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PRIMEIRA SUB-RAÇA

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PRIMEIRA SUB-RAÇA – ÁRIO INDÚ OU INDÚ- ÁRIA.

ÍNDIA.

LOCALIZAÇÃO – No chamado Industão, subcontinente que se acoplou a Ásia,
segundo alguns estudos, a 53 milhões de anos atrás, vindos da placa tectônica Indo
Australiana, bem mais ao sul, mais propriamente do Super Continente chamado
Gondwana. O Gondwana era a parte sul de um continente maior chamado Pangeia, que
começou a se fragmentar cerca de 200 a 180 milhões de anos atrás. Com o choque entre
as placas tectônicas dos dois continentes houve uma elevação do terreno, dando origem à
Cordilheira do Himalaia. O Continente da índia teve grandes florestas e ao norte é muito
montanhoso, se ligando a países como o Nepal, Tibet e Paquistão, ao norte.

HIDROGRAFIA – Os principais rios da Índia são o Indo e o Ganges, considerados
sagrados e foram o berço da grande civilização que por lá existiu.

RELEVO – Como dissemos acima, ao norte está a região mais alta, com altos picos
gelados, localizados na Cordilheira do Himalaia. Existe população vivendo nos vales com
até 5.000 metros de altura.

HISTÓRIA – A antiga Índia era chamada de Ária Varta e foi o berço da
Raça Ariana. Sua história é contada nos Épicos da Literatura Indú, como o Ramayama, o
Mahabharata, os Brahmadas e outros tantos livros sagrados do oriente. Conta-se que o
Manú Vaisvávata (Noé) levou as sementes do Oitavo Ramo Racial Atlante para uma
região onde fica hoje a Meseta do Pamir, região entre a Índia e o Tibet, de relevo
montanhoso. Tudo isso aconteceu antes da chamada Catástrofe Atlante. Como dissemos,
a ciência oficial dá como o ponto do surgimento da raça branca, a região do chamado
Crescente Lunar, onde cidades muito antigas foram encontradas próximas onde hoje é o
Iraque.
A migração dos Ários-Indus para o sul, foi a primeira dentre as sub-raças. Eles foram conquistando os povos que habitavam esse novo continente,
remanescentes de tempos mais antigos e consequentemente impondo a sua cultura.
Quando chegaram ao sul da região, se misturaram com um povo chamado Dravídeo,
remanescente ainda da raça Lemuriana. Essa miscigenação deu ao povo da Índia uma
tônica mística, devocional, voltada para as coisas do Céu, que era característica do povo
lemuriano, regido por Atmã, Budhi e Manas.
No início desta sub-raça, o Manú selecionou corpos físicos especiais
para receberem os veículos dos mais evoluídos Adeptos Atlantes, que deveriam conduzir
como reis, o povo da nova Raça. Foram chamados de Rishis e eram em número de sete.
Nós sabermos que a primeira manifestação do novo ciclo tende a repetir o ciclo anterior e
assim a civilização Indiana seguiu esses mesmos moldes, dirigida pelos seus sete Rishis,
como a Atlântida com seus Reis. Esses Reis representavam os Raios do Sol, da Lua, de
Marte, etc. A parte religiosa ficava a cargo de uma sacerdotisa. Se os Rishis eram solares,
as sacerdotisas eram lunares. Dominando o conhecimento atlante eles se utilizavam de
uma linguagem secreta e sagrada, chamada de SENZAR e que mais tarde deu origem ao
Sânscrito, substituído posteriormente pelo pali e outras línguas faladas na Índia e região.
Com o tempo, as sacerdotisas foram ganhando mais importância e
consequentemente, mais poder. Assim, criaram uma nova religião, o Culto Lunar, se
5opondo a religião tradicional. Ao novo culto foram introduzidos os sacrifícios humanos e
práticas necromantes. Chegou uma época em que o conflito entre as partes foi inevitável
e veio a guerra entre os solares e lunares. A história deste conflito foi contada no
Ramayama, um épico da literatura Indú. Com a vitória dos solares a Índia seguiu com sua
civilização que teve o apogeu entre os anos 8.000 a 5.000 AC, provavelmente na época
de 7.200 AC.
Como primeiro ramo racial da Nova Raça, houve uma necessidade de um
rígido esquema de reencarnação para os egos salvos da grande catástrofe atlante. Assim,
os indivíduos foram distribuídos em castas, por força de Lei.

OS BRÂMANES – Eram da casta principal, formada por sacerdotes com acesso as
leituras sagradas e orientadores da sociedade. Algo comparado aos Makaras.

OS KSHATRYAS – Eram os governantes e guerreiros que conduziam como•comandantes, os povos. Cuidavam da parte da execução das leis e do bem estar de todos.
Algo comparado aos Assuras.

OS VAYSHAS – Eram do povo, na sua classe mais elevada, representados pelos
comerciantes e agricultores.

OS SUDRAS – Eram também do povo, porém executavam tarefas menores, sendo,
portanto, de menor expressão.
Já os chamados Párias, eram o restante da população. Não pertenciam a casta
nenhuma e consequentemente não tinham direito algum, sendo considerados como
verdadeiros animais. Os mendigos é que faziam parte deste segmento da população.
Krishna.

RELIGIÃO – A Índia é o país do Bramanismo, ou Hinduismo, a religião mais antiga do
mundo, donde a divindade maior, Brahma, se manifesta através da tríade, Brahma, o
construtor, Vishnú o conservador, ou mantenedor e Shiva o destruidor. O objetivo maior
do crente era o de sair da chamada Roda de Samsara, ou roda dos renascimentos e
mortes, unindo-se definitivamente com a divindade, pois Brahma é tudo e o homem, ou
Atmâ é uma partícula de Brahma. É como que a gota que volta a se unir ao oceano.
Alguns aspectos da religião Hindu:
– Brahma é tudo e se manifesta através da tríade citada acima. É Uno, se divide em tês e
depois se multiplica através do seu sacrifício, criando tudo o que existe.
– A natureza eterna do mundo. O mundo sempre foi e sempre será. Todos os seres saem
de Brahma e a Ele retornam, através da constante evolução.
– O equilíbrio rompido no início da existência deverá ser restabelecido. A cada ação,
corresponde uma reação. A ação é Carma, o equilíbrio é Dharma, a Lei. Ao sairmos da
casa do Pai (Dharma), rompemos o equilíbrio inicial das coisas. Ele só será restabelecido
na nossa volta.
– Algo de nós sobrevive à chamada morte e toma novos veículos físicos, com objetivo de
aprimoramento. É a chamada reencarnação. Ao sairmos da Roda de Samsara passamos a
outro nível de evolução. (astral).
– O Nirvana é uma espécie de Céu. É, para ser mais bem entendido, um estado de não
desejo, é a perfeição atingida através da vontade.
Para sairmos da Roda de Samsara temos alguns caminhos.
– A via do Sacrifício. É a aceitação dos sofrimentos vivenciados neste mundo. Dessa
forma, eles buscavam o merecimento para encarnar numa casta superior, até atingir a
condição de não encarnar mais.
– A via da Compreensão. Neste caso, o caminho era buscar os ensinamentos contidos nos
livros sagrados e o entendimento dos Upanishads.
– A via da Devoção Esse caminho reconhece que só a Divindade salva. Porém não revoga
os dois caminhos anteriores.
Os livros sagrados dos Hindus são vários. O Vedanta ou coleção dos
Vedas é uma espécie de Bíblia que explica os Upanishads. Os Vedas foram codificados
por Vyasa, na verdade, um conjunto de seres dos quais o décimo quarto é o grande
codificador. Upanishads, que por sua vez significa “o que espanta a ignorância”. São
conhecimentos muito antigos que explicam a origem das coisas e os mistérios da
existência. Já o Bhagava Gita ou A Sublime Canção, é um trecho do Mahabharata que
conta a história da guerra entre os solares e os lunares e onde Krishna se nega a combater
contra qualquer um dos lados, mas aceita dirigir o carro de guerra de Arjuna, o seu
discípulo dileto.
A Índia tem aproximadamente 330 milhões de deuses. Muitos deles
são apresentados sob a forma de animais, com um simbolismo muito interessante.
A deusa Indra é a deusa porca, significando a divindade que veio para esse mundo e se
esquecendo-se de voltar ao mundo de origem, fica chafurdando na lama da matéria. Ganesha
é o deus elefante, significando a prosperidade. Hamu é o deus macaco, um seguidor de
Krishna. Assim, cada povoado da Índia, tem os seus deuses e a eles rendem culto.
Também creem nos demônios que vem atrapalhar a vida dos mortais comuns. Essa
crença é comum em todo o oriente.

PURIFICAÇÃO – Na Índia existe uma grande preocupação com o lixo astral. Dessa
maneira, os rituais de purificação fazem parte da rotina de vida deste povo. Um deles é o
banho nos rios sagradas, entre eles, o Rio Ganges, onde também são jogados os corpos
daqueles que não são ou não podem ser cremados. A prática da cremação tem por
objetivo não só se livrar do cadáver, mas também acelerar a chegada do morto aos
mundos divinos – o Nirvana.

MANÚS:
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