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O Livro perdido de Enki – Introdução

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#DivulgaçãoCientífica

 ENKI,  MEMÓRIAS E PROFECIAS DE um deus extraterrestre. 

O passado se tornará o nosso futuro? 

A humanidade estaria destinada a repetir os eventos que ocorreram em outro planeta, longe da Terra? A série Best Seller As Crônicas da Terra, livros de Zecharia Sitchin , demonstra este lado da história da criação da humanidade – como registrado em tábuas de argila antigos e outros artefatos sumérios relativos as nossas origens foi através das mãos dos (geneticistas) Anunnaki, “aqueles que do céu para a terra vieram”.

No “The Lost Book of Enki – O Livro Perdido de Enki, podemos ver esta saga de uma perspectiva diferente através deste  relato autobiográfico ricamente concebido pelo Senhor Enki, um deus Anunnaki de Nibiru, que conta a história da chegada desses extraterrestres na Terra a partir do planeta Nibiru. O objeto de interesse para a colonização da Terra: o precioso minério ouro necessário para reabastecer a moribunda atmosfera de seu planeta natal, NIBIRU. A busca por este precioso metal  resultará na criação Anunnaki do homo sapiens – da nossa raça humana – para trabalhar como escravos na extração deste importante recurso mineral para os Anunnaki.

O LIVRO PERDIDO DE ENKI MEMÓRIAS E PROFECIAS DE UM “deus” EXTRATERRESTRE,  Introdução:

Faz cerca de 435.000 anos que astronautas de outro planeta e sistema solar chegaram à Terra em busca de ouro. Depois de aterrissar nos mares da Terra, desembarcaram e fundaram Eridú, “Lar na Lonjura”. Com o tempo, o assentamento inicial se estendeu até converter-se na flamejante Missão Terra, com um Centro de Controle de Missões, um espaçoporto, operações de mineração e, inclusive, uma estação orbital em Marte.

Escassos de mão de obra, os astronautas utilizaram a engenharia genética para dar forma aos Trabalhadores Primitivos – o Homo sapiens. Mais tarde (n.T. Em 10.986 a.C.), o Dilúvio varreu a Terra em uma imensa catástrofe que fez necessário um novo começo; os astronautas se converteram em deuses e concederam autonomia  à Humanidade, transmitindo o começo da civilização através do culto e da religião (um sistema de controle) 

Depois, há uns quatro mil anos (cerca de 2.100 a.C.), todo o conseguido se desmoronou em uma catástrofe nuclear provocada pelos diferentes visitantes na Terra no transcurso de suas próprias rivalidades e guerras pelo controle do planeta. Todo o ocorrido na Terra, e especialmente os fatos acontecidos desde o início da história do ser humano, recolheu-o Zecharia Sitchin em sua série de Crônicas da Terra, de tabuletas de argila, de mitos da Antigüidade, que foram a fonte dos livros do Velho Testamento da Bíblia, e de pesquisas e descobertas arqueológicas. Mas, o que ocorreu antes dos acontecimentos na Terra, o que ocorreu no próprio planeta dos astronautas, em Nibiru, que lhes levou às viagens espaciais, a sua necessidade de ouro e à criação do Homem?

Que motivação, emoções, rivalidades, crenças, conduta moral e ética (ou a ausência destas) motivaram aos principais protagonistas nas sagas celestes e espaciais? Quais foram as relações entre os “deuses” que levaram a uma escalada da tensão no planeta Nibiru e na Terra, que tensões surgiram entre velhos e jovens deuses, entre os que haviam chegado de Nibiru e os já nascidos na Terra? E até que ponto o acontecido vinha sendo determinado pelo Destino (Carma)? Um destino cujo registro de acontecimentos do passado guarda a chave do futuro? Não seria prometedor que um dos principais protagonistas, uma testemunha presencial que podia distinguir entre Sorte ou Destino, registrasse para a posteridade o como, o onde, o quando e o porquê de tudo, os Princípios e os Finais?

Quando arqueólogos escavaram o antigo local de enterro “El Cementerio”, perto da aldeia mexicana de Onavas, eles fizeram uma descoberta chocante. Eles desenterraram 25 crânios, dos quais 13 eram crânios muito mais alongados e pontudas na parte de trás e não parecem de seres humanos.

Pois isso é, precisamente, o que alguns deles fizeram; e entre os principais destes esteve o líder que comandou o primeiro grupo original de astronautas extraterrestres a chegarem na Terra! Tanto peritos como teólogos reconhecem na atualidade que os relatos bíblicos do Gênesis, de Adão e Eva, do Jardim do Éden, do Dilúvio ou da Torre de Babel se apoiaram em textos escritos milênios antes na Mesopotâmia, em especial escritos pelos antigos sumérios. E estes, por sua vez, afirmavam com toda claridade que obtiveram seus conhecimentos a respeito dos fatos acontecidos no passado (muitos deles de uma época anterior ao começo das civilizações, inclusive anterior ao nascimento da Humanidade ATUAL) dos escritos dos Anunnaki (“Aqueles Que do Céu à Terra Vieram”), os “deuses” da Antigüidade.

Como resultado de um século e meio de descobrimentos arqueológicos nas ruínas das civilizações da Antigüidade, especialmente no Oriente Médio, descobriu-se um grande número destes primitivos textos; os achados revelaram-se em um grande número de textos desaparecidos – chamando-os de livros perdidos – que, ou se mencionavam nos textos descobertos, ou se inferiam à partir deles, ou era conhecida sua existência devido ao fato de que tinham sido catalogados nas bibliotecas reais ou dos templos.

Em algumas ocasiões, os “segredos dos deuses” se revelaram em parte em relatos épicos, como na Epopéia de Gilgamesh, que desvelam o debate que teve lugar entre os deuses e que levou à decisão de que a Humanidade perecesse no Dilúvio, ou em um texto intitulado Atra Hasis, que recorda o motim dos Anunnaki que trabalhavam nas minas de ouro no sul da África (já descobertas) e que levou à criação dos Trabalhadores Primitivos – os Terrestres, ao homem de barro, o Adão.

De quando em quando, os mesmos líderes dos astronautas foram os que criaram a composição dos textos; às vezes, ditando o texto à um escriba, como no texto intitulado “A Epopéia de Ra”, no qual um dos dois deuses que desencadearam a catástrofe nuclear tentou culpar a seu adversário; às vezes, escrevendo os fatos, como ocorre com o Livro dos Segredos do Thoth (o deus egípcio do conhecimento), que o mesmo deus tinha oculto em uma câmara subterrânea. Segundo a Bíblia, quando o senhor deus Yahveh deu os Mandamentos a seu “povo eleito”, inscreveu-os em um princípio por sua própria mão em duas pranchas de pedra que entregou ao Moisés no Monte Sinai.

Mas, depois que Moisés arrojou e quebrou estas pranchas como resposta ao incidente do bezerro de ouro efetuado pelo “povo eleito”, as novas pranchas as inscreveu o mesmo Moisés, por ambos os lados, enquanto permaneceu no monte durante quarenta dias e quarenta noites, tomando o ditado às palavras do “Senhor”. Se não tivesse sido por um relato escrito em um papiro da época do faraó egípcio Khufu (Keops) concernente ao Livro dos Segredos do Thoth, não se teria chegado a conhecer a existência desse livro. Se não tivesse sido pelas narrações bíblicas do Êxodo e do Deuteronômio, nunca teríamos sabido nada das pranchas divinas nem de seu conteúdo; tudo isto se teria convertido em parte da enigmática coleção dos “livros perdidos” cuja existência nunca teria saído à luz.

E não resulta tão doloroso o fato de que, em alguns casos, saibamos que tenham existido determinados textos, que seu conteúdo permaneça na escuridão. Este é o caso do Livro das Guerras de Yahveh e do “Livro de Jasher” (o “Livro do Justo”), que mencionam-se especificamente na Bíblia. Em ao menos dois casos, pode-se inferir a existência de livros antigos (textos primitivos conhecidos pelo narrador bíblico). O capítulo 5 do Gênesis começa com a afirmação “Este é o livro do Toledoth do Adão”, traduzindo-se normalmente o termo Toledoth como “gerações”, mas seu significado mais preciso é “registro histórico ou genealógico (de Adão, a raça humana)”.

De fato, ao longo de milênios, sobreviveram versões parciais de um livro que se conheceu como o Livro do Adão e Eva em armênio, eslavo, siríaco e etíope; e o Livro de Enoch (um dos chamados livros apócrifos que não se incluíram na Bíblia canônica) contém fragmentos que, segundo os peritos, pertenceram a um livro muito mais antigo, o Livro de Noé. Um exemplo que se menciona com freqüência sobre o grande número de livros antigos perdidos é o da famosa Biblioteca da Alexandria, no Egito. Fundada pelo general Ptolomeu depois da morte de Alexandre em 323 a.C. diz-se que continha mais de meio milhão de “volumes”, de livros inscritos em diversos materiais (argila, pedra, papiro, pergaminho) de diferentes culturas e línguas.

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Aquela grande biblioteca, onde os eruditos se reuniam para estudar o conhecimento acumulado, queimou-se e foi destruída nas guerras que se desenvolveram entre 48 a.C. e a conquista árabe, em 642 d.C. O que ficou de seus tesouros é uma tradução do grego dos cinco primeiros livros da Bíblia hebraica, e fragmentos que se conservaram nos escritos de alguns dos eruditos residentes da biblioteca. E é assim como sabemos que o segundo rei Ptolomeu comissionou, por volta de 270 a.C. à um sacerdote egípcio que os gregos chamaram Manethon para que recolhesse a história e a pré-história do Egito. Em princípio, escreveu Maneton, só os deuses reinaram ali; logo, os semideuses e, finalmente, por volta do 3100 a.C. começaram as dinastias faraônicas.

Escreveu que os reinados divinos começaram dez mil anos antes do Dilúvio (em 10.986 a.C.) e que se prolongaram durante milhares de anos, presenciando-se no último período batalha e guerras entre os deuses (extraterrestres). Nos domínios asiáticos de Alexandre, onde o cetro caiu em mãos do general Seleuco e de seus sucessores, também teve lugar um empenho similar por proporcionar aos sábios gregos um registro dos acontecimentos do passado. Um sacerdote do deus babilônico Marduk (Baal, Lúcifer), Berosus, com acesso às bibliotecas de tabuletas de argila, cujo centro era a biblioteca do templo de Jarán (agora no sudeste da Turquia), escreveu uma história de deuses e homens em três volumes que começava em 432.000 anos antes do Dilúvio, quando os deuses chegaram à Terra dos céus.

Em uma lista em que figuravam os nomes e a duração dos reinados dos dez primeiros comandantes divinos, Berosus dizia que o primeiro líder, vestido como um peixe, chegou à costa desde mar. Era o deus que  daria a civilização à Humanidade, e seu nome, passado para o grego, era Oannes. Encaixando muitos detalhes, ambos os sacerdotes fizeram entrega de relatos de deuses do céu que haviam vindo à Terra, de um tempo em que só os deuses reinavam na Terra e do catastrófico Dilúvio. Nas partes e nos fragmentos conservados (em outros escritos contemporâneos) dos três volumes, Berosus dava conta especificamente da existência de escritos anteriores à Grande Inundação – tabuletas de pedra que se ocultaram para as proteger em uma antiga cidade chamada Sippar, uma das cidades originais que fundaram os antigos deuses.

Um crop circle onde o nome de ENKI-EA aparece em destaque.

Embora Sippar fosse arrasada pelo Dilúvio, igual ao resto das cidades antediluvianas dos deuses, apareceu uma referência aos escritos antediluvianos nos anais do rei assírio Assurbanipal (668- 633 a.C.). Quando, em meados do século XIX, os arqueólogos descobriram a antiga capital de Nínive (até então, conhecida só pela narração do Antigo Testamento), acharam nas ruínas do palácio de Assurbanipal uma biblioteca com restos de cerca de 25.000 tabuletas de argila inscritas em escrita cuneiforme. Colecionador assíduo de “textos antigos”, Assurbanipal fazia alarde em seus anais: “O deus dos escribas me concedeu o dom do conhecimento de sua arte; fui iniciado nos segredos da escritura; inclusive posso ler as intrincadas tabuletas em sumério; entendo as palavras enigmáticas cinzeladas na pedra dos dias anteriores à grande Inundação”.

Sabemos agora que a civilização suméria floresceu (entre os rios Tigre e Eufrates) no que é agora o Iraque quase um milênio antes dos inícios da época faraônica no Egito, e que ambas seriam seguidas posteriormente pela civilização do Vale do Rio Indo, no subcontinente Índico. Também sabemos agora que os sumérios foram os primeiros em registrar, por escrito, os anais e os relatos de deuses e homens, dos quais todos outros povos, incluídos os hebreus, obtiveram os relatos da Criação, de Adão e Eva, Caim e Abel, o Dilúvio e a Torre de Babel; e das guerras e dos amores dos deuses, como se refletiram nas escritas e as lembranças dos gregos, os hititas, os cananeus, os persas e os indo-europeus.

Como testemunham todos estes antigos escritos, suas fontes foram ainda mais antigas; algumas descobertas, muitas perdidas. O volume destes primitivos escritos é assombroso; não milhares, a não ser dezenas de milhares de tabuletas de argila descobertas nas ruínas do Oriente Médio na Antigüidade. Muitas tratam ou registram sobre aspectos da vida cotidiana, como acordos comerciais ou os salários dos trabalhadores, ou registros matrimoniais.

Outros, descobertos principalmente nas bibliotecas palacianas, conformam os Anais Reais; outros mais, descobertos nas ruínas das bibliotecas dos templos ou nas escolas de escribas, conformam um grupo de textos canônicos, de literaturas sagradas, que se escreveram em língua suméria e se traduziram depois ao acádio (a primeira língua semita) e, mais tarde, a outras línguas da Antigüidade.

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Inclusive, nestes escritos primitivos, que se remontam a cerca de seis mil anos, encontramos referências a “livros” (textos inscritos em tabuletas de pedra) perdidos. Entre os achados incríveis (pois, dizer “afortunados” não transmitiria plenamente a idéia de milagre) realizados nas ruínas das cidades da Antigüidade e em suas bibliotecas, encontram-se prismas de argila onde aparece informação dos dez soberanos antediluvianos e de seus 432.000 anos de reinado, uma informação a que já aludia Berosus. Conhecidas como as Listas dos Reis dos Suma (e exibidas no Museu Ashmolean de Oxford, Inglaterra), suas distintas versões não deixam lugar a dúvida de que os compiladores sumérios tiveram acesso a certo material comum ou canônico de textos muito primitivos.

Junto com outros textos, igualmente antiquíssimos, descobertos em diversos estados de conservação, estes textos sugerem rotundamente que o cronista original da Chegada dos deuses, assim como dos acontecimentos que a precederam e a seguiram, tinha sido um daqueles líderes, um participante -chave, uma testemunha presencial. Essa testemunha presencial dos acontecimentos e participante-chave era o líder que havia aterrissado com o primeiro grupo de astronautas extraterrestre. Naquele momento, seu nome-epíteto era E.A.-ENKI, “Aquele Cujo Lar É a Água”, e sofreu a amarga decepção de que o mando da Missão Terra desse a seu meio-irmão e rival EN.LIL (“Senhor do Mandato”), uma humilhação que não ficaria suficientemente mitigada com a concessão do título de EN.KI, “O Senhor da Terra”.

Relegado das cidades dos deuses e de seu espaçoporto no E.DIN (na Mesopotâmia, o “Éden”) para fiscalizar a extração de ouro no AB.ZU (África do Sul), Ea/Enki foi, além de um grande cientista, que descobriu que hominídios habitavam aquelas zonas. E, deste modo, quando os annunakis que mineravam ouro se amotinaram nas minas e disseram “Já basta!”, foi ele quem pensou que a mão de obra que necessitavam se podia conseguir acelerando a evolução daqueles hominídeos por meio da engenharia genética; e assim apareceu o primeiro Adão (literalmente, “o da Terra”, o Terrestre). Como híbrido que era, o Adão não podia procriar; mas os acontecimentos dos que se ecoa o relato bíblico do Adão e Eva no Jardim do Éden dão conta da segunda manipulação genética de Enki, que acrescentou os gens cromosômicos extras necessários para a procriação.

E quando a Humanidade, ao proliferar por sua própria conta e risco, resultou que não obedeceu ao “roteiro” que os deuses tinham estabelecido para os seus novos “escravos”, foi ele, Enki, que desobedeceu ao plano de seu irmão Enlil de deixar que a Humanidade perecesse no Dilúvio, os acontecimentos em que o herói humano que se salva recebeu o nome de Noé na Bíblia, e Ziusudra no texto sumério original, mais antigo e diferentes e vários outros nomes em outras culturas antigas espalhadas pelo globo. Ea/Enki era o primogênito de Anu, soberano de Nibiru, e como tal estava versado no passado de seu planeta (Nibiru) e de seus habitantes.

Cientista competente, Enki legou os aspectos mais importantes dos avançados conhecimentos dos Anunnaki a seus dois filhos, Marduk e Ningishzidda (que, como deuses egípcios, eram conhecidos ali como Ra e Thoth, respectivamente). Mas também jogou um papel fundamental ao compartilhar com a Humanidade certos aspectos de tão avançados conhecimentos, ensinando a indivíduos selecionados os “segredos dos deuses”. Em ao menos duas ocasiões, estes iniciados plasmaram por escrito (tal como se os indicou que fizessem) àqueles ensinos divinos como legado da Humanidade. Um deles, chamado Adapa, e provavelmente filho de Enki com uma fêmea humana, é conhecido por ter escrito um livro intitulado “Escritos referentes ao Tempo” – um dos livros perdidos mais antigos.

O outro, chamado Enmeduranki, foi com toda probabilidade o protótipo do sábio Henoc bíblico, aquele que foi elevado ao céu depois de confiar a seus filhos o livro dos segredos divinos, e do qual possivelmente tenha sobrevivido uma versão no apócrifo Livro de Henoc. Apesar de ser o primogênito de Anu, Enki não estava destinado a ser o sucessor de seu pai no trono de Nibiru. Algumas complexas normas sucessórias, reflexo da convulsiva história dos nibiruanos, dava esse privilégio ao meio-irmão de Enki, Enlil. Em um esforço por resolver este azedo conflito, Enki e Enlil terminaram em uma missão em um planeta estranho – a Terra-, cujo ouro necessitavam para criar um escudo que preservasse a, cada vez mais, tênue atmosfera de Nibiru. Foi neste marco, complicado ainda mais com a presença na Terra de sua meio-irmã Ninharsag (a oficial médica-chefe dos Anunnaki), onde Enki decidiu desafiar os planos de Enlil em fazer com que a Humanidade perecesse no Dilúvio.

O conflito seguiu adiante entre os meio-irmãos, e inclusive entre seus netos; e o fato de que todos eles, e especialmente os nascidos na Terra, enfrentassem à perda de longevidade que o amplo período orbital de Nibiru (n.T. De 3.600 anos de 365 dias da Terra orbitando dois sistemas solares, o de Sírius e o nosso sol) lhes proporcionava, que incrementou ainda mais as angústias pessoais e aguçou as ambições. E tudo isto culminou no último século do terceiro milênio a.C. quando Marduk, primogênito de Enki, com sua esposa oficial proclamou que ele, e não o primogênito de Enlil, Ninurta, devia herdar a Terra. O amargo conflito, que supôs o desenvolvimento de uma série de guerras levou, afinal, à utilização de armas nucleares; embora não intencionado, o resultado de tudo isso foi o afundamento da civilização suméria.

A iniciação de indivíduos escolhidos nos “segredos dos deuses” marcou o início do Sacerdócio, as linhagens de mediadores entre os deuses e o povo, os transmissores da Palavra Divina aos mortais terrestres. Os oráculos (interpretações dos pronunciamentos divinos) mesclaram-se com a observação dos céus em busca de augúrios. E à medida que a Humanidade se viu arrastada a tomar parte nos conflitos dos deuses, a Profecia começou a jogar seu papel. De fato, a palavra para designar a estes porta-vozes dos deuses que proclamavam o que ia passar, Nabih, era o epíteto do filho primogênito de Marduk, Nabu, que em nome de seu pai exilado, tentou convencer à Humanidade de que os signos celestes indicavam a iminente supremacia de Marduk. Este estado de coisas levou a necessidade de diferenciar entre Sorte e Destino.

As promulgações de Enlil, e às vezes inclusive de Anu, que sempre tinham sido indisputáveis, viam-se sujeitas agora ao exame da diferença entre o NAM (o Destino, como as órbitas planetárias, cujo curso está determinado e não se pode modificar) e NAM.TAR, literalmente, o destino que pode ser torcido, quebrado, trocado (que era a Sorte ou o Fado). Revisando e rememorando a seqüência dos acontecimentos, e o paralelismo aparente entre o que tinha acontecido em Nibiru e o que tinha ocorrido na Terra, Enki e Enlil começaram a ponderar filosoficamente o que, certamente, estava destinado e não se podia evitar, e o destino-carma que vinha como conseqüência de decisões acertadas ou equivocadas e do uso do livre arbítrio.

Estas não se podiam predizer, enquanto que as primeiras se podiam antecipar (especialmente, se eram cíclicas, como as órbitas planetárias; se o que foi voltaria a ser, se o Primeiro também seria o Último). As conseqüências climáticas da desolação nuclear aguçaram o exame de consciência entre os líderes dos Anunnaki e levaram à necessidade de explicar às devastadas massas humanas por que tinha ocorrido aquilo. Tinha sido coisa do destino, ou tinha sido o resultado de um engano dos Anunnaki? Havia alguém responsável, alguém que tivesse que prestar contas? Nas reuniões dos Anunnaki nas vésperas da calamidade, foi Enki o único que se opôs à utilização das armas proibidas. Desde aí a importância que teve para Enki explicar aos sobreviventes o que tinha acontecido na saga dos extraterrestres que, apesar de suas boas intenções, tinham terminado sendo tão destruidores.

E quem, a não ser Ea/Enki, que tinha sido o primeiro a chegar e presenciar tudo, e que criou o homem de barro, era o mais qualificado para relatar o Passado, com o fim de poder adivinhar o Futuro? E a melhor forma de relatar tudo era em um relatório, escrito em primeira pessoa pelo mesmo Enki. É certo que se fez com em uma autobiografia, por isso se deduz de um comprido texto (pois se estende ao menos em doze tabuletas) descoberto na biblioteca de Nippur, onde se cita a Enki dizendo:

“Quando cheguei à Terra, havia muito alagados. Quando cheguei a suas verdes pradarias, montículos e colinas se levantaram às minhas ordens. Em um lugar puro construí meu lar, um nome adequado lhe dei”.

Este comprido texto continua dizendo que Ea/Enki atribuiu tarefas a seus lugar-tenentes, pondo em sua marcha a Missão na Terra. Outros muitos textos, que relatam diversos aspectos do papel de Enki nos acontecimentos que seguiram servem para completar o relato de Enki; entre eles há uma cosmogonia, uma Epopéia da Criação na TERRA, em cujo núcleo se acha o próprio texto de Enki, que os peritos chamam A Gênese do Eridú. Neles, incluem-se descrições detalhadas da criação de Adão, e contam como outros Anunnaki, varão e fêmea, chegaram até Enki em sua cidade de Eridú para obter dele o ME, uma espécie de disco de dados onde se achavam codificados todos os aspectos da civilização; e também há textos da vida privada e dos problemas pessoais de Enki, como o relato de suas intenções para conseguir ter um filho com sua meio-irmã Ninhursag, suas promíscuas relações tanto com deusas como com as Filhas do Homem e as imprevistas conseqüências que se derivaram de tudo isso.

O texto do Atra Hasis joga luz sobre os esforços de Anu por acautelar um estado das rivalidades entre Enki-Enlil ao dividir os domínios da Terra entre eles e os textos que registram os acontecimentos que precederam ao Dilúvio refletem quase palavra por palavra os debates do Conselho dos Deuses sobre a sorte da Humanidade e o subterfúgio de Enki conhecido como o relato de Noé e a construção da arca, relato conhecido só pela Bíblia, até que se encontrou uma de suas versões originais mesopotâmicas nas tabuletas da Epopéia de Gilgamesh. As tabuletas de argila sumérias e acádias, as bibliotecas dos templos babilônicos e assírios, os “mitos” egípcios, hititas e cananeus, e as narrações bíblicas formam o corpo principal de memórias escritas dos assuntos de deuses e homens.

Acima: A Região da Mesopotâmia e assinaladas as cidades criadas pelos “deuses” de Nibiru, os Annunaki e Nephilins. O Jardim do Éden extraterrestre, entre os rios Tigre e Eufrates, onde hoje é o IRAQUE… o local da criação do homem por EA/EnKi.

E pela primeira vez na história, este material disperso e fragmentado foi reunido e utilizado, na mão de Zecharia Sitchin, para recriar o relato presencial de Enki, as lembranças autobiográficas e as penetrantes profecias de um deus extraterrestre. Apresentado como um texto que Enki tivesse ditado a um escriba escolhido, um Livro Testemunho, para ser descoberto no momento apropriado, traz para a mente as instruções de Yahveh ao profeta Isaías (século VII a.C):

“Agora vêm, escreve-o em uma tabuleta selada, grava-o como um livro; para que seja um testemunho até o último dia, um testemunho para sempre”. Isaías 30,8

Ao tratar do passado, o mesmo Enki percebeu o futuro. A ideia de que os Anunnaki, exercitando o livre arbítrio, eram senhores de sua sorte (assim como da sorte da Humanidade) desembocou, em última instância, na constatação de que se tratava de um Destino que, depois de todo o dito e feito, determinava o curso dos acontecimentos; e, portanto, como reconheceram os profetas hebreus, o Primeiro será o Último. O registro dos acontecimentos ditado por Enki se converte, assim, no fundamento da Profecia, e o Passado se converte em Futuro e AMBOS se encontram no AGORA, neste exato momento em que voce esta lendo estas palavras… (Publicado em janeiro de 2014

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