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A globalização da censura chinesa

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Censura

Esforços da China para censurar a mídia global fora de seu território estão se tornando cada vez mais comuns

Relatório sobre a censura chinesa à mídia internacional encomendado pelo National Endowment for Democracy

Em junho deste ano, dois funcionários da embaixada chinesa em Paris fizeram uma visita a Marc Saikali, o executivo-chefe da France 24, um canal de televisão francês. Descontentes com a exibição de um documentário intitulado “Sete dias no Tibet”, por algumas horas os chineses tentaram, sem sucesso, convencer Saikali a tirar o documentário do site da emissora. No mesmo dia, em Bangcoc, o jornalista Cyril Payen, também da France 24, recebeu uma mensagem de voz em seu celular em que uma mulher com forte sotaque explicava, em inglês, que ele sofreria graves consequências se não se apresentasse imediatamente à embaixada chinesa.

Tais táticas de intimidação não são casos isolados. Os esforços da China para censurar a mídia global são cada vez mais comuns, de acordo com um relatório encomendado pela ONG americana National Endowment for Democracy . O governo chinês tem habitualmente tentado remover notícias críticas ao partido comunista desde que chegou ao poder em 1949. Mas dois fatores têm contribuído para a ampliação desta estratégia no exterior, diz o relatório. Na medida em que cresce o poder econômico da China, o governo está usando seu “soft-power” com mais ousadia. E hoje, mais do que a metade da população da China tem algum acesso à mídia estrangeira na internet.

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Censores chineses têm tentado impedir que a mídia estrangeira publique material crítico ao governo chinês dentro e fora da China (Reprodução/AFP)

O relatório descreve a censura chinesa dos meios de comunicação internacionais como algo amplo e multifacetado. Táticas vão desde interferências agressivas, como casos de jornalistas sendo seguidos por Audis pretos durante a apuração de reportagens, a ataques cibernéticos e o bloqueio de sites de notícias. Há também manipulações mais insidiosas destinadas a incentivar a autocensura. Isto é particularmente comum nos meios de comunicação que operam em Hong Kong e Taiwan.

Todos os correspondentes estrangeiros na China devem passar pro uma entrevista anual com o Ministério dos Negócios Estrangeiros antes de seus cartões de imprensa serem renovados. Em seis casos, em 2011, jornalistas foram informados que suas aplicações tinham sido rejeitadas ou paralisadas por causa do conteúdo de seus artigos. O acesso restrito a determinadas regiões, como Xinjiang e Tibete, também obriga correspondentes a depender das notícias tendenciosas da mídia estatal.

Um abraço

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