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Om Mani Padme Hum

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Lótus-Sagrado-02

Om Mani Padme Hum

Significado: “Recebemos a Jóia da consciência no coração do Lótus.”  {O Lótus é o Anahata o Chakra cardíaco, local do corpo físico onde esta alojada a Alma humana, o ser, o indivíduo REAL em evolução.

Significa: Recebemos a jóia da consciência divina, no centro do nosso Chakra Anahata, o cardíaco, (O QUARTO CHAKRA) em nossa Alma (o coração, o Caminho do Meio citado por Buddha, a Porta Estreita que deve “SER ABERTA” citada por Cristo) }

À DIREITA: O quarto Chakra, o Anahata e seu símbolo, o Lótus de doze pétalas e dentro o Selo de Vishnu.

Buddha, o Avalokitesvara  alcançou tão elevado grau de espiritualidade, como se tivesse subido a mais alta montanha.

Destas alturas, estava para partir para planos ainda mais elevados e mais distantes da terra, quando ouviu um gemido que vinha do inconsciente coletivo da humanidade. 

{n.T. Avalokiteshvara (; em tibetano Chenrezig), é o/a Bodisatva (Bodhisattva) que representa a suprema compaixão de todos os Budhas. Um/uma Bodhisattva é aquela criatura que está adiantada ou pronta para alcançar o estado de Buddha (o Iluminado); contudo faz voto de só alcançá-lo plenamente quando nenhum ser estiver mais preso na roda de Samsara, ou na roda de encarnações/ilusões neste mundo material. Sendo a compaixão uma virtude central do budismo, Avalokiteshvara tornou-se muito conhecido por budistas e não budistas, sendo comum encontrar inscrições com seu mantra – Om mani padme hum– mesmo em meios não budistas.}

Era o lamento pela sua partida. Então o Seu coração se encheu de compaixão e Avalokitesvara prometeu ficar neste planeta trabalhando e servindo para evolução espiritual e pela libertação da humanidade.

Este juramento do bodhisatva, é feito por todos os Mestres que servem a Luz da Grande Fraternidade Branca. Eles deixam de seguir à frente em sua evolução espiritual em planos superiores, para servir a Luz de seus irmãos ainda encarnados aqui na Terra.

Ao recitarmos o Mani Mantra, estamos penetrando a mesma roda metafísica que os Mestres Ascensos e ainda não Ascensos da Grande Fraternidade Branca que estão constantemente empurrando a Roda da Evolução Espiritual de toda a humanidade.

Este mantra tem sua origem na Índia e de lá foi para o Tibet. Os tibetanos não conseguiram entoá-lo da mesma forma, mudando sua pronuncia para: OM MANI PEME HUNG, e é este o mantra mais utilizado pelos budistas tibetanos.

Qualquer pessoa pode entoá-lo. Estando feliz ou triste, ao entoar o “Mani Mantra”, uma espontânea devoção surgirá em nossa mente e o grande caminho será fortemente realizado. O mantra OM MANI PADME HUM, é fácil de pronunciar e poderoso pois contém a essência de todo o ensinamento budista.

Muito tem sido escrito sobre este mantra e é impressionante que apenas seis silabas possam atrair tantos comentários importantes.  De acordo com o Dalai Lama, o propósito de recitar este mantra é transformar o corpo impuro, suas palavras e mente, no puro e louvado corpo, palavra e mente de um Buda. O som de cada silaba é visto como tendo uma forma espiritual paralela.

Fazer ou verbalizar o som de cada silaba portanto, é alinhar a si mesmo com aquela qualidade de energia espiritual particular e para se identificar com isto. Existe também um grande numero de outros benefícios que resultam da repetição deste mantra, incluindo a produção do mérito e destruição do carma negativo.

OM – A primeira silaba, recitá-la o abençoa para atingir a perfeição na pratica da generosidade.

MA – Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.

NI – Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.

PAD – Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança.

ME – Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.

HUM – Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.

A senda das seis perfeições é a senda de todos os Buddhas. Cada uma das seis silabas elimina um dos venenos da consciência humana:

OM – Dissolve o orgulho;

MA – Liberta do ciúme e da luxúria;

NI – Consome a paixão e os desejos;

PAD – Elimina a estupidez e danos;

ME – Liberta da pobreza e possessividade;

HUM – Consome a raiva, a agressão e o ódio.

Os mantras são freqüentemente, os nomes dos budas, bodhisattvas ou mestres  que os compuseram. Os mantras são investidos com um infalível poder de ação, de forma que a repetição do nome da deidade, transmite as qualidades de sua mente. O nome é idêntico a deidade ou essência da deidade que o compôs e com ele presenteia a humanidade dando a seus irmãos a essência de tudo aquilo que ele atingiu em muitas vidas de esforço e sagrado oficio no caminho evolutivo, dando o glorioso resultado de seu momentum de sabedoria.

Ao recitar este mantra, o meditante também pode conseguir as qualidades do Chenrezig, o Bodhisatva da compaixão, conhecido na tradição Mahayana (O GRANDE CAMINHO) como Avalokitesvara.

“Cada pessoa cujo coração é movido por amor e compaixão, que profunda e sinceramente age para o benefício dos outros sem se preocupar com a fama, lucro, posição social ou reconhecimento expressa a atividade de Chenrezig.”  Bokar Rinpoche 

O mantra OM MANI PADME HUM, chamado de mani mantra, levanta algumas tradições misteriosas. Diz à tradição que este mantra significa o nome Chenrezig. Contudo, Chenrezig não tem nome, mas ele é designado por nomes. Estes nomes são a taça para a compaixão, a benção e a força que ele derrama. Portanto este é apenas um dos nomes de Chenrezig, MANI PADME, colocado entre as duas silabas sagradas OM e HUM. Parece-nos que Chenrezig, Avalokitesvara e KUAN YIN são os nomes do mesmo Buddha da compaixão.

OM – Representa o corpo de todos os budas, também o começo de todos os mantras.

MANI – Jóia em sânscrito, refere-se a Jóia que Chenrezig segura no centro de suas duas mãos.

PADME – Lótus ou chakra, refere-se ao lótus que ele segura na sua segunda mão esquerda.

HUM – A mente de todos os budas e freqüentemente finalizam os mantras. 

Representação de Kuan Yin uma Bodhisattva, a Deusa da Compaixão para os chineses

Dizendo MANI PADME estamos nominando Chenrezig através de seus atributos: “Aquele que segura a Jóia e o Lótus”. Chenrezig ou Jóia do Lótus são dois nomes/atributos para a mesma deidade.

Quando recitamos este mantra, estamos na verdade repetindo o nome de Chenrezig. Este mantra é investido com a benção e o poder da mente de Chenrezig, sendo que ele mesmo reúne a benção e a compaixão de todos os budas e bodhisattvas. Desta forma o mantra é imbuído com a capacidade de purificar nossa mente de sua obscuridade. O mantra abre a mente para o amor e compaixão e a conduz ao despertar.

Sendo a deidade e o mantra una em essência, significa que é possível recitar o mantra sem necessariamente trabalhar a visualização. A recitação permanece efetiva.

Cada uma das seis silabas sagradas retêm um efeito purificador genuíno:

OM – Purifica o corpo;

MA – Purifica a palavra;

NI – Purifica a mente;

PAD – Purifica as emoções;

ME – Purifica as condições latentes;

HUM – Purifica o véu (ignorância) que encobre o conhecimento.

Cada silaba é ela mesma uma oração:

OM – É oração dirigida ao corpo dos budas;

MA – É oração dirigida à palavra dos budas;

NI – É oração dirigida à mente dos budas;

PAD – É oração dirigida às qualidades dos budas;

ME – É oração dirigida às atividades dos budas;

HUM – Reúne a graça (benção) do corpo, palavra, mente, qualidade e atividade dos budas. 

Estas seis sílabas correspondem à transcendental perfeição dos budas secretos:

OM – Ratnasambhava, Buda que nos inunda com sua sabedoria de igualdade e nos liberta do orgulho espiritual, intelectual e humano;

MA – Amogasidhi, Buda que nos inunda com sua sabedoria que a tudo realiza, a sabedoria da ação perfeita e liberta-nos do veneno da inveja e do ciúme;

NI – Vajrasattva, Buda nos inunda com a sabedoria da vontade diamantina de Deus. Consome em nós o veneno do medo, da duvida e da descrença em Deus, o único e verdadeiro Guru;

PAD – Vairochana, Buda que nos inunda com a sabedoria penetrante do dharmakaya, a poderosa Presença Eu Sou. Consumindo em nós o veneno da ignorância;

ME– Amithaba, Buda que nos inunda com a sabedoria da discriminação e consome em nós os venenos das paixões: todos os desejos intensos, cobiça, gula, avareza e luxúria;

HUM – Akshobhya, Buda que nos inunda com a sabedoria que se reflete como num espelho e consome em nós os venenos de raiva, ódio e criações de ódio;

As seis sílabas sagradas OM MANI PADME HUM são a essência das cinco famílias de budas secretos. São a fonte para todas as qualidades e da profunda alegria. É a senda que conduz a uma elevada existência para a liberdade final da alma. 

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