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Eva e Lilith (לילית em hebraico)

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Este é apenas um entre muitos estudos sobre o que pode ser denominado como Arquétipo Feminino.

A palavra Lilith vem do sumério Lulu, que significa libertinagem. Lilith (לילית em hebraico) é conhecida como um demônio feminino da noite que originou na antiga Mesopotâmia. Lilith era associada ao vento e, pensava-se, por isso, que ela era portadora de mal-estares, doenças e mesmo da morte. Porém algumas vezes ela se utilizaria da água como uma espécie de portal para o seu mundo. Dentro da Filosofia Gnóstica, o Inferno da Terra é regido por dois demônios, Lilith e Nahemah. Nahemah rege as duas primeiras Esferas, ou Círculos Dantescos, onde vibra uma classe de infra-sexualidade ligada ao adultério, às paixões, à bigamia, à fornicação etc.


Lilith dirige as outras 7 Esferas infernais, onde reina a sexualidade mais depravada, onde se vê o homossexualismo e o lesbianismo, a masturbação e as taras e todos os tipos de fantasias sexuais .A imagem de Lilith, sob o nome Lilitu, apareceu primeiramente na Suméria por volta de 3000 A.E.C. Muitos estudiosos atribuem a origem do nome fonético Lilith por volta de 700 A.E.C.Lilith figura como um demônio da noite nas escrituras hebraicas (Talmud e Midrash). Lilith é também referida na Cabala como a primeira mulher de Adão, sendo que em uma passagem (Patai81:455f) ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. No folclore popular hebreu medieval, ela é tida como a primeira esposa de Adão, que o abandonou, partindo do Jardim do Éden por causa de uma disputa, vindo a tornar-se a mãe dos demônios. De acordo com certas interpretações da criação humana em Gênesis, no Antigo Testamento, reconhecendo que havia sido criada por Deus com a mesma matéria prima, Lilith rebelou-se, recusou-se a ficar sempre em baixo durante as suas relações sexuais. Na Suméria e na Babilônia ela ao mesmo tempo que era cultuada era identificada com os demônios e espíritos malignos. Seu símbolo era a lua, pois assim como a lua ela seria uma deusa de fases boas e ruins. Alguns estudiosos assimilam ela a várias deusas da fertilidade, assim como deusas cruéis devido ao sincretismo com outras culturas. No fictício Livro de Nod, é também conhecida como Deusa da Lua, aquela que ensina Caim habilidades vampíricas, a que é tão antiga quanto o próprio Deus criador do céu e da terra. A imagem mais conhecida que temos dela é a imagem que nos foi dada pela cultura hebraica, uma vez que esse povo foi aprisionado e reduzido à servidão na Babilônia, onde Lilith era cultuada, é bem provável que viam Lilith como um símbolo de algo negativo. Vemos assim a transformação de Lilith no modelo hebraico de demônio. Assim surgiram as lendas vampíricas, Lilith tinha 100 filhos por dia, súcubus quando mulheres e íncubus quando homens, ou lilims. Eles se alimentavam da energia desprendida no sexo e de sangue humano. Também podiam manipular os sonhos humanos, seriam os geradores das poluções noturnas. Mas uma vez possuído por um súcubus dificilmente um homem saía com vida. Três anjos foram enviados em seu encalço, quando ela deixou o Éden porém ela se recusou a voltar. Juntou-se aos anjos caídos onde se casou com Samael que tentou Eva ao passo que Lilith Tentou a Adão os fazendo cometer adultério. Então o homem foi expulso do paraíso e Lilith tentaria destruir a humanidade, filhos do adultério de Adão com Eva, pois mesmo deixando seu marido ela não aceitava sua 2ª mulher. Ela então perseguiria os homens, principalmente os adúlteros, crianças e recém casados para se vingar. Após os hebreus terem deixado a Babilônia Lilith perdeu sua representatividade e foi limada do velho testamento. Eva é criada no sexto dia, e depois da solidão de Adão ela é criada novamente, sendo a primeira criação referente na verdade a Lilith no Gênesis. Algumas vezes Lilith é associada com a deusa grega Hécate, “A mulher escarlate”, um demônio que guarda as portas do inferno montada em um enorme cão de três cabeças, Cérbero. Nos 2 últimos séculos a imagem de Lilith começou a passar por uma transformação em alguns círculos intelectuais europeus, por exemplo, na literatura e nas artes, quando os românticos passaram a se ater mais a imagem sensual e sedutora de Lilith , e aos seus atributos considerados impossíveis de serem obtidos.De acordo com Hermínio, “Lilith foi feita por Deus, de barro, à noite, criada tão bonita e interessante que logo arranjou problemas com Adão”. Esse ponto teria sido retirado da Bíblia pela Inquisição. A sabedoria rabínica definida na versão jeovística, que se coloca lado a lado, precedendo-a de alguns séculos, da versão bíblica dos sacerdotes. Sabemos que tais versões do Gênesis e o mito do nascimento da mulher são ricas de contradições e enigmas que se anulam. Durante os primeiros séculos da era cristã, o mito de Lilith ficou bem estabelecido na comunidade judaica. Lilith aparece no Zohar, o livro do Esplendor, uma obra cabalística do século 13 que constitui o mais influente texto hassídico e no Talmude, o livro dos hebreus. No Zohar, Lilith era descrita como succubus, com emissões noturnas citadas como um sinal visível de sua presença. Os espíritos malignos que empesteavam a humanidade eram, acreditava-se, o produto de tais uniões.

No Zohar Hadasch , está escrito que Samael , junto com sua mulher Lilith, tramou a sedução do primeiro casal humano. O Talmude menciona que “Quando a serpente envolveu-se com Eva, atirou-lhe a mácula cuja infecção foi transmitida a todos os seus descendentes…

http://pt.shvoong.com/humanities/religion-studies/1897001-lilith/

As duas eram muito amigas, quase irmãs. Mais que irmãs, uma espécie de almas complementares. Sempre foram diferentes, mas tudo o que faltava em uma sobrava na outra. Talvez por isso gostassem tanto de trocar experiências. Lilith tinha misteriosos e belos olhos negros, cabelos longos, escuros e lisos; os olhos de Eva, não eram menos belos, porém muito azuis e os cabelos encaracolados, dando-lhe um ar angelical. Até mesmo os sonhos das duas eram muito diferentes, pois enquanto Eva sonhava casar-se, ter muitos filhos e ser feliz como em um conto de fadas, Lilith ambicionava apenas viver plenamente de acordo com sua natureza meio bárbara. Queria encontrar alguém, sim, mas não para casar-se. Desejava apenas um homem tão selvagem quanto ela, capaz de lhe proporcionar no mínimo três orgasmos, um atrás do outro.
Ficaram muitos anos sem se ver, as duas amigas. Mas naquele dia, talvez por capricho do destino, encontraram-se novamente. Felizes, como nos velhos tempos, confidenciaram suas intimidades uma à outra. Eva tinha se casado, possuía três lindos filhos, uma casa com um belo jardim e se considerava a mulher mais feliz do mundo. Seu marido não era nenhum galã, mas lhe dava a vida pacata que sempre almejara. Chegava cedo a casa, colocava os chinelos e roncava em frente à TV. Tímido e desajeitado fazia com que ela se sentisse segura quanto à sua fidelidade. Já Lilith estava intensamente envolvida com um homem misterioso, irresistivelmente sedutor, tal como sempre sonhara. É verdade que ela não sabia muito sobre ele, mas até preferia assim. Sabia apenas seu primeiro nome, que talvez nem fosse o verdadeiro. Entre conversas e risos elas se despediram, mas não sem antes combinarem um jantar em casa de Eva. Afinal Lilith conheceria a família de sua melhor amiga. E Lilith foi. E teve a maior surpresa de sua vida, pois descobriu que o acanhado e bem comportado marido de Eva abrigava-se no mesmo corpo de seu animal selvagem.

http://pt.shvoong.com/books/novel-novella/1664530-eva-lilith/

Psicóloga e analista Junguiana, a autora procura demonstrar o por que dos esforços para banir da consciência humana a figura de Lilith. Ela representa o EU feminino.
Este livro é uma antologia de contos mitológicos antigos e modernos que a autora interpreta visando mostrar o lado instintivo da feminilidade que tem sido motivo de temor, sendo rejeitada pela cultura e pela religião patriarcal e tradicional.
Lilith, a primeira Eva, ou mulher que tentou Adão faz parte da mitologia de muitas culturas – sumeriana, babilônica, assíria, Cananéia, hebraica, árabe, teutônica. Entidade noturna, vivia nas margens do mar Vermelho ou no deserto. Aparece em relatos do Zohar, o Livro do Esplendor, obra cabalística do século XIII, e no Talmude, onde é narrado como ela se relacionou com Adão nos 130 anos em que ele esteve separado de Eva, gerando muitos espíritos, demônios ou Lilites, chamados de “os flagelos da humanidade”.
Surgida do caos, segundo o Zohar, Lilith age como uma força que se contrapõe para criar um equilíbrio de forças, além de fortalecer o ego masculino, enquanto que Eva é a “mãe de todos os que vivem” foi criada posteriormente da costela de Adão. Lilith surgiu como uma personificação dos aspectos negligenciado da Grande Deusa. Tendo sido diminuída (Lua) no ato da criação, humilhada, transformou-se numa pessoa vingativa e assassina de crianças. A mitologia relata toda essa vida de amargura, raiva e dor, reivindicando a igualdade por também ser originada do pó da terra como Adão.
Psicologicamente para Neumann, essa atitude descreve a necessidade e o valor das ações – liberdade de se mover, agir, escolher, decidir, por parte da mulher, a fim de sair da fase de consciência de dependência para a individuação do ego feminino. Talvez seja a necessidade de religar-se ao espírito.
Cita a sabedoria de Salomão no caso da decisão sobre a criança disputada por duas mulheres – seria uma ilustração dessa dualidade psíquica – Lilith, a estranguladora de crianças e Eva a que nutre a vida. – que leva a mulher conhecer sua própria natureza feminina e a outra que deseja a liberdade. Em síntese: Lilith é na verdade como um animal em pleno deserto, livre, individuado, que lida com a morte, o oposto de Eva que é o lado feminino instintivo que nutre a vida.

http://pt.shvoong.com/books/mythology-ancient-literature/1905957-livro-lilith/

A proposta é dar uma interpretação alternativa a esta famosa história, mais que simplesmente tentar dar uma explicação para a criação do homem ou de uma linhagem deste, a história de Adão e Eva nos remete as etapas de desenvolvimento mental do ser humano, que ao nascer ainda não possui a consciência desenvolvida, pouco percebendo as coisas que o cerca e obedecendo sem questionamentos as orientações do Progenitor. Com o passar do tempo, o casal bíblico dá início a um comportamento questionador e consciente do mundo a sua volta, tal como adolescentes, quando então o Pai passa a julgá-los aptos a seguir suas vidas sem a sua proteção.

Estariam, então, Adão e Eva aptos a viver com os (ou como) mortais antes de comer do fruto da árvore do conhecimento ?

Segundo as Escrituras, quando Adão e Eva foram criados, Deus lhes dava tudo que fosse necessário à vida, sendo que a única coisa que lhes pedia em troca era a fé e, mais especificamente, que não tomassem contato com o conhecimento do bem e do mal, tal como faria um pai protetor:

Gênesis 2:16 e 2:17: Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.

Neste momento, a consciência do homem ainda é a consciência de Deus e, enquanto assim permanecesse, o homem seria Um com Deus, não sendo um indivíduo, mas uma extensão do Criador.
Mas, em seguida, manifestam-se os primeiro sinais de autoconsciência, dando início ao questionamento dos propósitos do Pai sobre o que seria melhor para Seus filhos.

Gênesis 3:5 Serpente* : Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes (o fruto da árvore do conhecimento) se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.

Gênesis 3:6: Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu.

Gênesis 3:7: Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; pelo que coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.

Nota-se que agora o homem olha para si como se tomasse consciência de sua condição e de sua existência como indivíduo.
Após este versículo, Deus suspende todos os privilégios e anuncia que Adão e Eva enfrentarão toda uma série de desafios que consideramos naturais em nossas vidas cotidianas e em seguida demonstra reconhecer que o homem se tornou, como Ele, um ser com entendimento e discernimento, ou seja, tornou-se uma consciência autônoma ao exercer seu livre arbítrio.

Gênesis 3:22: Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente.

O próximo versículo simboliza a conclusão desta criação, quando o homem sai do seio de Deus e é lançado à Terra, tornando-se um mortal.

Gênesis 3:23: O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado.

Portanto, entende-se que, de acordo com o texto bíblico, o “processo de criação da espécie humana” não se realiza completamente no instante em que Deus cria o homem do barro e a mulher de sua costela, mas no decorrer de toda a história humana no Jardim do Éden, começando com sua individualização espacial (circunscrição física) através do barro, passando pela individualização da consciência pelo ato de comer o fruto proibido, o qual acarretou sua expulsão e deu início ao seu retorno ao Paraíso ou à busca da felicidade perdida.

* Nota: a serpente é uma antiga divindade da sabedoria no Oriente Médio, portanto não surpreende que nesta história haja a presença dela junto à árvore do conhecimento.

Para não tornar o artigo desnecessariamente longo, citam-se apenas os versículos do Gênesis que corroboram a interpretação aqui proposta.

http://pt.shvoong.com/books/mythology-ancient-literature/1926068-ad%C3%A3o-eva-met%C3%A1fora-da-autoconsci%C3%AAncia/

Nas primeiras versões da Bíblia, não traduzidas para o português, Lilith teria sido a primeira mulher de Adão. Ao contrário de Eva, que fora feita de um pedaço da costela do homem, Lilith tinha sua origem no mesmo barro do qual fora feito seu parceiro, sendo, portanto, igual a ele e não uma “cria” sua. Diz o mito que, durante o ato sexual, Lilith pediu a Adão que a deixasse ficar por cima. Ele ignorou o pedido, irritando-a e fazendo com que ela o abandonasse, indo viver isolada às margens do Mar Vermelho para cuidar de suas cobras e escorpiões. O mito de Lilith possui várias versões em todos os tempos e civilizações. Um exemplo disso é o monstro Lâmia, da mitologia grega. Revoltada com Hera por matar os filhos que tivera com Zeus, a fera tornou-se uma devoradora de crianças, negando assim, um aspecto importante do feminino.

http://pt.shvoong.com/books/mythology-ancient-literature/1627307-lilith/

O primeiro livro da Bíblia, Genesis, conta a história de Adão e Eva… mas segundo o Zohar, o livro do Esplendor, uma obra cabalística do século 13 que constitui o mais influente texto hassídico e no Talmud, o livro dos hebreus, Eva não foi a primeira mulher de Adão.

Quando Deus criou o Adão, ele o fez com dois sexos, depois dividiu-o ao meio, e batizou a metade fêmea de Lilith e a deu como companheira de Adão. Mas Lilith revoltou-se, não queria ser dele. Lilith queria liberdade de agir, de escolher e decidir, queria os mesmos direitos do homem mas quando constatou que não poderia obter status igual, se rebelou e não submeteu-se a Adão, passou a odia-lo e fugiu para ir ter com o Diabo. De acordo com o astrólogo Hermínio, “Lilith foi feita por Deus, de barro, à noite, criada tão bonita e interessante que logo arranjou problemas com Adão”. Lilith aparece em relatos da Torah assírio-babilônica e hebraica entre outros textos apócrifos. Na versão jeovística (da tradição religiosa hebraica) para o Gênesis, enriquecida pelos testemunhos orais dos rabinos consta que Lilith foi criada com pó negro e excrementos, condenada por Jeová-Deus a ser inferior ao homem. Essa parte teria sido retirada da Bíblia pela Inquisição. Foi então que começou a eterna divergência entre o masculino e o feminino, pois Lilith não se conformou com a submissão ao homem. Segundo as versões aramaica e hebraica do Alfabeto de Ben Sirá (século 6 ou 7). Todas as vezes em que eles faziam sexo, Lilith mostrava-se inconformada em ter de ficar por baixo de Adão, suportando o peso de seu corpo. E indagava: “Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti? Contudo, eu também fui feita de pó e por isso sou igual a ti.” Mas Adão se recusava a inverter as posições, consciente de que existia uma “ordem” que não podia ser transgredida. Lilith deve submeter-se a ele pois esta é a condição do equilíbrio preestabelecido. Deus então tomou uma costela de Adão e criou Eva, mulher submissa, dócil, inferior perante o homem. Quando Deus proibiu Adão e Eva de comer do fruto sagrado, Lilith orientada pelo Demônio, se disfarçou de serpente e seduziu Eva induzindo-a a desobedecer a Deus. (Alguns escritos contam que Adão queixou-se a Deus sobre a fuga de Lilith e, para compensar a tristeza de Adão, Deus decidiu criar Eva, moldada exatamente como as exigências da sociedade patriarcal. A mulher feita a partir de um fragmento da costela de Adão. É o modelo feminino permitido ao ser humano pelo padrão ético judaico-cristão. A mulher submissa e voltada ao lar. Assim, enquanto Lilith é força destrutiva (o Talmude diz que ela foi criada com ‘imundície’ e lodo), Eva é construtiva e Mãe de toda Humanidade (ela foi criada da carne e do sangue de Adão). Adão e Eva são a primeira representação da idéia de conflito na história humana….Mas vamos parar de falar em Adão e vamos falar de Eva, este ser misterioso que se tornou a mulher nos tempos atuais. Durante muitos séculos a mulher viveu submissa unicamente para servir ao homem seu senhor supremo, era criada desde o berço para reprimir seus desejos e para ser escrava e companheira do homem dando-lhe sexo e alimentação. A partir do século XX, com a crescente industrialização no mundo, que a mulher passou a adentrar o mercado de trabalho: algumas de maior aquisição, como secretárias, enfermeiras ou professoras; outras menos favorecidas em indústrias, nas piores condições possíveis Mas a mulher se emancipou cansou-se de ser submissa e exigiu os mesmos direitos dos homens. Está ai a mulher que conhecemos hoje, batalhadora, poderosa, teimosa charmosa e sedutora, que não aceita mais a submissão. . Emancipada, contestadora, sem medo de viver sua sexualidade, ganhou cada vez mais espaço a partir dos anos 60, provavelmente inspirada por Lilith.

http://pt.shvoong.com/humanities/1663349-lilith/

Para reflexão:
– Como é que a vida no nosso planeta evoluiu a partir dos anos 60?

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