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Mesopotâmia

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Mesopotâmia, que em grego quer dizer ‘terra entre rios’, situava-se entre os rios Eufrates e Tigre e é conhecida por ser um dos berços da civilização humana. Localizada no Oriente Médio, atualmente esta histórica região constitui o território do Iraque.

Há cerca de 4.000 a.C., grupos tribais da Ásia Central e das montanhas da Eurásia chegaram ao local devido às extensas áreas férteis próximas aos rios, além da vantagem de terem água próxima, fornecendo subsídio para pesca, alimentação e transporte. Pelos mesmos motivos chegaram, tempos depois:

Sumérios

Zigurate

Desenvolveram um importante sistema de canalização dos rios para melhor armazenar a água para sua comunidade. Também criaram a escrita cuneiforme, registrando os detalhes de seus cotidianos através de placas de argila, e os zigurates, construções piramidais que serviam de armazenamento de produtos agrícolas e de prática religiosa. As cidades-Estado de Nipur, Lagash, Uruk e Ur datam da época dos sumérios.

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Babilônios

Criaram os primeiros códigos de lei paraCONTROLAR A sociedade, como as Leis de Talião (leia: Código de Hamurabi), formuladas pelo Imperador Hamurabi, que previam castigos severos aos criminosos de acordo com a gravidade de seus delitos. Por volta do século VII a.C., o Imperador Nabucodonosor II, que formava o Segundo Império Babilônico, ordenou que fossem construídos dois templos que serviriam de grande reverência arquitetônica: os Jardins Suspensos e a Torre de Babel.

JardinsSUSPENSOS DA BABILÔNIA (pintura de Martin Heemskerck)

Assírios

Tinham uma ampla organização militar e eram ávidos pela guerra. Quando dominavam determinados territórios, impunham castigos cruéis aos inimigos como forma de intimidá-los, para demonstrarem sua hegemonia.

Além destes, os acádios, caldeus e amoritas, dentre outros, também constituíram a sociedade mesopotâmica. Eles eram povos politeístas acreditavam em vários deuses) e tinham uma ligação religiosa com a natureza.

Os povos da Mesopotâmia também desenvolveram a economia através da agricultura e dos pequenos comércios de caravanas, com base em uma política centralizada por um rei ou imperador.

Por volta do século VI a.C., o Império Persa se fortaleceu sob comando do Imperador Ciro II, que não poupou esforços para tomar o poder dos babilônios, que tinham pleno domínio da Mesopotâmia. A conquista dos persas acabou com as primeiras formas de dinâmica culturais que marcaram a sociedade de origem mesopotâmica, uma das pioneiras da Antiguidade.

Leia também:

Arquivado em: Civilizações Antigas, História

Gematria

 

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Adalberto Nascimento

A gematria consiste em uma técnica – na minha opinião uma pseudociência –  para explicar uma palavra ou um conjunto de palavras, conferindo um valor numérico a cada letra.

Consta que o rei babilônico Sargão II, no século VIII a.C., foi o primeiro a fazer uso da gematria na construção do muro de Khorsabad. O muro tinha exatamente 16.283 cúbitos de comprimento, poresse número ter sido, de alguma forma, associado ao seu nome (o cúbito ou côvado era uma medida equivalente a aproximadamente 50 centímetros).

Antigamente essa prática foi intensamente utilizada e de tal forma que, em várias línguas, “contarnúmeros e “contarhistórias têm a mesma raiz etimológica. Em hebraico, por exemplo, saphor significa contar (calcular) e saper contar história.  Em português e espanhol usa-se contar para ambos os sentidos. Em italiano os verbos que significam contar para calcular e contar histórias têm a mesmaraiz: contare e raccontare, como acontece no alemão. Em alemão temos as palavras zählen para contar números e erzählen para contar histórias.

Através da gematria, poetas gregos da Antigüidade compunham dísticos (grupo de dois versos) de modo que a soma dos valores das letras do primeiro fosse igual à do segundo. No século XV, outraespécie de gematria foi também praticada por árabes, sobretudo em epitáfios nas lápides de soberanos, através de frases que embutiam, por exemplo, a data de falecimento dos ditos cujos.

Esses procedimentos constituíram a base da filosofia especulativa a respeito de números que redundou na “numerologia”, ainda hoje com muitos adeptos e até muito respeitada por pessoas supersticiosas.

Existem diversas formas de associação do alfabeto com números. A mais utilizada atualmente entre nós é esquematizada abaixo:

 

1

2

3

4

5

6

7

8

9

A

B

C

D

E

F

G

H

I

J

K

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z

 

 

Dessa forma, alguém chamado Robinho terá o nome associado ao seguinte número:

9 + 6 + 2 + 9 + 5 + 8 + 6 = 45 (os mais afoitos julgarão que isso significa bom de bola porque 45 é, em minutos, o meio-tempo de uma partida de futebol).

Em rigor, usa-se a “redução” do resultado inicial, somando-se os dígitos até se obter um único dígito.

Portanto, no caso do Robinho:

4 + 5 = 9 (sendo, então, o 9 também associado ao nome do referido craque – “um centro-avante nato”).

E, analogamente para outros nomes, teremos dos numerológos as mais variadas interpretações e especulações transcendentais ou mágicas, tal qual nos horóscopos.

 

Eu, por ser de gêmeos, não acredito em nada disso.

 

 

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