.C.): “sendo curioso sobre as coisas da Antiguidade e querendo perpetuar seu nome, foi pes­soalmente à montanha de Topu-Tocco … e lá entrou na caverna que se tem por certo ser o local onde Manco Capac e seus irmãos chegaram quando viajaram para Cuzco pela primeira vez […] de­pois de fazer uma inspeção completa, ele venerou o local com ritos e sacrifícios e colocou portas de ouro na janela de Capac Tocco, ordenando que dali em diante a localidade fosse venerada por todos, tornando-se um local de oração para a realização de sacrifícios e profecias. Tendo feito isto, retornou a Cuzco.”

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A caverna abaixo do Torreon.

O personagem desse relato, o 9º. inca, foi chamado de Titu Manco Capac. Ele recebeu o título adicional de Pachacutec (“Re­formador”) porque, depois do seu retorno de Tampu-Tocco, re­formou o calendário. Assim, como a existência em Machu Picchu do Templo das Três Janelas, o Intihuatana, a Pedra Sagrada, o Torreão e sua caverna confirmam a existência de Tampu-Tocco, a história dos irmãos Ayar, os reis pré-incaicos durante o Antigo Império, o conhecimento de astronomia e do calendário que são elementos-chave na história e cronologia compiladas por Montesinos.

A veracidade dos dados de Montesinos poderia ter sido real­çada se ele tivesse razão com relação à existência da escrita nos tempos do antigo império. Descobrimos que Cieza de León tinha o mesmo ponto de vista, afirmando que “na época que precedeu os imperadores incas existiu a escrita no Peru […] em folhas, peles, tecidos e nas pedras”. Muitos estudiosos sul-americanos agora se juntam aos cronis­tas antigos, acreditando que os nativos daquelas terras tinham uma ou mais formas de escrita na Antiguidade.

Numerosos estudos registram petróglifos (“escritos em pedra”) encontrados nessas terras, que mostram, em vários graus, uma escrita pictográfica ou glífica. Rafael Larco Hoyle, por exemplo (La Escritura Peruana Pre-Incana – “A Escrita Peruana Pré-Incaica”), baseado em dramatizações, sugere que os habitantes do litoral, até Paracas, possuíam escrita glífica semelhante à dos maias. Arthur Posnansky, o principal explorador de Tiahuanaco, produziu volumosos estudos, demonstrando que os sinais esculpidos nos monumentos formavam uma escrita pictográfica-ideográfica — etapa anterior à escrita fonética. E a descoberta da Pedra de Calango, agora em exposição no Museu de Lima, sugere uma combinação de escrita pictográfica com fonética, talvez até alfabética. 

Um dos primeiros grandes exploradores da América do Sul, Alexander von Humboldt, abordou o assunto em sua obra principal “Vues dês Cordilléres et Monumens dês Peuples Indigenes de l’Amerique” (“Vista das Cordilheiras e Monumentos das Po­pulações Indígenas da América”), publicada em 1824. “Recen­temente tem se levantado dúvidas sobre se os peruanos, além de quippus, teriam tido conhecimento de uma escrita de sinais. Uma passagem em La Origin de los índios dei Nuevo Mundo [“A Origem dos índios do Novo Mundo”, Valência, 1610], página 91, não deixa dúvidas a esse respeito.”

Outro cronista, Padre Garcia, depois de falar dos hieróglifos mexicanos, afirma: “no início da Con­quista, os índios do Peru confessavam-se, pintando caracteres que listavam os dez mandamentos e as transgressões cometidas contra eles”. E possível concluir, portanto, que os peruanos possuíam o uso de uma escrita pictórica, mas seus símbolos eram menos refinados do que os hieróglifos mexicanos, pois, geralmente, o povo fazia uso do quippus.

Escrevendo em 1855, Ribero e von Tschudi relatam outras descobertas e concluem que, de fato, existia outro método de escrita no Peru, além dos quipos. Falando de suas várias viagens, von Tschudi em Reisen durch Südamerika descreve sua excitação ao observar a fotografia de um pergaminho com sinais hieroglíficos. Ele encontrou o pergaminho original no museu de La Paz, na Bolívia, e fez uma cópia dos sinais pintados sobre ele. “Esses símbolos tiveram sobre mim um efeito surpreenden­te. Eu fiquei em frente a esse pergaminho por horas, tentando decifrar ‘o labirinto’ dessa escrita”. Ele presumiu que a escrita começava pela esquerda, continuava na linha seguinte pela di­reita, para voltar, na terceira linha, pela esquerda outra vez, e assim por diante, como uma cobra coleando. Concluiu, também, que foi escrito na época em que o Sol era adorado. Mas não foi muito além disso.

Traçou a origem da inscrição até as margens do lago Titicaca. O padre da Igreja Missionária da localidade de Copacabana, às margens do lago, confirmou que tais escritos eram conhecidos na área, mas atribuídos a um período posterior à Conquista. A explicação não parecia satisfatória, pois os nativos não possuíam escrita própria, adotando o latim dos espanhóis para se expressar. Mesmo que essa escrita hieroglífica tivesse sido usada depois da Conquista, segundo Jorge Cornejo Bouroncle(La Idolatria en el Antiguo Peru – “A Idolatria no Peru Antigo”), “sua origem deve ter sido muito mais remota”.

Arthur Posnansky (Guia General Illustrada de Tiahuanacu – “Guia Geral Ilustrado de Tiahuanaco”) encontrou inscrições adicionais nas ilhas sagradas do lago Titicaca. Na sua opinião, a escrita lembra algumas inscrições enigmáticas encontradas na ilha de Páscoa — uma conclusão com a qual outros estudiosos concordam — parecidas, por sua vez, com à escrita dos hititas. Um aspecto comum a todas elas (incluindo as inscrições no lago Ti­ticaca) é seu sistema tipo “boi arando”: a escrita na primeira linha começa à esquerda e termina no lado direito; na segunda linha lê-se da direita para a esquerda, e assim por diante.

Sem entrar no mérito sobre como aquela escrita parecida com a dos hititas chegou ao lago Titicaca, a existência de uma ou mais formas de escrita no Peru antigo foi confirmada. Por esse lado, também, as informações de Montesinos estavam certas. A despeito de tudo isso, se o leitor ainda acha difícil aceitar a conclusão inevitável de que realmente existiu uma civilização semelhante a do Velho Mundo nos Andes, por volta de 2400 a.C, existem outras provas. 

Uma pista válida, e completamente ignorada pelos estudiosos, é a repetição em muitas histórias de que ocorreu nos Andes uma escuridão assustadora em tempos remotos. Ninguém se pergun­tou se era a mesma escuridão — o não nascer do sol em sua hora costumeira do dia — mencionada nas lendas mexicanas sobre a história de Teotihuacan e suas pirâmides. Se realmente ocorreu tal fenómeno — o sol não apareceu e a noite foi interminável — ele teria sido observado pelas Américas.

As lembranças mexicanas e as andinas   parecem corroborar umas com as outras nesse ponto, assim confirmando as próprias versões, como duas testemunhas distintas do mesmo evento. Porém, se isso ainda não é suficientemente convincente, podemos juntar as provas da Bíblia, tendo como testemunha o próprio Josué.

Segundo Montesinos e outros cronistas, um acontecimento in­sólito ocorreu durante o reinado de Titu Yupanqui Pachacuti II, o 15º. monarca do Antigo Império. Foi no terceiro ano de seu reinado, quando “os bons costumes foram esquecidos e as pessoas se entregaram a todos os tipos de vícios”, houve um dia em que “não houve aurora por vinte horas”. Em outras palavras, a noite não terminou no horário de sempre e o nascer-do-sol foi adiado durante vinte horas. Depois de grande comoção, confissões de pecados, sacri­fícios e orações, o sol finalmente apareceu.

Esse fenômeno não pode ter sido um eclipse, porque nenhum eclipse dura tanto tempo. Além disso, os peruanos tinham conhecimento de tais eventos periódicos. A história não diz que o sol desapareceu. Apenas afirma que “não houve aurora” por vinte horas. Foi como se o sol, onde quer que tenha se escondido, tivesse parado.

Se a lembrança andina for verdadeira, então, em algum outro lugar — do lado oposto do mundo, onde deveria ser noite — o DIA teria durado duas vezes mais, ou seja, teria se estendido por vinte horas a mais.

Incrivelmente, um acontecimento desse tipo está registrado. E não há lugar melhor do que a própria Bíblia para falar dele. Foram os hebreus, sob a liderança de Josué, quando finalmente atravessa­ram o rio Jordão para a sua Terra Prometida e tomaram com êxito as cidades de Jericó e Ai, as testemunhas do fenômeno. Foi então que os reis amoritas formaram uma aliança para opor forças combinadas aos hebreus. Uma grande batalha foi travada no vale de Ajalon, próximo à cidade de Gibeon. Começou com um ataque noturno israelita, que provocou a fuga dos cananitas. Ao alvorecer, quando as forças cananitas se reagruparam, perto de Beth-Horon, o Bom Senhor “atirou grandes pedras do céu contra eles […] e eles morreram; havia mais mortos pela chuva de pedras do que aqueles abatidos por espadas israelitas.” E então Josué falou com Yaweh,

“No primeiro dia em que Yaweh entregou os amoritas aos Filhos de Israel, dizendo: Ao aparecerem os israelitas, que o Sol se detenha em Gibeon E a Lua no vale de Ajalon. E o Sol se deteve, e a Lua parou, até que as pessoas se tivessem vingado dos inimigos”.

Na verdade, está tudo escrito também no Livro de Jasher:

“O Sol parou no meio dos céus e não se apressou a descer durante um dia inteiro”. 

Os “peritos e eruditos” lutaram por muitas gerações com essa história do capítulo 10 do Livro de Josué. Alguns descartam a passagem, considerando-a como ficção; outros vêem ali o reflexo de um mito; outros, ainda, tentam explicar o fato narrado como um prolongado eclipse do sol. Mas não existem tais eclipses desconhecidos. E a história não fala do desaparecimento do sol. Pelo contrário, relata um evento durante o qual o sol continuou a ser visto, pendurado nos céus por “cerca de um dia inteiro” — vamos dizer, cerca de vinte horas?

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As ruínas do sítio arqueológico de Jericó

O incidente, cuja singularidade é reconhecida na Bíblia (“Não existiu nenhum dia como esse, antes ou depois.”), ocorreu do outro lado da Terra, em relação aos Andes situado na América do Sul, descrevendo um fenômeno oposto mas complementar astronomicamente ao que ocorrera no Peru (América do Sul). Em Canaã (oriente Médio) o sol não se pôs por cerca de vinte horas; nos Andes o sol não se levantou pelo mesmo período de tempo.

“O fato de as duas histórias descreverem o mesmo acontecimento (astronômico), e se originarem em lugares diferentes (e posições geográficas contrárias) da Terra, não constituiria uma prova de sua veracidade”?

Que acontecimento foi esse, ainda permanece um mistério. A única pista bíblica foi a menção às pedras caindo dos céus. Sa­bemos que as histórias não descrevem uma parada do sol (e da lua), e sim uma perturbação da rotação terrestre em seu eixo.Uma causa possível seria a passagem de um cometa (ou outro corpo celeste) muito pró­ximo à Terra, desintegrando-se no processo. Desde que a órbita de alguns cometas ocorra no sentido horário em relação ao sol, fica em sentido oposto ao da Terra e dos demais planetas. Tal força cinética poderia ter agido por algum tempo na rotação ter­restre, diminuindo-a ou até mesmo parando-a.

Qualquer que tenha sido a causa de tal fenômeno, o que nos interessa aqui é o tempo em que ele aconteceu. A data geralmente aceita para o Êxodo foi o século XIII a.C. (cerca de 1230 a.C). Os estudiosos que tentaram recuá-la em cerca de dois séculos são minoria. Ainda assim, concluímos em outros livros de nossa autoria (veja AsGuerras entre Deuses e Homens) que uma data de 1.433 a.C. se encaixaria no acontecimento, como as narrativas dos patriarcas bíblicos, bem conhecidas, e nas cronologias da Mesopotâmia e do Egito.

Após a publicação de nossas conclusões (em 1985), dois eminentes pesquisadores e arqueólogos bíblicos, John J. Bimson e David Livingston, chegaram à conclusão depois de um estudo exaustivo (Biblical Archaeology Review, setembro/outubro de 1987), que o Êxodo aconteceu ao redor de 1460 a.C. Além dos próprios achados arqueológicos, uma análise de períodos da Idade do Bronze no longínquo Oriente Médio, dados bíblicos e processos de cálculo empregados foram os mesmos utilizados dois anos antes. (Também explicamos naquela oportunidade porque escolhêramos reconciliar duas linhas de dados bíblicos ao datar o Êxodo em 1433 em vez de 1460 a.C.).

Desde que os hebreus começaram a vagar nos desertos da Península do Sinai por quarenta anos, a entrada em Canaã ocorreu em 1393 a.C.; portanto, o fenômeno observado por Josué aconteceu depois disso.

Infelizmente, o estado em que os registros de Montesinos che­garam aos estudiosos modernos deixa muitas falhas concernentes a longos períodos de cada monarca. A resposta tem de ser bus­cada por outro caminho. O evento, alerta Montesinos, ocorreu no terceiro ano do reinado de Titu Yupanqui Pachacuti II. Para localizar com precisão essa data, teremos de calcular partindo dos dois lados. Sabemos que os primeiros 1.000 anos desde o Ponto Zero foram completados durante o reinado do quarto mo­narca, em 1.900 a.C.; que o 32º. monarca reinou passados 2.070 anos desde o Ponto Zero, em 830 a.C. 

Quando reinou o 15º. monarca? Os dados disponíveis sugerem que os nove reis que separam os reinados mencionados, duraram cerca de 500 anos, colocando Titu Yupanqui Pachacuti II em cerca de 1.400 a.C. Calculando para trás e partindo do 32º. rei inca (830 a.C.), chegamos a 564 como o número de anos dos nove sobe­ranos, o que coloca o reinado de Titu Yapanqui Pachacuti II em 1394 a.C.

De qualquer forma, chegamos a uma data para o fenômeno solar nos Andes que coincide com os dados bíblicos e a datação dos acontecimentos em Teotihuacan.

A conclusão chocante é clara:

O DIA EM QUE O SOL PAROU EM CANAÃ, NO ORIENTE MÉDIO FOI A NOITE SEM AURORA NAS AMÉRICAS.

A ocorrência, assim verificada, fornece uma prova irrefutável da veracidade das lembranças andinas sobre um Antigo Império, que se iniciou quando os “deuses”entregaram ao homem o cetro de ouro, em Copacabana, às margens do lagoTiticaca. 

Cientistas capturam momento em que “faíscas” são liberadas durante a fecundação humana


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Em um estudo publicado pela Scientific Reports, cientistas relataram um extraordinário fato que ocorre durante a fecundação.

No momento em que o espermatozoide penetra um óvulo, são liberados bilhões de átomos de zinco, que acabam desencadeando uma reação semelhante a ‘faíscas’. Utilizando um microscópio de fluorescência, os pesquisadores conseguiram o momento em que as luzes são emitidas. A descoberta, que relata esse processo durante a fecundação, pode, em breve, auxiliar os médicos na identificação de óvulos saudáveis para fertilização in vitro.

De acordo com Teresa Woodruff, uma das autoras do estudo, o acontecimento foi extraordinário. “Nós descobrimos essa centelha de zinco há cinco anos em ratos, e ver o zinco irradiar-se durante a fecundação humana foi de tirar o fôlego. Toda a biologia começa nesse exato momento da fecundação”, disse.

Esse experimento pôde ser realizado após os cientistas injetarem nos óvulos uma enzima liberada pelo espermatozoide. Isso porque eles não foram autorizados a usar esperma de doadores devido a restrições atuais sobre pesquisas com seres humanos. Contudo, estudos anteriores, que utilizaram óvulos de camundongos e espermatozoides, mostraram a mesma reação. A enzima do espermatozoide aciona o cálcio do óvulo para que ele aumente e, assim, acontece a liberação de zinco.

Em seguida, o zinco se prende a pequenas moléculas que emitem luzes e que podem ser observadas através da microscopia de fluorescência (após serem submetidas à luz ultravioleta algumas substâncias são capazes de emitir luzes). Isso significa que, quando os espermatozoides atingem os óvulos, acabam liberando bilhões de átomos de zinco, causando os pequenos ‘flashes’ de luzes.

No desenvolvimento de um embrião, o nível de zinco existente dentro de um óvulo pode ter implicações importantes no modo como o embrião recém-fertilizado cresce. Essa descoberta sugere que as faíscas produzidas pelos óvulos são um marcador direto da quantidade de zinco presente.

Assim, isso poderia dar aos médicos um novo método com aplicações na área da fertilização in vitro. De acordo com cientistas, eles poderão ser capazes de escolher os melhores óvulos e com maiores chances de sobrevivência.

 https://player.vimeo.com/video/163864531

[ IFLS ] [ Foto: Reprodução / Northwestern News/Duncan et al. 2016 ]

Maré alta e ressacas causam destruição no litoral do sudeste


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SPAIN

Ressaca destrói pousada e paisagem é totalmente modificada em SP: foi um ‘Estrago gigante’. Maré alta invadiu ruas do Centro Histórico de Paraty e Angra dos Reis, RJ

Fenômeno da ressaca mudou a paisagem em Ilha Comprida durante o fim de semana. Pedras de contenção foram arrastadas e chegaram até a avenida principal. Em Paraty o navegador Amyr Klinkdisse que fazia um bom tempo que não via a cidade ser invadida assim pelas águas, desde os últimos 45 nos.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Ressaca destrói pousada e paisagem é totalmente modificada em SP,com Várias casas também sendo  atingidas pela força da maré

Mariane Rossi – Fonte: G1 Santos

Uma pousada foi arrastada e completamente destruída pela água do mar duranteuma ressaca que ocorreu durante todo o fim de semana em Ilha Comprida, no litoral de São Paulo. Várias casas também foram atingidas pela força da maré e os moradores ainda contabilizavam, nesta segunda-feira (19), todos os estragos. Boa parte da paisagem na orla foi modificada pela maré.

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Pousada foi ‘levantada’ pela água do mar em Ilha Comprida, SP (Foto: Ricardo Luiz/Arquivo Pessoal)

A forte ressaca atingiu o bairro Ponta da Praia, onde a faixa de areia tem sofrido alterações nos últimos anos por causa do avanço do mar. A pousada ‘Filhas do Sol’, que estava vazia no momento do colapso, foi destruída pela força das ondas.

De acordo com testemunhas, a água entrou e arrebentou o piso do imóvel, o que fez a pousada tombar para o lado e ficar inclinada. A ressaca derrubou pilastras e paredes e fez também fez o telhado desmoronar, arrastando parte da estrutura para o alto mar.

Segundo os moradores da região, a pousada estava cheia de móveis, eletrodomésticos e armários, que ficaram completamente estragados. O local estava fechado devido a baixa temporada e, por esse motivo, não havia ninguém na pousada na hora da ressaca. O marceneiro Ricardo Luiz de Carvalho, de 40 anos, mora em Iguape, uma cidade vizinha. Durante o fim de semana, ele foi pescar em Ilha Comprida e ficou assustado com o cenário que encontrou na Ponta da Praia.

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Nem as paredes e pilastras da residência aguentaram a violência da ressaca (Foto: Ricardo Luiz/Arquivo Pessoal)

“Eu fiquei mais impressionado pela pousada, destruiu tudo lá. O mar invadiu, por causa da ressaca. Ao lado da pousada também teve um bar que estava caído. Fez um estrago gigante. Outras casas caíram, foi tudo para dentro do mar.  O mar jogou a sujeira todo para cima do asfalto. Eu já tinha visto isso acontecer. Quando a casa fica em risco, eles (moradores) já desmontam tudo. Mas, na pousada não foi isso que aconteceu”, conta.

Segundo a Prefeitura de Ilha Comprida, além do hotel, várias casas foram invadidas pela água. As famílias tiveram danos materiais, porém, depois que a água abaixou, elas voltaram para as moradias. Grandes pedras, colocadas na areia para conter a ação do mar, foram levadas pela ressaca e rolaram até a avenida Beira-Mar. Galhos, troncos de árvores e pedaços de materiais de construção ficaram espalhados pela areia da praia e em parte da avenida.

Equipes da prefeitura trabalharam durante o fim de semana para retirar as pedras e limpar o local. Ainda segundo a prefeitura, não há dados sobre o nível da maré durante a ressaca do fim de semana.

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Ressaca fez muitos estragos em praia de Ilha Comprida, SP (Foto: G1)

Histórico
Em junho deste ano, outra forte ressaca também foi registrada na cidade. A água do mar invadiu algumas casas e destruiu parte de um muro. Uma das casas que fica em frente a Ponta da Praia foi atingida. A ressaca destruiu parte de um muro e invadiu o quintal, quebrando também a cerca de uma horta.


Maré alta invadiu ruas do Centro Histórico de Paraty, no litoral do RJ. Bairros de Angra dos Reis também ficaram alagados com água do mar. Alerta de ressaca segue até o fim desta semana, diz Marinha.

A maré alta invadiu ruas do bairro Ilha das Cobras e do Centro Histórico de Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro, na tarde da sexta-feira (16). Segundo a Defesa Civil, o nível chegou a cerca de 1,2 metros acima do normal e deixou as vias públicas completamente inundadas.

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Centro Histórico de Paraty atingido pela maré alta nesta sexta-feira (16) (Foto: Luziano Limeira/Arquivo Pessoal)

A frente da Igreja Matriz ficou tomada pelas águas. O Rio Perequeaçu ficou perto de transbordar em vários pontos. O navegador Amyr Klink disse que fazia um bom tempo que não via a cidade assim:

“Eu tenho uma foto de uns 45 anos atrás em que deu uma maré muito cheia, eu entrei na Igreja Matriz de canoa com minha irmãzinha, que era pequinininha, tinha cinco anos. Desde então nunca vi uma maré dessa altura”, disse.

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Maré alta em Paraty, na Costa Verde do RJ (Foto: Luziano Limeira/Arquivo Pessoal)

O fenômeno é comum na cidade, mas por causa da passagem de uma frente fria e da ressaca, o nível da água foi acima da média, que é de 45 cm. As fotos foram enviadas para o WhastApp da TV Rio Sul por Luziano Limeira . Uma ressaca já havia causado transtornos no bairro Jabaquara durante a madrugada, em Paraty.

Angra dos Reis

Em Angra dos Reis, cidade vizinha, uma ressaca voltou a provocar transtornos a moradores e turistas na sexta. Segundo a Defesa Civil, ruas dos bairros Parque Belém e Japuíba ficaram alagadas.

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Rua alagada no bairro Japuíba, em Angra dos Reis (Foto: Ludimila Silva de Almeida/Arquivo Pessoal)

A foto abaixo foi enviada para o WhatsApp da Tv Rio Sul por Ludimilla Silva de Almeida. Na tarde de quinta-feira (15), as ondas já haviam atingido a orla do bairroFrade, em Angra dos Reis. Segundo a assessoria de imprensa da Marinha o alerta de ondas de até 3 metros de altura segue até o fim do dia em toda Costa verde.


“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas na medida em que o tempo da GRANDE COLHEITA se aproxima RAPIDAMENTE ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“ http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-explosivo/

DESPERTA, TU QUE DORMESe levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS – Efésios 5:14,15

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As Plêiades e Alcyone


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As Plêiades e Alcyon são um grupo de estrelas na constelação do Touro (28 graus de Touro). As Plêiades, também chamadas de aglomerado estelar (ou aglomerado aberto) M45 são facilmente visíveis a olho nu nos dois hemisférios e consistem de várias estrelas brilhantes e quentes, de espectro predominantemente azul. As Plêiades tem vários significados em diferentes culturas e tradições.

O agrupamento é dominado por estrelas azuis quentes, que se formaram nos últimos 100 milhões de anos. Há uma nebulosa de reflexão formada por poeira em torno das estrelas mais brilhantes que acreditava-se a princípio ter sido formado pelos restos da formação do agrupamento (por isto receberam o nome alternativo de Nebulosa Maia, originada da estrela Maia do agrupamento), mas hoje sabe-se que se trata de uma nuvem de poeira domeio interestelar que as estrelas estão atravessando atualmente, não relacionada ao aglomerado. Os astrônomos estimam que o agrupamento irá sobreviver por mais 250 milhões de anos e que depois disto certamente será dispersado devido à interações gravitacionais com a vizinhança galáctica.
As Plêiades podem ser vistas no Inverno do Hemisfério Norte e no verão do Hemisfério Sul e são conhecidas desde a antiguidade por culturas de todo mundo, incluindo os Maoris (que as chamavam de Matakiri), osAborígenes australianos, os Persas (que as chamavam Parveen/parvin e Sorayya), os Chineses, os Japoneses (que chamavam-nas de Subaru), os Maias (que chamavam-nas de Tzab-ek), os Astecas (Tianquiztli) e os índiosSioux da América do Norte.
Os catálogos de estrelas babilônicos chamavam-nas de MUL.MUL, ou “estrela de estrelas”, e elas encabeçavam a lista de estrelas da eclíptica, refletindo o fato que elas estavam próximas do ponto do equinócio vernal em torno do século 23 AC. Alguns astrônomos gregos consideraram-na uma constelação distinta e são mencionadas por Hesíodo, assim como na Ilíada e Odisséia, de Homero. Elas também são mencionadas três vezes na Bíblia ( 9:9 e 38:31, bem como no Amós 5:8). As Plêiades (como Krittika) são reverenciadas especialmente na mitologia hindu, como as seis mães do deus da guerra Skanda, que desenvolveu seis faces, uma para cada uma delas. Alguns estudiosos do Islam acreditam que as Plêiades (Al thuraya) são as estrelas Najm, que é mencionada no Corão.


Uma imagem do Spitzer em infravermelho, mostrando a poeira associada. Crédito: NASA/JPLCaltech

Tem sido há muito tempo conhecida por ser um grupo de estrelas relacionadas fisicamente. O reverendo John Michell calculou em 1767 que a probabilidade de um alinhamento de tantas estrelas brilhantes era de apenas 1 em 500.000 e assim como as Plêiades, muitos outros aglomerados de estrelas devem estar fisicamente ligados. Quando fizeram os primeiros estudos das “Estrelas de movimento próprio” verificou-se que todas iam na mesma direção do céu, à mesma taxa, o que demonstra que elas ainda estavam ligadas.
Charles Messier mediu a posição do aglomerado e incluiu-a como M45 no seu catálogo de objetos semelhantes a cometas, publicado em 1771, juntamente com a Nebulosa de Órion e o Aglomerado Presepae por serem, assim como a maioria dos “objectos de Messier”, muito fracos e mais facilmente confundidos com objetos semelhantes a cometas, o que é curioso em se tratando das Plêiades.

Distância

A distância das Plêiades é um primeiro passo importante na assim chamada “escada das distâncias cósmicas”, que é uma seqüência de escalas de distância para todo o Universo. O tamanho do primeiro passo calibra a escada toda, e a escala para este primeiro passo foi estimado por vários métodos. Como o agrupamento está bem perto da Terra, sua distância é relativamente fácil de medir. Um conhecimento preciso da distância permite que os astrônomos façam um diagrama de Hertzsprung-Russell para o aglomerado que, quando comparado para os desenhados para agrupamentos cuja distância não é conhecida, permite que suas distâncias sejam estimadas. Outros métodos podem então estender a escala de distâncias de aglomerados abertos para galáxias e aglomerados de galáxias, e uma escada de distâncias cósmicas pode ser construída. Fundamentalmente, o entendimento da idade e evolução futura do Universo é influenciado pelo conhecimento da distância das Plêiades.
A distância das Plêiades atualmente é aceita como sendo de cerca de 135 parsecs (praticamente 440 anos-luz).

Composição

O núcleo do aglomerado tem um raio de cerca de oito ano-luz e um raio de maré de cerca de 43 anos luz. O aglomerado inclui mais de 1.000 membros confirmados estatisticamente, embora este valor exclua estrelas binárias não resolvidas. É dominada por jovens e quentes estrelas azuis, 14 podem ser vistas a olho nu dependendo da observação e das condições locais. O arranjo das estrelas mais brilhantes é algo semelhante aUrsa Maior e Ursa Menor. A massa total contida no aglomerado é estimada em cerca de 800 massas solares. O aglomerado contém muitas anãs marrons, que são objetos com menos de cerca de 8%  da massa do Sol e que não possuem massa o suficiente para a fusão nuclear (para iniciar reações em seus núcleos e tornar-se estrelas). As anãs marrons podem constituir até 25% da população total do aglomerado, embora elas contribuam com menos de 2% da massa total. Os astrônomos têm feito grandes esforços para encontrar e analisar anãs marrons nas Plêiades e em outros jovens “aglomerados”, por serem ainda relativamente brilhantes e de fácil observação, enquanto que as anãs marrons nos demais aglomerados mais velhos são mais “apagadas” e muito mais difíceis de estudar.

Idade e futura evolução

Segundo uma das mais utilizadas técnicas astronômicas para o cálculo de idade dos aglomerados estelares, foram estimadas idades entre 75 e 150 milhões de anos para as Plêiades. Já a aplicação de outra técnica dá às Plêiades uma idade de cerca de 115 milhões de anos.
O movimento relativo do aglomerado, conforme é visto da Terra, eventualmente irá levá-lo, muitos milênios no futuro, a passar pelo pé do que é atualmente a constelação de Órion. Além disso, como muitos aglomerados abertos, as Plêiades não vão ficar conectadas gravitacionalmente para sempre, já que algumas estrelas componentes serão ejetadas depois de encontros próximos e outras serão destruídas por marés de campos gravitacionais. Os cálculos sugerem que o aglomerado levará 250 milhões de anos para se dispersar, através de interações gravitacionais com nuvens moleculares gigantes e com os braços espirais de nossa galáxia também precipitando sua destruição.

Nebulosa de Reflexão

Observando sob condições ideais, alguns indícios de nebulosas podem ser vistos em torno do aglomerado e isto revela-se em fotografias de longa exposição. É uma nebulosa de reflexão, causada pela poeira que reflete a luz azul das quentes e jovens estrelas.
Antigamente, pensava-se que a poeira tivesse sido deixada no decorrer da formação do aglomerado, mas com a idade de cerca de 100 milhões de anos geralmente aceitos, quase todas as poeiras “originais” presentes teriam sido dispersas pela pressão de radiação. Em vez disso, parece que o aglomerado está simplesmente passando por uma região de poeira do meio interestelar.
Estudos mostram que a poeira responsável pela nebulosa não é distribuída uniformemente, mas concentra-se principalmente em duas camadas, ao longo da linha de visão para o aglomerado (teria daí surgido a concepção esotérica do Cinturão de Fótons?). Estas camadas parecem ter sido formadas pela desaceleração devido à pressão de radiação conforme a poeira se move entre as estrelas.

Estrelas mais brilhantes

Das nove estrelas mais brilhantes nas Plêiades, sete tem os nomes das “Sete Irmãs” da mitologia grega:Asterope, Mérope, Electra, Celeno, Taigete, Maia e Dríope, e duas tem o nome de seus pais: Atlas e Pleione. Como filhas de Atlas, as híades eram irmãs das Plêiades. O nome do aglomerado é em si de origem grega, apesar da etimologia não estar clara. Algumas derivações etimologicas incluem: de πλεîν plein, navegar, fazendo das Plêiades “as navegantes”; de pleos, cheio ou muitos; ou então de peleiades, bando de pombas. A seguinte tabela dá detalhes das estrelas mais brilhantes no aglomerado:

Estrela Designação longitude em 2000 classe espectral
Electra 17 Tauri 29TAU25 B5
Celaeno 16 Tauri 29TAU26 B7
Taygeta 19 Tauri 29TAU34 B7
Maia 20 Tauri 29TAU41 B9
Merope 23 Tauri 29TAU42 B5
Asterope 21 Tauri 29TAU44 B9
Alcyone Eta (25) Tauri 00GEM00 B7
Pais das Plêiades
Atlas 27 Tauri 00GEM21 B9
Pleione 28 (BU) Tauri 00GEM23 B8

Alcyone

Eta Tauri conhecida como Alcyone é uma estrela de 3ª grandeza e é a estrela central e a mais brilhante do aglomerado aberto das Plêiades (M45), na Constelação de Touro. Está a 130 parsecs (425 anos-luz) da Terra; Acredita-se que se originou de uma nebulosa há 100 milhões de anos.
Alcyone é um sistema quádruplo composto de:
Alcyone A – Estrela gigante azul com magnitude aparente de +2.85. Tem uma luminosidade de 1.400 vezes maior que a do sol e uma temperatura superficial de quase 13.000 K. O tipo espectral do B7 III indica que é uma
estrela da emissão. Sua velocidade de rotação elevada (215 km/s) criou na
altura de seu equador um disco dos gases arremessados na órbita.
Alcyone B e Alcyone C distam de Alcyone A em 117 e 181 arcseg respectivamente; são Anãs Brancas com magnitude +8, formam um sistema duplo com a distancia entre si de 0.031
arcseg.(aproximadamente a distancia do Sol a Júpiter).
Alcyone D com magnitude of +8.7. orbita Alcyone A em 191 arcseg.

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Uma nova teoria diz que a lua surgiu de um forte impacto de um corpo na Terra


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A lua é uma companheira ambígua no espaço, pois ao mesmo tempo que ilumina nossas noites, ela estraga nossa visão das estrelas. Mas agora, novas medidas feitas de rochas captadas durante o programa Apollo sugerem que a relação entre a lua e a Terra é muito mais selvagem do que imaginávamos.

Um novo estudo publicado na Nature diz que a lua foi formada como resultado de um colisão espacial violenta muito antes do que acreditávamos que isso tinha ocorrido. Desde a década de 70, muitos pesquisadores endossavam uma teoria na qual a lua foi criada de destroços resultantes de um colisão de baixo impacto de um corpo do tamanho de Marte que “raspou” na Terra. Em vez disso, os pesquisadores disseram que novas evidências mostram que o impacto foi mais “como uma marreta atingindo uma melancia.”

China anuncia plano de aterrissar em área da Lua que nunca foi explorada
Um belíssimo vídeo mostra como as missões Apollo foram incríveis

A antiga teoria sobre a origem da lua — que dizia que ela foi formada de restos de uma leve colisão — simplesmente explica o tamanho da lua e sua posição de órbita. No entanto, um teste em algumas das pedras lunares da missão Apollo revelaram algo estranho que esta teoria não dá conta de explicar.

“Nós ainda estamos medindo novamente as amostras coletadas pelo programa Apollo na década de 70, pois a tecnologia se desenvolveu bastante nos últimos anos. Nós podemos avaliar diferenças muito pequenas entre a Terra e a lua, então nós encontramos uma série de coisas que não vimos na década de 70”, disse Kun Wang, que é professor assistente da Washington University e um dos autores do estudo, ao Gizmodo. “Os modelos antigos simplesmente não conseguem explicar as novas observações.”

Se a teoria de quatro décadas atrás estivesse correta, então os pesquisadores constatariam que mais da metade do material lunar encontrado veio do corpo do tamanho de Marte que raspou pela Terra para formar a lua. Os pesquisadores, no entanto, não acharam esse tipo de material. Em vez disso, análises químicas nas amostras mostraram compostos isotópicos que eram praticamente idênticos.

Eles começaram a fazer uma série de testes avançados para tentar observar quaisquer diferenças nas assinaturas de isótopo. Eles finalmente acharam uma — mas que sugerem que as origens das amostras são ainda mais fortemente conectadas do que esperávamos.

As assinaturas de isótopo eram as mesmas, exceto por um com alta concentração de potássio das amostras lunares que requereriam altíssimas temperaturas para serem separadas. Uma colisão violenta entre a Terra e esse corpo do tamanho de Marte poderia ter causado esta temperatura incrivelmente alta. Neste modelo, as temperaturas foram tão altas e a força tão poderosa que o corpo e uma grande parte da Terra acabou sendo vaporizada com o contato. O vapor então se expandiu em uma área 500 vezes maior que a Terra antes de finalmente esfriar e se condensar na lua.

Nós precisaríamos de um impacto muito maior para formar a lua, segundo nosso estudo”, explicou Wang. “O impacto gigante por si deveria ser chamado de impacto extremamente gigante. A quantidade de energia necessária não é nem próxima [da que imaginávamos]”.

Estes novos dados não mudam nosso concepção de como a lua foi formada. Eles apenas sugerem que um sistema solar inicial era muito mais volátil do que nós conhecíamos — e isso pode ser o início do que essas novas análises de amostras lunares podem nos ensinar.

“Tudo o que sabemos sobre o início do sistema solar vem de nosso estudo de amostras lunares e de meteoritos”, afirmou Wang. “Isso mudou nosso entendimento de como era o sistema solar, e parece que ele era muito mais violento do que pensávamos.”

Os pesquisadores continuarão a estudar as amostras coletadas pelo programa Apollo e vão tentar achar mais pistas escondidas nelas. Até agora, eles suspeitam que estas amostras que estão guardadas há décadas poderiam ter mais segredos para revelar.

Foto do topo: Conceito artístico de uma colisão entre a lua e a Terra. Crédito: Dana Berry/SwRI

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A VERDADEIRA HISTORIA DE JESUS CRISTO/SANANDA


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Cristo/Sananda: Sua História – (Através de Ashtar-Athena)

Meus amados, boa noite. Sou Sananda. Minhas bênçãos e graças para todos vocês. Esta noite quero passar um tempo com minha família e falar um pouco da minha vida, ressaltando que, na verdade, ela também é a vida de vocês. Como vocês, meus queridos, eu também fui uma criança que tinha uma espécie de véu. Mas era uma criança diferente. Como muitos de vocês, sementes de estrelas, eu tinha pensamentos e sentimentos que nem podiam ser levados em consideração naquela cidadezinha, onde a maioria das pessoas se preocupavam apenas com coisas menores. Para falar a verdade, não éramos muito populares naquela pequena cidade.

À medida que eu crescia e meus dons começavam a se expressar, muitas pessoas daquela cidade procuravam minha família e diziam: “Não sabemos o que fazer com esse seu filho, Yeshua. Talvez vocês devessem encurtar as rédeas dele. Ele fala de coisas que nossos filhos nunca ouviram falar. E dá um mau exemplo…” Mesmo assim, eu não conseguia refrear o poder do amor dentro de mim, a capacidade de ver além do véu e dentro dos corações da espécie humana, que eu parecia ter desde a mais tenra idade. Quando fui ao templo para pedir conselhos aos anciãos, eles também não conseguiram compreender o meu coração. Comecei a sentir, como vocês às vezes sentem, que eu não fazia parte daquilo e que havia algo errado comigo.

A Jornada

Certo dia, uma caravana estava passando por nossa vila. Eu gostava de ficar olhando as caravanas, talvez essa fosse a única emoção numa vida muito comum e monótona. Implorei ao condutor da caravana que me levasse com ele para as terras do leste, pois meu espírito me mandava buscar outras pessoas que tivessem um jeito parecido com o meu. Peguei uma carona, por assim dizer, na caravana e, com as bênçãos de meus pais, parti numa longa jornada de muitos meses, embora fosse um jovem com menos de quinze anos naquela época.

Acabei chegando à terra de Arya Vata, que vocês chamam HOJE de Índia. Reparei que havia muitos indivíduos cobertos de andrajos andando por lá, mas em seus olhos ardia o fogo do propósito, queimava o fogo da visão e da santidade. Fiquei com eles, sendo também tomado por um mendigo, um vagabundo, um andarilho sem vintém. Fui a muitas e muitas daquelas moradias, cavernas, ashrams (local de retiro, na Índia). Sentava-me e escutava. Ouvi inúmeros ensinamentos que, a meu ver, não pareciam verdadeiros.

Eu os questionava e creio que não levou muito tempo, não fui bem-vindo, pois fazia as perguntas erradas. Eu perguntava: “Que ensinamento é esse que diz que se deve reencarnar sem parar? E se alguém errar o caminho é possível nascer como um verme ou um inseto ou um animal?” Esses não pareciam ser os ensinamentos do Pai. Procurei outras pessoas e fazia perguntas em qualquer lugar que eu fosse. Ninguém sabia as respostas; pareciam ter esquecido. Mas, de alguma maneira, os ensinamentos da Luz estavam gravados em minha alma.
Retirei-me para as imensas florestas e orei com todo o coração, pedindo orientação. Senti um redemoinho dentro de mim. Não conseguia explicar a paixão que às vezes tomava conta de mim, e eu estremecia de fervor por compartilhar o amor do Pai.

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Tive várias experiências maravilhosas. Um dia, eu estava sentado numa área sagrada do Himalaya,sempre frequentada pelos iluminados. Sentado na caverna, tive uma visão fortíssima e uma grande Luz apareceu para mim. Como muitos, passei a duvidar do que vira e comecei a me perguntar se não seria produto de minha mente ou alguma fantasia. Porém, o sentimento que eu havia experienciado não me abandonava. Ele me mandava prosseguir e compartilhar algumas das introvisões que eu tivera.

Como costuma acontecer, um grande ser apareceu para mim e disse: “Meu filho, você está no caminho certo.Confie em você. Deus o escolheu para uma grande missão. Agora vá, e sorva profundamente do espírito. Nutra-se, pois logo chegará o momento em que você deverá voltar para sua terra natal. E, nesse momento, muita dor estará à sua espera. Mas em meio a essa dor, você será uma fonte de salvação para toda humanidade.”

Em minha mente, pensei: “Como isso é possível? Sou uma pessoa simples. Sou estrangeiro nesta terra. Estes seres parecem tão mais sábios do que eu.” Mesmo assim, algo tocou numa corda do saber dentro de mim.

Fiz como o sábio sugeria: meditei, orei e jejuei. Conversei com os animais, com os pássaros e com as árvores. Comecei a sentir a presença de Deus. Por isso, quando eu caminhava pela Terra, mal ousava pisá-la com muito vigor, com medo de que pudesse ferir o rosto do amado senhor. Com o tempo, conforme fui amadurecendo em minha compreensão e aprofundando minha busca espiritual, tive a sensação de que, na verdade, havia sido chamado para uma grande missão.

Começou a se erguer o véu que todos possuímos, quando chegamos aqui. Senti, em minha alma, que era meu destino ir para minha terra natal e, de algum modo, levar a Luz, pois as pessoas realmente haviam perdido a centelha da alegria, da reverência, do perdão e da benevolência. Tive uma experiência na qual me senti como a alma de tudo que estava vivo. Senti como se a Luz de meu coração emitisse raios que conferiam Luz a tudo que existia. Às vezes, eu ficava vagando naquele estado como um louco.

Por fim, retornei à minha terra natal e, lá, eu de fato era um desajustado. Mas, agora, isso não parecia ter muita importância, pois a chama do propósito ardia em meu peito. A missão, que eu sabia ser minha, já me tocara. De início, falei com algumas pessoas simples. Muitas vezes riam e retiravam-se abruptamente no meio de meus discursos. Do mesmo jeito que vocês devem se sentir de vez em quando, eu me sentia tentado a voltar para a terra de Arya Vata (Índia) em meio aos santos, aos poucos iluminados que na verdade encontrei. Contudo, eu sabia que minha tarefa era levar a Luz para a terra em que eu nascera.  Aos poucos, comecei a encontrar uma ou duas pessoas que não me consideravam louco.
Passava algum tempo com elas, falando sobre muitas coisas, abrindo meu coração, esperando que elas passassem a sentir o fervor do amor que eu viera partilhar. Paulatinamente, vieram outras pessoas e trouxeram amigos. Depois de algum tempo, alguns realmente seguiam comigo. Unimo-nos como irmãos e irmãs para um único propósito: levar a mensagem do amor e da graça de Deus. Novamente, o número dos que vinham para escarnecer e zombar era bem maior do que o número dos que vinham para escutar. Como vocês, às vezes sentia-me cansado. Perguntava-me se, de algum modo, havia entendido mal aquele chamado para uma missão.

Decodificando A Missão

Inúmeras vezes eu parava e dizia a mim mesmo: “Não posso deixar de falar o que está em meu coração”. Por isso, eu falava. E creio que isso causou muitos problemas a várias pessoas, pois o que eu falava não tinha nada a ver com os ensinamentos que elas estavam acostumadas a ouvir. Essas pessoas questionavam e duvidavam de minha autenticidade e me repreendiam. Muitas vezes fui preso pelas autoridades por causa de algum propósito maquinado, só para me segurarem e para que eu ficasse calado por um ou dois dias.
Mas como não encontravam nenhum motivo para me deter, eu acabava libertado e partilhava de novo a minha mensagem. Comecei a ter recordações, creio que as posso chamar assim, de ter saído de outro lugar para vir a este mundo. Comecei a me lembrar de que tinha estado aqui como um espírito voluntário, acho que seria assim que vocês diriam atualmente. E comecei a decodificar minha missão. Com a decodificação, veio uma capacitação que eu jamais conhecera antes.

Às vezes eu permanecia no deserto e observava o céu e as estrelas, sentindo como se tudo aquilo que existia tivesse explodindo do meu coração em êxtase e amor. Parecia um louco, apaixonado pelo propósito, com um entusiasmo impetuoso. O entusiasmo era tão contagiante que passou a ligar-me a algumas pessoas que começaram a enxergar a visão e também a decodificar a missão. Juntos, encontramos e fundamos um bando de renegados, creio eu.

Muitas vezes precisávamos nos esconder nas cavernas, nas montanhas e na vastidão do deserto para escapar às pedras que os outros costumavam atirar em nós. De vez em quando era difícil conseguir alimentos, pois não éramos bem-vindos na maioria dos lugares. Tornamo-nos conhecidos como desordeiros e agitadores e como uma ameaça aos ensinamentos e comandos consagrados. Sentia-me como vocês devem se sentir às vezes- desencorajado.

Devo confessar que não foram poucas às vezes em que chorei.

Perguntei ao Pai: “Por que eu? Por que eu? Não tenho a força. Não tenho a sabedoria. Não tenho o poder suficiente para enfrentar a ignorância desenfreada destes tempos”. “Creio que as pessoas mais atraídas por mim também eram párias, renegadas, aquelas que não possuíam boa reputação. Eu também adquiri uma péssima reputação, pois gastava meu tempo com essas pessoas. Descobri que, apesar de seu comportamento exterior, elas possuíam corações generosos e abertos à mensagem de Deus e ao amor Dele.

Comecei a decodificar mais a fundo, e ao fazer isso, todo o vestígio de dúvida começou a desaparecer. Passei a ter o conhecimento, vindo de uma profundeza que eu não conseguia explicar,de que aquilo que eu fazia e ensinava era a verdade. À medida que esse conhecimento começou a verter por cada poro de meu ser, passou a chegar cada vez mais gente para me escutar. Em determinado momento, tinha tantos seguidores que era realmente uma ameaça aos poderosos daquela época. Tornei-me consciente, pois minhas habilidades de telepatia, assim como meus outros dons, começaram a aumentar. Descobri que algumas pessoas pareciam se curar na minha presença. Às vezes, eu era chamado às pressas para colocar minhas mãos sobre certos indivíduos.
Várias coisas maravilhosas aconteceram pelo poder do Pai dentro de mim. Muitas vezes eu dizia a essas pessoas: “ Por favor, não comentem nada a esse respeito. Apenas voltem para casa e desfrutem de sua boa saúde”. Mas, obviamente, como é típico das pessoas, elas comentavam. Os rumores, o escândalo e os mexericos cresceram a tal ponto que desejei, com todo o coração, fugir para as montanhas e esquecer tudo aquilo.

Inúmeras vezes eu parei e disse a mim mesmo que realmente possuía uma mensagem que precisava ser divulgada. Lembrei de minhas experiências com os sábios no Himalaya. Comecei a ter visões (vocês poderiam chamá-las de precognições ). Previ que eu seria severamente perseguido e que sofreria um destino que já se repetira centenas, talvez milhares de vezes naquela época, e que iria acontecer a mim também: a crucificação. Eu sentia medo, como vocês sentiriam. Perguntei-me se a minha mensagem era tão importante a ponto de eu dar minha vida por ela. Orei, chorei e pedi orientação.

A orientação era sempre a mesma: “Você veio para se desincumbir de uma grande lição que será escrita em eras que ainda estão por vir. Sua vida simples e todas as coisas que você está partilhando agora serão como uma Luz para toda a espécie humana.”

Tive uma série de experiências naquele momento, quando estava descansando e imaginava ou sentia presenças recobertas por mantos ao redor do meu leito. Com freqüência, as visões se desvaneciam rapidamente quando eu despertava, e não conseguia retê-las por completo em minha mente. Mas comecei a sentir como se o Pai houvesse enviado acompanhantes para caminhar comigo. Eu também tinha visões estranhas, nas quais parecia estar lá fora, entre as estrelas. Não conseguia explicar isso. Sentia como se estivesse navegando na imensidão do céu. Cada vez que eu tinha essas experiências, sentia-me mais encorajado e seguro quanto ao meu chamado.
Quando, finalmente, tive uma precognição e vi que muito em breve eu seria mesmo levado, ergueu-se dentro de mim um espírito de coragem, de força, de paciência, que só consigo imaginar como uma dádiva do Pai. Quando vocês passam por momentos de grande coação, de grande tragédia, não notam também que um espírito igualmente grandioso se eleva dentro de vocês? Comigo também foi assim.

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Uma Merkabah de Luz

Embora eu soubesse que essas pessoas que estavam contra mim não poderiam ser dissuadidas, não importando o que eu dissesse ou fizesse, também sabia que devia concordar. Eu até sabia quealguns de meus seguidores não me seriam fiéis, se dispersariam e logo esqueceriam o que eu lhes havia ensinado. Vi também, em seus futuros, vidas que seriam gastas em sangue derramado na terra. Era como se os véus se tivessem erguido e eu visse o futuro nitidamente. Eu não queria vê-lo. Desejava com toda minha alma que fosse possível mudar o curso do futuro.

Eu Era Verdadeiramente A Luz

Talvez fosse minha imaginação febril. Às vezes, eu não me sentia bem. Sofria de indisposição no estômago e no trato intestinal. Ocasionalmente, isso era acompanhado de febre, Eu pensava: “Talvez seja meu cérebro febril que cria estes pensamentos.” Mas o amor em meu coração e o sentimento de proximidade a Deus, o Pai, era tudo que eu possuía como ponto de referência mais forte.

Quando fui detido e encarcerado, voltei a pensar com cuidado. Como um moribundo, em certo sentido, minha vida inteira passou diante de minha mente. Mas junto com isso vieram, de novo, as visões daqueles que pareciam vir a mim durante a noite e, novamente, as visões de minha estada nas estrelas. Convenci-me de que eu era daquelas estrelas, de que eu possuía um mundo, muito distante, do qual (Sírius) eu viera para esta Terra. Essa visão começou a tomar conta de mim com fervor e, assim, comecei a perceber que não importava o que eles fizessem ao meu corpo, eu não era aquele corpo. Eu era verdadeiramente a Luz que eu tinha visto fluindo da minha essência para todas as coisas.

Depois, fui levado a julgamento e, mais uma vez, aquele poderoso espírito ergueu-se dentro de mim. Só que desta vez ele era tão inexorável, tão ardente, tão apaixonado pelo propósito, que não importava o que me dissessem, era como se visse através do celofane. Conseguia ver claramente e distinguir seus corações. E o que me encorajou muito foi que também consegui ver o futuro deles, ver o momento em que esses corações finalmente se abririam e se libertavam do cativeiro da negatividade.

E assim, mantive-me firme, pode-se dizer, em meditação e oração, fortificando meu espírito, pois sabia que meu tempo na Terra estava chegando ao fim. Percebi, de fato, que iriam me crucificar da maneira mais cruel que pudessem, pois eu dissera várias coisas enquanto estivera em estado de êxtase divino, o espírito fala através da pessoa, não se pode refrear os lábios.

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Tudo Parecia Um Sonho

Finalmente, como vocês tem conhecimento em suas histórias, fui de fato levado e posto na cruz. A coisa boa que tenho a lhes dizer é a seguinte: quando aquele dia fatal chegou, eu havia me colocado num tal ponto de consciência, que para mim tudo parecia ser um sonho. Vi as multidões a meu redor. Ouvi o choro de meus companheiros e daqueles com os quais crescera e que havia amado. Vi a confusão e o medo em meus seguidores. Fiz tudo o que pude naqueles últimos momentos para elevar minha energia o mais alto possível para perto de Deus.

Quando me pregaram na cruz, ouvi, como num sonho, o eco das marteladas e nada senti. Não experienciei a mínima dor. Era como se eu estivesse fora de  meu corpo e observasse aquele corpo pregado lá, com os cravos enterrados em seus tornozelos e pulsos. Não conseguia me relacionar com ele como se aquele corpo fosse o meu. Parecia uma caricatura minha. Quando levantaram a cruz e a fixaram no pedestal, novamente eu parecia estar acima daquele corpo, sangrando e abatido, sem sentir nenhuma dor.

Estava num estado de tamanha lucidez que conseguia ver claramente aquilo que o Pai me enviara para fazer. Eu sabia, embora às vezes fosse tentado a entrar numa consciência inferior e a julgar aquilo que acontecia ao meu redor, pois as pessoas me pareciam tão ilógicas, tão cruéis, tão ignorantes. Mas toda vez que sentia isso era arrastado para mais perto do meu corpo. Percebi que se permanecesse naquele estado de consciência, logo voltaria para aquele corpo e estaria experienciando a dor. Então, com muita concentração, mantive meus pranas, meus sopros vitais, na porção mais elevada de minha consciência.

Vivi A Minha Visão

Aquele momento parecia se situar fora do tempo. Não experienciei uma passagem de tempo. Por fim, senti um espasmo abrupto em minha forma física. E dentro de meu corpo sutil, como se eu houvesse estado num balão amarrado a ele e alguém soltado a corda, de repente me senti muito livre e percebi que o corpo morrera. De certo modo, senti-me aliviado, como vocês estariam, pois sabia que não estava mais preso àquela forma, e estava realmente livre.

Fiquei observando quando o corpo foi baixado da cruz e veio alguém, que eu amava muitíssimo e que vocês conhecem como José de Arimatéia, junto com minha amada mãe e outros, e levaram embora meu corpo, chorando. Senti-me muito pesaroso com a tristeza deles. Queria dizer a eles: “Não chorem por mim… Estou vivo. Estou bem. Não chorem. Fiz aquilo que fui chamado para fazer. Eu vivi a minha visão. O que mais se poderia pedir de mim?”

Fiquei olhando eles levarem o corpo e o colocarem na tumba, rolando uma grande pedra para fechar a entrada. Muitos profetas haviam falado de alguém que viria e romperia os grilhões da morte. Realmente, jamais pensei que fosse eu. Preciso lhes dizer a verdade. Nunca me ocorreu que os antigos profetas estivessem falando de minha vida. Quem sou eu? Um simples rapaz judeu. Nada tenho de especial… uma visão… um sonho… algumas experiências do Pai.

Mas percebi que estava rodeado por aqueles mesmos seres maravilhosos que haviam me visitado à noite, só que desta vez estavam me chamando por outro nome. Estavam dizendo que eu precisava me desencumbir  de mais uma tarefa. Fiquei imaginando de que modo faria isso. E eles disseram: “Não tenha medo, estamos com você. Estaremos com você e o ajudaremos nessa grande incumbência. É que você… você foi escolhido para representar este grande mistério do futuro que está por vir.”

Fui instruído e ajudado por esses grandes irmãos a entrar em meu corpo, e foi como entrar em algo muito frio e pegajoso, algo muito instável e ferido. Instruíram-me detalhadamente sobre como gerar o fogo sagrado da transfiguração e da ressurreição. Em minha mente, uma lembrança distante voltou e, de repente, eu me lembrei de vidas passadas nas quais eu estivera numa grande escola de iniciação. Eu estivera num grande edifício que vocês conhecem hoje como a Pirâmide de Gizé. Naquela época, eu também estivera numa tumba semelhante. Como iniciado, eu conseguira realizar a viagem da alma a partir de minha forma inerte até me sentar nos Conselhos de Melchizedek,na Estrela /Sol Sírius, na Constelação do Cão Maior. Aquele pensamento começou a tomar conta de minha mente e, à medida que realizava a decodificação de maneira mais completa, lembrei-me de como fazer isso.

Quando fui colocado de volta no corpo, meu espírito brilhou com propósito, com empenho apaixonado. Respirei, como eles haviam me instruído, concentrei-me em meus sopros vitais e fiz a poderosa essência de vida percorrer aquela forma. A forma começou a ter espasmos e a tremer. Começou a exalar um estranho odor que encheu a tumba. Experienciei uma chama ardendo por todo o meu ser e continuei meditando e respirando e difundindo, dispondo-me a voltar à vida.

Eu Sou A Vida Eterna

Bem, alguns de vocês tem uma noção geral do que aconteceu. Queria lhes contar minha experiência. Quando fiz aquilo, subitamente o corpo, por si mesmo, começou a se elevar da tumba. Tive uma experiência dupla, a de estar fora do corpo, olhando para o que acontecia, e a de estar dentro do corpo, simplesmente queimando com energia e Luz e poder. Descobrindo-me de certa forma espantado, de repente o corpo caiu na laje fria sobre a qual eu tinha sido colocado e a Fraternidade materializou-se na tumba comigo e disse: “Não tenha medo. Você pode fazer isso. Nós o ajudaremos. Uma vez mais, concentre-se em sua respiração. Respire. E seja a Vida Eterna.”

E eu repetia para mim mesmo: ”Eu sou a Vida Eterna.”

Quando respirei desta vez, meu corpo se metamorfoseou em Luz radiante de um modo pleno, total e completo. A próxima coisa de que me lembro é que fui de repente elevado pelos ares. Eu estava flutuando. Estava dentro de uma Luz selada. Depois, estava em pé num aposento circular com esses mesmos irmãos.

Disseram-me que minha visão estava quase completada. Eu fizera algo maravilhoso. À medida que falavam, minhas recordações foram voltando cada vez mais. Eu me lembrei deles, e me lembrei de que eles me haviam trazido e me colocado dentro do meu corpo quando eu era criancinha. Reconheci meu pai – ele fora um desses Grandes Anciãos – e minha mãe. E de repente senti-me como o ator de uma peça, que fica tão mergulhado na representação correta de seu papel que se esquece e perde de vista o fato de que, na verdade, tudo aquilo era um teatro. Fui elogiado e cumprimentado. Meu corpo foi regenerado e restaurado na companhia de meus Irmãos. Vi e entendi por que eu tivera aquelas visões de navegar pelas estrelas, pois, de novo, estava navegando por entre as estrelas numa nave de Luz maravilhosa (UMA Merkabah).

Disseram-me para voltar à Terra, a fim de testemunhar e testificar a imortalidade de toda a humanidade. Eu estava estabelecendo um protótipo que seria consumado dali a milhares de anos. Aparentemente caí numa espécie de sono e, quando acordei, estava na Terra, sob uma grande tamargueira. Levantei-me e me perguntei se sonhara tudo aquilo. Meu corpo parecia bem, mas tinha algumas marcas. Quando observei as marcas, percebi que , de alguma maneira, fisicamente, eu de fato tivera aquela experiência.

Levantei-me e olhei ao redor. Vi que estava na área onde estavam vivendo muitos dos que haviam me seguido, mas eu era como um fantasma. Ninguém parecia ver-me. Eu estava em outra dimensão. Falava em voz alta, mas ninguém me dava ouvidos.

Os Irmãos falavam dentro de minha mente, telepaticamente, e sugeriram novamente aquele mesmo respirar e a concentração de minha energia, dizendo que eu a levasse para as pernas e para os pés. Meu corpo estava um pouco dormente e eu continuava com a sensação de uma existência irreal. Dentro de alguns dias estabilizei-me e fui me encontrar com vários dos que haviam me seguido.

Eles mal conseguiam acreditar que eu era aquele que fora crucificado. Duvidaram de mim. Entrei, ceamos e bebemos suco de uvas. Comi carne de peixe. Permiti que eles tocassem meu corpo e vissem as chagas nos meus pés, no lado, nas mãos. Ainda havia cicatrizes e marcas em minha testa, deixadas pela coroa de espinhos. Chegou o amado José de Arimatéia, que era como um pai. Vocês sabem que meu próprio pai retornara à Fraternidade antes que eu atingisse a maioridade. Então, José disse: “- Venha, meu filho. É tempo de você retornar à Fraternidade de Luz, pois tem muito trabalho a fazer.”

Em seguida fomos para uma imensa floresta e lá nos sentamos em meditação, e comunguei novamente com o Pai. Disseram-me que eu devia ir de novo para as montanhas do Himalaia; lá a Fraternidade esperaria por mim. Eu tinha muito a fazer em muitos territórios estrangeiros. Vejam, minha mente estava de tal maneira que, novamente, como muitos de vocês, as dúvidas continuavam a surgir. Percebi que é por isso que a humanidade tem tantos problemas. A mente é de tal maneira que sempre duvida do miraculoso. Mas ao sentar-me com aquele ser bondoso e querido, que eu amava com toda a alma, comecei a me concentrar uma vez mais em meu propósito. De novo comecei a integrar as energias que inundavam meu ser.

Apareci para muitas pessoas naqueles tempos e algumas conseguiam me ver por causa de sua clarividência, algumas conseguiam me sentir, algumas não me viam de jeito nenhum. Subi uma colina e dois dos Irmãos vieram e cada um deles ficou de um lado. Àquela altura havia um pequeno ajuntamento, outra vez, daqueles que realmente sentiam minha energia e de fato experienciavam a maravilha que recaíra sobre mim. Tive novamente uma sensação de elevação, uma sensação de que a Luz me engolfava. Senti como se cada poro de meu ser estivesse inundado de Luz. Fiquei um pouco zonzo e desorientado e percebi uma voz muito profunda dentro de mim falar:
“Eu Sou A Ressurreição. Eu Sou O Caminho. Eu Sou A Vida Eterna. E Embora O Homem Morra ou Pareça Morrer, Ainda Assim Ele Vive Em Mim”.

Perguntei-me de onde vinha aquela voz e sabia que era do Senhor Deus dentro de mim.

Outra vez, senti que eu subia, subia, subia, junto com os meus amados Irmãos e companheiros. E olhei para o alto e vi uma nuvem maravilhosa que novamente recebia a minha essência. Assim que parei naquela nuvem maravilhosa, achei-me de novo no aposento circular com meus Irmãos. Mais rápido do que pensamos, voamos para dentro da Fraternidade dos Mestres, para o que vocês chamam de Shambhala.

Lá, uma vez mais, dentro da secreta imensidão de seus rostos mais sagrados, encontrei um lar e um povo.

Vivia entre os imortais, descobrindo que eu também era imortal. E o sono de eras, os últimos vestígios dos véus necessários foram erguidos de meus olhos e conheci a mim mesmo, como eu sempre fora conhecido. Na companhia de meus Irmãos, de meus companheiros, aprendi a enviar meu espírito pelo mundo. Materializando-se em forma à vontade. Aprendi (para ser mais exato, talvez devesse dizer “reativei”) minhas capacidades de transcender o tempo, o espaço, a matéria, a dimensão. E atingi a plena consciência, o pleno conhecimento e a plena recordação.

Saí de lá e apareci a todos os remanescentes das Doze Tribos de Israel que, àquela altura, tinham se (suas almas) espalhado por todos os continentes e haviam se corporificado em diversas raças e diversos povos DIFERENTES. Cheguei-me a eles e com eles vivi. Passei-lhes os ensinamentos do reino de onde eu viera. Após haver partilhado minha essência durante muitos , muitos anos, finalmente percebi que era hora de me desfazer da vestimenta que eu usara sobre a Terra. Então eu a tirei e a deixei, pois ela havia cumprido o seu propósito. Quando dei partida do veículo físico, eu estava à beira de um lago encantador. Acredito que, hoje, vocês chamam aquela terra deKashemira (Hoje região da Índia na divisa com o Paquistão, onde existe um túmulo muito antigo de um homem santo venerado com o nome de Santo Issa ).

Uma vez mais, senti a presença dos Irmãos ao meu redor, uma vez mais fui erguido em Luz para uma espaçonave (Merkabah) maravilhosa de Luz. Soube, então, quando completei a missão daquela vida, que eu era comandante estelar daquela nave e que eu havia, pela força divina, conseguido a plena retirada do véu para encenar, como o ator de uma peça, o triunfo sobre a ilusão. Eu tinha de fazer isso a partir de dentro da ilusão, exatamente como vocês.
Aquele estranho nome pelo qual me chamavam, que me soava tão estranhamente familiar, Sananda, é o nome pelo qual sou conhecido, e descobri que eu era filho de um grande Rei e de uma grande Rainha,  e que eu viera de uma poderosa linhagem de Kumaras. De fato, eu era Sananda Kumara. E mais, eu era uma multiplicidade de seres, um dos quais era chamado de Sanat Kumara, Sanaka Kumara e Sananda Kumara.

E assim, descobri dentro de mim que eu era mais do que jamais sonhara. Veio a mim, outra vez com grande assombro, o redescobrimento, a lembrança e o reinado de meu pleno conhecimento e de minha plena qualidade de ser.

Compromisso Com A Libertação De Todas As Almas

Olhei para trás, na direção da Terra, e soube com toda minha alma que estava comprometido com a Ascensão e Liberdade de todas as almas daquele planeta. Fiz o firme Voto de que voltaria sempre, na verdade eu nunca iria embora, pois parte de minha essência permanecia em Shambhala, mesmo que eu vivesse nas espaçonaves. Com minha visão clarividente, previ a época em que todo um povo se elevaria em vida Eterna e na Luz mais gloriosa que vocês consigam imaginar, exatamente como eu me elevei, e proclamei a Glória de Deus e da Vida Eterna.

Contei-lhes esta história porque queria chamar atenção para o fato de que, exatamente como vocês, eu estava toldado por véus, tinha uma vaga lembrança das minhas saídas do corpo. Eu decodifiquei. Despertei e escolhi cada passo do caminho.

Escolhi a graça, a confiança e o perdão, a gratidão e a exaltação de Deus Todo-Poderoso; e, além disso, escolhi o Amor.
Aquilo que eu fiz, continuamos a fazer agora, nesta era. Isto é maior do que o que eu fiz, porque vocês o estão fazendo em grupo. Vocês o estão fazendo por intermédio da Cooperação, numa camaradagem que eu não conheci na minha época. Por isso, Eu Os Saúdo e os Aplaudo e os Amo com toda a minha Alma.

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https://www.youtube.com/watch?v=V-r9UQ5p-D0

A Ajuda de nossos Irmaos de Luz


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O Comando Ashtar é uma divisão aeroespacial de Grandes Irmãos e Irmãs de Luz, sob a direção administrativa do Comandante Ashtar Sheran e sob orientação espiritual do Senhor Sananda, conhecido na Terra como Jesus (Emmanuel/Immanuel), o Cristo, nosso comandante-em-chefe.
Composto por milhões de espaçonaves e pessoas de muitas civilizações planetárias (Federação) diferentes estamos aqui para assistir a Terra e a humanidade no corrente círculo de limpeza planetária e o seu realinhamento polar.Servimos como parteiros no renascimento da humanidade da densidade física para os corpos etéreos de luz, capazes de ascender à quarta dimensão, juntamente com a Terra.
 
A ASSISTÊNCIA DOS NOSSOS IRMÃOS DA LUZ
01. Somos os anfitriões do Paraíso, servindo o Cristo, o Mais Radiante, em sua missão de amor. Trabalhamos em coordenação com as legiões de Miguel. Uriel, Joziel, Gabriel e 70 irmãos de luz que administram o Plano Divino (A Hierarquia Celeste). Servimos para monitorar e estabilizar a grade planetária e atuamos como protetores deste setor do universo. Diferentes frotas do Comando se especializaram na educação espiritual, ascensão, investigação científica, comunicação, monitoramento planetário, bem-estar de nosso pessoal em terra, leis e regulamentos universais e intergalácticos, observação das espécies, educação, recolocação, mídia e expressão artística, curas, horticultura, zoologia e muitas outras áreas de pesquisa.
02. O maior foco no momento é a ativação do Messias COLETIVO, os 144.000 mestres ascendidos (denominados de Águias no Comando), que formam a Legião de Voluntários Especiais. Há emissários celestes de Cristo, através de Conselhos de Luz. A ciência deles é crucial à transição do planeta. Portanto, nós e nossos representantes baseados na Terra estamos aqui para facilitar o despertar dasÁguias e outros Servidores da Luz. Nossa missão é submissa às ordens do Senhor Sananda (Jesus/Emmanuel Cristo) e funciona através dos Elohim, o Conselho de Órion, a Hierarquia do Sol Central e a Ordem de Melchizedeck.
03. Sabemos que Deus, a fonte de tudo, é onipresente, força eterna de vida, universalmente conhecida por muitos nomes e formas.
04. Afirmamos que há um só Filho de Deus gerado como puro e incondicional amor, estendido a toda a criação. O Senhor Deus do reino altamente positivo de espírito criado e expandido somente no amor. Este Filho de Deus existe como um Ser de consciência divina ou cristandade exemplificada pela encarnação como Jesus, Sananda, Maitreya, Krishna e outros. Estes e todos os verdadeiros professores ou Avatares representam uma sabedoria de amor multidimensional coletiva, focalizada e estendida através do comando Crístico.
Este comando, tanto quanto outros divinos tronos da administração celestial estão assentados na Trindade.O atual Cristo planetário é chamado de Senhor Maitreya. Esta energia Crística é tida também como Senhor Kuthumi. O Cristo também se manifesta como uma alma individual (de um homem) corporificada dentro da humanidade, com o potencial de expressar sua perfeita filiação ou cristandade. O Messias coletivo consiste nos 144.000 mestres ascendidos que acompanham o Cristo ou apontam o Messias na missão de amor. Isto constitui a verdadeira Igreja ou o corpo de Cristo.
Este corpo divino não é limitado em 144.000, mas requer um número mínimo para fermentar e permitir aumentar o pão da humanidade (ascensão) ou provocar a mudança de dentro da própria humanidade para um novo paradigma humano e planetário. A porta da graça está aberta a alguém que dá um passo adiante e escolhe a consciência filial. (O termo Pai, Filho e espécie humana referem-se não ao gênero, mas à função diretiva/executiva espiritual ou espírito – Purusha (masculina). A criação material – Prakrithi (feminina), refere-se à função receptiva espiritual, conhecida por termos como filha, mãe, deusa, Shakti, etc, através da qual o espírito nasceu na forma de filho/filha de Deus, alma. Como parece haver muita controvérsia a respeito destas questões, temos desejado trazer alguma luz ou conhecimento. Nós, doComando Ashtar, simplesmente nos referimos ao Cristo como o Mais Radiante ou o Amado).
05. Ensinamos que na verdade, você nunca deixou o coração de Deus. Como raios da fonte divina, temos a divina função de estender o amor de Deus através do cosmos. (A crença na separação da fonte, a ela nos referimos como pai de todas as mentiras e a causa de todo o medo e negatividade, ou ignorância, expressada como egoísmo ou falsidade.) Nós praticamos uma única “religião” que é de incondicional amor.
Esforçamos-nos mesmo em inspirar a fé e a confiança na Única Fonte da Vida e nos seus divinos propósitos e planos. Nossa mensagem é sempre positiva na esperança e na afirmação. Nós encorajamos os trabalhadores de Deus ao longo de seu caminho, para que não comecem uma nova religião. Pedimos para não sermos objeto de divisão, idolatria ou adoração, mas sermos respeitados e vistos como irmãos e irmãs mais velhos na vivência de um só Deus.
06. Somos embaixadores universais da paz, pacificadores e mantenedores da paz. Nossas espaçonaves não têm qualquer mecanismo de defesa. Nosso mandado de prisão se completa em pensamentos inofensivos, palavras e servem como ações para nossa proteção. Encorajamos a unidade, a harmonia e a coexistência pacífica de tudo.
o7. Os termos “Comando” e “Comandantes” referem-se à nossa própria obrigação de eleger e sermos o comandante de nós mesmos, responsável por nossas posições de confiança e governo sob o comando de Deus (de forma alguma estes termos implicam numa atitude militar). Um verdadeiro comandante caminha em espírito de humildade e serviço em pureza e harmonia com as orientações divinas.
o8. Nós insistimos dentro da Confederação Intergaláctica, numa política de não-interferência e liberdade. Enquanto podemos ponderar as conseqüências de algumas de suas ações escolhidas, nós os permitimos viver, expressar e governar suas vidas e o planeta como desejarem. A única exceção poderá estar se a escolha de vocês colocar em risco a sobrevivência de seu próprio planeta e as populações nele existentes num todo, ou repercutir/reverberar no restante do sistema solar.Estamos, no entanto, sempre procurando corresponder às suas necessidade de assistência. Estamos entusiasmados em poder nos juntarmos a vocês numa consciência de interação e empenho co-criativo nesse final de ciclo.
09. Respeitamos toda a vida e todas as pessoas como natureza divina. Reconhecemos todos como uma só raça, uma só humanidade — o homem universal. (Homem, manifestação de Deus, também Manas, mente divina, que “pode conhecer” a sua própria divindade). Celebramos a grande diversidade dentro da criação e respeitamos todas as raças, cores, credos, formas de governo; e respeitamos o direito individual de liberdade de expressão e direitos humanos. Amamos vocês incondicionalmente; e asseguramos uma missão da Terra e da humanidade como um crescimento da vida ascendente, total e alegremente radiante em abundância e liberdade.
10. Somos guardiães pastoreando as ações na Terra. ASH significa pastor, um ancião Melchizedeck. Ashtar é um nome código para quem inspeciona como comandante da Frota do Grande e Radiante Sananda (Cristo). Athena é uma energia contrapartida feminina de Ashtar e é o aspecto freqüentemente enviado adiante dentro do objetivo formal de servir para divisão da sabedoria através do ensinamento. Então, Ashtar e Athena podem agir separadamente ou os dois raios combinados em uma forma, sob o código de Ashtar-Athena. Eles podem agir como uma vasta consciência ou família estelar. O nome freqüentemente pode ser semelhante como Ashtar Sheran.
É um nome código que se refere a um integrante da ordem de Melchisedek que vem a este setor universal para assistir na ressurreição e ascensão de um mundo planetário de um nível não evoluído código 666 (de cima para baixo), dentro de uma eterna vida ressuscitada, ou 999 (de baixo para cima), como era um mundo planetário de volta a três vidas eternas. Isto especificamente se refere a um trabalho com energia de salvação, a restauração do mundo ao Plano Divino, através do padrão crístico. A descendência de AN ou ON aparece no início e no fim dos maiores ciclos como professores da lei universal da Unidade. Nós não temos nomes como vocês o entendem. Temos códigos designativos que representam nossas divinas funções.
11. Nossa função como unidade divina se propõe unir pela unidade de intenção e total harmonia. O status que qualquer um de nós poderá assegurar é resultado da pureza espiritual e integração. O mesmo é também verdadeiro para você. Quando alguém está em alinhamento de purificação com a Fonte, ele se torna um canal ou um conduto para o fluxo do altíssimo poder divino. Quando alguém está se obstruindo com as ruínas do egoísmo, o divino fluxo procurará um conduto claro. Nem nós, ou nossos representantes baseados na Terra, estamos autorizados a promover ou rebaixar qualquer um. Cada um é contabilizado somente pelo Senhor Deus.
Então, você e nós dividimos uma tarefa comum: transcender do menor de si e manter a claridade espiritual; e sempre focalizar, sem egoísmo, o serviço do amor. Todos nós viemos divinamente dotados com tudo que é verdadeiramente necessário para ascendermos ao mesmo estado de glória; um espírito eterno divino, um coração, uma liberdade de escolha. Por esta razão nós não encorajamos a dependência sobre manifestações seja material ou espiritual. Para ascender, você necessita apenas de um coração puro, cheio de amor de Deus; e dividi-lo com seu próximo.
12. Nosso maior ensinamento e mensagem é espiritual, focada sobre o reconhecimento, realização e incorporação de sua divindade filial. É uma tarefa individual de infusão espiritual. Para a humanidade terrestre, isso significa a integração das energias da alma e dos estados físicos emocional e mental do corpo e transcender a terceira dimensão para chegar até a quinta dimensão, ou ao estado da perfeita natureza humana. Isto é completado por um treinamento gradual de vibração unipessoal num altíssimo nível de pureza e luz. Nós continuamos, em maneira similar, evoluindo no nível cósmico. O processo está em andamento.
13. Os níveis administrativos do Comando Ashtar funcionam numa dimensão divina e cósmica e pode ser entendido como uma natureza celestial ou angélica. Neste nível, funcionamos como um Conselho de Luz, de propósitos coletivos divinos e sagrado empenho. Funcionamos como puro amor e luz, existindo no que vocês chamam de corpos ascendentes, etéricos e imortais corpos de luz. Sendo multidimensionais, nós podemos aumentar ou reduzir nossas vibrações de qualquer plano dimensional na ordem e plano em que seja necessário manifestar os nossos serviços.
14. O Comando Ashtar, também conhecido como Comando Galáctico e Frota Interestelar, é composto por pessoal representativo de muitas dimensões,muitas civilizações diferentes e de vários pontos de origem cósmica. Temos milhares de membros baseados ou nascidos na Terra, que atuam como voluntários para assistir a ascensão planetária.Temos comandantes e membros incorporados fisicamente no planeta de comandos que freqüentemente funcionam em níveis supernaturais. Nossas maiores características unem serenidade, serviço, resplendor e acima de tudo o mais, muita boa vontade e amor. (Há muitas outras civilizações extraterrestres visitando e observando a Terra durante a sua transformação e ascensão. Alguns são curiosos observadores, alguns são cientistas genéticos coletando dados, alguns observadores científicos e ainda há outros de vários graus de desenvolvimento não ascendidos).
Alguns trazem energias temerosas, pressentimentos ruins, depressivos, provocam medo, não são alinhados com o Comando Ashtar. Nossa energia é único amor. Não participamos de operações de abduções, implantes, manipulação, intimidação ou qualquer tipo de controle mental. Não somos cartomantes, nem mesmo desejamos dizer a vocês o que deveriam ou poderiam fazer. Podemos ponderar sobre áreas onde seu serviço poderia ser útil, se você assim escolher. Sempre e para sempre nós honramos seu livre desejo, arbítrio e direito de escolha de viver sua própria vida, de sua própria maneira. Igualmente, não faremos nenhum julgamento de suas ações. Isto é entre vocês e Deus.
15. Confie primeiro em você mesmo (sua orientação interior) e voce estará interagindo conosco. Confie no seu próprio conhecimento intuitivo interior para nos comunicarmos através da transmissão de pensamentos ou impressões telepáticas. Nossas transmissões podem soar como tons de uma campainha, ou código morse em seus ouvidos, ou como seus próprios pensamentos. (Entretanto, nosso conselho é como uma afirmação divina positiva de amor). Também nos comunicamos através de uma linguagem de luz, que pode se assemelhar a pictogramas em sua mente, os quais você interpretará e se expressará com suas próprias palavras e concepções.
Também podemos colocar você dentro de um raio de transmissão, assim as mensagens são transmitidas de nossa naves ou mentes para sua máquina de escrever, computador ou lápis e papel! Nós transmitiremos nossas mensagens a você se apresentá-las a si mesmo com um coração puro e desejo de se sentir como um transmissor/um veículo delas.
16. Nós e nossas naves estamos invisíveis para a sua realidade, a não ser que você aumente a sua freqüência para combiná-la com o nosso nível (e até para visitá-las) e vice-versa. Aumentando ou reduzindo nossas vibrações, podemos aparecer ou desaparecer. Você poderá somente ver ou ouvir através de um nível dimensional que combine com as nossas freqüências nas diversas bandas multidimensionais. Você descobrirá muitas formas de vida que dividem o Cosmos com você. Também aprenderá como nos desmaterializamos, materializamos e criamos em sua mente qualquer coisa que seja necessário. Não estamos limitados pelo seu tempo, espaço, distância ou tamanho. Então podemos aparecer como uma pequena faísca, uma bolha iluminada, uma forma larga como uma nave espacial ou do tamanho de uma nave-mãe.
Cloudship, uma imensa nave de Luz Merkabah camuflada sobre o Monte Shasta, na Califórnia
Nossas espaçonaves são chamadas de Merkabah, veículos de luz de grande beleza, moldados em nossa harmonia e amor para servirmos em nossas missões em uma só intenção. Elas são tão reais ao nosso nível, como o seu meio ambiente é para vocês. Algumas vezes, nossas naves parcialmente se materializam de forma lenticular ou como formação de nuvem (sobre grandes montanhas) ou arco-íris.
Também podemos nos materializar na terceira dimensão da Terra, ou na quarta dimensão. Podemos também aparecer como o brilho de uma estrela, piscando na cor vermelha, branco e verde ou aparecer como os discos voadores que já lhe são familiares. Nossas naves são sempre radiantes e belas, envolvidas numa aura de segurança e amizade.
Para saber mais veja em:
  1. http://thoth3126.com.br/federacao-intergalactica-frota-de-ashtar-sheran-i/
  2. http://thoth3126.com.br/federacao-intergalactica-frota-de-ashtar-sheran-ii/
  3. http://thoth3126.com.br/federacao-intergalactica-frota-de-ashtar-sheran-iii-final/
  4. http://thoth3126.com.br/frota-interestelar-da-federacao-galactica/
17. Nós lhe enviamos mensagens de amor e sabedoria. Elas serão enviadas e aumentarão até que todos em seu planeta se conscientizem que não estão sozinhos, que são amados e são parte de um plano maravilhoso e belo que vocês não poderiam nem mesmo sequer imaginar. Estamos tentando nesta transmissão mostrar-lhes um pouco de nossas intenções desde o nosso coração. Por favor, recebam nosso amor, que oferecemos espontaneamente a cada um de vocês deste maravilhoso planeta. Em suma, vocês poderão nos reconhecer como uma força Crística numa missão de amor e paz. Somos arautos de boas notícias do amor incondicional de Deus para toda a sua criação e da entrada de seu mundo numa era de paz e prosperidade para todos.
Com nossas bênçãos, somos o Comando Ashtar.
P.S. Essa comunicação consistiu de dezessete (17) tópicos, um bom número para se refletir e sobre o qual estudar…
Mais informações nos links:

Somos Todos os extraterrestres?


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invasão alienígena cósmica

Por: Rene Descartes
Estamos neste mundo físico, mas não somos deste mundo.
É importante compreender que há uma evolução das Almas acontecendo através da experiência terrena, mas também um desenvolvimento para cada alma individual. Isto é como a passagem para dimensões mais elevadas e mais altas pode ser explicada em termos simples.
Há muitas almas imaturas no planeta Terra, e também muitas almas equivocadas. Outras almas não possuem as melhores intenções, ou simplesmente são controlados por seres sem um corpo, cujas intenções e processo evolutivo não é recomendável. Muitos viciados drogas e alcoólatras têm essa característica desfavorável como fazem muitas pessoas egoístas e gananciosos. Poucos seres humanos, por causa de suas inclinações ou por causa de sua imaturidade permitir que inconscientemente esses seres para manipulá-los de tempos em tempos. Aqueles sendo refiro-me a, ainda não são desenvolvidas como uma alma, nem o Eu Superior ou a consciência mais elevada consciente, apenas o intelecto mortal e limitado.
Esta é de nenhuma maneira uma reprovação em relação a eles, uma vez que a maioria das almas estão passando por um processo semelhante de evolução na Terra, onde os seres não nascem consciente, ao contrário de alguns outros planetas. Os seres humanos na Terra, por causa da hereditariedade, é necessário um trabalho espiritual consciente sobre si mesmos, a fim de se libertar do seu DNA comprometida genético (e inteligência), e limpar o seu karma, a fim de ascender a dimensões superiores e níveis de existência.
Em outras palavras, talvez ele iria ajudar a comparar uma alma desenvolvendo na Terra com a de um dos filhos da Terra. Quando a criança cresce, ele desenvolve certos atributos físicos, mas também a consciência, seus sentimentos e compreensão, o seu cérebro e do sistema endócrino estão em formação. Souls sofre um desenvolvimento semelhante, que precisa de várias experiências para amadurecer e desenvolver a consciência.
O Universo está em crescimento perpétuo, criação nunca pára. A vida vem em várias formas, obedece a várias regras, há tantas possibilidades como universos.
Seu planeta tem uma história pesada de manipulação genética e experimentação. Sua espécie, a espécie humana física pura, foi desenvolvido em torno de uma alma, a fim de experimentar um nível de dimensão 3d de densidade, de modo Souls teve de fato a descer abaixo da oitava de criação, a fim de experimentar a dualidade. Isso ocorreu por causa da Queda Atlantis de sua civilização. No entanto, muitos de você já viveu em densidades muito mais elevadas, mas por causa da queda, você teve que aprender a adaptar-se a esta densidade dimensional 3d, que nunca foi concebido para ser a sua casa natural.
Outros Almas também se voluntariaram para experimentar a vida em densidades mais baixas, ou foram enviados aqui de densidades mais elevadas, a fim de aprofundar o seu conhecimento do seu mundo, ou de seu próprio mundo ou simplesmente a fim de ajudar o nosso Criador no seu mundo. Estes seres vem de um plano superior de existência, que é seu habitat natural. Nenhum de vocês, que estão lendo estas mensagens ou tem uma profunda necessidade espiritual, foram criados na dimensão 3d, e você muito tempo para voltar para casa, onde foram criados, para uma dimensão mais elevada.
Os seres físicos nascido, com o tempo madura e tornar-se consciente o suficiente para evoluir em dimensões superiores. Estes são aqueles que não estão cientes de seu Eu Superior, mas eles têm a experiência aqui, a fim de torná-los conscientes do seu potencial. Este é um processo natural para todas as almas como todas as Almas acabará por fazer a viagem de volta para casa em direção ao nosso Criador.
É importante para você compreender também que, apesar de todos os seres humanos são parecidos, as suas capacidades internas variam muito. Você também considerou o fato de que algumas civilizações são tão velho e avançado que eles possam criar seres sem alma; tais seres são chamados de “clones” ou “coisas” sobre o seu mundo. Esta tecnologia já está disponível para os seus cientistas, e eles podem criar ou copiar um corpo humano, tal como seria de cultivar uma planta. No entanto, estes seres não possuem uma alma, porque eles não foram criados por nosso Criador comum, mas são o resultado de engenharia genética mecânica. Esta é outra razão pela qual alguns (poucos) os seres humanos não teria um Ser Superior. Embora sua aparência externa não é de forma diferente da dos seres humanos comuns, a centelha da vida e da consciência divina não está dentro deles. Aqueles seres ter misturado o seu material genético mecânica com os seres humanos ter uma alma, o que levou a danos no DNA muito.
Há muitos animais que estão em forma humana, mas nem todos os animais são bestas, nem todos os animais animais.
A população da Terra é composta de muitas almas, com muitos contratos diferentes, provenientes de várias densidades de consciência.
Que homem erros para o pensamento não é senão uma consciência das coisas detectado e registrado dentro das células de seu cérebro para o uso repetitivo através do que é chamado de “memórias”. Memórias não têm mais relação com o conhecimento da Mente Universal, que está no homem, do que os registos informáticos está relacionada com a fonte dos seus gravações. O que ele pensa de como seu corpo vivo, mas é uma mecânica obedientes e motivados que simula a vida através do movimento estendeu a ele a partir de sua alma, que por si só vidas e vontades do corpo para se mover. Seu físico (Clay) corpo é terrestre, mas você, a sua consciência (alma) é extra-terrestre.
Your Soul, aquela consciência que você é, é o que tem uma experiência física temporária para o seu próprio desenvolvimento. O corpo que você usa tem uma experiência consciente. Mas você é que a Consciência.
O mundo físico e qualquer coisa que não pode e nunca criou consciência. Inteligência como cobras e aranhas, sim, mas não consciência. Algumas pessoas pensam que o corpo humano, que é carne desenvolveram uma percepção consciente e almas por algum método totalmente inexplicável e totalmente un-comprovada. Pense nisso por um minuto.

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O senso comum diz-nos que não é razoável que o ato sexual humana pode criar uma alma na imagem Criadores, uma vez que se fosse assim, não seria criações do Criador, mas de corpos de primatas mortais de nossos pais físico. O corpo humano seus pais físicos lhe deu é o veículo que você usa. Mas você é a alma, criados à imagem Criadores usando o corpo humano seus pais prepararam para você usar.
E se uma alma são pré-existente que se encontra, e pode entrar em um corpo em algum momento no desenvolvimento do bebê e, em seguida, deixar o corpo em quando o corpo morre, então a lógica ea razão nos diz que a alma também pode entrar duas vezes ? Ou muitas mais vezes?
Todos os efeitos físicos em sua vida são apenas os efeitos dos pensamentos de sua mente consciente. Os chamados pecados e mal não está na ação do que seu corpo fazer, mas nos pensamentos que vêm do que você pensa. Sua alma é responsável e vai colher a sua própria colheita. Todas as ações e palavras de seu corpo são os efeitos de seus pensamentos.
Inúmeros ensinamentos religiosos e culturais, bem como muitas filosofias diferentes nos ordena a fazer o bem, mas, infelizmente, a bondade ainda é velado como em uma névoa espessa. Muitas almas foram tropeçando na escuridão raspando seus joelhos, mas não se preocupe, eventualmente, todos eles aprendem a andar. Logo após esse período negro em que vivemos, não haverá tanta luz que você terá que usar máscaras. Novas informações e melhor compreensão transforma periodicamente a humanidade em seres mais conscientes e um novo ciclo de consciência de milhares de duração ano está começando agora.
Os criadores onisciência, onipotência e onipresença estão centradas na consciência de cada homem; mas há apenas poucos que sabem da Unidade de sua alma com o Criador. Homem exige milênios para se tornar ciente disso. Cada ciclo leva-o mais perto de consciência de sua Unidade com a Luz.
A humanidade vive em um mundo complexo desconcertante de Efeitos da qual ele não sabe a causa original. Por causa de sua multiplicidade aparentemente infinita e complexidade, ele não consegue ver ou visualizar o princípio subjacente simples de todas as coisas. Ele complica verdade e meias-verdades, até seus muitos ângulos, os lados e facetas perderam o equilíbrio com o outro e com ele.
Todo o conhecimento existe e está disponível. Todo o conhecimento virá para a humanidade em sua própria época, conforme necessário. Almas iluminadas e mensageiros periodicamente vir e dar esse conhecimento universal, mas apenas como o homem é capaz de compreendê-lo e só que ele pode suportar no momento, para o homem está apenas começando a compreender a totalidade. Quando a humanidade sabe Esclarecimento ele saberá sem limitações, mas o homem deve conhecer a Luz dentro de si mesmo. Ele deve querer conhecer e experimentar ele mesmo e ninguém pode dizer o contrário, pois a luz sabe Luz intuitivamente.
A humanidade está ciente de algumas dessas ilusões, mas ele não está ciente do fato de que todos os efeitos não são o que parecem ser. Ele é, portanto, levados a formação de conclusões que não têm qualquer relação com a natureza ea realidade qualquer. Uma pessoa inteligente tem apenas o conhecimento do efeito, mas todos verdadeiro conhecimento e entendimento encontra-se na causa. Novas leis e princípios fundamentais devem ser baseadas no conhecimento da Causa.
O pouco conhecimento, o homem adquiriu durante estes últimos milhares de anos tem sido dada a ele por muito poucos gênios, profetas, místicos e outros mensageiros da Luz que vieram para voltar a inspirar a humanidade com a sua intuição e conhecimento.
LER: nossas origens espirituais

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Destes raros, os primórdios da nossa cultura surgiram. Sem eles não haveria compreensão da beleza neste mundo materialista.
Sem compreensão do homem beleza ainda seria bárbaro. Através de beleza por si só, ele gradualmente se tornar consciente de sua unidade com a Luz? Quando o homem conhece a luz ele vai saber todas as coisas. Hoje, essa luz é tão fraca em todos os homens que ninguém, talvez apenas alguns, tem ainda sondado o segredo da Luz, a vida, o amor, o crescimento, a reencarnação e a terceira onda de almas que entram agora.
As grandes questões não respondidas de homem tem respostas simples. A voz silenciosa dentro de cada homem é constantemente sussurrando-a para a sua consciência despertar. Todo desejo escrita no coração do homem é levado para a Fonte da causa original, e sua resposta virá, mas apenas alguns pedir do seu coração e menos ainda que a ouvem. Muitas são as idades de preparação para merecimento, para a consciência do homem é isolado de seu código-fonte, as sensações de seu intelecto pré-condicionado e sua egoísta de auto pessoal, que ele erroneamente pensa em como sua mente. O que o homem chama de seu objetivo humano mente / intelecto é mortal e a sede da absorção de informações e uma infinidade de vibração sensações de seu corpo mortal.
O que ele chama de sua mente subjetiva é a sua sub-consciência, seu depósito espiritual da memória de todos-conhecimento, todo o poder, e todo-presença. Essa consciência é o seu Eu individual, seu eu eterno através do qual sua onisciência, onipresença e onipotência são expressos como ele lentamente se torna consciente de sua presença dentro dele.
Os vibradores elétricos nervosos fios que operam o seu mecanismo corporal agir quase que inteiramente através de reflexos automáticos e controle instintivo, e em muito pouco medida através de decisões mentais. Cada célula e órgão do seu corpo tem uma consciência elétrica de sua finalidade e cada um cumpre esse objectivo, sem qualquer ação mental
Tudo o que sobre a parte da inteligência que ocupa esse corpo. O batimento cardíaco, por exemplo, é puramente automática. Os glóbulos brancos do sangue correr para reparar uma lesão para o corpo como automaticamente como um sino soa quando um botão é pressionado.
Neste corpo e seu cérebro gravação elétrica, o homem pensa que ele pensa e vive, ama e morre. Ele acha-se consciente enquanto acordado e inconsciente durante o sono; sem saber que em toda a Natureza não existe tal condição de inconsciência quando a sensação cessa durante o sono.
O homem não dizer que seu dente está inconsciente quando ele é posto para dormir por um curto-circuito a corrente elétrica no nervo-wire que dá sentiu consciência elétrica para seu dente. Ele sabe que seu dente não pode ser consciente, mas ele não sabe que seu corpo não pode ser
Consciente. Ele também não sabe ainda que a consciência nunca dorme e nunca muda, pois a consciência no homem é a sua imortalidade.
O homem ainda é novo. Ele é apenas fora da escuridão de sua selva de ignorância. Para o milhão ou mais anos de seu desdobramento, ele tem contado com a sensação por suas ações e as evidências de seus sentidos para o seu conhecimento. Poucos tem conhecimento do espírito (força de vida, percepção consciente) neles apenas alguns milhares de anos.
Neste início de sua nova consciência ele está confuso, sem saber qual é a Mente nele, que é a consciência nele e que é sensação. Ele ainda não aprendeu que os corpos são, mas auto-criado
Mecanismos que manifestam a sua auto centragem, e que a auto manifesta o Criador como um com ele. Da mesma forma que ele ainda não aprendeu que os corpos viver nem morrer, (Ashes to Ashes), mas se repetem continuamente e para sempre como toda a ideia da mente da mesma forma se repete.
O livre arbítrio é um presente para toda a gente de nosso Criador, nos seguindo religiões ortodoxas, escrituras, sistemas sintéticos, que têm uma fé cega, ou admirar oradores individuais cegamente sem ponderar e se perguntando se a informação que você recebe é real, verdadeira, ou não, muitos têm abdicou sua livre vontade à vontade dos outros por ser seguidores e marceneiros. Tornam-se os efeitos de outras pessoas em vez de fazer a sua própria causa por ser criativo, assim como o Criador. (Como Ser amoroso co-criadores). Pense, fazer a sua própria mente sobre o que é real e bom eo que não é.
Há tanta coisa boa em todos nós, para usá-lo ricamente e un-egoisticamente para todo mundo, mas não ser ingênuos ou crédulos. Se alguma coisa não faz sentido, é non-sense. Se você não procurar, você não vai encontrar. Luz não virá de outros, ele vem de dentro de sua própria consciência, já está lá esperando para escapar.
Não há mortos, nunca. O corpo nunca foi vivo, é uma máquina criada que recebe a força da vida e as instruções a partir da consciência da alma que usa-lo, temporariamente. Sim nós somos extraterrestres.
Humildemente compilado no amor
eu sou

Fonte: http://www.wakingtimes.com/2016/03/05/are-we-all-extra-terrestrials/

Arcanjo Miquel-380

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Comentário por Richard Levison abril em 10, 2016, 10:10
Obrigado por postar este blog!
Comentário por Miki49 abril em 9, 2016, 11:24
Ovação para Renee Obrigado Obrigado. Este é um dos melhores artigos que li em ascensão em um longo tempo. Unidade é com o Criador. Todos nós temos a Unidade com o Criador e Fonte de vida aqui e em outros lugares. Mais Vertical de Horizontal.

Read more: http://www.ashtarcommandcrew.net/profiles/blogs/are-we-all-extraterrestrials#ixzz4Jn0Xy9qN

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O que a Ciência sabe sobre a alma?


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 O que ela seria de fato?

de Merelyn Cerqueira

alma

Segundo o filósofo e escritor Stephen Cave, em um artigo publicado pela revista Skeptic, em 2009, mais de 70% dos norte-americanos disseram acreditar na existência de uma alma capaz de sobrevir a morte do corpo. Contudo, atualmente, este número pode ser ainda maior, depois do sucesso de dos livros escritos por ele que descreve uma série de experiências de quase-morte.

Segundo ele, até mesmo um neurocirurgião de Harvard, Dr. Eben Alexander, deixou o ceticismo de lado para acreditar na existência de alma. Essa ideia, de acordo com Cave, age como um grande consolo para pessoas que perderam entes queridos ou que questionam a própria mortalidade. Muitas pessoas acreditam que esse ponto de vista, vai muito além do que os microscópios da ciência são capazes de ver.

Em uma entrevista para o New York Times, outro cientista, o Dr. Alexander disse que o “nosso espírito não é dependente do cérebro, ou do corpo; ele é eterno e ninguém possui provas concretas que diga o contrário”.

Mas, de acordo com Cave, ele está errado. As evidências científicas, quando reunidas em um antigo argumento, sustentam um poderoso caso contra a existência de uma alma que pode sobreviver diante da falha do corpo físico. Isso pode ser representado através das modernas tecnologias de captura de imagens, que hoje permite que possamos ver como os traumas cerebrais afetam os aspectos mentais de uma pessoa.

Desde então, muitos casos de disfunção cerebrais foram documentados. E o neurocientista Antonio Damasio estudou muitos deles. Em um dos casos, uma vítima de um acidente vascular encefálico, por exemplo, que perdeu toda e qualquer capacidade de sentir emoções; em outro, um paciente perdeu toda a criatividade após passar por uma cirurgia cerebral. Há outra também em que a pessoa perdeu a habilidade de tomar decisões ou, por causa de um tumor, um paciente perdeu todo o seu caráter moral. 

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O ponto crucial aqui, de acordo com Cave, é que todos esses pacientes, apesar de tudo, ainda acreditaram possuir uma alma que sobreviveria à morte do corpo. Em um consenso geral, a alma permitiria que essas pessoas possam ver, pensar, amar, sentir, raciocinar e fazer outras coisas associadas a uma “pós-vida” feliz. No entanto, se cada um de nós realmente temos uma alma capaz de fazer tudo isso, mesmo após a destruição total do corpo, por que, conforme os casos de disfunções relatados pelos neurocientistas, elas permitiram as mudanças nos pacientes que tiveram apenas uma porção do cérebro destruída?

Para clarificar esse argumento, podemos tomar como exemplo a visão. Se seus olhos ou nervos óticos em seu cérebro foram suficientemente danificados, você obviamente ficará cego. Em teoria, isso nos diz que, a visão é dependente do funcionamento dos olhos e nervos óticos.

Assim, curiosamente, quando as pessoas imaginam as almas deixando seus corpos, elas acreditam que são capazes de ver – haja em vista os relatos de experiências de quase-morte comumente relatados. Agora, para complicar ainda mais um pouco, se essa capacidade da existência de alma for verdadeira, porque as pessoas cegas, que “possuem” almas, continuam cegas?

Segundo o teólogo São Tomás de Aquino escreveu há 750 anos, não há uma resposta satisfatória para essa pergunta. Sem o corpo – sem olhos, orelhas e nariz – ele acreditava que a alma seria privada de todos os sentidos, esperando cegamente a ressureição da carne (na interpretação cristã) para que pudesse se tornar inteira outra vez. Em sua visão, a alma sem corpo teria apenas os poderes independentes de órgãos corporais: como a razão e o intelecto.

Diferente do tempo de Aquino, hoje, muitas pessoas com danos cerebrais ainda são capazes de se manterem vivas. Então, com essas evidências neurocientíficas em mãos, poderíamos imaginar que ele teria de concluir que uma vez que o cérebro para, a razão e o intelecto deixam de existir.

Segundo Cave, todos esses argumentos, então, supostamente, poderiam suportar a ideia de que, uma seringa carregada de química é suficiente para extinguir uma alma. “Há muito sobre a consciência que ainda não entendemos. Estamos apenas começando a decifrar seus mistérios e talvez jamais consigamos, mas tudo o que as evidências que temos sugerem que as maravilhas da mente – até as experiências pós-morte e extracorpóreas – são resultado das atividades dos neurônios. Ao contrário das crenças da vasta maioria do planeta, de hindus a espiritualistas New Age, a consciência depende do cérebro e compartilha do seu destino até o fim”, escreveu.  

[ Skeptic ] [ Foto: Reprodução / Vice via Universo Racionalista ]

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Neurocientista da Harvard: Meditação


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 Meditação não apenas reduz estresse, ela muda o seu cérebro

Postado por  da Mandala Escola 

Sara Lazar, neurocientista do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, foi uma das primeiras cientistas a aceitar as subjetivas reinvindicações a respeito dos benefícios da meditação e atenção plena e a testa-los com o uso de tomógrafos computadorizados. O que ela encontrou a surpreendeu – que a meditação pode, literalmente, mudar seu cérebro. Ela explica:

Porque você começou a prestar atenção para a meditação, atenção plena e o cérebro?

Eu e uma amiga estávamos treinando para a maratona de Boston. Tive algumas lesões por esforço e procurei um fisioterapeuta, que me disse para parar de correr e apenas fazer alongamentos. Então comecei a praticar ioga como forma de fisioterapia. Percebi que era muito poderoso, que eu tinha benefícios reais, então fiquei interessada em saber como funcionava.

A professora de ioga usou de vários argumentos, dizendo que a ioga iria aumentar a compaixão e abrir o coração. E eu pensei: “ok,ok,ok, estou aqui para alongar”. Mas comecei a perceber que eu estava mais calma. Estava mais apta a lidar com situações mais difíceis. Estava mais compassiva e com o coração mais aberto, e capaz de ver as coisas pelo ponto de vista dos outros.

Pensei, talvez fosse apenas uma resposta placebo. Mas então fiz uma pesquisa bibliográfica da ciência, e vi evidências de que a meditação havia sido associada à diminuição do estresse, da depressão, ansiedade, dor e insônia, e ao aumento da qualidade de vida.

A essa altura, estava fazendo meu PhD em biologia molecular. Então simplesmente resolvi mudar e comecei a fazer essa pesquisa como um pós- doutorado.

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Como você fez essa pesquisa?

O Primeiro estudo avaliou meditadores de longa data versus um grupo controle. Descobrimos que os meditadores de longa data tem a massa cinzenta aumentada na região da ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo e o sensorial. O que faz sentido. Quando você tem atenção plena, você está prestando atenção à sua respiração, aos sons, a experiência do momento presente, e fechando as portas da cognição. É lógico que seus sentidos sejam ampliados.

Também descobrimos que eles tem mais massa cinzenta no córtex frontal, o que é associado à memória de trabalho e a tomada de decisões administrativas.

Já está provado que nosso córtex encolhe à medida que envelhecemos – se torna mais difícil entender as coisas e se lembrar das coisas. Mas nessa região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que pessoas de 25 anos.

Então a primeira pergunta foi, bem, talvez as pessoas com mais massa cinzenta no estudo já tivessem mais massa cinzenta antes de terem começado a meditar. Então fizemos um segundo estudo.

Pegamos pessoas que nunca tinham meditado antes, e colocamos um grupo deles em um programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.

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O que você descobriu?

Descobrimos diferenças no volume do cérebro depois de oito semanas em cinco regiões diferentes dos cérebros dos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontramos um aumento do volume em quatro regiões:

  1. A diferença principal encontramos no giro cingulado posterior, o qual está relacionado às lembranças e auto- regulação.
  2. O hipocampo da esquerda, o qual dá suporte ao aprendizado, cognição, memória e regulação emocional.
  3. A junção temporoparietal, ou JTP, à qual está associada a tomada de decisões, empatia e compaixão.
  4. Uma área do tronco do cérebro chamada de Ponte, onde muitos neurotransmissores reguladores são produzidos.

A amigdala, a parte do cérebro responsável pelo instinto de ataque ou fuga, e que é importante nos aspectos da ansiedade, medo e estresse em geral. Essa área ficou menor no grupo que participou do programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.

A alteração na amigdala também foi associada a uma redução nos níveis de estresse.

Então por quanto tempo alguém precisa meditar até que comece a ver mudanças no seu cérebro?

Nossos dados mostram mudanças no cérebro após apenas oito semanas. Em um programa de atenção plena com foco na redução de estresse, nossos pesquisados participaram de uma aula por semana. Eles receberam uma gravação e foram solicitados a praticar por 40 minutos por dia em casa. E foi assim.

Chá do Daime é usado por dependentes para combater vício

Então, 40 minutos por dia?

Bem, foi altamente variável no estudo. Algumas pessoas praticaram 40 minutos todos os dias. Algumas praticaram menos. Algumas apenas umas duas vezes na semana.

No meu estudo, a média foi de 27 minutos por dia. Ou em torno de meia hora por dia.

Ainda não existem dados suficientes sobre quanto alguém precise praticar para se beneficiar.

Professores de meditação lhe dirão, apesar de não existir absolutamente nenhuma base científica para isso, que comentários de estudantes sugerem que 10 minutos por dia podem trazer benefícios subjetivos. Ainda precisamos testar.

Nós estamos apenas começando um estudo que, com grande esperança, nos permitirá acessar quais são os significados funcionais dessas mudanças. Estudos de outros cientistas mostraram que a meditação pode melhorar a atenção e a habilidade de regular a emoção. Mas a maioria dos estudos não foi com neuroimagens. Então agora estamos esperançosos em trazer o aspecto comportamental e a ciência da neuroimagem para trabalharem juntos.

A partir do que já sabemos da ciência, o que você encorajaria os leitores a fazer?

Atenção plena é similar a um exercício. É uma forma de exercício mental, na realidade. E assim como o exercício melhora a saúde, nos ajuda a administrar melhor o estresse  e promove longevidade, a meditação se propõe a partilhar alguns desses mesmos benefícios.

Mas, assim como o exercício, não pode curar tudo. Então, a ideia é de ser útil como uma terapia de apoio. Não é uma coisa em separado. Já foi usado com muitos outros distúrbios e os resultados variam tremendamente – impactam alguns sintomas, mas não todos.  Os resultados são às vezes modestos. E não funciona para todos.

Ainda está muito cedo para se tentar concluir o que a meditação pode ou não fazer.

Então, sabendo-se das limitações, o que você sugeriria?

Lazar: Parece sim ser benéfico para a maioria das pessoas. A coisa mais importante, se você for tentar fazer, é encontrar um bom professor. Porque é simples, mas também é complexo. Você precisa entender o que está acontecendo na sua mente. Um bom professor não tem preço.

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Você medita? E você tem um professor?

Sim e sim.

Que diferença fez em sua vida?

Tenho feito isso por 20 anos, então tem uma influência profunda em minha vida. Dá muito “chão” (ancoragem). Reduz o estresse.  Me ajuda a pensar mais claramente. É maravilhoso para interações interpessoais. Tenho mais empatia e compaixão pelas pessoas.

Qual a sua prática pessoal?

Altamente variável. Alguns dias pratico 40 minutos. Alguns dias cinco minutos.  Alguns dias não pratico nada. É muito parecido com exercício. Exercitar-se  três vezes por semana é maravilhoso. Mas se tudo o que você pode fazer é se exercitar um pouquinho todos os dias, isso também é uma coisa boa. Tenho certeza de que se praticasse mais me beneficiaria mais. Não tenho ideia se estou tendo mudanças no meu cérebro ou não.  E é isso que funciona para mim nesse momento.

Via mandalaescola.org

Texto original: Brigid Schulte
Tradução: Joann Schaly

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Cavaleiros Templarios, São Bernardo e o Principado de Seborga


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the_knights_templarioHistória dos Cavaleiros Templários e o Principado de Seborga.

O local onde Bernardo de Clairvaux (São Bernardo) teria guardado “um grande segredo” compartilhado com o movimento gnóstico dos Cátaros da região do Languedoc no sudoeste da França.

Também se alega que Bernardo de Clairvaux (São Bernardo) fundou em segredo um mosteiro cisterciense em Seborga em 1.113 para proteger esse ‘grande segredo’, que foi compartilhado com o Bispo dos Cátaros que fez um voto de silêncio para salvaguarda-lo.

O termo de Cister (do francês Cistercien ), deriva de Cistercium, o nome latino para a aldeia de Cister, perto de Dijon , no leste da França. Foi nesta aldeia que um grupo de monges beneditinos do mosteiro de Molesme fundou a Cister Abbey (Abadia de Cister) em 1098, com o objetivo de seguir mais de perto a Regra de São Bento.

O mais conhecido desses monges era Robert de Molesme, com Alberico de Cister e o monge Inglês  Stephen Harding, que foram os primeiros três abades da ordem.

Bernardo de Clairvaux entrou na ordem no início do ano de 1.112 com 30 companheiros e ajudou na sua rápida proliferação. Em 1.115 Stephen Harding envia-o ainda jovem à frente de um grupo de monges para fundar uma nova casa, a Abadia de Clairvaux  no vale de Langres, em Ville-sous-la-Ferté. A fundação é chamada“Vale Claro”, ou Clairvaux – Claraval (Clara Valis em latim). Bernardo é nomeado o abade desta nova abadia cisterciense.

Interior de uma das poucas partes originais da Clairvaux Abbey, cujo prédio principal esta em ruínas e seu local é usado como uma prisão atualmente, Clairvaux Prision.

Nascido em 1.090 numa grande família nobre no Ducado da Borgonha, no castelo de Fontaine-lès-Dijon, Bernardo foi o terceiro de sete filhos de Tescelin o Vermelho (Tescelin Sorrel) e de Aleth de Montbard.

Um pequeno tesouro de paz, perto da antiga Abadia de Claraval …

Perto da antiga abadia de Clairvaux, um pequeno vale atravessa a grande floresta. Hoje, o Vale tem o nome de São Bernardo, mas inicialmente se chamava de Val d’Absinthe (Vale do Absinto).  O Vale foi declarado como Patrimônio Mundial (1928) com a fonte de São Bernardo  num percurso de dois quilômetros. Ele apela para a calma e o descanso: as águas claras da pequena fonte da Abadia de Claraval, através de uma bacia e de um canal para se juntar ao fluxo da Fonte de St. Bernard.

A fonte de São Bernardo

Um bosque de abetos muito velhos fornecem sombra e frescor. Diz a lenda que foi neste local específico que Bernardo de Claraval fundou o mosteiro de Clairvaux  em 1114,  antes de se mudar para seu local atual. Muitas trilhas demarcadas permitem o acesso ao local.

A influência de Bernardo na ordem cisterciense foi além do convencional e é de primordial importância. Ele reafirmou a importância da estrita observância da Regra de São Bento. Até o final do século XII, a ordem havia se espalhado por toda a França, Inglaterra, País de Gales, Escócia, Irlanda, Espanha, Portugal, Itália e Europa Oriental.

Também se alega que Bernardo de Clairvaux (São Bernardo) fundou em segredo um mosteiro cisterciense em Seborga em 1.113 para proteger  um ‘grande segredo’. Este mosteiro ficou sob a direção de seu abade, Edouard, continha dois monges que haviam se juntado a ordem cisterciense com São Bernardo, dois cavaleiros que tomaram os nomes de Gondemar e Godofredo de Rosal de sua anterior atividade como monges da Ordem de Cister, da Abadia original de Cister.

Existia um arquivo secreto dos Templários, no Principado de Seborga  ( http://www.seborga.net/) no norte da Itália, que foi recentemente descoberto que continha documentos importantes referentes à antiga história dos Cavaleiros Templários (e da Europa) que exigem um estudo mais aprofundado, mas que vem sendo mantido em sigilo até a presente data.

Localização do Principado de Seborga.

O Antigo Principado de Seborga e a área costeira de Bordighera – a “Capital das Palmeiras” da Riviera  – pode ser facilmente alcançado a partir de qualquer lugar do mundo. Você se conecta chegando pela cidade de Nice – Cote d’Azur International Airport, na Cote d’Azur (Costa Azul) francesa e depois segue por terra para chegar à Seborga.

O principado de Seborga, onde em 1.117 os primeiros oito cavaleiros templários foram ordenados e foi o primeiro e único Estado soberano cisterciense na história. A região está situada na borda de um parque protegido com vistas panorâmicas da linha de costa da Riviera francesa, até as colinas de Saint Tropez. Visitá-lo é uma  autêntica experiência de vida do país  italiano, enquanto que nas suas proximidades estão cidades vibrantes, como San Remo, Bordighera, Menton, Monte Carlo (Principado de Mônaco) e Nice (Cote d”Azur-Costa Azul da França).

A História do Principado de Seborga

O antigo nome de “Castrum Sepulcri” mais tarde alterado para “Sepulcri Bugrum”, depois em “Serporca” e finalmente, o nome contemporâneo de Seborga. Seborga era um antigo feudo dos condes de Ventimiglia. Em 954 o Conde Guido concedeu o castelo, a Igreja de Saint Michael em Ventimiglia e grande parte das terras para os monges Beneditinos de Lérins quando o seu monastério foi fundado.  O nascimento da Ordem Cisterciense remonta ao redor do final do século X (1.098).

Em 955 a Ordem Soberana de Castrum Sepulcri nasceu.  Em 1.079 Seborga se tornou um principado do Sacro Império Romano. Em 1.115, a Ordem Soberana de Castrum Sepulcri – que era muito semelhante com a Ordem de São João de Jerusalém (Hospitalários), a comunidade monástica que administrava o hospital para os peregrinos na Terra Santa – tornou-se independente, sob a orientação de Georges o Bendito .

Em 1.118 o príncipe/Abade Edward ordenou  os primeiros oito cavaleiros templários e o Principado de Seborga se tornou o primeiro e único Estado soberano cisterciense na história. Em 1.127, os oito cavaleiros templários voltaram de Jerusalém para Castrum Sepulcri (Seborga). São Bernardo estava esperando por eles e ordenou o cavaleiro Hugues de Payns como o primeiro Grande Mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários. Em 1.128 as Regras da Ordem Templária foram sancionadas pela Igreja de Roma durante o Concílio de Troyes, cujos estatutos foram delineados por ele mesmo.

Em 1.129, Os cavaleiros e os escudeiros da Ordem Soberana de Castrum Sepulcri, em companhia de vários Sarracenos (comerciantes muçulmanos de origem nobre) estabeleceram as bases da Ordem Soberana de Castrum Sepulcri. Este grupo de cavaleiros e escudeiros era de menos de uma centena, a organização era pobre, mas a fé foi fundamental. Eles se juntaram aos Cavaleiros Templários em seu caminho para o Reino de Jerusalém.

Vista atual de Seborga

Em 1.187, após a Batalha de Hattin em 4 de julho, entre os muçulmanos e os cruzados, quando Saladino derrotou Guy de Lusignan e tomou o Reino Cruzado europeu de Jerusalém, os Cavaleiros de Castrum Sepulcri foram feitos prisioneiros, mas não foram executadas graças às suas excelentes relações com os seus nobres companheiros muçulmanos que os acompanhram até o Levante. A maior parte dos Cavaleiros de Castrum Sepulcri, foram libertados da prisão e partiram para casa.

O Principato di Seborga permaneceu um Estado cisterciense até 20 de janeiro de 1729, quando foi vendido para o nobre Vittorio Amedeo II, de Sabóia, Príncipe de Piemonte e rei da Sardenha. Mais tarde, em 1748, (o Tratado de Aquisgrana) o Principado de Seborga não foi integrado na República de Gênova, nem foi mencionado no Congresso de Viena de 1815, como parte do Reino da Sardenha, e também não há nenhuma menção do Principado de Seborga na Lei de Unificação da Itália em 1861. E por último, mas não menos importante, o Principado de Seborga nunca foi considerado parte da República Italiana, formada em 1946.

Mas parece que essa mudança nunca foi registrado com o reino da Sardenha nem com a Casa de Sabóia. Em 1946, após a unificação da Itália, a Ordem Soberana do Antico  Principato di Seborga, de Castrum Sepulcri reconheceu a «de facto e de jure» soberania da República Italiana sobre a atual aldeia de Seborga.

Um sinal de LUZ do Monge Bernardo de Clairvaux.

Bernardo de Clairvaux, de compleição magra, não era alto, de saúde frágil, pálido, com cabelos crespos, mas ainda mais forte e teimoso chegou em Seborga em fevereiro de 1.117, para se juntar a Gondemar e Rossal a quem ele tinha enviado para Seborga em junho de 1.113, a fim de proteger o “Grande Segredo“.

O príncipe regente da abadia na época era o Abade Edward, que nasceu perto da cidade de Toulon, um homem alto com um coração bondoso. Em setembro de 1.118, ele ordenou os oito primeiros Cavaleiros Templários  que formou a depois famosa“Pobre Milícia de Cristo.” Eles eram os Abades Gondemar e Rossal, André de Montbar Conde Hugues I de Champagne, Hugues de Payns, Payen de Mont Didier, Geoffroy de Saint-Omer , Archambaud de Saint Amand e Geoffroy Bisol.

Todos deixaram Seborga em novembro de 1.118, os oito chegaram em Jerusalém, na manhã do dia 14 de maio de 1.119, Hugues de Champagne se juntou a eles seis anos mais tarde, no mesmo dia, e no mesmo horário.

Acima os pormenores do mapa geográfico desenhado pelos genoveses Panfilo Vinzoni datado de março de 1752 para a Diocese de Ventimiglia (onde o documento atualmente é mantido). As fronteiras do Principado de SEBORGA com a estrada do mar até a ponte de Lisia são claramente visíveis. O Principado de SEBORGA situa-se à noroeste entre os bens do Reino da Sardenha e os genoveses República sudeste.Clique na imagem para uma versão ampliada.

São Bernardo de Clairvaux

Em 1.127, nove anos mais tarde, os nove Cavaleiros Templários de Jerusalém se dirigiram para Seborga no primeiro domingo do Advento de 1127. São Bernardo estava esperando por eles, juntamente com Frei Gérard de Martigues, que em 1.112 formara a ordem dos Cavaleiros de Malta.

Em Seborga, na presença de toda a população de 23 cavaleiros e mais de 100 milicianos,  Bernardo de Clairvaux ordenou Hugues de Payns para ser o primeiro Grande Mestre dos Cavaleiros Templários. A consagração com a espada foi feita pelo príncipe e Abade Edward.

Nesse mesmo momento, um voto de silêncio foi feito entre Bernardo de Clairvaux e o Bispo dos Cátaros para salvaguardar “o grande segredo.” Entre os Cavaleiros  Templários quinze também eram Príncipes do Principado Cisterciense de Seborga, um deles, Guillaume de Chartres morreu em Seborga como resultado de seu ferimento em batalha na Terra Santa.

Em 1611 o último voto  de silêncio conhecido ocorreu na presença do pai de Cesário da San Paolo, que também se tornou o Grande Mestre, e como uma lembrança deste dia e data, em cada telhado do Principado foram colocados 13 telhas com a incisão do número 13, a data de 1611 , as iniciais de C.S., e a cruz templária.

  • Mapa a partir de meados de 1600, mostrando a área imediatamente ao redor de Seborga,  clique aqui. Para uma grande versão desse mapa, clique aqui
  • Mapa de 1759 mostrando a área imediatamente ao redor de Seborga, clique aqui. Para uma grande versão do mapa, clique aqui.

Fonte: http://www.seborga.net/

Por Thoth3126@protonmail.com

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5 SIMPLES MANEIRAS DE AUMENTAR A SEROTONINA DO SEU CÉREBRO


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mente-humana

A serotonina é um neurotransmissor que ajuda a equilibrar o humor e padrões de pensamento. Acredita-se que dá um impulso benéfico para a nossa regulação do humor, vida sexual, apetite, sono, memória, aprendizagem e temperatura. Aqui estão algumas maneiras naturais e seguras de impulsionar seus níveis diários de serotonina.

Tenha em mente que o estresse e cortisol, um produto químico relacionado ao estresse, inibi a produção de serotonina e outros produtos químicos benéficos. Regular e reduzir o estresse em seu dia-a-dia vai ajudar a maximizar os efeitos.

IMAGINA...

1. Cuidados pessoais

Aproveite o tempo para cuidar de si mesmo e seu corpo. Você pode fazer isso com massagens, sauna, ioga, tempo de férias e outras atividades de redução de estresse reduzindo que você goste. Defina um tempo para desestressar produtivamente. Descansar e prestar atenção às suas necessidades é crucial para a remoção de cortisol e aumentando a serotonina.


Coração liberto

2. Obter mais complexos B e vitaminas

Vitaminas do complexo B são particularmente úteis com a redução dos sintomas depressivos e diminuindo o comportamento neural errático no cérebro. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition mostrou que os sintomas de depressão foram significativamente aliviados por vitaminas do complexo B.

Vitaminas B6 e B12 são particularmente eficazes em melhorar o humor e a estabilidade. A ingestão regular deve ser em torno de 50 a 100 mg por dia. Para aumentar os efeitos em lidar com estresse, considerar tomar um ácido pantotênico.


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3. Luz solar

A luz solar provoca a liberação ou o desenvolvimento de muitos produtos químicos benéficos em nosso corpo. Comece o dia com 15 a 20 minutos de sol para ver uma acentuada melhoria na sua produtividade e felicidade. A luz solar provoca a liberação e ativação de serotonina naturalmente. Usar protetor solar não atenua os efeitos da luz solar sobre a nossa química.


Os chakras

4. A sua ingestão 

Esta substância tem muitos efeitos surpreendentes e é uma adição inteligente para seu regime diário. Ela trata eficazmente a ansiedade, a depressão, a fibromialgia, a insônia e hipertensão. Uma dosagem de 100 a 400 miligramas deve ser tomada em intervalos ao longo do dia, às refeições. Vai demorar 4 a 6 semanas antes que os suplementos tenham qualquer efeito tangível.


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5. Meditar

A meditação é uma obrigação para qualquer regime de saúde orientada para a saúde física e mental. O aumento da massa cinzenta, liberando substâncias químicas votos, ea construção de novas conexões neurais são apenas algumas das maneiras meditação ajuda o nosso humor e consciência.

Os efeitos da meditação podem ser sentidos imediatamente e só construídos com o tempo. Você não tem que se sentar por horas para obter seus benefícios. Porém tem que ficar consistente na prática diária. Reserve um tempo no início ou no final do seu dia e medite por um determinado período de tempo, 10 a 15 minutos devem ser suficientes.

DNA é influenciado pelo som (o Verbo) e frequências (palavras)


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espiral-luz-dnaO DNA é influenciado, pode ser reprogramado por palavras e frequências (Som)

O DNA humano é uma Internet BIOLÓGICA e superior em muitos aspectos a uma rede artificial.

A mais recente pesquisa científica russa, direta ou indiretamente, explica fenômenos como a clarividência, a intuição espontânea e atos remotos de cura, auto-cura, as técnicas de afirmação vocal (decretos), a luz incomum / aura em torno de pessoas, influência da mente /pensamentos sobre padrões climáticos, e muito mais. …


“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam”  João 1:1-5 

O DNA é influenciado e reprogramado por palavras e freqüências (O Poder do Verbo ) 

Fonte: http://quantumpranx.wordpress.com

Por Grazyna Fosar e Franz Bludorf – Quantum Pranx

Descobertas da Rússia sobre o DNA: Versão Original 

… Além disso, há evidências de um novo tipo de medicina nas quais o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências/som (O Verbo) SEM remover e substituir um único gene, ou sem a prática da medicina invasiva convencional.

O Raio Azul, o primeiro raio, a cor do raio da vontade e o poder do Verbo Criador: “E disse Deus: Haja luz; e houve luz.” Gênesis 1:3

Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para construir proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados “DNA lixo”. Os investigadores russos, no entanto, convencidos de que a natureza não era estúpida (como os cientistas conseguem ser na maioria das vezes), se juntaram a lingüistas e geneticistas em uma aventura para explorar os 90% do assim chamado “DNA lixo”. Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários!

Segundo eles, nosso DNA não é apenas responsável pela construção do nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e de comunicação. Os lingüistas Russos compreenderam que o código genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis, seguem as mesmas regras que todas as nossas linguagens humanas. Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma em que as palavras são unidas para formar frases e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática.

Eles descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e estabelecem regras como as nossas linguagens. Assim as linguagens humanas não surgiram coincidentemente, são um reflexo (efeito) do nosso DNA inerente. O biofísico russo e biólogo molecular Pjotr Garjajev e seus colegas exploraram também o comportamento vibracional do DNA. [Para efeitos de concisão Vou dar apenas um resumo aqui. Para a exploração, por favor consulte o apêndice no final deste artigo]

O resultado foi:. “Cromossomos vivos funcionam como solitônicas / computadores holográficos que usam a irradiação Laser do DNA endógeno”. Isso significa que eles conseguiram, por exemplo, modular a freqüência de certos padrões em um raio laser e com isso influenciar a freqüência do DNA e, assim, a própria informação genética. Desde que a estrutura básica dos pares alcalinos do DNA e da linguagem (como explicado anteriormente) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação do DNA é necessária.

A Hélice do DNA humano.

Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! A Substância viva (DNA no tecido vivo, não in vitro), sempre reagirá aos raios laser modulados na linguagem e até às ondas do rádio, se as freqüências apropriadas estiverem sendo usadas.

Isso explica finalmente e cientificamente por que as afirmações, ORAÇÕES, os decretos, recitação de mantras, o treinamento autógeno, hipnose e similares podem ter efeitos tão fortes nos seres humanos e em seus corpos. É perfeitamente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem humana (o poder do Verbo). Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes simples das fibras do DNA e inserem-nos em outra parte, os Russos trabalharam entusiasticamente nos artifícios que podem influenciar o metabolismo celular através das adequadas freqüências moduladas de rádio e luz e assim reparar defeitos genéticos.

Pjotr Garjajev e seu grupo de pesquisa conseguiu provar que com este método cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, podem ser reparados. Eles capturaram padrões de informação de um DNA particular e os transmitiram para outro, reprogramando assim as células para outro genoma. Assim eles transformaram com êxito, por exemplo, embriões da rã para embriões de salamandra, simplesmente ao transmitirem os padrões de informação do DNA!

Desta forma, toda a informação foi transmitida sem quaisquer dos efeitos secundários ou desarmonias encontrados quando se extrai “cirurgicamente” e se reintroduz genes simples do DNA. Isto representa uma revolução inacreditável e uma transformação mundial e sensacional! Tudo isto pela simples aplicação da vibração e da linguagem em vez do procedimento de corte cirúrgico arcaico!(dissecação) Este experimento demonstra o poder imenso da genética, que obviamente tem uma influência maior na formação dos organismos do que os processos bioquímicos das seqüências alcalinas.

Os professores espirituais conheceram por eras que o nosso corpo e a manutenção de sua saúde é programável pela NOSSA PRÓPRIA linguagem, palavras e pensamentos e a VONTADE. Isto foi agora provado e explicado cientificamente. É claro que a freqüência tem que ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem-sucedidos ou podem fazê-lo sempre com igual força e resultado. A pessoa individualmente deve trabalhar nos processos internos e na maturidade (isso significa EVOLUÇÃO), a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o seu DNA. Os pesquisadores Russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas que SEMPRE funcionará desde que se use a freqüência correta.

Mas quanto mais desenvolvida a consciência de um indivíduo é, menos necessidade há para qualquer tipo de dispositivo! (TECNOLÓGICO) Pode-se conquistar (Criar) estes resultados por si mesmo, e a ciência finalmente parar de rir de tais idéias e confirmará e explicará os resultados. E não termina aí.
 Os cientistas Russos descobriram também que o nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, produzindo assim buracos de minhoca (Wormholes) magnetizados!

Buracos de minhoca são os equivalentes microscópicos das chamadas pontes de Einstein-Rosen na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas que se extingüiram ao explodirem/implodirem).
 Estes são conexões com ligações instantâneas entre áreas totalmente diferentes no universo através das quais a informação (e coisas podem ser transportadas) pode ser transmitida fora do espaço e tempo. O DNA atrai estas unidades de informação e transmite-os à nossa consciência.

Acima e abaixo: as Pontes de Einstein-Rosen (wormholes), permitiria a viagem no tempo, entre universos e dimensões. 

Este processo de hipercomunicação é mais eficaz em um estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo (mente inferior voltada para FORA, para os fenômenos externos) impede a hipercomunicação bem sucedida ou a informação será totalmente distorcida e inútil (por isso a meditação é fundamental para se acessar outros níveis de consciência/a mente superior INTERNA) Na natureza, a hipercomunicação sempre foi aplicada com sucesso por milhões de anos. O fluxo organizado de vida nos estados de insetos prova isto dramaticamente. O homem moderno conhece isto somente a um nível muito mais sutil como “intuição”. Mas nós, também, podemos reconquistar o uso pleno dessa capacidade.

Um exemplo da Natureza: Quando uma formiga rainha está separada espacialmente de sua colônia, a construção ainda continua fervorosamente e de acordo com o plano. Se a rainha for morta, entretanto, todo o trabalho na colônia pára. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha envia os “planos de construção”, também de longe através da consciência de grupo de seus assuntos. Ela pode estar tão longe quanto ela quiser, contanto que ela esteja viva.

No homem a hipercomunicação é mais freqüentemente encontrada quando subitamente se ganha acesso à informação que está fora de uma base de conhecimento comum. Tal hipercomunicação é então experienciada como inspiração ou intuição. O compositor italiano Giuseppe Tartini sonhou por exemplo, uma noite que um demônio sentou em sua cama tocando um violino. Na manhã seguinte Tartini foi capaz de anotar a peça exatamente de memória, ele a chamou de Devil’s Trill Sonata.

Um tórus, uma figura fundamental na geometria sagrada e na construção de espaçonaves interestelares.

Durante anos, um enfermeiro do sexo masculino sonhava uma situação em que ele estava ligado a uma espécie de CD-ROM do conhecimento. O conhecimento verificável de todos os campos imagináveis foi então transmitido a ele que era capaz de se lembrar pela manhã de todo o conteúdo. Houve um tal fluxo de informação que parecia que toda uma enciclopédia era transmitida à ele durante a noite. A maioria dos fatos eram exteriores ao seu conhecimento básico pessoal e alcançava detalhes técnicos sobre os quais ele não sabia absolutamente nada.

Quando a hipercomunicação ocorre, pode-se observar no DNA, assim como no ser humano, fenômenos especiais. Os cientistas russos irradiaram com luz laser amostras de DNA. Na tela um padrão de onda típica foi formado. Quando eles removeram a amostra de DNA, o padrão de onda não desapareceu, ele permaneceu na amostra. Muitas experiências de controle mostraram que o padrão ainda vinha da amostra removida, cujo campo de energia permaneceu aparentemente por si mesmo. Este efeito é agora chamado efeito fantasma DNA.

Supõe-se que a energia de fora do espaço e do tempo ainda flui através dos buracos ativados depois que o DNA foi removido. O efeito secundário encontrado muito freqüentemente na hipercomunicação também nos seres humanos são campos eletromagnéticos inexplicáveis na adjacência das pessoas interessadas. Os aparelhos eletrônicos como CD players e similares podem ser estimulados e parar de funcionar por horas.

Quando o campo eletromagnético se dissipa vagarosamente, os aparelhos funcionam normalmente de novo. Muitos curadores e sensitivos conhecem este efeito de seu trabalho. Quanto melhor a atmosfera e a energia, o mais frustrante é que o dispositivo de gravação pára de funcionar e gravar exatamente neste momento, mas na manhã seguinte tudo volta ao normal.

“Eu disse: Vós sois deuses, e todos vós filhos do Altíssimo”. –  Salmos 82:6

Talvez isto seja tranqüilizador para muitos que nos lêem, porque não tem nada a ver com eles, sendo tecnicamente absurdo, isso significa que eles são bons em hipercomunicação. Em seu livro “Vernetzte Intelligenz” (Rede de Inteligência), Grazyna Gosar e Franz Bludorf explicam estas conexões precisa e claramente. Os autores também citam fontes presumindo que a humanidade em tempos anteriores tenha sido, exatamente como os animais, muito fortemente ligada à consciência de grupo, agindo como um grupo.

Para desenvolver a individualidade e a experiência de separação que nós seres humanos atuais chegamos, porém, nós tivemos que esquecer a hipercomunicação quase que completamente. Agora que estamos absolutamente estáveis em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, ou seja, uma, na qual chegamos a acessar toda a informação através do nosso DNA sem sermos forçados ou remotamente controlados sobre o que fazer com essa informação.

Nós Agora sabemos que, assim como na internet o nosso DNA pode alimentar seus dados apropriados para a rede, pode chamar os dados da rede e podemos estabelecer contato com outros participantes da rede. A cura à distância, telepatia ou “sensibilidade à distância” sobre o estado de parentes, etc pode ser explicado. Alguns animais sabem também à distância quando os seus donos planejam voltar para casa.

Isso pode ser interpretado recentemente e explicado por meio de conceitos da consciência de grupo e hipercomunicação. Nenhuma consciência coletiva pode ser sensivelmente usada em qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. Caso contrário, teríamos que reverter para um instinto de grupo primitivo que é facilmente manipulado.

A Hipercomunicação nesse novo milênio significa algo muito diferente: Os pesquisadores acreditam que se os humanos com plena individualidade recuperarem a consciência de grupo, eles teriam um poder de serem co-criadores de Deus na terra, que gosta de criar, alterar e moldar as coisas no nosso planeta (sempre para melhor e visando o bem estar comum)! E uma parte da humanidade (a que esta evoluindo) está se movendo coletivamente em direção a uma consciência de grupo de um novo tipo.

Uma Merkabah

Cinqüenta por cento das crianças de hoje serão crianças problema assim que a irem à escola. O sistema trata a todos global e uniformemente e exige um ajuste. Mas a individualidade das crianças de hoje é tão forte que eles se recusam a este ajuste e desistem de suas idiossincrasias dos modos mais diversos.

Ao mesmo tempo, mais e mais crianças clarividentes nascem [veja o livro “China’s Indigo Children” por Paul Dong ou o capítulo sobre os Índigos em meu livro “Nutze die taeglichen Wunder” (fazer uso das maravilhas diárias)]. Algo nestas crianças está se esforçando mais e mais para a consciência de grupo de novo tipo, e ele deixará de ser reprimida.Como regra, o clima, por exemplo, é mais difícil de se deixar influenciar por um único indivíduo.

Mas pode ser influenciado por uma consciência de grupo (nada de novo para algumas tribos que fazem isto em suas danças da chuva). O clima é fortemente influenciado pelas freqüências da ressonância da Terra, a assim chamada freqüência Schumann. Mas estas mesmas freqüências são também produzidas em nossos cérebros, e quando muitas pessoas sintonizam o seu pensamento (e a VONTADE) ou indivíduos (os mestres espirituais, por exemplo), focalizam os seus pensamentos como a luz em um laser, então cientificamente falando não é de todo surpreendente se, portanto, pudermos influenciar o clima.

Os pesquisadores da consciência de grupo formularam a teoria do Tipo das civilizações. Uma humanidade que desenvolveu uma consciência de grupo de novo tipo não teria nem problemas ambientais nem carência de energia. Pois se fosse para usar seu poder mental como uma civilização unida, teria o controle das energias de seu planeta natal como uma conseqüência natural. E isso inclui todas as catástrofes naturais! Uma civilização teórica Tipo II seria mesmo capaz de controlar todas as energias de sua galáxia natal. (n.t. Este é o futuro da nova civilização que já ESTA SENDO CRIADA NA TERRA)

No meu livro “Nutze taeglichen die Wunder“, eu descrevi um exemplo disto: Sempre que um grande número de pessoas centra a sua atenção ou consciência em algo semelhante, como Natal, campeonato mundial de futebol ou o funeral de Lady Diana na Inglaterra determinados números aleatórios são gerados em computadores e depois começam a apresentar números ordenados ao invés dos aleatórios. Uma consciência de grupo ordenada cria a ordem em seu ambiente inteiro! [http://noosphere.princeton.edu/fristwall2.html ]

[1] Quando um grande número de pessoas se reúne muito intimamente, os potenciais de violência também se dissolvem. É como se aqui, também, um tipo de consciência humanitária de toda a humanidade fosse criada.

Na Parada do Amor, por exemplo, onde todos os anos cerca de um milhão de jovens se reúnem, nunca houve quaisquer tumultos brutais como quando eles ocorrem, por exemplo, em eventos esportivos. O nome do evento em si não é visto como a causa aqui. O resultado de uma análise indicou que o número de pessoas reunidas em nome do amor era MUITO GRANDE para permitir uma inclinação para a violência.

Para voltar ao DNA: Aparentemente ele é também um supercondutor que pode funcionar na temperatura normal do corpo. Os supercondutores artificiais requerem temperaturas extremamente baixas, entre -140°C e -200° C para funcionar. Como se soube recentemente, todos os supercondutores são capazes de armazenar informações de luz assim. Esta é uma explicação de como o DNA pode armazenar informações. Há um outro fenômeno ligado ao DNA e aos buracos de minhoca (Wormholes).

Normalmente, esses buracos negros super pequenos são altamente instáveis e são mantidos somente por frações mínimas de segundo. Sob certas condições (leia sobre isso no livro Fosar / Bludorf citado acima) wormholes estáveis podem se organizar, os quais formam então domínios distintos do vácuo, em que, por exemplo, a gravidade pode se transformar em eletricidade.

Os domínios do vácuo são bolas auto-radiantes de gás ionizado que contêm quantidades consideráveis de energia. Há regiões na Rússia onde tais bolas brilhantes aparecem muito freqüentemente. Seguindo a confusão resultante, os russos iniciaram programas de investigação maciça que conduziram finalmente a algumas das descobertas mencionadas acima. Muitas pessoas conhecem os domínios do vácuo, como estrelas brilhantes no céu.

Com o olhar atento nelas eles imaginam e se perguntam o que elas poderiam ser. Eu pensei uma vez: “Olá, lá em cima. Se acontecer de ser um OVNI, voem em um triângulo. “E de repente, as bolas de luz se moveram em um triângulo. Ou elas se atiraram no céu como discos de hóquei no gelo. Eles aceleraram de zero a velocidades loucas enquanto deslizam suavemente pelo céu. Isto foi feito simploriamente e eu, como muitos outros, também, pensamos neles como discos voadores. Amistosos, aparentemente, já que eles voaram em triângulos apenas para me agradar.

Agora os Russos acharam nessas regiões, onde os domínios do vácuo aparecem freqüentemente que algumas vezes voam como bolas de luz do chão para o céu, que estas bolas podem ser guiadas por pensamentos. Descobriu-se que os domínios do vácuo emitem ondas de baixa freqüência e de como elas são também produzidas em nossos cérebros.

E devido a esta similaridade de ondas, eles são capazes de reagir aos nossos pensamentos. Entrar ansiosamente em uma dessas bolas de energia que está no nível do solo poderia não ser uma grande idéia, porque estas bolas de luz podem conter energias imensas e serem capazes de produzir mutações em nossos genes. Para muitos professores espirituais que produzem também tais bolas visíveis ou colunas de luz em meditação profunda ou durante o trabalho com energias que provocam sentimentos decididamente agradáveis e não causam nenhum dano.

Aparentemente, isto também é dependente de uma ordem interna e sobre a qualidade e procedência do domínio do vácuo. Há alguns professores espirituais (o jovem inglês Ananda, por exemplo), com quem nada é visto primeiro, mas quando se tenta tirar uma fotografia enquanto ele se senta, fala ou medita na hipercomunicação, obtém-se apenas uma imagem de uma nuvem branca sobre a cadeira em que ele esta sentado.

Em alguns projetos de cura na Terra, tais efeitos de luz aparecem também nas fotografias. Basta colocar, estes fenômenos que têm a ver com anti-gravidade, que as forças da gravidade também são exatamente descritas no livro, e com cada vez mais hipercomunicação mais estável e, portanto, com as energias fora de nossa estrutura de tempo e espaço.

As gerações de tempos anteriores que entraram em contato com tais experiências de hipercomunicação e domínios visíveis do vácuo estavam convencidas de que um anjo tinha aparecido diante delas. E nós não podemos estar muito certo das formas de consciência que a podemos ter acesso ao se usar a hipercomunicação. Não ter provas científicas da sua existência real (pessoas que têm tido tais experiências, NÂO são todas que sofrem de alucinações), não significa que não há base metafísica para isto. Nós temos simplesmente dado outro passo gigantesco em direção à compreensão de nossa realidade paralela.

A ciência oficial também conhece as anomalias da gravidade na Terra (que contribuem para a formação dos domínios do vácuo), mas somente aqueles abaixo de um por cento. Mas recentemente as anomalias da gravidade foram encontradas entre três e quatro por cento. Um destes lugares é Rocca di Papa, no sul de Roma (local indicado no livro Vernetzte Intelligenz junto com vários outros). Objetos redondos de todos os tipos, desde bolas até ônibus lotados rolam em direção ladeira ACIMA contra todas as leia da física e gravidade. Mas o trecho em Rocca di Papa é bastante curto, e os céticos continuam desafiando a lógica de fugir para a teoria da ilusão de ótica (o que não pode ser devido a várias características do local).

Todas as informações são extraídas do livro “Vernetzte Intelligenz“, von und Franz Grazyna Fosar Bludorf, ISBN 3930243237, resumidos e comentados por Baerbel. O livro só esta, infelizmente, disponível apenas em alemão até então. Você pode encontrar os autores aqui: www.fosar-bludorf.com – Publicado em Janeiro de 2013

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http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/09/1810078-bolsa-familia-altera-rotina-de-indigenas-na-regiao-do-xingu.shtml.

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Triângulo de estrelas brilhantes no céu


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O TRIÂNGULO DE INVERNO (VERÃO no hemisfério norte)

Quando o verão começou em junho no hemisfério norte ao mesmo tempo que o inverno se iniciava para nós no hemisfério sul, e à medida que as noites ficavam mais escuras,  quando não há a luz da Lua, as estrelas que formam o famoso“Triângulo de Verão“ puderam ser vistas acima no céu, olhando em direção nordeste, para quem vive no hemisfério sul.

Este grande triângulo estelar, quase isósceles, é composto por três das mais brilhantes estrelas do céu noturno da Terra, cada uma sendo a estrela mais brilhante (Alpha) da sua própria constelação. 

AS CONSTELAÇÕES E ESTRELAS DO TRIÂNGULO DE VERÃO (inverno no brasil)

Fontehttp://www.ccvalg.pt/

Mais informações sobre astronomia no hemisfério sul (em inglês) em: http://rasnz.org.nz/

Começamos pela mais brilhante das três, a azul-esbranquiçada Vega naConstelação de Lira, (é a estrela/sol de onde foram transmitidos os sinais de rádio extraterrestres captados na Terra mostrados no livro de Carl Sagan, mais tarde demostrado no filme, “Contato“, com Jodie Foster).  Vega é a quinta estrela mais brilhante do céu, bastante próxima de nós, a cerca de apenas 26 anos-luz de distância. 

O seu tempo de vida será de apenas mais um bilhão de anos, um décimo da vida do nosso Sol. É duas vezes e meia mais massiva que o Sol e cinquenta vezes mais energética. Nos anos 80 descobriu-se que cercando Vega existe um disco de poeira e gás, indicando a provável existência de planetas ou pelo menos as condições para a sua formação.

Vega é a quinta estrela mais brilhante do céu, bastante próxima de nós, a cerca de apenas 26 anos-luz de distância.

Por volta do ano 14,000, Vega (foto a seguir) será a Estrela Polar nos céus da Terra, no lugar de Polaris, devido à precessão dos equinócios. Foi, em 1850, a primeira estrela a ser fotografada, e em 1872, a primeira a ter o seu espectro analisado. 

A brilhante VEGA, na Constelação da Lyra.

Em seguida temos a branca-amarelada estrela Altair, na Constelação de Áquila. Ela esta distante cerca de 17 anos-luz da Terra, é uma das mais próximas estrelas visíveis a olho nu. O nome “Altair“ vem do árabe “águia voadora”.

Tem uma rotação bem rápida; o seu equador completa uma rotação em apenas seis horas e meia. O nosso Sol, por exemplo, demora pouco mais de 26 horas. Devido a este efeito, a estrela é achatada nos pólos: o seu diâmetro equatorial é pelo menos 14% maior que o seu diâmetro polar. 

E por fim, temos a branca estrela Deneb, na Constelação de Cignus. Com uma magnitude absoluta de -7.2, é uma das estrelas mais luminosas conhecidas. É ainda incerta a sua distância. Várias fontes dizem que se situa entre os 1,600 e 3,200 anos-luz de distância. O valor exato é difícil de se  calcular porque estrelas a essas distâncias têm uma paralaxe quase inexistente.

Estimativas da luminosidade de Deneb variam entre 60 mil vezes o brilho do Sol (se a 1,600 anos-luz) e até 250 mil vezes (se a 3,200 anos-luz). Se Deneb fosse um ponto de luz à distância do Sol, seria bem mais brilhante que a maioria dos lasers industriais; gera mais luz num dia que o Sol em 140 anos. O seu diâmetro deverá ser entre 200 ou 300 vezes o do Sol: se estivesse no lugar do nosso sol, o tamanho de Denebalcançaria a órbita da Terra.

O Triângulo de Verão (inverno para nós do hemisfério sul) é um dos conjuntos de estrelas favoritas do céu para a maioria dos observadores da noite, talvez devido à sua simplicidade em contraste com a grande abundância de estrelas brilhantes presentes no céu de Inverno.

Se voce esta apenas começando a se interessar por Astronomia, e especialmente se procura as primeiras estrelas a poderem ser observadas mesmo depois do pôr-do-Sol durante as próximas semanas, não é provável que voce vá confundir o Triângulo de Verão com qualquer outra coisa. 

E, dado que esta área do céu está bem afastada da eclíptica zodiacal, por onde os brilhantes planetas vagueiam, não tem estranhas “estrelas” (nesse caso os planetas) temporariamente a alterar o seu padrão familiar, tal como Saturno tem feito em Libra e Marte em Virgem nos últimos meses. 

Se tiver a sorte de se poder deslocar para um local escuro numa noite limpa e sem Lua, verá a grande mancha estrelada conhecida como simplesmente o braço local da Via Láctea, ou a Estrada de S. Tiago em Portugal, passando por entre Vega e Altaír, e com Deneb saltando à vista no meio deste rio de estrelas (fogo, pois todas são sóis de diferentes tamanhos) que cruza os nossos céus no sentido norte-sul.

Embora todas as estrelas que vejamos no céu pertençam à nossa galáxia Via Láctea, este termo refere-se à zona mais brilhante do disco galáctico, onde inúmeros sóis (estima-se em até 400 bilhões somente em nossa galáxia) se concentram numa corrente enevoada de um enxame de estrelas/sóis. 

Depois de aprender a observar o Triângulo de Verão (e suas respectivas constelações), porque não seguir o caminho lácteo para sudoeste (vire-se para o sul e olhe  bem acima um pouco à sua direita-oeste), e observar com binóculos os inúmeros objetos presentes no centro da nossa Galáxia, por entre as constelações deSagitário e Escorpião, com a bonita e laranja Antares?

Nestas noites de inverno (para nós do hemisfério sul), o céu está a nosso favor e é sempre uma delícia nos perdermos olhando por entre nebulosas e enxames de estrelas, em um espetáculo de luzes magnifico, seja na praia, no campo, ou se tiver de ser, até mesmo na cidade.

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Sinal misterioso de civilização alienígena ainda sem confirmação


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Sinal misterioso de pretensos alienígenas ainda sem confirmação

Sinal alienígena

A comunidade astronômica entrou em polvorosa nesta semana, ante a notícia de que um radiotelescópio operado pela Academia de Ciências da Rússia detectou um sinal que poderia indicar a presença de uma civilização extraterrestre inteligente.

Embora só agora a notícia tenha chegado ao SETI (Busca por Inteligências Extraterrestres), o sinal foi detectado em 15 de maio de 2015, aparentemente originando-se da estrela HD 164595, na constelação de Hércules. Até o momento, apenas um planeta mais ou menos do tamanho de Netuno foi detectado em torno dessa estrela.

Astrônomos de todo o mundo correram para seus observatórios para tentar confirmar o sinal. Os esforços continuam, mas, até agora, não foi possível nenhuma confirmação dos ETs.

Sorte ou interferência

Em um relatório informal divulgado pela seção do SETI instalada na Universidade de Berkeley, a equipe relata que varreu todos os dados arquivados no catálogo do Observatório de Radioastronomia Naval, mas não encontrou nada, o que é inesperado se o sinal fosse real.

Isto sugere que, ou a equipe russa foi “ou extremamente sortuda de detectar essa fonte nas suas observações, ou que o transiente é devido à interferência local ou outras questões de calibração,” escrevem Steve Croft e seus colegas.

A equipe do Telescópio Green Bank também começou a observar a estrela desde a noite de domingo. Eles não detectaram qualquer emissão contínua ainda, mas salientam que suas observações não são suficientes para descartar a existência do sinal, já que o observatório russo também detectou apenas um pico de emissão, e não uma emissão contínua.

Aranjo Miguel_n

Mudança nos Polos:


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 Norte muda muito rápido

 Norte muda muito rápido, Pólo Sul se arrasta…

Enquanto a velocidade da Terra no  deslocamento do Pólo Norte magnético foi drasticamente acelerado ultimamente a cerca de 34 milhas por ano (55 km), vamos olhar o que está acontecendo com o Pólo Sul magnético

“Existem três coisas que não podem ser escondidas por muito tempo: a  Lua, o Sol e a VERDADE”  Sidhartha Gautama

NOAA – National Oceanic Atmospheric Administration (NOAA-National Geofísic Data Center)

Fonte:   http://modernsurvivalblog.com

Todo campo magnético planetário tem dois pólos, Norte e Sul, por exemplo, e alguém pode pensar que o que está acontecendo com um pólo estaria acontecendo (num movimento inverso?) no seu pólo oposto. No caso dos pólos de nosso planeta não é bem assim. 

Acima, mapa com diagrama das mudanças de locais durante a movimentação do Pólo Sul Magnético, feitas durante os últimos 400 anos, também.

Bem, como parece, Pólo Sul magnético da terra não está se comportando de forma semelhante ao seu pólo norte oposto. Na verdade, a deriva, ou deslocamento do Pólo Sul, esta é realmente desacelerando! Atualmente só se moveu 3 milhas (5 km) por ano, apenas um décimo da velocidade de mudança do norte! 

( As coordenadas geográficas dos dados dos Pólos Norte e Sul são provenientes do banco de dados do Centro Nacional de Dados Geofísicos do NOAA – National Oceanic Atmospheric Administration dos EUA (NOAA-National Geofísic Data Center)

Não só isso, mas é interessante notar que tanto os pólos magnéticos norte e sul estão favorecendo um lado da terra – o pólo sul esta  favorecendo muito um lado, e continua a se mover para longe de sua localização original. O pólo sul magnético esta realmente já há 1,800 milhas (2,900 km) de distância do verdadeiro pólo sul da Terra! Esse é um substancial deslocamento.

O pólo norte magnético está muito próximo do polo norte verdadeiro e esta “apenas” a cerca de 380 milhas (610 km) de distância do mesmo. 

 Acima: O  Pólo Sul Magnético já percorreu 1.800 milhas (2.880 quilômetros) durante os últimos 400 anos, desde a sua localização original 

Quando a terra é visualizada com seus pólos magnéticos se deslocando e favorecendo mais um lado do planeta do que o outro (isso foi durante algum tempo – embora o pólo sul magnético está se movendo mais ainda para um lado do que para o outro), juntamente com a grande variação na velocidade de deslocamento entre o norte e o sul, as explicações podem parecer bizarras. Como nós sabemos o campo magnético da Terra é gerado pela rotação do seu núcleo de ferro fundido líquido exterior  (encapsulando um núcleo interno central de ferro sólido, como um dínamo), estaria uma parte do núcleo exterior se movendo de forma diferente do que o outro?

Acima: O Pólo Norte se deslocou cerca de 380 milhas (610 quilômetros) de seu ponto original nos últimos 400 anos

Poderia o núcleo externo, ou parte dele, ser compensado de alguma forma, fazendo com que o eixo magnético do pólo se transferisse para um dos lados do planeta mais do que para o outro? Isso não irá causar UM ENORME BALANÇO, COMO UM PIÃO NO PLANETA?? Estaria a consistência do ferro mudando em uma parte do núcleo exterior mais do que o outro do Núcleo interno?

Se o núcleo externo esta “centrado” com o resto da terra, e a composição do ferro fundido é considerada relativamente consistente, fazer estas observações indicam que o eixo magnético esta realmente se dobrando ou deformando, na medida em que o eixo magnético atravessa todo o centro do planeta em direção a ambos os Pólos, Norte e Sul? 

Estas são coisas, detalhes e perguntas muito interessantes para se refletir (para alguns de nós), e mesmo sendo apenas um observador casual com mente lógica, não há dúvida de que estas mudanças ocorrendo nos Pólos Magnéticos da Terra são muito poderosas – mesmo que esteja ocorrendo somente em relação ao período da vida atual do planeta.

Dê uma olhada no gráfico ao lado e veja a extrema diferença entre o Pólo Sul do Pólo Norte em relação à velocidade de mudança que está ocorrendo desde cerca de 1930. Como dizem, uma imagem vale mais do que mil palavras …

Algo está acontecendo no norte …

Como vocês podem ver, eu passei muito tempo lidando com gráficos hoje 
Observem a inclinação do eixo dos pólos magnéticos (fotos mais abaixo), e pela indicação bastante precisa para a parte do planeta que é mais favorecido pela proximidade com o eixo magnético.

Mudança do polo sul magnético nos últimos 420 anos. 

 Poderiam os movimentos da crosta terrestre, terremotos e vulcões serem afetados de forma diferente neste lado do planeta do que do outro? O local (por onde passa o eixo, risco em vermelho), esta certamente, bem em cima do anel de fogo do Pacífico, muito perto da área geral da Indonésia  (vulcões mais ativos do mundo e com maior incidência de grandes terremotos), e localizado na parte do mundo onde acontece a maioria dos terremotos, alguns bem devastadores. Poderia ser mera coincidência (?????), mas quem vai dizer … 

 A seguir. Posições atuais dos dois Pólos Magnéticos do Planeta, o Norte e o Sul. A linha em amarelo à direita é o meridiano Norte e Sul  geográfico do Planeta.

Voce verificou a sua bússola ultimamente?

Update: o seguinte trecho de um leitor de E-mail ajuda a esclarecer o que está acontecendo em nosso planeta, a seguir:

A parte líquida do núcleo da Terra é o núcleo externo, o núcleo interno acredita-se que consiste de resíduos sólidos de ferro, níquel e traços de elementos pesados. Uma suposição que muitas pessoas fazem, é que a transição entre o núcleo interno e externo é lisa como a transição entre as camadas de uma cebola.

Isso é totalmente incorreto, a transição entre essas duas estruturas é muito complexa, sendo uma mistura de sólidos, líquidos e entre os estados que podem ter 10cm ou centenas de quilômetros de espessura. Isto, aliado à força de Coriolis (ver animação abaixo) dá origem a correntes parasitas muito complexas no núcleo externo líquido que por sua vez cria um campo magnético muito complexo, que está constantemente mudando.

Muitos textos aproximam o campo magnético da Terra como uma barra de ímã localizado entre os dois pólos geográficos, mas esta é uma simplificação que está sendo muito difícil de descrever em relação com o verdadeiro campo magnético .

É verdade que neste momento a direção do campo predominante no hemisfério norte é o norte, mas a força desse campo varia significativamente de local para local. Se você estudar o campo magnético do planeta ao longo do tempo você vai descobrir que existem áreas de polaridade norte (que sempre estiveram lá) no hemisfério sul e também áreas de polaridade sul no hemisfério norte, o que comporova que já houveram várias mudanças em nosso campo eletromagnético e também dos Pólos Magnéticos.

FORÇA DE CORIOLIS:

Em um sistema de referência (“referencial”) em rotação uniforme, os corpos em movimento, tais como vistos por um observador no mesmo referencial, aparecem sujeitos a uma força perpendicular à direção do seu movimento.

Esta força é chamada Força de Coriolis, em homenagem ao engenheiro francês Gustave-Gaspard Coriolis. Os corpos em movimento em relação ao referencial em rotação aparecem também sujeitos a uma força radial, perpendicular ao eixo de rotação: a força centrífuga

A força centrífuga e a Força de Coriolis são, portanto, as duas parcelas da força inercial total necessária à correta descrição dos movimentos dos corpos observados a partir de referenciais não inerciais que giram em relação a um referencial inercial.

Sendo parcelas de uma força inercial ou pseudo-força, são também forças inerciais, e portanto não são forças na definição formal do termo. Não se consegue estabelecer a reação do par ação-reação para estas forças. (Publicado originalmente em Março 2014)  Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

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A incrível tecnologia dos Antigos


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Ancient_Aliens_tecnologiaO Enigma da Tecnologia Antiga 

A todos os cientistas-filósofos, de mente aberta, espalhados pelo mundo e que continuam a estudar, a aprender e a crescer. Possam eles nos levar até o infinito, e além. 

“E aqui, meu caro Watson, chegamos a um desses mundos da conjectura no qual as mentes mais lógicas podem falhar; cada um pode formular sua própria hipótese com base na evidência presente e, provavelmente, a sua será tão acertada quanto a minha”. Sherlock Holmes, a aventura da casa vazia.

O Enigma da Tecnologia Antiga (livro: “A Incrível Tecnologia dos Antigos” de David Hatcher Childress)

Capítulo 5A – Vôo e Combate Aéreo na Antigüidade

“O homem nasceu livre; e em toda parte ele está acorrentado”.  –  Jacques Rousseau (1712-1778)

“Nenhuma experiência é um fracasso completo. Pode sempre servir de mau exemplo”.  –  Johnny Carson

Foguetes e vôo na Antigüidade

Ao longo da história, encontram-se relatos de vôos – de tapetes voado­res às fulgurantes rodas dentro de rodas, de Ezequiel. Nos mitos e lendas da história antiga, há incontáveis relatos de pessoas voadoras, carruagens voadoras, tapetes voadores e outras histórias, geralmente tratadas como fantasia ou lenda.

Em seu livro Wonders of ancient Chinese Science, Robert Silverburg diz que os mitos chineses falam de um povo lendário, os chi-kung, que viajavam em “carruagens aéreas”. Na antiga crônica chinesa registros dos sábios”, está escrito que o grande astrônomo e engenheiro da dinastia Han, Chang Heng, fez um “pássaro de madeira” com um mecanismo em seu bojo que lhe permitia voar por quase 1.600 metros. Parece haver hélices na descrição de um livro escrito por Ko Hung, místico e alquimista, por volta de 320: “Alguns fizeram carros voadores com madeira tirada da parte interna da árvore jujuba, usando tiras de couro de boi atadas a lâminas giratórias que põem em movimento a máquina […]”

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O desenvolvimento dos modernos vôos espaciais pode ter começado com os primeiros usos da pólvora na China, inclusive com experiências com foguetes tripulados. Carvão e enxofre já eram ingredientes conheci­dos para a produção de misturas incendiárias. Desde 1044 os chineses sabiam que o salitre, adicionado a essa mistura, fazia com que ela produ­zisse efeitos ainda maiores. Não sabemos quem descobriu que a mescla de carvão, enxofre e salitre triturados em grãos bem finos, na proporção de 1:1:3,5 ou 1:1:4, explode com um festivo alarido se colocada em um reci­piente adequado e se atearem-lhe fogo. Já se disse que os primeiros a fa­zer essa experiência acreditavam que o sal tornava o fogo ainda mais quente, uma vez que este brilhava mais, e foram experimentando diversos sais até se encontrar o nitrato de potássio ou o salitre.

Provavelmente, o foguete evoluiu de forma simples a partir de uma flecha incendiária. Se o soldado quisesse que a flecha queimasse intensa­mente por vários segundos usando a pólvora recém-inventada, teria de introduzir o pó em um tubo comprido e fino para impedir que queimasse de uma só vez. Também seria necessário deixar a chama e a fumaça esca­parem por uma extremidade do tubo. Mas se o tubo ficasse aberto na ex­tremidade frontal, a emissão de gases dar-se-ia na direção oposta à do vôo da flecha, fazendo com que o míssil oscilasse descontroladamente. Porém, se o tubo ficasse aberto atrás, a explosão ajudaria a impulsionar a flecha.

Desde o início, descobriu-se que com a emissão de gases para trás, a flecha nem precisaria do impulso do arco. A pressão dentro do tubo impeliria o conjunto com velocidade adequada. Os chineses criaram muitos tipos de flechas acionadas por foguetes, gra­nadas e até bombas metálicas, como as usadas hoje. Atribui-se aos chineses a invenção do foguete de dois estágios, o “dragão de fogo”, no século XI. Enquanto rumava para o alto, o “dragão de fogo” lançava flechas acesas que voavam da boca do dragão. Um antigo foguete explosivo de dois estágios.

Quando o exército mongol atacou Kaifeng – antes capital do Império Sung, mas que na época pertencia à dinastia Gin – em 1232, os exércitos gin mantiveram os invencíveis mongóis distantes, usando armas secre­tas. Uma delas, chamada “trovão que abala o céu”, era uma bomba de ferro atada a uma corrente, que era baixada por trás dos muros da cidade para explodir em meio ao inimigo. A outra, um foguete chamado “flecha do fogo voador”, assobiava entre os mongóis com muito alarido e fumaça, espan­tando seus cavalos.

Provocar a disparada de cavalos, ou pior, de elefantes de guerra, era um dos usos básicos dos primeiros foguetes de combate. Sabe-se que es­tes eram usados na Antigüidade, não só na China, mas também na África e no sudeste asiático. Tradicionalmente, esses países empregavam elefan­tes com pesadas armaduras de guerra. Os foguetes que explodissem em meio à tropa montada levavam o caos a todo o exército.

Um incidente curioso desse tipo foi apresentado por Frank Edwards em Stranger than Science. Ele diz que a invasão de Alexandre, o Grande, foi detida no rio Indus por um estranho evento histórico: “escudos voado­res” ou objetos discóides circulavam em meio aos grupos de elefantes de guerra que participavam do exército invasor de Alexandre, fazendo com que os animais disparassem. Os generais de Alexandre se recusaram a prosseguir com a invasão do subcontinente indiano, talvez o mais rico e civilizado con­junto de Estados do mundo naquela época. Alexandre voltou para a Ásia Menor e pouco depois morreu envenenado em Bagdá. Enquanto isso, a pólvora era usada na fabricação de foguetes, pistolões, bombas e até veículos tripulados.

Em seu livro 2000 years of space travel, Russell Freedman conta a história do ousado inventor chinês chamado Wan Hoo, a quem se atribui o lançamento do primeiro veículo acionado por foguete. Por volta de 1500 ele construiu uma robusta armação de madeira ao redor de uma cadeira confortável. Na estrutura, afixou 47 foguetes, e sobre ela amarrou duas pipas grandes. Então, prendeu-se à cadeira com um cinto e, ao erguer a mão, mandou seus servos atearem fogo aos foguetes. “No momento se­guinte, ouviu-se uma forte explosão seguida de uma impressionante nu­vem de fumaça escura. Wan Hoo desapareceu, deixando para trás apenas uma lenda”.

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Há evidências de que bombas e pólvora eram usadas na época de Cris­to, e mesmo antes. Contudo, de maneira mais estrita, a pólvora ainda não era a pólvora das armas de fogo porque, até então, estas não tinham sido inventadas. Segundo L. Sprague de Camp, em The ancient engineers, em algum ponto do século III um quase desconhecido Marchus, ou Marcos, o Grego, escreveu o Liber ignium, ou O livro de fogo.

Marchus ensinou a fazer pó explosivo usando uma mistura de “1 libra de enxofre vivo, 2 de carvão e 6 de salitre”. Isso ocasionaria uma explosão fraca. No século XVIII, Alberto Magno admitia a mesma fórmula de Marcos, enquanto o contemporâneo de Alberto, Roger Bacon, recomendava “7 par­tes de salitre, 5 de madeira de aveleira fresca e 5 de enxofre”. Essa mistura também daria um bom barulho.

Por volta de 1280, o sírio Al-Hasan ar-Rammah escreveu The book of fighting on horseback and with war engines, no qual narrou da importân­cia do salitre nos compostos incendiários e deu minuciosas instruções para purificá-lo. Também falou de foguetes, que chamou de “flechas chi­nesas”. Os chineses também criaram os primeiros pistolões, lança-chamas e morteiros, segundo os estudiosos modernos. Os primeiros pistolões continham porções alternadas de pólvora solta e de pólvora compactada, bem como pregos ou pedregulhos, e quando a pólvora queimava pelo pavio, os objetos eram lançados em brasa.

O pistolão foi a invenção mais próxima a que os chineses chegaram de uma arma de fogo. A verdadeira invenção das armas é um evento obscuro e controvertido, mas de modo geral acredita-se que tenha ocorrido na Ale­manha. A “Crônica da cidade de Ghent”, de 1313, afirma que “neste ano o uso de armas (bussen) foi registrado pela primeira vez na Alemanha, por um monge”. Um manuscrito publicado em 1326, o De officiis regun, de Walter de Milemete, mostra uma arma primitiva chamada vasa ou vaso. É um instrumento em forma de garrafa que lança dardos muito grandes. Um manuscrito italiano do mesmo ano menciona armas. Na década de 1340, Eduardo III, da Inglaterra, e as cidades de Aachen e Cambrai, paga­ram impostos por armas e pólvora.

Algumas das primeiras armas de fogo eram finos “barris” de madeira reforçados por aros de ferro ou de cobre e couro. Não demorou para que as armas evoluíssem e se tornassem canhões, rifles e pistolas. No início, es­tas eram pequenos canhões amarrados a mastros, que os atiradores segu­ravam sob o braço como lanças em riste. O canhão transformou-se em uma arma longa para fogo direto e em armas bem curtas – chamadas morteiros em função de sua forma – para fogo em ângulo elevado. Durante algum tempo, bolas de ferro ou de chumbo foram usadas em armas manuais, e bolas de pedra em canhões.

Em pouco tempo, por ser mais denso, o ferro substituiu a pedra como projétil de canhão, permitindo que as bolas desse material tivessem mais energia cinética do que a pedra em relação a seu calibre. Agora, os canhões tinham de ser mais robustos e de menor calibre, pois se um canhão dese­nhado para bolas de pedra fosse carregado com uma bola de ferro do mesmo tamanho, ele explodiria. Já se usavam granadas no Oriente Médio na época das Cruzadas, e dizem que os cavaleiros templários (e outros cruzados) levaram essa tecnologia para a Europa Medieval.

Enquanto isso, a arma de mão foi sendo aprimorada até se tornar mais popular que o canhão. O mosquete de pederneira tornou-se tão ba­rato que qualquer cidadão podia adquiri-lo; era fácil de usar e mortal o suficiente para que seu portador enfrentasse soldados profissionais quase que em pé de igualdade. Assim se armou o cenário para a queda de reis e a instalação de repúblicas. O homem comum, com essa nova tec­nologia, não precisava mais recear malfeitores ou assaltantes, nem sol­dados ébrios ou qualquer pessoa que pudesse ameaçá-lo ou à sua família por causa de porte físico. A pistola era o grande equalizador, uma arma mortal que as mulheres também podiam manusear com eficiência. Como se dizia na virada para o século XX, “Deus criou o homem, mas Samuel Colt igualou-os todos”.

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Revolver Colt Paterson 5º Modelo 1836, calibre .28

Aeronaves pré-históricas: de modelos de aeroplanos a carruagens voadoras

O desenvolvimento das armas modernas foi seguido de perto pelo desenvolvimento da aviação. No início, esta foi muito bem-sucedida, e me­xeu com a imaginação de todo mundo. Em meados do século XIX, balões eram uma presença comum na maioria das grandes cidades. O vôo a mo­tor, projetado segundo o formato das asas das aves, veio logo depois. Mas, o que dizer do vôo na Antigüidade? Teriam sido realmente os irmãos Wright ou Santos Dumont os primeiros a voar pelo ar em um veículo motorizado? Com certeza, se pudesse, Wan Hoo colocaria essa afirmativa em discussão.

Quando os cientistas americanos manifestaram surpresa diante da sofisticação da máquina de Antikythera, dizendo que seria “como encon­trar um avião a jato na tumba do rei Tutankamon”, não estavam de todo desatinados. Modelos de objetos que se assemelham a aviões foram en­contrados em velhas tumbas na Colômbia e no Egito. Diversos pequenos “jatos” de ouro, com asas em delta, podem ser vis­tos no Museu do Ouro, em Bogotá, que pertence ao governo colombiano.

Esses diminutos objetos têm, pelo que se estima, pelo menos mil anos de idade, se não mais. Alguns dizem que são modelos de abelhas, de peixes voadores ou de outros animais; contudo, diferentemente de qualquer ani­mal, possuem asas verticais e horizontais e formato em delta, como dos modernos caças à jato da atualidade.

Quando esses objetos zoomórficos foram fotografados em “v”, usando-se nove artefatos originais, foi notável a semelhança com um esqua­drão de jatos com asa em delta! Sanderson, em seu Investigating the unexplained, afirma que um objeto similar estava em exposição no Mu­seu Field de História Natural, de Chicago. A plaqueta de identificação di­zia que “provavelmente procura representar um peixe voador”.

Como o buldôzer do Panamá, esses modelos zoomórficos em ouro da­tam de algum ponto entre oitocentos e mil anos atrás. Porém, o ouro é indestrutível, e todas as jóias e moedas de ouro feitas em outras épocas ainda existem hoje, sob alguma forma. Em muitos casos, foram fundidas e transformadas em lingotes ou em novas jóias. Outros metais acabam sofrendo o efeito da corrosão e da oxidação, mas, como já dissemos, jóias e outros objetos de ouro podem ser comercializados após centenas ou mi­lhares de anos.

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Um moderno caça Saab Gripen e o antigo modelo em ouro preservado em museu na Colômbia

Em 1898, foi encontrado um modelo em uma tumba egípcia próxima a Sakara. Foi catalogado como “pássaro” sob o número 6.347 Museu Egípcio do Cairo. Depois, em 1969, o doutor Khalil Messiha se espantou ao notar que o pássaro não apenas tinha asas retas, mas também uma asa vertical traseira. Para o doutor Messiha, o objeto parecia um aeromodelo.

Ele é feito de madeira, pesa 39,12 gramas e ainda está em boas condi­ções. A envergadura da asa é de 18 centímetros, o nariz da aeronave tem 3,2 centímetros e o comprimento total é de 14 centímetros. As extremida­des da aeronave e as pontas das asas têm forma aerodinâmica. Além de um olho simbólico e de duas linhas curtas sob as asas, não há nele decora­ção nem trem de pouso. Especialistas testaram o modelo e o considera­ram apto a voar.

Após essa sensacional descoberta, o ministro da Cultura do Egito, Mohammed Gamai El Din Moukhtar, ordenou que se formasse um grupo de pesquisa técnica para examinar outros “pássaros” sob o microscópio. A equipe, nomeada em 23 de dezembro de 1971, era composta pelo doutor Henry Riad, diretor do Museu de Antigüidades Egípcias; doutor Abdul Quader Selim, vice-diretor do Museu Egípcio de Pesquisa Arqueológica; doutor Hismat Nessiha, diretor do Departamento de Antigüidades; e Kamal Naguib, presidente da Egyptian Aviation Union. Em 12 de janeiro de 1972, a primeira exposição de aeromodelos egípcios antigos foi aberta no salão do Museu Egípcio de Antigüidades. 0 doutor Abdul Quader Hatem, repre­sentando o primeiro-ministro, e Ahmed Moh, ministro da Aviação, apre­sentaram catorze “aeromodelos” egípcios antigos ao público.

Outra exposição curiosa do Museu Egípcio do Cairo é um grande con­junto de bumerangues encontrados na tumba do rei Tutankamon. Embora o bumerangue não seja bem um modelo de aeronave antiga, demonstra que os egípcios se interessavam muito pelos detalhes do vôo, pois poucos objetos se comportam como um bumerangue que acaba de ser lançado.

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A figura de madeira considerada por alguns ser um pássaro, por outros ser um avião, data do século 3 a.C., e foi encontrada em Sakkara (ou Saqqara), no Egito

Diversos relevos mostram egípcios caçando com bumerangues, e esses objetos curvos já fo­ram encontrados na Flórida, na Polônia, no Texas e, naturalmente, na Aus­trália. Talvez os bumerangues tenham sido distribuídos pelos egípcios ou por alguma outra cultura antiga por diversos lugares do planeta. Diz Tomas, em We are not the first:

Um dos primeiros especialistas em aeronáutica foi Dédalo. Ele fez asas para seu filho Ícaro e para si mesmo, mas, ao pilotar seu planador, o jovem voou alto demais e caiu no mar que hoje é chamado mar de Ícaro. Os irmãos Wright tiveram mais sorte, 4.500 anos depois, porque a base da tecnologia aero­náutica já tinha sido desenvolvida antes deles.

É errado pensar que Dédalo faz parte da mitologia. Seus colegas – os enge­nheiros de Cnossos – construíram quedas de água em curvas parabólicas que são exatamente adequadas ao fluxo natural desse líquido. Só longos séculos de ciência teriam produzido esse afinamento. E isso também se apli­ca à aerodinâmica, que Dédalo pode ter dominado.

Frei Roger Bacon deixou em uma de suas obras uma frase misteriosa: “Má­quinas voadoras como essas existiam no passado, e são feitas ainda hoje”. Uma frase como essa, escrita no século XIII, é bastante enigmática. Primeiro, Bacon afirmou que engenhos voadores eram uma realidade em uma era ig­nota, e depois, que existiam em sua época. Ambas as hipóteses parecem exa­geradas, mas a história está repleta de lendas e de crônicas sobre aeronaves do passado.

Talvez ainda mais extraordinários sejam os registros chineses que dizem que o imperador Shun (aproximadamente 2.258-2.208 a.C.) construiu não apenas um aparelho voador como um pára-quedas, mais ou menos na época em que Dédalo construía seus planadores.”

Havia ainda o imperador Cheng Tang (1766 a.C.), que encomendou a um famoso inventor, Ki-Kung-Shi, uma carruagem voadora. O antigo cons­trutor aeronáutico concluiu a encomenda e testou a aeronave num vôo, supostamente chegando até a província de Honan em sua máquina voa­dora, que deve ter sido um planador. Depois, a máquina foi destruída por decreto imperial, pois Cheng Tang receava que os segredos de seu funcio­namento caíssem em mãos erradas.

Por volta do ano 300, o poeta chinês Chu Yuan escreveu sobre o vôo que fez em uma carruagem de jade a grande altitude acima do deserto de Gobi, na direção das montanhas Kun Lun, a oeste. Diz Tomas: “Ele descre­veu corretamente o modo como a aeronave não se deixou afetar pelo vento ou pela areia de Gobi, e a forma como realizou uma prospecção aérea”.

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O folclore chinês está repleto de histórias sobre carruagens voa­doras e outros relatos de vôos. Tomas menciona uma pedra entalhada em um túmulo na província de Shantung, datado de 147 d.C., mostran­do uma carruagem em forma de dragão voando bem acima das nuvens. E, como mencionei antes, Ko Hung, historiador chinês do século IV, escreveu sobre “carros voadores com madeira tirada da parte interna da árvore jujuba, usando tiras de couro de boi atadas a lâminas girató­rias que põe em movimento a máquina”.

Leonardo da Vinci também projetou um helicóptero funcional, possivelmente valendo-se de diagramas chineses. Helicópteros, diferentemente de planadores, não pre­cisam de longas pistas de aterrissagem, mas são muito mais difíceis de se controlar. Contudo, uma combinação de balão e de hélices para ajudar a mover a nave seria uma proeza técnica que a dinastia chinesa poderia muito bem ter realizado.

Jim Woodman e alguns amigos fizeram experiências com tecnologia semelhante quando construíram uma cesta de bambu no Peru e fizeram-na flutuar sobre a planície de Nazca com um balão rudimentar a ar quen­te, feito de fibras nativas e tecido. A nave recebeu o nome Condor I, e Woodman contou sua história no livro Nazca: journey to the sun, lança­do em 1977. Eles chegaram a 360 metros de altitude e pousaram sem que ninguém tivesse se ferido. Woodman acredita que as linhas de Nazca, que só podem ser observadas plenamente do alto, eram vistas pelos antigos sacerdotes da região que sobrevoavam a planície desértica em balões de ar quente primitivos, mas eficientes.

As aeronaves do rei Salomão

Textos religiosos modernos apontam que diversos personagens his­tóricos teriam usado aeronaves ou carruagens voadoras. Uma dessas per­sonalidades foi o príncipe RAMA de Ayodha, do norte da Índia, sobre quem o Ramayana foi escrito. Logo adiante falaremos dele. Outro famoso pos­suidor de aeronave na Antigüidade foi o rei hebreu Salomão, o Sábio, filho de David.

Diz-se que Salomão teria construído o famoso Templo de Jerusalém para abrigar a Arca da Aliança, que, como vimos, parece ter sido um tipo de aparelho elétrico. Ele teve um caso com a rainha de Sabá, da Etiópia, que foi visitá-lo mais ou menos no ano 1000 a.C. Segundo a antiga tradi­ção etíope, registrada no Kebra Negast (“Glória dos Reis” – uma espécie de Antigo Testamento etíope, o mais importante documento para esse povo), a rainha Makeda saiu de Axum, então capital de Sabá, percorreu o mar Vermelho, até o atual Iêmen, e depois seguiu o Hijaz até Jerusalém, onde foi visitar a corte do rei Salomão. Ver a importante Arca da Aliança era uma das metas de sua visita.

Após conviver durante alguns meses com Salomão, Makeda precisou voltar para seu próprio reino, onde deu à luz o filho de Salomão, batizado como Menelik I. Foi com essa criança, que depois se tornou rei, que teve início a estirpe salomônica de governo da Etiópia. Essa linhagem perma­neceu ininterrupta durante três milênios, até a morte de Hailé Selassié (nascido Ras Tafari, 225o governante salomônico) em agosto de 1975. Segundo o Kebra Negast, o rei Salomão podia visitar Makeda e seu filho Menelik voando em um “carro celeste”. Diz o texto que “O rei […] e todos que obedeciam à sua palavra voavam no carro sem dor ou sofrimento, e sem suor ou exaustão, e percorriam em um dia uma distância que leva­ria três meses para atravessar (a pé)”.

Por todo o Oriente Médio até a Caxemira há montanhas conhecidas como “Tronos de Salomão”, inclusive uma formação de perfil plano no noroeste do Irã, conhecida como Takht-i-Suleiman (Trono de Salomão). Já se conjeturou que elas podem ter servido de base de pouso para a aeronave de Salomão. Nicholas Roerich atesta que por toda a Ásia Central existe a crença de que Salomão voava em uma aeronave.

Até hoje, na concepção popular, o rei Salomão circula em sua miraculosa máquina voadora sobre a vastidão da Ásia. Muitas montanhas da Ásia con­têm ruínas ou pedras com a impressão de seu pé ou de seus joelhos, como evidência de sua longas preces. Esses são os chamados tronos de Salomão. O Grande Rei voou para essas montanhas, foi até as maiores alturas, deixou para trás a preocupação com a governança e lá rejuvenesceu o espírito.

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Será que o rei Salomão possuía um veículo voador, no qual voava até a Pérsia, Índia e Tibete? Com quem ele se encontrava nesses lugares? Tendo em vista a quantidade de histórias sobre veículos voadores encontradas nos antigos épicos indianos, isso não é tão incomum. Pelo mundo todo encontram-se montanhas com ruínas no cume. Uma cidade impressionante e que se enquadra na descrição é Machu Picchu, no alto de uma montanha peruana. Será que as grandes áreas gramadas dessas cidades serviam de campo de pouso para veículos aéreos semelhantes a zepelins? É um mun­do estranho, repleto de estranhas lendas, histórias e antigos mistérios. Às vezes, com efeito, “a verdade é mais estranha do que a ficção!”

Os primeiros programas espaciais

Alguns textos antigos falam não apenas de naves antigas, como a des­crita na visão bíblica de Ezequiel, mas também relatam testemunhos oculares de viagens ao espaço exterior. O Épico de Etana, escrito na Babilônia há 4.700 anos, contém o poema do “Vôo de Etana”:

“Vou levá-lo ao trono de Anu”, disse a águia. Eles voaram durante uma hora e então a águia disse: “Olhe para baixo, veja o que aconteceu com a terra!” Etana olhou para baixo e viu que a terra havia se tornado uma colina, e o mar um poço. E voaram por mais uma hora, e novamente Etana olhou para baixo: agora a terra se parecia com uma pedra de moinho, e o mar com uma xícara. Após a terceira hora, a terra era apenas um grão de poeira e o mar não podia mais ser visto.

Anu, o Zeus do Olimpo babilônio, era o deus das Grandes Profundezas Celestes – aquilo que hoje chamamos de espaço. A descrição desse vôo espa­cial mostra exatamente o que acontece quando um ser humano se afasta do planeta. É importante lembrar que temos na narrativa o conceito da Terra redonda, que fica menor em virtude da perspectiva alterada pela distân­cia, indicando um genuíno relato de testemunha ocular.

O Livro de Enoch, parte dos “Apócrifos”, contém uma passagem que também parece descrever o vôo espacial:

  • E me ergueram ao céu […] (14:9)
  • E era quente como fogo e frio como gelo […] (14:13)
  • Vi onde ficam os luminares […] (17:3)
  • E cheguei a uma grande escuridão […] (17:6)
  • Vi um profundo abismo (17:11)

Não parece o relato vivo de uma viagem espacial? É um profundo abis­mo, onde objetos ficam quentes no lado iluminado pelo Sol e gelados no lado da sombra. E é lá que ficam o Sol, a Lua, os planetas e as estrelas, como disse Enoch.

No segundo século de nossa era, Luciano, escritor grego que visitou a Ásia Menor, a Síria e o Egito, escreveu sua novela Vera História. Ele apre­sentou o relato de uma viagem à lua bem anterior ao programa espacial americano: “Tendo assim prosseguido em nosso curso pelo céu, no espaço de sete dias e outras tantas noites, no oitavo dia vimos uma espécie de Terra no ar, semelhante a uma grande ilha circular e reluzente, espalhan­do uma luz bastante brilhante à sua volta”.

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Andrew Tomas diz que a tradição histórica chinesa menciona Hou Yih (ou Chih Chiang Tzu-Yu), engenheiro do imperador Yao, familiarizado com a astronáutica. No ano 2.309 a.C., ele decidiu visitar a Lua em uma ave celeste. Essa ave informou-lhe os horários corretos do nascer, da culminação e do pôr-do-sol. Teria sido o equipamento de uma espaçonave a informar o astronauta pré-histórico? Hou Yih explorou o espaço “escalan­do a corrente de ar luminoso”. O escape de um foguete?

Hou Yih voou pelo espaço, onde “não percebeu o movimento rotatório do Sol”. Essa frase é de importância fundamental na corroboração da his­tória, pois só no espaço é que o homem não consegue observar o movi­mento diurno do Sol. Na Lua, o astronauta chinês viu o “horizonte de aparência congelada” e construiu nela o “Palácio do Grande Frio”. Sua mulher, Chang Ngo, também comentou a viagem espacial. Segundo os tex­tos da China antiga, ela voou até a Lua, para ela “brilhante como vidro, uma esfera luminosa, de tamanho enorme e muito fria; a luz da Lua tem origem no Sol”, declarou Chang Ngo.

É essa mensagem sobre a Lua que torna a história de 4.300 anos tão instigante. O relato sobre a exploração feita por Chang Ngo na Lua está correto. Os astronautas da Apolo 11 viram que a Lua é desolada, com solo semelhante ao vidro. É fria na sombra, mais do que em nossos pólos. E, naturalmente, a luz da Lua vem do Sol.

Tomas menciona outro antigo livro chinês, A coleção de histórias antigas, escrito no século IV. O livro inclui uma interessante história da época do imperador Yao, quando Hou Yih e Chang Ngo foram para a Lua. Um imenso navio surgiu no mar à noite, com luzes brilhantes que se apagavam de dia. Ele também podia navegar até a Lua e as estrelas, daí seu nome “navio perto das estrelas” ou “barco da Lua”. Essa gigantesca nave, que podia viajar pelo céu ou navegar pelos mares, foi vista durante doze anos.

Tomas afirma que um dos livros mais antigos do mundo sobre astro­nomia é o livro hindu Surya Siddhanta. Fala de Siddhas e Vidyaharas, ou filó­sofos e cientistas, que conseguiram orbitar a Terra em uma época remota, “abaixo da Lua, mas acima das nuvens”.  Diz Tomas:

Outro livro indiano – o Samarangana Sutradhara – contém um parágrafo fantástico sobre a era distante em que os homens voavam em aeronaves e em que seres celestes vinham do céu. Fomos testemunhas de uma espécie de tráfego espacial de mão dupla em uma época esquecida? Em seu ensaio sobre o Rig Veda, o professor H. L. Hariyappa, da Universi­dade de Misore, escreve que em uma era remota “deuses vinham à Terra com freqüência”, e que era “privilégio de alguns homens visitar os imortais no céu”. A tradição da índia repisa a realidade dessa comunicação com ou­tros mundos durante a Era Áurea.

Surya SiddhantaAntigos textos sânscritos falam dos nagas, ou deuses-serpente, que vivem em palácios subterrâneos iluminados por gemas luminosas na vastidão do Himalaia. Os nagas são criaturas voadoras que percorrem demoradamente o céu. A crença nos nagas está tão bem implantada na consciência nacional da Índia que, mesmo hoje, filmes e peças teatrais exploram o tema, para deleite das platéias indianas. A cidade subterrânea dos nagas – Bhogawati – brilhantemente iluminada por diamantes, pode ser a imagem folclórica de uma base espacial, iluminada e dotada de sistema de circulação de ar. Perguntamo-nos se esses cosmonautas ainda estão por lá. Segundo os sábios brâhmanes, o deus Garuda é uma combinação de homem e ave, e viaja pelo espaço. Acredita-se que ele teria chegado à Lua e até à Estrela Polar, que fica a cinqüenta anos-luz de nós.

O quinto volume do Mahabharata contém uma passagem que só pode ter um significado – a vida em outros planetas: “Infinito é o espaço habitado pelos perfeitos e pelos deuses; não há limite para suas maravilhosas moradas”. Contos sobre a descida dos deuses celestes à Terra podem ser encon­trados em todo o planeta. O Novo Testamento contém uma passagem sig­nificativa: “Não se esqueçam da hospitalidade, pois algumas pessoas, graças a ela, sem saber acolheram anjos”(Hebreus 13:2). Perguntamo-nos se os anjos precisam mesmo de entretenimento, mas pilotos e astronau­tas sempre podem aproveitar uma boa refeição quentinha!

Desenvolveram-se mitos até no século XX. O culto à carga da Melanésia sustentava a estranha crença de que a “carga”, ou artigos manufaturados como facas, alimentos enlatados, sabonetes ou escovas de dentes seriam levados às suas tribos da Idade da Pedra por “grandes canoas” ou “gran­des pássaros”. Quando os aviões americanos lançaram quantidades de alimentos na selva para apoiar o avanço das tropas australianas e ameri­canas em 1943, os nativos tomaram isso como a concretização do mito. Depois da guerra, os nativos continuaram a construir imitações de pistas de pouso para que os grandes pássaros soltassem a “carga”. Construíram até imensos depósitos para os objetos que aguardavam. Como viram rá­dios de comunicação, ergueram mastros com antenas e fizeram “apare­lhos de rádio” de bambu, com os quais esperavam entrar em contato com seus “deuses”. Parte dessa crença dizia que os ancestrais mortos estavam enviando alimentos de graça na forma de “cargos”.

Influenciados pelo cristianismo, alguns acharam que poderiam con­versar com Jesus Cristo ou “John Fromme” por meio desses transmisso­res de rádio de bambu. Mas permeando essas crenças ingênuas, havia uma base real: os “grandes pássaros” (aviões), as “grandes canoas” (navios) e o “cargo” (artigos manufaturados pela sociedade industrial) eram bem reais.

Do mesmo modo, antigas lendas sobre “deuses que desciam à Terra” em uma era de convivência entre “homens e deuses” podem ser lembran­ças folclóricas de um tempo em que aeronaves atravessavam o planeta, pousando em certos aeroportos em cidades maiores. Com efeito, muitas cidades antigas, como nas Américas Central e do Sul, têm grandes espa­ços abertos diante delas, ou no meio da cidade – áreas planas, aptas a rece­ber grandes aeronaves.

Lendas e histórias sobre levitação

Os físicos dizem que existem diversas “forças” atuando sobre nós a cada momento: a atômica, a elétrica, a magnética e a gravitacional. A gravidade é a mais fraca e menos compreendida de todas essas forças. Paradoxalmente, a força mais fraca é a mais difícil de se dominar, pois se sabe muito pouco a seu respeito. Contudo, a levitação, um cancelamento da força gravitacional, é um fato consumado – pelo menos nos registros históricos!  Diz Tomas:

Algumas das histórias mais inacreditáveis da Antigüidade dizem respeito à levitação, ou ao poder de neutralizar a força da gravidade. François Lenormand escreve, emChaldean magic, que por meio de sons os sacerdotes da antiga Babilônia conseguiam erguer no ar pedras tão pesadas que mil homens não as conseguiriam levantar.

Como foi feito Baalbek? A gigantesca laje deixada na pedreira aos pés do terraço de Baalbek pelos titãs que a construíram tem 21 metros de compri­mento, 4,8 de largura e 4,2 de altura. Quarenta mil trabalhadores seriam necessários para mover essa imensa rocha. A questão que se formula é como tal multidão conseguiria ter acesso à laje para transportá-la? Ademais, mes­mo em nossa brilhante era tecnológica, não existe um único guindaste que possa erguer da pedreira esse monólito!

Baalbek-Líbano.03

Monólito gigantesco encontrado em Baalbek

Certas fontes árabes contêm histórias curiosas sobre a forma pela qual as pirâmides do Egito foram construídas. Segundo uma delas, as pedras fo­ram envolvidas em papiro e depois tocadas por um sacerdote com uma vara. Assim, ficaram completamente sem peso e puderam ser movidas pelo ar por muitos metros. O hierofante repetiu o procedimento até a pedra chegar à pirâmide e ser posta no lugar. Isso explicaria a ausência de lascas nas arestas dos blocos de pedra, lascas que o autor procurou em vão, e as juntas, entre as quais não se consegue enfiar uma folha de papel. Embora a pirâmi­de de Quéops tenha deixado de ser a construção mais alta do planeta, ainda é a maior estrutura megalítica do mundo.

Registros babilônicos afirmam que o som pode erguer pedras. A Bíblia fala de Jericó e daquilo que as ondas sonoras fizeram com as suas muralhas. Escritos coptas relatam o processo pelo qual os blocos usados nas pirâmi­des eram elevados pelo som de cânticos. Contudo, no atual nível de conhe­cimentos da humanidade, não podemos estabelecer uma conexão entre sons e ausência de peso.

Menciona-se ainda que Luciano (século II) teria testemunhado a rea­lidade da antigravidade na história antiga. Falando do deus Apolo em um templo de Hierápolis, na Síria, Luciano mencionou um fenômeno que testemunhou pessoalmente: “Apolo deixou os sacerdotes para trás e se ergueu”.

Tomas, que viajou muito pela China e Índia na década de 1960, men­ciona que a biografia de Liu Na no Shen Hsien Chuan (do século IV) con­tém um caso de levitação. Quando Liu Na engoliu seu elixir taoísta, começou a levitar. Mas ele deixou o frasco no quintal, e não demorou para que os cães e galináceos lambessem e bebessem o líquido que ainda resta­va no frasco. Como dizem os registros históricos: “Eles também começa­ram a subir ao céu; assim, ouviam-se gaios cocoricando no céu, e os latidos dos cães ressoavam entre as nuvens”. Do mesmo modo, ele diz que uma narrativa jataka budista fala de uma pedra mágica, capaz de erguer um homem no ar caso ele a leve na boca.

Conta-se a história de Simão, o Mago, filósofo gnóstico do século I que se dirigia a milhares de ouvintes em Roma tratando de sua filosofia gnóstica, ou do conhecimento. Diz a tradição que os “espíritos do ar” aju­davam-no a se elevar bem alto, pois Simão era “um homem versado nas artes mágicas”. Embora os historiadores cristãos não tenham muita cer­teza quanto à origem dos poderes de Simão, atribuía-se a ele o poder da levitação. Dizem também que o mago fazia com que estátuas perdessem o peso e flutuassem pelo ar. Jâmblico, filósofo neoplatônico do século IV, também flutuava pelo ar, a uma altura de meio metro.

A Igreja Católica relaciona cerca de duzentos santos que, segundo se diz, dominaram a força da gravidade. Segundo Rufino, Santa Cristiana, missionária cristã na Espanha no século III, teria realizado um prodígio de antigravidade. O rei e a rainha da Ibéria mandaram construir uma igre­ja, mas uma coluna era tão pesada que ninguém conseguia colocá-la no lugar. Diz a história que a santa foi até o local da obra à meia-noite e rezou pedindo ajuda. De repente, o pilar se ergueu no ar e ficou flutuando até o raiar do dia. Os operários, atônitos, não tiveram dificuldade para mover a coluna até o lugar certo, com o que ela recuperou o peso e foi instalada facilmente em seu pedestal.

Em Monte Cassino, na Itália, há uma pedra grande e pesada que, se­gundo a tradição, foi erguida por São Benedito (448-548) por meio da neu­tralização da gravidade. A pedra estava destinada ao muro de um mosteiro que estava sendo construído em sua época, e os pedreiros não conseguiam movê-la. São Benedito fez o sinal da cruz sobre o bloco e ergueu-o sozinho, sem qualquer esforço, sob os olhares espantados dos sete homens que não conseguiam erguê-lo.

Tomas diz que o rei Fernando I foi anfitrião de São Francisco de Paula (1416-1507) em Nápoles. Por uma porta entreaberta, ele viu o monge em me­ditação, flutuando bem acima do assoalho de seu quarto. Não era raro San­ta Teresa d’Ávila (1515-1582) flutuar no ar, às vezes nos momentos menos oportunos, como durante a visita de uma abadessa ou bispo a seu mosteiro, quando ela se erguia subitamente até o teto.

Provavelmente, o mais famoso dos santos voadores foi o monge italia­no José de Copertino (1603-1663). Para ajudar dez homens que se esforça­vam para erguer um cruzeiro de 11 metros, São José voou 60 metros, recolheu a cruz nos braços e colocou-a em seu lugar. Em 1645, na presença do embaixa­dor espanhol na corte papal, ele flutuou pela igreja acima das cabeças dos presentes e pousou aos pés de uma imagem religiosa. O embaixador, sua esposa e todos os presentes ficaram absolutamente atônitos.

faquir-Levitacao

Logo que se instalou na Índia, a imprensa britânica publicou muitos relatos de iogues sentados em postura de Buda, flutuando até sobre a água. Faquires subiam em cordas levitadas ou levitavam enquanto se apoiavam em um cajado. Tomas apresenta um caso relativamente recente (1951) de levitação no Nepal, apresentado por E. A. Smythies, conselheiro do governador do Nepal, que falava a respeito de seu jovem serviçal nativo que entrou em transe:

Sua cabeça e seu corpo estavam tremendo e mexendo, seu rosto estava mo­lhado de suor e ele fazia ruídos estranhíssimos. Para mim, parecia incons­ciente daquilo que estava fazendo ou que serviçais bastante espantados – além de mim mesmo – estavam observando tudo a uma distância de 2 ou 3 metros. Isso durou mais de dez minutos, talvez quinze, quando subitamente (com suas pernas cruzadas e suas mãos unidas) ele se ergueu a mais de meio metro do chão e, depois de um segundo, caiu com alarido. Isso aconteceu mais duas vezes da mesma maneira, exceto que suas mãos e pernas estavam separadas.

Além disso, Smythies informa que:

Segundo o Surya Siddhanta, um texto de dois mil anos atrás, os siddhas, adeptos da ciência superior, podiam se tornar extremamente pesados ou leves como penas. Esse antigo conceito de gravidade como força variável, e não como constante, é em si bastante notável, pois, pelo que sabemos, não havia nada na experiência física dos antigos brâmanes que pudesse indicar um modo para que os objetos ganhassem ou perdessem peso.

Em 1939, um engenheiro aeronáutico sueco chamado Henry Kjellson afirmou ter testemunhado monges tibetanos levitando pedras ao som de grandes tambores. Em um livro publicado em sueco, Kjellson disse que catorze tambores de porte médio ou grande, pendurados em uma estrutura e acompanhados por trompas e um grupo de duzentos monges, foram percutidos em um ritmo especial até que um grande bloco de granito se er­guesse sobre um despenhadeiro. O pesado bloco de pedra teria voado pelo ar em arco e pousado na beira de um despenhadeiro, ao lado de uma mon­tanha situada a 250 metros acima da multidão.

Diz Kjellson que o episódio foi filmado em 16 milímetros, mas esse filme nunca foi exibido. O uso de cometas e tambores para levitar objetos por meio da acústica foi estudado pela NASA, e é interessante comparar um moderno cone de alto-falante com fotos e diagramas de discos voado­res. São bastante similares! Na batalha bíblica de Jericó, foram usadas cornetas para destruir as muralhas da cidade. Armas ultra-sônicas, que usam ondas sonoras para destruir, são hoje uma realidade. Será que exis­tiam também na Antigüidade?

A famosa exploradora francesa Alexandra David-Neel, que morreu em 1969 com 101 anos, escreveu em With mystics and magicians in Tibet a respeito de suas estranhas experiências com levitação naquele país, onde morou por catorze anos: “Deixando de lado o exagero, minha limi­tada experiência e aquilo que ouvi de lamas confiáveis me convenceram de que é possível atingir a condição em que não se sente mais o peso do próprio corpo”. A senhora David-Neel teve a sorte de ver um lama sonâmbulo, ou lung-gom-pa. Esses sacerdotes chegam a ficar quase sem peso, deslizando pelo ar, após um longo período de treinamento. O lama que ela observou em sua viagem pelo norte do Tibete pulava “com a elasticidade de uma bola e tornava a pular sempre que seus pés tocavam o chão”.

Os tibetanos instruíram Alexandra a não detê-lo ou se aproximar dele, pois isso poderia causar sua morte por choque. Quando esse lama passou por ela com extraordinária rapidez em sua corrida ondeante, a exploradora e seus companheiros decidiram segui-lo a cavalo. Malgrado contarem com um meio de transporte superior, eles não conseguiram acompanhar o lama sonâmbulo! Nesse estado de transe, segundo se diz, o lung-gom-pa se man­tém consciente do terreno e dos obstáculos diante de si.

A senhora David-Neel recebeu algumas informações bastante impor­tantes sobre essa levitação. Os períodos mais favoráveis para essas mar­chas sonâmbulas eram a manhã, a noite ou a madrugada, sendo piores o meio-dia ou a tarde. Portanto, pode existir alguma correlação entre a posi­ção do Sol e a gravidade. Dizem que o poder é desenvolvido praticando-se respiração profunda e rítmica, com boa concentração mental.

buddhacomchakra

Após muitos anos de prática, os pés do lama não tocam mais a terra e ele começa a planar, movendo-se com grande agilidade, escreve David-Neel. Ela diz ainda que alguns lamas criam gravidade artificial usando pesadas correntes para não saírem flu­tuando pelo espaço! Embora a levitação pessoal possa ser conveniente para alguns, e certa­mente é interessante saber que ela desafia “leis” físicas conhecidas, estamos preocupados com máquinas voadoras feitas com parafusos e porcas.

O Império Rama na Índia

Do ponto de vista arqueológico, a idéia de que a civilização teria co­meçado na Suméria é bem recente, começando com as escavações ingle­sas e alemãs em meados do século XIX. Nessa época, estabeleceu-se que a Suméria seria a mais antiga civilização do planeta, e que todas as outras deveriam ser mais recentes. Basicamente, a ciência sustentava que o ho­mem viveu sob o caos durante dezenas ou centenas de milhares de anos até o aparecimento dos sumérios, por volta de 9.000 a.C. Hoje, imagina-se que a Suméria não seria a mais antiga cultura, e teoriza-se que as cultu­ras da Índia antiga e do Sudeste Asiático seriam muito mais velhas.

Os registros históricos da própria Índia afirmam que sua cultura exis­te, literalmente, há dezenas de milhares de anos. Contudo, até 1920, todos os “especialistas”concordavam em afirmar que as origens da civilização indiana deveriam ser fixadas alguns séculos antes da expedição de Ale­xandre, o Grande, ao subcontinente, em 327 a.C. Mas isso foi antes da des­coberta das cidades de Harappa e Mohenjo Daro, no atual Paquistão. Mais tarde, outras cidades foram descobertas e escavadas com o mesmo plano, incluindo-se Kot Diji, perto de Mohenjo Daro, Kalibangan e Lothal, um porto em Gujerat, Índia. Lothal é uma cidade portuária que hoje se situa a quilômetros do mar.

A descoberta dessas cidades forçou os arqueólogos a recuarem a datação da origem da civilização indiana em milhares de anos, como os próprios indianos afirmavam ser. Os pesquisadores atuais se encantaram com essas cidades, altamente desenvolvidas e avançadas. A maneira pela qual cada cidade estava disposta em quarteirões e seções regulares, com ruas cruzando-se em ângulo reto, fez com que os arqueólogos acreditassem que as cidades foram concebidas como um todo antes de serem construídas – um exemplo notavelmente precoce de planejamento urbano. Mais notável ainda é que a canalização do sistema de esgotos das maiores cidades era tão sofisticada que chega a ser superior àquela encontrada hoje em mui­tas cidades do Paquistão (e de outros países). 0 esgoto era coberto e a maioria das casas tinha vasos sanitários e água corrente. Ademais, as ca­nalizações de água e de esgotos eram bem separadas.

Essa cultura avançada tinha sua própria escrita, nunca decifrada, e seus membros usavam selos de argila personalizados, assim como os chi­neses ainda fazem, para oficializar documentos e cartas. Alguns dos se­los contêm figuras de animais que hoje desconhecemos! Ao contrário de outras nações antigas como o Egito, a China, a Breta­nha ou o Peru, os antigos hindus não sofreram a destruição de seus livros de história; portanto temos um dos poucos e verdadeiros vínculos com um passado extremamente antigo e cientificamente avançado. Os estu­diosos de hoje valorizam os antigos textos hindus, pois constituem uma das últimas e tênues conexões com as antigas bibliotecas do passado. A supercivilização conhecida como Império Rama está descrita no Ramaya­na, que encerra muitas chaves para as verdades do passado.

O Ramayana descreve as aventuras de um jovem príncipe chamado RAMA, que se casou com uma bela mulher chamada Sita. Após alguns anos de casamento, Sita é raptada pelo inimigo de Rama, Ravanna. Ravanna leva Sita em seu vimana até a capital de seu reino, em uma ilha chamada Lanka. Rama usa seu próprio vimana e convoca um pequeno gru­po de amigos para voar até Lanka e resgatar sua importuna esposa. Ele a leva de volta para a sua cidade, Ayodhya, e ela se exila na floresta por ter sido infiel. Rama, depois de anos de angústia, finalmente volta a se reunir a ela, e ambos vivem felizes para sempre.

A cidade mencionada no Ramayana como Ayodhya é, segundo se acre­dita, a pequena cidade de Ayodhya, no norte da Índia. Todo ano organiza- se um festival hindu na cidade, e uma imitação de vimana percorre a aldeia. Recentemente, foi publicado no boletim arqueológico Motilal Banarsidass Newsletter (fevereiro de 1998) que um professor aposentado de geografia, S. N. Pande, sugeriu que a Ayodhya de Rama estaria localizada no Afega­nistão. Doutor Pande disse que a atual Ayodhya datava de 800 d.C., e que os eventos narrados no Ramayana eram muito mais antigos.

vimana-Rama

Rama e Sita desembarcam de um Vimana

O doutor Pande acredita que a antiga cidade de Ayodhya foi recons­truída como Kushak, onde vivia a tribo kashi e que ganhou o nome de Kusha, filho de Rama. Assim, Ayodhya e Kashi tornaram-se sinônimos naquela época, diz Pande. É curioso pensar que muitos dos eventos do Ramayana e do Mahabharata tenham ocorrido na Pérsia e no Afeganistão, bem como no subcontinente indiano. Considerando as conexões tradicionais en­tre o Mediterrâneo oriental, a Pérsia e a Índia, isso não deve mesmo sur­preender. O que surpreende são as histórias de vôo e de batalhas aéreas na Antigüidade.

  • Rama governou a Terra por 11 mil anos.
  • Mandou fazer um festival que durou um ano
  • Aqui mesmo na Floresta Naimisha.
  • Na época, toda essa terra era parte de seu reino;
  • Há uma era do mundo;
  • Muito antes do presente, e no passado remoto.
  • Rama era rei desde o centro do mundo,
  • Até as margens dos Quatro Oceanos.
  • Capítulo de abertura do Ramayana, de Valmiki 

Atlântida– 3


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Um habitante de dois planetas

atlantida-philos-habitante-dois-planetasATLÂNTIDA, A RAINHA DAS ONDAS DOS OCEANOS 

“O propósito desta história é relatar o que conheci pela experiência, e não me cabe expor idéias teóricas. Se levares alguns pequenos pontos deixados sem explicação para o santuário interior de tua alma, e ali meditares neles, verás que se tornarão claros para ti, como a água que mitiga a tua sede. . .

Este é o espírito com que o autor propõe que seja lido este livro. E chama de história o relato que faz de sua experiência. Que é história?. . . Ao leitor a decisão…

“Nunca pronuncies estas palavras: “isto eu desconheço, portanto é falso“. Devemos estudar para conhecer; conhecer para compreender; compreender para julgar“. – Aforismo de Narada.

Livro: “Um Habitante de Dois Planetas”, de Philos, o Tibetano – Livro Primeiro, CAPÍTULO III – A Fé também é conhecimento e removemontanhas. Zailm determina seu curso de estudos, conforme acredita ser o que Incal lhe comandou.

Capítulos anteriores:

  1. http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas/
  2. http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-2/

Existe um ditado cuja origem se perde na obscuridade do tempo e que diz“Conhecimento é poder“. Dentro de limites bem definidos, isto é uma verdade. Se por trás do conhecimento está a energia necessária para efetivar seus benefícios, então e só então esse ditado é uma verdade. Para o exercício do controle da natureza e suas forças, o operador em potencial deve ter perfeita compreensão (e aceitação) das leis naturais pertinentes.

É o grau de consecução inserido nesse conhecimento que marca a maior ou menor capacidade desse operador, e aqueles que adquiriram a compreensão mais profunda da Lei (Lex Magnum) são mestres cujos poderes parecem maravilhosos a ponto de parecerem mágicos. As mentes não-iniciadas ficam absolutamente alarmadas por suas incompreensíveis manifestações. Em todos os pontos para onde eu olhasse quando me vi em minha morada citadina ao chegar de meu lar nas montanhas, via inexplicáveis maravilhas, mas a dignidade natural evitou que eu parecesse um ignorante.

Pouco a pouco eu iria me familiarizar com meu novo ambiente e com isso adquirir o conhecimento das coisas a que me referi quando mencionei pela primeira vez a troca da vida no interior pela cidade. Mas essas consecuções relativas a uma confortadora autoridade sobre a natureza exigiam um curso especial. Esse curso de estudo ainda não tinha sido determinado por mim antes de minha entrada na cidade, pois parecia-me que seria uma atitude inteligente concentrar minhas energias em especializações, sem dispersar forças com generalidades.

Com base nessa idéia, resolvi passar um período mais ou menos extenso sem solicitar admissão ao Xioquithlon, período esse que seria aplicado à observação. Eu tinha sido um ávido leitor de livros obtidos na biblioteca pública do distrito onde ficava minha casa nas montanhas. Com essas leituras havia adquirido uma compreensão nada desprezível da organização do governo. 

O fato de haver apenas noventa e um cargos eletivos para o povo, enquanto havia quase trezentos milhões de Poseidanos na Atlântida e suas colônias naqueles tempos e, segundo um censo recente que eu tinha visto, quase trinta e oito milhões de eleitores detentores de diplomas de Primeira Classe, induziu-me a achar extremamente improvável que tão elevado privilégio me fosse concedido.

Ora, como eu dificilmente poderia esperar ter um cargo ministerial, então seria possível, caso eu me candidatasse a um diploma Superior, obter um elevado nível político e um cargo nomeado, entre os quais vários eram quase tão honrosos quanto os de conselheiro. Em quais matérias especiais deveria eu me concentrar? A pesquisa geológica me agradava muito e seus inúmeros ramos ofereciam amplos e atraentes campos de oportunidades.

Mas a filologia era dotada de uma atração quase igual e minha capacidade de aprender idiomas estrangeiros não era pequena, como eu tinha constatado estudando um pequeno volume descritivo de uma terra conhecida pelo nome de Suernis (Hoje território da ÍNDIA), um país estranho de cuja língua muitos exemplos ali apareciam. Esses exemplos aprendi sem esforço e perfeitamente com uma só leitura.

Vários meses de residência na cidade finalmente me encontraram decidido a adquirir todo o conhecimento geológico que pudesse, pois eu acreditava que esse era um estudo que Incal me havia indicado, junto com o conhecimento de minas e mineralogia. Como matérias concomitantes resolvi me educar seriamente em literatura sintética e analítica, não só com relação a Poseid mas também às línguas dos Suernis e Necropânicos.

Eis que acabo de dar os nomes das três maiores nações dos tempos pré-Noachios (pré-Nepthianos, PRÉ DILÚVIO, com o afundamento final de Atlântida). Uma dessas nações foi varrida da face da Terra mas as outras duas conseguiram sobreviver apesar de terríveis vicissitudes. Destas falarei mais adiante. Os motivos que me levaram a escolher o currículo que mencionei
foram os de que, como geólogo e cientista, eu esperava fazer novas
descobertas de valor e colocá-las diante do mundo em forma de livro, ou pelo menos diante do povo de Poseid que se considerava o melhor do mundo.

Esse desejo dificilmente poderia ser realizado sem esses estudos de que falei. A influência que eu esperava conquistar através de minhas publicações poderia me conduzir ao cargo de Superintendente Geral de Minas, um cargo político não inferior a qualquer outro cargo nomeado. Certamente outros estudos seriam necessários, caso eu entrasse na disputa por um diploma superior, mas os que citei eram os mais agradáveis e constituiriam minha aspiração principal.

De passagem eu poderia observar que os estudos que escolhi naquela oportunidade, e que depois dominei perfeitamente, fizeram minha natureza assumir uma tendência que me levou na atual existência, não faz muitos anos, a tornar-me dono de minas no Estado da Califórnia; bem-sucedido, devo dizer. Também fixou muito mais firmemente minhas inclinações lingüísticas, tanto que, enquanto era cidadão dos Estados Unidos (da América, dominei não só minha língua nativa mas igualmente treze outras línguas modernas como francês, alemão, espanhol, chinês, vários dialetos do hindustani, e sânscrito, como uma espécie de relaxação mental.

Não tomes estas palavras como auto-engrandecimento, pois não é este o caso. Só as formulei para te mostrar, amigo, que teus próprios poderes não são apenas uma questão de herança genética, mas de memórias de uma ou quem sabe de todas as tuas vidas passadas; também tive a intenção de lazer uma alusão proveitosa, qual seja a de que os estudos empreendidos hoje, não importa quão próximo estejas do ocaso de meus dias, certamente darão frutos, não só nesta tua vida terrena mas em encarnações subseqüentes.

Vemos com a visão de tudo que já vimos antes, agimos com base em tudo que já fizemos antes, pensamos através de tudo que já pensamos no passado distante. Verbum sul Sapienti. No próximo capítulo pretendo dedicar algumas páginas a considerações sobre a ciência física, tal como era entendida pelos poseidanos. Referirme-ei mais especialmente aos princípios superiores em que essa ciência se baseava, visto que negligenciar essas explicações requereria muitas declarações ex-cathedra posteriores que de outra forma poderiam ser clara e imediatamente compreendidas.

Reprodução do afundamento de Atlântida.

“Em época por vir, uma glória refulgente,
A glória de uma raça feita livre e pujante.
Vista por poetas, sábios, santos e videntes,
Num vislumbre da aurora inda distante.
Junto ao mar do Futuro, uma praia cintilante
Onde cada homem seus pares ombreará,
em igualdade, e a ninguém o joelho dobrará.
Desperta, minh’alma, de dúvidas e medos te desanuvia;
Contempla da face da Manhã toda a Magia
E ouve a melodia de prodigiosa suavidade
Que para nós flutua de remota e áurea graça —
E o canto como um coral da Liberdade
E o hino lírico da vindoura Raça.”  (Philos, o Tibetano)

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

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O Estado Fisico do planeta Terra e da Vida – Parte I


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Atualmente em processo, as alterações eletromagnéticas, geológicas, geofísicas e climáticas na Terra se tornam mais e mais irreversíveis. Neste momento, pesquisadores, estão revelando algumas das causas que estão levando a uma reorganização geral da eletromagnetosfera [o esqueleto eletromagnético] de nosso planeta e de sua máquina climática.

As atuais alterações físicas do planeta TERRA ( E DEMAIS PLANETAS DO SISTEMA SOLAR) estão se tornando irreversíveis.

O Sistema Solar: O Estado Planetário Físico da TERRA e da VIDA – Parte I

Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net/

Dr.. Alexey N. Dmitriev – Professor de Geologia e Mineralogia, e Membro Chefe Científico do Instituto Unido de Geologia, Geofísica e Mineralogia, Departamento Siberiano da Academia Russa de Ciências, Especialista em Ecologia global. Pesquisa Publicada originalmente em russo, traduções de IICA, Volume 4, 1997 – Tradução para o inglês e edição: A. N. Dmitriev, Andrew Tetenov, e Earl L. Crockett

As atuais alterações físicas do planeta TERRA ( E DEMAIS PLANETAS DO SISTEMA SOLAR) estão se tornando irreversíveis. 

Existe forte evidência de que estas transformações estão sendo causadas por material altamente carregado (Cinturão de Fótons) e não em uniformidade energética no espaço interestelar que tem se quebrado na área interplanetária de nosso sistema solar. 

Esta “doação” de energia externa está produzindo processos híbridos e estados excitados de energia em todos os planetas, bem como no Sol. Os efeitos aqui na Terra estão para serem vistos e encontrados na aceleração da mudança do campo eletromagnético e dos Polos magnéticos, na distribuição vertical e horizontal do conteúdo de ozônio, no aumento da frequência e magnitude de significativos eventos climáticos catastróficos (tais como erupções vulcânicas, terremotos, ciclones, imensas tempestades, alagamentos, secas, tsunamis. etc)

Há a crescente probabilidade de que estamos nos movendo para um rápido período de instabilidade de temperatura similar àquele que aconteceu a dez mil anos atrás. As respostas adaptativas da biosfera e da humanidade, a estas novas condições podem levar a uma total revisão do alcance das espécies e da vida na Terra. É somente por meio de um profundo entendimento das mudanças fundamentais que ocorrem no meio ambiente natural que cerca os nossos políticos e cidadãos que seremos capazes de alcançar o equilíbrio com o renovado fluxo do estado físico do planeta e de seus processos.

Introdução:
Atualmente em processo, alterações geológicas, geofísicas e climáticas na Terra se tornam mais e mais irreversíveis. Neste momento, pesquisadores, estão revelando algumas das causas que estão levando a uma reorganização geral da eletromagnetosfera [o esqueleto eletromagnético] de nosso planeta e de sua máquina climática. Um maior número de especialistas em climatologia, geofísica e heliofísica estão tendendo para uma seqüência causal cósmica do que está acontecendo. De fato, eventos da última década dão forte evidência de significativas transformações no nosso Sol e em nosso planeta. [1,2]. Dada a qualidade, quantidade e escala destas transformações, podemos dizer que:

Os processos climáticos e biosféricos, aqui na Terra, embora estreitamente relacionados a um sistema de realimentação estão diretamente impactados, ligados a processos dominantes transformacionais ocorrendo em nosso Sistema Solar. Devemos começar a organizar nossa atenção e pensar e entender que as mudanças climáticas na Terra são somente uma parte, ou conexão, em uma cadeia inteira de eventos ocorrendo em nossa heliosfera.

Estes profundos processos físicos, estas novas qualidades de nosso meio ambiente físico e geológico, imporão desafios adaptativos especiais a nossa biosfera que terá com estas novas condições físicas da Terra que precisaremos distinguir em sua tendência geral e a natureza das mudanças. Como veremos abaixo, estas tendências podem ser rastreadas na direção do crescimento da capacidade de energia planetário [capacitância] que está levando a um estado altamente excitado ou carregado de alguns sistemas da Terra. As transformações mais intensas estão ocorrendo nos envelopes de gás plasma planetárias ( a nossa atmosfera que circunda o planeta) de onde as produtivas possibilidades de nossa biosfera são cronometradas. Atualmente este novo cenário de excesso de energia está sendo formado e observado:

Na ionosfera pela geração de plasma;
Na magnetosfera por tempestades magnéticas;
Na atmosfera por ciclones.

Este fenômeno de alta energia atmosférica, que foi raro no passado, está agora se tornando mais freqüente, intenso e mudado em sua natureza. A composição material do envelope de gás-plasma também está sendo transformada.  É muito natural para toda a biosfera da Terra ser submetida a estas condições de mudança do campo eletromagnético e as profundas mudanças significativas da máquina climática da Terra.

Estes processos fundamentais de mudança criam uma demanda dentro de todos os organismos vivos da Terra para novas formas de adaptação. O natural desenvolvimento destas novas formas pode levar a uma total revisão global do alcance das espécies e da vida na Terra. Novas profundas qualidades de vida podem advir trazendo o novo estado físico da Terra a um equilíbrio com as novas possibilidades orgânicas de desenvolvimento, reprodução e perfeição. 

Neste sentido é evidente que estamos diante de um problema de adaptação da humanidade a este novo estado da Terra; novas condições da Terra cujas qualidades biosféricas estão variando e não estão uniformemente distribuídas. Portanto, o atual período de transição é passageiro, e a transição dos representantes da vida ao futuro pode ocorrer somente depois de uma profunda avaliação do que levará para cumprir com estas novas condições biosféricas terrestres.

Cada representante vivo estará realizando um exame inteligente, ou inspeção da qualidade de controle, para determinar sua habilidade em cumprir estas novas condições. Estes desafios evolucionários sempre exigem esforço e resistência; seja aos organismos individuais seja a espécies e comunidades. Portanto, não é somente o clima que está se tornando novo, mas nós como seres humanos estamos vivenciando uma mudança global nos processos vitais dos organismos vivos, ou da própria vida; o que é ainda outro link no processo total. Não podemos tratar tais coisas separadamente ou individualmente uma das outras.

1-A TRANSFORMAÇÃO DO SISTEMA SOLAR INTEIRO:
Listaremos os recentes eventos em larga escala no Sistema Solar objetivando entender completamente as transformações físicas no planeta que estão ocorrendo. Este desenvolvimento dos eventos, como tem se tornado claro nos últimos poucos anos, está sendo causado pela não uniformidade material e energética no espaço anisotrópico interestelar [2, 3,4]. Em sua jornada no espaço interestelar, a heliosfera (Todo o sistema solar) viaja na direção do ápice solar na constelação de Hercules. Neste caminho tem encontrado [década de 1960] não homogeneidades de matéria e de energia contendo íons de hidrogênio, hélio e hidroxila além de outros elementos e combinações.

colheita

Este tipo de plasma dispersado no espaço interestelar é apresentado pelas estruturas de faixas magnetizadas e estreasses. A transição da heliosfera [sistema solar] por esta estrutura tem levado a um aumento da onda de choque em frente do sistema solar de 3 para 4 UA, para 40 UA, ou mais. Esta onda de choque espessada tem causado a formação de plasma colusivo na camada frontal, o que tem levado a uma sobredose de plasma ao redor do sistema solar e então a sua inovação nos domínios interplanetários. [5,6]. Esta inovação constitui um tipo de matéria e doação de energias feitas pelo espaço interplanetário ao nosso sistema solar. Em resposta a esta doação de energia/matéria temos observado inúmeros eventos acontecendo no interior do sistema solar em larga escala:

  • – Uma série de grandes transformações físicas planetárias.
    – Uma mudança na qualidade do espaço interplanetário na direção de um aumento em suas propriedades transmissoras interplanetárias e solares planetária.
    – O aparecimento de novos estados e novos regimes de atividade do sol.

1.1 Uma série de grandes transformações físicas planetárias.

Os seguintes processos estão ocorrendo nos distantes planetas de nosso sistema solar. Mas eles estão, essencialmente falando, operacionalmente dirigindo todo o sistema. Aqui estão exemplos destes eventos:

1.1.1 – Um crescimento dos locais negros de Plutão [7].

1.1.2 – Relatos de auroras boreais em Saturno [8].

1.1.3 – Relatos de mudanças polares em Urano e Netuno (eles são planetas magneticamente conjugados, conectados), e o crescimento abrupto em grande escala da intensidade da magnetosfera de Urano.

1.1.4 – Uma mudança na intensidade da luz e na dinâmica dos locais de luz em Netuno [9,10].

1.1.5 – A dupla intensidade do campo magnético em Júpiter (baseado nos dados de 1992), e uma série de novos estados e processos observados neste planeta como conseqüência de uma série de explosões em julho de 1994 [causadas pelo Cometa Shoemaker Levy-9] [12]. Isto é, um relaxamento da trilha plasmódica [13,14] que excitou a magnetosfera jupiteriana, assim induzindo uma geração excessiva de plasma [12] e sua liberação na mesma maneira como os buracos coronais solares [15] induzindo um aparecimento de cinturão de radiação brilhando na banda dessimétrica (13.2 e 36 cm) e o aparecimento de grandes anomalias aurorais e uma mudança do sistema de correntes de Júpiter – Io [12, 14].

jupiter

JÚPITER

(Nota de atualização do Dr. ALEXEY: Uma corrente [vapor] de hidrogênio ionizado, oxigênio, nitrogênio etc. está sendo dirigida para Júpiter das áreas vulcânicas de sua lua IO por um tubo de fluxo de um milhão de amperes. Isto está afetando o caráter do processo magnético de júpiter e intensificando a gênese de plasma. (Z.I.Vselennaya “Earth and Universe” N3, 1997 plo-9 by NASA data)

1.1.6 – Uma série de transformações na atmosfera de Marte aumentada sua qualidade de biosfera. Em particular, um crescimento nublado na área do equador e um não usual crescimento de concentração de ozônio. [16].

(Nota de atualização: Em setembro de1997 o satélite Mars Surveyor encontrou uma dupla densidade atmosférica daquela projetada pela NASA sobre a entrada em órbita de Marte. Esta maior densidade curvou um dos braços solares além de sua completação e parou aberto. Esta combinação de eventos tem retardado o início da programada missão fotográfica por um ano.)

1.1.7 – Um primeiro estágio na geração atmosférica sobre a nossa Lua onde uma crescente atmosfera de sódio é detectada e que alcança 9.000 km de altura. [17].

1.1.8 – Mudanças significativas físicas, químicas e óticas observadas em Vênus; uma inversão dos locais de luz e escuridão detectada pela primeira vez e uma aguda diminuição de gases contendo enxofre em sua atmosfera. [16].

1. 2 – Uma mudança na qualidade do espaço interplanetário através de um aumento em suas propriedades transmissoras interplanetárias e solar-planetária.

Quando falamos de novas qualidades energéticas e materiais só no espaço interplanetário, devemos primeiro ressaltar o aumento da carga energética nos domínios interplanetários e o nível de saturação material. Esta mudança do típico estado do espaço interplanetário tem duas causas:

1.2.1 o suprimento/fluxo interno de matéria do espaço interestelar (Radiação material, elementos ionizados e combinações.) [19,20,21].

1.2.2 Os efeitos posteriores da atividade do ciclo solar 22 , espacialmente como um resultado das rápidas ejeções de massa coronal [Coronal Mass Ejection-CME (Ejeção de Massa Coronal do Sol)] dos plasmas magnetizados solares. [22].

Imagem cedida pela SDO / NASA ( Assista a um vídeo do flare solar.) Uma tempestade solar gigantesca e inédita em tamanho criou uma erupção/ejeção de Massa Coronal espetacular em 7 de junho de 2011.(foto Nasa/SDO).

É natural para a redistribuição de matéria interestelar e intra-heliosférica criar novas unidades estruturais e processos nos domínios interplanetários. Eles são principalmente observados na formação estruturada de sistemas estendidos de nuvens de plasma magnético [23], e uma freqüência aumentada na geração de ondas de choque; e seus efeitos resultantes. [24].

Já existe um relato de duas novas populações de partículas cósmicas que não eram esperadas serem encontradas nos cinturões de radiação de Van Allen [25]; particularmente uma injeção de um denso elétron maior que 50 MeV na magnetosfera interna durante tempos de abruptas tempestades magnéticas solares[CME’s], e a emergência de um novo cinturão consistente de elementos iônicos tradicionalmente encontrados na composição de estrelas. Esta qualidade recentemente mudada do espaço interplanetário não somente realiza a função de um mecanismo planetário de interação da transmissão, mas [isto é mais importante] exerce ação estimulante e programador sobre a atividade solar em suas fases mínima e máxima. A efetividade sísmica do vento solar também está sendo observada [26,27].

1.3 – O Aparecimento de Novos Estados e Regimes de Atividade do Sol:

Tanto quanto diga respeito ao estado físico estelar do Sol, devemos primeiro ressaltar o fato de que importantes modificações têm ocorrido no existente modelo comportamental do objeto central de nosso sistema solar, o SOL. Esta conclusão vem de observações e relatos de formas não usuais, poderes energéticos e atividades nas funções solares [20,21], bem como nas modificações em suas propriedades básicas fundamentais [28]. Desde o fim do mínimo de Maunder, um progressivo crescimento da atividade geral solar tem sido observado. Este crescimento se revelou mais definidamente no 22º.ciclo de CMEs; o que oferece um problema real para os heliofísicos que estão admitindo rever seus principais cenários explanatórios:

1.3.1 A respeito da velocidade de alcançar máximos de super FLARES.
1.3.2 A respeito do poder emissor de cada FLARE em separado.
1.3.3 A respeito da energia dos raios cósmicos solares,emissão de plasma solar etc.

Sobretudo, a sonda Ulysses, atravessando as altas latitudes heliosférica, registrou a ausência dos pólos magnéticos do Sol, o que mudou drasticamente o modelo geral do magnetismo solar, e posteriormente complicou as apresentações analíticas dos magnetologistas. O papel mais importante heliosférico dos buracos coronais tem agora se tornado claro; para regular a saturação magnética do espaço interplanetário. [28,30].

Adicionalmente, eles geram todas as grandes tempestades geomagnéticas e as ejeções com um campo magnético dirigido para o sul, são geoefetivas [22]. Há também existente substanciação favorecendo os efeitos dos ventos solares sobre a zona de circulação atmosférica da Terra e na dinâmica da litosfera terrestre. [31].

segundo-sol-sistema-binário

O nosso sistema solar também poder ser um sistema duplo, COM DOIS SÓIS, e o segundo SOL estaria chegando e irá causar uma série de distrúrbios em todo o sistema solar.

O 23º ciclo de CMEs foi iniciado por uma curta série de manchas solares em agosto de 1995 [32], o que nos permitiu prever o máximo de atividade solar em 1999. O que também é importante, é que uma série de flares de classe C já tinha acontecido em julho de 1996. A especificidade e energia deste ciclo foram discutidas no final da década de 1980. [23]. A aumentada freqüência das chamas de fluxo de raios X, que ocorreram bem no início deste ciclo forneceu a evidência dos eventos em grande escala a acontecerem; especialmente em relação a um aumento na freqüência dos superflashes. A situação tinha se tornado extremamente séria devido ao crescimento nas qualidades transmissoras do meio ambiente interplanetário. [23, 24] e o crescimento da função heliosférica dos sistemas de Júpiter; com Júpiter tendo a possibilidade de ser envolvido por uma plasmosfera se extendendo sobre a órbita da sua lua IO [13].

Como um conjunto, todas as instalações de relatório e observação dão evidência de um crescimento na velocidade, qualidade, quantidade e poder energético dos processos heliosféricos de nosso sistema solar. 

Nota de atualização de 01/8/98: o inesperado aumento de nível da atividade solar na última metade de 1997, tem continuado no presente tempo, e fornece forte substanciação para a afirmação acima. Houve três eventos de fluxo nível X-9 em 1997 onde apenas um era previsto; um aumento de 300%. O mais dramático deles, uma ejeção de massa coronal X-9.1 em 6 de novembro de 1997 produziu um evento próton aqui na Terra de aproximadamente 72 horas de duração. O caráter, escala e magnitude da atual atividade do Sol tem aumentado ao ponto que um agente do governo do programa de satélite solar relatar recentemente a estação, começando o relatório dizendo: “tudo explodiu da parte do Sol, hoje, dia 3 de janeiro de 1998”.

2.0- OS PROCESSOS DE REORGANIZAÇÃO NA TERRA:
As observações registradas e documentadas de todos os processos geofísicos [meio ambiente planetário] e as modificações progressivas claramente significativas em todos os relacionamentos físicos solares-terrestres em ciência, combinados com os efeitos integrais da atividade antropoenedo [antropohenedus] na heliosfera de nosso sistema solar, [33,34], leva-nos a concluir que uma reorganização global e transformação das qualidades físicas e ambientais da Terra estejam ocorrendo agora, diante de nossos olhos.

Este rearranjo atual constitui um a mais na longa linha de eventos cósmicos-históricos de significativas transformações evolutivas do sistema solar que são causadas pela modificação periódica, e ampliação, dos processos heliosferico-planetário-solar. No caso do nosso planeta, estes novos eventos têm colocado uma intensa pressão sobre o meio ambiente geofísico; causando novas qualidades a serem observadas nos processos naturais aqui na Terra; causa e efeito que já têm produzido processos híbridos pelos planetas de nosso sistema solar; onde a combinação dos efeitos sobre a matéria natural e características de energia tem sido observados e relatados.

Agora discutiremos os processos globais, regionais e locais.

2.1 A inversão do campo geomagnético Polar da Terra:
Tendo claro em mente o conhecido papel significativo do campo magnético na vida humana, em todos os processos biológicos, sublinharemos as características gerais deste estado de mudança no campo geomagnético da Terra. Temos que nos lembrar das muitas espaçonaves e satélites que tem registrado o crescimento da saturação heliosférica magnética em anos recentes [11, 18,35]. A resposta natural da Terra a este nível de saturação elevado se revela em sua intensidade dipolo, sua localização nos pólos magnéticos “c” e seus processos de ressonância de campo eletromagnético [36]. A Terra é o número um entre todos os planetas no sistema solar com respeito a sua habilidade específica a respeito da magnetização da matéria. [6].

Em anos recentes temos visto um crescimento de interesse por geofísicos e magnetologistas, em geral, nos processos geomagnéticos [37-40], e especialmente, em viajar aos pólos magnéticos da Terra [41,42]. Eles estão particularmente interessados em observar os fatos que cercam a viagem direta ou vetorizada do pólo Sul Antártico. Nos últimos cem anos, este pólo magnético tem viajado quase 900 km à frente, e para dentro, do Oceano Índico. Estas mudanças significativas dos pólos magnéticos começaram em 1885.

Os dados mais recentes sobre o estado do pólo magnético Norte Ártico que está se movendo na direção da Sibéria Oriental [uma anomalia magnética através do Oceano Ártico] revela que este pólo “viajou” mais de 120 km durante o período de dez anos entre 1973 a 1984, e 150 km durante o mesmo intervalo de dez anos, 1984 a 1994. Estes dados estimados têm sido confirmados por medições diretas ( L. Newwitt. As coordenadas do pólo Ártico agora são 78.3 graus Norte e 104.0 graus Oeste) [42].

Devemos enfatizar que está documentada a aceleração de mudança polar [3 km. por ano médio em 10 anos], e sua viagem ao longo do corredor geohistórico de inversão dos pólos magnéticos [o corredor tem sido estabelecido pela análise de mais de 400 locais de paleoinversão] necessariamente leva a conclusão que não é apenas uma mudança ou digressão da norma, mas é de fato uma inversão dos pólos magnéticos do planeta; JÁ em completo processo de desenvolvimento. 

Isto é agora visto que a aceleração da viagem polar pode crescer a uma taxa acima de 200 km por ano. Isto significa que uma inversão polar pode acontecer bem mais rapidamente do que o atualmente suposto por aqueles investigadores (N.T. – Também os “loucos” esotéricos, videntes e místicos com sensibilidade intuitiva para perceber as mudanças) sem uma familiaridade com o dominante problema da mudança polar.

Devemos também enfatizar o significativo aumento de reconhecidas anomalias magnéticas mundiais (Canadenses, na Rússia no Leste siberiano, no BRASIL, Antártica e no Ártico) na reorganização magnética da Terra. Sua importância é devida ao fato de que estas anomalias mundiais constituem uma fonte magnética que é quase independente do principal campo magnético da Terra. A maior parte do tempo, a intensidade destas anomalias magnéticas mundiais substancialmente excede todos os componentes residuais não do pólo do campo magnético total da Terra.[48]. É esta inversão do processo do campo magnético que está causando as várias transformações dos processos geofísicos da Terra e o presente estado da magnetosfera polar.

Também temos que levar em consideração o crescimento factual do ângulo da cúspide polar [isto é, os pontos polares na magnetosfera, Norte e Sul], que em meados dos anos de 1900 alcançaram 45 graus [(dados de IZMIRAN)].

[Nota: o ângulo da cúspide era aproximadamente de seis graus na maioria do tempo. Isto flutua dependendo da situação. Durante os últimos cinco anos, contudo, isto tem variado entre 25 e 46 graus].

O aumento e as imensas quantidades de matéria e de energia radiando do vento solar do Sol e espaço interplanetário, pelos meios previamente discutidos, tem começado a correr nestes pontos ampliados nas regiões polares causando que a crosta da Terra, os oceanos e as capas de gelo polar se aqueçam e DERRETAM. [27].

Nosso estudo das anteriores inversões do campo geomagnético, e seus efeitos posteriores têm nos levado à direta conclusão que estes presentes processos sendo observados estão seguindo precisamente os mesmos cenários daqueles de nossos distantes ancestrais. Sinais adicionais de inversão do campo magnético estão se tornando mais intensos em freqüência e em escala. Por exemplo: durante os anteriores 25 milhões de anos, a freqüência das inversões magnéticas era duas em meio milhão de anos enquanto que as inversões no último milhão de anos são de 8 a 14 inversões [43], ou uma inversão a cada 71 a 125 mil anos.

ampulheta

O que é essencial analisar aqui é que durante os períodos anteriores de freqüência máxima de inversões tem também um correspondente decréscimo no nível dos oceanos mundiais (10 a 150 metros) pela contração causada pelo amplo desenvolvimento dos processos dobrando as crostas. Os períodos de menor freqüência de inversão do campo magnético revelam aumentos agudos de nível de oceano mundial devido à prioridade dos processos de expansão e espalhamento na crosta. [43-44]. Portanto, o nível mundial dos oceanos depende da característica global dos processos de expansão e contração atuantes no tempo.

A corrente fase de crescimento da inversão geomagnética pode não levar a uma elevação do volume oceânico pelo aquecimento polar, mas a um decréscimo no nível dos oceanos. As freqüentes inversões significam alargamento e expansão, raras inversões significam contrações.

Os processos planetários, como regra, ocorrem por meios complexos e dinâmicos que requerem a combinação e união de todas as forças e campos em ordem de adequadamente compreender o inteiro sistema. Além da consideração da redistribuição hidrosférica, há desenvolvimento de eventos que também indicam uma quebra súbita e aguda da máquina meteorológica da Terra (mudanças climáticas irreversíveis).

https://www.youtube.com/watch?v=S31Ddm0Mb6U#t=329

Antigos problemas encontram a sua limpeza na Terra…


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GABRIEL: Problemas antigos da Terra encontram, FINALMENTE, a sua limpeza cósmica

Eu sou o Arcanjo Gabriel, juntamente com muitos outros que você pode considerar como pertencentes às Hostes de Deus.

Michael Arcanjo já informou em recentes mensagens para vocês sobre a nossa presença ESTAR muito próxima dentro do seu ambiente planetário neste momento. Nós viemos dentro da Luz do Criador de Tudo O Que É.

Então não é que os loucos tomaram conta do hospício (a civilização),  o fato é que o lugar maldito foi projetado e construído por eles  Anonymus.

Problemas antigos da Terra encontram finalmente, a sua limpeza cósmica

Fonte: http://www.wisdomoftherays.com/index.html

Mensagem do Arcanjo Gabriel:

A nossa Radiante Luz não é outra senão o Poder que flui através da Fonte UNA, para àqueles que assim necessitam e a buscam, e para benefício de toda a criação. Obrigado por ouvir o nosso apelo e de escrever esta mensagem. (Assim como agradecemos a voce que a esta lendo AGORA) …

Nós pedimos que você adicionasse esta tarefa de última hora porque existem muitos em seu mundo que estão clamando por ajuda neste tempo de turbulências e transição, mas e ainda assim alguns destes mesmos que pedem por conforto, que afirmam familiaridade com as nossas mensagens, logo facilmente esqueceram os conselhos e avisos que temos compartilhado em orientações e lições anteriores dadas no passado que se seguidas teriam feito as coisas serem muito mais fáceis agora nesses tempos, para eles próprios.

Condições de depressão induzida bioelétrica e artificialmente, a ansiedade e desligamentos relacionados com a sustentação espiritual estão sendo transmitidos em tal intensidade neste momento em seu planeta, que muitos estão se debatendo envolvidos com todo tipo de negatividade. Essa negatividade é intensificada por uma sensação de desorientação em relação ao que é a “realidade”, uma condição que resulta da frequência planetária subindo mais rápido do que alguns de vocês podem se ajustar e acompanhar.

No seu cenário mundial agora você está testemunhando facções opostas da sua elite planetária, já conhecidos como os controladores do seu mundo (que operam todos para as forças das trevas, os Sionistas, NWO-Nova Ordem Mundial, Illuminatis, Grupo Bilderberg, Reptilianos, Draconianos, etc), entrando em batalha para ver quem “será o rei da montanha”. Como dissemos a muitos anos passados isso seria necessário que acontecesse.

SOBRE REPTILIANOS E DRACONIANOS saiba mais em:

  1. http://thoth3126.com.br/category/reptilianos/

Você vê os desejos de uma facção (que preferem e têm planos diferentes para o desengano TOTAL da sua civilização) se manifestando através de tais ações anti-guerra como estão sendo tomadas eventualmente pela França, Alemanha, RÚSSIA e China.

E depois você vê a outra facção trabalhando através dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, ISRAEL, e quem quer que eles conseguirem subornar ou chantagear para favorecer a sua votação de assuntos que lhes interessam em seu fórum mundial de debates que é as Nações Unidas-ONU.  

A determinação tola de uma facção é correspondida, contrabalançada passo a passo, tecnicamente pelo poder avassalador da outra facção. Mas todos eles trabalham apenas para um só e mesmo senhor, e no conjunto TODOS TRABALHAM PARA AS TREVAS e estão preparando o terreno para o surgimento de UM  “NOVO” GRANDE LÍDER.

Mas não se deixe enganar pelas aparências externas, queridos. As facções opostas da sua “elite global” estão conduzindo seus negócios através de muitos “bonecos” (políticos medíocres e corruptos) e são todos controlados, em um nível ainda maior por uma manipulação  INTERDIMENSIONAL, PELAS MESMAS ENERGIAS DAS TREVAS. Eles exigem que o seu planeta seja mantido em baixa freqüência vibratória para o seu próprio conforto e sobrevivência e para continuar no controle total de seu mundo, sob seu domínio.

Saiba mais sobre esse controle ALIENÍGENA em:

  1. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-misterios-e-controle-alienigena/

Como isso é feito? Como explicamos em muitas lições do passado, isto é feito, como sempre tem sido feito, através da disseminação de condições que geram ou provocam emoções negativas (de baixa freqüência) como medo, desespero, raiva, ódio, fúria, etc, para atingir um máximo número de pessoas, o máximo que for possível.

Vocês, milhões de vocês, reagindo ao seu conturbado ambiente e eventos sinistros, então irradiam essa energia negativa para fora, como um monte de torres de rádio, e assim é criada uma “atmosfera” de baixa freqüência  no espaço de energia que seja confortável e nutriente para eles, e esse processo parcialmente anula as desagradáveis (para eles) ondas de energias de alta freqüência que estão incidindo (o Cinturão de Fótons, a Banda Fotônica vinda do Sol Central da Galáxia) sobre o planeta – e todo o seu sistema solar, na verdade – com intensidade cada vez maior, essa freqüência aumenta mais e mais, a cada dia que passa.

Saiba mais em:

Então, o que vocês estão testemunhando no cenário mundial agora (por meio de tais pontos focais como o Iraque, a Coréia, Egito, Síria, IRÃ, Israel, Paquistão, Afeganistão, recentemente a Ucrânia) é nada mais, nada menos do que um reflexo no domínio físico de uma grande batalha para a sobrevivência de energias escuras das trevas que os têm confortavelmente prendido e por muito tempo reinou sobre os assuntos da humanidade no planeta Terra inteiro. Imagine-os como insetos que estão colados em seu carro, no pára-brisa, ainda tentando se agarrar ao exterior do seu automóvel (planeta) enquanto você dirige através de uma espécie de CAR WASH cósmico, uma estação de lavagem do carro (seu planeta) cósmica neste momento.

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Em última instância essas energias escuras, das trevas estão mais e mais perdendo a sua ancoragem  e, por meio de desconforto absoluto pela intensificação da energia de alta frequência em TODOS OS ambientes, terão, como última escolha optar que ir para outro lugar finalmente. Mas não sem antes uma luta final. E, se conseguirem, não sem destruir tanto quanto for possível, em atitude de desespero, daquilo que não se pode mais ter para que ninguém mais possa desfrutá-lo também.

Isto é quando nós das HOSTES de Deus entramos em cena e, necessariamente, nos tornaremos participantes muito efetivos nos assuntos de seu mundo.Tanto como Michael e “Jesus”, (Sananda) tem explicado em mensagens recentes,   estamos completamente prontos para ENTRAR EM AÇÃO e dirimir quaisquer ações de agressão que cruzar a linha na zona de perigo de comprometer a saúde, a vida e a progressão evolutiva que esta à frente da Mãe Terra e das almas experienciando com ela a evolução em alinhamento com a Vontade do Criador.

Sim, isso é uma bela tarefa. Mas nós somos um adversário formidável para aqueles reconhecidos em posições de poder que parecem que optaram por serem agentes das Trevas. E, como já foi explicado, as energias das trevas associadas com seu planeta estão se sentindo muito desesperadas neste momento.

Eu, Gabriel, sou historicamente conhecido por ter um pouco de talento dramático quando se trata de fazer anúncios importantes. Então me deixe fazer este anúncio perfeitamente claro (e você pode adicionar seu próprio toque de trombeta, se assim o desejar): Nós das HOSTES DIVINA novamente instamos com aqueles em posição política com grandes capacidades, com poder para tomada de decisão a pensarem duas, três vezes e então agir de boa-consciência ou estarem preparados para aprender essa lição da maneira mais difícil. A Regra de Ouro não é difícil de seguir para aqueles que estão alinhados com a Vontade do Criador. Este é o tempo de testes e classificação sem exceções e sem “espaço de manobra”, como você os colocou.

Nós sugerimos que vocês que lêem estas palavras com apreciação e compreensão, para permanecerem diligentes sobre como manter um pé nesse mundo físico da experiência tridimensional e outro pé no nosso mundo (a freqüência mais elevada) do espírito. O equilíbrio entre estes dois domínios é fundamental para um bom passeio através da Transição Planetária (que também tem sido chamada de o Grande Despertar e a Grande LIMPEZA) agora em progresso evidente e se acelerando em seu planeta Terra.

Mantenha sua energia em equilíbrio. Não se deixe envolver pelo clima de medo que toma conta do planeta, MAS desenvolva o seu DISCERNIMENTO.

Monitore com certa distância o que seus noticiários/relatórios de notícias têm a dizer (não é necessário deixar de assisti-los, a alienação também não é positiva), para que você possa discernir muito mais do que eles gostariam de revelar ou que vocês venham saber, por suas ações e palavras (especialmente pela sua (deles) negação e/ou manipulação da verdade). 

Mas praticando e fazendo esse acompanhamento das “notícias” do seu mundo com um distanciamento saudável é que você cria um amortecedor e evita de ser puxado para as reações emocionais negativas de medo, raiva, etc, para evitar que os esforços que as trevas fazem para manipulá-los em sua emoções não os afetem mais.

Se você se encontra deslizando pela ladeira escorregadia do lado escuro da negatividade, lembre-se de chamar a Luz, tantas vezes quanto for necessário, e peça à nós, das HOSTES de DEUS para obter assistência. Estamos sempre prontos para ajudá-los. Mas vocês devem solicitar! Da mesma forma que fazer do humor um ingrediente freqüente de sua dieta diária emocional. Junto com o amor, a gratidão, bondade, o humor é um poderoso antídoto para qualquer tipo de baixa freqüência de ataque, seja de dentro ou de fora.

Saiba mais sobre as Hostes de Deus em:

  1. http://thoth3126.com.br/quem-sao-as-hostes-de-deus/ 
  2. http://thoth3126.com.br/sananda-o-comandante-da-transicao-da-terra/

Gostaríamos de fechar esta mensagem, pedindo que você também continue a enviar Amor, Luz e apreço a Mãe Terra, que resiste a uma grande negatividade neste momento de turbulência, para que vocês possam ter um ambiente de sala de aula em que mesmo o crescimento de uma única alma possa ter lugar. O destino da Mãe Terra reside no mesmo ambiente de alta freqüência de vocês que são atraídos a ouvir/ler estas nossas mensagens, instintivamente, intuitivamente vocês sabem que é também a sua nova casa.

Esse reino de dimensão superior já é a moradia para muitos de vocês durante o que vocês chamam de períodos de sono (e meditação profunda), e o “rompimento através dos véus” para despertar a consciência de que a experiência deve continuar a se intensificar na medida que o “véu de separação” continua a ficar mais tênue.

Foi nessa época no ano passado queSOLTEC, cuja tradução de funções em seus termos seria como o comandante de Geofísica da nossa missão de ajuda nesse Projeto de Transição da Terra compartilhou uma mensagem mais crítica com você que nós estamos pedindo para ser repetida aqui. Assaltos propositais e secretos em cima da sua estabilidade bioelétrica (aura, campo energético pessoal) fazem mais difícil de você lembrar o que você leu ontem, muito menos um ano atrás, e que eram mensagens que não tinham tanta urgência como agora, com o que vocês estão enfrentando nos dias atuais.

Lembrem do aviso do Mestre:  ORAI E VIGIAI. Abençoamos todos vocês que estão perseverando através dessas lições intensas de crescimento espiritual, pois assim como qualquer um cresce, assim faz  toda a criação. Esta É uma viagem grande e gloriosa, de fato!

Eu sou Gabriel, o Arcanjo, o Indicador do Caminho e aliado formidável para vocês que ouvem o chamado e fazem esforço para assumir a sua parte neste grande jogo em desdobramento. Deixo-vos na Luz e Amor que flui através de mim da Fonte de Tudo Que É.  Salu. (Postado Dezembro 2013)

Saiba mais em: http://thoth3126.com.br/poderosa-energia-emitida-pelo-centro-da-galaxia-foi-registrada/

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Como o aquecimento global VAI mudar o mapa do mundo


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nivel-mar-aumenta-ocean-level-risesComo o aquecimento global pode mudar o mapa, inundar e SUBMERGIR 14 grandes (capitais) cidades do Brasil

No pior cenário, que surge em decorrência do completo derretimento das camadas de gelo de Antártida e Groenlândia elevaria as águas dos oceanos em mais 60 metros. Os continentes mais afetados seriam a Ásia e a Europa. Países como a Holanda, Bangladesh e várias capitais (14) brasileiras sumiriam do mapa, submergindo completamente.

O derretimento completo das calotas de gelo da Antártica e da Groenlândia elevariam o nível das águas oceânicas em mais 60 metros

Autoria Johan von Mirbach (pv) –  http://dw.com/p/1GYBu

De acordo com um estudo recém-publicado pelo Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático, a temperatura global pode subir em média 12 graus Celsius caso todos os recursos de combustíveis fósseis sejam esgotados na Terra. Isso resultaria no derretimento completo das camadas de gelo que cobrem a Antártida e a Groenlândia.

Embora o aumento de temperatura não deva acontecer repentinamente, a manutenção do atual comportamento da sociedade pode mudar a face da Terra, afirma Ricarda Winkelmann, principal autora do estudo alemão.

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Fotos de satélite do degelo da Groenlândia, que em apenas 20 anos perdeu sua cobertura de gelo no verão de 2012.

Segundo o estudo, caso todos os recursos disponíveis de combustíveis fósseis sejam queimados, a camada de gelo da Antártida entrará em colapso. Consequentemente, o nível do mar subiria três centímetros por ano. O ápice – depois de vários milhares de anos – seria de 58 metros, que corresponde à quantidade de todo o gelo derretido. Europa e Ásia seriam as regiões mais afetadas.

No norte da Europa, a Holanda seria completamente engolida pelo mar. As cidades alemãs de Hamburgo e Berlim estariam completamente submersas. E a costa alemã se moveria para aproximadamente 400 quilômetros ao sul. A Dinamarca ficaria reduzida a um minúsculo país insular. Veneza estaria submersa – apesar de todas as barragens para impedir inundações.

“Se quisermos que futuras gerações passeiem em cidades como Tóquio, Hong Kong, Xangai, Rio de Janeiro, Hamburgo ou Nova York, precisamos evitar o derretimento na Antártida Oriental”, diz Andres Levermann, coautor do estudo do Instituto de Potsdam, acrescentando que isso só poderia ser feito parando as emissões de gases do efeito estufa.

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Mapa mostra, em azul, as áreas que seriam alagadas na Europa e no Oriente Médio: Holanda sumiria

A Ásia seria o continente mais atingido. Todo o país de Bangladesh, que conta com uma população de 180 milhões de habitantes, ficaria submerso. Além disso, as cidades de Cingapura, Hong Kong, Xangai e Pequim não existiriam mais.

Se o aquecimento global pudesse ser contido em 2 graus Celsius, o nível do mar subiria cerca de um metro – o que ainda seria aceitável, segundo os autores do estudo. Mas mesmo assim, pequenos Estados insulares com as Ilhas Maldivas e Tuvalu desapareceriam da face da Terra.

Brasil teria 14 capitais submersas

No site geology.com é possível verificar os efeitos da subida do nível do mar em todas as regiões do globo terrestre. No Brasil, por exemplo, capitais como Porto Alegre, Florianópolis, Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Aracaju, Maceió, João Pessoa, Natal, Fortaleza, São Luís, Belém, Macapá e Manaus ficariam completa ou parcialmente submersas. As maiores invasões de água aconteceriam na Bacia Amazônia e na Bacia Platina, incluindo todo o atual litoral gaúcho.

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Com o nível das águas subindo 60 metros o Brasil perde 14 capitais de estado que serão submersas pela elevação dos oceanos e a bacia amazônica é completamente inundada…

Em dezembro de 2015, representantes de 194 países se reuniram numa conferência das Nações Unidas sobre o clima, em Paris. Eles esperam chegar a um acordo sobre um novo tratado global para proteger o meio ambiente. Porém, promessas climáticas nacionais apresentadas até aqui não são suficientes para impedir o aumento de 2 graus Celsius.

Independentemente do que for acordado em Paris, todos os habitantes terrestres vão sentir os primeiros efeitos da mudança do clima ainda nesta geração – seja por aumento de temperaturas ou por tempestades mais pesadas. Para as gerações futuras, no entanto, as consequências podem ser piores.

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Até agora, a Antártida tem contribuído com menos de 10% para os níveis crescentes do mar. Mas se as temperaturas continuarem aumentando, a camada de gelo no Polo Sul entraria em colapso. Isso transcorreria lentamente – demoraria alguns milhares de anos para o derretimento completo acontecer. Postado em Setembro 2015.

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Carro elétrico prepara uma ultrapassagem


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Os veículos movidos à eletricidade preparam um salto no mercado de automóveis.

Os veículos elétricos conquistam um espaço maior, a cada Salão do Automóvel de Genebra: atualmente quase todas as montadoras apresentam um modelo.

Para Marco Piffaretti, um dos pioneiros dessa tecnologia, dentro de 20 anos, metade da frota de carros será elétrica. Aos 22 anos de idade, ele fundou a Protoscar, uma empresa de engenharia que desenvolve soluções técnicas e de design no campo da mobilidade ecológica. 

O carro elétrico é muito interessante para os grandes centros urbanos e a problemática da geração do CO2, mas a indústria ainda não entendeu completamente que ele é seu próprio futuro.

Por Armando Mombelli – Fonte: http://www.swissinfo.ch/

Já faz 30 anos que Marco Piffaretti tenta colocar “o sol no motor”.  Aos 22 anos de idade, ele fundou a Protoscar, uma empresa de engenharia que desenvolve soluções técnicas e de design no campo da mobilidade ecológica. Entre 2009 e 2011, a empresa do Ticino (sul da Suíça) apresentou três modelos, o Lampo, um carro esportivo elétrico, capaz de acelerar de 0 a 100km/h em 4,5 segundos. Mais detalhes na entrevista a seguir.

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Clique na imagem para ampliar.

Fala-se de carro elétrico já faz tempo. Por que as montadoras começaram a produzi-los apenas alguns anos atrás?

Marco Piffaretti: O grande salto no avanço do uso da eletricidade ocorreu em 2009, quando os carros começaram a usar a bateria de lítio, que já era usada nos computadores e nos telefones celulares. Esta nova solução técnica permitiu um desempenho duas ou três vezes superior às tecnologias anteriores.

O motor elétrico também foi potencializado e tornou-se mais leve e eficiente. Mas a grande aceleração veio mesmo através da bateria de lítio. Ela garante uma autonomia de 100 a 400 km, dependendo do modelo.

Hoje,  graças a estes progressos, um carro elétrico oferece um desempenho bem melhor do que um automóvel com o motor a combustão.  Os veículos elétricos consomem, em média, um quarto da energia usada pelos modelos a gasolina ou diesel.

Qual é o motivo deste rendimento melhor?

MF: O motor a combustão, que usamos faz uns cem anos, é um sistema pouco eficiente. Ele provoca muito desperdício de calor;  o gás da descarga pode chegar aos 900 graus centígrados. O carro a combustão é uma estufa sobre quatro rodas. Para evitar que o motor entre em fusão, este calor é expelido através de um sistema de resfriamento. Na prática, apenas um quarto da energia do combustível é usada para funcionar o carro. O resto vai embora na forma de calor.

O motor elétrico, ao contrário, chega aos cem graus, no máximo. Quase toda a energia serve para fazer funcionar o carro. Além disso, quando se freia, o carro elétrico recupera energia. O motor funciona como um dínamo e contribui para realimentar a bateria.

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As três versões do Lampo, protótipos de carros elétricos idealizados por Marco Piffaretti para mostrar o potencial dos veículos elétricos. (protoscar.com)

E quais são as desvantagens?

MF: A única e grande desvantagem é o preço de compra, ainda 30 a 40% acima do carro a combustão. A diferença é por causa da bateria. Ela representa 30% do custo final. Esse preço não está sujeito apenas aos materiais mas à qualidade do produto que deve suportar vibrações e grandes mudanças de temperaturas por uma dezena de anos. A tração elétrica permite a economia de muito dinheiro em termos de manutenção. Mas, no momento da compra, é como se o consumidor gastasse o equivalente a 20.000 litros de gasolina…

O senhor criou o Lampo, um carro elétrico, com desempenho equivalente ao de um Ferrari ou de um Lamborghini. Por que motivo desenvolveu um protótipo com estas características?

MF: Em 2009, quando apresentamos o primeiro Lampo no Salão de Genebra, o carro elétrico era visto principalmente como um meio adequado à mobilidade urbana, para amenizar os problemas da poluição e dos barulhos noturnos. Com o Lampo quisemos demonstrar que era uma solução para todos os tipos de veículos, dos caminhões ao carro esportivo. Tendo em conta o preço da bateria, atualmente, é mais fácil equilibrar os custos se o carro roda muitos quilômetros. Do ponto de vista financeiro, o carro elétrico é mais indicado para quem o utiliza o tempo todo e menos para quem circula pouco, como ocorre no setor do luxo. Isto explica, em parte, o sucesso da estratégia seguida pela Tesla.

http://charts.swissinfo.ch/hqbFm/1/

O Lampo nos serve, além de tudo, como laboratório para experimentar as tecnologias que propomos aos nossos clientes. Por exemplo, o sistema de carga rápida da bateria que permite a aquisição de energia para 100 quilômetros em apenas sete minutos de “abastecimento”. Além da recarga inteligente, levando em conta a disponibilidade da energia fotovoltaica e das cargas da rede.

Segundo estudos, em 2035, metade dos automóveis em circulação será movida a eletricidade. Esta meta é viável diante do alto custo do carro?

MF: Sim, existe uma vontade crescente, mesmo da parte dos políticos, de promoção da mobilidade sustentável. A União Europeia, por exemplo, emitiu uma norma que obriga as montadoras a reduzirem, em muito, as emissões de CO2 (menos de 95g/km, até 2021). Além disso, muitos países estão introduzindo novos incentivos. Na França, o governo decidiu impor uma taxa sobre o diesel que a ser redistribuída sob a forma de prêmio de 10 mil euros a quem comprar um carro elétrico. Na Noruega, os carros mais vendidos já são os elétricos. Em meio a esta grande transformação, alguns países irão atingir o objetivo antes de 2035.

E na Suíça?

MF: Até agora, infelizmente, não existe uma verdadeira política de incentivo a favor da mobilidade elétrica. A Confederação suíça introduziu o programa “Minienergia” para promover a economia de energia nos prédios residenciais. Mas não existe nada de equivalente para os carros que provocam também grandes emissões de CO2.

A sensível queda do preço do petróleo não ameaça frear a mobilidade elétrica?

MF: Pode ser um freio temporário mas não vai poder evitar a chegada da eletromobilidade.  A concepção e o desenvolvimento de um carro consome entre 5 e 10 anos e neste período o preço do petróleo certamente vai voltar a subir.

Para poder decolar, a mobilidade elétrica vai precisar de uma nova infraestrutura, de uma vasta rede de abastecimento. Qual é a situação atual?

MF: Até agora, os Estados Unidos lançaram algumas iniciativas para a promoção do desenvolvimento dos carros elétricos. Mas a disposição para as redes de apoio, a infraestrutura, ainda não aconteceu. Entretanto, existem sempre mais cidades e regiões que começam a se questionar sobre este novo desafio:  por exemplo, quantas colunas de reabastecimento serão necessárias nos próximos anos e quais escolhas técnicas deverão ser feitas.

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Um carro elétrico sendo “abastecido”.

Entre as atividades principais da nossa empresa esta a realização de estudos que demonstrem as exigências futuras da infraestrutura de abastecimento para os carros elétricos e híbridos para as cidades e regiões do país. Desenvolvemos alguns planos urbanísticos para as cidades de Stuttgart e Zurique, assim como para os cantões de Ticino e Genebra, e contamos poder elaborar outros projetos até mesmo fora da Suíça.

Marco Piffaretti: Nascido em 1965, em Bellinzona, Marco Piffaretti estudou design de automóveis na Escola de Arte Aplicada de Turim e na Art Center College of Design di La Tour de Peilz, no Cantão Vaud. Ele começou a se apaixonar pela mobilidade sustentável em 1986. Ainda era um estudante quando participou do Tour do Sol, a primeira corrida mundial para carros movidos com a energia fotovoltáica, organizada na Suíça.

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Marco Piffaretti

Em 1987, fundou a Protoscar, uma empresa de engenharia e design, com sede em Rovio, no Cantão Ticino, especializada no desenvolvimento de carros a propulsão alternativa e de veículos ecológicos.

Entre 1994 e 2001, foi diretor do programa VEL1, em Mendrisio, um projeto promovido pela Confederação suíça para introduzir 400 carros elétricos num município de dez mil habitantes. Desde 2012 é o diretor de Infovel, o centro de competência para a mobilidade sustentável do Cantão Ticino, na Suíça.

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ProtonMail é seguro contra a espionagem da NSA dos EUA


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ProtonMail: Único Sistema de E-mail seguro e que a N.S.A. (National Security Agency – Agência Nacional de Segurança, dos EUA) não tem possibilidade de acessar:

Quando a notícia da vigilância da NSA nas comunicações eletrônicas quebrou as manchetes no ano passado, enviou ondas de choque através do CERN, o laboratório de física de partículas na Suíça. …

O Único Sistema de E-mail que a N.S.A. (National Security Agency – Agência Nacional de Segurança, dos EUA) não tem possibilidade de acessar 

Hollie Slade – Forbes Staff  – Fonte: http://www.forbes.com

A partir de então Andy Yen, um estudante de PhD, enviou para os jovens no  grupo Facebook CERN uma mensagem simples:   “Eu estou muito preocupado com a questão da privacidade na internet, e eu queria saber o que eu poderia fazer sobre isso” 

Houve uma resposta em massa, e dos 40 membros ativos na discussão aberta sobre a segurança na Internet, seis começaram a se reunir na casa Restaurante Número 1 do CERN, reunindo seu profundo conhecimento da computação e física para fundar o ProtonMail , um sistema de e-mail semelhante ao gmail do Google que usa criptografia end-to-end, o que torna impossível para as partes externas para monitorar e interceptar as mensagens.

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Os co-fundadores do ProtonMail, a partir da esquerda para a direita, Jason Stockman, Wei Sun e Andy Yen.

Os E-mails criptografados realmente surgiram em torno da década dos anos de 1980, mas eles são extremamente difíceis de se usar. Quando Edward Snowden pediu a um repórter (Green Grenwald) que usasse um sistema de E-mail criptografado end-to-end para compartilhar detalhes do programa de vigilância da NSA o repórter não conseguiu que o sistema funcione, diz Yen. 

“Nós criptografamos os dados no navegador antes de eles entrarem para o servidor”, explica ele. “No momento em que os dados vêm para o servidor eles já estão criptografados, por isso, se alguém vem até nós e diz que gostaria de ler os e-mails de alguma pessoa, tudo o que podemos dizer é que só temos os dados criptografados, mas lamentamos que não temos a chave da criptografia e não podemos dar-lhe essa chave da criptografia”.

“Nós basicamente separamos a mensagem que é criptografada para além da tecla -. Toda a criptografia acontece em seu computador, em vez de em nossos servidores, por isso não há como de se ver a mensagem original”

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Isto é diferente de todos os outros sistemas, diz Yen. Embora o Gmail do Google tenha implementado alguma criptografia, eles ainda têm a mensagem criptografada e a chave para decifrar as mensagens. 

Enquanto metade da equipe está agora no MIT, alguns ainda estão na Suíça, onde os servidores do ProtonMail estão alojados para proteção extra. “Uma das principais coisas que queremos fazer é controlar nossos servidores e garantir que todos os servidores estejam situados na Suíça, o que irá aumentar a privacidade, porque a Suíça não faz coisas como aproveitar servidores ou gravar conversas de fita”, diz Yen. Isso ajudará a evitar uma situação em que o governo dos EUA poderia desligá-los à força, diz Yen, semelhante ao que aconteceu com o sistema Lavabit no ano passado.

Yen recusou empresas de capital de risco que procuraram investir capital noProtonMail. “A razão pela qual temos que ser cautelosos é porque se tomarmos o nosso dinheiro de algo como, GOOGLE 0,02% Ventures, lá se vai a nossa credibilidade. Por estar neste mercado temos de nos financiar “, diz ele, acrescentando que eles estão considerando fazer uma rodada de crowdfunding no próximo mês.

O Modelo de receita do ProtonMail é semelhante a algo como Dropbox – cobrando apenas para o armazenamento extra.

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Co-fundador Jason Stockman dando uma palestra informal no MIT

“Uma de nossas motivações foi os direitos humanos”, diz Yen. “Ter privacidade é muito importante do ponto de vista da liberdade de expressão”.

As contas pagas terão custo de US$ 5/mês e irá fornecer 1 GB de armazenamento. Yen diz que eles vão aceitar bitcoin ou mesmo pagamentos em dinheiro para permitir aos usuários permanecerem anônimos.

Eles recentemente fizeram uma atualização para que pudessem apoiar os chineses.  Yen diz que eles não anunciaram isso, mas através de Twitter Twtr -4,59% um blogueiro que tem estado envolvido com a liberdade de expressão descobriu a oferta do ProtoMail, sobre seus serviços.

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“De repente, tivemos um fluxo de centenas de usuários chineses – estes são dissidentes que não querem o governo chinês a persegui-los”, diz Yen. “É porque queremos apoiar os usuários como estes que queremos manter um certo nível de serviço gratuito.”

Yen espera que eles vão ver um aumento de procura de pessoas de países como China, Síria, Rússia e Irã, onde “você tem esses grandes populações que não podem enviar um e-mail sem medo de que eles possam ser presos.” É também uma alternativa para o modelo de receita com base em anúncios de serviços gratuitos como Gmail que digitalizar ativamente seus e-mails para entregar anúncios relevantes para você online.

“Você é obrigado a confiar no Google”, diz Yen. “O que isto realmente mostra é que o Google não é realmente confiável. O Google faz dinheiro, verificando seus e-mails e alimentando-lhe anúncios usando sobre o que você está escrevendo, parte de sua estrutura central é permitir que o Gmail possa ler seus e-mails e usar os seus dados. “

A maioria da equipe de ProtonMail gasta metade do seu tempo trabalhando no projeto. “Somos todos cientistas do CERN ou do MIT, por isso estamos fazendo uma pesquisa sobre computação, matemática, física, que na verdade esta intimamente relacionado com o que fazemos no e-mail seguro. A criptografia é muito matemática por isso temos quatro físicos com doutorado que trabalham neste projeto”, diz Yen.

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A gigantesca sede da agência NSA-National Security Agency, que comanda a espionagem global no planeta, denunciada por seu ex funcionário Edward Snowden.

ProtonMail acaba de lançar a nível mundial a partir de uma versão beta privada e está atualmente trabalhando em um aplicativo Android ou iPhone que deverá estar pronto até o final do verão. Yen diz que a demanda é muito maior do que o esperado.

“Estamos perto de 20.000 usuários agora e tivemos que fechar as inscrições temporariamente enquanto nós adicionamos mais servidores. Não esperávamos 10.000 usuários por dia, mesmo em nossas projeções mais otimistas, então estamos lutando agora para termos mais suporte”, disse ele.

Um computador feito à dois mil anos, o primeiro da história?


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antikythera (1)O primeiro computador da história? Conheça o objeto mais misterioso da história da tecnologia

Se não fosse uma forte tempestade na ilha grega de Antikythera, há pouco mais de um século, um dos objetos mais desconcertantes e complexos do mundo antigo jamais teria sido descoberto. Após buscar abrigo na ilha, um grupo de catadores de esponjas marinhas decidiu ver se dava sorte naquelas águas.

Um computador feito à dois mil anos, o primeiro da história? Conheça o objeto mais misterioso da história da tecnologia

Eles acabaram encontrando os restos de uma galé romana que havia naufragado havia 2 mil anos, quando o Império Romano começou a conquistar as colônias gregas no Mediterrâneo. Nas areias do fundo do mar, a 42 metros de profundidade, estava amaior reunião de tesouros gregos encontrada até então. Entre belas estátuas de cobre e mármore estava o objeto mais intrigante da história da tecnologia.

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No começo o artefato não dizia nada aos cientistas, mas eles logo notaram que as peças traziam marcas e inscrições

Trata-se de um instrumento de bronze corroído, do tamanho de um laptop moderno, feito há 2 mil anos na Grécia antiga. É conhecido como máquina (ou mecanismo) de Antikythera. E mostrou ser uma espécie de máquina do futuro. No começo, as peças, cobertas por uma crosta e unidas após passar 2 mil anos no leito do mar, ficaram esquecidas.

Mas um olhar atento mostrou que eram objetos feitos com esmero, engrenagens mecânicas talhadas à mão. “Se não tivessem descoberto a máquina em 1900, ninguém teria imaginado, ou nem mesmo acreditado, que algo assim existia, pois é muito sofisticada”, disse à BBC o matemático Tony Freeth, da Universidade de Cardiff.

“Imagine: alguém, em algum lugar da Grécia antiga, fez um computador mecânico“, afirma o físico grego Yanis Bitzakis. Como Freeth, ele integra a equipe internacional que investiga o artefato. “É um mecanismo de genialidade surpreendente”, acrescenta Freeth.

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A primeira surpresa: o mecanismo era formado por 27 engrenagens

E eles não estão exagerando. Foram cerca de 1.500 anos até algo parecido com a máquina de Antikythera voltar a aparecer, na forma dos primeiros relógios mecânicos astronômicos, na Europa.

Mas essas são as conclusões da história: entender o que era o misterioso objeto e para o que servia tomou muito tempo, conhecimento e esforço.

Vanguarda

O primeiro a analisar em detalhes os 82 fragmentos recuperados foi o físico inglês Derek John de Solla Price (1922-1983). Ele começou o trabalho nos anos 1950 e em 1971, juntamente com o físico nuclear grego Charalampos Karakalos, fez imagens das peças com raios-X e raios gama.

Eles descobriram que o mecanismo era extremamente complexo, com 27 rodas de engrenagem em seu interior. Os especialistas conseguiram datar algumas outras peças com precisão, entre os anos 70 a.C. e 50 a.C. 

Mas um objeto tão extraordinário não podia ser daquela época, pensavam os especialistas. Talvez fosse mais moderno e tivesse caído no mesmo local por casualidade.

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Números que começaram a surgir coincidiam com os conhecimentos dos gregos da época: 127 e 235 dentes

Números que começaram a surgir coincidiam com os conhecimentos dos gregos da época: 127 e 235 dentes

Price deduziu que contar os dentes em cada roda poderia fornecer pistas sobre as funções da máquina. Com imagens bidimensionais, as rodas se sobrepunham, o que dificultava a tarefa, mas ele conseguiu chegar a dois números: 127 e 235.

“Esses dois números eram muito importantes na Grécia antiga”, diz o astrônomo Mike Edmunds. Seria possível que os gregos antigos estivessem usando a máquina para seguir o movimento da Lua?

A ideia era revolucionária e tão avançada que Price chegou a questionar a autenticidade daquele objeto. “Se cientistas gregos antigos podiam produzir esses sistemas de engrenagens há dois milênios, toda a história da tecnologia do Ocidente teria que ser reescrita”, diz o matemático Freeth.

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As contas não fechavam se apenas um ano solar fosse levado em conta, mas em um ciclo de 19 anos… Os gregos antigos sabiam muito sobre os corpos celestes, por mais complicadas que fossem suas órbitas

Mecanização do conhecimento?

A cultura grega de dois milênios atrás é uma das mais criativas da humanidade, e os investigadores daquele objeto não questionavam o desenvolvimento da civilização grega, inclusive na astronomia.

Os gregos sabiam, por exemplo, como os corpos celestes se moviam no espaço, podiam calcular suas distâncias da Terra e a geometria de suas órbitas. Mas teriam sido capazes de fundir astronomia e matemática em um artefato e programá-lo para seguir o movimento da Lua?

O número 235 que Price havia encontrado era a chave do mecanismo para computar os ciclos da Lua.

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Engrenagens identificadas pelos cientistas não estavam encaixadas, e montar o quebra-cabeças demandou muito trabalho

“Os gregos sabiam que de uma nova Lua a outra se passavam, em média, 29,5 dias. Mas isso era problemático para seu calendário de 12 meses no ano, porque 12 x 29,5 = 354 dias, 11 dias a menos do que o necessário”, afirmou à BBC Alexander Jones, historiador especializado em astronomia antiga.

“O ano natural, com as estações, e o ano-calendário perderiam a sincronia.”

Os gregos, contudo, sabiam que 19 anos solares são exatamente 235 meses lunares, o chamado ciclo Metônico. “Isso significa que se você tem um ciclo de 19 anos, a longo prazo seu calendário estará em perfeita sintonia com as estações.” O ciclo Metônico foi identificado em um dos fragmentos da máquina de Anticítera.

Revoluções

Graças aos dentes das engrenagens, a máquina começou a revelar seus segredos. As fases da Lua eram extremamente úteis na época dos gregos antigos. De acordo com elas determinavam-se épocas de plantio, estratégias de batalha, festas religiosas, momentos de pagar dívidas e autorizações para viagens noturnas.

O outro número, 127, serviu para Price entender outra função da máquina relacionada com nosso satélite natural: o aparelho também mostrava as revoluções da Lua ao redor da Terra. Após 20 anos de investigação intensa, Price concluiu que havia desvendado aquele artefato. Mas ainda havia peças do quebra-cabeças por encaixar.

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Graças a milhões de tabelas com dados históricos que arquivaram ao longo do tempo, babilônios encontraram o padrão dos eclipses.  Um mecanismo complexo para desvendar os caprichos da Lua

O futuro 223

O passo seguinte demandou tecnologia feita sob encomenda para aquele desafio. Uma equipe internacional dedicada a estudar a máquina conseguiu convencer o engenheiro de raios-X Roger Hadland a criar um equipamento especial para fazer imagens do mecanismo.

E usando outro aparelho que havia realçado os escritos que cobrem boa parte dos fragmentos, encontraram uma referência às engrenagens e a outro número chave: 223.

Três séculos antes da idade de ouro de Atenas, astrônomos babilônios antigos descobriram que 223 luas após um eclipse (cerca de 18 meses e 11 dias, período conhecido como ciclo Saros), a Lua e a Terra voltavam para a mesma posição, de modo a provavelmente produzir outro eclipse.

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Informações sobre eclipses que pesquisadores encontraram na máquina de Anticítera são surpreendentemente sofisticadas

“Quando havia um eclipe lunar, o rei babilônio deixava o posto e um substituto assumia o poder, de modo que os maus agouros fossem para ele. Logo o substituto era morto e o rei voltava a assumir sua posição”, conta John Steele, especialista em Babilônia do Museu Britânico.

E o 223 era o número de outra roda do mecanismo. A máquina de Antikythera podia prever eclipses. Não apenas o dia, mas a hora, direção da sombra e cor com a qual a Lua apareceria.

Tudo dependia da Lua

Como se tudo isso não fosse bastante, os pesquisadores descobriram outra maravilha. O ciclo Saros, uma interação repetitiva de 223 meses do Sol, da Terra e da Lua, dependia do padrão da Lua e “nada sobre a Lua é simples”, diz Freeth.

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O movimento dos cinco planetas que podiam ser vistos a olho nu: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno

“Não apenas a Lua tem a órbita elíptica – assim viaja mais rapidamente quando está mais perto da Terra -, mas essa elipse gira lentamente, em um período de 9 anos. Podia então a máquina de Antikythera rastrear o caminho flutuante da Lua?

Sim, podia: duas engrenagens menores, uma delas com uma pinça para regular a velocidade de rotação, replicavam com precisão o tempo de órbita da Lua, e outra, com 26 dentes e meio, compensava o deslocamento dessa órbita.

E ao examinar o que sobrara da parte frontal do aparelho, os investigadores concluíram que ele tinha um planetário como os gregos entendiam o Universo naquele momento: a Terra no centro e cinco planetas ao redor.

Era uma ideia extraordinária: pegar teorias científicas da época e mecanizá-las para ver o que aconteceria dias, meses e décadas depois”, diz o matemático.

Mistério dentro de um enigma

“Essencialmente, foi a primeira vez que a raça humana criou um computador”, acrescenta Freeth. “É incrível como um cientista daquela época descobriu como usar engrenagens para rastrear os complexos movimentos da Lula e dos planetas.”

Mas quem foi esse cientista? Uma pista estava em outra função da máquina. O aparelho também previa a data exata dos Jogos Pan-Helênicos: quatro festivais separados que se realizavam periodicamente na Grécia Antiga: Jogos Olímpicos, ou de Olímpia, Jogos Píticos, Jogos Ístmicos e Jogos Nemeus.

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Chamava a atenção o destaque aos jogos que eram celebrados no istmo de Corinto a cada dois anos, em homenagem a Poseidon, deus grego do mar

O curioso é que embora os Jogos de Olímpia tivessem mais prestígio, os Jogos Ístmicos, em Corinto, apareciam em letras maiores.

Os investigadores já tinham notado que os nomes dos meses que apareciam em outra engrenagem da máquina eram coríntios. As evidências sugeriam que o criador da máquina era um coríntio que vivia na colônia mais rica governada pela cidade: Siracusa. Siracusa era lar do mais brilhante dos matemáticos e engenheiros gregos: Arquimedes.

Trata-se, talvez, do cientista mais importante da Antiguidade clássica, que determinou a distância da Terra à Lua, descobriu como calcular o volume de uma esfera, o número fundamental π (Pi) e havia garantido que moveria o mundo com apenas uma alavanca.

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“Dê-me um ponto de apoio e moverei o mundo” – Arquimedes

“Só um matemático brilhante como Arquimedes poderia ter desenhado a máquina de Antikythera”, opina Freeth.

Sabe-se que Arquimedes estava em Siracusa quando romanos conquistaram a cidade, e que o general Marco Claudio Marcelo havia ordenado que o cientista não fosse morto, mas um soldado acabou assassinando-o.

Siracusa foi saqueada e seus tesouros foram enviados a Roma. O general Marcelo levou consigo duas peças – ambas, diziam, eram de Arquimedes.

Os investigadores acreditam que fossem versões anteriores da máquina. Um indício está em uma descrição que o orador Cícero fez de uma das máquinas de Arquimedes que viu na casa do neto do general Marcelo:

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Cícero descreveu um planetário semelhante ao da máquina de Antikythera

“Arquimedes encontrou a maneira de representar com precisão, em apenas um aparato, os variados e divergentes movimentos dos cinco planetas com suas distintas velocidades, de modo que o mesmo eclipse ocorre no globo (planetário) e na realidade.”

Mas o que aconteceu com a brilhante tecnologia da máquina? Por que ela se perdeu? Como tantas outras coisas, com a queda da civilização grega e, mais tarde, da romana, os conhecimentos “imigraram” para o Oriente, onde foram mantidos por bizantinos e árabes eruditos.

O segundo artefato com engrenagens de bronze mais antigo é do século 5 e tem inscrições em árabe. E no século 8 os mouros levaram esses conhecimentos de volta à Europa.

Investigações anteriores apontaram que a máquina estava dentro de uma caixa de madeira que não sobreviveu ao tempo.

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Todas as peças para introduzir os conhecimentos astronômicos em uma só máquina

Uma caixa que continha todo o conhecimento do planeta, do tempo, espaço e Universo.

“É um pouco intimidador saber que, logo antes da queda de sua grande civilização, os gregos antigos tinham chegado tão perto de nossa era, não apenas em pensamento, mas na tecnologia científica”, disse Derek J. de Solla Price

COMO USAR O CLORETO DE MAGNÉSIO PARA SE LIVRAR DE VEZ DA RINITE E SINUSITE


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Rinite e sinusite - Cloreto de magnésio - Cura pela Natureza

O cloreto magnésio hoje é um reconhecido remédio natural.

A imensa maioria das pessoas que tomam ou tomaram o cloreto de magnésio ficam impressionado com os seus maravilhosos resultados.

E isso não é por acaso

O cloreto de magnésio produz equilíbrio mineral, impulsiona os órgãos e suas funções, como os rins, para eliminar o ácido úrico.

Recupera as articulações, purifica o sangue, revitaliza o cérebro, rejuvenesce e conserva a juventude até alta idade.

E agora você vai conhecer uma virtude do cloreto que poucos conhecem: ele é ótimo para tratar e combater sinusite e rinite.

Soubemos disso numa comunidade sobre cloreto de magnésio no Facebook.

A explicação do método:

O vômer é um osso localizado dentro da cavidade nasal.

A dra. Lisa Destefano, professora assistente da Universidade de Michigan – Faculdade de Medicina Osteopática, afirma que esta técnica ajuda a movimentar o osso vômer, o que alivia a congestão e permite que seus seios paranasais sejam drenados.Outra forma muito boa de descongestionar os seios paranasais é massageando a sobrancelha.

Veja o vídeo e depois leia nossa explicação.

Agora vamos explicar de forma simplificada.

Você deve começar no ponto onde as duas se encontram.

Incline a cabeça levemente para a frente e, com o dedo indicador, vá massageando/pressionando toda a extensão das sobrancelhas até a ponta, onde elas terminam.

Basicamente é isso que você tem de fazer.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.

Frasco de Budesonida - Cloreto de magnésio - Cura pela Natureza

Muito fácil.

Ele pegou 33 gramas de cloreto de magnésio e dissolveu em 1 litro e meio de água.

Lavou muito bem um frasco de um medicamento chamado Budesonida (ver foto) e colocou um pouco do cloreto preparado nesse frasco.

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Frasco de Budesonida – Cloreto de magnésio – Cura pela Natureza

O frasco tem uma válvula/bomba dosificadora e ele, duas vezes por dia, borrifava um pouco de cloreto de magnésio no nariz.

O resultado segundo o divulgador da receita não poderia ser melhor: ele ficou totalmente livre da rinite e da sinusite.

Acabaram-se os espirros, a coriza, a secreção e a alergia.

Maravilha, não é?

O link do vídeo, exibido na comunidade no facebook, é este <AQUI>.

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O Quanto é GRANDE a nossa ilusão?


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 O Quanto a Terra  é grande realmente ? (e também as nossas ilusões de grandeza)

Ao perceber a relação entre os tamanhos desses corpos celestes com o nosso planeta e com  a própria humanidade poderíamos sentir os nossos  “problemas”, e nossas ilusões movidas pela vaidade, orgulho, egoísmo, etc…  E a nós mesmos como ínfimos grãos de poeira perdidos na imensidão infinita da criação divina… E com tanto a aprender sobre quem somos … Enfim … Nada mais parece ter importância real, pois tudo é muito relativo…

 “Deus é a Verdade e a Luz é a Sua sombra” –  PLATÃO

O quadro do tamanho comparativo  apresentado a seguir entre planetas, principalmente a Terra com os demais planetas, o nosso SOL com outros Sóis/Estrelas de nossa Galáxia Via Láctea e a própria galáxia com a infinidade de outros corpos galácticos iguais. 

Desse modo temos uma pequena e pálida ideia do quanto podemos ser pequenos, ignorantes e mesquinhos quando consideramos as nossas “questões pessoais” com tanta ênfase e importância em relação aos demais “problemas” de nossa civilização planetária.  

Comparação entre o “maior planeta” de nosso sistema solar, Júpiter, com o nosso próprio sol (sun) e as estrelas mais próximas do nosso sistema solar.

Ao perceber a relação entre os tamanhos desses corpos celestes com o nosso planeta e com  a própria humanidade poderíamos sentir os nossos  “problemas”, e nossas ilusões movidas pela vaidade, estupidez, orgulho, egoísmo, etc… 

E a nós mesmos como ínfimos grãos de poeira perdidos na imensidão infinita da criação divina… E com tanto a aprender sobre quem somos … Enfim … Nada mais parece ter importância real, pois tudo é muito relativo… 

 Acima: todas as imagens em escala comparativa de tamanhos são cortesia de: NASA, SOHO-Solar Heliospheric Observatory, JPL-Jet Propulsion Laboratory e Observatório (astronômico) KECK.  

Abaixo a GALÁXIA de Andrômada, NGC 224, Messier 31 ou M31, popularmente conhecida como Galáxia de Andrômeda, é uma galáxia espiral localizada a cerca de 2.900.000 de anos-luz (0,889 megaparsecs) SENDO a mais próxima da nossa Galáxia VIA LÁCTEA, onde está situado o nosso sistema solar e a Terra.

Os astrônomos estimam que somente na Galáxia de Andrômeda existam (pasmem) UM TRILHÃO DE SÓIS/ESTRELAS !!! 

Abaixo o Aglomerado de Galáxias ABELL 1689 e suas incontáveis GALÁXIAS (pasmem de novo, pois CADA PONTO DE LUZ NA FOTO, grande ou pequeno, É UM CORPO GIGANTE SEMELHANTE À GALÁXIA DE ANDRÔMEDA e a nossa Galáxia Via Láctea) com uma ideia  da possibilidade absurdamente infinita de inúmeros sóis que nos faz ter de novo uma pálida noção da possibilidade da vida em planetas habitados somente nessa pequena parte fotografada de APENAS UM Universo de todo o COSMOS !!!

Ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A1logo_de_Abell

Não se turbe o vosso coração; creia em Deus, creia também em mim. Na casa de meu pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vos teria dito. Vou preparar-vos um lugar. E quando EU for, e vos preparar um lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde EU ESTIVER vós estejais também. Mesmo vós sabeis para onde EU vou, e conheceis o caminho.  João 14: 1-4

Por Thoth3126@protonmail.ch

Lição de moradores que construíram ponte por menos de 2% do orçamento “oficial”


políticos-corruptos-eleitor-otarioA lição dos moradores, pessoas comuns com INICIATIVA, que construíram ponte por menos de 2% do orçamento projetado pela prefeitura

A ponte tem apenas 25 metros de extensão, mas a obra erguida por moradores de uma cidade do interior do Rio de Janeiro passou por cima de enormes problemas de dinheiro, ineficiência e até da corrupção que assolam o Brasil.

Combate à ineficiência e à corrupção: Lição de moradores que construíram ponte por menos de 2% do orçamento “oficial”

A história ocorreu em Barra Mansa, a cerca de 130 km do Rio de Janeiro. Lá há dois bairros de casas simples, muitas com tijolos expostos: Nova Esperança e São Luiz. Os bairros são separados por um riacho de vegetação densa, que complicava a vida dos moradores.

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A ponte, erguida por iniciativa de Manoelina dos Santos, Juracy da Conceição e Adalto Soares, faz os moradores encurtarem 2 km no caminho até a zona comercial da cidade

A questão, dizem, é que apenas um dos bairros conta com um posto de saúde. E apenas na outra margem há um ponto do ônibus que vai para o centro comercial da cidade. Para acessar esses serviços, os moradores tinham que contornar o riacho por cerca de 2 km.

Instalaram passagens de madeira, mas toda chuva mais forte carregava as estruturas improvisadas rio abaixo. Pediram uma ponte à prefeitura, mas a resposta foi que não havia recursos em razão da crise econômica.

Cansadas de esperar por duas décadas, duas donas de casa que moram em lados diferentes do rio – Manoelina dos Santos, de 72 anos, e Juracy da Conceição, de 65 anos, tiveram uma ideia: e se os moradores fizessem a ponte?

“Se dependessemos do “poder público”, iríamos esperar mais 10 anos” diz o comerciante Adalto José Soares, de 52 anos, filho de Manoelina. “Aí tomamos essa atitude, arrecadamos dinheiro com os moradores e fizemos”, afirma, em conversa com a BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Resultado: uma ponte bem mais barata, APENAS 2% do valor estimado pela prefeitura, e com recursos levantados em apenas um mês – uma lição em um país cujo poder público parece em decomposição.

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‘Variação de qualidade’

Milton Avelino, presidente da associação de moradores do Nova Esperança, explica a diferença nos orçamentos da ponte. “Pela prefeitura o valor era R$ 270 mil, nós fizemos com R$ 5 mil.” E qual é o motivo da disparidade de custos?

A Superintendência de Obras e Serviços de Barra Mansa diz que há uma “variação de qualidade nos projetos”. “Como foi feita sem aval da prefeitura, não há como garantir que houve um projeto com cálculo estrutural eficiente, prevendo, por exemplo, variações no nível do rio”, afirmou a pasta.

O comerciante Soares lembra, porém, que, em abril deste ano, parte de uma ciclovia recém-inaugurada pelo poder público desabou no Rio de Janeiro, em acidente numa obra de R$ 12,6 milhões e que matou duas pessoas.

“Não fizeram essa ciclovia bonita no Rio com engenharia e morreram duas pessoas?”, questiona. “Nós fizemos uma boa fundação, ainda que a mão de Deus seja pesada e nada pode garantir que uma chuva forte não possa levar (a ponte).”

ciclovia-rio-janeiro

Em abril de 2016, uma parte da ciclovia elevada construída dentro dos projetos para as Olimpíadas desabou matando duas pessoas. Custo da obra:  R$ 12,6 milhões

A construção tem três pilares de cimento, sobre os quais há duas vigas que sustentam o piso de chapas de 1,1 metro de largura, corrimões e ligações metálicas. “A ponte tem capacidade para suportar até três toneladas em movimento”, estima Antônio Carlos Moura, um morador da região de 56 anos que trabalha com portões elétricos e estruturas metálicas.

Ele atuou na obra, ao lado de pedreiros, eletricistas, soldadores e pintores. Trabalharam apenas aos sábados e domingos, e terminaram tudo em quatro finais de semana.

Suspeitas de corrupção

Moradores suspeitam que a diferença de custos possa ter sido uma tentativa de inflar o orçamento da obra para desviar dinheiro, como ocorria na Petrobras e outras estatais, segundo investigações da Operação Lava Jato.

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“Acredito que o poder público fosse fazer uma obra superfaturada em uma comunidade que luta com dificuldades, um município pobre de um país quebrado”, comenta Moura.

O prefeito de Barra Mansa, Jonas Marins (PC do B), foi afastado do cargo pela Justiça neste mês, acusado de irregularidades em gastos na saúde, o que ele nega. O prefeito interino, Jorge Costa (PRB), disse que a diferença nos orçamentos da ponte “é muito estranha”, mas disse não ser possível afirmar se houve ou não corrupção.

“Senti-me envergonhado por minha cidade não ter construído a ponte”, afirmou Costa, que disse ter ido pedir desculpas pessoalmente aos moradores.

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A ponte custou o equivalente a US$ 1,5 mil, enquanto autoridades orçaram a obra em US$ 81 mil

Nos bairros agora conectados pela obra, alguns já sonham com a possibilidade de o caso ser um grão de areia que ajude a mudar as coisas no Brasil. “Quem sabe se no futuro, quando as comunidades conseguirem fazer suas pontes, estradas, viadutos e hospitais, não iremos mais ouvir falar de políticos corruptos nem de corrupção”, diz o morador Moura.


“ De tanto ver triunfar nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”  (Ruy Barbosa)

N.S.A. busca construir computador Quântico para espionar melhor…


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Project Penetrating Hard Targets – NSA quer DESENVOLVER UM COMPUTADOR QUÂNTICO

Em caixas de metal do tamanho de uma sala segura contra vazamentos eletromagnéticos, a Agência de Segurança Nacional (NSA-National Security Agency) dos EUA, está correndo para construir um computador que poderia quebrar quase todo o tipo de criptografia usado para proteger dados bancários, médicos, de negócios e registros de qualquer governo em todo o mundo …

NSA busca construir computador quântico que poderia quebrar a maioria de todos os tipos de criptografia – Project Penetrating Hard Targets

Por  e Barton Gellman.

Fonte: http://www.washingtonpost.com/

… De acordo com os documentos apresentados pelo ex-funcionário da NSA, Edward Snowden, o esforço para construir “a cryptologically useful quantum computer” (um computador quantun criptologicamente útil),uma máquina exponencialmente muito mais rápida do que os computadores clássicos”.

Project Penetrating Hard Targets (Projeto de penetração em alvos difíceis) faz parte de um programa de pesquisa de US$ 79,7 milhões dólares. Muitos contratos sobre esse trabalho estão hospedados em assuntos classificados (secretos) em um laboratório em College Park, Maryland. O desenvolvimento de um computador quântico tem sido um objetivo de muitos pesquisadores na comunidade científica, com implicações revolucionárias para campos como a medicina, bem como para a missão de quebrar o código do NSA.  

Com essa tecnologia, todas as formas atuais de criptografia de chave pública seria quebrado, incluindo aqueles usados em muitos sites seguros, bem como o tipo usado para proteger segredos de Estado de muitos países. Físicos e cientistas da computação há muito tem especulado sobre se os esforços da NSA estão mais avançados do que os dos melhores laboratórios civis. Apesar de toda a extensão da investigação da agência permanecer desconhecido, os documentos fornecidos pelo ex agente Snowden sugerem que a NSA não esta mais perto do sucesso do que outros pesquisadores na comunidade científica. 

“Parece improvável que a NSA poderia estar tão longe do mundo privado, sem ninguém saber”, disse Scott Aaronson, professor associado de engenharia elétrica e ciência da computação no Instituto de Tecnologia de Massachusetts-MIT. A NSA parece se considerar numa disputa cabeça a cabeça com os demais laboratórios de computação quântica patrocinados pela União Europeia e pelo governo suíço, com o progresso constante, mas poucas perspectivas de um avanço imediato. “O âmbito geográfico diminuiu a partir de um esforço global para um foco discreto sobre a União Europeia e a Suíça”, afirma um documento da própria NSA. 

Seth Lloyd, um professor de engenharia mecânica quântica do MIT, disse que o foco da NSA não é descabido. “A UE e a Suíça fizeram avanços significativos na última década e podem até ter ultrapassado os EUA na tecnologia de computação quântica”, disse ele. A NSA se recusou a comentar algo para este artigo. Os documentos, no entanto, indicam que a agência realiza um pouco de sua pesquisa em grandes salas, totalmente blindadas, conhecidas como gaiolas de Faraday, que são projetadas para impedir que a energia eletromagnética entre ou saia. Estas salas especiais, de acordo com uma breve descrição, são necessárias “para manter experimentos de computação quântica delicados em execução.” 

O princípio básico subjacente na computação quântica é conhecido como “superposição quântica,” a idéia de que  um objeto existe, simultaneamente, em todos os estados. Um computador clássico usa bits binários, que são ou zeros ou o um. Um computador quântico usa bits quânticos, ou qubits, que são simultaneamente zero e um. Esta aparente impossibilidade faz parte do mistério que está no cerne da teoria quântica, que até mesmo os físicos teóricos dizem que ninguém entende completamente. “Se você acha que entende a mecânica quântica, você não entende a mecânica quântica”, disse o Prêmio Nobel Richard Feynman , que é amplamente considerado como o pioneiro na computação quântica. 

Veja como ele funciona, na teoria: Enquanto um computador clássico, porém rápido, tem que fazer um cálculo de cada vez, um computador quântico pode às vezes evitar ter que fazer cálculos que são desnecessários para a resolução de um problema. Isso permite que ele atinja a resposta correta procurada muito mais rápida e eficientemente. A computação quântica é difícil de alcançar devido à natureza frágil dos referidos computadores. Em teoria, os blocos de construção de tal computador pode incluir os átomos individuais, fótons ou elétrons. Para manter a natureza quântica do computador, estas partículas terão de ser cuidadosamente isoladas de seus ambientes externos.

“Os computadores quânticos são extremamente delicados, por isso, se você não protegê-los de seu ambiente, em consequencia, o cálculo será inútil”, disse Daniel Lidar, um professor de engenharia elétrica e diretor do Centro de Ciência da Informação Quantica e Tecnologia da  Universidade do Sul da Califórnia. Um computador quântico trabalhando abriria a porta para quebrar facilmente as ferramentas de criptografia mais fortes em uso hoje, incluindo um padrão conhecido como RSA, nomeado para as iniciais de seus criadores. RSA embaralha as comunicações, tornando-as ilegíveis para qualquer um, mas menos para o destinatário, sem a necessidade do uso de uma senha compartilhada.  

É comumente usado em navegadores da Web para proteger transações financeiras e em e-mails criptografados. A RSA é usado por causa da dificuldade de fatorar o produto de dois números primos grandes. Quebrando a criptografia envolve encontrar esses dois números. Isto não pode ser feito em uma quantidade razoável de tempo em um computador clássico. Em 2009, cientistas da computação, utilizando métodos clássicos foram capazes de descobrir os números primos dentro de um número de 768 bits, mas levou quase dois anos e o uso de centenas de computadores para conseguí-lo.  

Os cientistas calcularam que levaria 1.000 vezes mais tempo para quebrar uma chave de criptografia de 1.024 bits, que é comumente usada para transações on-line. Um computador quântico em grande escala, no entanto, poderia, teoricamente, conseguir uma quebra de encriptação com 1024 bits muito mais rápido. Algumas empresas líderes de Internet estão se mudando para as chaves de 2.048 bits, mas que mesmo assim são considerados vulneráveis a decifração rápida com um computador quântico. Os computadores quânticos têm muitas aplicações para a comunidade científica (e militar) de hoje, incluindo a criação da inteligência artificial. Mas a NSA teme as implicações para a segurança nacional. 

“A aplicação de tecnologias quânticas para algoritmos de criptografia ameaça afetar drasticamente a capacidade do governo dos EUA para proteger suas comunicações e espionar as comunicações de governos estrangeiros”, segundo um documento interno fornecido por Snowden. Os especialistas não tem certeza de quanto tempo um computador quântico ficaria viável. Uma década atrás, alguns especialistas disseram que o desenvolvimento de um grande computador quântico era provável de 10 a 100 anos no futuro. Há cinco anos, Lloyd disse que o objetivo estava pelo menos a 10 anos de distância. 

No ano passado, Jeff Forshaw, professor da Universidade de Manchester, disse ao jornal britânico The Guardian: “É provavelmente muito cedo para especular sobre quando o primeiro computador quântico em grande escala será construído, mas o progresso recente indica que há todas as razões para sermos otimistas a respeito”.“Eu não acho que estamos propensos a ter o tipo de computador quântico que a NSA quer dentro de pelo menos cinco anos, na ausência de um avanço significativo, talvez muito mais tempo”, disse Lloyd ao jornal The Washington Post em uma entrevista recente. Algumas empresas, no entanto, afirmam já estar produzindo pequenos computadores quânticos.  

A empresa canadense, Sistemas D-Wave , diz que produzido computadores quânticos desde 2009. Em 2012, ela vendeu uma versão de US$ 10 milhões para o Google, a NASA e para a Associação das Universidades de Pesquisa Espacial, de acordo com reportagens da imprensa. Esse computador quântico, no entanto, nunca seria útil para quebrar a criptografia de chave pública como a RSA. “Mesmo que tudo que eles estão reivindicando seja correto, esse computador, pelo seu design, não pode executar o algoritmo de Shor“, disse Matthew Green, professor de pesquisa do Instituto da Universidade John Hopkins de Segurança da Informação, referindo-se ao algoritmo que pode ser usado para quebrar criptografia como RSA. 

Especialistas acreditam que um dos maiores obstáculos para quebrar a criptografia com um computador quântico é a construção de um computador com qubits suficientes, o que é difícil, dado o estado muito frágil dos computadores quânticos. Até o final de setembro, a NSA deveria ser capaz de ter alguns blocos de construção, que descreveu em um documento como “desacoplamento dinâmico e controle quântico completo em dois qubits de semicondutores.” “Esse é um grande passo, mas é um passo bem pequeno no caminho para a construção de um computador quântico em grande escala”, disse Lloyd. Um computador quântico capaz de quebrar a criptografia precisaria centenas ou milhares de qubits a mais do que isso. 

O orçamento para o National Intelligence Program (Programa de Inteligência Nacional), comumente referido como o “orçamento negro”, detalha as metas do Project Penetrating Hard Targets e observou que este passo “permitirá o dimensionamento inicial para grandes sistemas relacionados e esforços follow-on.”Outro projeto, chamado de “Owning the Net” (n.t. Literalmente “POSSUIR a Internet“), está usando a pesquisa quântica para apoiar a criação de ataques baseados em criptografia quântica, como RSA, os documentos mostram. “A ironia da computação quântica é que, se você puder imaginar alguém construindo um computador quântico que pode quebrar a criptografia em algumas décadas no futuro, então você precisa de se preocupar agora”, disse Lidar.

By Steven Rich and Barton Gellman, Published: January 2,2014.

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 Um habitante de dois planetas – 1

ATLÂNTIDA, A RAINHA DAS ONDAS DOS OCEANOS

“O propósito desta história é relatar o que conheci pela experiência, e não me cabe expor idéias teóricas. Se levares alguns pequenos pontos deixados sem explicação para o santuário interior de tua alma, e ali meditares neles, verás que se tornarão claros para ti, como a água que mitiga a tua sede. . . “Este é o espírito com que o autor propõe que seja lido este livro. E chama de história o relato que faz de sua experiência. Que é história?. . . Ao leitor a decisão…

“Nunca pronuncies estas palavras: “isto eu desconheço, portanto é falso“. Devemos estudar para conhecer; conhecer para compreender; compreender para julgar“. – Aforismo de Narada.

… Que é experiência? Dois componentes: o conjunto das sensações que compõem uma dada situação e a percepção pessoal ou “tradução” individual desse conjunto de sensações.  Que este livro seja lido pelo fascínio da narrativa, como “lenha atirada à sua fogueira pessoal“, alimento para o seu “fogo interior“! Jogue a lenha na sua fogueira e deixe queimar. Os produtos dessa queima – calor e luz – ativarão ou reativarão um processo interno de pensar e sentir em você mesmo, um processo de ser, no cadinho da vida. Conhecer. . . A verdade. . . Quem pode decidir? –  O Tibetano 


LIVRO PRIMEIRO, CAPÍTULO I – ATLÂNTIDA, A RAINHA DAS ONDAS DOS OCEANOS – Livro: “Um Habitante de Dois Planetas”, de Philos, o Tibetano

“Por que não?” – perguntei a mim mesmo, parando no meio da neve da montanha, lá tão alto sobre o mar que o Rei da Tempestade imperava supremo, embora o verão reinasse lá embaixo. “Por acaso não sou um atlante, um poseidano, e não é este nome sinônimo de liberdade, honra e poder? Não é esta, minha terra natal, a mais gloriosa sob o Sol? Sob Incal?” Novamente me inquiri: “por que não? Por que não tentar tornar-me um dentre os maiores de minha orgulhosa pátria?” 

“Firme está a Rainha do Mar, sim, rainha do mundo, pois todas as nações nos pagam tributos de honra e comércio, todas nos emulam. Governar Poseid, então, não significa governar toda a terra? Pois tentarei conquistar esse prêmio, e o conseguirei! E tu, Ó pálida e gélida Lua, sê testemunha de minha resolução” -gritei em voz alta, levantando as mãos para o céu -“e também vós, rútilos diamantes do firmamento”. Se é verdade que o esforço resoluto assegura o êxito, o fato é que eu sempre conseguia o que me determinasse a alcançar. Ali então, naquela grande altitude, acima do oceano e do planalto que se estendia para oeste por duas mil milhas até Caiphul, a Cidade Real, fiz meus votos. Tão elevado era o local que abaixo de mim havia picos e cadeias de montanhas gigantescas, mas que se apequenavam diante do ápice onde eu me encontrava.

A localização aproximada de Atlântida

À minha volta estendia-se a neve eterna, mas eu não me importava. Tão cheia de resolução estava minha mente, do desejo de tornar-me poderoso na minha terra natal, que nem sentia o frio. Na verdade, eu mal me dava conta de que o ar estava frio, gelado como as vastidões árticas do remoto Norte.  Muitos obstáculos teriam de ser superados no cumprimento do meu desígnio, pois quem era eu naquele instante? Apenas o filho de um montanhês, pobre, sem pai, mas graças sejam dadas aos Fados! – não sem mãe! Pensar em minha mãe – a muitas milhas de distância, lá onde as florestas perenes ondulam, onde raramente cai a neve, sozinha com a noite e com o pensamento em mim – isso bastou para me trazer lágrimas aos olhos, pois eu não passava de um menino que muitas vezes ficava triste quando as dificuldades que ela suportava vinham à sua lembrança. Essas reflexões eram incentivos que se acrescentavam à minha ambição de ser e agir.

De novo meus pensamentos se voltaram para as dificuldades que eu teria de enfrentar em minha luta pelo sucesso, pela fama e pelo poder. Atlântida, ou Poseid, era um império cujos súditos gozavam da liberdade concedida por um poder monárquico limitado. A lei geral de sucessão oficial oferecia a todos os cidadãos do sexo masculino a oportunidade de escolha para o cargo. O próprio imperador tinha uma posição eletiva, assim como os seus ministros, o Conselho dos Noventa ou Príncipes do Reino, cargos análogos aos do Governo da República Americana, que é seu legítimo sucessor. Se a morte chamasse o ocupante do trono ou um de seus conselheiros, era acionado o sistema eletivo, mas não em outros casos, a não ser demissão por má conduta no cargo, penalidade de que nem o próprio imperador estava isento, caso incorresse nessa grave falta.

Duas grandes divisões sociais, abrangendo todas as classes de pessoas de ambos os sexos, estavam investidas no poder eletivo. O grande princípio subjacente à organização política de Poseid poderia ser descrito como “um sistema de avaliação educacional de cada votante, mas o sexo do dono do voto não era da conta de ninguém”. Os dois principais ramos sociais eram conhecidos pelos respectivos nomes de “Incala” e “Xioqua”, ou seja, os sacerdotes e os cientistas. Perguntariam os leitores onde estaria a oportunidade que cada súdito comum teria num sistema que excluía os artesãos, os comerciantes e os militares que não fizessem parte das classes com direitos políticos? Qualquer pessoa tinha a opção de entrar no Colégio das Ciências, no do Incal, ou em ambos.

Não havia consideração de raça, cor ou sexo; o único pré-requisito era que o candidato a admissão tivesse dezesseis anos de idade e uma boa educação, obtida nas escolas comuns ou em cursos de colégios menos importantes como o Xioquithlon na capital de alguns dos estados Poseidanos, porexemplo Numea, Terna, Idosa, Corosa e mesmo o colégio menor de Marzeus, que era o principal centro de arte manufatureira da Atlântida. A duração do curso no Grande Xioquithlon era de sete anos, dez meses a cada ano, divididos em dois períodos de cinco meses dedicados ao trabalho ativo, com um mês de férias ao final de cada período.

Qualquer estudante podia competir nos exercícios relativos aos exames anuais, realizados no fim do ano ou nas vésperas do equinócio de inverno. O nosso reconhecimento da lei natural da limitação mental fica óbvio ante o fato de que o curso de estudos era puramente opcional, ficando o estudante à vontade para escolher os tópicos, muitos ou poucos, que lhe fossem mais agradáveis, com a seguinte e necessária prescrição: somente os que possuíssem diplomas de primeira classe poderiam se candidatar a cargos oficiais, por mais modestos que fossem. Esses certificados comprovavam um grau de aprendizado que abrangia uma variedade de conhecimentos grande demais para ser mencionada, a não ser por inferência, com o prosseguimento da narrativa.

O diploma de segunda classe não conferia prestígio político, a não ser pelo fato de que era acompanhado do privilégio do voto e, embora ocorresse de uma pessoa não desejar um cargo público nem votar, o direito à instrução em qualquer ramo do conhecimento continuava a ser um privilégio gratuito. Mas aqueles, entretanto, que só aspiravam a uma educação limitada, com o propósito de exercer com mais êxito determinada profissão comercial -como instrução em mineralogia por um pretendente a mineiro, em agricultura por um fazendeiro, ou em botânica por um jardineiro mais ambicioso – não tinham voz no governo.

Embora o número dos pouco ambiciosos não fosse pequeno, o estímulo da obtenção de prestígio político era tão grande que um em cada doze habitantes possuía pelo menos um diploma de segunda classe, enquanto um terço do total obtinha diplomas de primeira classe. Devido a isso, os eleitores não sofriam por falta de pessoal para preencher todos os cargos eletivos do governo. Possivelmente ainda resta alguma dúvida na mente do leitor sobre qual seria a diferença entre os eleitores ou sufragistas sacerdo-lais e científicos.

Pois bem, a única diferença essencial era que o currículo no Incalithlon, ou Colégio dos Sacerdotes, além de todas as matérias adiantadas ministradas no Xioquithlon, incluía o estudo de um grande número de fenômenos ocultos e temas antropológicos e sociológicos, para que os formados nessas ciências tivessem oportunidade de se prepararem para atender qualquer necessidade que homens de menos erudição e menos compreensão das grandes leis subjacentes da vida pudessem vivenciar em qualquer fase ou condição. O Incalithlon era, na realidade, a mais elevada e completa instituição de ensino que o mundo de então conheceu ou – perdoe o leitor pelo que parece mas não é presunção atlante – que poderá conhecer nos próximos séculos (n.T. O livro foi escrito no final do século XIX).

Em uma instituição acadêmica tão superior, seus estudantes deveriam forçosamente estar imbuídos de extraordinário zelo e determinada vontade para tentar e conseguir certificados de formatura de sua junta examinadora. Na verdade, bem poucos tiveram um tempo de vida suficientemente longo para adquirir esse diploma; possivelmente, nem um em cada quinhentos dos que saíram honrosamente do Xioquithlon, que, por seu mérito, não ficava atrás da moderna Universidade de Cornell. Enquanto eu assim ponderava, parado ali entre as neves da montanha, decidi não visar muito alto, mas me determinei a ser um Xioqua, se houvesse a menor possibilidade.

Embora dificilmente pudesse esperar alcançar a eminência conferida pelo título de Incala, prometi a mim mesmo que criaria a oportunidade de competir pelo outro título, se não se apresentasse outra diferente. Obter aquela elevada distinção exigiria, além do árduo estudo, a posse de amplos meios pecuniários para cobrir as despesas de manutenção de minhas necessidades usuais e de um inabalável propósito. Onde eu poderia obter isso? Acreditava-se que os deuses auxiliavam os necessitados.

Se eu, um rapazinho que ainda não completara dezessete verões, que tinha uma mãe que dependia de mim para as necessidades da vida, com nada que pudesse me ajudar a alcançar minhas aspirações a não ser minha própria energia e vontade, não pudesse ser incluído naquela categoria, então quem seria necessitado? Pareceu-me que não podia haver maior prova de dependência e que era claramente apropriado que os deuses me dispensassem seu favor. Tomado por reflexões como esta, subi ainda mais, para o topo do pico que apontava para o céu, perto da altura onde até então me encontrara, pois a aurora não estava distante e eu precisava estar na mais alta rocha para saudar o grande Incal (o Sol) quando conquistasse Navaz, para que Ele, senhor de todos os signos manifestos do grande e único verdadeiro Deus, cujo nome usava, cujo escudo Ele era, pudesse ouvir minha prece favoravelmente.

Sim, Ele devia ver que o jovem suplicante não poupava esforços para prestar-Lhe homenagem, pois fora aquele o único propósito para que eu ali tinha subido sozinho, em meio àquela solidão, seguindo para o alto pela neve sem trilhas, sob o domo estrelado do firmamento. Perguntei a mim mesmo: “existe outra crença mais gloriosa do que esta que é a do meu povo? Não são todos os Poseidanos adoradores do Grande Deus, a única e verdadeira Divindade, representada pelo brilhante Sol (o Logus solar)? Não pode haver nada mais santo e sagrado”. Assim falou o jovem cuja mente em amadurecimento havia absorvido a religião exotérica e realmente inspiradora, mas que não conhecia nenhuma outra mais profunda e sublime, nem iria conhecer nos dias da Atlântida.

Quando o primeiro lampejo de luz de trás de Seu escudo irrompeu através do negro abismo da noite, atirei-me de bruços na neve do cume, onde deveria permanecer até que o Deus de Luz se (ornasse totalmente vitorioso contra Navaz. Afinal o triunfo! Então me levantei e, fazendo uma profunda reverência final, voltei sobre os meus passos pelo temível declive de gelo, neve e rocha nua, esta última negra e cruelmente pontiaguda, com suas saliências sobressaindo da capa branca e gelada, mostrando o dorso da montanha que se elevava a treze mil pés acima do nível do mar, formando um dos mais incomparáveis picos do globo.

Durante dois dias eu envidara ingentes esforços para alcançar o frígido pico e prostar-me, qual oferenda viva, em seu grandioso altar, para honrar meu Deus. Indaguei-me sobre se Ele teria me ouvido e notado minha presença. Em caso afirmativo, teria Hle se importado? Teria se importado o suficiente para ordenar ao Seu vice-regente, o Deus da montanha, que me ajudasse? Sem saber por que, olhei para este último, esperando com o que pode parecer uma cega fatuidade, que me revelasse alguma espécie de tesouro ou. . .

Mas o que é esse brilho metálico na rocha, cujo coração meu bordão de alpinista com ponta de ferro havia desnudado para ser tocado pelos raios do Sol matinal? Ouro! Ó Incal! É mesmo ouro! Amarelo e precioso ouro! “Ó Incal!” – gritei, repetindo Seu nome – “louvado sejas por responderes tão depressa a Teu humilde peticionário!” Ajoelhei-me ali mesmo na neve, descobrindo a cabeça em gratidão ao Deus de Todos os Seres, o Altíssimo, cujo escudo, o Sol derramava seus gloriosos raios. Então novamente olhei para o tesouro. Ah, que grande riqueza ali se encontrava!

Partindo em pedaços o quartzo com minhas pancadas excitadas, vi que o precioso metal o mantinha coeso, tão forte era o seu veio. As pontas agudas da pedra frágil cortaram minhas mãos, fazendo o sangue escorrer de vários lugares e, quando agarrei o quartzo que havia me ferido, minhas mãos que sangravam congelaram-se sobre ela, formando uma união de sangue e riqueza! Não importa! Separei a mão da pedra com força, indiferente à dor, tão excitado me sentia. “Ó Incal” -exclamei -“és bondoso para com Teu filho, concedendo-lhe com tanta liberalidade o tesouro que lhe permitirá realizar seu desejo antes que seu coração tenha tempo para esmorecer de tanto esperar!”

Enchi meus grandes bolsos com tudo que podia carregar, escolhendo as peças de quartzo aurífero mais ricas e valiosas. Como marcar o local para encontrá-lo em outra oportunidade? Para alguém nascido na montanha isso não era difícil e logo estava feito. Então segui para baixo, para a frente, para casa, com passo alegre, com o coração leve, embora levasse uma carga pesada. Por essas montanhas, na verdade a menos de duas milhas do meu “pico do tesouro”, serpenteava a estrada do imperador na direção do grande oceano, a centenas de milhas, do outro lado da planície de Caiphalia. Uma vez alcançada essa estrada, a parte mais fatigante da viagem teria sido realizada, embora apenas uma quinta parte da distância total tivesse sido percorrida.

Para dar uma idéia das dificuldades encontradas na escalada e descida da gigantesca montanha, devo observar que os últimos cinco mil pés da ascensão só” podiam ser galgados por uma única e tortuosa rota. Um estreito desfiladeiro, uma simples fissura vulcânica, oferecia um apoio muito precário para os pés, sendo todas as outras escarpas intransponíveis. Esse apoio mínimo existia nos primeiros mil pés. Acima desse ponto a fissura desaparecia. Quase na sua extremidade superior existia uma pequena caverna, da altura de um homem e com espaço para talvez vinte pessoas. No outro extremo desse recinto rochoso havia uma abertura, uma fenda mais larga no sentido horizontal que no vertical.

Estátua de Poseidon, o deus dos oceanos, a quem a capital de Atlântida, Poseid era dedicada.

Ao insinuar-se nessa fenda, arrastando-se como uma serpente, o explorador aventuroso veria que por várias centenas de passos teria de descer um declive acentuado, se bem que a fenda se alargasse aos primeiros doze passos, permitindo uma posição mais ou menos vertical. Do fim de seu curso descendente, ela faria uma curva e novamente se alargava formando um túnel, subindo em voltas tortuosas, com a parede oferecendo suficiente apoio para tornar a subida segura, embora fazendo um ângulo de cerca de quarenta graus, enquanto em algumas partes um grau ainda maior de perpendicularidade marcasse a passagem. Dessa forma, uma subida de cerca de trezentos pés era realizada, com as sinuosidades do caminho aumentando a distância que seria percorrida no sentido vertical.

Esse, leitor, era o único meio de alcançar o pico da mais alta montanha de Poseid, ou Atlântida, que é como chamam o continente-ilha. Por mais árdua que fosse sua passagem, havia lugar mais que suficiente na velha e seca chaminé, ou curso de água, fosse o que fosse. Com certeza tinha sido originalmente uma chaminé de vulcão, embora tivesse sido tão desgastada pela água a ponto de tornar a idéia de sua formação ígnea mera conjetura. Em determinado ponto, essa longa cavidade se alargava formando uma vasta caverna.

Esta se distanciava da chaminé em ângulo reto para baixo, cada vez mais para baixo, até que nas entranhas da montanha, a milhares de pés, pareceria na medonha escuridão, a quem se aventurasse tão longe, estar na beira de um vasto abismo cujo único lado visível seria aquele onde se encontrasse; além desse ponto, qualquer progresso era impossível a não ser para entes dotados de asas, como os morcegos, mas destes não havia nenhum sinal naquela terrível profundeza.

Nenhum som jamais ecoou nesse assustador abismo, e nenhum brilho de archote já revelou seu outro lado; nada havia senão um mar de eterna escuridão. Contudo, ele nunca me trouxe terrores; antes, provocou minha fascinação. Embora outros possam ter conhecido esse lugar, nunca encontrei um companheiro com suficiente temeridade para enfrentar o desconhecido e ficar ao meu lado em sua hórrida beira, onde me encontrei não uma e sim várias vezes no passado. Por três vezes eu estivera ali,
impelido pela curiosidade. Na terceira vez eu me curvara por sobre a saliência de pedra, para tentar encontrar um possível meio de descer mais, quando o enorme bloco de basalto se soltou, caiu, e escapei por pouco de morrer.

A pedra tombou e por vários minutos os ecos de sua queda me alcançaram; minha tocha caíra também e nas profundezas suas faíscas brilharam como vagalumes toda vez que bateram em projeções rochosas, até finalmente desaparecer. Fiquei em completa escuridão, trêmulo de susto, para fazer o caminho de volta para cima e para fora – se pudesse. Se não conseguisse, então era cair e morrer. Mas tive êxito. De então em diante, perdi a curiosidade de explorar o desconhecido inferno. Eu tinha passado muitas vezes através da chaminé que conduzia para a extremidade superior da abismal caverna, entre a parte superior da fissura externa no penhasco e a lateral do pico, quinhentos ou seiscentos metros abaixo do topo da montanha, muitas vezes tinha passado pelo ponto onde a pancada incidental com meu bordão revelou o tesouro, mas nunca havia encontrado o precioso veio até ter feito aquele pedido a Incal, impelido pelo peso premente de minhas necessidades. Poderia alguém achar estranho eu sentir uma fé absoluta na crença religiosa de meu povo?

Eu estava no interior da escura chaminé por onde tinha de passar depois de deixar o pico nevado, saindo da luz do Sol e do ar fresco para as densas trevas e a atmosfera ligeiramente sulfurosa-, mas se deixei a luz matutina, também deixei o terrível frio do ar exterior, pois dentro do túnel, embora escuro, havia calor. Finalmente cheguei ao pequeno recinto no alto da fissura, a mil pés, que me levaria aos declives mais suaves das partes média e inferior da montanha. Ah fiz uma pausa. Deveria voltar e trazer mais uma carga da rocha aurífera? Ou deveria tomar diretamente o caminho de casa? Finalmente voltei sobre meus passos. Ao meio-dia estava outra vez ao lado do meu tesouro.

Logo desci de novo com minha segunda carga até o fatigante trabalho estar quase no fim, pois eu estava de pé na entrada da grande caverna, a quatrocentos pés do pequeno recinto no alto da fissura exterior – eram quatrocentos pés de subida bastante difícil. Após uma pausa retomei a curta mas escarpada subida, e logo me encontrei na pequena caverna, com apenas algumas dezenas de pés, no máximo, entre eu e o ar livre. Tomado como um todo, o longo túnel era sinuoso, mas tinha algumas passagens tão retas como se tivessem sido cortadas com prumo e régua. Os quatrocentos pés, aproximadamente, que separavam o recinto onde parei um pouco, na entrada, eram um trecho tão reto e talvez por isso tão difícil de atravessar quanto qualquer outra parte de todo o túnel.

Seria  mesmo impossível a não ser por suas laterais ásperas que ofereciam algum apoio. Se o local fosse claro, ao invés de tão escuro, eu seria capaz de olhar diretamente para a caverna do local onde estava parado. O ar aquecido me convidou a sentar, ou melhor, a me deitar, embora estivesse escuro. Resolvi descansar, portanto; comi um punhado de tâmaras e bebi um pouco de neve derretida do meu cantil de couro. Então me estendi no solo e adormeci no ar tépido.

Não sei por quanto tempo fiquei dormindo, mas ao despertar -ah, o terror que senti! Lufadas explosivas de ar, quente a ponto de quase queimarem a pele, carregadas de gases sufocantes, seguidas de um rouco murmúrio, afluíam velozmente passagem acima até o pico. Ruídos como uivos e gemidos subiam com o bafo ardente do abismo, misturados com o som de explosões tremendas e ensurdecedoras. Maior que todas as outras causas de terror era um baço brilho vermelho refletido das paredes da caverna, para dentro da qual descobri que podia olhar livremente e em cujas profundezas explodiam raios de luz verde, vermelha, azul e de todas as outras cores e matizes; eram gases em combustão. Por algum tempo o pavor me petrificou; sem poder mover-me continuei a fixar o terrível inferno dos elementos em fogo.

Eu sabia que a luz e o calor, ambos aumentando a cada momento, e os vapores sufocantes, o barulho e o tremor da montanha, prenunciavam uma só coisa: uma erupção vulcânica ativa! Finalmente o encantamento que havia me paralisado foi quebrado quando vi um jato de lava derretida subir até a passagem em frente, projetado até ali por uma explosão dentro da caverna. Então me levantei e fugi, correndo pelo chão do pequeno recinto, arrastando-me com insana energia pela entrada horizontal, que nunca me parecera tão baixa até aquele instante! Eu esquecera que tinha ouro nos bolsos, e só me lembrei disso quando senti o peso das preciosas rochas que me retardavam a fuga.

Mas, com o esforço de fugir, veio-me uma relativa calma, e a mente que voltava a funcionar me impediu de atirar fora o tesouro. A reflexão me convenceu de que o perigo, embora iminente, provavelmente não era imediato. Resolvi arrastar-me novamente para dentro da pequena caverna e, pegando um saco que ali havia deixado, coloquei dentro dele todas as rochas auríferas que podia carregar. Tirei um cordão de couro da cintura e, enrolando uma extremidade numa ponta de pedra no lado superior da fissura, baixei o saco até a outra extremidade da corda e desci atrás. Sacudindo o laço frouxo da rocha acima, repeti a mesma coisa várias vezes enquanto descia. Dessa forma cheguei ao fundo da fissura com a maior parte das duas cargas de minério de ouro. Desse ponto em diante, meu caminho seguia ao longo da crista de uma saliência de pedra, não muito larga mas suficiente para formar uma trilha fácil de seguir.

Nem bem tinha começado a andar por essa trilha quando olhei para trás, para o caminho que tinha acabado de percorrer. Naquele momento, houve um tremor de terra que quase me derrubou ao chão, e da pequena caverna onde eu tinha dormido jorrou fumaça seguida de um brilho avermelhado: lava. Ela fluiu para baixo, uma cascata de fogo e uma visão gloriosa na escuridão que se adensava, pois o Sol ainda não tinha se- posto de todo. Toda a montanha ficara a oeste da saliência onde eu estava e, como se fazia quase noite, eu me encontrava na obscuridade. Corri pela rocha, deixando meu saco de ouro e grande parte do que tinha nos bolsos no lugar mais seguro que pude encontrar, bem acima do fundo da ravina pela qual a lava fatalmente escorreria.

Quando estava a uma distância segura, parei para descansar e perscrutei a torrente em ebulição saltando pela ravina, a alguma distância à minha direita mas bem visível. “Pelo menos”, pensei, “ainda tenho nos bolsos suficiente minério aurífero -mais metal do que ouro pelo que parece -que tenho condição de carregar, agora que minha força, nascida do medo, desapareceu. Mesmo que eu não possa reaver o que deixei para trás, ainda tenho uma grande riqueza. Portanto, Incal, honra a Ti!” O quanto as vinte libras de quartzo aurífero, aproximadamente, eram inadequadas para pagar as despesas de sete anos de colégio, o colégio na capital da nação, onde o custo era mais elevado que em qualquer outra parte, minha inexperiência não podia me dizer. Mas que aquele era o maior tesouro que eu já tinha possuído na vida, ou mesmo visto, era um fato inegável; portanto, eu estava contente. 

atlântida-pitakrhock

A crença numa Providência poderosa é necessária para a maioria dos homens, melhor dizendo, para todos os homens, sendo a única diferença a de que as pessoas de mais amplo conhecimento requerem uma Divindade de poder mais próximo do infinito do que as de menor experiência; assim, os que apreendem a infinita amplitude da vida reconhecem um Deus cujo conceito se projeta quase à onipotência, em comparação com o conceito que satisfaz a mente humana comum. Pouco importa, portanto, que a divindade cultuada seja uma pedra ou um ídolo de madeira, uma figura inanimada qualquer, ou um Espírito Supremo de natureza andrógina. Os Seres que ordenam o curso dos acontecimentos, perscutando a lei cármica do Eterno Deus, enxergam a fé no coração dos mortais e não impõem que aquela lei siga seu curso com uma severidade destituída de misericórdia. Se a fé no ídolo, no “deus” animado, ou no Espírito Supremo de Deus, fosse extinta por causa das destruidoras forças da dor e do desespero, então a bondade humana estremeceria em temor por sua segurança e pela sua continuidade.

Uma catástrofe dessa espécie não se harmonizaria com Deus, pois, de acordo com a lei, nunca poderia ser admitida. Daí minha crença em Incal, uma crença compartilhada por meus compatriotas. Incal era um conceito puramente espiritual, afora a Causa Eterna (o Absoluto Infinito), da qual nenhuma mente de qualquer era do mundo poderia em sã consciência duvidar, só existia na mente de seus devotos. E essa era uma fé nobre, que tendia para a mais alta moralidade, nutrindo a fé, a esperança e a caridade. Que importância teria então que o Incal-pessoa, simbolizado pelo escudo rutilante do Sol, só existisse na mente dos homens? Nosso conceito poseidano representava o Espírito da Vida, o Pai UNO de todos (inclusive de todos os deuses), o que bastava para assegurar a observância dos princípios que supostamente mais O agradavam.

Certamente os anjos do Altíssimo Deus Incriado, ministrando (misericórdia e justiça) então como agora aos filhos do Pai, viram minha crença, engastada em meu coração e no coração de meus irmãos e irmãs de nação, e disseram enquanto ministravam-, “que recebas de acordo com tua fé”. Os anjos, contemplando minha esperança interior de tornar-me excelente entre os homens, haviam me disciplinado pelo medo quando fugia da montanha em fogo, mas nenhum desastre havia me acontecido. Continuei correndo tão depressa quanto me permitia a natureza do terreno. Eu tinha a minha vida e o ouro, e por isso louvava Incal enquanto corria.

E o Espírito da Vida foi misericordioso, pois eu não saberia o quanto o meu tesouro era insuficiente para minhas necessidades até a ferroada do desapontamento ser removida por eu ter encontrado uma provisão mais abundante. Meu caminho se estendia por várias milhas ao longo da crista de pedra, afiada como uma faca. Em muitos lugares abismos terríveis se abriam ao lado da trilha de pedra, tão próximos que me via obrigado a  engatinhar. Por vezes os penhascos se estendiam nos dois lados da trilha, fazendo dela uma passarela estreita. Eu me sentia grato pelas pequenas bênçãos que recebia e agradecia a Incal porque o deus da montanha não havia demonstrado sua agitação com um terremoto enquanto eu me encontrava naquela perigosa situação.

A uma distância de três milhas a contar do seu início, a trilha alcançava a beira de um precipício aterrador, e acima dela erguia-se a parede de um segundo penhasco. Só a luz da montanha incandescente agora iluminava meus passos. Foi naquele ponto que, no momento em que eu descia cautelosamente na direção da pedra basáltica que formava a beira do abismo, um grande choque me atirou de joelhos no chão e eu quase caí no vazio. Um instante depois, uma explosão abafada encheu o ar com uma insistente intensidade de som, e olhei para trás, assustado. Uma grande pluma de fumaça avermelhada pelo fogo estava se levantando na direção do céu, misturada com pedras tão grandes que podiam ser vistas de onde eu me encontrava. Abaixo de onde eu estava, ouviam-se terríveis ruídos; a terra tremia convulsivamente e choques repetidos me obrigaram a me agarrar nas rochas, com um medo desesperado de ser jogado para baixo.

Na frente, o desfiladeiro que estava aos meus pés havia ladeado outros penhascos e contrafortes. Até poucos instantes antes os penhascos e contrafor-tes tinham existido – mas não existiam mais! Contemplei aquela cena de confusa e terrível desordem, iluminada pelo brilho vulcânico apenas o suficiente para ser perceptível. As sólidas rochas e colinas pareciam mover-se, instáveis como as vagas marinhas, subindo e descendo de um modo assustador, rangendo e rugindo num verdadeiro pandemônio. Por sobre tudo isso desciam cinzas vulcânicas numa chuva densa e incessante, enquanto vapores e poeira enchiam o ar e pendiam como uma
mortalha por sobre um mundo aparentemente agonizante.

Finalmente o louco barulho e o nauseante movimento cessaram; só o brilho constante da lava que continuava a correr e um espasmo ocasional de tremor de terra continuavam sua narrativa plutônica. Permaneci no meu lugar, sentindo-me fraco e abalado. Gradualmente, a lava parou de correr e ficou tudo escuro; os choques só aconteciam a longos intervalos e uma paz como a da morte desceu sobre a região, enquanto a cinza silenciosa caía, cobrindo a terra ferida. A escuridão passou a reinar. Acho que fiquei inconsciente por algum tempo, pois quando voltei a mim senti uma dor aguda na cabeça; passando a mão por ela senti uma região úmida com sangue quente escorrendo de um ponto que doía ao toque. Tateando a minha volta, encontrei uma pedra áspera e cheia de pontas que tinha caído de algum lugar e me atingido na cabeça. Fazendo outros movimentos, concluí que o ferimento não era sério e sentei. A madrugada já se anunciava e eu, fraco de dor, fome e frio, voltei a me estender na pedra, para aguardar o novo dia.

Que paisagem diferente os raios de Incal encontraram no lugar que ali existira na manhã anterior! Quando olhei para o majestoso pico, a luz vermelha do Sol me mostrou que metade dele  havia sido arrancado e engolira-se numa misteriosa caverna. Sim, é verdade, “as montanhas elevam para o céu suas penhas – e os picos nus e enegrecidos curvam suas enormes cabeças para a planície. Perto dali, onde tinham existido outros contrafortes e onde tinha ocorrido o terrível retorcimento dos penhascos, bem a meus pés, não havia mais pontas de pedra, nem pico, nem penhasco! Em lugar de tudo isso havia um grande lago de água fervente, as suas margens estavam veladas pelas cinzas que ainda pousavam com suavidade e pelas nuvens de vapor condensadas em fino gás pelo ar frio, lágrimas do globo abatido por sua recente agonia! Todo ruído havia se dispersado e o férvido fluxo da lava também tinha cessado.

A parte da saliência onde eu tinha caído tinha escapado da demolição geral, em sua maior parte, embora também tivesse sido atingida, tanto que a trilha em frente, que eu me acostumara a usar em minhas excursões ao pico, tinha sumido; um enorme bloco de pedra, que provavelmente pesaria milhares de toneladas, tinha escorregado para o abismo embaixo, destruindo o caminho por sua passagem. Procurei uma saída e, escalando as pedras na luz mortiça, cheguei a uma parte da saliência que se dirigia para o caminho oposto ao do Sol e que não passava de duas estreitas pedras salientes sobre o lago de água fervente, intransponível na parte de cima, quando de repente um pálido raio de luz brilhou em diagonal no meu caminho!

Procurando sua fonte, vi que a luz  se irradiava por uma larga fenda no penhasco, acima de mim. A parte inferior da fenda ficava pouco abaixo de onde eu estava e, ao invés de se estreitar, alargava-se formando um soalho tão amplo quanto qualquer parte da fissura, como se acima daquele ponto tivesse sido empurrada para um lado -sem dúvida a única explicação. Baixei o corpo até esse soalho e, verificando que a fissura era suficientemente larga, pisei nela, sem ligar para a possibilidade de que a qualquer momento novas convulsões do vulcão pudessem fechar a abertura e esmagar-me. Pensei nessa possibilidade, mas à maneira poseidana, deixei o medo de lado refletindo que devia confiar em Incal, que faria o que fosse melhor para mim. O penhasco ruído mostrava, aqui e ali, veios de quartzo com faixas de pórfiro, formando saliências que corriam ao longo de massas de granito. 

Perto do topo, a estreita fenda se estendia e, embora tivesse realmente dois ou três pés de largura, sua altura a fazia parecer muito estreita. Quando me detive, deleitado com a idéia de que nos dois lados meus olhos contemplavam rocha virgem que jamais estivera exposta ao olhar de qualquer homem desde o nascimento da Terra, notei algo que fez meu pulso se acelerar de louca alegria. Bem perto de mim, mas um pouco à frente, estava um veio de rocha amarela, de aparência ocre, na qual vi muitas manchas de rocha branca e mais dura, cuja aparência se devia a núcleos de quartzo partidos pelo mesmo choque que havia formado a fenda.

Essas manchas estavam fartamente pontilhadas por pepitas de ouro nativo e de minério de prata. A ductilidade dos preciosos metais se exibia em curiosos efeitos, com o ouro e a prata saindo da superfície fraturada em cordões que em alguns casos mediam várias polegadas. Novamente a fraqueza da fome me abandonou e a dor do ferimento na cabeça foi momentaneamente esquecida, enquanto eu cantava um hino de gratidão ao meu Deus. O majestoso pico havia sido obliterado; destruído fora o único acesso ao elevado topo; mas ali, após terminada a batalha dos fogos subterrâneos, estava um tesouro ainda maior, mais próximo de casa, mais fácil de ser explorado. A excitação do júbilo foi excessiva para os meus nervos já tão enfraquecidos e desmaiei! Entretanto, a juventude é elástica e a saúde dos que não têm vícios, maravilhosa. Logo recobrei a consciência e tive a sabedoria de tomar o caminho de casa sem parar mais e desgastar mais minha força, sabendo que meu instinto de alpinista seria um guia infalível num retorno subseqüente.

Aconselhado por minha mãe, senti que sua crença de que eu não poderia explorar a mina sozinho era baseada na realidade. Mas em quem poderia confiar para me ajudar e receber uma justa parte da riqueza assim obtida como recompensa? Não bastaria que eu encontrasse a ajuda de que precisava? Certos amigos professos entraram numa sociedade comigo e, pelo privilégio de ficarem com o restante dos lucros, deram-me um terço do apurado, concordando em fazê-lo sem que eu tivesse de trabalhar na mineração e, com certa indecisão, concordando também cm que nenhuma parte do veio pertenceria a quem quer que fosse além de mim. 

Fiz com que assinassem um documento contendo essas regras, lacrando-o com o mais inviolável sinal existente em Poseid, a saber, a assinatura deles com o próprio sangue. Nós três assim fizemos. Insisti em todas essas formalidades porque não consegui reprimir a suspeita de que eles pudessem alegar que eram os descobridores do tesouro e de que, por conseqüência, eu não tivesse então nenhum direito ao mesmo. Hoje sei que seria bem esse o caso. Sei que a cláusula do contrato declarando que toda a mina que eles, meus sócios, exploraram naquele ano era propriedade inalienável de Zailm Numinos, foi o que impediu o roubo que eles tencionavam levar a cabo.

Essa estipulação não fazia referência ao descobridor da mina, mas declarava em termos inegáveis que o título de propriedade pertencia ao possuidor daquele nome. No caso de uma disputa entre nós eu não teria necessidade de provar como me tornara dono da mina-, nenhuma afirmação de que outra pessoa além de mim fosse o descobridor serviria aos defraudadores em potencial, pois fosse quem fosse o primeiro a encontrar o veio, permaneceria o fato de ser eu o proprietário, caso em que todas as vantagens da lei estariam do meu lado. Pelo menos, assim acreditei em minha ignorância. Meus associados não eram tão ignorantes quanto eu. Sabiam que o contrato não tinha valor por ter sido executado em violação à lei. Um dia vim a saber de tudo. Soube posteriormente que as leis de Poseid tornam cada mina pagadora de dízimo ao império e que qualquer mina explorada sem o reconhecimento desse laço legal estava sujeita a confisco.

Também era aparente que, se meus sócios não se tivessem deixado levar pela avareza, mantendo em segredo o nosso acordo que os tornava partícipes numa infração da lei, teriam se tornado proprietários legais simplesmente pelo fornecimento de informações sobre meus atos ao agente do governo mais próximo. Mas eu não sabia dessas coisas na época e os outros dois julgaram melhor guardar silêncio, pela única razão de que nada sabiam a não ser que estavam violando ordens aparentemente sem importância. E assim o segredo foi guardado para uma revelação posterior. Tendo conseguido os meios necessários, o passo seguinte foi minha mudança do campo para a cidade de Rai. Nosso adeus ao antigo lar nas montanhas e nossa instalação na nova residência em Caiphul ficará em branco nestas reminiscências.

Fim do CAPÍTULO I – Atlântida, Rainha do mar e do mundo. A peregrinação deZailm ao topo do Monte Pitach Rhok para adorar a Divindade. Ele encontra ouro. A erupção vulcânica. Ele é quase alcançado pelo rio de lava, mas escapa.

Continua…

Ascensão


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A CHAMA TRINA

chamatrina - Cópia

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A Chama Trina é a união de três chamas: azul, dourada, rosa. A Chama do Cristo dentro do coração encarna as mesmas qualidades de amor, sabedoria, e dá poder àquela manifestação no coração do Todo-poderoso, no coração de sua Presença EU SOU , e no coração de seu Cristo Pessoal.

Certamente dentro de seu próprio templo do corpo estão as três plumas ígneas do Espírito Santo cor-de-rosa , dourada e as pulsações azuis da chama vivente. Assim a Trindade divina ganha expressão no mundo da forma material. A energia azul representa o Poder e a Força de Deus; a Dourada, a Sabedoria ou Divina Iluminação; a Rosa, o Puro Amor Divino.

Estas três atividades são os três Aspectos Divinos presentes em todas as coisas. O perfeito equilíbrio destas Três Qualidades Divinas é muitas vezes denominado “O Poder de Três Vezes Três”.

Também correspondendo com a trindade do corpo, mente e alma, a Chama Trina arde as necessidades materiais do homem para poder percorrer o corpo (a fé e a benevolência do intento divino); sabedoria para nutrir a mente (iluminação e o uso correto do conhecimento da Lei); e amor para cumprir o destino da alma em manifestação exterior consciente (uma compaixão justa e misericordiosa que sempre é recompensada através da realização criativa individual).

A chama dentro do coração é seu enfoque pessoal do fogo sagrado. É sua oportunidade para se tornar o Cristo. É o potencial de sua Divindade esperando para estar dentro de sua humanidade. É comumente denominada Chama Crística, uma incorporação da atividade do Santo-Ser-Crístico que Jesus chamava: ” O Pai em Mim”.

Durante as primeiras três idades douradas antes da partida da inocência do homem, o cordão cristalino tinha nove pés em diâmetro e a Chama Trina envolvia a sua forma. A fonte de energia do homem era literalmente ilimitada e a consciência do seu Cristo envolvia tudo.

Depois da queda, foi reduzida a oportunidade do homem para exercitar o seu livre arbítrio. Através do édito cósmico, a Chama Trina foi reduzida a um décimo-sexto de uma polegada em altura.

Como a Chama de Iluminação expande sua consciência interior, envolve seu ser gradualmente até Deus, que com a santa sabedoria, é empossado no altar de seu coração. Mas com cada aumento de sabedoria, o poder e a plumas de amor têm que subir também pela ordem de sua devoção; outra sabedoria não será retida.

Igualmente, com cada poder tem que vir a aquisição da sabedoria e têm-se que amar em equilíbrio perfeito. Também assim, o amor só é atualizado por uma manifestação equivalente de poder e sabedoria.

Reconhecer aquele equilíbrio é a chave dourada para a Cristicidade; você tem que entender que você não pode conhecer por você e não pode trazer em manifestação aquilo que você não percebeu primeiro dentro da chama trina, como o resultado de sua experiência exterior e interna em Deus.

Comece visualizando chama trina ardente dentro de seu coração, um décimo-sexto de polegada em altura, lacrada dentro da câmara secreta de seu coração. Então assista à sua expansão, expansão, expansão, enquanto você medita no Amor:

Oh meu Deus! Eu humildemente invoco a expansão ao longo de meu ser e mundo, de Suas qualidades de Amor Divino – Sabedoria, Poder, Liberdade, Compaixão, Tolerância, Perdão, Paciência, Benevolência, Unidade, Fraternidade, Tato, Diplomacia, Cultura, Beleza, Perfeição, e Auto-domínio.

Eu peço para ser ensinado por Sua Capacidade, para aumentar o Bem nos membros da raça humana, ajudar cada um a cumprir o seu plano divino, a liberar e desenvolver meus próprios talentos individuais e poderes, harmonizar, elevar, purificar e aperfeiçoar meu mundo de sentimento e de meus irmãos. Ser uma constante para amar toda a Vida livre.

Eu decreto, eu aceito, e eu SOU a imagem e manifestação de Seu Amor e Vida, meu Pai Amado. Use minha corrente de vida para canalizar Suas bênçãos para toda a vida na terra e magnificar o Senhor de forma que todos possam ver e possam saber que a Luz de Deus que nunca falha é a Chama Trina ardente batendo dentro de meu coração!

Seu coração é um dos presentes escolhidos por Deus. Dentro dele há uma câmara central cercada por um campo de força e de tal luz e proteção que nós chamamos isto de um intervalo cósmico. É uma câmara separada desta substância, e não há sonda que possa descobrir isto. Ocupa, simultaneamente, não só a terceira e quarta dimensão, mas também outras dimensões desconhecidas ao homem. É assim conectado o ponto do poderoso cordão de cristal de luz que desce de sua Presença de Deus para sustentar a batida de seu coração físico que lhe dá vida e propósito e integração cósmica.

Você não precisa entender um idioma sofisticado ou postulação científica, o como, o porque e o portanto, desta atividade. Esteja contente em saber que Deus está lá e que há dentro de você um ponto de contato com o Divino, uma faísca de fogo do próprio coração do Criador que é chamado de Chama Trina ardente de Vida. Lá queima a essência da trindade do amor, sabedoria, e poder.

Cada reconhecimento feito diariamente à chama dentro de seu coração ampliará o poder e iluminação de amor dentro de seu ser. Cada atenção produzirá uma sensação nova de dimensão por você, se não exteriormente, aparente, então subconscientemente manifesta dentro dos envoltórios de seus pensamentos internos.

Não negligencie, então, seu coração, como o altar de Deus. Não negligencie o sol de seu ser manifesto. Tire de Deus o poder de amor e O amplie dentro de seu coração. Então envie para fora, no mundo, a grandeza, como o bastião que superará a escuridão do planeta e diga:

Consagração das Velas

Saudamos a Poderosa e Abrangente Luz do Universo, a mais alta Fonte de Vida EU SOU! Nos vos curvamos, reverentemente, em profunda gratidão diante da Luz Cósmica e consagramos estas chamas como símbolo da Chama Trina da Vida, em cada ser humano.

A Chama do Poder(azul)… da Sabedoria(amarela/dourada)… do Amor(rosa)…

Acenda as velas da esquerda para direita e visualize a Chama Trina ancorando em seu coração, no coração de quem deseja e crie um coração no centro de sua casa, no centro do seu país e no centro do Planeta Terra e agora faça a seguinte afirmação:

Poderoso EU SOU, Fonte de toda Vida, preenchei-nos (me) com Vossa Luz e Vossos Divinos Poderes e elevai este ritual a uma poderosa expansão de todo Bem.

Vós, Grandes Divinos Seres da Luz, Mestres Ascensionados, amigos do reino Angélico e da Natureza, ampliai o nosso esforço com Vosso Poder, para abençoar a vida. Nós Vos chamamos com profundo Amor e reverência.

Respire profunda e lentamente e mantendo esta visualização, faça a seguinte invocação:

 A GRANDE INVOCAÇÃO

Do ponto de Luz na Mente de Deus
Que flua luz às mentes dos Homens,
Que a luz desça à Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus
Que flua amor aos corações dos homens,
Que Cristo retorne à Terra.
Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,
Propósito que os Mestres conhecem e servem.
Do centro a que chamamos raça dos homens,
Que se realize o Plano de Amor e de Luz
E se feche a porta onde se encontra o mal.
Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam
O Plano Divino sobre a Terra,
Hoje e por toda a eternidade. Amém

O uso e o significado da Grande Invocação

Mantendo a visualização acima citada, faça seus pedidos e seu agradecimentos aos Dirigentes Celestiais Ascensionados destas Chamas. Fique em silêncio por alguns minutos certificando-se da ancoragem da Chama Trina de acordo com seus desejos e respire profunda e lentamente por três vezes e volte à sua Consciência. Faça o encerramento.

Encerramento

Amada Presença Divina EU SOU, Santo Ser Crístico em todas as pessoas:
Vós Seres e Poderes da Luz:

Nós agradecemos pelo derramamento de todas as dádivas Divinas e por Vossa Presença. Reforçai nosso empenho com Vossas Forças, Vosso Amor, Sabedoria e Poder para abençoar toda a vida. Mantende-nos em Harmonia, Paz e  Amor como focos para Vossa irradiação no nosso Mundo.

Abençoadas Chamas, marcos de Luz da mais alta Fonte Divina. Nós vos agradecemos por podermos enviar vossas  Forças e Vos envolvemos no nosso amor. Reconhecemos a unidade da Vida e nos curvamos humildemente à Luz Cósmica. Todos servimos como condutores da Luz no Corpo da mais alta Fonte EU SOU.

Por: Solange Martins – Terapeuta, Tarologa e Numeróloga

Israel: cientista judeu alega que sua raça NÃO É semita e sim proveniente da Khazaria


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Top cientista israelense diz que judeus Ashkenazi vieram da Khazaria, região da Europa Central, e que não tem origem na Palestina (n.t. ou na antiga cidade de UR, na antiga Mesopotâmia, como descendentes de Abraão, que descendia de Sem, portanto Semitas)

Eran Elhaik, da John Hopkins University, um cientista geneticista molecular israelense, publicou uma pesquisa que diz desmascarar essa afirmação. E isso desencadeou um enorme e previsível confronto. “Ele esta simplesmente errado”, disse Marcus Feldman, da Universidade de Stanford, um dos principais pesquisadores em genética judaica, referindo-se a pesquisa de Elhaik.

Um geneticista israelense desafia a  hipótese “sionista” de que todos os judeus pertencem a uma raça e estão intimamente relacionados, dando-lhes, assim, um ancestral comum na Terra Santa e uma reivindicação bíblica para a Palestina. 

Fonteshttp://www.darkmoon.me – Postado por Montecristo  

Os cientistas não costumam chamar uns aos outros de “mentirosos” e “fraudulentos”. Mas isso é como o pesquisador Eran Elhaik, da Johns Hopkins University, com pós-doutorado, descreve um grupo de geneticistas amplamente respeitados, incluindo Harry Ostrer, professor de patologia e genética do Albert Einstein College of Medicine da Universidade de Yeshiva e autor do livro “Legacy: A Genetic History of the Jewish People“, publicado em 2012 .  

Região da Europa Central, no Cáucaso, que seria a origem do atual povo judeu Askhenazim, da raça branca, não semita, de acordo com o pesquisador e outros.

Há anos, os resultados do professor Ostrer e vários outros cientistas têm se mantido praticamente incontestados sobre a genética dos judeus e a história que contam sobre as suas origens comuns do Oriente Médio compartilhadas por muitas populações judaicas em todo o mundo. Judeus – e particularmente os Ashkenazim – são de fato uma raça, um povo, como a pesquisa de Ostrer demonstra.

É uma teoria que mais ou menos afirma o entendimento daquilo que os próprios judeus mantêm de quem eles são no mundo: um povo que, embora disperso, compartilham um vínculo étnico-racial enraizado em sua origem ancestral comum dos judeus nativos da antiga Judeia ou Palestina, como os romanos chamavam a região depois que conquistaram a pátria judaica.

Mas agora, Elhaik, um cientista geneticista molecular israelense, publicou uma pesquisa que diz desmascarar essa afirmação. E isso desencadeou um enorme e previsível confronto. “Ele esta simplesmente errado”, disse Marcus Feldman, da Universidade de Stanford, um dos principais pesquisadores em genética judaica, referindo-se a pesquisa de Elhaik.

As vezes fortes emoções geradas por essa disputa científico de uma questão central e politicamente carregada que cientistas e outros têm ponderado por décadas: DE ONDE no mundo que os judeus Ashkenazi tem a sua ORIGEM?

O debate toca sobre questões sensíveis como a de que se o povo judeu é uma raça ou uma religião, e se os judeus ou os palestinos são descendentes dos habitantes originais daquilo que é hoje o Estado de Israel.

A teoria de Ostrer às vezes é empacotada para emprestar uma autoridade de ciência para a narrativa sionista, que vê a migração de judeus modernos ao que hoje é Israel e seu domínio sobre aquela terra, como um simples ato de reintegração de posse pelos descendentes  dos moradores originais daquela terra. 

Ostrer se recusou a ser entrevistado para esta reportagem. Mas, em seus escritos, Ostrer aponta os perigos de tal reducionismo, alguns dos mesmos marcadores genéticos comuns entre os judeus, ele identifica que podem ser encontrados em palestinos, também.

O pesquisador judeu israelense Eran Elhaik, da Johns Hopkins University, com pós-doutorado.

Ao utilizar ferramentas moleculares sofisticadas, Feldman, Ostrer e a maioria dos outros cientistas no campo genético descobriram que os judeus são geneticamente homogêneos. Não importa onde eles vivam, dizem esses cientistas, os judeus são geneticamente mais semelhantes entre si do que com seus vizinhos não-judeus, e eles têm uma ascendência comum do Oriente Médio.

Essa pesquisa dos geneticistas faz apontar para o que é conhecido como a Hipótese Renânia. Segundo essa hipótese, os judeus Ashkenazi seriam descendentes dos judeus que fugiram da Palestina depois da conquista muçulmana no século VII e se estabeleceram no sul da Europa. No final da Idade Média eles se mudaram da Alemanha ou desde a Renânia para a Europa Oriental.

“Bobagem”, disse Elhaik, um judeu israelense de 33 anos de idade, de Beersheba, que obteve um doutorado em evolução molecular da Universidade de Houston. Ele é filho de um homem italiano e uma mulher iraniana que se casaram em Israel, Elhaik, um homem compacto, de cabelos escuros, sentou-se recentemente para uma entrevista em seu despojado cubículo estreito de um escritório na Universidade Johns Hopkins, onde ele trabalhou por quatro anos.

Em  “A conexão perdida da ascendência européia judaica: Contrastando as Hipóteses Renânia e a Khazar”,  publicado em dezembro na revista Genome Biology and Evolution, Elhaik diz que ele comprovou que as raízes Ashkenazi dos judeus residem no Cáucaso – uma região no fronteira da Europa e da Ásia, que se situa entre os mares Negro e Cáspio – e não no Oriente Médio. Eles são descendentes, argumenta ele, dos khazares, um povo turco que viveu em um dos maiores estados medievais da Eurásia e depois migrou para a Europa Oriental, nos séculos 12 e 13. A genética e os Genes do tipo Ashkenazi, Elhaik acrescentou, são muito mais heterogêneas do que Ostrer e outros proponentes da Hipótese Renânia acreditam. Elhaik  encontrou um marcador genético comum do Oriente Médio em DNA de judeus, mas, segundo ele, este poderia ser do Irã, não da antiga Judéia.

Elhaik escreve que os khazares (que foram) convertidos ao judaísmo no século VIII, embora muitos “historiadores” acreditem que apenas a realeza e alguns membros da aristocracia se converteram.Mas a conversão generalizada pelos khazares ao judaísmo é a única maneira de explicar o enorme crescimento da população judaica européia para 8 milhões no início do século 20 a partir de sua minúscula base desde a Idade Média, diz Elhaik.

Elhaik baseia sua conclusão na análise de dados genéticos publicados por uma equipe de pesquisadores liderados por Doron Behar, geneticista populacional e médico sênior do Rambam Medical Center, em Israel, em Haifa. Usando os mesmos dados, a equipe de Behar, publicado em 2010 um documento concluindo que a maioria dos judeus contemporâneos de todo o mundo e algumas populações não-judaicas do Levante, ou do Mediterrâneo Oriental, estão intimamente relacionados.

Elhaik usou alguns dos mesmos testes estatísticos como Behar e outros, mas ele escolheu comparações diferentes. Elhaik comparou “assinaturas genéticas” encontrados em populações judaicas como os armênios  e georgianos (n.t. caucasianos como o antigo povo Khazar) modernos, que ele usa como um padrão atual para os Khazarians há muito extintos, porque eles vivem na mesma área em que existiu aquele estado medieval Khazar.

A Khazaria e o império Khazar entre os anos de 600 a 850 d.C. quando o judaísmo foi adotado no reino. Esse povo era da raça branca ariana e caucasiana e nunca foi semita.

“É uma premissa irrealista”, disse o geneticista da Universidade de Arizona Michael Hammer, um dos co-autores da pesquisa de Behar, que Elhaik usou. Hammer salienta que os armênios têm raízes no Oriente Médio, que, segundo ele, é por isso que eles pareciam estar geneticamente relacionados com os judeus Ashkenazi no estudo de Elhaik.

Hammer, que também co-escreveu o primeiro artigo que mostrava que osKohanim(*) dos tempos modernos são descendentes de um único ancestral masculino, chama Elhaik e outros proponentes da Hipótese khazar “gente isolada… que têm um ponto de vista minoritário que não é suportado cientificamente. Eu acho que os argumentos que eles fazem são muito fracos e que expandem o que sabemos”.


(*) Kohanim, Kohen ou Cohen (ou Kohain ; hebraico : כֹּהֵן ., “padre”, pl כֹּהֲנִים Cohanim ) é a palavra hebraica para sacerdote. Os Cohanim judaicos acredita-se serem haláchicos  e tradicionalmente ser de descendência patrilinear direta do sacerdote personagem bíblico Aarão, o irmão de Moisés.

Durante a existência do Templo de Jerusalém, os Cohanim realizavam as oferendas diárias e nos feriados religiosos (deveres Yom Tov). Hoje o sacerdote Cohanim mantém uma situação menos distinta dentro do judaísmo, e estão vinculados a restrições adicionais de acordo com o judaísmo ortodoxo.


Feldman, diretor do Stanford’s Morrison Institute for Population and Resource Studies ecoa Hammer. “Se você pegar toda a cuidadosa análise genética populacional que tem sido feito ao longo dos últimos 15 anos … não há dúvida sobre a origem comum do povo judeu no Oriente Médio”, disse. Ele acrescentou que o resultado da pesquisa de Elhaik “é uma espécie de outsider”.

A análise estatística de Elhaik não passaria pela maioria dos estudiosos contemporâneos, disse Feldman: “Ele parece estar aplicando as estatísticas de uma forma que lhe dá resultados diferentes daquilo que todo mundo tem obtido a partir de dados essencialmente semelhantes.” Elhaik, que sequer acredita que Moisés, Aarão ou as 12 tribos de Israel algum dia existiram, dá de ombros para as críticas.

“Esse é um argumento circular”, disse ele sobre a noção de que semelhanças genéticas de judeus e armênios  resultam de ancestrais comuns no Oriente Médio e não da região da Khazaria, a área onde os armênios vivem. Se você acredita nisso, diz ele, então outras populações não-judaicas, como a Geórgia, que são geneticamente semelhantes aos armênios devem ser consideradas geneticamente relacionados aos judeus, também, “e assim por diante e assim por diante.”

Dan Graur, supervisor de doutorado de Eran Elhaik na Johns Hopkins University, e membro do conselho editorial da revista que publicou o resultado de suas pesquisas, chama seu ex-aluno de “muito ambicioso, muito independente. Isso é o que eu gosto”. Graur, um romeno-nascido judeu que atuou no corpo docente da Universidade de Tel Aviv por 22 anos antes de se mudar há 10 anos para a escola de Houston, disse sobre Elhaik”, que ele escreve mais provocante do que poderia ser necessário, mas é o estilo dele”. Graur chama a conclusão da pesquisa de Elhaik de que os judeus Ashkenazi se originaram a leste da Alemanha” de uma estimativa muito honesta”.

Shlomo Sand, professor de história na Universidade de Tel Aviv e autor do polêmico livro de 2009 “The Invention of the Jewish People”

Em uma   reportagem  que acompanhou o artigo de revista de Eran Elhaik, Shlomo Sand, professor de história na Universidade de Tel Aviv e autor do polêmico livro de 2009 “The Invention of the Jewish People” (A Invenção do Povo Judeu), disse que o estudo reinvindica o mesmo que as suas idéias desde longa data.

“É tão óbvio para mim”, disse Sand a revista. “Algumas pessoas, historiadores e  até mesmo cientistas, fecham os olhos para a verdade. Uma vez que, antigamente dizer que os judeus eram uma raça era ser anti-semita, agora dizer que eles não são uma raça é que é ser anti-semita. É uma loucura como (n.t. os manipuladores da) a história brinca com a gente. “

O artigo recebeu pouca cobertura na mídia norte americana (n.t. controlada pelos sionistas e elitistas da NWO), mas tem atraído a atenção de grupos anti-sionistas e da “supremacia branca anti-semitas”, disse Elhaik.

Curiosamente, enquanto os blogueiros anti-sionistas têm aplaudido o trabalho de Elhaik, dizendo que isso prova que os judeus contemporâneos não têm direito legítimo nenhum ao território de Israel (Palestina), alguns supremacistas brancos atacaram ele.

David Duke, por exemplo, é perturbado pela afirmação de que os judeus não são uma raça.”O comportamento disruptivo e conflitivo que marcou as atividades da supremacia judaica através dos milênios sugere fortemente que os judeus mantiveram-se mais ou menos geneticamente uniformes e têm … desenvolvido uma estratégia de sobrevivência evolutiva de grupo baseada em uma unidade biológica comum – algo que milita fortemente contra a teoria Khazar”, escreveu o ex- integrante da (racista) Ku Klux Klan e ex-deputado estadual da Louisiana-EUA em seu blog, em fevereiro.

“Eu não estou me comunicando com eles”, disse Elhaik sobre os supremacistas brancos. Ele disse que eles também o incomodam, e Elhaik é um veterano de sete anos de serviço no exército israelense, o que os anti-sionistas têm capitalizado sobre a sua pesquisa, pelo menos porque  “ela não vai ser provada estar errada a qualquer momento ou em breve”.

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Mas os defensores da hipótese Renânia também têm uma agenda política, disse ele, afirmando que eles “foram motivados para justificar e corroborar a narrativa (do movimento) sionista.“

Para ilustrar seu ponto de vista, Elhaik gira em torno de sua cadeira para ficar de frente ao seu computador e busca por uma troca de e-mail de 2010, com Ostrer.  “Foi um grande prazer ler o artigo recente do seu grupo, “Filhos de Abraão na era do genoma”, que iluminam  a história do nosso povo”, escreveu Ostrer a Elhaik . “É possível ver os dados utilizados para o estudo?”

Ostrer respondeu que os dados não estão disponíveis publicamente. “É possível colaborar com a equipe por escrito através de uma breve proposta que descreva o que você pretende fazer”, escreveu ele. “Critérios para revisão incluem a novidade e a força da proposta, sem sobreposição com as atividades atuais ou previstas, e sem caráter difamatório (n.t. ou apenas contrário) para o povo judeu“.

Essa última exigência, Elhaik argumenta, revela o viés de Ostrer e de seus colaboradores.

Permitindo aos cientistas o acesso aos dados somente se a pesquisa não vai difamar os judeus é (uma situação) “muito peculiar”, disse Catherine DeAngelis, que editou o Journal of the American Medical Association por uma década. “O que isso faz é configurar-se para receber uma crítica: espere um minuto. O que esses caras estão tentando esconder? “

Apesar do que seus críticos afirmam, Elhaik diz, ele não esta lá para provar que os judeus contemporâneos não têm ligação com o povo judeu da Bíblia. Seu foco principal de pesquisa é a genética da doença mental, o que, explica ele, levou-o a questionar o pressuposto de que os judeus ashkenazim são uma população útil para estudar porque eles são tão homogêneos.

Elhaik diz que ele leu pela primeira vez sobre a hipótese khazar uma década atrás, em um livro de 1976 escrito pelo falecido autor (judeu) húngaro-britânico Arthur Koestler, ” A Décima Terceira Tribo “, escrito antes que os cientistas tivessem até mesmo as ferramentas para comparar genomas.

O autor (judeu) húngaro-britânico Arthur Koestler, e seu livro “A Décima Terceira Tribo”

Koestler, que era judeu de nascimento, disse que seu objetivo ao escrever o livro era eliminar as bases racistas do anti-semitismo na Europa. “Se essa teoria (origem dos judeus no Cáucaso, no império Khazar) se confirmar, o termo” anti-semitismo “se tornaria vazio de significado”, a capa do livro declara. Embora o livro de Koestler tivesse sido geralmente bem revisado, alguns céticos questionaram a compreensão do autor da história da Khazaria .

Para Graur não é surpresa que Eran Elhaik tenha se levantado contra a “panelinha“de cientistas que acreditam que os atuais judeus são geneticamente homogêneos (n.t. semitas e com origem no Oriente, na Palestina) . “Ele gosta de ser combativo”, disse Graur. “Isso é o que é ciência.

A MORTE NÃO EXISTE


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 GARANTE o PAUL LANZA UM DOS 5 MAIORES CIENTISTAS DO MUNDO

O Dr. Robert Paul Lanza (foto), nascido em 1959, é considerado um dos maiores cientistas  da atualidade.
 Médico pesquisador, é especializado em medicina regenerativa à nível celular (histologia regenerativa) e, por força de suas pesquisas, um estudioso de áreas de ponta, como a física moderna (quântico-relativista). Entre outras funções, ele é chefe de pesquisas do Advanced Cell Technology e professor do Institute for Regenerative Medicine, departamento do Wake Forest University Scholl of Medicine, todas situadas nos EUA.   Robert Lanza ficou famoso por suas pesquisas com células-tronco e clonagem de seres vivos, em especial como meio de preservação em favor de espécies ameaçadas de extinção ———–Robert Lanza,
Será que a morte existe? Nova teoria diz ‘Não’————–

Existir é que é a morte

Muitos de nós tememos a morte. Nós acreditamos na morte, porque nos foi dito que vamos morrer. Nós nos associamos com o corpo, e nós sabemos que os corpos morre. Mas uma nova teoria científica sugere que a morte não é o evento terminal que pensamos.

Um aspecto bem conhecido da física quântica é que certas observações não podem ser previstas com certeza. Em vez disso, há uma gama de possíveis observações cada uma com uma probabilidade diferente . Uma explicação mainstream, a do “multi- mundos” afirma que cada uma dessas observações possíveis corresponde a um universo diferente (do ‘multiverso’). Uma nova teoria científica – chamada biocentrismo – refina essas idéias. Há um número infinito de universos, e tudo o que poderia acontecer ocorre em algum universo. A morte não existe em qualquer sentido real nesses cenários. Todos os universos possíveis existiriam simultaneamente, independentemente do que acontece em qualquer um deles. Embora corpos individuais estejam  destinados a auto-destruição, o sentimento vivo – o “Quem sou eu?” – É apenas uma fonte de 20 watts de energia operando no cérebro. Mas esta energia não desaparece com a morte. Uma das mais seguras axiomas da ciência é que a energia nunca morre; ela não pode ser criada nem destruída. Mas será que essa energia transcende  de um mundo para o outro?

Considere um experimento que foi recentemente publicado na revista Science mostrando que os cientistas poderiam retroativamente mudar algo que tinha acontecido no passado. Partículas tiveram  decidir como se comportar quando batem em um divisor de feixe. Mais tarde, o experimentador poderia virar um segundo interruptor ligado ou desligado. Acontece que     o observador decidiu nesse ponto, determinando o que a partícula fez no passado. Independentemente da escolha que você, o observador, fizer, é você quem vai experimentar os resultados que irão resultar. As ligações entre estas várias histórias do universos transcendem nossas idéias clássicas comuns de espaço e tempo. Pense  nos 20 watts de energia como simplesmente  um holograma projetando este ou aquele resultado em uma tela. Se você ligar o segundo divisor de feixe , ligado ou desligado, ainda é a mesma bateria ou agente responsável pela projeção.

De acordo com Biocentrismo, o espaço e o tempo não são os objetos duros que pensamos. Acene com a mão no ar – se você tirar tudo, o que resta? Nada. A mesma coisa se aplica para o tempo. Você não pode ver nada através do osso que envolve o cérebro. Tudo o que você vê e experimenta agora é um turbilhão de informações que ocorre em sua mente. O espaço e o tempo são simplesmente as ferramentas para colocar tudo junto.

A morte não existe em um mundo sem espaço atemporal. No final, mesmo Einstein admitiu: “Agora, Besso” (um velho amigo) ” partiu deste estranho mundo um pouco à frente de mim. Isso não significa nada. Pessoas como nós … sabemos   que a distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente. “A imortalidade não significa uma existência perpétua no tempo sem fim, mas reside fora de tempo completamente.

Isso ficou claro com a morte de minha irmã Christine. Depois de ver seu corpo no hospital, eu saí para falar com membros da família. O marido de Christine – Ed – começou a soluçar incontrolavelmente. Por alguns momentos eu senti como se estivesse transcendendo  o provincianismo de tempo. Eu pensei sobre os 20 watts de energia e sobre as experiências que mostram que uma única partícula pode passar através de dois furos, ao mesmo tempo. Eu não poderia descartar a conclusão: Christine estava viva e morta, fora do tempo.

Christine tinha tido uma vida dura. Ela tinha finalmente encontrado um homem que ela amava muito. Minha irmã mais nova não poderia vir para seu casamento porque ela tinha um jogo de cartas que havia sido marcada por várias semanas. Minha mãe também não poderia ir  ao casamento devido a um compromisso importante que ela tinha no Elks Club. O casamento foi um dos dias mais importantes na vida de Christine. Como mais ninguém do nosso lado da família apareceu, Christine me pediu para levá-la até o altar para entregá-la.

Logo após o casamento, Christine e Ed estavam se dirigindo para a casa de sonho que tinham acabado de comprar quando o carro bateu em um pedaço de gelo negro. Ela foi jogada para fora do carro e caiu em uma banca de neve.

“Ed”, ela disse: “Eu não posso sentir minha perna.”

Ela nunca soube que seu fígado havia sido rasgado ao meio e o sangue estava correndo em sua peritônio.

Após a morte de seu filho, Emerson escreveu: “Nossa vida não é tanto ameaçada como a nossa percepção. Lamento que a dor  não possa me  ensinar nada, nem me carregar para um outro lugar da existência. “

Quer se trate de lançar o interruptor para a experiência da ciência, ou girando a roda de condução muito ligeiramente este ou aquele caminho de gelo negro , é o jogador de 20 watts de energia que vai experimentar o resultado. Em alguns casos, o carro vai sair da pista, mas em outros casos o carro vai continuar no seu caminho até a casa de sonho da minha irmã.

Christine tinha recentemente perdido  100 libras, e Ed havia lhe comprado  um par de brincos de diamante de surpresa. Vai ser difícil superar , mas eu sei que Christine vai olhar  encantada pra eles  na próxima vez que eu vê-la.

Leia mais em http://www.robertlanza.com/does-death-exist-new-theory-says-no-2/#yIPf8H4YRXgR466L.99 

  

ARCANJO MIGUEL


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ARCANJO MIGUEL – HÁ MAIS LUZ DO QUE NUNCA SE IRRADIANDO

Arcanjo Miguel

Arcanjo Miguel

ARCANJO MIGUEL – HÁ MAIS LUZ DO QUE NUNCA SE IRRADIANDO EM SEUS CORPOS E NA TERRA

Canalizado por Leslie-Anne Menzies
25/07/16

Meus queridos,

Essas são realmente estradas acidentadas de mudança que vocês estão percorrendo, MAS vocês estão se tornando sempre tão magistrais em navegá-las totalmente…


Prometeu-se que 2016 seria um ano de grande mudança e não fomos decepcionados – numericamente é um ano 9 – um ano de conclusão e, para muitos dentre vocês, essa é a VERDADE.

Tudo o que não serve mais ao seu propósito superior está sendo retirado da sua consciência e, embora quando isso acontece possa parecer brutal, ou pelo menos irritante, vocês estão chegando a esse lugar de Mestria Interior em que reconhecem que é o momento de abrir mão, liberar, render-se.

Com tudo a que vocês se renderam, inclusive à dor associada a isso, vocês estão agora preparados perfeitamente para acolher todos os novos começos, logo que se apresentem. Nós lhes dizemos, meus queridos, isso vai surgir como uma miscelânea, com uma infinidade de escolhas.

O seu discernimento e os sentidos recém despertos vão lhes permitir que surjam facilmente a pessoa perfeita, o lugar ou o objeto do seu desejo em sua vida, como se fosse “MAGIA”.

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Então, vocês irão SABER que tudo o que lhes trouxe a este momento, estava perfeitamente alinhado para o resultado mais elevado.

Em seguida, vocês vão se render, cair de joelhos e agradecer – agradecer à Criação e a si mesmos por terem a fé e a confiança que lhes permitiram trilhar o seu caminho – totalmente de olhos vendados, mas com uma sabedoria interna que os orientou eternamente para este momento.

Reconhecer e dar graças são maneiras igualmente abençoadas para se viver a cada dia, meus queridos.

Até mesmo em seus momentos mais sombrios, se vocês conseguirem ver além dessa escuridão – atraindo a Luz da Criação, acreditando que isso passará, vocês permitem que uma vibração mais elevada/mais rápida das partículas de Luz/Amor entrem em seus corpos, através do seu chacra coronário divino, ao permitir que essa Luz se infiltre em cada célula dos seus magníficos veículos corpóreos, limpando, purificando toda a escuridão, enquanto ela parte.

Enviem as velhas energias para a Terra a fim de que sejam transformadas de volta à Luz e observem como essa transformação acontece em seu interior.

Meus queridos, lembramos-lhes que não concentrem a sua atenção naquilo que “parece” estar acontecendo “lá fora”. Concentrem toda a sua energia amorosa em aprimorar-se e em melhorar a sua vida e as circunstâncias.

Ajustem a sua energia para a vibração de Amor/Luz mais elevada possível e, à medida que cada um de vocês se tornar mais luminoso, mais amoroso, isso afetará, por osmose, a todos os outros Seres do Planeta.

Queridos, nós lhes dizemos isto: Há mais LUZ do que nunca se irradiando em seus corpos e na Terra. Nunca antes em sua história houve tanta Luz disponível assim.

Concentrem-se nessa Luz, meus queridos, porque vocês são a mudança que está acontecendo em seu Planeta.

Deixem que todas as histórias de AMOR, UNICIDADE e COOPERAÇÃO, que estão surgindo na humanidade, tornem-se “As Notícias do Dia”. A humanidade como o melhor tema. Deixem que haja mais foco nessas histórias, fazendo com que a escuridão desapareça no esquecimento.

Quando a Luz brilha plenamente na escuridão, a escuridão desaparece para nunca mais retornar.

Meus queridos, a Era de Ouro aguarda a TODOS vocês. Reconheçam a sua conexão, esqueçam as suas diferenças – elas foram necessárias somente para lhes mostrar um caminho de volta à Luz.

Queridos, permaneçam juntos – sintam o Amor que habita em seu interior, enviem-no para aqueles que os rodeiam, principalmente os que estão sofrendo, então, observem como VOCÊS realmente fazem a diferença na vida de uma pessoa. Multipliquem isso por 10, 100, até o infinito, então vocês realmente vão testemunhar a velocidade da mudança que vocês anseiam.

Isso depende realmente de cada um de VOCÊS.

Meus queridos, sejam quem vocês vieram ser.
Façam o que vieram fazer.

Basta que sejam vocês e sejam o Amor, realmente é simples assim.

Sempre os amando, meus queridos,

EU SOU ARCANJO MIGUEL

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Projeto Blue Beam


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segunda-vinda-cristoO infame Projeto Blue Beam-NASA teria quatro etapas diferentes, a fim de implementar uma nova religião estilo New Age (da “Nova Era”) com oanticristo em sua liderança.

Devemos lembrar que essa nova religião estilo New Age é o próprio fundamento para a implantação de um  novo governo do mundo estiloNew World Order (NWO) – Nova Ordem Mundial, sem essa religião a ditadura da Nova Ordem Mundial é completamente impossível. Eu vou repetir: Sem uma crença universal nessa nova religião estilo New Age, o sucesso da nova ordem mundial será impossível! 

O Projeto Blue Beam da NASA teria quatro etapas diferentes, a fim de implementar um  novo governo do mundo estilo New World Order (NWO) – Nova Ordem Mundial com o anticristo em sua liderança. PARTE 2, final

É por isso que o Projeto Blue Beam é tão importante para eles, mas que tem sido tão bem escondido até agora. Por Serge Monast , originalmente Publicado em 1994 em EducateYourSelf Site

{ Nota Editor: Serge Monast e outro jornalista, ambos os quais estavam pesquisando sobre o Projeto Blue Beam, morreram AMBOS de “ataques cardíacos” dentro de semanas um do outro, embora nenhum dos dois apresentasse um histórico de doenças cardíacas. Serge estava no Canadá. O outro jornalista canadense estava visitando a Irlanda. Antes de sua morte, o governo canadense havia raptado a filha de Serge em uma tentativa de dissuadi-lo de prosseguir a sua investigação sobre o Projeto Blue Beam. Sua filha nunca foi devolvida. Pseudo-ataques cardíacos são um dos supostos métodos de morte induzidos pelos que operam o Projeto Blue Beam}

Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net

manipulação-da-ilusãoPARTE 2  

QUANTO A QUESTÃO DO POR QUE?

Por um lado, se você aterrorizar o público e fazê-los temer pela sua segurança, a massa lhe permitirá implementar TODAS as práticas draconianas na aplicação da lei, desarmá-los e manter registros extensos de todos, e eles só tem que lhes dizer que é tudo para proteger vocês, é claro.
 
Em segundo lugar, promove a deterioração das atuais formas democráticas de sistemas políticos de governo, e leva as sociedades a procurar métodos alternativos de ideologia política. É claro, a alternativa já foi planejada. Ela é chamada de umanova ordem mundial (New World Order) e que não irá ter a sua segurança ou os seus interesses com a melhor das intenções. Como George Bush disse: “Leia meus lábios.”
 
O medo sempre foi usado pelo elite poderosa para controlar e subjugar as massas. A velha máxima de Júlio Cesar “Divide Et Impera”, dividir para conquistar está sendo jogada para fora do limite mundial para garantir que todos estejam com medo por sua segurança pessoal, e para desconfiar de todo mundo. Isto, também, é o controle da mente. 

Para ir mais longe no que diz respeito à nova tecnologia que está na base do Projeto Blue Beam da NASA, temos de considerar esta declaração feita pelo psicólogo James V. McConnell, que foi publicada em uma edição de 1970 da Psychology Today. Ele disse:

“O dia já chegou quando nós podemos combinar privação sensorial com a hipnose de drogas e manipulação de recompensa e punição para ganhar o controle quase absoluto sobre o comportamento de um indivíduo. Em seguida, deverá ser possível alcançar um tipo muito rápido e altamente eficaz de lavagem cerebral positiva que nos permita fazer mudanças dramáticas no comportamento e personalidade de uma pessoa”.

Agora, quando antes nós conversamos  sobre esse tipo de tecnologia e a comunicação telepática aumentada por via eletrônica, o tipo de raio que são alimentados a partir das memórias de computadores que armazenam dados massivos sobre os seres humanos, a linguagem humana e dialetos, e nós dissemos que o povo ser alcançado a partir de dentro, fazendo com que cada pessoa passe a acreditar que seu próprio Deus está falando diretamente de dentro de sua própria alma, nós nos referimos a esse tipo de tecnologia e que tipo de pensamento que o mesmo psicólogo estava defendendo, isto é:

Que nós devemos ser treinados desde o nascimento para que todos nós nos comportemos como a sociedade quer que nós façamos mais do que o que nós queremos fazer por nós mesmos; que, porque eles têm a tecnologia para fazê-lo, ninguém deve agora ser autorizado a ter sua própria personalidade individual.

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Esta declaração e essas idéias são importantes porque é o ensinamento básico da Organização das Nações Unidas para que ninguém possua a sua própria personalidade.

E esse mesmo psicólogo afirma que ninguém tem qualquer coisa a dizer sobre o tipo de personalidade que adquirem e não há nenhuma razão para acreditar que você tem o direito de recusar a adquirir uma nova personalidade se a sua personalidade atual é considerada “anti-social”. O que é importante nessa declaração é que a Nova Ordem Mundial será criada sobre o sistema atual, ou seja, a velha e tradicional maneira de pensar, de se comportar e a religião será considerada como “velha” e um incorreto (antiquado) modo de pensar e que eles podem alterá-lo em um dos os campos de erradicação das Nações Unidas para se certificar de que toda pessoa com esse comportamento “anti-social” será eliminado rapidamente para que os outros indivíduos modificados sejam capazes de satisfazer as necessidades e agendas da nova ordem mundial sem se distrair com a verdade. Poderia este ser o maior projeto de controle da mente de todos os tempos?

O Projeto Blue Beam NASA é a primeira diretriz para o controle absoluto da nova ordem mundial sobre as populações de toda a terra. Eu sugiro que você investigue cuidadosamente esta informação antes de recusá-la como loucura de um fanático. Se formos ainda mais profundo nos diferentes relatórios que apresentamos, descobriremos que as operações e tecnologia de controle da mente incluem um transmissor que transmite na mesma freqüência que o sistema nervoso humano, que o transmissor é fabricado pela Loral Electro-Optical Sistems em Pasadena, Califórnia.

A Loral é uma importante empresa de defesa, já havia realizado pesquisas sobre armas de energia dirigida para o tenente-general Leonard Perez da força aérea dos EUA que estava à procura de uma arma que pudesse implantar mensagens na mente do inimigo, enquanto incitasse suas próprias tropas para atos sobre-humanos de valor! O dispositivo emprega radiação electromagnética das frequências pulsadas gigahertz em frequências extremamente baixas (ELF).

Ele é usado para torturar as pessoas fisica e mentalmente à distância. Armas deste tipo teriam sido usadas contra uma mulher britânica protestando contra a presença de mísseis de cruzeiro norte americanos na Base Aérea em Greenham Common  durante a década de 1970. Essa arma pode ser usada para induzir a privação sensorial total, em sinais de radiodifusão para atingir o nervo auditivo com tal poder que bloqueia a capacidade do indivíduo de ouvir e pensar! O processo empregado por tal tecnologia ELF são descritos em várias publicações do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD), incluindo um intitulado “O espectro eletromagnético e conflito de baixa intensidade”, pelo Capitão Paul E. Tyler, Comandante Médico da Marinha dos EUA, que está incluído em uma coleção intitulada “Low Intensity Conflict and Modern Technology Edict,” (“Conflito de Baixa Intensidade e Edição de Moderna Tecnologia”), pelo tenente-coronel David G. Dean, USAF.

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O documento foi entregue em 1984 e inteiramente publicado em 1986 pela Air University Press, da Base Maxwell Air-force, no Alabama. Outro dispositivo de pulso de microondas  pode entregar sinais sonoros diretamente a um indivíduo enquanto permanece indetectável a mais ninguém. A tecnologia é muito simples e pode ser construída usando uma pistola de radar da polícia comum. O feixe de microondas gerado pelo dispositivo é modulado em freqüências de áudio e pode transmitir mensagens diretamente no cérebro do indivíduo visado.

Agora aqui vamos nós para o Projeto Blue Beam da NASA. A difusão da comunicação e imagens de duas vias subliminar das profundezas do espaço corresponde diretamente a esse tipo de tecnologia. Em seu livro, “The Body Electric”, o candidato a Prêmio Nobel Robert Baker descreve uma série de experimentos realizados na década de 1960 por Allen Frie onde este fenômeno foi demonstrado, bem como experimentos posteriores realizados em 1973, no Walter Reed Army Research Institute do Dr. Joseph C. Sharp que pessoalmente foram submetidos a testes em que ele provou que podia ouvir e entender mensagens endereçadas a ele em uma câmara de isolamento de ecocardiograma através de um audiograma de microondas pulsante que é um análogo do som na vibração das palavra ouvidas em seu cérebro. Baker, em seguida, passa a afirmar que:

“Tal dispositivo tem aplicação óbvia para as operações secretas destinadas a conduzir à loucura uma pessoas alvo com vozes desconhecidas ou entregar instruções indetectáveis a um assassino programado (do estilo Treadstone, no filme da série Jason Bourne).”

Agora descobrir quando ouvimos a voz do novo messias chegando na Terra e que estaria falando a partir do espaço para todas as pessoas “saudáveis” do planeta, que pode dar instruções aos fanáticos religiosos, nós vamos ver a histeria e desordem sociais em uma escala nunca testemunhada antes neste planeta. Não há forças policiais no mundo, até mesmo como uma frente combinada, que poderia lidar com o transtorno que vai acontecer a seguir! Um livro de 1978 intitulado, “Microwave Auditory Effect and Application, de James C. Linn descreve como vozes audíveis podem ser transmitidas diretamente para o cérebro humano. Esta tecnologia pode realmente permitir que o cego veja e os surdos ouvirem novamente.

Mas em vez disso, o dispositivo foi transformado em uma arma para escravizar a humanidade. Allen Frie também relata que ele poderia acelerar, desacelerar ou parar o coração de sapos isolados sincronizando a taxa pulsada de um feixe de microondas com o próprio coração do animal. De acordo com Robert Baker, resultados semelhantes foram obtidos utilizando rãs vivas, o que mostra que é tecnicamente viável se produzir ataques cardíacos com raios desenhados para penetrar no peito humano. Refira-se também que o Dr. Baker não participa de tais pesquisas.

Demonstrou-se que o foco de feixes de energia eletromagnéticas UHF Ultra High Frequency (Frequencias Ultra Altas)  podem ser usados para induzir considerável agitação e atividade muscular ou induzir fraqueza muscular e letargia física. Microondas também podem ser usadas para queimar a pele humana e ajudar no efeito de drogas, bactérias e venenos ou afetar a função de todo o cérebro. Estes efeitos foram todos revelados longamente pela CIA em 21 de Setembro de 1977, em depoimento perante a Subcomissão da Saúde e da Investigação Científica do senado dos EUA.

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O Dr. Sidney Gottlieb, que dirigiu o programa MK-Ultra naquele tempo foi forçado a discutir o âmbito da investigação da CIA para encontrar técnicas de ativação do organismo humano por meios electrônicos remotos. Então, isso é algo que existe agora, que foi pesquisado e buscado ao seu mais alto grau, que pode ser usado a partir do espaço para chegar a qualquer pessoa, em qualquer lugar sobre a face da terra. Se nos aprofundamos nesse processo de controle da mente existem pessoas que acham que o equipamento e a tecnologia tem sido usada para influenciar a (resultados na) política de uma forma muito mais direta.

Michael Dukakis, o candidato democrata concorrendo contra George (pai) H. W. Bush na eleição de 1988, foi alvejado com tecnologia de microondas, a fim de impedir o seu desempenho de falar em público uma vez que as pesquisas de opinião pública mostraram que ele representava uma ameaça grave para a perspectiva da eleição de Bush. Ele também afirma que o equipamento foi utilizado contra Kitty Dukakis e levou-a quase a beira do suicídio.

No (louco) mundo Disneyland da política dos EUA, um candidato presidencial com problemas como esses, acabaria, obviamente, perdendo sua corrida para a Casa Branca. Na edição de dezembro de 1980 do Jornal do Exército dos EUA, chamado de Military Review, uma coluna feita pelo tenente-coronel John B. Alexander, era intitulado, “The New Mental Battlefield – Beam Me Up, Spock,” fornece uma visão mais aprofundada das capacidades técnicas à disposição do Controle da Mente. Ele escreve,

“Vários exemplos vão demonstrar áreas em que foram feitos progressos. A transferência de energia de um organismo para outro; a capacidade de curar ou causar doença a ser transmitida através da distância, induzindo, assim, doença ou morte com qualquer causa aparente; modificação do comportamento telepático que inclui a capacidade de induzir estados hipnóticos até uma distância de 1.000 km foram relatados.

O uso telepático da hipnose também tem um grande potencial. Esta capacidade poderia permitir que os agentes de controle penetrem profundamente na mente em qualquer pessoa sem que ela tenha algum conhecimento consciente de sua programação mental. Em termos de cinema, o filme “The Manchurian Candidate” é ativado, e nem sequer é necessário um telefonema.

“Outras técnicas de indução de mente para mente estão sendo considerados. Se aperfeiçoada esta capacidade poderia permitir a transferência direta do pensamento através de telepatia de uma mente ou grupo de mentes para um seleto público-alvo. O fator único é que o destinatário não estarão conscientes de que esse pensamento foi implantado a partir de uma fonte externa. Ele ou ela vai acreditar que os pensamentos são originalmente seus”.

Isto é exatamente sobre o que estávamos falando. 

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TERCEIRO PASSO do PROJETO BLUE BEAM da NASA

É chamado de Comunicação eletrônica telepática de duas vias.

O artigo de tenente-coronel Alexander continua:

“Se é possível alimentar o pensamento artificial no campo multigenico via satélite, o controle da mente de todo o planeta é agora possível. A única resistência de um indivíduo seria a de questionar constantemente a motivação por trás de seus pensamentos e não agir de acordo com pensamentos que considerem estar fora de suas próprias fronteiras ideológicas, religiosas e morais”.

Mais uma vez, é prudente considerar como a televisão, a publicidade, a educação moderna e vários tipos de pressão social são usados para manipular esses limites. Foi relatado pelo tenente-coronel Alexander, no resumo de seu artigo na Military Review, de que:

“As informações sobre esses tipos de tecnologias aqui apresentadas seriam considerados por alguns como sendo ridículas, uma vez que não se conforma com a sua visão da realidade atual. Mas algumas pessoas ainda acreditam que o mundo é plano e não redondo”.

Agora, isso significa muito, porque se as pessoas não acreditarem que este tipo de tecnologia é possível e existe, ou que é ficção científica, ou mera especulação de teóricos da conspiração, essas pessoas colocam-se em grande perigo, porque na noite em que essas milhares de estrelas brilharem a partir do espaço, quando o novo messias será apresentado ao mundo, eles não estarão preparados e não terão tempo para se preparar para salvarem-se contra esse tipo de tecnologia.

Eles não acreditam e eles não vão ter tempo para se prepararem. 

PASSO QUATRO do PROJETO BLUE BEAM da NASA

A quarta etapa diz respeito a “manifestação universal sobrenatural” do messias com os meios eletrônicos. Ele contém três orientações diferentes:

A primeira delas é fazer com que a humanidade acredite que uma (de fora do planeta) invasão alienígena está prestes a ocorrer em todas as grandes cidades na Terra a fim de provocar cada grande país a usar suas armas nucleares, a fim de contra-atacar os “alienígenas invasores”. Desta forma, o Tribunal de Justiça das Nações Unidas vai exigir que todas as nações que lançou suas armas nucleares para que se desarmem quando ficar claro que a invasão é falsa. E como as Nações Unidas saberão que a invasão foi falsa? Eles vão ter encenado isso também, é claro.
 
A segunda orientação é fazer com que os cristãos acreditem que o arrebatamento (elevação aos céus) vai ocorrer com a suposta intervenção divina de uma (de fora do mundo) civilização alienígena que vem para resgatar os terráqueos de um selvagem e impiedoso demônio. Seu objetivo será o de eliminar toda a oposição significativa para a implantação de um novo governo estilo NWO-nova ordem mundial em um grande e concentrado ataque, na verdade, poucas horas depois do início do show nos céus !
 
A terceira orientação no quarto passo é uma mistura de utilização das forças eletrônicas e as visões sobrenaturais. As ondas psicotrônicas utilizadas nesse momento vão permitir que “forças sobrenaturais” viagem através de fibras ópticas, cabos coaxiais (de TV) linhas elétricas e telefônicas, a fim de penetrar em todos de uma só vez através de grandes aparelhos. Chips embutidos já estarão em vigor. O objetivo deste lida com “fantasmas satânicos” globais projetados em todo o mundo, a fim de empurrar todas as populações à beira da histeria e da loucura, para afogá-los em uma onda de suicídio, homicídio e transtornos psicológicos permanentes.

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Depois do show da noite das mil estrelas, as populações de todo o mundo vai estar prontas para a vinda do novo “messias” para restabelecer a ordem e a paz a qualquer custo, mesmo ao custo de abdicação da liberdade. As técnicas utilizadas na quarta etapa é exatamente a mesmo utilizada no passado na antiga URSS para forçar as pessoas a aceitar o comunismo.

A mesma técnica será utilizada pela ONU-Organização das Nações Unidas para implementar a nova religião mundial e o governo da nova ordem mundial. Um monte de gente pergunta quando é que isto vai acontecer e como eles irão realizar o show das visões noturnas das mil estrelas, e os eventos que apontam para os dias em que isso vai começar. De acordo com os muitos relatórios que recebemos, nós acreditamos que ele irá começar com algum tipo de desastre econômico (PROVOCADO) a nível mundial. Não SERÁ um acidente completo, mas trará caos o suficiente para lhes permitir introduzir algum tipo de nova moeda antes de introduzir o uso do dinheiro eletrônico a nível mundial para substituir todo o dinheiro em papel ou cartões de plástico.

A moeda intermediária vai ser usada para forçar qualquer pessoa com poupanças para gasta-las ou por sua vez, pegar a posse do seu dinheiro, porque eles entendem que as pessoas que têm dinheiro e assim não são dependentes dos seus projetos podem ser os mesmos que vão montar uma insurreição e revolta contra a implantação de um governo global estilo NWO-nova ordem mundial. Se todo mundo está quebrado, ninguém pode financiar uma guerra de qualquer espécie, pois o papel moeda deixará de existir. Este SERÁ um dos primeiros sinais.

Mas, para implementar o sistema de dinheiro eletrônico em todo o mundo, todos no planeta que possuem dinheiro no futuro, terão que ter uma maneira de transferir dinheiro eletronicamente. Antes dessa data, todo mundo terá que ter transformado suas reservas de dinheiro, bens e outros ativos em moeda eletrônica. Todo mundo tem que ser 100% dependente do novo governo (o Conselho) para a sua existência. Para evitar qualquer tipo de independência humana do sistema, a nova ordem mundial já terá implantado microchips em animais selvagens, pássaros, peixes, etc.

escravo-do-dinheiro-cartoonPor quê? Eles querem ter certeza de que as pessoas que não aceitarem a nova ordem mundial não serão capazes de caçar ou pescar em qualquer lugar do mundo e assim sobreviver à margem do sistema novo. Se eles tentarem, eles serão monitorados e rastreados por satélites, então serão caçados e presos e/ou mortos. A nova ordem mundial já está mudando as leis de todas as nações para fazer com que todos sejam dependentes de uma única fonte de alimentos, nutrientes, de remédio e vitaminas.

Eles estão mudando as leis sobre a religião e transtornos psiquiátricos a fim de identificar quem está potencialmente ameaçando a implantação da NWO. Aqueles que são encontrados com “defeito” serão enviados para campos de concentração (existem mais de 800 implantados pela FEMA nos EUA), quando seus órgãos serão extirpados e vendidos pela melhor oferta.

Aqueles que não forem simplesmente eliminados pelo puro assassinato serão usados como trabalho escravo ou usados em experiências médicas. O objetivo de uma ditadura dessa envergadura é controlar todos, em todos os lugares do planeta, sem piedade e sem exceção. É por isso que a nova tecnologia a ser introduzida em todos os lugares é uma tecnologia para o controle das pessoas. A tecnologia dos anos 1940 e 1950 foi usada para ajudar as pessoas a ter uma vida mais fácil e mais produtiva.

A nova tecnologia é projetada e construída para rastrear e controlar as pessoas em todos os lugares e assim controlar tudo e todos. Esta tecnologia está sendo fabricada para uma finalidade específica e quem se recusar a ver e reconhecer o efeito, que é o de escravizar toda a população do mundo, é negar o surgimento do anticristo e do estabelecimento da nova religião e do governo de uma nova ordem mundial. Se você não pode perceber isso, se você não pode apreender esses fatos, se você não consegue entender isso, então você e sua família e amigos vão sucumbir aos fogos dos crematórios e aos campos de concentração que foram e estão sendo construídos em todas as nações e em todas as grandes cidades na terra, construídos para lidar com você. Ninguém estará a salvo em um estado policial totalitário estilo NWO-NOVA ORDEM MUNDIAL!

“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura se colhem uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? “ Mateus 7:13-16

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

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China, Rússia e IRÃ contra o Império do CAOS


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asia

Por maiores que sejam os desafios que os chineses enfrentam, tudo em Pequim indica fortemente sinais indiscutíveis de uma superpotência autônoma, autoconfiante, já plenamente desabrochada.

Assim sendo, sim tudo tem a ver com novos movimentos na direção da integração da Eurásia, com os EUA progressivamente empurrados para fora da Ásia Central. Veremos um complexo intercurso geoestratégico, progressivamente minando a hegemonia do dólar dos EUA como moeda de reserva e, principalmente, do petrodólar.

O futuro à frente indica que tudo será sobre a CHINA, IRÃ e a RÚSSIA, com os EUA sendo progressivamente jogado para fora da Eurásia.

Por Pepe Escobar – http://sputniknews.com/columnists/20141231/1016436434.html

PEQUIM – Apertem os cintos. Se em 2015 foi como um redemoinho que porá a China, a Rússia e o IRÃ contra o que tenho chamado de Empire of Chaos [Império do Caos].

Por maiores que sejam os desafios que os chineses enfrentam, tudo em Pequim indica fortemente sinais indiscutíveis de superpotência autônoma, autoconfiante, já plenamente desabrochada. O presidente Xi Jinping e os líderes atuais continuarão a investir pesadamente na urbanização e na luta contra a corrupção, incluindo os mais altos escalões do Partido Comunista da China (PCC).

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China e Rússia já são grandes parceiros econômicos na área de energia (gás e petróleo)

Internacionalmente, os chineses acelerarão o movimento na direção das novas “Rotas da Seda” – por terra e por mar – que coroará a estratégia chinesa máster, de longo prazo, de unificar os países da Eurásia com comércio e negócios com grandes investimentos na área de infraestrutura.

Os preços globais do petróleo continuarão, ao que tudo indica, baixos. E estão abertas as apostas sobre se haverá ou não acordo nuclear entre o IRÃ e os países do chamado grupo P5+1 ainda nesse verão. Se as sanções (de fato, é uma guerra econômica) econômicas contra o Irã forem mantidas e continuarem a ferir seriamente a economia do país, a reação de Teerã será firme e com certeza incluirá integração ainda maior com a Ásia, e não com o (corrupto) “ocidente”.

Os marionetes em Washington sabem perfeitamente que não é possível chegar a acordo amplo com o IRà sem a ajuda da Rússia. E seria o único – repito: o único – sucesso da política exterior do governo Obama. Um retorno à histeria de “bombardeiem o IRÔ só agradaria aos proverbiais suspeitos neoconservadores de sempre.

Fato é que, não por acaso, os dois países, IRàe Rússia são hoje alvos de sanções ocidentais. Não importa como foi planejado, fato é que o colapso financeiro/estratégico dos preços do petróleo é ataque direto contra (e contra quem seria?) ambos, o IRàe a Rússia.

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EUA x CHINA, o confronto será inevitável ??

A tal guerra derivada

Examinemos alguns fundamentos da economia russa: a dívida pública do governo Putin mal alcança 13,4% do PIB. O déficit em orçamento em relação ao PIB é de apenas 0,5%. Se assumirmos um PIB norte-americano de US$ 16,8 trilhões (números de 2013), o déficit em orçamento dos EUA alcança 4% do PIB, versus 0,5% para a Rússia.

O Fed é, de fato, corporação privada que pertence a bancos privados regionais dos EUA, embora se faça passar por instituição controlada pela União. A dívida dos EUA alcançou, no ano fiscal de 2014, estonteantes 74% do PIB. Na Rússia, é de apenas 13,4%.

A declaração de guerra econômica pelos EUA e pela União Europeia contra a Rússia – via ataque ao rublo e ataque derivado ao preço do petróleo – foi essencialmente ataque de derivativos. Em teoria, os derivativos podem ser multiplicados ao infinito. Operadores de derivativos atacaram simultaneamente o rublo e os preços do petróleo, para destruir a economia russa. Problema é que a economia da Rússia esta mais firmemente financiada que a economia dos EUA.

Considerando que o movimento de ataque foi concebido como um xeque-mate, a estratégia de defesa de Moscou não foi tão ruim quanto os EUA haviam previsto que seria. No front de energia, o problema continua a ser problema do ocidente, não da Rússia. Se a União Europeia não comprar o que a Gazprom tem para vender, a União Europeia desaba no próximo inverno.

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O erro chave de Moscou foi permitir que a indústria doméstica fosse financiada do exterior, dívida denominada em dólares. É coisa como uma dívida-armadilha-monstro, que pode ser facilmente manipulada pelo ocidente. O primeiro passo em Moscou teria de ter sido supervisionar de perto os próprios bancos.

Empresas russas teriam de tomar empréstimos domésticos e vender produtos no exterior. Moscou também teria de considerar a possibilidade de implementar um sistema de controle da moeda, de modo que a taxa básica de juros possa ser derrubada rapidamente.

E não esqueçamos que a Rússia sempre pode declarar uma moratória de dívida e juros, coisa como mais de US$ 600 bilhões. Sacudiria todo o sistema bancário mundial, até o âmago. Coisa como indisfarçada “mensagem” para forçar a guerra econômica movida por EUA-OTAN a dissolver-se.

A Rússia não carece de nenhuma matéria-prima que tenha de ser importada. A Rússia é capaz de facilmente fazer a engenharia reversa de virtualmente toda e qualquer tecnologia importada de que precise. Mais importante que tudo, a Rússia pode gerar – da venda de matérias-primas – crédito suficiente em dólares ou em euros.

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Em 14 de novembro de 2014 a discussão do Projeto de Lei № 652294-6 foi registrada na Duma, a Câmara Baixa do Parlamento russo. O projeto propõe a proibição da venda a estrangeiros de qualquer ouro extraído do território russo.

Pode acontecer de a venda da riqueza energética russa declinar – ou dos seus sofisticados equipamentos militares. Mas sempre será gerada a mesma quantidade de rublos – porque o rublo também declinou. Substituir importações por produto doméstico russo faz total sentido. Haverá uma inevitável fase de “ajuste” – mas não demorará muito. 

Fábricas de carros alemães, por exemplo, já não podem vender seus carros na Rússia, por causa da queda do rublo. Significa que terão de trazer as fábricas para dentro da Rússia. Se não se “relocalizarem”, a Ásia inteira, da Coreia do Sul até a China – os varrerá para fora do mercado.

Urso e Dragão Vermelho à espreita

A declaração de guerra econômica da União Europeia contra a Rússia, essa, não faz sentido algum. A Rússia controla, diretamente ou indiretamente, a maior parte das reservas de petróleo e gás natural que há entre a Rússia e a China: praticamente 25% da oferta mundial. Tudo sugere que o Oriente Médio continuará em total confusão. A África é instável.

A União Europeia está fazendo tudo que pode para se separar de seu mais estável fornecedor de (energia) hidrocarbonetos, facilitando o processo para que Moscou redirecione sua energia para a China e o resto da Ásia. É presente caído dos céus para Pequim – que minimiza o perigo de a Marinha dos EUA vir com “contenções” ao país por alto mar.

Ainda assim, um axioma jamais dito em Pequim é que os chineses permanecem extremamente preocupados com o risco de o Império do Caos perder cada vez mais e mais o controle, e pôr-se a ditar os termos mais tempestuosos na relação entre União Europeia e Rússia.

CHINA-RÚSSIA

Resumo dessa ópera é que Pequim jamais, em nenhum caso, se deixará prender numa posição na qual os EUA possam interferir nas importações de energia para a China. Foi exatamente o que aconteceu com o Japão, em julho de 1941, quando os EUA declararam guerra ao impor um embargo ao petróleo, que cortou 92% das importações japonesas de petróleo.

Todos sabem que a exigência chave, que gerou a espetacular avançada no poder industrial chinês, foi que os fabricantes teriam de produzir na China. Se a Rússia fizer o mesmo, sua economia estará crescendo acima de 5% ao ano, em pouco tempo. Pode até crescer mais, se o crédito bancário for necessariamente combinado a investimento produtivo.

Agora imaginem Rússia e China investindo conjuntamente numa nova união monetária apoiada em ouro, petróleo e recursos naturais, como alternativa crucial ao modelo fracassado de “democracia & dívida” que os Masters of the Universe de Wall Street, o cartel ocidental dos bancos centrais e políticos neoliberais meteram goela abaixo do ocidente.

Poderiam mostrar ao Sul Global, para começar, que financiar a prosperidade e melhorar padrões de vida acorrentando gerações futuras aos grilhões da dívida nunca foi pensado como um “método” (n.t. de escravidão) para dar certo. Até lá, haverá sempre uma tempestade ameaçando a própria vida de cada um de nós – hoje e amanhã. 

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O combo Masters of the Universe/Washington não desistirá de sua estratégia de fazer da Rússia estado pária, separado do comércio, proibido de transferir fundos, alijado dos mercados de banking e de crédito ocidentais e, nessas condições, perfeito para ser submetido a “mudança de regime”.

Mais adiante, se tudo sair conforme o planejado, eles mudarão de alvo e tentarão atacar (e quem mais seria?!) a China. Pequim sabe disso. Enquanto isso, esperem algumas bombas bombásticas, para abalar as fundações da União Europeia.

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O tempo está acabando – mas para a União Europeia, não para a Rússia. E, seja como for, a tendência principal não será mudada: o Império do Caos está, lenta mas firmemente, sendo ejetado para fora da Eurásia.

*Pepe Escobar é Jornalista, brasileiro, vive em São Paulo, Hong Kong e Paris, mas publica exclusivamente em inglês. Mantém coluna (The Roving Eye) no Asia Times Online; é também analista de política de blogs e sites como: Tom Dispatch, Information Clearing House, Red Voltaire e outros; é correspondente/ articulista das redes Russia Today, The Real News Network Televison e Al-Jazeera. 

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África escravizou mais de 1 milhão de brancos, afirma historiador


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Sociedade

Dê o exemplo, não faça chapinha!_n

”Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial. Mas não é verdade.”, disse Robert Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State

Mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por traficantes norte-africanos de escravos entre 1530 e 1780, uma época marcada por abundante pirataria costeira no Mediterrâneo e no Atlântico. A informação é do historiador americano Robert Davis, que falou sobre o assunto anteontem.

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Segundo ele, embora o número seja pequeno perto do total de escravos africanos negros levados às Américas ao longo de 400 anos –entre 10 milhões e 12 milhões–, sua pesquisa mostra que o comércio de escravos brancos era maior do que se presume comumente e que exerceu um impacto significativo sobre a população branca da Europa.

”Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial –ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade”, disse Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State

“Ser escravizado era uma possibilidade muito real para qualquer pessoa que viajasse pelo Mediterrâneo ou que habitasse o litoral de países como Itália, França, Espanha ou Portugal, ou até mesmo países mais ao norte, como Reino Unido e Islândia.”

Piratas

Davis escreveu um livro sobre o tema, recém-lançado, chamado “Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800” (escravos cristãos, senhores muçulmanos: a escravidão branca no Mediterrâneo, na costa Berbere e na Itália). Nele, o historiador calcula que entre 1 milhão e 1,25 milhão de europeus tenham sido capturados no período citado por piratas conhecidos como corsários e obrigados a trabalhar na África do Norte.

Os ataques dos piratas eram tão agressivos que cidades costeiras mediterrâneas inteiras foram abandonadas por seus moradores assustados.

“Boa parte do que se escreveu sobre o escravagismo dá a entender que não houve muitos escravos [europeus] e minimiza o impacto da escravidão sobre a Europa”, disse Davis em comunicado.

“A maioria dos relatos analisa apenas a escravidão em um só lugar, ou ao longo de um período de tempo curto. Mas, quando se olha para ela desde uma perspectiva mais ampla e ao longo de mais tempo, tornam-se claros o âmbito maciço dessa escravidão e a força de seu impacto.”

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Remadores em galés

Partindo de cidades como Túnis e Argel, os piratas atacavam navios no Mediterrâneo e no Atlântico, além de povoados à beira-mar, para capturar homens, mulheres e crianças, disse o historiador.

Os escravos capturados nessas condições eram colocados para trabalhar em pedreiras, na construção pesada e como remadores nas galés dos piratas.

Para fazer suas estimativas, Davis recorreu a registros que indicam quantos escravos estavam em determinado local em determinada época.

Em seguida, estimou quantos escravos novos seriam necessários para substituir os antigos à medida que eles iam morrendo, fugindo ou sendo resgatados.

“Não é a melhor maneira de fazer estimativas sobre populações, mas, com os registros limitados dos quais dispomos, foi a única solução encontrada”, disse o historiador, cujos trabalhos anteriores exploraram as questões de gênero na Renascença.

Fonte: TheWashingtonTimes

Os Templários – História


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os-templarios-michel-lamyOS TEMPLÁRIOS, ESSES GRANDES GUERREIROS DE MANTOS BRANCOS COM CRUZES VERMELHAS

Os seus costumes, os seus ritos, os seus segredos:

Digam o que disserem determinados historiadores encastelados em sua erudição acadêmica, a criação da Ordem dos Cavaleiros Templários continua envolta em inúmeros mistérios; e o mesmo acontece com a realidade profunda da sua missão, não a que se tornou pública, mas a missão oculta. Inúmeros locais ocupados e ou de propriedade dos cavaleiros  Templários apresentam particularidades estranhas.

Atribuíram-se aos monges-soldados crenças heréticas, cultos curiosos e às suas construções, principalmente a Catedral de Chartres, significados e até poderes fantásticos. A seu respeito, fala-se de gigantescos tesouros escondidos (sendo o maior deles o CONHECIMENTO), de segredos ciosamente preservados e de muitas outras coisas.

OS TEMPLÁRIOS, ESSES GRANDES SENHORES DE MANTOS BRANCOS – OS SEUS  COSTUMES, OS SEUS RITOS, OS SEUS SEGREDOS.

Mais informações sobre os Templários: http://thoth3126.com.br/category/templarios/

OS TEMPLÁRIOS, OS CÁTAROS, O GRAAL E OS SEGREDOS DE SÃO PEDRO

Templários e cátaros

Na Idade Média, os Cátaros foram, incontestavelmente, os principais representantes das doutrinas gnósticas no Ocidente. Ora, é notável que o desenvolvimento do catarismo na França tenha ocorrido essencialmente nos locais onde os Templários registraram, desde a criação da Ordem, o seu maior progresso. No Languedoque, é claro, mas também em Champagne, o que é menos conhecido e mais curioso. É no Mont-Aimé que teremos de procurar os cátaros de Champagne. No cume, erguia-se o castelo da rainha Branca que dominava a pequena aldeia de Bergère-les-Vertus.

Não é estranho que, após a derrota de Napoleão I, o czar Alexandre I tenha exigido, apesar de tudo o que lhe foi dito, que se realizasse uma gigantesca revista às tropas vitoriosas – ingleses, prussianos, austríacos e russos – no sopé do Mont-Aimé? Porquê esse lugar estranho? Por que razão essa revista militar foi acompanhada por uma cerimônia religiosa com a instalação de sete altares onde padres oficiaram simultaneamente? O abade Mathieu, que fez algumas investigações a este respeito, estava convencido de que Alexandre I se sentia herdeiro espiritual dos cátaros.

Mas, voltemos à Idade Média. Anteriormente, o Mont-Aimé chamava-se Montwimer. Um local curioso, sulcado de subterrâneos e que assistiu ao martírio de cento e oitenta e três cátaros queimados a 15 de Maio de 1239. O bispo maniqueu de Hipona, Fortunato, expulso de África por Santo Agostinho, refugiara-se aí no final do século IV. Um cronista do século XIII interessou-se especialmente por ele. Ninguém se espantará ao saber que esse cronista era um monge cisterciense. Chamava-se Alberic de Troisfontaines e o seu mosteiro era uma das primeiras fundações de São Bernardo, situado a cerca de vinte quilômetros de Saint-Dizier.

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Mont-Aimé, em gravura de 1422. No cume, erguia-se o castelo da rainha Branca que dominava a pequena aldeia de Bergère-les-Vertus.

A presença do bispo maniqueu criara sem dúvida, no local, uma primeira fonte de heresia que não teve a menor dificuldade em despertar quando os cátaros reacenderam o seu archote na região do Languedoque. Os primeiros «bons homens» que vieram a Mont-Aimé, talvez para uma espécie de peregrinação, encontraram um terreno favorável e já semeado. Criaram ali o primeiro bispado cátaro do Norte de França. Perseguidos, morreram na fogueira, sendo esse martírio obra de um deles, arrependido e reconvertido na caça aos seus antigos amigos: Robert le Bougre. Teria tanta necessidade de esquecer o seu passado que chegou a emparedar cátaros vivos?

De qualquer modo, os dois grandes lugares de expansão do Templo, na sua origem, foram também as terras privilegiadas do catarismo. Alguns não hesitaram em ver nisso um verdadeiro fenômeno de identidade. Para Jules Loiseleur: “O templarismo foi apenas um ramo dessa grande cepa cátara que produziu rebentos tão diferentes.” Aliás, os cátaros não pensavam que Cristo não era Deus, mas uma criatura inferior a Deus? Loiseleur acrescenta: “Toda a vida desse Cristo fantasma não foi mais do que uma aparência. Nem sequer está realmente presente na Ceia Sagrada: a sua cruz, as suas imagens não merecem qualquer veneração.” Assim se encontra explicada a negação de Cristo pelos Templários. Por outro lado, houve quem comparasse o cordão que os monges-soldados usavam ao fio de linho entregue aos cátaros por ocasião do consolamentum.

O catarismo e a gnose
É verdade que existem relações evidentes entre o catarismo e o gnosticismo. Isso já não tem de ser demonstrado. Se os Templários tiveram efetivamente contatos com alguns ramos gnósticos no Oriente, a convivência com os cátaros, no Ocidente, pode ter facilitado o contágio. Sabemos que o catarismo saiu do bogomilismo que, por sua vez, nascera nos mosteiros búlgaros como cristianismo primitivo (e próximo das doutrinas essênias) tornado dualista pelos mitos gnósticos veiculados por Orígenes (185-254). Por ocasião da segunda cruzada, em 1147, um determinado número de ocidentais teria tomado conhecimento, em Constantinopla, da doutrina dualista. Ter-lhes-ia sido transmitida por mercadores gregos que comerciavam regularmente com os búlgaros e que haviam acabado por se converter ao bogomilismo.

Os cruzados teriam trazido essas doutrinas nas suas bagagens. Christine Thouzellier, especialista em catarismo, vê aí uma das fontes da introdução do bogomilismo em França. De qualquer modo, esta doutrina espalhou-se muito rapidamente no Languedoque e, em 1167, assistiu-se a Nicetas, bispo herético de Constantinopla, propagar o dualismo absoluto no concílio de Saint-Félix-de-Caraman, no Lauragais. Para os cátaros, Deus não pode estar ligado à matéria. Situado num plano incomparavelmente mais elevado, não poderia de modo algum estar imiscuído na criação material e na encarnação das almas em corpos de carne. Mesmo assim, para que essas almas pudessem ser salvas, Deus teria criado uma emanação de si próprio para fazer uma ponte entre o céu e a terra: Cristo.

Através do consolamentum, os cátaros pensavam dar ao homem a sua alma divina. Maurice Magre, em La Clef des choses cachées, escrevia: “Há um segredo que foi transmitido desde o início do mundo… Esse segredo era a essência do ensinamento que Jesus transmitira. José de Arimateia levara-o consigo por esse mundo, até aos limites mais longínquos do Ocidente.” Ser «perfeito» não era mais do que um estado preparatório. Era pelo consolamentum que se recebia a salvação. A essência desse sacramento ficou escondida de nós. Apenas conhecemos as fórmulas do rito e sabemos que incluía uma reunião de homens purificados.

O contributo espiritual era transmitido por um perfeito que o recebera ele próprio de acordo com uma cadeia que se julgava ininterrupta. Transmitia essa vida superior de que era depositário. Um beijo era o símbolo da dádiva recebida e esse beijo circulava entre os crentes que estavam presentes, como o sinal visível da corrente de amor que passava de uns para os outros. Para Maurice Magre, o consolamentum era «o segredo de Jesus, o espírito do Graal». Na encarnação de Cristo, os cátaros apenas viam um valor simbólico. Apenas teria ocorrido em imagem, sem realidade carnal, dado que Deus não podia encarnar na matéria. Não fora mais do que o sinal aparente da verdadeira missão de Cristo, que seria efetuada num mundo superior. E isso também podia muito bem estar de acordo com a negação dos Templários. Mas, visto isso, poderemos considerar que o catarismo invadiu a Ordem do Templo?

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As ruínas do Castelo de Montségur, fortaleza dos Cátaros, localiza-se na comuna de Montségur, no Departamento do Ariège, na região de Midi-Pyrénées, sudoeste da França. Situa-se no topo da montanha, a 1207 metros de altitude, em posição dominante sobre a vila.

Os Templários foram cátaros?
Dom Gérard escreve: “A Ordem do Templo esteve na base do ensino (do catarismo) e da sua propagação, tanto entre o povo como entre os senhores da Occitânia. A sombra da Ordem cobre os perfeitos e os crentes. Bastaria enumerar as comendas da Ordem espalhadas nessa região, lembrar a sua ação no vasto movimento de organização e de conquista da Catalunha, de Aragão, das Espanhas e das ilhas Baleares (Mayorca e Minorca) para nos darmos conta da sua presença. Bastaria também lembrarmo-nos de quantos infelizes, perseguidos, encontraram refúgio nas casas do Templo; lembrarmo-nos de qual foi a sua atitude na batalha, mais que não fosse em Montségur com Bertrand de La Beccalaria, ou em Montrédon, emCarcassonne e em tantos outros locais.”

É um fato que Templários e cátaros parecem, por vezes, espantosamente próximos. Quantos elementos de crenças os ligam? É o caso dessa concepção segundo a qual existe um deus mau que, sozinho, criou os seres animados de uma existência material, que preside à sua conservação, que pode favorecer e enriquecer os seus fiéis e que deu à terra a virtude de fazer germinar e florir as árvores e as plantas, expressão que encontramos tanto na investigação referente aos Templários como na realizada por causa dos cátaros. Todavia, se os Templários tinham sido, em termos rigorosos, convertidos ao catarismo, se a sua fé era tão forte como a dos perfeitos da Occitânia, na hora da morte, não teriam sido vistos a reivindicar as suas crenças? Por certo não teriam, depois de colocados sobre a fogueira, reafirmado a ortodoxia e a sua fé numa religião que teriam amaldiçoado, caso fossem cátaros.

De qualquer modo, nesse momento, não tinham nada a perder. É sobretudo isto que nos impede de acreditar numa Ordem dos Cavaleiros Templários inteiramente herética e consciente dessa heresia. Se é inegável que existiu na Ordem um ritual de negação de Cristo, os testemunhos mostram-nos que, pelo menos nos últimos anos, aqueles que o praticavam não sabiam verdadeiramente o que faziam. Podemos pensar numa simpatia dos Templários pelos cátaros. Podemos pensar numa doutrina própria de um círculo interior suficientemente próximo de determinadas crenças cátaras para que tenha havido trocas, discussões. Podemos pensar em fazer da Ordem do Templo uma espécie de quinta coluna do catarismo na Igreja. É claro que há uma grande distância entre a atitude dos Templários e a de São Bernardo em relação aos cátaros, dado que ele não conseguira convencer as populações da Occitânia e já só pensava numa resolução militar do problema.

Os Templários tiveram muito mais simpatia pelos cátaros e não há dúvida de que sofreram algum contágio. Com efeito, Louis Charbonneau-Lassay faz notar que, nas inscrições murais deixadas pelos dignitários templários em Chinon, podemos reconhecer os instrumentos da paixão de Cristo. Ora, só há três cravos e esta inovação (antes, eram sempre representados quatro) teria sido, segundo ele, introduzida pelos cátaros. Este elemento não tem uma grande importância quanto ao fundo, mas mostra, no entanto, que entre os Templários e os cátaros existiram contatos suficientes para transparecer alguma coisa.

Cátaros no Templo
Até 1136, era proibido receber na Ordem do Templo cavaleiros excomungados. No entanto, a partir dessa data, a regra foi modificada. Daí em diante, a Ordem foi autorizada a receber no seu seio os excomungados pela igreja romana bem como todos quantos tivessem cometido pecados graves, com a única reserva de que tivessem manifestado o arrependimento. O novo texto era muito claro. Alguns viram na modificação da regra um erro de copista mas isso está excluído, dado que, aliás, foram acrescentados outros elementos que iam no mesmo sentido, como a adição da absolvição prévia. Aliás, logo em 1143, os Templários ingleses inumaram em terra cristã o corpo de Geoffroy de Mandeville, conde de Essex, morto excomungado.

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Vista aérea de Carcassone. 

Isto permitiu, pois, aos Templários receberem cátaros no seu seio e tanto mais facilmente quanto não haviam mostrado muita pressa em ajudar os barões do norte da França na sua cruzada contra os gnósticos Albigenses. Assim, Pierre de Fenouillet, que foi despojado dos seus bens por ser herético, retirou-se para junto dos templários do Mas-Deu, no Roussillon. Foi aí enterrado por volta de 1242. Isso não impediu, aliás, os inquisidores de o mandarem exumar, julgar de novo e condenar uma vez mais, postumamente, em 1262. Também Pons III de Vemet, cátaro, se retirou para o Mas-Deu e também ele não teve direito ao descanso que os mortos podem esperar. Os sinistros inquisidores dominicanos mandaram exumar e queimar os seus restos. Referiremos também a família de Aniort.

As suas ligações com o catarismo e a resistência dos seus membros contra os barões do norte valeram-lhe muitos dissabores, mas, ao mesmo tempo, contou com muitos dos seus na Ordem do Templo. Muitos outros cátaros ou simpatizantes foram também Templários. Seria difícil acreditar que isso não possa ter tido qualquer influência na Ordem. Mas há tantas formas de deixar uma marca sem que, desse modo, se converta toda essa instituição a uma heresia. E, lembremos uma vez mais, se os cátaros souberam amiúde dirigir-se para a fogueira cantando e proclamando a sua fé, não vimos nenhum Templário morrer afirmando a sua crença noutra doutrina que não fosse a da Igreja católica.

Não podemos, pois, argumentar uma Ordem do Templo maciçamente convertida à fé cátara, mas antes uma simpatia pelos cavaleiros do Languedoque, que contaram inúmeros parentes e amigos seus na Ordem. Todavia, para além disso, podemos sem dúvida imaginar contatos mais secretos entre o círculo interior do Templo e os cátaros da Occitânia, e isto no quadro daquilo a que convencionou chamar-se a demanda do Graal.

Os Templários e a demanda do GRAAL 
O Graal é, incontestavelmente, um dos elementos que aproximam os cátaros dos Templários. Alguns mitos afirmam que a taça do Graal esteve, pelo menos durante algum tempo, sob a guarda de puros cátaros. Aliás, vemo-la representada no brasão do Sabarthez. Teria inclusive estado guardada em Montségur e, em seguida, «salva» pouco antes da rendição da fortaleza solar. Os desenhos encontrados numa gruta de Montreal de Sos, no Ariège, seriam um testemunho da sua passagem. Ora, essa gruta fica perto de uma casa templária, situada em Capoulet-Junac. Nessa caverna de saída dupla, o Graal aparece acompanhado pela lança, o cepo, uma espada quebrada, cruzes vermelhas e cinco gotas de sangue.

No seu Parsifal, cerca de 1200, o trovador Wolfram von Eschenbach fez dos Templários os guardiões do Graal. Dizia estar de posse de toda a história de «Kyot der Provinzal» que teria descoberto em Toledo (Espanha), num manuscrito. Referia também um pagão chamado Flégétanis que era célebre pelo seu saber. Era da linhagem de Salomão e teria sido ele a redigir toda a história da demanda do Graal. Vira, nas constelações celestes, mistérios perante cujo pensamento tremia porque neles estava o segredo do Graal que uma hoste de anjos viera depositar na terra. Ora, o nome de Flégétanis deriva de Falak-Thani, designação árabe do segundo céu colocado sob a invocação de Aissa, isto é, de Jesus.

Na obra de Wolfram, que teria sido um templário suábio, o eremita Trevizent diz a Parsifal: “Valentes cavaleiros têm a sua morada no castelo de Montsalvage, onde se guarda o Graal. São templários que vão muitas vezes cavalgar para longe, em busca de aventuras.” Ainda por cima, situa o castelo do Graal perto da fronteira espanhola. No seu Titurel, Wolfram von Eschenbach escreve: “Entre os cavaleiros do Templo, podemos ver mais de um coração desolado, eles a quem Titurel livrara mais de uma vez de rudes provas quando o seu braço defendia cavaleirescamente o Graal com a ajuda deles.” Wolfram não é o único a imiscuir os Templários nesta demanda, quer seja de forma direta, quer indireta. Robert de Boron, na Estoire du Graal, atribui a construção do Templo do Graal a Titurel. Este obtém a ajuda de Merlin, a quem José de Arimateia explicou as plantas do Templo de Salomão.

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Noutra aventura ligada a este ciclo, o Perlesvax ou Perlevaux, os guardiões do Graal que protegem o seu precioso bem numa ilha, são guerreiros com vida monástica, vestidos com um hábito branco com uma cruz vermelha, tal como os Templários. Igualmente, em Perceval le Gallois, José de Arimateia ofereceu a Evelach, o antepassado de Galahad, um escudo branco ornado com uma cruz vermelha. É ainda a cruz vermelha do Templo que figura na vela branca da nave que conduz Parsifal a uma região desconhecida, no romance de Wolfram. Notemos também que, para além de Wolfram, o autor essencial dos romances ligados ao ciclo da Távola Redonda foi Chrétien de Troyes e que a região francesa de Champagne foi, sem dúvida, o principal local de difusão da literatura do Graal. Daí a vermos uma vez mais a influência templária vai um pequeno passo que devemos poder dar. Aliás, isso casa perfeitamente com os Templários, porque, manifestamente, o mistério do Graal baseia-se na transmissão de uma iniciação tanto guerreira como espiritual e sacerdotal.

Julius Evola escreve: Está fora de dúvida que, entre as diferentes ordens de cavalaria, a Ordem dos Cavaleiros Templários, mais do que qualquer outra, ultrapassou a dupla limitação representada, por um lado, pelo simples ideal guerreiro da cavalaria laica e, por outro, pelo ideal puramente ascético do cristianismo e das suas ordens monásticas, aproximando-se sensivelmente, assim, do tipo da «cavalaria espiritual do Graal». Ademais, a sua doutrina interior tinha um caráter iniciático. Foi por isso que a Ordem dos Cavaleiros Templários foi especialmente visada e exterminada e, para dizer a verdade, precisamente pela coligação dos representantes dos dois princípios que ultrapassava idealmente: o papa, aliado a um soberano de tipo laico, secularizado e despótico, inimigo da aristocracia – Filipe, o Belo.

O que é certo é que, em 1247, três anos depois da queda de Montségur, Guillaume de Sonac, Grão-Mestre da Ordem do Templo, fez chegar uma encomenda misteriosa a Henrique III, rei de Inglaterra. Tratava-se de um vaso sobre o qual nada mais sabemos. Será preciso especular que tivesse uma relação com o Graal? De qualquer forma, era suficientemente precioso para ser acompanhado por uma escolta de Templários muito importante.

Os Templários e Cristo
Como explicar, neste quadro, o fato preciso da negação de Cristo pelos Templários? Vimos que, falando com propriedade, eles não haviam abraçado outra fé. Logo, há que considerar que essa negação não deverá, necessariamente, ser tomada ao pé da letra. É difícil acreditar que esse rito tenha existido durante muito tempo no quadro da recepção dos irmãos no Templo. Como seria possível não ter havido neófitos suficientemente horrorizados por um tal ato para o irem denunciar no exterior, levados pelo medo de um castigo eterno? Uma prática maciça desse ato não tem consistência, tanto mais que os postulantes tinham a liberdade de renunciar até ao último momento. Ainda por cima, se o caso tivesse sido esse, perguntamo-nos por que razão oitenta Templários, prisioneiros do Sudão, teriam preferido morrer a abjurar a sua fé? Muitos irmãos declararam ter negado «com a boca, mas não com o coração» e alguns dizem tê-lo confessado.

Parece evidente que isso foi apresentado aos postulantes como uma prova pela qual era preciso passar sem lhe atribuir muita importância, e não como uma negação real. Aliás, foi o que declararam alguns deles. Ademais, tudo isto só é possível se este rito fosse muito tardio, pelo menos no que se refere aos novos recrutas. Em contrapartida, podemos, sem a menor dúvida, integrá-lo no processo de uma iniciação que seria dada mais tarde e apenas aos irmãos considerados capazes de a receber. Se admitirmos a existência de um círculo interno na Ordem, que perseguia um objetivo mais secreto do que o das cruzadas, e se considerarmos que esse círculo tenha podido abandonar a Ordem oficial, a um determinado momento, poderíamos compreender muito bem que alguns ritos possam ter deixado, com o tempo, de ser compreendidos e aplicados ao nível onde deveriam tê-lo sido.

Quanto a determinados autores, pensaram que os Templários faziam uma distinção entre dois Jesus: o «filho de Deus»(Cristo) e aquele que morre na cruz (o homem Jesus), que não teriam sido uma mesma e única pessoa. Louis Charpentier escreve: “A cruz é um suplício que, na Palestina, é exclusivamente romano. Sabe-se que os judeus lapidavam – se tivessem decidido a condenação à morte de Jesus, têlo-iam lapidado, como foi o caso de Estêvão.” E acrescenta: “Nunca um procurador romano teria condenado um homem por uma razão religiosa, se este não tivesse originado tumultos contra Roma.” Aliás, a inscrição que figurava na cruz com as razões da execução não referia que Cristo se dizia filho de Deus, mas Rei dos judeus. O homem crucificado teria, pois, sido martirizado por ter querido proclamar-se rei, escarnecendo assim da autoridade romana na Palestina.

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A existência de duas personagens diferentes, depois amalgamadas nos textos sagrados, explicaria aliás muitos enigmas. Sem dúvida que isso permitiria compreender por que razão o Cristo que prega que deve estender-se a outra face quando nos batem, que declara que aquele que puxa da espada morrerá pela espada, pode, ao mesmo tempo, desculpar numa parábola (Lucas XIX, 27) um rei que diz: “Tragam-me aqui os meus inimigos que não quiseram ter-me como rei e os degolemos na minha presença.” É também Cristo que afirma: “Não penseis que vim trazer a paz à Terra, vim trazer não a paz mas a espada.” Como conciliar: «Honra teu pai e tua mãe e que aquele que amaldiçoar o seu pai seja punido com a morte» e «Vim pôr a divisão entre o filho e o pai».

Parece-nos que é este segundo aspecto de Jesus que pode parecer coerente com o que o Sinédrio diz a Pilatos: “Eis aquele que encontramos a agitar o nosso povo, a proibir que se pagasse o tributo a César e dizendo-se Cristo, o Rei.” Não iremos emitir qualquer opinião sobre este tema aventureiro mas, de qualquer modo, temos de o analisar, na medida em que um dos segredos dos Templários teria sido, para alguns, a descoberta de documentos que revelavam esta dualidade da personagem de Jesus. Alguns, entre os quais Robert Ambelain, não hesitam em ver nesta dualidade o sinal de que Cristo tinha um gêmeo. Dois homens: o santo e o rei guerreiro. Entraríamos então no simbolismo da Ordem do Templo, o do monge e do guerreiro, o dos dois homens em cima do mesmo cavalo como mostra o seu selo mais célebre.

Esses dois seres que, tal como os gêmeos Castor e Pólux, podem participar alternadamente no mundo celeste e no da matéria, circulando sobre esse eixo do mundo que a sua lança representa e montados num cavalo, animal psicopompo, enquanto o seu escudo ostenta o raio do carbúnculo, uma das formas do jogo que liga o Céu e a Terra. Se os Templários se inseriam efetivamente nesta lógica, seria compreensível que tenham visto no dualismo dos gnósticos uma abordagem interessante da divindade, mas também que tenham conservado o seu segredo para um círculo interior. É exato que observamos, nos Evangelhos, a existência de um gêmeo: Tomé, a quem São João chama Dídimo. Ora, em grego, dídimo significa gêmeo. O mais curioso é que Tomé também tem o sentido de gêmeo, que vem do hebreu taoma. Tomé não seria um apelido ou um nome, mas sim uma designação.

Acrescentemos que algumas passagens do Evangelho de São João podem fazer pensar que Jesus tinha irmãos. Uma vez mais, o que nos interessa aqui não é a validade destas teses. Bastaria que tivessem sido compartilhadas, pouco ou muito, pelos Templários para se tornarem explicativas de um determinado número de mistérios. Mas digamos também que nada, absolutamente nada, permite afirmar que essas crenças tenham existido mesmo na Ordem do Templo; simplesmente, isso simplificaria a compreensão do enigma templário. A existência de uma dupla pessoa explicaria também a ambiguidade das relações que alguns julgaram poder discernir entre Jesus e Maria Madalena.

Se Cristo é duplo e tem um irmão, se um é santo e o outro não o é… Observemos, de passagem, que os Templários dedicaram inúmeras casas e capelas a Maria Madalena, como, por exemplo, em Provins. Não ficaremos surpreendidos ao saber que Maria Madalena desempenha um papel importante nos escritos gnósticos fundamentais: a Pistis Sophia, os Livros do Salvador, o Evangelho de Maria, a Sophia de Jesus, o Evangelho de Filipe, o Evangelho de Pedro e o Evangelho de Tomé. No Evangelho de Filipe, lê-se: “Cristo amava Madalena mais do que a todos os discípulos. Eles disseram-lhe: «Por que a amas mais do que a nós?» e Jesus respondeu: «Por que não vos amo como a ela?»” Neste evangelho, Filipe precisa mesmo que Jesus beijava muitas vezes Maria Madalena na boca. Teriam os Templários conhecimento destes textos gnósticos? No caso afirmativo, que efeito teve isso sobre eles? É impossível dizê-lo. Talvez, um dia, a descoberta de um manuscrito esquecido numa cripta templária… Quem sabe?

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São Pedro e as chaves do Templo
De fato, quem detém as chaves do Templo é, sem dúvida, São Pedro. Alguns irmãos da Ordem afirmaram-no, aliás, asseverando que a negação de Cristo era feita para lembrar que também Pedro negara Jesus. Acompanhemos São Lucas, ao descrever a prisão de Cristo: Prenderam-no e levaram-no, introduzindo-o na casa do Sumo Sacerdote. Pedro seguia de longe. Tendo eles acendido uma fogueira no meio do pátio, sentaram-se ao redor, e Pedro sentou-se no meio deles. Ora, uma criada viu-o sentado perto do fogo e, encarando-o, disse: «Este também estava em companhia dele!» Ele, porém, negou: «Mulher, eu não o conheço.» Pouco depois, um outro, tendo-o visto, afirmou: «Tu também és um deles!» Mas Pedro declarou: «Homem, não sou.» Decorrida mais ou menos uma hora, outro insistia: «Certamente, este também estava com ele, pois é galileu!» Pedro disse: «Homem, não sei o que dizes!»

Imediatamente, enquanto ele ainda falava, o galo cantou, e o Senhor, voltando-se, fixou o olhar em Pedro. Pedro então lembrou-se da palavra que o Senhor lhe dissera: «Antes que o galo cante hoje, tu me terás negado três vezes.» E saindo, chorou amargamente. Ora, inúmeros Templários afirmaram que lhes era pedido que negassem Cristo três vezes, como São Pedro. Mas, quem era Pedro? Na verdade, chamava-se Simão, filho de Jonas. «Pedro» era apenas um apodo. Nota: Foi nas «grutas de Jortas» que alguns templários se refugiaram, quando da queda da Ordem, para fugirem à detenção. Seria interessante saber se foram eles que deram esse nome às grutas. Alain Marcillac lembra-nos que Petros, em hebreu, significa «aquele que abre», o que explica que detenha as chaves como atributos.

Cristo disse-lhe: “Tu és Pedro e sobre essa Pedra edificarei a minha Igreja e as portas do Inferno nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus, tudo o que ligares na terra será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” Existe um evangelho de Pedro particularmente querido da seita gnóstica dos Docetas. É interessante levantarmos a questão de saber qual era a idéia que se fazia de São Pedro na época dos Templários. Para tal, o melhor é socorrermo-nos de Jacques de Voragine, que escreveu a sua Lenda Dourada em meados do século XIII. Pedro «recebeu do Senhor as chaves do Reino dos Céus», é, portanto, o intermediário sonhado para aceder à iniciação.

Segundo São Clemente, São Pedro tinha o hábito de se levantar, todas as manhãs, «ao cantar do galo» para fazer o exame de consciência e chorar abundantemente. O galo, presente no abraxas, acompanha, aliás, muitas vezes São Pedro, na iconografia. A propósito de Simão o mágico, Pedro teria dito a Nero: “Tal como em Jesus Cristo há duas substâncias, a saber, a de Deus e a do homem, também neste mágico se encontram duas substâncias, a do homem e a do diabo.” Acrescentemos que São Pedro esteve envolvido numa cena durante a qual Simão, o mágico, fez mexer a cabeça de um morto. Essa cabeça teria as características de um «baphomet»? Pedro tem a sua festa a 29 de Junho, no signo de Câncer, o signo oposto ao do nascimento de Jesus.

Ele fica nesta terra para cumprir a sua missão depois do desaparecimento de Cristo. Na ótica dos Gêmeos, Castor e Pólux, um está no Céu quando o outro está na Terra. Assim, em relação a Cristo, Pedro faz parte do mundo inverso. Aliás, não foi ele crucificado de cabeça para baixo? Na data de 29 de Junho, segundo Maurice Guingand, a constelação de Ophiucos forma, com a cabeça e a cauda da serpente, aquele conjunto de estrelas a que os antigos chamavam serpentário. Este, que parece brandir duas serpentes, foi assimilado a São Pedro segurando as chaves do Paraíso. Mas, então, como não pensar no abraxas com cabeça de galo que figura no selo secreto da Ordem do Templo e que, ele próprio, segura na mão duas serpentes?

E, depois, Pedro tem um ponto em comum com Maria Madalena. Segundo os textos (incluindo os heterodoxos), são, quer ela, quer ele, as primeiras pessoas com quem Cristo se encontra, depois da sua morte. A cena do encontro é relatada, nomeadamente, no Apocalipse de Pedro, um texto descoberto em Nag-Hammadi. É, sem dúvida, o único ponto comum, na medida em que Pedro não gosta nada de Maria Madalena e até «detesta a raça das mulheres». Daí que alguns ritos que instituem relações ambíguas entre homens estejam ligados a esta fama de Pedro detestar as mulheres? De qualquer modo, ele figura de chaves na mão, à direita de Cristo, no portal de Vézelay, tendo a seu lado Maria Madalena.

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Estou consciente de que, para muitos leitores que se interessam pela Ordem do Templo, ouvir falar de São Pedro como uma das chaves essenciais do seu conteúdo iniciático, constitui um espanto. Com efeito, para aqueles que se interessam pelo esoterismo, Pedro não apresenta, de um modo geral, qualquer interesse, ao contrário de João. Disse-se tanto que os Templários eram «Joanistas» que nos tornamos míopes, se não mesmo cegos, na análise dos seus mistérios. Em sentido estrito, nada confirma a idéia de que os Templários teriam podido privilegiar apenas o ensinamento de São João. Dedicaram-lhe um determinado número de capelas, mas muito menos do que se afirmou. Teremos ocasião de voltar a esse ponto. Ademais, o acesso à palavra de São João pode exigir fases preliminares.

Finalmente, fazemos mal em desprezar São Pedro que, ao fim e ao cabo, é o detentor das chaves. Correndo o risco de espantar algumas pessoas, é preciso dizer que os Templários dedicaram inúmeras igrejas e capelas a São Pedro. Ora, na maior parte das vezes, não se trata de lugares como outros quaisquer. É frequente encontrarmo-las a alguns quilômetros de comendas a que estavam ligadas por subterrâneos. Assim, no Lubéron, a quinta de São Pedro, situada perto da aldeola de Puyvert, era uma casa templária. Foram encontradas lá saídas subterrâneas. Na capela, quando das escavações, foram encontrados esqueletos de homens que mediam nitidamentemais de dois metros.

Citemos também, apenas como exemplo, a velha igreja de São Pedro, em Saint-Raphael, com a sua torre dos Templários. Em Saint-Émilion, existe uma igreja monólito muito enigmática quanto à sua decoração de inspiração alquímica. Esse edifício, com as suas galerias subterrâneas, ostenta a cruz da Ordem do Templo. A igreja data da época em que Bertrand de Blanchefort era Grão-Mestre (foi o sexto Grão-Mestre dos Cavaleiros Templários de 1156 até sua morte em 1169. Ele é conhecido como o grande reformador da ordem) e o seu castelo ficava a menos de quarenta quilômetros de lá.

Será por acaso que uma tradição afirma que a capela de São Pedro de Rians possui um esconderijo que abriga arquivos templários de primordial importância? Em Saint-Merri, em Paris, mostra-se muitas vezes um «baphomet» templário que ornamenta o portal. Na verdade, essa estátua é recente, mas isso pouca importância tem porque reina sobre Saint-Merri uma «tradição templária» cuja origem não conhecemos. De qualquer modo, essa igreja chamava-se primitivamente Saint-Pierre-des-Bois, como a comenda templária situada a norte de Sélestat, na Alsácia, e cujas ruínas podemos ver na aldeia de Herrenhofstadt.

Não serviria de nada multiplicar estes exemplos que apenas têm como objetivo mostrar que os Templários nunca desprezaram São Pedro, muito pelo contrário. Mas também é interessante olharmos mais de perto alguns dos locais mais vulgarmente ligados aos «mistérios» da Ordem do Templo. Assim, que deveremos pensar da capela de Saint-Pierre-aux-Boeufs, perto de Gisors? E que pensar da capela de São Pedro, perto do castelo de Arginy? E da capela da quinta de São Pedro, perto da comenda de Sainte-Eulalie-de-Cemon, no Larzac? E da abadia de Saint-Pierre-de-Bhagari que é um dos pontos-chave do dispositivo templário do Verdon? Voltaremos mais pormenorizadamente a alguns dos locais importantes nos últimos capítulos deste livro, que serão dedicados à análise de lugares especiais.

Por agora, o que convém reter é que, perto das comendas dos Templários, nomeadamente das mais importantes e das mais carregadas de mistérios, existem quintas e capelas dedicadas a São Pedro, que estavam ligadas a essas comendas por subterrâneos cujos vestígios ainda podemos encontrar com bastante frequência. Voltemos, por uns instantes, às cerimônias evocadas anteriormente. Não se explicariam melhor se pensássemos que o neófito podia ser conduzido, em primeiro lugar, a uma capela de São Pedro e, depois, levado pelos seus mentores à sala da recepção, passando por um subterrâneo? Lembremo-nos: a cerimônia realizava-se de noite. Antes do canto do galo, tal como São Pedro, o novo cavaleiro do Templo teria negado Cristo três vezes.

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Então, e só então, ser-lhe-iam dadas as chaves do conhecimento e, tal como São Pedro, deveria preparar o reino de Deus neste mundo. Se os testemunhos dos irmãos, quando do processo, não foram mais precisos, foi apenas porque, como já dissemos, os ritos já não eram compreendidos. Isto implica que o círculo pensante e iniciático que animava o Templo o abandonara. Perto do seu final, a Ordem dos Cavaleiros Templários não era mais do que uma casca sem alma, que só funcionava em virtude da inércia. Foi sem dúvida por essa razão que não opôs grande resistência à operação de polícia desencadeada contra ela pelo rei Philipe IV, O Belo, da França e a igreja de Roma.

Mais informações sobre os Templários:

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Os cinco planetas visíveis a olho nu alinhados ao entardecer


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cinco-planetas-Terra-LuaA última oportunidade em 24 anos de ver Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno alinhados

Esperando um encontro estelar à noite neste inverno? Você será surpreendido. Começando no final desta semana,  dia 22 de julho, todos os cinco planetas visíveis a olho nu (Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno) estarão visíveis e alinhados no céu à noite no crepúsculo por um breve instante no fim do dia algumas semanas à frente.

A última oportunidade em 24 anos de ver Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno alinhados. Por algumas semanas, cinco planetas do Sistema Solar poderão ser vistos a olho nu durante o pôr do sol.

Fontes: http://www.bbc.com e http://www.universetoday.com

Nós já vimos no início deste ano, e veremos agora novamente: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno ficarão alinhados por alguns dias antes de cada um deles tomar o seu caminho no céu.

A partir desta semana, e durante mais algumas, os cinco planetas poderão vistos a olho nu durante o pôr do sol – no fim de janeiro e início de fevereiro, eles podiam ser avistados apenas ao amanhecer.

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Entardecer na noite de 08 de agosto, olhando para o noroeste, os cinco planetas estão alinhados. Crédito da imagem: Stellarium.

Isso só será possível, segundo David Dickinson, do site de astronomia Universe Today, porque antes tínhamos todos os planetas à nossa frente. Se você estiver em um espaço aberto sem nuvens, a partir desta quarta-feira, dia 20, poderá ver os cinco planetas vizinhos ao noroeste da Terra (estando no hemisfério sul).

Brilho e cor

Para identificar os planetas, preste atenção nas sutis diferenças que você verá no céu. Vênus é o mais brilhante de todos, e Júpiter é o próximo na luminosidade. Ambos ainda são visíveis quando o sol está prestes a se esconder.

Marte, por sua vez, é avermelhado e Saturno, amarelado. Ambos brilham com intensidade semelhante. Encontrar Mercúrio é sempre o maior desafio porque é o menor planeta, ele pode se esconder facilmente e aparece sempre muito próximo do horizonte.

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Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno podem ser vistos a olho nu a partir desta quarta, dia 20 de julho

O truque do polegar

O astrônomo Jason Kendall, professor adjunto da Universidade William Paterson, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, publicou em seu canal do YouTube um exercício prático para saber se o que você está vendo é um planeta ou uma estrela.

“Feche um dos olhos. Estique o braço e coloque o seu dedo polegar para cima. Lentamente, passe-o de um lado para o outro do planeta ou estrela que você vê no céu. Se a luz se atenuar quando o polegar passar sobre ele, é um planeta. Mas se ela piscar rapidamente é uma estrela”, disse. O truque funciona melhor com Júpiter e Vênus, afirma o astrônomo, porque eles são mais brilhantes. Outro detalhe a ser considerado, os planetas refletem a luz do sol e por causa disso eles NÃO CINTILAM. 

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Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro quanto em massa e é o quinto mais próximo do Sol.[10] Possui menos de um milésimo da massa solar, contudo tem 2,5 vezes a massa de todos os outros planetas em conjunto. É um planeta gasoso junto com Saturno, Urano e Netuno. Estes quatro planetas são por vezes chamados de planetas jupiterianos ou planetas jovianos. Júpiter é um dos quatro gigantes gasosos, isto é, não é composto primariamente de matéria sólida.

De qualquer forma, o que precisa ficar claro caso você decida “ir à caça” é que esses planetas são corpos celestes mais brilhantes vistos daqui da Terra – depois do Sol e da Lua, é claro. Os cinco planetas não voltarão a se alinhar até 8 de setembro de 2040, quando estarão a 9,3 graus no céu.

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A incrível tecnologia dos Antigos


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Ancient_Aliens_tecnologiaO Enigma da Tecnologia Antiga 

A todos os cientistas-filósofos, de mente aberta, espalhados pelo mundo e quecontinuam a estudar, a aprender e a crescer. Possam eles nos levar até o infinito, e além. 

“E aqui, meu caro Watson, chegamos a um desses mundos da conjectura no qual as mentes mais lógicas podem falhar; cada um pode formular sua própria hipótese com base na evidência presente e, provavelmente, a sua será tão acertada quanto a minha”. Sherlock Holmes, a aventura da casa vazia.

O Enigma da Tecnologia Antiga (livro: “A Incrível Tecnologia dos Antigos” de David Hatcher Childress)

Capítulo 2: OS MESTRES CONSTRUTORES DOS MEGÁLITOS

“Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. –  Aldous Huxley

“A verdade é uma só, mas o erro se prolifera. O homem o localiza e o retalha em pedacinhos, esperando transformá-los em grãos de verdade.” –  René Dauman, The Way of the Truth

Megalitomania

Lendas sobre esplendorosas civilizações antigas e sua destruição cataclísmica fazem parte de quase todas as culturas do mundo. O cético moderno pergunta: Bem, se houve civilizações altamente avançadas no passado, onde estão as provas, como máquinas e coisas do gênero? E não deveríamos ter encontrado as ruínas de suas cidades? A resposta é que tais provas existem, e centenas de cidades em ruínas já foram encontra­das acima e abaixo da água.

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Exploradores americanos e franceses fizeram uma descoberta monumental: uma imensa pirâmide de cristal, parcialmente translúcida, que se ergue desde o fundo do mar das Caraíbas – a sua origem, idade e propósito são completamente desconhecidos. Saiba maisAQUI

A idéia de que o homem era primitivo no passado e de que o presente representa o apogeu da civilização em nosso planeta é razoavelmente bem-aceita no Ocidente, porém outras culturas vêem a história como um processo cíclico, e nossa sociedade atual como fruto do declínio de uma antiga era áurea. O passado legou cidades megalíticas, construídas para durar milha­res de anos. Quão primitivos devemos imaginar terem sido esses povos?

No mundo todo existe uma espécie de construção megalítica chamada “atlante” por pesquisadores que acreditam em civilizações avançadas no passado. Geralmente, é uma construção que emprega gigantescos blocos de pedra, como granito cristalino. Imensos blocos são encaixados sem argamassa em estilo poligonal, que une os blocos pesados em ziguezague. Essas paredes poligonais interligadas resistem a terremotos porque se movimentam junto com a onda de choque do sismo. Elas se agitam e se movem livremente durante alguns instantes, mas depois voltam ao lugar. Essas paredes interligadas em ziguezague não desmoronam com a onda de choque de um terremoto, tal como as construções de tijolos.

Construções nesse “estilo atlante” podem ser encontradas no mundo todo, e seus exemplos clássicos localizam-se em Micenas, no Peloponeso, e nos templos de Malta, junto às gigantescas paredes megalíticas de Tiahuanaco, Ollantaytambo, monte Albán e Stonehenge, bem como nas estruturas pré-egípcias do Osirion, em Abidos, e no Templo do Vale da Esfinge.

Normalmente, a arquitetura atlante é circular, usando as técnicas mais precisas de corte de pedra para encaixar blocos. A arquitetura atlante tam­bém costuma empregar “pedras de toque” – formas idênticas são cortadas em pedra nos dois lados da junta e o espaço é preenchido com um grampo metálico. Essas pedras de toque geralmente têm forma de ampulheta ou de duplo T. Os grampos empregados podiam ser de cobre, bronze, prata, electrum (mistura de prata e ouro) ou de algum outro metal. Em quase todos os casos em que se encontram pedras de toque, o grampo de metal já desapareceu – muitos milhares de anos atrás!

Muitas ruínas conhecidas, e outras nem tanto, abrigam os restos de cidades ainda mais antigas. Sítios arqueológicos como Baalbek, no Líba­no, Cuzco, no Peru, a Acrópole de Atenas, Lixus, no Marrocos, Cádiz, na Espanha e até o monte do Templo de Jerusalém são construídos sobre os restos gigantescos de antigas ruínas. Algumas cidades modernas – e Cuzco é um bom exemplo – contêm três ou mais níveis de ocupação, incluindo os ocupantes modernos. Alguns arqueólogos acham que essas construções anteriores procederam da “mítica” civilização atlante.

Mas onde ficava Atlântida? A Atlântida está ao nosso redor, assegu­rou o estudioso inglês John Michell em seu livro The view over Atlantis. Michell mostrou também, emMegalithomania, que ruínas antigas fan­tásticas são um fenômeno mundial. Muitos autores tentaram mostrar como a distribuição de megálitos em escala global aponta para uma civili­zação avançada em tempos antediluvianos, incluindo obras acadêmicas como Megaliths & masterminds, de Peter Lancaster Brown.

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Portal do Templo de Baco, encontrado dentro das estruturas de Baalbek, no hoje Líbano

A tese desses autores é a de que o mundo antigo era notavelmente adiantado para quem saiu da dita Idade da Pedra, e que uma civilização avançada chamada “Atlântida” precedeu a aurora da história. A civiliza­ção pré-histórica não só teria escala mundial como construiu monumen­tos e edifícios impressionantes. A idéia de que apenas recentemente o homem inventou coisas como eletricidade, geradores, motores a vapor e a combustão, ou mesmo o vôo motorizado, não é necessariamente verídica em um mundo que percorre a montanha-russa da história.

Com efeito, quando observamos a velocidade com que a sociedade atual absorve novas invenções, podemos imaginar a rapidez com que uma civilização altamente científica ter-se-ia desenvolvido na remota Antigüi­dade. Assim como ainda hoje há tribos primitivas na Nova Guiné e na América do Sul vivendo na Idade da Pedra, a Atlântida pode ter existido em um período no qual outras áreas do mundo viviam em estágios varia­dos de desenvolvimento.

O mundo antigo (pré dilúvio) da Atlântida pode ter sido bem parecido com o de hoje – justaposto entre diversas facções governamentais militares enquanto surgem conflitos em diversas colônias, causados por um sistema econô­mico estabelecido pelos interesses comerciais de grandes grupos. Segundo a mitologia, Atlântida foi destruída pelas guerras das quais participou no mundo antigo. Hoje, o planeta está novamente à beira de um armagedon em virtude de diferenças políticas, religiosas e étnicas. O homem moderno tem algo a ganhar estudando o passado? Os estudiosos da Atlântida acre­ditam que sim.

A civilização Osiriana

A civilização osiriana, segundo a tradição esotérica, foi uma socieda­de avançada, contemporânea da atlante. No mundo de 15 mil anos atrás, havia em nosso planeta diversas civilizações altamente desenvolvidas e sofisticadas, cada uma, dizem, com elevado grau de desenvolvimento tec­nológico. Entre essas civilizações fabulosas estavam a Atlântida e outra bastante desenvolvida que florescia na Índia, usualmente chamada Im­pério Rama (descrito no épico hindu Ramayana).

Teoriza-se um passado bem diferente daquele que aprendemos na es­cola. Trata-se de um passado com cidades magníficas, estradas e rotas de comércio antigas, portos ativos, marinheiros e mercadores aventureiros. Boa parte do mundo antigo era civilizada, e áreas como Índia, China, Peru, México e Osíris eram prósperos centros, com várias cidades importantes. Muitas delas foram irremediavelmente perdidas, mas outras foram ou serão descobertas!

Dizem que na época da Atlântida e de Rama, o Mediterrâneo era um vale grande e fértil, e não o mar que hoje conhecemos. O Nilo nascia da África, como hoje, e era chamado de rio Estiges. Contudo, em vez de sair pelo Delta, ao norte do Egito, e desaguar no Mediterrâneo, o Nilo prosse­guia pelo vale, virando para o oeste e fluindo até uma série de lagos ao sul de Creta. O rio passava entre Malta e Sicília, ao sul da Sardenha, e depois desembocava no Atlântico por Gibraltar (os Pilares de Hércules). Esse amplo vale fértil, juntamente com o Saara (que então era uma grande pla­nície fértil), era conhecido na Antigüidade como civilização osiriana.

A civilização osiriana também pode ser chamada de “Egito Pré-dinástico”, o antigo Egito que construiu a esfinge e os megálitos pré-egípcios, como o Osirion de Abidos. Nesse raiar da história antiga, o império osiriano foi invadido pelos atlantes, e guerras devastadoras irromperam pelo mundo pouco antes do final do período de expansão imperial e bélico da Atlântida. Nos diálogos de Platão, o sacerdote Sólon relata que a Atlântida, quando estava próxima de seu fim cataclísmico (10.986 a.C.), invadiu a Grécia antiga, que não era se­quer conhecida dos gregos “antigos”. Essa “Grécia antiga desconhecida”, como veremos, estava intimamente ligada à civilização osiriana.

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A história do próprio Osíris, segundo o historiador grego Plutarco, revela certa tecnologia. Conforme a mitologia egípcia, Osíris era filho do Céu e da Terra, foi o primeiro rei do Egito e o instrumento de sua civiliza­ção. Dizem que ele teria viajado pelo mundo, ensinando a arte da civiliza­ção após o dilúvio. Ele afastou os moradores do Egito de seus costumes bárbaros, ensinou a agricultura, formulou leis e mostrou-lhes a adoração dos deuses. Feito isso, saiu a transmitir seus conhecimentos para o resto do mundo.

Em sua ausência, ÍSIS, sua mulher, governou, mas o irmão e cunha­do de Osíris, Tífon, também conhecido como Seth ou Satã, estava sempre disposto a prejudicar seu trabalho (ou ao menos sua tentativa) de civili­zar o mundo, e decidiu que iria matar Osíris, tomando ÍSIS para si. Ele reuniu 72 conspiradores para realizar seu plano e fez um belo sarcófago com as medidas exatas de Osíris. Organizou um banquete e declarou que daria essa peça a quem coubesse deitado dentro dela. Quando Osíris entrou, os conspiradores correram até o sarcófago, pregaram a tampa e depois despejaram chumbo, jogando-o no rio pelo qual foi levado para o mar. Quando ÍSIS soube da morte de Osíris, pôs-se imediatamente à procura de seu amado.

O sarcófago de Osíris encalhou em Biblos, hoje no Líbano, não muito longe das maciças lajes de Baalbek. Ao redor do sarcófago, com Osíris ainda dentro dele, cresceu uma árvore, que o rei de Biblos mandou cortar para usar como pilar em seu palácio. ÍSIS acabou localizando Osíris e levou-o de volta para o Egito. Tífon (Seth/Satã), porém, quebrou o sarcófago, esquartejou Osíris em catorze pedaços e espalhou-os pelo país.

A dedicada ÍSIS procurou os pedaços de seu marido e, toda vez que encontrava um deles, enterrava-o – razão pela qual há templos dedicados a Osíris por todo o Egito, e aparentemente em outros pontos do Mediterrâ­neo oriental. Em outra versão, na tentativa de enganar Tífon, ela apenas finge ter enterrado os pedaços, juntando-os para trazer Osíris de volta à vida. ÍSIS encontra todas as partes, exceto o falo, e Osíris acaba voltando do mundo inferior; ele incentiva seu filho Hórus (o popular deus com ca­beça de falcão) a vingar sua morte. Cenas dos templos egípcios costumam apresentar Hórus traspassando uma grande serpente (Tífon ou Seth) com uma lança, em cena idêntica a de São Jorge e o Dragão, embora represen­tada milhares de anos antes.

No final feliz, ÍSIS e Osíris voltam a se reunir e têm outro filho, Harpócrates. Mas ele nasce prematuramente e coxo.

A lenda de Osíris reúne outros temas importantes, inclusive a ressur­reição e a derrota do mal pelo bem, sendo talvez chave para a antiga civiliza­ção osiriana. Seriam os catorze pedaços de Osíris uma alusão aos catorze lugares sagrados construídos pelos osirianos por todo o Mediterrâneo? Já mencionei a teoria de que o Mediterrâneo teria sido um vale fértil, com muitas cidades, fazendas e templos. Talvez alguns desses lugares ainda es­tejam intactos sob a água, e outros sejam até conhecidos, embora sua im­portância ainda não tenha sido identificada. Acredito que as primeiras construções megalíticas de Baalbek, Jerusalém, Gizé e o Osirion, em Abidos, possam ser incluídas como lugares conhecidos desse conjunto.

Uma chave para a sociedade megalítica de Osíris pode ser encontrada nas curiosas ruínas soterradas de Osirion (as ruínas megalíticas e pré-dinásticas de Abidos, rio sul do Egito). O arqueólogo inglês Naville comen­tou, em um artigo no London Illustrated News, em 1914, que:

Aqui e ali, nos enormes blocos de granito, havia uma espessa maçaneta […] usada para mover as pedras. Os blocos são bem grandes – comprimentos de 4,5 metros não são raros; e a estrutura como um todo tem o caráter da cons­trução primitiva que, na Grécia, é chamada de ciclópica. Um exemplo egíp­cio disso está em Gizé, o chamado Templo da Esfinge.

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Naville relaciona diretamente o Osirion com as gigantescas e pré-his­tóricas construções da Grécia, e também com o Templo da Esfinge. Outros lugares ao redor do antigo império osiriano estão na ilha de Malta, no Líbano, em Israel, nas ilhas Baleares (Mayorca e Minorca) e em outras áreas do Mediterrâneo. (Com efeito, praticamente todas as ilhas do Mediterrâneo, qualquer que seja o seu tamanho, têm seus megálitos pré-históricos.) Além disso, as maçanetas, que podiam ou não servir para movimentar as pedras, são do mesmo tipo encontrado nas pedras gigantescas que foram empregadas para construir muros maciços nas vizinhanças de Cuzco, no Peru.

A falta de inscrições indica que o Osirion, como o Templo do Vale da Esfinge, foi construído antes que se adotassem hieróglifos no Egito! Sabemos disso porque os egípcios sempre gravavam hieróglifos e de­corações em toda obra arquitetônica. As únicas exceções são edifícios, como a Grande Pirâmide, o Osirion e o Templo do Vale da Esfinge, que muitos arqueólogos hoje estão considerando mais antigos do que ou­tras estruturas. Evidentemente, o Osirion é uma relíquia da própria civilização de Osíris.

“O presente e o passado devem estar presentes no futuro, e o futuro está contido no passado”.  S. Eliot

BAALBEK e OSÍRIS

Uma das mais espantosas ruínas antigas do mundo é a base megalítica de BAALBEK, as ruínas pré-romanas do Líbano sobre as quais foi erguido um complexo de templos da era romana.

O sítio arqueológico de Baalbek fica a 71 quilômetros a leste de Beirute, aproximadamente, e é composto por diversas ruínas e catacumbas. Com 750 metros de extensão de cada lado, é uma das maiores estruturas de pedra do mundo. Uma parte consiste de gigantescos blocos de pedra de uma era perdida, formando uma plataforma com um templo romano as­sentado sobre ela. O templo romano dedicado a Júpiter, Baco e Vênus foi cons­truído sobre os templos que eram dedicados às divindades antigas correspondentes – Baal e sua companheira, a deusa Astarte.

Os templos de Baal e Astarte podem ter sido erigidos como parte de um templo solar pré-histórico, e sobre as ruínas da estrutura mais antiga, com propósito desconhecido. Segundo um artigo de Jim Theisen na INFO Journal, os gregos chamaram o Templo de “Heliopólis”, que significa “Tem­plo do Sol” ou “Cidade do Sol”. Apesar disso, o propósito original da gigan­tesca plataforma pode ter sido completamente diferente.

Baalbek é um bom exemplo daquilo que acontece com muralhas gran­diosas e bem-feitas – são usadas repetidas vezes por construtores que er­guem uma nova cidade ou templo sobre outros mais antigos, usando as pedras que estão convenientemente à disposição no local. Geralmente, as pedras originais são tão grandes que não podem ser movidas e postas em outro lugar. É exatamente o que se vê em muitos locais, tanto no Velho Mundo como nas Américas. Exemplos de alvenaria ou cantaria muito an­tigos (com idade entre 3 e 6 mil anos) misturados com trabalhos bem mais recentes (com 500 a 2.500 anos) podem ser vistos em monte Albán, no México, e em lugares andinos como Chavín, Cuzco e Ollantaytambo.

Em Baalbek, a arquitetura romana (quase toda destruída por um terremoto em 1759) não apresenta nenhum problema arqueológico, ao contrário dos maciços blocos de pedra talhada sob ela. Uma parte da parede da área cercada, chamada Trilithon, é composta por três blocos de pedra talhada, simplesmente os maiores blocos de pedra lavrada já usados em construções neste planeta, pelo que se sabe (ruínas submarinas podem revelar construções maiores). É uma proeza de engenharia nunca igua­lada na história.

O peso e até o tamanho dessas pedras dão margem a controvérsias. Segundo o autor René Noorbergen, em seu fascinante livro Secrets of the Lost Races, cada pedra tem 24,6 metros de comprimento e 4,5 metros de espessura, e o peso estimado de cada uma varia de 1.200 a 1.500 tonela­das. Embora o tamanho calculado por Noorbergen possa estar incorreto, o peso informado deve estar próximo do real. Mesmo as estimativas mais­conservadoras dizem que cada pedra pesa 750 toneladas.

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Um grupo de três pedras gigantescas horizontalmente deitadas que fazem parte da base do Templo de Júpiter no complexo de Baalbek, no Líbano

É uma proeza extraordinária da engenharia civil, pois os blocos fo­ram erguidos a uma altura superior a 6 metros para poderem se apoiar em blocos menores. As colossais pedras foram perfeitamente encaixadas, e nem uma lâmina de canivete pode ser enfiada entre elas. Até os blocos do nível inferior aos trilihons são incrivelmente pesados. Com 3,9 metros de comprimento, devem pesar cerca de 50 toneladas cada um, e de qual­quer modo trata-se de um grupo de pedras imensas sob qualquer critério de medida, exceto se comparadas aos próprios trilithons. Mas mesmo os trilihons não são as maiores das pedras!

A maior de todas as pedras talhadas, com 3,9 metros por 4,2 metros de seção e quase 21 metros de comprimento, pesando no mínimo 1.000 toneladas (tanto Noorbergen quanto Chalés Berlitz atribuem a essa pedra o peso de cerca de 2.000 toneladas,) fica em pedreira próxima, situada a 800 metros dali. Mil toneladas são um milhão de quilos! A pedra é chamada Hadjar el Gouble, “Pedra do Sul”, em árabe. Noorbergen está correto ao dizer que não há guindaste ou grua no mundo que possa erguer qualquer uma dessas pedras, independentemente do seu peso real. As maiores gruas são as estacionárias, montadas ao lado de represas para levantar enor­mes blocos de concreto. Normalmente, podem erguer blocos com várias centenas de toneladas. Mas mil, ou, quiçá, 2 mil toneladas estão muito além de sua capacidade. O modo como esses blocos foram movidos e er­guidos até sua posição foge à compreensão dos engenheiros.

Muitos peregrinos iam da Mesopotâmia e do Vale do Nilo até o Tem­plo de Baal-Astarte. O local é mencionado na Bíblia, no Livro dos Reis. Há sob a acrópole uma vasta rede de passagens subterrâneas. Sua função é desconhecida, mas provavelmente eram usadas para abrigar peregrinos, talvez em um período posterior.  Quem construiu a maciça plataforma de Baalbek? Como ela foi feita? Segundo antigos textos árabes, o primeiro templo de Baal-Astarte, incluin­do os maciços blocos de pedra, foi construído por uma “tribo de gigantes” pouco depois do Dilúvio, por ordem do lendário rei Nimrod.

Mas ele pode ser mais antigo, pois a História mostra que alguns go­vernantes gostavam de se apropriar de monumentos erguidos por ou­tros. O mítico rei Nimrod, figura histórica tão antiga que se perdeu para nós, pode ter querido apropriar-se das pedras de Baalbek por volta de 6.000 a.C., mas a construção pode ter sido erguida em 12.000 a.C., antes mesmo do Dilúvio.

Os teóricos da astronáutica antiga têm sugerido que a estrutura de Baalbek teria sido construída por extraterrestres. Charles Berlitz comen­ta que um cientista soviético, o doutor Agrest, sugere que as pedras fa­ziam parte de uma plataforma de decolagem e pouso para espaçonaves extraterrestres. O escritor e estudioso da Suméria Zecharia Sitchin acredita, do mesmo modo, que a base de Baalbek foi uma plataforma de lançamento de foguetes.

Como Buddha à procura do “caminho do meio”, eu procuro um campo intermediário nesse intrigante mistério do passado. Embora seja possí­vel que astronautas antigos possam ter visitado a Terra no passado, pa­rece pouco provável que tenham chegado aqui em foguetes. Eles teriam dominado a arte da antigravitação, e suas espaçonaves seriam modelos elétricos de estado sólido, no mínimo. Tais naves poderiam pousar e de­colar em um bucólico gramado, e não precisariam de uma gigantesca plataforma.

O que, então, era Baalbek, e quem o construiu? A teoria de que Baalbek seria remanescente do Império Osiriano, juntamente com alguns dos ou­tros lugares megalíticos do Mediterrâneo, encaixa-se bem à lenda árabe anteriormente mencionada: os maciços blocos de pedra teriam sido cons­truídos um pouco depois do Dilúvio, por ordem do rei Nimrod.

Mas, mesmo que Baalbek seja vestígio da civilização osiriana, como esses blocos imensos foram transportados e erguidos? Uma pista está no imenso bloco que ainda repousa na pedreira, situada a 800 metros dali. Aparentemente, esta pedra deveria ter sido colocada na plataforma com as outras pedras, mas por algum motivo ela nunca foi usada. Segundo o artigo da info, as maiores pedras usadas na Grande Pirâmide do Egito pesam apenas 181.600 quilos (há diversos blocos de granito desse porte no interior da pirâmide). Os autores dizem que antes da NASA levar o gi­gantesco foguete Saturno V até sua plataforma de lançamento sobre um enorme veículo sobre trilhos, nenhum ser humano tinha transportado um peso semelhante ao das pedras em Baalbek.

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Em seu livro Baalbek, o arqueólogo Friedrich Ragette tenta expli­car como o sítio foi construído e como as pedras foram movidas até seu lugar. Explicar Baalbek não é fácil, admite Ragette, mas ele fez o me­lhor que pode. Ragette começa afirmando que há duas pedreiras: uma situada a 2 quilômetros ao norte de Baalbek e outra, mais próxima, onde ainda re­pousa o maior bloco de pedra do mundo. Posteriormente, ele faz este cu­rioso comentário sobre as pedreiras:

“Depois que o bloco foi separado na face vertical, e feita uma ranhura ao lon­go da base externa, a peça foi derrubada como uma árvore sobre uma cama­da de terra por meio de uma cunha manipulada por trás. Aparentemente, os romanos também empregaram algum tipo de máquina de corte. Podemos deduzir isso pelo padrão de golpes circulares concêntricos que alguns blo­cos apresentam. São maiores do que qualquer homem poderia fazer manual­mente, e podemos presumir que a ferramenta de corte foi fixada a uma alavanca ajustável, que podia atingir o bloco com grande força. Raios de oscilação de até 4 metros foram observados”.

Ragette prossegue, teorizando sobre a possibilidade de se mover uma pedra de 800 toneladas sobre roletes de madeira:

“‘[Se] presumirmos que o bloco estivesse apoiado sobre roletes cilíndricos de madeira bem cortados, com diâmetro de 30 centímetros e a uma dis­tância de 0,5 metro, cada rolete suportaria 20 toneladas. Se a superfície de contato do rolete tivesse 10 centímetros de largura, a pressão seria de 5 quilos por centímetro quadrado, que exigiria uma pavimentação de pedra sólida na rampa. Teoricamente, a força necessária para mover horizontal­mente esse bloco seria de 80 toneladas. Outra possibilidade é que o bloco estivesse envolvido em um invólucro cilíndrico de braçadeiras de madei­ra e de ferro”.

O autor descarta esta última hipótese, considerada improvável e in­conveniente. “Resta ainda a questão de como o bloco teria sido ‘desembru­lhado’ e posto no lugar, o que nos remete à questão ainda mais intrigante, relativa ao modo de COMO se levantar grandes pesos”.

No entanto, Ragette afirma que não há evidências de alguma estrada antiga, que teria necessariamente de receber pavimentação. Segundo o artigo da INFO, não se observam evidências de uma estrada entre a pedreira e o templo. Mesmo que tenha existido tal estrada, os troncos usados como roletes te­riam sido esmagados e transformados em serragem. Mas é óbvio que al­guém, naquela época, sabia como transportar pedras de 500 toneladas.

Nenhum empreiteiro de hoje se disporia a tentar mover ou erguer es­sas pedras. É algo que está simplesmente além da tecnologia moderna. Acho interessante que não exista estrada visível entre a pedreira e o maci­ço Templo do Sol. Isso indica uma das seguintes possibilidades, ou ambas: a construção da plataforma inferior deu-se em uma antigüidade tão re­mota que a estrada desapareceu há tempos; nunca foi necessária uma es­trada para o transporte dos blocos. Como mostra o artigo da INFO, a estrada teria sido de pouca utilidade.

Ragette não é capaz de resolver o problema do içamento de um bloco dessas dimensões, afirmando ser impossível erguer completamente do solo objetos tão imensos com o uso de alavancas. Ele diz que sabemos que a pedra teve de ser levantada para que os roletes de madeira pudessem ser retirados e o bloco abaixado até se encaixar. Para que o ajuste fosse per­feito, provavelmente a pedra deve ter sido erguida e baixada várias vezes.

Ele sugere que uma gigantesca estrutura teria sido construída para içar a pedra, e que pelo menos 160 pedras “Lewis” – pedras em forma de cunha com aros de metal – teriam sido inseridas na parte superior do blo­co. Depois, ter-se-ia empregado um sistema de roldanas e presilhas, bem como milhares de operários, para erguer e baixar alguns centímetros os gigantescos blocos.

Ragette não apresenta explicações quanto ao porquê dos romanos, ou quem quer que fosse, terem se dado a esse imenso trabalho na tentati­va de realizar uma proeza de engenharia virtualmente impossível, a fim de assentar as bases de um templo para Júpiter. Se eles tivessem cortado os blocos em cem pedaços, por exemplo, seu tamanho ainda seria anor­malmente grande, maior que o de um homem, mas pelo menos teria sido muito mais fácil ajustar esses pedaços em um muro. Ficamos com a perturbadora ideia de que o motivo para terem usado essas pedras imen­sas é que elas podiam ser usadas – e com relativa facilidade, embora hoje não saibamos como. Ragette faz um interessante comentário final sobre Baalbek:

“O verdadeiro mistério de Baalbek está na completa ausência de registros es­critos sobre a sua construção. Que imperador não gostaria de usufruir a fama de sua criação? Que arquiteto não teria pensado em registrar orgulhosamen­te seu nome em um dos incontáveis blocos de pedra? Mas ninguém reclama esses templos. É como se o Júpiter heliopolitano recebesse todo o crédito”.

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O complexo de BAALBEK, no Líbano

RUÍNAS OSIRIANAS NO EGITO

Ainda restam outros vestígios de Osíris no Mediterrâneo oriental. Os silhares da base do Muro das Lamentações de Jerusalém também são blocos gigantescos, semelhantes aos de Baalbek. Acredita-se que as ruí­nas megalíticas encontradas sob as águas em Alexandria, no Egito, se­riam anteriores ao Egito dinástico dos faraós. É da lenda de Osíris e das muitas “tumbas de Osíris” que tiramos o nome dessa civilização datada da era da Atlântida.

As ruínas megalíticas submersas de Alexandria são outra pista para a antiga Osíris. Na verdade, Alexandria não é uma cidade egípcia, mas grega. Como é fácil deduzir, Alexandria recebeu o nome de Alexandre, o Grande, rei macedônico que conquistou as cidades-Estado da Grécia no século III a.C. e depois saiu em conquista do resto do mundo conhecido, começando pela Pérsia.

A Pérsia era tradicional inimigo do Egito, que caiu – de bom grado – nas mãos de Alexandre. Este foi a Mênfis, perto da atual cidade do Cairo, e depois desceu o Nilo até a pequena cidade egípcia de Rhakotis. Ali, orde­nou a seus arquitetos que construíssem uma grande cidade portuária, que viria a ser Alexandria.

Alexandre dirigiu-se ao Templo de Amon no oásis de Siwa, onde foi saudado como areencarnação de um deus, ou seja, uma figura expressiva da antiga Osíris ou da Atlântida. Que deus era, não sabemos. Partiu para a conquista do restante da Pérsia e depois da Índia. Oito anos depois de sair da futura Alexandria, ele retornou à cidade – em um caixão. Nunca che­gou a vê-la, embora se diga que seus ossos ainda estejam lá enterrados (mas até agora ninguém encontrou seu túmulo).

De todos os mistérios de Alexandria, porém, nenhum é mais intrigan­te do que o das ruínas megalíticas que ficam a oeste do farol de Faros, perto do promontório de Ras el-Tin. Descoberto na virada do século XIX para o XX pelo arqueólogo francês M. Jondet, e apresentado em seu traba­lho “Les ports submerges de L’ancienne Isle de Pharos”, o porto pré-histórico é uma grande ala de pedras maciças que hoje estão completamente submersas. Perto dele ficava o lendário Templo de Poseidon, edificação já desaparecida, mas registrada pela literatura.

A Sociedade Teosófica, ao saber da existência do porto submerso e de seus megálitos, associou-o rapidamente à Atlântida. M. Jondet presume que sua origem possa ser minóica, a parte de um porto para navios cretenses. E. M. Forster, em seu excelente guia de Alexandria, defende a teoria de que o porto pode ter origem egípcia antiga, construído por Ramsés II em 1.300 a.C. aproximadamente. A maior parte das ruínas estão entre 1,2 a 7,5 metros de profundidade, e se estendem por mais de 60 metros de leste para oeste, curvando-se levemente para o sul.

Provavelmente, a verdadeira origem do maciço porto submerso – que em alguma época certamente esteve acima da água, pelo menos em parte – encontra-se entre a teoria de M. Jondet, com os construtores minóicos, e a suposição da Sociedade Teosófica, que o vê atlante.

Em tese, com a lenta inundação do Mediterrâneo, o mar teria se esta­bilizado após algumas centenas de anos, e depois os osirianos remanes­centes, usando tecnologia e ciência semelhantes às atlantes, construíram as estruturas e portos que lhes foi possível. Mais tarde, em outro desloca­mento tectônico, a área do porto (usada provavelmente por egípcios pré-dinásticos) afundou, tornando-se inútil.

É interessante observar, com relação a essa teoria, que havia o Tem­plo de Poseidon na extremidade de Ras el-Tin. A Atlântida era conhecida pelos antigos como Poseidonis, e “Poseidonis” ou “Poseidon” era um rei lendário da Atlântida. Do mesmo modo, supõe-se que Poseidonis e Osíris eram a mesma pessoa. O principal templo de Rhakotis – a cidade egípcia que Alexandre encontrou no antigo porto – naturalmente, era dedicado a Osíris.

O que estamos aprendendo com as mentes megalíticas é que suas edificações são encontradas no mundo todo, e muitas delas estão sob a água e são de difícil localização!

“O oposto de uma declaração correta é uma declaração falsa. Mas o oposto da verdade profunda pode ser outra verdade profunda”.  Niels Bohr

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O Osireion está localizado em Abidos, no Egito, aos fundos do templo de Seti II. Foi descoberto pelos arqueólogos Flinders Petrie e Margaret Murray, que estavam escavando o sítio nos anos de 1902-03. O Osireion foi construído originalmente em um nível consideravelmente mais baixo que as fundações do templo de Seti, muito mais recente.

OS TEMPLOS SOTERRADOS DE CARNAC

Situada na costa sul da Bretanha, França, a cidade de Carnac reúne a maior concentração de megálitos (menires) do mundo. Estimativas conservadoras afirmam que os megálitos foram erguidos por volta de 5.000 a.C., há 7 mil anos. Podem ser mais velhos.

O Grande Menir Quebrado de Er Grah, na Bretanha, é considerado o maior do mundo e fica em um promontório perto do mar. O problema de se mover uma pedra desse porte foi comentado em um artigo publicado no Journal for the History of Astronomy (no 2, p. 147-160,1971) intitulado “A importância astronômica dos grandes menires de Carnac”. Os astrôno­mos, senhor e senhora Thom, afirmam que o megálito era uma pedra de observação lunar. Escrevem:

“Er Grah, ou Pedra das Fadas, às vezes chamada Le Grand Menir Brisé, está hoje quebrada em quatro pedaços que, medidos, mostram que o comprimento total do menir deve ter sido de 20 metros, no mínimo. Pelo conteúdo volumétrico, seu peso deve ter sido superior a 340 toneladas. Hulle acredita que ela veio da Côte Sauvage, na costa oeste da península Quiberon. Sua opinião, de que teria sido levado por mar, não leva em conta o fato de que o nível do mar perto dessa costa teria sido bem mais baixo na época megalítica; tampouco considera o fato de que seria necessário uma balsa de madeira sólida, com 30 x 15 x 1,2 metros – com o menir submerso. Não fica claro como uma balsa dessas poderia ser controlada ou mesmo se poderia ter se movido nas águas turbulentas próximas à península. Presumindo que a pedra veio por terra, uma pista preparada (com troncos?) deve ter sido construída com grandes roletes e uma pressão de umas 50 toneladas aplicadas (como?) na horizontal, a menos que os roletes fossem girados por alavancas.

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Er Grah, ou Pedra das Fadas, está hoje quebrada em quatro pedaços que, medidos, mostram que o comprimento total do menir deve ter sido de 20 metros, no mínimo. Pelo conteúdo volumétrico, seu peso deve ter sido superior a 340 toneladas.

Deve ter levado décadas de trabalho e, no entanto, lá está ela, lembrança silenciosa da perícia, da energia e da determinação dos engenheiros que a ergueram há mais de três mil anos. Vemos, na Bretanha, que as pedras mais altas costumam ser visadas luna­res inversas, mas não parece necessário usar uma pedra desse porte para esse fim. Se, no entanto, fosse ela um instrumento de previsão, o motivo para sua posição e altura fica claro, especialmente se se destinava a previ­sões universais, sendo usada em várias direções. Há oito valores principais a se considerar, correspondendo ao orto e ao ocaso da Lua em pontos estacionários, quando a declinação era mais ou menos moderada […] Foi demons­trado que existe pelo menos um lugar em cada uma das oito linhas com o espaço necessário para movimentação lateral”.

Agora, devemos tentar imaginar como se descobriu uma posição para Er Grah que satisfizesse os requisitos. Observações cada vez mais cuidadosas da Lua devem ter sido feitas ao longo de centenas de anos. Elas teriam reve­lado anomalias inexplicáveis por causa das variações de paralaxe e retra­ção, e por isso deve ter sido considerado necessário observar a Lua nos principais pontos estacionários, tanto em seu orto como em seu ocaso. Em cada ponto estacionário, havia cerca de 10 ou 12 lunações em que a declina­ção máxima e mínima mensal poderia ser usada.

Em cada máxima ou míni­ma, haveria observadores em todos os lugares possíveis, tentando ver a Lua levantar-se ou se pôr por trás de elevadas varas de aferição. À noite, essas varas teriam recebido tochas na ponta, pois quaisquer outros sinais não seriam visíveis enquanto não formassem silhueta contra o disco lunar. En­quanto isso, deve ter sido usado um observatório já existente na região, para que os astrônomos pudessem ser informados do tipo de máxima que estava sendo observado; eles precisariam conhecer o estado da perturbação. Depois, seguir-se-iam nove anos de espera, até o próximo momento estacio­nário, quando os outros quatro locais de observação seriam procurados.

A magnitude da tarefa seria aumentada pela decisão de usar a mesma visada lunar para ambos os tipos de parada. Podemos compreender porque isso era considerado necessário, se nos lembrarmos das décadas de trabalho en­volvidas no corte, na modelagem, no transporte e no içamento de uma visa­da lunar adequada. Fica evidente que, enquanto alguns locais, como o Quiberon, usavam o alto da visada de Er Grah, outros, como Kerran, usava a parte inferior. Provavelmente, isso depunha contra o uso de um monte com um menir menor no alto. Muito já foi escrito, e bem, sobre o trabalho despendido para se colocar Er Grah no lugar, mas uma avaliação completa da dificuldade para se encontrar o lugar certo mostra que essa tarefa foi tão árdua quanto a primeira.

Agora sabemos que uma pedra com 18 metros de altura permite uma vi­são perfeita. Não sabemos se todas as visadas inversas foram concluídas. Mas o fato de ainda não termos descoberto qualquer vestígio de um setor a leste não prova que os locais a leste não foram usados, pois as pedras podem ter sido removidas. Talvez a extrapolação tenha sido feita por um método mais simples, como a triangulação, ou em um local central, como Petit Menec.

Francis Hitching, em Earth magic, também concorda que esse era um ponto megalítico central para a observação do nascer e do ocaso da Lua. É provável que a maior parte desse gigantesco observatório astronô­mico hoje esteja sob a água. Muitos dos megálitos ao longo da costa da Bretanha parecem estar submersos. Muitos locais famosos conduzem, de fato, à água, e é possível ver alguns megálitos um pouco acima da superfície quan­do a maré está baixa.

Boa parte dos longos alinhamentos de pedras verticais de Carnac e ao redor do golfo de Morbihan parece ter sido construída quando a geografia da Bretanha era bem diferente. Perto da cidade de Carnac há o famoso alinhamento com centenas de pedras verticais. Aparentemente, ele também faz parte de algum imenso observatório astronômico. Em outro artigo dos Thom para o Journal for the History of Astronomy (no 3, p. 11-26,1972), intitulado “Os alinhamen­tos de Carnac”, eles concluem que Carnac também é um observatório lunar de grandes proporções. A respeito dos alinhamentos de Menec, em Carnac, os Thom afirmam que:

“Uma característica notável é a grande precisão das medidas com que as fi­leiras foram dispostas. Não podemos enfatizar em demasia que a precisão era bem maior do que a que teriam obtido caso tivessem usado cordas. A única alternativa disponível para os construtores seria usarem duas varas de medição (de carvalho ou de osso de baleia). Estas deveriam ter cerca de 2.0732496 metros de comprimento, com ajustes nas extremidades para re­duzir o erro gerado por alinhamento. Cada vara teria um apoio rígido, mas mal podemos imaginar como os engenheiros lidavam com os inevitáveis “degraus” quando o solo não estava nivelado”.

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Os menires alinhados em Carnac, na França.

Pode-se observar que o valor da jarda megalítica encontrada na Bretanha vale 0,829056 metros, mais ou menos 0,9 milímetro, e aquela encontrada acima vale 0,8293608 metro, mais ou menos 0,3 milímetro. Essa precisão só pode ser atingida hoje em dia por agrimensores experientes, usando bons equipamentos modernos. Então, como o homem megalítico não apenas ob­teve essa precisão em um local, mas levou a unidade de medida para outros locais, separados por grandes distâncias? Como essa unidade foi levada, por exemplo, para o norte, até as ilhas Orkney? Com certeza, não foi fazendo cópias de cópias de cópias. Deve ter existido algum aparelho para padroni­zar as varas, que, com quase toda certeza, foram preparadas em um centro de controle, ou pelo menos sob supervisão.

Os Thom vêem Carnac como parte de um antigo e imenso sistema que foi usado em boa parte da Europa. Em seu artigo, concluem:

“A organização e a administração necessárias para construir os alinhamen­tos bretões e para erguer Er Grah obviamente espalhavam-se por uma gran­de área, mas a evidência proporcionada pelas medidas mostra que uma área muito mais ampla estava em contato com o controle central. A geometria dos dois crom lechs ovais de Le Menec é idêntica à encontrada em sítios britânicos. Os ápices de triângulos com arestas integrais formando os cen­tros de arcos com raios integrais são características comuns, e nos dois la­dos do Canal [da Mancha] os perímetros são múltiplos da vara. A vastidão dos sítios da Bretanha pode sugerir que o centro principal estava ali, mas não podemos perder de vista o fato de que até agora nenhum dos sítios bretões examinados tem uma geometria comparável à de Avebury na complexidade do desenho ou na dificuldade do layout. Já mostramos anteriormente que as fileiras divergentes de pedras em Caithness poderiam ter sido usadas como equipamento auxiliar para ob­servações lunares, e em nosso artigo anterior vimos que os sítios de Petit Menec e St. Pierre devem ter sido usados da mesma forma”.

No final do artigo, os Thom confessam: “Não sabemos como os princi­pais alinhamentos de Carnac foram usados”.

Carnac se equipara ao importante templo egípcio de Karnak em Luxor. Este é um edifício imponente, com longas fileiras de colunas megalíticas que antes sustentavam um teto grandioso. Será que há outros menires, até maiores, sob as águas próximas a Carnac? Um exemplo de estrutura megalítica submersa conhecida é o Beco Coberto de Kernic, no Distrito de Plousescat, Finistére, hoje coberto pela maré alta.

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Templo egípcio de Karnak em Luxor

OS ESPANTOSOS MEGÁLITOS DOS ANDES

Na porção plana de uma colina que avista o Vale de Cuzco, no Peru, há uma fortaleza colossal chamada Sacsayhuaman, um dos mais imponen­tes edifícios já construídos. Sacsayhuaman é formada por três ou quatro paredes em terraço que sobem pela colina, e as ruínas incluem portais, escadarias e rampas.

Gigantescos blocos de pedra, alguns pesando mais de 200 toneladas, estão perfeitamente encaixados. Os enormes blocos estão cortados, facetados e encaixados tão bem que até hoje não é possível enfiar uma lâmina de canivete, ou mesmo uma folha de papel entre eles. Não foi usado cimento, e não há dois blocos iguais. Contudo, eles se encaixam perfeita­mente, e alguns engenheiros afirmaram que nenhum construtor moderno, com a ajuda de instrumentos e ferramentas do mais puro aço, seria capaz de produzir resultados mais precisos.

Cada pedra teve de ser planejada com muita antecedência; uma pe­dra de 21 toneladas, para não falar de uma pesando de 80 a 200 tonela­das, não pode apenas ser posta descuidadamente no lugar, esperando-se atingir aquele grau de precisão! As pedras estão encaixadas e ajustadas em suas posições, com entalhes do tipo rabo-de-andorinha, tornando-as à prova de terremotos. Com efeito, após muitos terremotos devastado­res nos Andes ao longo dos últimos séculos, os blocos ainda estão encai­xados perfeitamente, enquanto a catedral espanhola, em Cuzco, precisou ser reconstruída duas vezes.

O mais incrível é que os blocos não são feitos com pedras locais, mas, segundo alguns relatos, provêm de pedreiras do Equador, situadas a mais de 2.400 quilômetros dali! Outros estudiosos localizaram pedreiras bem mais próxi­mas, a cerca de 8 quilômetros, apenas. Embora se suponha que a fantástica fortaleza tenha sido feita há apenas alguns séculos pelos incas, não há re­gistros de sua construção, e tampouco ela figura nas lendas nativas. Como se explica que os incas, que não tinham conhecimento de matemática supe­rior, não possuíam linguagem escrita, não dispunham de ferramentas de ferro e nem usavam rodas, podem receber o crédito pela construção desse complexo ciclópico de muralhas e edificações? Francamente, é preciso fa­zer força para encontrar uma explicação, que tampouco seria simples.

Quando os espanhóis chegaram a Cuzco e viram essas estruturas, pen­saram ser obras do próprio demônio, em virtude de sua grandeza. De fato, em nenhum outro lugar se vê blocos tão grandes encaixados com tama­nha perfeição. Viajei pelo mundo todo à procura de mistérios antigos e cidades perdidas, mas nunca vi nada parecido.

Os construtores das muralhas não eram apenas bons pedreiros – eram incomparáveis! Trabalhos de cantaria similares podem ser vistos em todo o Vale de Cuzco. Geralmente, são feitos com blocos de pedra bem talhados e retangulares, pesando até 1 tonelada. Um grupo de pessoas fortes pode erguer um bloco e colocá-lo no lugar; sem dúvida, foi assim que algumas das menores estruturas foram feitas. Mas em Sacsayhuaman, Cuzco e outras cidades incas antigas, podemos ver blocos imensos com 30 ângu­los ou mais em cada um.

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Muralhas ciclópicas em Sacsayhuaman com Cuzco ao fundo

Na época da conquista espanhola, Cuzco estava em seu apogeu, com população estimada em 100 mil incas. A fortaleza de Sacsayhuaman po­deria abrigar todos os habitantes dentro de seus muros em caso de guerra ou de catástrofe natural. Alguns historiadores afirmaram que a fortaleza foi construída “alguns anos antes” da invasão espanhola, e creditaram a estrutura aos incas. Mas os incas não conseguem se lembrar exatamente como ou quando ela foi feita!

Só resta um relato antigo do transporte das pedras, encontrado na obra de Garcilaso de la Vega, The Inccus. Em seus comentários, Garcilaso fala de uma pedra monstruosa levada a Sacsayhuaman desde Ollantaytambo, a uma distância de cerca de 72 quilômetros.

Os índios dizem que, por causa do grande trabalho que teve para ser levada, a pedra ficou cansada e chorou lágrimas de sangue porque não conseguiu um lugar na edificação. A realidade histórica é transmitida pelos amantas (filósofos e médicos) dos incas, que costumavam falar sobre isso. Dizem que mais de 20 mil índios levaram a pedra até o local, arrastando-a com grossas cordas. A rota que seguiram para levar a pedra era muito difícil. Havia mui­tas colinas para subir e descer. Cerca de metade dos índios puxava a pedra com as cordas colocadas na frente. A outra metade segurava a pedra por trás, com medo de que ela pudesse se soltar e cair em uma ravina da qual não poderia ser removida.

Em uma dessas colinas, por falta de cautela e esforço mal coordenado, o peso da pedra foi excessivo para aqueles que a sustentavam por trás. A pe­dra rolou colina abaixo, matando 3 ou 4 mil índios que a sustentavam. Apesar desse infortúnio, eles conseguiram tornar a erguê-la. Ela foi posta na planície onde hoje repousa.

Embora Garcilaso de la Vega descreva o transporte da pedra, muitos duvidam da veracidade dessa história. Essa pedra não pertence à fortaleza de Sacsayhuaman e, segundo alguns pesquisadores, é menor do que aque­las lá usadas, embora a pedra nunca tenha sido identificada positivamente. Mesmo que a história seja real, talvez os incas tenham procurado reprodu­zir aquela que, segundo eles, teria sido a técnica de construção usada pelos antigos construtores. Apesar de não se poder negar a maestria dos artífices incas, para alguém acreditar nessa história precisa, antes, questionar como eles teriam transportado e colocado os blocos de 100 toneladas tão bem, tendo em conta o trabalho que tiveram com apenas uma pedra.

O fato de os incas terem descoberto essas ruínas megalíticas e cons­truído algo sobre elas, afirmando que eram obra deles, não é lá uma teoria muito alarmante. Com efeito, é bem provável que seja verdade. Os antigos governantes egípcios, com freqüência, reclamavam para si obeliscos, pi­râmides e outras estruturas já existentes, chegando por vezes a apagar o cartucho (hiróglifo do nome) do verdadeiro construtor, substituindo-o pelo seu. A Grande Pi­râmide parece ter sido vítima de tal ardil. O faraó Kufu, ou Quéops, como era conhecido na Grécia, mandou gravar seu cartucho na base da Grande Pirâmide. Esse é o único texto que se pode encontrar nela, mas, ao que tudo indica, a pirâmide não foi construída por Quéops. Talvez nem seja um túmulo, mas isso é uma outra história.

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Uma das maiores pedras em Sacsayhuaman

Se os incas chegaram e descobriram muralhas e alicerces de cidades já existentes, por que não se instalaram por lá, pura e simplesmente? Até hoje, bastam algumas pequenas reformas e um teto em algumas das estruturas para torná-las habitáveis. De fato, quase tudo indica que os incas simples­mente encontraram as estruturas e acrescentaram-lhes alguns detalhes. Há muitas lendas andinas que relatam queSacsayhuaman, Machu Picchu, Tiahuanaco e outras ruínas megalíticas teriam sido construídas por um povo gigante (os Annunaki de Nibiru). Alain Gheerbrant comenta em suas notas ao livro de Garcilaso:

“Foram usados três tipos de pedra para construir a fortaleza de Sacsayhuaman. Dois deles, inclusive os que foram usados para fazer os gi­gantescos blocos da muralha externa, foram encontrados praticamente no local. Só o terceiro tipo de pedra (andesito negro), para as edificações inter­nas, foi levado de pedreiras relativamente distantes; as pedreiras de andesito negro mais próximas ficavam em Huaccoto e Rumicolca, a 14 e a 40 quilô­metros de Cuzco, respectivamente”.

Com relação aos gigantescos blocos de rocha da muralha externa, nada prova que não tenham sido desbastados a partir de uma massa de pedras existente no local; isso solucionaria o mistério.

Gheerbrant acredita que os incas nunca chegaram a movimentar as pedras até Sacsayhuaman, mas, mesmo que as tenham cortado e preparado-as no local, um ajuste tão preciso exigiria aquilo que os engenheiros modernos chamam de esforço sobre-humano. Além disso, a gigantesca cidade de Tiahuanaco, na Bolívia, também foi erguida com blocos de pe­dra de 100 toneladas. As pedreiras ficavam longe dali, e o lugar é definiti­vamente pré-incaico. Proponentes da teoria de que os incas encontraram essas cidades nas montanhas e nelas se fixaram, diriam que os construto­res de Tiahuanaco, Sacsayhuaman e de outras estruturas megalíticas da região de Cuzco eram o mesmo povo.

Citando novamente Garcilaso de la Vega, que escreveu sobre essas es­truturas logo após a conquista espanhola:

“[…] como podemos explicar o fato de os índios peruanos serem capazes de cortar, escavar, erguer, portar, içar e aplicar blocos de pedra tão imensos, fazendo-o, como disse antes, sem o auxílio de uma só máquina ou instru­mento? Um enigma como esse não pode ser resolvido facilmente sem a aju­da da magia, especialmente se nos lembrarmos da grande familiaridade desses povos com os demônios”.

Os espanhóis desmantelaram Sacsayhuaman o máximo que puderam. Quando Cuzco foi conquistada, Sacsayhuaman tinha três torres redondas no alto da fortaleza, por trás de três muralhas megalíticas concêntricas. Elas foram desmontadas pedra por pedra, que foram usadas para cons­truir novas estruturas para os espanhóis.

Uma teoria interessante sobre as construções com pedras gigantescas e perfeitamente encaixadas é que foram produzidas por meio de uma técni­ca hoje perdida de amolecimento e moldagem da pedra. Hiram Bingham, descobridor de Machu Picchu, escreveu em seu livro Across South America sobre uma planta de que ouvira falar, cujos sumos amoleciam a pedra a ponto de ela poder ser encaixada em cantarias muito apertadas.

Em seu livro Exploration Fawcett, o coronel Fawcett comentou que ouvira falar de como as pedras eram encaixadas usando-se um líquido que as amoleciam até adquirirem a consistência do barro. Brian Fawcett, que editou o livro do pai, conta essa história em suas notas de rodapé: um ami­go que trabalhava em uma mineradora a 4.600 metros em Cerro de Pasco, região central do Peru, descobriu um jarro em um túmulo incaico ou pré-incaico. Ele abriu o recipiente pensando que fosse chicha, uma bebida al­coólica, rompendo o antigo lacre de cera ainda intacto. Depois, por acidente, o jarro foi derrubado sobre uma pedra. Fawcett prossegue, mencionando o amigo:

“Dez minutos depois, curvei-me sobre a pedra e casualmente examinei a poça de líquido derramado. Não era mais líquido; a pedra sobre a qual o jarro caíra estava macia como cimento fresco! E como se a pedra tivesse derreti­do, como cera aquecida”.

Ao que parece, Fawcett acreditava que a planta poderia ser encontra­da no rio Pirene, em Chuncho, Peru, e disse que tinha folhas vermelhas, escuras, e mais ou menos 30 centímetros de altura. Conta-se, ainda, a his­tória de um biólogo que observava um pássaro raro na Amazônia. Ele viu quando a ave fez um ninho em uma rocha esfregando-a com um graveto. A seiva do graveto dissolveu a rocha, criando uma cavidade na qual a ave pôde acomodar seu ninho.

Toda essa especulação pode ser posta de lado por conta de descobertas mais recentes apresentadas na Scientific American (fevereiro de 1986). Em um fascinante artigo, o pesquisador francês, Jean-Pierre Protzen, apresen­ta suas experiências na duplicação da construção de Sacsayhuaman e Ollantaytambo. Protzen passou muitos meses perto de Cuzco fazendo expe­riências com diferentes métodos de modelagem e de encaixe, valendo-se dos mesmos tipos de pedras empregados pelos incas (ou por seus antecessores megalíticos).

Ele descobriu que a extração e a formatação das pedras podem ser feitas com os martelos de pedra encontrados em abundância na região. O ajuste preciso das pedras foi uma questão relativamente simples, diz ele. Ele martelava as depressões côncavas nas quais as pedras se encaixavam por tentativas, até ficarem bem justas. Isso significava erguer e juntar as pedras continuamente, desbastando-as pouco a pouco. Esse processo con­some um bom tempo, mas é simples e funciona.

Contudo, mesmo para Protzen restam alguns mistérios. Ele não con­seguiu descobrir como os construtores megalíticos manuseavam as pe­dras maiores. O processo de ajuste exigiria repetidos movimentos de levantamento e deposição da pedra sendo encaixada, com uma seqüência de marteladas entre um movimento e outro. Ele não sabe como pedras de 100 toneladas eram manipuladas nesse estágio, e algumas, na verdade, são até mais pesadas.

Segundo Protzen, para transportar as pedras desde as pedreiras fo­ram construídas estradas e rampas especiais. Muitas das pedras foram arrastadas sobre estradas cobertas de pedregulhos, o que, segundo sua teoria, originou sua superfície polida. A maior pedra de Ollantaytambo pesa 150 toneladas. Ela pode ter sido puxada sobre uma rampa com uma força de 118 mil quilos. Tal proeza exigiria 2.400 homens, no mínimo. Reu­nir essa equipe parece possível, mas onde se apoiavam? Protzen diz que as rampas teriam, no máximo, 8 metros de largura. Mais espantoso ain­da, para Protzen, é que as pedras de Sacsayhuaman tinham um acabamento fino, mas não foram polidas e não mostram sinais de arraste. Ele não con­seguiu descobrir como foram transportadas desde a pedreira de Rumiqolqa, situada a 35 quilômetros dali.

O artigo de Protzen reflete uma pesquisa bem-feita, e mostra que a ciência moderna ainda não consegue explicar ou reproduzir as proezas de construção encontradas em Sacsayhuaman e Ollantaytambo. Erguer continuamente e desbastar um bloco de pedra de 100 toneladas para fa­zer com que se encaixe perfeitamente é uma tarefa de engenharia gran­diosa demais para ter sido uma prática. A teoria de Protzen teria funcionado bem nas construções posteriores, menores e perfeitamente retilíneas, mas falha nas construções megalíticas mais antigas. Talvez teorias como levitação ou amolecimento de pedras ainda não devam ser descartadas! Uma última observação intrigante feita por Protzen é que as marcas de corte encontradas em algumas pedras são muito similares àquelas encontradas no pyramidion de um obelisco egípcio inacabado, descoberto em Assuã. Seria coincidência? Ou uma civilização antiga estaria associada aos dois locais?

“A maioria dos “cientistas” é de lavadores de frascos e selecionadores de botões”.Robert Heinlein

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O gigantesco obelisco inacabado em Asuã, Egito, com cerca de 30 metros e pesando em torno de 1000 toneladas, cortado em um único bloco de rocha, o maior bloco de pedra lavrada do planeta..

O MAIOR COMPUTADOR DO MUNDO

O magnífico monumento inglês chamado Stonehenge ergue-se soli­tário sobre a planície de Salisbury, ladeado por um estacionamento e uma loja de presentes para turistas. É famoso por suas grandes pedras e curio­sa arquitetura: um círculo de pedras maciças e bem talhadas.

Em 1964, um astrônomo inglês, Gerald S. Hawkins, publicou seu tra­tado – hoje famoso – sobre Stonehenge como computador astronômico. Seu artigo, intitulado “Stonehenge: um computador neolítico”, foi publi­cado no número 202 da prestigiada revista inglesa Nature. Em 1965, foi editado o famoso livro de Hawkins, Stonehenge decoded.

Hawkins abalou o mundo arqueológico ao afirmar que o sítio megalítico não era apenas um templo circular erguido por alguns reis egocêntricos, mas um sofisticado computador para observação celeste. Ele inicia seu artigo da Nature com uma citação de Diodoro sobre a Grã-Bretanha pré-histórica encontrada no livro de Diodoro, History of the Ancient World, escrito por volta de 50 a.C.:

“Vista desta ilha, a Lua parece estar a uma pequena distância da Terra, mos­trando proeminências como as da Terra, que são visíveis a olho nu. Diz-se que o deus [Lua?] visita a ilha a cada dezenove anos, período no qual se com­pleta o retorno das estrelas ao mesmo lugar no céu. Há na ilha, ainda, tanto um magnífico local sagrado dedicado a Apolo [Sol] como um templo notável […] e os sacerdotes são chamados boraedae, e a sucessão ao cargo permane­ce sempre nas mesmas famílias”.

A teoria básica de Hawkins é que “Stonehenge era um observatório; os imparciais cálculos matemáticos de probabilidade e a esfera celeste estão do meu lado”. A proposição inicial era de que os alinhamentos entre pares de pedras e outros tópicos, calculados em computador a partir de plantas em escala reduzida, comparavam suas direções com os azimutes do nascer e do pôr do sol e da lua, nos solstícios e equinócios, calculados para o ano 1.500 a.C. Hawkins afirma ter encontrado 32 alinhamentos “significativos”.

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O Stonehenge é uma estrutura composta, formada por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e a pesar quase cinquenta toneladas, onde se identificam três distintos períodos construtivos:

A segunda proposição é que os 56 buracos de Aubrey eram usados como “computador” (ou seja, marcas de totalização) para a previsão de movimen­tos da lua e dos eclipses, para os quais ele alega ter estabelecido um “ciclo até hoje desconhecido de 56 anos com irregularidade de 15%; e que o nascer da lua cheia mais próximo do solstício de inverno sobre a Pedra do Calca­nhar sempre predizia com sucesso um eclipse. É interessante notar que não mais do que metade desses eclipses era visível de Stonehenge”. Diz Hawkins em Stonehenge decoded:

“O número 56 é de grande importância para Stonehenge por ser o número de buracos de Aubrey dispostos à volta do círculo externo. Vistos do centro, esses buracos situam-se em espaçamentos iguais de azimute ao redor do horizonte, e, portanto, não podem marcar o Sol, a Lua ou qualquer outro objeto celeste. Isso é confirmado pelas evidências dos arqueólogos; os bura­cos abrigaram fogueiras e cremações de corpos, mas nunca pedras. Bem, se os responsáveis por Stonehenge desejavam dividir o círculo, por que não fizeram simplesmente 64 buracos valendo-se da bissecção de segmentos do círculo – 32, 16, 8, 4 e 2 -? Acho que os buracos de Aubrey proporcionavam um sistema de contagem de anos, um buraco para cada ano, para ajudar a prever os movimentos da Lua. Talvez se fizessem cremações em um buraco de Aubrey específico no decorrer do ano, ou talvez aquele buraco fosse assi­nalado com uma pedra móvel.”

Stonehenge pode ser usado como uma máquina de cálculo digital […] A pe­dra no buraco 56 prevê o ano em que um eclipse do Sol ou da Lua irá ocorrer no período de 15 dias por volta do meio do inverno – o mês da Lua de inverno. Ela também irá prever eclipses para a Lua de verão.

Os críticos de Hawkins, as principais “mentes acadêmicas” de sua épo­ca, debruçaram-se imediatamente sobre suas descobertas e puseram-se a criticá-las. Em 1966, um artigo intitulado “Decodificador equivocado?”, de R. J. Atkinson, astrônomo inglês, foi publicado na Nature (volume 210, 1966), e criticava Hawkins por muitas de suas declarações relativas à na­tureza de Stonehenge como computador astronômico. Disse Atkinson acerca de Stonhenge decoded, de Hawkins:

“É tendencioso, arrogante, descuidado e pouco convincente, e pouco nos aju­da a compreender melhor Stonehenge”.

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Reprodução de como seria Stonehenge, um calendário astronômico, voltado para o nascer do sol (leste), construído em rocha bruta

Os cinco capítulos iniciais, sobre o pano de fundo legendário e arqueológi­co, foram compilados sem senso crítico, e contêm vários erros bizarros e interpretações estranhas do autor. O resto do livro é uma tentativa mal-sucedida de emprestar corpo à alegação do autor – que “Stonehenge era um observató­rio; os imparciais cálculos matemáticos de probabilidade e a esfera celeste estão do meu lado”. De suas duas alegações principais, a primeira diz res­peito a alinhamentos entre pares de pedras e outros tópicos, calculados com um computador a partir de plantas baixas em escala reduzida, pouco ade­quados a esse propósito.

A crítica mordaz de Atkinson em relação a Hawkins é reveladora, pois mostra como os “acadêmicos e eruditos” já estabelecidos podem ser resistentes a no­vas idéias. A relutância de Atkinson em acreditar que Stonehenge era um tipo de computador astronômico provavelmente se deve à crença popular de que o homem antigo simplesmente não vivia um estágio civilizacional que lhe permitisse dedicar-se a temas intelectuais superiores.

Mas esses críticos já não são mais ouvidos, e parece não haver dúvidas, mesmo por parte dos arqueólogos mais conservadores, de que Stonehenge é um tipo de templo astronômico. Diversas verdades astronômicas sim­ples podem ser discernidas em Stonehenge. Por exemplo: há 29,53 dias entre as luas cheias, e há 29,5 monólitos no círculo exterior de Sarsen.

Dezenove das imensas “pedras azuis” encontram-se na ferradura in­terior, com diversas explicações e usos possíveis. Há um período de quase dezenove anos entre os pontos extremos do nascer e do pôr da lua. Além disso, se uma lua cheia ocorre em um dia específico do ano, digamos no solstício de verão, faltarão dezenove anos até outra lua cheia ocorrer no mesmo dia do ano. Finalmente, há dezenove anos de eclipses (ou 223 luas cheias) entre eclipses similares, tais como o eclipse que ocorre quando o Sol, a Lua e a Terra retornam às mesmas posições relativas. As posições dos outros planetas variam em ciclos ainda mais longos.

Sugere-se ainda que os cinco grandes arcos de trílitos representam os cinco planetas visíveis a olho nu: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno.

O escritor inglês especializado em antigüidades, John Ivimy, faz uma espantosa sugestão no final de seu popular livro sobre Stonehenge, The Aphinx and the megaliths. Ele passa a maior parte do livro tentando pro­var a tese de que Stonehenge foi construído por um punhado de aventu­reiros egípcios que foram enviados às ilhas Britânicas para estabelecer uma série de sítios astronômicos em latitudes mais elevadas, a fim de poderem prever com precisão eclipses solares, algo que os observatórios egípcios não podiam fazer, pois estavam próximos demais do equador.

Ivimy apresenta evidências como a construção megalítica, os cortes em “L” nos gigantescos blocos de pedra, o óbvio propósito astronômico e, acima de tudo, o uso de um sistema numérico baseado no número seis, e não no dez, como usamos hoje. Ivimy mostra que os egípcios usavam um sistema numérico baseado no número seis, e que o mesmo sistema foi empregado em Stonehenge. Posteriormente, sugere que os mórmons usam um sistema numérico com base no número seis para construírem seus templos, especialmente o grande templo de Salt Lake City.

No fim, a tese de Ivimy é bastante controvertida: ele acredita que Brigham Young e os primeiros povoadores mórmons de Utah são a reencarnação do mesmo grupo de pioneiros egípcios enviados à Inglaterra para construir Stonehenge. Diz Ivimy:

“Sempre se fez referência ao grande domo de madeira, feito totalmente sem metal, que cobre o Tabernáculo Mórmon. Será que sua construção foi inspi­rada em uma pálida recordação do modo como as mesmas pessoas, em uma encarnação vivida alguns séculos antes, usaram um domo para cobrir aquele que depois se tornou o Templo de Apolo Hiperbóreo?”

É fascinante a idéia de que os egípcios teriam ido à Inglaterra para construir um observatório megalítico com o intuito de prever eclipses lu­nares com precisão. Há registros de que, em 2.000 a.C., aproximadamente, um imperador chinês mandou executar seus dois principais astrônomos por deixarem de prever um eclipse solar. Um dos proponentes da teoria dos astronautas da Antigüidade, Raymond Drake, pergunta: “Será que hoje algum soberano ligaria para isso?”

Egípcios, chineses, maias e muitas outras culturas antigas tinham obsessão por eclipses e por outros fenômenos planetários e solares. Acredita-se que associavam catástrofes, inclusive o afundamento da Atlânti­da, a movimentos planetários e eclipses. Talvez os antigos egípcios, maias e outros povos imaginassem poder prever o próximo cataclismo acompa­nhando os eclipses lunares e as posições dos planetas em relação à Terra.

Heródoto escreveu sobre cataclismos e astronomia no antigo Egito em seu Livro Dois, capítulo 142:

“[…] Até agora os egípcios e seus sacerdotes contaram a história. E mostra­ram que já existiram 341 gerações de homens desde o primeiro rei até este último, o sacerdote de Hephaestus […] Bem, em todo esse tempo, 11.340 anos, disseram que o Sol se afastou de seu caminho correto em quatro ocasiões; e nasceu onde hoje se põe, e se pôs onde hoje nasce (quatro inversões dos polos magnéticos); mas nada no Egito foi alterado com isso, nem no que concerne ao rio ou aos frutos da terra, nem no que concerne às doenças ou à morte”.

Se Heródoto merece crédito, então a Terra deslocou-se ao redor de seu eixo polar, o que hoje chamamos de deslocamento polar. Com isso, o sol parece nascer em uma direção diferente da normal. Os deslocamentos polares são acompanhados de uma ampla gama de mudanças na superfície da Terra e de seve­ros fenômenos climáticos. Portanto, se os egípcios estavam familiariza­dos com esse tipo de ocorrência, e não tinham sido muito afetados pelos cataclismos, é possível que tenham se esforçado para aprimorar seus co­nhecimentos astronômicos, incluindo-se aí a colonização da Inglaterra e a construção de Stonehenge.

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Pirâmides foram encontradas em todo o planeta.

Com efeito, as magistrais mentes megalíticas colonizaram pratica­mente todo o planeta, do Egito à Inglaterra, Américas, Ilha de Páscoa e Tonga. Há megálitos em lugares remotos como a Manchúria, as Filipinas, a Mongólia e as colinas Assam, no nordeste da Índia. Houve época em que essas mentes magistrais estiveram por toda parte. Mas que tecnologia esses mestres construtores utilizavam?

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Mais informações sobre civilizações antigas em:

Descobertas imensas Pirâmides de cristal submersas no Triângulo das Bermudas (Atlântida?)

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Triângulo das Bermudas:  Descobertas imensas PIRÂMIDES de CRISTAL submersas:

Triângulo das Bermudas: misterioso, irreal, às vezes um local mortal. Por décadas, pesquisadores intrépidos mergulharam no labirinto de mistérios escondidos nas profundezas deste lugar, o mais enigmático na Terra. 

Alguns especulam que as anomalias de tempo bizarras, desaparecimentos e fenômenos estranhos podem ser explicados por ocorrências naturais. Outros insistem que relíquias de uma cultura avançada e desconhecida (ATLÂNTIDA ?) deixou para trás fantástica tecnologia … 

O Triângulo das Bermudas e o continente perdido de Atlântida

por By Terrence Aym (Reporter)

Fonte: http://www.apparentlyapparel.com e http://beforeitsnews.com

Postado por Zach Royer | Editor Executivo

. . . Máquinas de geração de energia que literalmente deformam o espaço-tempo na região e abrem portais para outras realidades. Agora exploradores americanos e franceses fizeram uma descoberta monumental: uma imensa pirâmide de cristal, parcialmente translúcida, que se ergue desde o fundo do mar das Caraíbas – a sua origem, idade e propósito são completamente desconhecidos.

Estas estranhas estruturas subaquáticas em forma de pirâmides a uma profundidade de dois mil pés (610 metros) foram identificadas com a ajuda de um sonar de acordo com o oceanógrafo Dr. Verlag Meyer. Estudos de outras estruturas como às encontradas em Yonaguni no moderno Japão permitiram aos cientistas determinar que as duas pirâmides gigantes, aparentemente feitas de algo como a espessura de um cristal, são realmente impressionantes.

Cada uma deles é maior do que a pirâmide de Quéops, no Egito.  Recentemente cientistas norte americanos e franceses, bem como de outros países que estão conduzindo pesquisas em áreas do leito do mar do Triângulo das Bermudas, afirmam ter encontrado uma pirâmide de pé no fundo do mar que nunca havia sido descoberta.

O comprimento da base dessa pirâmide atingiu os 300 metros, com cerca de 200 metros de altura, e à distância desde a base até a ponta da pirâmide é de cerca de 100 metros acima do fundo do mar. Resultados preliminares mostram que esta estrutura pode ser feita de vidro ou um material do tipo parecido com cristal, pois o mesmo é totalmente liso e parcialmente translúcido.

Quando se fala de tamanho, esta pirâmide recém descoberta é maior em escala do que as pirâmides do antigo Egito. No topo da pirâmide existem dois furos muito grandes, água do mar em movimento penetra a alta velocidade através do segundo orifício e, portanto, as ondas turbulentas rolam pela formação de um vórtice gigante que faz com que as águas em torno desta cause um aumento maciço nas ondas e névoa sobre a superfície do mar. Esta nova descoberta faz com que os cientistas se perguntem se esta pirâmide está tendo um efeito sobre a passagem de barcos e aviões e poderia ser a razão para todo o mistério que cerca a área.

Construídas sobre terra FIRME – Perdidas e soterradas pela água durante a última MUDANÇA dos Polos Magnéticos?  

Existem vários estudiosos ocidentais que afirmam que a pirâmide no fundo do mar pode ter sido inicialmente ter sido feita no continente, depois um terremoto devastador atingiu e mudou a paisagem completamente. Outros cientistas argumentam que algumas centenas de anos atrás as águas da área do Triângulo das Bermudas pode ter sido área das atividades fundamentais do povo de Atlântida, as Pirâmides hoje no fundo do mar poderiam ter sido um armazém de abastecimento para eles (n.t. Que grande falta de imaginação… e de conhecimento verdadeiro). T

alvez ela esteja relacionada com a raça de humanóides descobertas debaixo d’água no Estado de Washington em 2004 – os chamados seres “aquatic apes”? (Ver último artigo intitulado (“Animal Planet: Marinha ENCOBRE descoberta de seres inteligentes encontrados no Oceano“)

Um estudo mais detalhado ao longo do tempo vai dar resultados que são difíceis de se imaginarem. Os cientistas processaram todos os dados e concluíram que a superfície da pirâmide é perfeitamente lisa para que se pareça como vidro ou gelo.

O tamanho das pirâmides são quase três vezes o tamanho das pirâmides de Quéops. Esta notícia foi sensacional, e foi discutido em uma conferência na Flórida, e mesmo relatada nos jornais locais da Flórida . Os jornalistas então presentes, tomaram um monte de fotos e dados computadorizadas de alta resolução, que mostram duas pirâmides tridimensionais perfeitamentes lisas, sem estarem cobertas e com sua superfície livre de detritos ou algas ou rachaduras.

Há também a suspeita de que o Triângulo das Bermudas e a área onde estas pirâmides foram supostamente localizadas pode ser algum tipo de “local com motivos sagrados” que está sendo protegido pelos atlantes das fábulas – e que tudo o que cruza o local é considerado uma oferta … Outras hipóteses de que a pirâmide pode atrair e recolher os raios cósmicos, a partir do “campo de energia”, assim chamada ou “vácuo quântico”, e que este poderia ter sido usado como uma fonte de energia para Atlântida (ou para quem estivesse por perto no momento). 

Com o mistério que ainda envolve as pirâmides egípcias e o fato de que as estruturas piramidais parecem ser encontradas em quase todas as culturas antigas (e em todo o planeta) – nos parece que vai ser difícil dizer com certeza a origem dessas estruturas ou se elas (sua origem) realmente existe (ainda assim nós não fomos lá em baixo…).

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Verdadeiro ou Falso? 

“Isso não parece muito real para mim”, disse Calvin Jones da Divisão de Recursos Históricos do estado da Flórida.  “Eu estou sempre de mente aberta, porque nós estamos sempre aprendendo coisas novas. Mas a ideia de uma estrutura piramidal, muito menos uma feita de vidro, sob mais de 600 metros de água – as chances são de uma em um milhão”.

Jones disse que se isso for uma genuína descoberta arqueológica, a pirâmide teria que ter sido construída entre 10.000 a.C. e 6.000 a.C., quando a plataforma continental não estava coberta pela água, disse Chisholm. Arqueólogos da Florida concordam com ele no intervalo de tempo, mas discordam com muitas outras reivindicações de seu grupo. O antropólogo da Florida State University, professor Glen Doran disse que  no Oriente Próximo as pirâmides são datadas mais cedo, cerca de 4.000 a.C. e todas as pirâmides do Novo Mundo são datados a partir de 1 dC Portanto, essa mesma estrutura na costa da Flórida seria pelo menos 2.000 anos mais velha que todas as outras pirâmides conhecidas.

Outras Pirâmides submarinas são encontradas

Em 1977, uma descoberta misteriosa foi feita sobre o leito do Oceano Atlântico relativa a uma tecnologia desconhecida. A pirâmide de quase 200 metros foi misteriosamente iluminada, com água branca espumante em torno dela que se tornou verde profundo, um contraste chocante com as águas escuras e negras nessa profundidade. A descoberta foi fotografada pela expedição Cay Sal de Arl Marshall.

Outra grande pirâmide, sob 3.000 metros de água do Atlântico, foi relatado ter sido encontrada com um cristal vibrante em cima dela, pela expedição de Tony Benik. O grupo também encontrou um tablete de cristal opaco no mesmo local, e relataram que, quando uma luz foi transmitida através dele, inscrições misteriosas se tornaram visíveis.

 Imagem: Jean Luc Bozzoli  http://jeanlucbozzoli.com/

Mais pirâmides submarinas foram encontradas fora da América Central, no Yucatan (México), e Louisiana (EUA), onde cúpulas foram encontradas no Estreito da Flórida. Um edifício de mármore estilo grego foi encontrado entre a Flórida e Cuba. E que dizer sobre a coluna que irradiava energia que o Dr. Zink encontrou nas Bahamas, e o Dr Zink também trouxe outros artefatos de seus mergulhos ao longo do Oceano Atlântico, e ele foi entrevistado pelo agente da M.I.N.D. International, Steve Forsberg.

Outras pirâmides foram exploradas pelo Dr. Ray Brown no fundo do mar ao largo das Bahamas, em 1970. Brown foi acompanhado por 4 mergulhadores que também encontraram estradas, cúpulas, edifícios retangulares, instrumentos metálicos não identificados, e uma estátua segurando um cristal “misterioso”, contendo pirâmides em miniatura. Os dispositivos de metal e cristais foram levados para a Flórida para análise em uma universidade local. O que se descobriu foi que o cristal amplificava energia que passava através dele.Talvez esta seja a razão para a pirâmide do tipo de vidro!

Esfera de Cristal do Dr. Ray Brown

Em 1970, o Dr. Ray Brown, um médico naturopata de Mesa, Arizona, foi mergulhar com alguns amigos perto das Ilhas Bari, nas Bahamas, perto de uma popular área conhecida como a Língua do Oceano (Isto foi retratado no programa de TV “In Search Of – Atlantis”, originalmente feito em 1979. Ver vídeo acima.  Durante um de seus mergulhos, Brown se separou de seus amigos e ao mesmo tempo procurando por eles, ele se assustou quando se deparou com uma estranha forma de pirâmide em silhueta contra a luz da água marinha.

Ao investigar mais, Brown foi surpreendido por quão suave e semelhante à um espelho era a superfície de pedra de toda a estrutura, com as juntas entre os blocos individuais quase indiscerníveis. Nadando em torno do topo, ele pensou que poderia ser feito de lápis-lazúli, ele descobriu uma entrada e decidiu explorar o interior. Passando ao longo de um estreito corredor, Brown finalmente chegou a uma pequena sala retangular com um teto em forma de pirâmide. Ele estava totalmente surpreso que essa sala não continha algas ou corais crescendo nas paredes internas.

Elas estavam (as paredes) completamente impecáveis! Além disso, embora Brown não tenha trazido nenhuma tocha com ele, poderia, no entanto, ver tudo naquela sala com sua visão normal. A sala estava bem iluminada, mas nenhuma fonte de luz direta era visível. A atenção de Brown foi atraída para uma haste metálica de bronze de três polegadas de diâmetro pendurada do ápice do centro da sala e tendo no final anexado uma pedra/joia vermelha multifacetada, que apontava para o ponto central abaixo.

Diretamente abaixo do bastão com a gema, localizado no centro da sala, havia um pilar de pedra esculpida encimado por um prato de pedra trabalhado nas bordas. No prato havia um par de mãos esculpidas em metal cor de bronze, em tamanho natural, que pareciam enegrecidas e queimadas, como se tivessem sido submetidas a um calor tremendo. Aninhada nessas mãos, situadas quatro metros diretamente abaixo do ponto do teto com a haste com a gema vermelha, estava uma esfera de cristal de quatro polegadas de diâmetro.

A esfera de cristal

A esfera de cristal encontrada pelo Dr. Brown, com imagens de Pirâmides dentro.

Brown tentou soltar a vara do teto com a pedra preciosa vermelha, mas ela nem se mexeu. Voltando para a esfera de cristal, ele descobriu, para sua surpresa, que ela poderia ser facilmente separada das mãos de bronze que a seguravam e a pegou.

Em seguida, com a esfera de cristal na mão direita, ele tomou o caminho para fora da pirâmide. Quando ele partiu com a esfera, Brown sentiu uma presença invisível e ouviu uma voz dizendo-lhe para “nunca mais voltar ao local”!

Voltando aos Anos 5000

Dos chineses é dito que possuem alguns dos documentos mais velhos e mais antigos conhecidos pelo homem. Mestre Li Hongzhi no Zhuan Falun se diz ter uma explicação para a descoberta de uma civilização pré-histórica da seguinte forma:

“Na terra há os continentes da Ásia, Europa, América do Sul, América do Norte, Oceania, África e o continente da Antártica, que os cientistas em geologia, em geral chamam de ‘placas continentais’. Desde a formação das placas continentais até seakrang, já existem dezenas de milhões de anos de história. Pode se dizer também que muitas massas de terra emergiram do fundo do oceano ao seu topo, há também um monte de terra que afundou para o fundo do mar, uma vez que esta condição se tornou estável como a situação é agora, já decorreram muitas dezenas de milhões de anos. Mas em muitos locais no fundo do mar tem sido encontrado uma série de grandes e altas edifícações com requintadas esculturas, e que não são do patrimônio cultural da humanidade moderna, por isso certamente esses edifícios um dia foram construídos em terra antes de eles irem para o fundo do mar“.

Visto deste ângulo, o mistério das pirâmides no fundo do mar foi resolvido. Nós estamos simplesmente vendo os resultados de um evento cataclísmico em terra mudando o que resultou no nível do mar se elevando e muitas civilizações costeiras (e em ilhas) foram perdidas. Os cientistas sabem mais sobre a superfície da lua, do que eles nos fazem crer sobre as profundezas dos oceanos da Terra. Talvez devêssemos seguir o exemplo de James Cameron, e começar a fazer mais perguntas sobre o que realmente esta lá – talvez devêssemos até mesmo explorar por nós mesmos. 

Ver o vídeo de James Cameron, criador do filme AVATAR e série TERMINATOR aqui:  http://youtu.be/iGWuxFhZDGc

Até a próxima, e vamos continuar pesquisando, meus Amigos!

Zach Royer, Proprietário – Apparentlyapparel

Permissão concedida para postar este artigo com um link para  Aparentemente Apparel.com , por favor e obrigado!

A descoberta é sensacional, e foi discutida em uma conferência na Flórida, e mesmo relatada nos jornais locais da Flórida

Update:  Esta imagem foi localizado após este artigo ter sido publicado … graças a Abhie e TFD de Godlikeproductions.com Fórum .. uma grande discussão sobre este artigo pode ser encontrado em:

(http://www.godlikeproductions.com/forum1/ message1822222/pg1)

{n.t. Nos registros de um antiquíssimo Templo budista em Lhasa, no TIBET, há para ser visto uma antiga inscrição caldéia de cerca de 2.000 anos a.C. (ou mais antiga ainda…) onde se pode ler: 

Quando a estrela Baal caiu sobre o lugar onde agora é só mar e céu, as sete cidades com suas portas de ouro e seus templos transparentes tremeram e balançaram como as folhas de uma árvore na tempestade. E eis que um dilúvio de fogo e fumaça surgiu a partir dos palácios, a agonia e os gritos da multidão preencheram o ar. Eles procuraram refúgio em seus templos e cidadelas e o sábio Mu, o hierático sacerdote de Ra-Mu, se levantou e lhes disse:

“Será que eu não previ tudo isso”?

E as mulheres e os homens em suas roupas brilhantes e pedras preciosas se lamentavam:

“Mu, salve-nos.”

E Mu respondeu:

“Vocês morrerão junto com os seus escravos e suas riquezas materiais e de suas cinzas surgirão novas nações. E se eles também se esquecerem que são superiores, não por causa do que eles usam ou possuem, mas do ( bem e a Luz) que eles colocarem para fora de si mesmos, a mesma sorte  vai cair sobre eles!”

As chamas e o fumo sufocaram as palavras de Mu. A terra das sete cidades e seus habitantes foram despedaçados e engolidos para as profundezas do oceano revolto em poucos dias”.} Publicado em Setembro 2012.   

Tradução, edição e imagensThoth3126@protonmail.ch

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Atlântida e os deuses da antiguidade, parte 1


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atlantida-vimanaOs deuses da Antiguidade e a Atlântida

A descrição da civilização de Atlântida fornecida por Platão, no livro “Timeo e Crítias”, pode ser assim resumida: 

No princípio dos tempos, os “deuses” dividiram a Terra entre si de acordo com suas respectivas dignidades [poderes e inclinações].

Cada um se tornou “divindade” principal em seu território onde foram erguidos templos, símbolo da grandeza daqueles “deuses”; templos dirigidos por cleros de sacerdotes onde eram realizados rituais, entre os quais, os sacrifícios …

Atlantis and the Gods of Antiquity por Manly P. Hall – “In The Secret Teachings of All Ages”, 1928

Fonte: http://www.sacred-texts.com/eso/sta/sta 07.htm

ATLÂNTIDA é o tema de um artigo curto, mas importante que apareceu no Annual Report of the Board of Regents of The Smithsonian Institution [Relatório Anual do Conselho dos Regentes do Instituto Smithsonian] para o exercício findo agora no distante 30 de junho de 1915. 

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O autor, M. Pierre Termier, membro da Academia de Ciências e diretor do Serviço de Mapas Geológicos da França, em 1912, fez uma palestra sobre a hipótese da existência do continente de Atlântida perante uma plateia no Institut Océanographique, que apresentamos a seguir as notas traduzidas desta palestra notável que foram publicados no relatório Smithsonian.

“Depois de um longo período de indiferença desdenhosa”, escreve M. Termier “, observamos como nos últimos anos, a ciência está retornando ao estudo da Atlântida. Quantos naturalistas, geólogos, zoólogos, botânicos ou estão perguntando uns aos outros hoje se Platão teria ou não transmitido para nós, com uma ligeira amplificação, uma página virada da história real da humanidade. Nenhuma afirmação é ainda permitida, mas parece cada vez mais evidente que uma vasta região, continental ou composta de grandes ilhas, entrou em colapso a oeste das Colunas de Hércules (o local de comunicação entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico), também chamado o Estreito de Gibraltar, e que o seu colapso (de Atlântida) ocorreu num passado não muito distante. (n.t. Teria acontecido em 10.986 a.C.)

Em qualquer caso, a questão da existência do continente de Atlântida esta colocado novamente diante dos homens da ciência; e desde que eu não acredito que essa questão nunca poderá ser resolvida sem a ajuda da oceanografia, eu pensei que seria natural para nós discuti-lo aqui, neste templo da ciência marítima e para chamar nossa atenção para um problema tão grande, muito desprezado, mas que agora está sendo revivido, a atenção dos oceanógrafos, bem como a atenção daqueles que, embora imersos no tumulto das grandes cidades, emprestam um ouvido ao murmúrio distante do fundo do mar. “

Mapa do último período de Atlântida de Platão: uma ilha no meio do Atlântico que desapareceu nas águas 13 mil anos atrás (10.986 a.C.). Todavia, segundo a Doutrina Secreta, essa ilha era apenas um território remanescente de um continente muito maior, formado por dez ilhas e que existiu em uma era geológica remota, muito mais antiga, anterior ao surgimento do homo sapiens sapiens atual.

Em sua palestra M. Termier apresenta dados geológicos, geográficos e Zoológicos na comprovação da teoria da existência de Atlântida. Figurativamente ele drena todo o leito do Oceano Atlântico, que considera as desigualdades de sua bacia e cita locais em uma linha do Arquipélago dos Açores até a Islândia, muito mais ao norte, onde a dragagem trouxe lava à superfície de uma profundidade de 3.000 metros. 

A natureza vulcânica das ilhas agora existentes no Oceano Atlântico, corrobora a afirmação de Platão de que o continente da Atlântida foi destruído por grandes cataclismos vulcânicos. M. Termier avança também nas conclusões de um jovem zoólogo francês, M. Louis Germain, que admitiu a existência de um continente Atlântico conectado com a Península Ibérica (Europa-Portugal e Espanha) e com a Mauritânia (África) e prolongada para o sul, de modo a incluir algumas regiões de clima desértico. M. Termier conclui sua palestra com uma imagem gráfica da submersão daquele continente.

A descrição da civilização de Atlântida fornecida por Platão, no livro “Timeo e Crítias”, pode ser assim resumida:  No princípio dos tempos, os “deuses” dividiram a Terra (n.t. existe uma breve referência à esta divisão do planeta na Bíblia, em Gênesis, 10:25: “E a Éber nasceram dois filhos: o nome de um foi Pelegue, porquanto em seus dias se repartiu a terra, e o nome do seu irmão foi Joctã”.) entre si de acordo com suas respectivas dignidades [poderes e inclinações].

O Livro Timeu e Crítias onde Platão descreve Atlântida

Cada um se tornou divindade principal em seu território onde foram erguidos templos, símbolo da grandeza daqueles “deuses”; templos dirigidos por cleros de sacerdotes onde eram realizados rituais, entre os quais, os sacrifícios. A Poseidon, coube o mar e a Ilha continental chamada  Atlântida. No centro da ilha existia uma montanha, morada de três seres humanos, primitivos filhos da Terra: Evenor, sua mulher Leucipa e sua única filha, Clito.

A donzela possuía grande beleza. Quando seus pais morreram, foi cortejada por Poseidon e desse namoro nasceram cinco pares de filhos [todos varões]. Poseidon, então, dividiu a ilha-continente em 10 distritos, um para cada filho e designou o mais velho, Atlas, imperador dos nove reinos, líder entre os irmãos.

A ilha-continente foi, então, por desejo de Poseidon, chamada Atlântida e o oceano, Atlântico, em honra ao primogênito Atlas. O Império Atlante era geopoliticamente configurado em círculos concêntricos, alternando faixas de terra e faixas de água, marcando as diferentes zonas/reinos. Na região central, duas faixas de terra eram irrigadas por três anéis, de água: dois eram fontes de água morna; um de água fria.

Platão falou, ainda, das pedras brancas, negras e vermelhas usadas na construção dos edifícios públicos e docas da capital de Atlântida, Poseidonis. Cada faixa de terra era delimitada por uma muralha tripla: a exterior, feita de bronze; a do meio, de estanho e a muralha interior, voltada para a cidadela, era recoberta chamado de oricalco [um mineral atlante misterioso hoje desconhecido]. Além de todos os palácios, templos e edificações preciosas, no centro do centro, havia um santuário dedicado a Cleito [Clito] e Poseidon. Ali tinha sido o local de nascimento dos 10 príncipes de Atlântida onde, todos os anos, seus descendentes entregavam oferendas.

Uma construção grandiosa da cidadela, o Templo de Poseidon era externamente revestido de prata e suas torres, de ouro. No interior, mármore, mais ouro e prata e oricalco, do piso às pilastras. O templo abrigava uma estátua colossal de Poseidon conduzindo os seis cavalos alados de sua carruagem, acompanhado de centenas de Nereidas cavalgando golfinhos. Nos jardins, estátuas de ouro representando os primeiros dez reis de Atlântida e suas rainhas.

Concepção artística de Atlântida e sua localização entre o norte da atual América do Sul e do Brasil, oeste da África e à leste dos EUA, uma imensa ilha/continente que teria afundado em violentos cataclismos em torno de 10.986 a.C. evento que dá base para o Dilúvio bíblico de Noé.

Nos bosques e jardins, havia fontes de águas quentes e frias, e outros tantos templos dedicados a várias divindades, ginásios esportivos para homens e animais, banhos públicos e pistas para corridas de cavalos. Fortificações erguiam-se em pontos estratégicos dos círculos e um grande porto recebia navios de outras nações do mundo. Em Atlântida havia cidades/distritos tão populosas que os sons de vozes humanas estavam sempre no ar.

A costa do continente era constituída principalmente de terreno escarpado, muito íngreme mas a cidadela central era plana, rodeada de colinas de grande beleza. Os campos de cultivo rendiam duas colheitas por ano: no inverno, eram alimentados por chuvas regulares e, no verão, irrigados pelo sistema de canais, que também era usado como via de transporte. Essas planícies eram divididas em secções; em tempos de guerra cada secção fornecia um contingente de guerreiros e carruagens.

Em Atlântida os reis eram soberanos que tinham total controle sobre seu próprio território mas suas relações mútuas eram regidas por um código, elaborado pelos primeiros dez reis de Atlântida e gravado em uma coluna de oricalco no templo de Poseidon. Em intervalos regulares de tempo de cinco a seis anos, os reis peregrinavam até o templo. Nessa ocasião, cada um dos reis renovava o seu juramento de fidelidade diante do código sagrado.

Uma Pirâmide de Cristal. Ruínas submersas de uma civilização esquecida recentemente descoberta. Localizam-se nas águas das Bahamas, no MAR DO CARIBE.

Sobre esta descoberta saiba mais aqui:

Vestiam túnicas azul-celeste e sentavam-se para deliberar e julgar. Ao amanhecer, registravam suas decisões por escrito sobre tábuas de ouro, envolviam as tábuas nos mantos e guardavam tudo em um memorial. A lei máxima dos reis atlantes proibia a guerra entre os reinos-irmãos e estabelecia um compromisso de assistência mútua entre os reinos em caso de ataques externos.

A decisão final sobre assuntos de guerra era uma atribuição exclusiva dos descendentes de Atlas, [o primogênito de Poseidon] mas nenhum rei tinha poder de vida e morte sobre os súditos sem o consentimento da maioria do Conselho dos Dez.

Na foto acima, vestígios de calçamento de estrada submerso, a famosa Estrada de Atlântida, em Bimini, no Triângulo das Bermudas.

Platão finaliza seu relato contando que o grande império Atlante, um dia, atacou as cidades-estados gregas, fato que aconteceu em uma Atlântida já decadente, cujos reis haviam se desviado, irremediavelmente, dos caminhos da sabedoria e da virtude. Tomados por insana ambição, aqueles últimos reis desejaram conquistar todo o mundo.

Então, Zeus, percebendo a maldade e degeneração dos atlantes, reuniu os deuses na “santa morada”… E assim termina, em Crítias, abruptamente, a história de Platão sobre a Atlântida. No Timæus, a descrição do fim da Atlântida, mais generosa, é atribuída a Sólon, que teria obtido as informações de um sacerdote egípcio. Nesse texto, o fim da Atlântida e de seus reis ambiciosos e expansionistas precipita-se sob os desígnios de forças naturais; é o cataclisma final:

“Mas então após estas coisas, ocorreram violentos terremotos e inundações e, em um único dia e uma única noite de tempestades, terremotos e erupções vulcânicas todos os guerreiros atlantes e todo o povo desapareceram da face da Terra assim como a grande ilha continente,  que submergiu, engolida pelo mar.

Essa é a razão pela qual o oceano, naquela região é impenetrável, intransitável, porque as águas, rasas, [aterradas] são densas e impregnadas de lama e lodo; e isso foi causado pelo afundamento da grandiosa Atlântida (em 10.986 a.C.).”

Na introdução de sua tradução do Timæus , Thomas Taylor cita uma História da Etiópia escrito por Marcellus, que contém a seguinte referência para Atlantis: “Eles relatam que em seu tempo havia sete ilhas no mar do Atlântico, sagrados para Prosérpina, e além destas sete, três outras de uma imensa magnitude, uma das quais era sagrada para Plutão, outra ilha era sagrada para Amom, e a última, que ficava no meio delas, com tamanho de mil estádios, que era dedicada a Netuno “. 

Crantor, comentando Platão, afirmou que os sacerdotes egípcios declararam que a história sobre Atlântida estava escrita sobre pilares que ainda estavam preservados por volta do ano de 300 a.C. (Veja Beginnings or Glimpses of Vanished Civilizations) Ignatius Donnelly, que deu ao tema sobre a Atlântida um profundo estudo, acreditava que os cavalos foram domesticados pela primeira vez pelos atlantes, razão pela qual eles sempre foram considerados particularmente sagrados para Poseidon. 

Acima: O deus do mar Poseidon ou Netuno [para os Romanos], como divindade, regente dos mares; historicamente, seria o fundador da Atlântida, cuja última capital se chamava POSEIDONIS.

A partir de uma análise cuidadosa da descrição de Platão sobre a Atlântida, é evidente que a história não deve ser considerada como inteiramente histórica, mas sim  tanto alegórica como histórica. Orígenes, Porfírio, Proclo, Jâmblico e Siriano perceberam que a história oculta um mistério filosófico profundo, mas discordavam quanto à interpretação real. A Atlantida de Platão simboliza a natureza tríplice e sétupla, tanto do universo assim como do corpo (sete chakras) humano. Os dez reis da Atlântida são os tetractys ou números, que são nascidos como cinco pares de opostos. (Consulte Theon de Esmirna para a doutrina pitagórica dos pares opostos). Os algarismos de 1 a 10 regem toda a criação universal, e os números, por sua vez, estão sob o controle da Mônada, ou o 1 (o UNO, de onde tudo se origina) o mais velho entre eles.

Com o cetro tridente de Poseidon esses reis dominaram sobre os habitantes das sete ilhas menores e também das três grandes ilhas que reunidas formavam a Atlântida. Filosoficamente, as dez ilhas simbolizam os poderes trinos da Divindade Superior e os sete regentes que se curvam diante de seu trono eterno. Se Atlântida for considerada como a esfera arquetípica, em seguida, a sua submersão significa a descida, a consciência organizada racional para o reino ilusório, impermanente de ignorância irracional, mortal. Tanto o afundamento da Atlântida assim como a da história bíblica da “queda do homem” significam a involução espiritual – um pré-requisito para o posterior período de evolução consciente.

Ou o iniciado Platão usou a alegoria de Atlântida para dois objetivos muito diferentes ou então os registros conservados pelos sacerdotes egípcios foram adulterados para perpetuar a Doutrina Secreta. Isso não significa implicar que Atlântida é pura e totalmente mitológico, mas vence o mais sério obstáculo para a aceitação da teoria da existência do continente de Atlântida, ou seja, as narrativas fantásticas de sua origem, tamanho, aparência e data da sua destruição – considera em torno de 9.600 a.C. No meio da ilha central de Atlantida havia uma montanha imponente que lançava uma sombra com cinco mil estádios em extensão e cujo ápice tocava a esfera do Éter

Concepção artística de como seria a capital do reino, Poseidonis.

Esta é a montanha que era o eixo do mundo, sagrada para muitas raças e simbólica da cabeça humana, que se ergue acima quatro elementos primordiais do corpo. Esta montanha sagrada, em cujo cume havia o templo dos deuses, que deu origem às histórias do Monte Olimpo, monte Meru, e de Asgard. 

A Cidade dos Portais Dourados – a capital da Atlântida – tem agora preservada sua memória entre inúmeras religiões como a Cidade dos Deuses ou a Cidade Santa. Aqui esta a origem do arquétipo da Nova Jerusalém, com suas ruas pavimentadas com ouro e as suas doze portas brilhantes com pedras preciosas.

“A história da Atlântida”, escreve Inácio Donnelly, “é a chave da mitologia grega (e de todos os povos antigos). Não pode haver nenhuma dúvida de que esses deuses da Grécia eram seres humanos. A tendência para anexar atributos divinos para os grandes e históricos governantes terrestres esta profundamente implantada na consciência  na natureza humana.  

Parte 1 de 3. A história continua….

{N.T.:  Nos registros de um antiquíssimo Templo budista em LHASA, no TIBET, há para ser visto uma antiga inscrição caldéia inscrita cerca de 2.000 anos a.C. (ou mais antiga ainda…) onde se pode ler:

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Quando a estrela Baal caiu sobre o lugar onde agora é só mar e céu, as sete cidades com suas portas de ouro e seus templos transparentes tremeram e balançaram como as folhas de uma árvore na tempestade. E eis que um dilúvio de fogo e fumaça surgiu a partir dos palácios, a agonia e os gritos da multidão preencheram o ar. Eles procuraram refúgio em seus templos e cidadelas e o sábio Mu, o hierático sacerdote de Ra-Mu, se levantou e lhes disse:

“Será que eu não previ tudo isso”?

E as mulheres e os homens em suas roupas brilhantes e pedras preciosas se lamentavam:

“Mu, salve-nos.”

E Mu respondeu:

“Vocês morrerão junto com os seus escravos e suas riquezas materiais e de suas cinzas surgirão novas nações. E se eles (a civilização ATUAL) também se esquecerem que são superiores, não por causa do que eles usam ou possuem, mas do (bem e a Luz) que eles colocarem para fora de si mesmos, a mesma sorte  vai cair sobre eles!”

As chamas e o fumo sufocaram as palavras de Mu. A terra das sete cidades e seus habitantes foram despedaçados e engolidos para as profundezas do oceano revolto em poucos dias”.}

Deus é a Verdade e a Luz é Sua sombra.  Platão

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

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Todos os sismógrafos de Yellowstone foram bloqueados!


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 Saiba Por Que !

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Enxames de terremotos estão acontecendo na área do super-vulcão em YELLOWSTONE

Os sismógrafos demonitoramento de terremotosem toda a área do supervulcão em Yellowstone foram deliberadamente colocados off-line, longe da vista do público. Este foi um ato deliberado confirmado e vai ficar assim  para que o público não seja capaz de ver o enorme aumento da atividade sísmica na caldeira do vulcão. 

Acesso às informações de todos os sismógrafos de Yellowstone foi bloqueado! Saiba Por Que !

Por USReporter – Fonte: https://www.superstation95.com

Ser capaz de ver o que está acontecendo em torno de Yellowstone é de grande interesse para muitas pessoas, porque se houver um surto de atividade de terremotos, pois que poderia ser – mas não necessariamente – um sinal de erupção eminente do supervulcão.

Desde que Yellowstone é o único “supervulcão” no continente norte-americano, e é muito geologicamente ativo, se uma erupção fosse realmente acontecer, os dois terços ocidentais dos Estados Unidos poderia potencialmente ser atingido com cinzas vulcânicas e uma grave ruptura da vida como a conhecemos.

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A Morning Glory Pool está localizada no Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming, nos Estados Unidos. Nessa região existem muitas belezas naturais e, entre elas, uma piscina natural que apresenta um núcleo azul maravilhoso. A cor no núcleo da piscina tem relação com a ação de algas fotossintéticas e bactérias termófilas que vivem e suportam temperaturas entre 64° e 107°. O tons de azul no meio da piscina natural constrastam com as cores das margens.

Então, por que a informação esta off-line para o público? Ninguém está fornecendo respostas. Ainda mais peculiar, os sismógrafos financiados pelo setor privado da Universidade de Utah. . .também estão off-line para escrutínio do público.   Mas agora temos uma RESPOSTA:

As imagens de sismogramas que apareceram na SuperStation95 sempre vêm da Universidade de Utah, da University of Utah Seismograph Stations – UUSS. Em algum momento na noite de 04 de abril de 2016, eles de repente cortaram o acesso a essas imagens. Ninguém mais é capaz de arquivá-las ou apresentá-las na forma eficiente que temos vindo a conhecer e usar.

Pelo que podemos dizer até agora sobre essas alterações, as imagens sismográficas já se tornaram apenas “imagem seismographic.” Cada seismograma agora mostra apenas e exatamente as últimas 24 horas da sua vida, como se eles não quisessem mais que qualquer pessoa pudesse olhar para sua história até dois dias depois.

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A erupção do Vesúvio em 24 de agosto de 79 foi uma das mais conhecidas e catastróficas erupções vulcânicas de todos os tempos. As cercanias romanas de Pompeia e Herculano foram afetadas, com Pompeia e Herculano sendo completamente destruídas. O Vesúvio espalhou uma nuvem mortal de rochas, cinzas e fogo a uma altura de mais de 30 quilômetros, cuspindo lava e cinzas de rocha (fluxo piroclástico) a uma proporção de cerca de 1,5 milhão de toneladas por segundo e liberando energia térmica centenas de milhares de vezes maior do que a explosão atômica de Hiroshima.

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Explosão do Vesúvio em 24 de agosto de 79, matou quase instantaneamente milhares de moradores de Pompeia e Herculano.

Os nomes de arquivo não tem mesmo nada neles mais, mas apenas o ID da estação. A única maneira para que todos possam compensar esse fato é baixar manualmente a imagem de cada estação uma vez por dia e, em seguida, colocá-las nos arquivos. Isso significa que eles nunca mais se apresentariam ao vivo novamente. Você iria terque usar seu site para obter imagens ao vivo. Eles não poderiam ter inventado uma maneira melhor para quebrar os sites de terceiros se fosse isso que eles tentaram. 

Depois de bisbilhotar com várias pessoas envolvidas no Centro Sismológico da Universidade de Utah, uma pessoa em suas instalações “tranquilamente” nos enviou um e-mail com uma única imagem gráfica, o que nos deu uma pausa.  

Na imagem recebida e mostrada abaixo, a linha de colorido verde representa a fronteira do Yellowstone National Park. A (pouco visível) linha em amarelo representa a boca do super-vulcão, conhecido como Caldera. Os pontos vermelhos na imagem abaixo mostram todos os terremotos que aconteceram recentemente em Yellowstone, o super-vulcão   É por isso que os sismógrafos públicos foram subitamente indisponibilizados para o público em geral:

UnivOfUtah-Yellowstone-Seismic-Map-RED

Nós não somos sismólogos, mas parece (para nós) como se algo estivesse acontecendo em Yellowstone. Estamos buscando profissionais para interpretar o que estamos vendo e vamos atualizar esta história, quando essa informação se tornar disponível.

Enquanto isso, como leigos sem treinamento, os pontos vermelhos na imagem acima nos dizem que alguma coisa “não esta bem”, o que parece estar ocorrendo emYellowstone .

OS FATOS BÁSICOS SOBRE YELLOWSTONE

Fundada em 1 de Março de 1872, o Yellowstone National Park é o primeiro parque nacional dos Estados Unidos da América. O parque foi criado pelo presidente Ulysses S. Grant.

O Yellowstone National Park foi estabelecido 20 anos antes do que Montana, Idaho e o Wyoming se tornarem estados. A área do Yellowstone National Park é de 63 milhas (101, 367 Km) de comprimento por 54 milhas (86,886 Km) de largura (8.807,3732 km quadrados). 

Yellowstone-Area-Mapa

Yellowstone National Park é maior do que os estados de Rhode Island e Delaware combinados.

O SUPERVULCÃO

Muito abaixo da terra em Yellowstone National Park, existe algo chamado de “Hot Spot” (ponto quente). É um local onde o núcleo derretido de magma no interior da terra esta mais perto da superfície do que em outros locais no planeta.

yellowstone-hotspot

Na medida em que a grande placa norte-americana continental se desloca ao longo dos anos, diferentes partes da superfície estão logo acima do gigantesco “ponto quente”. A imagem abaixo mostra a localização do “ponto quente” ao longo de milhões-de-anos:

Yellowstone-Hot-Spots-Millions-OfYears-changing

Localização dos Hotspots expressos em milhões de anos.

Os geólogos foram capazes de identificar esses locais por meio da análise do solo, onde encontraram materiais relacionados com atividades vulcânicas e rocha derretida enterradas sob várias camadas de sujeira.  

ERUPÇÕES

De tempos em tempos, o “hot-spot” estoura através da superfície com uma erupção vulcânica da caldeira gigantesca. Estas são ocorrências extremamente raras, que acontecem – em média – a cada 600.000 anos ou mais. A partir de hoje, os geólogos afirmam que já se passaram cerca de 640.000 anos desde a última grande erupção, então por alguns padrões, a próxima PODE ESTAR já um pouco atrasada.

Vulcões em erupção não trazem nada de novo, mas Yellowstone não é um vulcão comum típico; o local é um supervulcão. Há apenas trinta (30) supervulcões na Terra e Yellowstone é aquele único situado em terra. Todos os demais estão abaixo dos oceanos pelo mundo. A imagem abaixo explica a diferença absolutamente aterrorizante entre um vulcão “típico” e o de Yellowstone .  

Yellowstone-eruptions-dates

No canto superior esquerdo do mapa dos EUA, acima, a área de cor dourada sobre o estado do Oregon, Washington e Idaho mostra a famosa erupção do vulcão “Monte Santa Helena” de 1980 e quão longe foram expelidas as cinzas daquele vulcão (típico).

No canto inferior e à direita, mostra o poder terrível de erupções da caldeira do Yellowstone que datam de até 2,1 milhões de anos (ou mais) no passado. A cinza encobriria “apenas” dois terços dos EUA!

A cinza é apenas uma pequena parte da história. Quando o Yellowstone entrar em erupção, haverá uma enorme “zona da morte”. Dentro desta “zona da morte” nada. . . . Absolutamente NADA . . .. sobreviverá. A cinza nesta área é conhecida como um fluxo piroclástico. Vai ser tão quente que qualquer coisa que tocar será incinerado ao contato. Os seres humanos, animais, árvores, grama, carros, caminhões, edifícios, etc. Tudo será destruído imediatamente.

A próxima área, ainda maior, é chamada a zona coberta de “cinzas quentes”. A maioria das coisas nesta área vai ser incinerada pela cinza quente e vai queimar. Pessoas, an