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NASA agindo para minerar ferro e níquel em asteroide (Psyche) gigante


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#DivulgaçãoCientífica

mineração-asteroides-cinturãoOs cientistas da NASA estão se superando novamente: ao reformular a rota planejada para uma missão robótica a um asteroide gigante, quase todo ele composto de NÍQUEL  e FERRO, e que pode valer ATÉ US$ 10.000 quadrilhões (isso mesmo), eles conseguiram cortar custos, lançar mais cedo a sonda e chegar quatro anos antes do planejado. Isso não é nada ruim. O objetivo da missão é alcançar Psyche, um valioso e rico asteroide gigante.

Asteroide gigante (Psyche) rico em minérios (Níquel e Ferro) valendo cerca de US$ 10.000 quadrilhões “poderia transformar a economia global” caso consigamos extrair seu minério. NASA pensa seriamente em fazê-lo.

Fonte: https://www.rt.com/

O planetoide Psyche, medindo 240 km (149 milhas) de diâmetro, está localizado no CINTURÃO DE ASTEROIDES entre Marte e Júpiter (local da antiga órbita do planeta MALDEK, de cuja explosão os asteroides são os restos, e que já estariam sendo explorados secretamente) e é feito quase inteiramente de metais, de ferro e níquel.

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A preços de mercado atuais, esse asteroide, um objeto verdadeiramente único no nosso sistema solar, é estimado em US$10,000 quadrillion (US$ 10.000.000.000.000.000.000). Ou seja, se você pudesse com sucesso rebocá-lo e colocá-lo em órbita da Terra e, em seguida, minerá-lo (e encontrar alguém para comprar tudo isso, é claro), para efeito de escala de grandeza e comparação, toda a economia de todos os países da Terra vale um pouco mais de US$ 74 trilhões, apenas.

Nós desafiamos a equipe de projeto da missão para explorar se uma data de lançamento mais adiantada poderia fornecer uma trajetória mais eficiente para chegarmos ao asteroide Psyche, e eles o fizeram de uma maneira completamente grande,” disse Jim Green, diretor da divisão planetária da ciência na sede da NASA em Washington , Como citado em um comunicado de imprensa da NASA .

“Isso nos permitirá cumprir nossos objetivos científicos mais cedo e com um custo reduzido”, acrescentou .

A data original do lançamento para a missão era em 2023 com uma chegada programada em algum momento em 2030. Com a trajetória nova, entretanto, lançado no verão de 2022 e previsão de chegada ao cinturão de asteróides é em 2026.

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Quadro de participação por pais no PIB total do planeta. Courtesy of: Visual Capitalist

A chave para o atalho galáctico é de agitar o cérebro por si só: ao destruir um impulso de gravidade planejado em torno da Terra, a equipe de cientistas descobriu como evitar qualquer pit stops ou pagar um pedágio em gravidade ao passar muito perto do sol.

“A maior vantagem é a excelente trajetória, que nos leva até lá cerca de duas vezes mais rápido e é mais rentável”, disse a pesquisadora Lindy Elkins-Tanton da Arizona State University, em Tempe. A especulação é abundante entre a equipe da NASA de que o asteroide poderia certamente ser o núcleo solidificado de um (antigo) planeta (nesse caso, MALDEK).

“É um objeto muito estranho”, disse Elkins-Tanton à Global News Canada em janeiro.

“Mesmo que nós pudéssemos pegar uma grande peça de metal e arrastá-la de volta até aqui … o que você faria? Você poderia sentar-se sobre ela e escondê-la e controlar o recurso global – como diamantes são controlados corporativamente – e proteger o seu Mercado e se você decidir que iria trazê-lo e você estaria apenas um passo para resolver os problemas de recursos de metal da humanidade por todos os tempos? Esta é uma especulação selvagem, obviamente.

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Meteoro com cerca de 4,5 bilhões idade : Raros meteoritos em leilão atingem até US$ 120.000

A espaçonave da missão Psyche, construída pela Space Systems Loral (SSL) em Palo Alto, Califórnia, também foi atualizada. Em vez do projeto original, que caracterizou uma disposição solar de quatro painéis em uma linha reta em um ou outro lado da sonda, as características novas do projeto x-shaped (formato em X) mais poderoso.

“Ao aumentar o tamanho dos painéis solares, a espaçonave terá o poder de que necessita para suportar os requisitos de velocidade mais elevada da missão atualizada”, disse o Gerente do Programa SSL Psyche, Steve Scott.

A nave do Programa SSL Psyche faz parte do Programa de Descoberta da NASA, uma série de missões espaciais robóticas de baixo custo e altamente focadas que estão explorando o sistema solar. A missão de Psyche é apenas uma de exploração, não será realmente ir até o cinturão de asteroides e rebocar esta bola de metal gigante de volta para à Terra.

Mais especificamente, a missão investigará se o asteroide gigante Psyche é o núcleo de um planeta primitivo, qual a sua idade, se se formou de forma semelhante ao núcleo da Terra e como é sua superfície.

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A mineração no Cinturão de Asteroides já estaria sendo efetuada desde a década de 1950 por nazistas dissidentes, que montaram base em Marte, ainda nos anos 1940…


{Excerto do post: Nazistas alemães explorando o sistema solar a partir de Base em Marte:

“CG: Sim, os alemães já começaram a extrair minerais de certos asteróides. E esta é uma das razões pelas quais o ICC (Conglomerado Corporativo Interplanetário) queria ir para lá. Eles ouviram que havia asteróides por aí que tinham platina e ouro. E a conversa aqui na Terra sobre a existência de uma quantidade em ouro, o ouro sendo raro, prata sendo rara, na Terra, o que é uma manipulação total. Quero dizer, na Terra os sindicatos da Cabala esconderam um monte de ouro e outros metais.

DW: Certo.

CG: Há toneladas de ouro. E o ouro que eles estão encontrando nestes asteróides do Cinturão (os restos do planeta MALDEK) de Asteroides, atomicamente você olha para o ouro da Terra e este ouro, eles são o mesmo metal da Terra. Eles não têm estruturas atômicas diferentes. É ouro. Portanto, há uma abundância de ouro no sistema solar e tantas toneladas de ouro e platina e prata e outros elementos no cinturão de asteróides.

DW: Você poderia realmente encontrar asteróides inteiros que são apenas como um pedaço de ouro ou um pedaço de prata?

cinturao_asteroides(restos de Maldek)

CG: Bem, eu não diria que eles são inteiramente uma grande pepita de ouro, mas que tem muito ouro. Não é preciso um lote inteiro de refinação para separar o ouro do rochedo, ou o que costumava ser rocha, do ouro que está dentro.

DW: Bem, eu acho que se eles quisessem trabalhar num asteroide assim, você precisaria de uma espaçonave muito grande. Assim qual era o tamanho original das naves que os alemães estavam usando enquanto fizeram esta expansão para fora de Marte?


“CONHECE-TE A TI MESMO E CONHECERÁS TODO O UNIVERSO E OS DEUSES, PORQUE  SE O QUE TU PROCURAS NÃO ENCONTRARES PRIMEIRO DENTRO DE TI MESMO, TU NÃO ACHARÁS EM LUGAR ALGUM” – Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.

https://youtu.be/LzAGapsCePA

(mais…)

Supervulcão de Yellowstone é muito maior do que se pensava


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Supervulcão de Yellowstone é cerca de 2,5 vezes maior do que se pensava, diz estudo

Um “supervulcão” que está abaixo do solo no Parque Nacional de Yellowstone, com três enormes calderas, é tão grande que o seu tamanho abrange três estados, Wyoming, Idaho e Montana, nos Estados Unidos, e é muito maior do que se pensava inicialmente, segundo um último estudo científico publicado pela  Sociedade Americana de Geofísica.


“O NÉSCIO pode associar-se a um sábio toda a sua vida, mas percebe tão pouco da verdade como a colher do gosto da sopa. O homem inteligente pode associar-se a um sábio por um minuto, e perceber tanto da verdade quanto o paladar sabe do sabor da sopa”.   –  Textos Budistas

Caldeira de Yellowstone:Related image Supervulcão é muito maior do que se pensava

Rebecca Morelle – Repórter de Ciência da BBC

Fontehttp://www.bbc.co.uk/ e http://fallmeeting.agu.org/

A pesquisa mostra que a câmera (caldeira) de magma é 2,5 vezes maior do que o apontado por um levantamento anterior. A caverna teria 90 quilômetros de largura e algo entre 2 e 15 quilômetros de altura, com 200 a 600 quilômetros cúbicos de rocha fundida em estado liquefeito!!.

Lagos de água fervente são provas de que magma muito quente está logo abaixo da superfície do terreno em Yellowstone.

Um “supervulcão” que está abaixo do solo no Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, é muito maior do que se pensava inicialmente, segundo o estudo.

A pesquisa mostra que a câmera (Caldera) de magma é 2,5 vezes maior do que o apontado por um levantamento anterior. A caverna teria 90 quilômetros de largura e algo entre 2 e 15 quilômetros de altura, com 200 a 600 quilômetros cúbicos de rocha fundida, liquefeita.

A caldera do supervulcão teria 90 quilômetros de largura e algo entre 2 e 15 quilômetros de altura, com 200 a 600 quilômetros cúbicos de rocha fundida em estado liquefeito!

Os dados foram apresentados durante um encontro da Sociedade Americana de Geofísica (American Geophysical Union), de São Francisco. “Nós estamos trabalhando lá há muito tempo, e sempre pensamos que ele poderia ser maior. Mas esta descoberta é estarrecedora“, diz Bob Smith, pesquisador da Universidade de Utah.

A Caldeira de Yellowstone é uma caldeira vulcânica situada no Parque Nacional de Yellowstone nos Estados Unidos, por vezes designada como Supervulcão de Yellowstone. Ele é considerado um supervulcão, pois uma possível erupção sua poderia durar semanas provocando efeitos globais, que persistiriam por meses ou até por anos. Sua cratera tem 90 quilômetros de extensão, e sua caldeira é 40 vezes maior do que a do Monte Santa Helena, sendo que boa parte de seu magma é eruptivo.

Caso o supervulcão de Yellowstone entrasse em erupção, as consequências poderiam ser catastróficas. Na última vez que isso aconteceu – há 640 mil anos –, ele espalhou cinzas por todo o continente da América do Norte, afetando o clima do planeta inteiro durante anos.

Nos Estados Unidos, o supervulcão de Yellowstone está subindo. Sua “caldeira” maior, uma grande baia de 90 km de comprimento e 40 km de largura situada no centro do parque nacional do mesmo nome e criada por uma enorme explosão vulcânica acontecida 642 mil anos atrás, se ergueu em 18 centímetros entre julho de 2004 e o final de 2006, o que representa uma média anual de 7 cm. Essa elevação da caldeira de Yellowstone foi constatada pelas 12 estações do sistema de posicionamento global (GPS) instaladas na região do vulcão e pelo radar especializado do sistema Envisat, da Agência Espacial Européia (ESA). O ritmo de elevação vem sendo bem mais rápido do que o observado de 1923 até recentemente. As elevações anuais médias são da ordem de 2 cm.

Próxima erupção

Os cientistas acreditam que, com o novo estudo, passam a ter informações mais precisas sobre o supervulcão. Eles usaram uma rede de sismógrafos espalhados pelo Parque Nacional para tentar mapear o conteúdo da câmera de magma.

Uma das melhores simulações do potencial eruptivo do Yellowstone Super Vulcão é a explosão mostrada no filme “2012”:

Nós registramos terremotos no Yellowstone e arredores e medimos as ondas sísmicas na medida em que passam pelo solo. As ondas viajam mais lentamente por material quente e fundido. Assim conseguimos medir o que está abaixo do solo”, diz o pesquisador Jamie Farrell, também da Universidade de Utah.

Smith explica que apesar de o tamanho ser muito maior do que o medido em outros estudos, isso não aumenta os riscos para a fauna no Parque Nacional. Ele disse também que não há forma de prever quando o supervulcão voltará a entrar em erupção.

O Parque de Yellowstone registra atividade sísmica moderada mas regular e constante, com centenas de abalos a cada ano. O mais violento, com magnitude 7,5 na escala Richter, aconteceu em 1959. O calor gerado pelo magma, situado a baixa profundidade, alimenta os processos geotérmicos característicos do parque, que conta com mais de 200 gêiseres e numerosas fontes e lagos hidrotérmicos.

Alguns acreditam que o vulcão deveria entrar em erupção a cada 700 mil anos, mas Smith acredita que é preciso coletar mais dados para sustentar essa teoria. Até agora, os cientistas só têm informações sobre três erupções passadas do supervulcão, ocorridas há 2,1 milhões, 1,3 milhão e 640 mil anos. É apenas com base nestes registros que eles estimam esse intervalo de cerca de 700 mil anos entre erupções. Postado Abril 2015.

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Existência de Estações Espaciais Secretas serão reveladas em breve


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estação-espacial-orbitalO Escritório Nacional de Reconhecimento (National Reconnaissance Office-NRO) dos EUA controla as estações espaciais secretas escondidas na órbita terrestre próxima que usam tecnologias até 50 anos à frente do que é encontrado na Estação Espacial Internacional, de acordo com insider informante do SSP-Secret Space Program, o programa espacial secreto dos EUA.

Existência de Estações Espaciais Secretas da NRO (National Reconnaissance Office-NRO) serão reveladas em plano de divulgação limitadas  sobre o SSP-Secret Space Program, Programa Espacial Secreto dos EUA

Fonte: http://exopolitics.org/

NROHá planos para anunciar publicamente a existência dessas grandes estações espaciais em órbita da Terra como parte do cenário de divulgação limitada para esconder a existência de programas espaciais ainda mais avançados que Goode e outros denunciantes insiders alegam ter participado diretamente, com tempo de serviço de 20 anos.

No mais recente episódio de Cosmic Disclosure, Goode revela o que ele aprendeu sobre o envolvimento da NRO na criação e execução de estações espaciais classificadas em altas órbitas que conduzem a vigilância da Terra e do Sistema Solar.

O NRO foi recentemente notícia com a desclassificação de seu envolvimento em uma tentativa de criar uma estação espacial tripulada para fins de espionagem em 1963. O Laboratório orbital tripulado, que deveria usar uma cápsula espacial Gemini e um grupo secreto de astronautas militares, seria alojado no equipamento da estação espacial da NRO para espionagem.

A Força Aérea dos EUA (USAF) foi ostensivamente responsável pelo desenvolvimento do programa de Laboratório Orbital Tripulado, mas que realmente era administrado pelo NRO que tinha sido oficialmente criado em setembro de 1961 devido a um programa mal sucedido de satélite da USAF.  Desde a sua criação, o objetivo da NRO era realizar vigilância em alta altitude e perto da órbita terrestre. A USAF / NRO afirmou que o Laboratório Orbital Tripulado foi cancelado em 1969 porque os satélites não tripulados eram muito mais baratos.

Em contraste, a União Soviética decidiu fundir projetos para estações espaciais militares dedicadas à espionagem com seu programa espacial civil. A URSS colocou sua primeira estação equipada no espaço com a Salyut 1 em 1971. Os EUA seguiriam o mesmo caminho logo em seguida com o lançamento do Skylab em 1973; um programa civil da NASA, o Skylab que “oficialmente” foi a primeira estação espacial tripulada dos EUA de acordo com historiadores convencionais.

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O projeto Skylab aconteceu até 1979 e era oficialmente dedicado à pesquisa científica. Ao mundo foi deixado acreditar que o NRO e as forças armadas dos EUA confiaram somente nos satélites do espião para conduzir a fiscalização da órbita próxima da terra.

O programa do ônibus (Space Shuttle) espacial dos EUA começou em 1981, e conduziu uma variedade de missões em órbita baixa da terra tais como a colocação de satélites no espaço. A partir de 1979, até a chegada dos primeiros astronautas americanos na ISS-International Space Station-Estação Espacial Internacional em 2000, os EUA “oficialmente” não possuíam uma estação espacial tripulada no espaço de acordo com o registro público oficial. Contudo, uma passagem nos diários do presidente Ronald Reagan indica que havia realmente uma presença permanente dos EUA na órbita próxima da terra.

Um registro feito numa terça-feira, no dia 11 de junho de 1985, no diário (página 334) do presidente dos EUA, Ronald Reagan,  lê-se:

“Almoço com top 5 cientistas aeroespaciais. Foi fascinante. O espaço é realmente a última fronteira e alguns dos desenvolvimentos em astronomia etc. são como ficção científica, exceto que eles são reais. Eu aprendi que a nossa capacidade de transporte é de tal ordem que poderíamos orbitar 300 pessoas” [p.334].

reagan-diario-livroO programa “oficial” do ônibus espacial da NASA, na época, conseguia transportar um máximo de onze pessoas por ônibus (Space Shuttle) espacial, e apenas cinco foram construídos para vôo espacial. Mesmo que os cinco decolassem totalmente carregados e ao mesmo tempo, seria impossível colocar e manter 300 astronautas em órbita. Reagan naquele momento, revelou publicamente que os EUA tinham uma frota secreta de espaçonaves do SSP-Secret Space Program que poderiam enviar até 300 pessoas a uma ou mais estações espaciais secretas em órbita terrestre próxima.

A admissão de Reagan é evidência impressionante de que a NRO (National Reconnaissance Office-NRO) e a USAF (United States Air Force) tinham secretamente desenvolvido a construção de plataformas espaciais em órbita da Terra tripuladas permanentes no espaço que poderiam conduzir a coleta de informações de inteligência (espionagem) e outras tarefas militares. Embora ao público em (a massa ignorante) geral tenha sido notificado sobre o cancelamento do projeto do Laboratório Orbital tripulado em 1969, a massa não foi informada de que a NRO e a USAF secretamente tinha ido em frente com planos para desenvolvimento um programa secreto em substituição.

O NRO (National Reconnaissance Office-NRO) é formalmente parte do Departamento de Defesa (DoD), e tem sido tradicionalmente dirigido pelo Subsecretário da USAF. Em 1982, foi criado o Comando Espacial da USAF, que se tornou a nova cobertura institucional para o desenvolvimento e administração das estações espaciais orbitais secretas construídas em colaboração com a NRO.

As informações sobre a NRO e suas atividades de vigilância em baixa órbita terrestre é notoriamente escassa. Foi só em 1992 que a própria NRO foi reconhecida publicamente. Sua associação com satélites de espionagem militar foi inicialmente revelada, mas não a sua associação com o abortado programa de desenvolvimento do Laboratório Orbital Tripulado até a recente desclassificação desse assunto.

O testemunho de Goode lança muita luz sobre o que o NRO esteve realmente fazendo no espaço. Ele discutiu em algum detalhe o papel da NRO na manutenção de plataformas espaciais tripuladas em órbita terrestre. Em contraste com programas espaciais secretos mais classificados que Goode e outros insiders denunciantes afirmam ter trabalhado com aqueles que mantêm bases na Lua, Marte e frotas de espaçonaves de espaço profundo, o programa espacial sob execução do NRO é limitado principalmente a missões próximas da órbita terrestre. Goode disse :

“Existem estações espaciais (secretas) que estão em órbita próxima da Terra, que são um pouco mais avançadas do que a conhecida ISS que esta voando hoje.”

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Ilustração com base em testemunho ocular © Copyright 2015 TheObjectReport.com | Alta Resolução Imagem. O Almirante Roscoe Hillenkoetter foi o primeiro diretor da CIA, e foi também um membro de uma organização de pesquisa UFO, o Comitê Nacional de Investigações de Fenômenos Aéreos (NICAP). Em 1960, o New York Times relatou que Hillenkoetter tinha enviado uma carta ao Congresso que incluía a seguinte declaração: “Nos bastidores, oficiais de alta patente da Força Aérea estão sobriamente preocupados com fenômeno UFOs Mas através de segredo oficial e do ridículo, muitos cidadãos são levados a acreditar que os desconhecidos objetos voadores não fazem sentido“. Embora Hillenkoetter lutasse pelo fim do sigilo UFO, ele finalmente parou de comentar sobre o assunto. Alegados documentos secretos que vazaram para ufólogos listam Hillenkoetter como um membro do grupo Majestic 12, uma organização composta de altos oficiais militares das forças armadas e civis criado pelo presidente Truman para gerenciar inicialmente a questão UFO e nossas relações com extraterrestre. O MJ-12 foi o embrião do que mais tarde se tornou o GOVERNO (DE FATO) OCULTO DOS EUA.

Goode insiste que o pessoal envolvido no programa espacial desenvolvido secretamente pela NRO verdadeiramente acreditam que ele usa as tecnologias mais avançadas desenvolvidas secretamente e disponíveis para o grupo de conglomerados de indústrias do complexo industrial militar. Ele afirma que as estações espaciais orbitais criadas e tripuladas pelo NRO são efetivamente um programa de cobertura para programas mais secretos e altamente classificados em que ele trabalhou durante 20 anos, entre 1987 a 2007 e que construiu e mantêm bases humanas fora do mundo assim como desenvolveu e mantém frotas interplanetárias de espaçonaves secretas.

Goode revelou mais cedo que o programa espacial mais avançado e altamente classificado chamado Solar Warden, que mantém frotas interplanetárias para funções de monitoramento (Warden) e vigilância ampla do sistema solar, foi criado pela Marinha dos EUA. Em contraste, as plataformas de espionagem orbital tripuladas menos avançadas usadas pela NRO foram criadas pela USAF.

Isso faz muito sentido institucional desde que a USAF é o mais novo entre os serviços militares dos EUA. Seria a Marinha que teria a história institucional, infra-estrutura e poder para executar o programa espacial mais avançado e secreto – o programa Solar Warden.

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Projeto de Estação Espacial do cientista, Wernher Von Braun, diretor da NASA, e principal cientista nazista alemão durante a segunda guerra, que migrou para os EUA pelo Projeto PAPERCLIP.

Goode afirma que, em reuniões secretas recentes, ele participou com membros de uma Aliança do Programa de Espaço Secreto [SSP], de que existe um plano para o NRO e o Comando Espacial da USAF para revelar a existência de plataformas espaciais orbitais tripuladas capazes de manter centenas de tripulantes no espaço.

Se eles fossem fazer algum tipo de revelação e dizer, este é o nosso programa espacial secreto, como uma maneira de nos enganar e mostrar esses veículos, esses aviões espaciais e essas estações espaciais, sim. Nós pensamos que eles são muito avançados. Mas eles provavelmente estão até 50 anos mais avançados tecnologicamente do que a ISS-Estação Espacial Internacional.

O objetivo do plano de revelação parcial é distrair o público das revelações mais prejudiciais por Goode e outros insiders informantes do programa espacial secreto sobre bases fora do planeta, frotas espaciais secretas e comércio com inúmeras raças extraterrestres. O público será informado de que todos os OVNIs-UFOs são de fato espaçonaves pertencentes ao Comando Espacial da NRO e da USAF.

O seguinte é uma entrevista curta estilo P-pergunta e R-respostas, que eu conduzi com Goode pelo e-mail, em 18 de dezembro, que elabora o papel da agência NRO (National Reconnaissance Office-NRO) em uma iniciativa limitada da revelação dos programas espaciais secretos:

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Caça Espacial desenvolvido para o Programa Solar Warden integrante da frota do USSS Hillenkoeter

P: 1. A NRO foi designada como a organização pontual para uma iniciativa de divulgação limitada pelos Sindicatos da Cabala / Illuminati.  Lembro que você disse que os tipos de inteligência militar de nível inferior se afastaram da Aliança SSP. Isso incluiu a NRO e é indicativo de que eles planejam avançar com seu próprio cenário de divulgação?

R: Sim, o SSP “Black Op’s Military” / “Intelligence”, que está sob o controle da NRO, DIA (Defense Inteligence Agency) e outras agências que removeram seus poucos membros representativos da Aliança SSP. Diz-se que as espaçonaves, estações espaciais e plataformas do SSP podem se tornar parte de uma narrativa de divulgação parcial, que também pode incluir a divulgação de mais imagens “acidentais” capturadas no vídeo da ISS da NASA. Qualquer que seja a narrativa de divulgação parcial que é finalmente negociada será colhida para o público.

Este “processo de preparação para a pré-divulgação” já estava em curso através de possíveis novas informações vazadas (que estão atualmente sendo “preparadas”), bem como os meios de comunicação de massa sendo preparados (mais notícias MSM, através de filmes, séries televisivas, comerciais, videojogos etc …)  Que irá espelhar mais e mais do “assunto ufologia” que a maioria de nós (os insiders) está familiarizado.

Se Goode estiver correto, as estações espaciais secretas controladas pelo Comando Espacial da USAF e pela NRO provavelmente serão reveladas ao mundo em uma iniciativa de divulgação parcial. Tal anúncio irá surpreender os principais meios de comunicação e a comunidade científica sobre as tecnologias espaciais avançadas usadas secretamente por décadas.

É importante ter em mente, entretanto, que tal divulgação é projetada para esconder a existência de programas espaciais ainda mais altamente secretos e classificados. Esses programas mais avançados, que remontam à Segunda Guerra Mundial, possuem frotas de embarcações espaciais interestelares e realizam extensas relações diplomáticas e comércio de materiais e elevada tecnologia com inúmeras civilizações (quase MIL raças diferentes de alienígenas) extraterrestres.

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© Michael E. Salla, Ph.D.


“CONHECE-TE A TI MESMO E CONHECERÁS TODO O UNIVERSO E OS DEUSES, PORQUE  SE O QUE TU PROCURAS NÃO ENCONTRARES PRIMEIRO DENTRO DE TI MESMO, TU NÃO ACHARÁS EM LUGAR ALGUM” – Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.

 

Os quatro rios do Paraíso


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 O Éden/E.Din e Nibiru

inanna-maça-serpente-direitaObservações dos rios do antigo Iraque citados no Gênesis da Bíblia, comprovam a presença Extraterrestre antes do Dilúvio na Terra

Trecho do livro ANUNNAKI: LEGACY OF THE GODS” (Anunnaki, legado dos deuses), ETs do planeta Nibiru, que vieram para a Terra em busca de ouro, nos criaram geneticamente usando o seu próprio genoma para que nós trabalhássemos nas minas de extração e ouro na África do Sul, posaram como nossos deuses, decidiram nos deixar afogar no Dilúvio, para depois decidir deixar a nossa raça se reproduzir para trabalharmos para eles”.

Os Anunnaki de Nibiru mapearam os antigos rios do Jardim do (E.Din) Éden, os mesmos que hoje tenham mudado seu curso e/ou foram enterrados por lama e detritos após o Dilúvio. Os quatro rios do Paraíso citados no Gênesis ficavam no Iraque Antigo: o rio Tigre, rio Eufrates, rio Gehon e o rio Pishon 

Fonte:http://enkispeaks.com/

Por Sasha (Alex) Lessin, Ph.D. – Los Angeles – (Antropologia, UCLA)

Os povos antigos que habitavam a hoje região do Iraque, chamados de sumérios, registraram em escrita cuneiforme em tabletes de barro que os gigantes (cerca de 8 a 12 pés de altura – 2,40 a 3,65 metros de altura) que procuravam por ouro na Terra, o Homo Sapiens Extraterrestre do planeta Nibiru, que aquele povo os sumérios chamavam como os “Anunnakis O povo que veio do céu“.

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Os quatro rios do Paraíso citados no Gênesis ficavam no Iraque Antigo: o rio Tigre, rio Eufrates, rio Gehon e o rio Pishon:O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a  terra de Havilah. E o ouro dessa terra é bom; ali há o obdélio, e a pedra sardônica. E o nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cuxe. E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o quarto rio é o Eufrates“. Gênesis 2:11-14

Sobre Nibiru, Enki, E.Din e a criação do homem:

Eles repovoaram o planeta Terra com os sobreviventes descendentes dos escravos terrestres que esta raça criou, a cerca de 300 mil anos no passado, para trabalhar em suas minas de ouro na região da hoje África do Sul, os Anunnaki projetaram geneticamente a linha original de escravos de seu próprio genoma, especialmente a partir dos genes do seu Cientista Chefe, Enki e seu filho, Ningishzida. Enki adicionaria  DNA mitocondrial extraterrestre de sua irmã Ninmah e um pouco de barro, cobre e material genético do Homo Erectus.

Depois, cerca de 200 mil anos atrás, Enki adicionou mais de seus genes para criar um par de escravos (Adão e Eva) terráqueos que fossem compatíveis e que geraram um filho sobrevivente, Ka-in. Os descendentes de Ka-in acabaram sobrevivendo ao Dilúvio de 10.986 a.C. em balsas no lago Titicaca no topo da Cordilheira dos Andes (mas esta é outra história).

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BAALBEK: Vista aérea do complexo de ruínas de templos romanos construídos sobre uma base gigantesca, de uma civilização desconhecida, com os maiores blocos de pedra já descobertos no planeta (Trilithons). Nas montanhas do atual Líbano se encontra BAALBEK, uma base de lançamentos de espaçonves de tempos pré DILÚVIO, construída pelos Anunnaki de Nibiru.

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Na área do Oriente Médio, Enki tinha salvado do dilúvio o seu filho mestiço Nibiru/Terra recém nascido, Noé (o sumério Ziuzudra, o babilônico Utnapistim), assim como seus descendentes e seguidores, e acordou e definiu com eles sobre a limpeza e a dragagem do Iraque. Eles  reescavaram os antigos leitos para dois dos rios mais antigos da região onde hoje fica o Iraque, os rios Tigre e o Eufrates.

Os Anunnaki disseram aos sumérios que 440.000 anos terrestres atrás, quando a Expedição de Nibiru tinha estabelecido suas operações no Iraque, grande parte das terras em que uma vez se localizava suas cidades em Basara, no antigo Iraque (no Golfo Pérsico), repousa agora no fundo do mar ou da lama. Mas (ao contrário do que apenas os dois rios que foram escavados pelos sumérios), 440 mil anos atrás, quatro rios percorriam a antiga região do hoje IRAQUE, e não apenas os rios Tigre e Eufrates que vemos lá atualmente.

Quando os Anunnakis de Nibiru aterrissaram na antiga Suméria, o rio Tigre e o rio Eufrates se juntavam ao rio Gehon (Karun), que percorre o Irã e se junta ao Eufrates. Haviam quatro rios, disseram os Anunnakis. Os cientistas do século passado conheceram apenas os dois rios que atravessam a Mesopotâmia, e descartaram a ideia de que houvesse dois outros rios que atravessassem a região. Mas em 2010, o ultra-som mostrou que aos rios Tigre e Eufrates, mais ao sul, juntava-se o rio Pisom e o Gehon para fazer os quatro rios da Suméria descritos na Bíblia como os rios do Paraíso.

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Mesopotâmia (terra entre dois rios) o local onde os extraterrestres do planeta NIBIRU aterrissaram, a cerca de 450 mil anos atrás e iniciaram a ocupação do planeta e a exploração de ouro no sul do continente da África.

Após os quatro rios da Suméria se encontrarem, em seguida eles fluem em única corrente para o Golfo Pérsico. A inundação do dilúvio de Noé de 13.000 anos atrás  enterrou e acabou com o Pishon com muita lama e detritos. Os Anunnaki de Nibiru, descartados (pelos “Eruditos”) no século passado apenas como deuses míticos, eram claramente viajantes espaciais, geneticistas e pessoas reais, de carne e osso, com tecnologia avançada. Eles relataram o que viram.

Nossos ancestrais escreveram o que os Anunnakis disseram que viram e de ONDE vieram. A tecnologia moderna tem validado essas informações, as observações astronômicas, a química, a geografia, a matemática e informações sobre medicina. Os Anunnaki, registraram sua passagem pela Terra via escribas sumérios, nos registros em escrita cuneiforme em milhares de tabuletas de argila, e então nos deixaram definitivamente (em torno de 2.100 a.C).

Quando precisamos de hipóteses científicas, os registros e as observações dos Anunnaki nos dão sugestões iniciais que devemos explorar. Os antigos registros sobre os ANUNNAKI são os que melhor explicam a NOSSA HISTÓRIA aqui na Terra. Use o princípio da parcimônia –  que explicações melhor contam e juntam todos os dados – e deixe o mínimo de partes (os dados e artefatos que as explicações fiquem fora de sua compreensão).  Todas as nossas teorias são formulações hipotéticas, palavras e modelos matemáticos que empregamos para explicar as nossas observações. Nossas observações são, por sua vez dirigidas por nossas teorias.

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Estela suméria com representação do planeta Nibiru (estrela de 4 pontas com quatro cursos d”água) e seu rei ANU, o gigante sentado no trono.

Em ciência, testamos a hipótese nula – quais os dados que refutariam as nossas teorias. O consenso determina a realidade social, mas isso não prediz a composição química de asteroides ou a forma da massa de terra sob a enorme capa de gelo da Antártida do mesmo modo que as tábuas sumérias antigas fazem? Nós fomos deixados com muitas explicações alternativas. Vamos apreciá-las, nos maravilhar, e continuar a perguntar o que vamos cortar com a Navalha de Occam.

Agarre o elefante da realidade a partir de diferentes perspectivas. Veja todas elas e obtenha uma imagem mais clara da besta e os cegos (os “eruditos”) que generalizam tudo a partir de suas aparentes vantagens particulares em detrimento à natureza do todo e o seu contexto.Uma explicação ou teoria que mais parcimoniosamente (mais simples, com menos palavras, números, elocubrações eruditas) contabiliza todos os dados e faz previsões mais precisas do comportamento futuro, bem como dados acumulados do passado é muito mais útil para a nossa compreensão do que aquele que utiliza mais palavras e símbolos e deve excluir as exceções para o trabalho de análise.

Assim, a explicação heliocêntrica de Copernicus do movimento aparente dos planetas leva menos matemática do que o sistema epiciclo de Ptolomeu, embora este último também possa prever o movimento planetário aparente. Freer escreve:

“Estou convencido da justeza da tese de Zecharia Sitchin: a violência mortífera da nossa espécie, um produto de fabricação made in Babilônia para controlar a multidão que tem nos conduzido para maiores e grandes guerras, o caos religioso das cruzadas, as jihads guerras santas, as inquisições e perseguições da igreja de Roma não são intrinsecamente da natureza humana.  A Igreja Romana, uma continuação e perpetuação do medo ao deus Enlil [Yahweh], um tipo de religião subserviente entrou em ascensão por uma aliança com e pela assimilação gradual do Império Romano e adotando suas práticas.

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A Supressão de nossa verdadeira história através da promulgação das falsificações hebraicas do Antigo Testamento (n.t. quase na sua totalidade cópias mal feitas de antigos escritos sumérios, como assim é o Gênesis) feito para tornar Enlil seu único (e dos hebreus) deus monoteísta afetou uma amnésia racial total e a (verdade contida na) antiga cultura suméria foi esquecida e só redescoberta já no final dos anos 1800. Controladores militares e políticos suprimiram o conhecimento e os dados sobre a presença alienígena no planeta através da negação e do ridículo”. 


“CONHECE-TE A TI MESMO E CONHECERÁS TODO O UNIVERSO E OS DEUSES, PORQUE  SE O QUE TU PROCURAS NÃO ENCONTRARES PRIMEIRO DENTRO DE TI MESMO, TU NÃO ACHARÁS EM LUGAR ALGUM” – Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.

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Historias da Terra, Maldek e do sistema solar – Jaffer Ben-Rob da Terra – Parte 2


HÉLIO’S BLOG

#DivulgaçãoCientífica

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 “Antes que o povo de meu mundo (Maldek) os apunhalasse com o garfo da ilusão, os elohim tocaram suas harpas de fogo e cantaram a beleza de seu mundo e de sua devoção ao plano divino do Criador de Tudo Aquilo Que É. Que o véu que fizemos cair sobre suas mentes seja em breve erguido e tirado de vocês para sempre pelo vento que está agora se elevando das profundezas da eternidade”.  –  Eu Sou Tob‑Vennit de Maldek.”

ANTIGAS HISTÓRIAS DA TERRA, de Maldek e do sistema solar. Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 155 a 194.

JAFFER BEN-ROB DA TERRA – Parte II – LUTADORES PELA LIBERDADE DA TERRA 

Naquela reunião estavam Deybal Ben‑Volar, tio Kanius, meu pai, dois homens que já tinham sido chefes de polícia do povoado e eu. Ninguém no grupo estava engolindo a história forjada maldequiana de que os nodianos iriam invadir a Terra. Sabia‑se que a usina de força era operacional, embora os maldequianos afirmassem haver sido sabotada por agentes nodianos. Também discutimos o fato de que a escassez de certos tipos de alimentos, remédios e outros materiais era também coisa dos maldequianos.

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O Cinturão de Asteroides, o que restou da explosão ocupa a posição orbital original do planeta MALDEK (cujo tamanho era de 4,2 vezes o tamanho da Terra) e são fragmentos do planeta de quando esse explodiu há cerca de 251 milhões de anos. Os seus dois maiores pedaços são as duas atuais luas de Marte, Phobos (Medo) e Deimos (Terror), nomes bem apropriados. Os anéis de Saturno são fragmentos de poeira capturados durante a explosão de Maldek.

Tínhamos certeza de que esses “problemas” haviam sido inventados para manter a população do planeta desnorteada, com medo, confusa e apreensiva à medida que os maldequianos secretamente apertavam o laço em volta do nosso pescoço. No encerramento da reunião, todos concordaram que devíamos resistir aos maldequianos mesmo que fosse à força. Esperávamos que ainda houvesse tempo para espalhar as notícias em todo o mundo e descobrir algum meio de mais uma vez nos governar a nós mesmos. Meu pai sugeriu que tentássemos entrar em contato com os nodianos e pedíssemos seu auxílio para derrotar nossos governantes maldequianos. Todos sabíamos que quem fosse pego fazendo tal contato seria morto, mas concordamos que se devia correr o risco.

      Eu era o único do grupo que já vira um nodiano e, como eu poderia entrar em contato com nodianos na terra de Mir e confidencialmente relatar nossa situação a eles, decidiu‑se que eu aceitaria a oferta de emprego de Cro‑Swain. A única coisa que consegui pensar na hora foi que Alfora poderia visitar sua terra de nascimento e estar com as pessoas que foram seus amigos de infância. Ela estava feliz porque nosso filho nasceria em Mir (Egito).

Tio Kanius enviou um mensageiro a Cro‑Swain com minha aceitação de sua oferta de emprego. Na tarde seguinte, o simm Rubdus chegou de carro aéreo para apanhar Alfora e eu. Fomos levados ao campo onde fôramos deixados pela espaçonave maldequiana vários dias antes. Lá encontramos esperando um carro aéreo maior. O operador dessa nave era maldequiano e seus passageiros eram uma combinação de gente da Terra e de contrutores cryberantes (uma raça de extraterrestres que construiu a Grande Esfinge).

      Durante o tempo em que passamos com Rubdus, ele mencionou que ainda tinha cerca de dois anos para cumprir de seu contrato de serviço de dez anos com Cro‑Swain, e estava achando muito difícil tolerar a presença e as atitudes cruéis de milhares de krates que agora ocupavam os novos edifícios ao redor da vila. Foi a última vez que vi Rubdus. Fiquei sabendo depois que, ao retornar à vila depois de concluir uma tarefa para Cro‑Swain, ele se matara, mergulhando com seu carro aéreo carregado de bombas em um dos quartéis dos krates.

Seu ato matou várias centenas de krates, mas em represália todos os simms num raio de 160 quilômetros foram publicamente crucificados (o modo preferido dos maldequianos de executarem seus opositores …). Descobri também que a carga de explosivos que Rubdus descarregou nos krates naquele dia foi secretamente feita e embarcada em seu carro aéreo por meu pai e meu tio Kanius.

Quando chegamos a Mir, fomos abrigados ao noroeste da planície (agora chamada Planície de Gizé) em meio a um grupo de cerca de 200 cryberantes e 100 pessoas da Terra. A área de moradia graciana e simm ficava a norte de nós e os trabalhadores negróides dos planetóides  (luas) de Relt/Júpiter e de outros locais moravam a leste da planície, próximo do rio Nilo. Os maldequianos, quando afinal chegaram em grandes números, moravam bem ao norte nas praias do Mar Mediterrâneo (naquela época bem menor do que hoje em dia). Um grupo de cerca de 30 krates acabou por ocupar moradias construídas próximo a um afloramento rochoso que mais tarde seria esculpido pelos cryberantes na forma da Esfinge original.

Cerca de 24 quilômetros a leste da planície havia um grande povoado de povo nativo da Terra. Era chamado Pankamerry, e seu líder era Cark Ben‑Zobey. Todos os negócios que os gracianos tinham com fornecedores de alimentos e outros mercadores eram conduzidos nesse povoado, pois os mercadores eram proibidos de entrar na área de construção das pirâmides. Todas as espaçonaves gracianas tinham o povoado de Pankamerry como local de aterrissagem e de saída da Terra de onde quer que viessem ou para onde fossem. Como eu e dois assistentes simms fomos incumbidos de prover as necessidades dos cryberantes, de tempos em tempos eu ia aos depósitos de alimentos e visitava minha própria gente.

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Eu sabia que se visse um nodiano nunca deveria ser visto falando com ele, então idealizei um plano para recrutar a ajuda de um graciano ou de um cryberante para que notificassem telepaticamente qualquer nodiano de que eu desejava encontrá‑lo secretamente. O difícil era encontrar um graciano ou cryberante que eu tivesse certeza que não me entregaria aos krates. Das duas culturas telepáticas, provavelmente um graciano seria mais confiável. Passei muitas noites escutando os gracianos a matraquear números uns com os outros, fingindo entender o que diziam e gostar de seus charutos. Meu verdadeiro objetivo era escolher entre eles um graciano que pudesse, em meu nome, entrar telepaticamente em contato com qualquer nodiano que pudesse ou não aparecer na área.

Ao final de um período de cerca de um mês, minha procura por um conspirador telepático chegou ao fim quando fui abordado por um graciano idoso chamado Ponalix. Perguntou‑me sem rodeios o que eu queria. Disse que se tornara óbvio a ele e a muitos de sua espécie que eu estava sempre num estado de muita agitação sempre que ia ver suas reuniões noturnas.

Por amizade, ele pensou em me dizer que eu estava sem saber irradiando um sinal emocional de perigo que poderia ser detectado pelos krates. Contei a Ponalix meu plano de entrar em contato com quaisquer nodianos que viessem para a área. Sem hesitação, concordou em ajudar‑me se eu me acalmasse e não entrasse em contato com ele até que me enviasse uma mensagem. Concordei e fui para casa dormir.

Certa tarde, Alfora e eu embarcamos numa barcaça vazia que deveria ser rebocada por carro aéreo rio acima até uma pedreira, onde seria carregada com pedras cortadas para as pirâmides. Alfora tinha certeza de que daria à luz ao nosso filho muito em breve e queria ficar com as mulheres de sua própria tribo. Da barcaça, podíamos esquadrinhar as margens do rio à procura de sua gente, nômades que subiam e desciam o rio pescando e caçando. O carro aéreo deslocou‑se lentamente até que perdemos de vista a planície, depois do que o cabo se afrouxou à medida que o carro se deslocava sobre a barca, abaixando‑se a cerca de 90 centímetros de nossas cabeças.

A porta da nave se abriu e Ponalix pulou na barcaça. O carro aéreo retomou então sua operação de reboque. Ponalix nos disse que encontraríamos o povo de Alfora a cerca de 18 quilômetros mais ao sul e que deveríamos ficar com ele até que entrassem novamente em contato conosco. Ele me disse que providenciara que meu supervisor graciano imediato me concedesse uma licença por tempo indeterminado (mais longa do que a licença de quatro dias que eu arranjara).

O povo de Alfora nos acolheu calorosamente. Mill, o homem que tomara Alfora aos cuidados e proteção de sua família depois dela ficar órfã, estava exultante em nos ver e ficou encantado quando lhe contamos de nossa viagem a Maldek. Ele se lembrou de que já fazia mais de três anos desde que nos vira pela última vez, e ficou pensando, agora que a construção (das pirâmides e da esfinge) na planície havia afinal se iniciado, quanto tempo levaria para a conclusão. Eu disse a ele que eu tinha ouvido dizer que levaria cerca dois anos e quatro meses.

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Três dias depois de se reunir à sua gente, Alfora deu à luz a uma menina que chamou de Barla. Na noite seguinte, enquanto eu estava sentado conversando com Mill, um adolescente veio ter comigo e deu‑me um charuto. Disse‑me que o tinha recebido de um homem rio abaixo. Disse‑me que o homem falara com ele com um sotaque estranho e lhe dissera para me dizer para encontrá‑lo às margens do rio. A noite estava escura quando segui o menino ao local para onde o instruíram a me levar.

Primeiro, vi um pequeno barco ancorado perto da praia.  Continha quatro pessoas, e eu conseguia apenas distinguir suas silhuetas. Então, sobressaltei‑me com a voz baixa de um homem que se dirigiu a mim chamando‑me pelo nome. Voltei‑me e me deparei com um homem alto vestido de negro, seu capuz adornado com um cordão prateado. Ele disse: É um prazer conhecê‑lo, Jaffer. Sou Opatel Cre’ator. Creio que você tem um sério problema maldequiano. Como posso ajudá-lo?” 

Opatel pacientemente escutou‑me descrever como nós, da Terra, estávamos sendo metodicamente derrotados e escravizados pelos maldequianos. Depois que pedi auxílio militar dos nodianos para derrotar os maldequianos, ele começou a falar: “Jaffer, você é, na verdade, um representante de um grupo entre muitos do povo da Terra que secretamente vieram a nós com o mesmo pedido. Acredite‑me, se estivesse em seu lugar, estaria fazendo exatamente a mesma coisa”. “Antes de mais nada, nossa opinião é que seu povo não está sendo derrotado, e sim de fato já está derrotado.

Em segundo lugar, nossa tecnologia deu a vocês a falsa impressão de que somos capazes de fornecer a vocês auxílio militar superior. Vocês devem entender que nossas espaçonaves, em razão de seu número esmagador, poderiam destruir a pequena frota espacial maldequiana, mas o que se conseguiria com isso?  Ainda restariam milhões de maldequianos na Terra. O que querem que façamos? Conduzir uma guerra terrestre em escala planetária contra eles quando mais de 95% de seu próprio povo não se opõe a seu governo maldequiano?

(n.t. – Uma situação muito semelhante à que vivemos hoje no planeta, em pleno século XXI – em que a maioria da população terrestre continua ignorante em relação à escravidão imposta por seus governantes que trabalham para uma Elite que realmente controla o Planeta, em nome de LÚCIFER/BAAL/MARDUK,  a CONSCIÊNCIA (El) de MALDEK, sendo muitos deles maldequianos em sua essência psíquica, em suas almas)

Além disso, seria impossível convencer os que controlam os vários poderes militares de Nodia a intervir violentamente de forma individual ou coletiva nos assuntos políticos de um planeta de outro sistema solar. Afinal, os maldequianos não lhes causaram problemas.”  À medida que escutava Opatel falar, rolavam‑me lágrimas pelo rosto. Minhas esperanças e expectativas foram totalmente destruídas. Ele colocou a mão em meu ombro e continuou: “Nem tudo está perdido, meu amigo. Meu meio‑irmão mais novo, Rayatis, é o principal diretor de uma Casa de Comércio nodiana em franca expansão, e discuti com ele os costumes e métodos dos maldequianos várias vezes.

Rayatis acredita que, embora os maldequianos não sejam atualmente uma ameaça para nós de Nodia, eles acabarão por se tornar. Portanto, idealizamos um plano de grande alcance para lidar com eles. Primeiro, enviamos um emissário ao mundo natal graciano para estabelecer relações diplomáticas. Usaremos todos os meios que temos disponíveis para convencer os gracianos a não fornecer nem vender mais sua tecnologia avançada aos maldequianos.

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Temos esperança de que iremos conseguir esse acordo. Rayatis não se oporá aos esforços das outras duas grandes casas de comércio nodianas para estabelecer bases em Marte, Vênus ou quaisquer planetoides (as luas) dos quatro radiares (os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno). É a atitude mais sensata a se tomar, pois se a guerra acabar irrompendo entre nodianos e maldequianos, essas casas de comércio, que em outras circunstâncias competem entre si, se reunirão à casa de comércio de Rayatis para coletivamente proteger seus próprios interesses. A primeira fase do plano é manter os maldequianos sob controle em seu sistema solar natal aqui da Terra e reduzir seu poder”.

Opatel não acalentava falsas idéias de que os maldequianos se submeteriam a essas medidas nodianas. A questão era quanto tempo levaria para eles contra‑atacarem? Só o tempo diria. Enquanto isso, ele concordou em secretamente fornecer a qualquer grupo da Terra o que pudesse para ajudá‑los a minar o governo maldequiano. Avisou que caberia a esses grupos convencer os outros nativos do planeta a rejeitar os costumes dos maldequianos e se juntar ao movimento de resistência, que tinha como meta suprema restituir seus direitos e sua liberdade.

Havia muitíssimos elementos complexos relativos ao plano que Opatel e eu discutimos naquela noite às margens do Nilo, demais para esta narrativa. Mesmo assim, contarei duas informações que recebi naquela noite, pois sei que descrevê‑las colocará uma melhor perspectiva para o leitor sobre a situação como um todo daquela época.

 CONSTRUÇÕES EM MARTE-NOTÍCIAS DE OUTROS CONQUISTADORES

Opatel me disse que enquanto conversávamos, uma equipe graciana de construção, com o apoio de trabalhadores dos planetóides  que orbitavam Relt/Júpiter, estava construindo uma grande pirâmide e outras estruturas também no planeta Marte (n.t. As ruínas desses monumentos estão localizados na hoje chamada Planície de Cydonia, em MARTE e foram fotografados pela sonda Viking da NASA). Não se sabia quem estava financiando essa construção, mas ele desconfiava que os maldequianos estivessem por trás delas. Ele me disse ter sido informado que as pirâmides de Mir (Egito) e de Marte estavam sendo construídas com as finalidades de curar enfermidades humanas físicas e prolongar a vida.

Opatel Cre’ator estava convencido de que as estruturas não estavam sendo construídas com esse fim, mas admitiu ainda não ter descoberto o verdadeiro propósito dos maldequianos. Os gracianos, por outro lado, também pareciam estar no escuro, mas foram invadidos por um tipo de euforia espiritual por eles experimentada sempre que estavam construindo algo cuja forma expressasse os números sagradosque descreviam toda a realidade existente no universo.

Opatel Cre’ator também me informou que as explorações espaciais nodianas os colocaram em contato com muitas raças de outros mundos que apresentavam a mesma atitude superior e arrogante dos maldequianos em relação a pessoas não‑nativas de seus mundos. Algumas dessas “raças superiores” tinham de um modo ou de outro assumido o controle de sistemas solares inteiros, governando com rudeza e crueldade os seus habitantes humanos.

Opatel explicou que atualmente estava além dos recursos físicos dos nodianos e de seus aliados encarregar‑se diretamente da defesa dessas culturas. Acrescentou saber também que chegaria o dia em que algo teria de ser feito por alguém para impedir a união dos povos do lado NEGRO numa força conquistadora única que no futuro poderia se espalhar como uma doença e possivelmente dominar todo o universo.

Disse também que se fosse verdade que nós, como almas humanas, reencarnaríamos depois da morte e viveríamos varias vezes em épocas

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Acima: As ruínas das construções feitas na Planície de Cydonia, em Marte, pelos gracianos a pedido dos maldequianos.(NASA/Viking). A Cidade, a Face de Marte e as Pirâmides, a de 5 lados e a chamada de D & M.

futuras, seria muito desagradável nascer numa vida futura como escravos dos seres do lado sombrio em um planeta ou sistema solar inteiro por eles controlados. Tomou fôlego e disse: “Poderia prosseguir sem parar com todas as formas de especulação sobre o futuro e sobre o que se pode e não se pode fazer e o que acabará sendo necessário fazer em relação aos seres do lado sombrio como os maldequianos. Mas tais especulações não ajudarão a tirar você e seu povo de sua atual situação. Lidemos com o que sabemos e descubramos o que pudermos sobre os planos reais dos maldequianos, a seguir façamos o que for preciso para impedí‑los de fazer coisas ainda piores ao seu mundo e ao seu povo”.

Antes de ir embora, Opatel Cre’ator  me disse para esperar ser procurado por um homem que seria reconhecido por sua capacidade de impedir a seu bel prazer que sua forma física projetasse sombra. Perguntei a Opatel como o homem conseguia fazer isso. Ele replicou: “Não sei mesmo com certeza, mas acho que ele absorve a energia da luz solar para sua essência interpsíquica”. Opatel então entrou na água e foi até o barco que o esperava. Escutei o ronronar baixo do motor elétrico e observei o barco deslocando‑se corrente acima e desaparecendo da vista dentro da escuridão.

Quando a Esfinge foi concluída, tomaram‑se providencias para que os cryberantes e os que trabalhavam de perto com eles saíssem da terra de Mir. Como eu era um dos que trabalharam com os cryberantes, minha família e eu estávamos na lista dos que deveriam partir. Reunimo‑nos certa manhã para começar a nossa viagem a pé para o norte até a costa do Mediterrâneo, onde, nos disseram, seríamos transportados para nossos respectivos lares em outras regiões da Terra ou levados a espaçoportos onde as pessoas do grupo vindas de outros mundos seriam transportadas a seus mundos natais de espaçonave. Fiquei surpreso ao descobrir que Sou‑Dalf e Serp‑Ponder, juntamente com cerca de 50 krates de postos inferiores, iriam nos escoltar.

FUGA DA MORTE CERTA

      Quando saímos, fiquei de olho num homem que não projetava sombra. No caminho passamos por Serp‑Ponder, que se postava altivamente numa colina rochosa e parecia estar nos contando ou nos inspecionando à medida que passávamos. Quando me viu, chamou‑me pelo nome e fez sinal para que fosse com ele. Desceu da colina e foi até Alfora, que carregava nossa filha Barla. Olhou o bebê e tocou‑o suavemente na testa. Enquanto fazia isso, sussurrou: “Pegue sua mulher e sua filha e vá para Pankamerry. Se querem salvar suas vidas, não vão com Sou‑Dalf e os cryberantes. “Os cryberantes e todos os que estiverem com eles serão mortos antes de chegarem às praias do mar”.

Pediu então que o seguíssemos, o que fizemos. Levou‑nos para trás da colina, passando os guardas krates de perímetro. Deu‑me um cantil de água e disse: “Volte daqui a alguns dias e reúna‑se ao grupo de gente da Terra que vive ao norte do acampamento graciano. De lá vocês acabarão por ser levados com segurança de Mir para sua terra natal”. Agradeci rapidamente. Sem dizer outra palavra, voltou‑se e retornou correndo à sua posição no topo da colina. A estrada para Pankamerry seguia em meio a uma luxuriante floresta verdejante que existia naquela época. 

Estávamos andando nessa estrada havia mais de uma hora, quando demos com um homenzinho vestindo calças amarelas sujas e sem camisa, e que parecia estar discutindo com uma árvore num idioma desconhecido. Às vezes batia na árvore com um objeto de metal, que depois vimos tratar‑se ser uma flauta. Quando nos viu, interrompeuseus acessos de cólera e atos violentos e ternamente acariciou a árvore como se confortasse uma criança. Quando o homem foi para o meio da estrada, imediatamente notei que nem ele nem a árvore projetavam sombra, embora nós e todos os outros objetos a nosso redor o fizessem. Sorriu‑nos, fez sinal para a árvore e disse perfeitamente em meu idioma materno: “Às vezes é necessário mostrar a elas quem é que manda”. Perguntei seu nome e ele me disse que era simplesmente chamado como Aquele Que Não Projeta Sombra . cydonia-complexo-piramide-martemarte-cydonia-01

Enquanto andávamos, ele me disse que eu poderia confiar em Cark Ben‑Zobey, o líder da cidade de Pankamerry, ou em qualquer um que ele dissesse que se podia confiar. Aquele que Não Projeta Sombra conhecia meu povoado natal e o movimento de resistência liderado por meu pai, tio Kanius e Beybal Ben‑Volar. Disse‑me que atualmente eles estavam se escondendo dos maldequianos, que os descobriram depois que Rubdus jogara seu carro aéreo nos quartéis krates. Aconselhou‑nos a permanecer em Pankamerry até que Cark Ben‑Zobey, tivesse certeza de que era seguro retornarmos ao local de construção da pirâmide.

Disse que Opatel Cre’ator e seu irmão Rayatis mandavam suas lembranças e garantias de que tudo estava se encaminhando de acordo com o plano para auxiliar os terráqueos que estavam preparados para resistir ao governo maldequiano, e que seriam feitos todos os esforços possíveis para me manter informado do progresso do plano. Aquele que Não Projeta Sombra entregou, então, a Alfora uma caixinha, dizendo‑lhe que era um presente do senhor Opatel. A caixa continha um pequeno Triângulo prateado com um duplo lado esquerdo (a insígnia da casa de comércio de Cre’ator). Alfora sensatamente guardou escondido esse tesouro pelo resto daquela vida.

Passamos os dias em Pankamerry como hóspedes de Cark Ben‑Zobey, suas duas mulheres e três filhos adultos solteiros. Aquele que Não Projeta Sombra nos visitou diversas vezes, informando‑nos sobre o que ouvira de Nodia e o que descobrira sobre as atividades dos maldequianos locais. Foi durante sua primeira visita que ele confirmou que os krates, sob a comando de Sou‑Dalf, mataram todos os desavisados cryberantes e jogaram os corpos no Mediterrâneo. Ficamos com Cark Ben‑Zobey e sua família por cerca de nove dias e voltamos à planície. Escolhemos entre as muitas casas vazias abandonadas por seus ocupantes anteriores, que tinham retornado a seus locais de origem ou tinham dado aquele passeio fatal ao norte com Sou‑Dalf e seus krates.

No dia em que o cume de cristal Astrartone da Grande Pirâmide (foi no dia equivalente hoje ao solstício de verão do mês de JUNHO no hemisfério norte) de Mir foi colocado em seu lugar, Alfora e eu estávamos entre um grupo de espectadores postados a vários milhares de metros a oeste da estrutura. Entre nós e a pirâmide havia primeiro uma linha de krates e a seguir o muro que fora construído ao redor da pirâmide. No topo desse muro, em cada um de seus cantos, havia um krate, que por algum tempo estiveram ocupados expulsando os trabalhadores dos planetóides Relt de cima do muro, onde estavam empoleirados para ter uma visão melhor dos acontecimentos.

Descobri que as pessoas dos planetóides Relt não foram selecionadas pelos gracianos apenas em razão de seu tamanho e força, e sim também devido à energia psíquica por eles emitida naturalmente que se polarizavam com as freqüências de sintonia usadas pelos sacerdotes Stolfas gracianos para levitar os blocos maciços de pedra que foram usados na construção das pirâmides. Se uma pessoa como eu tivesse tentado deslocar ou mesmo tocar um bloco levitado, o processo teria se rompido, fazendo com que a pedra se espatifasse no chão.

Uma hora antes do cume ser colocado no lugar, uma espaçonave negra, marcada com um triângulo prateado com um duplo lado esquerdo, aterrissou numa clareira atrás de nós. Da nave saiu Opatel Cre’ator e várias outras pessoas de sua raça. Atravessaram diretamente a multidão em direção à pirâmide. Opatel passou a cerca de 30 centímetros de mim e de Alfora e me olhou diretamente nos olhos. Fez uma expressão facial que facilmente interpretei como: “agora eu já sei o que os maldequianos estão planejando”.

piramide-powerplantOpatel e seu grupo foram recepcionados por uma tropa de 12 krates carregando uma bandeira branca com a figura de duas serpentes douradas uma de frente para a outra. Essa escolta ficou com Opatel durante as cerimônias e durante cada segundo posteriormente até que ele depois entrou em sua nave e voou embora.

O DIA DA DESTRUIÇÃO de MALDEK(3)

      A época do solstício de verão (para nós do hemisfério sul, no Brasil, hoje seria em 21 de dezembro) era feriado mundial na Terra há centenas de muitos e muitos milhares de anos. A tribo de Alfora também observava o dia e as práticas religiosas inerentes a ele. Saímos na noite anterior para passar o dia rio acima com Mill e sua família. No dia do solstício, fizemos um banquete, demos banho em Barla no rio e orgulhosamente observamos enquanto uma anciã santa da tribo abençoou nossa filha com talismãs e amuletos para garantir uma vida longa e fértil.

Mais tarde a mesma sacerdotisa, num transe fraco, informou a tribo reunida que estava recebendo sensações poderosas de que haveria um acontecimento trágico muito em breve. Disse-nos que nossas vidas nunca mais seriam as mesmas. Mill me disse que devíamos levar muito à sério as sensações espirituais da mulher santa, pois fora ela que lhe dissera anos atrás para abrigar Alfora até que ela fosse levada embora por um estranho de uma terra distante.

Menos de uma hora depois, a Terra começou a tremer violentamente e ondas vindas do Nilo engolfaram nosso acampamento. Corremos até atingir um terreno mais elevado. De nossa nova localização, observamos centenas, milhares de animais e pássaros ribeirinhos correndo e voando em todas as direções. Seus gritos eram ensurdecedores. Ao norte vimos um pilar de fogo vermelho  projetando‑se no céu azul desde o topo da grande pirâmide, que rapidamente se tornava negro.  Então viu-se um clarão brilhante de luz branca no céu distante (quando MALDEK explodiu), e um grande número de pássaros mortos caiu na Terra e no rio. O rio ficou vermelho de sangue enquanto os pássaros eram devorados por crocodilos e outros predadores anfíbios.

O pilar de fogo estava diminuindo no topo da pirâmide quando nós e a nossa tribo partimos para o noroeste em direção à cidade de Pankamerry. No caminho, outras tribos que tinham o mesmo destino se juntaram a nós. Havia em nós um sentimento como se o mundo estava chegando ao fim. O céu era de um cinza escuro e lúgubre. Relampejava continuamente, mas não choveu. Estávamos muito cansados e assustados e nos sentamos com outras pessoas para repousar.

Nessa hora, ouvi chamarem meu nome. Respondi, gritando mais alto que o estrondo dos trovões. Pouco tempo depois, reuniu‑se a nós Aquele que Não Projeta Sombra, que nos disse que os maldequianos tinham feito em pedaços seu planeta natal Maldek, que havia explodido quando recebeu a energia VRIL enviada da terra pela grande pirâmide.

Admito que na hora fiquei contente ao ouvir isso, mas também fiquei pensando se os nodianos teriam algo a ver com a destruição de Maldek. Enquanto eu estava à beira de um ataque de alegria histérica, fui atraído pelos soluços de minha mulher Alfora. Fui consolá‑la, dizendo: “Não chore, os maldequianos mereceram o que aconteceu com eles”. Ela respondeu: “Não é pelos maldequianos que me sinto triste. Estou triste por causa de minhas plantas e lindas flores que deixei para trás em Maldek quando voltamos para casa na Terra. Você acha que o elohim poderia tê‑las salvo da destruição?”. Não sabia o que dizer a ela. Consolei‑a dizendo que eu a ajudaria a plantar um jardim florido quando conseguíssemos voltar para nosso povoado natal e minha família.

Quando chegamos a Pankamerry, o local estava muito cheio de gente da Terra e de todo tipo de gente de outros mundos. Havia cerca de seis gracianos ali aguardando a chegada da espaçonave que os levaria da Terra, transportando‑os para algum outro porto cósmico no espaço. O dia seguinte foi aquele no qual os krates iniciaram seu espetáculo de violência, matando todos na planície que tivessem a mais ligeira relação com a construção das pirâmides. Chegou‑nos a notícia em Pankamerry dessas atrocidades e um aviso de que os krates estavam vindo lentamente em nossa direção.

Alguns dos homens da cidade se armaram. Outros de nós decidiram se embrenhar na espessa floresta tropical ao sul. Exatamente no momento em que tomamos nossa decisão de nos deslocar para o sul, a esperada, mas muito atrasada, espaçonave graciana aterrissou a alguns quilômetros a oeste da cidade. Depois de entrar em contato com a tripulação da nave, fomos aceitos a bordo juntamente com Cark Ben‑Zobey e sua família. Os gracianos nos levaram para o nordeste sobre o Mediterrâneo para uma terra que agora faz parte do Iraque. Disseram‑nos que retornariam para nos pegar depois de acabarem de pegar os gracianos extraviados e os tirar do perigo. Essa espaçonave nunca mais retornou.

Os dois enormes pedaços de rocha que orbitam o planeta Marte, Phobos e Deimos, foram lá colocados pela Federação Galáctica para estabilizar a órbita marciana caso contrário o planeta vermelho saltaria para fora do sistema solar quando o planeta Maldek explodiu. O pedaço maior, Phobos, foi escavado pel0s maldequianos e hoje é uma base subterrânea de operações dos mesmos.

AS CONSEQÜÊNCIAS DA DESTRUIÇÃO DE MALDEK

Passamos vários anos no que era então uma região remota da Terra. Não tínhamos desejo de nos mudar desse autêntico santuário. Conosco havia vários dos povos dos planetóides (luas) de Relt/Júpiter e algumas pessoas da Terra. De vez em quando alguém contava ter avistado um carro aéreo maldequiano, mas não era freqüente. Certa noite, três grandes luzes sobrevoaram nosso acampamento. Essas luzes desceram no alto de uma colina localizada a cerca de 12,8 quilômetros ao sul. Eu, claro, reconheci nas luzes algum tipo de espaçonave. Debatemos se devíamos ou não investigar quem estava no controle dessas naves.

Alguns de nós homens decidimos ir dar uma olhada na nave sem sermos vistos. Esperávamos que os veículos fossem gracianos ou nodianos e não lotados de krates furiosos. A nave, afinal, era um transportador nodiano proveniente dos planetóides/luas do radiar moribundo Sumer/Saturno. Estava lá para deixar vários milhares de sumerianos na Terra. Conhecemos o líder dos sumerianos, um homem chamado Trome[Veja as narrativas de algumas das primeiras vidas de Trome passadas na Terra em “Através de Olhos Alienígenas, Parte 2” W.B.]

Minha relação com Trome e seu povo foi muito amistosa, existindo até o dia de hoje. Nos meses imediatamente seguintes, centenas de milhares de sumerianos vindos das luas/planetóides até então habitados de Saturno/Sumer chegaram a Terra em espaçonaves nodianas. Fui convidado a me reunir a um conselho consultivo liderado pelos nodianos Tasper‑Kane e seu assistente Abdonel. A vida com os sumerianos era mais fácil do que fora nos últimos anos. Uma das principais razões era que os sumerianos tinham capacidade de gerar eletricidade. Durante pelo menos dois anos viajei pela Terra com o conselho num carro aéreo nodiano. Sempre que podia, atuava como intérprete.

Uma de nossa viagens nos levou ao meu povoado natal de Tigrillet. Descobri que meu pai e minha mãe ainda estavam vivos, mas que tio Kanius morrera de causas naturais. A vila dos maldequianos e suas construções externas tinham sido totalmente queimadas. Alguns diziam que por alguma razão desconhecida elas foram queimadas pelos próprios maldequianos. Em uma ocasião visitamos a cidade fantasma de Miradol/Teotihuacan (hoje no México), encontrando‑a totalmente desprovida de vida humana. Naquela mesma viagem, voamos para o sul até a capital do governador geral maldequiano, Her‑Rood. O lugar estava repleto de krates e muitos tipos de sobreviventes de outros mundos. Um deles, residente no palácio de Her‑Rood, era o embaixador nodiano na Terra. Opatel Cre’ator.

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Teotihuacan, México, todo esse complexo de pirâmides também foi construído ao mesmo tempo, pelos gracianos, com as construções de Marte (em Cydonia) e as pirâmides do Egito, a pedido dos maldequianos.

Durante a nossa primeira tarde no palácio, os integrantes de nosso conselho se encontraram com Opatel e resumiram para ele nossas conquistas e planos futuros. Ele, por sua vez, nos disse que as coisas deviam se tornar péssimas na Terra. Os maldequianos sobreviventes da explosão de seu planeta Maldek tencionavam continuar a governar o povo da Terra, mas isso não era o pior que se esperava.

Cientistas nodianos previam que a Terra estava à beira de algumas calamidades geológicas em função da destruição do planeta Maldek e do impacto que esse evento estava causando em todos os demais corpos do sistema solar, afetando profundamente todas os seres humanos de todos os planetas, mas a questão era em que ponto do futuro. O encontro se encerrou com Opatel instruindo o conselho a iniciar a elaboração de planos para tirar o maior número possível de pessoas de outros mundos e de pessoas do planeta Terra. Disse que estavam sendo tomadas providências em alguns outros sistemas solares para receber toda e qualquer pessoa que fatalmente deixasse o malfadado mundo.

Foram necessários anos para se tomar as providências das quais falou Opatel. Eu próprio reuni milhares de pessoas da Terra e as acompanhei a um sistema solar/estelar no Aglomerado Estelar M-45, as PLÊIADES, onde foram instaladas juntamente com milhares de marcianos. O planeta (onde estou e vivo agora) MOLLARA é um pouquinho maior do que a Terra, sendo habitado por gente nativa de pele clara de cerca de 1,52 metro de altura. Sempre foram anfitriões bondosos e dispostos. Naquele tempo eu visitei MOLLARA oito vezes, cada vez transportando milhares de imigrantes refugiados da Terra.

Atualmente, descendentes desses imigrantes e pessoas recorporificadas daquela primeira vida participam do estudo da decrescente Barreira de Freqüência da Terra. Lembrem‑se, para muitas das pessoas que atualmente vivem em Mollara, bem como para mim, a Terra é realmente nosso mundo natal. A medida que seguia a movimentação para tirar as pessoas da Terra, os nodianos se mantinham em contato diplomático estreito com os maldequianos que viviam no planeta.

Os nodianos nunca perderam as esperanças de que os maldequianos de alguma forma se abrandassem e vivessem em paz com as outras raças dos demais planetas. Mas os maldequianos levaram adiante seu programa de subjugar todas as outras raças até aquele dia fadídico para a Terra em que as grandes chuvas começaram a cair e o mundo era constantemente sacudido por violentos terremotos.

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A transferência da energia VRIL da Terra através da Grande Pirâmide de Gize para Maldek provocou a explosão desse planeta, cuja órbita ficava entre Marte e Júpiter, local do cinturão de asteroides, os restos que sobraram da explosão de Maldek.

Pouco antes daquele dia terrível, Alfora, Barla e eu partíramos de carro aéreo em busca de meu pai e minha mãe. Nós e o piloto de nosso carro aéreo (um sumeriano chamado Asentel) os encontramos morando numa casinha nos limites do que antes era a fazenda de tio Kanius. Estávamos felizes por estarmos juntos mais uma vez e passamos horas contando uns aos outros as experiências que vivêramos enquanto ficamos separados uns dos outros. Depois da refeição, Alfora nos trouxe, aos homens, uma bolsa de charutos gracianos que guardara de nossa época em Mir.

Alguns dos charutos, que ela carregara em uma bolsa de pano, estavam tortos, quebrados ou reduzidos a pó. Ela os esparramou na mesa diante de nós. Algo no montículo capturou a luz de uma vela próxima, e eu o tirei do monte de tabaco. Era um pequeno triângulo prateado com um duplo lado esquerdo, a mesma jóia que Aquele que Não projeta Sombra deu a Alfora no dia em que o krate maldequiano Serp‑Ponder nos salvou da morte, mandando‑nos para a segurança de Pankamerry.

Meu pai acendeu um dos charutos, inalando a fumaça como se os tivesse fumado a vida toda. Ele disse: “Se vivesse tempo suficiente, poderia realmente aprender a apreciar estas coisas.” Acabara de terminar sua frase quando a Terra abaixo de nós sacudiu com tal força que o telhado começou a ruir. Conseguimos sair da casa e entrar no carro aéreo, nos apertando no veículo e sentando uns nos colos dos outros. Asentel levou o carro aéreo a cerca ele 1200 metros, onde havia menos turbulência do que acima e abaixo.

Dentro de alguns minutos o carro foi atingido por relâmpagos. O primeiro matou nosso piloto Asentel e o segundo e terceiro raios mataram os que restavam de nós. Bem, aí estão alguns dos destaques de minha primeira vida na Terra. Vivi muitas vidas no planeta desde então, das quais vou narrar algumas na sequência de minha história.

JAFFER BEN ROB HOJE

Nasci nesta vida atual no planeta Mollara  nas PLÊIADES. Atualmente, ocupo o cargo de conselheiro chefe de comércio da Casa de Cre’ator no planeta Simm. Ainda tenho de encontrar o Rubdus novamente recorporificado que, depois de renascer em seu planeta natal de Simm, tornou‑se adulto e saiu de seu mundo natal como empregado de um grupo de gracianos várias anos antes de eu vir para cá e dar início à minha tarefa atual.

Antes de encerrar esta comunicação, responderei sua múltipla pergunta, ou seja, há quanto tempo foi construída a Grande Pirâmide e a Esfinge ou, em outras palavras, há quanto tempo MALDEK explodiu? A resposta simples é 252 milhões de anos atrás (acrescentem ou tirem alguns anos). Pensem nisso por um momento. Muitos de vocês, leitores, estão preparados para aceitar (ou acreditar piamente) no fato de que todo nós já estivemos vivos antes, e que eles viveram há milhares de anos em lugares como Atlântida e o que é agora considerado o Egito antigo ?

Considerem que os que vivem hoje e viveram antes como atlantes, ou egípcios também animaram (em vidas anteriores a essas épocas) formas humanas de vida modificadas pela Barreira de Freqüência conhecidas como Australopithecus Afarensis (datado de quatro a cinco milhões de anos atrás) e Australopithecus Africanus (datado de 3,5 a 2,5 milhões de anos atrás). A seguir, temos as formas pré‑históricas de humanos que sofreram mutação em decorrência da Barreira de Freqüência conhecidas como Homo Habilus, Australopithecus Robustus e Homo Erectus. Acredita‑se que esses últimos tipos de humanos modificados tenham vivido há cerca de dois milhões e trezentos mil anos atrás. Acredita‑se que os primeiros tipos humanos Neanderthal tenham vivido há cerca de 130 mil anos.

Por mais distantes que esses tempos possam parecer, acreditem‑me, são na verdade bem recentes quando comparados ao tempo total (cerca de 11 bilhões de anos) vivido pelos humanos em planetas espa­lhados por todo o universo. Uma pessoa na Terra hoje poderia dizer: “Não quero morrer. Quero viver para sempre.” Se não fosse pela pre­sença da Barreira de Freqüência, a pessoa dona desse desejo se lembraria de todas as vidas já vividas no passado pela sua alma e não teria lembrança dos breves períodos chamados morte. Entendam, estamos vivendo para sempre, exceto que o início de meu para sempre, bem como o início do para sempre de muitos dos que estão lendo estas palavras, começou há cerca de 252 milhões de anos ‑ ou talvez até mesmo muito antes disso.

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O Aglomerado Estelar (grupo de Sóis/Estrelas) M-45, as PLÊIADES.

Durante o grande espaço de tempo que se passou desde aquela minha primeira vida, a espécie humana universal avançou um milhão de vezes multiplicado a um milhão, tanto tecnologicamente como na compreensão dos níveis superiores do campo vital universal. Fico feliz em dizer que essas coisas inspiram os desejos dos que querem seguir o caminho do plano mestre do Criador de Tudo O Que É (os caminhos da LUZ). Fico triste em dizer que os seres do lado negro/sombrio da vida usavam (e atualmente usam) o conhecimento e as grandes conquistas da espécie humana para seguir com sua meta diabólica de conquista universal.

Eu os deixo com isto: não existem deuses que riem e que se divertem com as tristezas da humanidade. Ignorem os que (dizem que) falam por eles ou fingem manifestar tais coisas. Também penso ser necessário dizer isso: os seres do estado aberto de consciência, inclusive eu mesmo, não são criaturas inacessíveis residindo em níveis superiores do campo vital universal, nem viemos de qualquer universo paralelo, esvoaçando para lá e para cá no tempo e espaço. Este é o último bocado de força vital que gastaremos respondendo a tal besteira.

Cortem‑nos, e nos ferimos e sangramos como vocês. Nos neguem exatamente as mesmas coisas que sustentam sua vida e nós morreremos. Àqueles que pensam que não temos direito algum de corrigir suas falsidades e fantasias de modo que nossos testemunhos oculares tenham uma chance justa nas mentes dos que buscam a verdade, nós os avisamos, não nos façam seus inimigos, pois nós já humilhamos a muitos que quiseram bancar deus.  Realmente…

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CONTINUA ….

 

A Lua não é natural, pode ser oca e uma imensa Base extraterrestre


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Nossa Lua é artificial e completamente oca, com várias bases extraterrestres e da própria humanidade, construídas em seu lado oculto.

Aparentemente a lua é uma peça de hardware terraformada, projetada, com uma camada externa de 3 milhas de espessura de poeira e rocha, que tem, abaixo dessa camada, uma espessa camada sólida de cerca de 20 milhas feita de materiais altamente resistentes como titânio, urânio 236 , Mica, neptúnio 237. Não é o que você esperaria encontrar “dentro” da Lua, e evidências sugerem fortemente que a lua pode ser completamente OCA. 

A Lua, poderia ser uma base artificial; quem colocou a lua em órbita perfeita em torno da Terra?

Fonte: http://www.ancient-code.com/

Apesar de seis visitas anunciadas por astronautas dos EUA entre 1969 e 1972, a Lua continua a ser um enorme e intrigante enigma para os cientistas e “eruditos acadêmicos” em muitos e vários aspectos. As soluções para esses enigmas podem indicar um aspecto estranho da nossa familiar Lua.

A Comissão de Exploração Lunar da NASA, foi chamada de “Pedra de Rosetta dos planetas”, pelo Dr. Robert Jastrow, o primeiro presidente da Comissão. Os cientistas esperavam compreender a composição e a formação da lua e resolver alguns dos mistérios de como o nosso planeta e o sistema solar se tornaram realidade. No entanto, seis aterrissagens lunares mais tarde, o escritor de ciências Earl Ubell disse: “… a Lua continua a ser um grande mistério”.

SEGREDOS DA LUA REVELADOS, JOHN LEAR E RICHARD HOAGLAND

A Lua é mais complicada do que se esperava, não é apenas uma bola de bilhar congelada no espaço e no tempo, como muitos cientistas acreditavam. A Lua é muito mais antiga do que se imaginava, alguns se aventuraram a dizer que poderia muito bem ser mais antiga do que o planeta Terra. A Lua tem pelo menos três camadas distintas de rocha. Ao contrário da ideia de que os objetos mais pesados afundam, as rochas mais pesadas são encontradas na superfície lunar. E há uma lacuna definida na distribuição de minerais na lua.

A lua está muito seca e não parece que teve, em algum momento, quantidades substanciais de água. Nenhuma das rochas lunares, independentemente de onde foram encontradas, continha vestígios de água ou mesmo moléculas de água ligadas a minerais. O astronautas da Apollo 16 encontraram pedras contendo pedaços de ferro enferrujado. Uma vez que a oxidação requer oxigênio e hidrogênio livre, esta ferrugem indica que a água deve estar em algum lugar na lua.

SEGREDOS DA LUA REVELADOS, JOHN LEAR E RICHARD HOAGLAND, 2

Estranhamente, os instrumentos deixados pelas missões Apollo enviaram um sinal para a Terra em 7 de março de 1971, indicando que um “vento” contendo vestígios de “água” tinha varrido a superfície lunar. Uma vez que a água na superfície sem ar é vaporizada, ele se comporta como o vento na Terra, a questão era de onde esta água se originou.

O escritor de ciências Earl Ubell fez uma pergunta interessante;

“Se a Terra e a Lua foram criadas ao mesmo tempo, próximas uma da outra, como é que um corpo, a Terra tem grandes quantidades de Ferro, enquanto o outro corpo, a Lua, tem muito pouco. Os astrofísicos são incapazes de explicar exatamente como a lua se tornou um satélite da Terra”.

Rochas magnetizadas da lua foram encontradas, não suficientemente fortes para atrair um clipe, mas elas eram, no entanto, magnéticas na sua natureza. Mas, não há campo magnético na lua, então de onde veio esse magnetismo?

Nossa Lua é artificial e completamente oca, com várias bases extraterrestres e da própria humanidade, construídas em seu lado oculto.

Nossa Lua é artificial e completamente oca, com várias bases alienígenas e da própria humanidade, construídas em seu lado oculto.

{Nota de Thoth: Excerto do PostInformações sobre a nossa “LUA

A LUA  que acompanha o planeta Terra foi trazida para o seu Sistema Solar, para orbitar a Terra, há cerca de 1,7 bilhões dos seus anos. Nessa época a Lua estava mais próxima da Terra do que está agora, e ela está “programada”  para se posicionar à exata distância de 30 diâmetros da Terra no “FINAL desse atual ciclo galáctico“…A sua Lua dá a volta no seu planeta em 655,719 horas, e também gira em seu eixo, uma volta completa a cada 655,719 horas, portanto vocês só vêem um lado da mesma, sempre.

Mas não foi sempre assim, há cerca de um milhão de anos, quatro balanceadores foram instalados na sua Lua pra sincronizar os movimentos dela com a velocidade de rotação do seu planeta. Nada é “artificial” no Universo… A sua Lua é tão antiga quanto o seu Sistema Solar, ela foi produzida por uma raça altamente inteligente e foi trazida para a órbita da Terra com o propósito de diminuir a velocidade de rotação do seu planeta.}

Evidências sugerem que a lua pode ser OCA. Estudos de rochas lunares indicam que o interior da lua difere do manto da Terra de formas que sugerem a presença de um núcleo muito pequeno, embora alguns sugiram que a Lua pode não ter um núcleo afinal. Em 1962, o cientista da NASA Dr. Gordon MacDonald afirmou:  “Se os dados astronômicos são reduzidos, verifica-se que os dados exigem que o interior da lua ser menos denso do que as suas partes externas. Na verdade, parece que a lua é mais como uma esfera oca do que uma esfera homogênea”.

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Imensas estruturas de restos de construções abandonadas existentes na Lua e encontradas pela Apollo XX.

O significado foi afirmado pelo astrônomo Carl Sagan analisando em seu trabalho de 1966 Intelligent Life in the Universe, “Um satélite natural não pode ser um objeto oco”.

A evidência mais incrível que sugere que a lua poderia ser oca veio em 20 de novembro de 1969, quando a tripulação da Apollo 12, depois de retornar a sua nave de comando, liberou o módulo lunar na fase de ascensão caindo de volta para a lua criando um terremoto lunar artificial.

O LM-Módulo Lunar caiu na superfície a cerca de 40 milhas do local de pouso da Apollo 12, onde equipamentos sísmicos ultra-sensíveis registraram algo inesperado e surpreendente – a lua reverberou como um sino por mais de uma hora. A onda de vibração levou quase oito minutos para atingir um pico, depois diminuiu em intensidade, algo que ninguém esperava que ocorresse.

Os especialistas ficaram ainda mais surpresos com a lua quando as rochas lunares foram encontradas com vestígios de bronze, mica, anfibólio e titânio quase puro. De acordo com o Argonne National Laboratory, o urânio 236 e o neptúnio 237 – elementos que não são previamente encontrados na natureza foram descobertos em rochas da lua. Os cientistas ficaram confusos quando descobriram a presença de partículas de ferro à prova de ferrugem em uma amostra de solo lunar retirada do Mar das Crises.


“CONHECE-TE A TI MESMO E CONHECERÁS TODO O UNIVERSO E OS DEUSES, PORQUE  SE O QUE TU PROCURAS NÃO ENCONTRARES PRIMEIRO DENTRO DE TI MESMO, TU NÃO ACHARÁS EM LUGAR ALGUM” – Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.

Nossa Lua é artificial e completamente oca, com várias bases extraterrestres e da própria humanidade, construídas em seu lado oculto.

Mandato de Aécio é suspenso, sua irmã presa e ele pode ser preso ainda hoje


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aecio-senadorMinistro Fachin manda afastar Aécio do mandato de senador e decide enviar ao plenário do STF pedido de prisão

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), do mandato de senador. O magistrado, no entanto, optou por não decretar monocraticamente o pedido apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o parlamentar tucano.

Relator da Lava Jato no STF também ordenou afastamento do deputado Rocha Loures (PMDB-PR) da Câmara. PF cumpre nesta quinta (18) mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Aécio.

Fonte: http://g1.globo.com/

No despacho, conforme apurou a TV Globo, Fachin decidiu submeter ao plenário do Supremo o pedido de prisão de Aécio solicitado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.  Apartamento do senador Aécio Neves é alvo de busca e apreensão durante operação da Lava Jato em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro (Foto: Alessandro Buzas/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Entenda o que está acontecendo nesta quinta

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  • Aécio é investigado por pedir R$ 2 milhões à JBS para pagar pela sua defesa na Lava Jato. O tucano nega.

  • Os depoimentos desencadearam decisões no STF e operações da Polícia Federal.

  • A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu a prisão de Aécio Neves, mas o ministro Edson Fachin autorizou apenas o afastamento dele do Senado. O pedido de prisão será julgado pelo plenário do STF.

  • O STF também autorizou o afastamento do deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) . Ele teria sido indicado por Temer para receber propina.

  • O Congresso ainda não se pronunciou sobre as decisões do STF.

  • A PF faz buscas em endereços ligados a Aécio Neves no Rio, Brasília e em Minas Gerais.

  • A irmã do senador tucano, Andrea Neves, foi presa em Belo Horizonte.

  • O primo de Aécio, Frederico Pacheco de Medeiros, foi preso em Minas Gerais. Também foram detidos Menderson Souza Lima, assessor do senador Zezé Perrela, e uma irmã do doleiro Lucio Funaro.

  • Os gabinetes de Zezé Perrela e de Rocha Loures também são alvos de buscas.

  • A PF prendeu o procurador da República Ângelo Goulart Villela, do TSE. Ele é suspeito de favorecer uma empresa do grupo J&F.

Afastamento do deputado Rocha Loures

O relator da Lava Jato determinou que o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) seja afastado da Câmara. Fachin, a exemplo do que decidiu em relação a Aécio, também preferiu enviar ao plenário do tribunal o pedido da PGR para prender o deputado do PMDB.

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Operação Patmos

Endereços ligados ao parlamentar tucano são alvo de mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (18) no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Brasília. A operação que tem Aécio como um dos alvos foi batizada pela Polícia Federal como Patmos, em referência à ilha grega onde o apóstolo João teve visões do Apocalipse.

O acesso aos corredores dos gabinetes dos senadores Aécio Neves e do deputado Rodrigo Rocha Loutes (PMDB-PR) no Congresso Nacional foram bloqueados nesta manhã. Os agentes da PF chegaram ao Congresso pela Chapelaria, o acesso principal às duas Casas legislativas. Eles carregavam malotes para apreender documentos e possíveis equipamentos eletrônicos.

No Rio, estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em três endereços: os apartamentos de Aécio e da irmã dele e o imóvel de Altair Alves Pinto, conhecido por ser braço direito de Cunha. Fachin também expediu mandado de prisão contra o advogado Willer Tomaz, que é ligado a Eduardo Cunha. Em São Paulo, há buscas em imóvel do coronel João Batista Lima Filho. O militar é amigo de Michel Temer.

Irmã de Aécio

Além de afastar o senador do PSDB, Fachin expediu um mandado de prisão contra a irmã e assessora de Aécio, Andréa Neves. Ela foi presa pela PF em Minas Gerais.

Prisão de procurador

O procurador da República Ângelo Goulart Villela, que atua no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi preso nesta manhã pela Polícia Federal. Agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão na sede da Corte eleitoral, em Brasília. Por ordem da PGR, foram apreendidos o computador, um HD externo e documentos na mesa de trabalho de Villela.

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A medida se dá em razão da atuação do procurador no âmbito da Procuradoria Regional da República da 1ª Região, instância do Ministério Público Federal que atua junto à Justiça Federal em Brasília.

Delação da JBS

Reportagem publicada nesta quarta (17) no site do jornal “O Globo” revelou que o dono do frigorífico JBS Joesley Batista entregou à Procuradoria Geral da República uma gravação na qual Aécio pede ao empresário R$ 2 milhões.

No áudio gravado por Joesley, com duração de cerca de 30 minutos, o presidente nacional do PSDB justifica o pedido dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato. O senador tucano é alvo de seis inquéritos no Supremo relacionados à Lava Jato.

O jornal também informou que o dono do frigorífico JBS entregou uma gravação feita em 7 de março deste ano em que o presidente da República, Michel Temer, indica Rocha Loures para resolver assuntos da holding J&F no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Rocha Loures já foi chefe de Relações Institucionais da Presidência, quando Temer era vice-presidente. Após o impeachment de Dilma Rousseff, o parlamentar peemedebista atuou como assessor especial da Presidência. Ele assumiu uma cadeira na Câmara no momento em que o Osmar Serraglio (PMDB-PR) deixou o parlamento para assumir o comando do Ministério da Justiça.

A reportagem relata que o dono da JBS marcou um encontro com Rocha Loures em Brasília e contou o que precisava no Cade. Pelo serviço, segundo “O Globo”, Joesley ofereceu propina de 5% e Rocha Lores deu o aval.

O que dizem os alvos da operação

povo-corruptoO G1 ainda não conseguiu contato nesta quinta-feira com a assessoria de Aécio Neves. Na noite desta quarta, a assessoria de imprensa do parlamentar mineiro afirmou que ele “está absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos”.

A assessoria de Rocha Loures disse à TV Globo que o deputado do PMDB, que está nos Estados Unidos, irá retornar ao Brasil nesta quinta. Ainda de acordo com os assessores, somente quando desembarcar no país, nesta sexta (19), ele irá se pronunciar sobre as acusações.

Em vídeo públicado em sua página no Facebook, Zezé Perrella afirmou que “nunca” recebeu “um real sequer” da JBS. “Eu quero dizer para os que me conhecem e para os que não me conhecem que eu nunca falei com o dono da Friboi. Não conheço ninguém ligado a esse grupo. Nunca recebi de maneira oficial ou extra-oficial um real sequer dessa referida empresa”, diz o senador no vídeo.

A assessoria do senador Zezé Perrela disse que continua valendo o esclarecimento de ontem à noite. Sobre os desdobramentos de hoje, vai esperar ter acesso aos autos pra se manifestar. A defesa do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) disse que ainda está “tomando pé” da delação dos donos da J&F e da operação desta quinta-feira da PF.

O Senado informou à TV Globo que, até o momento, ainda não recebeu oficialmente o mandado do ministro do Supremo que manda afastar Aécio do seu cargo de senador no congresso.


 “E não sejais cúmplices com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe. Mas todas estas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta”.  Efésios 5:11-13

“Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá”.  Mateus 12:25

  • Na Era de Ouro, as pessoas não estavam conscientes de seus governantes
  • Na Era de Prata, elas os amavam e cantavam.
  • Na Era de Bronze, elas os temiam.
  • E por fim, na Era do Ferro, elas os desprezavam.
  • Quando os governantes perdem sua confiança, as pessoas perdem sua fé nos governantes. –  Retirado do Tao Te Ching

Historias da Terra


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 Maldek e do sistema solar – Jaffer Ben-Rob da Terra – Parte 1

agharta-piramideJAFFER BEN-ROB da TERRA, Parte I – Historias da Terra, Maldek e do sistema solar

 “Antes que o povo de meu mundo (Maldek) os apunhalasse com o garfo da ilusão, os elohim tocaram suas harpas de fogo e cantaram a beleza de seu mundo e de sua devoção ao plano divino do Criador de Tudo Aquilo Que É. Que o véu que fizemos cair sobre suas mentes seja em breve erguido e tirado de vocês para sempre pelo vento que está agora se elevando das profundezas da eternidade”.  –  Eu Sou Tob‑Vennit de Maldek.”

ANTIGAS HISTÓRIAS DA TERRA, de Maldek e do sistema solar. Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 155 a 194.

Quando eu, JAFFER BEN-ROB nasci pela primeira vez em vida humana na Terra, o evento aconteceu no povoado agrícola de Tigrillet, localizado, naquela época, em terra agora encoberta pelo Oceano Atlântico. Meu povoado de nascimento (se não estivesse submerso) estaria mais próximo atualmente de Portugal. Meu nome ‑ Jaffer‑  foi-me dado por minha mãe, Marle, a segunda das quatro mulheres de meu pai. O nome de meu pai era Rob Ben‑Rob. Eu tinha quatro irmãos, três meio‑irmãos e seis meio‑irmãs. Naquele tempo as mulheres da Terra superavam em número os homens numa proporção de cinco para um.

Espaçonaves maldequianas aterrissaram pela primeira vez na Terra cerca de 310 anos antes de meu primeiro nascimento. Durante minha adolescência, uma família composta de quatro maldequianos mudou‑se para uma vila localizada numa montanha ao norte de nosso povoado. Chamavam a si mesmos de Ornas, nome que se aplicava aos maldequianos nascidos na Terra, mas educados em Maldek. Um maldequiano nascido na Terra que nunca visitara Maldek (chamado de Toibe) era considerado por sua gente um tanto incompleto como pessoa. Os ornas sempre se despediam dos toibes com a afirmação: “Que você visite logo Maldek.”

cinturao_asteroides(restos de Maldek)

O Cinturão de Asteroides, ocupa a posição orbital original do planeta MALDEK (cujo tamanho era de 4,2 vezes o tamanho da Terra) e são fragmentos do planeta DE quando esse explodiu há cerca de 251 milhões de anos.

A família de ornas maldequianos que morava próximo de nosso povoado vivia regiamente. Empregavam doze pessoas de nosso povoado como criados domésticos, pagando‑as muito bem. Tinham dois carros aéreos usados individualmente pelo marido (Cro‑Swain) e pela mulher (Debettine) com freqüência para percorrer o interior e comparecer a “reuniões de negócios” em locais remotos. Esse casal maldequiano tinha um filho adolescente chamado Sou‑Dalf e uma filha adolescente chamada Valneri.

[Os nomes masculinos maldequianos são hifenìzados e o segundo nome é escrito com maiúscula na maturidade. Os nomes femininos não são hifenizados. ‑ W.B.] Nunca vi nenhum maldequiano executando qualquer tipo de trabalho físico, braçal, mas eles se exercitavam constantemente. Sou‑Dalf e Valneri corriam quilômetros todos os dias, chovesse ou fizesse sol, atravessando o povoado no caminho de ida e volta a seu lar luxuoso. Meu pai não era fazendeiro, como a maioria de seus cinco irmãos, e sim um dos dois magistrados provinciais. Era também chefe suplente de nossa força policial de seis homens. Sua jurisdição cobria mais de 777 quilômetros quadrados.

Eu fui educado no que vocês chamam de escola pública até a idade de 14 anos, e então ensinaram‑me uma variedade de matérias profissionalizantes numa escola local. Os cursos educativos selecionados para mim por meu pai incluíam direito e ciência militar. Nunca conclui nenhum desses cursos pelo fato de abandonar meus estudos para servir de acompanhante muito bem pago para Sou‑Dalf, o maldequiano.

Meu longo relacionamento com Sou‑Dalf foi o motivo de ser procurado, na qualidade de ser do espaço aberto, para narrar‑lhes algumas das vidas passadas por mim experienciadas na Terra. Minha associação com Sou‑Dalf começou no dia em que fui chamado para fora da aula por meu pai e levado à vila maldequiana. Meu pai me disse que recebera um convite escrito de Cro‑Swain solicitando que ele fosse à vila e que ele e a esposa ficariam contentes se me levasse com ele.

Naquela tarde, jantamos com Cro‑Swain e sua mulher Debettine, seus filhos não estavam presentes. Cro‑Swain nos disse que desejava me empregar como acompanhante de seu filho, enfatizando que não seria considerado um criado, e sim que meu papel seria simplesmente conversar com Sou‑Dalf e ser amigo dele, por assim dizer. Como extra por meu serviço, me ensinariam o idioma maldequiano e eu viajaria, dentro de mais ou menos seis meses com toda a família deles ao planeta Maldek.

maldeklivroQuando ele nos disse quanto dinheiro receberia (anualmente), meu pai e eu quase entramos em choque. A quantia era maior do que o que meu tio mais rico, Kanius, conseguia ganhar em dois anos na agricultura. Concordamos imediatamente com a oferta de Cro‑Swain. Disseram‑me para voltar à vila em dois dias, trazendo nada além da roupa do corpo. Fiz como me instruíram.

ACOMPANHANTE DE SOUL‑DALF

Deram‑me um belo quarto com uma sacada com vista para nosso povoado. De vez em quando, eu ficava na sacada olhando por entre as árvores para, talvez, ver num relance um familiar, mas isso raramente acontecia. Enquanto estava na vila, eu era proibido de visitar minha família por qualquer razão. Toda minha atenção deveria ser dispensada a Sou‑Dalf e a mais ninguém. No começo, isso não foi fácil. Ele não me disse uma palavra por cerca de duas semanas, agindo como se eu não estivesse lá.

Exceto quando dormíamos, eu não ficava a mais de dez passos dele. Sou‑Dalf nunca fazia as refeições com sua família e parecia estar evitando os pais. Falava apenas com a irmã e com um empregado Simm alto e magricela chamado Rubdus, que nos fornecia, a ele e a mim, as roupas limpas que usaríamos no dia. Descobri depois que nosso guarda‑roupa e cardápio diários eram selecionados pela mãe invisível de Sou‑Dalf.

A vila tinha um ótimo estábulo para cavalos, mas Sou‑Dalf nunca os cavalgava. Sua irmã Valneri nunca chegava perto dos animais porque eles se assustavam como se estivessem na presença de uma cascavel e, se estivessem soltos, disparavam. Valneri era uma menina lindíssima e secretamente apaixonei‑me por ela. Normalmente estava acompanhada por um ganso maldequiano branco, que ela às vezes levava numa correia. O ganso, três vezes maior do que qualquer um da Terra atual, atacava qualquer coisa ao comando de Valneri. De vez em quando, o bico e os pés do ganso apareciam pintados de cor diferente, adornado com ouro ou outro material decorativo como esmeraldas em pó. Eu sempre ficava curioso para ver como estaria o ganso da próxima vez que o visse …

Certa tarde, eu estava andando no terreno da vila com Sou‑Dalf e Rubdus, o pajem Simm, quando demos com Valneri e seu ganso de estimação. O simm disse‑me para esperar enquanto Sou‑Dalf tinha uma conversa particular com a irmã. De repente, Sou‑Dalf, Valneri e o ganso vieram correndo até mim, empurrando‑me para cima das costas do simm que estava de quatro atrás de mim. Depois que recobrei o fôlego, dei com o grande ganso pousado no meu peito olhando‑me ameaçadoramente nos olhos e Sou‑Dalf, Valneri e Rubdus riam histericamente.

Eu fora vítima de uma armadilha maldequiana há muito planejada. A falta de comunicação de Sou‑Dalf comigo fora parte de uma brincadeira cuidadosamente planejada. Descobri que ele decidira por um fim na brincadeira porque não queria explicar seu comportamento silencioso para comigo aos avós maternos e paternos e um tio, que estavam vindo para a vila naquela noite. Depois de ser mostrado aos parentes visitantes de Sou‑Dalf fui dispensado. Passei oresto da noite conversando com Rubdus e os demais simms. Mandaram os criados provenientes de nosso povoado passar a noite em casa, sendo os maldequianos servidos por criados especiais trazidos pelos visitantes.

piramides-ufo

Ocasionalmente, um jovem maldequiano uniformizado dava uma olhada para ver se estávamos cuidando de nossa própria vida. Foi a primeira vez que falei com um simm. Havia uma barreira de idiomas, pois apenas um grupo seleto de simms tinha permissão de aprender e falar a língua da Terra. Tive sorte de Rubdus ser um desses poucos. Os simms não eram telepáticos. Nós, da Terra, naquele tempo conseguíamos nos comunicar telepaticamente, mas nos faltava a conhecimento de como fazê‑lo da forma correta. Era uma prática estenuante, assim, muito poucos a tentavam, exceto numa emergência.

Rubdus tinha cerca de 38 anos terrestres. Contou‑me que estava a serviço de Cro‑Swain e Debettine há quase três anos. Aprendera seu ofício durante sua permanência em Maldek, dois anos antes. Antes, vivera em seu mundo natal chamado Simm. Tudo o que pôde contar‑me foi que Simm era um planeta localizado num sistema solar remoto e orbitava um sol/estrela chamado Druma.

Contou-­me que o quarto planeta (GRACYEA) daquele sistema era habitado por um povo que chamava a si mesmo de gracianos. Os gracianos tinham espaçonaves e haviam apresentado os maldequianos a seu povo. Os maldequianos gostavam do senso de lealdade dos simms e os empregaram como criados e funcionários subalternos. Os simms não eram um povo primitivo, e sim moravam em grandes cidades e já usavam a eletricidade quando foram visitados pela primeira vez pelos gracianos. Apenas certas áreas da Terra, inclusive nosso povoado de Tigrillet, dispunham de força elétrica.

Perguntei a Rubdus sobre as condições em Maldek. Ele sussurrou em meu ouvido: “É um ótimo lugar para se viver desde que se seja maldequiano.”  Pôs o dedo nos lábios e tremeu um pouco. Sei agora que se arrependeu de dizer‑me aquilo, temendo as conseqüências. Rubdus disse que ele tinha um contrato de trabalho de dez anos com os maldequianos, ainda faltavam cinco anos para poder ser devolvido à sua família em Simm. Ele disse que não fora selecionado por Cro‑Swain, e sim cedido para servir a família pelo supremo governante de Maldek, Mic‑Corru. Maldek era, na verdade, governado por Mic‑Corru, três príncipes sem parentesco (Tra‑Vain, Hol‑Canter e Serc‑Rhis) e Mishaymu, uma prin­cesa com sangue de Mic‑Corru. Seu marido era uma pessoa muito poderosa tanto em seu mundo natal, como em outros.[ Nota: ouvi o nome do marido de Mishaymu muitas vezes em comunicações passadas, mas por alguma razão, um bloqueio mental me impede de recebê‑lo telepaticamente agora ou lembrá‑lo de memória. ‑ W.B.]

Nos meses que se seguiram àquela visita noturna dos avós de Sou‑Dalf, um grande edifício de estilo maldequiano foi erguido nos fundos da vila. Tratava‑se de um quartel luxuoso que posteriormente foi ocupado por 24 krates (SOLDADOS DE ELITE) maldequianos. Seu comandante, Sake‑Kover, morava na vila. Os krates eram novos na Terra e passavam a maior parte do tempo sendo secretamente instruídos sobre sabe‑se lá o que, na absoluta privacidade de seus aposentos. Eles também foram ensinados a montar cavalos. Quando Sou‑Dalf e eu por acaso encon­trávamos um krate, ele saudava Sou‑Dalf, mas me lançava um olhar que poderia congelar água.

Sou‑Dalf e eu conversávamos sobre muitas coisas. Seu assunto predileto eram as mulheres da Terra e quaisquer experiências que eu pudesse ter tido com elas. Não falava das mulheres maldequianas de modo algum. Sem ter qualquer experiência sexual naquela época, eu inventava histórias para agradá‑lo. Ele sabia que eu estava mentindo, mas não se importava. Sou‑Dalf se recusava a discutir o que quer que tivesse natureza espiritual ou religiosa.

Falou‑me dos povos de outros mundos que sua família conhecera ao viajar a bordo de uma espaçonave graciana. Quando descrevia o que sabia sobre os povos desses outros mundos, falava deles em termos depreciativos. Referia‑se com insultos ao modo de vida deles. Divertia‑se com seus próprios diálogos e queria que eu risse com ele sempre que descrevia uma prática de outro mundo que ele achava estúpida. Com o conhecimento que tinha na época, achei que ele devia estar certo, e ria. Quando perguntei por que esses povos não eram ensinados de maneira diferente nos costumes dos maldequianos, ficou muito sério.

Disse‑me que eles não foram criados para serem mais do que eram. Algum dia, eles preencheriam seu lugar de direito no universo servindo o povo de MALDEK e, talvez, várias outras raças dominantes que go­vernariam o universo com eles. Deu a entender que consi­derava a nós, da Terra, uma das assim chamadas raças do­minantes. Sei agora que ele estava mentindo.

UFO ovni

Carros aéreos transportando dignitários maldequianos vinham e iam da vila diariamente. Dois novos carros aéreos foram entregues para uso dos krates. Nunca vi os krates usarem essas naves. Elas permaneciam estacionadas ao lado do quartel, sendo continuamente lavadas e polidas pelos simms. Muitas vezes vi Valneri acompanhada por um jovem oficial krate chamado Mills‑Bant. Eu era muito ciumento. Tanto Valneri como Sou‑Dalf sabiam disso. Tiravam um prazer perverso de minha dor emocional e também da dos outros.

Por meio de rumores (por intermédio de Rubdus), descobri que os krates estavam presentes devido a uma situação surgida em função de algumas espaçonaves estranhas que haviam sido localizadas nas proximidades da Terra. Havia mais de dez desses veículos pintados com listras horizontais vermelhas, brancas e pretas. Eram maiores e mais rápidas do que as 20 naves gracianas usadas pelos maldequianos. Além disso, sabia‑se que os UFOs (não consegui resistir) eram operados por pessoas telepáticas e que também tinham a capacidade de ésper (ver mentalmente coisas a uma grande distância). Os maldequianos estavam apreensivos porque esses recém-­chegados até então haviam ignorado Maldek, parecendo mais interessados em entrar em contato com o povo de Wayda (Vênus), Marte, e os planetóides dos quatro sistemas radiares [ Júpiter/Radiar Relt, Saturno/Radiar Sumer, Netuno/Radiar Trake e Urano].

Pensei imediatamente que se esses viajantes espaciais tinham as habilidades descritas por Rubdus, deviam ser uma das raças dominantes que, segundo Sou‑Dalf, deviam se unir aos maldequianos (e a nós da Terra) para governar a vasta população de retardados e imbecis do universo. O fato de os maldequianos acharem melhor desconfiar dos novos visitantes, preparando‑se para uma possível guerra me fez pensar bastante. Os maldequianos, tanto em Maldek como na Terra, tornaram‑se ainda mais paranóicos quando foram localizadas espaçonaves ainda maiores no sistema solar. Essas naves eram pintadas de preto e não tinham marcas.

Nossa tropa de krates se revezava a cada duas semanas, exceto Sake‑Kover, o comandante, e o pretendente de Val­neri, Mills‑Bant. Os krates eram levados a algum outro local onde podiam relaxar e desfrutar a companhia feminina. A viagem proposta a Maldek (parte de meu bônus) foi adiada indefinidamente. As escolas do povoado estavam fechadas e a maioria dos jovens eram recrutados para uma milícia que foi comandada por pouquíssimo tempo por meu pai. Posteriormente, a milícia foi assumida por um krate do posto mais baixo. (Descobri depois que o tempo de um oficial maldequiano não devia ser desperdiçado no treinamento desses tolos.)

Certo dia, um carro aéreo aterrissou no gramado frontal da vila. Em sua fuselagem havia a figura de uma serpente (símbolo de Quetzalcoatlcoberta de plumagem de cores brilhantes. Rubdus e sua gente correram para a nave antes que vários krates, que corriam atrás deles, conseguissem impedí‑los. Quando os ocupantes do carro saíram, pode‑se ver que eram homens altos vestidos com penas e jóias. Esses três homens eram gracianos. Um deles levou Rubdus para o carro aéreo e os outros dois ficaram do lado de fora, fitando os krates. Os krates fizeram uma saudação e recuaram.

Depois de cerca de 15 minutos, emergiu do carro um choroso Rubdus, acompanhado pelo graciano. Quando se reuniu ao grupo de simms seus companheiros, teve de passar pelos krates. Um deles bateu na cabeça de Rubdus com um bastão, derrubando‑o no chão. Um graciano veio em seu socorro, colocando‑se entre o simm caído e os krates maldequianos. Os krates ficaram imóveis por um momento e então foram embora.

Descobri depois que Rubdus pedira em prantos aos gracianos que falassem com os maldequianos em nome de sua gente e dele, pedindo sua liberação do contrato de trabalho. Se naquele tempo eu soubesse o que sei agora, esse pedido feito a um graciano naquela época teria com certeza sido negado. Sua filosofia era: “trato é trato.” Os gracianos, ficaram na vila por cerca de uma semana, durante a qual tiveram permissão de se encontrar com Rubdus e seu povo. Seja o que for que disseram aos simms, os sorrisos voltaram a seus rostos e os simms assobiavam enquanto trabalhavam e não havia maldequianos por perto. O real propósito da viagem dos gracianos foi para discutir um projeto de construção que coordenariam para os maldequianos.

UMA VISITA A MIR (EGITO)

Quando chegou a hora dos gracianos irem embora, Sou‑Dalf me disse que iríamos com eles. Era a primeira vez que voava num carro aéreo. Nossa primeira parada foi na terra de Mir (Egito). A viagem de Tigrillet à terra de Mir demorou cerca de duas horas e meia. Lá, nos encontramos com vários outros gracianos e maldequianos. Estavam morando em tendas às margens do rio atualmente chamado Nilo. Com “tendas” quero dizer edificações temporárias de material à prova d’água que apresentavam todos os equipamentos concebíveis para o conforto humano. Havia uma grande tenda que abrigava um grupo de lindas mulheres, muitas das quais vinham de outros mundos, sendo de raças que eu nunca vira. Essas mulheres estavam ali exclusivamente para agradar aos maldequianos. Os gracianos recebiam os cuidados de mulheres de sua própria espécie que eram, definitivamente, suas companheiras escolhidas para toda a vida.

Passamos a noite lá e fomos acordados por um simm que nos disse estar acontecendo algo de que devíamos estar cientes. Sou‑Dalf e eu, enrolados em cobertores, saímos de nossa tenda e nos juntamos à multidão que olhava para o céu. Refletindo a luz de um sol que acabara de nascer, uma espaçonave circular negra pairava acima de nossas cabeças.

Acima: A estrela/Sol POLARIS, popularmente conhecida como Estrela Polar, é a estrela mais brilhante da constelação chamada Ursa Menor. Esta estrela é o SOL SOST, onde esta situado o PLANETA NODIA. A estrela POLARIS/SOST é uma das estrelas pertencentes a constelação da Ursa Menor que no correr dos séculos vem sendo usada na Terra para nortear os navegantes, desde os tempos das descobertas de Colombo e Cabral, pois é uma estrela fixa, a que determina o NORTE (o movimento desta constelação em conjunto com a Ursa Maior e tendo Polaris como centro determina OS QUATRO BRAÇOS DA SUÁSTICA, símbolo sagrado na ÍNDIA...mais não pode ser dito) A estrela apontada como Polaris-A é o SOL SOST, que é orbitado pelo planeta NODIA e Polaris-Ab seria o radiar AMPT, onde orbita o planetóide VITRON, cerca de 84 vezes MAIOR do que a Terra… Vistos da Terra a proximidade de ambos (SOST e o Radiar AMPT) faz com que os nossos astrônomos pensem que sejam um sistema de sóis duplo. Créditos da foto: NASA, ESA, HUBBLE Space Telescope-N.Evans e H.Bond.

UMA BREVE ATERRISSAGEM NODIANA

Um graciano saiu da multidão e andou em direção ao veículo que, àquela altura,aterrissara no topo da planície (hoje planície de Gizé) na qual as pirâmides seriam posteriormente construídas. Ele primeiro colocou as duas mãos na cabeça e a seguir as cruzou sobre o coração em saudação. Depois de um minuto, continuou a andar na direção da nave aterrissada. Abriu‑se uma porta em sua fuselagem e dois homens de pele marrom com cabelos brancos como a neve saíram. Um dos homens começou a avançar para encontrar o emissário graciano. Eles se falaram (telepaticamente) por cerca de cinco minutos, então apertaram as mãos e se separaram. O homem de cabelos brancos voltou ao seu veículo, que instantaneamente voou para o oeste, perdendo‑se de nossa vista em segundos. O graciano retornou àqueles de nós que esperavam para saber o que fora dito nesse encontro.

O graciano sorriu e nos disse que o estranho lhe dissera que eram comerciantes de um mundo chamado Nodia, localizado num distante sistema solar/estelar por eles chamado sistema SOST  (estrela/sol dupla hoje chamada de POLARIS, situada na Constelação da Ursa Menor). O estranho lhe dissera que outros de sua espécie já tinham feito contato com o governante maldequiano geral da Terra, Her‑Rood, em seu quartel general principal (situado então no que é atualmente chamado como  de sul da Venezuela).

O homem de cabelos brancos dissera que ele e sua tripulação foram atraídos à nossa aglomeração ao avistarem nossas excelentes construções e pensaram em parar para dizer olá a todos ali. Depois que o graciano disse ao estranho que tal encontro não seria oportuno naquela hora, pois eles estavam para começar o trabalho num projeto de construção, o estranho disse que entendia e não nos incomodaria mais.

Naquela noite, Sou‑Dalf não dormiu na tenda que nos fora designada. Não o vi até o meio‑dia do outro dia. Disse‑me que passara a noite com várias mulheres de outros mundos estando, portanto, louco para se tornar especialista em tudo o que se refere a sexo. Foi a primeira vez que o vi expressar verdadeiros sentimentos humanos. Ele estava feliz e eu frustrado. Ele sabia disso, o que o fez mais feliz ainda. Queria que ele descrevesse suas experiências com as mulheres, mas ele não queria. Durante nossa permanência de dez dias em Mir, ele nunca mais visitou as mulheres. Ele queria, mas foi verbalmente impedido por uma maldequiana idosa que parecia tomar conta das mulheres e de suas atividades. Para afastar a tentação, de modo que os homens dessem toda sua atenção ao projeto à frente, as mulheres saíram da área no oitavo dia de nossa estada em Mir.

Gastamos os dois dias restantes perambulando pela área, tanto na planície como abaixo dela. Os gracianos faziam cálculos e registravam suas observações eletronicamente em aparelhos semelhantes a gravadores. Os gracianos se separavam dos maldequianos pela manhã e à noite para fazer suas preces. Tarde da noite, eles se sentavam fora de suas tendas e conversavam números, fumando seus charutos. Não se importavam com quem aparecesse por ali e ficasse escutando. Fiz isso uma vez, então fui embora porque não conseguia entender o que estavam falando. Havia alguns simms e um grupo de pequenos sujeitos negros que pareciam acompanhar sua conversa e até mesmo participar dela. Tentei fumar naquela noite, mas não consegui. O graciano que me dera o charuto o pegou e o apagou sob o pé. Rindo‑se, deu‑me outro e disse para experimentar mais tarde. Guardei‑o no bolso de minha camisa.

Mais tarde, caminhei sozinho para o sul ao longo das margens do hoje Rio Nilo em direção ao brilho distante de várias fogueiras. O som de meus passos fez com que hipopótamos e crocodilos assustados se refugiassem nas águas do rio. Não consegui enxergar esses animais, mas ouvi o barulho que fizeram na água ao tentarem escapar de mim. À medida que andava, pus o charuto na boca, mas como não tive como acendê‑lo, joguei‑o no rio.

VISITA A UMA TRIBO DA TERRA

Depois de andar uma hora, dei com uma tribo de gente da Terra assando peixe em fogueiras ao ar livre. Falavam um dialeto ligeiramente diferente do meu, mas consegui entendê‑los razoavelmente bem. Estavam curiosos pelo que estava acontecendo rio abaixo e por quem éramos. Disse a eles que alguns de nós estavam lá para construir algo, mas eu não sabia o que, nem sabia que função teria quando concluído. Lamentaram minha ignorância e me perguntaram por que eu estava lá. Contei‑lhes do meu emprego de acompanhante de Sou‑Dalf e, por alguma razão desconhecida, contei a vários jovens suas recentes atividades sexuais. Ao ouvir isso, um dos homens me perguntou se eu já estivera com uma mulher. Confessei que não.

Estava para ir embora quando um homem mais velho veio sentar‑se a meu lado. Disse‑me que recentemente recebera uma garota virgem órfã em sua casa. Disse que podia dizer pelas minhas roupas e maneiras que eu era rico e de alta posição. Disse‑me que me daria essa garota para ser minha criada se eu prometesse cuidar dela e tratá‑la bem.

Depois de considerar o que Sou‑Dalf e seus pais poderiam dizer sobre eu ter uma criada, agradeci ao homem a oferta, mas recusei. Ele me disse para esperar e pensar mais no assunto depois de ver a garota. Garantiu‑me que ela era muito bonita e digna de ser a consorte de um príncipe. Acrescentou que um profeta (astrólogo) lhe dissera que a garota deveria ser mantida virgem até que um estranho de um lugar distante viesse e a levasse embora com ele. Ele confessou que tentar mantê‑la virgem estava cada vez mais difícil, pois sua beleza atraia muito o interesse dos jovens. Como nunca encontrara nenhum homem de outra terra, estava convencido de que esse homem da profecia devia ser eu. Acrescentou que se eu levasse a garota, ambos certamente cairíamos nas graças do elohim (palavra plural de EL que significa a divindade criadora no singular).

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ALFORA

O nome da garota era Alfora, e era uma beleza de 14 anos. Tinha medo de mim, mas conseguimos entabular uma conversa enquanto voltávamos a meu acampamento. Fiquei sentado às margens do rio até o alvorecer enquanto ela dormia, usando seus pertences embrulhados como travesseiro. Passei a noite tentando pensar no que diria a Sou‑Dalf. Ele estava sentado na frente de uma tenda quando fui ter com ele, Alfora atrás de mim. Primeiro pareceu severo e então começou a sorrir, dizendo: “Vejo que arranjou um bichinho. Leve‑a a Mestvuker, o médico graciano, para ser vacinada. Não vamos retornar a Tigrillet; vamos partir daqui direto para Maldek em algumas horas.”

Durante aquelas poucas horas, evitei Sou‑Dalf o quanto pude, mas ele me encontrou. Disse‑me: “Não se preocupe, Jaffer. Não vou lhe causar problemas, nem ao seu bichinho camponês. Apenas a ensine a se comportar na presença dos meus pais e ela quase nem será notada.” Concordei em ensinar Alfora a ser obediente e educada com todos os seus superiores maldequianos. Dez minutos depois de nossa conversa, uma espaçonave graciana prateada de forma triangular aterrissou na planície. Uma hora depois, com Sou‑Dalf, eu e uma Alfora muito assustada e confusa a bordo, a espaçonave graciana se ergueu para os céus e foi em direção a sua próxima parada, o planeta MALDEK.

A Viagem ao planeta MALDEK(2)

O interior da nave graciana não tinha materiais metálicos nem fabricados pelo homem, era, sim, decorada por diferentes tipos de madeira natural.  Muitos dos instrumentos usados na operação da nave eram embutidos em gabinetes entalhados com imagens de animais e gente em detalhes primorosos. Os assoalhos acarpetados apresentavam padrões tridimensionais que faziam com que sentíssemos às vezes que, ao dar mais um passo, tropeçaríamos num vazio interminável. Depois de certo tempo, a mente se acostumava com essas ilusões, proporcionando‑nos uma sensação emocionante de arrojo ao desafiar essa autêntica “realidade virtal.”

Alfora e eu recebemos um pequeno quarto de dormir particular com banheiro. Tínhamos permissão de ir sozinhos praticamente para onde bem quiséssemos na espaçonave. Os gracianos às vezes preferiam que entrássemos em algumas áreas da nave apenas se estivéssemos acompanhados por alguém da tripulação. Descobrimos que havia mais de 70 pessoas a bordo da espaçonave, mas apenas um pequeno número desses passageiros tinha Maldek como destino final. Os maldequianos que estavam a bordo se isolavam, e raras vezes vi Sou‑Dalf durante a viagem.

Fazíamos nossas refeições com vários gracianos e inúmeras pessoas pequenas de pele negra que sorriam um bocado, mas cujo idioma eu não conseguia entender. A comida era servida em bufê. Os gracianos eram muito amistosos e nos fizeram sentir bem‑vindos. Tentei fumar seus charutos, mas nunca consegui me acostumar a eles. Até as mulheres gracianas davam baforadas nessas coisas, usando piteiras para charuto decoradas com jóias de vários comprimentos. Tive permissão de visitar a área de controle do veículo, a partir da qual três jovens gracianos operavam a nave. Um deles parecia não ter mais de dez anos terrestres. Os demais pareciam estar na adolescência. Meu acompanhante graciano mais velho me disse que a nave não aterrissaria em Maldek, e sim que viajaria para sua base de origem no planeta GRACYEA depois que nosso grupo desembarcasse.

Nas primeiras horas de nosso vôo, uma graciana tomou Alfora sob sua proteção e  desapareceu por bastante tempo com ela. Quando vi Alfora novamente, ela fora banhada e vestia um belo traje emplumado de estilo graciano. Sou‑Dalf olhou para Alfora de uma forma que me fez ficar com muita raiva. A senhora graciana me disse que a maneira de proteger Alfora de Sou‑Dalf era eu me casar com ela por meio de uma cerimônia graciana, pois naquela época os maldequianos respeitavam os costumes gracianos. Segui seu conselho e me casei com Alfora em menos de uma hora. Ficamos juntos pelo resto de nossas vidas. Ela foi minha única mulher, como é atualmente nessa vida atual. Enquanto conto minha história desses primeiros tempos, ela está sentada perto de mim, ocasionalmente me lembrando para não esquecer de lhe contar isto ou aquilo sobre nossa primeira vida juntos.

TRÊS ANOS EM MALDEK

Como me informaram anteriormente, a espaçonave graciana não aterrissou em Maldek. O grupo de Sou‑Dalf, que incluía Alfora e a mim, foi transportado por um ônibus espacial da órbita estacionária do planeta maldequiano para a atmosfera do planeta, a seguir para um complexo de edifícios e palácios magníficos. Aterrissamos numa grande plataforma de pedra localizada na frente de um dos mais belos edifícios que eu já vira. Tinha colunas de alabastro com mais de 240 metros de altura. Partes do edifício pareciam suspensas no ar. O aroma do lugar era maravilhoso, embora indescritível. Árvores e jardins floridos circundavam o lugar. (Seriam necessárias muitas páginas para descrever o lindo planeta de Maldek e sua magnífica natureza e arquitetura.)

O planeta e suas construções eram deslumbrantes para qualquer pessoa de outro mundo, mas os maldequianos tratavam essas maravilhas de uma forma indiferente e insensível. Todas as edificações haviam sido construídas no passado remoto de acordo com algum plano mestre. Nunca vi nada ser construído; era como se tudo o que quisessem ou viessem a querer já estivesse lá, construído por seus laboriosos ancestrais. Ao aterrissarmos fomos conduzidos ao palácio. Os assoalhos do primeiro salão nobre em que entramos parecia um profundo oceano verde‑amarelado claro com tetos da cor do céu de mais de 240 metros de altura. Era silencioso e vazio. Andamos até chegar a uma esteira rolante na qual subimos. A esteira rolante tinha cerca de 5,5 metros de largura e nos deslocou silenciosamente por panoramas esculpidos coloridos com tintas que continham pedras preciosas em pó fundidas a altas temperaturas nas esculturas.

Nossa excursão durou cerca de dez minutos e fomos recepcionados por um soldade de elite krate aparentemente desarmado vestindo túnica branca e sandálias de ouro. Ao redor de cada um dos braços, ele trazia enroladas peças na forma de serpentes douradas. As cabeças dessas cobras se ligavam aos dedos indicadores. Descobri depois que essas serpentes eram, na verdade, armas da guarda do palácio. Podiam ser ativadas com a contração de um dedo, injetando um veneno de ação rápida no corpo de uma pessoa de outro mundo, matando‑a instantaneamente. O veneno não tinha efeito sobre os maldequianos.

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Fomos escoltados pelo krate ao longo de outro corredor grandioso até uma sala repleta de diferentes tipos de pessoas de outros mundos e de vários maldequianos com ar muito preocupado. Embora a sala estivesse lotada, estava muito silenciosa; todos falavam sussurrando. Havia música suave vindo de uma fonte desconhecida. Disseram a Alfora e a mim para esperar nessa sala e Sou‑Dalf foi para outro lugar com o soldade krate. Descobrimos que as pessoas que esperavam nessa sala estavam ali ou porque houvessem sido convocadas ou porque tinham uma razão pessoal para entrar em contato com o órgão governante maldequiano. Os maldequianos de aspecto preocupado eram alguns dos que haviam sido convocados. Simms andavam pela sala carregando bandejas de bebidas refrescantes de frutas.

Depois de esperar cerca de quatro horas, uma simm elegantemente vestida se aproximou de nós chamando‑me pelo nome e me pediu para ir com ela. Alfora e eu a seguimos até um elevador que nos levou para cima a uma daquelas partes do palácio que pareciam suspensas no ar. Nessa plataforma aberta, havia um pequeno carro aéreo com um simm no controle. A simm, chamada Orbeleen, entrou no carro conosco. Logo nos aproximamos de um complexo de edifícios que se estendia por quilômetros. Os edifícios tinham vários andares e sua arquitetura poderia somente ter sido copiada da memória de alguém que já visitara um lugar construído pelos deuses (elohim). Não consegui compreender como esses lugares poderiam ter sido construídos ou projetados por seres humanos. Então entendi porque um Orna maldequiano dizia a um Toibe esperar que ele visitasse Maldek logo.

Durante várias vidas desde então, visitei outros mundos, até o planeta Nodia, cujo povo posteriormente se tornou o mais implacável adversário dos maldequianos e que já tinham ultrapassado os maldequianos em todas as formas de tecnologia na época de minha primeira vida. Os dois mundos não poderiam ser mais diferentes. As construções nodianas eram grandiosas, mas até hoje são continuamente modificadas, pois os nodianos estão sempre alertas a melhoramentos. Os primeiros nodianos eram uma gente arrogante, mas sua cultura se abrandou com o passar dos anos. Eles possuem senso de humor, mas podem ficar instantaneamente sérios. Atualmente, os nodianos e alguns maldequianos “reformados”(que se voltaram para seguir a Luz abandonando as Trevas) se dão bem uns com os outros.

Depois de descermos numa plataforma de aterrissagem rodeada por lindas árvores e plantas em flor, fomos levados a uma casa cujo telhado pontiagudo ficava ao nível do chão e era constantemente banhado por duas cachoeiras iguais. Entramos na casa por uma porta tipo alçapão de cristal vermelho localizada no telhado entre as cachoeiras, a seguir descemos um lance de escada. Era uma casa de diferentes níveis, contendo oito dormitórios espaçosos. O maior dos quartos dava para um despenhadeiro com uma queda de cerca de 180 metros. A única saída dessa mansão era por onde entráramos. Fiquei muitas horas sentado diante de uma janela na grande sala de estar, olhando as belas construções e panorama de Maldek abaixo. Enquanto estava sentado lá contemplei meu futuro e o de Alfora. Fiquei imaginando o que minha família acharia de minha mulher, que nunca haviam visto.

Orbeleen apresentou‑nos à nossa equipe de três criados simms, duas jovens e um homem bem mais velho. Levou algum tempo para Alfora entender o que um criado realmente era. Foi uma revelação para uma menina que, há menos de duas semanas, vivia num casebre às margens de um rio a cozinhar peixe numa fogueira. Os armários estavam repletos de todos os tipos de roupas guardadas em envoltórios transparentes. Algumas eram chamadas de roupas formais por Orbeleen, que disse que nos avisaria quando nos vestir com esses trajes. Antes de nos deixar naquele dia, disse‑nos que qualquer pedido que tivéssemos deveria ser transmitido a ela por intermédio do velho simm, Tarnbero.

As outras casas e apartamentos dessa área especial estavam ocupados exclusivamente por pessoas de outros mundos. Gradualmente, conhecemos muitos dos habitantes do complexo. Nós os visitávamos em suas residencias e descobrimos que também eram servidos por simms que respondiam dire­tamente a Orbeleen. O local em que residiam, como o nosso, tinha apenas uma saída e entrada comuns.

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Interior de uma Nave Mãe da Federação Galáctica, que orbita a Terra em nível de consciência superior ao da terceira dimensão. Desenho pelo artista que a visitou sem seu corpo físico…

Durante os três anos terrestres que passamos em Maldek, nunca saímos do complexo residencial. Nossa vida social girava em torno de reuniões com grupos de outros mundos nas quais partilhávamos informações sobre nossas culturas de origem. Ficamos sabendo da existência de rádio, televisão, fotografia, procedimentos médicos avançados e práticas religiosas diferentes. Eu ficava pensando porque os maldequianos não tinham, ou não utilizavam, o conhecimento desses sábios de outros mundos. De fato, nenhum maldequiano jamais compareceu a qualquer um desses encontros. Para nós, era como se não existissem maldequianos vivendo em Maldek.

Minha interação com os vários tipos de pessoas de outros mundos no complexo proporcionou‑me uma cultura em línguas que eu não poderia ter adquirido em outra parte. A necessidade de saber sobre o que nós, dos diferentes mundos, falávamos tornava necessário aprender rapidamente a linguagem uns dos outros. Minhas habilidades adquiridas em línguas acabaram por ser utilizadas na fase seguinte de minha vida, que se iniciou quando voltei à Terra.  Durante nossa permanência em Maldek, vi apenas três maldequianos. Escoltavam pelo complexo o novo embaixador nodiano designado para Maldek e a Terra ‑ Opatel Cre’ator. Naquele dia, ele estava acompanhado por seis homens de sua raça vestidos de uniformes pretos e por seu criado gigante, Corbalslate. O maldequiano conhecido apenas pelo nome simples de Sant foi designado seu intérprete.

Descobri que naquele dia estavam mostrando as acomodações a Opatel e sua equipe. Descobri também que ele recusara o mais opulento palácio do complexo destinado a pessoas de outros mundos. Recusou também vários outros palácios grandiosos fora do complexo. (Sei agora que ele não era o tipo de homem que gostava de entrar e sair por apenas uma única porta.) Providenciaram para ele uma clareira na montanha próxima ao complexo. Na montanha, ele estacionou uma grande espaçonave circular negra. Em sua fuselagem havia a insígnia da Casa de Comércio de Cre’ator, um triângulo prateado com um duplo lado esquerdo. Opatel e seus nodianos se abrigaram dentro da nave, a partir da qual também conduziam seus assuntos diplomáticos. Quando as obrigações diplomáticas de Opatel o levavam para a Terra, lá se ia ele com espaçonave, armas e bagagens, por assim dizer.

No período em que permaneci em Maldek, vi duas vezes a nave de Opatel partir e voltar à sua base na montanha próxima. Nunca pus os olhos em Opatel outra vez enquanto permaneci em Maldek. Cerca de três anos e meio depois, vi‑o novamente duas vezes, uma vez em suas funções oficiais na colocação do cume de cristal astrastone na Grande Pirâmide de Mir/Egito e outra vez quando conversamos em particular certa noite às margens do Nilo.

No período em que permaneci em Maldek, desfrutamos encontros, conversas e o compartilhamento de conhecimentos com várias pessoas de outros mundos no complexo. Cheguei mesmo a gostar e a admirar os cryberantes, grupo de pessoas que, a princípio, era muito reservado, tentando impressionar todos com o fato de saberem as respostas aos maiores segredos do universo. Por alguma razão que ainda tenho de descobrir, os maldequianos tinham um pouco mais de respeito pelos cryberantes (que eram ótimos telepatas) do que por qualquer outra raça do universo.

Os cryberiantes eram de um planeta que orbitava um sistema solar/estelar localizado na Constelação de Lira cuja principal estrela/sol é VEGA. Com o passar do tempo, um número considerável de cryberantes foram levados à Terra e empregados pelos maldequianos para esculpir a estátua atualmente chamada como a Esfinge, na planície de Gizé, em MIR/Egito, sob a qual havia várias câmaras secretas (as últimas descobertas recentemente em 2009). Sei agora que quando as câmaras foram concluídas, os cryberantes que as construíram foram mortos para impedir que revelassem as localizações das câmaras e suas vias de acesso. Havia outras câmaras não-ocultas sob a Esfinge, e foi em algumas delas que Ruke de Parn e sua família se esconderam quando os krates massacraram todos os envolvidos na construção das pirâmides. (Como sabem, os krates culparam os construtores das pirâmides pela destruição de seu planeta natal, Maldek.)

Alfora passava grande parte de seu tempo cuidando do jardim, e suas flores eram abundantes e belíssimas. Durante nossa permanência em Maldek, Alfora ficou grávida. Descobri depois que sua condição apressou nossa partida do planeta, pois os maldequianos não desejavam o nascimento de nenhum filho de pessoas de outros mundos em seu mundo natal, se pudessem evitá‑lo. Na verdade, durante minha primeira vida, nunca vi uma criança maldequiana com menos de cerca de 12 anos.

O planeta Maldek tinha quatro estações como a Terra, mas cada estação era mais longa pelo fato de Maldek descrever órbita (que se localizava entre às órbitas de Marte e Júpiter, onde hoje vemos os fragmentos da explosão de Maldek, o Cinturão de Asteroides) maior ao redor do Sol. Mesmo assim, as atividades de jardinagem de Alfora se estendiam pelo ano todo, pois o clima do complexo era controlado. Durante o inverno, toda a área do complexo era coberta por um campo de força de projeto graciano. Eu gostava dos invernos maldequianos, pois eram uma experiência visual muito bonita. Quando a neve branca que caia entrava em contato com o campo de força, tornava‑se num azul luminoso, e então verde. Os fios verdes d’água desciam pela superfície externa do campo em forma de domo, aquecendo‑se no percurso. Depois de atingir certa temperatura perto da parte inferior do campo, a água se evaporava formando um jorro de luz amarela e vermelha.

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A Esfinge, na Planície de Gizé, no Egito

Fomos avisados com dois dias de antecedência por Orbeleen que sairíamos de Maldek para a Terra. Chegamos a nosso ponto de partida à noite e encontramos esperando uma grande espaçonave triângular que não era um veículo graciano, e sim de modelo maldequiano. Os operadores da nave e passageiros eram maldequianos, exceto por Alfora e eu. A bordo, encontramo‑nos novamente com Sou‑Dalf que não víamos há três anos. Ele agora vestia o uniforme dos oficiais krates. Sou‑Dalf deu pouca atenção a Alfora e a mim, sendo visto na maioria das vezes em companhia de outro oficial krate de posto igual ao seu, cujo nome era Serp‑Ponder. (Sou forçado a dizer que, se já houve um maldequiano que passei a admirar, foi Serp‑Ponder.

Se não fosse por ele, teria sido morto naquela primeira vida e meu corpo jogado na montanha de corpos dos cryberantes mortos para guardar os segredos da Esfinge.) Quando saímos de Maldek, a única coisa que levamos foi o que trouxéramos e cerca de cem pacotes de sementes de flores. Essas sementes se perderam durante o vôo e nunca mais foram encontradas.

DE VOLTA À TERRA

Nosso vôo de Maldek para a Terra foi bem sossegado. Alfora e eu nos afastamos dos outros e preparávamos a nossa própria comida em nossa área de convivência de um cômodo. Quando aterrissamos fomos deixa­dos a cerca de 4,8 quilômetros de meu povoado natal de Tigrillet sem nem mesmo um até logo. Ficamos no campo aberto com nossos per­tences enquanto a nave maldequiana se ergueu, saindo da nossa vista. Confuso, fiquei pensando se deveria ir para a casa dos meus pais ou para a vila dos maldequianos Cro‑Swain e Debettine. Decidi ir para a casa de minha família e apresentar minha mulher. Começamos a andar em direção do povoado quando o Sol descia no poente. À medida que andávamos, escutávamos os sons dos pássaros noturnos. Os sons das matas a nosso redor fizeram sentir‑nos bem por voltar uma vez mais à Terra.

Quando entramos no povoado, encontramo‑lo às escuras, embora a vila maldequiana na montanha estivesse feericamente iluminada, estando agora circundada por diversos outros edifícios de vários andares. Enquanto andávamos pelas ruas desertas, ouvimos alguém cantando e dedilhando um violão. A melodia era uma antiga canção folclórica da Terra, mas a letra fora mudada e traduzida para o idioma de Maldek. Chegando à porta da casa de minha família, encontrei uma bolsa de bolotas (fruto do carvalho) pendurada na aldrava da porta. Era sinal de que os donos da casa não estavam. Alfora e eu passamos a noite ali. Pelo número de velas queimadas, consegui deduzir que a força elétrica para o povoado estava desligada há bastante tempo.

Na manhã seguinte, andamos em direção à praça do povoado e encontramos as pessoas às voltas com seus afazeres como se tudo estivesse perfeitamente normal. A prefeitura estava vazia exceto por dois krates entretidos num jogo semelhante ao xadrez. Não dissemos nada a eles. Depois de nos informarmos um pouco, descobrimos que minha família agora morava com o irmão mais velho de meu pai, Kanius. A fazenda de tio Kanius ficava a cerca de 19 quilômetros do povoado. A medida que andávamos em direção à fazenda, passamos pela pequena usina de força. A estrada de acesso à usina estava guardada por dois jovens terráqueos sem uniforme que pareciam tão ignóbeis quanto os krates. Lançaram‑nos um olhar frio, mas conseguiram dar um sorrisinho quando eu disse olá em maldequiano.

Mais ou menos na metade de nossa viagem, passou por nós uma carruagem puxada por seis cavalos. Seu único passageiro era Deybal Ben‑Volar, que já fora chefe de polícia de nosso povoado (meu pai fora seu chefe suplente). Reconheceu‑me e pediu‑nos para ir com ele, pois estava a caminho de um encontro com meu pai e tio Ka­nius. Durante a viagem para a fazenda, fez‑me perguntas intermináveis sobre minha visita a Maldek. Ficou muito decepcionado ao saber que, durante nossa permanência, ficáramos isolados no complexo destinado às pessoas de outros mundos, pois eu pouco lhe podia contar sobre Maldek ou seu povo nativo. Senti que o amigo de meu pai queria dizer‑me algo, mas se conteve, pois ainda não tinha certeza se podia confiar em mim.

Alfora e eu fomos alegremente recebidos por minha família. Estavam nos esperando, pois naquela manhã uma arca com moedas de ouro fora entregue para mim ali por um simm. O dinheiro fora mandado por Cro‑Swain em pagamento por meus serviços de acompanhante de Sou‑Dalf. Tio Kanius estava espumando de raiva e me aconselhou a guardar um pouco do que ganhara para pagar o imposto que os maldequianos estavam cobrando sobre crianças recém‑nascidas. Apenas as crianças cujos pais pagassem tal imposto seriam ensinadas a ler e escrever e teriam permissão de freqüentar a escola. O imposto poderia ser pago a qualquer tempo da vida da criança (juntamente com os juros acumulados).

O PLANO MALDEQUIANO DE CONTROLE TOTAL DO SISTEMA SOLAR (n.t. E a origem dos problemas que ainda hoje enfrentamos em nosso planeta. Percebam a semelhança na forma de implantar um sistema de controle GLOBAL).

      Descobri que durante minha ausência as coisas haviam mudado drasticamente na Terra. Alegando que os nodianos representavam um grande perigo para a Terra e seu povo, os maldequianos declararam lei marcial em todo o planeta. Suspenderam as atividades do Governo do Conselho de Anciãos da Terra (não existiam países naquele tempo) e dizia‑se que os templos seriam fechados aos que não pudessem comprar um passe. Centenas de milhares de krates e mercenários de outros mundos tinham sido trazidos para a Terra. Os assim chamados novos impostos seriam usados para sustentar os “protetores”. Apenas as instalações maldequianas dispunham de energia elétrica.

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A rebelião do El de Maldek, Baal, Lúcifer, Bel, Marduk, é o começo da rebelião entre os deuses criadores que deu início a luta entre TREVAS e LUZ em nosso sistema solar. Isto começou a cerca de 251 milhões de anos …

Qualquer pessoa da Terra que entrasse em contato ou tratasse com alguém de outro mundo que não constasse da lista maldequiana de amigos seria imediatamente preso, e depois, publicamente executado. Uma das coisas que realmente enfureciam meu tio era que os maldequianos queriam que ele tocasse sua fazenda com trabalho escravo. Os escravos eram gente que havia violado alguma regra maldequiana ou que não tinha meios de pagar alguma multa ou imposto ridículo. Meu pai me disse que mais da metade das pessoas que ele conhecera desde menino eram agora escravas dos maldequianos. Dizia‑se também que quando a “ameaça nodiana” passasse, essa gente estaria livre para seguir com suas vidas como antes. Os maldequianos proclamavam que eram medidas de emergência implementadas apenas para fazer frente ao perigo incerto.

Sei agora que esses atos cruéis eram, na verdade, um programa de 315 anos maldequiano para controlar totalmente a Terra (e mais tarde os demais planetas do sistema solar) e escravizar os seus habitantes nativos. A presença de nodianos no sistema solar fez com que desistissem de seu plano original em favor de um controle gradual, acelerando‑o antes que os nodianos tivessem chance de descobrir e contar o segredo a nós ou a outros povos deste sistema solar, que os maldequianos planejavam derrotar no futuro. Uma semana depois de minha chegada à fazenda de meu tio, aterrissou um carro aéreo trazendo o simm Rubdus. Trouxe‑me uma mensagem de Cro‑Swain, que era agora o ditador militar maldequiano da região. A mensagem, escrita no alfabeto maldequiano (que ele sabia que eu podia entender agora) oferecia‑me um emprego de tradutor na terra de Mir (Egito). Eu seria muito bem pago por meus serviços e seria dispensado do pagamento de qualquer imposto sobre meu filho que estava para nascer. A oferta de Cro‑Swain foi um dos assuntos tratados na reunião mais tarde naquela noite.

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Continua…

Descoberto rio com águas ferventes na Amazônia


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rio-aguas-ferventes-peru-mayantuiacuCientistas descobrem lendário rio que ferve suas águas e cozinha suas vítimas no coração da Amazônia peruana

As antigas lendas falavam de um rio de águas tão quentes, que fervem a partir das profundezas do solo, existente no coração da Amazônia. A formação como Geocientista dizia a Andrés Ruzo que esse tipo de história não poderia ser verdade. Mas isso foi antes de que ele mesmo  ver o rio com águas ferventes com os seus próprios olhos.

Cientistas descobrem um rio com águas em ebulição no coração da amazônia peruana. Nas profundezas da selva amazônica no Peru, um mítico rio cujas águas chegam a atingir a impressionante temperatura de 86°C finalmente começou a atrair a atenção dos cientistas.

Fonte: http://br.sputniknews.com/

Quando tinha doze anos, segundo relata o Gizmodo, o avô do geofísico peruano Andrés Rizzo contou-lhe uma história estranha. Depois que os conquistadores espanhóis mataram o último imperador inca, dirigiram-se para o coração da floresta amazônica em busca de ouro.

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Localização do rio de águas ferventes no coração da floresta amazônica

Poucos desses homens teriam retornado da expedição, mas aqueles que o fizeram falavam assustados sobre uma viagem de pesadelo, com águas envenenadas, cobras devoradoras de homens, fome, doenças e um rio de águas ferventes capaz de cozinhar quem ousasse adentrá-lo.

Ruzo sempre pensou que a existência de um rio fervendo no meio da Amazônia não passava de lenda. No entanto, anos depois, fazendo seus estudos de pós-graduação em geofísica, ele começou a imaginar se a história não guardaria um fundo de verdade.

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O rio está localizado em Mayantuyacu, Peru, no fundo do coração da floresta amazônica. Por alguma razão, o rio escapou do escrutínio científico. Mas Ruzo está em uma missão pessoal para mudar isso.

Enfrentando a descrença de quase todos, ele aprofundou-se na pesquisa e acabou descobrindo o rio Mayantuyacu, cujas correntes atingem uma temperatura média de 86°C, sem qualquer origem magmática ou vulcânica. Geralmente os rios com águas de ebulição estão associados com vulcões, mas não há vulcões na Amazônia, nem na maior parte do Peru.

O rio encontrado por Ruzo, considerado sagrado pelos índios Ashaninka, chega a ter 25 metros de largura e seis metros de profundidade e corre quente por pouco mais de seis quilômetros antes de desaguar em outro afluente. Onde a temperatura da água é superior a 47°C, pode provocar queimaduras de terceiro grau, enquanto que para a maioria dos animais pode ser fatal.

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O sapo não sobreviveu com seu encontro com o rio. ‘Eu vi todos os tipos de animais caírem, e o que é chocante para mim, é o processo que é praticamente o mesmo”, disse Runzo. “Então a primeira coisa que acontece são os olhos. Os olhos, aparentemente, cozinham muito rapidamente”.

“Assim como as pessoas temos sangue quente correndo em nossas veias e artérias, a Terra tem água quente correndo por suas fendas e falhas. Quando alcançam a superfície, produzem-se manifestações geotérmicas: fumaças, fontes termais ou, neste caso, rios ferventes “, explicou o cientista peruano.

Mayantuyacu é visitado todos os anos por um punhado de turistas, que vêm experimentar as práticas medicinais tradicionais do povo Ashaninka. De acordo com o Gizmodo, porém, salvo algumas referências obscuras em revistas de petróleo da década de 1930, a documentação científica sobre o rio é inexistente. De alguma forma, esta maravilha natural conseguiu escapar à atenção dos cientistas por mais de 75 anos.

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À esquerda a água em ebulição emerge do leito do rio. Na foto à direita um xamã da tribo local que guarda o rio.

No entanto, a principal preocupação de Ruzo agora consiste em chamar a atenção mundial para salvar este cenário único, povoado de lendas estranhas e sensações fumegantes. Se nada for feito para parar o desmatamento das florestas circundantes, Mayantuyacu corre o risco de desaparecer.

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Sinais antigos deixados na Terra pelos extraterrestres


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Na Terra são encontrados faróis (sinais) antigos destinados para os alienígenas

No estado indiano de Chhattisgarh foram encontrados desenhos antigos em pedras, que têm pelo menos 10 mil anos. De acordo com o arqueólogo JR Bhagat, os desenhos encontrados em uma caverna que fica a 130 quilômetros da cidade de Rajpur, retratam as criaturas alienígenas como observadas pelos humanos pré-históricos. As imagens são tão incomuns que o departamento de arqueologia e cultura indiana pretende pedir ajuda na sua investigação para a NASA e para a ISRO (agência de pesquisa espacial indiana).

Existem muitos sinais, faróis antigos na Terra para orientação dos alienígenas

Por Kirill Gorbatov – Voz da Rússia –  Fonte: http://indian.ruvr.ru/

As hipóteses de que as civilizações extraterrestres já haviam desembarcado no território da Índia antes, existem há muito tempo. As gravuras rupestres descobertas não são a única prova deste tipo. Há fenômenos, cuja natureza até hoje não pode ser explicada pelos cientistas.

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Magnetic Hill – Colina Magnética, em Leh não obedece às leis da gravidade conhecidas.

Em uma remota e desabitada região na Índia, próxima da fronteira com o Tibete chamada Ladakh (“terra de passagens elevadas”) por exemplo, existe a conhecida Magnetic Hill * (Colina Magnética) localizado a 30 km da cidade de Leh. Segundo as suposições audaciosas de alguns cientistas, inclusive de pesquisadores da NASA, este morro pode ser um dos “faróis” de localização para civilizações extraterrestres.

Neste local é detectada uma radiação eletromagnética muito forte. O Morro Magnético, em Leh não obedece às leis da gravidade, vários experimentos têm demonstrado repetidamente que lá um carro com o motor desligado, consegue subir um trecho íngreme da estrada a uma velocidade de até 20 km/h. Já os pilotos de aviões ao sobrevoarem o local, devem ganhar bastante altitude a fim de evitar que a radiação eletromagnética desabilite os equipamentos de navegação das aeronaves.

Quase tudo que sabemos sobre o espaço devemos à radiação eletromagnética que se espalha mesmo no vácuo à velocidade da luz, explica um astrofísico russo, doutor em ciências físicas e matemáticas, Vassili Voschinnikov:

“A radiação eletromagnética pode se espalhar sem perder sua força mesmo em distâncias infinitamente longas em uma fração de segundo. Até onde eu sei no nosso planeta existem regiões onde existe tanta radiação que ela pode ser vista do espaço a uma distância de bilhões de anos-luz. Não descarto a possibilidade de que Ladakh possa ser uma dessas regiões”.

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O Vale da Morte (em inglês: Death Valley)

O Vale da Morte (em inglês: Death Valley) é uma árida depressão localizada ao norte do Deserto de Mojave, nos Estados Unidos, na Califórnia. Estende-se por aproximadamente 225 km, ao longo da fronteira da Califórnia com o estado de Nevada, a aproximadamente 160 km oeste de Las Vegas. O Vale da Morte é famoso por seu clima extremamente quente. A região recebeu esse nome a partir dos perfuradores e garimpeiros durante a Grande Corrida do Ouro da Califórnia em 1849.

O deserto de gelo de Ladakh é uma cópia espelhada do vale da Morte, na Califórnia, Estados Unidos. Tanto o planalto de Ladakh, quanto o Vale da Morte de Califórnia estão situados na mesma latitude, paralela ao Equador. Porém, o Vale da Morte é uma árida depressão localizada a 86 metros abaixo do nível do mar, enquanto o Ladakh sendo o planalto mais alto da Índia fica a uma altitude de 2750 metros acima do nível do mar.

As características climáticas também são completamente opostas. Em 1913, no vale da Morte, foi registrada a temperatura mais alta do mundo, de +56,7°C, enquanto no Ladakh, pelo contrário, todo ano no inverno a temperatura cai até -40°C e isso no clima tropical Indiano!

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Ladakh (em rosa), como visto no mapa da Caxemira administrada pela Índia

Ambos os desertos, sendo situados na mesma latitude e possuindo as mesmas propriedades eletromagnéticas porém diferentes características naturais formam um imã gigante, que manda sinais para o espaço, positivos na Califórnia e negativos nos arredores da cidade de Leh.

A hipótese dos cientistas de que esses lugares servem de “faróis” para civilizações extraterrestres surgiram principalmente devido às evidências dos moradores locais. Além de antigas lendas, existem provas mais modernas. Os moradores mais antigos de Ladakh contam a história de uma aterrissagem de um UFO, perto do Mosteiro de Lamayuru, no final da Segunda Guerra Mundial.

O Mosteiro Lamayuru, reconhecido como Tharpa Ling que significa o “lugar de liberdade”; é o mais antigo e um dos maiores mosteiros na região de Ladakh em Jammu e Kashmir. Ele está localizado cerca de 127 km de Leh em uma montanha íngreme entre Bodhkharbu e Kha-la-che. O mosteiro pertence à seita dos Gorros Vermelhos do budismo. No seu auge, o mosteiro abrigava 400 monges, mas hoje em dia existem apenas 50 internos. Cerca de 150 monges residem na vila Lamayuru.

O Mosteiro Lamayuru, reconhecido como Tharpa Ling que significa o “lugar de liberdade”

O Mosteiro Lamayuru, reconhecido como Tharpa Ling que significa o “lugar de liberdade”

Eles contam que de uma aeronave desconhecida tinham saido alguns anões. Eles não deixaram as pessoas se aproximarem. E o mais curioso nisso tudo é que esta descrição coincide plenamente com os desenhos de pedra encontrados em Chhattisgarh.

No estado indiano de Chhattisgarh foram encontrados desenhos antigos em pedras, que têm pelo menos 10 mil anos. De acordo com o arqueólogo JR Bhagat, os desenhos encontrados em uma caverna que fica a 130 quilômetros da cidade de Raipur, retratam as criaturas alienígenas observadas pelos humanos pré-históricos.

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* Magnetic Hill é uma colina com força magnética muito forte situada  perto de Leh, em Ladakh, na Índia. A colina é acusada de ter fortes propriedades magnéticas suficiente para puxar carros aclive acima e de forçar a passagem de aeronaves com aumento da sua altitude de voo para escapar da interferência magnética emitida pelo local.

O “monte magnético” está localizado na estrada nacional Leh-Kargil-Baltik, a cerca de 30 km de Leh, a uma altura de 14.000 pés (cerca de 4257 metros) acima do nível do mar. Por seu lado oriental, corre o sagrado rio Indus (Sindhu em sânscrito), que se origina no Tibete e vai para o Paquistão.

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Magnetic Hill (Colina Magnética), em Leh não obedece às leis da gravidade conhecidas.

O morro está localizado na estrada nacional Leh-Kargil-Batalik, e faz fronteira com o rio Indus. O Exército indiano mantém um  Gurdwara (uma espécie de templo) da religião sikh perto da colina onde o  Guru Sikh Nanak Dev, o primeiro dos Dez Gurus do Sikhismo, meditou no século 15. Devido tanto a existência do Gurdwara e a colina magnética, a área tornou-se um destino de forte apelo pelo turismo popular.

As linhas de Nazca são uma série de grandes e antigos geoglifos no deserto de Nazca, no sul do Peru. As maiores figuras têm até 1.200 pés (370 m) de comprimento. Eles foram designados como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1994. O árido e alto planalto se estende por mais de 80 km (50 milhas) entre as cidades de Nazca e Palpa no Pampas de Jumana, cerca de 400 km ao sul de Lima. Embora alguns geoglifos locais se assemelhem a motivos de Paracas, Os estudiosos acreditam que as Linhas de Nazca foram criadas pela cultura Nazca entre 500 aC e 500 CE.

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Beija flor desenhado em Nazca, com cerca de 135 metros de comprimento, visível apenas do ar a certa altitude.

 Os números variam em complexidade. Existem centenas de linhas simples e formas geométricas; mais de 70 são projetos zoomorficos dos animais, tais como pássaros, peixes, lamas, jaguares e macacos, ou figuras humanas. Outros desenhos incluem formas phytomorfica , tais como árvores e flores.

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Paul Hellyer, ex Ministro do Canadá: “Eu acredito em OVNIs … porque eu os vi”


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Eu acredito em OVNIs … porque eu os vi’, declarou ex-ministro da Defesa canadense, que  acusa o governo norte-americano de encobrir a verdade a respeito dos UFOs e ETs.

Ele está em um órgão consultivo para a Rainha, funciona como um ativista ambiental e é credenciado com a integração das forças armadas do Canadá. Mas, além de tudo isso, o ex-ministro da Defesa canadense diz que os OVNIs são reais, que alienígenas visitam a Terra e o governo dos EUA está encobrindo informações sobre eles.

Uma entrevista ao jornal DAYLY MAIL do ex Ministro da Defesa do Canadá sobre a existência de UFOs e extraterrestres.

Fontehttp://www.dailymail.co.uk/

  • Ele diz que seria demitido por suas opiniões se estivesse em seu antigo cargo hoje;

  • Ele acusa os militares dos EUA de terem armas para usar contra os UFOs/OVNIs e que os alienígenas podem nos ajudar a aprender sobre as mudanças climáticas em curso na Terra.

Pelo DAILY MAIL Reporter – Londres, Reino Unido

Paul Theodore Hellyer diz que, provavelmente, hoje seria demitido por suas opiniões se ele ainda fosse ministro da Defesa Nacional  do Canadá, mas está convencido de que ele próprio assistiu a UFOs.

O ex-ministro canadense da Defesa Nacional diz que ele está convencido de que os OVNIs são reais e alega que os EUA encobriram e encobrem informações sobre os UFOs. Hoje com 90 anos, ele é o membro mais antigo do Conselho Privado da Rainha para o Canadá, disse que nunca discutiu seus pontos de vista com altos funcionários, quando ele estava no Ministério da Defesa.

Este é o tipo de assunto que às vezes não se fala sobre isso aos políticos“, disse ele. “Eu não tenho nenhuma dúvida de que provavelmente havia pessoas no meu emprego que teriam sido mais bem informados do que eu era naquela época.

Eu recebia relatórios periódicos sobre avistamentos e eu olhava para eles muito casualmente. Decidiu-se que cerca de 80 por cento deles eram fenômenos naturais de um tipo ou outro, e os outros 20 por cento eram aproximadamente inexplicáveis e, portanto, não identificados”.

O Sr. Hellyer está apresentando seus pontos de vista sobre UFOs esta semana no Congresso Internacional de Ufologia, em Scottsdale, Arizona, e diz que ele está ‘convencido’ da sua existência.  “Nós vivemos muito tempo em um sentimento de isolamento, pensando que a Terra era o centro do cosmos, que eramos as únicas espécies e, portanto, provavelmente a mais avançada”.

Avistamento: Sr. Hellyer diz que viu um OVNI passar nos céus no dia de Ação de Graças perto de Toronto e ele olhou para o céu por 20 minutos e o viu em movimento se deslocando.

“E quando a gente chegou à conclusão de que não somos nenhuma dessas coisas, então eu acho que nós devemos estar cientes de que (e) aprender a conviver com isso”, disse a AOL News.

Sr. Hellyer afirma ter visto um OVNI com sua esposa quando passava o feriado do dia de Ação de Graças, perto de Toronto, e olhou para o céu por 20 minutos assistindo o objeto em movimento.  Ele disse a AOL: “Pelo processo de eliminação, se determinou que não era uma estrela ou satélite e não era a estação espacial ISS, então realmente não havia explicação deque não era, de fato, um OVNI. Parecia uma estrela, mas ele manobrou de forma que as estrelas não o fazem jamais”.

Teoria: astronauta Edgar Mitchell elogiou seus escritos sobre o uso de tecnologia alienígena a 'sombra do governo dos EUA

Edgar Mitchell

Teoria: o astronauta Edgar Mitchell  elogia as declarações nos escritos de Hellyer sobre o uso de tecnologia alienígena pelo “governo secreto nas sombras“ dos EUA.

Ele acredita que os EUA vem desenvolvendo novas formas de energia nas unidades de Black Operations em segredo usando tecnologia alienígena e que um “governo secreto que atua nas sombras” (n.t. que governa de fato os EUA, sendo o governo “eleito” pelo povo meros marionetes e fantoches que devem seguir a agenda de “quem realmente manda”) está por trás destas atividades.

 O astronauta da Apollo 14 Edgar Mitchell, fundador do Instituto de grupo de pesquisa Ciência Noética, descreveu a teoria do Sr. Hellyer como uma “importante contribuição” para a literatura em Exopolítica.  A “Sua experiência no governo canadense, o seu interesse em Exopolítica e as questões da sustentabilidade da civilização são áreas significativas do discurso atual“, disse ele.

O coronel reformado do Exército John Alexander, também falando na conferência desta semana, acredita que os OVNIs são reais, mas diz que nunca houve um encobrimento.

Sr. Hellyer acrescentou: “As pessoas continuam falando sobre transparência e ainda não estão dizendo a verdade, e isso se aplica em várias outras áreas, bem como aos OVNIs. “É apenas uma questão de tempo para que comecemos a ficar abertos uns com os outros (nós e os alienígenas) e tentando se dar bem e vivermos juntos.”

Ele disse que “provavelmente manter sua boca aberta falando sobre isso ‘e’ poderá ser demitido por que ele “falou sobre suas opiniões no escritório hoje”.

Ele disse que, em 2005 os militares dos EUA já estavam preparando armas para usar contra os alienígenas, e eles poderiam nos levar a uma guerra intergaláctica sem nos dar nenhum aviso (o governo secreto que controla os EUA). 

Ele disse dois anos mais tarde, que os governos deveriam usar alternativas de tecnologia alienígena aos combustíveis fósseis, alientech  obtidas durante supostas quedas de UFOs/OVNIs para combater as mudanças climáticas do planeta.

Proporções: Sr. Hellyer acredita que cerca de 80 por cento dos relatórios de avistamentos eram fenômenos naturais e os outros 20 por cento eram avistamentos de UFOs

Sr. Hellyer foi responsável, em 1963, pela criação das Forças Armadas canadenses a partir da integração da Royal Canadian Army, marinha e força aérea em uma única organização. Ele também fez campanha sobre questões como a reforma monetária, do Oriente Médio e do meio ambiente.

O Website do Sr. Hellyer (http://www.paulhellyerweb.com/) diz que ele é a ‘primeira pessoa de posição em gabinetes de governo no grupo  dos países do G-8 a afirmar categoricamente que “Os OVNIs são tão reais quanto os aviões que voam acima“.

Vídeo de um avistamento de um UFO na China, que desaparece instantaneamente no ar:

Outras figuras públicas que declararam os OVNIs são de origem extra-terrestre incluem o ex-líder da ex-URSS, Mikhail Gorbachev, o Professor Stephen Hawking e o ex-presidente dos EUA, Ronald Reagan.

Informações sobre Planeta SERPO em: 

  1. http://thoth3126.com.br/category/serpo-zeta-reticuli/


Dizem que existem três tipos de pessoas no mundo: 

1.   Aquelas que fazem as coisas acontecerem;

2.   Aquelas que observam as coisas acontecerem e

3.   Aquelas que ficam se perguntando o que aconteceu????

A vasta maioria da humanidade encontra-se nas duas últimas categorias. A maioria tem “olhos para ver”, mas não enxerga o que está acontecendo. A maioria tem “ouvidos para ouvir”, mas não compreende o que está acontecendo:“LOCAL, NACIONAL ou INTERNACIONALMENTE

A Frota de Espaçonaves da Federação Galáctica – (I)


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#DivulgaçãoCientífica

nave-mãe-federação-mothership“Chegamos com muito mais para lhes dizer. Muitos de vocês podem se perguntar como dispomos as nossas frotas de diferentes espaçonaves em seu sistema solar. Você também pode ter curiosidade de como nossas frotas de naves com diferentes tamanhos e com várias funções se inter-relacionam. Para começar, as nossas frotas estão posicionadas (em órbita do planeta Terra) numa disposição composta de três anéis concêntricos”…

A Frota da FEDERAÇÃO GALÁCTICA-Ashtar Sheran:

Fonte: http://www.ashtarcommandcrew.net

… O primeiro anel da frota circunda a Mãe Terra e sua companheira “artificial”, a sua Lua. Esta frota contém mais de um milhão de naves, a maioria das quais são pequenas, veículos de transporte e são desarmadas. Sua tarefa é observar vocês e seu planeta, para supervisionar as operações da frota e para o transporte de determinados tipos de fontes que não podem ser teleportados para as nossas bases.

Sobre a LUA saiba mais em: 

Ilustração: Galactic Federation Fleet e seu posicionamento com relação à Terra. Não está em escala. Ilustração, por Luis Prada

Essas bases estão localizadas abaixo de todos os continentes, oceanos e mares, são ligados a um vasto conjunto de cidades de cristal e às comunidades que compõem a Terra (Inner Earth) Interior. No entanto, outro grupo de bases pode ser encontrado em sua Lua, que contém uma enorme rede de comando e centros de pesquisa. Estas estações nos fornecem os meios para nós acompanharmos as ações do armamento inter-dimensional e espaço temporal do seu governo mundial secreto que opera para as forças (Irmandade) das trevas. Eles não representam uma ameaça potencial para nós.

Em torno deste primeiro anel interno de naves estão dispostos vários raios que consistem de um número de ligação especial de frotas de defesa. Sua finalidade é, em primeiro lugar, para supervisionar e, em seguida, tomar medidas eficazes, sempre que necessário.

Nosso objetivo nesse caso é para recusar a continuidade da utilização pelo seu governo mundial secreto, oculto  de qualquer armamento que possa constituir uma ameaça para os nossos aliados terrestres. Criamos “estações” interplanetárias para fechar todos os portões estelares inter-dimensionais e acompanhar atentamente quaisquer distorções criadas artificialmente na onda natural de seu espaço tempo.

Aqui, tenha em mente que o plano físico de seu planeta é realmente uma ilusão criada pelo núcleo do sistema de crença coletivo e os ditames do plano Divino. Nesse plano Divino, os padrões naturais ocorrem na forma de Tempo e Luz que coalescem para formar o espaço “o material que produz realidades”.

Frame de um vídeo feito pela NASA da frota da Federação Galáctica.

Consciências limitadas por sociedades conduzidas pelas Trevas, de fora e de dentro de seu planeta têm utilizado esses padrões naturais para construir armas temíveis que alteram realidades, transformam dimensões e deformam ou restringem o fluxo normal do tempo. Seu governo mundial secreto cooptou o trabalho de muitos de seus inventores e cientistas (entre eles NIKOLA TESLA), e fundiu-os com uma série de tecnologias extraterrestres de fora do seu planeta.

Outras tecnologias do  governo mundial secreto  são capazes de alterar sua saúde dos corpos físico, mental e emocional. Sua vil finalidade é trazer a um eventual controle de suas mentes. Então, eles podem concluir as alterações genéticas deixadas inacabadas pela queda e submersão da Atlântida cerca de 13 milênios atrás (em 10.984 a.C). Nossa missão é neutralizar e evitar qualquer utilização em grande escala destas tecnologias (como a tecnologia do Projeto HAARP) .

Avião dispersando CHEMTRAIL na atmosfera planetária.

Todo dia, nós dos “Céus” estamos trabalhando para terminar, na programação e tempo determinados, o processo que levará a humanidade de volta à plena consciência. Mais uma vez, nós colocamos em alerta àqueles que pertencem e trabalham para o seu governo mundial secreto, que continuam a abrigar a crença de que eles podem dificultar esta operação sagrada. Nós da Federação Galáctica NÃO TOLERAREMOS tais tentativas.

Sobre CHEMTRAIL, saiba mais:

  1. http://thoth3126.com.br/chemtrail/

  2. http://thoth3126.com.br/chemtrail-a-air-evergreen-pertence-a-cia/

Assim, NÓS criamos uma equipe repleta de cientistas e ligações correspondentes que estão à procura por estes programas e, em seguida, limitamos a sua utilização e eficácia. Corretamente aplicadas, estas tecnologias podem ajudar substancialmente naquilo que os “Céus” estão criando. Caros amigos, nós sinceramente damos às boas-vindas a uma divulgação completa dos atos secretos de seu governo mundial secreto, cometidos durante os  dois últimos séculos do passado da Terra, que têm dificultado o seu retorno à plena consciência.

Veja abaixo vídeo da Frota interestelar captada pela câmara de vídeo da Space Shuttle da NASA:

Estrutura da Federação Galáctica da Luz na Supervisão da Transformação do Planeta Terra  Veja a ilustração de Luis Prada a seguir.:

Localização

Consiste em:

Função:

1º Anel

Mais de um milhão de naves exploradoras e veículos de transporte desarmados

Para supervisionar as operações da frota, material de transporte para bases subterrâneas e cidades no interior da Terra e das bases na Lua.

Spokes-Comunicação

Ligação e frotas de defesa.

Supervisionar e efetuar contramedidas de defesa, se necessário, contra os programas como o controle físico, emocional e mental e o controle da mente do governo secreto  e também fechar todas os PORTAIS estelares interplanetários e distorções da onda do espaço tempo artificialmente criadas.

2º Anel

Sediado em Marte em bases subterrâneas e de superfície. Seres Sencientes (Espirituais) não seres humanos na forma. Naves Mães do tamanho de planetóides

Aumentar a pesquisa e observação que estão sendo feitas pelo primeiro anel. Também trabalham em tarefas que envolvem armas e tecnologia para defesa. Trabalho na preparação para a chegada em massa de seres humanos em MARTE, QUANDO a viagem humana à plena consciência FOR concluída.

Espaço entre o anel 2º e 3º

Comando Especial de naves do tamanho de um Planeta, para a frota de Exploração e Ciência.

Principais Naves de comando para a primeira missão de contato. Um procedimento padrão é o encobrimento dessas naves para  mantê-las longe dos olhos curiosos de vários telescópios espaciais. O objetivo destes telescópios é, essencialmente, de localizar essas naves.

3º Anel

O Maior. Milhões de naves imensamente variadas, que vão desde o tamanho de grandes Naves Mães do tamanho de transatlânticos até aos quase do tamanho de Netuno ou Urano. Também existem estações de transporte principal, que levam de volta à profusão de mundos habitados.Tem também os coordenadores de tráfego para esta imensa frota de espaçonaves.

Estas Naves Mães são simplesmente o apoio final, servindo como componentes que entrarão no segundo anel somente quando necessário. Elas afirmam e proclamam a todos os adversários em potencial que a Mãe Terra e o seu sistema solar estão claramente passando por uma transformação que nenhum Ser, corporificado ou em forma não corpórea, pode impedir. Os coordenadores de trânsito servem para mover as espaçonaves entre os anéis de volta para o espaço interestelar ou intergaláctico.

navemãe-interior

Interior de uma NAVE MÃE real da frota de Ashtar Sheran da Federação, orbitando a Terra em outro nível dimensional, pronta para entrar em ação quando necessário.

O segundo anel de componentes da frota está sediado em Marte. Estes grupos de apoio consistem principalmente de seres sencientes que não são humanos em forma (são seres espirituais). Muitos deles serão introduzidos logo após o início do primeiro contato. Outros irão esperar até que esteja restabelecida a plena consciência no planeta. Dentro desta segunda série de frotas estão incluídos algumas Naves Mães menores, de tamanho de um planetóide, cujo objetivo é aumentar as pesquisas e observações feitas pelo anel interior de naves.

Elas também têm um número de tarefas que envolvem armamento e tecnologia que, no decurso das últimas décadas (começando com a queda de um UFO em Roswell-Novo México-EUA, em 1947) tem sido dada ao seu governo mundial secreto. A maior parte dessa tecnologia foi fornecida por extraterrestres de mundos não confederados (das Trevas), de Ligas e Impérios Estelares cujas naves estão há décadas sendo vistas nos céus da Terra. Em Marte, uma rede de bases da Federação na superfície e subterrâneas atua como o controle de comando’ deste segmento de frotas extremamente diversificada.

Esse pessoal da Federação Galáctica também estão preparando febrilmente o Planeta Marte para a evacuação em massa de seres (os evoluídos para um novo NÍVEL DE CONSCIÊNCIA) da terra e a sua chegada, após E QUANDO a sua viagem à plena consciência ESTIVER concluída.

Entre o segundo e o terceiro anéis estão um grande número de naves especiais de comando do tamanho de planetoides da frota de Ciência e Pesquisa. Eles servirão como naves de comando principal para a missão de primeiro contato.

O procedimento padrão é manter a cobertura dessas naves para mantê-las longe dos olhos e da vista curiosa dos seus muitos telescópios espaciais. O objetivo principal desses telescópios, essencialmente, é encontrar-nos, localizar as nossas naves. De tempos em tempos, muito brevemente, algumas dessas naves mães se revelaram, a fim de mostrar aos integrantes do seu governo secreto que ainda estamos aqui e não pretendemos ir embora.

Sabemos que as raras aparições destas naves por seus astrônomos não são notificados. Eles temem represálias, tanto por seus pares ou por aqueles que lhes conferem as bolsas de financiamento. Seu governo secreto tem muito medo destas naves, porque percebem plenamente a capacidade que uma frota desse tipo têm e a insignificância de qualquer capacidade de resposta que pudessem efetuar. Aqui, vamos repetir que ESSAS NAVES SÃO BENEVOLENTES e que operam sob a supervisão (Espiritual) integral dos Céus.

O anel mais externo de nossa frota é grande, de longe, o maior. Ela contém milhares de naves imensamente variadas em tipos e tamanhos, que vão desde o tamanho de grandes transatlânticos aos quase do tamanho de Netuno ou Urano. Estas são apenas as nossas Naves Mães de back up final, que servem como componentes que entrarão no segundo anel somente quando necessário.

Eles proclamam a todos os adversários em potencial de nossa frota que a Mãe Terra e o seu sistema solar estão claramente passando por uma transformação que Seres, corporificados ou não corporificados NÃO podem impedir. Dentro desse anel estão as principais estações de transporte que levam de volta à nossa vasta profusão de mundos, planetas habitados. Aqui, também, encontram-se os coordenadores de tráfego para esta imensa frota de navios. Eles servem para mover as naves entre os anéis e de volta para o espaço interestelar ou intergaláctico.

Nossa frota é dividida em dois componentes principais: o primeiro, e o menor, têm um dever de ciclo mais longo, que inclui o nosso pessoal do comando principal, bem como as nossas muitas equipes médicas e planetárias. O segundo grupo, que é deliberadamente temporário, é composto de membros das frotas da Federação Galáctica de Luz, que desejam encarecidamente ser parte do evento mais significativo na história (da nossa Via Láctea) galáctica recente.

Compreendemos profundamente que a necessidade de cuidar de vocês é um dos nossos maiores desafios, mas também uma das nossas maiores alegrias. Todos os médicos e equipes planetárias estão plenamente conscientes do que a Mãe Terra e vocês estão passando. Temos observado cuidadosamente e, quando o “céu permite” (a LUZ Divina de orientação), interviemos. Cada ação da nossa frota resulta de acontecimentos que ocorrem em seu mundo. Toda a nossa equipe aguarda o primeiro contato aberto e o que isso significa – o ponto de partida para o grande passo seguinte na história da nossa galáxia.

Classificação por componentes da Federação Galáctica de Luz que supervisiona a Transformação da Terra

Localização

Consiste em:

Função:

Componente 1

O primeiro, e o menor, inclui pessoal de comandos principais, bem como muitas equipes médicas e planetárias.

Atuar num longo ciclo longo que inclui o pessoal do comando principal, bem como  equipes médicas e planetárias. Todas as equipes médicas e planetárias está plenamente consciente do que a Mãe Terra e seus habitantes estão passando. Executa a observação cuidadosa e de intervenção como a orientação Divina permite.Esta equipe de comando para contato, que contém todas as diretrizes de ligação e os comandantes da frota, é responsável por esta frota enorme.

Componente 2

Deliberadamente temporária, este grupo é composto por membros das frotas da Federação Galáctica de Luz.

Participa em várias atividades e quer ser parte do evento mais significativo na história recente galáctica.

Hierarquia espiritual da Terra (Grande Fraternidade Branca)

Um segmento especial que inclui a Hierarquia Espiritual local da Terra.

Trabalha para o despertar da consciência da humanidade infiltrada no planeta através dos alunos místicos e canais. Oferece ensinamentos através de várias organizações, irmandades de Luz e Escolas de Mistérios. Trabalha em conjunto com a Federação Galáctica de Luz.

Nosso primeiro contato da equipe de comando, que contém todos os nossos quadros de ligação e os comandantes da frota, é responsável por esta frota enorme. Há também um segmento especial que compreende a sua Hierarquia Espiritual local. Lembrem-se, queridos amigos, que o nosso propósito para vir aqui é Divino. Fomos convocados pelos “CÉUS” e viemos. Para controlar essa vasta e diversificada frota é algo altamente incomum, para uma operação de primeiro contato. Normalmente, um única frota de Ciência e Pesquisa realiza esta missão em uma ordem de tempo muito curta.

Esta missão, porém, é única e de importância vital. Ela causou uma imensa atenção e esta durando muito mais do que o habitual. Encontramos espaço para uma tão grande diversidade de embarcações e, ainda assim mantivemo-nos capazes de cumprir esta missão. Sejam confiantes, queridos amigos, que o resultado que buscamos para esta missão será alcançado e que o nosso Primeiro Contato Aberto se aproxima a cada dia.

Hoje, temos uma breve revisão de como temos reunido nossas frotas para o primeiro contato. Elas estão preparadas e prontas para concluir o Primeiro Contato. Esta missão está operando de acordo com a ordem de direito divino e o tempo dos Céus. Portanto, pedimos que permaneçam focados e comprometidos com seu sucesso evolutivo inevitável.

Queridos amigos saibam que em breve estaremos reunidos e, finalmente, seremos capazes de celebrar tudo o que isso implica em seu significado completo. Temos agora de nos retirar. Bênçãos! Saibam, meus queridos, no fundo do seu coração, que a abundância infinita dos Céus e da Prosperidade é verdadeiramente vossa! Amen. Gajun Selamat! Ja Selamat! (Em Siriano: Sejamos Um! Estejamos em Regozijo!)

Continua …


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 “Nós sinceramente damos às boas-vindas a uma DIVULGAÇÃO COMPLETA dos atos secretos de seu  Oculto Governo Mundial das trevas  (NWO-New World Order, a Nova Ordem Mundial), cometidos durante os dois últimos séculos do passado da Terra, que têm dificultado o retorno da humanidade à plena consciência”  – Ashtar Sheran

A decadência da “civilização europeia” e sua dívida com os povos indígenas


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tzolkinsacerdotemaiaUm discurso feito pelo cacique Guaicaipuro Cuautémoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia. A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente muitíssimo exato.

Reproduzido da Renacer Indianista No 7, e da conversão em Resurgence n º 184. Consulte o site da Resurgence em: http://newint.org/  e  http://www.gn.apc.org/

Guaicaipuro Cuautémoc , um indígena do México, que visitou a Europa em 1992 para a comemoração dos 500 anos do “descobrimento” da América por Cristovão Colombo em 1492…

· A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente muitíssimo exato e correto.

· Eis o discurso:

· “Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a “descobriram” há 500… O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.

Consta no “Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais” que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes das Américas.

· Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!

· Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.

· Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.

· Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indenização por perdas e danos.

· Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.

· Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano “MARSHALL MONTEZUMA”, para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.

Um europeu e “colonizador” espanhol escrevendo a sua versão da história…

· Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?

· Não. No aspecto estratégico, dilapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo.

· No aspecto financeiro, foram incapazes – depois de uma moratória de 500 anos – tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.

· Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.

· Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.

· Muito peso em ouro e prata… quanto pesariam se calculados em sangue?

· Admitir que a Europa, em meio milênio  não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.

· Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação da dívida histórica…”

Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, o Cacique Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a Verdadeira Dívida Externa.

Um exemplo da relação dos espanhóis com os indígenas que corrobora o discurso anterior vem da história da maior mina de prata das Américas jamais superada, o Cerro Rico, em Potosi. Foi aos pés desse enorme cone de pedra que, em 1545, o pastor de lhamas Diego Huallpa viu aflorar, à luz da fogueira, uma pequena quantidade de terra prateada. Não demorou para que os espanhóis, na condição de colonizadores, começassem a ordenar diversas escavações.

A extensão das reservas argentíferas (pura prata) que eles encontraram pode ser medida pela quantidade de prata que extraíram. Segundo documentos da Casa da Moeda de Potosi, entre 1545 e 1825 – ano em que a Bolívia conquistou sua independência-, tirou-se da montanha aproximadamente 35 mil toneladas do nobre metal da prata.

Potosi tornou-se, ainda no século 16, uma das urbes mais ricas e cobiçadas da colônia de Espanha; em 1640, época em que metade da prata comercializada no mundo saía do Cerro Rico (Potosi), sua população de 160 mil almas rivalizava com a de capitais como Paris e Madri. Paróquias, havia 14. Conventos, cinco. Prostitutas, mais de 120. E, reza a lenda, até as ruas da cidade estavam banhadas com argento. A Coroa Espanhola e seus credores exultavam. Mas a opulência – e a perspectiva de uma riqueza sem fim -, trouxe também a degradação da vida dos indígenas.

Coube ao vice-rei Francisco de Toledo instaurar em Potosi, em 1575, o sistema de “mitas”, que obrigava boa parte dos nativos locais a labutar dentro das minas, em situação análoga à da escravidão. A eles juntaram-se punhados de negros, trazidos de Angola e Cabo Verde.

A cidade de Potosi no sopé do Cerro Rico.

E o trabalho, como se pode imaginar, era árduo: equipados com picaretas, velas de sebo e quase nenhum acessório de segurança, homens adultos, adolescentes e crianças se embrenhavam nos túneis do Cerro Rico para, durante horas a fio, remover e transportar o minério de prata rumo à cidade; dali ele seguiria para o porto de Arica, no Pacífico – de onde seria, finalmente, exportado para a Europa.

Desmoronamentos e doenças pulmonares causadas pela poeira de sílica – composto venenoso que flutuava no ar viciado das minas – abriam ao destino dessas pessoas duas vias: a de uma morte súbita, ou a de um definhamento longo e doloroso. E ninguém podia se rebelar: a recusa ao trabalho mineiro era punida com a pena capital.

Em seu livro “As Veias Abertas da América Latina”, o historiador uruguaio Eduardo Galeano calcula que, entre os séculos 16 e 19, cerca de oito milhões de pessoas tenham morrido em decorrência do trabalho no Cerro Rico, em Potosi. A prata praticamente acabou. Mas, longe de assustar a cultura mineira, a exploração da combalida montanha ainda segue viva – e letal.

Gravura do interior das minas de Potosí, onde milhares de índios eram submetidos a intermináveis horas de trabalho escravo e perderam suas vidas de forma miserável para enviar toda a prata para a coroa espanhola….

Embora tenha sido, entre os séculos 16 e 18, uma das principais fontes de riqueza da Coroa Espanhola na América, Potosi é hoje a capital do Estado mais miserável da Bolívia – que, por sua vez, é o país mais pobre da América do Sul. Com a prata exaurida, carente de indústrias e situado a quatro mil metros acima do nível do mar, a única coisa que o lugar ostenta atualmente são dados estatísticos alarmantes.

Agora resta que algum Governo Latino-Americano tenha a dignidade e coragem suficiente para impor seus direitos perante os Tribunais Internacionais.  Os europeus teriam que pagar por toda a espoliação que aplicaram (e que ainda esta em curso) aos povos que aqui habitavam, com juros civilizados.

Microchips: implantes de chip como um aplicativo definitivo como um aplicativo definitivo


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#DivulgaçãoCientífica

mark-of-666-microchip-implanteMicrochip em Humanos: com você “sob a sua pele”: Milhares de “entusiastas” da tecnologia vão usá-lo como o aplicativo final, o que lhes permitirá desbloquear-bloquear as suas casas, carros, telefones, computadores e celulares com um simples aceno de mão. Mas há um porém: eles devem ter um microchip inserido em seus próprios corpos. “E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o SINAL na sua testa, ou na sua mão, também este beberá do vinho da ira de Deus…”.  Apocalipse 14:9-10

Microchip em seres humanos: com você “sob a sua pele”, o tempo todo.

Iain Gillespie – Sydney, Austrália – Fonte: http://www.smh.com.au

A ideia pode parecer estranha, e até dolorosa, mas implantar um microchip em humanos parece atrair não só os amadores (n.t. e inconscientes), que se chamam biohackers, mas também e principalmente, os governos, as forças policiais, autoridades médicas e empresas de segurança.

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Ele envolve o uso de uma agulha hipodérmica para injetar um microchip RFID (identificação por radiofrequência), hoje cerca do tamanho de um grão de arroz, geralmente na mão ou no pulso da pessoa. O mesmo tipo de chip é usado para rastreamento de animais de estimação perdidos.

Os implantes enviariam um número de identificação único que pode ser usado para ativar dispositivos como telefones e fechaduras, e pode conectar-se a bancos de dados que contêm informações ilimitadas, incluindo dados pessoais, tais como nomes, endereços, registros de saúde, habitos de gastos, viagens, etc…

Os Chips RFID já estão em toda parte. Basicamente, se você tem que usar um cartão (débito ou crédito), o seu ID esta codificado na tarja magnética. Se você tocá-lo em um leitor, como acontece com Myki, tem um chip RFID com seu número nele ligado ao banco de dados relevantes com sua informação sobre ela. Os últimos cartões de crédito têm tanto as barras bem como RFID. Algumas etiquetas RFID tem uma pequena bateria ou outra fonte de energia, permitindo-lhes operar distantes centenas de metros e que eles deste modo não precisam estar na linha de visão de um leitor ótico.

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Tanto quanto sabemos, este tipo de Chip ainda não pode ser feito bem pequeno o suficiente para incorporar em seres humanos. O Cientista em Cibernética Dr. Mark Gasson, da Universidade de Reading, na Grã-Bretanha, tornou-se o primeiro ser humano a ser infectado com um vírus de computador, depois que ele injetou em si mesmo um microchip em 2009 para controlar dispositivos eletrônicos em seu escritório. O vírus foi replicada nos swipecards de funcionários que acessam seu prédio e infectou o banco de dados da universidade.

No entanto, Gasson e outros cientistas dizem que um novo mundo com populações em massa de pessoas (chipadas) “informatizadas” é iminente e “inevitável”. Eles dizem que os dispositivos de computação complexos rotineiramente implantados em seres humanos por razões médicas também tem a tecnologia para melhorar as habilidades de pessoas saudáveis.

“Ele tem o potencial de mudar a própria essência do que é ser um ser humano”, diz Gasson. “Não é possível interagir na sociedade de hoje de forma significativa, sem ter um telefone celular. Acho que os implantes humanos de Chip vão surgir ao longo de uma rota similar. Será uma tal desvantagem não ter o implante que, essencialmente, isso não será opcional“.

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No ano passado, a linha entre o homem e a máquina ficou ainda mais turva, quando a Universidade de Stanford anunciou que seus cientistas haviam criado o primeiro transistor puramente biológico que foi feito inteiramente de material genético.  O professor assistente de bioengenharia da Stanford Universuty, o Dr. de Drew Endy, descreveu a descoberta como o componente final necessário para um computador biológico que pode operar dentro de células vivas e reprogramar sistemas vivos.

Kevin Warwick, professor de cibernética da Universidade de Reading, tem um dispositivo eletrônico em seu corpo que faz a interface com o sistema nervoso, e tinha uma versão mais simples implantada no braço de sua esposa. Sinais rudimentares entre os dois provaram que a comunicação puramente eletrônica é possível entre dois sistemas nervosos humanos.

O braço “chipado” de Warwick lhe permite usá-lo através de um link de computador para operar um braço robótico em outro continente. O braço do robô vai imitar tudo o que os movimentos do braço e mão que ele faz com o braço natural. Mas a ligação com o sistema nervoso de sua esposa é tão rudimentar que ele diz que só pode saber se ela apenas moveu o braço dela.

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Acima, o Professor Kevin Warwick e o seu braço com chip aciona um braço cibernético (robótico). Photo: REX

O  empresário e ativista da internet do software livre de Melbourne, Austrália, Jonathan Oxer injetou-se com um microchip em 2004, depois de obter o mesmo kit que os veterinários usam para animais de estimação da família. Sua conta no Twitter o descreve como um cyborg em andamento.

Oxer usa o chip para operar fechaduras da casa e seu computador, e diz que depois de uma década dentro de seu corpo o implante não causou nenhum efeito colateral à sua saude. “Agora (o Chip) é como qualquer outra parte de mim. Eu nem sequer penso mais sobre isso”, diz ele.

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Jonathan Oxer injetou-se com um microchip em 2004, depois de obter o mesmo kit que os veterinários usam para animais de estimação da família

A idéia do uso de implantes eletrônicos se generalizando nos seres humanos diz respeito a Drª Katina Michael, uma professor associada da Universidade de Wollongong, que é especialista nas implicações sócio-éticas de tecnologias emergentes. “Microchips RFID são, essencialmente, uma identificação única embutido em seu corpo, e, como sabemos, os números podem ser roubados e os dados podem ser hackeados.

Trazendo um número de problemas informáticos externos para o corpo humano é um caminho cheio de perigos”, diz ela. “Eles apontam para uma sociedade em estilo super-vigilância que é estilo Big Brother do lado de dentro olhando para fora.”

Os Governos ou grandes corporações que tenham a capacidade de acompanhar (rastrear) as ações e movimentos das pessoas (chipadas), categorizá-los em diferentes grupos políticos, raciais, religiosos ou de consumo sócio-econômicas e, finalmente, até mesmo controlá-los”.

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Michael se preocupa com as pessoas sendo forçadas ou coagidas a ter um chip implantado, algo que ela diz que é provável que já tenha acontecido. “É uma preocupação que pelo menos nove Estados norte-americanos demonstram e que até agora proibiram implantes de microchips forçados”, diz ela.

Mas em 2007 uma empresa chamada VeriChip injetou cerca de 200 pacientes com o Mal de Alzheimer, muitos deles incapazes, com microchips ligados a seus registros de saúde. Os pacientes foram fornecidos por uma casa de repouso na Flórida, que se  beneficiou do patrocínio da empresa. A polêmica começou depois que foi descoberto que a empresa VeriChip conduziu o estudo sem obter a necessária aprovação do Conselho de Revisão Institucional da Flórida, que supervisiona a proteção dos seres humanos em pesquisas.

O Procurador-geral do México e altos membros de sua equipe foram implantados com VeriChips dando-lhes acesso às áreas de segurança de sua sede local, e militares e policiais do país estão declaradamente próximos para serem chipados.

“E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”. Apocalipse 13:16 e 17

O Distribuidor VeriChip Solusat também anunciou um acordo com a Fundação Nacional para a Investigação de crianças perdidas e sequestradas do México, para promover a implantação de microchips nas crianças do país. Como os chips poderiam ajudar na sua localização ainda é incerto, uma vez que eles ainda não têm a tecnologia de rastreamento GPS.

A empresa VeriChip agora mudou seu nome para PositiveID  (controlada pela Applied Digital Solutions) por causa de uma avalanche de publicidade negativa e emergiu como um desenvolvedor do que eles chamam agora por “sistemas de detecção biológica”.

Outras empresas também estão no mercado de implantes de microchips, e seus pesquisadores estão trabalhando duro para integrá-los com a tecnologia de localização via GPS. Quando eles tiverem sucesso nesse área de localização, os produtos estão previstas para ganhar um enorme mercado internacional, provavelmente o mundo inteiro.

Os opositores desta idéia estão lutando contra. “Tecnologia deste tipo é facilmente abusiva da privacidade pessoal”, diz Lee Tien, da Electronic Frontier Foundation. “Se uma criança é rastreável, você quer que os outros possam ser capazes de acompanhar o dia do seu filho? É uma enorme faca de dois gumes.” 

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Estátua de “deus”, roubada do Tibete pelos nazistas, feita de meteorito com 15 mil anos


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estatua-níquel-deus-tibete-nazismoUma estátua budista antiga, recuperada por uma expediçãonazista ao Tibete em 1938 foi analisada por uma equipe de cientistas liderados pelo Dr. ElmarBuchner, do Instituto de Planetologia da Universidade deStuttgart. A estatueta, cujo minério pertencia a um meteorito que caiu a cerca de 15 mil anos na zona da atual fronteira entre a Rússia e a Mongólia, é chamada de “Homem de Ferro” e representa o Deus Vaisravana. Acredita-se que ela faça parte da culturaBon pré-budista que surgiu no século XI. Por muito tempo a estátua ficou em poder de um colecionador privado, até ser leiloada em 2007.

Estátua de Deus, Vaisravana, retirada do Tibete pelos nazistas alemães, foi feita de meteorito que caiu na Terra há quinze mil anos. Parece até uma história fantástica de uma aventura de Indiana Jones, mas é a mais pura realidade. 

Fonte: https://br.sputniknews.com/ e http://mundotentacular.blogspot.com.br

Após a morte do dono da coleção em 2007, a estátua foi posta em venda em leilão. O novo dono que mantém anonimato decidiu submeter à escultura a uma análise meticulosa e multilateral, razão pela qual se dirigiu aos especialistas da Universidade de Stuttgart (University of Stuttgart), na Alemanha. A surpresa dos cientistas foi enorme quando os exames químicos demonstraram que a estátua teria sido talhada em material do meteorito Chinga que caiu, há cerca de 15 mil anos, na zona da atual fronteira entre a Rússia e a Mongólia!

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Liderados por Ernst Schäfer (Centro) a expedição nazista ao Tibete partiu de navio em 1937, mas encontrou obstáculos logo ao chegar a costa da Índia onde pretendia desembarcar. As autoridades britânicas desconfiavam das verdadeiras intensões da expedição e negaram acesso aos portos sob seu controle. Schäfer e Himmler (Waffen S.S.) ficaram furiosos e fizeram uma queixa formal. Temendo um incidente diplomático, o Primeiro Ministro britânico Neville Chamberlain garantiu um salvo conduto para que a Expedição prosseguisse.

Análises geoquímicas realizadas pela equipe de pesquisa germânica-austríaca revelou que o inestimável objeto foi esculpido a partir de um fragmento de ataxite, uma liga muito rara de ferro, níquel e cobalto, que combina com a composição de outros pedaços do meteoro. Acredita-se que a estatua que mede pouco mais de 24 centímetros e pesa aproximadamente 10 quilos seja a mais antiga figura humana esculpida em material proveniente de fora da Terra. Os primeiros detritos do meteoro foram descobertos oficialmente em 1913 por garimpeiros que faziam prospecção de minérios na área. É provável que esse fragmento individual tenha sido recolhidomuitos séculos antes, forjado e moldado artisticamente por volta do século XI.

A expedição alemã ao Tibete, organizada em 1938 pelo Instituto Ahnenerbe a investigar naquela altura a Herança Ancestral da raça ariana com o apoio do Reichsfuhrer SS, Heinrich Himmler, tem sido alvo de múltiplas pesquisas, cujos autores se defrontam com dificuldades de várias índoles. É que a maioria esmagadora de documentos relacionados com a expedição continua sendo guardada em sigilo. As informações contraditórias têm engendrado ainda rumores e especulações: supõe-se que os nazistas tenham tentado descobrir a mística Shambala, um local místico citado amiúde em textos sagrados e em diversas tradições do Oriente.

Dizem ainda que um verdadeiro objetivo perseguido pelos nazista alemães viajantes aventureiros era encontrar os rastos de civilizações extraterrestres supostamente existentes no Tibete… É bem possível que tais metas tenham sido traçadas. Todavia, o livro da autoria do chefe da expedição, Ernst Schafer, A festa de Cachecóis Brancos, a Expedição através do Tibete a Lhasa, Cidade Sagrada do Divino País, não versa nada sobre tentativas de encontrar Shambala. Os documentos dos arquivos que já foram tornados públicos apontam para o fato de que o principal objetivo da expedição paramilitar nazista era reunir argumentos a favor da divisão de pessoas em uma elite e servos e encontrar os vestígios da antiga raça da elite ariana germânica.

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O Potala, sede do governo tibetano, em Lhasa, capital do país.

Quaisquer que fossem então as tarefas e os objetivos reais dessa expedição com destino ao Tibete, daquela regiãoí foram retirados numerosos artefatos antigos, e também muitos escritos antigos, alguns dos quais, no período pós-guerra, terão desaparecido dos armazéns do Instituto Ahnenerbe. É difícil dizer onde se encontrariam agora, mas de tempos em tempos, os troféus da equipe de Schafer ficam parando nas mãos de colecionadores particulares. O mesmo se deu com a estatueta esquisita que retrata uma divindade (Vaisravana) sentado com a cruz gamada, ou suástica, no seu peito. Curioso assinalar que, tendo um tamanho relativamente pequeno (possui a altura de 24 cm), ela pesa cerca de 10 kg. Os peritos não são unânimes na opinião sobre os autênticos motivos que teriam inspirado o antigo autor da obra.

A estatueta foi descoberta por uma expedição de cientistas alemães liderados pelo renomado cientista de múltiplas habilidades Ernst Schäfer. A expedição visava “oficialmente” realizar um levantamento completo sobre a fauna, topografia, clima e antropologia do Tibete. Os membros da expedição, entretanto, estavam diretamente subordinados ao temido Heinrich Himmler – Chefe da S.S. e homem de confiança de Hitler. A verdadeira missão da expedição, mantida em segredo, era encontrar as raízes do povo ariano, que segundo a doutrina nazista, constituía a raça superior que teria dado origem aos povos nórdicos e germânicos.

{Nota Thoth: Ernst Schäfer cresceu em Waltershausen (Turíngia) e estudou de 1928 a 1934 em Gotinga e Hanôver, onde estudou Zoologia, Botânica, e também Geologia, Mineralogia, Química, Física e Etnologia. Sua especialidade era a Ornitologia. Schäfer é mais conhecido pelas suas três expedições ao Tibete, em 1931, 1934-1935 e 1938-1939, as duas primeiras lideradas pelo norte-americano Brooke Dolan II e a terceira por ele mesmo, sob o patrocínio da organização nazista Ahnenerbe, de Heinrich Himmler, um dos criadores da Waffen Schutzstaffel (S.S.) foi um Reichsführer das tropas  S.S. Schutzstaffel (comandante militar da S.S.), e um dos principais líderes do Partido Nazi (NSDAP) da Alemanha Nazista. Posteriormente, Adolf Hitler nomeou-o Comandante do Exército de Reserva e General Plenipotenciário para toda a administração do Reich (Generalbevollmächtigter für die Verwaltung).}

Os alemães dedicavam enorme importância a esse tema e criaram a Ahnenerbe (A Ahnenerbe Forschungs- und Lehrgemeinschaft, (do alemão, significando Comunidade para a Investigação e Ensino sobre a Herança Ancestral) foi uma organização nazista do aparato do Estado do Terceiro Reich, fundada para realizar e divulgar investigações em apoio a essa ideologia e a suas teorias sobre a suposta superioridade da raça ariana), um órgão oficial do governo nazista, especializado em assuntos raciais e de herança cultural. Seu propósito era “defender a raça alemã” e garantir sua “pureza”. Outra atribuição da Ahnenerbe era organizar expedições de ‘cunho científico’ à diferentes regiões do planeta. 

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Vários estudiosos, eruditos em línguas antigas, arqueólogos e antropólogos alemães eram forçados a se tornar membros da S.S., a fim de tomar parte nas expedições, garantindo assim total lealdade dos envolvidos. A base da Arqueologia Nazista,constituía um eficaz instrumento de propaganda, usado para perpetuar o orgulho nacionalista dos alemães e fornecer justificativas científicas para suas conquistas. Afinal, se os alemães fossem realmente descendentes de uma “raça superior”, era seu direito natural governar os outros povos. Mas a maioria dessas expedições realizadas a diferente e remotos locais do planeta tinham um objetivo muito mais secreto que era descobrir e se apropriar de relíquias, artefatos (especialmente religiosos) e textos antigos, principalmente documentos que relatavam antigas (antediluviana) tecnologias.

 A Ahnenembe acreditava que a raça ariana descendia da mítica Atlântida e que essa civilização extremamente avançada havia sido destruída por um cataclismo global (o dilúvio de Noé). A partir dessa tragédia, o povo ariano que habitava a Atlântida teria se espalhado pelo mundo, colonizando diferentes regiões do planeta. A Ahnenerbe afirmava que os arianos teriam deixado indícios de sua presença e que estes ainda poderiam ser encontrados.

Dessa forma, tentavam desenterrar artefatos perdidos e conduziam escavações na Islândia, Tróia, no Oriente Médio, Ásia, Himalayas, América do Sul. Os pesquisadores, no entanto, supunham que uma das mais prósperas colônias de arianos teria se estabelecido no coração da Ásia: nas Montanhas do Tibete. Para provar essa teoria, uma audaciosa expedição foi organizada com o intuito de explorar uma das regiões mais misteriosas do planeta. Até essa época, o Tibete se encontrava fechado para estrangeiros e os poucos viajantes que cruzaram suas fronteiras contavam estórias sobre uma terra exótica de incríveis riquezas e elaborados costumes. A cidadela de Lhasa, sua capital no topo do mundo, era seu centro de poder.

Liderados por Schäfer a expedição partiu de navio em 1937, mas encontrou obstáculos logo ao chegar a costa da India onde pretendia desembarcar. As autoridades britânicas desconfiavam das verdadeiras intensões da expedição e negaram acesso aos portos sob seu controle. Schäfer e Himmler ficaram furiosos e fizeram uma queixa formal. Temendo um incidente diplomático, o Primeiro Ministro britânico Neville Chamberlain garantiu um salvo conduto para que a Expedição prosseguisse.

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Os nazistas sempre demonstraram um grande interesse por antigos artefatos religiosos, independente da cultura.

O grupo rapidamente comprou equipamento e provisões, marchando rumo ao Norte com uma caravana de 50 mulas, guias sherpas e uma multidão de carregadores. Levavam ainda rifles, morteiros, explosivos e a bandeira nazista que tremulava como um estandarte de conquistadores. Durante o caminho tiravam fotos, faziam mapas, recolhiam espécimes animais e da vegetação, tudo isso sem esquecer sua principal meta. Existem filmagens que mostram antropólogos medindo o tamanho do crânio dos tibetanos e examinando criteriosamente sua anatomia a fim de comparar os resultados com as supostas medidas dos arianos. Foram feitas dezenas de máscaras de gesso com as feições de nativos também para efeito de comparação e dizem cemitérios foram violados em busca de amostras de ossos.

Outro aspecto curioso da Expedição (e o mais importante) é que ela buscava aprofundar a compreensão sobre o misticismo tibetano e se possível adquirir manuscritos de textos, artefatos e relíquias antigos. De fato, Himmler, era fascinadopelo ocultismo e acreditava em várias doutrinas herméticas. Acredita-se que ele próprio era um mago e que recorria a tradições antigas adaptadas de cerimônias pagãs que passaram a fazer parte da filosofia da S.S.. A expedição devia pesquisar a religião local e seus muitos rituais. De enorme interesse eram as práticas de meditação, cura e viagens psíquicas, Himmler também desejava saber mais sobre a reencarnação.    

Não era a primeira vez que os nazistas se interessavam pelos ensinamentos orientais. Dezoito anos antes, o partido nazista havia adotado a suástica (símbolo sagrado em todas as culturas antigas, especialmente nos países da Cordilheira dos Himalayas) como sua insígnia oficial. A suástica, um símbolo que remonta ao período Neolítico foi encontrado pela primeira vez nas civilizações do Vale do rio Indus, hoje no Paquistão. Mais tarde, foi utilizada no hinduísmo, budismo e jainismo.Os nazistas cooptaram a suástica, invertendo sua posição usando-a para simbolizar o arianismo, e o impulso para a frente em moto-perpétuo (progresso contínuo). Ela se tornou nos anos seguintes o símbolo universal do ódio e intolerância – uma corrupção completa de seu significado sagrado original.

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A Lança do Destino, do legionário Longinus, usada para ferir Cristo na Cruz: “Há uma lenda ligada a esta lança que diz que quem a possuir e decifrar os seus segredos terá o destino do mundo em suas mãos, para o bem ou para o mal.”

Olhando para trás, e voltando a expedição de 1938, só podemos imaginar a alegria dos nazistas, quando a equipe de Schäfer descobriu a estátua de ferro com uma grande suástica adornando o peito da figura esculpida. Cegos pela ideologia e interpretações bizarras, eles esperavam reescrever a históriaAs primeiras informações sobre o meteorito do metal usado na fabricação da estatueta remontam ao ano de 1912, altura em que garimpeiros vieram descobrir uns fragmentos seus na região de Tandinski ao longo do rio Argolik e do seu afluente Chinga. Os pedaços de metal estranhos e massivos foram colhidos e levados a São Petersburgo pelo engenheiro Nikolai Tchernevitch. Foi também ele a lançar a primeira hipótese sobre as suas origens: naquela altura os cientistas da Academia de Ciências da Rússia não acreditavam em eventual origem extraterrestre do níquel natural de Tuva enquanto que Tchernevitch batizou uma das lavras no rio Chinga de “meteórica”.

Segundo afirma o professor catedrático, Elmar Buchner, da Universidade de Stuttgart (University of Stuttgart), na Alemanha, a escultura podia ter sido criada há cerca de mil anos. Não obstante certos ânimos céticos que, normalmente, acompanham tais descobertas, os cientistas que não participaram em pesquisas da estátua acreditam haver a ligação direta entre o “homem de ferro” e o meteorito acima referido. Na opinião do geoquímico norte-americano Qing-Zhu Yin, nenhum artefato terrestre contem uma concentração do elemento níquel tão elevada. Os elementos químicos nunca nos enganam, frisou.

Não é possível dizer exatamente como Schäfer e seus homens obtiveram a estátua, os detalhes se perderam no pós-guerra, mas supõe-se que os nazistas tenham se aproximado de contrabandistas e saqueadores de tumbas oferecendo a eles recompensas por tais tesouros. Também é possível que a estátua tenha sido dada de bom grado por algum líder tribal ou chefe regional que relacionou o símbolo na estátua com a bandeira que aqueles estrangeiros carregavam orgulhosamente.

A expedição estabeleceu relações cordiais com os nativos dos Himalayas e conseguiu inclusive permissão para adentrar a cidade sagrada de Lhasa. Tal honra raramente era concedida a estrangeiros, ainda mais ocidentais. A visita foi documentada em várias fotografias e filmagens. Schäfer ofereceu ao Regente de Lhasa vários presentes e recebeu em troca uma cópia da Enciclopedia do Budismo Tibetano (livro central na filosofia budista, um dos três únicos exemplares oferecidos a ocidentais na história).

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Além do “homem de ferro”, a expedição recolheu inúmeros outros artefatos levados clandestinamente para a Alemanha no interior de caixotes contendo espécimes da fauna e da flora local. Uma indumentária que teria sido usada por um dalai-lama foi ofertada como presente ao Führer Adolf Hitler. A expedição tirou mais de 20 mil fotografias em preto e branco e 2 mil coloridas, reuniu máscaras e um dossiê completo sobre o povo tibetano foi reunido para ser analisado.

Schäfer retornou a Alemanha em Agosto de 1939, sendo recebido como herói em Munique. Himmler em pessoa o condecorou com o anel da S.S. e a adaga de honra. Com o início da guerra ele trabalhou no escritório central da Ahnenerbe. Após a derrota, Schäfer conseguiu fugir e imigrou para a Venezuela.  Ele voltou a Europa em 1954 e foi acessor do Rei Leopold III da Bélgica. Ernest Schäfer terminou sua carreira como curador de um Museu na Saxônia. Até o final da vida ele alegou que sua ligação com a S.S. havia sido uma imposição política do momento.

É um exercício ao mesmo tempo curioso e assustador tentar imaginar como a história da humanidade poderia ter sido reescrita caso os nazistas tivessem vencido a guerra. Com certeza, as conclusões no dossiê obtido pela Expedição Schäfer teriam sido usados como prova inconstestável das teorias da Ahnenerbe.

Tudo leva a crer que os nazistas jamais tenham suspeitado que o material usado para esculpir a estatueta do “Homem de Ferro”, tenha vindo do espaço. Mas é uma ideia tentadora supor que membros dentro da S.S. soubessem desse detalhe e justamente por isso cobiçassem a estatueta. Talvez eles acreditassem que a estátua tivesse propriedades desconhecidos dada a sua origem incomum e que aquele que a detivesse ganharia algum poder especial. Com as estranhas crenças da S.S. e da Ahnenerbe e de sociedades secretas, como a VRIL e a Thule, quem pode afirmar que não fosse esse o caso?

Amazônia: túneis gigantes descobertos, escavados por animais extintos ?


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Geólogos brasileiros encontram túnel escavado na Amazônia por “animal gigante” extinto

Uma equipe técnica da CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) coordenada pelo geólogo Amilcar Adamy descobriu na região de Ponta do Abunã a primeira paleotoca gigante (toca de animais extintos) de toda região de Rondônia e da Amazônia. A estrutura cavernosa chamou atenção pelo formato circular e semicircular de grandes dimensões, pelos numerosos túneis interligados e por conter uma extensão AINDA indefinida.

Amazônia: Túneis gigantes, paleotocas, escavadas por “animais extintos” dizem geólogos

Fontes: http://www.blog.gpme.org.br  e  http://br.sputniknews.com

A pesquisa a respeito da área na Amazônia começou durante a execução do Projeto Geodiversidade de Rondônia (GD-RO) que aconteceu em 2010 e visava identificar sítios geo turísticos que poderiam contribuir com o desenvolvimento econômico do estado ao favorecer o ecoturismo em bases sustentáveis.

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A localização de Ponta do Abunã

O geólogo Amilcar Adamy explica que a primeira visita aconteceu em 2010, despertando grande interesse dos pesquisadores. Junto com especialistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade Estadual Paulista, o Serviço Geológico do Brasil –  CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) voltou a analisar em julho os túneis de grandes dimensões, em formato circular e semicircular, interligados e de extensão AINDA indefinida.!!

Especialistas do Serviço Geológico do Brasil anunciaram a descoberta da primeira toca de preguiças gigantes da região amazônica. A paleotoca, escavada por animais extintos, já era conhecida pelos moradores locais, mas somente agora recebeu esta classificação.

Bem conservada e sem grandes obstáculos à circulação de pessoas, a paleotoca possui marcas de garra que indicam que foi escavada por animais extintos de grande porte da megafauna pleistocênia sul-americana, possivelmente uma preguiça gigante, extinta há cerca de 10 mil anos. A toca encontrada possui uma extensão que passa dos 100 metros, com altura que varia em seu decorrer, chegando a 3,1 metros em alguns lugares, e em outros, 1,5 metros. Apresenta-se bem conservada e, atualmente, é habitada por morcegos e pequenos insetos, mas também pode servir como esconderijo para outros animais, como cotias e até onças.

O Serviço Geológico do Brasil fará estudos complementares para aprofundar o conhecimento sobre a peleotoca descoberta, assim como buscará novas tocas na região. A pesquisa integra o Projeto Geodiversidade de Rondônia que identifica geoturísticos no estado.

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A gigantesca estrutura cavernosa chamou atenção pela forma circular e semicircular de grandes dimensões, pelos numerosos túneis interligados e por conter uma extensão ainda indefinida, ou seja, os geólogos ainda não encontraram o FIM do sistema… escavado por animais, que também não deixaram traços de sua existência, tais como esqueletos, etc.

A preguiça gigante surgiu na Patagônia e se desenvolveu na América do Sul. Viveram entre 2 milhões e 10 mil anos atrás. Chegaram a migrar para até o Canadá, existindo evidências de que teriam existido até 1.500 a. C. nas ilhas Hispaniola e Cuba. Este animal herbívoro de garras afiadas poderia pesar cinco toneladas e seis metros de altura.

Serão feitos estudos complementares na região para buscar novas tocas, além de detalhar a paleotoca descoberta e realizar escavações de pequeno porte na busca de evidencias fósseis das preguiças (inexistentes até o momento) gigantes e para a determinação da extensão total da caverna. Postado Agosto 2015.

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No interior da paleotoca, foram encontradas marcas de garras, que ajudaram a identificar o animal produtor. Novos estudos serão feitos para a busca de outras paleotocas na região e a que já foi descoberta será analisada mais profundamente, com a realização de pequenas escavações à procura de evidências fósseis.

Nova equação pode ser a chave para a Teoria de Tudo


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Físicos podem ter descoberto a ligação entre buracos de minhoca, gravidade e viagens no espaço-tempo

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 (Foto: Mopic/Shutterstock.com)(FOTO: MOPIC/SHUTTERSTOCK.COM)

Uma das coisas mais estranhas da física é que existem praticamente duas físicas diferentes: a da relatividade geral, que explica o comportamento da gravidade e corpos gigantescos do universo, como estrelas e planetas; e a mecânica quântica, que explica as menores partículas conhecidas até hoje, como os quarks e o léptons (que formam os prótons, neutrons e elétrons).

SAIBA MAIS

Assim como Ruth e Raquel, as duas físicas são irmãs gêmeas, mas não se bicam. Cada uma explica muito bem o campo em que trabalha, mas, quando são combinadas, elas simplesmente não funcionam — acredite, Einsteintentou bastante unificar as diferentes forças do universo, como explicamos neste texto sobre Teoria das Cordas.

Agora, se depender de uma nova equação proposta pelo físico teórico Leonard Susskind, da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, as reuniões em família da física serão mais amistosas. Para ele, a ligação entre as duas está nos famosos buracos de minhoca — aquele tipo de atalho que liga dois lugares no espaço-tempo e que Matthew McConaughey usou no filme Interestelar. (No filme, eles explicam o conceito unindo dois pontos ao dobrar uma folha de papel)

 (Foto: Reprodução)

(FOTO: REPRODUÇÃO)

A equação é simples: ER = EPR.

Calma, não é preciso fazer cálculos mirabolantes para descobrir o que as letras querem dizer. Na verdade, cada uma delas representa o nome de grande físicos teóricos. O “E” e o “R” se referem justamente a Albert Einstein e a Nathan Rosen, que publicaram um estudo descrevendo os tais buracos de minhoca, em 1935  — por isso, se quiser impressionar, em vez de “buraco de minhoca”, diga “ponte de Einstein-Rosen”, que é o nome técnico do fenômeno.

+ Leia também: Entrevistamos o físico iraniano Cumrun Vafa, um dos estudiosos mais conceituados na área da Teoria das Cordas 

O outro lado da equação não é muito diferente. Com “E” e “R” significando a mesma coisa, sobra o “P”, que se refere ao físico Boris Podolsky, com quem os outros dois cientistas escreveram um outro estudo que descreve o entrelaçamento quântico — não desanime, vamos explicar a seguir.

Em 2013, Susskind e seu colega Juan Maldacena, de Princeton, já haviam sugerido que os dois estudos de Eisntein e Rosen poderiam descrever exatamente a mesma coisa, uma relação que nem Einstein havia considerado. Agora, Susskind retomou a ideia para discutir se as implicações estão corretas.

BURACO DE MINHOCA & ENTRELAÇAMENTO QUÂNTICO

Explicando um pouco melhor cada uma das partes da equação: como já dissemos, os buracos de minhoca são atalhos no espaço e no tempo. Isso quer dizer que, teoricamente, se você cair em um deles, você não só vai surgir em outro lugar do espaço, mas também em um outro tempo (lembra de quando Matthew McConaughey conseguiu retornar ao passado para mandar mensagens para a filha ainda pequena? É tipo isso…).

Já o entrelaçamento quântico descreve como duas partículas diferentes podem interagir de uma forma que dividam a mesma existência, como um irmão gêmeo que pressente o que há de errado com o outro. Ou seja, tudo o que acontece com uma partícula, teoricamente, poderia acontecer também com a outra, mesmo que elas estejam a anos-luz de distância.

No novo estudo, Susskind propõe um cenário hipotético no qual Alice e Bob peguem um punhado de partículas entrelaçadas e viajem para direções opostas do universo (lembre-se, isso é só um exercício mental). Ao chegaram em seus destinos, os dois esmagam suas partículas entrelaçadas com muitíssima força. O resultado, segundo Susskind, seriam dois buracos negros diferentes ligados por um buraco de minhoca gigante. Essa seria a ligação dos dois campos diferentes da física, que poderia servir de base para a Teoria de Tudo com a qual Einstein sempre sonhou.

É muito cedo para saber se isso tudo é verdade. O estudo ainda precisa passar por uma revisão formal, apesar de já estar aberto para quem quiser estudá-lo. Mas, como lembrou Tom Siegfried, na revista ScienceNews, Susskind não foi o único a ter esta ideia. Um time de físicos do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) sugeriu uma hipótese parecida.

“Para mim, parece óbvio que ER = EPR é verdade, isso afetaria as nossas fundações e interpretações da mecânica quântica”, escreveu Susskind. “Mecânica quântica e gravidade podem estar mais entrelaçadas do que nós imaginamos.”

As Meditações da Pineal


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Pedro Tornaghi

Na visão de vida indiana a glândula pineal sempre teve uma importância fundamental para a saúde e para a espiritualidade. No ocidente, porém, é recente o reconhecimento de sua relevância. Até bem pouco tempo – até os anos sessenta – ela era considerada um órgão remanescente da história evolutiva humana, algo assim como o apêndice do intestino, que já teria tido uma função orgânica em outros tempos e que resistia no corpo apenas por inércia.

Em 1953 o Dr Aaron Lerner, um dermatologista norte-americano interessado em novas possibilidades de cura do vitiligo teve a intuição de pesquisar se haveria algum hormônio envolvido no processo de descoloração de pele ocorrido na doença. Ele saiu em procura de literatura científica acerca do assunto e descobriu um artigo de 1917 que falava de uma experiência onde glândulas pineais de bois haviam sido trituradas e lançadas em um tanque cheio de girinos. Relatava o artigo que, após meia-hora, a pele dos girinos havia se tornado transparente, possibilitando enxergar seus corações e intestinos. O artigo não despertou maiores interesses na época e o assunto foi esquecido.

Dr Aaron sentiu haver ali uma pista do que buscava e dedicou seis anos de pesquisa árdua, junto a uma dedicada equipe, até identificar a estrutura molecular de um hormônio totalmente novo e desconhecido, o mais potente hormônio que ele conhecera até então. Dr Lerner batizou o hormônio de ‘melatonina”, uma junção de “mela” e “tonina”, em referência à melanina – uma vez que o hormônio clareava as células que produzem o pigmento melanina – e à serotonina, o neurotransmissor precursor da melatonina.

Nos anos seguintes, Lerner e outros cientistas passaram a investigar o alcance dessa descoberta e, dentre esses novos pesquisadores, destacou-se o Dr Russel Reiter, que dedicou as últimas cinco décadas investigando as funções e aplicações possíveis desse hormônio.

As experiências em laboratório se mostraram cheias de surpresas para os cientistas que, aos poucos, foram identificando o novo hormônio como um versátil e poderoso antioxidante. Descobriu-se nele o dobro da capacidade de combater radicais livres do que possuía a vitamina E, o mais poderoso anti-oxidante até então conhecido. A melatonina trazia entre seus benefícios desde a diminuição de risco de doenças cardíacas e certos tipos de câncer até o abrandamento da incidência de catarata.

Foram feitas experiências com ratos contaminados com câncer e HIV e os resultados foram sempre animadores. Em uma dessas experiências, ratos que receberam doses extras de melatonina foram induzidos a diferentes tipos de câncer. Enquanto ratos que não haviam recebido a dose extra desenvolviam a doença, os que haviam recebido a dose, não desenvolviam. O mesmo foi feito com o vírus da AIDS. Primeiro inoculou-se o vírus em dois grupos de ratos, um alimentado com fortes cargas de melatonina e outro com placebo. Nos ratos que receberam a melatonina, o vírus não se tornou ativo, enquanto nos outros o virus teve a progressão natural da doença. Em seguida, se inverteu a experiência, inoculando antes o vírus HIV em ambos os grupos e, depois dele se tornar positivo, foi dada uma dose extra diária de melatonina à metade dos ratos. Os que tomaram melatonina, praticamente não foram vitimas de doenças oportunistas, as mesmas que vitimaram a maioria dos ratos do outro grupo. Todas essas experiências e muitas outras estão registradas no livro do Dr Reiter, “Melatonina”.

Mas os efeitos positivos da melatonina não paravam por aí. Aos poucos foi-se descobrindo que ela desencadeia e regula o ciclo natural do sono, combatendo a insônia, a ansiedade e a depressão. Além de ser ela a responsável pelo alongamento do período mais restaurador do sono. Notou-se que quando os níveis de melatonina atingem seu ponto máximo durante o sono, ocorre uma significativa diminuição do cortisol no sangue – o hormônio do estresse. Isso significa que, sob essas doses, o estresse perde sua capacidade destrutiva das células comuns e das neurais.

A equipe do Dr Reiter chegou à conclusão de que a melatonina é o mais importante hormônio para quem deseja usufruir de uma longevidade saudável, uma vez que os ratos alimentados com a dose extra do hormônio viveram até 20% mais de tempo e em condições mais saudáveis do que os que foram privados da dose. Mais tarde, experiências com voluntários humanos, confirmaram que a melatonina realmente tem o potencial de prolongar, de maneira outrora inimaginável, os anos de vida saudável e produtiva do homem, adiando a instauração de doenças como artrite, diabetes, câncer, Alzheimer e Parkinson e propiciando uma capacidade cognitiva e uma memória afiada na idade avançada.

Talvez, a maior contribuição que se possa dar para amenizar ou em alguns casos até reverter o quadro de envelhecimento vertiginoso a que estamos destinados, seja o aumento da quantidade de melatonina no sangue. O problema é que a partir da puberdade, a glândula pineal começa a diminuir a produção de melatonina de maneira significativa. É preciso que alguma coisa a mais seja feita para que esse processo seja revertido.

Há duas maneiras conhecidas de aumentar a concentração desse hormônio no sangue a níveis desejados para quem deseja melhorar seu desempenho físico e intelectual com o passar dos anos. Pode-se tomar o hormônio sintetizado em pílulas ou reeducar a pineal para otimizar o seu funcionamento. Podemos fazer um deles ou ambos. A diferença entre os dois pode ser comparada com a diferença entre tomar leite materno ou de vaca quando se é bebê. Os dois são ricos em cálcio e outros nutrientes necessários ao desenvolvimento do bebê, mas um deles é feito sob medida e encontra rejeição quase nula no recém-nascido. O quanto pudermos regenerar nossa glândula e aprimorar seu funcionamento através das milenares meditações da pineal, certamente será melhor.

Como dissemos no início do artigo, para a medicina clássica indiana, a pineal sempre foi considerada importante. Ela é ligada a um chakra essencial para o desenvolvimento da visão espiritual e da meditação. Isso inspirou a cuidadosa criação e elaboração de muitas meditações e diferentes técnicas de ativação da glândula nos últimos milênios. Essas técnicas foram reunidas e sistematizadas para serem usadas no curso “Memória e Rejuvenescimento Celular através da Meditação”. São uma parte importante do processo de regeneração celular, desenvolvimento e preservação da memória a que o curso se propõe a facilitar.

Participe do curso “Memória e Rejuvenescimento Celular através da Meditação”:

http://pedrotornaghi.com.br/blogger/?page_id=82

Leia também “Os Cinco Pilares da Memória”:

http://pedrotornaghi.com.br/blogger/?page_id=1159

Federação Galáctica


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 A Hierarquia Espiritual e as Mudanças

frota interestelarAtualização  para a Federação Galáctica e a Hierarquia Espiritual por Sheldan Nidle

Dratzo! Muitas coisas em seu mundo estão agora em processo de manifestação. As reuniões estão acontecendo globalmente para formular um novo sistema financeiro, altamente transparente

Uma parte muito importante dessas negociações é a necessidade de reavaliar e redefinir a implantação de uma moeda global. Junto com isso existe um requisito para se retornar em massa ao uso do padrão-ouro. Estamos observando e fiscalizando estas conversações.

Muitas coisas em seu mundo estão agora em processo de manifestação. As reuniões estão acontecendo globalmente

Por Sheldan Nidle – Fonte: http://www.paoweb.com/uf111114.htm

As antigas famílias possuem uma quantidade enorme de antigos tesouros desaparecidos e depósitos de ouro. Uma grande parte destes bens estão sendo doados para criar esta nova moeda e para servir de base para os fundos de prosperidade globais (NESARA).

Estes serão principalmente de natureza humanitária. Os recursos são para tornar possível uma explosão de projetos que beneficiarão grandemente toda a sociedade global. Eles também são para que você possa aprender sobre o que é  o conhecimento secreto, oculto (VERDADEIRO), e prepará-los para uma melhor compreensão das políticas que se desdobram desde os Céus (níveis mais elevados de consciência). Eles também ajudam com a divulgação global. Essa prosperidade é, portanto, para pavimentar o caminho para uma nova realidade e uma NOVA consciência do que está para se manifestar em um futuro muito, muito próximo.

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 Quando começamos a nossa missão com o primeiro contato a mais de duas décadas atrás, também contatamos a sua hierarquia espiritual responsável por este planeta sagrado e descobrimos o trabalho, a história e a finalidade dos seus Mestres Ascensionados. Esse conhecimento nos levou a entrar em contato com eles e a começar a formar um trabalho para apoiarmos uns aos outros. Ao longo do caminho, começamos a nossa próxima missão, que esta entrelaçada com os aghartianos (habitantes do reino de Agharta, a Terra interior).

Nós finalmente estabelecemos uma base importante lá e começamos as  longas e complicadas reuniões com o seu principal conselho. Pedimos-lhes para aumentarem as missões  na sua civilização de superfície da Terra, o que eles vem fazendo por milênios. Então pedimos a eles para nos ajudarem a montar missões semelhantes com o nosso próprio pessoal. Atualmente, realizamos dezenas de milhares de tais encontros em toda a superfície do globo. Ao longo do caminho, temos parcialmente ajudado aqueles que se dedicam à divulgação deste trabalho. É necessário que essas missões ainda trabalhem clandestinamente na superfície. Assim, os resultados renderam uma grande quantidade de informações úteis sobre as vossas sociedades e sobre vocês mesmos.

Nós encontramos aqueles que estão trabalhando diligentemente para trazer esta nova governança à realidade. Nossos contatos na superfície secretamente mantidos com essas pessoas maravilhosas e que se utilizam dos nossos bons ofícios para ajudar a sua causa. É importante que as TREVAS sejam derrotadas. A maior parte deste trabalho precisa ser realizado por indivíduos como nós acabamos de descrever acima. Vocês tem a capacidade de alterar literalmente o seu reino, a sua vida. Estamos aqui para fornecer ajuda adequada em seu nome, quando necessário. Entendemos o que a Hierarquia Espiritual está fazendo pelo planeta e pela humanidade e desejamos apoiar esta série de causas nobres para a mudança planetária.

Federação-Galáctica-portal

Na verdade, temos feito aparições repentinas em uma série de reuniões secretas da cabala das trevas para exortá-los a seguirem a sua nova liderança que esta emergindo no planeta. A Hierarquia Espiritual nos deu uma maior margem de manobra sobre este assunto. Assim, temos toda a intenção de aumentar o papel das nossas ligações na abertura dos véus e proteger as linhas de comunicação adequadas entre as forças da Luz em seu mundo e também para aumentar os papéis de alguns aghartianos que estão fortemente envolvidos neste processo de mudança planetária.

   O propósito por trás de tudo isso é simplesmente facilitar um meio para os nossos aliados para garantir sua vitória (a vitória das forças da LUZ) e preparar o seu mundo para um tipo radicalmente novo de governança. Mais de 200 anos atrás o Conde Saint Germain ajudou a colocar isso em palavras escritas na Declaração de Independência dos EUA. Estamos firmemente dedicados a ver que o que o lado negro das trevas desejava destruir agora está florescendo em toda parte em seu mundo.

Este processo é apenas o começo do que pretendem os nossos mentores para apresentar a vocês. A Sociedade (Federação) galáctica pode facilmente se instalar nos salões de um sistema aberto e verdadeiro (altruísta) de governança. As trocas resultantes são mais apropriados para o que nossos mentores tem para discutir com vocês. Assim, vemos estas novas administrações e a sua política de divulgação completa como um meio para que vocês possam abrir um diálogo global conosco.

PORTAL

Seu destino individual e coletivo é o de se reconectar com suas famílias espirituais e com os seus irmãos do espaço, a Terra passará a ser um planeta Confederado, livre da influência da Irmandade das Trevas. Em seguida, vocês podem começar a se lembrar de quem vocês realmente são, e de bom grado voltar à plena consciência. Neste estado, vocês podem se tornar um verdadeiro guardião deste mundo, e de fato de todo o reino material.

   Bênçãos! Nós somos seus Mestres Ascensos! Viemos com mais uma boa notícia! No momento, estamos trabalhando em conjunto com nossos associados na superfície para encontrar maneiras de liberar massivamente os nossos fundos humanitários e de prosperidade. Nos foi prometido pelos aghartianos que esses fundos estão sendo protegidos, e que a sua liberação está muito perto de acontecer. Pedimos-lhes para serem pacientes mais um pouco de tempo e para estarem prontos para receberem suas bênçãos muito merecidas.

Os aliados do lado das trevas estão desmoronando diante de um amplo ataque legal, o que ameaça a sua própria existência. Por isso, usem seus próprios bons ofícios internos para nos ajudar a manifestar uma nova realidade para a humanidade. Na medida em voces fazem isso, abram seus corações para a Luz e se fundam com a gente, com a graça espiritual. Juntos, somos uma força verdadeiramente invencível, destinada a derrotar o poder da cabala das trevas e todos os seus asseclas. A corrente do nosso objetivo principal  é prender esses bandidos e isolá-los de vocês.

   Na medida em que voces se preparam para receber as muitas bênçãos que merecem, estejam cientes do destino de seus companheiros. Este mundo está precisando de muito, para melhorar (renovar) a sua infra-estrutura. Estas necessidades devem ser tomadas de cuidados. O que desejamos que vocês façam é simplesmente se aproximarem uns dos outros, sejam fraternos, sejam realmente irmãos uns dos outros. Esteja disposto a se conectar com os outros. Saiba mais sobre como cada um de vocês reage às mudanças que virão, e ajudem uns aos outros através dela.

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Muitos (sistemas de) crenças internas poderosas estão para serem quebradas, demolidas completamente (porque são falsas) nos próximos tempos logo à frente. Ser capaz de consolar um ao outro, de informar, ser capaz de ajudar, em primeiro lugar a sua família, então os amigos (o próximo, não importa quem seja). Assegurar a todos de que tudo está realmente bem. Devemos também usar nossos bons ofícios para ajudar e confortar vocês. Uma vasta série de sistemas de crenças devem ser assaltados, expostos em suas mentiras e modificados e/ou destruídos.

Abracem a humanidade e usem a sua mídia social para confortar a muitos e para disseminar informação (não percam mais tempo). Use a sua sabedoria para disseminar conhecimento verdadeiro e explicar o que esta acontecendo. Compartilhe a informação que voce sente, em seu íntimo, ser verdadeira, dissemine a sua parcela de verdade, sem medo. Essa nova realidade vai acabar com a tirania dos atuais governos CORRUPTOS e substituí-la por uma nova instituição dedicada a SERVIR à humanidade.

   Neste novo reino, você deve ser próspero, assim como LIVRE (do atual paradigma) de sistemas de crenças e manipulação onde a polarização joga voce contra o seu semelhante. Você está finalmente sendo capaz de se expressar para os outros livre e abertamente.Use esse tempo para o diálogo com o outro e aprenda tudo sobre este novo reino. Estamos prontos para acrescentar mais a este diálogo, ensinando-lhes uma série de lições vitais sobre a vida e sobre como chegamos até aqui. A verdadeira moralidade baseia-se nessas lições que estão para surgir.

navemãe-interiorTemos a intenção e a vontade de ver que toda a intenção dos avatares que vieram para à Terra, que foram expressadas a seus seguidores iniciais, é agora dado a conhecer a todos. Esta grande sabedoria é totalmente sobre o amor e a luz (conhecimento=consciência). É sobre como todos vocês formam uma nova comunidade humana global. Esta comunidade precisa se unir para expressar esse amor, garantindo que cada NOVO GOVERNANTE real e verdadeiramente servirá ao interesse público (SEM EGOÍSMOS) e esta nova comunidade emergente. É hora de se unirem e servirem ao propósito divino da existência humana e à sagrada Mãe Gaia.

   Hoje, nós demos-lhe uma visão geral do nova realidade que está emergindo, bem como de sua responsabilidade crescente para ajudá-la a se manifestar EM SEU PLANETA. Muitas coisas magníficas estão prontas para acontecer e se manifestar. No entanto, damos-lhes tempo para se manifestarem com pleno sucesso! Permaneçam positivos, mesmo que você sinta algumas frustrações internas. Saibam, meus queridos, que as incontáveis Fontes e a Prosperidade sem fim dos Céus são realmente suas! Assim seja! Selamat Gajun! Selamat Ja! (Siriano para sejamos UM! E Estejamos em Alegria!)


Organização de Ativação Planetária | Endereço para correspondência: PO Box 4975, El Dorado Hills, CA 95762 EUA – E-mail: write2pao@aol.com | Website: http://www.paoweb.com

Antigos povos Gigantes encontrados no Novo Mundo, nas Américas


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De acordo com lendas orais indígenas dos índios Paiute, uma tribo de gigantes chamada de Si-Te-Cah era uma raça nativa norte americana de grande estatura de indivíduos gigantes ruivos, de cabelos e barba vermelhos, que uma vez ocuparam a área do oeste num passado muito distante. Sarah Winnemucca Hopkins, uma proeminente mulher, educadora, ativista e nativa norte americana, e filha de um Chefe da tribo Paiute, chamado por Winnemucca, relatou muitas histórias transmitidas em sua tribo, em primeira mão, sobre o povo gigante Si-Te-Cah em seu livro “Life Among the Paiutes”, publicado em 1883.

Gigantes antigos do Novo Mundo, nas Américas

Fonte: http://atlanteangardens.blogspot.com.br/2014/05/

Surpreendentemente, os restos mumificados com cerca de 9,400 anos de idade foram realmente encontrados em uma caverna no estado de  Nevada, embora um estudo científico não foi permitido sobre os restos encontrados por razões políticas. 

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Sarah Winnemucca Hopkins, uma proeminente mulher, educadora, ativista e nativa norte americana, e filha de um Chefe da tribo Paiute, chamado por Winnemucca, relatou muitas histórias transmitidas em sua tribo, em primeira mão, sobre o povo gigante Si-Te-Cah em seu livro “Life Among the Paiutes”, publicado em 1883.

“Meu povo diz que a tribo que exterminamos de gigantes tinha cabelos e barbas vermelhas, tenho um pouco de cabelo, transmitido de pai para filho, tenho um vestido que está na nossa família há muitos anos, aparado com os cabelos avermelhados. Eu o uso algum tempo quando eu faço palestras. Também é chamado de vestido de luto, e ninguém tem um vestido desses, apenas minha família.

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“Esses grupos de seres gigantes, de barba e cabelos vermelhos, sendo encontrados por todo o planeta, também estavam na Europa, no Sul e na América do Norte. E ao que parece, ao mesmo tempo, antes da última Idade do Gelo aparentemente, eles tinham uma área muito grande que eles governavam”.

 

As mais antigas múmias artificial do mundo são as encontradas em Chinchorro do norte do Chile e do sul do Peru. Enquanto a mais antiga múmia artificial egípcia data de cerca de 3000 aC, a mais antiga múmia artificial de Chinchorro data de cerca de 5050 aC. E enquanto a mais antiga múmia natural egípcia (com cabelo vermelho chamada “ruiva”) data de cerca de 3400 aC, a data mais antiga de uma múmia natural de Chinchorro data de cerca de 7020 aC.

A cultura Chinchorro foi a única cultura andina que realizou a mumificação em todos os membros de sua sociedade. Em todas as outras culturas andinas, apenas os membros da elite governante era mumificada. Estas fotografias de múmias de Chinchorro mostram que elas têm o cabelo e características Caucasiana. Isso pode significar que apenas a cultura Chinchorro consistia exclusivamente em elementos caucasianos, e que todas as outras culturas andinas eram compostas por uma elite de caucasianos (raça branca) que governava um proletariado mongolóide (raça vermelha).

 

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“Native Races of the Pacific States”, de Hubert Bancroft, publicado em 1874, Bancroft diz que no Peru havia “numerosas e vagas tradições de assentamentos ou nações de homens brancos e barbados, vestidos com longas vestes, que regulavam o calendário e eram criadores de uma civilização avançada “.

Um local principal do enterro da cultura de Nazca era o cemitério de Chauchilla, estabelecido no ano 200 dC, e usado por 600 a 700 anos. O cabelo das múmias é obviamente caucasianos e todos usam trajes longos. Os vasos cerâmicos foram produzidos pela cultura Moche (100 a 800 dC), todos eles têm barbas, seus traços faciais são caucasianos, e novamente, todos eles estão usando longas vestes.

A fotografia abaixo de múmias da vila Wari, um dos muitos povos pré-Inca que habitavam a área agora conhecida como Lima no Peru. Eles foram tirados diretamente de uma pirâmide com as máscaras de olhos azuis que você vê na foto. Além da múmia envolto em seis camadas de lã, foram encontradas agulhas e outros materiais têxteis.

 

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Por todo o Novo Mundo encontramos lendas de Quetzalcoatl (pelos Aztecas), Kukulkan (pelos Mayas), Amalivaka (pelos Tamanacs), Manco-Capac (pelos Incas), Viracocha (por Aymaras). Todos eles descrevem: um homem branco alto, de olhos azuis, com longos cabelos e barba avermelhados.

Numerosas múmias caucasianas pré-hispânicas foram encontradas na América do Sul com cabelos claros, alguns com pedras azuis cobrindo os olhos, além de máscaras douradas com olhos azuis semelhantes, que combinam com as lendas dos deuses solares de pele clara.

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Dois mil anos atrás, uma civilização misteriosa e pouco conhecida, com uma elite branca, loura e de olhos azuis, governava a costa norte do Peru. Seu povo era chamado de Moche. Eles construíram enormes pirâmides que ainda dominam a paisagem circundante; algumas com mais de cem metros de altura. O túmulo do Senhor de Sipán é considerado por alguns arqueólogos como uma das descobertas arqueológicas mais importantes desta região do mundo nos últimos 30 anos, pois o túmulo principal foi encontrado intacto e intocado pelos ladrões.

Pizarro perguntou quem eram os ruivos de pele branca. Os índios respondiam que eram os últimos descendentes dos Viracochas . Os Viracochas, diziam eles, eram uma raça divina de homens brancos com barbas. Eles eram tão parecidos com os espanhóis que os europeus foram chamados de Viracochas no momento em que chegaram ao Império Inca. Os Incas pensavam que eram os Viracochas que haviam voltado para o Pacífico. (Heyerdahl, ibid., Página 253).

De acordo com a lenda inca principal, antes do reinado do primeiro Inca, o deus-sol, Con-Ticci Viracocha, tinha-se despedido de seu reino no Peru atual e partiu para o Pacífico com todos os seus súditos. Quando os espanhóis chegaram ao Lago Titicaca, nos Andes, encontraram as mais poderosas ruínas em toda a América do Sul – Tiahuanaco. Eles viram uma colina remodelada pelo homem em uma pirâmide escalonada, alvenaria clássica de enormes blocos, bem revestidos e equipados juntos, grandes e numerosas estátuas em forma humana.

 

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Pediram aos índios que lhes dissessem quem deixara essas enormes ruínas. O cronista bem conhecido, Cieza de Leon, foi informado em resposta que essas coisas tinham sido feitas muito antes de os Incas chegarem ao poder. Eles foram feitos por homens brancos e barbados como os próprios espanhóis. (Heyerdahl, ibid., Página 253). 

Os homens brancos finalmente abandonaram suas estátuas e foram com o líder, Con-Ticci Viracocha, primeiro até Cuzco, e depois para o Pacífico. Eles receberam o nome Inca de Viracocha , ou “espuma do mar”, e desapareceram sobre o mar.

Os arqueólogos descobriram uma cidade perdida no interior da floresta amazônica de uma tribo de pessoas de pele branca, de cabelos louros, há muito perdida, chamada de Pessoas da Nuvem. O povo da nuvem, também conhecido na lenda como “guerreiros brancos das nuvens”, estabeleceu um reino expansivo pré-Inca, localizado nas regiões setentrionais dos Andes, no atual Peru. Outros grupos pré-hispânicos se referiam aos Povos da Nuvem como “deuses brancos” devido à sua altura, cabelos loiros e olhos azuis. De acordo com a lenda Inca, os Chachapoyas lembraram que seus antepassados vieram do Oriente.

 

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Os códices aztecas são livros escritos pelos astecas pré-colombianos e da era colonial. Observe que o gigante representado acima tem um nome próximo dele, o texto lê Quinametzin, o seu nome, um dos velhos gigantes.

{Nota de Thoth: Sobre a existência de gigantes na Terra, existe ainda uma passagem bíblica que narra um combate entre um desses gigantes (GOLIAS) e um servo de Deus, Davi:

“Então saiu do arraial dos filisteus um homem guerreiro, cujo nome era GOLIAS, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo (cerca de 3,25 metros de estatura). 1 Samuel 17:4

“E Davi pôs a mão no alforje, e tomou dali uma pedra e com a funda lha atirou, e feriu o filisteu na testa, e a pedra se lhe encravou na testa, e caiu sobre o seu rosto em terra. Assim Davi prevaleceu contra o filisteu, com uma funda e com uma pedra, e feriu o filisteu, e o matou; sem que Davi tivesse uma espada na mão.

Descoberta a existência de ruínas de uma antiga civilização na Antártica


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#DivulgaçãoCientífica

antartica-antiga-civilização-01É IMINENTE  O ANÚNCIO DA EXISTÊNCIA DE RUÍNAS DE CIVILIZAÇÃO FUTURÍSTICA ENCONTRADA NA ANTÁRCTICA

Muitos ficaram ponderando a importância das recentes visitas a Antárctica por altos funcionários e indivíduos proeminentes de governos que oferecem explicações das mais intrigantes para as suas viagens para o continente gelado. Em 9 de Novembro, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, pousou na Antártica, durante o pico da eleição presidencial dos EUA  …

Antárctica: Iminente o anúncio da descoberta de ruínas de uma antiga civilização altamente tecnológica enterrada sob o gelo

Escrito por Dr. Michael Salla – Fonte: http://exopolitics.org

… Por que o atual secretário de Estado deixou os EUA em um momento tão crítico apenas para observar os padrões de aquecimento global na Antártida?

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Evacuação médica do astronauta Buzz Aldrin

Ainda mais misterioso foi a evacuação médica do astronauta Buzz Aldrin em 01 de dezembro para fora da Antártida, depois de uma visita surpresa, aparentemente para tornar-se “a pessoa mais velha a chegar ao Pólo Sul com a idade de 86 anos.” Ele foi visto junto com companheiros vestindo camisas com o logo “Get Your Ass to  Mars”. Ele esteve lá porque queria ver pessoalmente a descoberta de algo que faria o seu sonho de colonização de Marte uma realidade?

No início em 18 de fevereiro, 2016, o Patriarca da igreja ortodoxa da Rússia, o russo Kirill visitou um posto avançado russo na Antártida, supostamente para ver pinguins. Pouco mais de um mês depois, em 23 de março, o presidente Obama visitou no sul argentino a cidade turística de Bariloche, que é reivindicada de ter sido o esconderijo secreto de Adolf Hitler após a Segunda Guerra Mundial. Bariloche tornou-se a capital não oficial de uma civilização alemã separatista com base na Antártida, e afirma-se que existe um sistema de túnel escondido desde lá para a Antártida. Também digno de nota, os presidentes Eisenhower e Bill Clinton visitaram Bariloche.

A verdadeira razão para todas essas visitas misteriosas ocorram na Antártida, e locais próximos, como Bariloche, está prestes a ser revelada de acordo com o denunciante do programa espacial secreto dos EUA, Corey Goode. Ele diz que lhe foi dada informação sensível sobre um anúncio oficial iminente da descoberta de ruínas de uma civilização futurista encontradas na Antártida.

As informações de Goode estão prestes a ser lançadas de acordo com uma atualização de 06 de dezembro de David Wilcock, que realiza uma série de entrevistas altamente popular em Gaia TV com Goode intitulada Divulgação Cósmica. Em um artigo intitulado, “ENDGAME: Divulgação e a derrota final da Cabala”, Wilcock escreve:

“Imagine se você acordar um dia para ver ruínas hiper-futuristas sendo reveladas como descobertas na Antártida. Você não está vendo isso em sites como Ancient Aliens ou em sites de notícias alternativas, mas em todos os lugares … em todas as plataformas de comunicação importante que existe”.

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A descoberta das ruínas de uma antiga civilização encontrada na Antártica, anterior ao dilúvio, com esqueletos gigantes e restos de uma avançadíssima tecnologia poderá ser revelada em breve

Imagine que jornalistas e oficiais militares revelem estas descobertas com incríveis vídeos filmados no local. Um evento desta magnitude poderia ser muito mais perturbador do que qualquer catástrofe de estilo do (falso) atentado de 11/09 em New York. A elite do poder pode muito bem estar com a esperança de que tal “virada de jogo” que define a civilização poderia fazer todas e quaisquer notícias anteriores irrelevantes e esquecidas”.

Wilcock passa a discutir o que ele acredita ser o motivo oculto para anunciar uma descoberta tão monumental neste momento. Ele afirma que é projetado para distrair o público das massas a partir de recentes revelações do Wikileaks relativos ao “Pizzagate”, e o envolvimento de funcionários de alto nível em ambas as administrações Clinton e Obama em anéis de pedofilia que envolvem até mesmo o sacrifício de crianças.

O ex-chefe da equipe de Bill Clinton, John Podesta, que também era conselheiro de Obama e seu consultor sênior, assim como também comandou a campanha de Hillary Clinton, é uma figura proeminente no escândalo Pizzagate.

O artigo de Wilcock, que é um prelúdio para um próximo artigo sobre o anúncio iminente das ruínas descobertas na Antarctica, é bastante detalhado e vale bem a pena ler. Wilcock diz que o próximo artigo foi co-escrito com Goode. Ele descreve o que as fontes de Goode tem revelado a ele sobre a descoberta na Antártida, e que pretende divulgar oficialmente este fato. Wilcock escreve :

Corey Goode tomou conhecimento da descoberta de novas ruínas épicas da Antártida a cerca de três meses atrás, e nem sequer foi autorizado a dizer a David o que estava acontecendo. Temos apenas que só agora foi liberado para lançar essas informações críticas, sensíveis ao tempo para o público.

Enquanto aguardamos o lançamento da próxima atualização por Goode e Wilcock para fornecer mais detalhes do que foi descoberto na Antártida, vale a pena ponderar as implicações da recente visita do Secretário Kerry lá, se ele foi realmente testemunhar uma descoberta tão incrível.

Conforme o secretário de Estado, Kerry quer a certeza de liberar informação completa do que ele viu na Antártida antes que o seu mandato termine oficialmente em 20 de janeiro de 2017. O Presidente Obama igualmente gostaria de avançar na liberação com um anúncio no estilo “chocando o mundo” para colocar a Antárctica sobre o seu legado como o primeiro presidente norte-americano Afro-americano, cujas políticas inaugurou uma nova era de prosperidade.

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US Secretary of State, John Kerry

Em contrapartida, como Wilcock sugere, o objetivo REAL é distrair a imprensa e o público americano para longe dos indícios de danos do envolvimento das administrações de Clinton e Obama “em círculos de pedofilia”. Isto sugere que o envolvimento de Podesta numa iniciativa da Força Aérea dos EUA para promover uma “divulgação limitada” sobre UFOs e vida extraterrestre, foi igualmente concebida para servir como uma distração ainda mais prejudicial que a “divulgação completa” das revelações fornecidas por Corey Goode, William Tompkins e outros.

Tendências econômicas positivas continuam a surgir nos indicadores econômicos dos EUA em termos de queda do desemprego, aumento dos mercados de ações e renovado otimismo sobre o estado da economia. Quando combinado com um anúncio oficial da descoberta das ruínas de uma civilização avançada na Antártida, Obama dará um grande impulso ao seu legado. Esta informação é suscetível de ser dada a cobertura de parede a parede com a notícia mainstream, distraindo assim o público a partir de relatórios de mídia alternativas sobre outras informações que mancham o legado de Obama e do establishment.

Talvez uma motivação adicional para o presidente dos EUA liberar as notícias sobre tal descoberta na Antártica seria ofuscar a administração Trump de entrada em termos de futuros direitos de se gabar para quem deve ser, em última análise creditado por “tornar a América grande novamente”.

© Michael E. Salla, Ph.D. 


antartica-antiga-civilização-01Mais informações:

 

O Livro perdido de Enki-Ea e Nibiru


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O Livro perdido de ENKI/EA – de NIBIRU 

“Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás.

Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei as suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki (Nephilins), que vieram à Terra de um planeta chamado NIBIRU

As Memórias e profecias de um “deus extraterrestre” nativo do planeta NIBIRU, que é o criador do homem, o atual ADÃO (e a EVA) de “barro” da Terra.

Algumas placas sumérias continham um diário de EA/ENKI, que foi traduzido por Zecharia Sitchin e publicado com o título “The Lost Book Of Enki – O Livro Perdido de ENKI”.

Anunnaki-cria-homem-do-macaco

Nessas crônicas ele revela que durante a realização de um conselho planetário no planeta de NIBIRU, no qual foi decidido que ENKI-EA deveria criar um híbrido terrestre-alienígena (com material genético de NIBIRU) através da manipulação da engenharia genética.

ENLIL, (o Javé-Yahweh-Jeová bíblico, a principal divindade dos hebreus,  o raivoso, rancoroso e ciumento “senhor deus” dos exércitos do velho ( a Torah) testamento na Bíblia) o meio irmão de EA-Enki protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração de ouro e não para “brincar de deuses”.

Os dois “deuses” irmãos representados  em um tablete de barro pela cultura suméria.

Os habitantes do planeta Nibiru, os Nephilin/Anunnakis, sabiam perfeitamente da existência do Logos* (o Criador) primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, inclusive genética, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta (Nibiru) natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra (literalmente, precisavam de escravos) para a mineração de ouro na Terra, como já foi dito antes.

( * n.t.: O Logos [λόγος, verbo], em grego, significava inicialmente a palavra escrita ou falada—o Verbo. Mas a partir de filósofos gregos como Heráclito passou a ter um significado mais amplo. Logos passa a ser um conceito filosófico traduzido como razão, tanto como a capacidade de racionalização individual ou como um Princípio Cósmico da Ordem e da Beleza.  

Na teologia católica o conceito filosófico do Logos viria a ser adaptado no Evangelho de João, o evangelista se refere a CRISTO (que “ungiu” o homem Jesus) como o Logos, isto é, a Palavra: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era  Deus” João 1:1 (εν αρχη ην ο λογος και ο λογος ην προς τον θεον και θεος ην ο λογος).

Como ENLIL, sempre rivalizou com seu irmão ENKI, ele utilizava frequentemente essa polêmica para acirrar suas disputas de poder, mas mesmo assim não deixava de ter uma certa razão ao expor todos os riscos inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se interferir na ordem natural das coisas no planeta Terra.

Foram encontradas placas com inscrições sumérias como a da foto acima contendo um diário de ENKI, que foi traduzido por Zecharia Sitchin e publicado com o título “O Livro Perdido de ENKI”. Nessas crônicas Enki revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um trabalhador híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, seu irmão ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para “brincar de Deus”

A vastidão do universo material nos dá a certeza de que a vida é um fenômeno constante em incontáveis mundos, sendo prova irrefutável da existência desse Logos  Criador. E de fato, é interessante pensar na possibilidade de que outros seres tão inteligentes, poderosos e qualificados quanto os Anunnakis, viajem de mundos em mundos, espalhando, modificando ou aperfeiçoando a vida e contribuindo para um propósito cósmico maior.

Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas,(a maioria tem PREGUIÇA de pensar por si mesmo, pois dá muito trabalho desenvolver CONSCIÊNCIA)  mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espacias, genética e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria (deve) ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru.

Abaixo: Os Annunaki em painéis e estelas sumérios, assírios, também são encontrados na cultura dos egípcios e maias. Nas quatro antigas civilizações citadas, existe uma evidente presença de seres extraterrestres de todos os tamanhos e até de gigantes, como visto nesta estela da suméria.

{“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.” – Gênesis 6:4}

A seguir trechos de uma entrevista concedida por Zecharia Sitchin, onde ele revela o seu trabalho de tradução das placas sumérias:

“Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei as suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado NIBIRU. O planeta era designado, representado pelo símbolo da cruz e NIBIRU significa, “planeta da passagem [travessia].”

Segue Sitchin: “A questão em minha pesquisa então mudou de quem eram os Nefilim e os Anunnaki, para, que planeta é este Nibiru? O que me forçou a ser proficiente em astronomia, e tive que aprender bastante sobre isto para lidar com o assunto. Eu descobri que os eruditos estavam divididos. Alguns diziam que (Nibiru) era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelo povo antigo, e outros diziam que não, que era Júpiter. Aqueles que diziam que era Júpiter e não Marte, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E Aqueles que diziam que era Marte e não Júpiter , tinham argumentos também muito convincentes do porque não podia ser Júpiter.”

Representação de ENKI, o deus das águas.

“Sendo capaz de ir diretamente à fonte, os tabletes de argila e a escrita cuneiforme (da cultura suméria), a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter.

E então certa noite acordei com a resposta: com certeza, é um planeta a mais que vem periodicamente entre as órbitas de Marte e Júpiter; e algumas vezes está mais perto de Marte e outras mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.”

Sitchin continua: “Tendo entendido que esta era a resposta, que existe um planeta a mais (NIBIRU) em nosso sistema solar, tudo mais se encaixou. O significado do Épico da Criação mesopotâmico ENUMA ELISH de onde são baseados (cópia quase que verbatim) os primeiros capítulos do Gênesis bíblico e todos os detalhes sobre os Anunnaki, quem eles eram e quem eram seus líderes e como eles viajaram do planeta deles para a Terra e como aterrissaram no Golfo Pérsico e sobre o primeiro assentamento deles em nossoplaneta, seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro!

Os antigos Sumérios tinham um enorme conhecimento geral. Eles sabiam sobre a existência de Urano e Netuno e os descreveram e eles também sabiam sobre Plutão. Eles eram exímios em matemática e, em muitos aspectos, seu conhecimento ultrapassa (ainda hoje) o dos dias modernos (um fato mantido em sigilo para que os “eruditos de nossa civilização não passem vergonha”). Eles diziam,  “Tudo o que sabemos nos foi dito pelos Anunnaki.” 

Acima: A Região da Mesopotâmia e assinaladas as cidades criadas pelos “deuses” de Nibiru, os Annunaki e Nephilins. O Jardim do Éden extraterrestre, entre os rios Tigre e Eufrates, onde hoje é o IRAQUE… o local da criação do homem por EA/EnKi.

“A publicação do meu primeiro livro e seu impacto, foi a compreensão de que vários povos antigos, a começar pelos Sumérios, sabiam e descreviam e falavam de um planeta a mais no nosso sistema solar (n.t. Em alguns casos algumas dessas culturas se referiam ao planeta MALDEK). Não era uma descoberta como a de Plutão em 1930 (o qual os Sumérios conheciam há 6.000 anos atrás). Plutão foi uma descoberta astronômica muito interessante, e então os livros didáticos tiveram que ser revisados. Mas para a pessoa média, o homem das ruas, realmente não fez nenhuma diferença. Nibiru, por outro lado, era uma história muito diferente. Se existe Nibiru, (e este é o planeta que os astrônomos de nossos dias também chamam de planeta X) então os Anunnaki e os Nephilim TAMBÉM existem.

“Assim, a existência de Nibiru não é uma simples questão de mais um planeta em nosso sistema solar. Isto é diferente, porque se existe Nibiru, e os Anunnaki existem, então a declaração da Suméria de que eles voltam (o seu planeta) a nossa vizinhança a cada 3.600 anos, e que por vezes no passado nos deram civilização, então não estamos sós e há pessoas/SERES HUMANOS mais avançadas (em termos tecnológicos) do que nós em nosso próprio sistema solar.”  

Capa do livro “The Lost Book of ENKI” (O Livro Perdido de ENKI) de Zecharia Sitchin

“Me perguntaram: Eles se parecem conosco?” e eu disse, não, nós nos parecemos com elesEles é que nos criaram e  o fizeram por engenharia genética (o corpo humano). Eles dispararam a arma da evolução, e nos fizeram parecer fisicamente com eles, e sermos parecidos emocionalmente. Isto é o que diz a Bíblia quando diz: “Vamos fazer Adão a nossa semelhança e imagem.”

“Fisicamente, externa e internamente. Tanto quantos eles assim sejam, assim somos nós. (Nesse ponto é possível se discordar de Sitchin porque Nibiru existe apenas em QUARTA DIMENSÃO e a densidade dos corpos de seus habitantes Annunakis não é igual a nossa, a semelhança entre eles e nós é principalmente PSÍQUICA)”

“Há uma tremenda diferença quanto ao período de vida. É isto que dá a noção da imortalidade deles. Porque um ano deles é uma órbita do seu planeta, Nibiru ao redor do nosso Sol e da estrela/Sol SÍRIUS da Constelação do Cão Maior, distante 8,7 anos luz da Terra, em uma elipse que leva 3.600 dos nossos anos para ser completada. Assim, um ano deles equivale a 3.600 dos nossos anos. Esta é uma diferença chave e fundamental entre eles e nós.”

Então há a diferença entre o avanço tecnológico deles que os capacita não apenas a viajar no espaço, e ter viajado a meio milhão de anos atrás, mas também reviver os mortos e fazerem outras coisas que nos tempos bíblicos (e ainda hoje) eram consideradas milagres”. 

De acordo com Zecharia Sitchin, a próxima passagem do 12º planeta seria entre 2012 e 2013. {n.t. apesar das descobertas de Zecharia Sitchin, suas conclusões a respeito da órbita de  Nibiru não são absolutamente corretas (como tudo na vida). A próxima passagem de Nibiru pelo nosso sistema Solar será em torno de 3.440 d.C., ainda faltam mais 1.426 anos para ele retornar de seu passeio desde a órbita de SÍRIUS  na CONSTELAÇÃO DO CÃO MAIOR}.

Consta que o local de aterrissagem dos Nibiruanos foi um lugar chamado Eridu, atual Sul do Iraque. Neste local restariam diversas construções desse povo, inclusive uma pirâmide que teria sido usada por Saddan Hussein como esconderijo durante ataques ao seu país, o Iraque. Os americanos teriam conhecimento desses monumentos e de seu valor histórico inestimável, razão pela qual não o teriam destruído.

Constelação de Cão Maior, e SÍRIUS, a sua estrela principal e a mais brilhante nos céus da TERRA.

Devemos esperar pelo aparecimento desse magnífico fenômeno no Céu do Hemisfério Sul. Esta inclusive seria a razão pela qual os telescópios na Argentina e no Chile foram reativados e um novo telescópio foi instalado pelos EUA no PÓLO SUL !?!?!. A NASA já localizou um grande objeto nos céus e estaria analisando o fato, que foi classificado como ultra-secreto, (n.T.- Trata-se de uma Estrela Anã Marron, companheira de nosso sol e não de NIBIRU que nesse momento esta muito longe, em SÍRIUS ) embora todos os dados estejam aparentemente descritos nos livros da série Crônicas da Terra de Sitchin. Como ele diz: “Assim nós humanos estaremos mais preparados para a chegada dos Anunnaki”.

Se existem tantas provas incontestáveis dessa atividade sobre-humana, em diversos lugares, por que os governos, em particular o norte-americano, pioneiro e o primeiro em pesquisas espaciais e ufológicas e os das demais nações ocidentais e o mundo árabe, não informam à humanidade sobre isso? De fato a resposta é muito simples!

O disco alado é o principal símbolo da Nibiru em diversas culturas antigas.

É porque essa revelação de que seres extraterrestres humanoides alienígenas gigantes, vindos de outros planetas de outros sistemas estelares conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, talvez milhões de anos, colonizaram a Terra e influenciaram geneticamente na criação e na formação da raça humana, E SE PASSARAM (e ainda se passam para a maioria dos habitantes da Terra) PELOS NOSSOS DEUSES, tudo isso causaria a ruína de todo o establishment contemporâneo a começar pelo sistema religioso global… 

“Todas as instituições entrariam em colapsoporque “FRAUDES GIGANTESCAS E MILENARES” seriam desmascaradas e descobertas”.

NOTA: Zecharia Sitchin não faz identificação alguma de ENLIL com o temperamental senhor dos exércitos e o Yahweh-Javé-Jeová bíblico do Velho Testamento, talvez por ser judeu (russo) e por não querer diminuir a importância da divindade de sua cultura e nem criar conflito com a mesma.

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Outros autores, porem, identificam o temperamental, rancoroso e vingativo Yahweh, Javé, Jeová bíblico com ENLIL, como Neil Freer, por exemplo.  (A nosso ver corretamente, pois o Yahweh, Javé, Jeová bíblico é um pequeno semideus MUITO RAIVOSO, VINGATIVO E MUITO TEMPERAMENTAL da antiguidade e que também tem contas a acertar com o verdadeiro Criador).

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Projeto Stargate


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A Visão Remota

Artificial intelligence --- Image by © Colin Anderson/Blend Images/Corbis

A visão remota permitiria a um observador usar de uma capacidade paranormal para reunir informações de um determinado local, um objeto, lugar, pessoa, etc., que estaria longe da visão física do observador, preferencialmente separado do observador por uma grande distância. A “visão remota” seria a impressão pessoal adquirida pelo observador a respeito do assunto, e às vezes poderia ser registrada por outra pessoa. Seria semelhante a sensação que temos quando abrimos os olhos após uma noite de sono e tentássemos recordar sobre um sonho ocorrido durante este período. A visão remota clássica é feita em tempo real, embora alguns praticantes informem a possibilidade de cruzar a linha do tempo e ser remetido ao passado ou ao futuro também. Os defensores dessa possibilidade dizem que já existe prova experimental válida para esta técnica.

A visão remota (RV-Remote Viewing em inglês) é um trabalho desenvolvido no S.R.I.–Stanford Research Institute (entre 1972-1990) e no SAIC– Science Applications International Corporation (entre 1990-1995) é único na história do campo de estudos da parapsicologia.

De PSI Explorer site – recuperado através de WayBackMachine site.

Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net/ http://www.psiexplorer.com/

Se por um lado, ele é o único programa de pesquisa de Psi(*) a longo prazo conhecido por ter sido financiado pelo governo dos EUA (especificamente, o DoD-Departamento de Defesa e diferentes agências de inteligência, como a NSA e CIA), em segundo lugar, a sua raison d’etre foi, desde o início, movida por um interesse em aplicações objetivas e práticas, ou seja, o uso de Psi para operações de inteligência, em terceiro lugar, por causa de sua natureza sensível, a maior parte deste trabalho foi – e ainda é – classificado como Top Secret.

time-travel

No entanto, uma recente Congressionally Directed Action – uma ação direta do Congresso dos EUA induziu uma desclassificação de uma pequena parte dos documentos secretos, bem como levando a uma avaliação do programa de 24 anos patrocinado pelo governo, conhecido como PROGRAMA STARGATE.

O trabalho precoce no SRIStanford Research Institute (Instituto de Pesquisas Stanford), iniciado pelos físicos Hal Puthoff e Russell Targ, com foco em alguns poucos indivíduos talentosos em parapsicologia, como o artista de New York  Ingo Swann, e o ex-comissário de polícia Pat Price. Testes piloto com estes indivíduos produziram alguns resultados verdadeiramente surpreendentes. Por exemplo, Swann sugeriu tentar a visualização remota do planeta Júpiter antes que a sonda Pionner X da NASA fosse enviada para fotografar o planeta gigante.

Para sua surpresa, ele relatou ter visto um anel em torno do planeta – que parecia bastante contraditório com tudo o que se sabia sobre Júpiter até então, no entanto, Targ e Puthoff mencionaram a declaração de Swann em seu relatório, e, logo depois, as fotos tiradas por Pioneer X em verdade revelava um inesperado anel ao redor do planeta Júpiter como previsto por Swann. Pat Price, em sua primeira tarefa de “espionagem psíquica” sobre os soviéticos, simplesmente lhe foi dado as coordenadas de uma “instalação de Pesquisa & Desenvolvimento” na União Soviética. Price passou a descrever e desenhar, com detalhes surpreendentes, uma grande estrutura existente no local das coordenadas.

Artificial intelligence --- Image by © Colin Anderson/Blend Images/CorbisOs primeiros relatórios públicos (ou seja, não classificados) dos experimentos de RV-Visão Remota (Psíquica) no SRI, incluindo mais de 50 ensaios com Price, Swann e alguns outros participantes, rendeu evidências sólidas e de qualidade sobre a realidade da RV. Na sequência da publicação do relatório interdisciplinar dos resultados na revista Nature, considerável controvérsia surgiu, com os críticos do projeto questionando tanto os protocolos assim como os dados estatísticos. Contudo, mesmo usando estimativas conservadoras de sucesso, e avaliações independentes, os dados do SRI sobre PSI pareciam  claramente dar suporte a validade da pesquisa sobre PSI.

Um número de outros ensaios se seguiu pretendendo determinar o que, se fosse o caso, seriam as limitações do RV-Visão Remota. Numa experiência, por exemplo, os alvos eram pequenos objetos colocados em recipientes de metal selados por película (que excluía a luz), enquanto que em outro ensaio, eles consistiram de imagens miniaturizadas (encolhidas para o tamanho de um ponto, que exigiria um microscópio para serem vistas). A RV pareceu funcionar tão bem como sempre, apesar dos obstáculos.

Ainda mais interessante foi uma curta experiência que envolveu não apenas distâncias consideráveis entre o emissor e o receptor, mas também a barreira física tremenda das profundezas do oceano, conhecidos por bloquear quase toda a radiação eletromagnética. Duas sessões foram realizadas, cada uma envolvendo um sujeito dotado (Hella Hammid e Ingo Swann), que estava em um submarino, nas profundezas do Oceano Pacífico, o remetente foi localizado em um local selecionado aleatoriamente na área da Baía de San Francisco.

Apesar da distância e da ação de filtragem das águas do oceano, ambas as sessões foram bem sucedidos, com Hammid e Swann descrevendo as suas metas com alta precisão, e os resultados quantitativos sendo estatisticamente muito significativos.

Projeto STARGATE

Também digno de nota é parte do trabalho mais tarde de Puthoff e Targ, na tentativa de melhorar a precisão e a confiabilidade de RV-Visão Remota por meio de diferentes técnicas de correção de erros (ou seja, o voto majoritário e visualização remota associativa).

O projeto STARGATE continuou até a década de 1990, sob a direção do físico Edwin May, primeiro na SRI e, em seguida, na SAIC ( Science Applications International Corp.). Estendendo o trabalho anterior de Puthoff e Targ, May e seus colegas conduziram uma série de estudos que exploram o potencial da RV para a coleta de informações (serviço de inteligência e espionagem), além de tentar compreender alguns dos seus mecanismos subjacentes.

mentehumana

Trabalhando com um pequeno e seleto grupo de “especialistas” visualizadores remotos, os pesquisadores do SRI / SAIC continuaram a produzir alguns exemplos muito marcantes do potencial aplicado de visualização remota, além de explorar algumas questões fundamentais sobre a natureza desta habilidade. Na sua totalidade , o trabalho STARGATE oferece algumas das evidências mais sólidas para a validade da PSI até o presente data – como pode ser testemunhado pelos documentos recentemente desclassificados.

No entanto, uma agência contratada pela CIA para avaliar o programa de 24 anos (American Institutes for Research ou AIR ) conseguiu dar uma revisão mista, com uma avaliação positiva pela especialista em estatística Jessica Utts, uma negativa pelo psicólogo Ray Hyman, e uma recomendação pela equipe toda do AIR para acabar com o programa Stargate.

Entrevista exclusiva com o General Albert Stubblebine que aposentou-se como Comandante Geral da Inteligência e Segurança do Comando do Exército  dos Estados Unidos (INSCOM):

General dos EUA confirma sucesso do Stargate Project (Visualização Remota) e confirma que o atentado de ONZE DE SETEMBRO às torres gêmeas do WTC em N.York foi um trabalho interno do próprio governo dos EUA

{n.t. Albert “Bert” Newton Stubblebine III (nascido em 1930) é um general aposentado do Exército dos Estados Unidos. Ele foi o comandante geral da Área de Inteligência e Segurança do Comando do Exército dos Estados Unidos entre 1981-1984, quando se aposentou do Exército. Ele também era conhecido por seu interesse em guerra psíquica (PSI) e sua esperança de desenvolver um exército de soldados com poderes, tais como a capacidade de atravessar paredes.}

Embora admitindo que um efeito significativo havia sido demonstrado cientificamente, sob condições rigorosas, o relatório da AIR sugeriu que não há nenhuma necessidade de se aceitar a realidade de RV, e que, em qualquer caso, a sua utilidade pragmática para a recolha de informações não tinha sido demonstrada. Após isso, Edwin May fez várias aparições públicas desafiando fortemente a objetividade do AIR, e questionando os verdadeiros motivos das conclusões e a condução de seu relatório.

Molecular Thoughts

Um artigo de May, detalhando alguns dos aspectos mais desagradáveis deste caso, apareceu no Journal of Scientific Exploration, junto com artigos de pesquisadores do SRI, Hal Puthoff e Russell Targ e os consultores Jessica Utts e Ray Hyman da AIR. Para obter informações mais detalhadas sobre Stargate, acesse AQUI .

(*) Psi: é um termo comumente usado pelos parapsicólogos para se referir tanto a ESP (percepção extra sensorial) e psicocinese tomadas em conjunto. O termo foi cunhado por B.P. Weisner e recomendado por Thouless R.H. como um termo para descrever ESP em seu artigo de 1942 “A posição atual da Pesquisa Experimental em telepatia e fenômenos relacionados” ( Anais da Sociedade de Pesquisas Psíquicas , 47, parte 166, pp 1-19). J. B Rhine (1948alcance da mente) usou o termo para se referir a ambos, a ESP e a psicocinese.

Descobertas Cavernas espetaculares na Amazônia


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O misterioso mundo subterrâneo das incríveis e misteriosas cavernas no planalto amazônico, na fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana. Os tepuyes, mesetas impressionantes na fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana, escondem cavernas que deslumbraram o pesquisador Francesco Sauro pela primeira vez em 2009.

É um lugar único no mundo pelas paisagens, morfologia. Todos os que têm a sorte de vê-las têm uma experiência incrível“, disse ele à BBC.

O misterioso mundo subterrâneo das cavernas amazônicas, na fronteira entre o Brasil, Venezuela e Guiana

Fontehttp://www.bbc.co.uk

Os tepuyes, são mesetas impressionantes na fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana, escondem cavernas que deslumbraram o pesquisador Francesco Sauro pela primeira vez em 2009.

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Os tepuyes, mesetas impressionantes na fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana, escondem cavernas que deslumbraram o pesquisador Francesco Sauro pela primeira vez em 2009. “É um lugar único no mundo pelas paisagens, morfologia. Todos os que têm a sorte de vê-las têm uma experiência incrível“, disse ele à BBC. (Alessio Romeo/La Venta)

A equipe inclui pessoas com vasta experiência em rapel, escalada. “E temos um código muito rigoroso de segurança”, conta Sauro. “Descemos as paredes de montanhas de 200, 300, até 400 metros de profundidade. As pedras podem cair. Os rios também são arriscados.”

Em suas viagens, Sauro coleta dados sobre a química e a microbiologia das formações que encontra. Mas o lado científico é apenas um atrativo das cavernas – o outro são as suas belezas e os seus mistérios.

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Sauro explica que, diferente de cavernas em outras partes do mundo, estas não são compostas de calcário, e sim feitas de uma rocha mais diversificada e antiga, criada há cerca de 1,8 bilhões de anos. “É um novo mundo que você tem que ir descobrindo e estudando lentamente“, se anima. (Riccardo De Luca/La Venta)

Os tepuyes, são mesetas impressionantes na fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana, no local se escondem cavernas que deslumbraram o pesquisador Francesco Sauro pela primeira vez em 2009. “É um lugar único no mundo pelas paisagens, morfologia. Todos os que têm a sorte de vê-las têm uma experiência incrível“, disse ele à BBC. (Alessio Romeo/La Venta)

Parte da aventura é também a pesquisa pela ciência, já que os pesquisadores passam horas analisando os dados sobre a química mineral e microbiologia das formações. “Descobrimos um novo mineral que é muito interessante. Também encontramos outros minerais raros“, disse.

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Sauro explica que o risco é compensado pelo ‘mistério’ que emana das cavernas.”Elas são completamente escuras e só a sua luz te ilumina, de modo que o visual é muito pessoal”, descreve. “Tem também a ideia de ir aonde ninguém foi e, acima de tudo, de encontrar algo inesperado. Nas cavernas, essa sensação é muito forte“. (Riccardo De Luca/La Venta)

As cavernas são um testemunho preservado do passado, diz Sauro. e um ecossistema único que deve ser protegido. “Nós temos um protocolo de proteção muito rigoroso. Nos descontaminamos antes de entrar e não deixamos nada para trás, lixo ou dejetos humanos”, disse Sauro. (Alessio Romeo/La Venta).

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Há também formações de silício amorfo que descem como serpentes a partir do teto, como nesta foto, na caverna Imawarí Yeuta. O fundo do rio é vermelho pela presença de ácidos orgânicos. (Vittorio Crobu/La Venta)

Algumas das formações mais curiosas são compostas de óxido de silício e foram moldadas ao longo dos anos por microorganismos (provavelmente bactérias). Acredita-se que estes estromatólitos tenham 350 mil anos.

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Imagine encontrar um tanque elétrico de água azul causado pelas bactérias que vivem lá“, disse um animado Francesco Sauro. (La Venta)

https://seuhistory.com/videos/alienigenas-do-passado-o-cinturao-de-van-allen

28/11/2014 06h00 – Atualizado em 28/11/2014 10h00

Cientistas descobrem barreira que protege Terra de radiações

Escudo é capaz de manter elétrons muito energéticos a certa distância.
Barreira fica no Cinturão de Van Allen, camada ao redor da Terra.

Do G1, em São Paulo

Descoberto um novo evento luminoso celeste


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Um Pilar de Luz

aurora-boreal-steveGraças a registros amadores, cientistas da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) descobriram um novo tipo de fenômeno celeste, um feixe de luz colorido que corta os céus verticalmente. O evento celeste, que foi capturado por observadores de auroras boreais da província de Alberta, no Canadá, ainda não foi descrito cientificamente e, por enquanto, está sendo chamado de ‘Steve’. As auroras boreais que conhecemos são formadas quando partículas eletricamente carregadas, emitidas pelo Sol, se aproximam do campo magnético da Terra e, em contato com a atmosfera de nosso planeta, interagem com os gases atmosféricos (como nitrogênio e oxigênio) produzindo as conhecidas luzes coloridas.

Conheça ‘Steve’, o novo evento luminoso celeste. Foi descoberto um novo tipo de fenômeno celeste, um feixe de luz colorido que corta os céus verticalmente. 

Fonte: http://veja.abril.com.br/

O feixe de luz que corta os céus é diferente de todas as ‘auroras’ já vistas. Evento foi descoberto com a ajuda de observadores de auroras boreais do Canadá. O fenômeno chamou a atenção de cientistas da NASA, da Agência Espacial Americana (ESA, na sigla em inglês) e da Universidade de Calgary, que viram as imagens compartilhadas em um grupo de observadores de auroras boreais no Facebook, no ano passado, e suspeitaram que o fenômeno jamais havia sido documentado antes.

Aurora azul intenso

As auroras boreais que conhecemos são formadas quando partículas eletricamente carregadas, emitidas pelo Sol, se aproximam do campo magnético da Terra e, em contato com a atmosfera de nosso planeta, interagem com os gases atmosféricos (como nitrogênio e oxigênio) produzindo as conhecidas luzes coloridas

Uma nova ‘aurora boreal’?

As auroras boreais que conhecemos são formadas quando partículas eletricamente carregadas, emitidas pelo Sol, se aproximam do campo magnético da Terra e, em contato com a atmosfera de nosso planeta, interagem com os gases atmosféricos (como nitrogênio e oxigênio) produzindo as conhecidas luzes coloridas. Elas normalmente se caracterizam por faixas horizontais que brilham nas cores verde, vermelha ou lilás, vistas normalmente próximas aos polos Sul e Norte.

O fenômeno compartilhado nas redes sociais, no entanto, era mais parecido a uma “aurora de prótons” ou “arco de prótons” – mas como esse evento não pode ser visto pelo olho humano, os cientistas suspeitaram que se tratava de algo diferente. O físico Eric Donovan, professor da Universidade de Calgary, no Canadá, percebeu que o trio de satélites da missão Swarm, da ESA, que monitora o campo magnético de nosso planeta situado a 3.000 metros da superfície, havia capturado dados do momento em que o fenômeno foi visto da Terra.

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As auroras boreais que conhecemos são formadas quando partículas eletricamente carregadas, emitidas pelo Sol, se aproximam do campo magnético da Terra e, em contato com a atmosfera de nosso planeta, interagem com os gases atmosféricos (como nitrogênio e oxigênio) produzindo as conhecidas luzes coloridas.

“A temperatura saltou para 3.000°C e os dados revelaram uma faixa de gás de 25 quilômetros de extensão flutuando para o oeste a cerca de 6 quilômetros por segundo, enquanto a velocidade o outro lado da faixa era de 10 metros por segundo”, afirmou o físico Eric Donovan da Universidade de Calgary, no Canadá, em evento da missão Swarm, neste final de semana.

As observações da agência espacial europeia, somadas aos mais de cinquenta registros do fenômeno feitos por amadores, revelaram que ele é diferente de todas as “auroras” já vistas da Terra – e parece ser relativamente comum, já que os registros foram feitos entre outubro de 2016 e fevereiro de 2017.

“Em 1997, tínhamos apenas um sensor de imagens de todos os céus na América do Norte para observar a aurora boreal do solo. Agora nós temos fotografias da aurora tomadas do chão que coincidem com uma observação de um satélite, que permitem a análise. Acontece que Steve é realmente comum, mas não tínhamos notado antes. É graças a observações terrestres, aos satélites, à explosão de acesso a dados e a um exército de ‘cientistas cidadãos’ que pudemos documentá-lo.”, afirmou Donovan.

Confira os registros do fenômeno:

Os cientistas pretendem analisar mais dados e publicar os resultados em breve, mas, por enquanto, a rede de observadores de auroras boreais decidiu chamá-lo de ‘Steve’, uma brincadeira com o filme Os Sem-Floresta, de 2006, que chama de Steve uma criatura que jamais havia sido vista.

Compreender a quinta dimensão


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A realidade de quinta dimensão está-se tornando uma frequência em que a humanidade se transforma todos os dias. Nossas visões, cheiros, gostos estão todos mudando à medida que elevamos nossa vibração para corresponder aos da quinta dimensão. Estados elevados de consciência, compaixão e conhecimento estão apenas começando a se desenvolver.

Conforme os nossos sistemas se alinham às frequências superiores, obtemos mais conscientização da multiplicidade das dimensões. Estar cognitivamente envolvido com a quinta dimensão permite-nos a capacidade de perscrutar essa dimensão. Isso não significa que vocês estejam funcionando nessa dimensão; apenas os seus pensamentos acreditam que vocês estão captando a “realidade” dela. Vamos obter uma breve compreensão de como chegamos à quinta dimensão.

Se o mundo da 3D é um holograma ou ilusão, nós nunca estamos realmente engajados nesse campo dimensional, mas estamos sobrepostos nesse campo como uma sombra. Se participamos em cada dimensão como uma sombra, o que acontece quando deixamos brilhar a luz em nós mesmos ou na dimensão? A ciência diz que a luz existe em dois estados simultaneamente: ondas eletromagnéticas e fluxo linear de partículas chamadas fótons. A luz nada mais é do que uma frequência (dimensão) eletromagnética que está temporariamente interagindo com outra dimensão ou dimensões, que é por isso que pode ter dois estados simultaneamente. A luz realmente pode existir em todas as dimensões ao mesmo tempo; todavia, isso não pode ser ainda comprovado. O que experimentamos como luz é o resultado desses estados de energia. Assim como todas as três dimensões existem no mesmo ponto no espaço, o mesmo acontece com as muitas dimensões de luz. Como a experiência humana, a luz que conhecemos tão bem nada mais é do que a difração dessa composição. Nossa iluminação nesse assunto é apenas um grão de areia na galáxia.

O que acontece quando nosso sistema de crença é golpeado com força suficiente para quebrar o próprio grão de areia e reorganizar a estrutura atômica?

O Modo de Vida na Quinta Dimensão Por Jim Self

Percebe-se a jornada da alma através de uma construção de três dimensões e é limitada à escuridão e luz; como acima, também abaixo. A parte da galáxia em que vocês estão mantém tal dualidade. Até a natureza do seu ser está na dualidade. Vocês existem, ainda que vocês não existam. O seu espírito existe ainda que não possam vê-lo. O centro dessa galáxia, que vocês chamam de o grande sol central compõe-se de uma estrela binária (composta de duas partes). Essa estrela está criando a base para o que o resto da galáxia está projetado pelo simples motivo do seu empurra/puxa. Há algumas outras leis básicas que definem a sua realidade e isso apenas funciona nas primeiras três dimensões. Quando vamos para as dimensões superiores, não temos todas as leis da física para aplicar.

AS PRIMEIRAS SEIS DIMENSÕES

Especula-se que um número infinito de dimensões exista em um vácuo chamado espaço. Todas elas têm lá as próprias regras e comportamentos que se entrelaçam uns com os outros, sem contudo jamais se tocarem. Algumas são superestradas para a energia, enquanto outras são constructos para se ter uma experiência. Seja lá qual for o motivo da dimensão, está além do alcance da nossa compreensão. Tentar explicar seria como falar sobre uma nave espacial a uma pessoa no século XII. Vamos descrever e examinar as primeiras seis dimensões que existem nesse holograma.

Na dimensão zero ou nula, há uma constrição de energia. É apenas um ponto no espaço sem massa. Existe mais para ser um marcador local para as dimensões seguintes do que qualquer coisa. Pensem nas dimensões zero como coordenadas de GPS que dá uma localização específica para um corpo de energia existir. Sem a dimensão nula, não pode haver holograma. Na numerologia, um número zero é um suporte espacial.

Na primeira dimensão, conseguimos algum espaço para respirar. É um tanto linear em seu propósito, visto que não existe outra dimensão a não ser a nula (e a nula é uma dimensão um tanto enfadonha). Se a dimensão zero é um ponto no espaço, em comparação, a primeira dimensão é um plano que é apenas tão amplo quanto o ponto. O plano permanecerá na mesma linearidade com a sua percepção independentemente de como vocês tentarem agarrar mais dela, porque simplesmente não pode lhes mostrar mais. Não pode ser mais do que um plano único, porque é o que é. Na numerologia, o 1 é novos começos.

Agora, estamos começando a ficar realmente eufóricos, porque temos ainda outro acréscimo às dimensões. Essa nova dimensão; a segunda, acrescenta amplitude ao plano singular do primeiro. Dá a capacidade de finalmente criar a profundidade e a substância concreta ao modo como percebemos a primeira, construindo sobre o elemento finito do primeiro. Com as duas primeiras dimensões (mais a dimensão nula) disponíveis, vemos a segunda dimensão como algo que é semelhante a uma folha de papel. Quando olhamos um pedaço de papel de lado, ele é sólido, impermeável e parece uma linha. Quando o papel é virado para sua superfície escrita, o vemos como uma grande área, mas não temos nenhum conceito além do comprimento e da largura. É apenas quando entramos na terceira dimensão para jogar, que vamos conceituar a totalidade de todos os três. Na numerologia, o 2 é a dualidade humana versus o divino.

A terceira dimensão é uma que dá a altura ao comprimento e à largura, o passo final necessário para criar uma área que pode ter massa (isso não significa que terá massa, apenas que pode ter). Tomamos por garantido a terceira dimensão como algo que simplesmente é. Vimos à Terra com a percepção plena necessária para ter as primeiras três dimensões ativadas e abertas. A terceira torna o pensamento solidificado. A terceira dimensão faz com que tudo fique mais “denso” e vibre mais lentamente. Quanto mais lentas as vibrações, mais os nossos pensamentos percebem isso como estrutura sólida. Todas essas vibrações mais lentas ajudam a formar o dualismo de estar na forma humana. Se vocês olharem, a luz é uma frequência que vibra tão rápido que não implica nenhuma estrutura, e no entanto existe.

As três dimensões nos dão a capacidade de ter uma experiência na Terra sem a comunhão contínua com o espírito – que entra nas duas dimensões seguintes. Na numerologia, o 3 é um número catalisador e nos diz que não seríamos se não fosse pela terceira dimensão.

A próxima dimensão em disputa é a quarta. É difícil para nós compreendermos a mudança quântica que acontece com a quarta dimensão, mas vamos dizer que é considerada um lugar para ser e para transferir energia.

O estado quântico permite que muitas dualidades existam, que quando olhadas a partir da terceira dimensão, não fazem sentido. A quarta dimensão não tem objetivo a não ser criar espaço para as próximas sete dimensões. Ancora todas as energias no planeta e estabelece as condições para a existência do homem.

A quarta dimensão nos prepara para funcionar com as dimensões superiores e nos permite estar neste planeta em qualquer energia que desejemos utilizar. É considerada uma dimensão ponte. Se vocês lembrarem, no começo, mencionamos quantas das dimensões eram nada mais do que um modo de transferir energia, e assim, a quarta está fazendo exatamente isso. Muito simplesmente, a quarta dimensão está criando um ambiente para dois meios de comunicação com as elevadas frequência de luz. Também permite a comunicação com Gaia, o espírito, e qualquer outro ser de luz, como os mestres ascensos.

Lembrem-se de que os mestres ascensos uma vez compartilharam este terceiro plano dimensional, até que ascenderam para uma dimensão superior. Eles ainda estão aqui na terceira, contudo vibram em uma dimensão superior de modo que não podemos vê-los, somente senti-los. A visão é um órgão sensorial de terceira dimensão. Aqueles que dizem que estão vendo dimensões superiores, estão fazendo isso através de um alcance limitado dos olhos, da pineal e do sistema de chacra. O sistema de chacra, que se estende ao longo de quinze metros e tem 144 níveis para isso, assume frequências que são de uma dimensão mais elevada e as desloca para baixo a fim de que possamos percebê-las por meio da pineal, e dos olhos, se o DNA foi elevado o suficiente.

Assim, a quarta é a terra e a ponte para as dimensões superiores. Essa ponte/terra nos permite um fluxo bidirecional de energia da quinta até a décima segunda dimensões. Na numerologia, o 4 é a energia da Mãe Terra, o mundo físico e as coisas estruturadas.

A quinta dimensão muda completamente os atributos de Gaia e da humanidade. Quando isso estiver plenamente incorporado, haverá menos necessidade de aprender, conforme entramos no corpo plenamente desperto e lembrando de tudo o que fizemos.

Sentimos e fazemos parte do Akasha de modo que as lições da terceira dimensão não se aplicam. O desejo e a necessidade incessantes acabam à medida que nos tornamos mestres da manifestação. Com a mestria do self vem a sabedoria e o conhecimento para aplicar a manifestação de uma maneira amorosa. Mudamos para estar a serviço como os Pleiadianos fizeram há cem mil anos. Escolhemos o modo de ser e em que planeta estar. O holograma das dimensões inferiores não nos influencia mais. Nós nos graduamos para a quinta dimensão e a atraímos a nós, tornando-nos um com a energia. Na numerologia, o 5 é mudança.

A EVOLUÇÃO ATRAVÉS DA FREQUÊNCIA

Quando elevamos a nossa vibração, dizemos ao nosso espírito que estamos evoluindo e que estamos prontos para receber mais luz. Quando estamos funcionando nas três primeiras dimensões, podemos apenas enviar informações ao espírito e não as recebemos de volta – é assim que o véu funciona e isso tem sido feito através do magnetismo e da intenção. A sua luz foi utilizada na criação do véu. Vocês e bilhões de outros seres se reuniram e criaram esse campo magnético e as dinâmicas necessárias para participar de Gaia. Vocês decidiram manter o seu DNA em dois estados separados pelo véu e mantidos para vocês por Gaia na caverna de cristal ou no Akasha. É fácil tomar o DNA e separar as 12 camadas quando utilizamos o magnetismo e a intenção. A parte difícil é compreender que existem 12 camadas.

As dimensões, a luz, os planetas, tudo está aqui para nos ajudar a ter experiência. Não precisamos rotular todas as minúcias ou tentar descobrir tudo – não podemos quando estamos vindo da perspectiva da terceira dimensão. O que podemos fazer é trabalhar nas lições e atuar a partir de um lugar amoroso e compassivo. A vida e as dimensões, conforme as compreendemos, são um espelho para nossas experiências pessoais. Não há duas impressões digitais, dimensões ou experiências iguais. Aproveitem o passeio, sabendo que há muitas partes de vocês em muitas dimensões fazendo o mesmo.

Por Ridge Keough
16.08.2015

Direitos Autorais:
Ridge Keough – http://www.indigometalworks.com
Tradução de Ivete Brito – http://www.adavai.wordpress.comadavai@me.com

Congresso dos EUA aprova lei que protege o trabalho escravo em Marte e nos programas espaciais secretos


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congresso-eua-trabalho-escravo-marteEm 16 de novembro de 2015, a Câmara dos Deputados dos EUA aderiu ao Senado na aprovação de um projeto de lei que fornece proteção legal para a mineração espacial conduzida pelas grandes corporações do Complexo Industrial Militar com sede nos EUA que estabelecerem operações fora do planeta Terra.

Agora é lei: Congresso dos EUA aprova projeto de lei que protege o trabalho escravo em Marte e nos programas espaciais secretos das grandes corporações

Fonte: http://exopolitics.org/

Enquanto a maioria dos membros do Congresso que aprovaram a US HR2262-Lei de Competitividade do Espaço Comercial – pode ter feito isso com a impressão de que eles protegeriam os direitos das grandes empresas americanas em futuras missões de mineração espacial fora da Terra, elas forneceram proteção legal às corporações que estão secretamente JÁ conduzindo tais operações por décadas.

A aprovação do “US Commercial Space Launch Competitiveness Act” é significativa devido às recentes alegações de denunciantes  insiders dos programas espaciais secretos de que a mineração espacial fora do planeta Terra por corporações afiliadas nos EUA têm usado mão-de-obra escrava em Marte e em outras partes do nosso sistema solar. Mais recentemente, alegou-se que estas operações de mineração e bases secretas na Lua e em Marte associadas, começaram como resultado da cooperação entre as Sociedades Secretas Alemãs e as grandes empresas do complexo industrial militar dos EUA, uma relação que remonta ao final dos anos 1950.

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Se essas afirmações são verdadeiras, as corporações norte-americanas têm estado envolvidas em práticas de trabalho escravo em Marte e em outros lugares, o que se originou com as políticas da Alemanha nazista. Clark McClelland, um veterano engenheiro espacial que trabalhou para a NASA ou para as suas empresas contratados por um total de 34 anos, afirma ter visto Hans Kammler, o mesmo oficial nazista envolvido na implementação de práticas de trabalho escravo para projetos secretos altamente avançados na Alemanha, no Kennedy Space Center no início dos anos 60.

O depoimento de McCelland apóia outro denunciante, Corey Goode, que afirma que acordos secretos foram alcançados com a administração do presidente Eisenhower como resultado de sobrevôos nos céus de Washington DC, por discos voadores nazistas alemães em 1952. Os depoimentos de McClelland e Goode sobre a infiltração nazista e alemã do programa espacial dos EUA são investigados no recente livro Insiders Reveal Secret Space Programs and Extraterrestrial Alliances.

A seção relevante da Lei de Competitividade do Espaço Comercial dos EUA, que trata da proteção da mineração espacial, foi originalmente submetida em 19 de março ao Congresso dos Estados Unidos como um projeto separado intitulado “HR1508: Exploração e Utilização de Recursos Espaciais de 2015”.

Em vez de ser votado como um projeto separado, a “Lei de Exploração e Utilização de Recursos Espaciais” foi incorporada ao projeto de lei maior, “HR2262 – Lei de Competitividade do Espaço Comercial dos EUA”. pelos representantes em 17 de novembro, e mais cedo pelo Senado dos EUA em 10 de novembro .

O Título IV do Ato de Lei de Competitividade do Espaço Comercial dos Estados Unidos (também conhecido como Ato de Exploração e Utilização de Recursos Espaciais de 2015) protege os direitos das empresas de mineração dispostas a investir recursos financeiros significativos na exploração espacial futura. Se, por exemplo, uma empresa de mineração estabelecer uma base em Marte, então ela teria o direito de explorar os recursos de Marte enquanto protegido pela lei federal dos EUA.

Aqui está o que o US Commercial Space Launch Competitiveness Act tem a dizer na seção “51302. Exploração comercial e recuperação comercial “:

(A) EM GERAL – O Presidente, agindo por intermédio das agências federais apropriadas,

(1) facilitar a exploração comercial e a utilização de recursos espaciais para atender às necessidades nacionais;

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Esta cláusula levanta a possibilidade de que, sob às “necessidades nacionais” dos EUA, o presidente dos Estados Unidos podem fornecer recursos e assistência às empresas de mineração para estabelecer bases fora do mundo e explorar a mineração. Não há nada particularmente alarmante aqui com a perspectiva de empresas como a SpaceX de Elon Musk sendo dada assistência para planejar futuras missões a Marte que estabelecem bases de mineração para autofinanciar-se.

A próxima cláusula da Lei de Competitividade de Comercialização do Espaço dos Estados Unidos levanta algumas questões perturbadoras:

(2) desencorajar barreiras governamentais ao desenvolvimento de indústrias economicamente viáveis, seguras e estáveis para a exploração e utilização de recursos espaciais de acordo com as obrigações internacionais existentes dos Estados Unidos;

O que exatamente “desestimular barreiras governamentais” significa? Esta cláusula poderia ser usada para argumentar contra quaisquer futuras regulamentações governamentais como desnecessárias e causando impedimento significativo para operações de mineração lucrativas.

Por exemplo, se uma empresa de mineração fosse para explorar trabalhadores em condições de trabalho escravo como, em vez de reguladores federais impondo padrões de trabalho dos EUA, os trabalhadores oprimidos seriam deixados pendurados para buscar uma resolução da própria entidade corporativa.

A cláusula subseqüente é ainda mais alarmante :

(3) promover o direito das entidades comerciais dos Estados Unidos de explorar o espaço exterior e utilizar os recursos espaciais, de acordo com as obrigações internacionais existentes dos Estados Unidos, “livres de interferências prejudiciais”

O que significa “livre de interferência prejudicial” significa? No caso de uma empresa de mineração que impõe condições de trabalho escravo, esta cláusula sugere que organizações internacionais como o Tribunal Penal Internacional não teriam o poder de intervir diretamente. Basicamente, os gerentes em operações prospectivas da mineração do espaço seriam protegidos sob a lei federal dos EUA das organizações internacionais que investigam-nas por usar o trabalho escravo.Edifício-Marte-apagado-deimagem-Curiosity

Finalmente, a seção 106 da Lei de Lei de Competitividade do Espaço Comercial dos EUA especifica que os tribunais federais dos EUA têm ” jurisdição exclusiva “:

 “(G) Competência federal.- Qualquer reclamação de terceiros ou participante de vôo espacial por morte, lesões corporais ou danos materiais resultantes de uma atividade realizada sob a licença será de competência exclusiva dos tribunais federais”.

Basicamente, isso significa que quaisquer questões de direitos humanos que surjam nas operações de mineração de grandes corporações com bases fora do mundo teriam que ser tratadas por tribunais federais dos EUA.

A Lei de Competitividade do Espaço Comercial dos Estados Unidos levanta algumas questões jurídicas muito preocupantes sobre futuras operações de mineração por corporações com sede nos EUA. No entanto, ao invés de um problema jurídico hipotético a ser debatido por advogados de direito espacial, há evidências de que as operações de mineração do espaço já existem secretamente. Além disso, foi alegado que estas operações de mineração utilizam trabalho escravo em Marte e em outros locais do sistema solar.

De acordo com uma suposta testemunha ocular, uma inspeção de uma instalação secreta de mineração e fabricação em Marte foi realizado em 20 de junho de 2015. Em um relatório detalhado por escrito dois dias depois, Corey Goode afirma que ele, juntamente com um “Ten. Coronel Gonzales” (um pseudônimo) fizeram  uma excursão oficial de uma instalação de propriedade de uma corporação chamada “Conglomerado Corporativo Interplanetário” (“Interplanetary Corporate Conglomerate”- ICC). A inspeção foi feita para investigar reivindicações de trabalho escravo sendo usado em instalações da ICC.

De acordo com Goode, um ex-funcionário do ICC havia desertado para um programa espacial rival chamado “Aliança do Programa de Espaço Secreto (“Secret Space Program (SSP) Alliance”)”, e estava disposto a testemunhar em futuros processos judiciais contra funcionários corporativos responsáveis.

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Um Conselho de Administração da Aliança SSP fez os arranjos necessários para que Goode e Gonzales viajassem para Marte e inspecionassem as instalações da ICC. Baseado no que Goode e Gonzales testemunharam diretamente, há evidência testemunhal de que o trabalho escravo está sendo usado atualmente em Marte para mineiração e fabricar produtos para o conglomerado ICC. Alegou-se que as conclusões das investigações da Aliança SSP, contra os abusos corporativos e outros no espaço, serão submetidas em julgamentos planejados de “crimes contra a humanidade“.

Se o relatório de Goode for exato, então o efeito da Lei de Competitividade do Espaço Comercial dos EUA seria dar proteção legal federal dos EUA aos proprietários, gerentes e pessoal de corporações que atualmente utilizam trabalho escravo em operações comerciais fora da Terra. As investigações de organizações internacionais de direitos humanos, incluindo o Tribunal Penal Internacional, e os supostos processos judiciais da Aliança SSP, seriam efetivamente neutralizados.

Atualmente, a Lei de Exploração e Utilização de Recursos Espaciais da Câmara aguarda a reconciliação com a sua versão do Senado antes de ser transmitida ao Presidente para sua assinatura e ratificação. Espera-se que isso aconteça rapidamente com pouco debate, uma vez que o público em geral, os meios de comunicação de massa e talvez mesmo o próprio presidente, não estão conscientes do envolvimento secreto de grandes corporações do Complexo Industrial Militar norte-americanas em operações de mineração fora do planeta.

 

Parece mais do que casual que, ao mesmo te

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mpo em que as acusações de trabalho escravo sendo usado em operações de mineração fora do planeta estão sendo investigadas secretamente para possíveis processos criminais, o Congresso dos Estados Unidos aprovou legislação que efetivamente proporcionaria proteção legal aos funcionários corporativos responsáveis por Crimes contra a humanidade na exploração comercial do espaço.

© Michael E. Salla, Ph.D.

Seis segredos que “a elite global” não quer que você saiba


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 A Elite Global

Mesmo a pessoa mais idiota (um néscio de carteirinha) sabe que o mundo é controlado por certos indivíduos. Alguns dizem que são as famílias mais ricas do planeta, que são as organizações secretas com os seus membros sendo colocados como mão direita de um presidente de países importantes, alguns dizem mesmo que existam aliens disfarçados entre nós. A verdade é que, não importa quem, cerca de 99% da população é controlada pelo restante 1% e há coisas que os 1% ficariam feliz se os 99% nunca conseguissem fazer…

O QUE a Elite Global não quer que nós saibamos, seis assuntos importantes ?

Conspiração, Dejan Davchevski – Fonte: http://humansarefree.com/

… Mas, seja como for, a Lei de Murphy ainda está de pé, mesmo para aqueles indivíduos que orientam a roda e como a lei diz “Qualquer coisa que pode dar errado, vai dar errado.” Pessoas ainda com um pouco de consciência e humanidade em seus corações vazaram algumas informações, pessoas que vêem as coisas como elas realmente são revelaram as conspirações, e alguns com um pouco de lógica e racionalização em suas mentes descobriram a verdade escondida dos 99%.

Alguns dizem que são as famílias mais ricas do planeta, que são as organizações secretas com os seus membros sendo colocados como auxiliares diretos dos presidentes de países importantes, alguns dizem que existem até mesmo aliens disfarçados entre nós.

Aqui estão alguns dos maiores segredos que “ELES” a ELITE MUNDIAL não querem que você saiba:

6. Eles controlam o ambiente da Terra:

Você provavelmente já ouviu falar sobre o High Frequency Programa de Pesquisa de Aurora Ativa (HAARP). É um projeto financiado pela Marinha e a Força Aérea dos EUA e sua cobertura é uma tecnologia que pode permitir que os militares dos EUA possam se comunicar com a sua frota de submarinos distribuída pelo planeta através de distâncias muito longas. Como isso funciona? É a tecnologia do HAARP chamado “Instrumento de Pesquisa Ionospherica”, que é uma instalação de antenas que transmite freqüência de rádio de alta potência diretamente em uma determinada área limitada da ionosfera. Sobre o HAARP, mais informações nos links a seguir:

Este instrumento manipula a Ionosfera, o lugar em nossa atmosfera terrestre onde existem elétrons livres, e tem um potencial de criar ondas de rádio que irá manipular o campo eletromagnético da Terra. Quem obtiver o controle sobre o campo magnético da Terra controlará toda a Terra. Ainda mais assustador é o fato de que o projeto HAARP tem um potencial de controlar as emoções através da emissão de freqüências de ondas magnéticas e manipular a mente humana. Quem sabe, talvez eles já sejam responsáveis pelas nossas mudanças de humor repentinas. O Projeto HAARP teria sido fechado em maio de 2013, mas será que foi?

Instalações do HAARP em Gakona, no isolado, gelado e distante Alasca.

5.Água da torneira com FLÚOR nos deixa mais fracos e impede a abertura da glândula PINEAL:

Não existe absolutamente nenhuma necessidade de se adicionar flúor na água da torneira distribuída em todas as grandes cidades, não faz nenhum bem para nossa saúde, mas para os que querem controlar o mundo e garantir que ninguém se eleve acima deles, o flúor na água distribuída nas torneiras é um elemento essencial. Por quê? Deixe-me explicar um pouco. A fluoretação foi recomendada por Edward Bernays, sobrinho de Sigmund Freud. A manipulação da mente esta escrito sobre suas testas.

O flúor é uma substância química que tem um efeito sobre a glândula pineal do cérebro, que alguns a chamam de “o Terceiro Olho”, a origem da visão espiritual, o sexto chakra, o Ajna”. Esta glândula é responsável pela maioria das nossas emoções, assim como o nosso nível de serotonina e melatonina. Os danos causados pelo flúor nesta glândula promove a apatia, a depressão e baixa vibração. Isso resulta em falta de motivação, falta de saúde e leva ao tédio e apatia estupidificante.

Para sobreviver no mundo controlado e competitivo de hoje temos que ganhar dinheiro para comprar as coisas necessárias à nossa sobrevivência, como alimentos, água, abrigo, medicamentos, prestação da casa, do carro, cartão de crédito, etc. Em vez de seguir o nosso sonho e escapar do sistema, estamos deprimidos e desmotivados, o que nos obriga a trabalhar para alguém apenas para que possamos sobreviver. Estas duas forças, o instinto de sobrevivência e a apatia generalizada, nos limitam a seguir o sistema e nunca subir acima dele.

Estamos sempre com medo sobre a manutenção da nossa sobrevivência física, mas desmotivados para descobrir e fazer o nosso próprio caminho espiritual que leve à evolução de nossa alma, de modo que deixamos que o sistema e aqueles que os controla arrastem a nossa bunda chorosa para uma situação de (zumbi) segurança. A “segurança deles” que nos MATA. Assim como ovelhas em um rebanho indo calma e estupidamente para o matadouro.

4.Chemtrails

Quando você olha para o céu e enxerga um rastro contrail feito por um avião você pode estar errado, pois na verdade o rastro de fumaça pode ser um chemtrail. Não se preocupe, não é nada, é apenas alguns caras pulverizando a alta atmosfera com alumínio, arsênico, bário, boro, e sim flúor também. Por quê? Porque você pede demais. Agora não fale nada e continue fazendo o que “eles” lhe dizem que é para ser feito, e sem perguntas. Saiba mais em:

CHEMTRAIL: pulverizando a alta atmosfera com alumínio, arsênico, bário, boro, e sim flúor também, assim como agentes biológicos estariam sendo dispersadas no ar.

O flúor também já está sendo adicionado a quase todos os produtos de alimentos feitos com água. O flúor também está em inseticidas e outros produtos venenosos, creme dental, enxaguador bucal, e muitos medicamentos psicotrópicos, e se nós formos bonzinhos e apáticos, poderemos até mesmo ter casas feitas de flúor, yay!

3. OGM está prejudicando toda a humanidade 

Os Organismos Geneticamente Modificados ou OGM são plantas ou animais criados através das técnicas de engenharia genética da biotecnologia. Esta tecnologia experimental funde o DNA de espécies diferentes, criando combinações instáveis de planta, animal, genes bacterianos e virais que não podem ocorrer na natureza ou em cruzamentos tradicionais.Em outras palavras, os criadores de organismos OGM estão tomando os dados de Deus em suas próprias mãos. É o maior desequilibrio que a mãe natureza já viu.

O Universo tem uma regra divina para a criação e é assim que tudo acontece, deve sempre se manter o equilíbrio, toda ação tem sua própria reação oposta. Vivemos em desequilíbrio com a natureza, mas como sabemos o Universo sempre irá procurar e encontrar o equilíbrio, por isso que a nossa atual ação irá resultar em um GRANDE conflito entre nós e a natureza (n.t. E pense em quem vai perder esta batalha). Saiba mais em

Mesmo o ser humano mais idiota, um néscio puro, sabe que viemos da Natureza e o conflito será entre nós mesmos, resultando em que nós nos tornaremos em algo que não é natural ou enfrentaremos a nossa extinção como espécie, porque vamos ter que enfrentar o resultado de nossas ações, nós não podemos ir contra as leis da criação, com tal força e não esperar que o equilíbrio retorne pela própria natureza.

2. A Geometria Sagrada é a linguagem da Beleza e do Universo:

O que é a beleza? As modelos Angels da Victoria Secrets, eu sei, mas o que é a definição de beleza? A combinação de elementos como forma, cor, tamanho, ordem e simetria que agrada o sentido da visão. Mas, nós sabemos que a música tem muita beleza, os odores perfumados também, então se você me perguntar, eu diria que a beleza é uma harmonia entre os elementos e as suas forças.

Metatron e seu CUBO, o mundo tridimensional feito com base na Geometria sagrada.

geometria sagrada é encontrada na natureza, em toda parte, onde os elementos atendem e obedecem a proporção áurea (1,618033989 …) e ela existe por todo o Universo, mesmo entre a gravidade dos planetas, das estrelas, galáxias, na natureza, no design de flores, no projeto do corpo humano e suas proporções, árvores, em flocos de neve, nas formas dos animais, nas proporções da terra, nos círculos em plantações (Crop Circles), também existe em muitos objetos sintéticos ou  famosos como as obras de arte famosas de Leonardo da Vinci (Mona Lisa), na Quinta Sinfonia de Beethoven, na arquitetura grega e romana, nas pirâmides espalhadas pelo planeta … Saiba mais em:

Quase tudo o que encontramos como harmonioso, bonito, verdadeiro e natural, é construído com esse fator da constante áurea de Fibonacci (1,618033989…) a origem da beleza e harmonia que não podemos explicar está na constante áurea brilhando através do universo. Porque é que este fato é mantido em segredo e não é ensinado? Bem, é como um show de mágica. Encontramos magia em coisas com a constante áurea, mas não sabemos por que ou como.  O mago (tanto da magia branca assim como da negra) sabe o truque e, a fim de manipular o público mais ninguém pode saber como ele é feito.

A Flor da Vida e seus dezenove círculos entrelaçados.

1. A música atual o transforma em alguém mais competitivo:

Você sabia que em 1955 a Organização Internacional de Normatização (International Standardization Organization) fez da frequência de 440 Hertz (Hz) um padrão de afinação geral para campo musical? Antes ele era de 432 Hz. Como você deve saber os sons têm o maior impacto sobre o nosso pensamento. A faixa de frequência de 432 Hz faz com que o som da música fosse mais harmonioso, calmo promovendo a felicidade, bem estar e compreensão profunda.

A nova frequência adotada de 440 Hz é mais enérgica, mais rápida, é quase como uma corrida. É mais competitiva e com foco em detalhes, sobre a compreensão das coisas que podemos ver. Então, por que alguém e, sobretudo, como, se decidiu que a faixa de frequência de 440 Hz mais frenética é melhor do que a frequência de 432 Hz? Porque a música nos toca, onde nada mais pode fazer isso, onde está a Essência do nosso Ser emocional, e se voce controlar as emoções e pensamentos através da música promovida na frequência de 440 Hz, o seu trabalho de controlar o mundo esta 99% feito.

O Vishuddha Chakra, o quinto Chakra, localizado na garganta, o Lótus com 17 pétalas, o da fala, da expressão da vontade e do poder criador através do SOM, expressão do Verbo divino criativo na espécie humana.

“Eles” não querem que as pessoas se entendam e se conectem com a sua (nossa) verdadeira natureza e o nosso Eu Superior. Eles querem que a gente tenha pressa, acreditemos apenas no que vemos, ouvimos, tocamos, cheiramos, bebemos e comemos e sejamos competitivos com os outros pelas coisas e pelos prazeres materiais. Desta forma, os demais 99% da população vão viver na realidade (armadilha de consciência) que os 1% criaram para eles. Saiba mais em:

O ser humano, o Homem/mulher é uma obra perfeita em todos os seus atributos.

Este artigo é todo ele sobre isso, o propósito dos 1% que estão no controle para moldar a “realidade e as necessidades” dos 99% através de vários tipos de coisas. “Eles” têm feito isso, a bastante tempo, e “ELES” são muito bons em manter o controle sobre todos e tudo. É hora de despertamos, antes que seja tarde demais

Por Dejan Davchevski, HumansAreFree.com | Image: unomoralez ; Dejan Davchevski é um Gerente de Marketing Internacional, embora sua paixão seja compartilhar de um modo de vida que ele chama de “o código da vida.” Ele descobriu “o Código” enquanto ele estava em um período negro de sua vida e que o ajudou a se recuperar. Você pode entrar em contato Dejan em sua página doFacebook ou website .

{n.t. – Excerto do post The Watcher, os Anjos Caídos:

Usaremos metais suaves, aceleradores de idade e sedativos nos alimentos e água(FLÚOR), também no ar (CHEMTRAILS). Eles estarão cobertos de venenos em todo lugar que residirem por sua vez. Os metais suaves irão causar-lhes a perda de suas mentes. Iremos prometer encontrar a cura em nossas muitas frentes de pesquisa, no entanto nós iremos alimentá-los com mais venenos.

Os venenos serão absorvidos pela sua pele, boca e respiração, eles vão destruir as suas mentes e sistemas reprodutivos. De tudo isso, seus filhos nascerão mortos, ou defeituosos e nós iremos esconder esta informação. Os venenos estarão escondidos em tudo que os rodeiam, no que eles bebem, comem, respiram e que os desgastam.

Temos que ser espertos na disseminação dos venenos, pois eles veem longe. Nós vamos ensinar-lhes que os venenos são bons, com imagens divertidas e tons musicais na propaganda. Aqueles que assistem até vão nos ajudar. Nós iremos recorrer a eles para empurrar os nossos venenos. Eles irão ver os nossos produtos sendo usados em filmes (n.T. e em tempos mais modernos através da televisão) e irão crescer acostumados com eles e nunca saberão os seus verdadeiros efeitos. Fim de citação}.

Dan Burisch: UFOs, Área-51, Majestic-12, Aliens Greys


HÉLIO’S BLOG

#DivulgaçãoCientífica

TRATADO-ALIENS-EUA-MAJESTIC12Entrevista com Dan Burisch sobre UFOS, abdução, raças de extraterrestres, ÁREA-51 e muito, muito mais, para o Project Camelot – Parte 1 de 3: A maioria dos estudantes e pesquisadores do fenômeno alienígenas/UFOs não precisa de introdução para saber sobre Dan Burisch. Articulado, provocativo, humano, atraente, e – como alguns insistem – desafiando o sistema de crenças do atual paradigma, Dan e sua história são componentes integrais dos nossos esforços para compreender e chegar ao confronto com o labirinto desconcertante que é o mistério de quem são os alienígenas, extraterrestres  e  por que eles estão aqui, a forma como interagimos com eles, e o que pode estar em jogo. 

Entrevista com Dan Burisch sobre UFOS, abdução, raças de extraterrestres, ÁREA-51 e muito, muito mais, para o Project Camelot – Parte 1 de 3

Fonte: http://projectcamelot.org/dan_burisch.html

Quando ao Projeto Camelot foi concedida uma entrevista com Dan, nós viajamos para Las Vegas sem saber o que esperar. Em Dan e sua colega Marcia McDowell encontramos duas pessoas muito humanas e de quem rapidamente passamos a gostar. Nós construímos um excelente relacionamento com eles, e disparamos mais de duas horas de vídeo em entrevista que nós apresentamos a seguir a transcrição.

dan_burisch

Dan Burisch

Tudo o que você já sabe, acredita que você sabe, ou ainda não sabe sobre as experiências de Dan, acho que você vai perceber que é de interesse significativo. Dan discute sua experiência (n.t. trabalhando dentro da) na ÁREA 51, onde fez amizade (e manteve relação pessoal) com um extraterrestre do tipo J-Rod cativo chamado  Chi’el’ah; sua complexa relação com Chi’el’ah, estendendo-se ao longo das décadas e prazos.

A conexão dele com o Grupo Majestic-12; a guerra entre o Grupo Majestic e os Illuminati; a corrida para fechar a tecnologia Looking Glass-LG e garantir os portais estelares feitos pelo homem que antecederam a 2012; a chance calculada (de 19%, ou seja de 1 para cada 5 ), de que 4 bilhões de pessoas vão morrer de catástrofes naturais desencadeadas pela ativação dos portais estelares feitas pelo homem; as voltas e reviravoltas do paradoxo de linhas de tempo convergentes que afetam os alienígenas do futuro, tanto quanto afeta a nós mesmos; e muito, muito mais.

Nesta entrevista exclusiva, Dan é divertido, bem-humorado, sério, emocional, articulado e sincero, ele responde a perguntas incisivas … a todas as questões que nós queriamos fazer, a fim de melhor compreender as suas experiências. No momento da gravação, pensou-se que esta poderia ser a sua última entrevista. Este testemunho único dará aos telespectadores um profundo e longo olhar, um verdadeiro close-up para o mundo real de Dan Burisch.Esperamos que você goste e aprecie o seu tempo com ele tanto quanto nós apreciamos.

Acima, memorando assinado p/Presidente Harry Truman para o Secretário de Defesa americano à época, James Forrestal (que se “suicidou” – foi assassinado – mais tarde) em 24/11/1947, criando o Projeto Majestic Twelve (Projeto Majestic-12, ou MJ-12), para análise do assunto vida Extraterrestre (TOP SECRET).


Saindo do GRUPO MAJESTICjestic: Dan Burisch sem censura – Uma entrevista em vídeo – Parte 1

Em Las Vegas, julho de 2006, filmado, editado e dirigido por Kerry Lynn Cassidy (KC)

Dan Burisch (DB): Sim, eu sou, por natureza, um recluso. As pessoas vão descobrir isso muito em breve … Bem, você sabe, há uma outra coisa também. Eu tive ao longo dos últimos vinte anos tantas câmeras focadas em mim …

Marcia McDowell (M): Ou mais do que isso…

DB:. Eu cheguei no ponto em que esta tudo certo.

Kerry Cassidy: Bem. isso é bom. Sim, então você está realmente de bem com isso. Isso é bom.

DB: Nós tivemos … Eu tive (a curiosidade) sobre mim com câmeras extremamente invasivas .. o que poderia ser feito mais para mim  …Isso é exatamente sobre o que eu estava pensando [risos].

K: É ?

DB: Nightshade apresenta: “Dr.Burisch acusado pelo incêndio de LaQuinta”.

KC: [risadas]

DB: Oh adorável. “George Knapp aqui …” Ohhhh seria lindo…

Marcia:… relatórios de LaQuinta”

K: Certo. Bonito …

Os doze primeiros integrantes do Grupo Majestic-12 quando o projeto foi implantado. Todos, sem exceção, foram amplamente enganados em seus contatos e acordos com seres extraterrestres (conhecidos como Greys).


Início da entrevista

Kerry: OK. … Eu estou muito contente de estar com Dan Burisch e … 

Dan: Eu apenas me apresentei …

K: Bem, na verdade, eu gostaria que você desse uma espécie de breve introdução, ah, sobre quem você é e sobre o que você sabe. [Humor] Talvez aquilo pelo qual você gostaria de ser conhecido?

D: Além de atividades perversas …

K:. Uh huh.

D: E, ah, desobedecendo certas estruturas de autoridade. Bem … Eu sou um microbiologista … um aposentado agora, mas continuo um pouco na prática envolvido em um projeto muito incomum chamado Lotus. Eu sou um aposentado de vinte anos de trabalho no Grupo Majestic, o primeiro tendo sido efetivado em 1986 sob os auspícios do Committee of the Majority (Comitê da Maioria) e, especificamente, trabalhando para o Majestic-12 atribuído ao Projeto Aquarius. Acho que eu sou mais conhecido por ter encontrado o alien J-Rod? Ah, e trabalhar em S-4* (N.T. Dentro da ÁREA 51). Afora isso, eu realmente não sei pelo que eu sou mais conhecido, além de irritar um grupo de pessoas na web que não quer ouvir falar de mim.

{n.t. (*) ÁREA51-S4: A Área S4 é parte da famosa base militar “ÁREA-51” nos Estados Unidos localizada no estado de Nevada, dentro do complexo da gigantesca base Nellis Air Force Base Range. “Seção 4“- S4 é para ser uma instalação de testes de aeronaves (espaçonaves) experimentais (secretas) que consiste em uma série de hangares, muitos sendo subterrâneos. O local ficou famoso quando o ex-funcionário da ÁREA-51, Bob Lazar afirmou ter trabalhado lá e que o local estava abrigando um número de naves extraterrestres lá estacionadas durante o seu tempo de serviço, fato confirmado também pelo depoimento de David Adair.}

area51-NTS-NellisAFB-Map

Localização do complexo militar da Nellis Air Force Range, incluindo o Nevada Test Site, com a ÀREA-51 localizada no quadrado central do complexo, que inclui vários níveis de instalações subterrâneas secretas.

SOBRE a ÁREA 51 saiba (MUITO) mais em:

K: OK. Então você trabalhou para o Grupo Majestic e você estava basicamente, quero dizer, brevemente … e eu sei que há realmente uma longa história de como você terminou … 

D: Certo. Bem, o Lotus era um projeto acessório. Não era, você sabe … ele foi financiado porque tudo o que eu estava fazendo naquele momento em que o projeto estava sendo financiado, em última instância, era para eles. Mas, ah…, era um projeto acessório. Não era algo de natureza crítica para … para o Grupo Majestic, ou fosse como eu acreditei por um longo tempo. No entanto, o princípio do projeto Lotus finalmente acabou sendo um, ah…, item capaz de abalar a terra para os participantes da Conferência T-9, um par de anos atrás.

A Conferência T-9

K: O que foi a conferência T-9 

D: É … durante o decurso de conversações com os extraterrestres, e nossas interações com eles a partir da década de 1950, tem havido uma série de tratados que se estabeleceram (secretamente) entre nosso “governo” e eles … sendo que eles significam o futuro da inteligência humana. Eles SÃO Viajantes do tempo. E tem havido um … Como conseqüência do nosso relacionamento com eles, houve mais de um sistema tratado com eles. Durante o último desses tratados, um desses momentos de negociação e assinatura do tratado, tive o privilégio de estar na presença dos negociadores (extraterrestres), na conferência que foi realizada (secretamente) no estado do Novo México.

K: E havia quantos extraterrestres presentes no momento? 

D: Havia dois … quatro … seis, e alguns nos carrinhos por trás das cortinas (de vedação atmosférica), por isso tivemos, ah …

K: Alguns poucos em carrinhos? Sinto muito. O que isso significa? 

D: Eles são incapazes de ficar durante longos períodos de tempo em nossa atmosfera.

K: Entendo. 

D: Nossa atmosfera atual. Eles se adaptam, se quiserem, para as atmosferas de sua … sua linha especial temporal futura. E, como conseqüência, vir aqui seria opressivo para eles, existirem em nossa temperatura padrão, e nossa pressão atmosférica. Então, lhes foram fornecidos sistemas únicos, vedados, pressurizados, individual, que seriam movimentados pelos seus assistentes, basicamente, em um sistema de transporte do tipo Segway, onde você pode acioná-lo e ele vai realmente seguir em frente … muito facilmente manobrável .

K: Entendo. Então, isso é o que você entende por um sistema tipo de carrinho de crianças. 

D:. Certo, certo D: E assim eles foram encapsulados em seus carrinhos em suas posições como os negociadores para a sua … ah …. seu tempo. E …

K: Você está dizendo que estes alienígenas que estavam presentes nesta conferência que aconteceu … o que, este ano? No ano passado? 

D: Há um par de anos …

K: Um par de anos atrás, em que se discutiu … Eu estou assumindo que era o projeto Lotus. 

D: Entre 2003 e 2004.

K: Como? 

D: Entre . 2003 e 2004

K: E eles discutiram o projeto Lotus? 

j-rod-sketch

A aparência de um dos seres extraterrestres conhecidos como J-Rod. É muito evidente a tipologia da raça dos Greys.

D: Ele foi criado e, na verdade, ah…, como parte das negociações do grupo de J-Rods de Timeline P+45.000 (Presente + 45 mil anos de nosso futuro), queriam os códigos para o princípio Lotus adicionado na negociações do tratado, para que pudessem usá-lo em suas próprias tentativas de melhorar suas neuropatias particulares.

K: Uau. Então, eles viram o valor … 

D:. Eles queriam usá-lo

K: Então, eles viram o valor imediatamente. 

D: Eles viram o valor potencial para isso …

K: Uh huh. 

D: … e queriam usá-lo para esse fim. Foi o meu argumento de que não deveria ser usado para um propósito particular, de que isto seria, parte de um sistema natural que tem sido posto em prática por qualquer deus que alguém iria querer adorar como sendo o criador do universo, como parte de um sistema natural e não um sistema controlável pela humanidade. Ao fazê-lo …

K: Ou por qualquer raça alienígena, por inferência? 

D: Bem, eles são seres humanos. Eles são seres humanos.

K: Você os consideraria como seres humanos. 

D: Eles são seres humanos.

K: OK, então … 

D: Eles são seres humanos, ainda que diferente do que nós somos, ah, seria de se esperar vê-los como seres humanos. Mas, novamente, se olharmos na história, a história atualmente “aceita”, da evolução da humanidade … Se fosse para andar, ah, em uma conferência realizada por homens de Neandertal, alguém seria pego de surpresa (pelas diferenças entre nós e os Neandertais). Bem, da mesma forma pode-se ser surpreendido por andar em uma conferência com estes senhores, os J-Rods.

K: OK. Então você tem dois tipos de alienígenas. E as pessoas que estão assistindo (ou lendo) isso … algumas pessoas podem não ter idéia sobre … o T-2 … as duas linhas de tempo … 

D: Provavelmente não. E nós, na verdade, temos três tipos de extra-terrestres, linhagem humana de extra-terrestres, presentes. Dois tipos de seres de P+45 mil anos (do futuro) a partir de agora, se fôssemos traduzir sobre a Timeline 2. (Assuntos difíceis, não é mesmo?) [Sorrindo] Ah … dois representantes daquela época. Dois representantes da linha temporal P+52.000 anos à nossa frente, os J-Rods … e ambos os tipos têm a configuração anatômica da raça do que seria chamado na ufologia geralmente de GREYS.

K:. OK 

D: Aliens Greys. E dois representantes de (linha temporal) P+52.000 de ORION que, em geral, eu penso que, nos círculos ufológicos, acho que se poderia dizer que se chamariam de nórdicos (n.t. altos, loiros e de olhos azuis, os mesmos que entraram em contato com os nazistas em 1938)… ou TALLS (Tall-Alto).

ETSERPO

Um extraterrestre GREY do planeta SERPO

K: OK. E, eles .. estavam lá … 

D: Na verdade eles são mais semelhantes à raça humana, mas têm os olhos maiores, olhos muito azuis, cabelo loiro, etc.

K: Entendo. E … OK, bem, é claro que eu tenho muitas perguntas sobre estes aspectos … 

D: Eu também

K: [risos] Mas, e para as pessoas que escutam, também gostaríamos de saber, estavam lá qualquer tipo de seres “reptilianos” presente? 

D: … Não. … não per se.

K: Ok, você pode … 

D: O que eu vim a compreender … e é geralmente percebido … Eu acho que pode-se dizer que é geralmente mantido dentro de nossa sociedade … que a noção de um ser reptiliano é um equívoco. E eu não estou dizendo isso para aplicar uma conotação negativa para as histórias que as pessoas trouxeram à tona, provavelmente em sua maioria francamente, sem rodeios …

Sobre Portais = Micro-buracos de minhoca (Wormholes)?

Mas … quando você ver ou observar, ah, o que seria um ser chamado de Grey … como eu chamaria um ser J-Rod … ah … a configuração corada particular de sua pele, que as mudanças sudoríparas na estrutura glandular da sua … da sua pele, pode fazê-los parecerem, durante as exacerbações da doença, muito reptilianos na sua aparência. E também, possivelmente  com a aparência de insetos do tipo Louva-a-deus, ah, na aparência. Eles … Eles também estão sofrendo de uma síndrome semelhante a síndrome de Cockayne o que os torna projetados com o corpo para a frente, de modo que eles se parecem muito com o inseto Louva-a-deus. Então eu acho que, possivelmente, muitas das narrativas que francamente vêm de indivíduos que foram realmente raptados (abduzidos) pelos seres de P+45 mil, talvez tenha sido interpretados como tendo a aparência de réptil  por causa de sua estrutura da pele. Mas eles não são realmente (n.t. da espécie) répteis.

K: OK. 

D: Agora, eu não estou dizendo …. Eu estou tentando ser inclusivo aqui … que há coisas em que … ah … na mente do homem e do universo glorioso de Deus que eu não sei. Que há uma possibilidade de que indivíduos tenham … encontrado com espécies exóticas que não é de meu conhecimento. Dado o fato de … quero dizer, você sabe … Meu Deus, eu tive que aceitar o fato de que há seres humanos muitos (milhares de) anos à nossa frente em outra linha de tempo co-existente na nossa realidade. Quão difícil seria para mim aceitar de que há outros seres extraterrestres de linhagem não-humana? É que eu só fui informado sobre uma, que era uma espécie extra-dimensional, que faz referencias a outras espécies extra-terrestres de quem não sei nada a respeito.

K:. Mm hm 

D: O quanto é difícil para mim aceitar que, depois de eu ter estado na presença de um ser humano de linhagem extra-terrestre? Eu não tenho nenhum problema com isso, mas ao mesmo tempo eu não tenho nenhuma prova para me apoiar também. “Reptilianos”, que, se alguém sob estresse, e sem nenhuma referência anterior à sua biologia, sua fisiopatologia, seus problemas específicos, poder-se-ia razoavelmente esperar, com pessoas de fora de um grupo que viva com eles, que mais de cinqüenta por cento do grupo provavelmente poderia dizer que eles eram reptilianos na sua aparência.

K: Hm. OK, isso é interessante. 

D: Isso é o melhor que eu posso dizer …

K: Então, sua aparência se transforma para em algum grau ser mais a de um reptiliano … 

D: Bem …

K: … sob stress …

D : Bem …

K: … É … o que você está dizendo? Quero dizer, talvez você não goste da palavra metamorfose.

D: Eu estou dizendo que as pessoas poderiam interpretá-los dessa forma.

K: OK. 

D: Razoavelmente esperar …

K: Visualmente … 

D: … Para interpretá-los dessa forma, se eles não têm uma base científica sobre o que (ser) eles estão vendo.

et-silencio-01K:. Claro 

D: Você sabe, eu estou tentando não … Eu estou tentando ser inclusivo sobre relatos de indivíduos que não tem nenhuma razão para ter vindo à público e dizer coisas que eles disseram (n.t. sobre reptilianos), para além do fato de que já experimentaram alguma coisa. Eu estou tentando entender, ou talvez … ajudar as pessoas a entender por que eles podem ter interpretado isso como, bem …

K:. Claro 

D: … Essas coisas dessa maneira. No entanto, eles podem realmente entrar em contato com algo (um ser) que era totalmente reptiliano na sua aparência.

KC: [risos] 

D: Eu não sei. Eu não tenho …

K:. Exatamente 

D: Eu estou tentando ser honesto e ao mesmo tempo dizer às pessoas … porque, aparentemente, aconteceu comigo … que está tudo bem … que eles foram sequestrados, e … Sequestrado (abduzidos)

K: OK. Aparentemente o que aconteceu … 

D: … e, ah, isso já aconteceu.

K: OK. Aparentemente, o que aconteceu com você? 

D: Bem … em 1973 eu estava brincando em um parque no sul da Califórnia, no Mae Boyar Park. Isto, provavelmente, vai sair em uma ou mais versões do que estou dizendo agora de mim. Eu estava jogando beisebol com meu avô no parque. E eu estava com ele me jogando a bola para que eu pudesse pegá-la por cima do meu ombro. Eu estava tentando fugir ao mesmo tempo e ele iria jogar a bola para que eu pudesse tentar pegar a bola como famosos “catchers” de Willie Mays. Durante um desses lances de lançamento da bola … Lembro-me de olhar para cima em direção ao sol … estava alto no céu naquele momento, era verão … e … olhando para longe, porque o sol estava me cegando; olhando para baixo em direção à grama, que era verde muito brilhante na época; e depois vi num flash onde a grama parecia ficar preta. Eu apareci … na minha perspectiva Eu estava … Eu estava coberto por uma sombra. A sombra me lembrou de uma pipa tipo morcego triangular …

K:. Hm 

D: … que eu tinha brincado antes, com o meu avô sobre o leito do rio nas proximidades. E esse é o jeito que eu estava, basicamente, capaz de descrever na época. Eu estava … o que, eu tinha nove anos. Eu tinha nove anos na época. Ah … Então eu me lembro de um flash. Imediatamente há uma ruptura de memória sobre isto … não é contínua … onde eu vi meu avô sentado em uma árvore há vários metros de distância de mim. E o sol tinha claramente se movido para mim em seu caminho no céu, assim que o tempo tinha claramente se passado. A Terra havia mudado e tinha passado o tempo. Pelo menos várias horas se passaram. Ele estava muito abalado. Corri até ele, e perguntei-lhe o que aconteceu e ele não queria falar sobre isso. Ele disse: “Você está bem agora. Você está bem agora. “E ele queria ir para casa. Então, ele me levou para casa imediatamente sobre o viaduto sobre Del Amo Boulevard e fomos para casa. Isto precipitou uma grande crise doméstico entre meus avós e minha mãe e meu pai. Em última análise, esta briga em família resultou em meus avós se mudando para outro local.

E em torno desse mesmo tempo, eu estava tendo sonhos estranhos. E no meu sonho eu iria acordar … Eu pensaria que eles eram sonhos agora? Provavelmente não. .. Mas eu acordava e eu ia a pé do meu quarto através do banheiro que ligava o meu quarto e uma pequena área de serviço que ficava uma porta do lado norte da nossa casa. E à direita da área de serviço que havia um armário. Esse é o armário onde o meu avô costumava colocar o seu casaco de trabalho e suas botas de trabalho. Ele trabalhava na Gaffers & Sattler como esmaltador, mergulhando pedaços de peças … manualmente … para esmaltar coisas como eletrodomésticos, fogões, etc. E ele chegava em casa todos os dias apenas coberto de pontos de esmalte em todo o casaco e as botas. E eu gostaria de abrir a porta para o armário e isso é tudo o que eu conseguia me lembrar do sonho.

abdução-01

K:. Uh huh 

D: Mas eu sabia que eu ia encontrar alguém lá dentro chamado Harry. Ele era um pequeno amigo. E eu sabia que, como conhecimento, que eu conhecia um amiguinho lá, mas eu não tinha nenhuma memória visual de como que Harry se parecia. Foi finalmente … porque eu finalmente disse a minha mãe e meu pai sobre o sonho … e foi finalmente racionalizado que eu estava … porque eu ainda estava assistindo Sesame Street na época, que (Harry) era o Oscar Grouch. E é assim que a minha mãe colocou.

Ela disse: “Você está pensando sobre o Oscar Grouch. Porque ele parece peludo e cabeludo. “E a partir daquele momento, na medida que os sonhos continuaram, então eu lembro de ter visto o Oscar Grouch no meu sonho, mas não no armário, ah, no banheiro, ou … você sabe, passando o banheiro. Mas lembro-me apenas de ver uma foto de Oscar Grouch. Então, eu me senti muito calmo sobre isso depois. Eu. .. você sabe, eu aceitei aquilo, como um menino.

K: Então, como … OK. Então você estava dentro .. Você foi sequestrado (abduzido) em algum … em … em algo que você não se lembra dos detalhes. É foi uma experiência real …

D: Sim, eu disse-lhe que o …

K: … aquele tempo (missing time,lapso de tempo) perdido (no parque)… 

D: … a memória atual do que tenho da minha infância … que é isso. Agora eu me lembro, talvez, e eu não tenho certeza, se ao longo dos anos isso era apenas confabulação ou não, porque eu era um menino na época. Eu acho que eu lembro de ter visto uma pessoa alta … como se você pegasse um quadro do filme, como um quadro, ou um flash de uma imagem estática …

K:. Uh huh 

D: … como uma memória icônica quase .. .. de uma pessoa de altura de pé ao lado dele na árvore

K:. Ao lado de seu avô 

D: Meu avô. . Sim.

K:. OK 

D: E ele se recusou até o dia em que ele passou a discutir o que aconteceu. Ele se tornaria extremamente agitado. E John Doty com certeza teve muitas conversas com ele … e talvez até mesmo John iria …

K: Este é o seu pai e sua mãe … 

D: É … eles são minha mãe e meu pai, com quem eu cresci. Aprendi algumas coisas sobre a minha família, desde então, que são realmente nem aqui nem lá, tendo a ver com quem era o meu pai biológico real e minha mãe biológica real e coisas assim. Mas … eles eram minha mãe e meu pai. Eles são a minha mãe e meu pai. Quero dizer, eles são a mãe e o pai de quem eu me lembro crescendo na companhia, ah, eu. ..

K: Mas eles não são do (integrantes do) Majestic-12 … 

D: Não.

K: OK … 

D: Não, não.

K: OK. Mas o homem MJ-1 é membro…. De alguma forma, esse … essa sua abdução ocorreu … e de sua experiência parece ter resultado em você tornar-se ou você sendo visto como um filho de MJ-1. É isso mesmo? 

D: Certo, certo. O que aconteceu é o seguinte: eu também aprendi sobre o que me aconteceu com Chi’el’ah, o (extraterrestre Grey) J-Rod que eu conheci em S-4 (na Área-51).

Project Camelot entrevista Dan Burisch – Parte 1

K:. Hum 

D: Ele me mostrou a partir de sua perspectiva o que tinha acontecido comigo em 1.973

K: Uau … 

D: Eu me vi sendo puxado por meu peito, para cima, para fora da superfície do parque. Eu vi o meu avô fazer assim [age segurando a cabeça nas mãos] e, basicamente, em pânico … chorando, porque ele não era capaz … Meu avô era muito protetor comigo … e ele não foi capaz de me proteger. E agora eu entendo, Deus o abençoe, porque ele estava tão chateado. A única pessoa em toda a sua vida que ele …. sabia que ele iria proteger, que ele amava tanto assim para proteger … mas ele não pode me proteger naquele momento. E eu entendo …

K: Então … 

D: … porque ele estava tão chateado. Mas o J-Rod mostrou-me o que aconteceu comigo, que eu fui pego e que eu fui colocado deitado em uma espécie de mesa em algum tipo de espaçonave, ah …. e que esta embarcação era de um modo geral … ah. … com o formato de um delta, uma nave em formato quase triangular. E eu estava deitado ao lado de uma série de outros jovens, um dos quais era de fato o filho de um ex-MJ-1. Algo deu errado durante o curso do meu tempo a bordo da embarcação, enquanto as amostras foram tomadas de mim para os seus estudos. E o filho do ex-MJ-1 morreu. Durante esse tempo eles colocaram algum tipo de equipamento em mim.

Ele quase parecia um tipo de EEG … ah, uma rede neural, se você quizer … os receptores, sondas … eletrodos, se você quizer … em mim. E eles estavam tentando salvar, tentando desesperadamente salvar … E eu podia ver o … o movimento dos J-Rods em torno deste outro menino. E eu sei como ele era importante e tudo isso porque eu já vi isso através dos olhos de Chi’el’ah. Eles estavam tentando salvá-lo, e ele finalmente morreu. Durante esse tempo, aparentemente eles estavam tentando usar tudo o que a tecnologia que eles tinham para salvar o menino para “armazenar” ele. Ah …. que Chi’el’ah estava com os P-45s no tempo. Estes foram P+45000 J-Rods. E eles olham para nós … Eles olham para nós como se fôssemos não mais do que, ah … contentores ou … cilindros, quase. Quase como copos cheios de material, material eletromagnético. E assim eles estavam tentando guardar, armazenar, a sua energia, se você for … [voz fora do microfone da câmara] … Certo. Marcia sugeriu como “vasos” a palavra. Certo.

Ah, eles estavam tentando armazenar ele (a nergia do garoto que morreu) por um tempo, eu acho que, em mim mesmo. Agora, a minha memória de mim mesmo da época era de um menino bastante aborrecido que gostava de jogar beisebol, e, brincar com (bonecos) GI-Joes e coisas assim. O testemunho de mim na época era que eu tinha uma acuidade OK na ciência. Isso é o que os professores do ensino fundamental estavam dizendo. Eu não me lembro de ter acuidade assim na ciência. E há uma disjunção em minha própria história por causa disso. Porque depois que eu fui colocado de volta para baixo … de volta ao parque, ao longo do próximo par de anos, houve mudanças em mim. Mas, novamente, não deve ter sido porque eu estava crescendo.

Mas houve uma mudança intelectual substantiva em mim, onde eu já não estava interessado nessas mesmas coisas da minha juventude. Isso foi por causa de meu amadurecimento? Provavelmente algo assim. Foi uma mudança como resultado do que foi feito comigo a bordo da espaçonave? O Majestic pensa assim, pensa que tinha algo a ver com aquele outro menino. Porque esse outro garoto era conhecido como sendo muito brilhante nas ciências. E de repente, é verdade, subitamente eu tenho um desejo ardente de trabalhar com frascos Erlenmeyers e frascos de ebulição e microscópios que eu nunca tinha tido antes.

abdução-exame

K: OK, mas … 

D:. Interesses que eu tenho desde então.

K: Em algum nível, o filho do MJ-1  que estava na espaçonave, ao seu lado, que morreu… possivelmente você recebeu, ah … uma transferência de alma … É o Grupo Majestic tinha que estar ciente do que estava acontecendo. Em outras palavras … 

D: Eles sabiam do que tinha acontecido …

K: E eles sabiam durante o tempo … 

D: Eles admitiram para mim que eles sabiam que o que tinha acontecido naquele momento …

K: Mas , em outras palavras, foi isso … ah … Então, você foi escolhido, em um certo sentido. 

D: Eu acredito que eu fui … A única prova … eu não sei.

K: Claro .. . 

D: Eu não sei. A evidência que eu tenho é que eu estava … ouvindo sobre um programa de amostragem … era que eu fui pegado como uma amostra aleatória da população … ah … o filho do trabalhador de colarinho azul … e só o filho de um trabalhador de colarinho azul. Minha família era colarinho azul total.Mas há uma série de coincidências que sugerem que as pessoas foram levadas para um lugar para mais tarde me ensinar. Foi o que aconteceu antes de 1973. Posso colocar o meu dedo sobre isso e dizer: “Ah, sim, eles sabiam o que ia acontecer comigo e que eu ia ser pego?” Eu não posso dizer isso porque eu não seria honesto, mas tenho a sensação de que … [olha para fora da câmera] Marcia segurou duas letras para mim:. L e G – significando Looking Glass

 K: Oh, eu sei. 

D: Ela sabe mais …

K: Eu vejo, eu sei. 

D: Eu estou sentado aqui na presença de uma pessoa que realmente sabe mais da verdade, e não pode me dizer, por qualquer motivo … mais da verdade sobre o que aconteceu comigo, do que eu sei.

K:. OK 

D: Ela só mencionou as letras, as letras LG para Looking Glass. Ela está indicando-me de que eles sabiam.

K: Em outras palavras … e Looking Glass é a capacidade de olhar para o futuro, então o que você está sugerindo … 

D: É uma máquina para esse uso. Sim.

K: … o Grupo Majestic-12 estava usando Looking Glass, talvez já sabiam que o primeiro filho do MJ-1 ia morrer e planejaram preparar você para continuar … 

D: É possível.

K: … no lugar dele. 

D: É possível.

K:. Uh hum 

D: Mas eu nunca disse para eles. Isso

K: Será que J-Rod …

D: Desculpe-me … mas os seres humanos estiveram próximos, de que essa é a realidade envolvida, porque, quero dizer, mesmo … e eu não sei com certeza se ele já foi lido no programa, que Deus o abençoe … Jim, meu mentor … Dr. Jim Reynolds. Ele foi transferido para lugares que quase o colocaram perfeitamente para um chamado de Doty, o chamado de minha mãe naquele dia, para falar com ele em Long Beach Memorial Hospital. E ela, então, admitiu para Marcia que ela recebeu uma quantia em dinheiro. Há algumas coisas não muito boas aqui, e eu ainda amo os dois por tudo o que eles fizeram para mim, mas ainda não há uma incompatibilidade, porque agora eu ainda sou o menino de oito ou nove anos de idade em seus 0lhos, de quem eles estão dispostos a tentar tirar a soberania. Isto produz uma incompatibilidade no relacionamento.

Encontro com MJ-1

K: O que estamos tentando descobrir, porém, é como você se ligou com MJ-1 depois disso? Quero dizer …

D: Bem, a primeira vez que eu o vi foi na parte de trás da sala de reunião no  George C. Page Museum, quando eu era um membro da Los Angeles Microscopical Society.

K: Quantos anos você tinha ?

D:. 13, 14 anos, em algum lugar lá

K: Então foi alguns anos depois …

D: Foi alguns anos depois que eu comecei a tornar-me realmente interessado em todos os copos e os microscópios de laboratório e coisas assim, quando eu foi introduzido para Jim Reynolds no Long Beach Memorial Medical Center. Jim Reynolds, então, me apresentou e a minha mãe a John DeHaas, que era então professor associado de Protozoologia, como eu entendo, na Universidade do Sul da Califórnia. Ele também era o chefe da DeHaas Optical, um vendedor de microscópio, que, em seguida, me colocou em contato com o Los Angeles Microscopical Society no Museu George C. Page , com quem ele foi associado como membro, como membro sênior, de fato, naquele momento.

Durante o curso de minha associação com o LA Micro Society, eu vi o ex-MJ-1 em pé na soleira da porta de trás. Eu me sentava no lado direito da parte de trás da sala, onde os da minha “espécie” ficavam. E eu o vi de pé lá atrás, e ele meio que se misturou com a multidão que estava indo e vindo. E ele olhou para mim. E eu olhei para ele, porque eu notei que ele estava me observando um tempo pouco longo demais para ter um olhar em mim. E eu era como um paranoico. Eu estava morrendo de medo só de estar perto dessas pessoas brilhantes. Ah … Estes eram cientistas brilhantes. Zane Price era um deles, ele era o chefe do Electron Microlab na UCLA. E todos estes eram pessoas brilhantes. E eu notei que ele colocou esse olhar em mim desde a parte de trás da sala. E ele pegou o isqueiro e acendeu … ele abriu.